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Johnny Marr lança “It’s Time”, single do novo álbum ‘The Age Of Everything’
Johnny Marr lança “It’s Time”, o novo single extraído de seu próximo álbum de estúdio, The Age Of Everything , que chega em 02 de outubro via BMG. “It’s Time” é um chamado às armas diante do cinismo e da corrupção, explodindo em um hino que captura a composição

Foo Fighters surpreende com uma das melhores turnês de sua carreira
O Foo Fighters vem recebendo elogios da imprensa internacional durante sua atual turnê pela América do Norte. Desde o início da série de shows, em Toronto, a banda tem sido destacada pela energia no palco, pelos repertórios extensos e pela conexão com os fãs. As apresentações tam

Lançamentos de rock e metal da semana: Ghost, The Warning, Turnstile, Amon Amarth e mais
Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do The Warning, Ghost, Mastodon, Exumer, Interpol, Turnstile e Kamelot, singles novos do Amon Amarth, Ministry e Moly Hatchet, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! EP Straight Against Fall – Echoes of ChaosPara quem gosta de: hardcore/metal DISCOS Ghost – 2 Big To Rig (Original Motion Picture Soundtrack)Para quem gosta de: hard rock/heavy metal The Warning – Everything’s FallingPara quem gosta de: hard rock moderno Interpol – This Mirror Weighs a TonPara quem gosta de: rock alternativo Turnstile – Never Enough: VersionsPara quem gosta de: punk/hardcore Mastodon – Morrow DeepPara quem gosta de: progressive metal/sludge Exumer – Death Mask MessiahPara quem gosta de: thrash metal Kamelot – Dark AsylumPara quem gosta de: power/symphonic metal LEIA TAMBÉM: Slipknot: O que aconteceu nos bastidores de ‘Iowa’ há 25 anos Via: WikiMetal

The Warning lança ‘Everything’s Falling’, seu quinto álbum de estúdio
The Warning, trio mexicano formado pelas irmãs Daniela, Paulina e Alejandra Villarreal, lançou nesta sexta-feiram 28, Everything’s Falling, seu aguardado quinto álbum de estúdio. O disco já está disponível nas plataformas digitais sob o selo Lava/Republic Records. O lançamento chega em um momento de ascensão para o grupo, que recentemente abriu shows do cantor YUNGBLUD na IDOLS World Tour, além de participar de festivais de renome e realizar shows como atração principal. “Everything’s Falling é um retrato do momento em que estamos em nossas vidas agora. Nós crescemos muito ao longo dos últimos anos, não apenas como musicistas, mas como pessoas. Este álbum reflete tudo o que vivenciamos, as lições que aprendemos e os desafios que superamos. Em sua essência, a obra fala sobre aceitar que a vida pode ser confusa e imprevisível. As coisas desmoronam, os planos mudam e, às vezes, você perde o equilíbrio. Porém, esses momentos podem te ensinar muito sobre si mesmo, e frequentemente são eles que te deixam mais forte no final”, comentou o trio [transcrição via Blabbermouth]. O The Warning já esteve no Brasil em duas ocasiões: a primeira em março de 2025, quando o trio fez sua estreia no país acompanhando a turnê do The Offspring — com datas em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre —, e a segunda exatamente um ano depois, para uma apresentação no Lollapalooza Brasil 2026. LEIA TAMBÉM: Amy Lee celebra união feminina dentro do metal: “Amo a irmandade” Via: WikiMetal

Nightwish anuncia álbum comemorativo ‘The Greatest 30 Years On Earth’
Os pioneiros do metal sinfônico, Nightwish, estão comemorando três décadas de magia musical. Para celebrar esse marco, a banda anuncia sua coletânea retrospectiva mais ambiciosa até hoje: The Greatest 30 Years On Earth, que será lançada no dia 11 de dezembro pela Nuclear Blast Records. Para dar aos fãs uma amostra imediata da força deste lançamento, a banda divulgou o clipe ao vivo da música “7 Days To The Wolves”, gravado em Amsterdã, em 2022. Este grandioso lançamento comemorativo chega como uma carta de amor aos fãs, capturando a magnitude da trajetória histórica da banda por meio de áudios raros, espetáculos visuais e um acesso aos bastidores nunca visto antes. The Greatest 30 Years On Earth reúne as experiências ao vivo mais emblemáticas da fase moderna do Nightwish. A coletânea traz registros em áudio e vídeo de dois momentos marcantes e contrastantes de suas turnês recentes: o grandioso show em uma arena lotada em Amsterdã (2022) e a emocionante e triunfante apresentação de “volta para casa” em Kitee (2023). Além dos shows tradicionais, o material resgata áudios exclusivos e muito aguardados gravados ao vivo em estúdio durante as históricas apresentações virtuais da banda, com toda a masterização assinada novamente pelo Finnvox Studios. Essa jornada sonora vem acompanhada de um acervo especial de fotografias que cobrem trinta anos de turnês, sessões de estúdio e momentos espontâneos. Um olhar íntimo sobre a mente por trás da banda Pela primeira vez, os fãs poderão acompanhar de perto a engrenagem criativa do Nightwish. O lançamento inclui um documentário inédito e profundamente revelador focado no fundador e principal compositor Tuomas Holopainen. O filme explora sua visão artística para as composições, a evolução do universo conceitual da banda e a filosofia pessoal que mantém o Nightwish na vanguarda do metal mundial há três décadas, com direção de Ville Lipiäinen. A banda comenta: “O turbilhão de 30 anos continua reunindo materiais de construção e curiosidades: novas entrevistas, documentários, músicas remixadas do ‘Islanders Arms’, fotos e, vocês estão prontos? filmagens de shows da turnê ‘Human :ll: Nature’, gravadas na Holanda e na Finlândia. Este é o Nightwish; The Greatest Years on Earth até agora!” LEIA TAMBÉM: Tarja Turunen afirma que nunca voltaria ao Nightwish: “Era muito triste” Via: WikiMetal

Slipknot: O que aconteceu nos bastidores de ‘Iowa’ há 25 anos
Lançado em 28 de agosto de 2001, Iowa completa 25 anos como um dos discos mais extremos da carreira do Slipknot. O segundo álbum da banda levou ao limite a sonoridade apresentada no trabalho de estreia e transformou o caos vivido pelos integrantes em música. Se no self-titled a banda entrou na moda do nu-metal com samplers e frases de rap-metal, com Iowa trouxeram uma sonoridade mais death metal, recheada de riff e blast beat. O sucesso do primeiro disco havia colocado o Slipknot no centro do metal mundial. A pressão, porém, não aproximou os nove integrantes. Pelo contrário, o período que antecedeu Iowa foi marcado por desgaste, excesso de festas, drogas, conflitos internos e problemas pessoais. Apesar do cenário conturbado, a banda decidiu seguir em frente. O resultado foi Iowa, disco que se tornou um marco na história do Slipknot e é lembrado até hoje pela intensidade sonora e pelo clima sombrio de suas composições. Slipknot quase chegou após IOWA Antes de lançar Iowa, o Slipknot esteve próximo de chegar ao fim. O produtor Ross Robinson, responsável pelo álbum, contou que a banda enfrentava uma crise interna quando iniciou o processo de gravação. Em uma entrevista inédita para a Metal Hammer, em setembro passado, Robinson disse que os integrantes já falavam abertamente sobre uma separação. Na época, alguns já dedicavam parte do tempo a projetos paralelos, como o Stone Sour, de Corey Taylor. “Recebi uma reclamação doPaul [Gray, baixista] ou talvez do Joey [Jordison, baterista] em algum momento antes de gravarmos, dizendo algo como: ‘A gente não está se entendendo. Vamos nos separar. Então, fui até eles. O Corey [Taylor, vocalista] me levou para conhecer algumas coisas do Stone Sour. Foi tipo: ‘Hum, isso é legal… mas não é Slipknot”, relembrou ele. Robinson explicou que o sucesso explosivo do álbum de estreia, lançado em 1999, mudou completamente a rotina dos músicos. A fama, a pressão da indústria e as mudanças na vida pessoal criaram um ambiente de tensão entre os integrantes. Em entrevista à Louder, Corey Taylor detalhou como estava o clima da banda na época do álbum: “Quase morremos. Foi nessa época que começamos a beber e usar drogas. Eu bebia como um peixe. Foi horrível, uma época assustadora para estar no Slipknot, porque ignorávamos para nada, e não no bom sentido. Não nos importávamos se as pessoas nos odiavam ou nos amavam. Estávamos cansados e nos odiávamos. Ninguém estava feliz; todos apontavam o dedo uns para os outros. Algumas pessoas começaram a ficar um pouco egocêntricas, e isso era realmente assustador. Eu achei que tinha acabado. Achei que o Iowa seria o último álbum. Para ser honesto, já tínhamos conversado sobre isso. Tínhamos conversado sobre fazer um álbum só e mandar todo mundo se foder, porque isso teria sido puro demais.” O processo de gravação conturbado As sessões aconteceram em Los Angeles, no Sound City Studios, e deram origem a faixas como “People = Shit”, “Left Behind” e “Iowa”. A tensão fazia parte do processo. Corey Taylor já descreveu aquele período como um dos momentos mais sombrios de sua vida. A faixa-título, “Iowa”, encerra o álbum com duração de 15 minutos, em um dos momentos mais perturbadores da carreira do Slipknot. Com uma atmosfera sufocante e tensão crescente, a música exigia de Corey Taylor uma entrega vocal à altura de sua intensidade. O vocalista, porém, teve dificuldade para encontrar o estado emocional necessário. A situação mudou durante as orientações do produtor Ross Robinson, que o levou a explorar sentimentos mais extremos e experiências pessoais para alcançar a interpretação que a música exigia. Durante a gravação da faixa-título, o vocalista chegou a se machucar de propósito e provocar vômitos para alcançar o estado emocional que considerava necessário para a performance. “Ele me disse: ‘Quero que você vá a algum lugar onde tenha medo de ir. Algo a que nunca se permitiu antes’. Então eu me despi, fui para a grande sala do Sound City Studios e fiz aquela música em duas tomadas”, revelou Corey [via Far Out Magazine]. A produção também não foi convencional. Robinson pressionava os músicos para buscar performances mais viscerais. Em 2009, Shawn Crahan disse à Rocksound sobre o clima da gravação na época: “Gravar Iowa foi um inferno. Eu queria me matar. Tinha drogas, mulheres, rock ‘n’ roll, toda aquela merda. As pessoas esperavam muito de nós naquela época. ‘People = Shit’ era a nossa maneira de dizer: ‘Vão se foder e nos deixem em paz”. Outras curiosidades sobre Iowa Antes de chegar às lojas, Iowa quase recebeu outro nome. O Slipknot chegou a considerar “Nine Men, One Mission” para batizar o segundo álbum, mas acabou escolhendo Iowa, em referência ao estado natal da banda. A faixa intro “(515)” também nasceu de um momento de forte impacto emocional. Durante as gravações, Sid Wilson recebeu a notícia da morte do avô. Ross Robinson então o levou ao estúdio e registrou sua reação diante da perda. Os gritos de Wilson foram incorporados à faixa e receberam efeitos de distorção e eco, criando a atmosfera perturbadora que inicia o álbum. O título “(515)” faz referência ao código de área de Des Moines, em Iowa, estado natal do Slipknot e elemento recorrente na identidade da banda. Outro episódio curioso envolve “The Heretic Anthem”. Antes do lançamento do disco, o Slipknot disponibilizou apenas 666 cópias da música, que ainda era chamada de “Heretic Song”. A quantidade fazia referência ao famoso verso “If you’re 555, then I’m 666”. O álbum também ultrapassou os limites do metal. “My Plague” ganhou uma nova versão para a trilha sonora de Resident Evil, filme de 2002. No mesmo ano, o Slipknot apareceu no cinema interpretando “I Am Hated” no remake de Rollerball.Entre as faixas, “Left Behind” teve um dos maiores impactos comerciais. Escolhida como primeiro single, a música recebeu uma indicação ao Grammy de Melhor Performance de Metal. O caos também atingiu quem estava atrás da mesa de produção. Ross Robinson sofreu uma fratura na coluna em um acidente de motocross durante as sessões, mas voltou ao estúdio e continuou trabalhando no álbum. A mixagem ficou novamente a cargo

O disco lançado pelo Iron Maiden nos anos 2000 que não teve turnê no Brasil
Lançado em 28 de agosto de 2006, A Matter of Life and Death, décimo quarto álbum de estúdio do Iron Maiden, certamente desponta como um dos trabalhos mais audaciosos de toda a discografia da Donzela de Ferro até hoje. No entanto, a consequente turnê desse disco foi a única do grupo durante a década de 2000 a não passar pelo Brasil. A banda ainda dividiu a opinião de seus fãs por decidir tocar o álbum na íntegra, deixando espaço para clássicos apenas no final do setlist. Iron Maiden vivia o segundo auge de sua carreira Naquela época, a banda vivia o segundo auge de sua carreira após os retornos de Bruce Dickinson e Adrian Smith, em 1999. A formação em sexteto modificou a identidade sonora do grupo e solidificou de vez o flerte de Steve Harris com composições mais épicas e progressivas Essa abordagem já vinha sendo explorada desde The X Factor (1995) e passou a ganhar ainda mais força em Brave New World (2000) e Dance of Death (2003). Obra densa e gravação como se a banda estivesse tocando ao vivo Muito antes de o disco, popularmente chamado de AMOLAD pelos fãs, ser lançado, o grupo britânico já havia abordado a temática guerra em seus álbuns e músicas, dentre as quais se destacam hits como “The Trooper”, “Aces High” e “2 Minutes to Midnight”, bem como faixas lado-b como “Sun and Steel” e “Afraid To Shoot Strangers”. Contudo, Steve Harris nunca tinha elaborado uma obra inteiramente dedicada ao tema. Em A Matter of Life and Death, as guerras não são citadas como um retrato de conquistas vitoriosas, mas sim exploram como religião, conflitos armados e existencialismo podem mudar o mundo negativamente. Faixas como “For the Greater Good of God” e “Brighter Than a Thousand Suns”, que aborda a criação da bomba atômica, questionam as contradições da humanidade e o peso de decisões que tiraram milhares de vidas ao longo dos séculos. Para seguir esse caminho, o grupo, juntamente ao produtor Kevin Shirley, optou por gravar as faixas praticamente ao vivo no estúdio, atendendo a um pedido de Steve Harris para que o álbum não passasse pelo tradicional processo de masterização, danda a sensação de que os seis integrantes estavam juntos no mesmo espaço. Fãs pediam para que banda tocasse “clássicos” na turnê Realizada em 2006, a A Matter of Life And Death Tour contou com uma decisão ousada e nunca feita pela banda até aquele momento: tocar o disco na íntegra. Isso significou que os fãs precisariam acompanhar 70 minutos de faixas inéditas, sobrando espaço apenas para cinco hits no final do setlist: “Fear of The Dark”, “Iron Maiden”, “2 Minutes To Midnight”, “The Evil That Men Do” e “Hallowed Be Thy Name”. A escolha, inevitavelmente, dividiu opiniões, pois enquanto uma parte dos fãs aplaudia a ousadia artística do sexteto de não viver apenas do passado, uma outra parcela reclamava da ausência das músicas que consagraram o grupo. Essa polarização ficou evidente no dia 12 de novembro daquele ano, durante uma apresentação em Nova York, quando um fã levou um cartaz com a mensagem “Toquem Clássicos!”. Ao ver o texto, Bruce Dickinson chamou o fã para perto do palco, pegou o cartaz, levantou para a plateia e o rasgou em quatro partes. Ausência do Iron Maiden no Brasil Mesmo com as críticas, a turnê foi um sucesso com diversos shows esgotados pela América do Norte, Ásia e Europa. No ano seguinte, em 2007, o grupo estendeu a turnê , que passou a ser apelidada de A Matter of the Beast, devido a celebração de 25 anos do álbum The Number of the Beast, cujo repertório mesclou cinco faixas do icônico disco de 1982 com outras cinco do álbum de 2006. Entretanto, foram anos amargos para os fãs brasileiros, pois ambas as turnês não contaram com datas na América do Sul, deixando o público sem a oportunidade de ouvir o álbum na íntegra ao vivo. O mais perto que os brasileiros chegaram de conferir algo relacionado ao disco aconteceu apenas em 2019, com a inclusão de “For The Greater Good Of God” na Legacy of The Beast Tour. Vinte anos após seu lançamento, A Matter of Life and Death passou a ser redescoberto pelos fãs do Iron Maiden, com muitos deles chegando a considerá-lo um disco mais completo do que vários dos clássicos que consagraram o grupo, devido ao seu peso lírico e sonoro. A decisão de tocar um álbum por completo certamente dividiu opiniões, mas, principalmente, serviu para mostrar que a banda não queria ficar presa ao seu passado, pois ainda tinha muito o que provar. LEIA TAMBÉM: “Lotam estádios pelo mundo todo”: Lady Gaga e sua paixão pelo Iron Maiden Via: WikiMetal

Roger Waters não nutre bons sentimentos pelo U2: “Tudo o que eles fizeram foi copiar o que eu vinha fazendo”
Roger Waters é um indivíduo que tem um certo magnetismo para confusões. O artista inglês está sempre se metendo em alguma treta por falas ofensivas a políticos e colegas de profissão. Ele já arrumou briga com a família Osbourne, David Gilmour (Pink Floyd), David Draiman (Disturbed), Thom Yorke (Radiohead), Phil Collins (Genesis), entre muitas outras pessoas. E quem engrossa esta lista é o frontman do U2, Bono. Waters não nutre bons sentimentos pelo irlandês, pois ele menosprezou seu álbum de estimação, The Wall. Em conversa com a Rolling Stone, Waters falou sobre o descaso pelo U2. “Eu me lembro de ser criticado pelo Bono na época em que fizemos The Wall. O U2 era uma banda muito jovem e eles ficavam dizendo [imitando um sotaque irlandês]: ‘Ah, não suportamos toda aquela bobagem teatral que o Pink Floyd faz. Nós apenas tocamos nossa música; as canções falam por si mesmas e blá, blá, blá’”. “Mas tudo o que eles fizeram pelo resto daquela maldita carreira foi copiar o que eu vinha fazendo e continuo fazendo. Então, boa sorte para eles, mas é uma tremenda besteira. Se você lidera, as pessoas seguem”, concluiu Roger. Claramente, a filosofia de Roger Waters é expressar sua opinião e doa a quem doer. Embora isso possa lhe trazer muitos prejuízos e inimizades, o britânico é um homem que apostaria que não dizer nada é uma atitude reservada a cordeiros mansos e dóceis, destinados inevitavelmente ao abate. E isso ele faz questão de frisar que não é o seu caso. Via: Rockbizz

Ignacia Fernández, vocalista do Decessus, canta death metal no Miss Mundo 2026
Ignacia Fernández, Miss Mundo Chile 2025, vocalista e fundadora da banda chilena de death metal progressivo Decessus, voltou a cantar uma música do estilo em um concurso de beleza. Desta vez, a apresentação aconteceu no Miss Mundo 2026, realizado na última terça-feira, 25, no Vietnã. A performance aconteceu no Khanh Hoa Children’s Cultural Palace, na cidade de Nha Trang, onde a também modelo cantou “The Hollow Descent”, faixa autoral de sua própria banda e lançada em 2025. Apesar do impacto causado entre os jurados e o público, Ignacia não conquistou o primeiro lugar, cuja vencedora foi a britânica Grace Richardson. “Um momento que jamais esquecerei. Poder levar o metal ao palco do Miss Mundo e compartilhar um pouco de quem sou por meio da música foi uma experiência incrível. O nível de talento foi realmente impressionante, e quero parabenizar a Inglaterra pela conquista do primeiro lugar! Obrigada a todos, à organização e às minhas companheiras aqui no MW que torceram por mim e tornaram este momento tão especial”, celebrou a cantora em suas redes sociais [transcrição via TMDQA!]. View this post on Instagram Cantora viralizou em 2025 com performance no Miss Mundo Chile Em 2025, a cantora já havia viralizado ao apresentar uma música da sua banda, com seu colega e guitarrista Carlos Palma, durante a semifinal do concurso. Na época, um dos jurados afirmou que nunca tinha visto nada parecido em um concurso de beleza. A cantora, de 28 anos, venceu outras 19 participantes, garantindo sua participação na competição deste ano. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Dolly Parton: Relembre 5 colaborações marcantes que cantora fez no rock Via: WikiMetal

Show de Elton John no Brasil em 1995 ganha sessão antes do Rock in Rio 2027
Às vésperas de seu aguardado retorno ao Brasil, Elton John convida os fãs brasileiros a revisitarem um momento marcante de sua história com o país. Na próxima segunda-feira, 31, às 20h, o icônico show de Elton John realizado no Rio de Janeiro em 1995 ganhará sessões especiais e gratuitas nos cinemas de São Paulo e Rio de Janeiro. Apresentado em versão remasterizada, o registro oferece aos fãs a oportunidade de reviver essa apresentação histórica nas telonas. As sessões acontecerão simultaneamente no Shopping Jardim Sul, em São Paulo, e no UCI New York City Center, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A entrada é gratuita, e os ingressos devem ser retirados por meio do site Rocket-club. Gravado em 25 de novembro de 1995, durante a Made in England Tour, o show reuniu aproximadamente 40 mil fãs no Estádio do Flamengo, no Rio de Janeiro, marcando uma das primeiras grandes apresentações de Elton no Brasil. O repertório percorre alguns dos momentos mais celebrados de sua carreira, com clássicos como “I’m Still Standing”, “Sacrifice”, “Daniel”, “Don’t Let the Sun Go Down on Me”, “Bennie and the Jets”, “Rocket Man”, “Can You Feel the Love Tonight” e “Your Song”, além de músicas do então recém-lançado álbum Made in England. Mais de três décadas depois, o show retorna às telonas em um momento especialmente significativo. Apenas uma semana após as sessões, em 7 de setembro, Elton John fará seu aguardado retorno aos palcos brasileiros como headliner do Palco Mundo do Rock in Rio 2026. Será sua única apresentação no Brasil e seu primeiro show no país desde 2017, marcando seu retorno após quase uma década. SERVIÇO – ELTON JOHN – LIVE IN RIO 1995 Data: Segunda-feira, 31 de agosto de 2026Horário: 20h RIO DE JANEIROUCI New York City CenterBarra da Tijuca SÃO PAULOShopping Jardim Sul Entrada gratuita, sujeita à disponibilidade de ingressos. Acesse: https://www.eltonjohn.com/rocket-club View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Rock In Rio 2026: Possível setlist do Dia do Rock com Foo Fighters, Rise Against e mais Via: WikiMetal

Polyphia revela detalhes do novo álbum Be Not Afraid
O Polyphia revelou detalhes de novo álbum de estúdio – o quinto de sua carreira – que se chamará Be Not Afraid. O álbum tem lançamento previsto para o dia 23 de outubro. O álbum teve uma prévia com o primeiro single, Can You Feel It?, lançado em junho. A faixa mostrou Tim Henson e sua banda criando um novo gênero ao explorar sonoridades mais pesadas e incorporar riffs com pegada rave em guitarras de oito cordas. O segundo single de Be Not Afraid, Power In The Blood, saiu agora, juntamente com a notícia de que a banda adiará as datas de sua turnê pela América do Norte de 2026 para o início de 2027. “Na produção deste disco, mergulhamos em caminhos bastante sombrios”, contou Henson. “Deparávamos constantemente com coisas tão depravadas que soavam insanas quando ditas em voz alta. Então, algumas das próprias coisas sobre as quais vínhamos conversando começaram a aparecer em documentos divulgados ao público”. “Você pode ler essas coisas e sentir nojo, desânimo e uma sensação de total impotência. Be Not Afraid é a nossa resposta a isso. Em vez de deixar que a feiura do mundo nos paralisasse, dedicamos tudo o que tínhamos para criar algo belo. Não tivemos receio de que algo fosse diferente demais ou de que as pessoas não fossem entender. Seguimos o que nos empolgava e fizemos o que acredito ser o nosso melhor álbum até hoje”, completou o músico. Via: Rockbizz

Corey Taylor, Geezer Butler e Matt Sorum tocam “War Pigs” em show especial
Corey Taylor, Geezer Butler, Nuno Bettencourt e Matt Sorum se reuniram para uma versão especial de “War Pigs”, clássico do Black Sabbath. A performance aconteceu em 02 de março de 2026, durante a primeira edição do Palm Springs Sound & Vision Awards, no histórico Plaza Theatre, na Califórnia. Além de “War Pigs”, o projeto também registrou uma apresentação de “Shooting Star”. As duas performances farão parte do filme-concerto Sound & Vision Live. O evento celebrou dois nomes importantes da história do rock: Geezer Butler, baixista e fundador do Black Sabbath, e Paul Rodgers, vocalista do Free e Bad Company. Para a apresentação de “War Pigs”, Butler assumiu o baixo ao lado de Corey Taylor nos vocais. Nuno Bettencourt ficou responsável pela guitarra, enquanto Matt Sorum tocou bateria. O encontro reuniu músicos de diferentes gerações em torno de um dos maiores clássicos do heavy metal. A gravação também mostra imagens dos bastidores, incluindo o ensaio e a passagem de som no Plaza Theatre. Sound & Vision Live terá filme e vinil As apresentações integram o projeto Sound & Vision Live, que ganhará uma edição limitada a 2000 cópias em vinil duplo. O álbum foi produzido por Matt Sorum e terá outros músicos convidados, como Lzzy Hale, Glenn Hughes, Charlie Starr, Phil X, Robert DeLeo, Steve Stevens e mais. O lançamento também terá ligação com uma iniciativa de educação musical. Parte do projeto apoia a Adopt The Arts Foundation, organização que trabalha com programas de música para crianças. A celebração de lançamento está marcada para 13 de setembro, novamente no Plaza Theatre, em Palm Springs. A programação terá duas exibições do filme-concerto. Mais informações sobre a edição a em vinil duplo podem ser vistas no site Experience Vinyl. LEIA TAMBÉM: Tom Morello, Steven Tyler e Nuno Bettencourt choraram no último ensaio do Black Sabbath Via: WikiMetal

Gene Simmons acha que uma boa surra teria colocado Axl Rose nos eixos e o Guns N’ Roses teria sido a melhor banda do mundo
Gene Simmons, um dos sócios fundadores do KISS, não é do tipo de pessoa que segura a língua! E como é bem longa, o músico parece não conseguir segurar dentro da boca, com isso ele cospe cobras e lagartos sem nenhuma cerimônia. E chegou a sobrar até para Axl Rose, vocalista e dono do Guns N’ Roses. Segundo Simmons, Rose é o culpado por o GNR não ter alcançado todo o seu potencial. O linguarudo ainda apontou que umas boas palmadas teriam colocado o rock star nos eixos. “O Guns N’ Roses poderia ter sido a melhor banda do mundo”, disse Gene em conversa com o portal Music-news.com. “E a razão de não terem sido é o Axl Rose. Drogas, heroína, álcool e tudo mais, mas, no fim das contas, a responsabilidade recai sobre os ombros de Axl Rose”. “Simmons acrescentou: “Uma boa surra teria ajudado. Quando você se comportava mal quando criança, havia alguém ali para lhe dar uma lição. Aí, quando você vira adulto, quem está lá para colocá-lo na linha?” Ame ou odeie! O fato é que o Guns n’ Roses é uma das maiores bandas de rock de todos os tempos! Com um repertório único, o grupo já bateu a marca de 100 milhões de álbuns vendidos em todo planeta e já ascendeu ao primeiro lugar da concorrida Billboard 200. E muito deste imenso sucesso se deve a Axl Rose. A união de sua singular voz, comportamento no melhor – ou pior – estilo bad boy, carisma e beleza transformaram o cantor em um dos maiores ícones da história do rock. Via: Rockbizz

Maynard James Keenan, vocalista do TOOL, passa por cirurgia no quadril
Maynard James Keenan, vocalista das bandas TOOL, A Perfect Circle e Puscifer, revelou na última quarta-feira, 26, que passou por uma cirurgia de substituição de quadril. Em postagem feita nas redes sociais, o músico de 62 anos afirmou ter se queixado de dores no dia 3 de julho, em Luxemburgo, durante a turnê europeia do A Perfect Circle. “Quando fui fazer meu treino matinal e caminhada, meu quadril esquerdo disse não. Do nada, simplesmente decidiu parar de funcionar”, contou o músico, que precisou de uma bengala para conseguir completar o restante das datas no continente. Após voltar da turnê, o cantor sentiu a necessidade de procurar médicos para saber se o problema se tratava apenas de uma entorse, ou se seria necessária uma intervenção cirúrgica, dada a sua extensa agenda para o segundo semestre de 2026. Somando suas três bandas, Maynard James Keenan realizará cerca de 27 shows em 18 países diferentes, incluindo o Brasil, entre os meses de setembro e dezembro. “As pessoas compraram ingressos, reservaram viagens e hospedagens, e a maioria dessas coisas provavelmente não é reembolsável. Tiro o chapéu para a equipe médica em Los Angeles. Levando a recuperação em consideração, meu prazo limite para fazer uma substituição de quadril seria dia 1º de setembro. Esses magos alinharam suas varinhas e me encaixaram no dia 26 de agosto”, comentou [transcrição via Loudwire]. Em 2015, o músico já havia passado por uma cirurgia de substituição do quadril direito. Na época, ele culpou o desgaste físico causado por anos “batendo o pé” durante suas performances. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Wikimetal Recomenda: A Perfect Circle e Puscifer no Brasil em novembro Via: WikiMetal

Kamelot lança o clipe de Sanctuary com participação da modelo Ignacia Fernández
O Kamelot lançou o clipe de Sanctuary com participação da modelo Ignacia Fernández. Além da cantora chilena, o som, bem como o seu audiovisual, possui a participação de Clémentine Delauney, frontwoman do austríaco Visions of Atlantis. Veja: Dark Asylum, que vai sair em 28 de agosto via Napalm Records, teve a produção de Sascha Paeth (Avantasia, Shaman, Angra, Epica, Edguy e mais) e a mixagem e masterização de Jacob Hansen (Amaranthe, Volbeat, Epica, Primal Fear e Evergrey). Dark Asylum contará com muitas participações especiais como Tobias Sammet (Avantasia, Edguy), Lea-Sophie Fischer (Eluveitie), Clémentine Delauney (Visions Of Atlantis), Ignacia Fernández (Decessus), Sara Leupold e Billy King. Track listing de Dark Asylum: 01. Sanctorium02. Ashen World (com Ignacia Fernández)03. Dark Asylum04. Sanctuary (com Clémentine Delauney & Ignacia Fernández)05. Nocte Veritas06. One Last Masquerade (com Tobias Sammet)07. Ivy, My Dear08. Godlike Alchemy09. The Sleeping Mind (Orphic Paradigm)10. Kaleidoscope11. Enigma (Think Of Me)12. Cassandra’s Disease13. Beneath the Moon (Tunglið) (com Rannveig Sif Sigurðardóttir, Sólveig Sara Leupold, Lea-Sophie Fischer)14. The Puppet King15. Sanctum Requiem Via: Rockbizz

Filme sobre Ozzy Osbourne dará aos fãs “o que eles querem” diz Jack Osbourne
Jack Osbourne deu novos detalhes sobre a aguardada cinebiografia de seu pai, Ozzy Osbourne, que deverá chegar aos cinemas em 2028. Segundo ele, que também atua como produtor no projeto, a obra dará aos fãs do saudoso Madman “tudo o que eles querem”. Em entrevista ao E! News, Jack revelou que o roteiro do filme está 100% finalizado e que a equipe busca um diretor para o projeto, além de já existir uma definição de quem será o ator que interpretará o Príncipe das Trevas no filme, mas afirmou não poder dizer o nome. “Estamos atualmente buscando diretores. O projeto está a todo vapor […] Não tenho permissão para dizer, mas conversas já aconteceram. Se tudo der certo, vai ser incrível”, contou [transcrição via Rolling Stone]. Na conversa, Jack ainda respondeu sobre o tom que será abordado pela cinebiografia e, segundo ele, o filme passará longe de ser uma produção “artística e esotérica” sobre Ozzy Osbourne. Em sua visão, as músicas escritas por seu pai não foram feitas para a família, mas sim para seus fãs. “Eu sempre digo nas reuniões com a Sony: ‘Temos que dar aos fãs o que eles querem. Não podemos fazer uma cinebiografia artística e esotérica. [..] Não vamos fazer isso por vários motivos, mas principalmente porque não é o que os fãs querem. É para eles que o meu pai escreveu músicas. Para isso que ele fez turnês. É por isso que fizemos os shows que fizemos”, completou. As Ozzy Osbourne's biopic comes together a year after his death, his son Jack Osbourne exclusively told E! News the film's latest updates while celebrating the recent launch of streaming platform Spark. pic.twitter.com/qOy3wAXUH3 — E! News (@enews) August 26, 2026 LEIA TAMBÉM: Kelly Osbourne critica Dee Snider por minimizar legado de Ozzy: “Deselegante” Via: WikiMetal

Tobias Forge explica pausa do Ghost: “Serve como um ótimo final”
Tobias Forge não pretende voltar imediatamente ao estúdio para preparar um novo álbum do Ghost. O vocalista e líder da banda explicou que prefere aproveitar a pausa após o ciclo de Skeletá antes de decidir os próximos passos. Em entrevista à revista Kerrang!, Forge afirmou que está “exausto” após concluir Skeletour em fevereiro de 2026, comparando o ciclo a uma casamento. “É praticamente o mais próximo que se pode chegar de um casamento de verdade. Quando você termina com o grande casamento, não vai se casar de novo imediatamente depois. Não quero chamar de fechamento de ciclo, mas serve como um ótimo final. Eu penso: Se for isso, estou muito satisfeito. Este é um repertório incrível, uma banda incrível, eles soam fenomenais. Conseguimos fazer esse show incrível na maioria das noites, e eu não poderia estar mais feliz.” “Há muita gente dependendo de você, sem falar de todas essas pessoas comprando ingressos. Durante a maior parte da minha carreira, isso me motivou muito, de uma forma positiva. Mas agora, sem uma direção clara para onde ir, não quero carregar essa responsabilidade. Consigo lidar com isso quando estou na estrada, mas quando não estou, é muito cansativo”, explicou ele. Tobias não quer criar um disco só para manter a sequência A decisão acompanha uma mudança no ritmo adotado por Forge nos últimos anos. Desde o início da carreira do Ghost, o músico passou por ciclos sucessivos de gravações, lançamentos e turnês e afirmou que não quer criar um disco apenas para manter a sequência de lançamentos. “Tudo estava ótimo até o momento em que eu estava meio que encarando o fim de uma turnê e, pela primeira vez na nossa carreira, sem saber o que fazer em seguida. E essa foi a carta na manga, que significa: eu não vou simplesmente voltar para fazer um álbum ou me forçar a fazer um álbum sem motivo. Eu preciso querer fazer um disco. Eu preciso ter algo a dizer.” “Todos os outros álbuns foram muito inspirados e havia um pensamento claro, um propósito”, explicou ele. “E isso foi completamente gerado pela minha paixão em fazer isso — nunca foi para cumprir um contrato ou algo do tipo. Não foi nada disso. E desta vez foi simplesmente tipo, ‘Eu não tenho uma ideia’. Eu só quero fazer outras coisas e isso não significa nada além disso, mas também significa que, não, não temos nada planejado, e sim, é apenas um hiato normal”, concluiu Tobias. Atualmente, o O Ghost acabou de lançar 2 Big To Rig, filme que registrou a Skeletour World Tour e mostra apresentações ao vivo, bastidores e momentos inéditos da nova fase do grupo. Gravado durante os dois shows com ingressos esgotados no Palacio de los Deportes, na Cidade do México, em setembro passado, o filme estreou no cinemas em todo o mundo na última quarta-feira, 26. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Tobias Forge, do Ghost, participará do novo filme ‘V/H/S Mixtape’ Via: WikiMetal

Dave Grohl elege música do Foo Fighters que representa os fãs brasileiros
Dave Grohl revelou qual música do Foo Fighters mais representa a relação da banda com os fãs brasileiros. Antes de retornar ao país para o Rock in Rio 2026, o vocalista escolheu “Best of You” como a faixa que dedicaria especialmente ao público daqui. A música faz parte de In Your Honor, quinto álbum de estúdio do Foo Fighters, lançado em 2005. A faixa se tornou um dos grandes clássicos da banda e costuma provocar uma forte resposta das plateias durante os shows. Por meio de um vídeo publicado nas redes sociais do festival, o músico foi desafiado a escolher apenas uma música que ele gostaria de ouvir sendo cantada por 100 mil pessoas e, desta vez, ele não conseguiu escolher apenas uma e respondeu: “todas elas”. Em seguida, Dave Grohl explicou que existe uma música que representa a energia de um evento como o Rock in Rio. “Provavelmente ‘Everlong’, porque é uma música romântica e todo mundo canta em uníssono em um grande coro, e esse é o tipo de sentimento que você quer ter quando está assistindo a um show ao vivo. Você fica: ‘Tem alguma outra coisa no mundo tão maravilhosa quanto isso?’ Então eu acho que diria ‘Everlong”, disse ele [transcrição via TMDQA!]. O Foo Fighters se apresenta no Rock in Rio na próxima semana, na sexta-feira, 04 de setembro. No mesmo dia se apresentam no Palco Supernova Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz (tributo à fase roqueira de Gilberto Gil) e Chady. Já no Global Village, as atrações são Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes. Completam o line-up Foo Fighters, The Hives, Rise Against e Nova Twins no Palco Mundo. No Palco Sunset, as atrações são Capital Inicial, Hot Milk, Detonautas e Di Ferreiro. Foo Fighters retorna ao Brasil em fevereiro de 2027 Foo Fighters também anunciou o retorno ao Brasil para dois shows como parte da Take Cover Tour 2027. As apresentações acontecem em fevereiro, com passagens por Belo Horizonte e São Paulo. Os ingressos já estão à venda por meio do site da Ticketmaster e na bilheteria oficial. O primeiro show será em 18 de fevereiro, na Arena MRV, em Belo Horizonte. Dois dias depois, em 20 de fevereiro, Dave Grohl e companhia chegam ao Estádio MorumBIS, em São Paulo. A nova passagem pelo Brasil terá Karen Dió e Deb and The Mentals como atrações convidadas. A formação atual da banda inclui Dave Grohl, o baixista Nate Mendel, os guitarristas Chris Shiflett e Pat Smear, o tecladista Rami Jaffee e o novo baterista Ilan Rubin, que entrou em 2025 após a saída de Josh Freese. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Rock In Rio 2026: Possível setlist do Dia do Rock com Foo Fighters, Rise Against e mais Via: WikiMetal

Ignacia Fernández apresenta música de sua banda de death metal em competição de talentos do Miss Mundo 2026
Ignacia Fernández apresentou música de sua banda de death metal em competição de talentos do Miss Mundo 2026. A modelo de 28 anos, que é a vocalista da Decessus, apresentou a música autoral The Hollow Descent no evento que aconteceu na última terça-feira (25 de agosto), no Centro de Cultura Infantil de Nha Trang, no Vietnã. Ela, no entanto, não venceu a competição de talentos. Quem levou a melhor foi Grace Richardson, que fez história ao se tornar a primeira representante da Inglaterra a vencer uma das provas classificatórias do Miss World. “Um momento que jamais esquecerei”, escreveu Ignacia em sua conta pessoal no Instagram. “Poder levar o metal ao palco do Miss Mundo e compartilhar uma parte de quem sou por meio da música foi uma experiência incrível”. “Todas as participantes da competição de talentos foram extraordinárias e únicas”, ressaltou Fernández. “O nível de talento foi realmente incrível, e quero parabenizar a Inglaterra por conquistar o primeiro lugar”. A modelo é a frontwoman da Decessus, banda de death metal que iniciou os trabalhos em 2020. Mesmo com pouco tempo de vida, a banda já abriu shows para nomes internacionais como Insomnium, Jinjer e Epica. E mais, eles já fizeram shows na Finlândia e Alemanha. Via: Rockbizz

Axl Rose lamenta a morte de seu gato Whiskey Maranello Rose: “Um filho, irmão e amigo”
O frontman e líder do Guns N’ Roses, Axl Rose lamentou a morte de seu gato Whiskey Maranello Rose, que faleceu na última terça (25 de agosto) aos 16 anos, segundo publicação nas redes sociais do roqueiro. O artista compartilhou uma foto de Whiskey e outra de seus gatos tigrados juntos, com a legenda: “Whiskey Maranello (O Verdadeiro) Rose. 10 de fevereiro de 2010 – 25 de agosto de 2026. Um filho, um irmão, um amigo”. Não está claro se o outro gato na foto com Whiskey é Dijon, o gato tigrado de Rose que ainda está vivo, ou o falecido Dexter “Dexy” Maranello Rose, que morreu em 2021, aos 14 anos. Veja a publicação do cantor abaixo: WHISKEY MARANELLO (The Real McCoy) ROSE February 10th 2010 – August 25th 2026 A son, a brother, a friend. pic.twitter.com/AXtfhEUPgu — Axl Rose (@axlrose) August 26, 2026 Tudo indica que Dijon é agora o único bichano do vocalista. O gatinho completou 21 anos em 04 de julho. Em 2025, Rose fez uma menção especial ao animal durante show do Guns N’ Roses. Ele enalteceu o fato do pet ter chegado à marca dos “20 anos”. “E vamos torcer para que ele não esteja batendo à porta tão cedo”, acrescentou o cantor, enquanto a banda começava a tocar sua versão de Knockin’ on Heaven’s Door, cover de Bob Dylan. Via: Rockbizz

Hatebreed divulga a faixa-título do próximo álbum Fatal Paradox
O Hatebreed divulgou a faixa-título do próximo álbum Fatal Paradox. O disco, que vai sair em 6 de novembro pelos selos BLKIIBLK e Frontiers Label Group, teve a colaboração de Chris “Zeuss” Harris, profissional que já trabalhou com nomes como Rob Zombie e Accept. Sem medir esforços e sem fazer prisioneiros, Fatal Paradox mostra a força avassaladora vinda de Connecticut, EUA, operando em potência máxima, golpeando os ouvintes com uma mistura brutal de breakdowns, d-beats e ataques caóticos e coletivos. Seja na sonoridade thrash de Kill Count Increase ou Total Invincible, ou na excelência do hardcore de primeira linha em The Carrion Choir e Truth Is A Lion, a fúria permanece como a faísca capaz de explodir o barril de pólvora em gloriosos lampejos de violência. O trabalho possui a participação especial de John Tardy, frontman do peso-pesado Obituary, no som Sacrifice Season. Além do cantor Jamey Jasta, o conjunto conta com os trabalhos de Wayne Lozinak (guitarra), Frank Novinec (guitarra), Matt Byrne (bateria) e Carl Schwartz (baixo). Track listing de Fatal Paradox: 01. Kill Count Increase02. The Carrion Choir03. Decisions Become Destinies04. Total Invincible05. Fatal Paradox06. Still A Threat07. Sacrifice Season (com John Tardy)08. Truth Is A Lion09. Make The Demons Obey10. None Left To Save11. Poison Planet Via: Rockbizz

Dee Snider quebra o ombro jogando basquete: “Preciso fazer uma cirurgia”
Dee Snider sofreu uma fratura no ombro direito enquanto jogava basquete com os filhos. O músico contou que ficará com o braço imobilizado por cerca de oito semanas. Por meio de um vídeo postado nas redes sociais nesta quarta-feira, 26, o músico, de 71 anos, informou que a lesão aconteceu durante uma partida em família. “Quero atualizar vocês sobre algumas coisas que estão acontecendo comigo, em particular sobre meu ombro quebrado”, disse ele. Ele continuou: “Então, um conselho para os sábios. Pais e mães com filhos, quando eles são pequenos e brincamos com eles, tendemos a dominá-los. […] Estávamos jogando basquete na quadra e eu levei uma pancada, fui derrubado e caí com tudo. Machuquei todo o lado direito. Juro que pelo canto do olho vi um dos meus filhos comemorando com uma dancinha da vitória. Quebrei o ombro, fraturei o osso do ombro” Apesar do susto, Snider manteve o bom humor ao comentar o período de recuperação. “A coisa mais difícil da fratura, além do desconforto, da dor e do incômodo de usar a tipoia, é dormir […] Vou ficar com o braço imobilizado por cerca de oito semanas. Depois, tem a fisioterapia e tudo mais. E depois disso, preciso fazer uma cirurgia. Vão colocar uma prótese. É um saco, e esse é um dos motivos pelos quais estou fazendo isso, porque digitar nas redes sociais ficou muito difícil. Então, decidi fazer também alguns conteúdos em áudio. É tudo o que tenho a dizer sobre isso. Não chorem por mim, Argentina. Tirando isso, estou ótimo, considerando tudo, e é só uma baita dor de cabeça, ou melhor, uma dor no ombro.” Em fevereiro passado, Snider anunciou sua saída do Twisted Sister. A banda faria uma turnê de reunião para celebrar cinco décadas de carreira, mas os problemas de saúde do cantor impediram isso. Dias depois, o grupo anunciou Sebastian Bach como seu novo vocalista para shows. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Sebastian Bach defende entrada no Twisted Sister: “Nós nem tocamos ainda” Via: WikiMetal

Rock In Rio 2026: Possível setlist do Dia do Rock com Foo Fighters, Rise Against e mais
A Cidade do Rock está cada vez mais perto da aguardada abertura de portões, e o público já pode começar a planejar cada momento da experiência no Rock in Rio 2026. O festival ocorrerá nos dias acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico. Os ingressos estão disponíveis através do site da Ticketmaster. Para a edição de 2026, o Rock in Rio voltou a oferecer duas opções de dia para os fãs de rock e metal. No Dia do Rock, 04 de setembro, se apresentam no Palco Supernova Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz (tributo à fase roqueira de Gilberto Gil) e Chady. Já no Global Village, as atrações são Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes. Completam o line-up Foo Fighters, The Hives, Rise Against e Nova Twins no Palco Mundo. No Palco Sunset, as atrações são Capital Inicial, Hot Milk, Detonautas e Di Ferreiro. Confira abaixo os horários e possível setlist dos principais shows do Dia do Rock. Clique aqui para conferir a programação das demais datas e mais informações gerais. Nova Twins – 16h40 Antagonist Cleopatra N.O.V.A Choose Your Fighter Monsters Glory The Hives – 19h Enough Is Enough Main Offender Hooray Hooray Hooray Rigor Mortis Radio Paint a Picture Bogus Operandi Hate to Say I Told You So O.C.D.O.D. Countdown to Shutdown Come On! Tick Tick Boom Legalize Living Walk Idiot Walk The Hives Forever Forever Rise Against – 21h20 Re-Education (Through Labor) Under the Knife Ready to Fall Give It All Nod Satellite The Good Left Undone Prayer of the Refugee Swing Life Away Chamber the Cartridge Savior Foo Fighters – 0h05 Times Like These All My Life The Pretender Walk A320 My Hero Learn to Fly The Sky Is a Neighborhood Run I Should Have Known Razor Aurora ( Dedicada a Taylor Hawkins) Best of You Home Everlong View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Festival C6 no Rock celebra história do rock nacional e revisita clássicos dos anos 80 Via: WikiMetal

Nightwish já possui seis músicas para novo álbum, afirma Tuomas Holopainen
Tuomas Holopainen, tecladista e fundador do Nightwish, revelou que já possui seis músicas escritas para o novo álbum da banda, que ainda não possui previsão de lançamento. Em entrevista à Metal Hammer, Tuomas afirmou estar “mais inspirado do que nunca” e que ao sentar em frente a seu piano, se surpreende com as ideias que surgem. Segundo ele, os fãs deverão aguardar para ouvir o novo trabalho, classificado por ele como “empolgante”. “Me sinto mais inspirado do que nunca — a prova disso é que já tenho seis novas músicas do Nightwish prontas. Toda vez que sento em frente ao meu teclado, eu fico tipo: ‘Ah, sim, isso é ótimo! Apenas esperem até todo mundo ouvir isso’. É empolgante”, contou [transcrição via Blabbermouth]. Retorno do Nightwish aos palcos deverá acontecer apenas em 2028 Na mesma conversa, Tuomas respondeu sobre uma possível volta do Nightwish aos palcos, uma vez que o grupo está em hiato de turnês desde 2023. Segundo o tecladista, a banda deverá voltar a se apresentar apenas em 2028, pois seu desejo é de primeiro lançar um disco antes de sair em turnê, mas que para 2027, o sexteto já possui “coisas reservadas”. “O ano que vem é muito cedo para voltarmos em turnê. No ano seguinte, possivelmente? Eu quero fazer outro álbum antes de quaisquer shows ao vivo, e isso definitivamente vai acontecer. Já reservamos coisas para isso no ano que vem”, completou. LEIA TAMBÉM: Floor Jansen afirma que Nighwish segue em pausa: “Não há nada planejado” Via: WikiMetal