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Oasis deve fazer nova turnê e lançar músicas em 2027, diz tabloide
Entrevistas
20/02/2026

Oasis deve fazer nova turnê e lançar músicas em 2027, diz tabloide

Após a histórica turnê de reunião em 2025, o Oasis poderá voltar aos palcos em 2027, bem como lançar novas músicas após dezoito anos. Segundo o The Sun, Liam e Noel Gallagher anunciarão datas na Europa, Reino Unido e América do Norte. As apresentações ainda poderão contar com a participação de Miles Kane, do The Last Shadow Puppets, como ato de abertura em algumas das datas [via Billboard Brasil]. “Noel e Liam estão fazendo uma pausa mais do que merecida da estrada este ano para se recuperarem. Mas eles sabem que os fãs querem mais, então querem aproveitar o momento enquanto o entusiasmo está em alta”, declarou uma fonte [transcrição via MixFM]. Entretanto, a maior surpresa seria o fato da dupla estar trabalhando em novas músicas secretamente. Lançado em 2008, Dig Out Your Soul é o disco de estúdio mais recente do Oasis. Sua respectiva turnê foi o estopim para culminar no hiato da banda, que durou entre 2009 e 2024. Em novembro, Oasis anunciou que faria “pausa para reflexão” após concluir turnê de reunião Em 23 de novembro do ano passado, um dia após concluir a turnê Oasis Live’25 em São Paulo. o Oasis publicou a seguinte mensagem em suas redes sociais: “E assim aconteceu. A força cultural pop mais devastadora da história recente da Grã-Bretanha” conquistou os corações e mentes de uma nova geração. De Gallagher Hill ao Rio da Prata, de Croke Park às margens do Canal Real à Cidade dos Anjos, o amor, a alegria, as lágrimas e a euforia jamais serão esquecidos. Haverá agora uma pausa para um período de reflexão”. LEIA TAMBÉM: Quem é Berzan Önen e como se tornou vocalista do Nevermore Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Entrevista: Marina La Torraca fala sobre assumir vocais no Battle Beast
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20/02/2026

Entrevista: Marina La Torraca fala sobre assumir vocais no Battle Beast

A banda finlandesa de power metal Battle Beast apresentou a brasileira Marina La Torraca. Após anunciar a saída de Noora Louhimo, a banda aposta em uma vocalista já consolidada no metal moderno. Natural de São Paulo, reconhecida como frontwoman da banda Phantom Elite e integrante do projeto de metal sinfônico Exit Eden, Marina tem reconhecimento mundial por suas diversas colaborações, incluindo shows como convidada do Avantasia. Agora, a vocalista se prepara para estrear ao vivo, na turnê do último disco da banda, Steelbound, lançado com Noora Louhimo. Em uma conversa com o Wikimetal, La Torraca falou sobre as expectativas e desafios de assumir os vocais do Battle Beast e planos futuros. Wikimetal: Assumir os vocais do Battle Beast em uma turnê mundial é algo significativo na sua trajetória. Como recebeu o convite e qual foi sua primeira reação ao saber que lideraria essa nova fase da banda? Marina La Torraca: Não foi exatamente um convite com tudo confirmado. Foi um convite para explorar a possibilidade, que a gente decidiu tudo muito depois. Mas a minha primeira reação foi de choque total. Primeiro, eu li no assunto do e-mail e pensei: “Quem está me mandando isso?” Eu achei que fosse alguma piada, algum fã, alguma coisa. Obviamente, a última coisa que passou pela minha cabeça é que seria, de fato, o que era. Então, foi muito engraçado. Meu primeiro choque foi esse, e quando eu abri o e-mail, que parecia ser legítimo, dizia assim que a cantora deles estava saindo da banda, e isso já foi o segundo choque. Porque eu pensei, “mas peraí, eles estão fazendo turnê agora? Como assim, ela está saindo da banda?” Então foi um choque. E o terceiro choque foi que eles estavam me cogitando como cantora. Então, eu pensei: “mas não tem nada a ver”. Minha primeira reação foi “nada a ver. Como assim? Eu? Tenho certeza? Não, eles escreveram pra pessoa errada”… Sabe quando você começa a ficar neurótica? Eu acho que eles escreveram pra pessoa errada. Honestamente, porque o trabalho que eu tenho feito com o Phantom Elite especificamente, ultimamente, é musicalmente bem longe do Battle Beast. E é o que eu estava focando mais ultimamente, e eu pensei “será que combina?” Mas eu tive que provar pra mim mesma também. Logo depois desse e-mail, a gente já chegou à conclusão, conversamos, teve reunião online para se conhecer, para conversar. E aí eu já senti uma vibe muito boa deles. O que não é exatamente o caso em todas as bandas. Achei muito legal que eles pareciam ser super abertos e bem entrosados, um ambiente bem familiar. E eu falei: “vou tentar cantar as músicas aqui, mandar pra eles alguma coisa”. Então, eu cantei algumas músicas do Steelbound em casa. E foi nesse momento a primeira vez que eu entendi, eu falei assim… Dá certo! Dá liga isso aí! Faz sentido! A partir daí, a gente foi checando organicamente, fazendo mais gravações, mais coisas juntos. Eu fui até a Finlândia pra conhecer eles pessoalmente, pra gravar alguma coisa ao vivo, com o Janne [Björkroth], que é o tecladista e também produtor da banda. Nós checamos bastante como ficariam as músicas antes de firmar a conexão aí. Foi um processo todo de um ou dois meses. Mas porque a gente também não tinha mais tempo e tinha que ser tudo muito rápido, eles estavam, de fato, já começando a turnê europeia do Steelbound. Os desafios em assumir os vocais de uma nova banda WM: O álbum Steelbound já foi lançado com as gravações originais de Noora Louhimo e recebeu aclamação da crítica. Como você encara o desafio de interpretar ao vivo um repertório que o público já conhece? MLT: Acho que o jeito saudável que encontrei para mim mesma, para encarar esse repertório de maneira profissional, é fazer um paralelo com teatro musical, pois eu também venho do teatro musical, tenho bastante experiência com isso. No mundo de banda, geralmente, tem uma pessoa só que canta o repertório todo, e os fãs se conectam com essa pessoa. E no musical é diferente, tem um papel interpretado por muitos atores diferentes e os compositores escrevem a música para aquele papel e têm um tipo de pessoa em mente, um tipo de voz em mente que precisa encaixar, mas vários atores podem e interpretam o mesmo papel em diferentes países. Pensa no Fantasma da Ópera. Quantas pessoas interpretaram o fantasma da ópera até hoje? É assim que escolhi. Claro que os fãs têm uma associação especial com a Noora. É óbvio. Não é tão simples assim, não é só um papel. Não estou tirando o mérito afetivo de um vocalista que está há 12 anos na banda. Óbvio que não. Mas, como eu disse, é o jeito profissional que eu estou vendo isso. Então, as músicas foram escritas de uma certa maneira e eu vou cantar essas músicas que foram escritas dessa maneira e com algumas coisas em mente. Energia é muito importante. E como eu vou interpretar, como eu vou trazer energia e precisão para essas músicas, é a minha decisão. WM: Existe uma preocupação em preservar a identidade vocal do disco ou você busca naturalmente inserir sua própria assinatura às músicas? MLT: Como a gente está falando de voz, é um instrumento muito biológico, muito particular. Então, por mais que eu até tentasse imitar o som dela [da ex-vocalista Noora Louhimo], não vai sair igual. É uma coisa tão particular. O que eu estou tentando fazer é, na verdade, uma mistura. Como a única referência que eu tenho de alguém cantando essas músicas é da Noora, acaba ficando um pouco o jeito que ela canta, que também é o jeito que eu aprendo. Isso é uma coisa que vai se desenvolver com o tempo. Quanto mais eu cantar as músicas ao vivo, eu já notei que no começo tinha uma intenção de imitar um pouco maior do que agora. Tem algumas coisas que eu tenho feito, por exemplo, no último ensaio que a gente fez essa semana, que eu pensei: “as músicas estão, de fato,

Igreja Católica e o rock selam a paz em álbum progressivo de Papa Francisco I
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20/02/2026

Igreja Católica e o rock selam a paz em álbum progressivo de Papa Francisco I

É difícil imaginar uma aproximação entre a Igreja Católica e o rock, visto que a religião sempre se manifestou com desaprovação ao som pesado. Em muitos casos, os representantes do catolicismo fizeram questão de categorizar o rock e as suas vertentes como uma arte profana e como um culto ritualístico do Diabo. Demorou muitas décadas, mas o rock e a Igreja Católica finalmente conseguiram se relacionar sem conflito. Isso se deu com o Papa Francisco I, que morreu em 21 de abril de 2025, vítima de um AVC – Acidente Vascular Cerebral. Antes de se tornar Bispo de Roma em 2013, o religioso, cujo nome real era Jorge Mario Bergoglio, foi Arcebispo de Buenos Aires, Argentina. Ele rompeu com a tradição papal ao expressar interesse pela música popular. Segundo o cardeal e presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Gianfranco Ravasi, Francisco tinha álbuns de música contemporânea em sua vasta coleção de música, incluindo LPs de Astor Piazzolla, obras de cabaré de Édith Piaf, gravações gospel de Elvis Presley e trabalhos de cantores e compositores como Leonard Cohen e Van Morrison. E o rock progressivo também estava no radar do Pontífice. Ele permitiu que o selo Believe Digital compilasse alguns de seus discursos entre 2013 e 2014 e os musicasse com uma trilha sonora progressiva. O projeto teve o apoio de Tony Pagliuca, tecladista e pianista da banda italiana Le Orme, ícone do rock progressivo dos anos 1960 e 1970. Desta união surgiu o álbum de rock católico, Wake Up! Music Album with His Words and Prayers, que saiu em 2015. O disco tem onze faixas repletas nuances, coros vocais e um interessante verniz progressivo no estilo de Vangelis. No entanto, a única música realmente rock n’ roll é Wake Up! Go! Go! Forward. Ela saiu como o segundo single do álbum e apresenta o discurso de Francisco em inglês, em referência à Coreia do Sul. A visão e a atuação progressista de Papa Francisco, assim como a capacidade musical de Tony Pagliuca em transformar discursos papais em músicas, fez com que a Igreja Católica se unisse, mesmo que momentaneamente, ao rock n’ roll. Este é um bom exemplo das voltas que mundo dá. Via: RockBizz

Lançamentos de rock e metal da semana: Arch Enemy, YUNGBLUD, U2 e mais
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20/02/2026

Lançamentos de rock e metal da semana: Arch Enemy, YUNGBLUD, U2 e mais

Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Exhumed, U2 e YUNGBLUD singles novos de Arch Enemy e Foo Fighters, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOSExhumed – Red AsphaltPara quem gosta de: death metal MOTHICA – Somewhere In BetweenPara quem gosta de: metal alternativo Sylosis – The New FleshPara quem gosta de: metal progressivo YUNGBLUD – Idols (Complete)Para quem gosta de: rock alternativo EPsU2 – Days of Ash EPPara quem gosta de: rock Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Volbeat anuncia efetivação do guitarrista Flemming C. Lund
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19/02/2026

Volbeat anuncia efetivação do guitarrista Flemming C. Lund

Notícias Volbeat anunciou nesta quinta-feira, 19, a efetivação do guitarrista Flemming C. Lund. Lund já estava realizando turnês com o grupo desde 2023, ano em que Rob Caggiano, seu antecessor, anunciou sua saída. Ele também gravou partes de guitarra para God of Angels Trust, novo álbum do grupo, lançado em junho do ano passado. Em postagem nas redes sociais, o Volbeat deu as boas-vindas para seu mais novo membro. “Estamos muito felizes em anunciar que, depois deste último ano na estrada e, claro, de gravar alguns solos eletrizantes em God Of Angels Trust finalmente oficializamos a união e Flemming C. Lund é oficialmente o guitarrista solo permanente do Volbeat”, escreveu a banda [transcrição via Blabbermouth]. “Além de tê-lo visto em turnê conosco no ano passado, você também pode encontrar Flemming tocando com suas outras bandas, The Arcane Order , Temple of Scorn e claro, no Asinhell [liderada pelo vocalista da banda, Michael Poulsen]. Talvez vovê também já o tenha ouvido em sua banda anterior, o Autumn Leaves. Junte-se a nós para dar as boas-vindas a Flemming e nos vemos na estrada neste verão!” LEIA TAMBÉM: 10 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Amerakin Overdose, The Painkillers e mais Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

U2 lança EP surpresa ‘Days of Ash’, abordando políticas atuais
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19/02/2026

U2 lança EP surpresa ‘Days of Ash’, abordando políticas atuais

U2 surpreendeu fãs nesta quinta-feira, 19, com o lançamento do novo EP Days of Ash, composto por seis músicas inéditas que abordam questões sociais e políticas atuais. A obra chega quase uma década após o último material original da banda, Songs of Experience, de 2017. De acordo com a própria banda, Days of Ash foi concebido como uma resposta imediata aos acontecimentos globais mais urgentes. As letras abordam temas como violência política, conflitos internacionais e histórias de pessoas que enfrentaram injustiças — incluindo homenagens a indivíduos cujas vidas foram tragicamente interrompidas. A faixa de abertura “American Obituary” presta homenagem a Renée Good, a mulher de Minneapolis que foi morta a tiros durante uma operação do ICE nos Estados Unidos em janeiro. “Song of the Future” se inspira no movimento de protesto Woman, Life, Freedom no Irã e cita Sarina Esmailzadeh, jovem de 16 anos morta por forças de segurança iranianas durante as manifestações de 2022. “One Life At A Time” homenageia o professor e ativista palestino Awdah Hathaleen, morto na Cisjordânia após um ataque de um colono israelense no ano anterior. “Wildpeace” é adaptação de um poema do escritor israelense Yehuda Amichai, interpretado pela artista nigeriana Adeola. “Yours Eternally” reúne uma colaboração com Ed Sheeran e Taras Topolia, vocalista da banda ucraniana Antytila, que chegou a atuar na linha de frente do conflito contra a Rússia. Em nota à imprensa, o vocalista Bono disse que “foi emocionante ter nós quatro juntos novamente no estúdio durante o último ano”. Ele continuou: “As músicas de Days of Ash têm um clima e tema muito diferentes das que vamos lançar em nosso álbum ainda este ano. Essas faixas do EP não podiam esperar. Essas músicas estavam impacientes para serem lançadas. São canções de desafio e consternação, de lamento. Canções de celebração virão depois, estamos trabalhando nelas agora. Porque, apesar de toda a maldade que vemos normalizada diariamente em nossas telinhas, não há nada de normal nesses tempos loucos e enlouquecedores. E precisamos nos posicionar contra eles antes de podermos voltar a ter fé no futuro” [via Variety]. Além das músicas, o lançamento acompanha uma edição especial da revista oficial da banda, Propaganda, com entrevistas, letras e comentários dos integrantes, celebrando os 40 anos da publicação. LEIA TAMBÉM: The Edge, do U2, celebra cidadania irlandesa após seis décadas vivendo no país Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Documentário do Judas Priest mostra “luta contra fascismo”, diz Tom Morello
Entrevistas
19/02/2026

Documentário do Judas Priest mostra “luta contra fascismo”, diz Tom Morello

Tom Morello apresentou sua estreia como co-diretor com o documentário The Ballad of Judas Priest, lançado no Festival Internacional de Cinema de Berlim. Segundo o site Variety, Morello afirmou que o projeto combina sua paixão pela banda e um propósito político: “Que época maravilhosa para se estar vivo, em que você pode tanto fazer um documentário sobre uma de suas bandas favoritas quanto lutar contra o fascismo”. Morello destacou que a própria existência da banda e a diversidade de seu público, com muitos fãs latinos e casais LGBTQIAPN+, refletem uma comunidade que pode servir de modelo para a sociedade. “A existência da banda é muito política. Quando vi o Judas Priest na última década, mais ou menos, em Los Angeles, o público era talvez mais de 50% latino, havia muitos casais gays. Nada que tenha a ver com estereótipos — sim, havia alguns caras mais velhos como eu, de jaqueta de couro, provavelmente levando seus filhos ao show — mas essa comunidade, a união e a harmonia que existem em um show do Judas Priest são, de certa forma, um modelo de como todos nós podemos ser melhores”, disse ele. Filmado ao lado do documentarista Sam Dunn, o longa traça a trajetória do Judas Priest desde suas origens na classe trabalhadora de Birmingham, na Inglaterra, até sua ascensão como ícones do heavy metal e entrada no Rock & Roll Hall of Fame. Além disso, o documentário inclui depoimentos do vocalista Rob Halford, que aborda temas pessoais como sua saída do armário em 1998 e reflete sobre injustiças sociais que o motivaram ao longo da carreira. Segundo a sinopse, o documentário “mergulha fundo na longa luta do vocalista Rob Halford como um homem gay enrustido no heavy metal e explora a ‘guerra cultural’ em torno do controverso e notório julgamento da banda durante o pânico satânico da década de 1980”. LEIA TAMBÉM: Tom Morello exibe cartaz contra ICE no Super Bowl Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

[EXCLUSIVA] Mayara Puertas nega rumores sobre Arch Enemy e comenta novos projetos do Torture Squad
Entrevistas
18/02/2026

[EXCLUSIVA] Mayara Puertas nega rumores sobre Arch Enemy e comenta novos projetos do Torture Squad

Rumores sobre a brasileira Mayara Puertas ser a nova vocalista do Arch Enemy ganharam força nas redes sociais após uma postagem enigmática da artista que coincidiu com o anúncio do show da banda no festival Bangers Open Air 2026. Logo depois, Angela Gossow, ex-vocalista e atual empresária da banda, curtiu o post e começou a seguir Puertas. Em entrevista exclusiva ao Wikimetal, Mayara Puertas revelou a origem dos rumores e afirmou não ser a substituta de Alissa White-Gluz. A vocalista do Torture Squad também compartilhou em primeira mão as novidades da sua banda para 2026, incluindo novo álbum e turnê na Europa com uma das maiores bandas de metal mundial. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: Após muitos rumores, você realmente será a nova vocalista do Arch Enemy? Mayara Puertas: Não, eu não sou a vocalista do Arch Enemy. Isso tudo começou na internet, quando as pessoas associaram uma publicação minha. Eu sou muito fã do Arch Enemy, acompanho o trabalho, admiro muito a Angela e me sinto inspirada pelo trabalho dela. E nesse ano tão cheio de compromissos que eu tinha, com certeza tenho escutado bastante a banda. Mas eu fico feliz, agradeço às pessoas, principalmente o apoio dos fãs da América Latina, que me escolheram como essa sucessora da Alissa. Seria demais imaginar tudo isso. E agradeço muito. Eu li coisas incríveis, muitas mensagens de apoio de inúmeros amigos e artistas que acreditaram nisso. Mesmo quando eu afirmei para eles, para os mais próximos, falei: “não, isso é uma história que a internet criou”. Muita gente continuou acreditando e torcendo, falando “eu espero que um dia você esteja lá”, mas eu sigo trabalhando muito com a minha banda aqui no Brasil. WM: A Angela começou a te seguir, e curtiu o seu post que levantou suspeitas. Vocês têm conversado? Como está essa interação? MP: Sim, eu fiquei muito feliz que a Angela, a partir daí, tenha conhecido o meu trabalho. Ela tem curtido os posts do Torture Squad, acompanhado a banda. Ela até curtiu a publicação que foi a origem de toda essa polêmica. Tem muitos fãs comentando meu nome na página da banda. E isso fez com que a gente pudesse se aproximar. Então, isso para mim é o que tem mais valor. Poder ter o respeito de uma mulher como Angela Gossow é de um valor inestimável. E saber que ela acredita no meu trabalho, acredita no trabalho de uma nova geração de vocalistas… Ela está acompanhando essas vocalistas, ela conhece todas essas bandas e apoia. Então, isso para mim é o maior presente que possa ter. Espero que a gente possa se conhecer pessoalmente em breve. Eu vou estar esperando por uma grande performance dela no Bangers Open Air. Planos para 2026: próximo álbum, turnês e produção WM: Você pode nos contar em primeira mão qual é a novidade que você se referiu na sua postagem? MP: Esse vai ser um dos anos mais cheios para nós, sem dúvidas nenhuma. O Torture Squad entrou agora em estúdio, em janeiro, para o nosso próximo álbum, que vai ser o décimo álbum da carreira da banda. É um álbum muito técnico e muito enérgico, então eu estou muito ansiosa para que a gente possa mostrar isso logo para vocês. Nós vamos ter turnês muito intensas, estamos trabalhando agora no começo do ano com uma turnê com a Leather Leone e em julho seguimos novamente para a Europa. No ano passado estivemos no Wacken Open Air, então nós pretendemos retornar. Recebemos um convite de uma banda incrível que influenciou o Torture Squad. É com certeza um dos grandes nomes do metal mundial, então saber que uma banda como essa quer ter a gente em uma turnê como banda de apoio é incrível. Nós seguimos trabalhando muito duro. Fizemos nosso primeiro show do ano na última sexta-feira, 13, no Sesc Bom Retiro, em São Paulo, e estamos nos preparando para uma agenda muito intensa de trabalhos. WM: Há novos projetos e trabalhos além do Torture Squad. Pode falar mais sobre? Sim, desde o ano passado eu comecei a trabalhar em dois projetos que eu componho e produzo, são novos artistas. Uma delas é a Hanna Paulino, vocalista do Shamangra, que vai lançar o seu primeiro single solo, e eu fiz toda a parte de composição e arranjos desse trabalho em conjunto com o Wagner Meirinho também na produção. É uma música voltada mais para um estilo gótico, só que com bastante peso e modernidade. Ela é uma vocalista super versátil, então foi muito legal trabalhar em uma música para uma cantora no nível dela, com certeza vai repercutir bastante. E a outra cantora, que é uma revelação, é a Mafê, que vem com o projeto Kiusa, que é uma aluna que se destacou. Ela foi uma das candidatas à nova vocalista do Hatefulmurder, e agora ela vem com o projeto dela, e estamos fazendo audições para a sua banda, que é algo mais voltado para o metalcore, new metal. E eu também participo das composições e da produção. É um trabalho que eu gosto muito de fazer, eu já fiz algumas produções de bandas como CRAS e The Damnnation, mais focado em voz, e agora eu estou trabalhando a construção de todas as músicas. Eu gosto muito de ser instrumentista, é um trabalho que eu gosto muito de fazer, compor e produzir, e é algo que eu me imagino fazendo ao longo da minha carreira, é algo que fora dos palcos eu gosto muito de trabalhar. WM: E a sua outra banda, May Puertas y Las Muertas? MP: De projetos pessoais, este ano vai ser um ano também que eu tenho muita coisa planejada. Eu tenho algumas composições que vão mais para um estilo progressivo, instrumental, que mistura muito com black metal, música instrumental mesmo. E eu gostaria de lançar isso em breve. Tenho já algo preparado para entrar nas plataformas ainda este ano. E com a May Puertas y Las Muertas, que é um projeto que mistura o mundo do heavy metal com o mundo do teatro, dentro de

Billy Corgan equipara a música do Black Sabbath ao cosmo e a voz divina de Deus
Entrevistas
18/02/2026

Billy Corgan equipara a música do Black Sabbath ao cosmo e a voz divina de Deus

Billy Corgan foi um dos principais nomes do rock alternativo dos anos 1990, pois deu vida ao The Smashing Pumpkins, grupo que vendeu mais de trinta milhões de discos ao redor do mundo, o que é um feito digno de se louvar. Apesar de atuar na música alternativa, as influências sonoras de Billy estão no heavy metal. Em entrevista a rádio norte-americana KROQ’s, Corgan, 58, contou qual foi seu primeiro contato com o som pesado e como se sentiu ao ouvir Master of Reality, terceiro registro de estúdio do Black Sabbath, pela primeira vez. “Tive muita influência de meu tio, que tinha um aparelho de som muito bom e vários discos de rock progressivo, tipo Yes e Jethro Tull. Mas o primeiro disco da pilha era Black Sabbath, Master of Reality. Eu estava com oito anos quando perguntei para minha avó se podia ouvir o disco do meu tio. Ela me olhou com aquela cara de ‘vou me meter numa grande encrenca com o seu tio’, mas eu a convenci. A primeira música foi Sweet Leaf! Você ouve a tosse do Ozzy ou algo assim, e depois entra aquele som. Eu me senti como se estivesse olhando para o cosmos ou algo do tipo”. Corgan completou em tom eufórico: “Não sei explicar de outra forma, a não ser dizendo que senti uma espécie de amor incondicional. É assim que Deus soa, é a voz divina de Deus. Essa é a versão de uma criança de oito anos de como Deus soa, mas nunca encontrei nada mais legal”. Via: RockBizz

Após cancelar shows, Dee Snider garante: “Não estou morrendo”
Entrevistas
18/02/2026

Após cancelar shows, Dee Snider garante: “Não estou morrendo”

Dee Snide desmentiu rumores de que estaria à beira da morte após anunciar o cancelamento das apresentações comemorativas dos 50 anos do Twisted Sister. Por meio da página oficial no Facebook de seu programa de rádio House of Hair, Dee Snider, hoje com 70 anos, explicou que sua decisão de deixar a banda não tem ligação com uma doença terminal, mas sim com limitações físicas que surgem com o tempo [transcrição via Blabbermouth]. “Olá, pessoal. Sou eu, Dee Snider , e eu não estou morrendo. Não, não nunca — quero dizer, todos nós estamos morrendo, mas não imediatamente. Meu anúncio sobre o cancelamento da turnê por motivos de saúde, problemas cardíacos, artrite e coisas do tipo, gerou muitos boatos de que estou à beira da morte. Não estou. Simplesmente não consigo mais fazer as coisas que fazia aos vinte, trinta, quarenta, cinquenta e até sessenta anos. Entenderam? De resto, estou vivo e bem. Estou curtindo a vida. Estou dirigindo um filme. Vou escrever coisas. Vocês não me verão no palco arrasando como antes, porque isso me prejudicaria”, afirmou o cantor, respondendo à especulação que tomou conta das redes após a notícia do cancelamento dos shows. O artista agradeceu o apoio dos fãs e explicou que prefere se afastar agora para manter viva a imagem de um performer que sempre deu o seu melhor. “Então, tive que me retirar do Twisted Sister. Tive que cancelar uma turnê. Peço desculpas por isso. E obrigado por todo o amor, carinho, preocupação e tudo mais. Foi uma loucura. Quer dizer, a quantidade de pessoas, a demonstração de apoio foi linda. Muito obrigado por torcerem por mim. Estou bem. Só não consigo mais fazer isso […] Eu saí de cena arrasando. Ainda estou arrasando aqui. Não vou parar. Tenho muita vida pela frente. Meu pai tem 95 anos e ainda está firme e forte, então espero estar por aqui por muito tempo”, explicou ele. Porém, o Twisted Sister pode se apresentar no Brasil, no Bangers Open Air 2027, segundo comentário da organização do festival pelo Instagram. Por que Twisted Sister cancelou? A banda cancelou a aguardada turnê de reunião comemorando seu 50º aniversário, que marcaria o retorno aos palcos após o hiato desde 2016, incluindo a apresentação no Bangers Open Air 2026, devido a problemas de saúde do vocalista Dee Snider. Em comunicado divulgado por meio das redes sociais da banda, o cancelamento ocorreu após o vocalista Dee Snider enfrentar problemas de saúde que o impedem de cumprir a agenda de shows planejada. Segundo a nota, a decisão teria sido tomada de forma conjunta entre os integrantes e a equipe médica do cantor, priorizando sua recuperação completa. “Não conheço outra maneira de agir. A ideia de desacelerar é inaceitável para mim. Prefiro me retirar do que ser uma sombra do que já fui”, confessou Snider. Em entrevista ao podcast Acid For Squares, apresentado pelo filho do cantor, Cody Blue Snider, Dee Snider revelou com detalhes a série de problemas de saúde que vem enfrentando. O músico lida com artrite degenerativa, que o fez passar por várias cirurgias ao longo dos anos. “Tive alguns problemas de saúde. Eu tenho artrite nos ombros, artrite degenerativa. Fiz uma prótese de quadril por causa do desgaste excessivo das articulações, fruto da minha profissão, de exigir demais do corpo […] Mas, no caso do coração, isso está ligado ao estresse acumulado ao longo do tempo”, revelou o vocalista. LEIA TAMBÉM: Experiência gratuita para fãs do AC/DC estreia em São Paulo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Iron Maiden anuncia Eddfest, seu festival próprio no Knebworth Park
Entrevistas
17/02/2026

Iron Maiden anuncia Eddfest, seu festival próprio no Knebworth Park

O Iron Maiden anunciou nesta terça-feira, 17, que nos dias 10 e 11 de julho de 2026 irá realizar seu próprio festival Eddfest. O evento acontecerá no lendário Knebworth Park, na Inglaterra. Em setembro de 2025, a banda já havia divulgado sua apresentação no local. Segundo nota oficial, o festival, descrito como a “celebração definitiva dos cinquenta anos da banda”, contará com inúmeras experiências relacionadas ao universo da Donzela de Ferro. Destaca-se o Infinite Dreams Museum, inspirado no livro oficial de cinquenta anos da banda e que contará com uma exposição totalmente inédita. Será a única forma dos fãs poderem ver algumas das principais relíquias do Maiden. [via Blabbermouth] O espaço ainda contará com a Maidenville. A área contará com o “melhor Eddie’s Dive Bar de todos os tempos” e um segundo palco para shows. Haverá também a Unfair Fair com brinquedos e jogos temáticos do mascote Eddie, além do Eddie’s Emporium e muito mais. Todas as experiências começarão na sexta-feira, 10 de julho, e seguirão até o sábado, dia do show. Mais informações no site oficial. No dia do show, o palco principal será aberto com shows das bandas convidadas The Darkness (Reino Unido), The HU (Mongólia), Airbourne (Austrália) e The Almighty (Escócia). Elas aquecerão o público antes do que promete ser uma das apresentações mais históricas de toda a carreira do Iron Maiden. Empresário do Iron Maiden comenta realização do Eddfest em Knebworth Em nota [transcrição via Igor Miranda], Rod Smalwood disse: “Depois dos shows monumentais feitos na Inglaterra no ano passado, sabíamos que, se fôssemos tocar no país em 2026, teria que ser algo bem diferente. Escolhemos o Knebworth Park porque ele nos dá o espaço necessário — algo que simplesmente não é possível em estádios — para criar algo inovador para nossos fãs, construindo um verdadeiro Mundo Maiden“. “Sabemos que os fãs do Maiden são basicamente uma grande família, e queremos proporcionar a eles um fim de semana inesquecível em Knebworth. Nas últimas turnês, organizamos os Eddie Dive Bars antes e depois dos shows. Alguns deles chegaram a ocupar centros inteiros de cidades, com milhares de fãs reunidos para aproveitar a diversão, a música e a companhia uns dos outros. O Eddfest vai expandir esse conceito de várias maneiras, criando um verdadeiro e imperdível Mundo Maiden durante todo o fim de semana! Haverá muita música de qualidade, ótima cerveja (claro!), diversas atividades empolgantes e variadas, lembranças e produtos exclusivos, oportunidades únicas para fotos e memórias inesquecíveis — e, claro, a verdadeira camaradagem que vem de ser fã do Maiden.” LEIA TAMBÉM: Wikimetal Recomenda: Iron Maiden e a turnê ‘Run For Your Lives’ no Brasil Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Se engana quem acha os integrantes dos Beatles bons mocinhos, segundo Lemmy Kilmister (Motörhead)
Entrevistas
17/02/2026

Se engana quem acha os integrantes dos Beatles bons mocinhos, segundo Lemmy Kilmister (Motörhead)

Nos anos 1960, a imprensa dos Estados Unidos e os cidadãos de bem nunca gostaram dos cabelos longos e das respostas irônicas e sarcásticas que John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr davam às perguntas que lhes faziam. Mesmo assim, o quarteto ainda mantinha uma certa fama de bons rapazes, já que o pessoal do Rolling Stones e The Who pegava pesado em todas as circunstâncias como festa, bagunça, bebida, música, performance e por aí vai. Mas para o líder do Motörhead, Lemmy Kilmister, se engana quem acha os integrantes dos Beatles bons mocinhos. O britânico, que era um grande fã da banda, defendia o Fab Four com unhas e dentes. “Os Beatles eram caras durões, sabe, eles eram de Liverpool, cara”, disse em conversa com a Classic Rock. “E me dá um tempo! Por causa do visual com terno, muitas pessoas achavam que eles fossem todos certinhos, mas eles eram ‘bad boys’”. Lemmy completou: “Se você quer saber sobre ‘bad boy, fale com o Ringo Starr. Ele vem de The Dingle, em Liverpool, que na época era tipo uma área barra pesada, entende o que eu quero dizer? Eles usavam ternos, mas não eram nada certinhos”. E quem pensa que Lemmy era um bad boy com aquela pinta de pistoleiro do velho oeste, está bastante enganado. O cara era um cavalheiro e estava sempre pronto para ajudar as bandas e artistas menores. Além disso, ele era muito profissional e solícito para atender a imprensa. Portanto, é aquele velho ditado: quem vê cara não vê coração. Via: RockBizz

Behemoth emite comunicado sobre cancelamento de show em março
Entrevistas
17/02/2026

Behemoth emite comunicado sobre cancelamento de show em março

O Behemoth teve seu show em Bangalore na Índia cancelado. A banda emitiu um comunicado através de suas redes oficiais. A nota explica que membros da banda e da equipe do Behemoth receberam ameaças provenientes de grupos religiosos cristãos. Preocupados com a segurança da banda, a decisão foi pelo cancelamento pois o produtor e as autoridades não conseguiram garantir as condições necessárias de segurança para execução do show. O comunicado oficial do Behemoth “O Behemoth lamenta anunciar o cancelamento da apresentação da banda marcada para o dia 3 de março em Bangalore, Índia. Nas últimas semanas, nós e nossa equipe recebemos diversas ameaças críveis provenientes de grupos religiosos cristãos que vêm pressionando as autoridades e o promotor do evento na tentativa de impedir a realização do show. Essas ameaças levantaram sérias preocupações quanto à segurança da banda, incluindo a possibilidade de prisão ou risco físico. Estivemos em contato próximo com o promotor local durante todo esse processo. Queremos deixar claro que este cancelamento não é culpa do promotor, que agiu de boa-fé em todas as etapas. Apesar dos esforços genuínos, não foi possível obter garantias suficientes de que a banda estaria protegida contra consequências legais ou riscos à segurança. Com base nisso, tomamos a decisão de cancelar o show. Este é mais um exemplo de fanatismo religioso tentando se impor sobre a expressão artística, algo que a banda recentemente enfrentou na Turquia. É profundamente preocupante ver o que parece ser um movimento crescente de censura ao redor do mundo. Em plena era moderna, artistas não deveriam enfrentar intimidação, ameaças ou risco de prisão por exercerem sua arte. Independentemente de religião, raça ou cultura, a liberdade de expressão deve permanecer um princípio fundamental. Acreditamos que é importante que as pessoas se unam em apoio aos valores liberais e à liberdade criativa. À nossa legião na Índia, estamos profundamente desapontados por não podermos nos apresentar para vocês nesta ocasião. Agradecemos o apoio e esperamos retornar em breve. Permaneçam fortes. Permaneçam livres”. LEIA TAMBÉM: Behemoth lança videoclipe de “Avgvr (The Dread Vulture)” Daniel Dystyler Apaixonado por música, em particular por rock e heavy metal, co-fundou o Wikimetal em 2011. Foi roadie do VIPER desde a fundação da banda até o final da tour do álbum ‘Theatre of Fate’. Sempre teve o desejo de ajudar a difundir o heavy metal que foi alvo de tanto preconceito ao longo dos anos. O Wikimetal é uma forma de defender, propagar e perpetuar o metal no Brasil – [email protected] Via: WikiMetal

Angela Gossow garante não ser nova vocalista do Arch Enemy
Entrevistas
16/02/2026

Angela Gossow garante não ser nova vocalista do Arch Enemy

Angela Gossow afirmou nesta segunda-feira, 16, que não retornará aos vocais do Arch Enemy. Ela foi integrante da banda entre 2000 e 2013. Por meio de um comentário em um post do Arch Enemy, Angela declarou que não é a nova vocalista da banda. “Não sou eu. Mas obrigada por todo o carinho. Estou muito animada para participar ativamente deste novo capítulo como manager. Vai ser INCRÍVEL!”, disse a ex-vocalista. Até o momento, o Arch Enemy não anunciou a nova formação. Em novembro, a banda sueca anunciou a saída de Alissa White-Gluz, que assumia o posto de vocalista desde 2014. De acordo com o Bangers Open Air, a nova formação da banda será revelada em breve. A banda será headliner do Bangers Open Air 2026, se apresentando no sábado, dia 25 de abril. De acordo com o festival, a banda é “um dos nomes mais pedidos em todas as edições”. Rumores apontam Mayara Puertas como vocalista Rumores sobre a brasileira Mayara Puertas ser a nova vocalista do Arch Enemy ganharam força nas redes sociais após uma postagem enigmática da artista que coincidiu com o anúncio do show da banda no festival Bangers Open Air 2026. Logo depois, Angela Gossow, ex-vocalista e atual empresária da banda, curtiu o post e começou a seguir Mayara Puertas. Porém, em entrevista exclusiva ao Wikimetal, a vocalista do Torture Squad afirmou que não será a nova vocalista do Arch Enemy. “Não, eu não sou a vocalista do Arch Enemy. Isso tudo começou na internet, as pessoas associaram uma publicação minha. Eu sou muito fã do Arch Enemy, acompanho o trabalho, admiro muito a Angela e me sinto inspirada pelo trabalho dela. Mas eu fico feliz, agradeço as pessoas, principalmente o apoio dos fãs da América Latina, que me escolheram como essa sucessora da Alissa. Seria demais imaginar tudo isso. E agradeço muito”, disse ela. Mayara também garantiu estar trabalhando em um novo disco com sua banda Torture Squad: “Eu sigo trabalhando muito aqui junto com a minha banda aqui no Brasil”. LEIA TAMBÉM: Rumores apontam Mayara Puertas como possível vocalista do Arch Enemy Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Experiência gratuita para fãs do AC/DC estreia em São Paulo
Entrevistas
14/02/2026

Experiência gratuita para fãs do AC/DC estreia em São Paulo

O AC/DC PWR UP House, uma experiência voltada para os fãs do lendário AC/DC desembarca em São Paulo pela primeira vez. A ação inédita será gratuita e ficará disponível a partir de 21 de fevereiro. Inspirada nas ativações internacionais da banda, a experiência transformará o Tokio Marine Hall no ponto de encontro oficial dos fãs durante a passagem do AC/DC pelo país, promovendo uma imersão completa no universo do rock’n’roll. A programação inclui o AC/DC Pub, apresentações de bandas e DJs, workshops de música, sorteios e uma Loja Oficial com produtos dedicados ao universo da banda. O projeto também oferece transporte especial com saída e retorno no próprio Tokio Marine Hall, facilitando o deslocamento do público às apresentações na cidade. O AC/DC PWR UP House fucionará de 21 de fevereiro a 4 de março, das 12h às 20h. Nos dias dos shows do AC/DC, 24 e 28 de fevereiro e 4 de março, o espaço terá horário estendido, das 10h às 20h, para que os fãs possam aproveitar a experiência ao máximo. Depois de 15 anos, o AC/DC está de volta ao Brasil A icônica banda australiana volta ao Brasil após mais de 15 anos de ausência nos palcos locais com a turnê Power Up, marcando o retorno triunfante de uma banda adorada e amplamente reverenciada como uma das maiores da história do rock ‘n’ roll. Os fãs brasileiros podem esperar setlists nostálgicos, energia intensa, produção marcante e uma banda que, mesmo após décadas, continua entregando shows de rock clássico com intensidade e paixão. The Pretty Reckless, liderada por Taylor Momsen, abre os shows no Brasil e na América Latina, assim como fez nas etapas europeias e norte-americanas, oferecendo um aquecimento com rock alternativo. Confira o serviço do AC/DC PWR UP House no Tokio Marine Hall: Data: 21 de fevereiro a 4 de marçoLocal: Tokio Marine Hall Endereço: Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP Informações e vendas: Ingressos: GRATUITOVendas do transfer: https://www.tokiomarinehall.com.br/Estacionamento: Hot Valet (com manobrista). Daniel Dystyler Apaixonado por música, em particular por rock e heavy metal, co-fundou o Wikimetal em 2011. Foi roadie do VIPER desde a fundação da banda até o final da tour do álbum ‘Theatre of Fate’. Sempre teve o desejo de ajudar a difundir o heavy metal que foi alvo de tanto preconceito ao longo dos anos. O Wikimetal é uma forma de defender, propagar e perpetuar o metal no Brasil – [email protected] Via: WikiMetal

LVCAS estreia turnê em São Paulo com show de lançamento de novo EP
Entrevistas
13/02/2026

LVCAS estreia turnê em São Paulo com show de lançamento de novo EP

Cantor e compositor, LVCAS vem se firmando como um dos novos nomes do rock dessa geração, encontrando sua própria linguagem num som que é um metal alternativo com influências de trap, hip-hop e hardcore, entre outros. Ele lançou recentemente o EP amnd (abatido mas não derrotado) e agora sai em turnê pelo Brasil. Conhecido também por suas performances ao vivo, ele vai subir ao palco da Audio no dia 27 de fevereiro para apresentar o novo repertório. Ele vai tocar todas as músicas do EP : “mea culpa”, “bico do corvo”, “refém”, “e se” e “oroborus”. Além delas, outros sucessos como “Tão Perto”, “Inabalável” e “No Foco” também estão no setlist. LVCAS (vocal) será acompanhado por Isadora Sartor (guitarra), Gabriel Bruce (bateria), ⁠Ronan Tárrega (pick-ups) e Marcelo Braga (baixo). Hoje, LVCAS, também criador do canal “INUTILISMOS”, é um dos maiores nomes da internet brasileira. Multi-instrumentista, compositor e artista visual, ele finalmente traz sua carreira autoral ao mercado fonográfico, transformando a criatividade que marcou sua trajetória digital em música autêntica. Seu EP, assim como a nova turnê, representam a evolução natural de quem construiu uma identidade única na internet e agora escreve seu próximo capítulo. Datas confirmadas:27/02 – SP27/03 – BH02/04 – Curitiba12/04 – POA25/04 – RJ Serviço:Show: LVCAS – “amnd” (abatido mas não derrotado)Data: 27.02.26 (sexta)Local: Áudio (Av Francisco Matarazzo, 694, Água Branca, SP)Abertura dos portões: 20hIngresso: a partir de R$ 90 (inteira)Mais informações: https://www.ticket360.com.br/evento/32091/ingressos-para-lvcas-apresenta-o-show-amnd LEIA TAMBÉM: Lollapalooza Brasil 2026 une duas gerações do rock com Deftones e Turnstile Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Foo Fighters divulgam trechos de 11 músicas do novo álbum
Entrevistas
13/02/2026

Foo Fighters divulgam trechos de 11 músicas do novo álbum

Foo Fighters liberou uma prévia do que vem por aí em seu próximo álbum ao divulgar trechos de 11 faixas inéditas, oferecendo aos fãs um primeiro contato com o novo material. Nos últimos meses, Dave Grohl vêm compartilhando novidades sobre o trabalho que sucederá But Here We Are (2023). Primeiro, confirmaram que o novo disco já estava concluído, em seguida, passaram a publicar pequenos teasers nas redes sociais, aumentando a expectativa dos fãs. Agora, o anúncio oficial parece iminente. A banda reformulou o site oficial, transformando-o em uma experiência interativa com prévias de faixas inéditas. Ao acessar a página, o público encontra um layout que simula o quarto de um fã de música: há um violão encostado, roupas espalhadas, pilhas de CDs e diversas fotos e pôsteres do Foo Fighters, criando um ambiente imersivo ligado à identidade do grupo. Ao selecionar as diferentes imagens disponíveis na página, várias delas executam cerca de 10 segundos de faixas inéditas. Até o momento da publicação deste texto, estão liberadas 11 amostras distintas do novo material. Na imagem de Grohl, é possível escutar rapidamente um trecho mais intenso e veloz, com presença de sintetizadores. Somente duas das prévias trazem vocais inéditos: em uma delas, a expressão “Desliguem as câmeras” aparece repetidas vezes; na outra, Grohl entoa a frase “Ultimamente eu não ouço o som” [via NME]. LEIA TAMBÉM: A música do Foo Fighters que Taylor Hawkins mais gostava de tocar, segundo seu filho Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Max Cavalera lamenta morte da filha Christina Stojanović
Entrevistas
13/02/2026

Max Cavalera lamenta morte da filha Christina Stojanović

Max Cavalera, comunicou nas redes sociais o falecimento de sua filha Christina Stojanović, após uma longa luta contra problemas de saúde. A mensagem compartilhada por Max e sua esposa, Gloria Cavalera, afirmou que Christina “encontrou a paz” após enfrentar a doença, sem divulgar detalhes sobre a causa específica da morte. Leia o comunicado na íntegra: “É com profunda tristeza e pesar que Max, Gloria e toda a família Cavalera anunciam o falecimento de sua amada filha, irmã e mãe, Christina. Após uma longa batalha contra uma doença, ela encontrou a paz ao lado de seus dois filhos, Adam e Moses, e seu irmão Dana. Ela deixa suas duas filhas, seis irmãos (Nick, Jonathan, Richie, Jason, Zyon e Igor) e sua irmã Roxanne. Christina será para sempre lembrada como uma pioneira no mundo da música metal, punk e rock, tendo trilhado seu caminho desde o underground até estádios e arenas ao redor do mundo, além de ser uma inspiração e precursora para as mulheres na indústria musical. Ela tinha um sorriso que iluminava qualquer ambiente, uma paixão pela vida incomparável e uma força de espírito que a tornava notável e inesquecível. Aqueles que a conheceram sabem que isso é verdade. Sentiremos sua falta para sempre, Christina. Pedimos que respeitem nossa paz e privacidade neste momento difícil e em nossa jornada sem ela.” Christina, que não era filha biológica do casal, teve papel fundamental nos bastidores da carreira musical da família, atuando como tour manager e assistente da banda Soulfly entre 1997 e 2021 e sendo lembrada como uma referência e inspiração para mulheres no metal, punk e rock. A homenagem destacou seu impacto pessoal e profissional. No início dos anos 2000, a morte prematura de Moses, filho de Christina, aos oito anos, serviu de inspiração para a faixa “Moses”, presente no álbum Prophecy (2004), além de influenciar o conceito de Dark Ages (2005), ambos trabalhos do Soulfly. LEIA TAMBÉM: Max Cavalera lamenta era do streaming: “Para uma banda começar agora, é muito difícil” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Velvet Revolver seria tão grande quanto Guns N’ Roses, afirma Matt Sorum
Entrevistas
12/02/2026

Velvet Revolver seria tão grande quanto Guns N’ Roses, afirma Matt Sorum

Matt Sorum afirmou que o Velvet Revolver tinha potencial para alcançar o mesmo nível de sucesso do Guns N’ Roses, mas que a trajetória do supergrupo acabou cedo demais para concretizar essa ambição. O baterista disse em entrevista ao Get On The Bus que, embora o grupo tenha sido grande e bem-sucedido, ele “simplesmente não durou tempo suficiente” para atingir todo o seu potencial [transcrição via Blabbermouth]. “Não era tão grande quanto o Guns N’ Roses, mas poderia ter sido. Simplesmente não durou o suficiente. Acho que não tem a ver com o tamanho, na verdade. Você está tocando em uma arena e já é grande o suficiente… Mas, para mim, foi provavelmente a melhor época, porque eu estava com a cabeça muito mais clara também. Eu tinha passado por muita coisa, todos nós tínhamos passado por muita coisa. Todos nós cometemos alguns erros. A outra banda [Guns N’ Roses] tinha acabado. Nós realmente queríamos manter a banda unida. Infelizmente, acabamos caindo nos maus hábitos novamente, na mesma merda de sempre, e tudo desmoronou”, refletiu Sorum. Velvet Revolver conquistou um Grammy – feito que Guns N’ Roses nunca conseguiu O músico relembrou a energia inicial da banda com o álbum Contraband (2004) e o impacto de faixas como “Slither”, além da sensação de renovação criativa que o projeto trouxe após a era Use Your Illusion com o Guns N’ Roses. Sorum destacou o processo de recuperação e foco dos integrantes na época, e lamentou que hábitos antigos e dificuldades internas tenham contribuído para o fim do Velvet Revolver. “Scott era simplesmente um dos melhores. Foram tempos difíceis, no começo, mas valeu muito a pena. Havia muita droga e outras coisas. Eu tinha me livrado do vício. E todos os outros também, e passamos por todas as nossas cenas clichês de rock and roll. Todos nós tínhamos nos livrado do vício e fizemos um pacto de que faríamos isso. Naquela época, estávamos na casa dos quarenta, o que era muito velho. Foi tipo, ‘Caramba’. E as gravadoras não ligavam muito se fossem três caras do Guns N’ Roses”, ressaltou ele. Apesar disso, a banda conquistou reconhecimento, incluindo um Grammy — algo que ele nunca alcançou com o Guns N’ Roses. “Eu ainda reflito sobre aquele período, especialmente sobre ganhar o Grammy. Nós nunca ganhamos um Grammy com o Guns N’ Roses — nunca. Mas aquele foi um grande momento. Três indicações ao Grammy e então ganhamos um. E as pessoas dizem: ‘Ah, prêmios, tanto faz’. Mas eu não sei. É bom ganhar um. [Risos]”, disse Matt. Matt Sorum formou a banda em 2002 ao lado de Duff McKagan, Slash, Dave Kushner e Scott Weiland. A banda lançou dois discos, Contraband (2004) e Libertad (2007), antes de dispensar Weiland em abril de 2008. LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock 2026: Dirty Honey e Jayler farão show extra em São Paulo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Nevermore anuncia nova formação que vem ao Bangers Open Air 2026
Entrevistas
12/02/2026

Nevermore anuncia nova formação que vem ao Bangers Open Air 2026

Nevermore revelou oficialmente nesta quinta-feira, 12, a sua nova formação e novo contrato com a gravadora Reigning Phoenix Music. A banda divulgou a notícia nas redes sociais, acompanhada de imagens e nomes dos músicos que agora compõem o grupo após mudanças internas. A banda está formada com Jack Cattoi (guitarra), Semir Özerkan (baixo) e o vocalista Berzan Önen, que se juntam ao guitarrista Jeff Loomis e ao baterista Van Williams. A estreia ao vivo da nova formação acontecerá no dia 1º de abril de 2026, em Istambul, na Turquia. Como aquecimento para essa nova etapa, o Nevermore disponibilizou um documentário comandado por Ola Englund, que acompanhou os ensaios realizados em janeiro, no estúdio Swans Neck Soundworks, em Väderstad, na Suécia. A produção apresenta interpretações marcantes de faixas como “The River Dragon Has Come”, “Engines of Hate” e “The Heart Collector”, além de mostrar momentos dos testes com músicos e o processo que culminou na decisão de reativar a banda. Ao longo do filme, Jeff Loomis e Van Williams também falam sobre a agenda prevista para festivais em 2026 e detalham os próximos movimentos do grupo, entre eles a composição de um novo trabalho de estúdio. Nevermore se apresenta no Bangers Open Air 2026, que acontece nos dias 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda no site do Clube do Ingresso. Formada em 1992, quando o vocalista Warrel Dane, o baixista Jim Sheppard e o guitarrista Jeff Loomis encerraram sua banda anterior, Sanctuary, Nevermore ganhou reconhecimento por seu som inovador e permaneceu ativa até a morte de Dane, em 2017 – embora tenha tido um breve período inativo de 2011 a 2024, depois que divergências internas levaram à saída de Loomis e Williams em 2011, ocasionando o cancelamento de turnês marcadas. LEIA TAMBÉM: Nevermore no Brasil: Qual formação virá para o Bangers Open Air? Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Lollapalooza Brasil 2026 une duas gerações do rock com Deftones e Turnstile
Entrevistas
12/02/2026

Lollapalooza Brasil 2026 une duas gerações do rock com Deftones e Turnstile

O Lollapalooza Brasil 2026 consolida uma tendência cada vez mais evidente nos grandes festivais: unir no topo do line-up artistas que representam diferentes fases do rock. Ao escalar Deftones e Turnstile como headliners, o evento cria um diálogo entre tradição e renovação, conectando o legado do metal alternativo dos anos 1990 com a energia reinventada do hardcore contemporâneo – confira aqui outras atrações do festival. O evento acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de março no Autódromo de Interlagos, região da zona sul de São Paulo. Os ingressos para cada dia estão à venda através do site da Ticketmaster. Os valores variam de R$ 633,60 (meia-entrada, disponível em 12x sem juros) a R$ 1.262,20 (inteira, sem desconto para entrada social). Os veteranos: Deftones Deftones, formado em 1988, tornou-se um dos nomes mais influentes do metal alternativo com álbuns como Around the Fur (1997) e o multi-platinado White Pony (2000), considerado um marco estético do gênero. Ao longo da carreira, a banda venceu um Grammy e recebeu outras indicações, incluindo reconhecimento recente com o disco Private Music, que perdeu a indicação ao Grammys 2026 de Melhor Álbum de Rock justamente para o Turnstile. Atualmente, a banda vive uma fase de crescimento global, descrita pelo vocalista Chino Moreno como “maior do que nunca”. Impulsionada por redescobertas nas plataformas digitais e por turnês concorridas, a banda tem ganhado notoriedade entre o público jovem. “É empolgante. É bom saber, e é mesmo, que somos literalmente maiores do que jamais fomos em nossos quase 30 anos de existência. Mas é empolgante e somos muito gratos”, disse Chino. Deftones retorna ao Brasil após 11 anos e promete um dos maiores shows de 2026. A nova geração: Turnstile Já o Turnstile nasceu em 2010 e simboliza a nova geração que expandiu as fronteiras do hardcore. O sucesso começou a chegar com Glow On (2021), disco que colocou a banda nos radares e rendeu duas indicações ao Grammy daquele ano. Mas foi com NEVER ENOUGH (2025), que eles alcançaram projeção global ao incorporar elementos de rock alternativo, punk e música experimental. Fato que resultou em múltiplas indicações ao Grammy – saindo como vencedores nas categorias Melhor Álbum de Rock eMelhor Performance de Metal com a música”Birds”, conquistando os primeiros prêmios da carreira. O vocalista Brendan Yates já comentou sobre o sucesso da banda e ser um nome recorrente em grandes festivais. “A capacidade de alcançar quem quer que esteja procurando por nossa música e ver isso acontecer é sempre uma sensação incrível […] Isso não significa necessariamente o tamanho de uma multidão, mas crescer no que diz respeito a desafiar a si mesmo. Se colocar em novos cenários e aproveitar suas oportunidades de crescer no futuro”, disse ele. Consolidando-se como um dos principais nomes do rock atual, o Turnstile esteve no Brasil pela última vez em 2024. Agora, seu retorno acontece como headliner no Lollapalooza Brasil 2026, onde dividem o protagonismo com o Deftones, demonstrando como o festival aposta na convivência entre passado e futuro dentro do mesmo palco. LEIA TAMBÉM: Lollapalooza Brasil 2026: Interpol fará sideshow com Viagra Boys em São Paulo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Tarja Turunen anuncia concerto natalino em São Paulo para dezembro
Entrevistas
12/02/2026

Tarja Turunen anuncia concerto natalino em São Paulo para dezembro

Notícias Tarja Turunen apresentará em São Paulo o concerto The Spirit Of Christmas, uma performance especial pensada para a temporada do Advento e marcada por clima intimista, elegante e emocional. A apresentação acontece no dia 05 de dezembro, no Terra SP, às 22h, e traz um diferencial importante nesta nova edição. A cantora será acompanhada por um quarteto de cordas, ampliando as nuances e a dramaticidade dos arranjos. Os ingressos estão à venda por meio do site Clube do Ingresso. Os concertos natalinos de Tarja se tornaram uma tradição para o público que busca uma experiência diferente no fim do ano. Entre interpretações impactantes e momentos de contemplação, o espetáculo costuma deixar a plateia profundamente tocada, reforçando a atmosfera festiva sem abrir mão da intensidade artística. Em The Spirit Of Christmas, as cordas ganham protagonismo ao lado da voz da artista, criando um cenário sonoro que aproxima a noite de um concerto de câmara, mantendo a assinatura grandiosa que consagrou Tarja. Serviço Tarja Turunen – The Spirit Of Christmas (com quarteto de cordas) Data: 05/12/2026 (sábado)Horário: 22hLocal: Terra SP – São Paulo/SPIngressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/tarjaturunenEndereço: Av. Salim Antônio Curiati, 160 – Campo Grande, São Paulo – SP, 04690-050 LEIA TAMBÉM: Wikimetal Recomenda: Bangers Open Air 2026 com Angra e Arch Enemy Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Wikimetal Recomenda: Bangers Open Air 2026 com Angra e Arch Enemy
Entrevistas
11/02/2026

Wikimetal Recomenda: Bangers Open Air 2026 com Angra e Arch Enemy

A próxima edição do Bangers Open Air acontece nos dias 25 e 26 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Você já pode garantir seus ingressos no site do Clube do Ingresso. O grande headliner do sábado, 25, será o Arch Enemy. A banda chega para substituir o Twisted Sister, que iniciaria sua turnê histórica de 50 anos no Brasil, mas precisou cancelar todos os shows agendados devido a problemas de saúde do vocalista Dee Snider. Já no domingo, 26, o Bangers Open Air recebe um show histórico do Angra, que reunirá pela primeira vez a formação Nova Era, da fase Rebirth, com Edu Falaschi, Kiko Loureiro e Aquiles Priester. Este também será o show de despedida do vocalista Fabio Lione, que esteve no Angra desde 2013. Outras atrações são Black Label Society, Primal Fear, Tankard, Feuerschwanz, Korzus, Nevermore, Project46, Within Temptation e Crypta. Entre as atrações recém divulgadas estão Ambush e Krisiun, substituindo Cobra Speel e Eluveitie, que também cancelaram suas participações. Também foram confirmadas as presenças de Winger, Fear Factory, Onslaught, Evergrey, Amaranthe, Dirkschneider, Lucifer, Crazy Lixx, Roy Khan, Seven Spires, Visions Of Atlantis, Silver Dust e Smith/Kotzen. LEIA TAMBÉM: A doença de Dee Snider que fez Twisted Sister cancelar turnê de reunião Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Turquia cancela shows de Slaughter To Prevail e Behemoth por “valores sociais”
Entrevistas
11/02/2026

Turquia cancela shows de Slaughter To Prevail e Behemoth por “valores sociais”

As apresentações das bandas Slaughter To Prevail e Behemoth em Istambul, Turquia, foram oficialmente canceladas após autoridades locais alegarem que os eventos eram “incompatíveis com os valores sociais”. O governador de Istambul, Davut Gül, afirmou nas redes sociais que “nenhuma atividade que corrompa a sociedade em Istambul jamais foi permitida até hoje, e não será permitida no futuro também”, apoiando a decisão de vetar os shows marcados para os dias 10 e 11 de fevereiro, além de proibir todos os eventos pagos no local durante dois dias. Um comunicado de imprensa oficial do gabinete do governador (via The PRP ) citou os Artigos 17 e 22 da Lei nº 2911 sobre Reuniões e Manifestações e o Artigo 32/Ç da Lei nº 5442 sobre Administração Provincial, que impõem uma proibição de dois dias a todos os concertos, festivais e eventos com bilhetes no Zorlu PSM e no Zorlu Center, das 00h01 do dia 10 de fevereiro às 23h59 do dia 11 de fevereiro. O cancelamento ocorreu após grupos conservadores e veículos de mídia criticarem as bandas. Uma emissora turca descreveu o Slaughter To Prevail como “pregador do satanismo e ladrão da fé dos jovens” e disse que o Behemoth “se opõe descaradamente à religião com suas vestimentas satânicas” [via Metal Injection]. O que Slaughter To Prevail e Behemoth dizem Alex Terrible, vocalista do Slaughter To Prevail, rebateu as alegações em vídeo nas redes sociais, rejeitando qualquer associação com práticas satânicas. “Além disso, não somos satânicos. Somos uma banda de brutal death metal. Eu, pessoalmente, irei para Valhalla depois de morrer. Nosso guitarrista, @thegrebfather, provavelmente irá para o inferno, pois ele é cristão ortodoxo. Povo da Turquia, eu amo vocês e respeito seu país e suas crenças religiosas. Mas não me chamem de satânico.” O Behemoth disse em nota nas redes sociais que lamenta o cancelamento dos shows previstos em Istambul e Ancara, afirmando que esgotou todas as tentativas de negociação, mas que a decisão das autoridades locais foi definitiva. O Behemoth criticou o que chamou de “uso da ideologia para limitar a liberdade artística” e afirmou que música não representa ameaça, mas que a censura deve preocupar quem defende a liberdade de expressão. A banda pediu desculpas aos fãs turcos, reconheceu a frustração do público e manifestou o desejo de retornar ao país no futuro, sem interferências. “Apesar de termos esgotado todas as possibilidades ao longo do dia e de termos participado de extensas discussões, a decisão das autoridades locais permanece definitiva. Simplesmente não há mais nada que possamos fazer para revertê-la […] Este é mais um exemplo de como a ideologia pode ser usada para suprimir a expressão artística e restringir a liberdade cultural. O Behemoth sempre defendeu a independência criativa e o direito dos artistas de se expressarem sem censura. A música não é uma ameaça, mas silenciá-la deveria preocupar qualquer pessoa que valorize a liberdade de expressão”, disse a banda no comunicado. LEIA TAMBÉM: Slaughter to Prevail incendeia São Paulo com apresentação arrebatadora Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal