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Revelada primeira prévia da casa mal-assombrada de Ozzy Osbourne em ‘Halloween Horror Nights’
A Universal Studios divulgou a primeira prévia de Ozzy Osbourne: Prince of Darkness, casa assombrada inspirada na carreira solo de Ozzy Osbourne. A atração faz parte do Halloween Horror Nights e revisita mais de quatro décadas da trajetória do cantor. Ao embarcar no Crazy Train, os visitantes entrarão em uma viagem assustadora por seu inquietante mundo rock and roll, a partir de 28 de agosto, no Universal Orlando Resort, e 03 de setembro, no Universal Studios Hollywood. Desenvolvido como um filme de terror vivo sob a ótica do Halloween Horror Nights, este memorial nada tradicional de Ozzy Osbourne abrangerá 45 anos, transportando os visitantes em uma jornada distorcida pela excêntrica carreira solo do artista, em experiências únicas tanto no parque em Orlando quanto em Los Angeles. Músicas dos álbuns solo de Ozzy Osbourne guiarão os visitantes por Ozzy Osbourne: Prince of Darkness, incluindo The Blizzard of Ozz (1980), Diary of a Madman (1981), Bark at the Moon (1983), The Ultimate Sin (1986), No More Tears (1991), Ozzmosis (1995), Black Rain (2007), Scream (2010) e Ordinary Man (2020). No Universal Studios Hollywood, a casa assombrada transporta os fãs para onde tudo começou, em Birmingham, Inglaterra, lar de John Michael “Ozzy” Osbourne. Começando com “Crazy Train”, o maior sucesso de Ozzy Osbourne, os visitantes viajarão no tempo desde sua infância até o manicômio Osbourne Asylum, inspirado em seu icônico álbum Diary of a Madman. À medida que os visitantes caminham ao longo das décadas, versões únicas da persona de Ozzy ganharão vida, desde Madman Ozzy e Werewolf Ozzy até o Príncipe das Trevas, o apelido que ele ganhou nos anos 70. No Universal Orlando, os visitantes do Halloween Horror Nights se aventuram por ruínas antigas e masmorras ameaçadoras antes de embarcar no “Crazy Train” para uma viagem tortuosa por um reino inspirado nas capas de seus álbuns Diary of a Madman, Bark at the Moon, The Ultimate Sin e Black Rain. Reinado pelo Príncipe das Trevas, esse mundo fantástico se inspira no som pesado e nas imagens sinistras que definiram os últimos anos da carreira de Ozzy, transformando essa evolução criativa em uma jornada horripilante por sua imaginação claramente distorcida. O Halloween Horror Nights do Universal Studios acontece em noites selecionadas de 28 de agosto até 1º de novembro no Universal Orlando Resort, e de 3 de setembro até 1º de novembro no Universal Studios Hollywood. Os ingressos para os eventos em ambos parques já estão à venda. Para mais informações e para garantir ingressos, visite HalloweenHorrorNights. LEIA TAMBÉM: Kelly Osbourne critica Dee Snider por minimizar legado de Ozzy: “Deselegante” Via: WikiMetal

Fãs de Skillet atacam vocalista do Bad Wolves: “Vadia trans do OnlyFans”
O Bad Wolves não fará mais parte da próxima turnê do Skillet, após uma onda de críticas de fãs à nova vocalista Sara “Killboy” Skinner. Segundo Skinner, a reação surgiu depois que fãs do Skillet pesquisaram seu passado e levantaram questionamentos sobre a cantora. Ela afirmou que a pressão da comunidade foi o motivo para o Bad Wolves sair da turnê. A vocalista se pronunciou por meio de um vídeo no Instagram e contou que a equipe do Skillet preferia que ela não comentasse publicamente o caso. Mesmo assim, a vocalista decidiu explicar o que aconteceu para evitar especulações. “Reuni todos vocês aqui hoje para informar que o Bad Wolves não fará mais parte da turnê do Skillet. A equipe do Skillet não queria que eu dissesse nada, mas aparentemente um comunicado precisa ser feito. E eu nunca escondi quem eu sou, então vamos parar de deixar vocês especulando, ok?!” [transcrição via Loudwire].De acordo com ela, fãs do Skillet fizeram uma extensa pesquisa sobre sua trajetória depois do anúncio da turnê. A cantora afirmou que parte das informações compartilhadas pelos fãs estava relacionada à sua vida pessoal e à sua presença no OnlyFans. “Eis a verdade. O Skillet nos anunciou em sua turnê, e seus fãs se divertiram muito fazendo uma pesquisa extensa que seus agentes e empresários não fizeram. De acordo com suas descobertas, eu sou uma vadia trans do OnlyFans. Infelizmente, apenas uma dessas coisas é verdade. Divirtam-se descobrindo e nos vemos na próxima turnê”, disse ela. O Skillet ainda não se pronunciou sobre a saída do Bad Wolves. A turnê continua prevista para começar em 30 de setembro, em Schenectady, Nova York, com o Escape the Fate como uma das atrações de abertura. Bad Wolves perde estreia de nova vocalista Sara “Killboy” Skinner havia sido anunciada como a nova vocalista do Bad Wolves em junho. A chegada ao grupo veio acompanhada do single “Paint It Red”. A cantora se tornou a terceira vocalista da história da banda. Antes dela, o posto foi ocupado por Tommy Vext e D.L. Laskiewicz. Este último deixou o Bad Wolves em 2025 para tocar baixo no Falling in Reverse. A turnê com o Skillet seria a estreia de Skinner nos palcos como vocalista do Bad Wolves. Por enquanto, o Bad Wolves não possui novas datas anunciadas em seu site oficial. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: John Cooper, do Skillet, diz ter tido “problemas” por comentários sobre Rage Against The Machine Via: WikiMetal

Fernanda Lira (Crypta) conta que o cancelamento de 2023 por pedir pix para comprar geladeira foi um choque de realidade
Em meados de 2023, a vocalista, baixista e líder da Crypta, Fernanda Lira, deu o que falar ao solicitar ajuda financeira aos fãs para mobiliar sua casa. Parte do público não curtiu o pedido da moça e muitas críticas rolaram nas redes sociais. Com a predominância das mídias sociais no nosso dia a dia, os artistas possuem um vínculo mais próximo com o público; há uma intimidade de ambas as partes jamais experimentada anteriormente. Com isso, abre o precedente para pedidos e solicitações dos dois lados da cerca: alguns legítimos, outros estapafúrdios. No caso de Lira, o seu pedido gerou um grande bafafá e inúmeros comentários negativos, o que lhe obrigou retirar o post do ar e doar o dinheiro arrecado para uma organização não governamental – CUFA. Agora, com mais maturidade e experiência, Fernanda, durante entrevista ao TMDQA, falou sobre o polêmico episódio e sobre o que isto lhe trouxe de aprendizado. “Eu não sou a maior fã das redes sociais, vou ser bem sincera. Não é uma coisa que eu tenho afinidade, eu sou bem podre até de responder mensagem, mas a minha rede cresceu. Aquelas mais de 320 mil pessoas que estão aqui, eu não me dou conta que existem – eu fiquei pensando: ‘Quantos Morumbis são isso, cara’? É um monte de gente! Isso me deixou um pouco preocupada, e tudo foi construído organicamente só por eu dividir minha vida. Por conta disso, eu falei: ‘Bom, as pessoas se interessam, então deixa eu compartilhar um pouco mais’. Eu costumo dizer que a minha página, a Fefe Metal… Eu sou um universo com muitas Fernandas dentro de mim. Tem muitas coisas que eu quero falar, que eu vivo, que eu sou. E a minha página é um reflexo do meu universo. Por isso que eu não falo só de música. Eu falo de veganismo, eu falo de tarô, eu falo do que é o meu mundo. E se você não gosta daquele conteúdo, calma que uma hora vai chegar o conteúdo que você gosta”. Lira seguiu com a sua reflexão: “Quando eu fui ‘cancelada’ ali em 2023, uma coisa que é muito importante que as pessoas entendam é que eu tenho uma dificuldade – e meus amigos sabem – de entender a minha proporção como figura pública, do que é a Fefe Metal nas redes sociais. Pra mim, eu sou a mesma moleca headbanger de 15, 20 anos atrás, real mesmo. Então, quando eu fui ‘cancelada’, que eu fui linchada publicamente, ali eu entendi. Eu falei: ‘Gente, olha onde chega, olha onde as pessoas estão falando de mim’. Eu não tinha noção. Pra mim, eu estava me comunicando com os meus amigos – inclusive, daí a minha ingenuidade, da causa do cancelamento, foi por conta disso. Pra mim era uma rede de apoio. Foi uma ingenuidade desse lugar e eu não conseguia enxergar o peso daquilo ali. Depois disso, eu falei: ‘Ah, entendi o tamanho da minha figura pública, não sabia disso’. E a partir dali eu comecei um trabalho para profissionalizar”. “Eu sempre fui uma pessoa responsável nas minhas redes sociais, eu acho. Mas a partir dali, eu falei: ‘Eu acho que eu tenho uma responsabilidade maior ainda do que eu imagino’. Do que eu comunico, como eu comunico. Mesmo sem saber ou aceitar a proporção da minha figura pública, eu entendi que existe um impacto naquilo que eu falo, e eu decidi profissionalizar – e ainda tô nesse processo. Gente, eu sou ‘tecnolotia’ [risos]. Meus amigos sabem! Eu tenho dificuldade. Eu fiz um estudo das minhas redes sociais, e tenho agora uma pessoa que trabalha ali comigo pra gente equilibrar o que eu quero falar – que é importante pra mim, ou então eu nem teria rede social – com o que o público quer ouvir de mim”, concluiu Fernanda. Via: Rockbizz

Causa da morte de Dolly Parton é divulgada por equipe da cantora
A causa da morte de Dolly Parton foi divulgada pela equipe da cantora. A rainha da música country faleceu aos 80 anos de idade após enfrentar “uma breve batalha contra o câncer”. Por meio de um comunicado divulgado na última terça-feira, 25, data da morte da cantora, o “Team Dolly” revelou que a artista estava internada no Vanderbilt-Ingram Cancer Center, localizado na cidade de Nashville, nos Estados Unidos. A nota oficial ainda destacou sua carreira e ainda citou o trabalho filantrópico realizado ao longo de sua vida. “Nossa amada Dolly Parton passou sua vida e carreira trazendo alegria, risos, esperança e integridade a tudo o que tocou. Sua generosidade inigualável alcançou a vida de inúmeras pessoas que ela nunca conheceria, mas ela estava sempre lá para oferecer uma mão amiga”, disse a equipe da cantora [transcrição via Billboard]. “Seja pelas centenas de milhões de livros doados através de sua inestimável Imagination Library ou pelo financiamento de pesquisas que ajudaram a criar uma vacina que salvou vidas ao redor do mundo, o amor incondicional de Dolly por todas as pessoas foi a força motriz de seu impacto duradouro. Após enfrentar bravamente uma breve batalha contra o câncer, Dolly partiu de sua vida terrena hoje [25 de agosto] no Vanderbilt-Ingram Cancer Center cercada por seus entes queridos”, finalizou. LEIA TAMBÉM: Dolly Parton: Relembre 5 colaborações marcantes que cantora fez no rock Via: WikiMetal

Soundgarden volta aos palcos com Taylor Momsen e Mike McCready
O Soundgarden vai voltar aos palcos no dia 09 de setembro para uma apresentação especial no intervalo do jogo de abertura da temporada do Seattle Seahawks na NFL. O show acontece no Lumen Field, em Seattle, durante a partida contra o New England Patriots. A apresentação marca o retorno do grupo aos palcos desde sua participação na cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame, em 2025. A apresentação terá Taylor Momsen, vocalista do The Pretty Reckless, e Mike McCready, guitarrista do Pearl Jam. Momsen possuí uma ligação com a história recente do Soundgarden. Ela se aproximou da banda durante a turnê norte-americana de 2017 do The Pretty Reckless. A série de shows terminou de forma trágica após a morte de Chris Cornell, em maio daquele ano. Depois disso, a cantora participou do tributo a Cornell, I Am the Highway. Três anos depois, Momsen voltou a dividir o palco com os integrantes sobreviventes. Ela cantou “Black Hole Sun” durante o tributo a Taylor Hawkins, no mesmo local do evento de 2019. Em 2025. Momsen participou da apresentação do Soundgarden na cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame, repetindo “Rusty Cage” ao lado de Kim Thayil, Ben Shepherd e Matt Cameron. Soundgarden trabalha em novo álbum O retorno aos palcos acontece enquanto os integrantes remanescentes do grupo estão trabalhando atualmente na mixagem de um novo e último álbum da banda. O trabalho contará com gravações inéditas deixadas pelo vocalista Chris Cornell antes de sua morte em 2017. Kim Thayil já afirmou que o material tem importância tanto para a história do grupo quanto para o legado de Cornell. Recentemente, Matt Cameron, baterista do Soundgarden, revelou que a banda está colaborando com o produtor de longa data Terry Date e com o engenheiro de gravação Joe Barresi na finalização das faixas. Cameron afirmou que o grupo possui apenas oito faixas com vocais gravados. “Acho que é basicamente só isso que temos com vocais. Ficaram alguns instrumentais sobrando nos quais o Kim quer trabalhar. Então talvez a gente faça algumas coisas novas juntos, o que seria ótimo para mim”, pontuou. Em relação à data de lançamento, o músico afirmou não ter uma data definida ainda e que o foco do grupo está em terminar a mixagem, para assim terem um norte dos próximos passos a serem tomados internamente. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Soundgarden está trabalhando na mixagem de seu álbum final, diz baterista Via: WikiMetal

Bangers Open Air 2027 anuncia 3 bandas no lineup e venda geral de ingressos
A organização do Bangers Open Air 2027 anunciou nesta quarta-feira, 20, Eluveitie, Soilwork e Kanonenfieber. como atrações da próxima edição do festival, que acontecerá nos dias 24 e 25 de abril no Memorial da América Latina, em São Paulo. A abertura das vendas gerais, que trará também a opção de ingressos Single Day (ingresso para um único dia de festival), acontecerá no dia 04 de setembro, às 10h, por meio do site Clube do Ingresso. Anteriormente, o festival anunciou as primeiras atrações confirmadas: Blaze Bayley, KK’s Priest, W.E.T., Floor Jansen, Lacuna Coil, Quiet Riot, Metal Church e Soen. O festival também liberou uma cota exclusiva para esta quarta-feira, 20, dos ingressos Early Bird, que conta com a mais nova modalidade Camarote. O preços vão de R$ 1.380 a R$ 2.480 e estão à venda no site Clube do Ingresso. A modalidade garante ingressos para os dois dias de festival sem taxa de conveniência e com uma série de benefícios exclusivos, os mesmos já garantidos para quem adquiriu os Blind Tickets. Segundo a organização, o line-up completo será divulgado em novembro. Bandas como Twisted Sister e Fear Factory, que cancelaram as apresentações no evento este ano, já demonstraram interesse em retornar no próximo ano . A edição de 2026 movimentou a comunidade headbanger em São Paulo entre os dias 25 e 26 de abril e entregou um festival memorável com atrações como Arch Enemy, Angra, Smith/Kotzen, Jinjer, e mais 50 bandas. Confira a cobertura exclusiva da Wikimetal: sábado, dia 25 e domingo, dia 26. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Slipknot: Relembre a demissão de 5 cinco membros da banda Via: WikiMetal

Dolly Parton: Relembre 5 colaborações marcantes que cantora fez no rock
Falecida nesta terça-feira, 25, aos 80 anos de idade, a cantora Dolly Parton pode ter construído seu legado de seis décadas através da música country. Contudo, em seus últimos anos de carreira a cantora também mostrou seu amor por um certo estilo musical: o rock. Em 2022, a cantora relutou em aceitar sua indução ao Rock and Roll Hall of Fame por achar que “não era do gênero”, mas prometeu lançar um trabalho que comprovasse seu direito a homenagem. Sendo assim, em 2023, Dolly lançou Rockstar, disco que conta com a participação especial de grandes lendas do rock como Rob Halford, Paul McCartney e Linda Perry. Para celebrar seu legado. confira abaixo lista especial com 5 dessas colaborações feitas pela cantora “Home Sweet Home” Em 2025, Dolly Parton se juntou ao Mötley Crüe para uma versão do hit “Home Sweet Home”, faixa originalmente presente no álbum Theatre of Pain (1985). A faixa preserva os elementos originais da balada, mas conta com uma dinâmica diferente através da divisão de vocais entre a cantora e Vince Neil. “What’s Up?” Junto com Linda Perry, Dolly fez uma versão country do clássico do 4 Non Blondes, onde convidou a compositora original da faixa para dividir os vocais em um dueto. “I Hate Myself for Loving You” No álbum Rockstar, Dolly chamou a Joan Jett para regravar seu hit de 1988, em uma versão marcada pela explosão entre o hard rock e punk, bem como a celebração do poder feminino dentro do rock. “Bygones” Também presente no álbum Rockstar, a faixa “Bygones” conta com a participação especial de Rob Halford, Nikki Sixx e John 5. Com fortes influências de hard rock, a música conta com um refrão poderoso, provando a versatilidade que Dolly tinha com afinações mais pesadas. “I Love Rock ‘n’ Roll” Por fim, juntamente com cantora e atriz Miley Cyrus, Dolly realizou um cover de “I Love Rock ‘n’ Roll” durante virada de ano no especial Miley’s New Year’s Eve Party. Ao lado de sua afilhada, Dolly eletrizou o público presente, mostrando que o espírito do rock será mantido pelas próximas gerações tanto em sua família quanto fora dela. LEIA TAMBÉM: Floor Jansen afirma que Nighwish segue em pausa: “Não há nada planejado” Via: WikiMetal

Boston celebrará o 50º aniversário de seu icônico álbum de estreia com reedição de luxo
O Boston celebrará o 50º aniversário de seu icônico álbum de estreia com demos e raridades. O trabalho, que tem previsão de sair no segundo trimestre de 2027 pela Impex Records, chegará ao mercado em diferentes versões como vinil duplo preto, vinil duplo dourado e SACD híbrido. Tom Scholz, guitarrista, fundador e único membro original permanente da banda, está supervisionando pessoalmente todos os aspectos da produção, garantindo aos fãs a versão mais autêntica deste clássico do rock n’ roll. Desejando oferecer algo verdadeiramente único aos milhões de fãs do Boston que apoiaram a banda ao longo dos anos, Tom mergulhou em seu vasto arquivo de gravações para encontrar demos há muito perdidas e inéditas, aquelas que ele havia apresentado a gravadoras antes de assinar com a Epic Records. O guitar hero restaurou e remasterizou meticulosamente essas preciosidades raras, com a ajuda do produtor, especialista em tecnologia digital e guitarrista do grupo, Gary Pihl, exclusivamente para este lançamento comemorativo de 50 anos. Com essas versões demo, historiadores da música e fãs agora podem “espiar” o estúdio de Tom no porão e acompanhar como o processo criativo se desenrolou durante as fases de produção e aprimoramento deste clássico consagrado. Via: Rockbizz

Chris Slade, ex-baterista do AC/DC, anuncia aposentadoria aos 79 anos: “Tive uma bela trajetória”
Chris Slade, ex-baterista do AC/DC, anunciou sua aposentadoria aos 79 anos. Em um vídeo publicado no Facebook no sábado, 22 de agosto, Slade mencionou sua idade e um “pequeno derrame” que sofreu, o qual o fez mudar de ideia. “Olá a todos. É com o coração apertado que anuncio minha aposentadoria da bateria”, disse ele. “Estou quase chegando aos 80 anos. Toco bateria profissionalmente desde os 16 anos, quando comecei com Tom Jones. Tive uma bela trajetória”. “Sofri um derrame, como vocês provavelmente sabem, há cerca de sete anos”, Slade continuou. “Um derrame leve, mas a situação piorou e, infelizmente, isso acabou me prejudicando bastante”. E acrescentou: “Tenho muita inveja de pessoas como os Stones e Paul McCartney, que continuam na ativa mesmo depois dos 80 anos; eu queria fazer o mesmo, mas parece que não vai dar. Então, como eu disse, com o coração apertado, fica aqui o meu ‘até logo’”. Em uma postagem no Facebook no mês passado, Slade revelou que sua banda teve que cancelar a apresentação no festival Brudstock depois que ele sofreu uma queda, machucou gravemente as costelas e acabou indo parar no hospital. Slade entrou para o AC/DC em 1989 e participou do álbum de retorno da banda, The Razor’s Edge. No entanto, ele deixou o grupo em 1994, quando o baterista de longa data, Phil Rudd, retornou. Slade voltou à banda em 2015, quando Rudd foi forçado a se afastar por um longo período. O baterista formou sua banda, The Chris Slade Timeline, em 2012. Via: Rockbizz

Como as letras do Iron Maiden sobre guerras protestam contra os conflitos
No dia 25 de agosto, o Brasil celebra o Dia do Soldado, data criada em 1923 em celebração ao trabalho dos membros do Exército e em referência ao nascimento do Marechal Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, patrono do Exército Brasileiro. Com a data, é impossível não pensar em uma das bandas de heavy metal que mais usa o tema não para recrutar jovens, mas sim para denunciar as graves consequências que uma guerra pode causar: o Iron Maiden. Ao mesmo tempo em que soam rápidas e “heroicas”, as letras de Steve Harris, cantadas a plenos pulmões pelos fãs em arenas e estádios lotados ao redor do mundo, carregam realidade, tragédia e até uma certa dose de ironia. O maior exemplo dessa ideia é o hit “The Trooper”. Baseada no poema A Carga da Brigada Ligeira, de Lord Tennyson, a letra relata o massacre em vão da cavalaria britânica durante a Guerra da Crimeia. Enviados para o fim trágico devido a um erro de comunicação de seus generais superiores, os soldados marcham para a morte certa sob o fogo russo, transformando a música em um lamento sobre o sacrifício (“E enquanto estou caído, esquecido e sozinho. Sem uma lágrima, eu solto meu suspiro de partida”). Estresse pós-traumático e o inferno na terra do Iron Maiden Muito antes de o Transtorno de Estresse Pós-Traumático ser amplamente debatido na sociedade, o Iron Maiden já abordava a saúde mental através do álbum A Matter of Life and Death (2006). Faixas como “The Longest Day” retratam a tensão sufocante dos soldados durante o Dia D (“Quanto tempo neste mais longo dia, Até que finalmente sobrevivamos a isto”). Do outro lado, “These Colours Don’t Run” reflete sobre o impacto mental de se estar em meio ao conflito (“Nós navegamos para longe igual ao que nosso pai fez. Estas cores não fogem desta fria e sangrenta guerra”). Já a épica “For the Greater Good of God” questiona a existência das guerras religiosas e denuncia como a humanidade corrompe a fé para justificar uma de suas maiores atrocidades (“Por favor, me diga agora o que é a vida. Por favor, me diga agora o que é o amor”). Mais recentemente, “Hell on Earth”, faixa presente no álbum Senjutsu (2021), faz o retrato de um apocalipse moderno e de um mundo destruído por conflitos intermináveis, onde a humanidade criou um verdadeiro inferno na Terra, fazendo com que os humanos quisessem voltar ao que era antes (“Gostaria de poder voltar. Nunca mais serei o mesmo. Sangrei por todos neste inferno na Terra”). LEIA TAMBÉM: KISS precisa de autorização para voltar a fazer shows, revela Gene Simmons Via: WikiMetal

Dolly Parton, rainha da música country, morre aos 80 anos
Dolly Parton, rainha da música country, morreu nesta terça-feira, 25, aos 80 anos de idade. A informação foi divulgada por Brian Seaver, sobrinho e chefe de segurança da cantora, em publicação feita no Instagram. A causa oficial da morte não foi revelada. No entanto, a artista já vinha cancelando uma série de shows e compromissos profissionais desde 2025, devido a problemas de saúde não especificados ao público. “Este anúncio em vídeo é algo que Dolly me pediu anos atrás, antes que eu o absorvesse totalmente como uma realidade futura. Como seu chefe de segurança por mais de duas décadas, um cargo que meu pai Larry ocupou antes de mim, imaginei o peso deste momento, mas não o senti de verdade até agora. É uma honra, uma honra que se mistura com orgulho absoluto e grande tristeza”, falou Brian [transcrição via Wikimetal]. “Mas a tristeza fica conosco, não com Dolly. Dolly viveu na luz e está nos braços de Jesus, certamente recebida por Carl [Dean, marido], seus pais e incontáveis outros que a observaram e ansiavam para que ela se encontrasse com eles nos céus […] Que Deus abençoe Dolly Parton, e que Deus abençoe a todos vocês. Ela sempre amará vocês.” Com uma carreira que se estendeu por mais de seis décadas, Dolly Parton transcendeu o rótulo de “Rainha do Country” para se tornar uma verdadeira referência da cultura pop mundial, sendo a mente brilhante por trás de clássicos como “Jolene”, “9 to 5” e “I Will Always Love You”. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Savatage fará shows na América Latina em 2027, diz baixista Via: WikiMetal

Rhino mostra a união do rock, blues e erudito no box de vinil Jethro Tull 1968-1972
Os cinco primeiros álbuns de estúdio do Jethro Tull apresentaram uma banda que redefiniria radicalmente as fronteiras do rock, fundindo blues, folk, música erudita e hard rock em uma visão progressiva singular. A Rhino captura a ascensão meteórica e o auge criativo daquela época no box de vinil Jethro Tull 1968-1972. O produto já está disponível no mercado acompanhado de uma edição em fita de rolo do álbum de maior sucesso da banda, Aqualung. O box inclui os álbuns This Was, Stand Up, Benefit, Aqualung e Thick as a Brick, todos masterizados pelo processo AAA a partir das fitas master analógicas originais e prensados em vinil de 180 gramas na Optimal, na Alemanha. O trabalho vem em um estojo revestido em material que imita couro. Cada álbum é apresentado em uma capa dupla com acabamento brilhante e novos textos explicativos que trazem comentários de Ian Anderson. A edição é limitada a 3.000 cópias numeradas individualmente e está disponível exclusivamente no site da Rhino e em lojas selecionadas do Warner Music Group ao redor do mundo. Em apenas cinco anos, o Jethro Tull evoluiu de uma banda britânica de blues do circuito de clubes para uma atração de estádios em escala global, reformulando completamente sua identidade musical a cada álbum. Liderada pelo vocalista, compositor e multi-instrumentista Ian Anderson, a trajetória começou com o blues de influência jazzística do álbum This Was (1968). A chegada do guitarrista Martin Barre para o disco Stand Up (1969) impulsionou uma mudança em direção a melodias complexas de folk inglês e estruturas de música erudita. Com Benefit (1970), Anderson ampliou ainda mais as texturas sonoras da banda ao lado do tecladista John Evan, apostando em arranjos de rock mais sombrios e pesados que prepararam o terreno para o sucesso de massa do grupo. O sucesso chegou em março de 1971 com Aqualung, um marco de vendas que apresentava o novo baixista, Jeffrey Hammond. Impulsionado por clássicos radiofônicos que resistem ao tempo como Locomotive Breath e a faixa-título, o álbum equilibrava um hard rock explosivo com uma delicada poesia acústica, consolidando a banda como estrelas internacionais. Quando a crítica classificou Aqualung como um álbum conceitual, Anderson subverteu o próprio gênero com o trabalho seguinte, Thick as a Brick (1972). Com a estreia de Barriemore Barlow na bateria, a obra épica única e contínua de 43 minutos unia ambição sinfônica e um humor satírico, garantindo ao Jethro Tull seu primeiro álbum a alcançar o topo das paradas nos EUA. O feito coroou uma trajetória extraordinária de cinco anos e lançou uma carreira lendária e premiada com o Grammy, que permanece ativa até hoje, somando mais de cinco décadas de turnês mundiais, gravações constantes e mais de 60 milhões de álbuns vendidos. Via: Rockbizz

Queens of the Stone Age anuncia lançamento do álbum Perfecth e divulga o single Insignificant Other
O Queens of the Stone Age anunciou o lançamento do álbum Perfecth e divulgou o single Insignificant Other para dar uma prévia do que está por vir. O disco, que será o nono registro de estúdio da banda, sairá no dia 30 de outubro pelo selo Matador Records. Sobre o novo som, o vocalista Josh Homme disse: “É uma canção sobre a distância. Sobre como alguém pode ser o seu mundo inteiro e, de repente, simplesmente desaparecer. E sobre a estranha vertigem de vivenciar isso”. Com produção de Homme e Michael Shuman, Perfecth estará disponível em CD e em vinil preto padrão em todos os pontos de venda, em vinil transparente em lojas independentes e como uma edição de luxo limitada — um pacote de LP gatefold que inclui letras manuscritas, papel de carta e selos dentro de um envelope personalizado, além de uma obra de arte exclusiva inserida em um bolso personalizado — com venda exclusiva nas lojas virtuais do QOTSA e da Matador. Josh também falou sobre o repertório do álbum: “Cada música parece vir de um mundo diferente. E isso é proposital, pois a ideia é costurar todas essas emoções que giram em torno do amor, da luxúria, da insensatez e daquela espécie de sabedoria que surge como uma dádiva de tudo isso”. Track listing de Perfecth: 01. It’s Only Love02. Insignificant Other03. Where The Goth Girls At?04. Mono05. From The Cliff06. Sunday07. Easy Street08. Phantom Limb09. Run Away From The Mob Via: Rockbizz

“Uso rosa, sou de esquerda, vegana e não bebo, isso é diferente da norma do metal”, afirma Fernanda Lira (Crypta)
A cena heavy metal sempre foi um universo mais voltado ao público masculino. Durante muitas décadas, o percentual de mulheres que se atreveram a pisar num palco era baixo. De uns tempos para cá, a bolha furou e vemos mais mulheres tocando, produzindo, organizando e fazendo o mercado musical girar. No Brasil, a vocalista e baixista da Crypta, Fernanda Lira, é uma das vozes mais proeminentes nesta mudança que é positiva. No entanto, o preço que a artista paga por ser esta voz ativa é bastante salgado. Em entrevista ao TMDQA, a artista falou sobre o hate que recebe nas redes sociais por ser mulher à frente de uma banda de metal e por suas convicções pessoais. “É preciso entender que qualquer pessoa que estiver em destaque vai receber hate”, começou Lira. “Quando essa pessoa é uma mulher, o hate dobra. Ainda mais quando é uma figura pública que é uma mulher em um meio historicamente predominantemente masculino, e ainda mais quando é uma pessoa que, além de tudo isso, ainda dá uma desafiada na norma”. Fernanda continuou: “E eu não faço de propósito! Eu uso rosa, eu sou de esquerda… é quem eu sou, gente, o que eu posso fazer? Eu nasci assim, cresci assim. Só que é isso: é vegana, não bebe… isso é diferente do estereótipo, da norma ‘não oficializada’, mas muito vigente do metal. Ainda estou no processo de separar quem eu sou, a Fernanda Lira que está aqui com meus amigos, e quem sou como Fernanda Lira que as pessoas criaram no imaginário delas. Aí eu entendi que o hate que eu recebo é por conta dessas várias camadas de exposição e de personalidade, de transparência”. “Não é fácil. Não vou falar que é fácil. Você vê muita gente que não te conhece, que você nunca fez nada, que você nunca viu, criando teorias sobre você, te xingando, ofendendo, criando material pornográfico com você nas redes – porque isso existe, e é uma coisa que eu vou falar mais com o tempo”, acrescentou. Lira concluiu: “É difícil porque você fala: ‘Poxa, cara, você nunca trocou uma ideia comigo’. Eu não sou esse monstro, sabe? Acho que qualquer pessoa que recebesse esses comentários… Poxa, os meus amigos, familiares, companheiros, veem ali o que falam e todo mundo fica mal junto comigo porque é complicado, é pesado. Não é só tipo: ‘Ela é chata, feia e boba’; eu já recebi ameaça de morte. Não é fácil. Mas eu aprendi a separar, entender por que existe esse hate, entender que a pessoa com um destaque vai estar ali e, quando é mulher, é pior ainda. Mulher que se posiciona, então, pior ainda”. Via: Rockbizz

Queens of the Stone Age anuncia novo álbum e lança single “Insignificant Other”
O Queens of the Stone Age sempre se manteve duradouramente e singularmente magnético. Não é apenas o seu som; é o seu espírito. Eles são provocativos no sentido mais essencial: sem medo de explorar o obscuro, o sexual, o surreal e o absurdo. É uma arte que rosna e seduz em igual medida, e nunca tanto quanto no nono álbum da banda, Perfecth, que será lançado no dia 30 de outubro pela Matador Records. O novo single “Insignificant Other”, que a banda lança nesta terça-feira, 25, pode ser considerado a peça central do álbum. A faixa é a segunda de apenas duas tomadas e captura o quinteto tocando de forma solta e desprotegida, abrindo espaço um para o outro de forma improvisada. “É uma música sobre distância”, diz o vocalista Joshua Homme. “Sobre como alguém pode ser o seu mundo inteiro para simplesmente desaparecer. E sobre a estranha vertigem de estar no lado receptor disso”. O anúncio do álbum é acompanhado por um videoclipe dirigido por Chapman Baehler, estrelado por Big Chongus como a personificação de “perfecth”. Acompanhado pelos bons garotos e garotas Ruby Homme, Max Homme, Pumpkin Van Leeuwen, Isabella Puppolini (Izzy) Van Leeuwen e Reesa Shuman, o clipe revela se Big Chongus encontra ou não o lar perfeito. Os fãs também podem assistir ao já infame teaser de “Five Finger Filet” que anunciou a data em que o disco NÃO seria lançado. Sobre o álbum ‘Perfecth’ Produzido por Homme e pelo membro da banda Michael Shuman, o projeto extrai inspiração do Kintsugi — a arte japonesa de consertar cerâmicas quebradas preenchendo as suas rachaduras com ouro, defendendo que o que foi despedaçado se torna mais bonito (e não menos) pelo ato de consertar. Este é o espírito no qual Perfecth foi feito. Um álbum que só poderia ter sido concebido agora, graças a Homme, Troy Van Leeuwen, Michael Shuman, Dean Fertita e Jon Theodore dando passos evolutivos significativos como um coletivo e chegando a uma clareza duramente conquistada. As suas nove músicas mapeiam diferentes formas de amor: de família, amigos e outros, tanto significativos quanto insignificantes; os amores que te quebram além da sobrevivência e os amores que te consertam. Nascida de sessões gravadas em vários lugares, de Nova Orleans a Los Angeles, a música é destemida e sem limites, temperamental e ameaçadora, gentil e estranha. Aqui, o Queens alinhou os pedaços irregulares de uma carreira inteira. “Cada música soa como se fosse de um mundo diferente”, diz Homme. “E isso é de propósito, porque tenta costurar todas essas emoções que giram em torno do amor, luxúria, tolice e o tipo de sabedoria que vem como um presente de tudo isso”. O disco se chama Perfecth porque “perfeito” (“perfect”), como palavra, nunca foi honesto. Não existe. Então, Homme quebrou a palavra e a transformou em “perfecth”, uma grafia mais apropriada para um termo que nunca pareceu certo desde o início. “Nada neste mundo é perfeito, mas tudo parece ser ‘perfecth’”, ele explica. “E esse título é engraçado quando você está em um grupo, mas não é tão engraçado quando você está sozinho”. LEIA TAMBÉM: Queens of the Stone Age lança “Easy Street”com participação de Nikki Lane Via: WikiMetal

Savatage fará shows na América Latina em 2027, diz baixista
O Savatage pode voltar à América do Sul em 2027. A possibilidade foi revelada pelo baixista Johnny Lee Middleton, que também confirmou planos para novas apresentações na Europa e nos Estados Unidos. Em entrevista ao Metal Mayhem ROC, Middleton afirmou que a banda trabalha com um planejamento de dez anos e está apenas no segundo ano desse projeto. O músico também disse que existem novas músicas em preparação [via Blabbermouth]. “Temos um plano de 10 anos. Ainda temos algum tempo pela frente. Temos mais músicas para lançar. Temos um plano. E estamos trabalhando para organizar algumas coisas nos Estados Unidos para o ano que vem. Mas, sim, planejamos voltar para a América do Sul no ano que vem e para a Europa novamente, e estamos tentando encaixar algumas coisas nos Estados Unidos, seja em um pacote com outras bandas ou fazendo alguns shows isolados”, disse ele. O retorno ao Brasil tem um peso especial, pois foi o país onde a banda fez sua primeira apresentação ao vivo em 10 anos, como atração do festival Monsters Of Rock 2025, no Allianz Parque, em São Paulo. Johnny Lee Middleton também explicou por que o Savatage precisou focar no Brasil e na Europa em seu retorno triunfal, admitindo que a banda não consegue público nos EUA para pagar a própria equipe. “O problema é que nunca chegamos ao ponto de atrair pessoas suficientes nos Estados Unidos para justificar o dinheiro que precisamos para pagar os 18 caras que tenho que pagar para fazer um show. Quando fazíamos as coisas nos tempos antigos do Savatage, usávamos muitos de nossos amigos como equipe. Agora, os caras que usamos são do TSO [Trans-Siberian Orchestra] e eles não trabalham barato. Então, temos uma equipe muito boa, mas eles custam muito dinheiro. E conseguimos ter as garantias financeiras na Europa que fazem valer a pena o nosso tempo para fazer isso.” LEIA TAMBÉM: Savatage: Jon Oliva faz atualizações sobre sua saúde e novo álbum da banda Via: WikiMetal

“Os governantes de extrema-direita estão querendo acelerar o fim do mundo”, diz Arnaldo Antunes
O cantor e compositor Arnaldo Antunes (ex-Titãs, ex-Tribalistas), 65 anos, concedeu uma entrevista ao pessoal do canal Desculpincomodar e fez duras críticas aos políticos de extrema-direita. Na conversa, ele também afirmou que parte da mídia está endossando os anseios deste segmento político. “Parece que os governantes de extrema-direita estão querendo acelerar o fim do mundo. É isso que a gente assiste um pouco surpreso”, afirmou o cantor. “Uma reação que eu tive foi criar O Real Existe. Ela foi uma canção que eu fiz logo depois da eleição em que [Jair] Bolsonaro ganhou e tal. E era um pouco mostrando a perplexidade de: ‘isso não existe, não é possível’”. Antunes continuou com a sua reflexão: “Agora a gente está com uma perplexidade parecida na hora que você vê tantas pessoas apoiando a volta de um nome Bolsonaro, que representa a mesma coisa, que é simpático à ditadura que houve no Brasil”. “De certa forma, os meios de comunicação estão endossando aquilo. Vai ser uma eleição muito difícil esse ano”, ressaltou. “Mas as pessoas querem a volta de uma ditadura. As pessoas querem essa violência, querem a tortura, querem a intolerância, querem a submissão aos Estados Unidos, que está se mostrando esse país tão maluco sob o governo Trump”, acrescentou o cantor paulistano. E por falar em Arnaldo Antunes, Novo Mundo é o trabalho mais recente – e o vigésimo – do cantor! O disco teve produção de Pupillo Oliveira e contou com o apoio de músicos do naipe de Kiko Dinucci (guitarra, violão e teclado), Betão Aguiar (baixo) e Vitor Araújo (piano e teclado). Em suas doze faixas, o álbum avança com coesão por uma gama de estilos, incluindo rock, eletrônico, pop e MPB. Via: Rockbizz

“Yngwie Malmsteen deve ser capaz de fazer coisas incríveis, mas é muito frio”, afirmou Ozzy Osbourne
No ano de 1990, durante entrevista à revista Guitar World, Ozzy Osbourne revelou que tipo de guitarrista ele preferia ter em sua banda e citou os dois músicos sobre os quais ele não entendia todo aquele alvoroço. “Eu quero alguém que tenha fome de vencer”, disparou o Príncipe das Trevas. “Eu quero alguém que queira chegar lá e chutar a bunda do Eddie Van Halen. Eu busco essa fome, essa capacidade de triunfar”. O Madman seguiu pontuando os dois guitarristas que não curtia: “Esse tal de Yngwie Malmsteen deve ser capaz de fazer coisas incríveis, mas é muito frio. É informação demais para a mente assimilar. E ver o Steve Vai é como ver um bom mecânico desmontar um motor em três segundos e montá-lo novamente. Ele faz tudo funcionar com perfeição, mas não há aqueles pequenos deslizes que dão um toque humano ao som”. Apesar da crítica a Steve Vai, Ozzy trabalhou com o guitar hero em meados dos anos 1990. Depois que se cansou da aposentadoria, Osbourne quis voltar a fazer música. Com a dissolução de sua banda em 1992, que era formada por Zakk Wylde (guitarra), Mike Inez (baixo), Randy Castillo (bateria) e John Sinclair (teclado), ele precisou ver quem estava disponível no mercado para firmar uma parceria de trabalho. Um dos convidados para o job foi Vai. Oficialmente, a união rendeu a faixa My Little Man, que entrou no disco Ozzmosis, de 1995. No entanto, Steve já afirmou que fez um disco completo com o cantor. Infelizmente, este material nunca vislumbrou a luz do Sol. Via: Rockbizz

Floor Jansen afirma que Nighwish segue em pausa: “Não há nada planejado”
Floor Jansen, vocalista do Nightwish, falou sobre o hiato nas atividades do grupo e confirmou que a banda finlandesa não conta com “nada planejado” no momento. Em 2023, o sexteto anunciou que não sairia em turnê para promover o álbum Yesterwynde, lançado em 2024. Em entrevista à revista alemã Sonic Seducer, Floor respondeu se havia planos para alguma atividade de sua banda em um futuro próximo, onde falou não saber de comunicações internas da banda sobre uma possível volta. “Não, não há nada planejado. Essa é a questão com o Nightwish. Estamos em uma pausa temporária. Mas não há nenhuma comunicação sobre quando algo vai acontecer”, declarou [transcrição via Blabbermouth]. Tarja Turunen afirma que nunca voltaria ao Nightwish: “Era muito triste” Tarja Turunen, ex-vocalista do Nightwish, refletiu sobre os últimos dias que ainda fazia parte da banda. A cantora afirmou que jamais voltaria e que o período final em que fez parte do grupo “era muito triste” Em entrevista à Metal Hammer Espanha, Tarja foi questionada se consideraria escrever uma autobiografia para dar a sua versão oficial sobre a separação da banda, especialmente em resposta à forma como o caso está contado na biografia oficial Once Upon A Nightwish (2006). A artista foi demitida do Nightwish no final de 2005 por meio de uma carta aberta publicada no site do grupo. “Eu nunca, jamais, em hipótese alguma, estaria disposta a voltar para o lugar onde eu estava nos meus últimos dias de Nightwish”, desabafou. “Era muito triste. Não foram tempos felizes. Por quê? Você faz música — deveria ser algo feliz. Quero que as pessoas venham aos meus shows e voltem para casa felizes. Ter essa energia é absolutamente importante”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Tarja Turunen sobre demissão do Nightwish em 2005: “Queriam me destruir” Via: WikiMetal

Ozzy arrastou um tubarão pela janela do hotel e deixou nosso quarto encharcado de sangue, conta Tony Iommi
Ao revirarmos os anais do rock n’ roll, nós nos deparamos com inúmeras histórias absurdas que mostram os excessos, loucuras, insanidades e comportamentos selvagens dos músicos. E em muitas dessas crônicas loucas o protagonista era o saudoso Ozzy Osbourne. Em muitas de suas peripécias, o Príncipe das Trevas acabou partindo para cima do mundo animal. Ele mordeu a cabeça de morcego e pombo e cheirou uma carreira de formiga. E tem mais uma bagunça do Madman que envolveu um animal. O cantor destruiu um quarto de hotel usando um tubarão esquartejado e ensanguentado. Quem contou a história foi o guitarrista Tony Iommi, em conversa com o New York Post, como parte da divulgação de seu livro Iron Man: My Journey through Heaven and Hell with Black Sabbath. “Com as drogas, a gente sempre acabava ficando entediado, então tínhamos que aprontar alguma coisa um com o outro. Ozzy arrastou um tubarão pela janela do hotel, esquartejando-o e deixando o nosso quarto encharcado de sangue”. Como os intervalos do Black Sabbath eram amplamente preenchidos pelas drogas, bebidas e toda sorte de loucuras, o milagre foi o quarteto não ter batido um papo presencial com o Papai do Céu em tenra idade. O tubarão no quarto de hotel foi um dos momentos mais pitorescos de Ozzy Osbourne. Via: Rockbizz

Lucas Lucco transforma rock anos 2000 em piseiro no álbum ‘Deu Rock’
O cantor sertanejo Lucas Lucco lançou em julho o álbum Deu Rock, no qual revisita clássicos do rock internacional dos anos 2000. No projeto, o músico canta as faixas em inglês, mas reinventou as melodias para um dos estilos musicais mais populares do Brasil: o piseiro. A ideia do trabalho surgiu em fevereiro e espontaneamente durante as gravações do projeto anterior do cantor, Na Resenha. Na ocasião, Lucas cantou uma versão de “Here Without You”, do 3 Doors Down, que acabou viralizando na internet, e serviu como peça necessária para que ele levasse a brincadeira adiante e a transformasse em um disco. O disco de 12 faixas conta com versões de grandes bandas do rock como Linkin Park, Nirvana, Red Hot Chili Peppers, Creed, Nickelback, além do cantor canadense Bryan Adams. Na época do lançamento, Lucas Lucco explicou a ideia por trás do projeto. “É uma mistura de tudo que eu amo cantar, trazendo nostalgia e versões de músicas que marcaram toda uma geração, com piseiro que traz alegria e vontade de cantar junto”, afirmou o cantor. “O sucesso orgânico de ‘Here Without You’ era o que eu precisava para gravar mais 11 e chamar de Deu Rock. Porque de fato, deu muito rock essa mistura toda”, contou [transcrição via Billboard Brasil]. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Gusttavo Lima faz cover de música de Steve Vai na guitarra: “Meu ídolo” Via: WikiMetal

Ônibus de turnê do Buckcherry se envolve em acidente fatal com múltiplos veículos em rodovia
O ônibus de turnê do Buckcherry se envolveu em acidente fatal com múltiplos veículos em rodovia. Na sexta-feira, 21 de agosto, o grupo informou, por meio de um comunicado nas redes sociais, que o ônibus da turnê havia se envolvido em um acidente com múltiplos veículos na rodovia I-26, no Condado de Spartanburg, Carolina do Sul, por volta das 2 da manhã. “Estamos extremamente gratos em informar que todos os integrantes do Buckcherry e a nossa equipe de turnê estão seguros e ilesos”, escreveu a banda nos Stories do Instagram. “Infelizmente, as autoridades confirmaram que a colisão ocorrida à frente do nosso ônibus resultou em uma morte”. “Os nossos pensamentos e as nossas mais profundas condolências estão com a família e os entes queridos da pessoa que perdeu a vida. Agradecemos sinceramente a todos que entraram em contato demonstrando preocupação e apoio”, completou. O acidente ocorreu enquanto os integrantes do Buckcherry – Josh Todd (vocal), Stevie D. (guitarra), Kelly LeMieux (baixo), Francis Ruiz (bateria) e Billy Rowe (guitarra) – viajavam em promoção a Roar Like Thunder Tour. A turnê, que deve terminar em 6 de setembro em Orlando, promove o décimo primeiro álbum da banda, Roar Like Thunder, que saiu em junho de 2025 pela Earache Records e Sony. A gravação de trabalho aconteceu no Sienna Studios em Nashville, Estados Unidos, sob os cuidados do produtor e compositor Marti Frederiksen (Aerosmith, Def Leppard, Sheryl Crow). As dez canções do álbum foram compostas pelo vocalista Josh Todd e pelo guitarrista Stevie Dacanay, com o apoio de Frederiksen. Track listing de Roar Like Thunder: 01. Roar Like Thunder02. When The Sun Goes Down03. Come On04. Talking Bout Sex05. Blackout06. I Go Boom07. Set It Free08. Hello Goodbye09. Machine Gun10. Let It Burn Via: Rockbizz

KISS precisa de autorização para voltar a fazer shows, revela Gene Simmons
O KISS não pode voltar aos palcos sem a autorização da Pophouse, empresa suíça de entretenimento que comprou os direitos de catálogo, marca e propriedade intelectual da banda, em abril de 2024. Em entrevista à rádio 94.7 WCSX, de Detroit, Gene Simmons explicou que o acordo com a Pophouse envolve elementos como a maquiagem, as músicas e os direitos de publicação do KISS. A parceria também prevê novos projetos relacionados à marca, incluindo filme, animações, parque temático e o aguardado show com avatares. [via Blabbermouth]. “Tive uma espécie de epifania. Sabe, o KISS foi vendido — a maquiagem, as músicas, os direitos autorais e tudo mais — por uma [grande quantia em dinheiro]. E uma ótima empresa chamada Pophouse é nossa parceira. Estamos envolvidos juntos no futuro, então haverá um filme, cujo elenco está sendo selecionado agora, e haverá desenhos animados, parque temático, o que você imaginar, tudo está por vir. Então, será maior e melhor do que vocês já ouviram, incluindo a série de avatares. Mas isso também significa que o KISS não pode se apresentar ao vivo sem a permissão da Pophouse, porque eles são donos da maquiagem e de tudo mais”, disse ele. A declaração ajuda a explicar por que Simmons segue fazendo shows com sua banda solo, mesmo após o fim da turnê de despedida do KISS. Para o baixista, ficar longe dos palcos nunca esteve nos planos. “Eu não queria ficar longe do palco. É a coisa mais divertida. Estar naquele palco e arrasar é a coisa mais divertida que posso imaginar vestindo minhas calças. E acontece uma mágica ali. “Podemos ficar aqui conversando sobre isso superficialmente, mas imagine ser um pintor, pintar algo, ficar muito orgulhoso e a obra ficar na sua sala de estar sem que ninguém a veja […] Então, não consigo ficar longe dos palcos. Eu amo isso demais”, confessou Gene. Kiss vendeu catálogo, marca e propriedade intelectual por R$ 1,5 bilhão Em abril de 2024, o KISS anunciou a venda de seu catálogo, marca e propriedade intelectual para a empresa suíça de entretenimento Pophouse por um valor estimado de US$ 300 milhões, cerca de R$ 1,5 bilhão – na cotação da época. O acordo foi feito para ajudar a desenvolver e expandir ainda mais o legado do Kiss globalmente, bem como preservar a sua imagem e música para as gerações futuras. Cofundada por Björn Ulvaeus, do ABBA, Pophouse ganhou projeção internacional após criar o espetáculo ABBA Voyage, que utiliza avatares digitais para recriar apresentações da banda sueca. Os termos financeiros da transação não foram divulgados e os membros da banda continuarão a desempenhar um papel ativo no desenvolvimento dos próximos projetos como um filme biográfico, um show de avatares e uma experiência com o tema Kiss. Esses projetos já estão em andamento. A primeira aquisição da empresa foi o catálogo de Cyndi Lauper. Este ano, Pophouse fez uma negociação com o Iron Maiden, que inclui uma participação nos direitos de publicação e nas gravações originais (masters), bem como nos direitos de nome, imagem e semelhança (NIL). Segundo a Billboard, a Pophouse adquiriu 50% desses ativos, além do catálogo musical do grupo, direitos relacionados ao mascote Eddie e à propriedade intelectual do Iron Maiden. LEIA TAMBÉM: Gene Simmons, do Kiss, lança ‘Águas Mortais’, seu primeiro filme como produtor Via: WikiMetal

“Foi feita uma macumba aqui no Brasil para Bruce Dickinson sair do Iron Maiden, e deu certo”, brincou Andre Matos
Assim como a cultura popular, o heavy metal tem as suas lendas e mitos, e um deles é o teste do saudoso Andre Matos para o posto de vocalista no Iron Maiden. Ele já nos esclareceu que mandou material para o grupo inglês, mas nunca rolou teste, tampouco viajou na ideia de ocupar o posto do Air-Raid Siren. Nos anos 2000, quando a MTV existia e ainda ostentava uma programação minimamente interessante, Andre participou do programa de entrevista Infortúnio, cuja apresentação era da personagem Funérea. Ela, com o seu típico “mau humor”, disse que Andre quis pegar o lugar de Dickinson na Donzela de Ferro. “Eu não fui responsável pela saída dele da banda”, refutou o brasileiro. Funéria, todavia, replicou afirmando que a culpa da saída de Bruce foi culpa de Andre, pois ela conhecia o “tipinho” do cantor. Com humor e entrando na brincadeira, o Maestro disse: “Obrigado, você me atribui um certo grau de poder”. A personagem dobrou a aposta declarando: “Todo metaleiro mexe com magia negra”. Ela também pediu para que o artista contasse o que aconteceu. Andre seguiu com a zombaria: “Na verdade, foi feita uma macumba aqui no Brasil para Bruce Dickinson sair do Iron Maiden, e deu certo. Foram mortos treze frangos numa encruzilhada de São Vicente, litoral paulista, e acabou revertendo, ele saiu da banda. O problema que a gente não fez a segunda parte da macumba, então acabei não sendo o escolhido para ser o substituto de Bruce Dickinson. Eu fiquei entre os três finalistas”. Funéria retrucou com humor ácido: “O medalha de bronze”. Matos completou: “Bronze! Mas para Brasil bronze está mais do que bom”. Como dito anteriormente, Andre e Funérea brincaram com a história, e mostrou – mais uma vez – que o cantor era um cara leve e acessível para zoeira. Via: Rockbizz