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Gabriela Abud decide abandonar o posto de baterista da Nervosa
Entrevistas
15/03/2026

Gabriela Abud decide abandonar o posto de baterista da Nervosa

A Nervosa tem mais de quinze anos de carreira, no qual acumula muito sucesso, vários álbuns no mercado e muitas turnês pelas Europa, Estados Unidos, Ásia e América Latina. Todavia, na mesma medida de sucesso, a banda vem lidando com entra e sai de integrantes. A banda já teve mais de dez mudanças em sua formação, o que é ruim para o conjunto em termos criativos e comerciais. E rolou mais uma baixa na banda! Gabriela Abud decidiu abandonar o posto de baterista da Nervosa. A musicista informou a decisão pelas redes sociais. Ela escreveu: “Depois de dois anos intensos e muito especiais com a Nervosa decidi me desligar do projeto e dar espaço para novos caminhos. A decisão foi tomada com muito carinho e respeito por tudo o que vivemos. Sou muito grata por todas as experiências, pelas turnês pelo mundo e por cada músico, banda e crew com quem cruzamos pelo caminho. Trabalhar e tocar com tantas pessoas incríveis me fez crescer muito como baterista e como pessoa. Sou grata por ter feito parte dessa história e tenho muito orgulho de tudo o que construímos juntas”. Gabriela completou: “Desejo todo o sucesso do mundo para essas meninas tão talentosas, o novo álbum está incrível. Por aqui sigo estudando e me aprimorando cada vez mais na bateria, meu instrumento e uma das grandes paixões da minha vida. Assim como sigo alimentando meu trabalho como atriz, outro caminho que faz parte de quem eu sou e que amo igualmente como a bateria. Estou disponível e animada para novos projetos e colaborações em 2026. Agradecimento especial a todos os fãs. Sem vocês nada disso teria sido possível”. Via: RockBizz

Sogra de João Gordo prestigia show do Ratos de Porão na Argentina
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15/03/2026

Sogra de João Gordo prestigia show do Ratos de Porão na Argentina

Referência do punk, crossover e hardcore brasileiro, o Ratos de Porão está na ativa há mais de 40 anos colocando material novo no mercado e recordando a potência de álbuns como Crucificados pelo Sistema (1984), Descanse em Paz (1986) e Brasil (1989). Neste ano a banda está com uma agenda bem agitada com shows em cidades como Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e Campinas. Atualmente, a banda está viajando pela América Latina para mostrar o seu som. E no concerto que o Ratos de Porão fez no último sábado, dia 14 de março, no El Teatro Flores, Buenos Aires, Argentina, aconteceu um episódio bem curioso, que foi a presença da sogra de João Gordo na plateia. A ideia de levar a sogra em um show de hardcore é bem interessante e só pode rolar se a relação com o genro é bacana. Caso contrário, a situação dentro de casa pode azedar bastante e dormir no sofá pode se transformar o menor dos problemas. A esposa de João, Vivi Torrico, compartilhou via story um trecho da apresentação no qual mostra sua mãe observando a performance da banda e a insanidade dos fãs no mosh pit. Na legenda da publicação, ela escreveu: “Minha mãezinha curtindo RDP em Bd As”. Desejamos que a relação entre João e a sogra fique ainda mais próxima após o show do Ratos de Porão. Além disso, desejamos que essa atitude sirva de exemplo para que as famílias se unam para curtir mais shows e deixar as discussões de lado. Via: RockBizz

Morrissey manda recado para as inimigas que querem lhe tirar de circulação
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14/03/2026

Morrissey manda recado para as inimigas que querem lhe tirar de circulação

Há muitos anos Morrissey vem ganhando mais holofote pelas polêmicas e problemas em que se mete do que pela música que cria. Isso é triste para um artista tão importante e influente para a década de 1980. E tem nova treta na área! Em declaração em seu site oficial sobre o seu novo disco, Make-Up Is A Lie, que alcançou o terceiro lugar nas paradas do Reino Unido, Morrissey mandou recado para as inimigas que querem lhe tirar de circulação. “Agradeço muito a todos que trabalharam para tornar o dia de hoje possível. Foi uma longa e árdua batalha, e estivemos constantemente lutando contra aqueles que se esforçaram tanto para me tirar de circulação como Alistair Norbury (BMG), David Joseph (ex-Universal) e Jennifer Ivory (Parlophone). Nenhum deles tem a qualificação moral para julgar qualquer outra pessoa”. Ele continuou criticando a mídia: “Além disso, eu não quero e nem preciso da aprovação corrosiva e moribunda do The Guardian [jornal inglês] – para o qual o ódio implacável é tempo gasto com orgulho”. O ex-vocalista do The Smiths acrescentou: “A vitória de hoje é muito importante porque, embora eu não seja o número um nem o número dois, os cantores que ocupam ambos os cargos foram gentilmente promovidos, enquanto essa história do Morrissey agora é – como sempre – muito confusa para algumas pessoas entenderem. É confuso porque é o som de emoções reais, músicas reais, pessoas reais. Nós não fomos embora. Viemos para ficar”. Make-Up Is A Lie é o décimo quarto álbum de estúdio do artista. O trabalho, que saiu em 06 de março deste ano pela Sire, é o sucessor de I Am Not a Dog on a Chain, de 2020. O disco possui 12 faixas e segue com a famosa mistura de alternative rock e indie pop, que imortalizou Morrissey como um dos maiores artistas do mundo. Via: RockBizz

Show de reunião do Angra não incluía formação atual, diz Rafael Bittencourt
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14/03/2026

Show de reunião do Angra não incluía formação atual, diz Rafael Bittencourt

Em entrevista ao Wikimetal, Rafael Bittencourt revelou que o convite para o show de reunião do Angra no Bangers Open Air 2026 não incluía a formação atual da banda. O guitarrista fundador revelou quando surgiu o convite: “Eu acredito que começou em setembro do ano passado. Não foi um plano, foi um convite”. Ele explicou: “Nós fomos convidados pela produção do Bangers Open Air para acontecer essa reunião. E o nosso plano de hiato já havia sido planejado muito antes. O hiato não tem tanto a ver com a possibilidade de uma reunião, né? Porque é uma situação completamente inusitada e especial. O hiato era… Porque após três álbuns, a gente lançou um álbum, que foi o Cycles of Pain (2023), lançamos um acústico e logo depois fizemos uma turnê em celebração ao Temple of Shadows. Um emendado no outro. Então, o hiato, nós avisamos os fãs que íamos parar”. Na época do convite, a formação incluía, além do Rafael Bittencourt, o Felipe Andreoli (baixo), Bruno Valverde (bateria), Marcelo Barbosa (guitarra) e o ex-vocalista Fabio Leoni. Perguntado sobre como os membros atuais reagiram à notícia da reunião, Rafael revelou: “Inicialmente, o convite para a reunião não incluía a formação atual”. “Nós é que fizemos questão de que a formação atual estivesse também nesta celebração. Porque não faz sentido para nós vir trabalhando há alguns anos com essa formação, em vários álbuns e tudo mais, turnês… E de repente colocar uma luz na reunião que pudesse ofuscar o que a gente vem fazendo. Então, a grande verdade é mostrar o momento em que nós estamos agora, como formação e também com a maturidade de celebrar o nosso passado, o legado”, concluiu Rafael. Show no Bangers Open Air Angra anunciou um show no Bangers Open Air 2026 com a chamada formação Nova Era, marcando uma reunião histórica de Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli com Edu Falaschi, Aquiles Priester e Kiko Loureiro. O show será dividido em três atos que celebram diferentes fases da história da banda. O primeiro ato contará com a formação atual, com Bittencourt, Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa, Bruno Valverde e Alírio Netto, com a participação de Fábio Lione. No segundo ato, subirá ao palco a formação Rebirth. Já no terceiro e último ato, todos estarão juntos no palco em uma grande celebração do legado da banda, que em 2026 completa 35 anos. A banda também tem um side show no Espaço Unimed, dia 29 de abril, celebrando em grande estilo os 25 anos de Rebirth, o álbum que redefiniu o destino da banda e marcou uma geração inteira de fãs do metal brasileiro e mundial. LEIA TAMBÉM: Saiba como será o show de reunião do Angra no Bangers Open Air 2026 Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Morre Phil Campbell, guitarrista do Motörhead, aos 64 anos
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14/03/2026

Morre Phil Campbell, guitarrista do Motörhead, aos 64 anos

Phil Campbell, guitarrista mais longevo do Motörhead (de 1984 até 2015), morreu na última sexta-feira, 13, aos 64 anos. A causa da morte não foi informada, porém, o músico estava na UTI, após uma complexa cirurgia. A sua banda, Phil Campbell and the Bastard Sons, compartilhou a notícia por meio das redes sociais. “É com grande tristeza que anunciamos o falecimento de nosso amado pai, Philip Anthony Campbell, que faleceu pacificamente na noite passada [sexta-feira, 13], após uma longa e corajosa batalha na UTI, após uma complexa cirurgia. Phil era um marido dedicado, um pai maravilhoso e um avô orgulhoso e amoroso, carinhosamente conhecido como ‘Bampi’. Ele era profundamente amado por todos que o conheciam e fará muita falta. Seu legado, sua música e as memórias que ele criou com tantos viverão para sempre. Pedimos gentilmente que a privacidade de nossa família seja respeitada durante este momento incrivelmente difícil.” Em fevereiro, Phil Campbell and the Bastard Sons havia cancelado a turnê agendada pela Austrália e Europa devido a problemas de saúde enfrentados por Phil Campbell. Na ocasião, a banda informou o cancelamento “devido às recomendações médicas que Phil acabara de receber”. LEIA TAMBÉM: Ronnie James Dio gostava de compor enquanto via esportes, diz Wendy Dio Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Monsters of Rock 2026 divulga grade de horários
Entrevistas
13/03/2026

Monsters of Rock 2026 divulga grade de horários

O Monsters of Rock divulgou na tarde desta sexta-feira, 13, a grade oficial de horários de apresentação das bandas para a edição deste ano do festival. O festival acontece em 4 de abril no Allianz Parque, com shows de Jayler, Dirty Honey, Yngwie Malmsteen, Halestorm, Extreme, Lynyrd Skynyrd e Guns N’ Roses – ingressos ainda estão à venda na Eventim. Monsters of Rock 2026 conta com série especial e transporte oficial Um dos festivais de rock mais icônicos do mundo, ganha agora uma websérie documental exclusiva. Gravada em janeiro de 2026 no escritório da Mercury Concerts, no Brasil, a produção mergulha na trajetória do evento e nos bastidores de sua edição brasileira, realizada desde 1994. Realizada pela Mercury Concerts, a série documental tem oito episódios e é transmitida no canal @monstersofrockbr, no YouTube. A cada sexta e terça, um novo episódio será lançado, cada um dedicado a uma das bandas do line-up de 2026. O festival disponibiliza transporte oficial para facilitar a ida e a volta do público, com embarques em vários bairros da capital e também em cidades como Campinas e Jundiaí. As passagens devem ser adquiridas pela Eventim, com escolha de local e horário, pelo preço de R$120. No dia do evento, é preciso chegar com 15 minutos de antecedência e apresentar o QR code para embarque. LEIA TAMBÉM: Entrevista: Halestorm fala sobre Monsters of Rock 2026, retorno ao Brasil e mais Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Ronnie James Dio gostava de compor enquanto via esportes, diz Wendy Dio
Entrevistas
13/03/2026

Ronnie James Dio gostava de compor enquanto via esportes, diz Wendy Dio

Notícias Wendy Dio, viúva e empresária de Ronnie James Dio, revelou um inusitado hábito que o saudoso cantor tinha: o de escrever músicas enquanto assistia esportes. Em participação no podcast 100 Songs That Define Heavy Metal, Wendy respondeu se Ronnie apenas escrevia apenas as letras ou se também criava as melodias de suas músicas. Ela confirmou que o músico fazia tudo, especialmente quando assistia jogos de futebol americano e beisebol. “As pessoas pensam que Ronnie era apenas um letrista. Não era, ele também fazia a música. Ele tocou trompete por muitos anos. Tocou guitarra, tocou baixo – no ELF. Ele se sentava e compunha músicas, assistindo a esportes com seu violão no colo. E sempre fazia isso assistindo a jogos de beisebol ou futebol americano, pois dizia que isso lhe dava inspiração, e sem estar roubando a música de outra pessoa”, declarou [transcrição via Blabbermouth]. Sobre a abordagem do vocalista para a criação de versos e refrões, Wendy destacou as influências literárias e a liberdade de interpretação que Ronnie James Dio gostava de deixar para os fãs. Para exemplificar, ela usou o hit “Holy Diver”. “Ele costumava ler muitos livros de ficção científica. E, não sei, as coisas simplesmente surgiam. Digo, coisas como “Ride the tiger. You can see his stripes, but you know he’s clean‘‘. O que quer que ele estivesse escrevendo, era uma forma de que alguém pudesse interpretar o seu próprio sentimento sobre o que a música se tratava. Ele sabia sobre o que a música era. Mas gostava que as pessoas interpretassem como quisessem”. LEIA TAMBÉM: Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Dee Snider responde às acusações de lucrar com os shows da união entre Sebastian Bach e Twisted Sister
Entrevistas
13/03/2026

Dee Snider responde às acusações de lucrar com os shows da união entre Sebastian Bach e Twisted Sister

O Twisted Sister ia começar a sua turnê de reunião no final de abril em São Paulo, com um show no Bangers Open Air 2026. Depois desse show, os caras iriam marcar presença nos principais festivais de verão europeus como Graspop Festival, Tons Of Rock Festival, Copenhell e Sweden Rock. No entanto, a turnê de reunião do Twisted Sister, que seria em celebração aos seus cinquenta anos de carreira, caiu por terra devido problemas de saúde de Dee Snider. Mas não é só o futebol que é uma caixinha de surpresa, pois o rock n’ roll trabalha na mesma sintonia. O canadense Sebastian Bach, ex-frontman do Skid Row, assumirá o vocal do Twisted Sister no lugar de Dee Snider. E não demorou muito para os fãs criarem caso e teorias da conspiração! E o delírio coletivo que vem ganhando força é sobre Snider lucrar com os shows da união entre Sebastian Bach e Twisted Sister. Pelo X (antigo Twitter), ele esclareceu a questão: “Não. Não estou pedindo nada. Eu sei que já prejudiquei a banda financeiramente”. Nope. Not asking for anything. I know I hurt the band financially as it is. https://t.co/NqfOVVuWHv — Dee Snider (@deesnider) March 13, 2026 Em outras postagens na rede social, Dee reforçou que seu estado de saúde foi o fator decisivo para deixar os palcos e as turnês. “Ainda consigo cantar. Eu ainda preciso tocar rock. Mas, infelizmente, meu corpo simplesmente não aguenta mais, o que é uma droga”. Oh I still can sing. But love I gotta rock too. Sadly my body just can’t handle it anymore. (Well, that sucks!) https://t.co/jEVPDqXKaq — Dee Snider (@deesnider) March 13, 2026 Via: RockBizz

Documentário sobre o Iron Maiden terá “coisas que nunca vieram à tona antes”, diz Adrian Smith
Entrevistas
13/03/2026

Documentário sobre o Iron Maiden terá “coisas que nunca vieram à tona antes”, diz Adrian Smith

Adrian Smith, guitarrista do Iron Maiden, comentou sobre Iron Maiden: Burning Ambition, documentário de cinquenta anos da banda que tem lançamento programado para maio. Em entrevista ao Kazagastão, Smith foi questionado se já havia assistido o longa. O músico confirmou que sim e ainda brincou com o fato de se “ver na telona”. No entanto, outra fala do guitarrista chamou a atenção. Segundo ele, o documentário mostrará “coisas que nunca vieram à tona antes” em toda a história da Donzela de Ferro. “Sim, assisti. E gostei bastante, o que pode soar estranho, mas há tem algo sobre você na telona, ​​dá uma vontade de se esconder atrás das cadeiras. Mas acho que é um bom registro da banda e que os fãs vão gostar. Há algumas coisas lá que nunca vieram à tona antes e aprofunda alguns assuntos. Então, acho que as pessoas vão gostar muito”, disse [transcrição via Blabbermouth]. Saiba mais detalhes sobre o documentário de 50 anos do Iron Maiden Intitulado Iron Maiden: Burning Ambition, o longa contará a história da Donzela de Ferro até se tornar uma das maiores bandas de heavy metal da história. A estreia acontecerá mundialmente a partir de 07 de maio – incluindo o Brasil. A venda de ingressos começa em 18 de março. Mais informações no site oficial. Produzido pela Universal Pictures Content Group, o longa contará a jornada da banda através de seus integrantes e por depoimentos de fãs ilustres como o ator espanhol Javier Bardem, Lars Ulrich (Metallica) e Chuck D (Public Enemy) [via Blabbermouth] Em nota, o grupo disse: “Com acesso inédito aos arquivos oficiais e relatos íntimos da banda, tanto atuais quanto antigos, Iron Maiden: Burning Ambition convida os fãs a vivenciar uma das jornadas mais icônicas da história da música.” “Abrangendo cinco décadas, este documentário eletrizante narra a ascensão da banda, dos pubs do leste de Londres aos maiores estádios do mundo. Com entrevistas exclusivas com membros da banda e colaboradores como Javier Bardem, Lars Ulrich e Chuck D, além de novas sequências animadas do lendário mascote da banda, Eddie, o filme oferece um olhar raro e íntimo sobre a visão intransigente do Iron Maiden e sua conexão inabalável com seu exército de fãs verdadeiramente global. LEIA TAMBÉM: Enquete: Qual música do Iron Maiden você mais quer ouvir na ‘Run For Your Lives Tour’? Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Recorde de guitarra mais cara do mundo foi quebrado três vezes em leilão
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13/03/2026

Recorde de guitarra mais cara do mundo foi quebrado três vezes em leilão

O leilão da Jim Irsay Collection: Hall of Fame aconteceu na última quinta-feira, dia 12 de março, na Christie’s em Nova York. O evento foi verdadeiramente histórico, já que todos os 44 lotes foram vendidos rapidamente. É importante destacar que a ação rendeu o valor de US$ 84.091.350. Esta cifra superou em 373% as estimativas de vendas. A bela Black Strat de David Gilmour, que serviu como ferramenta para gravar hinos do rock como Comfortably Numb e Shine on You Crazy Diamond, foi arrematado em pouco tempo de leilão ao valor de US$ 14.550.000. O segundo recorde chegou com a Jerry Garcia Tiger, instrumento feito pelo artista Doug Irwin e que demorou seis anos para ficar pronto, que gerou a receita de US$ 11.560.000. Por fim, mas não menos, o terceiro recorde ficou com a imponente Kurt Cobain Smells Like Teen Spirit Mustang, que foi arrematada por US$ 6,907,000. Curiosamente a guitarra do eterno líder do Nirvana era a mais cara do mundo. Portanto, na noite de ontem, ela mesma quebrou o seu recorde. Julien Pradels, presidente da Christie’s Americas, comentou: “Lote após lote, sentíamos que estávamos fazendo história. O leilão da Coleção Irsay fez jus ao brilhantismo do colecionador e das peças monumentais que ele reuniu, objetos icônicos que contam a história da nossa cultura e da nossa época”. “A Coleção Irsay é singular, mas a Christie’s realizará outros leilões incríveis nessa área no futuro”, prometeu o empresário. Via: RockBizz

Doyle, guitarrista original do Misfits, confirma show único no Brasil
Entrevistas
13/03/2026

Doyle, guitarrista original do Misfits, confirma show único no Brasil

Doyle, o lendário ex-guitarrista do Misfits, anunciou seu retorna ao Brasil, com show exclusivo no dia 30 de abril, no Cine Joia, em São Paulo. Os ingressos estão à vendo por meio do site Fastix. Diretamente ligado à construção histórica da linguagem visual e sonora do horror punk, Doyle, ou Wolfgang von Frankenstein, como também é conhecido, é uma personalidade do punk mundial, irmão do Jerry Only, co-fundador do Misfits, que, junto ao vocalista Glenn Danzig, lhe ensinou os primeiros acordes na guitarra. Hoje, Doyle segue ativo entre aparições esporádicas com o Original Misfits e sua carreira de riffs implacáveis, como em “Headhunter” e “Land of the Dead”. Também passou por projetos como Kryst the Conqueror e Gorgeous Frankenstein. Como curiosidade, Doyle é o namorado de outra personalidade do rock mundial, Alissa White-Gluz, ex-vocalista do Arch Enemy e atualmente em carreira solo. O guitarrista lançou dois álbuns de estúdio sob seu nome artístico, Abominator (2013) e Doyle II: As We Die (2017), nos quais o guitarrista uniu forças com o cantor Alex Story, que continua sendo o vocalista da banda. SERVIÇO – DOYLE EM SÃO PAULO Data: 30 de abril de 2026Horário: 19h (abertura da casa)Local: Cine JoiaEndereço: praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo – SPIngresso: Fastix Valores:Pista (1º lote)Meia Estudante e Meia Solidária para não estudantes (doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada: R$ 180,00Inteira: R$ 360,00Camarote (1º lote)Meia Estudante e Meia Solidária para não estudantes (doe um kilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada: R$ 230,00Inteira: R$ 460,00 LEIA TAMBÉM: Misfits: ‘Famous Monsters’, clássico da banda, ganha nova edição no Brasil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Reunião do Angra: Rafael Bittencourt fala sobre Bangers Open Air, legado de Andre Matos e mais
Entrevistas
13/03/2026

Reunião do Angra: Rafael Bittencourt fala sobre Bangers Open Air, legado de Andre Matos e mais

Angra anunciou um show no Bangers Open Air 2026 com a chamada formação Nova Era, marcando uma reunião histórica de Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli com Edu Falaschi, Aquiles Priester e Kiko Loureiro. A banda também tem um side show no Espaço Unimed, dia 29 de abril, celebrando em grande estilo os 25 anos de Rebirth, o álbum que redefiniu o destino da banda e marcou uma geração inteira de fãs do metal brasileiro e mundial. Porém, a banda havia anunciado um hiato em agosto de 2025 após o fim da turnê de 20 anos do álbum Temple of Shadows. Também passaram por troca de formação com a saída de Fabio Lione, entre outros momentos marcantes que definem a história de um dos maiores nomes do metal nacional. Em entrevista ao Wikimetal, o guitarrista fundador Rafael Bittencourt refletiu sobre a trajetória do Angra, falou sobre o show de reunião, a saudade de Andre Matos e a fase atual da banda. O tão aguardado show de reunião no Bangers Open Air Wikimetal: Muitos fãs ficaram surpresos com a velocidade em que a reunião foi anunciada, especialmente se levarmos em conta que a banda entrou em hiato há alguns meses. Quando esse plano da reunião teve início? Rafael Bitterncourt: Eu acredito que começou em setembro do ano passado. Não foi um plano, foi um convite. Nós fomos convidados pela produção do Bangers Open Air para acontecer essa reunião. E o nosso plano de hiato já havia sido planejado muito antes. O hiato não tem tanto a ver com a possibilidade de uma reunião, né? Porque é uma situação completamente inusitada e especial. O hiato era… Porque após três álbuns, a gente lançou um álbum, que foi o Cycles of Pain (2023), lançamos um acústico e logo depois fizemos uma turnê em celebração ao Temple of Shadows. Um emendado no outro. Então, o hiato, nós avisamos os fãs que íamos parar. WM: Como a atual formação da banda recebeu e reagiu à notícia de que haveria essa reunião? RB: Inicialmente, o convite para a reunião não incluía a formação atual. Nós é que fizemos questão de que a formação atual estivesse também nesta celebração, porque não faz sentido para nós vir trabalhando há alguns anos com essa formação, em vários álbuns e tudo mais, turnês… E de repente colocar uma luz na reunião que pudesse ofuscar o que a gente vem fazendo. Então, a grande verdade é mostrar o momento em que nós estamos agora, como formação e também com a maturidade de celebrar o nosso passado, o legado. WM: Vocês já se reuniram para ensaios ou alguma confraternização? Qual a expectativa de se reunir novamente com ex-colegas? RB: Nós já nos reunimos em um churrasco, e foi um churrasco muito legal. Estávamos todos, com exceção do Bruno Valverde [baterista atual do Angra], que estava em turnê também, e o Aquiles [Priester, baterista da fase Nova Era]. Os dois moram nos Estados Unidos e estavam ocupados com outros trabalhos. Mas a gente vem se falando, conversando remotamente. Ensaios ainda não aconteceram. Os ensaios estão acontecendo individualmente, cada um preparando a sua parte. E, em breve, nós vamos nos juntar para fazer uma série de ensaios juntos. WM: Anteontem, você e o Edu tiveram um longo papo no seu podcast, o Amplifica. Como foi para você finalmente ter conseguido realizar isso? Em algum momento você pensou que essa reconciliação seria impossível? RB: Não, impossível, eu nunca pensei. Eu acreditava que em algum momento aconteceria. O que me surpreendeu foi a força com que isso aconteceu. A gente teve uma conversa onde realmente conseguimos saudar uma série de mágoas e a gente realmente conseguiu recuperar a amizade, o carinho, o respeito, a admiração, uma série de sentimentos que estavam, vamos dizer, afogados há um bom tempo. A falta de Andre Matos WM: Como fundador da banda, essa reunião deve estar significando muito para você. Mas não podemos falar desse show sem citar o Andre Matos. Quanto que a falta dele significa para essa celebração? RB: Eu não sou um cara que não se digladia com o destino, e a morte é uma coisa muito inevitável. Então, o que a gente pode é sentir a presença dele. A morte é uma coisa que você só consegue processar de maneira… Com a abstração, com o mistério, com a religião, espiritualidade, porque é intangível. O que dá é para sentir que ele estará presente, que ele é parte disso. Honrar a parte que ele representa na banda, o que ele representa, que sem ele praticamente não existiria a banda. Então, honrar tudo isso. E a emoção da falta, colocar na música, no reencontro, na inspiração, nas emoções que você precisa… São muitas emoções. Sempre que você vai fazer um show. E esse é um show muito especial, justamente por isso, porque são muito mais emoções envolvidas, tanto da parte do público quanto da nossa. É colocar isso no espetáculo de maneira artística e transformar isso numa grande celebração, quase um ritual, um ritual mesmo de transformação de energias que estavam estagnadas. WM: Na sua opinião, qual foi a maior contribuição de Andre Matos para a identidade do Angra? Existe algo que você gostaria de ter dito a Andre e que acabou nunca sendo dito? RB: Quando ele morreu… Na época em que ele faleceu, tinha muitas coisas que eu gostaria de dizer para ele, mas hoje em dia, que ele é uma memória, um espírito, eu só agradeço. Peço para que ele fique em paz e que a gente esteja em comunhão. As coisas que a gente decide, as coisas que a gente pratica em nome da banda, nunca se cortem… Que é a vontade desse espírito. São muitas… Agora eu tenho medo de falar uma que eu colocar, eleger uma que é a maior e as pessoas ficarem… Não é essa, é aquela, porque você sabe como são os fãs. Mas a maior contribuição foi o talento, porque foram muitas, especialmente a experiência que ele já tinha com o Viper, ele já tinha um legado como artista, ele já tinha contatos, então

Reunião do Angra: Rafael Bittencourt fala sobre Bangers Open Air, legado de Andre Matos e mais
Entrevistas
13/03/2026

Reunião do Angra: Rafael Bittencourt fala sobre Bangers Open Air, legado de Andre Matos e mais

Pauta: Jéssica Marinho e Vitor Melo Angra anunciou um show no Bangers Open Air 2026 com a chamada formação Nova Era, marcando uma reunião histórica de Rafael Bittencourt e Felipe Andreoli com Edu Falaschi , Aquiles Pries

Entrevista: Zakk Wylde fala sobre o novo álbum do Black Label Society
Entrevistas
13/03/2026

Entrevista: Zakk Wylde fala sobre o novo álbum do Black Label Society

Black Label Society, lançará em 27 de março, seu décimo segundo álbum de estúdio, Engines of Demolition. Descrito como “uma jornada sincera pelos altos e baixos dos últimos anos”, o trabalho é o primeiro álbum de estúdio do grupo desde 2021. Até o momento quatro singles foram lançados: “The Gallows”, “Lord Humungus”, “Broken and Blind” e “Name in Blood”. O disco ainda contará com “Ozzy’s Song”, uma canção feita por Zakk Wylde como forma de homenagear Ozzy Osbourne. Em entrevista ao Wikimetal, o guitarrista e vocalista falou sobre o álbum, o conceito por trás de “Ozzy’s Song”, a evolução da banda nos últimos anos, os shows realizados ao lado do Pantera e mais. Wylde ainda brincou ao dizer o que podemos esperar do show que a banda realizará no Bangers Open Air 2026 no dia 25 de abril. Leia na íntegra. Wikimetal: O título e a capa do álbum sugerem algo bastante industrial e destrutivo. Há algum conceito ou mensagem que amarram as faixas? Zakk Wylde: Sim. Você tem as “Máquinas da Destruição”. É simplesmente a mentalidade do Black Label: força, determinação e impiedade. Para sempre. Destruir e conquistar. E então elas vêm junto com tudo isso. Por exemplo, quando eu e você queremos sair e ir ao show do Black Sabbath e a mãe pede para fazermos coisas como lavar a louça, a roupa, e arrumar tudo em casa antes de sair. Você pode ficar reclamando ou nós simplesmente podemos fazer isso logo e ir ao show. É isso que você tem. É a mentalidade que você precisa ter. “Máquinas da Destruição!” WM: O álbum é descrito como uma “jornada sincera pelos altos e baixos dos últimos quatro anos”. Um desses momentos nós já sabemos qual foi, mas quais outras experiências acabaram virando músicas? ZW: Bem, minha vida é como a de qualquer outra pessoa. Todo mundo tem altos e baixos. Mas você tenta se manter no meio-termo. Assim você fica como água morna. Esse é o segredo da vida: seja água morna. Como Bruce Lee dizia: “Seja água, meu amigo.” E, neste caso, seja água morna. Apenas fique no meio. Não fique alto nem baixo demais. Apenas siga pelo meio do caminho, filho. WM: “Ozzy’s Song” é uma carta de amor sua para o Ozzy. O quão emocional foi compor essa música para uma das pessoas mais importantes que você já teve em sua vida? ZW: Bem, essa é uma coisa bonita da música, sabe? Quando você fica chateado com alguma coisa, você pode escrever uma música sobre isso. Mas eu não menciono o nome do Ozzy na música. O nome surgiu porque, sempre que eu estava tocando ela para a minha namorada [agora esposa], Barbaranne, no carro ou no meu caminhão, ela sempre dizia: “Amor, coloca essa, a música do Ozzy de novo.” Então, foi por isso que surgiu o nome. E no meio disso, as pessoas começaram a perguntar, porque, “In This River” é sobre o Dime [Dimebag Darrell]. E agora é sobre o Vinnie [Paul] também. Então, as pessoas queriam saber se eu ia escrever uma música para o Ozzy. E fez total sentido chamar ela se chamar “Ozzy’s Song”. E, sabe, se essa música tocar alguém de alguma forma, é tudo o que importa no final das contas. WM: Como você descreveria a evolução da banda do Doom Crew Inc (2021) para este novo álbum? ZW: Eu só penso que, quando escutamos as nossas bandas favoritas e seus discos preferidos, seja Elton John, Black Sabbath, Led Zeppelin, The Allman Brothers Band, ou Bad Company, não importa. É o lugar em que você está agora. Se o Zeppelin pudesse ter escrito “Stairway to Heaven” e colocado no primeiro álbum, eles teriam feito. Mas isso não aconteceu, sabe? Então, eu acho que, para todo mundo, é onde você está naquele momento da sua vida. E, este álbum, provavelmente foi escrito nos últimos três anos e meio e quatro anos. Durante todo esse período dos shows [a Pantera Celebration World Tour] com o Pantera. É uma coleção de todas essas músicas. Algumas delas, como The Stranger, estavam por aí desde a época do Grimmest Hits (2018), então existem desde 2017. Há também riff principal de “The Gallows”, música que finalmente terminei. Ela estava guardada desde que fizemos Order of the Black, em 2010, com o riff principal já estando ali. Normalmente, acabo escrevendo tudo do começo ao fim de uma vez só. Não costumo deixar partes soltas por aí. Mas, nesse caso, finalmente terminei essas duas músicas. WM: Recentemente, li uma entrevista sua onde você diz que possui o The Fame da Lady Gaga em sua coleção de discos. Achei isso interessante pois você também já demonstrou admiração por outros nomes da música pop. Esse tipo de música acaba te ajudando de alguma forma em suas composições? ZW: Não, para mim, quando estou sentado ao piano, se me inspiro, geralmente isso determina o estilo de música que vou escrever. Ou, se estou com um violão, acabo pensando mais em algo como “Wild Horses”, dos Rolling Stones, ou “Heart of Gold”, do Neil Young. Essa é a beleza da música. Quando estou tocando com uma guitarra, os riffs simplesmente surgem. Não penso nisso. Acho que o Ozzy comentou uma vez: “Zakky, as pessoas não são tão compositores de músicas. Vocês são receptores. Vocês recebem as músicas.” Entende o que quero dizer? E eu concordo. É como sintonizar em uma estação de rádio. Você tenta se conectar, pega algo que surge, e é assim que acontece. É nesse momento que você se sente inspirado. WM: Na última semana, vocês fizeram um cover de “No More Tears” pela primeira vez em 21 anos. Gostaria de saber se a banda planeja tocar mais músicas do Ozzy no futuro? ZW: Você nunca sabe. Isso aconteceu depois que estive no BRIT Awards, onde tocamos “No More Tears”, e o Ozzy recebeu o prêmio [póstumo] de “Lifetime Achievement.” Quando cheguei em casa, disse para os caras: “É, deveríamos. Porque não fazemos aquele trecho

Gene Simmons lembra que enfiou sua língua de 18 centímetros na boca Adam Sandler
Entrevistas
13/03/2026

Gene Simmons lembra que enfiou sua língua de 18 centímetros na boca Adam Sandler

Gene Simmons, um dos donos do KISS, é um músico que se vangloria de nunca ter usado drogas e bebidas, no entanto, o linguarudo foi para lá de promíscuo quando o assunto era libertinagem. E o que não faltam são histórias de safadezas em que o roqueiro era o protagonista. E sobrava para todo mundo, até para os homens! Durante entrevista para o canal de Adam Lupis, Gene lembrou a vez que pegou o ator Adam Sandler de surpresa e lhe tascou um beijo de língua em uma festa. O ator perguntou a Simmons se ele poderia subir ao palco e cantar uma ou duas músicas. O músico concordou, embora Sandler estivesse completamente despreparado para o que aconteceu em seguida. “Era um evento beneficente, e a gente estava tocando. Adam estava lá porque é um verdadeiro fã de rock, pulando e se divertindo. Alguém estava tirando uma foto nossa! Eu quis transformar o Adam na minha putinha, então enfiei minha língua quase até a garganta dele. Dei umas lambidas nele”. Anos atrás, em conversa com o apresentador Conan O’Brien, Adam contou o caso: “Estávamos no palco tocando uma música do KISS, quando Simmons tirou a língua. A língua saiu, era uns 18 centímetros de língua. Ele começou a vir na minha direção com a língua, e eu estava entrando na brincadeira, mas começou a chegar perto. Ele veio na minha direção, com aquela língua enorme bem na minha direção. Acho que ele me deu umas lambidas. Eu aguentei firme”. Via: RockBizz

Sebastian Bach pede desculpas por relacionamento com Christina Applegate nos anos 80
Entrevistas
12/03/2026

Sebastian Bach pede desculpas por relacionamento com Christina Applegate nos anos 80

Sebastian Bach pediu desculpas após relatos de que teve um relacionamento com a atriz Christina Applegate quando ela tinha 17 anos. No novo livro de memórias de Applegate, intitulado You With the Sad Eyes, ela relembra ter ido ao MTV Video Music Awards em 1989 com o ator Brad Pitt e ter saído do evento com o então vocalista do Skid Row. “Passei a noite toda olhando para Bach, que na época era um galã cabeludo à frente da banda Skid Row. Odeio dizer isso, mas Brad ainda estava construindo sua carreira como ator e ainda não era o Brad Pitt, o homem dos sonhos de tantas pessoas”, ela escreveu (via Entertainment Weekly). Agora, em entrevista à Billboard, o cantor disse que lamenta o que aconteceu entre eles. Após falar sobre seu novo papel como vocalista do Twisted Sister, substituindo Dee Snider, Bach comentou o que Applegate escreveu em sua autobiografia. “Eu era um cara solteiro em turnê com uma banda e conheci muitas garotas, e peço desculpas se as magoei… se magoei alguém. Quando você é jovem, é jogado no turbilhão do rock ‘n’ roll, conhece muita gente e é melhor se segurar firme. É como estar em uma montanha-russa”, disse Sebastian. “Isso foi há muito tempo. Se magoei alguém, peço desculpas”, finalizou. Via: RockBizz

Jay Weinberg está vendendo alguns kits de bateria, máscaras e figurinos usados ​​em shows do Slipknot
Entrevistas
12/03/2026

Jay Weinberg está vendendo alguns kits de bateria, máscaras e figurinos usados ​​em shows do Slipknot

Após 17 anos tocando com artistas como Bruce Springsteen & The E Street Band, Slipknot, Suicidal Tendencies, Against Me! e muitos outros, Jay Weinberg acumulou uma coleção incrível de baterias, figurinos de palco, placas de discos de ouro e outros itens colecionáveis. A partir de quarta-feira, 18 de março, os fãs terão a oportunidade de comprar alguns desses itens históricos no Reverb.com, com parte da renda revertida para a MusiCares. A loja incluirá kits de bateria da carreira multifacetada de Jay até o momento: desde o kit que ele usou na turnê mundial Working On A Dream de Bruce Springsteen em 2009, até os diversos kits SJC totalmente personalizados que ele tocou durante sua época no Slipknot. Junto com esses equipamentos musicais, Jay está vendendo máscaras e figurinos usados ​​em shows do Slipknot, peles e baquetas de bateria autografadas e usadas em estúdio, pôsteres de turnê e outros itens colecionáveis ​​- alguns dos quais foram desenhados pelo próprio artista. Mais informações em https://reverb.com/news/jay-weinberg-official-artist-shop-preview. Via: RockBizz

Entrevista: Zakk Wylde fala sobre o novo álbum do Black Label Society
Entrevistas
12/03/2026

Entrevista: Zakk Wylde fala sobre o novo álbum do Black Label Society

Black Label Society , lançará em 27 de março, seu décimo segundo álbum de estúdio, Engines of Demolition. Descrito como “uma jornada sincera pelos altos e baixos dos últimos anos”, o trabalho é o primeiro álbum de estúdio do grupo desde 2021. Até o momento quatro singles foram la

Linkin Park cancela show na Austrália devido a “problema de saúde na banda”
Entrevistas
12/03/2026

Linkin Park cancela show na Austrália devido a “problema de saúde na banda”

Notícias Linkin Park cancelou sua apresentação em Adelaide, na Austrália, que aconteceria nesta quinta-feira, 12, devido a “um problema de saúde na banda”. A banda divulgou um comunicado nas redes sociais horas antes do início do show, informando que o show não será remarcado: “Tomamos a decisão extremamente difícil de cancelar o show desta noite devido a um problema de saúde na banda. A turnê pela Austrália tem sido incrível até agora e estamos devastados por não poder nos apresentar para nossos fãs em Adelaide. Infelizmente, o show não será remarcado. Saibam que cancelar uma apresentação não é uma decisão que tomamos levianamente. Pedimos desculpas aos fãs que planejavam comparecer. Os ingressos serão reembolsados no ponto de venda.” Linkin Park não deu mais detalhes sobre o ocorrido. O próximo show da From Zero World Tour está marcado para sábado, 14, em Sydney, na Austrália. LEIA TAMBÉM: Linkin Park vira meme de ‘Stranger Things’ e impulsiona streams no Spotify Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Nasce Ozzy Matilda Osbourne, neta de Ozzy e Sharon Osbourne
Entrevistas
12/03/2026

Nasce Ozzy Matilda Osbourne, neta de Ozzy e Sharon Osbourne

Notícias Jack Osbourne anunciou o nascimento de sua filha e revelou que o nome da bebê é uma homenagem direta ao pai, o lendário cantor Ozzy. Por meio de um anúncio nas redes sociais, Jack compartilhou um vídeo apresentando a recém-nascida ao público, batizada de Ozzy Matilda Osbourne. A criança nasceu em 5 de março, fruto do casamento de Jack com sua esposa, Aree Gearhart. No vídeo divulgado pelo casal, aparece um cartão com as informações do nascimento e uma imagem da bebê. Esta é a quinta filha de Jack Osbourne. O apresentador já era pai de Pearl, Andy e Minnie, de seu antigo casamento com Lisa Stelly, além de Maple, sua primeira filha com Aree Gearhart. O nascimento acontece quase oito meses após o falecimento de Ozzy Osbourne, morto em 2 de julho, aos 76 anos, em sua casa em Buckinghamshire, vítima de um ataque cardíaco. LEIA TAMBÉM: Ozzfest 2027 será realizado em Birmingham, revela Sharon Osbourne Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Defesa cita versos de Faroeste Caboclo, da Legião Urbana, em julgamento no STF
Entrevistas
12/03/2026

Defesa cita versos de Faroeste Caboclo, da Legião Urbana, em julgamento no STF

Na última terça-feira, dia 10 de março, no julgamento da Ação Penal (AP) 2670 no Supremo Tribunal Federal (STF), aconteceu um episódio bem curioso, que foi a citação de Faroeste Caboclo, da Legião Urbana. Ao defender o deputado federal Gildenemir de Lima Sousa (PL-MA), que também atende pelo nome de Pastor Gil, o advogado Maurício de Oliveira Campos Junior apelou para alguns versos do hit do rock brasileiro. É importante explicar que o Pastor Gil está sendo acusado de supostos esquemas de desvio de emendas parlamentares, e o julgamento está ocorrendo na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. Utilizando os versos da canção como base para sua analogia, Maurício quis mostrar o quão difícil moralmente é trabalhar na capital federal. Ele disse: “É preciso dizer primeiro que vir para Brasília é como ter com o diabo, segundo a música de Renato Russo”. O advogado fez questão de salientar que não havia paralelo entre seu cliente e o protagonista da música, que é um cara ruim e vai para o inferno algumas vezes. “João de Santo Cristo era um bandido, Gil é um pastor, não há paralelo”. O defensor continuou sua argumentação citando a faixa: “Ele queria falar com o presidente para ajudar toda essa gente que só faz sofrer. É o que inspira muitos dos que vêm para Brasília, lamentavelmente com o diabo ter”. Por mais que seja uma música famosa e importante para a cultura brasileira, essa foi a estreia de Faroeste Caboclo, da Legião Urbana, como objeto de analogia em julgamento no STF. Se o estica e puxa de Maurício de Oliveira Campos Junior vai surtir algum efeito, temos que esperar para ver. Via: RockBizz

Em seu podcast, Rafael Bittencourt declara amor para Edu Falaschi
Entrevistas
11/03/2026

Em seu podcast, Rafael Bittencourt declara amor para Edu Falaschi

Após anos de espera, Edu Falaschi enfim participou do Amplifica, podcast do guitarrista e fundador do Angra, Rafael Bittencourt. O episódio aconteceu na noite de ontem, 10, e serviu para celebrar a reconciliação dos dois e promover o show de reunião da formação Nova Era que a banda fará no Bangers Open Air 2026 – ingressos á venda. Por toda a conversa, os músicos comentaram os conflitos pelos quais passaram nos últimos anos e que ocasionaram no afastamento dos dois. Eles usaram o espaço do programa para pedirem de um ao outro. Segundo Rafael, muitos dos problemas vieram por meio de “de mal-entendidos e desinformações”. Em dado momento, Edu pediu desculpas ao guitarrista: “Eu aprendi muito com isso e aproveito para pedir desculpa por esses momentos aí do passado que, em tese, atrapalharam também”, declarou [transcrição via Whiplash]. Ao formular sua resposta, Rafael Bittencourt surpreendeu ao dizer que “amava” Edu Falaschi. “Eu realmente gosto muito de você. Você é uma pessoa que eu posso dizer que amo. Eu amo você, cara”, afirmou ele. Na conversa, Edu ainda citou que sua passagem pela banda teve muitos momentos impulsivos, especialmente por sua “visão imatura”. Segundo o cantor, muitos desses problemas foram compreendidos apenas quando ele passou a gerenciar sua carreira solo. “Quando eu passei a gerenciar minha carreira solo, percebi que muitas coisas que aconteceram naquela época vieram de uma visão imatura. Aprendi que não dá para ser explosivo ou passional o tempo todo”, comentou. LEIA TAMBÉM: Wikimetal Recomenda: Bangers Open Air 2026 com Angra e Arch Enemy Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Venom ficou medo de tomar sapatada dos brasileiros em show em São Paulo, segundo João Gordo
Entrevistas
11/03/2026

Venom ficou medo de tomar sapatada dos brasileiros em show em São Paulo, segundo João Gordo

O Brasil demorou para se tornar rota dos grupos estrangeiros, infelizmente.! O panorama só foi mudar graças ao Rock In Rio, goste o público ou não. Nomes como Alice Cooper Group, Genesis, Rick Wakeman, Santana, KISS, Van Halen e Queen vieram ao nosso país antes do citado festival, mas a coisa só engrenou mesmo a partir do evento de Roberto Medina. Em 1986, um ano depois da primeira edição do evento carioca, o Venom, nome precursor do black metal, resolveu visitar o Brasil, em promoção ao seu quarto álbum, Possessed. O giro, que ainda teve a presença do Exciter, levou o nome de Brazilian Assault Tour 1986. Em sua conta oficial no Instagram, João Gordo (Ratos de Porão) mostrou um botton da turnê. Na legenda da publicação, ele explicou brevemente como foi as apresentações da banda inglesa em Belo Horizonte e São Paulo. “Às vezes eu acho umas coisas guidables misturadas com mijo de gato. Alguém tem uma relíquia dessas? Lembrando que foi o primeiro show desse naipe no Brasil. [O show do] Venom foi uma bosta sem o Mantas com dois guitarristas posers com sobretudo de lantejoula. O Exciter roubou a noite! Vi o show em BH quando conheci os moleques do Sepultura e em SP com direito a rede no palco pras fofas do Venom não tomar sapatada. Teve corredor polonês dos gambés [polícia] descendo o cacete na galera e abertura do Vulcano”. Via: RockBizz

Gene Simmons (KISS) não quer saber de política no meio artístico: “Calem a boca”
Entrevistas
11/03/2026

Gene Simmons (KISS) não quer saber de política no meio artístico: “Calem a boca”

O baixista e vocalista Gene Simmons, durante conversa com o site TMZ, disse não quer saber de política no meio artístico. Apesar disso, e é importante lembrar, o linguarudo e seus companheiros de grupo compareceram ao Trump Kennedy Center Honors em dezembro de 2025 para receber uma homenagem. Além disso, eles posaram para fotos ao lado de Donald Trump antes da cerimônia. “Bem, todo mundo no mundo deveria ouvir o que atores e comediantes dizem, já que eles são tão qualificados”, declarou Gene em tom sarcástico. Ele acrescentou: “Basicamente, calem a boca. Façam sua arte e calem a boca. Ninguém está interessado nas suas opiniões, isso inclui a mim, em quem eu voto e de quem eu gosto. Quem você pensa que é?” “As pessoas nos Estados Unidos trabalham duro para ganhar a vida e não querem sermões de gente que mora em mansões e dirige Rolls-Royces. Já passou da hora de todo mundo na indústria do entretenimento calar a boca e simplesmente fazer a sua arte. Ninguém se importa com o que vocês pensam – eu não me importo”, encerrou Simmons. Embora esteja pedindo para a classe artística não se misturar com os políticos, Gene já se meteu e falou sobre o assunto várias vezes. Em 2022, ele pediu para as bandas não se apresentarem na Rússia por conta da invasão ilegal na Ucrânia. Em entrevista à revista Spin, Simmons afirmou que o primeiro mandato de Trump deixou os EUA em polarização. Ele também comentou que o político de direita fez o povo perder a vergonha de ser racista e de compartilhar teorias da conspiração. Via: RockBizz