Entrevistas

David Ellefson manda Dave Mustaine “se ferrar” após comentário
David Ellefson, ex-baixista do Megadeth, criticou publicamente o líder da banda, Dave Mustaine, após declarações recentes envolvendo o passado de integrantes do grupo. Durante entrevista no podcast Quemar Un Patrullero, o baixista reagiu às falas de Mustaine, que em dezembro, em entrevista ao Trunk Nation With Eddie Trunk, disse que não acredita ser possível reunir ex-membros devido ao comportamento passado de um dos ex-integrantes da banda. “Terminar da forma como terminou, e então [Mustaine] dizer recentemente: ‘Ah, por causa do que uma pessoa fez, eu não posso trazer ninguém de volta’. Sabe de uma coisa? Vai se foder. Simplesmente vai se foder”, disse Elefson [Transcrição via Blabbermouth]. O baixista continuou: “Quem é essa pessoa? Não fui eu, porque eu não fiz nada que me impedisse de voltar. Nada mesmo. E essa coisa de desviar o assunto, de tentar se colocar em uma posição de superioridade moral, me poupe. Sério? Olha, eu tive estrelas do rock muito maiores que o Dave vindo ao meu lado e me ajudando, me apoiando, dizendo: ‘Cara, me avisa se precisar de alguma coisa. Isso é muita sacanagem’. É sacanagem a forma como me trataram, sendo descartado. As pessoas dizendo: ‘Estou muito decepcionado que eles escolheram os negócios em vez da irmandade’, porque no fim das contas, a irmandade sempre vai durar além dos negócios de ter uma banda de rock — especialmente algo que começamos e construímos juntos”. Ellefson acrescentou: “Em certo nível, eu poderia ligar para um advogado, poderia entrar com um processo por difamação, e tenho todo o direito de fazer isso — acredite em mim. Mas, ao mesmo tempo, existem duas maneiras de vencer no cabo de guerra. Ou eu te puxo para o outro lado da linha ou eu simplesmente solto a corda e deixo você cair de bunda. E foi isso que eu escolhi fazer — soltar a corda. Soltar a pedra”. A demissão de David Ellefson Embora Mustaine não tenha nomeado diretamente a pessoa a quem se referia, muitos apontam o ex-baixista David Ellefson, demitido em 2021 após a divulgação de um vídeo íntimo considerado escandaloso. Esse episódio abalou sua relação com a banda, o que dá sentido à declaração de Dave sobre “comportamento no passado”. Enquanto isso, Ellefson expressou em outras entrevistas o desejo de participar da turnê final do Megadeth, caso fosse convidado. Durante a entrevista, David Ellefson também comentou sua saída. Na época, o músico negou acusações de que teria aliciado uma fã menor de idade e registrou um boletim de ocorrência no Arizona, alegando que imagens íntimas suas haviam sido divulgadas sem consentimento. Segundo Ellefson, ele manteve conversas de conteúdo sexual com uma mulher holandesa que tinha 19 anos quando ocorreu o primeiro encontro virtual, mas afirmou que os vídeos de masturbação online foram gravados e compartilhados por ela sem sua autorização. Após a repercussão do caso na internet, o Megadeth informou em maio de 2021 a demissão, decisão confirmada poucos dias depois. “[O pessoal do Megadeth ] me ligou para me demitir. E eu disse a eles: ‘Pessoal, não tem nada aqui. Não há motivo para me dispensarem. Isso tudo é besteira na internet. É só isso. Nada demais. E vou manter essa posição até o fim’, e mantive”, disse ele. O baixista afirmou que contestou a demissão, dizendo à banda que não havia motivo para seu afastamento. Ele também criticou a forma como o caso se espalhou nas redes sociais, afirmando que as acusações prejudicaram sua reputação e carreira. LEIA TAMBÉM: David Ellefson avalia álbum final do Megadeth: “É um disco solo do Dave” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Joey Cassata explica convite para ser baterista do Twisted Sister
Joey Cassata revelou como foi o processo para tocar com o Twisted Sister nas apresentações programadas. Joey assumirá a bateria nas próximas apresentações, substituindo Joe “Seven” Franco, que havia sido inicialmente anunciado para o posto. Em entrevista no podcast Podcast Rock City, o músico contou que a oportunidade surgiu após anos de proximidade com o universo da banda — algo que começou ainda na infância, quando ele se tornou fã do grupo. “Para dar um pouco de contexto antes de explicar como tudo aconteceu, conheço o pessoal do Twisted Sister há muito tempo. Para começar, vamos voltar ainda mais no tempo. Sou um fã alucinado desde os meus sete ou oito anos de idade. Lembro de ter visto o clipe de ‘You Can’t Stop Rock ‘N’ Roll’ e lembro de ter visto aquilo e me apaixonado por eles. Sempre os amei”. Desde então, ele acompanhou a carreira da banda de perto e acabou se aproximando de pessoas ligadas ao grupo ao longo do tempo, criando conexões dentro do chamado “camp” do Twisted Sister. “Tive a oportunidade de tocar com eles. E fizemos mais alguns shows com eles, abrindo para a turnê de Natal deles em 2007 e 2008. Então, temos estado nessa de ir e vir no universo do Twisted. […] Então, avançando um pouco, recebi uma ligação no início de janeiro do empresário deles, Danny [Stanton]. Acho que foi um ou dois dias depois que Peter [Criss, baterista original do KISS] esteve na nossa casa. Eu sei que Danny adora o KISS. E eu pensei que ele só estava me ligando para falar sobre a vinda do Peter”, disse Joey. O convite para entrar no Twisted Sister Cassata, que também tocou no álbum 10,000 Volts do guitarrista Ace Frehley, foi convidado para integrar a formação que contará com Sebastian Bach nos vocais em alguns shows. “E ele disse, Twisted. E eu pensei, ‘Espera aí’. ‘Bem, primeiro de tudo, meu Deus. Claro. Estou lisonjeado e honrado por você ter me perguntado isso. O quê, você está falando sério?. O Joe Franco, que eles tinham contratado para fazer a turnê com eles, não pôde participar por alguns problemas de saúde — coisas bem pequenas, mas ele simplesmente não pôde fazer a turnê com eles. E o Joe disse para o Danny: ‘Ei, que tal o Joey?” Todos eles me conheciam. Então, acabou sendo fácil me chamar, porque eu já conhecia todos aqueles caras. Eles me conhecem, conhecem meu estilo de tocar, conhecem minha personalidade. Então, é claro que aceitei na hora.”, confessou Joey Cassata. A mudança ocorre em um momento de reorganização para a banda, que havia planejado uma turnê comemorativa de 50 anos desde sua formação, cancelado em janeiro. Atualmente, apenas os guitarristas Jay Jay French e Eddie Ojeda permanecem como membros clássicos confirmados para os shows. Sebastian Bach, ex-vocalista do Skid Row, assumirá os vocais em uma série de apresentações. Até agora, a única data confirmada no anúncio oficial é a apresentação no Alaska State Fair em 04 de setembro. A banda irá divulgar mais shows nas próximas semanas. LEIA TAMBÉM: Sebastian Bach tem “bênção total” de Dee Snider para liderar Twisted Sister Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Korn no Brasil: Conheça as bandas que abrirão show único em São Paulo
Korn vem ao Brasil com um show único na cidade de São Paulo, no Allianz Parque, dia 16 de maio. Ainda há ingressos à venda por meio da plataforma Eventim e na bilheteria oficial do Allianz Parque. Saiba mais informações sobre regras do Pacote Vip e Hot Seat no site da Eventim. Para abertura, as bandas convidadas são Spiritbox e Seven Hours After Violet. Dois nomes do metal moderno que o Wikimetal apresenta nesta matéria. Confira abaixo: Spiritbox: Revelação do metal com vocais agressivos de Courtney LaPlante A banda canadense surgiu em 2016 e rapidamente se consolidou como um dos nomes mais inovadores do metal moderno. Liderado pela vocalista Courtney LaPlante e pelo guitarrista Mike Stringer, o grupo ganhou destaque inicialmente com singles que circularam com força nas plataformas digitais. O reconhecimento global veio com o lançamento do álbum de estreia Eternal Blue (2021), que alcançou posições relevantes nas paradas internacionais e ajudou a ampliar a popularidade no cenário do metal contemporâneo. A discografia do Spiritbox também inclui os EPs Rotoscope (2022) e The Fear of Fear (2023), além do segundo álbum de estúdio Tsunami Sea, que liderou o topo das listas de melhores do ano de 2025 das mídias especializadas, alcançando o 2° lugar na lista da Wikimetal. O disco estreou no topo da parada Top Hard Rock Albums da Billboard e trouxe a faixa “Soft Spine” – indicada ao prêmio de Melhor Performance de Metal no Grammy Awards 2026, marcando a terceira indicação consecutiva da banda na categoria. A sonoridade mistura metalcore, metal progressivo e elementos atmosféricos, combinando riffs pesados com momentos melódicos e vocais que alternam entre agressividade e passagens etéreas. Nos palcos, o Spiritbox também vem conquistando espaço em grandes turnês e festivais. Em 2024, passaram pelo Brasil como banda de abertura para o show do Bring Me The Horizon, em São Paulo, levando ao público um repertório que destaca faixas como “Circle With Me”, “Holy Roller” e “Jaded”. A recepção do público brasileiro fez com que voltassem para o aguardado show de abertura para o Korn, consolidando o Spiritbox como um dos principais nomes da nova geração do metal. Seven Hours After Violet: O projeto de Shavo Odadjian, baixista do System of a Down A banda é um projeto recente do baixista Shavo Odadjian, conhecido mundialmente por integrar o System of a Down. Formado em 2024, reúne músicos de diferentes vertentes, incluindo o vocalista Taylor Barber, os guitarristas Michael Montoya e Alejandro Aranda, e o baterista Josh Johnson. O projeto rapidamente chamou a atenção do público por unir nomes conhecidos da cena pesada e por marcar uma nova fase criativa de Odadjian, que disse querer “fazer algo super pesado, mas melódico, e voltar às minhas raízes”. Seven Hours After Violet possui apenas um disco, auto intitulado, lançado em 2024. As músicas apresentam uma sonoridade que mistura metal moderno, metalcore e influências alternativas, com a proposta de explorar um som mais agressivo e contemporâneo. Em 2024, Seven Hours After Violet fez sua estreia diante do público brasileiro com apresentação no Knotfest Brasil 2024, e como abertura do Babymetal, ambos em São Paulo. No show, apresentaram faixas do álbum de estreia e chamaram a atenção pela energia no palco e pelo vocal intenso de Taylor Barber. Embora os shows tenham sido curtos, um dos momentos mais comentados da apresentação no Knotfest Brasil foi quando o baterista John Dolmayan, também do System of a Down, subiu ao palco para tocar “Prison Song”. A passagem pelo festival marcou um dos primeiros grandes shows da banda, que promete uma apresentação mais longa durante a nova passagem pelo Brasil. LEIA TAMBÉM: Korn: 8 colaborações icônicas que marcaram a carreira da banda Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Rafael Bittencourt abre o coração para Edu Falaschi: “Eu te amo e tenho muito orgulho de você”
Nos últimos tempos a cena heavy metal brasileira vem assistindo a conciliação entre Edu Falaschi (vocal) e Rafael Bittencourt (guitarra). Os músicos não se falavam há anos, mas resolveram deixar as rusgas lá no passado, virar a página e retomar a amizade. Para selar de vez a aproximação e virada de chave, Falaschi participou do podcast Amplifica, que pertence e tem apresentação de Bittencourt. Ao longo das horas que conversaram, Rafael abriu o coração para Edu e teve direito até “eu te amo”. “Queria reforçar para você e para as pessoas, que nunca tive problema em você tocar Angra [em carreira solo]. Quando nós conversamos, percebi o quanto de desinformação rolou, o que nos afastou”, analisou o guitarrista. Ele prosseguiu com a sua reflexão: “Mas para não dar polêmica, porque é o que não quero, eu só quero que fique claro para as pessoas que nunca tive problema, e minha chateação foi justamente ter sido mal interpretado nisso. Eu sempre digo e repito: quanto mais pessoas tocarem Angra é melhor. E eu fiquei muito feliz com a sua carreira solo! Mas, obviamente, durante as tensões é mais difícil a gente sentir coisas boas, mas sinto muito orgulho de você. E mais uma coisa importante, aquilo só pegou para mim porque eu realmente gosto muito de você”. “Posso dizer isso com a maior das sinceridades! Eu te amo! Só rolou aquilo tudo por coisas que a gente não vai falar aqui, porque são aqueles imbróglios, que são distorcidos e a gente se vê em uma situação horrível. Mas, cada vez que a gente conversa, é muito bom e vejo que realmente eu reencontrei um amigo”, completou o líder do Angra. Via: RockBizz

Andre Matos explica por que o Shaman modificou ligeiramente seu nome em 2005
No ano de 2005, durante a promoção de seu segundo álbum de estúdio Reason, o Shaman deu uma passadinha na saudosa MTV Brasil, no programa Pulso MTV, que tinha a apresentação de Léo Madeira, para falar sobre o disco e contar a novidade da adição de mais uma letra A em seu nome. Na explicação, o vocalista Andre Matos disse: “A gente teve um pequeno entrave judicial porque apareceu uma empresa chamada Shaman aqui no Brasil, apesar da gente corrido na frente para registrar o nome e tal, mas sempre dá esses problemas. Então os nossos advogados disseram que a melhor coisa seria modificar um pouquinho o nome. E não é uma mudança, é só acrescentar um A. No entanto, a pronuncia e o significado continuam os mesmo. Mas a gente se livrou desse problema”. Contudo, vinte anos depois dessa explicação de Andre, em entrevista ao apresentador Manoel Santos, do Ibagenscast, o baterista Ricardo Confessori deu a sua versão sobre a adição da vogal no nome da banda. “Shaman com dois AAs foi por causa da numerologia do Andre! Ele quem veio com esse papo! Ele encheu tanto com esse papo. Na época, o nosso empresário era da numerologia, e a ideia partiu dele. Ele levou o Andre para uma sessão de numerologia. Eles falaram que a gente tinha que mudar [o nome]”. O baterista completou: “Eu nunca acreditei nesse negócio! Essa daí foi a segunda decepção com o Andre; a primeira foi com o Homem do Rá. Numerologia não, né? Já chega o cara do rá. Ele falou que gente como Sandra de Sá e Iggor Cavalera eram adeptos da numerologia”. Via: RockBizz

Filme sobre Bon Jovi está em produção pela Universal Pictures
Notícias A cinebiografia sobre a banda Bon Jovi está atualmente em desenvolvimento pelo estúdio Universal Pictures. O projeto contará com a participação direta do vocalista Jon Bon Jovi e terá acesso ao catálogo musical do grupo, permitindo que os grandes sucessos da banda façam parte da trilha sonora do filme. De acordo com o site Deadline, o roteiro ficará a cargo do escritor Cody Brotter, conhecido pelo texto do projeto Drudge. A produção será conduzida por Kevin J. Walsh e Gotham Chopra, este último responsável pela série documental Thank You, Goodnight: The Bon Jovi Story, lançada em 2024. Até o momento, o longa ainda não possui diretor definido nem elenco anunciado. A produção deverá explorar a trajetória da banda desde sua formação em 1983, em Nova Jersey, até a consolidação como um dos nomes mais populares do rock mundial. Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, o Bon Jovi vendeu mais de 130 milhões de discos, realizou milhares de shows em mais de 50 países e se tornou um dos grupos mais bem-sucedidos da história do gênero. Atualmente, a formação da banda conta com Jon Bon Jovi ao lado dos integrantes clássicos David Bryan e Tico Torres. O lineup ainda inclui o baixista Hugh McDonald, o guitarrista Phil X, o multi-instrumentista Everett Bradley e o produtor e compositor John Shanks. Enquanto o filme segue em fase inicial de produção, o grupo também prepara uma série de shows programados para 2026. LEIA TAMBÉM: Bring Me The Horizon anuncia filme de show gravado em São Paulo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Após ação na justiça, Fender ganha proteção legal para o design do corpo da guitarra Stratocaster
A gigante Fender Musical Instruments Corporation teve uma importante vitória judicial depois de uma decisão do Tribunal Regional de Düsseldorf, na Alemanha. Após ação na justiça, a empresa ganhou proteção legal para o design do corpo da guitarra Stratocaster. A decisão cria direitos exigíveis contra quaisquer outras marcas de guitarras que usem o formato do corpo da Stratocaster e que sejam fabricadas, vendidas ou distribuídas na Alemanha ou em outros países da União Europeia, independentemente de onde essas guitarras tenha as suas produções. Aarash Darroodi, conselheiro geral e diretor administrativo da Fender, comentou: “Esta decisão é uma afirmação significativa da Stratocaster como uma obra criativa original, além disso, se trata de um passo importante para continuarmos a proteger a integridade dos designs e da propriedade intelectual da Fender”. “Ela reforça nosso compromisso com a originalidade, apoia a concorrência justa e ajuda a garantir que, quando os músicos se depararem com esses formatos icônicos de guitarra da Fender, possam confiar na criação, qualidade e tradição que os sustentam”, finalizou. A ação judicial da Fernder surgiu depois que uma empresa chinesa começou a copiar o seu design e vender no mercado alemão e, consequentemente, em outros países da União Europeia. Além de não poder fabricar, oferecer ou distribuir guitarras com o formato de corpo Stratocaster na Alemanha e na UE, a Yiwu Philharmonic Musical Instruments Co. pode pagar multas de até 250 mil euros caso não cumpra a decisão judicial. Pelo outro lado, a Fender fez questão de enfatizar que a decisão não restringe a inovação ou a concorrência saudável na indústria de guitarras. Ela apenas se opõe aos casos claros de violação de direitos, ao mesmo tempo que continua a apoiar a originalidade, o design inovador e o progresso criativo. Via: RockBizz

Angela Gossow quer ir a show do Torture Squad, diz Mayara Puertas
Notícias Angela Gossow, ex-vocalista e atual empresária do Arch Enemy, demonstrou interesse em assistir a um show da banda brasileira Torture Squad. A revelação foi feita pela cantora Mayara Puertas, atual vocalista do grupo nacional, durante entrevista com o site Whiplash. “Uma coisa que ela me falou e que me deixou completamente desconcertada foi que, se o Torture Squad for para a Europa, ela quer ir a um show”, revelou Mayara. A fala surpreendeu a vocalista, que afirmou não saber exatamente como reagiria ao encontrar uma das artistas mais influentes do metal extremo feminino na plateia. “Eu não sei como vai ser esse dia para mim. Eu não estou preparada.” Puertas começou a conversar com Gossow durante o período em que surgiram rumores sobre sua entrada no Arch Enemy. “No meio desse caos, eu vi nas notificações que a Angela começou a me seguir. Ela começou a curtir vários posts meus e do Torture Squad. Aí eu falei: ‘Meu Deus, o que está acontecendo aqui?’”. As artistas trocaram mensagens e falaram sobre técnica vocal. “A gente conversou sobre técnica vocal. Eu compartilhei um vídeo dela cantando e ela falou: ‘Ai, meu Deus, nesse vídeo eu estou de pijama’. Muito acessível, muito humilde”, revelou Mayara. LEIA TAMBÉM: [EXCLUSIVA] Mayara Puertas nega rumores sobre Arch Enemy e comenta novos projetos do Torture Squad Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Max Cavalera elege os 10 álbuns que definem sua trajetória
Max Cavalera tem influências que correm fundo em seu DNA. Das lendas brasileiras do Sepultura ao Soulfly, as bandas que o inspiraram podem ser ouvidas em cada projeto. Em conversa com a Metal Hammer, publicada originalmente na edição 250 (maio de 2013), Max mergulhou nos discos que definiram sua trajetória. Confira abaixo: O primeiro álbum comprado Queen – Live Killers (1979) “Meu primeiro álbum foi o Live Killers. Eu e o Iggor [Cavalera] fomos ao show em São Paulo e, no dia seguinte, fui à loja buscar qualquer coisa do Queen. O vendedor me recomendou esse. Eu amava, ouvia todo dia. Acho que foi minha introdução ao Heavy Metal.” A melhor arte de capa Scorpions – Blackout (1982) “Sempre gostei de Blackout. É uma imagem impactante, um rosto quebrando o vidro com garfos nos olhos. É uma pintura e, na verdade, uma composição muito bonita.” O álbum que eu gostaria de ter feito Black Sabbath – Sabotage (1975) “Eu queria ter feito o Sabotage. Só pelo riff de “Symptom Of The Universe”, que eu acho o melhor riff da história do Heavy Metal. Ele e “Hole In The Sky” abrindo o disco é algo brutal. Não existe nada melhor que isso”. O álbum para quebrar o limite de velocidade Nails – Abandon All Life (2013) “Vou de Nails. É um álbum fantástico, mas a menos que fosse uma viagem muito curta, você teria que ouvi-lo umas 10 vezes seguidas.” O álbum que ninguém vai acreditar que eu tenho Sigue Sigue Sputnik – Flaunt It (1986) “Sigue Sigue Sputnik não é o tipo de coisa que as pessoas esperariam que eu gostasse, mas eu me interessei por muitas coisas de New Wave, como The B-52s e The Cure, e eles eram, de longe, a mais louca de todas essas bandas.” O álbum que define o Metal Motörhead – No Sleep ’Til Hammersmith (1981) “Esse disco apresentaria o Metal para qualquer pessoa perfeitamente. É brutal. Energia, poder e velocidade… é a origem do Thrash. Sem o Motörhead ou esse álbum, provavelmente não existiria Metallica, Slayer ou Sepultura.” O álbum que não deveria existir Celtic Frost – Cold Lake (1988) “Eu era um fã tão grande e, quando o Cold Lake saiu, eu só conseguia pensar: ‘que lixo é esse?!’. Tentando ser glam? Achei que o Tom Warrior estava pregando uma peça na gente. Foi uma grande decepção.” O álbum que me lembra o Brasil Chico Science – Afrociberdelia (1995) “Qualquer coisa do Chico Science. Ele é meu artista brasileiro favorito e fala muito sobre as tardes de domingo no Brasil, a comida e coisas que me conectam com a nossa cultura. Quando eu o ouço, sou transportado de volta para casa.” O álbum que quero que toque no meu funeral Nailbomb – Point Blank (1994) “Acho que o Point Blank estaria de bom tamanho. Muito p*** da vida, raivoso, odioso… o Nailbomb era tudo isso. Seria a forma perfeita de partir.” O álbum pelo qual quero ser lembrado Soulfly – Soulfly (1998) “Meu maior orgulho. De todos os meus discos, foi o mais difícil de fazer pelas circunstâncias da época. Eu tinha acabado de sair do Sepultura, havia a morte do Dana Wells… foi um momento muito sombrio, mas o álbum tem uma vibe incrível. Tenho muito orgulho dele.” LEIA TAMBÉM: Dave Mustaine revela desejo de ser ator após fim do Megadeth. Brunno Salgado Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde moro — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música. Via: WikiMetal

Crypta enfrenta críticas após anunciar turnê com Slaughter to Prevail
Notícias Crypta virou alvo de críticas nas redes sociais após anunciar uma série de apresentações na Europa ao lado do grupo russo Slaughter to Prevail. A banda brasileira participará como atração de abertura em shows entre os meses de julho e agosto. Porém, o anúncio repercutiu entre parte do público, que questionou a decisão de dividir o palco com o grupo estrangeiro. Em comentários nas redes sociais, usuários apontaram incoerência entre o posicionamento público da Crypta e a parceria de palco com o grupo russo. Entre as mensagens, seguidores afirmaram considerar estranho dividir apresentações com a banda e pediram esclarecimentos sobre a decisão. “Seria essa parada de compartilhar palco com Slaughter obrigatória, contratual ou topa tudo por $? Estranho”, disse um internauta por meio dos comentários da postagem. Outro fã ainda questionou: “Presumo que vocês simplesmente não tenham lido sobre o Slaughter to Prevail e desconheçam as posições políticas deles. Espero sinceramente que isso mude”. [via IgorMiranda] A principal controvérsia envolve o vocalista do Slaughter to Prevail, conhecido como Alex Terrible. O cantor já esteve envolvido em polêmicas relacionadas a acusações de apologia ao nazismo, racismo e transfobia. Entre os episódios citados por críticos está o fato de ele ter exibido no passado uma tatuagem do chamado “Sol Negro”, símbolo associado ao nazismo, além de ter mantido relações com grupos racistas de extrema direita quando vivia na Rússia. Publicações antigas nas redes sociais também mencionavam a defesa de “valores familiares tradicionais” e ideias relacionadas ao conceito de “homem de verdade”. Até o momento da publicação da notícia, a Crypta ainda não havia se manifestado oficialmente sobre as críticas. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026 anuncia Crypta, Korzus e Project 46 Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

30e e Itaú anunciam a plataforma de música Itaú Live
A produtora brasileira 30e e o Banco Itaú anunciaram na manhã desta terça-feira, 10, a plataforma de música Itaú Live. Em coletiva de imprensa realizada no Teatro do MASP, em São Paulo, as empresas anunciaram que a parceria irá durar cinco anos e que pretendem realizar cerca de 800 shows durante esse período. Dentre essas apresentações, destacam-se os shows que o Rush fará no país entre janeiro e fevereiro do ano que vem. Pepeu Correa, CEO da produtora, comentou: “A gente vem observando esse crescimento na prática há alguns anos. Os estádios e arenas lotados. Você vê a grandiosidade e qualidade das turnês que viemos entregando. Hoje a gente entrega a mesma qualidade dos shows internacionais no nacional. O fã brasileiro é extremamente participativo, isso muda a dinâmica do mercado. Estamos vivendo um momento de mudança no estágio de entretenimento no Brasil” [transcrição via Rolling Stone Brasil]. A plataforma Itaú Live ainda possibilitará que clientes do banco tenham acesso a pré-vendas exclusivas, descontos e condições especiais de pagamento em shows, festivais e uma série de diversos projetos culturais que serão oferecidos [via @igorogh no X]. Rodrigo Montezano, Superintendente de Experiências do Itaú, declarou: “O que estamos anunciando hoje é uma jornada completa na plataforma: benefícios como pré-venda exclusiva, descontos de 5 a 30%, parcelamento sem juros e experiências que passam também por hospitalidade, como o pacote Super Fã do Itau. No caso do Rush, teremos meet & greet – com pacotes que chegam a R$ 14 mil – com a banda, por exemplo” [transcrição via Rolling Stone Brasil]. “O Itaú Live nasce do comportamento dos nossos clientes e da evolução da nossa presença histórica na música para uma plataforma proprietária e de longo prazo, que coloca o fã no centro da experiência. A música é uma paixão multigeracional do brasileiro e, para o Itaú, um território essencial para criar intimidade, relacionamento e oferecer experiências únicas, com benefícios que fazem sentido na vida das pessoas”, afirma Juliana Cury, CMO do Itaú Unibanco “Nosso objetivo é simples e ambicioso: fazer com que o benefício gere reconhecimento e valor real para o cliente. A partir do Itaú Live, toda a atuação do banco na música – que inclui patrocínios de shows e grandes festivais, como o Rock in Rio, a presença em institutos e fundações, como o Itaú Cultural, e uma robusta plataforma de conteúdo – passa a se conectar sob uma mesma estratégia, com foco em relacionamento de longo prazo”, complementou Juliana. NASCEU O ITAÚ LIVE! Uma parceira com a 30ebr! Uma plataforma que vai reunir mais de 800 shows e dar aos clientes Itaú acesso a pré-vendas exclusivas, descontos e condições especiais de pagamento para shows, festivais e diversos projetos culturais. pic.twitter.com/qXdENAclhb — Igor Rogh (@igorogh) March 10, 2026 LEIA TAMBÉM: De Lúcifer a Nervosa: Artistas falam sobre ser mulher no rock e metal Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Bad Religion: Saiba provável setlist do show único em São Paulo
Notícias Bad Religion vem ao Brasil com um show único na cidade de São Paulo, no Espaço Unimed, dia 28 de abril. Os ingressos já estão à venda por meio do site da Ticketmaster. Considerado um dos pilares do punk rock, o grupo lançou seu primeiro álbum em 1982 e continua ativo, mantendo uma trajetória constante na música independente e mainstream. Com mais de 45 anos de existência, Bad Religion contabiliza mais de 15 vindas ao Brasil e já esteve presente em grandes festivais como The Town, Primavera Sound e Lollapalooza. Donos dos hits “21st Century (Digital Boy)”, “American Jesus”, “Infected” e “Sorrow”, a banda promete um show repleto de clássicos da carreira. Confira a provável setlist no Brasil, baseada nos últimos shows da banda: Bad Religion 2026 World Tour Recipe for Hate Them and Us Los Angeles Is Burning Do What You Want 21st Century (Digital Boy) The Streets of America Fuck You Come Join Us End of History True North The Defense We’re Only Gonna Die Candidate No Control Struck a Nerve You Infected Sorrow American Jesus LEIA TAMBÉM: A dica que Bruce Dicksinson recebeu do Bad Religion durante show no Brasil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Nikki Sixx fica bravo após fã xingar Vince Neil de gordo e falar que ele não sabe cantar
Nos últimos tempos a saúde do vocalista do Mötley Crüe, Vince Neil, vem dando preocupações. Ele sofreu quatro derrames, o que deixou sua situação bem delicada. O ganho de peso também vem prejudicando a sua saúde. Vince recebe o apoio dos companheiros de banda e de parte do público. No entanto, alguns internautas são bem duros com o cantor, criticando-o sem nenhum pingo de dó. Recentemente, o líder e baixista da Mötley, Nikki Sixx, ficou bravo após fã xingar Vince Neil de gordo e falar que ele não sabe cantar. Depois de uma sessão de Q&A – Questions and Answers (perguntas e respostas) via X (antigo Twitter), uma pessoa escreveu: “Você devia colocar o Vince Neil para correr ou tomar algum Ozempic. Esse gordo não sabe cantar”. Com a peculiar classe, Sixx não perdeu tempo e retrucou: “Que coisa vergonhosa postar isso para mim sobre o meu vocalista, que está comigo há 45 anos. Não importa o que você pense, ele é meu irmão, e você pode ir chupar um pau”. What an embarrassing thing to post to me about my singer who’s been with me for 45 years. No matter what you think he’s my brother and you can go suck a dick. — (@NikkiSixx) March 8, 2026 Apesar das duras críticas, o Mötley Crüe vai retornar aos palcos em meados do ano com a The Return of the Carnival of Sins Tour. O giro será em celebração aos vinte anos do álbum ao vivo Carnival of Sins. Os ingressos para os shows já estão à venda. Via: RockBizz

9 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Declive, Love Ghost e mais
Listas Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: Metal Nacional “Ruptura” – DeclivePaís: Brasil Para quem gosta de: Metal Industrial “Rock me Amadeus” – Love GhostPaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Slam Deathmetal “Born To Blaze Hell” – Orphan Playground SniperPaís: Alemanha Para quem gosta de: Metal Moderno “The Razor’s Edge” – CevretPaís: Suiça Para quem gosta de: Power Metal “Gates of Buda” – Mickey LyxxPaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Hard Rock “Authority” – Sierra LevesquePaís: Canadá Para quem gosta de: Death Metal “Fun and Violence” – PainstormPaís: Espanha Para quem gosta de: Metal Sinfônico “Sail On” – AvalandPaís: França Para quem gosta de: Rock Psicodélico “Devils Wine” – The Foundation of FreedomPaís: Reino Unido LEIA TAMBÉM: Dia da Mulher: Confira playlist especial com mulheres do rock e metal Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

O punk rocker Jello Biafra é hospitalizado após sofrer um AVC hemorrágico
Notícia preocupante aos fãs de som hardcore e som pesado em geral! O punk rocker Jello Biafra, ex-vocalista do The Dead Kennedys, foi hospitalizado após sofrer um AVC hemorrágico. O episódio aconteceu no último sábado, dia 07 de março, e foi causado por pressão alta. Pelas redes sociais, Biafra compartilhou detalhes sobre o incidente, explicando que os sintomas apareceram repentinamente quando ele se levantou da cama. “Pulei da cama porque precisava urinar, e minha perna esquerda simplesmente cedeu e caí no chão. Eu nem consegui amortecer a queda com o braço esquerdo, porque ele também não estava funcionando. Tentei me levantar pulando de novo, mas não consegui. Percebi que tinha caído e não conseguia levantar. Foi nesse momento que pensei: ‘Droga, estou tendo um AVC’! Ainda tenho muita coisa boa dentro de mim, mas agora preciso fazer muita reabilitação”. A publicação ainda informou que Jello Biafra segue hospitalizado, mas estável. Ele também deixou claro que está recebendo todos os cuidados necessários e que manterá os fãs a par de tudo o que acontecer ao longo de seu tratamento. O RockBizz estima a pronta e completa recuperação da lenda do punk rock, pois sua presença, espírito, atitude, música e vida são muito importantes ao nosso mundo. Via: RockBizz

Jello Biafra, ex-vocalista do Dead Kennedys, sofre AVC e esta hospitalizado
Jello Biafra, ícone do punk rock e ex-vocalista do Dead Kennedys, sofreu um AVC e encontra-se hospitalizado, em estado estável. Em decorrência de problemas de saúde, o músico cancelou todas as datas de sua turnê. Por meio de uma publicação no Instagram de sua antiga gravadora independente, Alternative Tentacles, Biafra disse que sofreu um AVC hemorrágico “causado por pressão alta” no último sábado, 07. Ele disse: “Eu pulei da cama porque precisava fazer xixi, e minha perna esquerda simplesmente cedeu e eu caí no chão. Eu nem consegui amortecer a queda com o braço esquerdo porque ele também não estava funcionando. Tentei pular de novo e não consegui. Percebi que tinha caído e não conseguia levantar! Foi nesse momento que pensei: ‘Droga, estou tendo um AVC!’ Ainda tenho muita coisa boa dentro de mim, mas agora preciso fazer muita reabilitação” Na postagem, a gravadora ainda disse que Jello Biafra está hospitalizado, mas estável. “Em nome da família Alternative Tentacles, estamos todos muito gratos por ele estar bem e recebendo os cuidados necessários. Manteremos vocês informados assim que possível”. Nas quatro décadas que se passaram desde o fim do Dead Kennedys, Jello Biafra expandiu sua atuação muito além da banda que o tornou conhecido. O artista passou a se dedicar intensamente ao ativismo político, realizou diversas turnês de spoken word e também participou de projetos musicais ao lado de artistas de estilos bastante variados. Paralelamente, Biafra também desenvolveu novos projetos próprios. Um dos mais conhecidos foi o Lard, criado em parceria com Al Jourgensen, do Ministry. LEIA TAMBÉM: Dead Kennedys cancela shows no Brasil após polêmica com pôster Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Morre Tommy DeCarlo, vocalista do Boston, aos 60 anos
Tommy DeCarlo, conhecido por sua trajetória como vocalista da banda Boston, morreu nesta segunda-feira, 09, aos 60 anos, após uma batalha contra o câncer. A família confirmou o falecimento por meio das redes sociais. Leia o anúncio: “É com o coração pesado que compartilhamos o falecimento do nosso pai, Tommy DeCarlo, na segunda-feira, 09 de março de 2026. Após ser diagnosticado com câncer no cérebro em setembro passado, ele lutou com incrível força e coragem até o fim. Durante este momento difícil, pedimos gentilmente que amigos e fãs respeitem a privacidade da nossa família enquanto lamentamos e nos apoiamos mutuamente. Descanse em paz, pai. Com amor, Annie, Talia e Tommy Jr”. Em dezembro, os filhos do músico criaram uma campanha para ajudar a custear o tratamento após DeCarlo sofrer uma hemorragia cerebral repentina. O artista ganhou notoriedade por assumir os vocais do grupo após a morte de Brad Delp. Fã declarado do Boston desde a adolescência, ele começou gravando versões caseiras das músicas da banda e compartilhando-as online. Após a morte de Brad, em 09 de março de 2007, essas gravações chamaram a atenção do guitarrista e fundador do grupo, Tom Scholz, que o convidou para participar de um show tributo ao vocalista original. O desempenho impressionou tanto que DeCarlo acabou sendo integrado à formação de turnê da banda, passando a cantar os clássicos do repertório para plateias ao redor do mundo. Com o Boston, o cantor participou da fase mais recente da carreira do grupo, incluindo contribuições vocais no álbum Life, Love & Hope (2013). LEIA TAMBÉM: Dave Mustaine revela desejo de ser ator após fim do Megadeth Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Entrevista: Papa Roach confirma novo álbum e negocia shows no Brasil em 2027
Papa Roach lançou nos últimos meses os singles “Wake Up Calling”, “Braindead” e “Even If It Kills Me”. Essas faixas fazem parte do mantra “Rise of the Roach”, que representa tanto um apelido para a banda quanto uma indicação clara do seu futuro. Em entrevista ao Wikimetal, o vocalista Jacoby Shaddix confirmou que as músicas farão parte do novo álbum da banda, que deverá ser lançado ainda este ano. Jacoby ainda contou novos detalhes do sucessor de Ego Trip (2023), a relevância atual da cena rock dos anos 2000 e revelou que a banda planeja vir ao Brasil em 2027. Leia na íntegra. Wikimetal: Nos últimos meses vocês têm lançado alguns singles. Essas músicas estarão no novo álbum do Papa Roach? Jacoby Shaddix: Sim, com certeza! Estamos muito orgulhosos das novas músicas que estamos criando. Estamos chegando ao fim do processo de finalização do álbum. Planejamos lançá-lo ainda este ano. E, cara, esse próximo é mais uma jornada. Eu realmente sinto que, com Ego Trip, encontramos nosso ritmo. Acho que estamos continuando de onde paramos nele, só que indo ainda mais fundo. WM: O que mais você pode nos contar sobre esse novo álbum? JS: Diria que existem quatro tipos de caminhos onde tentamos criar música. Um deles é aquele bem pesado, com riffs grandes e som grandioso de rock e metal, como “Even If It Kills Me” ou “Kill The Noise”. Também entram nessa linha músicas como “Getting Away With Murder”, algo assim. Depois existe aquele elemento derap metal em músicas como “Killing Time” e “Last Resort”. São canções que se encaixam nesse espaço.Também há o lado emotivo e emocional do Papa Roach em músicas como “Scars” ou “Help”. E outras que se encaixam nessa linha, como “Wake Up Calling”. E existe ainda um outro caminho, que é o Papa Roach mais experimental, com faixas como “Leave A Light On” e “Periscope”.Tentamos criar músicas que funcionem assim. Quando você está criando algo para se trabalhar, é como uma família. Essas músicas são como primas umas das outras. Nós só tentamos fazer com que pareça uma playlist. Mas tudo se encaixa junto de uma forma interessante. E sinto que as peças desse quebra-cabeça estão se juntando perfeitamente. WM: “BRAINDEAD” é descrita como “um chamado para acordar antes que seja tarde demais”. Para o que exatamente nós, como sociedade, precisamos despertar hoje em dia? JS: Acho que é uma revolução pessoal para as pessoas. Se todos tentarmos nos tornar a mesma coisa e ter as mesmas ideias sobre a vida, isso não tem graça. Não é empolgante. Eu acho que as diferenças entre as pessoas são importantes. Pois a maneira como encontramos formas de lidar com elas é o que nos faz evoluir e nos tornar melhores. Então, para mim, é algo pessoal. É uma jornada pessoal. A forma como eu acredito que posso mudar o mundo é mudando a mim mesmo e refletindo isso de volta para ele. Agora está tudo meio caótico. Mas, se cada um de nós assumir responsabilidade e responder por si mesmo, o mundo seria um lugar melhor. Há muita gente apontando o dedo, dizendo: “você é o problema”, “você é o problema”. Nunca achei que isso fosse produtivo. Na verdade, acho que é o contrário, é contraprodutivo. Então eu realmente comecei a me olhar no espelho e pensar em coisas que preciso mudar em mim mesmo. E é aí que tudo começa. Para mim, isso tem sido uma evolução espiritual, sem dúvida. WM: “Wake Up Calling” explora temas como conexão e dependência emocional. Você enxerga essa faixa como uma sucessora de músicas como “Scars” e “Leave A Light On”? JS: Com certeza. Como eu estava explicando antes, gostamos que as músicas pareçam relacionadas umas com as outras de certa forma, estilisticamente e musicalmente. Assim existe uma identidade no que fazemos.Nossa identidade está sempre mudando, mas sinto que, neste ponto da nossa carreira, realmente consolidamos quem somos, do que se trata a nossa música e de onde viemos criativamente. Cara, acho que “Wake Up Calling” é uma música especial. Tenho muito orgulho dela, e ela é muito emotiva. Quando estávamos escrevendo, eu simplesmente senti que era especial. E eu sei que, quando escrevo algo e me sinto desconfortável com o conteúdo da letra, e com o que ela me faz sentir da vulnerabilidade que há ali, é porque tem algo importante. Na verdade, eu preferiria não compartilhar muitos desses sentimentos sobre mim mesmo com o mundo. Mas quando faço isso acabo me conectando com as pessoas de uma forma importante e significativa. Sou muito grato por ter a música como o veículo que me conecta com as pessoas. WM: O que motivou a banda a lançar uma versão reimaginada de “Even If It Kills Me”? JS: Senti que isso era importante para aquela música. Mostrar esses dois lados da criatividade da nossa banda. Como você pode pegar uma música pesada, onde eu estou gritando e que praticamente dá um soco na sua cara, e depois revelar um outro lado dela. Porque a música, a letra, é muito emocional. Então a pergunta era: como acessamos isso sonoramente e musicalmente? Foi aí que chegamos e viramos a música de cabeça para baixo, lançando uma versão alternativa dela. Eu realmente acho que essa versão chega direto ao coração da música. WM: A cena do rock nos anos 2000 está mais relevante do que nunca, bandas como vocês, Korn, Deftones e Linkin Park estão enchendo estádios e arenas ao redor do mundo. Como a banda se sente com isso, especialmente com novos fãs descobrindo as músicas de vocês por meio das redes sociais? JS: Simplesmente me sinto muito grato por isso. Acho incrível poder falar com uma nova geração de fãs de rock. Sabe, em 2012 todo mundo dizia para a gente desligar as guitarras e removê-las das músicas. Diziam que o rock estava morto. Tinham pessoas de dentro das bandas dizendo isso. E eu pensava: “não, ele não morreu”. A cultura pop pode não estar prestando atenção nele,

Dave Mustaine revela desejo de ser ator após fim do Megadeth
Dave Mustaine surpreendeu os fãs ao revelar seus planos após a turnê de despedida e o último álbum do Megadeth. Em entrevista à revista Classic Rock (via guitar.com), o icônico frontman confessou que seu “emprego dos sonhos” pós-banda seria a atuação. “Eu não me importaria de estudar atuação”, admitiu Mustaine. Ele relembrou que já possui experiência em frente às câmeras, com participações em séries de comédia, filmes e até apresentando programas de TV. Entre seus créditos estão uma aparição em The Drew Carey Show, em 1998, e o papel do antagonista Torchy Thompson na série Black Scorpion, em 2001. Conhecido por sua longa cabeleira ruiva, Mustaine afirmou que estaria disposto a mudar radicalmente o visual pela carreira de ator: “Se me pedissem para cortar o cabelo, eu estaria disposto a fazer isso! Mas teria que ser para um papel garantido — e um papel grande — para assumir esse tipo de compromisso”. Além dos planos em Hollywood, o músico destacou que deseja dedicar seu tempo a ajudar novos instrumentistas. “Eu realmente quero compartilhar meu dom com músicos mais jovens”, afirmou, creditando seu talento a uma dádiva divina. Novo livro de Dave Mustaine No mês passado, o portal Loudwire trouxe detalhes sobre a nova biografia do cantor, In My Darkest Hour, com lançamento previsto para 2027. Na obra, o líder do Megadeth detalha a luta contra o câncer de garganta enfrentada em 2019. Em conversa com o programa WAPL Mornings With Laura Lee & Cutter, ele explicou que o tratamento foi delicado por ele ser cantor: “Se a radiação estivesse fora do lugar por um milímetro, seria o fim para o Dave”. David Ellefson opina sobre nova fase do Megadeth Recentemente, o ex-baixista da banda, David Ellefson, comentou sobre o novo disco em seu programa, The David Ellefson Show. Ele elogiou o single “Let There Be Shred” e o guitarrista Teemu Mäntysaari, chamando-o de “estrela brilhante do grupo”. Por outro lado, Ellefson criticou a produção técnica das baterias de Dirk Verbeuren: “Queria que não usassem tanto o Pro Tools no Dirk. O cara sabe tocar. Parem de quantizá-lo e deixem o som respirar um pouco”, desabafou. A turnê de despedida do Megadeth segue a todo vapor após um início elogiado pela crítica. No Brasil, a banda confirmou única apresentação para o dia 02 de maio, no Espaço Unimed, em São Paulo, com a Farewell Tour. Os ingressos já estão esgotados. LEIA TAMBÉM: Dave Mustaine fala sobre relação com James Hetfield e Lars Ulrich: “Amo esses caras” Brunno Salgado Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos, tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde moro — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que ampliem meu repertório e minha paixão pela música. Via: WikiMetal

Jack White acha as composições da estrela pop Taylor Swift nada interessantes
O ex-vocalista do White Stripes, Jack White, concedeu uma entrevista ao jornal The Guardian para promover o livro Jack White: Collected Lyrics & Selected Writing Volume 1. A obra reúne muitas reflexões líricas e poéticas do músico fora do contexto do White Stripes. Depois que o entrevistador perguntou se suas músicas são autobiográficas, Jack aproveitou a oportunidade para criticar a abordagem confessional e pessoal na composição de letras. Ele acabou mirando o julgamento para a estrela pop. “Isso se tornou muito popular no estilo Taylor Swift, no qual os cantores pop escrevem sobre todos os seus términos de relacionamento que foram expostos publicamente, o que eu não acho nada interessante”. White continuou com a sua reflexão: “Acho um pouco chato escrever sobre mim mesmo. Mesmo que eu tenha tido um dia realmente interessante, sinto que já vivi aquilo, não preciso reviver tudo toda vez que canto essa música”. “E caso a experiência seja algo realmente doloroso, eu não vou expor essa coisa importante e dolorosa pela qual passei para algum idiota na internet ficar pisoteando”, ressaltou. “Eu coloco uma porcentagem disso no que eu faço e depois transformo em algo que se encaixe na personalidade de outra pessoa. Eu não consigo aprender sobre mim mesmo até me colocar no lugar de outra pessoa”, concluiu o artista. Via: RockBizz

Zakk Wylde escolhe álbum que define o metal e revela qual disco da Lady Gaga está na sua coleção
A história de quem vê cara não vê coração é muito verdadeira! É só correr os olhos no grandalhão Zakk Wylde para imaginar que se trata de um viking pronto para a batalha, no entanto, nos primeiros segundos de uma conversa com o músico, dá para se sentir super bem, pois é um cara muito simples e agradável. Mas como dito, pelo visual de quem saiu da série Vikings, Zakk não tem cara de quem tem um disco de Lady Gaga em sua coleção. Em entrevista à revista Metal Hammer, ele não só contou que tem e ainda teceu elogios ao trabalho da estrela pop. “Eu acho a Lady Gaga foda pra caralho. Você já viu ela tocar piano? Ela senta e manda ver. Além de todas as roupas extravagantes, ela é uma musicista muito boa e compõe todas aquelas músicas também. Dá uma olhada no YouTube, Lady Gaga Led Zeppelin. É ela com cabelo escuro tocando num clube pequeno com uma banda cover, antes de se tornar a Lady Gaga”. Na mesma conversa, o guitarrista, que entrou para história da música pesada como braço direito do saudoso Ozzy Osbourne, escolheu álbum que define o metal. Curiosamente, ele não escolheu um de seu eterno chefe. “Eu vou de Screaming For Vengeance, do Judas Priest. Músicas incríveis e produção ótima! As músicas são matadoras – não tem uma ruim sequer”. Via: RockBizz

Black Label Society toca No More Tears pela primeira vez em vinte e cinco anos
Na última sexta-feira, dia 06 de março, o Black Label Society iniciou a sua nova turnê pelos Estados Unidos no Mission Ballroom em Denver, Colorado. Além de seus sons autorais, o grupo de Zakk Wylde tocou No More Tears pela primeira vez em vinte e cinco anos. O clássico é a faixa-título do sexto álbum de estúdio do saudoso Ozzy Osbourne, que saiu 17 de setembro de 1991 pela Epic. O disco já vendeu mais de cinco milhões de cópias em todo mundo, e muito disso se deve ao hit No More Tears. O Black Label Society lançará seu novo álbum Engines Of Demolition no dia 27 de março pela MNRK Heavy. O sucessor de Doom Crew Inc., de 2021, terá quinze faixas, incluindo os singles Broken And Blind, The Gallows e Lord Humungus, e a música Ozzy’s Song, em homenagem ao saudoso Príncipe das Trevas, que faleceu em julho de 2025. Black Label Society conta com os trabalhos de Zakk Wylde (vocal, guitarra, piano), John DeServio (baixo), Jeff Fabb (bateria) e Dario Lorina (guitarra). Track listing de Engines Of Demolition: 01. Name In Blood02. Gatherer Of Souls03. The Hand Of Tomorrows Grave04. Better Days & Wiser Times05. Broken And Blind06. The Gallows07. Above & Below08. Back To Me09. Lord Humungus10. Pedal To The Floor11. Broken Pieces12. The Stranger13. Ozzy’s Song14. Name In Blood (Unblackened)15. Lord Humungus (Unblackened) Via: RockBizz

Dia da Mulher: Confira playlist especial com mulheres do rock e metal
Neste domingo, 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher. A data celebra a histórica luta das mulheres por direitos e igualdade. No mundo do rock e metal isso não é diferente. Pensando nisso, o Wikimetal preparou uma playlist especial com grandes vozes femininas da música. Entre as músicas selecionadas estão nomes históricos como Heart, Joan Jett, Janis Joplin, Rita Lee, Doro Pesch, Tina Turner,The Runaways, Patti Smith, Stevie Nicks, Evanescence, Paramore, Lacuna Coil, Nightwish, Arch Enemy, dentre outros. As vozes da nova geração como Spiritbox, The Warning, Halestorm, Amyl and The Sniffers,Jinjer, Crypta, Poppy, The Pretty Reckless, Nervosa, e nova fase do Linkin Park com Emily Armstrong estão muito bem representadas. Confira a playlist no player do Spotify abaixo: LEIA TAMBÉM: Entrevista: Halestorm fala sobre Monsters of Rock 2026, retorno ao Brasil e mais Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

De Lúcifer a Nervosa: Artistas falam sobre ser mulher no rock e metal
Ao longo das décadas, a presença da mulher no rock e no metal deixou de ser exceção para se tornar força criativa e protagonista. Se nos anos 70 e 80 elas precisavam romper barreiras em um ambiente majoritariamente masculino, hoje ocupam palcos, lideram bandas, comandam instrumentos e definem tendências. Ainda assim, os desafios persistem, seja no reconhecimento técnico, na representatividade ou nas oportunidades de mercado. Pensando no dia 08 de março, Dia da Mulher, o Wikimetal conversou com Prika Amaral, Johanna Sadonis, Receba Li e outras artistas que fazem história dentro do estilo, quebrando padrões e tornando-se vozes ativas dentro de suas comunidades. “Cada vez mais mulheres conquistando seu espaço” A guitarrista e vocalista Prika Amaral é fundadora da Nervosa e uma das figuras mais influentes do thrash metal brasileiro. Desde a criação da banda, lidera o projeto com postura firme e visão internacional. Após mudanças na formação, assumiu também os vocais, marcando uma nova fase na trajetória do grupo. Sua atuação consolidou a Nervosa como um nome relevante no cenário global do metal. Para Prika, ser mulher no heavy metal hoje em dia é maravilhoso. “Estamos vendo cada vez mais mulheres conquistando seu espaço e novos talentos surgindo a cada dia, a gente se conhecendo, a gente se conectando, se apoiando, aprendendo umas com as outras. E tem sido maravilhoso ver as mulheres aí fazendo sucesso e tendo seu espaço, uma relevância muito massa”, ressaltou Prika. A artista também falou sobre as dificuldades que enfrenta: “As maiores barreiras que existem, não só para as mulheres, mas acho que para os homens também, são a barreira mental e a barreira econômica, vamos dizer assim. Mental eu digo de você ter inseguranças, de achar que você não pode, que você não vai conseguir, ou que é muito tarde para você, lance de idade, coisas assim…” Ela continuou: “Que são coisas que você tem que trabalhar no psicólogo, fazer um tratamento, porque na verdade todo mundo pode, não existe esse negócio de idade, não existe esse negócio de tempo e possibilidades. Se você realmente quer, você realmente vai fazer acontecer, mas tem a barreira econômica também, porque nem sempre todo mundo tem condições financeiras de comprar um instrumento, de ter tempo para estudar. Então, eu acho que essas são as maiores barreiras. Barreiras no geral, não necessariamente como mulher, porque eu acho que como mulher a gente não tem barreiras. A gente pode tudo”. Por fim, Prika fala qual seria o mundo ideal para as mulheres no rock. “Um mundo como é hoje, que tem espaço para as mulheres, mas acredito eu que ainda está faltando o machismo ceder e começar a entender que sim, existem mulheres competentes e parar de subestimar a gente. Não é porque há um tempo não existiam mulheres tocando tal instrumento ou fazendo banda profissionalmente que as que existem hoje não podem estar fazendo isso bem. Eu acho que falta respeito como ser humano, na verdade. Apesar de ser isso de minoria, existe em todos os lugares, em todas as posições. Então, acho que isso é o que está faltando, mas essa é a nossa batalha. E a gente está lutando e conquistando o nosso espaço aos poucos”. “As coisas só podem melhorar se houver comunicação e conscientização” Johanna Sadonis é fundadora do Lucifer e uma das vozes mais marcantes do rock contemporâneo. Com forte influência do rock setentista, sua presença de palco e timbre característico ajudaram a consolidar o Lucifer no cenário internacional. Ao longo dos anos, Johanna manteve a essência clássica do gênero com uma abordagem moderna. “Ser mulher no heavy metal hoje em dia parece ser muito mais fácil do que, digamos, nos anos 90. Trinta anos atrás, quando eu era adolescente e estava nas minhas primeiras bandas, a igualdade definitivamente não era prioridade. E as coisas mudaram muito. Parece haver muito mais mulheres na cena agora, e é um assunto que está sendo muito discutido”, explicou Johanna. Ele continuou: “Jornalistas musicais me procuram com frequência para falar sobre isso. E claro que isso é ótimo, porque as coisas só podem melhorar se houver comunicação e conscientização sobre o assunto. É claro que ainda existem algumas exceções, e eu percebo algumas diferenças culturais em diferentes países. Mas, no geral, eu diria que as coisas melhoraram, embora ainda haja trabalho a ser feito. Considero a cena do heavy metal bastante inclusiva. Então isso é ótimo”. Ela afirma que ainda existem grandes barreiras para as mulheres, reflexo de mentalidades ultrapassadas que podem levar séculos para mudar. Segundo a artista, mulheres precisam se esforçar mais que homens para obter o mesmo respeito e reconhecimento, além de ainda enfrentarem abuso de poder. “Há muita gente que ainda vive com um pé na Idade Média. E isso tem a ver com a sua criação, com quem você convive. E vai levar tempo, provavelmente séculos, até que haja igualdade plena. Mas até lá, eu diria que seria ótimo se as mulheres fossem submetidas aos mesmos padrões que os homens. Parece que você precisa se esforçar muito mais para obter o mesmo respeito”. Ela continuou: “É muito mais fácil para um homem fazer as mesmas coisas e obter reconhecimento por isso. Se você é uma mulher jovem e um pouco ingênua… Eu já estive nessa situação, assinei contratos porque confiava e agora, olhando para trás, anos depois, com mais experiência no ramo da música, percebo que definitivamente não deveria ter confiado e deveria ter contratado um advogado. Deveria ter consultado alguém. Mas, no geral, acho que isso é mais uma questão de caráter do que da cena heavy metal em si. Sabe, sempre haverá pessoas horríveis, mas esse tipo de abuso de poder contra mulheres, infelizmente, ainda existe em qualquer lugar”. Para Johanna, um mundo ideal seria igualitário e inclusivo. “Se as pessoas que agem de forma sexista com uma mulher fossem repreendidas não só pelas próprias mulheres, mas também pelos homens que testemunham a situação, só para acabar com isso. E acho que também em casas de shows, muitas