Entrevistas

Chuck Billy opina sobre qualidade de som em streaming e mídia física
Em entrevista ao Wildman Podcast, Chuck Billy, vocalista do Testament, falou sobre a maneira como a música é consumida atualmente e as diferenças de qualidade de áudio entre os formatos físicos e digitais. Para o vocalista, com o advento dos serviços de streaming, as vendas físicas se tornaram praticamente inexistentes: “Não existe mais uma Tower Records. O Walmart parou de vender CDs. Best Buy parou de vender CDs. Lojas de discos agora são só alguns pequenos negócios, então as vendas físicas sumiram. Existem os lances exclusivos que as gravadoras lançam, porque os fãs verdadeiros gostam de itens colecionáveis, especiais. Está lá, mas não é só o CD físico mais, tem aquela impressão digital.” Com as mudanças, artistas precisaram se adaptar: “A parte triste é que muitas bandas têm que descobrir como renegociar e conseguir uma remuneração digital melhor desde que as coisas mudaram. Uma vez que você está preso ao seu antigo contrato, você vai querer modificar o acordo. É como aquele cartão de crédito que as taxas de juros não param de subir.” Em relação às variações de qualidade de som entre formatos físicos e digitais, Billy acredita que a mixagem correta pode fazer a maior diferença: “Os discos mais antigos, como os nossos primeiros, quando estávamos mixando eles, nós gravávamos em vinil para escutar, porque era o que saía na época. Então, você mixava discos para soarem corretamente no toca discos, e mais para frente, bandas e gravadoras só pegavam CDs, álbuns feitos para qualidade de CD, e transferiam direto para o digital sem equalizar corretamente.” Por fim, o vocalista admitiu sua preferência por mídias físicas: “CDs têm um som melhor quando são reproduzidos em um tocador de CD do que em meio digital, tipo através do celular. Tem algo assim, quando pego um CD, prefiro escutar nos meus carros invés de digitalmente. Algo neles é feito para soar melhor.” LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock lança websérie e anuncia novidades para fãs do festival Ana Laura Igai Em todos os momentos do meu dia, estou acompanhada por uma trilha sonora, preferencialmente composta por rock e metal (em seus inúmeros subgêneros). Ler sobre música é um dos meus passatempos favoritos, e poder escrever sobre isso é um exercício gratificante. Formada em Produção Multimídia pelo Centro Universitário Belas Artes. Via: WikiMetal

Rush anuncia show extra em São Paulo para janeiro de 2027
Notícias Após esgotar os ingressos para o show em São Paulo em 24 de janeiro de 2027, Rush anunciou nesta segunda-feira, 02, uma segunda apresentação na cidade. A banda levará novamente a Fifty Something Tour ao Allianz Parque para o dia 26 de janeiro. Na semana passada, o grupo havia anunciado 5 apresentações no Brasil para Curitiba (Arena da Baixada, 22/01), São Paulo (Allianz Parque, 24/01), Rio de Janeiro (Estádio Nilton Santos, 30/01) Belo Horizonte (Estádio Mineirão, 01/02) e Brasília (Arena BRB Mané Garrincha 04/02). Os shows são uma produção da 30e e contam com o patrocínio do Itaú. Os ingressos estarão à venda nesta quinta-feira, 05 de março, à partir das 11h pelo site da Eventim. Antes, dos dias 3 e 5 – até 10h da manhã -, os clientes do banco terão acesso a uma pré-venda que garantirá 15% de desconto em ingressos comprados com o cartão de crédito da instituição. Na venda geral, haverá a modalidade de parcelamento em até 10x com juros. As apresentações marcarão o retorno do Rush ao Brasil após 17 anos. Na última passagem, a banda passou pelas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro com a turnê Time Machine. Desta vez, Geddy Lee e Alex Lifeson contarão com o reforço da baterista Anika Niles na turnê que celebra o 50º aniversário da banda e será dedicada à memória do falecido baterista Neil Peart. A banda já anunciou mais de 80 shows ao redor do mundo até o momento. LEIA TAMBÉM: Como Michael Jackson abraçou o rock em parcerias de Slash a Eddie Van Halen Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Filha de Steven Tyler sai em defesa de Kelly Osbourne devido críticas à sua magreza: “Crueldade custa o caráter”
Na noite do último sábado, 28 de fevereiro, Sharon e Kelly Osbourne participaram do BRIT Awards 2026, que homenageou o saudoso Ozzy. Embora a noite fosse para enaltecer a vida e obra do Madman, a aparência de Kelly foi o que mais chamou a atenção do público, que não demorou para criticá-la. Por meio de story no Instagram, Kelly Osbourne condenou a crueldade dos internautas sobre sua aparência no BRIT Awards 2026. Agora, em postagem no Instagram, Mia Tyler, filha de Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, saiu em defesa de Kelly Osbourne devido as críticas à sua magreza. “O luto público não é propriedade pública! O luto pode mudar uma pessoa. Isso não faz do corpo dela um tema para debate. Antes de comentar sobre o corpo de alguém, considere a possibilidade de que essa pessoa esteja carregando algo mais pesado do que a sua opinião. É preciso muita força para estar sob os holofotes, aceitar homenagens em nome de seu falecido pai, um ícone da música, e se manter firme diante do mundo. O mínimo que podemos fazer é demonstrar a mesma elegância em troca”. Mia finalizou destacando o seguinte: “A gentileza não custa nada. A crueldade custa o caráter. É perturbador como as pessoas rapidamente analisam a aparência de alguém em vez de honrar sua coragem. Se você tem energia para comentar, tem energia para ser gentil. Escolha de acordo com isso”. A filha caçula de Ozzy Osbourne está passando um momento muito difícil em sua vida, devido a morte do cantor. É genuíno que surjam as demonstrações de preocupação, no entanto, as críticas gratuitas são atitudes cruéis dos internautas. Portanto, Kelly está claramente triste com os comentários e provavelmente continuará a se defender caso eles persistam. Via: RockBizz

Rob Zombie lança o novo álbum The Great Satan e libera clipe de F.T.W. 84
Após meses de intensa antecipação por parte dos fãs e da crítica especializada, o ícone do rock e do metal industrial, Rob Zombie, oficializou hoje o lançamento de seu mais novo álbum de estúdio, intitulado The Great Satan. O trabalho chega ao mercado mundial através da gravadora Nuclear Blast Records, consolidando o retorno do artista após um hiato de cinco anos sem material inédito. Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, Zombie estabeleceu-se como uma força cultural singular no entretenimento. Sua habilidade em fundir estéticas de vanguarda com um rock monstruoso e repleto de groove permitiu que sua obra desafiasse convenções de gênero de forma consistente. Com The Great Satan, o músico estende esse legado, entregando o que especialistas já apontam como um dos registros mais audaciosos e plenamente realizados de toda a sua trajetória solo. O álbum demonstra uma evolução orgânica, onde Zombie continua a ditar suas próprias regras, ignorando tendências passageiras do mercado musical. Entre as composições que compõem o novo disco, destacam-se a energia contagiante de (I’m a) Rock ’N’ Roller, o vigor nostálgico de Heathen Days e o impacto direto de Punks And Demons. O projeto marca ainda um retorno às suas raízes conhecidas como Hellbilly, apresentando cortes frenéticos que remetem aos seus trabalhos mais emblemáticos. Coincidindo com o lançamento do álbum, Rob Zombie também liberou o clipe da faixa F.T.W. 84. Dirigido pelo próprio artista – que possui uma carreira consolidada e premiada no cinema de horror -, o vídeo expande o mundo visual intransigente e vívido que serve de pano de fundo para as composições de The Great Satan. Ouça The Great Satan neste link. Confira o clipe de F.T.W. 84 abaixo: Via: RockBizz

Trilha sonora de Man On The Run, documentário sobre Paul McCartney, já está disponível online
Paul McCartney: Man on the Run, o novo documentário intimista dirigido por Morgan Neville (vencedor do Oscar, Emmy e Grammy) que explora o renascimento criativo de Paul McCartney após o fim dos Beatles, acaba de ser lançado. A trilha sonora do filme, intitulada Man on the Run – Music from the Motion Picture Soundtrack, também acaba de ser disponibilizada nas plataformas de streaming. O álbum reúne clássicos atemporais, grandes sucessos e faixas essenciais do consagrado catálogo de Paul McCartney e Wings, um retrato da criatividade de Paul nos anos 1970 em 12 músicas. Arrow Through Me (Rough Mix)”], uma mixagem preliminar inédita das sessões de 1979 do álbum Back to the Egg, e Live And Let Die (Rockshow), do filme-concerto Rockshow (1980), puderam ser ouvidas exclusivamente no Amazon Music antes do lançamento. O álbum também inclui uma terceira faixa inédita, Gotta Sing Gotta Dance, originalmente apresentada no especial de TV The James Paul McCartney TV Special, de 1973. Diferentes versões físicas do álbum já estão disponíveis para pré-venda na UMusic Store, incluindo edições em CD e em vinil preto de 180g com pôster destacável. Via: RockBizz

Punk in the Park, festival organizado por apoiador de Trump, cai por terra em meio a boicotes de artistas
Punk in the Park, festival organizado por apoiador de Trump, cai por terra em meio a boicotes de artistas. O empresário Cameron Collins, chefe da Brew Ha Ha, fez doações para a campanha presidencial de Donald Trump em 2024. O evento estava programado para começar em Pittsburgh, Pensilvânia, antes de seguir para Orlando, Flórida, e Vallejo, Califórnia. No entanto, ele não acontecerá mais. Em um nota, o Punk in the Park explicou: “É com grande pesar que anunciamos o cancelamento dos eventos da turnê Punk in the Park programados para 2026. Esses shows eram algo em que realmente acreditávamos e sabemos o quanto significavam para muitos de vocês. Infelizmente, o contexto atual em torno dos eventos criou desafios que nos impedem de seguir em frente de uma forma que proporcione a experiência que nossos fãs, artistas e parceiros merecem. Isso é extremamente decepcionante para todos os envolvidos. Nosso objetivo sempre foi unir as pessoas por meio da música, da comunidade e da paixão compartilhada. E é doloroso quando as circunstâncias impedem que isso aconteça”. O festival ia ter shows do Dead Kennedys, Fear, The Adicts, Agnostic Front, Leftover Crack, The Last Gang, entre outras. Pelo visto, os próximos eventos de Cameron Collins só poderão contar com a presença de Kid Rock, Nikki Minaj, Billy Ray Cyrus, Lil Pump e afins. Via: RockBizz

Robbie Williams comanda homenagem póstuma a Ozzy Osbourne no BRIT Awards 2026
O saudoso Ozzy Osbourne ganhou uma homenagem póstuma no BRIT Awards 2026 no último sábado, 28 de fevereiro, em Manchester, Inglaterra. A família Osbourne foi representada por Kelly, filha caçula do cantor, Sharon, viúva e empresária, e Louis Osbourne, filho de Ozzy de seu primeiro casamento. “É uma honra receber este prêmio em nome do meu lindo marido. Deus sabe o quanto eu gostaria que ele estivesse aqui para recebê-lo pessoalmente. Ozzy está olhando por nós agora. Ele se tornou um dos músicos mais reconhecidos e respeitados do mundo. Para ser sincera, ele era o ego maníaco mais humilde que você poderia conhecer. No fim das contas, ele sempre será uma estrela do rock. Se Ozzy estivesse aqui esta noite, ele ficaria muito orgulhoso de receber isso do país que ele amava”. Para performance de No More Tears, o palco recebeu o talento de Adam Wakeman (taclado), Robert Trujillo (baixo), Tommy Clufetos (bateria) e Zakk Wylde (guitarra). A estrela pop inglesa Robbie Williams comandou a homenagem póstuma a Ozzy Osbourne no BRIT Awards 2026. Via: RockBizz

Kelly Osbourne condena a crueldade dos internautas sobre sua aparência no BRIT Awards 2026
Na noite do último sábado, 28 de fevereiro, Sharon e Kelly Osbourne participaram do BRIT Awards 2026, que homenageou o saudoso Ozzy. Embora a noite fosse para enaltecer a vida e obra do Madman, a aparência de Kelly foi o que mais chamou a atenção do público, que não demorou para criticá-la. Por meio de story no Instagram, Kelly Osbourne condenou a crueldade dos internautas sobre sua aparência no BRIT Awards 2026. Ela escreveu: “Existe uma crueldade peculiar em ferir alguém que claramente está passando por um momento difícil. Me chutar quando estou no chão, duvidar da minha dor, espalhar meus problemas como fofoca e virar as costas quando mais preciso de apoio e amor. Nada disso demonstra força; apenas revela uma profunda ausência de compaixão e caráter. Estou passando pelo momento mais difícil da minha vida. Eu nem deveria ter que me defender. Mas não vou ficar aqui sentada e permitir que me desumanizem dessa forma”. A filha caçula de Ozzy Osbourne está passando um momento muito difícil em sua vida, devido a morte do cantor. É genuíno que surjam as demonstrações de preocupação, no entanto, as críticas gratuitas são atitudes cruéis do internautas. Portanto, Kelly está claramente triste com os comentários e provavelmente continuará a se defender caso eles persistam. Via: RockBizz

BRIT Awards 2026: Ozzy Osbourne é homenageado por Robbie Williams e supergrupo
Notícias Robbie Williams comandou os vocais de um tributo a Ozzy Osbourne durante a cerimônia do BRIT Awards 2026 na noite de sábado, 28. O cantor apresentou “No More Tears” junto a um supergrupo formado especialmente para a ocasião por Zakk Wylde, Robert Trujillo, Tommy Clufetos e Adam Wakeman – todos músicos que marcaram diferentes fases da carreira de Ozzy. A performance foi feita para celebrar o prêmio póstumo de “Lifetime Achievement”, entregue a Ozzy e recebido no palco pela viúva, Sharon Osbourne, e a filha, Kelly Osbourne. Antes da apresentação do grupo, Sharon comentou [via Billboard Brasil]: “Ozzy sempre disse que o palco era o lugar onde ele se sentia mais vivo. Nada faria mais sentido do que celebrar a vida dele com música.” A empresária também defendeu a escolha de Robbie Williams para assumir os vocais, ao invés de um vocalista de metal. “Algumas pessoas podem estranhar, mas o Ozzy amava cruzar fronteiras. Queríamos alguém que representasse outra geração, que trouxesse novos públicos para essa celebração.” Confira a performance completa: LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne sabia que poderia morrer após show do Black Sabbath: “Quero ir do meu jeito” Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: WikiMetal

Rock in Rio 2026 terá mais rock: “Não podem brigar comigo”, diz Medina
Roberto Medina, idealizador do Rock in Rio, garantiu que a edição de 2026 do festival terá mais rock que as anteriores, após o anúncio do show exclusivo do Foo Fighters. Durante coletiva de imprensa realizada na última quinta-feira, 26, no Rio de Janeiro, Medina afirmou que, além dos Foo Fighters, o festival está planejado para anunciar grandes nomes do rock em sua programação. “Esse ano o pessoal do rock não pode brigar comigo. Tem rock que não acaba mais. E ainda vai ter mais rock. Uma bela ideia que tive, muito solitária, já que não existia isso na época, foi de trazer tribos diferentes. Antigamente, tinha-se só o pop, só o rock, só o metal. Eu falei: ‘Não, eu quero a família. Quero as pessoas juntas. Quero o pai discutindo com o filho’. E eu consegui isso, que gerou cenas impressionantes, que gera até hoje. É o avô, neto, pai, mãe… porque é um lugar seguro, divertido. Chegamos a um número de pessoas que fica confortável e a gente vai tentando melhorar”, afirmou o empresário. [via Jornal O Dia]. O organizador explicou que a escolha de bandas e artistas tem sido pensada de forma a agradar diferentes públicos, mas sem abrir mão das raízes do Rock in Rio, que tem no rock um dos pilares históricos. “Esse Rock in Rio, em especial, vai ter um momento único, que é a despedida do Elton John. Ele veio a gente e pediu: ‘Queria encerrar a minha carreira ali’ […] É um privilégio para o artista cantar aqui. Neste ano, vai ter um diferencial que são os shows únicos. Foo Fighters é único, Avenged Sevenfold é único, Stray Kids é único, Elton John é único…”, disse ele. O Foo Fighters será headliner do Palco Mundo no dia 04 de setembro. Outras atrações do rock que se apresentarão no festival serão Sevenfold e Bring Me The Horizon, ambos no dia 05 de setembro. O Rock in Rio 2026 acontecerá no Parque Olímpico entre os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro. Até o momento, o festival não anunciou as datas das vendas gerais dos ingressos. A venda do Rock in Rio Card, que permite a escolha da data de acesso ao festival, aconteceu em dezembro e já está finalizada. LEIA TAMBÉM: Por que show de Elton John no Rock in Rio 2026 será histórico? Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne será homenageado no BRIT Awards 2026 neste sábado
Notícias Ozzy Osbourne ganhará uma homenagem com o prêmio de conjunto da obra no BRIT Awards 2026, que acontece neste sábado, 28, em Manchester. A cerimônia ainda contará com um tributo especial em homenagem ao cantor, falecido em julho do ano passado. Com curadoria de Sharon Osbourne, a performance de encerramento apresentará uma versão especial de “No More Tears”, executada por músicos que acompanharam Ozzy ao longo dos anos: Zakk Wylde, Robert Trujillo, Tommy Clufetos e Adam Wakeman. Os vocais ficarão a cargo de Robbie Williams, convidado pessoalmente pela empresária e viúva do Madman. O cantor britânico é um grande fã de Ozzy e amigo de longa data da família [via Blabbermouth]. Stacey Tang, presidente do comitê do evento, comentou: “Ozzy Osbourne foi uma força poderosa na música moderna. Com uma voz inconfundível e presença única, ele reformulou o som e o espírito do rock, inspirando gerações de artistas que o seguiram.” Além de ser reconhecido como o “padrinho” do heavy metal britânico e uma das figuras mais influentes da música mundial, a relação de Ozzy Osbourne com o evento já vem de longa data. Em 2008, o Principie das Trevas foi o anfitrião e apresentou o BRIT Awards ao lado de Sharon e seus filhos Kelly e Jack. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne sabia que poderia morrer após show do Black Sabbath: “Quero ir do meu jeito” Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Children Of Bodom se reúne para primeiro show em sete anos
Children Of Bodom voltou ao palco após 7 anos afastados, e mais de cinco anos desde a morte de Alexi Laiho. Os membros sobreviventes tocaram juntos na última quinta-feira, 26, no histórico Tavastia club, em Helsinki, na Finlândia. O show recebeu o nome de Children Of Bodom – A Celebration Of Music e reuniu os músicos originais. O baixista Henkka Seppälä, o tecladista Janne Wirman, o baterista Jaska Raatikainen e o guitarrista Alexander Kuoppala, que tocou na banda entre 1996 e 2003. Samy Elbanna, do grupo Lost Society, assumiu o papel antes ocupado por Alexi Laiho, como vocalista e guitarrista principal. A banda fará mais uma apresentação nesta sexta-feira, 27. O repertório incluiu sucessos memoráveis de diferentes fases da carreira, misturando clássicos pesados e faixas cultuadas pelos fãs. A performance em Helsinque foi o primeiro show do grupo como Children Of Bodom desde 2019 — ano em que o grupo havia se separado após uma longa trajetória de sucesso. Quando a banda anunciou o show de reunião, em outubro do ano passado, afirmaram: “Queremos celebrar a trajetória de nossa banda e, ao mesmo tempo, o legado musical de nosso amigo e companheiro de banda, Alexi”. Em 28 de agosto, o Children Of Bodom lançou o livro homônimo, narrando toda a história da banda a partir da perspectiva de quatro membros. A publicação é um tributo à trajetória da banda e à memória de seu vocalista Alexi Laiho, morto em 29 de dezembro de 2020 devido à degeneração hepática e esteatose hepática causadas pelo álcool, aos 41 anos. O livro está disponível em duas versões: a edição padrão e a Signature Edition, que traz autógrafos originais dos integrantes envolvidos. LEIA TAMBÉM: Janne Wirman comenta fim do Children of Bodom: “Tudo foi para o inferno com Alexi Laiho” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne sabia que poderia morrer após show do Black Sabbath: “Quero ir do meu jeito”
Sharon Osbourne falou sobre os últimos dias de vida de Ozzy Osbourne durante o podcast Dumb Blonde. A empresária explicou que o marido sabia que não tinha muito tempo de vida ao realizar seu último show com o Black Sabbath em julho de 2025. “De fato, duas semanas antes do show, eles disseram que ele poderia morrer, e ele morreu”, revelou Sharon. Entretanto, a esposa ressaltou a determinação implacável do músico. “Acima de tudo, ele queria muito fazer aquilo. Afinal, o palco era uma necessidade para ele. A lógica do seu pensamento era clara: ‘Seja em duas semanas ou em seis meses, eu continuo morrendo. Portanto, quero ir do meu jeito’. Dessa forma, ele cumpriu seu último desejo, partindo como um verdadeiro astro do rock.” A despedida de Ozzy Osbourne e o Black Sabbath O cantor sofreu com uma sepse no início daquele ano. Por consequência, a família já estava ciente de que o fim se aproximava. Ainda assim, mesmo após ser alertado pelos médicos de que a apresentação Back To The Beginning, em Birmingham, poderia matá-lo, Ozzy não recuou. “Certamente, quando você viveu sua vida dessa maneira, é tipo: ‘Ok, mais seis meses para sair do jeito que eu quero’”, comparou a viúva. Durante a ocasião, o Príncipe das Trevas tocou clássicos da carreira solo, como “Crazy Train”. Em seguida, ele se reuniu com Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward para sucessos eternos como “Paranoid”. Os momentos finais e o legado Em 22 de julho de 2025, o vocalista de 76 anos sofreu um ataque cardíaco fulminante na sua casa, na Inglaterra. Logo depois, Sharon relembrou a rápida partida de forma emocionada. “Foi tão rápido. E graças a Deus. Enquanto tentavam reanimá-lo, eu sabia. Então eu disse: ‘Não. Não façam isso. Deixem-no’. Afinal, ele já tinha terminado.” Posteriormente, o atestado de óbito confirmou que o artista também sofria de doença arterial coronariana e Parkinson. Em contrapartida, o funeral privado ocorreu na propriedade da família. Inegavelmente, a cerimônia reuniu nomes de peso da música pesada, como Robert Trujillo, Rob Zombie, Zakk Wylde, Marilyn Manson e Corey Taylor. Por fim, junto do apoio massivo dos músicos e fãs, a família recebeu o carinho inesperado do Rei Charles III, que enviou uma nota escrita à mão. “Sem dúvida, ele é um homem bom e atencioso, com um bom coração. De fato, ele não precisava fazer certas coisas que fez por Ozzy no passado”, agradeceu Sharon. LEIA TAMBÉM: Veja homenagem a Ozzy Osbourne no Grammys 2026 Lucas Falcão Sou paranaense, amante do rock’n roll e heavy metal desde a adolescência, frequentador de shows e festivais relacionados à cena do metal, sem preconceito com estilo ou vertente, estou sempre aberto a experiências, adoro ler e escrever sobre esse universo ao qual sou apaixonado que é o heavy metal! Via: WikiMetal

Produtor de filme afirma que Guns N’ Roses “se dividiram politicamente ao meio”
O produtor Marc Beckman revelou que alguns artistas de grande peso na indústria negaram autorização para que suas músicas aparecessem no documentário Melania, que acompanha a ex-primeira-dama Melania Trump. Em entrevista à Variety, Marc abordou as dificuldades enfrentadas nos bastidores da trilha sonora. Ele explicou que, apesar de toda a equipe acreditar que o filme “não é um filme político”, artistas recusaram a participação por motivos ligados ao clima político atual do governo de Donald Trump. O produtor citou como exemplo a banda Guns N’ Roses, que não chegou a um acordo interno. “Tentamos usar algumas músicas, mas infelizmente, havia questões políticas envolvidas. Por exemplo, os caras do Guns N’ Roses estavam divididos politicamente. Havia uma música linda que queríamos usar, e um dos caras — não quero citar nomes, não seria justo — disse: ‘Podem usar. Manda ver.’ E o outro basicamente disse: ‘De jeito nenhum.’ Precisávamos da aprovação de todos para incluí-la no filme. Então, o Guns N’ Roses foi definitivamente uma decepção para nós; todos nós temos muito respeito pelo Guns N’ Roses”, confessou Marc Beckman. Porém, embora Beckman não revele qual membro da banda negou a permissão, Axl Rose já declarou publicamente seu repúdio pelo governo Trump, chamando-o de ameaça à nossa “democracia”. Outros artistas negaram uso de suas músicas Jonny Greenwood, guitarrista do Radiohead, solicitou que removessem do documentário uma música da banda, feita para o filme Trama Fantasma (2017). Mas Beckman insiste que não há nenhuma chance de a música ser apagada do filme. “Essa música estará no filme para sempre”, afirmou ele. Outro caso citado foi o do espólio de Prince, que bloqueou a inclusão de um de seus trabalhos. Beckman afirmou que representantes do artista teriam dito que Prince “jamais gostaria que sua música fosse associada a Donald Trump”. Em seguida, Beckman argumentou: “Não é um filme sobre Donald Trump! Ele aparece no filme de vez em quando, mas o filme é sobre Melania. Não tem nada a ver com política. E o cara vetou. É ridículo”. Beckman também lamentou que alguns nomes preferiram não liberar suas músicas por conta das visões políticas pessoais ou da base de fãs. “É decepcionante quando as pessoas colocam a política em primeiro lugar. E isso aconteceu um pouco com o filme, com certeza”, confessou ele. Apesar disso, o Rolling Stones permitiu o uso de sua música “Gimme Shelter”, aprovada por Mick Jagger, segundo Beckman. “Ele nos deu sua bênção e ficamos muito felizes com isso”, disse ele. De acordo com a Variety, o documentário Melania custou mais do que praticamente qualquer outro documentário da história e recebeu críticas extremamente negativas em seu lançamento. LEIA TAMBÉM: Velvet Revolver seria tão grande quanto Guns N’ Roses, afirma Matt Sorum Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

YUNGBLUD pede parceria em música com Oasis e Liam Gallagher responde
YUNGBLUD manifestou seu desejo de participar da criação do próximo tema da franquia James Bond ao lado dos britânicos do Oasis. Meses atrás, rumores de que Oasis estaria entre os artistas considerados para compor uma música tema para o novo capítulo da saga cinematográfica tomaram conta das redes, e na época, Noel Gallagher respondeu. “Essa coisa de James Bond? O que, Oasis? Não. Mas que tal o Oasis fazer isso? Com certeza. Claro. Seria uma honra absoluta, e acho que esse tipo de coisa deveria ser feito por britânicos, não por americanos”, disse ele. Por sua vez, Liam Gallagher também comentou os rumores sobre o filme de James Bond, respondendo a uma publicação no X : “Vai acontecer, esperem até ouvirem, é a melhor música de James Bond de todos os tempos”. YUNGBLUD manifesta deseja de participar da música Então, em entrevista à revista Kerrang!, YUNGBLUD disse que “adoraria” participar. “Eu toparia uma colaboração em uma música de James Bond se Liam e Noel me quisessem. Para qualquer artista britânico, uma música de James Bond é o objetivo. Está no mesmo nível de ser a atração principal do Glastonbury”, disse o jovem músico. Por fim, o vocalista Liam Gallagher comentou em tom de brincadeira durante interações com fãs na plataforma X, afirmando que a música já estaria pronta, citando: “Está terminado, só falta o Yungblud terminar o solo de triângulo”, escreveu ele, antes de acrescentar que Noel “tem ensinado ao Yungblud as partes do solo de triângulo”. Noel Gallagher fala há anos sobre seu interesse em compor um tema para James Bond. A princípio, em 2008, afirmou à NME que já havia “escrito algumas músicas-tema para Bond”. Em 2015, declarou que gravaria a canção “sem hesitar” e, em 2016, reforçou que aceitaria o convite. Em 2017, Paul Weller revelou que os dois chegaram a escrever “metade” de um possível tema. Logo depois, em 2019, Liam Gallagher também demonstrou interesse, dizendo que os produtores poderiam “ligar para a gente, por que não?”, além de afirmar que se reuniu com Barbara Broccoli em 2017 para conversas iniciais. It’s finished just waiting for yungblud to finish his triangle solo — Liam Gallagher (@liamgallagher) February 20, 2026 LEIA TAMBÉM: YUNGBLUD responde críticas por foto com Till Lindemann: “Eu não tinha ideia” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Robert Lowe, ex-vocalista do Candlemass, vem ao Brasil pela primeira vez
Robert Lowe, a lendária voz do Candlemass e do Solitude Aeternus vem ao Brasil pela primeira vez com seu projeto Disciple Of Doom, revisitando todos os clássicos de sua carreira. O músico norte-americano faz 3 apresentações no país em abril. Dia 10 em São Paulo, 11 em Sorocaba e 12 no Rio de Janeiro. Midgard eLoss são as bandas de abertura convidadas para a turnê. Os ingressos já estão à vendo por meio do site 101 Tickets. Para o show do Rio de Janeiro, a venda é pelo site Bilheto. O vocalista norte-americano Robert Lowe é reconhecido como uma das principais vozes do doom metal, especialmente por sua trajetória no Solitude Aeturnus, onde atua desde 1988 e participou de todos os seis álbuns de estúdio, ajudando a consolidar o epic doom metal ao lado de nomes como o Candlemass e o Trouble. Entre 2006 e 2012, Lowe integrou o Candlemass, substituindo Messiah Marcolin e gravando três álbuns: King Of The Grey Islands (2007), Death Magic Doom (2009) e Psalms For The Dead (2012), que renderam faixas marcantes como “Hammer Of Doom” e “Emperor of the Void”. Serviço Robert Lowe no Brasil São PauloData: 10 de abril de 2026Local: La Iglesia – Rua João Moura, 515 – Galpão 06 – Pinheiros – São Paulo/SPBandas Convidadas: Loss e MidgardIngressos: 101Tickets.com.brMais Informações:instagram.com/caveiravelhaproducoes Sorocaba:Data: 11 de abril de 2026Horário: 17hLocal: The Devil’s Pub – Rua João Mendes Gomes, 31 – Sorocaba/SPBandas Convidadas: Loss, Midgard, Nightspell e mais uma banda surpresaIngressos: 101Tickets.com.brMais Informações: instagram.com/the.devils.pub Rio de Janeiro:Data: 12 de abril de 2026Horário: 17hLocal: Experience Music – Rua Riachuelo, 20 – Lapa – Rio de Janeiro/RJBandas Convidadas: Loss, Midgard e PombajiraIngressos: bilheto.com.brMais Informações: instagram.com/bemagicprod LEIA TAMBÉM: Candlemass se reúne com Messiah Marcolin pela primeira vez em 20 anos Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Iron Maiden é indicado ao Rock and Roll Hall Of Fame; Confira os concorrentes
Rock and Roll Hall of Fame divulgou nesta quarta-feira, 25, os nomes concorrentes para a classe de 2026 da instituição. 17 artistas estão na lista, sendo relacionados ao rock e a outros estilos musicais. Oasis, Iron Maiden, Billy Idol, The Black Crowes e Joy Division/New Order estão entre as bandas que disputam a indicação. Para disputar uma vaga, é necessário que o artista/banda tenha lançado uma gravação há pelo menos 25 anos antes do ano de sua nomeação. Dos indicados, 10 buscam a introdução pela primeira vez, são eles: Jeff Buckley, Phil Collins, Melissa Etheridge, Lauryn Hill, INXS, New Edition, Pink, Shakira, Luther Vandross e WU-TANG CLAN. Em nota à imprensa, John Sykes, presidente da Fundação do Hall da Fama do Rock and Roll, disse: “Esta lista diversificada de talentosos indicados reconhece as faces e os sons em constante evolução do rock and roll e seu impacto contínuo na cultura jovem”. Os vencedores devem ser divulgados no final de abril. Já a cerimônia acontece entre outubro e novembro, na cidade de Los Angeles. Embora o Iron Maiden seja elegível para entrar no Hall da Fama do Rock and Roll desde 2004, a banda só havia sido indicada duas vezes antes — em 2021 e 2023. Vale lembrar que bandas icônicas de hard rock e metal como Iron Maiden, Guns ‘N Roses e Motörhead ainda não foram reconhecidas pela instituição. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden pediu para não receber novas indicações ao Rock and Roll Hall of Fame Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Iron Maiden, Mariah Carey e Shakira estão entre os indicados ao Rock & Roll Hall Of Fame 2026
Iron Maiden, Mariah Carey e Shakira estão entre os indicados ao Rock & Roll Hall Of Fame 2026. A lista também inclui outros nomes com e sem relação ao rock como The Black Clower, Jeff Buckley, Phil Collins, Melissa Etheridge, Lauryn Hill, Billy Idol, INXS, Joy Division/New Order, New Edition, Oasis, Pink, Sade, Shakira, Luther Vandross e Wu-Tang Clan. John Sykes, presidente do Rock & Roll Hall Of Fame Foundation, comentou: “Esta lista diversificada de talentosos indicados reconhece as faces e os sons em constante evolução do rock and roll e seu impacto contínuo na cultura jovem”. Vale explicar que, para serem elegíveis para a nomeação, os artistas e bandas devem ter lançado a sua primeira gravação comercial pelo menos 25 anos antes do ano da cerimônia de indução. Os indicados são votados por mais de 1.200 artistas, historiadores e profissionais da indústria musical. Os homenageados oficiais serão anunciados em abril, juntamente com os vencedores dos prêmios Influência Musical e Excelência Musical, bem como o Prêmio Ahmet Ertegun, que homenageia um veterano proeminente da indústria musical. Apesar de atenderem aos critérios de elegibilidade há décadas, bandas icônicas do hard rock e do heavy metal são solenemente deixadas de lado pelo Rock & Roll Hall Of Fame. A lista inclui nomes realmente importantes para a música e cultura como Motörhead, Iron Maiden e Mötley Crüe, mas que infelizmente ficam de fora. Via: RockBizz

Zakk Wylde lembra reação de Ozzy ao sugerir iniciar os shows com Thunder Underground
Depois de se cansar da aposentadoria, Ozzy Osbourne, em meados dos anos 1990, resolveu voltar com a sua carreira musical. Além dos shows, o saudoso Madman fez um novo álbum de estúdio, que levou o nome de Ozzmosis e saiu em outubro de 1995. No repertório, o disco, sétimo solo de Ozzy, chegou com sons poderosos como Perry Mason, See You On The Other Side, I Just Want You e Tomorrow. O trabalho atingiu a #4 posição da Billboard e já vendeu mais de três milhões de cópias nos Estados Unidos. Batendo um papo com a revista Metal Hammer, o guitarrista Zakk Wylde, que foi um dos criadores do álbum, lembrou a reação de Ozzy ao sugerir iniciar os shows com Thunder Underground, que é a quarta faixa da obra. “Perry Mason começou com John Sinclair, com aquele riff na introdução. Ele instigou a gente entrar com aquela batida, e depois a coisa decolou. Lembro que nos divertimos muito gravando o álbum. Gravamos um pouco em Paris e pouco em Nova York”. Zakk completou: “Lembro a primeira vez que ouvi o disco pronto, com Thunder Underground e My Jekyll Doesn’t Hide. Em Thunder Underground, Ozzy estava detonando no vocal, cantando em tom alto, na estratosfera”. “Eu falei para ele abrir os shows com essa música. Ele respondeu: ‘Você está tentando me matar, não está’? O tom vocal nessa música é muito alto”, finalizou Wylde aos risos. Via: RockBizz

Esquete do Saturday Night Live satirizando o Aerosmith quase terminou em socos e pontapés
O rock n’ roll é repleto de causos, fábulas, lendas, verdade absolutas e fatos que fazem a gente rir e chorar quase que na mesma hora. Um momento engraçado rolou em janeiro de 1995, durante um episódio da vigésima temporada do programa Saturday Night Live. A atração norte-americana, que sempre tirou sarro de todo mundo, resolveu fazer uma esquete satirizando o Aerosmith, mas quase terminou em socos e pontapés. O ator Adam Sandler foi o protagonista da brincadeira interpretando o vocalista Steven Tyler, e o apoio veio com o colega de elenco Jay Mohr interpretando o guitarrista Joe Perry. A ideia era fazer um comercial falso para uma coletânea da banda, Aerosmith’s Greatest Hits: 1990-1994, pegando no pé de hits Crazy, Cryin’ e Amazing. Todas as músicas do comercial falso soavam iguais, mas com letras ligeiramente alteradas. Durante o intervalo comercial, Sandler e Mohr, usando roupas e adereços iguais de Tyler e Perry, estavam aguardando o sinal para começar a esquete do Aerosmith. No entanto, durante esse tempo de espera para entrar no ar, Jay sugeriu que Adam trocasse o óculos, pois não estava igual ao adereço do roqueiro. O ator principal se recusou e mandou o colega calar a boca. A discussão logo ficou mais quente e quase saiu socos e pontapés. No livro Gasping for Airtime, Moht escreveu: “Eu queria bater nele ou pelo menos gritar de volta, mas não conseguia evitar sentir quarenta olhos em mim. Se eu batesse nele as pessoas me dariam uma surra”. “A pior parte para mim foi que todos viram a discussão inteira. Devo ter parecido um verdadeiro idiota mandando Adam Sandler trocar os óculos de sol. Não havia tempo para pensar numa resposta porque logo fomos para o palco para fazer a esquete”. Apesar do drama, as pessoas riram da esquete e entrou para a história do entretenimento como um dos momentos mais hilários da TV noventista. Saturday Night Live: Aerosmith’s Greatest Hits, 1990-1994 (Adam Sandler, Jay Mohr) So hilariously stupid, I’m rolling. pic.twitter.com/v3nKwLsPzN — Art (@ArtieTonite) August 23, 2017 Via: RockBizz

Johnny Monster lança EP em parceria com Clemente Nascimento
Johnny Monster lança nesta terça-feira, 24, o novo EP Red Star Sessions. Inspirado na estética e energia crua das icônicas Peel Sessions do radialista inglês John Peel, as faixas foram gravadas ao vivo e com poucos overdubs, assim como nas sessões históricas gravadas nos estúdios da BBC. Foi com esse espírito que Johnny convocou seu amigo e ídolo Clemente Nascimento, dos Inocentes e Plebe Rude, e seus companheiros de vários projetos, Edgar Avian na bateria e Will Vazquez no baixo, para registrarem, quase inteiramente ao vivo no estúdio Red Star, 3 canções inéditas. O resultado é visceral e pós punk, com as guitarras de Johnny e Clemente se entrelaçando, apoiados pela cozinha sólida de Edgar e Will, músicos renomados com experiência em turnês internacionais de artistas do punk rock mundial. Red Star Sessions marca um encontro inédito entre Clemente e Johnny nesse formato, reafirmando a química que já havia se mostrado potente quando tocaram juntos na Fantástica Banda Sem Nome. São três músicas intensas, diretas e cheias de identidade que deixam, inevitavelmente, um gostinho de quero mais. Ouça alto! A Fantástica Festa Pro Clemente Na quinta-feira, dia 26, a partir das 20h, o Red Star Studios recebe a Fantástica Festa Pro Clemente – um evento especial em apoio a Clemente. Toda a renda obtida com a venda de ingressos será integralmente destinada a Clemente, contribuindo de forma direta para sua recuperação após um período difícil, em que esteve afastado do trabalho. Mesmo quem não puder comparecer pode colaborar: os ingressos antecipados são ilimitados e podem ser adquiridos como forma de apoio, inclusive por quem está fora de São Paulo ou em qualquer lugar do Brasil. Será uma noite de celebração, amizade e música, com diversas atrações e bandas reunidas por uma causa especial. Garanta seu ingresso e participe dessa corrente de apoio: https://www.sympla.com.br/evento/a-fantastica-festa-pro-clemente/3295029 LEIA TAMBÉM: Shows do Rush no Brasil terão pacotes VIP que chegam a R$ 14 mil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Bruce Dickinson sobe ao palco com Smith/Kotzen para tocar Iron Maiden
Notícias Bruce Dickinson surpreendeu o público ao participar do show do projeto Smith/Kotzen, no último sábado, 21, no O2 Shepherd’s Bush Empire em Londres. Formado por Adrian Smith, guitarrista do Iron Maiden, e pelo guitarrista e vocalista Richie Kotzen, o projeto está em turnê promovendo seu novo álbum Black Light / White Noise. No encerramento do set principal da apresentação, Bruce Dickinson subiu ao palco de surpresa para cantar a versão ao vivo de “Wasted Years”. Faixa é um dos clássicos mais conhecidos do Iron Maiden, escrita por Adrian Smith e lançada no disco Somewhere In Time, em 1986. O momento, capturado em vídeo por fãs, tem repercutido nas redes sociais. Smith/Kotzen se apresenta no Brasil, como uma das atrações do festival Bangers Open Air 2026, além de um show em Curitiba no Tork n’ Roll, no dia 24 de abril. O Bangers Open Air acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. Garanta seus ingressos no Clube do Ingresso. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden encerrará carreira com “dignidade e elegância”, diz Murray Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Tobias Forge explica pausa e ausência de show do Ghost na América do Sul
Tobias Forge explicou a pausa na carreira e o motivo pelo qual a passagem da Skeletour pela América do Sul não aconteceu. Em entrevista ao programa de rádio Full Metal Jackie, Tobias Forge explicou que o espetáculo foi pensado como uma experiência completa, dividida em atos e com alta carga teatral. No entanto, admitiu que a dimensão da produção impôs limites logísticos. Segundo ele, havia planos iniciais de levar o show também à América do Sul, além de Austrália e Japão, mas a estrutura é grande demais para circular globalmente no atual estágio da banda [transcrição via Wikimetal]. “Eu sou muito sério quando digo que tudo que fizemos sempre foi uma versão menor do que eu queria que fosse. Acho que até um certo ponto eu fiz isso com esse tour, mesmo que haja coisas que não fizemos. Foi definitivamente uma espécie de “mãos à obra”, sabe, sem luvas, vamos com tudo e levar essa energia nuclear para todos os cantos do planeta”, disse ele. “Originalmente nós estávamos tentando fazer América do Sul, Austrália, Japão. A turnê é simplesmente muito grande. Você não pode viajar com tudo isso, pelo menos no nosso nível. Você precisa lotar 10 noites em cada lugar para isso acontecer. E essa é a realidade do show que criei. E sabe, se eu soubesse disso, teria feito diferente? Eu realmente não sei. Este show é isso, são os três atos, é a proibição de celulares, é tudo. E eu não quero mudar nada só para atender a um certo tipo de público que quer ir para lá”, confessou Tobias. Tobias confirmou que a turnê acabou. “O Skeletour é isso. E sabe, infelizmente, nós o encerramos. Não era bem o que eu tinha planejado. Então, é isso. Eu não vou desistir da produção. Mas tive que aceitar a realidade de que não posso fazer isso em todos os lugares. Tudo bem, vou me esforçar mais da próxima vez para encontrar uma maneira de levar outro programa para um público mais global. Mas isso será um problema no futuro, em algum momento”. Ghost entrará em pausa O líder do Ghost também revelou que não há nada planejado após o fim da turnê e indicou que pretende dar uma pausa. Depois de mais de uma década praticamente ininterrupta de atividades, Forge comentou a necessidade de ficar em casa com a família. Pai de dois filhos de 17 anos, ele afirmou que quer aproveitar essa fase antes que eles sigam seus próprios caminhos. “Eu tenho minha família. Sabe, é claro, todo mundo sabe disso. Eu tive dois filhos esperando em casa com minha esposa por 15 anos. E talvez isso diga algo sobre mim, que não foi um fator motivador suficiente durante esses anos. Acredite, eu me sentia mal. Mas definitivamente cheguei a um ponto em que não só preciso… Sinto que, física e mentalmente, preciso estar em casa. Simplesmente porque eles têm 17 anos, não vão estar aqui por uma eternidade”. Além disso, explicou que precisa se afastar para recuperar a inspiração criativa, comparando seu trabalho ao de um construtor que, após erguer tantas estruturas, precisa parar para ter novas ideias. “Então, a única maneira de ter uma nova ideia e me inspirar é me afastar”, disse ele. “É simples assim. Mas isso não significa que eu não esteja fazendo nada. Tenho dois projetos de filmes em que estou trabalhando. Pouco antes de sair da turnê, eu estava gravando outro álbum com outra coisa. E, sabe, tenho muita coisa. Coisas planejadas para os próximos anos. E também hobbies que eu, sabe, deixei um pouco de lado porque… Nos últimos 15 anos, o Ghost obviamente se tornou uma força maior. Felizmente, minhas famílias têm me apoiado muito nisso”, finalizou ele. LEIA TAMBÉM: Ghost promove ação social e distribui alimentos em Los Angeles Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Rush anuncia 5 shows no Brasil para janeiro e fevereiro de 2027
Notícias Rush anunciou na manha desta segunda-feira, 23, 5 shows no Brasil para janeiro e fevereiro de 2027. A banda irá trazer a Fifty Something Tour para Curitiba (Arena da Baixada, 22/01), São Paulo (Allianz Parque, 24/01), Rio de Janeiro (Estádio Nilton Santos, 30/01) Belo Horizonte (Estádio Mineirão, 01/02) e Brasília (Arena BRB Mané Garrincha 04/02). Os shows são uma produção da 30e e contam com o patrocínio do Itaú. Os ingressos estarão à venda nesta sexta-feira, 27 de fevereiro, à partir das 11h pelo site da Eventim. Antes, no dia 25 de fevereiro, clientes do banco terão acesso a uma pré-venda que garantirá 15% de desconto em ingressos comprados com o cartão de crédito da instituição. Na venda geral, haverá a modalidade de parcelamento em até 10x com juros. As apresentações marcarão o retorno do Rush ao Brasil após 17 anos. Na última passagem, a banda passou pelas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro com a turnê Time Machine. Desta vez, Geddy Lee e Alex Lifeson contarão com o reforço da baterista Anika Niles na turnê que celebra o 50º aniversário da banda e será dedicada à memória do falecido baterista Neil Peart. São 80 shows ao redor do mundo confirmados até o momento. LEIA TAMBÉM: Quem é Anika Nilles e como se tornou baterista do Rush Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal