Entrevistas

Exodus compartilha versão leve e brutal do clipe da faixa 3111
O Exodus, ícone do thrash metal da Bay Area de São Francisco, anunciou que seu novo e décimo segundo álbum de estúdio, Goliath, vai sair no dia 20 de março pela Napalm Records. Será o primeiro trabalho da banda com o vocalista Rob Dukes desde 2010. E para fazer a promoção do álbum, o Exodus compartilhou duas versões do clipe da faixa 3111. A versão leve está disponível no Youtube. No entanto, a versão brutal está presente somente no site oficial dos caras, pois seria banido na plataforma streaming. A obra é a mais colaborativa do Exodus em seus mais de quarenta anos de história, apresentando músicas compostas por vários membros da banda. Além disso, ela conta com várias participações especiais como Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain) e a violinista Katie Jacoby. Sobre o single, a banda explicou: “Decidimos ir com tudo no primeiro single, 3111. A música fala sobre os assassinatos relacionados ao narcotráfico em Juárez, e 3111 é o número estimado de homicídios somente em 2010”. O disco teve produção da própria banda e masterização de Mark Lewis, profissional que já assinou discos do Whitechapel, Nile e Undeath. Track listing de Goliath: 01. 311102. Hostis Humani Generis03. The Changing Me (com Peter Tägtgren)04. Promise You This05. Goliath (com Katie Jacoby)06. Beyond The Event Horizon07. 2 Minutes Hate08. Violence Works09. Summon Of The God Unknown10. The Dirtiest Of The Dozen Via: RockBizz

Rafael Bittencourt e Edu Falaschi fazem as pazes após 9 anos afastados
Após nove anos de brigas, trocas de acusações e disputas judiciais, Rafael Bittencourt e Edu Falaschi enfim se reconciliaram. Ambos estarão presentes no show Angra Reunion, que acontecerá no Bangers Open Air 2026 e marcará a reunião da formação “Nova Era”. Em postagem feita nas redes sociais na última quarta-feira, 04, o guitarrista e membro fundador do Angra revelou que encontrou o vocalista pessoalmente, onde conversaram por cerca de quatro horas e falaram “de mágoas guardadas, de sentimentos mal resolvidos, de alegrias que resistiram ao tempo e de tristezas que nunca foram ditas em voz alta.” Leia o texto na íntegra: “Hoje começa uma nova fase da minha vida. Depois de 9 anos, tive a oportunidade — abençoada — de sentar frente a frente com Edu Falaschi para uma conversa longa, profunda e absolutamente verdadeira. Edu é amigo, parceiro e parte de muitas aventuras musicais que moldaram quem eu sou. Mas as curvas do destino, os tropeços da vida e o silêncio nos afastaram. Ficamos quatro horas a sós. Sem plateia. Sem armaduras.” “Falamos de mágoas guardadas, de sentimentos mal resolvidos, de alegrias que resistiram ao tempo e de tristezas que nunca foram ditas em voz alta. Os dois interessados em algo raro: o perdão. Nos colocamos disponíveis para ouvir.” “Para acolher as diferenças. Para baixar as defesas. Para admitir erros. Pedimos desculpas um ao outro. Pelos desgastes. Pelos desrespeitos. Pelas dores que ficaram pelo caminho. Saí dali mais leve. Mais inteiro. Mais em paz. Falamos sobre Angra, sobre nossas vidas pessoais, carreira, a pandemia e esse mundo confuso que estamos tentando entender enquanto seguimos em frente.” “Quero agradecer profundamente à produção do Bangers Open Air, em especial à Damaris Hoffmann. Sem o convite para participar do festival, talvez eu ainda estivesse carregando esse peso no peito. Manter uma banda de sucesso por décadas já é difícil.” “Mas manter a harmonia entre os envolvidos é ainda mais difícil, frágil e delicado. Superar esses desafios é o que dá sentido e profundidade a quem vive diretamente. O Angra tem uma história linda de superação — na música e nas relações. E o show do Bangers será uma grande celebração disso tudo. Espero encontrar vocês lá. De coração aberto. Obrigado, Edu, pelo papo. Parabéns por suas conquistas. E que a vida siga mais leve e iluminada daqui pra frente.” Edu Falaschi também compartilhou foto de encontro com Rafael Bittencourt Em seu Instagram, Edu também compartilhou a mesma foto que Rafael. Na legenda da publicação ele celebrou o fato: “A vida ensina de muitas formas. Às vezes pelo encontro, às vezes pela distância. E, quase sempre, pelo tempo e maturidade. Depois de anos carregando silêncios, ruídos e dores não resolvidas, tive a oportunidade de sentar, olhar nos olhos e conversar de verdade com o @rbittencourton. “Falamos do que foi bonito. Do que doeu. Do que ficou mal resolvido. E, principalmente, do que pode ser transformado. Perdoar não é apagar a história, é ressignificá-la. É entender que crescer também dói, mas liberta. A vida é movimento. E a evolução real, em todos os níveis, começa quando a gente decide não carregar mais pesos que já cumpriram seu papel.” “Obrigado, Rafael, pela conversa franca, por entrarmos juntos em uma nova era pessoal e, principalmente, por tudo o que você e o Angra me proporcionaram na vida pessoal e profissional. Gratidão eterna pelo nosso legado e muito orgulho do que construímos — e do que ainda podemos construir. Obrigado ao @bangersopenair, à querida @damarishoffman e ao grande Márcio da @consuladodorock por terem iniciado essa reaproximação. Vamos em frente: em abril, o mundo receberá um espetáculo inesquecível.” LEIA TAMBÉM: Fabio Lione rebate versão de Rafael Bittencourt sobre sua saída do Angra Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Slipknot anuncia lançamento de ‘Look Outside Your Window’ para abril
O Slipknot confirmou que o aguardado álbum “perdido” Look Outside Your Window será finalmente lançado em 18 de abril, em edição especial da Record Store Day 2026. O disco é um conjunto de músicas inéditas gravadas por quatro membros da banda durante as sessões do álbum de 2008, All Hope Is Gone. No entanto, apenas uma faixa dessas sessões foi lançada até o momento, a “‘Til We Die”. Look Outside Your Window é um projeto do percussionista do Slipknot, Shawn “Clown” Crahan, o vocalista Corey Taylor, o guitarrista Jim Root e o DJ Sid Wilson, que aproveitaram um impasse no processo do álbum para trabalhar, em um estúdio à parte, em faixas com uma abordagem mais psicodélica. Agora, 15 anos depois, o álbum será lançado com apenas 2.300 cópias disponíveis. Em um comunicado divulgado online, o Slipknot comentou sobre o lançamento [via NME]: “Sabíamos que estávamos trilhando um caminho criativo diferente, completamente à parte do SlipKnot, e o seguimos com entusiasmo. Chamamos o projeto de Look Outside Your Window como uma homenagem a esse espírito experimental. Criadas durante um período caótico da nossa história em comum, as canções nasceram tarde da noite, numa casa numa fazenda no meio do nada”. “Olhando através de uma grande janela, ficávamos imaginando o que, ou quem, poderia estar à espreita lá fora. Essa sensação do desconhecido permeou a própria música. Não havia regras; as ideias podiam vir de qualquer lugar: loops de bateria sutis, trechos de órgão ou ruídos abstratos de guitarra, até mesmo samples de rãs ou grilos. Guiados pela emoção e pelo instinto, deixamos que os próprios sons nos indicassem o caminho.” Look Outside Your Window – Look Outside Your Window 1. 11th March2. Moth3. Dirge4. Christina5. Is Real6. Away7. In Reverse8. Toad9. Juliette10. U Can’t Stop This LEIA TAMBÉM: Slipknot: Jim Root deseja que próximo álbum seja como ‘Self Titled’ e ‘Iowa’ Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Clemente Nascimento revela detalhes de grave problema de saúde e recuperação
Clemente Nascimento, vocalista e guitarrista das históricas bandas punk brasileiras Inocentes e Plebe Rude, falou sobre o grave problema de saúde que enfrentou no fim de 2025 e como tem sido sua recuperação. Em entrevista ao canal KazaGastão, o músico revelou todos os detalhes do susto médico que quase lhe custou a vida. Clemente passou por uma dissecção da aorta, uma condição em que a principal artéria do corpo se rompe internamente, exigindo intervenção cirúrgica imediata. Por sorte, ele foi rapidamente atendido em Campo Grande (MS) e levado à Santa Casa, onde foi submetido a uma operação complexa que envolveu a substituição da aorta por uma prótese, um procedimento que, segundo Clemente, salvou sua vida. “Eu pisei no camarim e senti uma dor terrível. Nunca tinha sentido aquilo. Os médicos suspeitaram de infarto. Eles falaram: ‘Mano, deve ser infarto’, e me deram remédio para isso. Mas o diagnóstico real era dissecção de aorta, se demorar muito, é saco. É na hora”, relatou ele [transcrição via Whiplash]. A operação foi complexa e envolveu a colocação de uma prótese no lugar da aorta. “O médico que me operou falou para a minha filha: 90% não chega nem na mesa de cirurgia, e 90% não sai da mesa de cirurgia. Esse cara me salvou. Hoje eu tenho um caninho aqui dentro de mim, substituindo a aorta”, contou. Clemente se recupera bem e planeja volta aos palcos Durante a recuperação, o músico passou 21 dias na UTI enfrentando complicações, além de perder cerca de 10 kg e sentir sua voz abalada devido às sondas usadas no tratamento. “Tive pancreatite, barriga estendida, um monte de problemas. Estava muito zoado. UTI, eu não recomendo para ninguém. É gravíssimo. Eu poderia ter ido para o saco também”, contou. Apesar do susto, músico planeja volta aos palcos gradualmente. “Minha voz foi para o saco, mas é temporário. Já está voltando. O cardiologista falou: ‘já pode tocar’. Vou tocar algumas músicas inteiras, outras eu só toco guitarra para dar uma descansada”. Clemente também aproveitou para agradecer o suporte recebido, destacando o atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e o carinho dos fãs, que se mobilizaram nas redes sociais enquanto ele esteve internado. “Foi tudo pelo SUS. E tem gente que reclama, né? Se fosse nos Estados Unidos, eu estaria ferrado. Queria agradecer a todo mundo que orou, que fez essa corrente. Tô bem, graças a Deus. Sem sequelas. Agora é não vacilar e cuidar da saúde. Espero ficar aqui por mais uns anos. Ainda tem muito som para fazer” LEIA TAMBÉM: Clemente Nascimento celebra recuperação após cirurgia delicada: “10% de chance de sobreviver” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Ozzfest gera especulação de retorno com post nas redes
Os perfis oficiais do Ozzfest nas redes sociais publicaram fotos enigmáticas sugerindo o possível retorno do icônico festival de heavy metal e rock em 2027. A primeira postagem perguntou aos seguidores se o evento poderia voltar no próximo ano. A segunda postagem questionou: “Qual a sua opinião sobre um possível retorno do OzzFest?”. As duas postagens, que geraram debates e especulações, ocorreram após a empresária e viúva de Ozzy Osbourne, Sharon Osbourne, cofundadora do Ozzfest, comentar que esteve em conversas com a Live Nation sobre a possibilidade de ressuscitar o festival. Em entrevista à Billboard, Sharon afirmou que o Ozzfest poderia retornar já em 2027, com um conceito atualizado, mas mantendo o espírito original de dar palco a novas bandas ao lado de grandes nomes da cena. “Tenho conversado com a Live Nation recentemente sobre trazer [Ozzfest] de volta. Era algo que Ozzy fazia com muita paixão, dar aos jovens talentos um palco para se apresentarem para muita gente. Nós realmente começamos os festivais de metal neste país. Isso foi replicado, mas nunca com o mesmo espírito do nosso, porque o nosso era um lugar para novos talentos. Era como um acampamento de verão para crianças”, disse a empresária. Fãs nas redes sociais reagiram com entusiasmo à sugestão de um retorno, apesar de não haver nenhum anúncio oficial. A última edição aconteceu em Inglewood, Califórnia, na véspera de Ano Novo de 2018, com apresentações de Rob Zombie, Marilyn Manson, DevilDriver e Ozzy. LEIA TAMBÉM: ‘Back To The Beginning’ pode se tornar evento anual em homenagem a Ozzy Osbourne Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

My Chemical Romance toca “To the End” pela primeira vez em 20 anos
O My Chemical Romance surpreendeu fãs ao incluir no setlist do show em Buenos Aires, Argentina, uma música que não era tocada ao vivo há quase 20 anos. Na apresentação do dia 1º de fevereiro no Estadio Huracán, a banda apresentou a faixa “To the End”, do álbum Three Cheers for Sweet Revenge (2004), que não era tocada ao vivo desde 2006. Além de executar o álbum The Black Parade na íntegra, o setlist trouxe pela primeira vez nesta etapa da turnê as faixas raras “Bury Me in Black” e “Our Lady of Sorrows”, faixa do álbum de estreia I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love (2002). O show fez parte da etapa latino-americana da turnê, que passará pelo Brasil. Com produção teatral e narrativa visual marcada pelo repertório completo de The Black Parade seguido por sucessos da discografia da banda, empolgando a multidão presente em Buenos Aires O My Chemical Romance retorna após 18 anos com dois shows em São Paulo nestas quinta, 05, e sexta-feira, 06. Os ingressos ainda estão disponíveis para o dia 06 de fevereiro. Confira a seguir os horários de ambas as datas – acesse nosso site para saber mais detalhes sobre a setlist completa. My Chemical Romance – 05 e 06 de fevereiroLocal: Allianz ParqueAbertura dos portões: 16hThe Hives: 19h30My Chemical Romance: 21h Ingressos para o dia 06: http://eventim.com.br/MyChemicalRomance LEIA TAMBÉM: Guitarrista do Limp Bizkit pede que apoiadores de Trump deixem de segui-lo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

My Chemical Romance: Confira os horários dos shows no Brasil
Notícias My Chemical Romance retorna ao Brasil depois de 18 anos com dois shows em São Paulo nestas quinta, 05, e sexta-feira, 06. O evento é uma realização da parceria entre a 30e e a Move Concerts e será um momento histórico para os fãs. Os ingressos ainda estão disponíveis para o dia 06 de fevereiro. A banda traz para o Brasil a tão aguardada Long Live The Black Parade Tour, tocando o álbum The Black Parade (2006) na íntegra e outros sucessos como “Helena” e “The Ghost Of You”. O grupo ainda deve seguir com a performance conceitual que vem apresentando em outros países, onde enfrentam um ditador que mantém o país fictício de Draag em um regime autoritário. Ambas as datas terão show de abertura dos suecos do The Hives. Confira a seguir os horários de ambas as datas – acesse nosso site para saber mais detalhes sobre a setlist completa. My Chemical Romance – 05 e 06 de fevereiroLocal: Allianz ParqueAbertura dos portões: 16hThe Hives: 19h30My Chemical Romance: 21h Ingressos para o dia 06: http://eventim.com.br/MyChemicalRomance LEIA TAMBÉM: My Chemical Romance: O que esperar dos shows no Brasil Gabriela Marqueti Atual editora-chefe do Wikimetal. Jornalista musical há 4 anos, entusiasta de metalcore, nu metal e post-hardcore. Fã de cultura pop e cinéfila de Twitter e Letterboxd. Contato: [email protected] Via: WikiMetal

Guitarrista do Limp Bizkit pede que apoiadores de Trump deixem de segui-lo
Notícias Wes Borland, guitarrista do Limp Bizkit, usou suas redes sociais para dar um recado a seus seguidores. Ele pediu que quem apoia Donald Trump pare de segui-lo imediatamente e não faça mais contato. O músico publicou a mensagem nos stories do Instagram, que foi repostada por diversos veículos, e compartilhada por Tom Morello na rede social X, reforçando o apoio de artistas contrários à administração de Trump. Na postagem, Wes Borland afirmou que qualquer fã que tenha votado em Trump ou apoie sua administração deve se afastar de seu perfil. “Se algum de meus seguidores votou, apoia Trump ou ainda é amigo de alguém que apoia a administração Trump, vaza daqui. F#da-se. Nunca mais entre em contato”, disse ele [via Theprp]. Esta não é a primeira vez que Borland critica eleitores do presidente dos Estados Unidos. De acordo com o site ThePRP, em 2016, Wes já havia feito um apelo semelhante, pedindo que apoiadores deixassem de segui-lo nas redes sociais por discordar profundamente de suas posições. LEIA TAMBÉM: Limp Bizkit fecha 2025 em São Paulo com espetáculo histórico no Allianz Parque Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

David Ellefson avalia álbum final do Megadeth: “É um disco solo do Dave”
David Ellefson compartilhou suas impressões sobre o álbum Megadeth, o álbum de despedida da banda liderado por Dave Mustaine. Em um episódio recente do The David Ellefson Show, o ex-baixista do Megadeth, elogiou a performance do guitarrista Teemu Mäntysaari, apontado como “a grande estrela” do disco, e a qualidade do baterista Dirk Verbeuren, apesar de criticar o uso excessivo de edição digital na bateria [transcrição via Blabbermouth]. “Teemu é obviamente um ótimo guitarrista. Ele é fantástico. Ele é um ótimo músico. Para mim, ele é meio que a história do Megadeth agora. Ele é a estrela brilhante do grupo. Eu gostaria que eles não usassem tanto o Pro Tool no Dirk, porque o cara sabe tocar e tem essa pegada mais solta… Sempre dissemos que ele é o mais próximo do Gar Samuelson [primeiro baterista do megadeth]. Tirem o cara do Pro Tool, parem de quantizá-lo e deixem ele respirar um pouco. Ele sabe tocar”. Ele também ressaltou a habilidade lírica de Mustaine: “O Dave tem uma banda nova. Ele tem um som novo. Então eu simplesmente sentei e ouvi como um ouvinte, um fã até do Megadeth e das habilidades do Dave. Porque eu admiro o que ele consegue compor e fazer. E uma coisa que eu digo sobre Dave é que ele escreve letras que te fazem querer ouvir o que ele está dizendo. O Dave escreve letras que te fazem prestar atenção”. As críticas sobre a versão de “Ride The Lightning” Sobre a versão de “Ride The Lightning”, faixa clássica do Metallica, Ellefson disse: “O engraçado é que Dave estava bravo com Kirk Hammett por tocar os seus solos [nas músicas que acabaram no álbum ‘Kill ‘Em All’ do Metallica], e agora aqui está Dave tocando os solos de Kirk. Lembro-me de Dave dizendo: ‘Eles roubaram meu riff, seus filhos da puta!”. Para David Ellefson, o Metallica usou apenas alguns riffs de Dave Mustaine, e não uma música toda: “Dave fala disso agora como se eles estivessem todos sentados na sala compondo ‘Ride The Lightning’ juntos. Eu não estava lá, então não sei os detalhes, mas me parece que se fosse realmente uma música finalizada, estaria em ‘Kill ‘Em All’. Mas não estava. Foi alguns anos depois. Então, veja bem, Dave participou? Sim, mas me parece mais que aquela música foi meio que montada depois que ele saiu da banda. Mas, novamente, eu não estava lá. Sei o seguinte: James [Hetfield] é um letrista muito diferente de Dave. Então, em ‘Ride The Lightning’, você ouve James se consolidando como letrista, pelo menos na minha opinião”. Apesar dos elogios, o ex-membro foi crítico ao som geral, afirmando que o álbum soa mais como um trabalho solo de Mustaine com novos músicos do que como um verdadeiro registro do Megadeth. “Eu ouço e penso: ‘Ok, este é um disco solo do Dave’. É o Dave com sua nova banda, com seus novos músicos. Está escrito Megadeth, então obviamente chama toda a atenção, mas, sendo realista, para mim simplesmente não soa como Megadeth. E essa é só a minha opinião. Soa como o Dave fazendo o que ele faz, mas com um grupo diferente de músicos, em uma nova fase. E este é o momento de aposentadoria do Dave”. O álbum de despedida do Megadeth Simplesmente intitulado Megadeth, o o álbum de despedida foi lançado pelo selo Tradecraft, do vocalista Dave Mustaine. Além das 10 faixas, a banda gravou três músicas adicionais como bônus. Entre elas, a tão aguardada nova versão de “Ride The Lightning”, do Metallica. Em entrevista, Mustaine disse que decisão de regravação a faixa é marcar um fechamento de ciclo, sem grandes alterações comparada com a faixa original. Megadeth confirmou única apresentação no Brasil para o dia 02 de maio, no Espaço Unimed, em São Paulo, com a Farewell Tour. Os ingressos já estão esgotados. Em entrevista recente, Dave Mustaine garantiu que não haverá convite especial para antigos integrantes do Megadeth em nenhum show. LEIA TAMBÉM: Dave Mustaine expressa desejo de turnê do Metallica com Megadeth Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Rock in Rio 2026 anuncia Avenged Sevenfold e Bring Me The Horizon
Notícias A organização do Rock in Rio 2026 anunciou nesta terça-feira, 3, Avenged Sevenfold e Bring Me The Horizon. Ambas as bandas se apresentarão no Palco Mundo em 5 de setembro e farão parte do “Dia do Rock”. No caso da banda norte-americana – que acabou de realizar a turnê Life Is But a Dream pelo Brasil e contou com o maior show em estádio da carreira em São Paulo – será sua terceira aparição no festival carioca. O grupo liderado por M. Shadows já esteve nas edições de 2013 e 2024, onde foram headliners e repetirão o fato este ano. Já o Bring Me The Horizon fará sua tão aguardada estreia no evento. Após o histórico show no Allianz Parque – que terá exibição nos cinemas em março – em novembro de 2024, Oliver Sykes e cia estão de volta. O fã poderá a ter chance de ouvir novamente as faixas do mais recente trabalho Post Human: Next Gen além de hits atemporais como “Throne”, “Shadow Moses”, “Can You Feel My Heart”, “Follow You”, dentre outros. O Rock in Rio 2026 acontecerá no Parque Olimpico entre os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro. Até o momento, o festival não anunciou as datas das vendas gerais dos ingressos. A venda do Rock in Rio Card, permite a escolha da data de acesso ao festival, aconteceu em dezembro e já está finalizada. LEIA TAMBÉM: Por que show de Elton John no Rock in Rio 2026 será histórico? Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Blaze Bayley anuncia fim de sessões de Meet & Greet em shows solo
Notícias O ex-vocalista do Iron Maiden, Blaze Bayley anunciou que não fará mais sessões de Meet & Greet em suas apresentações solo. O inglês atendia gratuitamente seus fãs para tirar fotos e dar autógrafos ao término de cada show. Em postagem nas redes sociais, o artista de 62 anos explicou que um dos motivos está diretamente relacionado à sua saúde. Ele sofreu um ataque cardíaco quase fatal em março de 2023, que o afastou dos palcos por exatos sete meses. Bayley passou por uma complexa cirurgia de revascularização do miocárdio onde uma ponte de safena tripla foi colocada em seu coração. “Essa é uma decisão muito importante para mim, principalmente para proteger minha saúde após a cirurgia de coração aberto que fiz depois de um ataque cardíaco quase fatal. Preciso proteger minha saúde ao máximo, priorizando minha energia, foco e voz para as apresentações em shows onde meu objetivo é alcançar os mais altos padrões”, disse [transcrição via Blabbermouth]. Blaze Bayley também demonstrou frustração com sites de revenda Além da questão física, Blaze Bayley também revelou sua frustração com o mercado de revendas. O vocalista criticou o fato de seus itens autografados estarem à venda em sites como o eBay logo após os shows. “Isso não é do interesse de ninguém. Portanto, não haverá sessões de autógrafos em um futuro próximo. Se você me vir por aí e quiser tirar uma selfie, fique à vontade. Basta dizer olá e preparar seu celular ou câmera. Isso não vai mudar. Ele concluiu: “Após 25 anos, esta é uma decisão muito importante para mim. Vocês são minha inspiração e meu conforto, meus guerreiros e meus amigos, e juntos movemos o sol. Agradeço imensamente toda a ajuda e o apoio que vocês me deram ao longo dos anos e agradeço desde já pela compreensão nesta decisão tão difícil.” LEIA TAMBÉM: “The Edge of Darkness”: A era Blaze Bayley no Iron Maiden Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

“Macumbeiro gringo”: Entenda a relação de Mike Patton com a umbanda
O vocalista Mike Patton, conhecido por seu trabalho no Faith No More e no Mr. Bungle, voltou a repercutir no Brasil após uma performance em que fez referências públicas à cultura espiritual afro-brasileira, mencionando a entidade Pombagira. Durante um show do Mr. Bungle em São Paulo, no último sábado, 31, abrindo para o Avenged Sevenfold, Patton dedicou uma música à “suprema Pombagira”. Exaltando o poder das mulheres e clamando por proteção, amor e prosperidade em nome da figura espiritual — atribuição que gerou tanto entusiasmo quanto surpresa no público presente, além de críticas nas redes sociais. Ele chegou a se referir ao grupo como “velhos macumbeiros gringos” enquanto usava guias e itens associados simbolicamente a tradições afro-brasileiras. Esta não é a primeira vez que o músico faz um show inspirado em práticas religiosas. Em 2011, durante a apresentação no SWU, Faith no More subiu ao palco decorado com flores, vestidos de branco, com guias de orixás e só falou com a plateia em Português. Em específico, Mike Patton usou um chapéu característico da entidade Zé Pelintra, muito conhecido na umbanda [via g1]. No retorno ao país, em 2015, durante a apresentação no Rock in Rio, o Faith No More apresentou a mesma performance com referências à umbanda e candomblé. Qual é a relação de Mike Patton com a umbanda? Apesar de Mike Patton já ser conhecido por suas apresentações associadas à religião, o assunto voltou à tona após os recentes shows do Mr. Bungle, gerando especulações sobre seu interesse ou fé. Em entrevista ao Jornal da Globo, em 2015, o vocalista foi questionado se a banda virou hippie e respondeu: “Não, macumbeiros. Umbandistas”. Também disse que o visual inspirado na umbanda era de propósito para “chocar os fãs” que sempre se vestem de preto. Na época, houve um debate sobre a temática do show, e o site Umbanda EAD fez uma matéria sobre, onde Milton Marttinez, médium umbandista, comentou o que achou da iniciativa: “Eu achei fantástico. Embora não saiba se foi intencional, engajado ou tivesse qualquer referência à cultura religiosa brasileira, seja ela Umbanda, Jurema ou qualquer outra. De qualquer forma, como umbandista, o simples fato do uso de elementos de modo positivo. Com a vibração e energia inerentes à nossa religião, já é positivo a meu ver. Ajuda a minimizar a carga negativa que anos de muito preconceito e desinformação causaram na sociedade”. Ao assistir à performance de Mike Patton, no último domingo, 31, Mariana Marcato, médium candomblecista (Egbomi), disse ao Wikimetal que, devido aos detalhes dos gestos, o artista entende sobre a religião e tentou desvincular o uso da cor preta. “Pelas roupas, os fios, a maneira como ele fala e os gestos… Ele apresenta um gesto de cruzar as mãos no peito, é uma saudação à Pombagira, dentro da Umbanda. Então eu acredito que ele frequente, sim. E todo apoio à nossa religião é positivo, para que essa intolerância religiosa também caia por terra. Então, quanto mais artistas mostrando, celebrando que são religiosos e não escondendo o culto religioso, claro que é sempre muito positivo.” “Eu acredito que o fato de ele não ter usado preto e ter usado outras cores é para não haver um vínculo entre… Para as visões de fora, de falar sobre [práticas] ritualísticas satânicas. Acho que é por isso que ele traz outras cores, inclusive o branco, porque o rock já é um ambiente subjugado do demônio. Ele usa outras cores para não trazer esse julgamento, esse preconceito diante do próprio rolê de rock e metal”, ressaltou Mariana. A repercussão das declarações de Mike Patton Após repercussão do vídeo da apresentação do Mr. Bungle divulgado pelo Wikimetal, houve um forte debate nas redes sociais, dividindo opiniões entre os internautas – devido a alguns comentários no vídeo, ressaltamos que a intolerância religiosa é crime no Brasil. Alguns internautas afirmam que o artista segue a religião, e que Max Cavalera o teria levado a um terreiro de candomblé, conforme relatado pelo influencer RafaBarba em um vídeo no Tik Tok. “O interesse de Mike Patton pelo Candomblé começou com essa amizade com Max. Que lá atrás levou-o para conhecer um ritual de candomblé. E o Mike se sentiu espiritualizado e purificado e passou a admirar muito a religião”, afirmou. Enquanto outro internauta garantiu que “Mike Patton é cético e antirreligioso. Essa postura dele é mais política do que espiritual”, por meio de comentários no vídeo postado no Instagram da Wikimetal. LEIA TAMBÉM: Avenged Sevenfold se consagra gigante do metal moderno em show histórico em São Paulo Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Spiritbox: Entenda a polêmica que inspirou o hit “Soft Spine”
Lançada em 2024, a faixa “Soft Spine” se tornou um hit imediato do Spiritbox. A canção, que concorreu ao Grammy Awards 2026 de “Melhor Performance de Metal”, certamente estará no setlist do show que acontecerá no dia 16 de maio, no Allianz Parque, em São Paulo, onde a banda canadense se apresentará ao lado do Korn e Seven Hours After Violet. Ingressos à venda. Com essa música, o quarteto liderado pela vocalista Courtney LaPlante ataca ferozmente a falta de integridade na indústria musical, usando o termo “espinha mole” para descrever pessoas que mudam seus comportamentos conforme as conveniências do mercado. Melodicamente, destaca-se a ausência de elementos pop trazidos no EP Fear of Fear (2023) e a inclusão de um som mais caótico, que caracterizam Tsunami Sea, álbum mais recente da banda, lançado em março de 2025. Entretanto, fãs a consideram uma “diss-track”. O termo, nascido no hip-hop, se refere a músicas criadas com o propósito explícito de atacar, insultar ou expor as falhas de um rival. Courtney já revelou em diversas entrevistas que a faixa soa como uma resposta à toxicidade e ao abuso de poder de indivíduos que se sentem intocáveis. A banda nunca citou nomes publicamente. “Eu estava pensando em todos esses babacas que são tão amados no nosso gênero, e eu queria dar uma surra neles, como se fossem os valentões da escola. Quando eu canto essa música, eu consigo dizer o que eu quero para eles sem dizer seus nomes e sem elevá-los a um palco público”, declarou à Revolver em 2025. Não é à toa que, nos shows, um dos momentos mais aguardados acontece instantes antes da música começar. Ao anunciar “Soft Spine”, ela sempre diz: “Essa música aqui vai para todos aqueles que eu odeio para c******”. Liricamente, destaca-se o trecho “Eu odeio aqueles que te amam e aqueles que lucram com você” e a presença da palavra “regicídio”, simbolizando a queda de pessoas que se vangloriam por estarem no topo de uma hierarquia obsoleta. Música pode ter relação com a polêmica do Spiritbox com o vocalista Ronnie Radke em 2023 Embora o Spiritbox nunca tenha mencionado quem seriam esses nomes, um desponta na frente como favorito: Ronnie Radke, o polêmico vocalista do Falling in Reverse. A especulação teve origem em 2023, quando LaPlante e seu grupo desistiram de sair em turnê ao lado dele após um forte apelo dos fãs, que pediram para a banda não abrir mão de seus valores éticos. A decisão teve boa recepção entre os fãs, mas Radke não pensou da mesma forma. O vocalista passou a atacar o quarteto em postagens deletadas, focando na ideia de que a banda seria “fraca”, possuía “fãs horríveis” e que não tinha “uma espinha dorsal” por ceder à pressão das redes sociais. Nesse contexto, fãs enxergam uma possível relação entre essas declarações e o conceito da música. Contudo, o ataque mais direto aconteceu em fevereiro de 2025, logo após a derrota do grupo no Grammy daquele ano, onde concorriam com a faixa “Cellar Door”. No X (antigo Twitter), o vocalista escreveu: “Vocês conseguem fazer o Spinelessbox (Spiritbox sem espinha) me tirar da turnê porque eu disse ‘travesti, gay, viado, retardado’, mas não podem me impedir de ganhar um prêmio da Billboard e também não podem ajudá-los a ganhar um Grammy. Entendi.” A banda optou por não comprar briga. À Metal Hammer, Courtney explicou a filosofia da banda ao fazer isso. “Muitas vezes, as pessoas confundem silêncio com fraqueza. Mas, para nós, a verdadeira força está em não permitir que vozes externas falem como devemos nos sentir ou agir. Nós sabíamos por que tomamos aquela decisão, e sabíamos que nossos fãs também sabiam. Não precisávamos provar nada para quem estava apenas gritando para conseguir atenção.” O guitarrista Mike Stringer disse à Guitar World: “É fácil para alguém de fora apontar o dedo e nos chamar de ‘sem espinha’. O que é difícil é manter a sua posição quando o mundo inteiro está assistindo. ‘Soft Spine’ é o nosso manifesto. É a prova de que nossa coluna vertebral é feita de aço e que não precisamos performar coragem para as redes sociais quando a nossa música fala por si só.” Se a ideia dele era enfraquecer a banda, isso não deu certo. “Soft Spine” conta atualmente com 23 milhões de reproduções no Spotify, tornou-se um dos hits mais aclamados do Spiritbox e levou a banda ao palco do prêmio mais importante da música: o Grammy. LEIA TAMBÉM: Wikimetal Recomenda: Show do Korn no Brasil com Spiritbox e Seven Hours After Violet Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Emily Armstrong está feliz com o aumento do apoio ao Linkin Park pela comunidade LGBTQ+
A cerimônia anual do Grammy Awards aconteceu no último domingo, dia 01 de fevereiro, na casa Crypto.com Arena, em Los Angeles, Estados Unidos. O evento, como era de se esperar, foi bem chique e contou com a presença de vários artistas e players do mercado fonográfico. No tapete vermelho, os artistas e bandas pararam rapidamente para falar com a imprensa. Um dos nomes que deu o ar da graça e falou com a ONG GLAAD – Gay & Lesbian Alliance Against Defamation – foi a vocalista do Linkin Park, Emily Armstrong. Ela falou sobre o aumento do apoio ao Linkin Park pela comunidade LGBTQ+, fato que a deixa super feliz. “Isso é incrível. E eu sei que houve uma melhora nesse sentido, o que é muito, muito legal, e me faz sentir parte de algo maior, sabe? E isso só contribui para tudo o que está acontecendo de uma forma muito mais doce e gratificante”. Emily Armstrong já assumiu publicamente que é queer e não-binária, o que abriu portas para uma maior representatividade e evolução da banda com públicos diversos. Essa conexão pessoal adiciona autenticidade à sua resposta sobre a crescente base de fãs LGBTQ+. Via: RockBizz

Porão do Rock anuncia Angra com participação de Kiko Loreiro
O Angra anunciou um show com a participação especial do guitarrista Kiko Loureiro. A organização do festival Porão do Rock confirmou a banda como uma das atrações principais de sua próxima edição, que acontece nos dias 22 e 23 de maio, na Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília. Os ingressos estão disponíveis por meio do site Ticketmaster. O festival também já anunciou Pennywise, Marcelo Falcão, Nação Zumbi, Scalene, Rancore, Autoramas, Deviloof, Galinha Preta, Bayside Kings, Avalon Stone e Eskröta. Este é o segundo show confirmado pelo Angra desde que anunciaram o hiato. Anteriormente, o Angra havia anunciado um hiato após o fim da turnê de 20 anos do álbum Temple of Shadows. A decisão foi motivada pelo desgaste após anos de trabalho intenso e pela vontade dos membros de se dedicar a projetos pessoais. Segundo Rafael Bittencourt, o hiato da banda deverá durar de 2 a 3 anos e, durante esse período, o grupo não deve trabalhar em novas composições. Entretanto, a banda anunciou um show de reunião no Bangers Open Air 2026, em São Paulo, no domingo, dia 26 de abril. Show no Bangers Open Air O Angra informou em nota nas redes sociais que o show está dividido em três atos que celebram diferentes fases da história da banda. O primeiro ato contará com a formação atual, com Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa, Bruno Valverde e Alírio Netto, com a participação de Fábio Lione. No segundo ato, subirá ao palco a formação Rebirth, com Kiko Loureiro, Edu Falaschi e Aquiles Priester. Já no terceiro e último ato, todos estarão juntos no palco em uma grande celebração do legado da banda, que em 2026 completa 35 anos. LEIA TAMBÉM: Fabio Lione rebate versão de Rafael Bittencourt sobre sua saída do Angra Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Bad Religion no Brasil: Vendas abertas para show único em São Paulo
Notícias Bad Religion vem ao Brasil com um show único na cidade de São Paulo, no Espeço Unimed, dia 28 de abril. Os ingressos já estão à venda! As vendas estão sendo feitas por meio do site da Ticketmaster ,com início às 10h. Na bilheteria oficial, os ingressos estarão disponíveis hoje a partir das 11h (sem taxa de serviço). Bad Religion é considerada um dos pilares do punk rock. O grupo lançou seu primeiro álbum em 1982 e continua ativo, mantendo uma trajetória constante na música independente e mainstream. Com mais de 45 anos de existência, a banda contabiliza mais de 15 vindas ao Brasil e já esteve presente em grandes festivais como The Town, Primavera Sound e Lollapalooza. Donos dos hits “21st Century (Digital Boy)”, “American Jesus”, “Infected” e “Sorrow”, a banda promete um show repleto de clássicos da carreira. LEIA TAMBÉM: A dica que Bruce Dicksinson recebeu do Bad Religion durante show no Brasil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Spiritbox faz performance de “Soft Spine” no Grammys 2026
Notícias Spiritbox subiu ao palco da cerimônia de abertura do Grammy Awards 2026, no último domingo, 01, na Crypto.com Arena, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A banda canadense apresentou ao vivo a faixa “Soft Spine”, indicada na categoria Melhor Performance de Metal. Mesmo sem conquistar o prêmio, que ficou com o Turnstile pela música “Birds”, Spiritbox entregou uma performance intensa, mostrando por que é considerado um dos nomes mais relevantes do metal moderno e chamando a atenção de parte do público presente e de fãs nas redes sociais. A apresentação marcou a terceira indicação consecutiva do Spiritbox na categoria e aconteceu algumas horas antes da cerimônia principal. O novo álbum Tsunami Sea figurou na lista de melhores do ano de 2025 das mídias especializadas, alcançando o 2° lugar na lista da Wikimetal. Spiritbox vem ao Brasil com o Seven Hours After Violet, como banda de abertura para o show único do Korn, na cidade de São Paulo, no Allianz Parque, dia 16 de maio de 2026. LEIA TAMBÉM: Wikimetal Recomenda: Show do Korn no Brasil com Spiritbox e Seven Hours After Violet Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

O que esperar dos shows do AC/DC no Brasil
AC/DC, que inicialmente tinha uma data única de show no Brasil anunciada para o dia 22 de fevereiro, esgotou os ingressos em cerca de 95 minutos e imediatamente abriu duas novas datas – que também se esgotaram rapidamente. Agora o grupo se apresenta com três shows em São Paulo, todos no Estádio MorumBIS, nos dias 22 e 28 de fevereiro, e no dia 04 de março. A icônica banda australiana volta ao Brasil após mais de 15 anos de ausência nos palcos locais com a turnê Power Up, marcando o retorno triunfante de uma banda adorada e amplamente reverenciada como uma das maiores da história do rock ‘n’ roll. Os fãs brasileiros podem esperar setlists nostálgicos, energia intensa, produção marcante e uma banda que, mesmo após décadas, continua entregando shows de rock clássico com intensidade e paixão. Abertura com The Pretty Reckless The Pretty Reckless, liderada por Taylor Momsen, abre os shows no Brasil e na América Latina, assim como fez nas etapas europeias e norte-americanas, oferecendo um aquecimento com rock alternativo. A banda americana surgiu em 2009 e conquistou fama com os álbuns marcantes como Light Me Up (2010), Going to Hell (2014) e Who You Selling For (2016), que alcançaram destaque nas paradas de rock internacionais, e continuam ativos com trabalhos recentes como Death by Rock and Roll (2021). No Brasil, o grupo fez sua estreia em 2012 e retornou em 2017, quando realizou uma mini-turnê por quatro capitais brasileiras (Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte) com ingressos esgotados. Agora escalada como banda de abertura do AC/DC, The Pretty Reckless chega novamente ao país trazendo sua trajetória de hits e uma base de fãs consolidada. Performance que divide opiniões Em apresentações recentes na Austrália, o AC/DC tem explorado efeitos visuais robustos, incluindo telões com carros na estrada e sinos gigantes para a famosa “Hells Bells”, reforçando a atmosfera teatral e imersiva de seus shows. Resenhas internacionais destacam que, apesar da idade avançada dos integrantes como Brian Johnson (vocal) , Angus Young e Stevie Young (guitarra), a banda ainda entrega performances vigorosas e mantém a conexão com o público, tocando grandes clássicos com energia e precisão. Avaliações também elogiam a capacidade do grupo de sustentar apresentações longas e cheias de clássicos. Com Brian Johnson ainda conseguindo conduzir o repertório com entusiasmo, mesmo enfrentando limitações naturais. “Independentemente de a lendária banda retornar ou não no futuro, aqueles que compareceram à Power Up Tour tiveram o que esperavam e muito mais, saindo com grandes sorrisos no rosto e com uma lembrança inesquecível”, ressaltou a resenha do site The Intelligencer. Por outro lado, alguns fãs têm criticado o desempenho da banda. Especialmente após vídeos das últimas apresentações viralizarem no Tik Tok, mostrando Brian Johnson com voz mais fraca e som aparentemente fraco em alguns momentos, levando alguns usuários a sugerir que a banda deveria se aposentar em vez de continuar nos palcos. Um internauta declarou: “Eu ia comprar ingressos até ver isso”. Já outro fã apontou: “Eu realmente queria vê-los este ano… Agora não quero mais, obrigado por isso”. Enquanto outro argumentou: “Deixem eles fazerem o que quiserem! Eu ainda vou assisti-los para dizer que os vi pela última vez” [via TMDQA!] AC/DC e seu setlist de clássicos A etapa latino-americana da Power Up começa com os shows no Brasil, e portanto, deve seguir o formato visto na turnê pelo mundo. Com cerca de 21 músicas repletas de hinos que marcaram décadas, começando tradicionalmente com “If You Want Blood (You’ve Got It)” e incluindo “Back in Black”, “Thunderstruck”, “Hells Bells” e “You Shook Me All Night Long”, além de faixas do álbum Power Up como “Demon Fire” e “Shot in the Dark”. A banda intercala sucessos consagrados e solos marcantes de Angus Young. Além do encerrando frequente com clássicos como “T.N.T.” e “For Those About to Rock (We Salute You)” no bis. Esse setlist tem sido bem recebido pelos fãs, reforçando a expectativa de uma experiência nostálgica quando o AC/DC subir ao palco no Brasil. Segundo o Setlist fm, o último show da banda aconteceu na Suncorp Stadium, na Austrália e seguiu essa ordem de músicas: If You Want Blood (You’ve Got It) Back in Black Demon Fire Shot Down in Flames Thunderstruck Have a Drink on Me Hells Bells Shot in the Dark Stiff Upper Lip Highway to Hell Shoot to Thrill Sin City Jailbreak Dirty Deeds Done Dirt Cheap High Voltage Riff Raff You Shook Me All Night Long Whole Lotta Rosie Let There Be Rock Bis: T.N.T. For Those About to Rock (We Salute You LEIA TAMBÉM: De Judas Priest a AC/DC: Os 10 álbuns favoritos de Ozzy Osbourne Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Bad Religion anuncia show único em São Paulo para abril
Notícias Bad Religion, uma das bandas mais influentes e aclamadas do punk rock, estará de volta ao Brasil para única apresentação. O show acontece no dia 28 de abril, em São Paulo, no Espaço Unimed. A venda de ingressos para o público estará disponível a partir do dia 03 de fevereiro, começando às 10h por meio do site da Ticketmaster e às 11h na bilheteria oficial (sem taxa de serviço). Bad Religion é considerada um dos pilares do punk rock. O grupo lançou seu primeiro álbum em 1982 e continua ativo, mantendo uma trajetória constante na música independente e mainstream. Com mais de 45 anos de existência, o Bad Religion contabiliza mais de 15 vindas ao Brasil e já esteve presente em grandes festivais como The Town, Primavera Sound e Lollapalooza. Donos dos hits “21st Century (Digital Boy)”, “American Jesus”, “Infected” e “Sorrow”, a banda promete um show repleto de clássicos da carreira. LEIA TAMBÉM: Wattie Buchan, do The Exploited, desmaia no palco durante show na Alemanha Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Amigos de Ozzy Osbourne tocam War Pigs no Grammy Awards em sua homenagem
Post Malone (vocal), Slash (guitarra), Duff McKagan (baixo), Chad Smith (bateria) e Andrew Watt (guitarra), amigos de Ozzy Osbourne, tocaram War Pigs no Grammy Awards em sua homenagem. A cerimônia aconteceu na Crypto.com Arena, em Los Angeles, EUA, no último domingo, dia 01 de fevereiro, e homenageou a vida e o legado do eterno vocalista do Black Sabbath. O Madman faleceu em julho de 2025 aos 76 anos, devido um ataque cardíaco. Durante a performance do clássico metal, a viúva e os filhos da lenda musical, Kelly, Sharon e Jack Osbourne, respectivamente, se mostraram visivelmente emocionados com a homenagem ao patriarca da família. Assista um trecho da apresentação na publicação abaixo: Problemas de saúde Nos últimos anos, Ozzy vinha travando uma batalha contra o Parkinson, doença que causa tremores, rigidez nas articulações, dores musculares, dificuldade de mobilidade, fala e escrita, entre outros obstáculos. Com o diagnóstico de Parkinson, o cantor chegou a afirmar que a doença o levou a um quadro de depressão, e os efeitos colaterais de seus vários medicamentos causaram perda de memória de curto prazo e constipação. Para piorar, o Madman sofreu uma queda em casa em 2019, o que deslocou as hastes de metal em seu pescoço e costas colocados após um grave acidente de quadriciclo em 2003. Com isso, passou por uma cirurgia para remediar os danos no eixo central do corpo. Tristemente, Ozzy Osbourne faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. Como dito, a causa de sua morte foi um ataque cardíaco. Via: RockBizz

Wattie Buchan, do The Exploited, desmaia no palco durante show na Alemanha
Notícias Wattie Buchan, vocalista do The Exploited, passou mal e desmaiou durante um show em Wiesbaden, na Alemanha, no último sábado, 31. O músico precisou de atendimento médico imediato e foi levado a um hospital para avaliação. Segundo a banda, Buchan vinha enfrentando uma gripe nos últimos dias, o que pode ter causado desidratação e o colapso no palco. Ele está sob observação médica enquanto recebe cuidados na unidade de saúde. Devido ao acontecimento, The Exploited anunciou nas redes sociais o cancelamento de shows programados em Tallin (Estônia) e Riga (Letônia). As datas em Rostock e Berlim, na Alemanha, serão remarcadas conforme novas informações sobre a recuperação do músico. Vale lembrar que Buchan, de 68 anos, tem um histórico delicado de saúde e já enfrentou problemas de saúde semelhantes no passado. Em 2014, sofreu um infarto durante um show em Portugal. Durante a turnê de despedida pelo Brasil, em 2025, Wattie Buchan passou mal e teve de cancelar o show em Belo Horizonte. Na mesma turnê, o músico passou mal e vomitou sangue durante uma apresentação no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Porém, retornou após alguns minutos e, surpreendentemente, conseguiu seguir até o final do show. LEIA TAMBÉM: Upfront Festival traz The Exploited ao Brasil em sua turnê de despedida Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

The Cure ganha primeiros Grammys após 50 anos de carreira
The Cure conquistou seus primeiros prêmios Grammy na edição de 2026 da premiação, quase 50 anos após sua formação. A banda britânica de rock alternativo foi premiada em duas categorias: Melhor Performance de Música Alternativa com a faixa “Alone” e Melhor Álbum de Música Alternativa pelo disco Songs of a Lost World (2024). Na mesma categoria de Melhor Performance de Música Alternativa, eles venceram Bon Iver, Turnstile, Wet Leg e Hayley Williams. Em Melhor Álbum de Música Alternativa, eles ganharam de Bon Iver, Tyler, The Creator, Wet Leg e Hayley Williams – confira todos os vencedores do Grammys 2026 aqui. Devido à morte recente do guitarrista Perry Bamonte, os membros não puderam comparecer à cerimônia. Porém, o vocalista Robert Smith enviou uma mensagem de agradecimento lida no palco pelo apresentador Jesse Welles, destacando o trabalho da equipe e dos fãs. “Simon, Jason, Roger, Reeves e eu gostaríamos de agradecer ao Grammy por este maravilhoso prêmio; estamos muito honrados em recebê-lo”. “Gostaríamos também de agradecer a todos que ajudaram na criação do nosso álbum Songs Of A Lost World. Em especial ao co-produtor Paul Corkett, a todos da Universal Music Group que trabalharam arduamente para encontrarmos o nosso ‘mundo perdido’, a todos os membros da nossa equipe, em sua maioria incansáveis… E, mais importante ainda, a todos os fãs do The Cure ao redor do mundo, que compareceram aos nossos shows do Lost World Tour e curtiram a nossa música. Sem vocês, nada disso seria possível. Obrigado!”, dizia a mensagem [via NME]. A vitória representa um marco histórico para o The Cure. A banda havia sido indicada apenas 2 vezes em toda a carreira, na categoria Melhor Álbum de Música Alternativa, em 1993 por Wish e em 2001 por Bloodflowers, mas não teve sucesso em nenhuma das duas ocasiões. LEIA TAMBÉM: Veja homenagem a Ozzy Osbourne no Grammys 2026 Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Grammys 2026: Confira todos os ganhadores de rock e metal
Notícias A 67ª cerimônia do Grammy Awards 2026 aconteceu no último domingo, 01, na Crypto.com Arena, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Entre os indicados nas categorias de rock e metal apareceram os nomes de YUNGBLUD, Dream Theater, Linkin Park, TURNSTILE e muito mais – confira a lista completa no site oficial da premiação. A premiação destacou tanto bandas veteranas quanto nomes emergentes. Foram consideradas obras lançadas entre 31 de agosto de 2024 e 30 de agosto de 2025. Confira os vencedores de rock e metal ao Grammys 2026: Melhor Performance de Rock “U Should Not Be Doing That” — Amyl and the Sniffers “The Emptiness Machine” — Linkin Park “Never Enough” — Turnstile “Mirtazapine” — Hayley Williams “Changes (Live From Villa Park) Back to the Beginning” — Yungblud Featuring Nuno Bettencourt, Frank Bello, Adam Wakeman, II (vencedor) Melhor Performance de Metal Night Terror” — Dream Theater “Lachryma” — Ghost “Emergence” — Sleep Token “Soft Spine” — Spiritbox “Birds” — Turnstile (vencedor) Melhor Canção de Rock “As Alive as You Need Me to Be” – Nine Inch Nails (Trent Reznor & Atticus Ross, compositores)(vencedor) “Caramel” – Sleep Token (Vessel1 & Vessel2, compositores) “Glum” – Hayley Williams (Daniel James & Hayley Williams, compositores) “Never Enough” – Turnstile (Daniel Fang, Franz Lyons, Pat McCrory, Meg Mills & Brendan Yates, compositores) “Zombie” – Yungblud (Dominic Harrison & Matt Schwartz, compositores) Melhor Álbum de Rock “Private Music – Deftones” “I Quit” – Haim “From Zero” – Linkin Park “Never Enough” – Turnstille (vencedor) “Idols” – Yungblud Melhor Performance de Música Alternativa “Everything Is Peaceful Love” — Bon Iver “Alone” — The Cure (vencedor) “Seein’ Stars” — Turnstile “Mangetout” — Wet Leg “Parachute” — Hayley Williams Melhor Álbum de Música Alternativa “Sable, Fable” – Bon Iver “Songs of a Lost World” – The Cure (vencedor) “Don’t Tap the Glass” – Tyler, the Creator “Moisturizer” – Wet Leg “Ego Death at a Bachelorette Party” – Hayley Williams Melhor Álbum Latino de Rock ou Alternativo “Genes Rebeldes” — Aterciopelados “ASTROPICAL” — Bomba Estéreo, Rawayana, ASTROPICAL “PAPOTA” — CA7RIEL & Paco Amoroso (vencedor) “ALGORHYTHM” — Los Wizzards “Novela” — Fito Paez LEIA TAMBÉM: Iron Maiden pediu para não receber novas indicações ao Rock and Roll Hall of Fame Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Avenged Sevenfold se consagra gigante do metal moderno em show histórico em São Paulo
O Avenged Sevenfold voltou à América Latina com uma turnê que reafirma a relação duradoura da banda com o público. Com ingressos esgotados, a banda desembarcou no último sábado, 31, em São Paulo, no Allianz Parque, com a Life Is But a Dream Tour, com abertura de Mr. Bungle e A Day To Remember. Essa turnê havia sido inicialmente anunciada em 2025 com datas na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Porto Rico, mas foi reagendada para início de 2026 após uma pausa decretada pelo vocalista M. Shadows devido a lesão vocal, e finalmente aconteceu. Mr. Bungle destacou-se pela irreverência A passagem do Mr. Bungle pela América Latina marcou o retorno de uma das bandas mais exóticas do rock experimental. Após encerrar as atividades no início dos anos 2000, retomou os shows a partir de 2019, fazendo sua estreia no Brasil em 2022, como parte do lineup do Knotfest Brasil. Agora, a banda retornou pela segunda vez ao país com a turnê de divulgação da fase atual, onde realizaram um show solo em São Paulo, no Cine Joia, na última segunda-feira, 26, e em Curitiba, abrindo os shows do Avenged Sevenfold. O show de Curitiba e o de São Paulo contaram com participação de Andreas Kisser, substituindo Scott Ian, já que o guitarrista precisou retornar aos Estados Unidos para se apresentar com o Anthrax no cruzeiro 70000TONS OF METAL 2026. Como banda de abertura, o repertório foi curto, porém pesado e intenso, com o show bem cheio, graças ao público que chegou cedo para prestigiar todas as bandas do dia. Com apenas 13 músicas e sem elementos cênicos, a banda prende a atenção do público pela curiosidade, além do desempenho instrumental de músicos renomados da cena. Além do tempero brasileiro, graças à participação de Andreas Kisser – fato que fez o público se animar mais, com mosh pits frequentes. O ápice é a irreverência de Mike Patton, que vez ou outra soltava palavrões em português, com seu look vermelho nada discreto, várias guias no pescoço e o apito que já é tendência. O músico arrancou risos e olhares de estranheza quando soltou um “somos velhos, macumbeiros e gringos”. Era nítido que o público jovem não conhecia a banda, mas entrou no clima aos comandos de Mike Patton, principalmente quando a banda emendou uma versão de “I’m Not in love”, uma balada famosa da banda 10cc, e o público abraçou o clima, com as mãos para o alto. Um dos melhores momentos foi o cover de “Refuse/Resist”, do Sepultura, apesar da euforia e dos comandos de Andreas Kisser, o público mostrou não conhecer a música. Ao final, Mike Patton, fez uma celebração à entidade Pomba Gira, cultuada nas religiões de matriz africana, o que causou burburinho e críticas. O discurso aconteceu momentos antes do cover de “All By Myself”, conhecida na voz de Céline Dion, que ganhou o refrão “Vai Tomar no C*” na performance do grupo. A Day To Remember, quase um headliner Quando A Day To Remember subiu ao palco, pontualmente às 19h, foram recebidos por uma plateia mais cheia e mais emocionada, já que essa foi a única passagem da banda por São Paulo na atual turnê. O grupo veio à América Latina apenas para shows no Brasil. Além de abrir para o Avenged Sevenfold na capital paulista, tinham data em Belo Horizonte – cancelado devido a problemas com o voo, o que adiou a chegada da banda –, Curitiba, onde tocaram na última quinta-feira, 29, e finalizam em Porto Alegre na próxima terça-feira, 03. Esta é a quinta vinda do A Day To Remember ao país, com a mais recente ocorrendo como parte do lineup da I Wanna Be Tour, em 2024. Conhecidos como um dos nomes mais consistentes do metalcore melódico, o show fez parte de uma turnê focada em revisitar diferentes momentos da carreira do grupo, combinando músicas recentes com faixas que marcaram sua consolidação nos anos 2000. Diferente dos shows solo, esse teve um setlist mais curto, com 15 músicas, onde os destaques sempre são para as faixas mais conhecidas pelo público, com os hits cantados em coro. A apresentação foi um espetáculo grandioso, desde o início com “A Downfall of Us All”, uma das mais conhecidas e que mostrou a energia e intimidade com os fãs desde o início. A recepção foi calorosa – e tudo ficou mais quente graças aos efeitos pirotécnicos -, com muito mosh, coros intensos e resposta imediata aos comandos do vocalista Jeremy McKinnon – que pediu um mosh pit para a faixa “Paranoia” e se surpreendeu com a resposta imediata dos fãs. E claro, não faltou algo constante nos shows da banda: os famosos crowdsurfing. A banda não precisa interagir muito, o contato com os fãs é quase espiritual, e mesmo quem não conhecia a banda sentiu essa energia. Na música “Mr. Highway’s Thinking About the End”, uma pessoa da equipe da banda, fantasiada de Mário Bros., jogou camisetas para o público, momento que já é rotina nos shows. Chegando próximo do final, a balada “If It Means a Lot to You” transcendeu o público, que iluminou o estádio com a lanterna dos celulares. Em pouco mais de uma hora e meia, A Day To Remember entregou um espetáculo intenso, pesado e melódico, para ninguém colocar defeito, entregando um show digno de headliner. Avenged Sevenfold fez seu maior show solo em estádio Chegou a hora de um dos nomes mais aguardados da noite: Avenged Sevenfold e seu retorno ao Brasil com a atual turnê que tem como base o álbum Life Is but a Dream… (2023), mas que não se limita a ele. Os shows têm reunido grande público e integrado um setlist que mistura diferentes fases da carreira da banda. Com ingressos esgotados, a sexta visita ao Brasil provou a relevância e popularidade da banda formada no início dos anos 2000, na Califórnia. Podemos citá-los como um dos principais nomes do metal contemporâneo, e não é para menos que foram headliners do dia do rock, no Rock