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Max Cavalera elege os 10 álbuns que definem sua trajetória

Por Wiki Metal 10/03/2026
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Max Cavalera elege os 10 álbuns que definem sua trajetória


Max Cavalera tem influências que correm fundo em seu DNA. Das lendas brasileiras do Sepultura ao Soulfly, as bandas que o inspiraram podem ser ouvidas em cada projeto.

Em conversa com a Metal Hammer, publicada originalmente na edição 250 (maio de 2013), Max mergulhou nos discos que definiram sua trajetória. Confira abaixo:

O primeiro álbum comprado

Queen – Live Killers (1979)

“Meu primeiro álbum foi o Live Killers. Eu e o Iggor [Cavalera] fomos ao show em São Paulo e, no dia seguinte, fui à loja buscar qualquer coisa do Queen. O vendedor me recomendou esse. Eu amava, ouvia todo dia. Acho que foi minha introdução ao Heavy Metal.”

A melhor arte de capa

Scorpions – Blackout (1982)

“Sempre gostei de Blackout. É uma imagem impactante, um rosto quebrando o vidro com garfos nos olhos. É uma pintura e, na verdade, uma composição muito bonita.”

O álbum que eu gostaria de ter feito

Black Sabbath – Sabotage (1975)

“Eu queria ter feito o Sabotage. Só pelo riff de “Symptom Of The Universe”, que eu acho o melhor riff da história do Heavy Metal. Ele e “Hole In The Sky” abrindo o disco é algo brutal. Não existe nada melhor que isso”.

O álbum para quebrar o limite de velocidade

Nails – Abandon All Life (2013)

“Vou de Nails. É um álbum fantástico, mas a menos que fosse uma viagem muito curta, você teria que ouvi-lo umas 10 vezes seguidas.”

O álbum que ninguém vai acreditar que eu tenho

Sigue Sigue Sputnik – Flaunt It (1986)

“Sigue Sigue Sputnik não é o tipo de coisa que as pessoas esperariam que eu gostasse, mas eu me interessei por muitas coisas de New Wave, como The B-52s e The Cure, e eles eram, de longe, a mais louca de todas essas bandas.”

O álbum que define o Metal

Motörhead – No Sleep ’Til Hammersmith (1981)

“Esse disco apresentaria o Metal para qualquer pessoa perfeitamente. É brutal. Energia, poder e velocidade… é a origem do Thrash. Sem o Motörhead ou esse álbum, provavelmente não existiria Metallica, Slayer ou Sepultura.”

O álbum que não deveria existir

Celtic Frost – Cold Lake (1988)

“Eu era um fã tão grande e, quando o Cold Lake saiu, eu só conseguia pensar: ‘que lixo é esse?!’. Tentando ser glam? Achei que o Tom Warrior estava pregando uma peça na gente. Foi uma grande decepção.”

O álbum que me lembra o Brasil

Chico Science – Afrociberdelia (1995)

“Qualquer coisa do Chico Science. Ele é meu artista brasileiro favorito e fala muito sobre as tardes de domingo no Brasil, a comida e coisas que me conectam com a nossa cultura. Quando eu o ouço, sou transportado de volta para casa.”

O álbum que quero que toque no meu funeral

Nailbomb – Point Blank (1994)

“Acho que o Point Blank estaria de bom tamanho. Muito p*** da vida, raivoso, odioso… o Nailbomb era tudo isso. Seria a forma perfeita de partir.”

O álbum pelo qual quero ser lembrado

Soulfly – Soulfly (1998)

“Meu maior orgulho. De todos os meus discos, foi o mais difícil de fazer pelas circunstâncias da época. Eu tinha acabado de sair do Sepultura, havia a morte do Dana Wells… foi um momento muito sombrio, mas o álbum tem uma vibe incrível. Tenho muito orgulho dele.”

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Brunno Salgado

Desde a infância, sempre fui um grande amante da música. Aos 13 anos,
tive meu primeiro contato com o Rock! Desde então, não importa onde
moro — seja no interior ou na capital —, sempre me envolvi ativamente
com a cena musical. Estou presente em shows e festivais sempre que
possível, em uma busca constante por novas experiências sonoras que
ampliem meu repertório e minha paixão pela música.



Via: WikiMetal