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Jon Bon Jovi admite que ficou horrorizado com a capa original de Slippery When Wet
Slippery When Wet é o álbum mais bem-sucedido e mais vendido do Bon Jovi, tendo sido certificado 15 vezes como platina. O repertório apresenta três das principais canções da banda: Livin’ on a Prayer, You Give Love a Bad Name e a balada poderosa Wanted Dead or Alive. No entanto, a arte original da capa, a qual foi sugerida pela gravadora, não convenceu o líder da banda, o vocalista Jon Bon Jovi. Em entrevista recente à Absolute Radio, ele contou detalhes de como o álbum acabou ganhando seu título rabiscado em um saco de lixo molhado. “Estávamos a 3.000 milhas de distância, em Vancouver, Canadá”, lembrou Jon. “A gravadora tirou uma foto do busto de uma garota – dos lábios até o umbigo – e escreveu Slippery When Wet sobre o peito dela”. Ele continuou: “Eles me mandaram a capa do álbum e eu fiquei horrorizado com o recorte da imagem. Aquilo seria suicídio profissional lançar uma capa dessas. E eles disseram: ‘Bem, já imprimimos meio milhão delas; você está ferrado’”. O roqueiro acrescentou que o problema surgiu bem tarde, na fase de pré-lançamento do trabalho, quando o primeiro single You Give Love a Bad Name já estava sendo muito tocado nas rádios. “Eu disse: ‘Estamos encrencados’. Então, fui ao estúdio fotográfico com o fotógrafo, esguichei tinta sobre um saco de lixo preto resistente e escrevi Slippery When Wet com os dedos. Se funcionou para o AC/DC, com Back in Black, serve para mim. Aí está a capa do álbum”, concluiu Jovi. Via: Rockbizz

Tommy Johansson faz versão power metal de Eye of the Tiger, do Survivor
Tommy Johansson, multi-instrumentista e ex-guitarrista do Sabaton, fez versão power metal de Eye of the Tiger, do Survivor. O som foi composto por Frankie Sullivan e Jim Peterik para a trilha sonora do filme Rocky III e saiu como single do terceiro álbum do grupo – o disco é homônimo à canção. Além da performance instrumental e vocal, a versão metal do clássico dos anos 1980 teve gravação, arranjo, produção, mixagem e masterização de Tommy Johansson. Confira: Além de seu canal no YouTube, que é repleto de versões e covers de hits do pop, rock e metal, Tommy Johansson se empenha em criar material para sua banda, Majestica, que lançou seu novo disco, Power Train, no dia 07 de fevereiro de 2025 pelo selo alemão Nuclear Blast. Power Train, que está disponível em CD, vinil colorido e digital (download e streaming), teve a produção da própria banda, mixagem de Jonas Kjellgren e arte da capa de Jan Yrlund/Darkgrove. Além de Tommy Johansson (guitarra, vocal), o Majestica conta com Petter Hjerpe (guitarra), Chris David (baixo) e Joel Kollberg (bateria). Track listing de Power Train: “Power Train”“No Pain, No Gain”“Battle Cry”“Megatrue”“My Epic Dragon”“Thunder Power”“A Story In The Night”“Go Higher”“Victorious”“Alliance Anthem” Via: Rockbizz

Stewart Copeland elogia técnicas de Eloy Casagrande e Joey Jordison
Stewart Copeland revelou que desenvolveu uma nova paixão pelo metal. O músico destacou especialmente a habilidade técnica dos bateristas Eloy Casagrande e Joey Jordison e afirmou que o estilo passou a fazer parte de suas escutas recentes. Em entrevista ao programa Joann Butler In Studio With…, o baterista do The Police falou sobre a admiração por músicos que conseguem levar a bateria a níveis extremos de velocidade e precisão [via Ultimate Guitar]. “Eloy Casagrande e também Joey Jordison, que são dois bateristas do Slipknot. Hoje em dia, a galera está toda no death metal. E eu adoro heavy metal, metal pesado. Porque, por algum motivo, quando estou dirigindo, o som de jovens extremamente raivosos me anima. Não sei por quê, mas o heavy metal simplesmente alegra meu dia.” Em seguida, Copeland voltou sua atenção para Anika Nilles, que assumiu a bateria na formação atual de turnê do Rush após a morte de Neil Peart em 2020. “Anika, que acabou de entrar para o Rush, parabéns, garota. Eu fiquei tão, sabe, o povo judeu tem uma expressão, ‘verklempt’. Provavelmente estou pronunciando errado, mas quando vi os vídeos dela tocando ‘ Tom Sawyer ‘ no Instagram, e os fãs do Neil são particularmente rígidos em suas expectativas. Uma vez perguntei ao Neil: ‘Como você faz para tocar bateria imaginária? Eu quero isso.’ E ele disse: ‘Bem, você tem que tocar as viradas de bateria sempre da mesma forma.’ Ok, chega para mim”, disse ele. Stewart Copeland continuou: “De qualquer forma, lá estava ela, com aquele público e aquela responsabilidade, e chegou a ‘Tom Sawyer’ e arrasou. E eu pensando: ‘Nossa, estou todo emocionado’. Mas aí a reação do público, aquela alegria toda, isso sim me tocou. O fato de que aqueles fãs do Neil Peart, fãs do Rush, deram a ela aquele incentivo… Ah, eu adoro essas coisas” Conhecido pela abordagem inventiva na bateria do The Police, Copeland construiu uma carreira marcada pela mistura de reggae, punk, rock e diferentes ritmos. Sua técnica sempre teve papel importante na identidade da banda. LEIA TAMBÉM: Jay Weinberg, ex-Slipknot, não tinha autorização para tocar com outros artistas Via: WikiMetal

Festival C6 no Rock celebra história do rock nacional e revisita clássicos dos anos 80
Texto: Marcelo Gomes Nos dias 22 e 23 de agosto, o Parque Ibirapuera foi tomado por uma verdadeira imersão na era de ouro do rock brasileiro. O C6 no Rock reuniu no sábado Plebe Rude, Paulo Ricardo, Titãs, Paralamas do Sucesso e alguns dos maiores nomes do rock nacional, em apresentações especiais, nas quais seus respectivos discos, O Concreto Já Rachou (1986), Rádio Pirata ao Vivo (1986), Cabeça Dinossauro (1986) e Selvagem? (1986), foram executados na íntegra, proporcionando ao público a rara oportunidade de reviver obras que ajudaram a moldar a identidade do gênero no país, além de um merecido tributo a Rita Lee. A proposta do festival, portanto, ia muito além da nostalgia: tratava-se de colocar frente a frente artistas, discos e uma geração que ajudou a transformar o rock brasileiro em um dos principais fenômenos culturais dos anos 1980. Plbe Rude – O Concreto Já Rachou (1986) Coube à Plebe Rude a responsabilidade de abrir a programação, e a escolha não poderia ser mais simbólica. Com Philippe Seabra e André X acompanhados por Clemente Nascimento e Marcelo Capucci, a banda brasiliense trouxe ao palco a urgência que sempre esteve no centro de sua música. A execução de O Concreto Já Rachou recuperou a atmosfera combativa de um disco que nasceu em meio às transformações políticas do país e permanece surpreendentemente atual. “Censura”, “A Serra”, “Este Ano”, “A Ida” e “O Que Se Faz” deram o tom inicial da apresentação, enquanto “Pressão Social” e, principalmente, “Johnny Vai à Guerra (Outra Vez)” fizeram o público assumir os vocais. Na faixa “Proteção”, Philippe desceu para cantar na grade, bem próximo ao público, e logo emendaram com “Pátria Amada”, um dos maiores clássicos da banda Inocentes. O encerramento com “Até Quando Esperar” elevou ainda mais a temperatura, transformando o gramado do Ibirapuera em uma espécie de extensão daquela Brasília dos anos 1980, inquieta, crítica e inconformada. RPM – Rádio Pirata ao Vivo (1986) Se a Plebe Rude abriu a tarde olhando para o lado mais político e contestador do rock, Paulo Ricardo tratou de transportar o público diretamente para o fenômeno de massa que foi o RPM. Ao revisitar Rádio Pirata ao Vivo, o cantor não apresentou apenas um conjunto de músicas, mas recuperou a dimensão grandiosa de um espetáculo que, quatro décadas atrás, levou o grupo a um patamar poucas vezes alcançado por uma banda brasileira. Como foi à tarde, faltaram aqueles jogos de luzes e lasers impactantes, mas, no fim, o que realmente importa é a música. Desde a abertura com “Revoluções por Minuto”, passando por “Alvorada Voraz” e “Louras Geladas”, que ganhou um remix em sua parte inicial para lembrar uma versão feita nos anos 80, todas trouxeram de volta a histeria que cercava o RPM. “A Cruz e a Espada” foi dedicada ao saudoso Renato Russo, enquanto “London, London”, de Caetano Veloso, funcionou novamente como um dos momentos mais emblemáticos do repertório, no qual o duo de Paulo Ricardo e o tecladista Fábio Ribeiro (ex-Shaman) emocionou a todos. A apresentação ainda ganhou espaço para outros sucessos, como “Juvenilia” e “A Fúria do Sexo Frágil Contra o Dragão da Maldade”, que foi incluída especialmente para esse show, fazendo com que a plateia cantasse praticamente cada verso. Os clássicos “Olhar 43” e “Rádio Pirata” encerraram a apresentação mais sólida do dia, tirando o público do chão. Titãs – Cabeça Dinossauro (1986) Então chegou a vez dos Titãs, e o que se viu foi uma espécie de explosão coletiva que, sem dúvidas, foi o show que mais agitou o público. Cabeça Dinossauro continua sendo um daqueles discos que parecem não envelhecer, justamente porque sua agressividade e suas provocações ainda encontram eco no presente. Desde a faixa-título, passando por “AA UU”, “Igreja”, “Polícia” e “Estado Violência”, a banda foi construindo uma apresentação marcada por tensão e catarse. Quando vieram “Porrada”, “Tô Cansado”, “Bichos Escrotos”, “Família”, “Homem Primata” e “Dívidas”, já não havia praticamente distância entre palco e público: todos cantavam, gritavam e reproduziam versos que fazem parte da história do rock brasileiro. “Bichos Escrotos”, em particular, ganhou a força simbólica de uma música que chegou a enfrentar a censura e que, quatro décadas depois, era entoada em alto e bom som por milhares de pessoas. Como se ainda houvesse algo a acrescentar, os Titãs retornaram para o bis com “Flores”, encerrando uma apresentação que conseguiu preservar a essência transgressora do álbum, mesmo que representado apenas por três integrantes originais, Branco Mello, Tony Bellotto e Sérgio Britto, sem transformá-la em peça de museu. Os Paralamas do Sucesso – Selvagem? (1986) Com o cair da noite e a temperatura mais baixa no Ibirapuera, Os Paralamas do Sucesso assumiram o palco para mostrar por que Selvagem? permanece como um dos trabalhos mais importantes da música brasileira. Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone atravessaram o álbum explorando justamente aquilo que sempre diferenciou o trio: a capacidade de fazer o rock dialogar naturalmente com reggae, dub, ska e ritmos brasileiros. Selvagem? e “Selvagem/Polícia” deram início ao percurso, seguidas por “Teerã”, “Você/Gostava Tanto de Você”, “Melô do Marinheiro”, “Marujo Dub”, “O Homem” e “A Dama e o Vagabundo”. A partir daí, a apresentação emocionou ainda mais com “A Novidade” e “Alagados”, antes de Herbert transformar “Lanterna dos Afogados” em um daqueles momentos que ficam gravados na memória: a plateia ergueu os celulares, criando um mar de luzes no meio do parque. O repertório ainda passou por “Aonde Quer Que Eu Vá”, “O Beco”, “Uma Brasileira”, “Lourinha Bombril”, “Óculos” e “Meu Erro”, encerrando uma apresentação em que passado e presente pareceram perfeitamente conectados. Tributo Rita Lee – Meu Sonho é Ser Imortal Já passava das oito da noite quando Beto Lee subiu ao palco para comandar Meu Sonho é Ser Imortal, homenagem à sua mãe, Rita Lee, e a atmosfera ganhou outro significado. Depois de quatro apresentações marcadas pela força das guitarras, pela contestação e pela memória do rock dos anos 1980, o festival encontrou na obra da Rainha do Rock Brasileiro uma maneira de celebrar não

Chris Slade, ex-AC/DC, anuncia aposentadoria da bateria aos 79 anos
Chris Slade anunciou sua aposentadoria da bateria aos 79 anos. O músico, conhecido por trabalhos com AC/DC e David Gilmour, revelou a decisão em um vídeo publicado no último sábado, 22, pela página no Facebook de sua banda, The Chris Slade Timeline [via Loudwire]. “Olá a todos. É com o coração pesado que anuncio minha aposentadoria da bateria. Estou quase fazendo 80 anos. Toco bateria profissionalmente desde os 16 anos, com Tom Jones. Tive uma boa trajetória e, sabe, obrigado a todos por virem aos shows. Gostaria de agradecer também à banda [Chris Slade Timeline]… e a todos vocês por virem aos shows e se divertido. Sabemos que vocês se divertiram porque nos disseram isso, e receber esse feedback é ótimo. Então, por favor, continuem acompanhando a página do Chris Slade Timeline no Facebook, porque estarei postando. Estaremos postando coisas de vez em quando para tentar manter vocês interessados”. Slade também contou que sofreu um pequeno AVC há cerca de sete anos. Segundo ele, os efeitos do problema pioraram com o tempo e passaram a afetar sua capacidade de tocar. O baterista também sofreu uma lesão nas costelas em julho, quando caiu durante uma viagem à Itália e precisou cancelar a participação do The Chris Slade Timeline no festival Brudstock. Na ocasião, Slade explicou que não conseguia sequer segurar as baquetas. A lesão o impediu de tocar e marcou o primeiro cancelamento de um show da banda em 15 anos. Aos quase 80 anos, o músico afirmou que gostaria de continuar tocando como outros artistas veteranos. Ele citou Rolling Stones e Paul McCartney como exemplos de músicos que seguem ativos em idade avançada. “Eu queria fazer isso também, mas parece que não posso”, declarou. Chris Slade entrou para o AC/DC em 1989, após a saída de Simon Wright. Sua passagem pela banda começou durante a preparação de The Razors Edge, lançado em 1990. O álbum marcou uma nova fase do grupo e trouxe sucessos como “Thunderstruck” e “Moneytalks”. Slade também participou da turnê mundial que acompanhou o disco. O baterista deixou o AC/DC em 1994, quando Phil Rudd retornou à formação. Antes e depois do período com a banda australiana, Slade trabalhou com nomes como Tom Jones, Gary Numan e David Gilmour. Chris Slade fala sobre problemas de saúde Slade contou que sofreu um pequeno AVC há cerca de sete anos. Segundo ele, os efeitos do problema pioraram com o tempo e passaram a afetar sua capacidade de tocar. O baterista também sofreu uma lesão nas costelas em julho. Ele caiu durante uma viagem à Itália e precisou cancelar a participação do The Chris Slade Timeline no festival Brudstock. Na ocasião, Slade explicou que não conseguia sequer segurar as baquetas. A lesão o impediu de tocar e marcou o primeiro cancelamento de um show da banda em 15 anos. Aos quase 80 anos, o músico afirmou que gostaria de continuar tocando como outros artistas veteranos. Ele citou Rolling Stones e Paul McCartney como exemplos de músicos que seguem ativos em idade avançada. “Eu queria fazer isso também, mas parece que não posso”, declarou. A trajetória de Chris Slade no AC/DC Chris Slade entrou para o AC/DC em 1989, após a saída de Simon Wright. Sua passagem pela banda começou durante a preparação de The Razors Edge, lançado em 1990. O álbum marcou uma nova fase do grupo e trouxe sucessos como “Thunderstruck” e “Moneytalks”. Slade também participou da turnê mundial que acompanhou o disco. O baterista deixou o AC/DC em 1994, quando Phil Rudd retornou à formação. Antes e depois do período com a banda australiana, Slade trabalhou com nomes como Tom Jones, Gary Numan e David Gilmour. Sua carreira profissional começou aos 16 anos, quando tocou com Tom Jones. Ao longo das décadas, o baterista acumulou trabalhos com artistas de diferentes estilos. Agora, Slade encerra a carreira nos palcos, mas pretende continuar ligado à música. Ele afirmou que seguirá publicando conteúdos sobre sua trajetória nas redes sociais do The Chris Slade Timeline. “É um até logo”, disse o músico ao anunciar a aposentadoria. LEIA TAMBÉM: A banda que conseguiu unir Elton John e Dying Fetus no mesmo álbum Via: WikiMetal

Sharon Osbourne chama Kanye West de coitado e desesperado por atenção
Há alguns anos o clã Osbourne vem falando sobre música, política, celebridades e toda sorte de assunto em seu podcast The Osbourne. Com o falecimento de Ozzy e os problemas pessoais de Kelly, a atração está na conta de Sharon e Jack, seu filho mais novo. No novo episódio, eles falaram sobre as celebridades atuais que ainda conseguem chocar o público. Jack foi direto na pergunta à mãe: “Quem você acha que foi a última celebridade realmente chocante? Pense bem! Estou falando de gente do tipo Marilyn Manson, Madonna e Eminem. Gente que dominava as manchetes com suas provocações”. A empresária foi direta em sua resposta apontando Kanye West como a sua escolha. Além disso, ela não poupou as críticas ao artista norte-americano. “Eu sempre acabo voltando a falar do coitado do Kanye. Porque ele é muito desesperado. Ele tentou entrar para a política, mas não deu certo. Mas ele faz qualquer coisa por atenção. Qualquer coisa”. “Ele perdeu completamente o juízo”, continuou Sharon. “E nem venha me dizer que ele é um gênio, porque, se você repetir isso vezes suficientes, as pessoas acabam acreditando”. Em 2020, o rapper tentou concorrer à presidência dos Estados Unidos. Ele obteve cerca de 70 mil votos na contagem total, o que se tornou motivo de chacota no país. Apesar de lançar novos discos e sons, West só ganha holofote por conta das polêmicas em que se mete, já que para as artes colabora pouco ou nada. Via: Rockbizz

Black Sabbath libera performance de Paranoid no Bilzen Pop Festival em 1970
O Black Sabbath liberou a performance de Paranoid no Bilzen Pop Festival em 1970. O evento, que aconteceu na Bélgica em 21 de agosto do citado ano, contava com nomes como Cat Stevens, The Kinks e Dizzy Gillespie, mas foi o Sabbath que chamou atenção com o poder de seu som. A banda disponibilizou a versão ao vivo em seu canal oficial no YouTube. Veja: Paranoid está presente no repertório do segundo registro de estúdio do Black Sabbath, que é homônimo à canção e fora lançado em setembro de 1970 na Inglaterra – nos Estados Unidos, o trabalho saiu em fevereiro de 1971. Além da faixa-título, o disco é recheado com canções do quilate de War Pigs, Iron Man, Fairies Wear Boots e Planet Caravan. Paranoid é o álbum mais vendido do Black Sabbath, uma vez que já bateu a impressionante marca de doze milhões de cópias vendidas. Só nos Estados Unidos, o produto foi comercializado mais de cinco milhões de vezes, o que foi vital para que a banda marcasse posição no território norte-americano, que ainda é um dos mais concorridos de todo o globo. Via: Rockbizz

Por que Frank Beard não deixou a barba grande como seus amigos do ZZ Top
Infelizmente, o rock n’ roll perdeu Frank Beard, baterista do ZZ Top, na última segunda-feira, dia 17 de agosto. O músico faleceu aos 77 anos em seu rancho em Richmond, Texas, Estados Unidos, com familiares ao seu lado. Frank fez parte da formação clássica do ZZ Top ao lado Billy Gibbons (guitarra e vocal) e Dusty Hill (baixo e vocal). Os três músicos sempre ostentaram criatividade, elegância musical e abordagem minimalista, contudo, Beard se diferenciava dos parceiros no quesito visual. Ele não cultivava uma longa barba, o que era – e é no caso de Billy – a marca dos amigos. Mas vamos recordar quando surgiu a ideia das barbas. Em 1977, o trio estava cansado da estrada, com isso resolveu entrar em um hiato que durou dois anos. Cada um foi cuidar de sua própria vida, viajar e trabalhar com outros ofícios. Quando sentiram falta dos palcos, os caras retomaram as atividades do ZZ Top. O guitarrista e o baterista, coincidentemente, estavam com longas barbas, o que deixou o baterista bastante surpreso. Em entrevista ao Caller-Times, Billy explicou o motivo dos pelos faciais: “Ficamos muito, muito preguiçosos. Ninguém se dava ao trabalho de fazer a barba. Em termos simples, foi exatamente assim que tudo começou”. Já no documentário ZZ Top: That Little Ol’ Band from Texas, Frank relembrou a surpresa que sentiu ao ver seus colegas de banda e contou o motivo de não cultivá-la. “Eu tinha barba, mas não chegava nem perto da barba que eles tinham. Então, raspei logo depois que nos reunimos novamente, ao ver que eles tinham muito mais barba do que eu”. “Frank não se importava em não ter barba”, acrescentou Gibbons. “Afinal, ele já tinha o sobrenome [Beard – Barba, em tradução livre] e podia ir ao shopping sem ser importunado”. Via: Rockbizz

Queen lança vídeo de Who Wants to Live Forever (Live In Budapeste)
O Queen lançou o vídeo de Who Wants to Live Forever (Live In Budapeste). O show, que foi gravado em 27 de julho de 1986, no Népstadion de Budapeste, durante a The Magic Tour, foi um marco, já que o Queen se tornou a primeira banda de rock ocidental a se apresentar atrás da Cortina de Ferro durante um período de profundas mudanças culturais e políticas. Além dos 80.000 ingressos esgotados, estima-se que 45.000 pessoas ouviram o grupo do lado de fora, e alguns fãs viajaram de lugares tão distantes quanto a Rússia e a Polônia para ver o concerto. O show foi filmado profissionalmente em película de 35mm por 17 dos melhores cinegrafistas da Hungria. O equipamento utilizado incluiu 17 câmeras e 40 quilômetros de filme, que era tudo o que estava disponível no país. O governo húngaro aprovou toda a operação, o que foi inédito para um Estado Comunista. Agora, com o título de Queen Budapest, o show chegará ao mercado para marcar o 40º aniversário deste momento crucial na história da banda. O filme foi meticulosamente restaurado em 4K a partir das filmagens originais em 35mm pela instalação Park Road Post Production de Peter Jackson, na Nova Zelândia, com áudio remixado a partir das gravações multicanal originais para proporcionar a apresentação mais imersiva da performance. Queen Budapest é a última performance ao vivo filmada da banda com Freddie Mercury, mostrando o grupo no auge de seu poder como ato ao vivo. O filme captura a banda tocando sucessos icônicos como We Will Rock You, We Are The Champions, A Kind Of Magic, Crazy Little Thing Called Love, Under Pressure, Who Wants To Live Forever, Hammer To Fall e Bohemian Rhapsody, além de um arranjo acústico da canção folclórica húngara tradicional Tavaszi Szél Vizet Áraszt. Via: Rockbizz

Lemmy Kilmister (Motörhead) achava Bruce Springsteen afetado e não via o som dele como rock n’ roll
Lemmy Kilmister, vocalista, baixista e eterno dono do Motörhead, era a personificação do rock n’ roll. O músico viveu o estilo em sua mais plena essência até os últimos dias de sua vida. Dentro e fora do palco, o britânico era a mesma pessoa, não era um personagem falso para vender mais discos ou ganhar uma fama de durão. Com o seu chapéu e botas de cowboy, óculos escuros, baixo Rickenbacker e o combo de uísque Jack Daniel’s e Coca-Cola, o músico foi um dos ícones da música pesada. E o lendário roqueiro não tinha papas na língua, ou seja, falava o que vinha em sua cabeça e não importava quem fosse se doer com suas convicções, ideias e falas. Com isso, sobrou até para Bruce Springsteen, que não ficou fora da mira de Lemmy. Durante conversa com a jornalista Sarah Myers, do Stay Thirsty, o ás de espada do rock disparou contra o The Boss. Ele ainda o chamou de afetado. “Nós somos o verdadeiro rock n’ roll. Aí você tem uns caras afetados como o Bruce Springsteen – sabe aquele cara que ganha todos os prêmios? Mas ele não é… Eu não vejo o som dele como rock n’ roll. Ele teve sorte de fazer algumas músicas boas, só isso. A maioria dos álbuns dele é pura enrolação. Eu não acho que ele seja bom, nem um pouco bom”. Apesar da falta de apoio de Lemmy, The Boss vendeu mais de 150 milhões de álbuns ao redor do globo e tem em seu catálogo hits como Born to Run, Badlands, Hungry Heart, The River, Born In The USA, Ghosts e Letter To You. Já Kilmister formou o Motörhead em 1975, após demissão da banda de space rock Hawkwind. Ele foi o único membro constante da banda durante seus 40 anos de história, a qual rendeu 22 álbuns de estúdio. O cantor e baixista faleceu aos 70 anos em 28 de dezembro de 2015, dois dias depois de receber o diagnóstico de câncer de pâncreas. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson mostra seu lado emocional no clipe de Change Of Heart
Bruce Dickinson mostrou seu lado emocional no clipe de Change Of Heart. O vídeo, que teve direção de Leo Liberti e Antoine De Montremy, foi filmado em São Paulo em setembro de 2025. O clipe conta com diversas situações da vida contemporânea retratadas por meio de pessoas de diferentes etnias e origens culturais. Essas imagens revelam uma sociedade frequentemente distraída, desconectada e incapaz de reconhecer a dor que existe bem diante de seus olhos. Paralelamente a essa jornada, há uma criança que carrega uma pintura de William Blake: Os Anjos do Bem e do Mal. A criança atua como um mensageiro silencioso ao longo do filme. Sua presença não condena, não acusa e nem oferece respostas fáceis. Ela simplesmente observa. Como um alerta constante, convida o público a refletir sobre suas próprias escolhas e sobre o caminho que a humanidade decidiu seguir. Sobre o vídeo, Bruce disse: “Quando gravamos o clipe de Tears Of The Dragon no Brasil, no ano passado, pensei que seria uma oportunidade maravilhosa para também destacar a música Change Of Heart. Essa canção sempre foi muito especial para mim; com o novo e maravilhoso arranjo presente no álbum Balls to Picasso, sua mensagem e seu poder parecem ainda mais intensificados. Utilizamos a pintura de William Blake porque ele dedicou grande parte de sua obra à tensão eterna entre inocência e experiência, liberdade e escravidão espiritual, consciência e alienação. E estou bem ciente de que meu próprio trabalho frequentemente aborda os mesmos temas”. “Portanto, a presença do menino no vídeo, carregando aquela pintura específica, é uma escolha deliberada. A criança personifica essa consciência primordial, capaz de enxergar aquilo que os adultos aprenderam a ignorar”, concluiu o cantor. Vale lembrar que o som ganhou uma nova roupagem com as linhas de guitarra de Philip Naslund, arranjos de Antonio Teoli e produção, remixagem e masterização de Brendan Duffey. Via: Rockbizz

Rock n’ roll em baixa? MTV elimina a categoria Melhor Rock do Video Music Awards
Rock n’ roll em baixa? A MTV eliminou a categoria Melhor Rock do Video Music Awards. O canal revelou a sua lista dos indicados ao VMA 2026 e não consta a categoria Melhor Vídeo de Rock, que estava na grade da premiação há mais de trinta e cinco anos. A MTV irá contemplar gêneros como pop, dance, hip-hop, R&B, música latina, k-pop e country. Além destes estilos musicais, o público poderá votar no melhor videoclipe de música alternativa. Os indicados são nomes como MGK & Fred Durst, Noah Kahan, Olivia Rodrigo, Sombr, Tame Impala e Twenty One Pilots. Para piorar, não há artistas de rock indicados para Vídeo do Ano, Artista do Ano, Música do Ano ou Artista Revelação em 2026. O rock n’ roll foi reconhecido pela primeira vez no VMA em 1989, quando Guns N’ Roses (Sweet Child O’ Mine), Aerosmith (Rag Doll), Def Leppard (Pour Some Sugar On Me) e Metallica (One) disputaram a categoria de Melhor Vídeo de Heavy Metal, com o GN’R levando o prêmio para casa. É importante explicar que a categoria de Melhor Vídeo de Heavy Metal passou a ser chamada de Melhor Vídeo de Metal/Hard Rock, posteriormente ganhou o título de Melhor Vídeo de Hard Rock, em seguida Melhor Vídeo de Rock e, finalmente, passou a ser simplesmente Melhor Rock. Com isso, a última vez em que a categoria de Melhor Rock fez parte da festa foi em 2025, tendo Coldplay (All My Love), Evanescence (Afterlife), Green Day (One Eyed Bastard), Lenny Kravitz (Honey), Linkin Park (The Emptiness Machine) e Twenty One Pilots (The Contract) no páreo. Coldplay levou para casa o prêmio. O Video Music Awards 2026 vai acontecer no Peacock Theater, em Los Angeles, Estados Unidos, no dia 27 de setembro. Via: Rockbizz

Ministry faz Donald Trump provar de seu próprio veneno no clipe de We Hate
O Ministry fez Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, provar de seu próprio veneno no clipe de We Hate, faixa presente no álbum Hate To Go (Take Out Or Delivery). O disco, que sairá em 30 de outubro pela Cleopatra Records, será o último registro de estúdio do grupo, que irá pedir o chapéu após 45 anos de carreira. Hate To Go (Take Out Or Delivery), que será o décimo sétimo trabalho do grupo, trará a última colaboração com o veterano Paul Barker na faixa de encerramento do álbum, We’re Still Here, ao lado do trabalho dos atuais integrantes da banda: os guitarristas Monte Pittman e Cesar Soto, o baixista Paul D’Amour, o tecladista John Bechdel e o baterista Pepe Clarke Magaña. O álbum estará disponível em versões como CD, vinil preto, vinil colorido (verde, prata, roxo), cassete, boxset e digital (download e streaming). Track listing de Hate To Go (Take Out Or Delivery): 01. Crickets02. Voices of Hate03. Clown Car04. We Hate05. Delete06. Grifter07. The White Man Lied *08. Singularity09. Burned Out10. We’re Still Here (com Paul Barker) Via: Rockbizz

A banda que conseguiu unir Elton John e Dying Fetus no mesmo álbum
O TURNSTILE anuncio o álbum NEVER ENOUGH: VERSIONS, que chega na próxima sexta-feira, 28 de agosto. A banda conseguiu unir artistas de diversos gêneros, desde Elton John até Dying Fetus. O projeto apresenta novas versões de faixas do álbum NEVER ENOUGH, vencedor do Grammy, e reúne também colaborações de Slayyyter, Porches, Hayley Williams, A.G. Cook, Floating Points, Rod Lee, Kettama, Mustafa, Julien Baker, Panda Bear, Brandon Woody, Four Tet, Dan Deacon, Blood Orange, Chanel Beads, Faye Webster, Angel Du$t, Shabaka, Oklou, Nourished By Time e Alex G. No próximo mês, a banda também dará início à NEVER ENOUGH TOUR PT. 2. Com 16 datas, a turnê terá escalações especialmente desenvolvidas para cada cidade e contará com convidados especiais. Ao longo da série de shows, o TURNSTILE também fará parcerias com organizações locais sem fins lucrativos, que estarão presentes em cada uma das respectivas datas. Ingressos e mais informações estão disponíveis no site oficial da banda. No ano passado, o TURNSTILE lançou o álbum NEVER ENOUGH, trabalho que marcou uma nova etapa na evolução da sonoridade da banda e ampliou ainda mais sua abordagem livre de gêneros. O projeto também rendeu ao grupo seus dois primeiros prêmios Grammy, incluindo Melhor Álbum de Rock e Melhor Performance de Metal pela faixa “BIRDS”. Junto ao disco, a banda lançou o filme TURNSTILE: NEVER ENOUGH, dirigido pelos próprios integrantes Brendan Yates e Pat McCrory, que também ganhou exibições nos cinemas ao redor do mundo. LEIA TAMBÉM: Fontaines D.C. anuncia novo álbum ‘Dopamine Chamber’ e lança primeiro single Via: WikiMetal

Andre Matos achava mais desbravador fazer heavy metal no Brasil do que na Europa
Tempos atrás, Andre Matos se apresentou no Tower’s Rock, em Torres, Rio Grande do Sul, em promoção aos vinte e um anos de Angels Cry, debute do Angra. Na ocasião, o roqueiro bateu um papo com o pessoal do canal Música e Cinema para fornecer detalhes da turnê e de sua carreira. Como era um artista de renome internacional, ele tocou nos principais palcos do mundo, o que lhe garantiu uma visão profunda do mercado fonográfico. Na conversa, ao ser questionado sobre os maiores contrastes entre o cenário europeu e o brasileiro, o cantor disse: “Eu acho o cenário brasileiro mais aberto, tem mais o que se explorar, enquanto que a Europa, se por um lado é mais solidificado, existe um circuito já sólido, conquistado, com mais espaço para o nosso estilo musical e mais lugares para tocar com condições técnicas muito boas, o Brasil a gente ainda consegue desbravar mais. A gente consegue chegar a lugares diferentes”. Andre prosseguiu com a sua análise: “Na Europa, você se atém a um certo circuito, com exceção de coisas interessante como o leste europeu. A gente tocou em países como Eslováquia, República Tcheca, Hungria, Polônia, enfim. Foi interessante, foi uma coisa de desbravar e conquistar um mercado novo que estava sedento por ver uma coisa diferente. Agora, o Brasil e a América Latina como um todo ainda têm muita coisa para se fazer, muita coisa para se descobrir, então, em termos de trabalho, acho mais desafiador fazer aqui – não só no Brasil como nos países vizinhos”. “Europa a gente já fez muito, e você acaba repetindo o circuito e não tem muito o que inventar ali. Aqui a gente meio que tem uma missão de desbravar novos caminhos, não só para nós como para àqueles que vierem depois”, concluiu Matos. Infelizmente, Andre Matos morreu no dia 08 de junho de 2019, aos 47 anos, devido a um infarto agudo do miocárdio. Mesmo com a esta triste realidade, a arte de Andre segue viva fazendo a alegria dos fãs ao redor do mundo. Via: Rockbizz

Netflix afirma que alegações da banda Demon Hunter “não têm mérito”
A Netflix se manifestou oficialmente sobre o processo de violação de marca registrada movido pela banda de metal cristão Demon Hunter e referente ao título da animação K-Pop: Demon Hunters (2025). Na última terça-feira, 18, o grupo havia entrado com uma ação contra a plataforma de streaming e a produtora AEG Presents sob a acusação de que as empresas haviam “criado uma confusão substancial” entre os consumidores com a utilização do nome Demon Hunter. No processo, foi alegado que um fã gastou US$ 500 (cerca de R$ 2.500) em ingressos para um show do Demon Hunter na cidade de Albany, em Nova York, apenas para pedir o reembolso logo em seguida, sob a justificativa de que queria assistir aos “verdadeiros K-Pop Demon Hunters” [via NME]. Por meio de uma nota oficial, um porta-voz da empresa comentou sobre o processo e afirmou que as acusações movidas pelo grupo não “possuem mérito”. Segundo ele, a Netflix está ansiosa para se “defender vigorosamente” do caso. “Estas alegações não têm mérito. A Netflix criou um fenômeno global vencedor do Oscar com K-Pop: Demon Hunters, que inspirou fãs ao redor do mundo com sua música poderosa, narrativa e personagens. Estamos ansiosos para nos defender vigorosamente neste caso”, disse o porta-voz [transcrição via Loudwire]. LEIA TAMBÉM: São Paulo sediará primeira corrida de rua oficial do Iron Maiden no mundo Via: WikiMetal

The Town confirma datas de 2027 e dá início à contagem regressiva para a próxima edição
O reencontro do público com o The Town já tem data marcada. Nos dias 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2027, o festival retorna ao Autódromo de Interlagos para sua terceira edição. Os dias de evento foram anunciados na manhã desta sexta-feira, 21 de agosto, durante uma reunião entre o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e Ronaldo Pereira, Co-CEO da Rock World e CEO do The Town. Participaram também do momento Ricardo Acto, COO do The Town; Ana Deccache, diretora de marketing da Rock World; Flavio Freire, secretário especial de comunicação; Fábio Lepique, secretário municipal em exercício da Prefeitura de São Paulo; Cibele Molina, secretaria municipal de planejamento e eficiência; e Vítor Sampaio, chefe de gabinete do Prefeito. Depois de reunir 925 mil pessoas em suas duas edições e gerar um impacto econômico superior a R$ 4,1 bilhões na economia paulista, o The Town volta os olhos para o futuro e para seu próximo grande encontro com os fãs. Os números acumulados até aqui ajudam a traduzir a dimensão que o festival alcançou e, agora, dão ainda mais força à expectativa para 2027. “É uma alegria enorme anunciar as datas para reencontrar o nosso público no The Town. Estávamos ansiosos e agora entramos literalmente em uma contagem regressiva. A última edição foi muito especial e mostrou a força do que estamos construindo juntos. Sempre digo que a próxima edição é a melhor, porque a gente nunca para de sonhar, de aprender e de buscar novas formas de emocionar. Olho para 2027 com muita vontade de voltar à Cidade da Música e viver novamente toda essa energia ao lado dos fãs. Podem aguardar porque vem muita coisa incrível por aí! Vamos surpreender”, afirmou Roberto Medina, presidente da Rock World e criador do The Town. Em 2025, ao longo de cinco dias e 14 horas de festa por dia, o impacto do The Town ultrapassou os limites do Autódromo de Interlagos e se espalhou por São Paulo. O festival gerou 26,3 mil postos de trabalho e movimentou R$ 2,2 bilhões na economia da cidade, além de contribuir para um aumento de 21% no consumo na capital em relação a 2023. O movimento também se refletiu na chegada do público: 182 mil pessoas foram ao festival de trem, enquanto as reservas pelo Airbnb cresceram 240% durante o período do evento. Os resultados deram continuidade ao impacto registrado já na estreia do festival. Em 2023, a primeira edição movimentou R$ 1,9 bilhão na economia da cidade e gerou mais de 23,4 mil empregos. Ao longo da primeira edição, o The Town ampliou sua presença para além dos dias de festival, com uma comunicação que alcançou 145 milhões de pessoas, consolidando seu espaço no calendário cultural e econômico do país. Via: Rockbizz

The Town anuncia datas da edição de 2027 do festival
A organização do festival The Town anunciou nesta sexta-feira, 21, as datas para a edição de 2027 do festival. A terceira edição do evento acontecerá nos dias 04, 05, 06, 11 e 12 de setembro, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Detalhas sobre venda de ingressos e atrações deverão ser anunciadas ao longo dos próximos meses. Em 2025, o The Town contou com um dia orientado ao rock e teve shows de nomes como Green Day, Bad Religion, Iggy Pop e Bruce Dickinson. Ronaldo Pereira, novo CEO do Festival, afirmou: “Será o maior e melhor festival da nossa história. São cinco dias, e a gente espera ter o melhor momento de headliners e line-ups que a cidade merece. Estamos muito empolgados e esperançosos para entregar o que há de melhor na música e, de fato, consolidar São Paulo como a capital nacional dos eventos. O público vem muito para cá com esse objetivo e queremos criar essa identidade, ser essa referência. Os números do festival são maravilhosos e crescem cada vez mais a partir das melhorias que a cidade recebe para acolher o público que está aqui e o turista que chega.” “Sempre digo que a próxima edição é a melhor, porque a gente nunca para de sonhar, de aprender e de buscar novas formas de emocionar. Olho para 2027 com muita vontade de voltar à Cidade da Música e viver novamente toda essa energia ao lado dos fãs”, acrescentou Roberto Medina, criador do festival. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana: Black Pantera, Axty, Riviera Gaz, DOWN e mais Via: WikiMetal

Nickelback divulga o visualizer do novo single Leave Me Behind
O Nickelback divulgou o visualizer do novo single Leave Me Behind em promoção ao novo álbum de estúdio, Everything Under The Sun, cujo lançamento está previsto para o dia 30 de outubro de 2026 pela Virgin Music Group. “Este álbum mostra todas as facetas da banda”, disse o vocalista Chad Kroeger. “Há músicas que impactam tanto quanto qualquer coisa que já fizemos, músicas que arriscam e músicas que nos lembram por que estamos fazendo isso juntos há tanto tempo”. Além de Chad, o Nickelback conta com os trabalhos de Ryan Peake (guitarra e vocal de apoio), Mike Kroeger (baixo) e Daniel Adair (bateria). Everything Under The Sun estará disponível em vários formatos como CD, vinil preto, cassete, boxset (com vinil, cassete e agasalho) e digital (streaming e download). Track listing de Everything Under The Sun: 01. Rattle The Cage (com John 5)02. Bones For The Crows03. I Already Know04. Leave Me Behind05. If I Don’t Go06. Make Me Love You07. Chasin’ Famous08. Simple Song09. Technicolor Steamboat10. Lift Somebody Up11. Bottled Dreams12. Last Night Was Fun Via: Rockbizz

Show do Machine Gun Kelly em São Paulo muda de local; últimos ingressos à venda
O show solo de Machine Gun Kelly em São Paulo mudou de endereço. A apresentação, marcada para 06 de setembro, agora acontece na Audio, na zona oeste da capital. Antes, o evento estava previsto para o Espaço Unimed. A mudança foi anunciada pela Live Nation, na última quinta-feira, 20. A data e o horário continuam os mesmos. Os portões abrem às 19h, com show previsto para 21h. Os últimos ingressos estão à venda por meio do site Ticketmaster e podem ser adquiridos em até 3x sem juros. Quem já comprou ingresso não precisa fazer uma nova troca. A organização fará a realocação dos setores no novo espaço. Os clientes que tinham Camarote A/B serão transferidos para o mezanino da Audio. Segundo a organização, não será possível escolher outro setor diferente daquele indicado na realocação. Quem não puder comparecer ao novo local poderá solicitar o reembolso. Todas as instruções estarão disponíveis na Central de Suporte ao Fã da Ticketmaster. Atração do Rock in Rio 2026, o cantor norte-americano mgk (Machine Gun Kelly) continua a ultrapassar limites como um artista que desafia gêneros e um artista de performances ao vivo eletrizantes. Atualmente, o cantor está em turnê com Lost Americana Tour, em apoio ao seu sétimo álbum de estúdio, Lost Americana. A extensa turnê mostra a evolução de mgk como um dos artistas ao vivo mais dinâmicos da música, misturando rap, rock e alt-pop com o espetáculo de alta energia que tornou seus shows imperdíveis em todo o mundo. A turnê, que começou em novembro de 2025, já passou por palcos da Europa, Austrália, Nova Zelândia e América do Norte. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: 5 colaborações que ajudaram a moldar a carreira do Machine Gun kelly Via: WikiMetal

System of a Down e Faith no More no Brasil: Vendas abertas para show único no RJ
O System Of A Down retorna ao Brasil para um show único no Maracanã, no Rio de Janeiro, em 15 de janeiro de 2027. Para se juntar a eles estará o Faith No More, e os ingressos já estão à venda! As vendas estão sendo feitas por meio da plataforma Eventim com início às 12h. Na bilheteria oficial, os ingressos estarão disponíveis hoje à partir das 13h. Saiba mais informações sobre regras do Pacote Vip Super Fã no site da Eventim. O evento, que reunirá duas das bandas mais influentes e irreverentes da história do rock, ganhou o nome de One Night Only, dando a dimensão do que o público pode esperar e, desde já, deixando claro que não haverá datas extras ou passagem por outras cidades da América do Sul. Em 2025, o System Of A Down levou a Wake Up! South America Stadium Tour a cinco países e a sete cidades da América do Sul, reunindo mais de 500 mil fãs e se tornando um dos maiores eventos musicais ao vivo com ingressos esgotados já realizados no continente. O próximo show no Maracanã ganha ainda mais relevância por marcar o primeiro confirmado de Faith No More desde a última vez que a banda subiu ao palco, em agosto de 2016, após uma série de apresentações que encerraram a turnê do álbum Sol Invictus n, sinalizando o tão aguardado retorno da banda. O público da América do Sul pode esperar por um repertório extenso que conta com toda a trajetória do System Of A Down e do Faith No More, repleto de músicas que se tornaram a trilha sonora de gerações de fãs de rock e metal ao redor do mundo. Em janeiro, a produtora brasileira 30e anunciou uma parceria global com o System of a Down para organizar turnês, ações de marketing e outros projetos ligados aos shows da banda. O acordo foi firmado após a bem-sucedida turnê pela América Latina em 2025, que incluiu cinco apresentações no Brasil e foi produzida pela própria empresa. Em junho, o Faith No More também oficializou um acordo global com a 30e para a realização de turnês internacionais. SERVIÇO – System Of A Down & Faith No More RIO DE JANEIROData: 15 de janeiro de 2027 (sexta-feira)Local: Maracanã – Rua Prof. Eurico Rabelo, s/n – Maracanã – Rio de Janeiro/RJHorário de abertura dos portões: 16hClassificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços:Cadeira Superior Nível 5 – R$ 272,50 (meia-entrada) | R$ 545,00 (inteira)Cadeira Superior Sul – R$ 397,50 (meia-entrada) | R$ 795,00 (inteira)Cadeira Superior Leste – R$ 447,50 (meia-entrada) | R$ 895,00 (inteira)Cadeira Inferior Sul – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)Cadeira Inferior Oeste – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)Cadeira Inferior Leste – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)Cadeiras Cativas (Superior Oeste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Camarote (Oeste e Leste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Tribuna (Oeste) – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Pista Premium Itaú Personnalité – R$ 747,50 (meia-entrada) | R$ 1.495,00 (inteira)Maracanã Mais Oeste (Hot Seat) – R$ 997,50 (meia-entrada) | R$ 1.995,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Bronze* – R$ 1.092,00 (meia-entrada) | R$ 1.540,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Gold* – R$ 1.792,50 (meia-entrada) | R$ 2.290,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Silver* – R$ 1.792,50 (meia-entrada) | R$ 2.290,00 (inteira)Pacote VIP Super Fã Itaú Platinum* – R$ 2.042,50 (meia-entrada) | R$ 2.790,00 (inteira) Pacote VIP Super Fã Itaú Bronze*Incluso– 1 (um) ingresso de Cadeira Superior Leste– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandisePacote VIP Super Fã Itaú Gold*Incluso– 1 (um) ingresso de Cadeira Inferior Leste– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pacote VIP Super Fã Itaú Silver*Incluso– 1 (um) ingressos de Cadeira Inferior Oeste– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pacote VIP Super Fã Itaú Platinum*Incluso– 1 (um) ingresso de Pista Premium Itaú Personnalité– Acesso antecipado (Early Entry)– Credencial VIP comemorativa + cordão– Kit com itens exclusivos do show– Acesso antecipado à loja de merchandise Pré-venda clientes Itaú UnibancoClientes Private Bank e Itaú Personnalité: 19 de agosto, às 10h, até 20 de agosto, às 10hTodos os clientes Itaú Unibanco: 20 de agosto, às 10h, até 21 de agosto, às 10hVenda geral: 21 de agosto, ao meio-dia, online, e às 13h na bilheteriaVendas online em: eventim.com.br/SOAD-FNM-2027Bilheteria oficial: Estádio Nilton Santos (Engenhão) – Bilheteria Norte – Rua das Oficinas, s/n – Engenho de Dentro – Rio de Janeiro/RJFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.Benefício para clientes Itaú UnibancoPré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito no período*Compra de 4 ingressos por CPF – sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade Parcelamento em até 3x sem juros O parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto, ou não no ingresso. LEIA TAMBÉM: Daron Malakian faz piada com o Oasis em show do System of a Down na Inglaterra Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Black Pantera, Axty, Riviera Gaz, DOWN e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Black Pantera, Riviera Gaz, Axty e Dark Funeral, singles novos do Labirinto, Richie Kotzen, Enslaved, Floor Jansen e DOWN nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOS Black Pantera – ContinentalPara quem gosta de: metal nacional Riviera Gaz – CatracomaPara quem gosta de: rock alternativo Limbo7 – Relíquias do ÓdioPara quem gosta de: metal mandrake Dark Funeral – A Beast To PraisePara quem gosta de: Black metal Axty – The Pain Made Me Who I AmPara quem gosta de: metalcore LEIA TAMBÉM: Riviera Gaz não segue tendências em ‘Catacroma’: “Fazemos do jeito que gostamos” Via: WikiMetal

Black Pantera lança álbum ‘Continental’ com Derrick Green, Sandrá de Sá e Chico César
O Black Pantera é continente, e o trio lança nesta sexta-feira, 21, seu novo álbum Continental, pela Deck Music. O disco traz participações de Derrick Green, do Sepultura, Chico César, Duquesa e Sandrá de Sá. Embora seu som seja um rock pesado, eles abarcam outros ritmos, influências de outros estilos e outros públicos. Seja pela força das músicas, pela incrível performance ao vivo ou pelo discurso antirracista, sempre coerente e consistente, o Black Pantera vai rompendo fronteiras e ganhando mundos. Em Ascensão (Deck/2022) firmaram sua identidade como banda e desde então vem frequentando grandes festivais, tocando no Brasil e no exterior e tendo o trabalho reconhecido através de diversos prêmios que receberam. Em Perpétuo (2024) trouxeram influências de ritmos latinos, um olhar para a humanidade e para eles mesmos como continuidade de uma história, como quem passa adiante as histórias ouvidas pelos ancestrais, incluindo suas próprias experiências. Agora, com Continental refletem sobre o Brasil, um país continental, feito de vários Brasis dentro de si. O álbum mistura o rock às vivências pessoais de Chaene da Gama (baixo e vocal), Charles Gama (vocal e guitarra) e Rodrigo “Pancho” (bateria), além de questões ancestrais que os acompanham desde o início. “É o melhor álbum que a gente construiu até hoje. A soma de tudo que a gente passou, e trata desse Brasil que é gigante e desse Black Pantera também, imenso, muito maior do que a gente”, comenta Chaene da Gama. Disco traz questões atuais, partindo da geopolítica É um álbum que traz questões atuais, partindo da geopolítica. Não por acaso, eles aproveitaram para homenagear o professor e pensador Milton Santos (1926-2001), não só na letra, como incluindo um áudio de um depoimento, que, entre outras coisas, dizia que a América do Sul será a nova potência global. Continental é um olhar para o mundo a partir desse continente, sua força, beleza e contradições. Há letras sobre polarização, “Start the Game” e “Obsoleto”, vida na estrada, “Velho Jeans Rasgado” e questões em torno do racismo como “Hórus”, “Negusa Nagast”, “W.P.P.” e “Sic Mundus”. Além de Milton Santos, Continental agrega vozes importantes da música brasileira. Sandra Sá brilha em “Quando Canto”, uma ode à ancestralidade e à cura através do canto. “A Sandra é uma artista icônica, que a gente cresceu ouvindo, e quando gravamos a música sentimos que caberia uma voz ancestral, uma voz poderosa”, conta Charles Gama. “Meus pais ouviam Sandra Sá, eu ouço, já fui a shows e até hoje não acredito que ela gravou no disco”. Duquesa, uma das artistas de maior destaque do rap contemporâneo, está presente em “Serotonina”. “É um álbum que fala desses vários gêneros, de vários Brasis”, comenta Chaene da Gama. “É especial que as duas convidadas representem gerações distintas, porém complementares, da música brasileira.” Derrick Green, do Sepultura, é um feat internacional que mostra a grandiosidade do projeto. Homem preto, à frente de uma das maiores bandas de metal do planeta, Derrick é uma grande inspiração para o Black Pantera, e está presente na faixa “Obsoleto”. “É uma honra imensa ter artistas desse calibre no nosso álbum” conclui Rodrigo Pancho. Por fim, Chico César empresta seu canto para “Banzo”, uma resposta aos defensores da meritocracia. “Ele é um dos grandes artistas do Brasil, uma voz poderosa com muita personalidade. Chamamos ele por conta dessa força e o resultado ficou incrível, inclusive o contraste do nosso sotaque mineiro com o dele, da Paraíba, engrandeceu mais ainda essa faixa. O Brasil é feito disso, né? Cada região com sua particularidade, um país continental”, comenta Chaene. Continental foi produzido por Rafael Ramos, gravado no Estúdio Tambor, no Rio de Janeiro, mixado por Leo Ramos no estúdio Estábulo e masterizado por Fernando Delgado no estúdio FD Mastering, exceto “Hórus”: masterizada por Chris Gehringer no estúdio Sterling Sound. LEIA TAMBÉM: Ivan Busic sobre novo álbum ‘Into The Blues’: “Uma realização de vida” Via: WikiMetal

Doro Pesch diz que heavy metal a mantém jovem: “Estou mais saudável”
Doro Pesch, em recente declaração, afirma que o heavy metal tem participação direta em sua disposição depois de mais de quatro décadas de carreira. Em entrevista recente ao Music Interview Corner, a cantora afirmou que o gênero ajuda a mantê-la jovem e revelou estar mais saudável atualmente do que durante os anos 1980 (via Blabbermouth). A declaração surgiu quando a vocalista foi questionada sobre a relação entre sua longevidade e seu estilo musical mais pesado: “Fazer aquilo que amo continua sendo uma das minhas principais fontes de energia”, afirmou Doro. Veganismo e novos hábitos Entretanto, Doro reconhece que o metal não trabalha sozinho. Ao longo dos anos, a artista também mudou alguns hábitos que considera fundamentais para sua saúde. Doro conta que começou a fumar compulsivamente ainda aos 11 anos, mas, depois, abandonou o cigarro e passou anos seguindo uma alimentação vegetariana. Há cerca de uma década, porém, decidiu aderir ao veganismo. Segundo Doro, os efeitos foram claros. “Acho que estou mais saudável agora do que estava nos anos 80”, afirmou. Além dos benefícios físicos, a escolha também está ligada à preocupação da artista com o bem-estar animal:“faço isso pelos animais”, explicou. Ainda assim, a vocalista não estabelece uma fórmula rígida para o segredo de sua longevidade. Para ela, saúde, paixão pela música e satisfação em continuar nos palcos fazem parte do mesmo processo. A relação com os fãs Durante a entrevista, Doro relembrou os primeiros anos de carreira, quando se apresentava em pequenos clubes sem qualquer distância entre músicos e plateia. Naquela época, segundo a cantora, muitas casas nem sequer tinham segurança ou barreiras diante do palco. Dessa forma, fãs podiam subir durante as apresentações e permanecer próximos da banda. Desde o início, porém, seu objetivo permaneceu o mesmo: fazer quem estava assistindo feliz. A cantora explicou que essa relação continua sendo essencial para sua maneira de enxergar a carreira. Ainda, para falar sobre a importância dos fãs em sua carreira, Doro relembrou uma apresentação de Ronnie James Dio. Quando as cortinas se abriram, a vocalista contou que ficou tão emocionada que quase caiu de joelhos. A experiência serviu como inspiração. Afinal, ela percebeu naquele momento que gostaria de provocar nos próprios fãs uma emoção semelhante àquela que Dio havia despertado nela. Por isso, mesmo depois de mais de 40 anos de carreira, Doro ainda se considera parte do público. Ao resumir essa relação, declarou: “Nós somos um”. Novos projetos pela frente Enquanto celebra sua longevidade no metal, Doro também segue trabalhando em novas músicas. Em julho, a artista revelou que prepara um novo EP, provisoriamente intitulado Wild At Heart (via TotalRock). A previsão inicial é que o trabalho seja lançado entre novembro e dezembro deste ano. Segundo a cantora, a opção por um EP surgiu devido à intensa agenda de turnês e festivais, que dificulta a produção de um álbum completo neste momento. LEIA TAMBÉM: Doro lança videoclipe de “Warriors Of The Sea” Via: WikiMetal