Resenhas

Dave Grohl (Foo Fighters) diz que seu tratamento vocal à base de álcool era mentira
O vocalista e guitarrista Dave Grohl (ex-Nirvana) confessou que o seu tratamento vocal à base de uísque e cerveja que mantinha sua voz saudável era mentira. O líder do Foo Fighters, que tem 57 anos, portanto, não é nenhum garotão, falou recentemente sobre a importância de cuidar da voz, mencionando seu método supostamente aprovado por médicos durante uma entrevista no Dish Podcast. Grohl contou sobre uma vez em que precisou consultar um médico para verificar suas cordas vocais e revelou que seu segredo para mantê-las saudáveis era beber cerveja e uísque antes dos shows. “Uma hora antes do show, eu abro uma cerveja e começo a beber. Às vezes tomo um Advil porque meus joelhos doem, meus tornozelos doem, sei lá, estou velho”, ele disse. “E meu médico disse: ‘Não mude o que você está fazendo. Está funcionando!’ E eu respondi: ‘Ok, ótimo!’ E foi isso!”, completou. No entanto, durante o show intimista do Foo Fighters no Irving Plaza, em Nova York, na última quinta-feira (30 de abril), Dave confessou antes de tocar Monkey Wrench (via NME): “Escutem, eu sei que dou a impressão de que não faço aquecimento vocal”, falou o rock star para a plateia. “Já falei isso antes para a imprensa. ‘Não, eu só tomo umas cervejas e um shot de uísque’. É tudo mentira. Eu faço aquecimento vocal completo todas as noites antes de subir ao palco para garantir que não perca a voz durante a apresentação. Mantive isso em segredo por muito tempo”, acrescentou. “Estou aqui para dizer que venho trabalhando nesse grito há 30 anos”, continuou ele. “Você consegue gritar? Tipo, gritar o mais alto que você conseguir? Vou ouvir seu grito e depois vou avaliar o que você fez”. “É isso que eu faço, toda noite, uma hora antes do show”, ele brincou. “Só tentando aquecer a voz…”, completou o artista. Via: RockBizz

Jason Newsted (ex-Metallica) conta que câncer de garganta o alertou para parar com os vícios
Durante participação em episódio do podcast Let There Be Talk, o ex-baixista do Metallica, Jason Newsted, contou que foi submetido a uma cirurgia para tratar um câncer de garganta. O músico, que está com 63 anos, comentou que, apesar do problema, consegue ver o lado bom, pois está dando mais atenção à sua saúde hoje em dia. “Daqui a uma semana, fará um ano. No dia 8 de maio de 2025, fiz um procedimento para tratar um câncer de garganta. Eles removeram um monte de coisas daqui e depois usaram lasers por aqui para remover mais um monte de coisas. A cavidade dentro da minha cabeça está diferente de como era antes, mas descobrimos cedo. Recebi minha alta há cerca de três semanas. Então, venci a doença”. Newsted acrescentou: “Eu prometi a mim mesmo que ia descansar, e essa foi a primeira vez que fiz isso na minha vida. Normalmente, eu vivo no limite. Então, prometi a mim mesmo que ia relaxar e descansar o tempo necessário. E não havia a menor chance, com a minha arrogância e prepotência, de eu parar de fumar maconha, de parar de beber, de parar de fazer todas essas coisas. Mas o grande espírito me chamou a atenção e disse: ‘Isso não é bom agora, cara’. E então me ajudou a parar. “Agora estou com a cabeça mais lúcida do que jamais estive em toda a minha vida adulta. E há bênçãos em tudo. A limonada que estou fazendo neste verão, mano… hum. Doce. Uau”, completou o baixista. E por falar no artista, ele estará em turnê a partir do dia primeiro de julho. Jason Newsted & The Chophouse Band passarão por cidades como Northampton, Albany, Alexandria, Grand Rapids, Knoxville e outras. O grupo também fará a abertura dos shows do Blackberry Smoke. Via: RockBizz

Tomara que o Angra não se torne um eterno baile da saudade, que se pendura nas glórias do passado
A cena heavy metal nacional nos brindou com um bom exemplo de saudosismo – que é a valorização em grau supremo do passado – em perfeita sintonia ao frenesi – que se caracteriza por uma movimentação intensa, excesso em uma paixão e desvario – com a reunião da segunda encarnação do Angra, a qual rendeu álbuns de primeira classe tais quais Rebirth (2001) e Temple of Shadows (2004). O movimento do grupo em desenterrar a formação bem quista pelo público foi deveras inteligente. E mesmo que isso tenha rolado para apenas dois concertos, o ato concedeu ao conjunto um verniz de renovação e renascimento. E mais que isso, a estratégia foi bem sacada, porque aconteceu concomitantemente à estreia de seu quarto cantor. O êxtase de todo arrasta-pé ajudou arrefecer as possíveis críticas à presença do novo frontman, que ainda não provou seu valor como compositor junto à primeira divisão da cena metal. Reportar ao passado para criar o presente é uma ação deliberada que muitas bandas já lançaram mão e traz benefícios a curto prazo. Para quem está dentro deste vórtice, ganhando dinheiro e posando de rock star, a coisa tem arrimos bem-aventurados, porém, a médio e longo prazo, caso o grupo bata nesta tecla sistematicamente, como um rato de laboratório em busca de recompensa, o mofo da inércia criativa se alastra e o fim é lento e progressivo. A torcida é que o Angra não se torne um eterno baile da saudade, que se pendura nas glórias do passado e oblitera o presente. Esperamos que a renovação do grupo não seja apenas uma perfumaria, mas um passo à frente para a primeira liga do metal mundial. Tomara que a nova era seja engrandecida por um novo álbum de estúdio, turnês bem produzidas e gestão de negócio amparada por decisões bem tomadas. Aguardemos. Via: RockBizz

Dave Mustaine (Megadeth) deixa claro que não quer briga com o Metallica: “Deixei isso para trás há anos”
O Megadeth fez a sua versão de Ride The Lightning e a adicionou em seu novo álbum, que é autointitulado e saiu no dia 23 de janeiro de 2026 pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. Dave Mustaine escreveu Ride The Lightning em parceria com James Hetfield, Cliff Burton (baixo) e Lars Ulrich (bateria). A canção é a faixa-título do segundo trabalho do Metallica. Em recente conversa com o apresentador Manoel Santos, do canal Ibagenscast, Mustaine refletiu sobre a nova versão da faixa e deixou claro que não quer briga com o Metallica. Ele ressaltou que deixou isso para trás há anos. “Sobre o motivo de termos feito essa música, é como fechar o ciclo, prestar minha homenagem à banda da qual fui membro fundador. Me amem ou me odeiem, eles nunca poderão me apagar. E eu acho que quando as pessoas puderem olhar com aceitação e carinho para as duas bandas e não tentarem manter algo que eu não quero prolongar, eu não quero uma briga. Eu já deixei isso para trás há muitos anos. Então, sim, eu queria fazer algo que fosse – apenas demonstrar respeito, porque não me importa se ele se importa, se ele gosta; o que importa é o que eu faço e que eu demonstre respeito e feche o ciclo”. O Megadeth executou Ride The Lightning ao vivo pela primeira vez no show que rolou na Movistar Arena, em Bogotá, Colômbia, no dia 26 de abril. O espetáculo na cidade foi em promoção da This Was Our Life Tour. A perna latino-americana do giro ainda terá shows na Argentina, Brasil, Chile e México. Após essa etapa da turnê, o grupo irá para a Europa com o itinerário se estendendo até o comecinho de julho. Via: RockBizz

Pete Agnew conta que novo vocalista revitalizou o Nazareth: “Presente dos deuses”
O baixista Pete Agnew falou recentemente sobre a nova formação do Nazareth. É importante lembrar que em dezembro de 2025 a banda mandou embora o vocalista Carl Sentance e contratou Gianni Pontillo para o trabalho. Em entrevista para o The CMS Metal Show, Pete Agnew contou que o novo vocalista revitalizou o Nazareth e se encaixou muito bem ao som do grupo. “Gianni é um vocalista incrível e é o vocalista perfeito para o Nazareth”, destacou o baixista. “Ele de fato cria o som do Nazareth que as pessoas querem ouvir. Foi um presente dos deuses. Este é o cara que realmente preencheu o espaço do Dan McCafferty, por assim dizer”. “Ele tem uma voz incrível e adora isso. Ele também é bem mais jovem. Quer dizer, o Gianni tem só 48 anos, mas o período favorito dele do rock é o mesmo que o nosso”, pontuou Agnew. “Todas as músicas que a gente gosta são parecidas. Então, ele é um cantor incrível. Ele é um cara muito legal, o que é ótimo”. O rock star concluiu: “E ele apareceu na hora certa. Eu nunca tinha ouvido falar dele até cerca de um ano e meio atrás, quando me apresentaram o nome dele pela primeira vez. Eu fiquei absolutamente impressionado quando o ouvi cantar. E o melhor é que todos os fãs estão completamente apaixonados por ele. Acho que fizemos apenas meia dúzia de shows. E todo mundo está elogiando, não só ele, mas a banda em geral. Isso realmente elevou o ânimo da banda e toda a atmosfera, criando uma sensação de renovação. Parece que tomamos um remédio muito bom”. Gianni Pontillo é um vocalista ítalo suíço com vasta experiência na cena rock europeia. Desde 2019, ele é o vocalista da banda alemã Victory, que tem na formação o ex-guitarrista do Accept, Herman Frank. Além disso, o cantor passou por outros grupos de menor expressão como Pure Inc., The Order e Souls Revival. Via: RockBizz

The Rolling Stones: Mick Jagger quase bateu um papo presencial com o Papai do Céu após pisar na jaca em 1976
A década de 1970 foi de muitas festas e abusos por parte da classe artística. Teve gente que pisou tanto na jaca que faleceu em tenra idade como foi o caso de Janis Joplin, Jim Morrison e Jimi Hendrix. Mesmo com a dona morte rondando a cena roqueira, alguns músicos não aliviaram nos abusos e quase pagaram um preço caro. O frontman do The Rolling Stones, Mick Jagger, por exemplo, quase bateu um papo presencial com o Papai do Céu após pisar na jaca em 1976. Este e muitos outros casos são amplamente expostos no novo livro de Bob Spitz, The Rolling Stones: The Biography. Sobre este fato em específico, o escritor contou que o ex-presidente da Rolling Stone Records, Marshall Chess, precisou reanimar Jagger em seu apartamento em 1976, depois que os dois compartilharam um grama de heroína. O incidente ocorreu após a turnê europeia dos Stones em meados de 1976. Certa noite, Jagger ligou para Marshall ir ao seu apartamento em Nova York, pois estava estava entediado. Quando chegou no local, o cantor já estava “inquieto” por conta de álcool e provavelmente cocaína, mas insistiu para que continuassem a “festa”. Depois que receberam a heroína de um traficante budista, eles usaram a droga e Jagger desmaiou cerca de dez minutos depois do consumo. “Os lábios dele estavam ficando azuis. Eu não sabia o que fazer. Estava apavorado. Dei vários tapas nele, mas sem sucesso. Fiz respiração boca-a-boca. Voltou a respeitar, mas achei que ele fosse morrer”, relatou o executivo da gravadora. “Chamei a ambulância, liguei para Ahmet Ertegun, chefe da Atlantic Records e anfitrião da festa em que Jagger estivera mais cedo naquela noite, e fomos para o hospital”. Chess afirmou no livro que o incidente foi a gota d’água para ele tanto com os Rolling Stones quanto com as drogas pesadas. Marshall deixou o cargo pouco depois disso. Via: RockBizz

Paul Di’Anno não era um cara ambicioso; ele só queria se divertir, segundo Adrian Smith
Junto do Iron Maiden, Paul Di’Anno registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Após sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo. Mesmo ficando pouco tempo na Donzela de Ferro, Paul deixou sua marca na história do metal. Alguns fãs até o consideram como o frontman favorito quando o assunto é Maiden. Em nova entrevista à revista Rolling Stone, o guitarrista Adrian Smith teceu alguns comentários sobre Di’Anno, que nos deixou em outubro de 2024. “Acho que o Paul (Di’Anno) sentia muita pressão. Ele costumava perder a voz com frequência”, lembrou Smith. “Quando entrei para a equipe, tive a impressão de que ele era um cara despreocupado e alegre. Não me pareceu um cara ambicioso e duro. Ele só gostava de se divertir”. “Então, acho que ele ficou quase aliviado quando saiu da banda. Espero que Paul tenha tido alguma felicidade em sua vida depois do Iron Maiden”, completou Adrian. Apesar de algumas críticas ao líder e baixista do Maiden, Steve Harris, a relação entre Paul e os caras do Iron era amistosa. Em 2023, por exemplo, o grupo o ajudou no tratamento de um abscesso pulmonar, o que fez o relacionamento entre os caras se estreitar. Paul Di’Anno morreu no dia 21 de outubro de 2024 em sua casa no município de Salisbury, na Inglaterra. O vocalista tinha 66 anos e estava lutando para reabilitar sua saúde. De acordo com as irmãs do artista, Cheryl e Michelle, a causa da morte foi um rasgo na membrana ao redor do coração, com isso, o sangue entrou dentro da artéria aorta principal, o que fez o coração parar instantaneamente. Via: RockBizz

Ator Javier Bardem conta como o Iron Maiden mudou sua vida aos 11 anos
O ator espanhol Javier Bardem concedeu uma nova entrevista à revista Metal Hammer e contou como o Iron Maiden mudou sua vida aos 11 anos. Ele lembrou que foi seu irmão mais velho quem mostrou a música do Iron Maiden para ele. “Coloquei a mão no vinil de The Number Of The Beast e o ouvi, e minha vida mudou”, disse Bardem. “Eles têm letras incríveis que realmente transmitem praticamente tudo o que você possa imaginar – filosofia, religião, política, guerra, amor, família, amigos, metal. É fantástico. A amplitude e a profundidade que eles alcançam! Além disso, eles têm uma facilidade para transmitir tudo isso, literalmente, no sentido de que você pensa: ‘Uau!’”. Javier também recordou a primeira vez que viu o Iron Maiden ao vivo em Madri, Espanha, seu país natal, em 1988. “Foi fantástico! Foi a primeira vez que vi o Eddie no palco, foi a primeira vez que vi todos no palco. Fiquei impressionado com a qualidade do som, fiquei impressionado com a energia de todos eles. E especialmente Steve Harris, porque ele estava tocando baixo de um jeito que eu nunca tinha visto antes”. “Ver shows do Iron Maiden ao vivo é uma expressão de alegria, de prazer, de compromisso com a música, porque eles são músicos incríveis e vêm compondo essas músicas maravilhosas há tantos anos. Elas são como hinos, são icônicas. E quando estão no palco, eles realmente se entregam, dão tudo de si”, concluiu o ator. E o vínculo com entre Iron Maiden e Javier Bardem se estreitou ainda mais, pois o arista espanhol é um dos entrevistados que falam sobre a história e o legado do Iron Maiden no documentário Burning Ambition, que estreará nos cinemas em 7 de maio. Além dele, o longa terá a participação de Lars Ulrich, do Metallica, Tom Morello, do Rage Against The Machine, e Chuck D, do Public Enemy e mais. Via: RockBizz

Taylor Swift revela que é uma garota emo e cita suas bandas favoritas
A estrela pop Taylor Swift conversou com o jornal The New York Times e revelou que é uma garota emo e citou as suas bandas favoritas. Ela também comentou que a música emo moldou seu gosto pelas letras e processo de composição. “Eu fui profundamente impactada pela música emo, sabe? Dashboard Confessional, Chris Carrabba, Fall Out Boy, as letras do Pete Wentz – como eles pegam uma frase comum e a transformam em algo ainda mais profundo, sabe? Tipo: ‘Eu sou só uma nota na sua cabeceira, mas você é só um verso de uma música’. ‘Deixe um coração cair, quebre um nome’. ‘Deixe um nome cair, quebre um coração’, eles inverteram. Eu lia as letras desses sons e curtia essas inversões”. Taylor completou: “Gosto também da especificidade de Hands Down, do Dashboard Confessional, em que eu estava lendo a letra. Adoro a forma que eles terminavam os versos. Eu simplesmente ficava de boca aberta”. A influência musical emo, no entanto, ficou bem diluída no pop country que sempre norteou a carreira de Swift. Já a profundidade emocional e o estilo narrativo que caracterizam a música emo se tornaram elementos fundamentais na abordagem das composições da artista. Apesar do grande destaque nos anos 2000, a cena emo não vingou a longo prazo, até os maiores nomes do estilo como Fall Out Boy, My Chemical Romance, Paramore e The Used mudaram bastante o som, trazendo mais pluralidade sonora e lírica. Via: RockBizz

Quem é a alma do Raimundos? Digão mostra carinho dos fãs e ressalta o trabalho da atual formação da banda
O Raimundos uniu a crueza do punk e hardcore com a cultura nordestina, e a química musical deu origem ao forrócore. O deboche e a simplicidade das letras em perfeita união com a energia dos riffs e da cozinha robusta como um trem era o caldo sonoro que saía do quarteto. A banda chegou ao céu com o quarto registro de estúdio, Só no Forevis, de 1999. No entanto, no começo da década de 2000, a banda tomou um grande baque que foi a saída do vocalista Rodolfo Abrantes. Desde então, a banda vem lutando bravamente para se estabilizar na cena musical. Da formação considerada original, o conjunto só tem o guitarrista Digão – nascido Rodrigo Aguiar Madeira Campos – que atua como capitão da embarcação. E os bons frutos o grupo vem colhendo, especialmente desde o ano passado, devido a participação na turnê do Guns N’ Roses pelo Brasil. O giro, que levou o nome de Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things, contou sete apresentações dos brasileiros em um total de nove concertos. A tour já acabou, mas os brasileiros ainda estão em êxtase pela festa que foi. Em recente postagem nas redes sociais, Digão mostrou o carinho dos fãs e ressaltou o trabalho da atual formação da banda. Ele escreveu: “Quem é a alma do Raimundos? É só olhar essas 50 mil pessoas ovacionado a plenos pulmões esses 4 caras aí que nunca desistiram que você vai saber”. A publicação ainda contou com um trecho de show em que milhares de fãs saúdam o conjunto. E o Raimundos está com agenda cheia até o final de novembro. Os caras vão se apresentar nas cinco regiões do Brasil, com destaque para o sudeste, que receberá mais de dez concertos. Via: RockBizz

Arnel Pineda emite mensagem de despedida e reforça especulação de saída do Journey
Em uma rede social, o vocalista Arnel Pineda publicou um comunicado agradecendo aos fãs e pedindo privacidade enquanto atravessa o que ele chama de um “novo capítulo”, o que gerou especulações sobre seu futuro com o Journey. Vale ressaltar que a nota saiu horas depois do cancelamento da apresentação do Journey no Stagecoach Festival. “Bom dia a todos. Gostaria de aproveitar a oportunidade para pedir desculpas a todos que tentaram entrar em contato comigo e agendar uma entrevista ao longo dos anos. O meu distanciamento não foi intencional nem uma falta de respeito, é apenas que não tenho muito o que contar. Uma das maiores oportunidades da minha vida tive com Neal Schon, a qual me tornou parte de um legado que tocou milhões de vidas nos Estados Unidos e ao redor do mundo, e por mais assustado que eu estivesse desde o início até agora, eu fiz o que me pediram para fazer em nome do legado da banda. Muitos contratempos, tropeços, momentos vergonhosos, inseguranças enormes, imperfeições e, antes que percebêssemos, 18 anos e meio se passaram. Então é isso”. Arnel continuou: “Outros detalhes ou incidentes e momentos dos bastidores? Tudo se torna vago enquanto persigo as sombras da grandeza que jamais conseguirei alcançar. Mesmo assim, aos que acreditam em mim, obrigado; aos que não acreditam, obrigado também; aos puristas que sempre me rejeitaram? Eu entendo e agradeço a vocês também. Às pessoas a quem causei um impacto honesto e sincero, e a conexões que, em alguns casos, nos levaram a uma amizade duradoura, obrigado”. “Por enquanto, a história vai continuar, e quem sabe quando vai parar, seja feita a tua vontade. Mais uma vez, obrigado e peço que respeitem minha privacidade enquanto navego por um novo capítulo da minha vida que ainda me assusta um pouco, porque para mim, é desconhecido e não vai revelar muito do que eu espero. E mais uma vez, obrigado, Journey”, concluiu o cantor. Via: RockBizz

Linkin Park é a banda número 1 para aliviar o estresse, segundo estudo
O Linkin Park é a banda número 1 para aliviar o estresse, segundo estudo feito pela Tebra, que entrevistou mil norte-americanos e analisou milhares de faixas em centenas de playlists públicas do Spotify associadas ao estresse e à regulação emocional. Os resultados revelam os artistas, gêneros e hábitos de audição nos quais os gringos mais confiam quando precisam relaxar. O estudo apurou que a música é mais do que entretenimento de fundo. Frequentemente, ela se torna uma válvula de escape emocional regular durante períodos de estresse. Mais de um terço dos americanos (35%) afirmou que a música é sua principal ferramenta para aliviar o estresse, classificando-a acima de exercícios físicos (27%) e de conversar com um amigo ou familiar (9%). Os hábitos diários de ouvir música também refletem essa dependência, com 29% relatando que usam música diariamente especificamente para controlar o estresse ou melhorar o humor. No levantamento da Tebra, a música, por vezes, desempenha um papel mais amplo no apoio emocional. Mais de dois em cada cinco americanos (42%) afirmaram usar a música como substituto para o apoio profissional em saúde mental, o que destaca uma possível lacuna no acesso aos cuidados como a telemedicina e serviços online. Com isso, os norte-americanos classificaram Linkin Park, Adele e Taylor Swift como os principais artistas a quem recorrem para aliviar o stress. O estudo também identificou padrões específicos nas preferências musicais relacionadas ao metal. As bandas de som mais pesado que apontaram no conteúdo são Alice in Chains, Slipknot e Metallica. Os fãs de rock e metal sempre souberam que os riffs e solos de guitarra, os vocais incendiários e as linhas de baixo e bateria poderosas como uma locomotiva são aliados na hora de enfrentar os desafios do dia a dia. No entanto, é muito bom ver este fato sendo reiterado em estudos e artigos. Via: RockBizz

Guitarrista Daron Malakian sai em defesa do System Of A Down: “Não é uma seita”
O guitarrista Daron Malakian saiu em defesa do System Of A Down, afirmando que não se trata de uma seita, mas sim uma banda que transmite uma mensagem de união aos fãs durante suas apresentações ao redor do globo. Em postagem nas redes sociais, o músico declarou: “Deixa eu falar uma coisa para vocês! System Of A Down não é uma seita. System Of A Down é uma banda, com quatro integrantes. Quatro integrantes que são boas pessoas, que têm crenças diferentes sobre coisas diferentes, soluções diferentes para problemas complexos”. Daron prosseguiu enfatizando a importância das pessoas se unirem apesar de toda polarização que existe nos quatro cantos do planeta. “Parem de deixar a mídia dividir vocês. Parem de deixar o governo dividir vocês. Se nós podemos estar juntos no palco com pensamentos e crenças diferentes, vocês também podem estar juntos. Para aqueles que discordam de mim, tirem a tênia do traseiro”. A declaração do guitarrista foi feita durante a apresentação da banda no Sick New World, que rolou no último sábado, 25 de abril, em Las Vegas, Estados Unidos. As personalidades dos quatro integrantes do System Of A Down são bastante díspares. O baterista John Dolmayan, por exemplo, é de direita e já apoiou o republicano Donald Trump, inclusive. Por outro lado, o vocalista Serj Tankian se alinha ao campo ideológico da esquerda. Mas, mesmo com as discordâncias, os caras conseguem conviver em harmonia, e é exatamente isto que eles querem pregar em seus espetáculos. Via: RockBizz

Six Feet Under anuncia quatro shows no Brasil entre outubro e novembro
Entre outubro e novembro de 2026, as produtoras Venus Concerts e Caveira Velha trazem ao Brasil a inédita turnê da banda norte-americana Six Feet Under, nome ligado diretamente à história do death metal surgido na Flórida nos anos 1990 e formada por Chris Barnes, o vocalista original do Cannibal Corpse. A turnê passará por quatro capitais: Belo Horizonte (MG), no dia 30 de outubro, no Mister Rock; Recife (PE), no dia 31 de outubro, no Lounge Music; São Paulo (SP), no dia 1º de novembro, no Hangar 110; e Curitiba (PR), no dia 2 de novembro, no Tork N’ Roll. A passagem pelo país, como parte de uma extensa turnê pela América Latina, acontece em uma fase de retomada criativa e atividade internacional do Six Feet Under, que acaba de lançar o álbum Next to Die, pela Metal Blade Records. O disco sucede Killing for Revenge, de 2024, e consolida a nova etapa da parceria entre o vocalista Chris Barnes e o guitarrista Jack Owen (também ex-Cannibal Corpse), dois músicos que participaram de capítulos centrais da formação do death metal norte-americano. Formado em Tampa, na Flórida, em 1993, o Six Feet Under nasceu como projeto paralelo de Barnes durante seus últimos anos no Cannibal Corpse. A proposta ganhou outro peso em 1995, quando o vocalista fez da banda sua principal frente de trabalho e lançou Haunted, estreia que apresentou uma leitura mais cadenciada, direta e pesada do death metal, distante da velocidade pura como único caminho e mais próxima de uma construção baseada em groove, riffs densos e impacto físico. A origem da banda explica parte de sua importância. A primeira formação reunia Chris Barnes, então vindo do Cannibal Corpse, Allen West, guitarrista ligado ao Obituary, Terry Butler, músico com passagem por Death e Massacre, e Greg Gall na bateria. Essa combinação colocou o Six Feet Under dentro de uma linhagem muito específica do metal extremo: a da Flórida como território decisivo para a consolidação do death metal, com bandas que transformaram brutalidade, técnica, peso e imaginário sombrio em linguagem reconhecida mundialmente. Ao longo de mais de três décadas, o Six Feet Under construiu uma discografia extensa e de identidade própria. Haunted, Warpath e Maximum Violence formam a base clássica de um repertório marcado por guitarras graves, andamentos pesados e o vocal gutural de Barnes como assinatura. Nos anos seguintes, discos como True Carnage, Bringer of Blood, 13, Commandment e Death Rituals mantiveram a banda em circulação constante, enquanto trabalhos posteriores como Undead, Unborn, Crypt of the Devil, Torment, Nightmares of the Decomposed, Killing for Revenge e Next to Die ampliaram uma trajetória que atravessa diferentes fases do death metal contemporâneo. A discografia também inclui a série Graveyard Classics, na qual o Six Feet Under reinterpretou músicas de bandas fundamentais do rock e do heavy metal sob a ótica do death metal. A formação atual reúne Chris Barnes nos vocais, Jack Owen e Ray Suhy nas guitarras, Jeff Hughell no baixo e Marco Pitruzzella na bateria. No palco, o Six Feet Under costuma trabalhar a força de sua discografia de maneira frontal, com músicas que privilegiam peso, repetição hipnótica, riffs de impacto e a presença vocal de Barnes. SERVIÇO: Belo HorizonteData: 30 de outubro de 2026, sexta-feiraLocal: Mister RockEndereço: Avenida Tereza Cristina, 295, Prado, Belo Horizonte/MGIngresso: 101tickets.com.br/events/details/Six-Feet-Under-em-Belo-Horizonte-30-out RecifeData: 31 de outubro de 2026, sábadoLocal: Lounge MusicEndereço: Avenida Bernardo Vieira de Melo, 1300, Piedade, Jaboatão dos Guararapes/PEIngresso: 101tickets.com.br/ São PauloData: 1º de novembro de 2026, domingoLocal: Hangar 110Endereço: Rua Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro, São Paulo/SPIngresso: 101tickets.com.br/events/details/Six-Feet-Under-em-Sao-Paulo-01-nov CuritibaData: 2 de novembro de 2026, segunda-feiraLocal: Tork N’ RollEndereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PRIngresso: 101tickets.com.br/events/details/Six-Feet-Under-em-Curitiba-02-nov Via: RockBizz

“Ela é toda boazinha, ela é toda do bem, ela é tão galera”, debochou Rita Lee de cantora brasileira
Anos atrás o programa Altas Horas, que vai ao ar pela TV Globo, recebeu a saudosa rainha do rock brasileiro, Rita Lee, ao vivo e, em um link, a então dupla adolescente Sandy & Júnior. Em certo momento do programa uma moça da plateia questionou os dois irmãos sobre os rodeios, visto que a família deles já participaram de muitos desses eventos. Na pergunta, a jovem indagou sobre o sofrimento dos animais nos rodeios. A resposta da artista teen foi que as pessoas se enganam com o tipo de tratamento que os animais recebem. Ela destacou que os animais são bem tratados e bem cuidados. Enquanto a duplinha juvenil tratava de defender os rodeios, Rita fazia sinais de negação com a cabeça e com as mãos, em claro desacordo com as afirmações de Sandy & Júnior. Tempos depois, em conversa para o documentário Rita Lee: Biograffiti, de 2007, ela explicou como surgiu a música Tão, e falou: “Eu estava com essa pessoa até aqui (apontando para o pescoço), e estava me mantendo educada. Mas aí, o veneno, eu não podia engolir o veneno que eu estava sentido. Então, eu joguei para fora desse lado (música), porque ela é exatamente assim: ela é toda boazinha, ela é toda do bem, ela é tão galera, ela é jovem. Vai se f****! Chata paca”. No conteúdo, Lee não revelou nominalmente quem é a pessoa que serviu de inspiração para a faixa e para sua crítica. Mas ela pontuou que a canção é uma referência literal. Dessa forma, ligando lé com cré, Rita, que era vegana e defensora dos direitos dos animais, não curtiu a posição complacente e mansa da então dupla adolescente sobre os rodeios, que têm fama de maus-tratos aos bichos. Como efeito, a roqueira disparou seu discurso contra Sandy, que passava a ideia de menina perfeita para os fãs, mas não tinha profundidade alguma. Via: RockBizz

Dave Grohl conta que não tem palavras para descrever o que viveu com o Nirvana: “Somos uma grande família”
Dave Grohl se juntou ao Nirvana como baterista quando a banda estava trabalhando no sucessor do álbum de estreia de 1989, Bleach, e dividia um pequeno apartamento com o saudoso vocalista Kurt Cobain. De acordo com o músico, eles viviam praticamente na miséria, mas tudo mudou quando lançaram Nevermind, disco de 1991 que levou o grupo à fama mundial. O disco vendeu mais de trinta milhões de cópias ao redor do mundo por conta de faixas como Smells Like Teen Spirit, In Bloom, Come as You Are, Polly, Lithium e Breed. Após o falecimento de Kurt Cobain em abril de 1994, Grohl formou o Foo Fighters, que já lançou doze discos de estúdio, conquistou mais de dez Grammys e bateu a marca de trinta e dois milhões de álbuns vendidos. Em nova entrevista ao Broken Record Podcast, Dave Grohl contou que não tem palavras para descrever o que viveu com o Nirvana. “A experiência no Nirvana foi… Eu nem sei qual palavra usar para descrever”, afirmou o músico. “Foi simplesmente algo extraordinário – no melhor e no pior sentido. E quando você passa por algo assim com um pequeno grupo de pessoas, a conexão fica para sempre. Somos uma grande família, todos que estavam lá, e nos amamos muito”. E por falar em Grohl, o novo álbum do Foo Fighters, Your Favorite Toy saiu no dia 24 de abril pelo selo Roswell Records/Columbia Records. O trabalho teve sua produção feita pela banda e Oliver Roman, que também cuidou da engenharia de som. A mixagem ficou nas mãos de Mark “Spike” Stent. Via: RockBizz

Metallica vai relançar ReLoad em boxset com vários mimos e bugigangas
O Metallica vai relançar ReLoad em boxset com vários mimos e bugigangas. O trabalho, que contou com a remasterização de Reuben Cohen no Lurssen Mastering com supervisão de Greg Fidelman, vai sair no dia 26 de junho pela Blackened Recordings. Além do boxset, ReLoad (Remastered) estará disponível em diversos formatos, incluindo vinil duplo padrão de 180g, vinil duplo colorido exclusivo do Walmart de 140g, CD, edição expandida em 3 CDs, cassete e digital (incluindo uma mixagem de áudio espacial com Atmos). A caixa de luxo virá com demos inéditas, mixagens preliminares, performances ao vivo, aparições em rádio e televisão. O produto também contará com 15 CDs, 4 DVDs, 13 cards, um pôster 11×17 do Gimme Fuel, um adesivo, uma impressão do Pushead, um pacote com 10 palhetas de guitarra/baixo, letras das músicas e três Passes de visita plastificados e um livro de luxo de 128 páginas com fotos e histórias inéditas de quem estava lá. E vale ressaltar que os fãs brasileiros poderão comprar o boxset pelo preço “módico” de R$ 2.299,90. O item está disponível no mercado nacional via Universal. ReLoad saiu originalmente em 18 de novembro de 1997 e foi o terceiro álbum consecutivo do Metallica a estrear em 1º lugar na Billboard 200, permanecendo na parada por quase 80 semanas e alcançando o 1º lugar em seis países, além de figurar no top 10 em quase uma dúzia de outros. As sessões de gravação de 1995 a 1997 no The Plant, em Sausalito, Califórnia, que resultaram em ReLoad e Load, mostraram James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Jason Newsted explorando novos horizontes criativos e expandindo os limites da identidade sonora do grupo. Em ReLoad, isso se traduziu em decisões ousadas, desde a inclusão de gaita de roda e violino na melancólica Low Man’s Lyric até a participação marcante de Marianne Faithfull nos vocais de The Memory Remains. Via: RockBizz

Nightwish: Tarja Turunen conta que não gosta da forma como soa em Oceanborn e Angels Fall First
A cantora Tarja Turunen causou um grande frisson a partir da segunda metade dos anos 1990, quando uniu forças ao Nightwish e ajudou a mudar o curso da música pesada com o seu vocal operístico. Apesar do apoio e aprovação dos fãs, os primeiros álbuns do grupo parecem não causar bons sentimentos à finlandesa. Em conversa com o Metal Addiction, Tarja Turunen contou que não gosta da forma como soa em Oceanborn (1997) e Angels Fall First (1998). “Se eu pegasse agora um álbum, Oceanborn, ou mesmo o primeiro, que completa 30 anos em 2027, Angels Fall First, eu não me lembraria mais das músicas. Sério! Faz muito tempo que esses álbuns foram gravados, e para mim é até difícil ouvi-los porque mal consigo ouvir minha voz. Eu realmente não gosto de como minha voz soa nesses discos, porque era o começo para mim, e eu ainda não sabia como usá-la. Meu foco era o canto operístico, e foi muito difícil me desvencilhar disso”. A vocalista continuou falando sobre qual é a sua canção favorita para cantar da época em que trabalhava ao lado do Nightwish. “Mas qual seria a minha música favorita do Nightwish para cantar? Talvez uma música como Swanheart, uma balada do Oceanborn. Eu a cantei algumas vezes com a orquestra sinfônica no passado, mas faz muito tempo. “É uma música vocalmente desafiadora. Não sei como consegui cantá-la naquela época. Lembro-me de ter muita dificuldade. Lembro-me de ter tido muita dificuldade no estúdio durante a gravação daquele álbum. Mas agora deve ser mais divertido”, completou. O novo álbum de estúdio da cantora, Frisson Noir, vai sair no dia 12 de junho pela earMUSIC. O LP, que teve a mixagem de Neal Avron (Linkin Park, Disturbed), será o mais pesado da carreira da artista, segundo a roqueira. O álbum terá 10 faixas e contará com participações especiais de Dani Filth (Cradle Of Filth), Marko Hietala (ex-Nightwish) e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers). Via: RockBizz

Fabio Lione diz que vai guardar no coração as lembranças do que viveu com o Angra
O vocalista italiano Fabio Lione (Rhapsody of Fire, Vision Divine) disse que vai guardar no coração as lembranças do que viveu com o Angra. A fala emotiva do músico aconteceu durante concerto da banda no último domingo, dia 26 de abril, no Bangers Open Air, em São Paulo. Antes de apresentar Lisbon, faixa presente no terceiro disco de estúdio do grupo, Fireworks, de 1998, o cantor expressou sua gratidão pelos anos ao lado do conjunto brasileiro. “Tenho que falar o seguinte: primeira coisa (sofre interrupção do público com o coro de “Fabio, Fabio” e “Mago”), muito obrigado. Foram 13, 14 anos de muitas conquistas, muitas. Muitas lembranças! Lembranças que sempre vão estar aqui (nesse momento o artista apontou para o coração), com carinho e amor pelo Brasil e pelos fãs brasileiros”. O italiano encerrou a sua fala pedindo aos fãs que levantassem as mãos e que todos cantassem com ele a canção Lisbon. Veja um registro amador do espetáculo no player abaixo: Pelas redes sociais, Lione agradeceu o carinho da galera: “Valeu meus amigos. O horizonte, como o amor, não pode ser explicado, ele é vivido e percebido em tantos pequenos detalhes, tantas sensações, memórias, gestos… Ele não tem limites e, portanto, pode ser infinito, renovado e nutrido”. Em maio, Fabio Lione fará turnê pela América Latina rememorando o álbum Dawn of Victory, terceiro álbum de estúdio da banda de metal sinfônico Rhapsody of Fire. Via: RockBizz

Doro Pesch informa e lamenta a morte de sua mãe: “Minha melhor amiga”
A metal queen Doro Pesch informou e lamentou a morte de sua mãe. A artista alemã comunicou o falecimento da genitora em suas redes sociais oficiais. Ela escreveu: “Com o coração pesado, quero contar q vocês que minha maior guerreira, minha maior apoiadora, minha melhor amiga e minha amada mãe agora está com os anjos. Eu serei eternamente grata por tudo que você fez por mim. Te amo para sempre, mamãe! Sei que você estará sempre conosco. Muito obrigada por estar sempre ao meu lado e por se dedicar tanto. Você foi a melhor e sempre será. Vou sentir muita, muita saudade”. A postagem no Facebook, que ainda tem algumas imagens da cantora ao lado da mãe, possui muitas manifestações de carinho e apoio dos fãs. É um momento de muita dor no qual toda demonstração de amor das pessoas em volta ajudam no processo restabelecimento das emoções. Warriors Of The Sea é o álbum mais novo da cantora, cujo lançamento foi em outubro de 2025 pela Rare Diamonds Production. Via: RockBizz

Segunda noite do Bangers Open Air 2026 é marcada por saudosismo e metal para todos os gostos
Quem não gosta de piratas tocando heavy metal? Essa pergunta foi prontamente respondida pela trupe do Visions of Atlantis, banda austríaca que abriu os trabalhos do Palco Sun no domingo, 26, no Bangers Open Air. É interessante notar que a banda de symphonic metal está em atividade desde o começo dos anos 2000, mas só conseguiu realmente encontrar seu caminho e ganhar notoriedade após a entrada da vocalista francesa Clémentine Delauney e a posterior adoção da temática pirata que abarca os dois álbuns mais recentes, ambos de alto nível. E o que se viu no Bangers foi um surpreendente espetáculo de conexão com o público, que lotou o espaço, vibrou alto do começo ao fim e chegou a abrir um mosh animado, coisas raras no show do meio-dia. Nem mesmo problemas técnicos logo após a primeira música foram capazes de atrapalhar essa química, fortalecida pela ótima movimentação de palco de Clémentine e a sonoridade animada que se aproxima de um folk metal, como em Tonight I’m Alive, Clocks, Hellfire e Monsters. O Visions foi um dos grandes destaques do dia e, se não falha a memória, fez o show de abertura mais celebrado de todas as edições do festival. Em seguida, deslocamento ao Palco Hot para acompanhar o Primal Fear, subestimada banda alemã que mantém aceso o heavy metal tradicional, afinal, Metal Is Forever – com o perdão do trocadilho). Em pouco menos de uma hora, que pareceu durar 15 minutos, a banda priorizou seu disco novo (Destroyer, 2025), mas também mandou clássicos como Seven Seals, The End Is Near e Nuclear Fire. Embora Ralf Scheepers continue tendo um dos gogós mais afiados do heavy metal, o aproveitamento da nova guitarrista Thalia Bellazecca para complementar os backing vocals foi uma manobra inteligente da banda. Nesse momento, já era clara a perspicaz intenção da produção de lotar o evento desde cedo, pois a dobradinha Visions e Primal Fear, tal qual Lucifer e Evergrey no sábado, 25, garantiu casa cheia e shows de impacto logo nas primeiras horas. A nova encarnação do Nevermore foi a atração seguinte do Palco Ice, mandando um som alto e bem preenchido, com destaque para Inside Four Walls e My Acid Words. Foi sentida a falta da icônica The Heart Collector para o público cantar junto a plenos pulmões, mas os norte-americanos entregaram uma apresentação pujante que justifica seu status cult. Na sequência, o Amaranthe tocou para um Palco Hot lotado. Entre os gritos que parecem fazer uma ocasional evocação ao capiroto e as batidas eletrônicas que remetem a uma pista de dança de Ibiza, os suecos trazem um show muito animado e apropriado para um festival open air, especialmente sob o sol forte da tarde. Por sinal, a cantora Elize Ryd visivelmente batalhava contra o calor, além de um desajuste inicial em seu microfone, mas nada que prejudicasse o clima de festa que é característico da banda. Assim, faixas frenéticas como Viral, Archangel, PvP, Maximize e Drop Dead Cynical aceleraram os ânimos no Memorial. Depois de uma programação tão intensa, era hora de respirar um pouco e explorar as demais áreas do evento. Uma boa pedida do festival é degustar variadas versões de hidromel e do whisky Jack Daniels, além de aproveitar as caprichadas comidas de rua a preços razoáveis. Outra parada imperdível são as lojas e ativações, a maioria dentro de um galpão com ar condicionado, expondo produtos típicos e afins ao universo heavy metal. Ou quem sabe até dar um abraço no palhaço assassino Pennywise e no Freddy Krueger, que costumam andar pelas redondezas com toda a simpatia. Como ponto de melhoria, apenas um planejamento melhor do merchandising oficial. Várias camisas esgotaram muito cedo, incluindo do In Flames, uma das principais bandas do evento, que acabaram ainda no início da tarde de sábado e não voltaram mais. Pouco após as 18h, era hora de voltar para o circuito principal, no qual o Smith/Kotzen encerrava seu show com o cover de Wasted Years (Iron Maiden). O Within Temptation, que foi headliner do festival em 2024, subiria ao Palco Ice logo em seguida. A banda também faz parte do primeiro escalão do metal mundial e encontra seu maior destaque na figura da vocalista Sharon den Adel, tão performática quanto carismática. Por sua vez, o setlist mesclou algumas músicas mais novas e pesadas, como Bleed Out, Wireless e Don’t Pray For Me, com algumas mais antigas e melódicas, como Faster, Paradise e a clássica Ice Queen, que matou as saudades dos fãs de longa data. E por falar em saudade, a epítome do saudosismo estava para começar. Sem intervalo e levemente à frente do cronograma, o Angra entrou no Palco Hot emendando os clássicos Nothing to Say e Angels Cry, com Alírio Netto nos vocais. O que se seguiu foi um rodízio de integrantes: Edu Falaschi entrou no segundo ato para cantar a fase Rebirth (2001), houve fragmentos da fase Fabio Lione, uma bela homenagem a Andre Matos com Silence and Distance e imagens no telão e, por fim, todos juntos para encerrar o show com Carry On, após mais de duas horas. Não há porque repetir pela milésima vez todas as informações previamente divulgadas sobre o show, que todos já entenderam se tratar de uma apresentação especial. No entanto, o que vale a pena mencionar é o valor sentimental que levou o púbico a vencer o cansaço e lotar toda a área principal do evento para relembrar um passado tão marcante. Por outro lado, não se pode deixar de mencionar as reclamações quanto à escalação do Angra como headliner e privilegiado com 2 horas de show, sob alegações de que o festival estaria forçando a barra e se esquivando de trazer mais uma banda internacional do primeiro escalão atual para encabeçar o evento.E o pior é que os dois lados têm uma parcela de razão. Na prática, argumentos podem ser feitos de que algumas músicas de outros discos menos relevantes poderiam ser cortadas para que o show tivesse uma duração mais concisa e mais focada
Segunda noite do Bangers Open Air 2026 é marcada por saudosismo e metal para todos os gostos
Quem não gosta de piratas tocando heavy metal? Essa pergunta foi prontamente respondida pela trupe do Visions of Atlantis, banda austríaca que abriu os trabalhos do Palco Sun no domingo, 26, no Bangers Open Air. É interessante notar que a banda de symphonic metal está em atividad

Clemente Nascimento relata experiência de quase morte: “Sensação de paz e conforto”
Em dezembro de 2025, Clemente Nascimento (Inocentes, Plebe Rude), 63, deu um grande susto nos fãs ao precisar passar por uma cirurgia cardíaca de emergência na Santa Casa de Campo Grande (MS), depois de passar mal na quinta-feira, 11, antes de uma apresentação. O músico conseguiu se recuperar, está super bem e com uma história daquelas para contar. E a lenda do punk rock nacional falou sobre o assunto em matéria do programa Fantástico, que foi ao ar neste domingo (26 de abril) pela TV Globo, e tratou o tema de experiências de quase morte. Na reportagem há relatos de várias pessoas que viveram experiências de quase morte como o Clemente. No conteúdo integral também há o ponto de vista de médicos e cientistas sobre o assunto. Em seu relato, Clemente disse: “Foi dia 11 de dezembro de 2025, numa quinta-feira. No camarim, senti uma dor no peito que nunca senti na vida. Uma coisa rasgando! Na UPA [Unidade de Pronto Atendimento] falaram que eu não estava legal e os meus batimentos cardíacos estavam muito baixos”. Ele continuando falando sobre a cirurgia de sete horas que sofreu na Santa Casa de Campo Grande, onde fizeram uma tomografia e viram que era uma dissecção, ou seja, um rasgo na aorta. “Viagem completa de fazer aquele famoso filme da vida! Vi o Restos de Nada [primeira banda do músico] tocando, [Carlos] Charles que infelizmente faleceu e o Douglas [Alves Viscaino] que também faleceu. E o Douglas foi o cara com quem aprendi a tocar”. “Eu acho que meu cérebro meio…. Como é uma situação de estresse, essa paz e conforto foi para diminuir o estresse, e para mim veio esse balanço da vida, das coisas que eu fiz. Foi uma coisa até positiva, no final”, completou. Confira a matéria completa abaixo: Via: RockBizz

Megadeth executa Ride The Lightning ao vivo pela primeira vez; veja vídeo
O Megadeth fez a sua versão de Ride The Lightning e a adicionou em seu novo álbum, que é autointitulado e saiu no dia 23 de janeiro de 2026 pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. Dave Mustaine escreveu Ride The Lightning em parceria com James Hetfield, Cliff Burton (baixo) e Lars Ulrich (bateria). A canção é a faixa-título do segundo trabalho do Metallica. A boa nova é que o Megadeth executou Ride The Lightning ao vivo pela primeira vez. A performance rolou na Movistar Arena, em Bogotá, Colômbia, no último domingo, dia 26 de abril. Assista um registro amador da performance no player logo abaixo: O espetáculo em Bogotá foi em promoção da This Was Our Life Tour. A perna latino-americana do giro ainda terá shows na Argentina, Brasil, Chile e México. Após essa etapa da turnê, o grupo irá para a Europa com o itinerário se estendendo até o comecinho de julho. Via: RockBizz