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The Rolling Stones: noiva de Mick Jagger, Melanie, sofre ataque ao sair de boate em Londres
Entrevistas
11/02/2026

The Rolling Stones: noiva de Mick Jagger, Melanie, sofre ataque ao sair de boate em Londres

O mundo não está fácil para ninguém, com violência e ranger de dentes para todos os lados. A coisa está tão bizarra que até os familiares e amigos das estrelas de rock estão sofrente perrengues e episódios de agressão, o que é lamentável em todos os sentidos. O caso mais recente aconteceu com a noiva de Mick Jagger, Melanie, que sofreu um ataque ao sair de boate em Londres, Inglaterra. Na noite da última terça, 10, em uma publicação nos stories do Instagram, a modelo e bailarina escreveu: “É incrivelmente difícil compartilhar isso, mas fui agredida fisicamente na Annabel’s esta noite. Duas pessoas me agarraram por trás e, graças a Deus, havia pessoas boas que intervieram para me ajudar. Estou abalada, triste e com o coração partido por ver pessoas se tratarem dessa forma”. O jornal britânico The Sun noticiou posteriormente que o incidente pode ter sido uma tentativa de assalto. No então, até o fechamento desta matéria, a boate, a Polícia Metropolitana e a assessoria de Jagger não se pronunciaram sobre o caso. Melanie Hamrick e o vocalista do The Rolling Stones se conheceram em 2014. O casal teve um filho, Deveraux — o oitavo filho de Jagger — em 2016. Via: RockBizz

Pet Shop Boys fará show único em São Paulo em março
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11/02/2026

Pet Shop Boys fará show único em São Paulo em março

A icônica dupla britânica Pet Shop Boys, formada por Neil Tennant e Chris Lowe, confirmou uma apresentação única no Brasil com a turnê Dreamworld: The Greatest Hits Live. O show acontece na Suhai Music Hall, em São Paulo, na terça-feira, 03 de março de 2026, com produção da Move Concerts. Os ingressos custam a partir de R$260 (meia-entrada), à venda pelo siteda Livepas, com opção de pagamento em até 6 parcelas. Reconhecidos como a dupla mais bem-sucedida da história da música britânica segundo o Guinness Book of Records, os Pet Shop Boys acumulam números impressionantes desde o início da carreira: 44 singles no Top 30 do Reino Unido, incluindo 22 no Top 10 e quatro que alcançaram o primeiro lugar, além de 15 álbuns de estúdio, todos no Top 10 britânico e presentes em paradas internacionais. Lançada em 2022, Dreamworld: The Greatest Hits Live marca a primeira turnê de grandes sucessos da dupla e já passou por arenas em toda a Europa e no Reino Unido, entrando agora em seu quarto ano. O terceiro ciclo da turnê terminou com apresentações históricas, incluindo uma residência de cinco noites com ingressos esgotados na Royal Opera House, em Londres. SERVIÇO – PET SHOP BOYS SUHAI MUSIC HALLAv. das Nações Unidas, 22540 – Jurubatuba, São Paulo – SP | Shopping SP Market DATA E HORA03 de março de 2026Abertura da casa: 19hShow: 21hClassificação: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.Limitação: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.Ar-condicionadoAcessibilidade INGRESSOS BILHETERIA ONLINEVendas: www.livepass.com.br FORMAS DE PAGAMENTO: Parcelamento em até 3x sem juros e até 6x com juros.A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. BILHETERIA FÍSICA Bilheteria A – Rua Palestra Itália, 200 – Água BrancaTerça a sábado das 10h às 17h. Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAISConfira aqui as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios. Pista Premium – R$850,00 (inteira) / R$425,00 (meia-entrada)Pista – R$520,00 (inteira) / R$260,00 (meia-entrada)Camarote A Piso 1 – R$900,00 (inteira) / R$450,00 (meia-entrada)Camarote B Piso 1 – R$820,00 (inteira )/ R$410,00 (meia-entrada)Camarote C Piso 1 – R$720,00 (inteira) / R$360,00 (meia-entrada)Camarote A Piso 2 – R$800,00 (inteira) / R$400,00 (meia-entrada)Camarote C Piso 2 – R$800,00 (inteira) / R$400,00 (meia-entrada)Mezanino Esquerdo – R$740,00 (inteira) / R$370,00 (meia-entrada)Mezanino Direito 1 – R$740,00 (inteira) / R$370,00 (meia-entrada)Mezanino Direito 2 – R$740,00 (inteira) / R$370,00 (meia-entrada)Mezanino Central – R$520,00 (inteira) / R$260,00 (meia-entrada) LEIA TAMBÉM: Ghost lança “It’s a Sin”, cover de Pet Shop Boys, nas plataformas digitais Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Monsters of Rock 2026: Dirty Honey e Jayler farão show extra em São Paulo
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11/02/2026

Monsters of Rock 2026: Dirty Honey e Jayler farão show extra em São Paulo

A contagem regressiva para o Monsters of Rock 2026 está a todo vapor. E no dia 02 de abril, as bandas Dirty Honey e Jayler sobem ao palco da Audio, em São Paulo, para uma noite especial. Anteriormente, as bandas já haviam sido confirmadas como atrações do Monsters of Rock 2026. Mais do que um aquecimento para o festival, será uma oportunidade única de conferir ao vivo o talento e a energia de bandas que representam a renovação do rock. De um lado, o Dirty Honey, já consolidado como uma das maiores revelações globais do gênero; do outro, o Jayler, novo fenômeno britânico que promete dominar a cena mundial. Os ingressos estarão à venda a partir do dia 19 de fevereio (quinta-feira) às 10h no site da Eventim. O Monsters of Rock confirma as atrações que completam o lineup de sua nona edição: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme e Halestorm se unem a Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler. O evento acontece em 04 de abril de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo, e os ingressos já estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Dirty Honey e Jayler na Audio Cidade: São PauloData: 02 de abril (quinta-feira)Local: Audio – Avenida Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda – SPPortas: 19hJAYLER: 20h30DIRTY HONEY: 22h Preços Inteira Promocional Meia Pista R$ 450,00 R$ 250,00 R$225,00 Mezanino R$ 550,00 R$ 350,00 R$275,00 INGRESSOS PROMOCIONAIS: Para que o benefício do ingresso promocional possa ser válido, o comprador deverá levar 1 Kg de alimento não perecível (exceto sal ou açúcar) no dia do evento e efetuar a entrega no momento em que entrar na casa. Ingressos a venda a partir do dia 19/02/2026 (quinta-feira) às 10h no site da Eventim. Parcelados em até 4X sem juros Ponto de venda sem taxa de serviço: BILHETERIA OFICIAL no ESPAÇO UNIMED Endereço: R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo – SP, 01156-000Funcionamento: terça a sábado das 10h às 17hNão há funcionamento em feriados, emendas de feriados. LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock 2026 anuncia line-up completa com Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Rumores apontam Mayara Puertas como possível vocalista do Arch Enemy
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10/02/2026

Rumores apontam Mayara Puertas como possível vocalista do Arch Enemy

Notícias A brasileira Mayara Puertas pode ser a nova vocalista do Arch Enemy. Os rumores sobre a vocalista do Torture Squad assumir os vocais do Arch Enemy ganharam força nas redes sociais após uma postagem enigmática da artista que coincidiu com o anúncio do show da banda no festival Bangers Open Air 2026. Puertas publicou uma foto no Instagram que dizia “O que vem por aí? Tudo o que posso dizer é que há muito trabalho pela frente… e eu não poderia estar mais feliz! Sei que alguns de vocês provavelmente já sabem o que está por vir… Mas não vou contar nada ainda… Fiquem ligados”. O texto veio acompanhado da música “You Will Know My Name”, do Arch Enemy. A publicação alimentou especulações de fãs sobre uma possível ligação entre a cantora brasileira e o grupo. Logo depois, Angela Gossow, ex-vocalista e atual empresária do Arch Enemy, curtiu o post e começou a seguir Mayara Puertas. Os rumores acontecem após a saída da vocalista Alissa White-Gluz em 2025, deixando vaga a posição de frontwoman do Arch Enemy e abrindo espaço para projeções e teorias entre o público do metal extremo. Até o momento, não há confirmação oficial por parte da banda sueca ou de Mayara Puertas sobre seu suposto ingresso no Arch Enemy. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026 anuncia Arch Enemy como novo headliner Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Ross the Boss, membro fundador do Manowar, é diagnosticado com doença degenerativa
Entrevistas
10/02/2026

Ross the Boss, membro fundador do Manowar, é diagnosticado com doença degenerativa

Ross “The Boss” Friedman, ex-guitarrista e membro fundador do Manowar, revelou o diagnostico de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma condição neurológica progressiva que afeta os músculos e a capacidade de movimentação. Conhecido por seu trabalho e sua carreira influente desde os anos 1980, o músico compartilhou a notícia através de um comunicado divulgado pelo seu assessor de imprensa via Rolling Stone, explicando que agora enfrenta desafios significativos decorrentes da doença, que ainda não tem cura. “Ross ‘The Boss’ Friedman, membro fundador das lendas do punk rock The Dictators e dos ícones do heavy metal Manowar, foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), comumente conhecida como Doença de Lou Gehrig. O diagnóstico veio após vários meses de sintomas aparentemente não relacionados, incluindo fraqueza nas mãos e pernas. Inicialmente, pensou-se que a causa fosse uma série de pequenos AVCs. Mas mudanças na dieta, exercícios e fisioterapia não conseguiram retardar a progressão da doença nem aumentar sua força”. Ross complementou a nota à imprensa: “É difícil saber o que o futuro reserva, e me dói muito não poder tocar guitarra, mas a demonstração de carinho tem sido imensa. Estou absolutamente impressionado com o amor e o apoio da família, dos amigos e dos fãs. Amo todos vocês.” A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa progressiva e fatal. A doença destrói os neurônios motores no cérebro e na medula espinhal, causando fraqueza muscular, paralisia e perda do controle muscular voluntário. LEIA TAMBÉM: Manowar está trabalhando em novo álbum, diz Joey DeMaio Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Torture Squad anuncia show no Sesc Bom Retiro com Jéssica di Falchi
Entrevistas
09/02/2026

Torture Squad anuncia show no Sesc Bom Retiro com Jéssica di Falchi

O Torture Squad apresenta nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, às 20h, um show em tributo aos músicos do rock e do metal brasileiro no teatro do Sesc Bom Retiro, em São Paulo. A apresentação contará com a participação especial da guitarrista Jessica di Falchi. No palco, o Torture Squad será formado por Amilcar Christófaro na bateria, Castor no baixo, Rene Simionato na guitarra e Mayara Puertas nos vocais. O espetáculo homenageia artistas que ajudaram a construir a cena nacional de rock e metal e influenciaram as gerações atuais. Torture Squad também irá tocar os clássicos da carreira Os ingressos custam R$ 18 para credencial plena, R$ 30 meia-entrada e R$ 60 inteira, com vendas pelo aplicativo Credencial Sesc, pelo site sescsp.org.br e nas bilheterias do Sesc. O teatro tem capacidade para 291 pessoas e classificação indicativa a partir de 10 anos. O Sesc Bom Retiro fica na Alameda Nothmann, 185, no bairro Campos Elíseos, região central de São Paulo. O local conta com estacionamento de vagas limitadas e transporte gratuito circular a partir da Estação da Luz, com horários disponíveis conforme a programação. Serviço – Torture Squad com participação de Jessica di Falchi Torture Squad com participação de Jessica di Falchi Show Tributo ao Rock & Metal Brasileiro Apresentação: sexta 13/2, às 20h Local: Teatro (291 lugares) – 10 anos. Ingressos: R$ 18,00 (Credencial Plena), R$ 30,00 (Meia) e R$ 60,00 (Inteira). Venda de ingressos disponíveis pelo APP Credencial Sesc, no site sescsp.org.br, ou nas bilheterias. LEIA TAMBÉM: Entrevista: Jéssica Falchi lança primeiro EP solo, ‘Solace’, e fala sobre nova fase Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Fita inédita de ensaio de Ozzy Osbourne é encontrada em sótão
Entrevistas
09/02/2026

Fita inédita de ensaio de Ozzy Osbourne é encontrada em sótão

Uma fita cassete de ensaio rara de Ozzy Osbourne, datada de 1980, foi recentemente descoberta em um sótão, oferecendo uma prévia do início de sua carreira solo após a saída do Black Sabbath. Conforme noticiado pela Sky News, a descoberta foi feita por David Jolly, amigo de Ozzy daquele período, que havia guardado a fita por décadas no sótão de sua casa. A relíquia histórica documenta um momento de transição crucial na carreira do artista. A gravação, identificada como “Ozzie Last Day”, registra uma sessão de aproximadamente 12 minutos com Ozzy ao lado do guitarrista Randy Rhoads e do baixista Bob Daisley, antes da chegada do baterista Lee Kerslake ao grupo. O áudio, que não apresenta músicas completas, é descrito como uma jam session com influências de blues e captura o trio experimentando e interagindo antes das gravações do álbum Blizzard of Ozz (1980). A autenticidade da fita foi confirmada por Daisley, que reconheceu imediatamente as vozes e os sons do ensaio. “Assim que ouvi, pensei: ‘Sim, somos nós, é a voz do Ozzy’. Não sei se estávamos testando um baterista e apenas nos soltando um pouco, ou se estávamos só brincando… mas não era uma música em que estávamos trabalhando, porque já tínhamos músicas definidas naquela época, tínhamos várias músicas”, disse Daisley [via NME]. Gravações raras do Black Sabbath Em novembro passado, Jim Simpson, primeiro empresário do Black Sabbath, disse ter planos de lançar gravações da banda quando ainda se chamava Earth. Ele afirma ter comprado e restaurado fitas gravadas em 1969 por Ozzy, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward, e planeja lançá-las como Earth: The Legendary Lost Tapes. Porém, a ex-empresária e viúva de Ozzy, Sharon Osbourne, contesta essa versão. Segundo ela, não há comprovação de contrato formal que permita a Simpson explorar esse material comercialmente. Na sua mensagem, Sharon afirma que os membros do Black Sabbath não querem que as demos sejam lançadas. “Eles não ouviram as fitas e nunca concordaram com a liberação”, afirmou. Ela ainda questiona as alegações de Simpson de que ele pagou pelas sessões de estúdio em 1969 e acusa a gravadora envolvida, a Big Bear Records, de gestão financeira duvidosa. Além disso, Sharon revelou que emitiu um parecer legal para respaldar a posição do Black Sabbath. Sharon alega que Simpson não ofereceu royalties à banda e se recusou a permitir que eles ouvissem as gravações que diz possuir. LEIA TAMBÉM: Veja homenagem a Ozzy Osbourne no Grammys 2026 Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Veja Green Day tocar medley de clássicos no Super Bowl 60
Entrevistas
09/02/2026

Veja Green Day tocar medley de clássicos no Super Bowl 60

Notícias Green Day se apresentou na cerimônia de abertura do Super Bowl 60, no último domingo 08 de fevereiro, no Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia. O trio pop punk tocou um medley de alguns de seus maiores sucessos. A apresentação aconteceu antes do jogo principal e faz parte das comemorações do 60º aniversário da final do futebol americano, trazendo o Green Day para subir ao palco em sua região de origem. A apresentação teve início com um trecho instrumental de “Good Riddance (Time Of Your Life)”, acompanhado por um arranjo orquestral, enquanto ex-MVPs do Super Bowl eram apresentados ao público presente no estádio. Na sequência, o número evoluiu para um medley que incluiu “Holiday”, além de versões abreviadas de “Boulevard of Broken Dreams” e “American Idiot”, todas do álbum lançado em 2004. Diferentemente de performances recentes, o vocalista Billie Joe Armstrong optou por não entoar o verso adaptado “I’m not part of the MAGA agenda”. O encerramento veio com uma saudação direta à plateia, quando Armstrong declarou: “Bem-vindos à Baía! É o Super Bowl LX”. LEIA TAMBÉM: Donald Trump se diz “contra” Green Day no Super Bowl: “Escolha terrível” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Skid Row anuncia concurso mundial para escolher novo vocalista
Entrevistas
09/02/2026

Skid Row anuncia concurso mundial para escolher novo vocalista

O Skid Row anunciou na última quinta-feira, 05, a abertura de um concurso mundial para definir seu novo vocalista. O sueco Erik Grönwall deixou a banda em março de 2024 para cuidar de sua saúde. Para a seleção, a banda está trabalhando em conjunto com a Sweetwater. A empresa norte-americana é a líder mundial em vendas online de instrumentos musicais e equipamentos de áudio profissional. O processo está aberto para cantores do mundo todo e não há prazo para se encerrar, uma vez que a banda continuará analisando as inscrições até encontrar o nome ideal. Informações sobre como participar estão disponíveis no site oficial. Em nota, o grupo afirmou [transcrição via Blabbermouth]: “Isto não é uma competição nem uma jogada de marketing. É uma busca genuína pela voz, presença e autenticidade certas para levar o Skid Row adiante”. Nick Bowcott, criador de conteúdo da marca, também comentou sobre o concurso. “Nós da Sweetwater estamos muito animados em fazer parceria com o grupo para oferecer essa oportunidade única.” Reunião de Sebastian Bach com o Skid Row quase aconteceu Sebastian Bach, ex-vocalista do Skid Row, liderou a banda até 1996, quando foi demitido, e continua falando sobre o retorno da banda. Em entrevista, o canal Rock Daydream Nation, questionou sobre o quão perto chegou de acontecer uma reunião entre ele e os outros membros da formação clássica do Skid Row. O vocalista respondeu [transcrição via Blabbermouth]: “Sim. Chegou muito perto de se tornar realidade— não sei há quantos anos, tipo seis, sete anos atrás. Logo antes de eles contratarem o vocalista [ZP Theart] do Dragonforce [no final de 2015], eu tinha a impressão de que iríamos voltar. E era véspera de Ano Novo e eu vi online: ‘Aqui está o novo vocalista do SKid Row’. E eu disse: ‘Vocês devem estar brincando comigo’” Bach continuou: “E eu mandei uma mensagem para todos: ‘Foda-se. Caiam fora’. Fiquei impressionado que eles iriam contratar, tipo, [o vocalista] número sete ou número oito. E eles disseram: ‘Ah, isso é só temporário enquanto resolvemos a questão da reunião’. Mas eu sou um cara emotivo. É por isso que eu canto para viver. E quando vi a notícia, não fiquei nada feliz”. LEIA TAMBÉM: Clemente Nascimento revela detalhes de grave problema de saúde e recuperação Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Green Day incentiva agentes do ICE a se demitirem em festa pré-Super Bowl; assista
Entrevistas
08/02/2026

Green Day incentiva agentes do ICE a se demitirem em festa pré-Super Bowl; assista

Antes de sua apresentação na cerimônia de abertura do Super Bowl, o Green Day foi a atração principal da FanDuel Party Powered by Spotify em São Francisco, na sexta-feira (06). Em uma possível prévia do que aconteceria no domingo, Billie Joe Armstrong aproveitou o show para denunciar o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos), fazendo também referências a Minneapolis e Jeffrey Epstein. Dirigindo-se diretamente aos agentes do ICE que poderiam estar presentes no Super Bowl em Santa Clara, Armstrong disse do palco: “Larguem seus empregos de merda. Larguem esses empregos de merda que vocês têm. Porque quando isso acabar, e vai acabar em algum momento, Kristi Noem, Stephen Miller, JD Vance, Donald Trump – eles vão se livrar de vocês como se fossem um vício ruim. Venham para o nosso lado”. O vocalista do Green Day também dedicou a apresentação da música Holiday “a Minneapolis” e alterou a letra da canção de “o representante da Califórnia tem a palavra” para “o representante da Ilha Epstein tem a palavra”. Como mencionado, o Green Day dará início ao Super Bowl no domingo, com sua apresentação na cerimônia de abertura às 20h (horário de Brasília). A NFL tem se preocupado bastante com a possibilidade de Bad Bunny fazer uma declaração política durante sua apresentação no intervalo, mas talvez seja com o Green Day que eles devam se preocupar. Via: RockBizz

Dave Mustaine (Megadeth) reflete sobre a sua antiga personalidade raivosa: “Só queria ser amado”
Entrevistas
08/02/2026

Dave Mustaine (Megadeth) reflete sobre a sua antiga personalidade raivosa: “Só queria ser amado”

Dave Mustaine, no início dos anos 80, quando era guitarrista do Metallica, ele era um jovem raivoso e não tinha medo de sair distribuindo socos e pontapés a quem o contrariasse ou o olhasse torto. Em conversa com o jornal britânico The Telegraph, Dave refletiu sobre a sua antiga personalidade raivosa. “Eu era destrutivo”, admitiu Mustaine. “Se alguém estivesse te provocando, sabe, tentando te tirar vantagem, eu era o cara que você queria por perto”. Ele continuou lembrando alguns conflitos em que se meteu: “Nós estávamos em um clube, e um cara estava dando socos numa garota, e o James gritou: ‘Mata ele’. O cara se virou, olhou para nós dois e disse: ‘Quem vai me matar’? E o James apontou para mim. Tive que brigar com o cara ali mesmo”. “Em outra ocasião, eu quebrei a perna de uma cara porque a pessoa estava implicando com o Lars. Acho que meu eu mais jovem só precisava de amor, só precisava ser amado”, finalizou Dave. Megadeth Como o assunto é Dave Mustaine, vale lembrar que o Megadeth lançou recentemente o seu novo álbum de estúdio que é autointitulado. Este é o derradeiro trabalho do grupo, que promete se aposentar após a promoção da obra. Cabe destacar que trabalho contou com a produção de Chris Rakestraw, profissional que assinou os discos Dystopia e The Sick, the Dying… and the Dead. Track listing de Megadeth: 01. Tipping Point02. I Don’t Care03. Hey, God?!04. Let There Be Shred05. Puppet Parade06. Another Bad Day07. Made To Kill08. Obey The Call09. I Am War10. The Last Note11. Ride The Lightning (bônus) Via: RockBizz

Morre Brad Arnold, vocalista do 3 Doors Down, aos 47 anos
Entrevistas
07/02/2026

Morre Brad Arnold, vocalista do 3 Doors Down, aos 47 anos

Brad Arnold, vocalista do 3 Doors Down, faleceu neste sábado, 07, aos 47 anos, após uma batalha contra o câncer. Em maio passado, o músico foi diagnosticado com um carcinoma renal de células claras, ou ccRCC, um tipo de câncer renal, em estágio 4. Na época, o 3 Doors Down cancelou todas as datas da turnê que já estavam anunciadas, incluindo shows principais, festivais e datas como banda de abertura para o Creed. A banda deu a notícia por meio de um post nas redes sociais. Leia o comunicado na íntegra: “É com profundo pesar que compartilhamos a notícia de que Brad Arnold, fundador, vocalista e compositor do 3 Doors Down, faleceu no sábado, 7 de fevereiro, aos 47 anos. Ao lado de sua amada esposa Jennifer e de sua família, Brad partiu de forma tranquila, enquanto dormia, cercado por entes queridos, após sua corajosa batalha contra o câncer. Como membro fundador, vocalista e baterista original do 3 Doors Down, Brad ajudou a redefinir o rock mainstream, combinando a acessibilidade do post-grunge com composições emocionalmente diretas e letras que dialogavam com o público comum. Sua escrita tornou-se um verdadeiro marco cultural para uma geração, dando origem a alguns dos maiores e mais duradouros sucessos dos anos 2000 — incluindo o hit que projetou a banda mundialmente, “Kryptonite”, composto por ele ainda aos 15 anos, durante uma aula de matemática. Sua música ecoou muito além dos palcos, criando momentos de conexão, alegria, fé e experiências compartilhadas que permanecerão vivas muito depois de suas apresentações. Acima de tudo, Brad foi um marido dedicado a Jennifer. Sua gentileza, senso de humor e generosidade marcaram profundamente todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Aqueles mais próximos se lembrarão não apenas de seu talento. Mas também de sua humanidade, humildade, fé e do amor profundo que nutria por sua família e amigos. A família agradece imensamente as manifestações de carinho e apoio recebidas neste momento tão difícil e pede, gentilmente, que sua privacidade seja respeitada. Brad Arnold fará muita falta e será lembrado para sempre”. LEIA TAMBÉM: A doença de Dee Snider que fez Twisted Sister cancelar turnê de reunião Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

My Chemical Romance se despede sem “The Ghost of You”, mas com show impecável
Entrevistas
07/02/2026

My Chemical Romance se despede sem “The Ghost of You”, mas com show impecável

My Chemical Romance encerrou sua passagem pelo Brasil com um segundo show da turnê Long Live The Black Parade na noite de sexta-feira, 06. A banda retornou ao Brasil após longos 18 anos de espera e encontrou um Allianz Parque lotado de adultos emocionados que, em sua grande maioria, os conheceram quando ainda eram crianças ou pré-adolescentes. Toda uma geração de fãs que hoje lota estádios conheceu o My Chemical Romance nos anos 2000 – provavelmente por volta da última passagem do grupo pelo Brasil, em 2008 – e não tinha idade o suficiente para sequer pensar em pisar em um show de rock. O sucesso da banda em terras brasileiras, assim como o de vários outros nomes da cena emo, se atribui em grande partes às saudosas MTV e Mix TV, que passavam videoclipes diariamente. Absolutamente consciente de seu auge e da faixa etária do grupo que cresceu com eles e nunca teve a chance de vê-los, o My Chemical Romance revive o aclamado disco The Black Parade (2006), detentor de sucessos como “I Don’t Love You” e “Welcome To The Black Parade”, responsáveis por cativar aquelas crianças e pré-adolescentes que hoje são adultos formados, e também as novas gerações que se tornaram fãs muito depois. A banda faz um espetáculo completo tocando o disco na íntegra e integrando a ele uma encenação teatral e conceitual, onde atuam nos papéis de uma banda controlada pelo regime autoritário do país fictício de Draag. Vestidos com as clássicas roupas da “marching band”, o grupo encena o álbum no palco mais como se fosse uma peça de teatro do que um show por si só. A experiência é avassaladora, catártica e impressionante, com pirotecnia controlada e reviravoltas chocantes. The Hives se destaca como excelente banda de abertura Os shows da América Latina contaram com a participação ilustre dos suecos do The Hives. Formada no início dos anos 1990, a banda encanta e cativa com seu garage rock dançante e eletrizante, apresentando uma sequência frenética de músicas que não deixa a peteca cair em nenhum momento. O vocalista Pelle Almqvist dá um show de carisma como pouquíssimos outros. Falando em português o tempo inteiro, ele agita a plateia com expressões como “pulam, pulam, paulistas” e “gostoso”. Em pouco tempo, o público inteiro está na mão do vocalista e completamente entrosado com o show. The Hives é uma das poucas bandas de abertura que conseguem encantar e entreter tanto quanto o nome principal da noite. Segunda noite teve surpresas, mas sem “The Ghost Of You” Passado o primeiro ato onde se destaca a performance teatral magnífica do vocalista Gerard Way, o My Chemical Romance retorna ao palco com roupas casuais para uma sequência de músicas tocada de maneira mais “crua” e separada do universo criado para o The Black Parade. Na segunda noite, eles tocaram os clássicos “Helena” e “Na Na Na”, e adicionaram “To The End” e “SING”, que apareceram poucas vezes na turnê até então. O grupo encerrou o show pela primeira vez com “The Foundations of Decay”, lançada em 2022 de surpresa como o grande “comeback”. Pela segunda noite seguida, o público brasileiro ficou só na vontade de ouvir “The Ghost Of You”, um dos sucessos mais famosos no Brasil. Apesar do gostinho de “quero mais” causado pela ausência de uma queridinha, é possível dizer que os fãs de My Chemical Romance saíram dessas duas noites de show de alma lavada. A banda mostrou que consegue unir gerações como poucos outros nomes e que, apesar de não ter lançamentos recentes, se mantém relevante até mesmo para o público que chegou muito depois de seu auge. LEIA TAMBÉM: Após longa espera, My Chemical Romance entrega show à altura da expectativa Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: WikiMetal

Lançamentos de rock e metal da semana: Visions Of Atlantis, Mayhem e mais
Entrevistas
06/02/2026

Lançamentos de rock e metal da semana: Visions Of Atlantis, Mayhem e mais

Listas Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Visions Of Atlantis, Puscifer e Mayhem, singles novos de The Warning, Ecca Vandal e Sylosis, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOSVisions Of Atlantis – Armada – An Orchestral VoyagePara quem gosta de: Power/symphonic metal Puscifer – Normal Isn’tPara quem gosta de: rock alternativo Mayhem – Liturgy Of DeathPara quem gosta de: Black Metal LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026 anuncia Arch Enemy como novo headliner Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Manifesto Bar promove Carna Rock na semana de Carnaval
Entrevistas
06/02/2026

Manifesto Bar promove Carna Rock na semana de Carnaval

Notícias O Carna Rock é a programação de Carnaval do Manifesto Bar para aqueles que querem fugir da folia. O evento acontecerá entre os dias 13 e 17 de fevereiro com 12 bandas de estilos diferentes durante os cinco dias de programação. Dos pioneiros do heavy metal, Black Sabbath e Ozzy Osbourne, aos mais recentes, Korn e System of a Down, passando pelo hard rock do Mötley Crue e Guns’n’Roses, esta edição do Carna Rock abraça diferentes estilos buscando agradar a todos que curtem rock ou poderiam curtir, além de chegar como uma das opções para quem quiser fugir da folia na maior cidade do país. Serviço – Carna Rock Manifesto Local: Manifesto BarData: De 13/02/2026 a 17/02/2026Horário: 20hValores: a partir de R$ 40Ingressos: Clube do IngressoEndereço: Rua Ramos Batista, 207 – Vila Olímpia-SPEstacionamento: estacionamento valet na porta do localAcessibilidade PCD: SimFormas de pagamento: C/C e débito todos e dinheiroPara maiores de 16 anos ProgramaçãoSexta 13/02Black Sabbath por DehumanizerGhost por Ghosts Ozzy Osbourne por Mr. Madman Sabado 14/02 Faith no More por Cover BrasilPearl Jam por Blaymorphed Domingo 15/02 Avantasia por Tributo Brasil Nightwish por Everdream Stratovarius por Visions Segunda 16/02Guns’n’Roses por Use Your GunsMötley Crue por Wild Side Terça 17/02Korn por In hate System of a Down por Fuck the System LEIA TAMBÉM: Entenda por que ingressos de shows são tão caros no Brasil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Bangers Open Air 2026 anuncia Arch Enemy como novo headliner
Entrevistas
06/02/2026

Bangers Open Air 2026 anuncia Arch Enemy como novo headliner

Notícias O Bangers Open Air 2026 anunciou Arch Enemy como novo headliner do sábado, dia 25 de abril. De acordo com o festival, a banda é “um dos nomes mais pedidos em todas as edições”. Em novembro, o Arch Enemy anunciou a saída de Alissa White-Gluz, que assumia o posto de vocalista desde 2014. De acordo com o Bangers Open Air, a nova formação da banda será revelada em breve. O lugar de headliner do festival seria ocupado inicialmente pelo Twisted Sister, que iniciaria uma histórica reunião de retorno para celebrar 50 anos de banda exclusivamente no festival. Na noite de quinta-feira, 05, porém, a banda cancelou todos os shows agendados devido a “uma série de problemas de saúde” do vocalista Dee Snider. As bandas Eluveitie e Cobra Spell também tiveram suas participações canceladas e serão substituídas no lineup por Ambush e Krisiun. LEIA TAMBÉM: A doença de Dee Snider que fez Twisted Sister cancelar turnê de reunião Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: WikiMetal

Bangers Open Air 2026 anuncia Krisiun e Ambush como parte do line-up
Entrevistas
06/02/2026

Bangers Open Air 2026 anuncia Krisiun e Ambush como parte do line-up

Bangers Open Air 2026 anunciou nesta sexta-feira, 06, as bandas Ambush e Krisun, que farão parte do line-up do festival, substituindo Eluveitie e Cobra Spell que infelizmente tiveram suas participações canceladas. Como anunciado anteriormente, o Twisted Sister cancelou a aguardada turnê de reunião comemorando seu 50º aniversário, devido a problemas de saúde do vocalista Dee Snider. Porém, a organização do festival irá anunciar um novo headliner nesta sexta-feira às 14h. O Bangers Open Air acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. Garanta seus ingressos no Clube do Ingresso. O line-up conta com Angra, Smith/Kotzen, Fear Factory, Jinjer, Killswitch Engage, In Flames, Within Temptation, Feuerschwanz, Primal Fear, Tankard, Black Label Society, Nevermore, Onslaught e Crazy Lixx e outras. A edição de 2025 movimentou a comunidade headbanger em São Paulo entre os dias 2 e 4 de maio e entregou um festival memorável com atrações como Doro, Sabaton, Avantasia, e mais 50 bandas. Confira a cobertura exclusiva da Wikimetal: sábado, dia 03 e domingo, dia 04. LEIA TAMBÉM: Enquete: Qual banda você mais quer ver no Bangers Open Air 2026? Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

A doença de Dee Snider que fez Twisted Sister cancelar turnê de reunião
Entrevistas
06/02/2026

A doença de Dee Snider que fez Twisted Sister cancelar turnê de reunião

O Twisted Sister anunciou na última quinta-feira, 05, o cancelamento da aguardada turnê de reunião comemorando seu 50º aniversário. Com shows marcados em grandes festivais ao redor do mundo, a reunião marcaria o retorno aos palcos após o hiato desde 2016. Em comunicado divulgado por meio das redes sociais da banda, o cancelamento ocorreu após o vocalista Dee Snider enfrentar problemas de saúde que o impedem de cumprir a agenda de shows planejada. Segundo a nota, a decisão teria sido tomada de forma conjunta entre os integrantes e a equipe médica do cantor, priorizando sua recuperação completa. “Não conheço outra maneira de agir. A ideia de desacelerar é inaceitável para mim. Prefiro me retirar do que ser uma sombra do que já fui”, confessou Snider. Em entrevista ao podcast Acid For Squares, apresentado pelo filho do cantor, Cody Blue Snider, Dee Snider revelou com detalhes a série de problemas de saúde que vem enfrentando. O músico lida com artrite degenerativa, que o fez passar por várias cirurgias ao longo dos anos. “Nos últimos meses — ou melhor, neste último ano —, eu passei por algumas experiências diferentes. Tive alguns problemas de saúde. Eu tenho artrite nos ombros, artrite degenerativa. Fiz uma prótese de quadril por causa do desgaste excessivo das articulações, fruto da minha profissão, de exigir demais do corpo. Além disso, eu também tenho hipertensão, pressão alta. E eu não sou uma pessoa que simplesmente aceita as coisas passivamente. Existem situações que você precisa aceitar — quando uma parte do corpo se desgasta e precisa ser substituída, isso é meio indiscutível. É quando você já passou do ponto sem retorno”, confessou [transcrição via Confere Rock]. Dee Snider também descobriu recentemente que o nível de intensidade que dedicou ao trabalho de sua vida também afetou seu coração. “Mas, no caso do coração, isso está ligado ao estresse acumulado ao longo do tempo. Enquanto trabalho com médicos e tomo alguns remédios para baixar a pressão arterial, quando eu analiso a situação, penso que talvez exista algo que possa ser feito para reduzir esse estresse. Se eu conseguisse diminuir um pouco o ritmo, talvez pudesse ajudar meu coração a se recuperar. Precisa ser assim, porque a ideia de usar remédios pelo resto da vida — independentemente de quão comprovados ou seguros eles sejam — me incomoda. Eu vivi uma vida livre de drogas, uma vida saudável. Então, a ideia de ficar acorrentado a um frasco de comprimidos pelo resto da minha vida é algo que realmente me perturba”, disse ele. Dee Snider recorreu à medicina alternativa O artista afirmou estar aberto a qualquer alternativa que pudesse ajudá-lo, incluindo terapias com cogumelos, desde que realizadas em um ambiente seguro. Inicialmente, ele imaginou passar pela experiência com o apoio da família, mas reconheceu ter uma barreira emocional construída ao longo de uma vida difícil e bem-sucedida. Diante disso, optou por buscar a orientação de RZ, um xamã experiente. “Se existir uma alternativa, se houver uma saída para isso, e se os cogumelos forem uma possibilidade que possa ajudar nessa situação, eu sou 100% a favor de tentar. Eu imaginei que seria natural que minha família me acompanhasse e me guiasse nesse processo. E eu me senti seguro e protegido naquele ambiente. Eles também se sentiram à vontade. […] Minha família sentiu que talvez eles não fossem as pessoas ideais para conduzir isso comigo. E, felizmente, nossos caminhos se cruzaram com o de RZ — que é um xamã experiente e renomado, especializado em trabalhar com cogumelos e em conduzir pessoas nessas jornadas.” Cody Blue Snider também relatou que seu pai não está completamente curado, mas que os cogumelos estão ajudando, já que a experiência é parte de um processo em camadas, que envolve enfrentar conflitos e aprofundar questões internas. A combinação de medicina vegetal, meditação e terapia ajudou a reduzir problemas emocionais e físicos de Dee Snider. “Dizem que os psicodélicos não vão te curar; eles vão te mostrar o caminho, e você vai se curar sozinho. A comunidade médica está repleta de medicamentos, mas, bem, se a medicina vegetal te curou, por que continuar voltando? Porque é um caminho. É um processo”, revelou Cody. “Meu pai fez os exames do coração, e os níveis ainda estavam um pouco alterados. Não estava completamente curado, mas ele começou a meditar. E, quando ele medita, o coração dele se cura. Os níveis baixam. Meu pai está seguindo o caminho dele. Ele superou o medo, superou o estigma e recebeu uma ferramenta, além de uma experiência, para curar o próprio coração e se curar por conta própria. É isso que ele está fazendo agora. Não importa o quão longe ele caminhe — o caminho depende dele. Ninguém pode curá-lo. Ele só pode se curar. Mas ele já começou essa jornada, e nós não poderíamos estar mais orgulhosos”. LEIA TAMBÉM: Enquete: Qual banda você mais quer ver no Bangers Open Air 2026? Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Fita de jam session de Ozzy Osbourne e banda é encontrada em sótão após 46 anos de sumiço
Entrevistas
06/02/2026

Fita de jam session de Ozzy Osbourne e banda é encontrada em sótão após 46 anos de sumiço

Uma gravação de Ozzy Osbourne, até então considerada perdida, foi descoberta em um sótão após 46 anos por um antigo parceiro e amigo, David Jolly. A material conta com uma jam session de 1980 com o Príncipe das Trevas (vocal), Randy Rhoads (guitarra) e Bob Daisley (baixo). Na época, o baterista Lee Kerslake ainda estava presente no projeto. A gravação tem 12 minutos de duração e leva o nome de Ozzie Last Day. Em entrevista à Sky News, Jolly, que era amigo próximo de Ozzy, disse que encontrou a fita em seu sótão depois que sua esposa insistiu que sabia onde ela estava. Segundo informações de David, o conteúdo da fita consiste em uma jam de blues do trio. Vale ressaltar que, em pouco tempo, o blues progrediu para o material Blizzard of Ozz. O disco conquistou os fãs de metal e garantiu ao Madman uma volta por cima, após demissão do Black Sabbath. Infelizmente, Ozzy Osbourne faleceu em 22 de julho de 2025, algumas semanas depois de se apresentar no show de despedida do Black Sabbath, Back to the Beginning, em Birmingham. Ele tinha 76 anos e faleceu devido a complicações da doença de Parkinson, além de uma parada cardíaca. Via: RockBizz

After Forever anuncia show único no Brasil para outubro
Entrevistas
06/02/2026

After Forever anuncia show único no Brasil para outubro

O After Forever anunciou retorno aos palcos pela América Latina após 20 anos, com uma passagem pelo Brasil dia 16 de outubro, em São Paulo, no Tokio Marine Hall. Informações sobre ingressos serão disponibilizadas em breve. A banda neerlandesa de metal sinfônico, encerrada em 2009, retorna ao país para celebrar os 25 anos do disco Decipher e os 26 anos do álbum de estreia Prison of Desire. Em nota à imprensa, o vocalista e guitarrista Sander Gommans comentou sobre a comemoração dos dois primeiros discos da banda. “2025 foi um marco na banda. 25 anos desde que o After Forever deixou uma marca atemporal no mundo do metal sinfônico com seu álbum de estreia, Prison of Desire. Seu sucessor, Decipher, lançado em 2001, levou a música da banda ainda mais longe, ao fundir elementos progressivos com um som mais pesado que ajudou a moldar o metal sinfônico como o conhecemos hoje. Esses dois lançamentos marcaram o início de uma jornada maravilhosa, que levou a banda a palcos internacionais e ao coração de fãs em todo o mundo”, disse ele. “Em outubro de 2025, o After Forever se reuniu para dois shows na Holanda com a vocalista Angel Wolf-Black (SheWolf). Com o objetivo de homenagear e celebrar a música tão querida da banda e seu impacto duradouro, em uma experiência ao vivo inesquecível. Durante esses shows, ficou claro que todos nós sentimos falta do After Forever”. O retorno à América Latina O memebro fundador do After Forever também falou sobre a volta à América do Sul após 20 anos. “Fãs da América Latina apoiam o After Forever desde o lançamento do primeiro álbum. E nos sentimos muito felizes por poder anunciar que daremos continuidade a esse tributo em 2026. Vamos celebrar os 25 anos de Decipher, os 26 anos de Prison of Desire e talvez também incluímos alguns outros clássicos do After Forever. Junte-se a nós enquanto revisitamos antigos sucessos, revivemos a energia e celebramos o legado do After Forever.” A última vez da banda no Brasil foi em 2006, no festival Live N’ Louder. LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2026: agenda de rock e heavy metal Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Após longa espera, My Chemical Romance entrega show à altura da expectativa
Entrevistas
06/02/2026

Após longa espera, My Chemical Romance entrega show à altura da expectativa

O My Chemical Romance voltou aos palcos com a turnê Long Live: The Black Parade e finalmente retornou ao Brasil após 18 anos. A banda se apresentou na noite da última quinta-feira, 05, no Allianz Parque, com abertura especial do The Hives. Nesta sexta-feira, 06, a banda fará um show extra no mesmo local – ainda há alguns ingressos disponíveis. The Hives, necessários e sempre bem-vindos Os suecos do The Hives construíram uma carreira marcada pela urgência do garage rock e por uma postura cênica que sempre flertou com a provocação. A banda ganhou projeção internacional no início dos anos 2000 com Veni Vidi Vicious (2000), impulsionados pela energia contagiante nos palcos – e não havia banda mais apropriada para abrir os shows do My Chemical Romance pela América Latina. O show manteve o mesmo conceito que sustenta a trajetória da banda – e foi apresentado na sua última passagem pelo Brasil, em 2024 -, cheio de intensidade, comunicação direta e controle absoluto do público. E, mesmo que não seja a sua base de fãs, o público enalteceu a performance que os aqueceu para o show principal. A apresentação foi um ataque contínuo, com músicas curtas, executadas sem pausas longas, criando uma sensação de puro rock’n’roll, direto e reto. O repertório de apenas 11 músicas equilibrou clássicos da discografia com faixas mais recentes, mantendo o ritmo sempre em alta. Desde os primeiros acordes, o público responde com pulos, gritos e participação constante, seguindo as provocações do vocalista Pelle Almqvist e transformando o show em uma troca de energia. Aliás, Pelle é um dos elementos centrais do espetáculo, atuando como mestre de cerimônias, conduzindo o público com comandos precisos e ensaiados em português. Logo na primeira música, “Enough Is Enough”, Pelle ordenou ao público: “Pular, pular, paulistas”, reforçando o caráter performático do show, que mistura humor, arrogância e carisma de forma consciente e eficaz. The Hives apostam na simplicidade, onde os tradicionais ternos pretos e brancos (dessa vez, com luzes), a iluminação direta e o palco sem excessos ajudam a manter o foco na atuação e na interação. Em vários momentos, o vocalista foi até o público, sentiu a energia e o calor que o recebeu de braços abertos, sendo o ápice durante a faixa “Tick Tick Boom”. The Hives trouxe uma energia jovial, mas com a experiência e confiança de veteranos. A pressão em tocar em um estádio lotado, com um público que em maior parte não é o seu, parece um enorme desafio, mas foi aceito e entregue com maestria. Ao encerrar o show com “The Hives Forever Forever The Hives”, a banda deixou clara a necessidade de mais bandas com essa no cenário. The Hives, que provou que não precisa de muito para fazer um show digno de headliner e já conquistar lugar na lista de melhores do ano de 2026. My Chemical Romance superou as expectativas A reunião recente do My Chemical Romance tem transformado cada apresentação em um evento carregado de memória afetiva, confirmando o impacto cultural que a banda construiu desde o início dos anos 2000. O grupo ganhou projeção com Three Cheers for Sweet Revenge (2004), alcançou o auge criativo e comercial com The Black Parade (2006) e consolidou sua versatilidade em Danger Days: The True Lives of the Fabulous Killjoys (2010). E essa turnê mostra isso, focando na obra conceitual The Black Parade. O público literalmente voltou aos anos 2000, todos trajados com o visual icônico da banda – roupa preta e gravata vermelha. Além dos itens obrigatórios do visual emo, aguardando ansiosamente para cantar hinos de uma banda que marcou uma geração. A turnê Long Live: The Black Parade amplia o universo criado pelo álbum, que originalmente abordava temas como identidade, vida e morte a partir da história de “O Paciente”. No novo espetáculo, o My Chemical Romance resgata o alter ego da era de 2007 e o insere em uma narrativa mais elaborada, ambientada no país fictício de Draag, governado por um regime autoritário liderado pelo Grande Ditador Imortal – leia mais detalhes do conceito em nossa matéria especial.. Ao longo do show, a banda executou o disco na íntegra, onde as faixas ganharam arranjos exclusivos para a turnê, como a faixa “Mama”, cantada com participação da cantora de ópera Charlotte Kelso, que deu papel à personagem Enfermeira, e “Ternangers”, que ganhou uma cenografia de programas infantis retrô – e macabros. O My Chemical Romance apostou muito na parte visual, tornando o espetáculo grandioso, com projeções, iluminação, pirotecnia e cenografia que reforçam o clima sombrio e operístico do álbum, entrando no patamar dos shows grandiosos que investem no visual para transformar o concerto em uma experiência narrativa, indo além da execução musical. Para encerrar, uma cena cômica, mas macabra, onde o vocalista Gerard Way mostra seu lado artístico atuando como um ceifador de filmes gore, criando um espetáculo que podemos chamar de “Absolute Cinema”. Gerard Way conduz a apresentação com uma atuação teatral equilibrada por discursos pontuais, enquanto a banda sustenta um show intenso, tão grandioso que pode calar a boca dos haters de emo. A banda presenteou os fãs de diferentes gerações, que retribuíram cantando cada verso em coro, transformando momentos como “Welcome to the Black Parade” – que se tornou o hit do emo -, “I Don’t Love You” e “Famous Last Words” em pontos de catarse coletiva – esta última faixa encerra o primeiro ato incendiando literalmente o Allianz Parque. O ápice foi no segundo ato do show, onde a banda apresentou os maiores hits, dando espaço para estrear nesta turnê a faixa “The World Is Ugly” e o b-side queridinho dos fãs “Cemetery Drive”, dedicada ao quadrinista brasileiro Gabriel Bá, com quem Gerard Way trabalhou na The Umbrella Academy. O final previsível, mas intenso, ficou com “Helena”, o hit imortal. My Chemical Romance fez valer a pena tantos anos de espera, e voltaram tão grandiosos quanto no seu auge, nos anos 2000, provando que sua obra permanece atual e respeitada, mesmo décadas após sua criação. LEIA

Twisted Sister cancela turnê de reunião, incluindo show no Bangers Open Air
Entrevistas
06/02/2026

Twisted Sister cancela turnê de reunião, incluindo show no Bangers Open Air

O Twisted Sister anunciou nesta quinta-feira, 05, o cancelamento da aguardada turnê de reunião comemorando seu 50º aniversário. Com shows marcados em grandes festivais ao redor do mundo, a reunião marcaria o retorno aos palcos após o hiato desde 2016. Em comunicado divulgado por meio das redes sociais da banda, o cancelamento ocorre após o vocalista Dee Snider enfrentar problemas de saúde que o impediriam de cumprir a agenda de shows planejada. Segundo a nota, a decisão teria sido tomada de forma conjunta entre os integrantes e a equipe médica do cantor, priorizando sua recuperação completa. Leia os comunicados das bandas e da organização do Bangers Open Air: “Com pesar,O Twisted Sister cancela apresentações comemorativas de 50º aniversário. Devido à repentina e inesperada saída do vocalista do Twisted Sister, Dee Snider, por conta de uma série de problemas de saúde, a banda foi forçada a cancelar todos os shows agendados, a partir de 25 de abril em São Paulo e ao longo do verão. O futuro do Twisted Sister será definido nas próximas semanas. Fique atento para novas atualizações,Jay Jay French / Eddie Ojeda“ Além disso, as bandas Eluveitie e Cobra Spell também tiveram suas participações canceladas. Festival Bangers Open Air O Bangers Open Air acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. A organização anunciou o line-up completo com Angra, Smith/Kotzen, Fear Factory, Jinjer, Killswitch Engage, In Flames, e outras. Além das anunciadas anteriorentes, Within Temptation, Feuerschwanz, Primal Fear, Tankard, Black Label Society, Nevermore, Onslaught e Crazy Lixx. A edição de 2025 movimentou a comunidade headbanger em São Paulo entre os dias 02 e 04 de maio e entregou um festival memorável com atrações como Doro, Sabaton, Avantasia, e mais 50 bandas. Confira a cobertura exclusiva da Wikimetal: sábado, dia 03 e domingo, dia 04. LEIA TAMBÉM: Dee Snider explica por que aceitou reunião do Twisted Sister Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

[EXCLUSIVA] Black Veil Brides fala sobre novo álbum e cancelamento de show no Brasil
Entrevistas
05/02/2026

[EXCLUSIVA] Black Veil Brides fala sobre novo álbum e cancelamento de show no Brasil

Black Veil Brides lançou em janeiro o novo single “Certainty”, com videoclipe inspirado nos filmes da produtora A24 e letra inspirada no longa vencedor do Oscar, Conclave (2024). A faixa, junto com as já lançadas “Hallelujah” e “Bleeders”, fará parte do novo álbum de estúdio da banda. Em entrevista exclusiva ao Wikimetal, o vocalista Andy Biersack falou sobre o conceito principal do disco e comentou o cancelamento da turnê latinoamericana que deveria ter passado pelo Brasil em 2025. Apesar do novo álbum permanecer sem nome e data de lançamento divulgados, o cantor garantiu ao Wikimetal que o projeto estará disponível “mais cedo do que as pessoas esperam”. Confira a entrevista na íntegra: Wikimetal: As músicas que vocês lançaram até agora, especialmente “Hallelujah” e “Certainty”, mostram um lado mais pesado do Black Veil Brides e parece um grande salto em relação ao último álbum, The Phantom Tomorrow. Algo que me surpreendeu foi ouvir sua voz em screamo de novo. Como foi trabalhar com a voz novamente nesse lugar? Andy Biersack: Nossos dois primeiros discos têm bastante vocal gritado, especialmente o primeiro. E nós tocamos todas essas músicas ao vivo, então ao vivo eu grito bastante e sempre gritei. Acho que em algum momento, provavelmente por volta de Wretched and Divine (2013), eu realmente me interessei pela melodia como a força definidora das coisas. Era como se, no primeiro disco, muitas vezes as partes gritadas fossem quase secundárias ao canto. Então era tipo, eu escrevia uma melodia e não sabia o que fazer na ponte, então eu simplesmente gritava, sabe? Eu era uma criança naquela época. Então muitas vezes eu não pensava nisso intencionalmente, como se pudesse transmitir uma emoção mais forte dessa forma. Era mais tipo, “Ah, acho que isso soa legal”. Quando chegou a hora de fazer este disco, muitas das músicas, em termos de tom e letra, são muito… não necessariamente raivosas, mas muito sérias no tom. E estou tentando transmitir uma perspectiva muito mais emocional. Então, fazia sentido que o vocal fosse mais pesado ou agressivo em alguns trechos. Há músicas neste álbum em que 75%, 80% são gritos e quase nada é cantado porque é o que a música pede, o tom da letra e o que estou dizendo na música pediam disso. Então, não acho que tenha sido necessariamente tipo, “Ah, vamos colocar mais gritos neste álbum”. Acho que a história que estou tentando contar me pareceu que poderia ser contada melhor com um vocal mais agressivo. WM: Desta vez vocês estão produzindo esse disco de forma independente. O que vocês, como banda, experimentaram de novo neste álbum, que não puderam explorar antes ou que simplesmente não tiveram a oportunidade de explorar? AB: Não é culpa de ninguém, mas nós estamos em uma posição em que somos uma banda que teve muito sucesso comercial com certas músicas, e sempre que você está numa posição com um produtor, esse produtor é contratado por uma gravadora principalmente para fazer você produzir um material tão bem-sucedido quanto o seu material de maior sucesso. Então existe muita pressão para que as músicas sejam tão grandes quanto “In The End” ou qualquer outra coisa neste álbum. Então, não é culpa de ninguém, mas muitas vezes somos pressionados a tentar fazer o álbum mais comercialmente viável possível. E com este álbum, tivemos muita sorte de que não foi o caso. Pudemos fazer exatamente o álbum que queríamos. E, felizmente, uma música como “Bleeders” se saiu muito bem comercialmente. “Certainty” também se saiu bem até agora. Então, sem ser intencionalmente comercial, estamos alcançando o sucesso que, digamos, uma gravadora desejaria. Mas conseguimos fazer o disco exatamente do jeito que queríamos, e não se tratava dos interesses de outra pessoa. WM: Eu li algo muito interessante sobre “Certainty”, que foi que o filme Conclave inspirou uma parte da letra. O que nesse filme chamou sua atenção a ponto de te inspirar a escrever essa faixa? AB: O álbum começou como um projeto conceitual mais direto, uma espécie de recontagem da história de Paraíso Perdido, de Milton. Essa era a ideia principal do álbum. E conforme fomos avançando… Acho que comecei a escrever a história do álbum lá por 2023. As primeiras versões das músicas eram muito focadas em contar essa história, mas com o tempo, meu interesse em fazer isso diminuiu. Eu ainda amo essa história, mas fiquei muito mais interessado em falar sobre como esses conceitos arquetípicos me afetaram na minha vida real, as coisas que eu estava observando e vivenciando. Então, meio que mudou. E, sabe, tudo isso é diferente para mim, porque eu cresci católico. Então, Conclave é um filme sobre algo que eu aprendi na escola. Sabe, quando um papa morre e um novo é empossado, como aconteceu recentemente, havia dias inteiros dedicados a isso nas aulas, discutindo o significado daquilo, as diferentes cores da fumaça e tudo mais. Então, eu tenho um conhecimento íntimo do assunto porque fui criado dessa forma. E achei interessante. Mas assistindo ao filme, achei o discurso que Ray faz sobre a certeza, a certeza da existência e da crença como algo quase contrário à fé, muito interessante para mim, porque sinto que muito do que temos culturalmente são essas certezas filosóficas ou emocionais, e isso quase impede a capacidade de pensar, raciocinar ou ter nuances. Então, foi inspirado, de certa forma, mas não é como se a música não fosse sobre Conclave nesse sentido. WM: Você acha que isso se encaixa também com o clima político atual no mundo todo, onde a religião tem desempenhado um papel tão importante? AB: Até certo ponto. Quer dizer, acho que obviamente tudo o que vivenciamos é filtrado pelas lentes de crenças ideológicas, religiosas ou políticas, porque tudo acontece na internet. E a internet é uma espécie de microcosmo dos sentimentos das pessoas, certo? As pessoas dizem coisas nas redes sociais que não diriam em um restaurante. Elas se sentem encorajadas a ter uma opinião muito rígida sobre alguém ou algo, de uma forma que talvez não

Entenda por que ingressos de shows são tão caros no Brasil
Entrevistas
05/02/2026

Entenda por que ingressos de shows são tão caros no Brasil

Os preços dos ingressos para shows no Brasil estão entre os mais altos do mercado, e produtores apontam os fatores principais por trás dessa alta. Um dos exemplos é o show do Iron Maiden, marcado para os dias 25 e 27 de outubro, no Allianz Parque, em São Paulo. A banda está em uma posição estável na carreira, com shows sem grandes variações em sua estrutura. Porém, os preços de ingressos tiveram um aumento de 49% entre 2022, quando tocou no MorumBIS, e 2025, quando teve início das vendas deste show. [via g1]. Por que aumentou tanto? Em entrevista ao g1, produtores de eventos, que não quiseram se identificar, listaram alguns itens que justificam o preço alto dos ingressos no Brasil. Uma das razões citadas é a lei da meia-entrada, que só existe no Brasil. Ela obriga promotores a ofertarem até 40% dos bilhetes com desconto, forçando o aumento do valor da inteira para equilibrar os custos do evento. Outro ponto crítico é a carga tributária brasileira, que incide diretamente sobre os cachês e despesas logísticas, fazendo com que mais impostos sejam repassados ao consumidor no preço final do ingresso. “Então, para trazer um artista, é preciso que exista um valor mínimo que justifique esses custos. E, para chegar a esse valor, é necessário cobrar um preço médio de ingresso relativamente alto. Levando em consideração, ainda, a questão da meia-entrada”, explicou um dos produtores entrevistados. Além disso, as taxas de conveniência e de serviço aplicadas durante a compra online elevam ainda mais os valores pagos pelo público, acrescentando entre 20% e 30% ao preço base dos bilhetes. Ainda, segundo o g1, o Procon-SP informou que “desde 2023, já aplicou 3 multas contra a Q2 Ingressos, a Eventim Brasil e a T4F Entretenimento. E, neste momento, possui uma investigação em curso sobre a cobrança indevida de taxas.” Esse cenário reflete um mercado em que custos, regulamentações e práticas de venda tornam os shows caros para o público brasileiro. Porém, o problema não é só aqui. “Eu sempre digo para todo mundo… Antes de chorar, olha quanto estão pagando os outros fãs dos Estados Unidos, que são realmente o mercado mais caro. É onde os artistas fazem a festa, onde eles vão ganhar mais, vai ser nos EUA. Menos impostos, mais mercado, cobra-se mais caro, tem melhor infraestrutura para receber os shows”, disse o produtor. LEIA TAMBÉM: Shows no Brasil em 2026: agenda de rock e heavy metal Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal