
Stewart Copeland revelou que desenvolveu uma nova paixão pelo metal. O músico destacou especialmente a habilidade técnica dos bateristas Eloy Casagrande e Joey Jordison e afirmou que o estilo passou a fazer parte de suas escutas recentes.
Em entrevista ao programa Joann Butler In Studio With…, o baterista do The Police falou sobre a admiração por músicos que conseguem levar a bateria a níveis extremos de velocidade e precisão [via Ultimate Guitar].
“Eloy Casagrande e também Joey Jordison, que são dois bateristas do Slipknot. Hoje em dia, a galera está toda no death metal. E eu adoro heavy metal, metal pesado. Porque, por algum motivo, quando estou dirigindo, o som de jovens extremamente raivosos me anima. Não sei por quê, mas o heavy metal simplesmente alegra meu dia.”
Em seguida, Copeland voltou sua atenção para Anika Nilles, que assumiu a bateria na formação atual de turnê do Rush após a morte de Neil Peart em 2020.
“Anika, que acabou de entrar para o Rush, parabéns, garota. Eu fiquei tão, sabe, o povo judeu tem uma expressão, ‘verklempt’. Provavelmente estou pronunciando errado, mas quando vi os vídeos dela tocando ‘ Tom Sawyer ‘ no Instagram, e os fãs do Neil são particularmente rígidos em suas expectativas. Uma vez perguntei ao Neil: ‘Como você faz para tocar bateria imaginária? Eu quero isso.’ E ele disse: ‘Bem, você tem que tocar as viradas de bateria sempre da mesma forma.’ Ok, chega para mim”, disse ele.
Stewart Copeland continuou: “De qualquer forma, lá estava ela, com aquele público e aquela responsabilidade, e chegou a ‘Tom Sawyer’ e arrasou. E eu pensando: ‘Nossa, estou todo emocionado’. Mas aí a reação do público, aquela alegria toda, isso sim me tocou. O fato de que aqueles fãs do Neil Peart, fãs do Rush, deram a ela aquele incentivo… Ah, eu adoro essas coisas”
Conhecido pela abordagem inventiva na bateria do The Police, Copeland construiu uma carreira marcada pela mistura de reggae, punk, rock e diferentes ritmos. Sua técnica sempre teve papel importante na identidade da banda.
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Via: WikiMetal
