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Entrevista: Within Temptation comenta fãs brasileiros, novo álbum e visão política
Entrevistas
24/03/2026

Entrevista: Within Temptation comenta fãs brasileiros, novo álbum e visão política

Within Temptation mantém sua forte conexão com o público brasileiro ao retornar ao país como uma das atrações confirmadas do Bangers Open Air 2026, prometendo uma performance intensa. A banda holandesa é conhecida por seu status de um dos grandes nomes do symphonic metal mundial e a expectativa dos fãs cresceu ainda mais após a passagem recente da banda pelo Summer Breeze Brasil (atual Bangers Open Air), onde entregaram um show elogiado pela energia e pela forte resposta do público. Recentemente lançaram o Whitin Temptation: The Invisible Force, abordando a guerra na Ucrânia, além de lançar músicas em parceria com artistas ucranianos. Agora, o Within Temptation trabalha no lançamento do novo álbum e se prepara para o show no Brasil. Em entrevista ao Wikimetal, Sharon den Adel falou sobre política, o carinho dos fãs brasileiros, detalhes do novo álbum e opinou sobre Inteligência Artificial. A importância de falar sobre política Wikimetal: Sobre o documentário Whitin Temptation: The Invisible Force, vocês decidiram se posicionar publicamente sobre a guerra na Ucrânia. Em um momento em que muitos artistas evitam temas políticos, porque sentiram que era importante se manifestar? Sharon Den Adel: Principalmente porque acho que vivenciamos o choque pessoal do fato de Kiev estar a apenas duas horas de avião de Amsterdã, e de que, na minha opinião, a Terceira Guerra Mundial estava começando, embora de uma forma diferente da Segunda Guerra Mundial. Parecia que algo estava acontecendo, a ordem global estava mudando, as coisas estavam mudando novamente, algo que nunca imaginamos que veríamos acontecer durante a minha vida. E, crescendo com todas essas histórias sobre a Segunda Guerra Mundial, a sensação era de que as coisas estavam piorando cada vez mais. Mesmo agora, três ou quatro anos depois do lançamento do álbum, o mundo parece estar cada vez mais insano. Não há um dia sequer em que eu não me surpreenda com o que está acontecendo nos Estados Unidos ou com o que o líder americano está dizendo sobre outras pessoas, ameaçando-as, e, meu Deus, o que ele vai fazer, o que ele fez na América do Sul e quem ele é. Mas também o Irã. É como se nunca, nunca acabasse. Então, é importante falar sobre essas coisas. Na minha opinião, é, no mínimo, muito inspirador falar e escrever sobre isso. E a questão é que fizemos este documentário porque nos pediram para tocar em um evento acústico para conscientizar as pessoas. No início da guerra na Ucrânia, uma organização ucraniana nos pediu para tocar uma música, já que eles estavam promovendo uma espécie de maratona musical de 24 horas, com música ao vivo no mundo todo, pessoas tocando em frente a uma câmera, tentando chamar a atenção para a guerra que acontecia na Ucrânia. Ao fazer isso, nos envolvemos, conhecemos mais organizações e mais pessoas nos pediram para fazer mais coisas. Foi assim que nos envolvemos com as organizações ucranianas com as quais temos trabalhado e, eventualmente, fizemos um documentário sobre isso. WM: Os clipes de vocês sempre foram muito repletos de conceitos visuais muito fortes. Hoje, discute-se muito sobre o uso de Inteligência Artificial dentro da música e das artes. De que forma a banda enxerga essa ferramenta? SDA: Para ser honesta, estou realmente arrependida de termos usado IA no começo. Mas estávamos muito curiosos e era algo novo, algo que queríamos explorar. Mesmo que, no show ao vivo que temos agora, também tenhamos um pouco de IA. E, embora os vídeos que fizemos não cortassem pessoas nem nada do tipo, o que fizemos foi realmente gravar vídeos reais com a gente como banda, e depois eles foram processados ​​por IA. Então não é como se tivéssemos excluído pessoas que normalmente trabalham conosco ou algo assim. Estávamos apenas muito interessados ​​no que a tecnologia poderia trazer para o vídeo em si. Embora tenha sido legal experimentar, agora estamos voltando ao jeito antigo de fazer as coisas porque vemos o quão longe ela pode chegar. Ela [a Inteligência Artificial] será usada para muitas coisas boas. Mas também me assusta muito o que mais ela pode fazer que não controlamos. Todos esses vídeos deepfake, todo tipo de coisa acontecendo agora, que me faz pensar: “Meu Deus, nunca imaginamos que isso seria possível”, mas os criadores de IA já disseram: “Pense no impensável”. E é isso que vai acontecer com a IA, e agora estou bastante assustada, para ser honesta, embora ela possa ser usada de tantas maneiras boas. Mas precisamos de leis para isso. É sempre assim com essas tecnologias lançadas na sociedade sem termos leis. Nossos governos estão sempre atrasados, tentando regulamentar certas coisas. E isso é uma pena, porque se fizéssemos isso antecipadamente, se não permitíssemos o lançamento de nada na sociedade até que fosse testado até certo ponto, seria muito mais seguro para as pessoas. Mas fico feliz em ver que agora existem, até mesmo com relação às redes sociais, por exemplo, leis para proteger crianças em nossos países aqui na Europa, como, por exemplo, a proibição do uso de redes sociais para menores de 16 anos. Acho isso muito bom, porque as redes sociais estão realmente contaminando suas mentes e seu desenvolvimento. Na minha opinião, fico muito feliz por crescer em uma época em que essas coisas ainda não existiam. Eu brincava na rua, com uma bola de basquete ou fazendo outras coisas de criança. Mas hoje em dia, todo mundo está no celular, são outros tempos. Legado do Within Temptation WM: No final da década de 90, o Within Temptation ajudou a construir as bases do Metal Sinfônico e hoje nós temos muitas bandas promissoras com vocais femininos como Seven Spires, Ad Infinitum, dentre outras. Como você se sente ao olhar para essa nova geração e ver o legado que você ajudou a construir para as mulheres no metal? SDA: Estou muito orgulhosa do fato de ter se tornado uma cena tão grande, na verdade, com tantas cores, gostos e diversidade até mesmo dentro das bandas. E isso é realmente lindo de se ver. Se contribuirmos

Entrevista: Within Temptation comenta fãs brasileiros, novo álbum e visão política
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24/03/2026

Entrevista: Within Temptation comenta fãs brasileiros, novo álbum e visão política

Within Temptation mantém sua forte conexão com o público brasileiro ao retornar ao país como uma das atrações confirmadas do Bangers Open Air 2026 , prometendo uma performance intensa. A banda holandesa é conhecida por seu status de um dos grandes nomes do symphonic metal mundial

Lollapalooza Brasil 2026: Os melhores shows do segundo dia de festival
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22/03/2026

Lollapalooza Brasil 2026: Os melhores shows do segundo dia de festival

O segundo dia do Lollapalooza Brasil 2026 aconteceu no último sábado, 20, e segue neste domingo, 22, no Autódromo de Interlagos, região da zona sul de São Paulo. O festival é conhecido pela diversidade, mas as bandas de rock e metal não completam nem metade do line-up. Mas, a curadoria do Lollapalooza Brasil 2026 não peca na hora de montar uma programação para todas as idades e gêneros, como foi mostrado na última sexta-feira, 20, com shows de Deftones, Viagra Boys e Interpol. Já no sábado, outras 3 bandas agradaram muito o público do rock. Hurricanes: O furacão brasileiro que chega aos grandes palcos A apresentação da Hurricanes no Lollapalooza Brasil 2026 foi daquelas que funcionam como cartão de visitas: direta, sem excessos e com uma energia crua que chama atenção logo nos primeiros minutos. Após abrir para nomes internacionais e circular por festivais relevantes, o Lollapalooza surge como mais um degrau importante. Escalada para abrir o palco Samsung Galaxy no sábado, a banda encarou o horário ingrato do meio-dia com postura de veterano, prendendo a atenção do público ainda em formação e em grande parte fãs de Skrillex. Escolher um bom repertório enxuto para esse tipo de show não é tarefa fácil, mas o Hurricanes parece acostumado, já que a banda é literalmente um furacão que passa pelos palcos dos maiores festivais nacionais. Em um set de 10 canções, apresentaram seu já conhecido rock clássico, com raízes no blues setentista, onde apostam no básico bem executado. A cozinha da banda é feita de riffs diretos, groove pulsante e um vocal que transita entre o rasgado e o melódico. O visual também é algo notável, compondo a identidade que chama a atenção do público por onde quer que a banda passe. O sol do meio-dia só complementou a apresentação, deixando tudo natural, e se faltou o impacto de uma multidão massiva, algo natural para o horário, sobrou entrega, segurança e senso de crescimento. Hurricanes dominou o palco como quem sabe que está dando um passo decisivo na carreira. The Warning: Novatas que já soam gigantes Ainda “novata” no circuito de grandes festivais, mas também com postura e impacto de veterana, The Warning vem ganhando o coração do público jovem com seu hard rock que, embora seja sólido e bem executado, é básico e comercial – longe de criticar, mas é uma banda que aposta no sucesso com o “mais do mesmo”, criando até dancinha de TikTok com o novo single “Kerosene”. No pequeno palco Flying Fish, as irmãs Villarreal transformaram um espaço teoricamente secundário em um dos pontos mais animados do sábado, provando que o crescimento meteórico do trio não é por acaso. A banda já esteve no Brasil em 2025, no festival punk rock liderado pelo The Offspring – e ali mesmo já tinha mostrado que seriam a nova sensação. A apresentação seguiu o padrão que já vinha sendo visto nas passagens recentes pelos festivais na América Latina, com intensidade do início ao fim, interação com o público e o principal: os fãs jovens e dedicados que se organizaram nos mínimos detalhes, transformando a frente do palco em um mar de bexigas vermelhas, além de cantarem em coro todas as canções. Com um setlist que passeou pela discografia – e apresentou “Ritual”, faixa do novo álbum ainda não lançada – o trio não apenas entregou um show sólido, como também deixou a impressão de que está formando sua própria geração de fãs e a sensação de que o rock está longe de morrer, ele apenas se renovou. Uma fanbase que só perdeu para a da headliner do dia, Chappell Roan. Cypress Hill celebra 30 anos com peso e respeito O Cypress Hill mostrou no Lollapalooza Brasil 2026 por que segue sendo um dos nomes mais respeitados, influenciando do rap ao new metal, mesmo após mais de três décadas de carreira. No palco Samsung Galaxy, o grupo entregou um show ancorado em grooves pesados e presença de palco afiada, transformando clássicos em combustível para uma apresentação que, musicalmente, não deixou espaço para dúvidas sobre sua relevância. Embora o impacto no palco seja semelhante ao do Deftones, um show grandioso com público morno, o repertório recheado de hits e uma condução segura de B-Real eSen Dog, fez a apresentação crescer progressivamente, culminando em uma plateia mais engajada e entregue, que tentou criar um mosh durante “Bombtrack”, faixa do Rage Against the Machine que o Cypress Hill vem tocando ao final de seus shows. Outros momentos com os hits “Insane in the Brain” e “Hits From the Bong” sintetizaram a trajetória do grupo, passando por referências à cultura latina e ao cruzamento com o rock, o que fez o público pular mais. O show funcionou como uma celebração viva do legado da banda, onde um festival marcado por diferentes gerações, o Cypress Hill não apenas revisitou sua história, mas provou relevância com a autoridade de que seu som ainda pulsa atual, pesado e, acima de tudo, respeitado. Confira fotos exclusivas da nossa colaboradora Marcela Lorenzetti: LEIA TAMBÉM: Deftones entrega show catártico para público morno em dia sold-out no Lollapalooza Brasil Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

João Gordo passa mal antes de show no Rio de Janeiro: “Tive febre e vômito”
Entrevistas
21/03/2026

João Gordo passa mal antes de show no Rio de Janeiro: “Tive febre e vômito”

O vocalista do Ratos de Porão, João Gordo, passou mal antes de show no Rio de Janeiro! O evento foi ontem (20) no Circo Voador, apoteose do punk, na capital fluminense. A apresentação teve a companhia do D.R.I. e das bandas nacionais Pavio e Minissaia. Pelas redes sociais, João Gordo contou o que aconteceu: “E aí, galera! João Gordinho aqui no Aeroporto do Galeão indo para BH (Belo Horizonte), mais um show do rolê com o D.R.I.! Comi um bagulho estragado ontem antes do show e me deu vômito, caganeira, febre e calafrio. Pensei que não fosse conseguir fazer o show”. Ele completou: “Tomei uns remedinhos e dei o show. Foi meio difícil! Estou meio fraquinho, e só de pensar em cagar já sai uma aguinha. Só comi porcaria, bagulho industrializado. Eu também estou sem voz”. Apesar dos problemas, o show foi brutal e o público carioca e fluminense mais uma vez provou que o underground segue firme e forte na cidade. Gordo também compartilhou um registro da apresentação. Via: RockBizz

Deftones entrega show catártico para público morno em dia sold-out no Lollapalooza Brasil 
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21/03/2026

Deftones entrega show catártico para público morno em dia sold-out no Lollapalooza Brasil 

O primeiro dia do Lollapalooza Brasil 2026 aconteceu na última sexta-feira, 20, e segue neste final de semana, dias 21 e 22, no Autódromo de Interlagos, região da zona sul de São Paulo. Nesta edição, o festival apostou em bons nomes do rock, mesmo que em pequena quantidade. O primeiro dia, de ingressos esgotados, foi marcado pela lama da tempestade do dia anterior, filas quilométricas, sol ardido e uma diversidade entre os fãs roqueiros de Deftones e o público de Sabrina Carpenter vestidos de rosa – um contraste que sempre fez parte do festival. Viagra Boys: estreia no Brasil com grande estilo Estreando no Brasil durante o Lollapalooza Brasil 2026 – além do side show na Audio na última quinta-feira, 19 -, a banda sueca, até então pouco conhecida, conseguiu chamar a atenção do público que aguardava ansiosamente pelo Deftones, e os mais curiosos que queriam entender melhor a proposta do Viagra Boys. Com apenas uma década de carreira, mostraram que são um dos nomes mais ácidos e irreverentes do pop punk contemporâneo – na verdade, uma mistura com pouco de post punk e atitude hardcore. O líder e vocalista Sebastian Murphy canta letras carregadas de sarcasmo e crítica social enquanto agita o público com sua irreverência, arrancando risos com suas caretas. Sobre um sol forte, a banda apresentou um repertório curto, mas capaz de apresentar sua trajetória e os melhores hits ao público que os conhecia naquele momento. Não faltaram a famosa “Punk Rock” e o single de estreia “Sports”, que é uma sátira à hipermasculinidade. Bem como os comentários políticos, enquanto Murphy dedicou a música “Troglodyte” para Palestina, puxando um coro “free free”, enquanto a plateia respondia com “Palestina”. Viagra Boys mostrou que o caos é seu combustível no palco e cativou o público do Lollapalooza Brasil, que os abraçou com a recepção única que só o brasileiro tem. Reagindo com entusiasmo à postura provocadora da banda, que por sua vez entregou um show caótico e memorável. Interpol: Os veteranos que são sempre bem-vindos Após o mosh, sangue e suor, o clima soturno tomou conta – mesmo sendo difícil manter o visual dark com o sol de 30 graus que fazia. Um dos pilares do revival pós-punk dos anos 2000, o Interpol subiu pela terceira vez no palco do Lollapalooza Brasil. Com sua já conhecida estética sombria, guitarras entrelaçadas e vocais graves de Paul Banks, a banda americana entregou exatamente o que se esperava: precisão cirúrgica e atmosfera densa. Sem firulas, o Interpol, que também se apresentou na Audio na última quinta-feira, 19, chegou com seu jeitão inglês (embora sejam americanos), sempre bem vestidos, apostando no cenário simples e execução impecável, criando um clima quase hipnótico. No repertório, clássicos como “Obstacle 1”, “PDA”, “Evil” e “Slow Hands” seguem sendo pontos altos. A relação já antiga com o público brasileiro cria uma atmosfera cativante para quem via a banda pela primeira vez. Também mostra que o retorno da banda é notável não só por nostalgia, mas também mostra como envelheceram bem, mantendo relevância e consistência ao vivo. O mais esperado da noite: Deftones O retorno do Deftones ao Brasil no Lollapalooza Brasil 2026 não foi apenas um show, tornou-se um reencontro carregado de expectativa, catarse e entrega. Após mais de uma década longe do país, a apresentação em Interlagos transformou a ansiedade acumulada em uma descarga emocional coletiva, conduzida com precisão pela atmosfera densa e sensorial que a banda domina como poucas. A performance seguiu o setlist que já vinha sendo apresentado nas passagens pelo Chile e Argentina, onde o grupo também participou da edição do Lollapalooza de cada país. O repertório equilibrou diferentes fases da carreira e destacou a fase mais recente, mais experimental e carregada de texturas, sem deixar de lado o peso e agressividade. Atualmente, a banda vive uma fase de crescimento global, graças ao estouro no Tik Tok com “Cherry Waves”. Isso explica a quantidade de fãs jovens no show, para uma banda que tem seu público focado na galera new metal que hoje tem mais de 30 anos. Hits como “Be Quiet and Drive” e “My Own Summer” renderam alguns mosh pits e a participação do público em “Change (In the House of Flies)”, a mando do vocalista Chino Moreno, também foi admirável. Entretanto, nas outras 10 faixas apresentadas, o público estava morno. Apesar de lotarem o gramado aos arredores do palco Samsung Galaxy, não houve a agitação esperada para uma banda de new metal que não vem ao Brasil há 10 anos. Nem mesmo um sinalizador foi capaz de abrir uma roda como o público brasileiro está acostumado a ver em shows do estilo. Pode ter sido pelo lado em que o show foi assistido, ou pelo estilo mais arrastado e denso do Deftones. Ou, até mesmo por ser show em festival, onde os fãs não comparecem como se fosse show solo, mas a certeza é que poucos conheciam a música. O público tentou participar aos comandos do Chino Moreno, que à frente do Deftones entregou um dos melhores shows do Lollapalooza. Sim, mesmo que o público não respondesse à altura, ficaram encantados com o que presenciaram e arrancaram elogios de Moreno: “linda multidão”. A banda segue relevante após décadas, não só para revisitar com precisão sua discografia, mas por transformar sua apresentação em uma experiência sensorial completa, lavando a alma de fãs que aguardavam mais de uma década por show. E, como Chino prometeu: “Precisamos voltar com mais frequência.” LEIA TAMBÉM: Korn no Brasil: Black Pantera é convidada como banda de abertura Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Garotos Podres e João Gordo mostram a cara do bolsonarismo em arte crítica
Entrevistas
20/03/2026

Garotos Podres e João Gordo mostram a cara do bolsonarismo em arte crítica

Garotos Podres e o vocalista do Ratos de Porão, João Porão, são dois ícones do punk rock de nosso país. Desde o começo dos anos 1980, os caras vem tratando em seus conteúdos líricos os problemas e desigualdades de nossa sociedade, os quais se escancaram cada vez mais em nosso dia a dia. E mesmo após mais de quarenta anos de luta, eles não perderam a verve para criticar e apontar o que consideram ruim e errado em nosso corpo social. De políticos a empresários que multiplicam os ganhos e patrimônios de maneiras contestáveis, tudo está no radar dos músicos. Diante de eventos recentes que surgiram nos noticiários como a deputada sendo racista, policial cometendo feminicídio contra a própria companheira e o apresentador de TV sendo transfóbico, os músicos compartilharam em suas redes sociais o mesmo conteúdo. Se trata de uma arte crítica do cartunista Leandro Franco, que também é baterista e vocalista na banda Asteroides Trio. O protesto possui a seguinte mensagem: “Bolsonarismo! Mostra a sua cara”. O material ainda vem recheado com três imagens que têm a ver com os casos anteriormente citados. Veja: Via: RockBizz

Robert Plant remove publicação das redes sociais após reação negativa dos fãs
Entrevistas
20/03/2026

Robert Plant remove publicação das redes sociais após reação negativa dos fãs

As redes sociais proporcionaram uma proximidade e uma interação jamais vista entre os fãs e os artistas. Há músicos que se posicionam sobre os mais diversos assunto e bancam a choradeira que pode se seguir em suas plataformas. No entanto, há uma galera que recua no menor sinal de reação negativa de seu público. Este é o caso do eterno frontman do Led Zeppelin, Robert Plant, que removeu publicação das redes sociais após reação negativa dos fãs. O cantor compartilhou uma foto de um mural na Woody Guthrie Center, Tulsa, Oklahoma, cujo o texto era “esta terra é sua terra”. Algumas pessoas logo interpretaram a mensagem como algo político e contra às ações de Donald Trump em relação à imigração. Na legenda da postagem, Plant escreveu: “Woody… era isso que você queria dizer”? Logo os fãs inundaram o campo de comentários da publicação falando que Robert era mais um representante da cultura woke. É importante explicar que woke é um termo usado para se referir às pessoas que lutam contra as injustiças sociais e a discriminação. O episódio mostrou mais uma vez que os artistas estão constantemente sob o escrutínio dos fãs em suas redes sociais. É triste porque a espontaneidade e a liberdade são as primeiras sofrerem repressão, mas é pior ainda ficar sob o julgo dos fãs. Via: RockBizz

Twisted Sister: Filhos pediram para Dee Snider não fazer shows de reunião
Entrevistas
20/03/2026

Twisted Sister: Filhos pediram para Dee Snider não fazer shows de reunião

Notícias Dee Snider voltou a falar sobre a sua decisão de não realizar mais shows com o Twisted Sister. A banda faria uma turnê de reunião para celebrar cinco décadas de carreira, mas os problemas de saúde do cantor impediram isso. Contudo, em 3 de março, o grupo anunciou Sebastian Bach como seu novo vocalista para shows. Agora, em entrevista ao The Jasta Show, Snider disse não estar correndo risco de vida imediato, mas admitiu que sua vitalidade não é a mesma de antes. “Não vou morrer tão cedo. Mas estou lidando com problemas que, se eu não resolver, podem me matar. Tenho longevidade, mas não posso continuar fazendo as coisas que faço e esperar desfrutar dessa longevidade, das coisas da maneira como as faço”, comentou [transcrição via Whiplash]. Contudo, uma outra fala se destaca: o pedido dos filhos do cantor para que ele não fizesse os shows ao lado do Twisted Sister. A principal razão para isso seria que Dee “poderia acabar se matando” e “não conseguiria ficar parado no palco”. “Meus filhos sentaram comigo e pediram que parasse ou iria acabar me matando. Alguns choravam. Eles sabem como sou. Não conseguiria simplesmente ficar parado no palco. Até tentamos criar uma situação junto à banda onde eu teria pessoas me acompanhando o tempo todo, mas meu próprio manager sabia que não seria o suficiente”, comentou. LEIA TAMBÉM: Sebastian Bach tem “bênção total” de Dee Snider para liderar Twisted Sister Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Ian Anderson (Jethro Tull) debochou da versão do Iron Maiden para Cross-Eyed Mary: “Parece que o cantor estava com dor”
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19/03/2026

Ian Anderson (Jethro Tull) debochou da versão do Iron Maiden para Cross-Eyed Mary: “Parece que o cantor estava com dor”

O Iron Maiden fez uma versão de Cross-Eyed Mary, do Jethro Tull, faixa presente no quarto álbum de Ian Anderson e Cia, Aqualung, que saiu em março de 1971. A versão da Donzela de Ferro para Cross-Eyed Mary foi lançada no dia 20 de junho de 1983 como single de The Trooper. Em conversa com o BraveWords, o frontman do Maiden, Bruce Dickinson, lembrou como foi a gravação da canção e o deboche de Ian Anderson sobre a sua performance vocal. “As pessoas acham que a gente senta e planeja tudo, e às vezes planejamos, mas às vezes não”, observou Dickinson. “Essa foi uma daquelas vezes em que, como eu e o Steve Harris somos fãs do Jethro Tull, ele sugeriu a gente tocar Cross-Eyed Mary. E eu concordei”. Bruce prosseguiu com seu relato: “Não pensei mais nisso, e a gente não ensaiou nem fez nada até eles entrarem no estúdio e gravarem as bases. A voz de Ian Anderson é barítono grave, e a minha é tenor agudo. Então eu não consigo chegar a um barítono grave sem soar um pouco fraco. Mas se eu quiser cantar como um tenor agudo, tenho que cantar uma oitava inteira acima de onde estava. E parecia que tinha uma dominatrix presa no meu saco. Mas encontrei uma forma de cantar a música”. “Trabalhei com Ian! Foi brilhante, cantei duas músicas com ele em uma catedral, a Catedral de Canterbury. Os vídeos de fãs estão no YouTube e tal. Cantei Revelations e Jerusalem. Ian concedeu uma entrevista sobre esse show e disse: ‘Eu sabia que eles eram grandes fãs do Jethro Tull, mas fiquei intrigado quando ouvi aquele cover de Cross-Eyed Mary porque parece que o cantor estava com dor’. E eu estava mesmo”, concluiu o Air-Raid Siren aos risos. Via: RockBizz

Dave Grohl diz que morte de Taylor Hawkins “virou tudo de cabeça para baixo”
Entrevistas
19/03/2026

Dave Grohl diz que morte de Taylor Hawkins “virou tudo de cabeça para baixo”

Dave Grohl falou pela primeira vez de forma mais profunda sobre o impacto da morte do amigoe baterista do Foo Fighters, Taylor Hawkins. Em entrevista recente ao site Mojo, o líder do Foo Fighters descreveu o episódio como algo “injusto” e difícil de compreender até hoje. “Perder o Taylor nunca era para ter acontecido. Isso virou o nosso mundo de cabeça para baixo e me fez questionar tudo sobre a vida, que era tão… Era tão injusto. Ainda tenho dificuldade em dar sentido a isso”. Taylor Hawkins faleceu tragicamente em seu quarto de hotel em Bogotá, Colômbia, horas antes do show do Foo Fighters no Festival Estéreo Picnic, em 25 de março de 2022. Nos dias seguintes à tragédia, os integrantes do grupo se reuniram para processar o luto, enquanto o vocalista buscava formas de lidar com a dor e o vazio deixado pelo companheiro de longa data. “Acho que tinha medo do silêncio, medo de ter que sentir. Eu poderia ter aproveitado um pouco mais do silêncio, um pouco mais de profundidade. Nunca quero dizer que a música é uma distração, mas definitivamente a estava usando como uma muleta para alguma lesão. Percebemos que era algo que precisávamos fazer. Porque isso já nos salvou uma vez”, explicou Grohl, ressaltando a necessidade de manter sua banda ativa. A relação entre música e superação não é nova na trajetória do artista. Após a morte de Kurt Cobain, em 1994, Grohl encontrou na criação do Foo Fighters um caminho para seguir em frente — dinâmica que, segundo ele, voltou a se repetir após a perda de Hawkins. Após a morte de Taylor Hawkins Foo Fighters segue em frente Mesmo diante da tragédia, a banda decidiu continuar suas atividades. O grupo realizou shows em homenagem ao baterista, lançou o álbum But Here We Are em 2023 e seguiu ativo. Atualmente, o Foo Fighters se prepara para o lançamento do 12º álbum de estúdio, intitulado Your Favorite Toy, marcado para 24 de abril. A formação da banda inclui Dave Grohl, o baixista Nate Mendel, os guitarristas Chris Shiflett e Pat Smear, o tecladista Rami Jaffee e o novo baterista Ilan Rubin, que entrou em 2025 após a saída de Josh Freese. Recentemente, a banda anunciou show exclusivo no Rock In Rio 2026 como headliner do Palco Mundo no dia 04 de setembro. LEIA TAMBÉM: Dave Grohl explica saída de Josh Freese do Foo Fighters: “Seguir em frente” Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Melissa Auf der Maur revela que Dave Grohl desvendou o caminho de seu orgasmo
Entrevistas
18/03/2026

Melissa Auf der Maur revela que Dave Grohl desvendou o caminho de seu orgasmo

No finalzinho dos anos 1990 e começo de 2000, a baixista Melissa Auf der Maur (ex-Hole, ex-The Smashing Pumpkins) se relacionava amorosamente com Dave Grohl (Foo Fighters, ex-Nirvana). O casal era um dos queridinhos da MTV e, volta e meia, apareciam na programação do saudoso canal trocando juras de amor. Apesar do perceptível amor e respeito entre os músicos, o relacionamento não vingou e chegou ao seu fim. Em conversa com a People, Melissa Auf der Maur revelou que Dave Grohl desvendou o caminho de seu orgasmo. “Esse segredo da minha vida não é revelado para Dave, obviamente”, observou a baixista. “Esse segredo é para todas as mulheres que embarcam na misteriosa jornada dos orgasmos e no mistério muitas vezes negligenciado do que é ser mulher”. A artista seguiu refletindo sobre como o relacionamento com o rock star a ajudou a desenvolver uma consciência pessoal sobre suas próprias necessidades e relação com o corpo. “Um dos presentes que esse relacionamento me deu foi a consciência de como você pode ter vendas nos olhos em relação à sua própria necessidade de decifrar o seu próprio código. É para o mistério do orgasmo feminino. É contribuir para a causa”. “Antes do Grohl, ninguém nunca havia se esforçado tanto para me fazer ter um orgasmo em toda a minha vida. Eu nem era tão fã de sexo assim”, completou. Melissa Auf Der Maur está contando as suas glórias e aventuras no rock e na vida pessoal no livro Even The Good Girls Will Cry: A 90s Rock Memoir. O produto chegou ao mercado ontem, dia 17 de março de 2026, via Da Capo. Via: RockBizz

Diretor artístico do Lollapalooza Brasil diz que “o rock está mais vivo do que nunca”
Entrevistas
18/03/2026

Diretor artístico do Lollapalooza Brasil diz que “o rock está mais vivo do que nunca”

O diretor artístico do Lollapalooza Brasil, Marcelo Beraldo, conversou com a CBN São Paulo e saiu em defesa da música pesada. Apesar da percepção de que o rock perdeu espaço no mercado e nas plataformas de streaming, Marcelo declarou que o gênero vive um novo momento. “O rock está mais vivo do que nunca”, disparou o player da cena fonográfica. “Lá fora está tendo um privado muito forte, muito impulsionado pelo TikTok”. Ele também destacou que o público, especialmente entre os mais jovens, consomem diferentes gêneros sem se prender a rótulos. “Hoje em dia você não vê mais aquela figura de um nicho específico. A pessoa ouve de tudo: eletrônico, rap, pop e rock”. É fato que os grandes nomes como AC/DC, Guns N’ Roses, Iron Maiden, Foo Fighters e Metallica continuam lotando estádios. Os grupos de médio porte continuam lançando materiais novos e mantendo regularidade em termos de shows. E o underground segue firme e forte com inúmeros nomes fazendo música de alto nível. O Lollapalooza Brasil 2026 vai acontecer entre os dias 20 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. De som pesado, o festival ofertará ao público os shows do Deftones e Turnstile, que são dois dos headliners. Via: RockBizz

Exodus: Promise You This tem inspiração nas lições de vida que Gary Holt aprendeu com seu pai
Entrevistas
18/03/2026

Exodus: Promise You This tem inspiração nas lições de vida que Gary Holt aprendeu com seu pai

O Exodus está seguindo com a promoção de seu novo álbum Goliath, que sairá em 20 de março pela Napalm Records. Esse será o primeiro trabalho da banda com o vocalista Rob Dukes desde 2010. Para isto os caras estrearam o clipe da faixa Promise You This, que é o terceiro single do disco. O líder e guitarrista da banda, Gary Holt, falou brevemente sobre o som. “Promise You This é uma das nossas músicas favoritas do novo álbum. É muito, muito pesada, mas também arrasa. A música foi inspirada em algumas lições de vida que aprendi com meu pai e no tempo que levei para realmente entendê-las”. Goliath é a obra mais colaborativa do Exodus em seus mais de quarenta anos de história, apresentando músicas compostas por vários membros da banda. Além disso, ela conta com várias participações especiais como Peter Tägtgren (Hypocrisy, Pain) e a violinista Katie Jacoby. O disco teve produção da própria banda e masterização de Mark Lewis, profissional que já assinou discos do Whitechapel, Nile e Undeath. Track listing de Goliath: 01. 311102. Hostis Humani Generis03. The Changing Me (com Peter Tägtgren)04. Promise You This05. Goliath (com Katie Jacoby)06. Beyond The Event Horizon07. 2 Minutes Hate08. Violence Works09. Summon Of The God Unknown10. The Dirtiest Of The Dozen Via: RockBizz

Tarja Turunen lança single “At Sea” e revela detalhes do novo álbum
Entrevistas
18/03/2026

Tarja Turunen lança single “At Sea” e revela detalhes do novo álbum

Notícias Tarja Turunen lançou nesta quarta-feira, 18, o novo single “At Sea”. A faixa é a primeira amostra do novo álbum Frisson Noir, com previsão de lançamento para o dia 12 de junho, pela gravadora earMUSIC. “At Sea” explora o impacto físico e emocional da música, alternando entre momentos intimistas e passagens intensas guiadas por guitarra e orquestra. Gravada com a Orquestra e o Coro de Arte de Budapeste, sob regência de György Gulyás Nagy, a faixa constrói uma narrativa sonora que contrapõe medo e determinação. No centro, a voz de Tarja Turunen conduz a dinâmica entre fragilidade e potência operística, enquanto camadas orquestrais e corais ampliam o caráter dramático e cinematográfico da composição. De acordo com a gravadora earMusic, Frisson Noir entrega a fusão característica da artista entre metal contemporâneo, música clássica e arranjos cinematográficos. O disco de 10 faixas contará com convidados especiais como Dani Filth (Cradle of Filth ), Apocalyptica, Marko Hietala (ex-Nightwish) e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers ). O álbum mescla um som moderno e impactante com os elementos dramáticos e emocionais que definem a inconfundível identidade metal de Tarja. LEIA TAMBÉM: Tarja Turunen anuncia concerto natalino em São Paulo para dezembro Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Rock In Rio 2026 anuncia Bad Omens, The Hives, Rise Against e mais
Entrevistas
18/03/2026

Rock In Rio 2026 anuncia Bad Omens, The Hives, Rise Against e mais

Rock In Rio 2026 anunciou nesta terça-feira, 17, o line-up completo dos dias 04 e 05 de setembro. No dia 04 de setembro, Foo Fighters, The Hives, Rise Against e Nova Twins se apresentam no Palco Mundo. No Placo Sunset, as atrações são Capital Inicial, Hot Milk, Detonautas e Di Ferreiro. No dia 05 de setembro, Avenged Sevenfold, Bring Me The Horizon e Machine Gun Kelly se apresentam no Palco Mundo. Já no Palco Sunset, as atrações sãoBad Omens, Poppy, Black Pantera, Nervosa e Day Limns. O Rock in Rio 2026 acontecerá no Parque Olímpico entre os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro. Até o momento, o festival não anunciou as datas das vendas gerais dos ingressos. A venda do Rock in Rio Card, que permite a escolha da data de acesso ao festival, aconteceu em dezembro e já está finalizada. LEIA TAMBÉM: Rock in Rio 2026 terá mais rock: “Não podem brigar comigo”, diz Medina Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Sônia Coelho, mãe de Andre Matos, vai ao show do All Metal Stars BR em SP e posa para foto com a banda
Entrevistas
17/03/2026

Sônia Coelho, mãe de Andre Matos, vai ao show do All Metal Stars BR em SP e posa para foto com a banda

O All Metal Stars BR, que é um grupo composto por Aquiles Priester (bateria), Thiago Bianchi (vocal) e Edu Ardanuy (guitarra), está homenageando o saudoso Andre Matos com shows pelo Brasil. E vale destacar que o projeto tem a participação de Dani Matos, irmão de Andre. Dani é o baixista do conjunto. Os caras estão cruzando o país com muita alma, respeito, técnica e, principalmente, gratidão a um dos maiores nomes da história do heavy metal mundial. A tour terá ao todo quinze apresentações. No concerto de São Paulo, que aconteceu no último sábado, 15 de março, na Audio, Sônia Coelho, mãe de Andre Matos, foi ao show do All Metal Stars BR e posou para foto com a banda no camarim. Pelas redes sociais, o virtuoso Edu Ardanuy compartilhou registros do show e do encontro com a mãe de Andre Matos. Na discrição da postagem, ele escreveu: “Muito obrigado, São Paulo! Ontem conseguimos fazer uma homenagem gigantesca à obra e à arte do grande maestro do power metal brasileiro, Andre Matos. Foi uma noite realmente especial. Também foi um prazer enorme receber a Sônia Coelho, mãe do Andre, e simplesmente incrível dividir o palco com o Dani Matos em um momento tão marcante. São Paulo, mais uma vez, fez história. Vocês são diferenciados e muito especiais”. Via: RockBizz

Samael lança “Hidden Empire”, segundo single do novo projeto
Entrevistas
17/03/2026

Samael lança “Hidden Empire”, segundo single do novo projeto

Notícias Após o contundente retorno com “Black Matter Manifesto”, o Samael apresenta “Hidden Empire”, a segunda faixa de seu próximo single em vinil 12″ em edição limitada, com lançamento marcado para 24 de abril de 2026 pela Napalm Records. A nova música explora as estruturas invisíveis que moldam a existência moderna, traduzindo seus temas sombrios em uma paisagem sonora tensa e densa. A faixa começa com ecos da fase clássica do Samael, antes de evoluir para uma combinação pesada de riffs marcantes e intensidade mecânica. “Hidden Empire” destaca a habilidade da banda em equilibrar uma atmosfera opressiva com melodias hipnóticas. Junto com “Black Matter Manifesto”, a música forma uma declaração poderosa em duas faixas, mostrando que os pioneiros suíços continuam tão intransigentes e inovadores quanto sempre. Em nota à imprensa, a banda comentou sobre o novo single. “Escondido à vista de todos, bem na nossa frente, em todos os lugares e o tempo todo. Já não enxergamos aquilo que estamos acostumados a ver — essa é a nossa realidade, uma realidade à qual nos submetemos voluntariamente para levar uma existência sem dor, mas sem significado”. LEIA TAMBÉM: 3 motivos para não perder os shows do Iron Maiden no Brasil Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Entrevista com Nico Elgstrand (Katatonia) sobre show no Brasil e o futuro da banda!
Entrevistas
17/03/2026

Entrevista com Nico Elgstrand (Katatonia) sobre show no Brasil e o futuro da banda!

A Equipe do Sempre Um Rock teve a oportunidade de entrevistar o guitarrista Nico Elgstrand, da banda sueca Katatonia que vem para um show único no Brasil agora dia 21/03/26 no Cine Jóia em São Paulo/SP. A abertura do show ficará a cargo da banda Falchi, da guitarrista Jéssica Falchi, que lançou recentemente o seu primeiro EP solo, Solace, onde vocês podem conferir o review aqui ! Perguntas por Fernando Queiroz (instagram.com/fer_nando_nw) Entrevista conduzida por Erick Tedesco (instagram.com/tedesco.com.midia) Você diria que o Katatonia com duas guitarras é bem diferente de uma formação com apenas uma? Sim, eu acho que sim, particularmente em termos de sonoridade como banda. Todas as músicas são escritas para duas guitarras, então definitivamente existe uma energia diferente. Eu diria que é uma grande diferença. Sobre o setlist: você pode comentar algumas músicas que vocês estão tocando agora e o que o público brasileiro pode esperar? Eu não diria que o setlist está cravado em pedra, mas com certeza estamos tocando algumas músicas do novo álbum. A grande questão, eu acho, é sempre se vamos tocar “My Twin”, porque é uma música que tocamos há muito tempo. Como eu disse antes, às vezes, quando você toca uma música demais, precisa dar uma pequena pausa. Então vamos ver em relação a essa. Estou tentando lembrar agora exatamente o que estamos tocando, mas acho que, em comparação com a última vez que estivemos no Brasil, o repertório está bem diferente. Ainda assim, tem algumas músicas conhecidas. “Soil’s Song”, por exemplo, posso dizer que estamos tocando. “Lethean” também estamos tocando. Mas, para ser honesto, ainda não é um setlist totalmente fechado, então qualquer coisa pode acontecer. A única certeza é que temos, acho, cinco ou seis músicas do novo álbum, e isso é o principal, porque é um disco novo. Eu sei que a maioria das pessoas quer ouvir este ou aquele favorito, mas, como banda, nós também falamos muito sobre as músicas novas e sobre levá-las para o palco, porque gostamos delas. Quando você vai a um show, quer ouvir material novo, mas também quer ouvir o máximo possível do catálogo antigo. Então é realmente difícil fazer todo mundo feliz. Vamos ver. Mas “Dead Letters” eu tenho quase certeza de que vamos tocar, pelo menos eu espero, porque adoro tocar essa música. E “Forsaker” também é muito divertida ao vivo. Ao mesmo tempo, talvez eu nem devesse dizer muito, porque hoje em dia você descobre tudo na internet de qualquer forma. E isso é uma das coisas ruins da internet: você consegue ver o setlist do show antes. Eu lembro que fui ver o Tool há alguns anos e não queria saber de nada. Mas meu irmão mais novo falou: “Não, você precisa ver, porque assim sabe o que esperar, pode ouvir as músicas antes e, se tiver alguma que você não escuta há muito tempo, já se prepara”. E isso também faz sentido, porque se você ouve uma música ao vivo sem lembrar dela direito, às vezes sua reação é: “Que música é essa?”. Então existe um lado bom nisso. Também evita que você fique duas horas e meia esperando a sua favorita e, no fim, ela não apareça. Então há os dois lados. Mas, de qualquer forma, é isso que eu posso dizer por enquanto. Você costuma ler as críticas e resenhas sobre o novo álbum? Sim, quer dizer, não todas, obviamente, mas leio um pouco aqui e ali. Você tenta ter uma noção. E é difícil, porque é sempre assim: algumas pessoas dizem que é incrível, outras dizem “cara, que porra é essa?”. E eu tenho uma tendência a ser mais influenciado justamente por essas poucas críticas negativas. Se 98 pessoas disserem que é a melhor coisa do mundo e duas disseram que é uma merda, eu acabo prestando mais atenção nessas duas. Então eu tento não ler demais, tento não ficar no YouTube vendo comentários, porque isso também consome muito tempo e, no fim, não há muito o que eu possa fazer. Se as pessoas não gostam, tudo bem, sabe? Elas podem ouvir outra coisa. Mas, ao mesmo tempo, por ser meu primeiro álbum com a banda, claro que você fica curioso. Você quer saber o quanto as pessoas te odeiam ou gostam de você, sabe? Mas, no geral, a resposta tem sido positiva. E, claro, é Katatonia: muita gente que falou algo negativo estava esperando alguma coisa mais ligada aos tempos antigos. Só que acho que a maioria já percebeu que isso não vai voltar a ser como era vinte anos atrás. Qual foi a ideia por trás da arte do álbum? Acho que, no geral, o Jonas passou descrições mais ligadas à atmosfera, à vibração da coisa, não algo muito específico do tipo “faça exatamente isso”. Porque, se você faz isso, então é melhor desenhar sozinho. A ideia era mais: “é assim que eu me sinto em relação a esse álbum, agora me mostre a sua interpretação”. E, quando o artista retorna com algo, você olha e pensa: “Ok, isso é muito legal”. Aí pode ser algo que se encaixa perfeitamente ou algo que você odeia, mas não faz sentido começar a voltar para o artista tentando controlar tudo nos mínimos detalhes, porque aí deixa de ser uma colaboração. Então eu diria que o que você vê é a visão do artista a partir da atmosfera que foi passada para ele. Há planos para um novo álbum ao vivo com a formação atual? Não, não existem planos concretos no momento. Não estou dizendo que isso não vai acontecer, porque seria legal, mas não há nada definido. Eu e o Sebastian entramos há uns dois anos, então ainda estamos aprendendo muita coisa ao vivo também. Mas, se um álbum ao vivo acontecer, eu acho que precisaria ser em um lugar visualmente muito especial. Hoje, com a tecnologia, para justificar um disco ao vivo, tem que existir algo a mais. E eu gosto de bons álbuns ao vivo, amo isso, mas também existem muitos

3 motivos para não perder os shows do Iron Maiden no Brasil
Entrevistas
17/03/2026

3 motivos para não perder os shows do Iron Maiden no Brasil

Iron Maiden vem ao Brasil em outubro com a Run For Your Lives Tour. A banda se apresenta no Allianz Parque, nos dias 25 e 27 de outubro, com abertura do Alter Bridge – ingressos à venda no site da Livepass. A turnê celebra as cinco décadas de carreira de uma das maiores bandas de heavy metal da história e faz um passeio completo por toda a “era dourada” do grupo. Destaca-se também a presença de Simon Dawson como o baterista da turnê após Nicko McBrain decidir se aposentar dos palcos em 2024. Em 2025, o sexteto realizou 35 shows pela Europa – incluindo a histórica apresentação no Estádio Olímpico de Londres, onde o West Ham, time do coração do baixista Steve Harris, manda seus jogos. Neste ano, a turnê entra em sua reta final com novas apresentações pelo Velho Continente. além de datas na América do Norte, do Sul, Oceania e Ásia, No mês de julho, o grupo ainda realizará seu próprio festival no lendário Knebworth Park na Inglaterra. O Wikimetal separou uma lista com 3 motivos pelos quais você não pode perder os shows em outubro. Produção de palco de última geração Pela primeira vez em sua carreira, o Iron Maiden abriu mão de suas tradicionais cortinas de palco e passou a utilizar telões em suas performances. A mudança causou reações mistas nos fãs, contudo trouxe um novo dinamismo aos shows. Com uma produção de nova geração, a Donzela de Ferro elevou a imersão visual de suas apresentações para um nível ainda maior do que já fazia antes. O uso da tecnologia fez com que as narrativas épicas de cada faixa ganhassem animações modernas, criando cenários que se transformam instantaneamente. Oportunidade de conferir clássicos, músicas lado-b e grandes épicos do Iron Maiden O setlist de 17 músicas abrange músicas de toda a fase oitentista e o início do período noventista do grupo. Clássicos como “The Number of The Beast”, “2 Minutes To Midnight”, “Powerslave”, “Run To The Hills”, “Aces High”, “Fear of the Dark”, “The Trooper”, “Hallowed Be Thy Name” e “Wasted Years” são presença garantida. A principal novidade, sem dúvidas, está na inclusão de músicas que não eram tocadas há muito tempo, como é o caso de “Murders in the Rue Morgue” “Killers” e “The Clairvoyant”. Para os fãs de longa data, ainda será a oportunidade de ouvir as épicas “Rime of the Ancient Mariner”, “Seventh Son of a Seventh Son” e “Phantom of the Opera”. Última chance de ver a banda até 2028 A turnê se encerra em novembro, com shows nos dias 24 e 25 em Yokohama, no Japão. Essa é a última oportunidade de ver o Iron Maiden ao vivo durante um tempo porque a banda entrará em uma pausa logo em seguida que deve durar até 2028. “Esses serão os shows finais de uma turnê de dois anos e a última chance para os fãs do mundo todo presenciarem a produção de última geração que acompanha o repertório único, com músicas dos nove primeiros álbuns da banda”, comunicou o grupo. LEIA TAMBÉM: Iron Maiden: Documentário terá “coisas que nunca vieram à tona”, diz Adrian Smith Redação Com um time formado por mais de 20 repórteres e fotógrafos, a redação do Wikimetal traz todos os dias notícias, coberturas, entrevistas e outros conteúdos relevantes no mundo do rock e do metal. Via: WikiMetal

Soulfly sofre roubo de equipamentos antes de iniciar turnê nos EUA
Entrevistas
16/03/2026

Soulfly sofre roubo de equipamentos antes de iniciar turnê nos EUA

Soufly, banda liderada por Max Cavalera, teve seus equipamentos de palco ás vésperas do início de sua turnê pelos Estados Unidos ao lado do GWAR. A série de shows começa nesta quinta-feira, 19 de março. Em suas redes sociais, a banda afirmou que seu caminhão sofreu um arrombamento durante o percurso para a cidade onde a turnê começará: Richmond, Virginia. Os ladrões levaram todos os backdrops de palco do grupo, além de uma bolsa que continha itens pessoais de um membro da equipe técnica. Até o momento, não houve confirmação de recuperação dos itens. A expectativa é de que a turnê siga com todas as datas previamente agendadas – mais informações aqui. “Alerta vermelho! Alguém invadiu nosso caminhão U-Haul ontem à noite em Albuquerque enquanto estávamos a caminho da turnê com o Gwar. Levaram todos os backdrops do Soulfly e uma bolsa pessoal de um dos membros da nossa equipe. Por favor, se você vir alguém ou souber de algo suspeito, entre em contato’, escreveu a banda [transcrição via Metal Injection]. Soulfly lançou novo álbum ‘Chama’ em outubro do ano passado O trabalho é mais uma prova impressionante da habilidade natural do compositor brasileiro Max Cavalera, em criar riffs pesados e ainda assim repletos de ritmo, um som que tornou sua assinatura musical reconhecida mundialmente. O vocalista e guitarrista Max Cavalera comentou: “Chama é uma palavra brasileira que significa chama, fogo. Mas ela também pode significar um ‘chamado’. Tenho muito respeito por Alex Pereira, que usou ‘Itsari’ como música de entrada no UFC. Chama foi inspirada por essa energia do momento. Esse álbum é o som do fogo do SOULFLY! Mal posso esperar para tocar essas músicas ao vivo para a Tribo! Chama!” O guitarrista Zyon Cavalera acrescentou: “Com cada álbum do SOULFLY em que toquei, consigo sentir minha evolução acontecendo em tempo real. Esse foi especial, pois tive a oportunidade de participar de boa parte da produção pela primeira vez. Foi incrível explorar novos territórios com a banda e já estou ansioso para fazer mais trabalhos de produção no futuro!” LEIA TAMBÉM: Monsters of Rock 2026 divulga grade de horários Vitor Melo Estudante de Jornalismo e fã de Rock e principalmente Heavy Metal, gosta de nomes como Judas Priest, Black Sabbath e em especial Iron Maiden, banda que já viu 3 vezes, acompanha desde os 12 anos e sonha assistir um show em Londres. Seu primeiro contato com a música pesada veio ao jogar Guitar Hero e de lá nunca mais parou. Sempre gostou de escrever e tem a música como uma de suas paixões. Dentro do meio, tem Steve Harris, Bruce Dickinson, Rob Halford e Ozzy Osbourne como seus ídolos. Via: WikiMetal

Cultura musical hoje: metal, palcos gigantes e tribos em movimento
Entrevistas
16/03/2026

Cultura musical hoje: metal, palcos gigantes e tribos em movimento

Cultura musical e eventos ao vivo O som que escapa de um amplificador não é só ruído organizado: é memória, geografia, história de gente que se encontra embaixo do mesmo palco. Em tempos de streams sob demanda e playlists infinitas, a cultura musical do metal continua encontrando seu ponto mais alto quando as luzes se apagam e o público sente o peso do primeiro riff ao vivo. Em estádios, casas pequenas e festivais como Wacken Open Air, Download Festival, Hellfest e Rock in Rio, a relação entre banda e plateia ainda é feita de suor, lama, chuva, atraso, improviso e comunhão. Quando o palco vira templo de distorção Bandas como Metallica, Iron Maiden, Judas Priest, Sepultura e muitas outras transformaram as apresentações em experiências quase religiosas para seus seguidores. Cada turnê traz um novo cenário, novas projeções, efeitos de fogo, coros que o público conhece de olhos fechados. Quem esteve em noites históricas no Rock in Rio, com multidões de centenas de milhares de pessoas, sabe que não se trata apenas de ouvir músicas conhecidas, e sim de viver uma história coletiva, em que o grito de cada um ajuda a criar o clima da cidade do rock. Cidades de metal erguidas por alguns dias Wacken Open Air, na Alemanha, reúne cerca de 85 mil fãs por edição e é tratado como uma espécie de Meca do heavy metal, onde nomes clássicos dividem a escalação com bandas novas em vários palcos. Em Clisson, na França, o Hellfest recebe dezenas de milhares de pessoas por dia e virou referência na Europa ao combinar metal, hard rock e experiências visuais intensas. Donington Park, no Reino Unido, se transforma todo ano no campo sagrado do Download Festival, com mais de cem mil espectadores em edições recentes e shows com bandas como Avenged Sevenfold, Guns N’ Roses e Ozzy Osbourne. No Brasil, o Rock in Rio segue sendo um dos maiores festivais do planeta, capaz de reunir, em um mesmo pôster, artistas de metal, pop, rap e eletrônica diante de um público que atravessa gerações. Irmandades forjadas no barulho Por trás de cada grande show, existe uma rede de amizades construída em filas, fóruns, grupos de WhatsApp e redes sociais. Fãs que se conheceram trocando fitas de Sepultura nos anos 1990 hoje levam filhos para ver a banda em turnê de despedida, repetindo rituais de pintura de rosto, camisetas pretas e encontros em bares próximos aos estádios. Essa comunidade se fortalece no cotidiano, mas é no dia do show que ela ganha corpo físico, quando avatares ganham rosto e apelidos se transformam em abraços na grade. A aposta invisível de cada noite Em muitos festivais, o dia começa cedo e termina de madrugada, com sol forte, chuva repentina e filas intermináveis. Durante os intervalos, parte do público puxa conversa sobre futebol, resultados de lutas e cotações de campeonatos, enquanto outra parte abre o aplicativo bet no celular para acompanhar placares em tempo real ou brincar com palpites rápidos. Essas telas compartilham espaço com vídeos de apresentações anteriores, setlists compartilhados e mensagens nos grupos de fãs, tudo acontecendo enquanto a equipe no palco prepara a próxima banda. A imprevisibilidade que mantém o metal vivo Nenhuma gravação consegue reproduzir plenamente o momento em que a banda muda o repertório na última hora porque sentiu o clima da plateia. Em Wacken, já houve shows encurtados por causa de tempestades intensas, obrigando a produção e os músicos a reorganizar tudo às pressas, sem deixar o público desamparado. No Hellfest e em edições recentes do Download, ondas de calor intensas fizeram os organizadores reforçar os pontos de água, sombras e avisos de segurança, sem tirar o pé do acelerador do palco principal. Na América do Sul, onde torcidas de futebol inspiram coros e bandeiras, não é raro ver estádios se transformarem em verdadeiras arquibancadas cantadas, com baterias improvisadas e mosaicos que rivalizam com os finais de campeonatos. Metal na era do streaming Serviços como Spotify, YouTube e plataformas de vídeo sob demanda aproximaram bandas de públicos que talvez nunca comprassem um CD importado nas antigas lojas especializadas. Jovens descobrem clássicos de Black Sabbath e Slayer ao lado de lançamentos de Gojira, Lamb of God e de bandas brasileiras independentes que sobem suas músicas diretamente da casa para o mundo. Ao mesmo tempo, a venda de ingressos online se tornou uma batalha à parte: filas virtuais, pré-vendas exclusivas, pacotes VIP que incluem meet and greet e áreas especiais próximas ao palco. A experiência completa de ser fã de metal hoje passa tanto pela assinatura de um serviço de streaming quanto pela corrida para garantir lugar em turnês que esgotam em minutos. Quando o show vira aposta do coração Quem já esperou anos para ver uma banda favorita sabe que cada show carrega um risco emocional enorme: a expectativa pode ser recompensada com uma noite perfeita ou frustrada por problemas de som, atrasos ou reações frias. Muitas pessoas que vivem intensamente esse universo também transitam por plataformas digitais em que probabilidade e emoção se cruzam; a MelBet App oferece, em outra tela, aquela mesma ideia de risco calculado diante do imponderável. O coração aprende a operar entre estatísticas e surpresa, seja tentando prever quantos gols saem em um clássico ou qual música encerra o bis de uma turnê histórica. Tradição, renovação e resistência Enquanto veteranos como Iron Maiden e Metallica continuam lotando arenas, novas gerações surgem em festivais menores, em circuitos de casas independentes e até em palcos alternativos de eventos gigantes. A cena brasileira se renova com bandas que misturam peso com ritmos locais, letras politizadas e preocupação ambiental, inspiradas por trajetórias como a do próprio Sepultura. As comunidades de fãs, por sua vez, usam redes sociais para organizar caravanas, levantar causas solidárias, pressionar por acessibilidade e segurança nas áreas de show. No fim, a cultura musical do metal e dos eventos ao vivo resiste porque entrega algo que nenhum algoritmo consegue simular por completo: o choque físico do som, a sensação de pertencimento e o momento em que

Rafael Bittencourt diz que críticas de ex-integrantes do Angra são “visões pessoais”
Entrevistas
16/03/2026

Rafael Bittencourt diz que críticas de ex-integrantes do Angra são “visões pessoais”

Em entrevista ao Wikimetal, Rafael Bittencourt falou sobre as críticas públicas feitas por ex-integrantes do Angra. Rafael explicou: “As críticas que existiam eram a visão pessoal de cada um, não tem como explicar esses fatos. Na verdade, têm perspectivas sobre esses fatos. Então, na verdade, são pedaços de uma visão sobre os fatos, e muitas vezes eu achei que não tinha que responder. Eu tinha uma visão muito diferente e deixei assim. Muitos falam que quem cala consente, mas acho que não é só isso, acho que às vezes a pessoa quer atenção, a pessoa está magoada e quer desabafar, mas a minha visão é sempre muito diferente das que expõem por aí. Mas também eu não estou dizendo que a minha visão é a certa”. Apesar de Rafael Bittencourt não citar nomes, a saída recente de Fabio Lione do Angra gerou versões diferentes entre o vocalista e o guitarrista. Segundo Rafael, a decisão teria sido amigável e motivada principalmente pelo hiato anunciado pela banda após a turnê recente. De acordo com o guitarrista, como não havia planos concretos para atividades nos próximos anos, Lione preferiu se desvincular do grupo para se dedicar a outros projetos, e a saída teria acontecido em comum acordo entre as partes. Porém, em entrevista à Rolling Stone, Fabio Lione rebateu a versão de Rafael Bittencourt, afirmando que essa explicação é apenas uma “verdade confortável” apresentada pelo guitarrista. “É complicado e ao mesmo tempo não é. Sinceramente, eu não queria falar muito desse assunto do Angra. O que o Rafa disse é verdade […] Rafa preferiu fazer essa entrevista falando essa verdade, que é verdade, mas uma verdade confortável para ele. É tipo: “não quero fazer ninguém ficar na banda, a banda está em hiato e ele quer sair”. É uma maneira muito ‘quero passar como santo’”, disse Leoni. Mesmo com as críticas, Fabio Lione afirmou que não tem nada pessoal contra os integrantes e disse torcer pelo futuro do Angra. A fase atual do Angra com Alírio Netto nos vocais Em entrevista ao Wikimetal, Rafael também confirmou Alírio Netto como novo vocalista. “Sim, ele é de fato o novo vocalista do Angra. Porém, o Angra permanece em um certo hiato. Ou seja, a gente teve uma troca de vocalista no meio de um hiato. Então, sim, ele é o novo vocalista. Mas ainda não existem planos muito claros”. O Angra havia anunciado um hiato em agosto de 2025 após o fim da turnê de 20 anos do álbum Temple of Shadows. A decisão foi motivada pelo desgaste após anos de trabalho intenso e pela vontade dos membros de se dedicar a projetos pessoais. Segundo Rafael Bittencourt, o hiato da banda deverá durar de 2 a 3 anos e, durante esse período, o grupo não deve trabalhar em novas composições. Entretanto, a banda anunciou o show de reunião no Bangers Open Air 2026, em São Paulo, no domingo, dia 26 de abril e um side show no Espaço Unimed, dia 29 de abril, celebrando em grande estilo os 25 anos de Rebirth LEIA TAMBÉM: Fabio Lione rebate versão de Rafael Bittencourt sobre sua saída do Angra Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Vinnie Vincent, ex-KISS, anuncia novo álbum à venda por US$ 2 milhões
Entrevistas
16/03/2026

Vinnie Vincent, ex-KISS, anuncia novo álbum à venda por US$ 2 milhões

O guitarrista Vinnie Vincent anunciou uma forma incomum de lançar seu aguardado álbum Guitarmageddon, oferecendo todo o disco por US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 10 milhões, na cotação atual). Segundo o site Ultimate Classic Rock, o valor permite ao comprador acesso direto ao material completo antes de qualquer lançamento convencional. O pacote inclui 10 músicas finalizadas em formato master, além de arquivos de arte, pôsteres e layouts de capa para versões em CD ou vinil. Quem comprar o material também poderá agir como uma espécie de gravadora, decidindo se o álbum será lançado integralmente ou faixa por faixa, em diferentes formatos. Apesar disso, o acordo possui algumas condições. O comprador não receberia automaticamente os direitos autorais das composições, que exigiriam negociações separadas. Além disso, qualquer estratégia de marketing ou lançamento precisaria da aprovação de Vinnie Vincent. A proposta lembra iniciativas raras da indústria musical, como o álbum Once Upon a Time in Shaolin, do Wu‑Tang Clan, que também foi vendido como peça única por US$ 2 milhões em 2015. Vinnie Vincent defende seu modelo de lançamento A proposta surgiu após uma estratégia anterior não obter o resultado esperado. Inicialmente, Vincent planejava vender cada música separadamente por cerca de US$ 200, com CDs numerados e autografados – cerca de R$ 1.250 e US$ 300, cerca de R$ 1.700 para pedidos internacionais. Cada faixa só seria produzida e enviada se mil unidades fossem vendidas antecipadamente — o que poderia gerar cerca de US$ 200 mil por música. Como o modelo não atingiu o volume de compradores esperado, o guitarrista decidiu reformular a oferta. O guitarrista argumentou que o modelo busca proteger seu trabalho contra pirataria e downloads ilegais, problemas que, segundo ele, dificultam que artistas recebam pagamento justo pela música produzida. Em relação às pessoas que criticaram o valor, Vinnie Vincent afirmou que são “emocionalmente perturbadas” e tentam atrapalhar sua plataforma de vendas, afirmando que as pessoas preferem comprar itens de outros artistas ao invés de pagar pela sua música. “São os mesmos chorões que não veem problema em pagar US$ 500 para um artista que faz playback por um tijolo de uma casa demolida por ele, ou US$ 1.000 por um par de meias usadas e suadas. Mas vocês choram e reclamam como bebês quando o VV [Vinnie Vincent] vende algo a um preço que não gostam? Cresçam!”, enfatizou. O projeto Guitarmageddon é aguardado há décadas pelos fãs e representa o retorno de Vincent com material inédito após um longo período longe dos holofotes. Mesmo assim, o guitarrista deixou claro que prefere manter o álbum inédito a lançá-lo sem a compensação financeira que considera justa para seu trabalho. LEIA TAMBÉM: Vinnie Vincent, guitarrista substituto no KISS, presta homenagem a Ace Frehley Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal

Gabriela Abud anuncia saída da Nervosa após quase dois anos
Entrevistas
16/03/2026

Gabriela Abud anuncia saída da Nervosa após quase dois anos

Notícias Gabriela Abud anunciou oficialmente sua saída da Nervosa. No começo de fevereiro, a banda informou que Gabriela deixou a banda devido a “problemas de logística e de vistos” e que Michaela Naydenova “voltou a assumir o posto de baterista oficial”. Por meio de um post feito nas redes sociais no último domingo, 15, Gabriela Abud informou que decidiu sair da banda “dar espaço para novos caminhos”. Leia o comunicado na íntegra: Após dois anos intensos e muito especiais com a Nervosa, decidi me desligar do projeto e dar espaço para novos caminhos. A decisão foi tomada com muito carinho e respeito por tudo o que vivemos. Sou muito grata por todas as experiências, pelas turnês pelo mundo e por cada músico, banda e crew com quem cruzamos pelo caminho. Trabalhar e tocar com tantas pessoas incríveis me fez crescer muito como baterista e como pessoa. Sou grata por fazer parte dessa história e tenho muito orgulho de tudo o que construímos juntas. Desejo todo o sucesso do mundo para essas meninas tão talentosas, o novo álbum está incrível! Por aqui sigo estudando e me aprimorando cada vez mais na bateria, meu instrumento e uma das grandes paixões da minha vida. Assim como sigo alimentando meu trabalho como atriz, outro caminho que faz parte de quem eu sou e que amo igualmente é a bateria. Estou disponível e animada para novos projetos e colaborações em 2026! Agradecimento especial a todos os fãs!!! Sem vocês, nada disso teria sido possível!” Abud havia substituído a baterista búlgara Naydenova em 2024, que volta a fazer parte da banda. Nerosa segue com a promoção do novo álbum, Slave Machine, sexto disco da carreira que está previsto para 30 de abril pela Napalm Records. LEIA TAMBÉM: De Lúcifer a Nervosa: Artistas falam sobre ser mulher no rock e metal Jéssica Marinho Repórter e Fotógrafa em cobertura de shows, resenhas, matérias, hard news e entrevistas. Experiência em shows, grandes festivais e eventos (mais de mil shows pelo mundo). Portfólio com matérias e entrevistas na Metal Hammer Portugal, Metal Hammer Espanha, The Metal Circus (Espanha) Metal Injection (EUA), Wikimetal e outros sites brasileiros de cultura e entretenimento. Também conhecida como A Menina que Colecionava Discos – [email protected] Via: WikiMetal