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Straight Against Fall lança “Industrial Death Machine (One Pig)”, single do novo EP
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06/03/2026

Straight Against Fall lança “Industrial Death Machine (One Pig)”, single do novo EP

Orgulho Nacional Straight Against Fall lança nesta sexta-feira, 06, o novo single “Industrial Death Machine (One Pig)”. A música é o primeiro lançamento do novo EP, que tem previsão de lançamento para o primeiro semestre pelo selo Psywar Records. O projeto luso-brasileiro radicado no norte de Portugal traz uma abordagem ainda mais livre e ampliada de referências musicais. Em nota à imprensa, Straight Against Fall falou sobre o single: “É uma música que retrata a vida de exploração vivida como imigrante, marcada por trabalho excessivo, silêncio e solidão”. “Fala de um sofrimento constante guardado por dentro, sem ser partilhado, até se transformar em doença mental, como a depressão e a síndrome do pânico. A música expõe a desumanização do indivíduo dentro da máquina industrial, onde a pessoa passa a ser apenas mais uma peça, ‘um porco’ a alimentar o sistema. Além de ser o trabalho que o Junior [Guimarães Jr, baterista] desempenhava, que era retalhar porcos. Ao longo da composição, fica claro que a vida de imigrante, apesar da luta e da resistência, será sempre solitária, carregando um peso emocional que raramente é visto ou reconhecido”. LEIA TAMBÉM: Lançamentos de rock e metal da semana: Nervosa, Venom, Eletric Mob e mais Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Entrevista: Halestorm fala sobre Monsters of Rock 2026, retorno ao Brasil e mais
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06/03/2026

Entrevista: Halestorm fala sobre Monsters of Rock 2026, retorno ao Brasil e mais

Halestorm retorna ao Brasil após 10 anos. A banda norte-americana de hard rock liderada pela vocalista Lzzy Hale é uma das atrações do Monsters of Rock 2026. O festival acontecerá em 4 de abril no Allianz Parque – ingressos ainda estão à venda na Eventim. Antes do festival, o quarteto abrirá o show do Guns N’ Roses – que é o headliner da edição – em Porto Alegre, no dia 1º de abril – ingressos à venda na Eventim; Já em 8 de abril, o grupo ainda fará uma apresentação em Curitiba ao lado do Extreme, que também integra a line-up do festival – ingressos à venda na Bilheteria Digital. O Wikimetal conversou com o baixista Josh Smith sobre o retorno ao país, a abertura de shows para o Iron Maiden em 2025, a histórica participação no Back To The Beginning e mais. Confira a entrevista na íntegra. WM: O Halestorm retorna ao Brasil este ano para o Monsters of Rock. A última vez que você esteve no Brasil foi há 10 anos, no Maximus Festival. O que fez vocês levarem tanto tempo pra voltar? Josh Smith: Nós também nos perguntamos isso [risos]. Acho que grande parte se deve à pandemia. Sinto que ela simplesmente bagunçou nossos planos e a vida de todo mundo no mundo, obviamente. Para nós, a América do Sul, a Austrália e a Ásia começaram a se tornar algo frequente, nós vínhamos a cada três anos, mais ou menos, e provavelmente teríamos voltado em 2020 ou 2021. Quando isso aconteceu, foi como começar tudo de novo, sabe? Quando saímos em turnê, pensamos: “Ok, não vamos a lugar nenhum por uns dois anos, então vamos começar pelo topo e fazer algumas turnês pelos EUA e depois ir para a Europa eventualmente”. E já faz muito tempo. Nós estamos muito ansiosos para voltar a ver vocês com mais frequência. Não quero levar mais nove ou dez anos para voltar a tocar no Brasil, porque vocês são os melhores fãs do mundo. De verdade. Tipo, os melhores fãs do mundo! As pessoas nos perguntam quem são os melhores fãs do mundo e nós sempre dizemos que são os fãs brasileiros, sem dúvida. WM: O que você lembra dessa última visita? JS: Lembro-me de estar aí para o nosso primeiro show do Hailstorm e nós fomos buscados no aeroporto pelo nosso produtor. Eles contrataram seguranças que vieram nos encontrar e nos escoltaram até o local do show, dizendo coisas como: “Não se metam com ninguém. Fiquem com a gente e vamos levá-los direto para a entrada. Não falem com ninguém. Relaxem.” E aí chegamos lá e havia um monte de fãs esperando do lado de fora. Acho que foi como os Beatles se sentiam [risos]. Foi incrível, o apoio foi incrível. E naquela noite no show, eu me lembro dos fãs como se eles estivessem se apresentando para nós. Como se fizessem parte da apresentação. Durante uma música, todos levantaram cartazes juntos e jogaram balões para o alto, e coisas assim. Foi uma sensação maravilhosa de comunidade, sabe? E sim, realmente os melhores fãs do mundo. Eu adoro isso. WM: O que vocês estão preparando para esse retorno? Quais spoilers você pode nos contar? JS: Acho que o Monsters of Rock vai ser pura energia. Vai ser uma verdadeira maratona para nós, tentaremos tocar o máximo possível das nossas músicas mais animadas no nosso repertório. Sinto que temos muito o que recuperar. Já faz três álbuns que não conseguimos tocar para vocês ao vivo. Então, estamos expandindo nosso repertório nos últimos dois ou três anos, e agora temos que começar tudo de novo. Poderíamos tocar esse repertório, que inclui muitas músicas do novo álbum, e queremos tocar bastante dele, mas nunca tocamos Back from the Dead para vocês. E acho que também não tocamos Vicious. Então, vai ser uma mistura diversificada do nosso repertório com algo que ainda não tocamos. O último álbum tinha muitas músicas novas, sabe? Então, agora vamos tocar bastante do nosso catálogo inteiro. Temos muito trabalho pela frente, meio que reaprendendo músicas que não tocamos há muito tempo. E sim, vai ser divertido. Vai ser diferente. Eu queria que pudéssemos tocar por três ou quatro horas, sabe? Seria ótimo. WM: No ano passado, vocês abriram o show do Iron Maiden. E embora o público de bandas mais clássicas às vezes possa ser bem hostil, parece que a recepção ao Halestorm foi muito positiva. Como foi essa experiência para vocês? JS: Foi bom. E foi isso que você disse, é o que nós também tínhamos ouvido. Eu lembro de termos ouvido isso antes de abrirmos o show do Megadeth há uns 15 anos atrás. A gente era amigo de muita gente do Megadeth, da equipe deles e eles nos disseram: “Só para vocês saberem, fiquem de olho, fiquem atentos. Os fãs do Megadeth estão lá pelo Megadeth e se eles não gostarem de vocês, eles vão deixar vocês saberem. A gente pode ser atingido por coisas.” Felizmente, não fomos atingidos [risos]. Na verdade, a gente mandou a Lzzy cantar primeiro a cappella. A gente pensou: “Com certeza eles não vão jogar nada nela” [risos]. E a gente tinha ouvido falar disso sobre o Iron Maiden e com certeza vimos os “Durões de Matar” nas primeiras cinco fileiras. Muitos deles estavam meio: “Estamos aqui para ver o Iron Maiden”. E acho que conquistamos a todos. Foi muito divertido. Além disso, antes dessa turnê com o Iron Maiden, o que ajudou foi que nós, a banda, alguns amigos e familiares fomos ver o Metallica tocar e o Limp Bizkit estava abrindo o show. E eles são uma banda que anima o público ao máximo, sabe? Eles trazem a energia e eles reconhecem que não é o show deles. Sabe o que quero dizer? Tipo, que você está lá para ver o Metallica. E o tempo todo o Fred [Durst] ficava falando sobre o Metallica, perguntando qual foi o primeiro álbum do Metallica que vocês ouviram, qual foi o

Pet Shop Boys leva sua turnê conceitual de retrospectiva ao Suhai Music Hall
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06/03/2026

Pet Shop Boys leva sua turnê conceitual de retrospectiva ao Suhai Music Hall

Falar sobre Pet Shop Boys é falar sobre a própria evolução da música pop, de elementos eletrônicos e da cultura clubber. Ao longo de pouco mais de quatro décadas, Neil Tennant e Chris Lowe têm criado hits que não apenas atravessaram gerações, se alojando na memória afetiva dos seus fãs, mas suportaram com classe as drásticas mudanças da indústria fonográfica. Isso com muita classe, rigor e uma arquitetura sonora e visual meticulosa, transformando cada apresentação em um espetáculo. Com a Dreamworld: The Greatest Hits Live, que percorre o mundo desde 2022, a experiência não foi diferente. Desta vez, o público brasileiro foi agraciado com a estrutura completa da turnê e um setlist generoso de 26 músicas na última terça-feira, 03, no Suhai Music Hall. No palco, o duo foi acompanhado por uma banda de apoio milimetricamente síncrona, composta por percussões eletrônicas, sintetizadores adicionais e, claro, a imponente mesa de controle de Lowe no centro de tudo e a voz bem conservada de Tennant, que não parece ter sido afetada um milímetro pelo tempo. “Um mundo de sonhos, de memórias” Contrariando o clichê sobre a pontualidade britânica, o show começou com 15 minutos de atraso. O pequeno intervalo não chegou a ser um empecilho, considerando que boa parte do público ainda chegava ao local após enfrentar o trânsito caótico da cidade, o engarrafamento no estacionamento do Shopping SP Market ou as extensas filas nos bares. Após uma abertura lúdica com direito a rufar de tambores, o telão cenográfico se abriu e a dupla surgiu ostentando máscaras de diapasão sob gritos ensurdecedores da plateia. Se engana quem pensa que só foi até lá quem estava atrás da época de ouro da juventude. O encontro de gerações proporcionou um contraste curioso e um público extremamente diversificado. Enquanto parte da plateia exibia um visual mais despojado e contemporâneo, outros, que vivenciaram o auge do gênero, se vestiram como se estivessem em uma noite do Studio 54, com vestidos brilhantes, saltos altos e com o ar de ‘’os new wavers tomavam prosecco’’. Nas primeiras músicas, Neil Tennant e Chris Lowe permaneciam isolados entre dois postes de iluminação pública, evocando tanto uma paisagem urbana tipicamente londrina quanto nova-iorquina, enquanto a banda de apoio seguia oculta atrás de um telão de ferro vazado. A escolha cenográfica foi milimetricamente pensada para refletir a proposta da turnê de adentrar em décadas de carreira. No início, o foco total na dupla em um ambiente urbano funciona como uma metáfora de origem que se expande conforme o palco se abre para revelar novas camadas e profundidades. O projeto visual, assinado pelo renomado designer de teatro Tom Scutt, mergulhou o público em uma terra dos sonhos repleta de formas geométricas, texturas e uma paleta de cores com referências diretas à estética oitentista. Um detalhe fundamental foi a iluminação metamórfica, que mudava drasticamente a cada música, redesenhando o cenário e alterando a atmosfera do Suhai Music Hall de acordo com a narrativa de cada hit. O ápice dessa dinâmica visual ocorreu no momento em que a tela subiu definitivamente, revelando a banda e expandindo o cenário, transformando a introspecção inicial em uma celebração coletiva e grandiosa de mais de quarenta anos de carreira. Problemas no paraíso Em qualquer show existem imprevistos, sejam eles logísticos ou de caráter técnico. Apesar do apelo charmoso do Suhai Music Hall, talvez o local não tenha se mostrado o cenário ideal para abrigar uma turnê do calibre e da exigência técnica dos Pet Shop Boys. Se, por um lado, a casa oferecia vantagens claras, como a proximidade estratégica da estação de trem e uma estrutura física com telão gigante capaz de comportar o aparato teatral do duo, por outro, sua capacidade para 9 mil pessoas pareceu ter sido testada ao limite, resultando em problemas que não passaram despercebidos aos fãs. O principal ponto crítico foi o fluxo de público. Em certo momento, alguns setores tornaram-se tão abarrotados que era impossível dançar ou sequer respirar sem esbarrar em alguém. A gestão dos espaços também falhou quando o banheiro da pista comum atingiu sua lotação máxima. Muitos espectadores aproveitaram a oportunidade para burlar a divisão entre os setores, o que superlotou a pista premium e gerou desconforto generalizado. Esse excesso de pessoas impactou inclusive os bares, que ficaram cercados por fãs tentando assistir à apresentação pelas laterais, misturando-se às filas de atendimento. Outro incômodo recorrente foi a acústica. Desde o início, como um prelúdio enquanto o público ainda ocupava a casa, o som da discotecagem parecia mais um som de fundo tímido do que uma ambientação adequada, elevando-se pouco quando o espetáculo principal começou. Durante a performance, a equalização oscilava drasticamente e o impacto sonoro chegava com total clareza apenas em pontos específicos do local, com quem estava na grade da pista premium sendo privilegiado. Isso acabou dissipando parte da mágica das densas e complexas camadas sonoras construídas por Neil Tennant e Chris Lowe. Repertório completo Diferente do último show por aqui no Primavera Sound 2023 e também de shows mais recentes como o que aconteceu no Chile, o setlist contou com 26 músicas; muitas delas sendo do começo da carreira do duo, e só com uma exceção a regra que foi a música ‘’A New Bohemia’’, do álbum mais recente Nonetheless. Como era de se esperar, O termômetro da casa explodiu com clássicos que definiram o synthpop, como “It’s a Sin” e ” (You Were) Always on My Mind”, além da urgência urbana de “Suburbia”, o deboche de “Opportunities (Let’s Make Lots of Money)” , a batida contagiante de “Left to My Own Devices” e a balada ‘’Love Comes Quickly’’. Mas o ápice emocional, aquele momento em que a produção impecável e o fervor do público finalmente entraram em sintonia absoluta, foi durante “Domino Dancing”. O coro generalizado da plateia foi tão massivo que quebrou a pose do vocalista, rendendo elogios genuínos de Tennant à energia brasileira. Para além de todo o impacto da superprodução, um dos momentos mais memoráveis da noite aconteceu durante a execução de “What

Lançamentos de rock e metal da semana: Nervosa, Venom, Eletric Mob e mais
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06/03/2026

Lançamentos de rock e metal da semana: Nervosa, Venom, Eletric Mob e mais

Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Lost Society, Prong e Leaves Eyes, singles novos de Venom, Nervosa, Straight Against Fall e Eletric Mob, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOS Lost Society – Hell Is A State Of Mind Para quem gosta de: Metalcore Prong – Live And Uncleansed Para quem gosta de: Groove metal EP Leaves Eyes – Song Of DarknessPara quem gosta de: Metal sinfônico LEIA TAMBÉM: Enquete: Qual música do Iron Maiden você mais quer ouvir na ‘Run For Your Lives Tour’? Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Amorphis anuncia 3 shows no Brasil para outubro
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06/03/2026

Amorphis anuncia 3 shows no Brasil para outubro

Amorphis retorna ao Brasil para 3 shows em outubro promovendo o novo disco Borderland, lançado em 2025. A banda se apresenta dia 15 de outubro em Curitiba (Tork n’ Roll), 17 de outubro em Belo Horizonte (Mister Rock) e 18 de outubro em São Paulo (Carioca Club). Os ingressos estão disponíveis por meio do site Clube do Ingresso. Esses shows integram um dos trechos mais aguardados da turnê e prometem entregar ao público brasileiro a atmosfera completa de Borderland. A turnê aposta em uma experiência ao vivo imersiva, com ambientações visuais inspiradas em mitologia, natureza e melancolia nórdica, além de setlists que equilibram clássicos da carreira com as composições mais recentes e arranjos expandidos que reforçam a identidade sonora atual do Amorphis. A relação do Amorphis com o Brasil é especialmente forte e construída ao longo de décadas. A afinidade musical com o público brasileiro, somada às turnês regulares e à resposta calorosa dos fãs, consolidou o Brasil como um dos destinos mais importantes para o grupo na América do Sul. Essa conexão se reflete tanto na energia dos shows quanto na fidelidade do público, que acompanha a banda desde os primeiros anos de sua trajetória. SERVIÇO AMORPHIS – CURITIBAData: 15 de outubro de 2026 (quinta-feira)Local: Tork n’ Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba/PR)Abertura dos portões: 19hRealização: Bangers Open AirProdução: HonorsoundsIngressos disponíveis em: Clube do Ingresso SERVIÇO – AMORPHIS – BELO HORIZONTEData: 17 de outubro de 2026 (sábado)Local: Mister Rock (Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte/MG)Abertura dos portões: 19hRealização: Bangers Open AirProdução: HonorsoundsIngressos disponíveis em: Clube do Ingresso SERVIÇO – AMORPHIS – SÃO PAULOData: 18 de outubro de 2026 (domingo)Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)Abertura dos portões: 19hRealização: Bangers Open AirProdução: HonorsoundsIngressos disponíveis em: Clube do Ingresso LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026 divulga grade oficial de horários Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Drowning Pool vai desembarcar no Brasil em maio para três showzaços
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05/03/2026

Drowning Pool vai desembarcar no Brasil em maio para três showzaços

A banda norte-americana Drowning Pool, cuja música Bodies é há mais de 20 anos um dos maiores hits do nu metal mundial, volta à América Latina em maio para uma série de shows, que inclui três no Brasil: 29/05 no Mister Rock (Belo Horizonte), 30/05 no Carioca Club (São Paulo) e 31/05 no Tork n’ Roll (Curitiba). A banda paulistana Válvera, que recém-lançou mais um álbum, Unleashed Fury, é a banda suporte em todos os shows. O giro começa em 20 de maio no Ace of Spades, em Bogotá (Colômbia), segue em 22 de maio no C.C Leguia, em Lima (Peru), passa pelo Teatro Caupolicán, em Santiago (Chile), no dia 24, e pelo Teatro Vorterix, em Buenos Aires (Argentina), no dia 26, antes de chegar às três apresentações no Brasil. Formado em 1996, em Dallas (Texas), o Drowning Pool é uma banda de rock alternativo/nu metal que combina bateria vigorosa, riffs marcantes e temáticas de forte carga emocional. A projeção internacional veio com Sinner (2001), trabalho que inseriu o grupo no contexto da consolidação do new metal no mercado norte-americano. O registro foi produzido por Jay Baumgardner, conhecido por trabalhos com Papa Roach, Seether e Godsmack. O disco revelou Bodies, faixa que alcançou o topo da parada Mainstream Rock Tracks da Billboard, recebeu certificação de platina nos Estados Unidos e se tornou presença recorrente em transmissões esportivas e eventos da WWE, ampliando o alcance da banda para além do circuito estritamente musical. Após 2002, o Drowning Pool contou com diferentes vocalistas ao longo dos anos: Jason Jones, Ryan McCombs e Jasen Moreno, responsáveis por álbuns como Full Circle (2007), Resilience (2013) e Strike a Nerve (2022). O atual vocalista, que retornou à formação em 2023, é Ryan McCombs. Além de Bodies, o repertório associado à trajetória do grupo inclui músicas como Tear Away, Sinner, Step Up, Enemy, Feel Like I Do, 37 Stitches, Turn So Cold e One Finger and a Fist. Ao longo das décadas seguintes, a banda manteve atividade constante com lançamentos como Desensitized (2004), Full Circle (2007), o autointitulado Drowning Pool (2010), Resilience (2013), Hellelujah (2016) e Strike a Nerve (2022). Desde os anos 2000, o grupo integra turnês de grande porte nos Estados Unidos, incluindo o Ozzfest em 2001, período que consolidou sua presença no circuito internacional. Ainda na década de 1990, uma cópia da primeira demo chegou às mãos de integrantes do Nine Inch Nails, o que resultou em convites para turnê com o grupo. Em seguida, vieram excursões com Kittie e Sevendust. Válvera Reconhecido pela mídia europeia como um dos principais representantes do neo thrash, o Válvera acaba de lançar Unleashed Fury, uma fusão potente entre o thrash metal tradicional e elementos contemporâneos. Com produção de alto impacto, riffs afiados e letras diretas, o álbum percorre temas como luto, colapso emocional, resistência, identidade, caos urbano, crítica social e a permanência em um mundo cada vez mais hostil e descartável. Construído a partir de experiências reais, Unleashed Fury não romantiza a dor nem oferece redenção fácil. Cada faixa funciona como um retrato de enfrentamento, interno e externo, conectando vivências pessoais a uma leitura crua da realidade atual. “Unleashed Fury é sobre encarar seus monstros sem abaixar a cabeça e romper todas as correntes que tentam te manter no chão. Esse álbum nasceu de dor, de luto, de arrependimentos e também de vitórias. Muita coisa pesada e muita coisa incrível aconteceram durante esse processo, e tudo foi jogado ali dentro. Cada música é um pedaço da minha história, é o som da minha luta para não cair e da decisão de levantar mais forte”, afirma Glauber Barreto, vocalista e guitarrista. SERVIÇO: Belo Horizonte (MG)Data: 29 de maio de 2026 (sexta-feira)Horário: abertura da casa às 19hLocal: Mister Rock (Av. Teresa Cristina, 295 – Prado, Belo Horizonte/MG)Ingressos: ingressomaster.com/evento/56/drowning-pool-south-american-2026 São Paulo (SP)Data: 30 de maio de 2026Horário: 18h (abertura da casa)Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo – SP)Ingresso online: fastix.com.br/events/drowning-pool-eua-em-sao-paulo Curitiba (PR)Data: 31 de maio de 2026 (domingo)Horário: 18h (abertura da casa)Local: Tork n’ Roll (Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba/PR)Ingressos: ingressomaster.com/evento/55/drowning-pool-south-american-2026 Via: RockBizz

Manger Cadavre? celebra 15 anos com turnê pelo Brasil
Entrevistas
05/03/2026

Manger Cadavre? celebra 15 anos com turnê pelo Brasil

Manger Cadavre? anunciou nesta quinta-feira, 05, uma turnê especial pelo Brasil celebrando os 15 anos de trajetória. A datas e informações de ingressos estão disponíveis nas redes sociais da banda. A turnê de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas. Os shows reafirmam o espírito inquieto do Manger Cadavre?. Uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground. “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”, disse a vocalista Nata de Lima. Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027. LEIA TAMBÉM: Marinas Found lança novo single “Rito” e reflete sentimento de partilha e libertação Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Venom revela detalhes do novo álbum Into Oblivion
Entrevistas
05/03/2026

Venom revela detalhes do novo álbum Into Oblivion

O Venom revelou detalhes do novo álbum Into Oblivion! O disco, que será o décimo sexto registro de estúdio do grupo, vai sair no dia primeiro de maio pela Noise/BMG. Para o disco, a banda contou com os trabalhos de Conrad “Cronos” Lant (vocal e baixo), Rage (Stuart Dixon – guitarra) e Danté (Danny Needham – bateria). Para dar um gosto do que está por vir, a banda liberou o videoclipe de Lay Down Your Soul. Veja: Into Oblivion contará com treze músicas que são a marca registrada do Venom, ou seja, pesadas, malignas e cativantes. Há uma combinação do som clássico da banda dos anos 80 com uma abordagem mais moderna e progressiva, mas sem perder nada da sua essência incendiária de outrora. O álbum estará disponível em diferentes formatos como CD, vinil e digital (streaming e download). Além do mais, uma versão limitada em CD com card chegará ao mercado. Track listing de Into Oblivion: 01. Into Oblivion02. Lay Down Your Soul03. Nevermore04. Man & Beast05. Death The Leveller06. As Above So Below07. Kicked Outta Hell08. Legend09. Live Loud10. Metal Bloody Metal11. Dogs Of War12. Deathwitch13. Unholy Mother Via: RockBizz

Ozzfest 2027 será realizado em Birmingham, revela Sharon Osbourne
Entrevistas
05/03/2026

Ozzfest 2027 será realizado em Birmingham, revela Sharon Osbourne

Sharon Osbourne, empresária e viúva de Ozzy Osbourne, revelou que a edição de retorno do Ozzfest, em 2027, acontecerá em Birmingham, na Inglaterra. O local escolhido será o Villa Park, que sediou o histórico Back To The Beginning em julho do ano passado. Durante conversa com seu filho Jack no podcast The Osbournes, Sharon detalhou os planos. Segundo ela, a ideia para o próximo ano é realizar duas datas no estádio. “Queremos fazer dois dias no [estádio do] Aston Villa e depois ir para os Estados Unidos. Então, queremos ouvir de todos para onde deveríamos ir lá”, disse [transcrição via NME] Sharon também esclareceu que o Ozzfest não será um festival itinerante em seu primeiro ano após retornar. No entanto, a marca poderá ser expandida para o formato de turnê a partir de 2028. “Vamos ver como se sai, e se as pessoas quiserem, nós estaremos lá”, declarou ela Em janeiro, empresária confirmou negociação com a Live Nation para retorno do Ozzfest Em entrevista à Billboard, Sharon afirmou que o Ozzfest poderia retornar já em 2027, com um conceito atualizado, mas mantendo o espírito original de dar palco a novas bandas ao lado de grandes nomes da cena. “Tenho conversado com a Live Nation recentemente sobre trazer [Ozzfest] de volta. Era algo que Ozzy fazia com muita paixão, dar aos jovens talentos um palco para se apresentarem para muita gente. Nós realmente começamos os festivais de metal neste país. Isso foi replicado, mas nunca com o mesmo espírito do nosso, porque o nosso era um lugar para novos talentos. Era como um acampamento de verão para crianças”, disse a empresária. Sharon também explicou que o retorno não seria simplesmente copiar edições anteriores, mas sim reinventar o festival para os tempos atuais. Além de equilibrar a presença de artistas estabelecidos e novos nomes, além de considerar os desafios de produção que levaram ao fim do Ozzfest tradicional. “Gostaria de misturar os gêneros”, concluiu ela. Após a entrevista, os perfis oficiais do festival nas redes sociais publicaram fotos enigmáticas sugerindo o possível retorno do icônico evento itinerante de heavy metal e rock em 2027. A primeira postagem perguntou aos seguidores se o evento poderia voltar no próximo ano. A segunda postagem questionou: “Qual a sua opinião sobre um possível retorno do OzzFest?”. Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Venom anuncia novo álbum ‘Into Oblivion’ e lança primeiro single
Entrevistas
05/03/2026

Venom anuncia novo álbum ‘Into Oblivion’ e lança primeiro single

Venom anuncia nesta quinta-feira, 05, Into Oblivion, seu décimo sexto álbum de estúdio, que traz a formação consolidada com Cronos (baixo/vocal e membro fundador), Rage (guitarra) e Dante (bateria). O disco marca o primeiro material inédito desde Storm The Gates, lançado em 2018. Com o anúncio, a banda lançou o single de estreia, “Lay Down Your Soul”, uma faixa poderosa que remete aos primeiros anos da banda e ao clássico Black Metal. Com um toque bem-humorado, a música traz todos os elementos para se tornar um futuro destaque ao vivo. “Acho saudável reconhecer elementos do passado e trazê-los para um novo contexto, o que lhes confere uma abordagem totalmente nova. Os fãs vão pirar”, comentou Cronos. Com treze faixas, Into Oblivion entrega o som característico do Venom: pesado, sombrio e marcante. O trabalho combina elementos clássicos da sonoridade oitentista da banda com uma abordagem mais moderna e progressiva, sem perder a intensidade e a atmosfera incendiária que sempre definiram o grupo. O álbum vinha sendo desenvolvido há alguns anos, mas fatores como a pandemia de Covid-19, contratempos nas gravações e a busca por um resultado à altura adiaram sua conclusão. Nas palavras de Cronos: “Este álbum ultrapassou realmente os limites, mas se você quer fazer um álbum matador, você paga com sangue, suor e lágrimas.” Superando os obstáculos, o Venom retorna com um disco que honra seu legado. Rage afirma: “Estou muito orgulhoso deste álbum, é impressionante! Parece tão diferente, mas ao mesmo tempo tão familiar. A sonoridade está um passo à frente, nenhuma música soa igual, mas todas funcionam em conjunto”. Venon dispensa apresentações. Desde sua formação em Newcastle, em 1979, a banda abriu caminho para o metal extremo e criou seu próprio gênero: o Black Metal. Hoje o estilo é mais popular do que nunca em escala global, com a influência do grupo se mantendo duradoura como seus criadores originais. LEIA TAMBÉM: Venom: Mantas confirma convite a Cronos para celebrar ‘Welcome to Hell’ Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Entrevista: Julia Lage e Bruno Valverde detalham experiência ao lado do Smith/Kotzen
Entrevistas
05/03/2026

Entrevista: Julia Lage e Bruno Valverde detalham experiência ao lado do Smith/Kotzen

Os brasileiros Julia Lage e Bruno Valverde fazem parte do Smith/Kotzen. Formado por Adrian Smith, guitarrista do Iron Maiden, e pelo guitarrista e vocalista Richie Kotzen, o projeto está em turnê promovendo seu novo álbum Black Light / White Noise. A banda se apresenta no Brasil, como uma das atrações do festival Bangers Open Air 2026, além de um show em Curitiba no Tork n’ Roll, no dia 24 de abril. O Bangers Open Air acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. Garanta seus ingressos no Clube do Ingresso. Em uma conversa com o Wikimetal, Julia Lage e Bruno Valverde falaram sobre a experiência de tocarem com Smith/Kotzen, as expectativas para o show no Brasil e seus projetos paralelos. Smith/Kotzen tem 50% de sangue brasileiro Wikimetal: O projeto Smith/Kotzen tem 50% de sangue brasileiro graças à vocês. Como foi o convite para entrar na banda? Bruno Valverde: Basicamente, eu fui tocar no Baked Potato em Studio City, em Los Angeles, com o Rafael Moreira. E o Richie Kotzen e a Júlia foram lá para assistir o Rafael Moreira e eu estava lá na bateria. Júlia Lage: A gente não se conhecia. BV: Mas lá a gente ficou um pouco mais próximo, trocou contato… Nós temos muitos amigos em comum. Passaram-se uns quatro, cinco meses, perto do final do ano, e a Júlia me ligou e falou assim: “o Rich quer falar com você”. Eu falei: “What!?” Sempre tive muita admiração pela carreira dele, como músico, cantor, intérprete, aquela coisa toda… E aí ele fez o convite, falou assim: “Eu tenho esse projeto, não sei se você conhece o Adrian Smith, do Iron Maiden… A gente tem esse projeto junto e queria começar a fazer umas jams e ensaios…” Na semana seguinte, a gente começou a tocar 4, 5 músicas para sentir a vibe. Então veio desse network, basicamente. Ele foi lá para assistir o cara, o Rafael Moreira, me conheceu e gostou do som. Então, através da Júlia, entrou em contato. E a gente está aí já faz tempo. JL: Faz tempo, né? BV: Isso aí, esse contato foi o quê? Final de 2021. JL: Pois é. E comigo foi meio orgânico. Antes de eles criarem a banda mesmo, a gente sempre ia às festas de fim de ano do Adrian. Ele tem uma casa lá em Malibu, e sempre tinha… No ano novo, a gente acabava a noite na jam. A gente tocava com todo mundo, todo mundo se divertindo. O Adrian e o Richie se conheceram muito ali também, começaram a fazer as jams, porque na verdade o Richie conhecia a esposa do Adrian. E, naquelas festas, eles começaram a se conhecer melhor, fazendo as jams. Eu sempre estava nas jams. Então foi uma coisa meio orgânica, quando eles estavam pensando na banda para ir na estrada, ele falou: “quem pode entrar na banda como diferencial?” Inclusive a própria Nery, [Nathalie Smith, a esposa do Adrian], falou: “E a Júlia? Ela sempre toca com vocês. Resolvemos testar, passamos umas três, quatro músicas para ver se dava liga. Os quatro juntos. E eles: ”Seção rítmica do Brasil!”. E aconteceu, bem organicamente, que é um ambiente bem familiar com nós quatro. Claro, eu sou casada com o Richie, o Adrian é super tranquilo, a esposa dele viaja com a gente algumas vezes também. E o Brunão, Brasil! BV: Então a gente é bem… Estamos próximos também, é fácil para ensaiar… Estamos no momento certo ali. WM: A participação de vocês nos shows se estendeu ao processo criativo e à gravação em estúdio, vocês colaboraram com algumas músicas do último disco, Black Light/White Noise. Como foi esse trabalho? BV: Eu gravei três músicas. JL: Eu fiz umas cinco músicas no álbum. Na verdade, o processo é deles. Eles que escrevem a música, eles produzem tudo. Tanto que o Richie passava as músicas para mim já com uma linha de baixo escrita. E uma outra parte talvez ele quisesse que soasse diferente, eu ia lá e gravava. Mas assim, eu não criei necessariamente. Eu criei uma coisa aqui, outra ali, mas a música sempre foi dos dois, arranjo e produção. BV: Comigo foi mais ou menos a mesma coisa. Porque você está trabalhando com um nível de artista, falando do Richie que talvez estaria mais envolvido no processo de produção geral… Que já tem uma visão muito clara do que quer. E também não é uma música para você experimentar demais em termos de arranjo e etc. Ele tem uma visão muito clara porque a mensagem principal tem que ser passada. Não é um cara que precisa experimentar demais, fazer muita loucura. Então, não tem muito dedo criativo de assinatura no som. Tem uma virada ou outra. Uma passagem ou outra que o cara vai fazer na sua identidade, mas não tem muita participação no processo criativo, não. Foi mais do que só gravar mesmo. E é legal porque já mostra essa confiança. No primeiro disco foi 100% deles, depois, nesse segundo… Quem sabe no próximo a gente pode fazer umas jams? Fazer umas músicas, quem sabe? Experiência em dividir palco com ídolos WM: Existe alguma emoção ou desafio em tocar com um membro do Iron Maiden? Como tem sido essa experiência e a relação com o Adrian Smith? BV: Olha, é super natural. Você está no palco, aí você olha para o lado, está com o guitarrista do Iron Maiden… Não, cara! Pessoalmente, é uma coisa assim de muito orgulho. Poder estar em um palco com os caras, o Richie também. Ter toda uma história muito grande na música e você sai ali de Mauá… Aquela cidadezinha pequena e, de repente, você está no palco com os caras que você admira também, a Julia também, uma super baixista. Então, você tem um time muito coeso e, obviamente, olha para os lados, você tem esses caras no palco, é uma coisa muito gratificante. JL: É interessante, porque a gente viaja com eles, a gente conhece os dois, mas é aquele momento, a gente

Ozzy Osbourne ganhará estátua póstuma de 6 metros de altura no Hellfest 2026
Entrevistas
04/03/2026

Ozzy Osbourne ganhará estátua póstuma de 6 metros de altura no Hellfest 2026

Notícias Ozzy Osbourne, o icônico Príncipe das Trevas, ganhará uma estátua póstuma de seis metros de altura na edição de 2026 do Hellfest. O festival acontecerá entre os dias 18 e 21 de junho, em Clisson, na França. Durante aparição no MIDEM 2026, Sharon Osbourne, empresária e viúva do cantor, compartilhou a primeira imagem da obra, que ficará localizada ao lado da entrada principal do evento. Ao comentar sobre o projeto, Sharon descreveu seu saudoso marido como “um deus do rock”. “Ah, lá está ele. Olhem para ele, um deus do rock. Vai estrear no Hellfest, no dia 18 de junho. A família inteira estará lá para ver. É uma homenagem maravilhosa. É incrível. Só posso agradecer ao Ben Barbaud [diretor do festival] Que Deus o abençoe. É uma obra de arte impressionante”, declarou [transcrição via Blabbermouth] Ozzy Osbourne será a segunda personalidade do rock a ganhar uma estátua do festival Ozzy Osbourne se juntará a ninguém menos queLemmy Killmister como as duas lendas do rock a ganharem estatuas do festival francês. Em 2022,uma grande estátua do icônico líder do Motörhead foi inaugurada pelo evento. A obra foi criação de Caroline Brisset, escultora francesa que trabalha com aço e concreto para obter um efeito onírico. Destaca-se também que uma parte das cinzas do cantor estão guardadas dentro da estátua, LEIA TAMBÉM: Sharon Osbourne confirma planos para retorno do Ozzfest em 2027 Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Sebastian Bach tem “bênção total” de Dee Snider para liderar Twisted Sister
Entrevistas
04/03/2026

Sebastian Bach tem “bênção total” de Dee Snider para liderar Twisted Sister

Sebastian Bach revelou que recebeu a “bênção total” de Dee Snider para assumir os vocais do Twisted Sister na série de shows, após a saída de Snider da turnê por motivos de saúde. Em entrevista no programa Trunk Nation With Eddie Trunk, o ex-vocalista do Skid Row se emocionou ao contar que Snider, que enfrenta problemas físicos que o impedem de subir ao palco, o chamou de “SMF número dois” — apelido carinhoso que Snider usou por décadas — e lhe deu seu apoio direto para continuar o legado do grupo no palco. “Bem, estou com lágrimas nos olhos agora. Sou o SMF Número Dois. Fui escolhido assim pelo Dee Snider. Porque ele sempre me chamou assim. E preciso dizer que acabei de falar com Dee Snider ao telefone . Conversamos por cerca de 45 minutos e nós dois estávamos meio emocionados. Então ele disse: ‘Você tem minha total bênção.’ Ele continuou: ‘Eu te amo.’ Eu disse que o amava, e nós dois ficamos com os olhos marejados”, disse Sebastian [transcrição via Blabbermouth] Ele continuou: “Uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos é o Twisted Sister. E a música do Twisted Sister me faz sentir como uma criança dentro de mim. É disso que eu estava falando no meu novo disco, como o rock and roll tem vida própria. Então, eu sou um fã de verdade — sou fã dessa música, e essa é realmente a principal razão pela qual estou fazendo isso. E também para honrar o legado dessas músicas. E eu vejo isso como quando Paul Rodgers entrou no Queen, ou quando Axl [Rose] entrou no lugar de Brian Johnson [no AC/DC]. Eu sou fã do Twisted Sister e sempre fui, e eu amo essa música”. Como surgiu o convite para Sebastian Bach Durante a entrevista, Jay Jay French, guitarrista e empresário fundador do Twisted Sister, contou como surgiu a parceria com Sebastian Bach. Ele afirmou que Eddie Trunk teve papel decisivo na retomada do Twisted Sister. Segundo ele, foi Trunk quem convidou a banda para o show beneficente New York Steel, em 2001, após o hiato iniciado em 1988. “E isso não teria acontecido sem o Eddie Trunk”, afirmou Jay Jay Jay Jay French contou que o Twisted Sister conhece Sebastian Bach há décadas, e o vocalista participou da faixa “You Can’t Stop Rock ‘N’ Roll” (1983). ” A banda acompanha Bach há 20 anos, o que é realmente impressionante, pensar que você foi nosso vocalista principal por um dia, há 20 anos, meu amigo. Então, é claro, tocamos em muitas outras coisas juntos. Estivemos juntos, conectados de tantas maneiras. Somos grandes amigos, e ele é um grande fã.” O guitarrista revelou ainda que fizeram um ensaio secreto para testar a parceria e admitiu que estava cético no início. “Fizemos um ensaio secreto só para ver se ia dar certo, se isso poderia funcionar ou não. E sabe o que aconteceu? Sebastian chegou e… eu estava cético. Trunk , você estava certíssimo. Absolutamente certíssimo. Sebastian chegou e simplesmente arrasou. E, mais uma vez, para todos os céticos que querem saber como é ter Sebastian nos vocais do Twisted, acessem a internet agora mesmo. Acessem o Spotify agora mesmo. Digitem ‘You Can’t Stop Rock ‘N’ Roll’, e vocês ouvirão o Twisted Sister acompanhando Sebastian Bach”. LEIA TAMBÉM: Twisted Sister pode se apresentar no Brasil em 2027, segundo festival Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Roger Waters sacramenta que a humanidade já está em sua Terceira Guerra Mundial
Entrevistas
04/03/2026

Roger Waters sacramenta que a humanidade já está em sua Terceira Guerra Mundial

Algumas pessoas vão chamá-lo de alarmista, outros indivíduos de louco e coisas do tipo, no entanto, o ex-líder criativo do Pink Floyd, Roger Waters, em suas redes socais, sacramentou que a humanidade já está em sua Terceira Guerra Mundial. Para chancelar o seu ponto de vista o músico britânico usou a ofensiva dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, que resultou na morte do aiatolá Ali Khamenei e numa série de ataques retaliatórios na região. Na publicação mais recente, Roger falou: “Hoje é dia 03 de março, o quarto dia da Terceira Guerra Mundial. E não quero bancar o profeta, mas a chave é a igualdade dos direitos humanos. E por gente como Donald Trump, que não acredita na igualdade dos direitos humanos, é que estamos no quarto dia da Terceira Guerra Mundial. E para gente sair disso, a chave é a igualdade dos direitos humanos! Isso tem que começar na Terra Sagrada, em Israel. É um país muito importante, porque é o país modelo do que não fazer em se tratando de não ter direitos iguais. Só de você pensar que é superior aos outros, como os nazistas pensavam, você está ferrado”. Waters completou: “Então, a chave para a gente encerrar com a Terceira Guerra Mundial é igualdade dos direitos humanos. Israel tem que pedir desculpa de toda essa ideia de supremacia. Temos que acordar e ver que a chave é a igualdade dos direitos humanos”. O ex-Pink Floyd é um crítico ferrenho das ações e políticas dos Estados Unidos e Israel, especialmente em relação à situação na Palestina. A sua crítica ficou ainda mais contundente devido o aumento das tensões e conflitos no Oriente Médio. Via: RockBizz

Enquete: Qual música do Iron Maiden você mais quer ouvir na ‘Run For Your Lives Tour’?
Entrevistas
04/03/2026

Enquete: Qual música do Iron Maiden você mais quer ouvir na ‘Run For Your Lives Tour’?

Enquetes Iron Maiden retorna ao Brasil em outubro com a Run For Your Lives Tour. A banda se apresenta no Allianz Parque, nos dias 25 e 27 de outubro, com abertura do Alter Bridge – ingressos à venda no site da Livepass. A turnê se encerra em novembro, com shows nos dias 24 e 25 em Yokohama, no Japão. Essa é a última oportunidade de ver o Iron Maiden ao vivo durante um tempo porque a banda entrará em uma pausa logo em seguida que deve durar até 2028. “Esses serão os shows finais de uma turnê de dois anos e a última chance para os fãs do mundo todo presenciarem a produção de última geração que acompanha o repertório único, com músicas dos nove primeiros álbuns da banda”, comunicou o grupo. Nós do Wikimetal queremos saber: Qual música do Iron Maiden você está mais animado para ver na Run For Your Lives Tour? Vote na enquete a seguir. Carregando … LEIA TAMBÉM: Iron Maiden anuncia fim da ‘Run For Your Lives Tour’ e pausa até 2028 Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: WikiMetal

The Troops Of Doom anuncia Frank Blackfire, do Sodom, como novo guitarrista
Entrevistas
04/03/2026

The Troops Of Doom anuncia Frank Blackfire, do Sodom, como novo guitarrista

The Troops Of Doom anunciou Frank Blackfire como novo guitarrista para a turnê europeia. O músico substituirá Marcelo Vasco, que deixou o grupo após cinco anos de trajetória, em decisão tomada de forma amigável e em comum acordo. Em nota oficial, o The Troops Of Doom destacou a relevância de Vasco na consolidação da identidade sonora da banda, ao lado de Jairo Guedz, Alex Kafer e Alexandre Oliveira. Para a nova fase, o posto será assumido pelo alemão Frank “Blackfire” Gosdzik, nome de peso do thrash metal mundial, com passagens por Sodom, Kreator e Assassin, que seguirá para uma extensa agenda de shows no continente. A turnê europeia inclui apresentações em festivais de grande porte, como Wacken Open Air, Headbangers Open Air (Alemanha), Alcatraz (Bélgica) e Vagos Metal Fest (Portugal), além de side shows em diferentes países. Paralelamente, a banda mineira já iniciou o processo de composição de um novo álbum de estúdio, previsto para 2027. Antes de embarcar para a Europa, o grupo cumpre dois compromissos no Brasil. Em abril, toca no Wacken Warm Up Party, em São Paulo, ao lado de Korzus, The Mist e Krisiun. Em maio, participa do CDM Fest, em Campo do Meio (MG), dividindo palco com Artillery, Viper e outros nomes do heavy metal. Marcelo Vasco participará das apresentações e fará sua despedida oficial no CDM Fest. LEIA TAMBÉM: Entrevista: Jairo Guedz comenta sobre novo disco do The Troops of Doom, Summer Breeze Brasil e mais Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Fama e dinheiro não significam nada se você for um idiota, segundo Randy Blythe (Lamb of God)
Entrevistas
04/03/2026

Fama e dinheiro não significam nada se você for um idiota, segundo Randy Blythe (Lamb of God)

Em entrevista ao canal Rock Sound, o vocalista do Lamb of God, Randy Blythe, compartilhou recentemente suas reflexões sobre o que realmente importa na vida, enfatizando o caráter em detrimento do sucesso. Isso vai de encontro ao perfil amplamente exposto e valorizado pelas pseudos celebridades de redes sociais, que colocam o sucesso e o dinheiro na frente de ética e honestidade. “É muito legal deixar um legado musical para as pessoas curtirem, mas, no fim das contas, essas coisas não importam. Simplesmente não importam. Estava remexendo um monte de coisas que estavam no sótão do meu pai. Ele me deu um envelope com um cartão da minha mãe que ela me deu na minha formatura do ensino médio. No cartão havia uma citação que dizia: ‘Não tente se tornar um homem de sucesso, mas sim um homem de valor’. É uma citação de Albert Einstein. Então, eu acho que ser um bom homem é ser um homem de valor”. Randy continuou com sua reflexão: “Portanto, toda essa história de vender muitos discos e conseguir isso e aquilo é uma grande besteira. Existem muitas pessoas famosas infelizes. Existem muitas pessoas ricas infelizes. Existem muitas pessoas infelizes. E, em geral, elas não são boas pessoas. Não são boas pessoas”. “Recebi um conselho do pessoal do Gwar em nossa primeira turnê. Eles disseram para ficarmos na nossa e sem deslumbramentos, porque quem você vê na subida é quem você vai ver na descida. Então, se você for um babaca, um idiota, as pessoas vão se lembrar disso. Fama e dinheiro não significam nada se você for um idiota”, completou. O novo e décimo segundo álbum do Lamb Of God, Into Oblivion, vai chegar no mercado no dia 13 de março pelo selo Epic Records. Esse será o primeiro disco completo do conjunto em quatro anos, o que vai deixar os fãs bem felizes. A obra musical contará com 10 faixas as quais farão referência às raízes da banda, reforçando seu groove característico e expandindo sua abordagem. Os caras também deixaram claro que se trata de um material fresco e livre. Into Oblivion teve produção e mixagem de Josh Wilbur, colaborador de longa data da banda. A bateria teve sua gravação em Richmond, Virgínia, enquanto as guitarras e o baixo foram gravados no estúdio caseiro de Mark Morton. Blythe gravou seus vocais no estúdio Total Access em Redondo Beach, Califórnia, berço de discos seminais do punk de bandas como Black Flag e Descendents. Atualmente, o Lamb Of God tem em sua formação Randy Blythe (vocal), John Campbell (baixo), Mark Morton (guitarra), Willie Adler (guitarra) e Art Cruz (bateria) Track listing de Into Oblivion: 01. Into Oblivion02. Parasocial Christ03. Sepsis04. The Killing Floor05. El Vacío06. St. Catherine’s Wheel07. Blunt Force Blues08. Bully09. A Thousand Years10. Devise/Destroy Via: RockBizz

Joey Cassata será novo baterista do Twisted Sister em turnê
Entrevistas
04/03/2026

Joey Cassata será novo baterista do Twisted Sister em turnê

Notícias Twisted Sister terá mais uma mudança importante na formação para seus shows de reunião. Além de apresentar Sebastian Bach (ex-Skid Row) como novo vocalista, o grupo também confirmou que Joey Cassata assumirá a bateria nas próximas apresentações, substituindo Joey “Seven” Franco, que havia sido inicialmente anunciado para o posto. Cassata, conhecido por seu trabalho com artistas como Ace Frehley, comemorou nas redes sociais a oportunidade de tocar com a banda. “Super animado (e mais do que honrado) por tocar bateria para essa banda lendária! Sou um fã desde os 8 anos de idade… e agora isso?! É simplesmente surreal. Você não pode parar o rock and roll”, disse ele. A mudança ocorre em um momento de reorganização para a banda, que havia planejado uma turnê comemorativa de 50 anos desde sua formação, mas cancelado no mês passado. Atualmente, apenas os guitarristas Jay Jay French e Eddie Ojeda permanecem como membros clássicos confirmados para os shows. Até agora, a única data confirmada no anúncio oficial é a apresentação no Alaska State Fair em 04 de setembro. A banda irá divulgar mais shows nas próximas semanas. LEIA TAMBÉM: Twisted Sister pode se apresentar no Brasil em 2027, segundo festival Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Twisted Sister anuncia Sebastian Bach como novo vocalista para shows
Entrevistas
03/03/2026

Twisted Sister anuncia Sebastian Bach como novo vocalista para shows

Twisted Sister revelou nesta terça-feira, 03, que terá um novo vocalista em seus shows de reunião programados para 2026, após a saída de Dee Snider. Em anúncio nas redes sociais, os membros Jay Jay French e Eddie Ojeda confirmaram que Sebastian Bach, ex-vocalista do Skid Row, assumirá os vocais em uma série de apresentações. Segundo a nota, a participação de Bach não interfere em sua agenda como artista solo, que segue normalmente. Leia o anúncio abaixo: “Os membros do Twisted Sister, Jay Jay French e Eddie Ojeda, têm o prazer de anunciar que o icônico vocalista e frontman Sebastian Bach estará à frente da banda em algumas datas selecionadas neste outono. Essas apresentações não afetam nem conflitam com a agenda de shows solo atual ou futura de Sebastian, que permanece totalmente intacta”. A decisão acontece após a banda ter cancelado a aguardada turnê de reunião comemorando seu 50º aniversário, que marcaria o retorno aos palcos após o hiato desde 2016. Incluindo o show programa no Brasil, no Bangers Open Air. Segundo a organização do festival, o Twisted Sister pediu para se apresentar no festival em 2027. Até agora, a única data confirmada no anúncio oficial continua sendo a apresentação no Alaska State Fair em 04 de setembro, com mais shows a serem divulgados nas próximas semanas. A doença de Dee Snider Dee Snider enfrenta problemas de saúde que o impedem de cumprir a agenda de shows planejada. “Não conheço outra maneira de agir. A ideia de desacelerar é inaceitável para mim. Prefiro me retirar do que ser uma sombra do que já fui”, confessou Snider. Em entrevista ao podcast Acid For Squares, apresentado pelo filho do cantor, Cody Blue Snider, Dee Snider revelou com detalhes a série de problemas de saúde que vem enfrentando. O músico lida com artrite degenerativa, que o fez passar por várias cirurgias ao longo dos anos. “Tive alguns problemas de saúde. Eu tenho artrite nos ombros, artrite degenerativa. Fiz uma prótese de quadril por causa do desgaste excessivo das articulações, fruto da minha profissão, de exigir demais do corpo […] Mas, no caso do coração, isso está ligado ao estresse acumulado ao longo do tempo”, revelou o vocalista. LEIA TAMBÉM: Twisted Sister pode se apresentar no Brasil em 2027, segundo festival Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Roxette: O que esperar dos shows no Brasil
Entrevistas
03/03/2026

Roxette: O que esperar dos shows no Brasil

Roxette vem ao Brasil para dois shows icônicos, se apresentando dia 12 de abril no Vivo Rio, no Rio de Janeiro, e 14 de abril no Espaço Unimed, em São Paulo. Os ingressos estão à venda por meio do site da Ticketmaster. Como uma das duplas pop rock mais influentes dos anos 80 e 90, formada por Per Gessle e Marie Fredriksson, o grupo conquistou o mundo com hits como “It Must Have Been Love”, “The Look” e “Listen to Your Heart”. Com uma mistura de melodias marcantes e letras emotivas, a banda se tornou referência global e acumulou milhões de fãs no Brasil — país onde o pop romântico e o rock melódico sempre tiveram grande força. Entretanto, em 2019, a morte da vocalista Marie Fredriksson, aos 61 anos, vítima de um câncer no cérebro, abalou fãs e a própria trajetória do Roxette. Agora, após mais de uma década, o grupo anunciou sua volta aos palcos com uma nova vocalista, prometendo reviver a magia das canções que atravessaram gerações. Nova vocalista Lena Philipsson e legado preservado Com a ausência de Marie Fredriksson, Roxette optou por continuar sua história com uma nova cantora convidada, Lena Philipsson. Escolhida por Per Gessle para assumir os vocais em uma turnê especial, iniciada em 2025, Lena possui uma longa amizade com o músico, além do talento reconhecido e histórico de colaboração, incluindo o sucesso “Sällskapssjuk”, co-escrito por Gessle em 2024. Lena Philipsson também foi representante da Suécia no Festival Eurovisão da Canção de 2004, o qual terminou em quinto lugar. Descrita por Gessle como uma “voz incrível”. Em nota à imprensa, Gessle afirmou: “Trata-se exclusivamente das minhas composições para o Roxette, um vasto repertório de músicas e letras que criei há mais de três décadas. Não tenho planos de iniciar uma nova parceria. Marie será sempre insubstituível. Contudo, considero-me muito afortunado por encontrar uma voz incrível e uma artista talentosa em Lena Philipsson”, afirmou o músico em um comunicado. Um retorno marcado pela emoção e nostalgia O público brasileiro sempre se destacou pela paixão e intensidade nos shows, e nos encontros anteriores do Roxette, os fãs se mostraram vibrantes, cantando cada verso. Agora, a expectativa cresce ainda mais, já que muitos veem a turnê como uma celebração da nostalgia dos anos 80 e 90 — décadas em que o duo dominou as paradas mundiais. Como também o retorno da banda ao Brasil, que esteve no país pela última vez em 2012. Além da música, os shows prometem ser um momento de conexão e homenagem à saudosa Marie, com um setlist que busca equilibrar respeito ao passado e uma amostra do que pode vir no futuro. Provável setlist Confira a provável setlist do Roxette no Brasil, baseada nos últimos shows do duo: The Big L. Sleeping in My Car Dressed for Success Crash! Boom! Bang! Wish I Could Fly Opportunity Nox Fading Like a Flower (Every Time You Leave) Vulnerable Milk and Toast and Honey Almost Unreal Stars She’s Got Nothing On (But the Radio) It Must Have Been Love How Do You Do! Dangerous In the Hall of the Mountain King Joyride BIS: Spending My Time Listen to Your Heart The Look Queen of Rain LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2026: agenda de rock e heavy metal Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Heartbreak Sessions anuncia line-up da edição de 2026 do festival
Entrevistas
03/03/2026

Heartbreak Sessions anuncia line-up da edição de 2026 do festival

Heartbreak Sessions, festival de rock independente que acontece no Rio de Janeiro, anunciou o line-up de sua quarta edição. O evento acontecerá no Experience Music, na Lapa, no dia 29/03 – ingressos à venda no site da Sympla. Em quatro anos de existência, o festival já levou para a cidade grandes já trouxe para a cidade grandes nomes da cena como Far From Alaska, Bullet Bane, Molho Negro, Melton Sello, dentre outros. Para a edição deste ano haverá shows das seguintes bandas: Ginger and the Peppers, Montanee e Muladhara. Saiba mais sobre cada uma delas abaixo. Ginger and the Peppers Banda de rock brasileira emergente, formada em 2020 por Ju Dillon (vocal), Alê Masili (guitarra solo), J.P. Masella (bateria), Paulo Gonzaga (guitarra rítmica) e Itto Menezes (baixo). O grupo se destaca por suas composições originais que revivem a essência do rock dos anos 70, mesclando influências contemporâneas com uma sonoridade moderna. Com vocais femininos poderosos, timbres de guitarra vintage e ritmos envolventes, a banda oferece uma identidade única e marcante para a cena musical atual. Montanee Banda carioca de Rock Alternativo formada por Felipe Areias (Voz e Guitarra), Teo Kligerman (Bateria), Rodrigo Stryjer (Baixo) que conta ainda com Rafael Rodrigues (Guitarra) nas apresentações ao vivo. Com influências que passam por nomes como Foo Fighters, Arctic Monkeys e Queens of the Stone Age a banda está em turnê divulgando seu mais recente EP Recalling Dreams, gravado no Studio G, em Nova York, e produzido por Joel Hamilton, que tem no currículo 8 indicações ao Grammy e trabalhos com nomes como Paul McCartney, The Black Keys e Highly Suspect. Muladhara Diretamente de Vargem Grande Rio de Janeiro, o trio Muladhara traz uma jornada sonora que mistura o peso do heavy psyche com atmosferas lisérgicas e expansivas. Com o EP Bender disponível nas plataformas, a banda convida o público a atravessar paisagens sonoras intensas com riffs densos, tortos, grooves hipnóticos e melodias etéreas. Em breve, o grupo lança seu primeiro álbum completo. SERVIÇO HEARTBREAK SESSIONS Quando: 29.03 (Domingo)Onde: Experience Music – Rua Riachuelo, 20 – Lapa, Rio de JaneiroAbertura da Casa: 17hInício dos Shows: 18h30Preços: Lote 1 – R$ 50,00 (+5,00 taxa)Lote Promocional: R$ 40,00 (+4,00 taxa) LEIA TAMBÉM: Joan Jett afirma que artistas não devem se calar e elogia Bad Bunny Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Nick Johnston, guitarrista do Mastodon, anuncia workshow em Curitiba
Entrevistas
03/03/2026

Nick Johnston, guitarrista do Mastodon, anuncia workshow em Curitiba

Notícias O guitarrista canadense Nick Johnston, atualmente no Mastodon, anunciou um workshop em Curitiba para o dia 21 de março. A apresentação única e intimista acontece no palco do Teatro Paiol com a participação especial do guitarrista Cacá Barros. Durante o workshop, o guitarrista também vai discorrer sobre seu equipamento, fornecendo uma explanação detalhada sobre seu arsenal atual de guitarras, amplificadores e pedais. O evento é gratuito mediante doação de 1 kg de alimento não perecível. As inscrições devem ser feitas através do formulário. Reconhecido mundialmente como um dos guitarristas mais virtuosos da atualidade, Johnston se apresentará sozinho utilizando backing tracks. Além de músicas de seu repertório solo e sessões de improviso que demonstram sua abordagem única com o instrumento, o músico ainda compartilhará histórias e lições aprendidas ao longo de sua trajetória, que inclui colaborações com nomes como Paul Gilbert e Guthrie Govan, além de sua experiência de se juntar ao Mastodon e tocar em palcos enormes, incluindo o show de despedida do Black Sabbath, em julho de 2025. Serviço – Workshop Nick Johnston Data: 21 de março de 2026 (sábado)Local: Teatro PaiolEndereço: Rua Coronel Zacarias, 51, Prado Velho – Curitiba/PRHorário: 18h30Entrada: 1kg de alimento não perecível Inscrições através do formulário LEIA TAMBÉM: Mastodon presta homenagem a Brent Hinds em seu primeiro show desde sua morte Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Nervosa lança videoclipe de “Ghost Notes”, segundo single do novo álbum
Entrevistas
03/03/2026

Nervosa lança videoclipe de “Ghost Notes”, segundo single do novo álbum

Notícias Nervosa lançou nesta terça-feira, 03, o novo single com videoclipe “Ghost Notes”. Faixa fará parte do novo álbum, Slave Machine, o sexto disco da carreira que está previsto para 30 de abril pela Napalm Records. Com a guitarrista fundadora Prika Amaral estabelecida como a nova vocalista desde o lançamento do álbum anterior, Jailbreak (2023), a banda busca consolidar sua posição como um dos maiores nomes do gênero. “Slave Machine é o álbum mais brutal e melódico da Nervosa. Estamos orgulhosas de dar esse passo adiante, mantendo nossas raízes”, afirmou a banda. Em entrevista ao Wikimetal, Prika Amaral falou sobre a produção do novo álbum: “Vai ser o primeiro disco da Nervosa que não tem participação de ninguém. E eu também estava tão empolgada com o lance do vocal que comecei a testar outras coisas e a gente acabou falando: ‘Meu, não dá. Temos que entregar’. Porque foi realmente uma loucura. Foi no meio de cinco turnês em seis meses que a gente gravou esse disco. Eu não sei como. Foi loucura, mas a gente conseguiu”. LEIA TAMBÉM: Nervosa fala sobre show de reunião com ex-integrantes: “Ainda não é o momento” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Adrian Smith acha que é hora do Iron Maiden trocar Doctor Doctor por outro clássico antes de seus shows
Entrevistas
02/03/2026

Adrian Smith acha que é hora do Iron Maiden trocar Doctor Doctor por outro clássico antes de seus shows

Doctor Doctor é um dos hits do UFO, cujo lançamento foi em março de 1974. A faixa, que foi composta pelo guitar hero Michael Schenker e pelo cantor Phil Mogg, está presente no terceiro álbum de estúdio do grupo, Phenomenon. Como o UFO é uma influência direta no som da Donzela de Ferro, a banda de Steve Harris usa Doctor Doctor como a introdução de seus shows há muitos anos. É praticamente um chamamento aos fãs e uma forma de esquentar os motores para os seus espetáculos. No entanto, Adrian Smith acha que é hora do Iron Maiden trocar Doctor Doctor por outro clássico antes de seus shows. Ele falou sobre o assunto em entrevista a rádio sueca Bandit Rock. “Bem, eu adoro UFO! Eles são uma das minhas bandas favoritas. Mas talvez devêssemos mudar de som. Antes tínhamos outra, era uma música do AC/DC, It’s A Long Way To The Top [If You Wanna Rock ‘N’ Roll], com gaita de foles e tudo mais. Então talvez devêssemos trazê-la de volta. Eu adoro Doctor Doctor”. Como tudo no Iron depende da aprovação de Harris – o The Boss – é possível que Doctor Doctor continue na função de agitar a galera antes dos concertos. Via: RockBizz