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Max Cavalera sobre a briga entre Sepultura e Gloria: “As cabeças quentes prevaleceram”
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05/01/2025

Max Cavalera sobre a briga entre Sepultura e Gloria: “As cabeças quentes prevaleceram”

O Sepultura é sem dúvida alguma a banda do heavy metal brasileiro mais bem-sucedida dentro e fora do nosso país. O conjunto alcançou o inimaginável para a maioria dos artistas nacionais que se aventuram na cena da música pesada. Os feitos do Sepultura são muitos, indo de presença nos maiores festivais de metal do planeta até ser influência para conjuntos como Slipknot, Korn e Deftones. E sem contar os milhares de discos vendidos ao redor do globo. Durante conversa com a revista Metal Hammer no comecinho de 2018, o ex-frontman da banda, Max Cavalera, afirmou que o Sepultura teria alcançado patamares ainda maiores se a formação clássica tivesse se mantido. Ele também ressaltou que as questões entre o grupo e a empresária Gloria Cavalera foram resolvidas de cabeça quente. Max disse: “Acho que teríamos sido extremamente grande se tivéssemos ficado juntos. Não tão popular quanto o Metallica, mas popular. Mas então surgiu o Soulfly, que foi uma grande bênção para mim”. O Cavalera ainda comentou sobre o que sente mais falta em relação ao Sepultura. “Houve alguns bons momentos, não foi de todo ruim. Na verdade, nos divertimos muito. As amizades eram legais. Sinto falta daquela sensação de poder conquistar o mundo”. “Nós talvez devêssemos ter tirado um ano de folga e voltado melhores do que nunca. Talvez tivéssemos encontrado uma solução para toda a questão da Gloria e todo o problema em torno da gestão”, pontuou. “Naquela época, não estávamos pensando nisso. As cabeças quentes prevaleceram. Eu teria feito algo diferente? Não sei! Acho que era para ser assim mesmo”, finalizou o artista. No final de 1996, o Sepultura e o Max Cavalera decidiram seguir caminhos opostos: o primeiro fechou parceria com o norte-americano Derrick Green, cantor com quem já gravou nove álbuns de estúdio. Já o segundo, Max Cavalera, criou o Soulfly, grupo que contabiliza doze discos na praça. O artista também participa de outros projetos de peso como Cavalera Conspiracy e o Killer Be Killed. Os dois lados seguem fazendo sucesso em suas respectivas carreiras. Via: RockBizz

“Audição para o Slipknot era segredo; ninguém poderia saber, nem o Sepultura”, diz Eloy Casagrande
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05/01/2025

“Audição para o Slipknot era segredo; ninguém poderia saber, nem o Sepultura”, diz Eloy Casagrande

A edição de janeiro de 2025 da revista Modern Drummer conta com o baterista brasileiro Eloy Casagrande na capa. Na publicação, o músico detalha a sua carreira e oferece detalhes sobre o seu teste e entrada na banda Slipknot. De acordo com Casagrande, a audição para o Slipknot era segredo; ninguém poderia saber, nem o Sepultura, que era o seu antigo empregador. “Tudo aconteceu no finalzinho de 2023, quando recebi uma ligação do empresário do Slipknot perguntando se eu estava interessado em fazer um teste para o Slipknot. Naquele ano, o Sepultura decidiu parar de tocar, então foi uma decisão muito natural continuar tocando com outras pessoas em vez de apenas me aposentar”. Eloy continuou: “No final de 2023 e no início de 2024, eu não deveria falar com ninguém sobre esse assunto. A audição foi um grande segredo. Ninguém poderia saber disso. Nem o Sepultura sabia. Era uma coisa entre eu e os caras do Slipknot. Foi minha decisão fazer o teste. Tive o interesse em fazer uma audição porque o Sepultura vai parar”. “Ao longo dos anos, toquei muitas vezes com o Slipknot”, lembrou. “Nós dividíamos palcos quando eu tocava no Sepultura, e esse era o lugar que eu sempre quis estar. Eu cresci ouvindo a música deles, então queria ter a experiência de tocar ao vivo com o Slipknot com uma máscara no rosto”. “Antes de fazer o teste com os caras, levei minha bateria para um estúdio em São Paulo e fiz uma gravação adequada de som e vídeo”, explicou. “Toquei seis músicas e mandei para os caras. Eles me pediram para tocar três músicas específicas: Eyeless, Purity e Gematria. No final de janeiro de 2024 voei para Palm Springs, Califórnia, onde passei dez dias com eles. Nos primeiros cinco dias, a banda toda estava ensaiando como se fosse um show ao vivo. Todos os dias, os caras vinham com um repertório diferente e tocávamos as músicas”, completou o baterista. O Slipknot assumiu publicamente Eloy Casagrande como seu novo baterista no final de abril de 2024. A estreia ao vivo do baterista aconteceu no dia 25 de abril no Pappy + Harriet’s, que fica na cidade de San Bernardino County, Califórnia, Estados Unidos. De lá para cá, o músico vem se tornando peça chave para o sucesso dos shows do conjunto. Via: RockBizz

Morre aos 75 anos Airton Diniz, um dos criados da revista Roadie Crew
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05/01/2025

Morre aos 75 anos Airton Diniz, um dos criados da revista Roadie Crew

O heavy metal e rock n’ roll brasileiros estão de luto! Morreu aos 75 anos Airton Diniz, um dos criados da revista Roadie Crew. Airton deixa uma filha, Cintia Diniz, e dois netos. É importante destacar que a causa da morte não foi revelada. Em nota oficial nas redes sociais, a revista informou o falecimento do comunicador e pontuou alguns de seus feitos como colaborador da cultura em nosso país. “A Roadie Crew manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Airton Diniz, um de seus fundadores. Nascido em 12 de dezembro de 1950, Airton foi essencial para a consolidação da Roadie Crew como referência na cena musical e deixa um legado inestimável para o jornalismo cultural. A paixão por rock, heavy metal, futebol e jogos de futebol de botão uniu a família de Airton Diniz, onde Claudio Vicentin, ex-jogador promissor do Palmeiras, migrou para a música. Ao se desligar do esporte, o então promissor meia-esquerda passou a estudar bateria e montou uma banda chamada Cicatrix. Então, Airton, Claudio e Anselmo Teles criaram o fanzine Roadie Crew. Nomeado por Cintia Diniz em homenagem aos roadies, o fanzine nasceu para celebrar o rock e o heavy metal. Em 1994, durante o Philips Monsters of Rock em São Paulo, foi lançada a edição #00 do fanzine Roadie Crew. Desde então, Airton Diniz voltou a sua vida para lutar em prol da valorização da música pesada.Expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores, reafirmando nossa gratidão por sua contribuição à história da música e da revista”. O RockBizz envia as mais sinceras condolências e sentimentos aos familiares, amigos e fãs de Airton Diniz. Via: RockBizz

Bono é homenageado com a Medalha Presidencial da Liberdade nos Estados Unidos
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04/01/2025

Bono é homenageado com a Medalha Presidencial da Liberdade nos Estados Unidos

Bono, vocalista do U2, está entre os homenageados que receberam a Medalha Presidencial da Liberdade de Joe Biden durante uma cerimônia na Casa Branca, Estados Unidos, neste sábado (04). Maior honraria civil do país, a Medalha Presidencial da Liberdade é concedida a pessoas “que fizeram contribuições exemplares para a prosperidade, valores ou segurança dos Estados Unidos, para a paz mundial ou outros empreendimentos sociais, públicos ou privados significativos”. Bono foi reconhecido como “um ativista pioneiro contra a AIDS e a pobreza. Ele reuniu políticos de partidos opostos para criar o programa PEPFAR AIDS dos Estados Unidos e é cofundador das organizações de campanha ONE e (RED)”, de acordo com uma declaração divulgada pela Casa Branca. Veja a entrega da medalha ao cantor do U2 a partir dos 11 minutos no player abaixo: Happening Now: President Biden delivers remarks at a Medal of Freedom Ceremony. https://t.co/zEVTZ3oHkK — The White House (@WhiteHouse) January 4, 2025 Via: RockBizz

Slipknot: veja um dos primeiros registros da banda sem máscara
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04/01/2025

Slipknot: veja um dos primeiros registros da banda sem máscara

Uma filmagem rara e recém-descoberta do Slipknot sem máscara fazendo a passagem de som para um show em sua cidade natal, Des Moines, Estados Unidos, foi compartilhada no Instagram. A apresentação aconteceu no Super Toad Entertainment Center em 1º de janeiro de 2000, celebrando o Ano Novo, como parte da turnê World Domination. Em entrevista à Metal Hammer no ano passado, o produtor Ross Robinson revelou que a primeira vez que viu a banda tocar, eles estavam sem máscara. “Nós combinamos de encontrá-los na casa dos pais de Sid, e eles estavam todos me esperando, sem máscara, no deck”, ele lembrou. “Enquanto dirigíamos, eu os vi correndo, como crianças animadas, para o porão onde ensaiavam. Então eles pegaram seus instrumentos e, meu Deus…” “Sem as máscaras, eu podia ver suas expressões faciais”, ele disse. “Toda aquela insanidade era totalmente visível. Eu fiquei meio chateado sabendo que eles usavam máscaras porque eles eram muito expressivos sem elas.” Assista à rara filmagem da passagem de som e à filmagem do show, publicado pelo perfil slipknotvideos_, abaixo: Via: RockBizz

Nirvana: riff de Smells Like Teen Spirit é eleito o melhor de todos os tempos
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04/01/2025

Nirvana: riff de Smells Like Teen Spirit é eleito o melhor de todos os tempos

As guitarras do rock n’ roll e heavy metal, ao longo de suas imensas trajetórias, já nos presentearam com pérolas atemporais. É só ouvir riffs de sons como Enter Sandman (Metallica), Iron Man (Black Sabbath) e Rock You Like A Hurricane (Scorpions) para entrarmos no modo curtição e esquecer o dia a dia por alguns minutos. Celebrando tal poder, o site U Discover Music fechou o ano de 2024 listando os quarenta melhores riffs de todos os tempos. Para a surpresa de algumas pessoas, o riff de Smells Like Teen Spirit, hit do Nirvana, foi eleito o melhor, batendo sons como Smoke On The Water (Deep Purple) e Sweet Child O’ Mine (Guns N’ Roses). Vale explicar que os critérios que os membros do site usaram para chegar nesta conclusão não foram revelados. Porém, a publicação defendeu Smells Like Teen Spirit da maneira exposta logo abaixo. “Três décadas depois de ter sido gravado, o single do Nirvana, Smells Like Teen Spirit, ainda soa cru e emocionante. Kurt Cobain estava tentando escrever a “música pop definitiva” quando surgiu com o riff de guitarra. Ele também queria escrever algo no estilo dos Pixies, dizendo à revista Rolling Stone em 1994: “Eu estava basicamente tentando roubar os Pixies. Eu tenho que admitir isso”. O padrão de quatro acordes do riff não é original, mas os contrastes dinâmicos e silenciosos da música e a entrega visceral de Cobain aumentam o poder de um dos melhores riffs de guitarra dos anos 90″. Smells Like Teen Spirit é a faixa de abertura do segundo álbum do Nirvana, Nevermind, o qual saiu em setembro de 1991 pela DGC Records. O disco já vendeu mais de trinta milhões de cópias em todo o planeta e é considerado um dos mais bem-sucedidos da indústria fonográfica. Via: RockBizz

Eskröta: Banda de crossover tem que se posicionar; tem que escrever letras feministas, segundo Yasmin Amaral
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03/01/2025

Eskröta: Banda de crossover tem que se posicionar; tem que escrever letras feministas, segundo Yasmin Amaral

No final do ano passado, a frontwoman da Eskröta, Yasmin Amaral, deu uma passadinha no programa Panelaço para bater um papo com o apresentador João Gordo (Ratos de Porão). A artista contou como a banda deu os seus primeiros passos e deu o panorama sonoro e lírico em torno do trio. Yasmin contou: “A Eskröta surgiu comigo e a Tamy (Tamyris Leopoldo)! A gente já tinha uma banda de death metal. Depois de um tempo, vimos que o death metal não era a nossa parada. A gente gosta de misturar as coisas, no estilo crossover [fusão do thrash metal e o hardcore]. Temos várias referências como o D.R.I. (Dirty Rotten Imbeciles) e altas bandas de thrash metal”. Ela continuou: “Formamos a banda e deu certo! Todo mundo curtiu a ideia e o posicionamento! Acho que banda de crossover tem que se posicionar, porque, senão, não faz o menor sentido. As nossas letras são em português, porque temos uma mensagem para transmitir. As nossas letras são feministas e antifas”. “Nós já começamos no circuito antifa”, destacou a artista. “Os primeiros eventos em que nós tocamos foi da galera antifa e feminista. Depois começamos a furar um pouco a bolha”, completou Yasmin. Eskröta deu os seus primeiros na carreira em 2017. No ano seguinte, colocou no mercado o EP Eticamente Questionável, que acabou chamando a atenção do público e imprensa. Desde então, o trio vem colecionando conquistas como tocar em festivais como Rock in Rio e Knotfest, além disse, a trupe se mantém criativa em estúdio vide o álbum Atenciosamente, de 2023. Via: RockBizz

“Tivemos uma grande briga com Gloria em Buenos Aires; foi aí que o Sepultura acabou”, diz Andreas Kisser
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03/01/2025

“Tivemos uma grande briga com Gloria em Buenos Aires; foi aí que o Sepultura acabou”, diz Andreas Kisser

As tretas entre os músicos do Sepultura já se tornaram bastante notórias nos quatro cantos da cena heavy metal mundial. No finalzinho de 1996 aconteceu a ruptura da formação clássica da banda, que consistia em Max Cavalera (vocal e guitarra), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo) e Igor Cavalera (bateria). De lá para cá, o Sepultura teve várias formações, mas conseguiu manter-se relevante na mercado musical colocando na praça álbuns criativos como os dois mais novos: Machine Messiah (2017) e Quadra (2020). Em 2018, a revista inglesa fez uma matéria bastante completa com o foco nos acontecimentos de 1996 em torno do grupo. Portanto, a lista de tópicos contemplou o sucesso do álbum Roots e as brigas, principalmente com a ex-empresária Gloria Cavalera, que culminaram na fragmentação da formação clássica da banda. De acordo com o guitarrista e atual líder, eles tiveram uma grande briga com Gloria em Buenos Aires, Argentina, e foi aí que as coisas desandaram de vez. Andreas: “Nós tínhamos o contrato. Tínhamos ao nosso lado uma ferramenta jurídica, a qual podíamos exercer a opção de não continuar com a Glória porque queríamos mudar a forma como os negócios do Sepultura eram feitos. E eles [Max e Gloria] não queriam saber disso”. Max: “Os outros três caras [Andreas, Paulo e Igor] simplesmente pararam de falar com a Glória completamente, o que foi muito frio. Quem faz isso? Meu próprio irmão fez isso, o que foi muito difícil de entender”. Paulo: “Nós tentamos falar com o Max, mas foi difícil”. Max: “Você não muda as pessoas sem motivo! Se não estivessem funcionando, eu entenderia o motivo de mudar. Eu concordaria que precisaríamos fazer alguma coisa. Mas estávamos tendo mais sucesso do que nunca. Isso foi incompreensível”. Andreas: “Tivemos uma grande briga com a Gloria em Buenos Aires [em 14 de novembro de 1996]. Foi aí que o Sepultura acabou! Mas decidimos ir para a Europa fazer mais uma turnê para tentar viabilizar o Sepultura por mais um ano. Foi uma loucura”. Não deu certo a tentativa de esticar a corda por mais um ano! A ruptura entre as partes rolou pouco mais de um mês depois da briga, no dia 16 de dezembro de 1996, após o show realizado no Brixton Academy, Inglaterra. A partir desse ponto cada lado foi cuidar de seus próprios interesses. O Sepultura fechou com o vocalista Derrick Green, com quem já lançou diversos álbuns. Max Cavalera criou o Soulfly e participa também de outros projetos como Cavalera Conspiracy e Killer Be Killed. Via: RockBizz

Alex Lifeson se encontra com Geddy Lee uma vez por semana para tocar sons do Rush
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03/01/2025

Alex Lifeson se encontra com Geddy Lee uma vez por semana para tocar sons do Rush

A dupla Alex Lifeson (guitarra) e Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) está na capa da nova edição da revista inglesa Classic Rock. Obviamente, o bate-papo se aprofunda no universo do Rush, visto que relata alguns causos sobre a longa carreira da banda. Ao serem questionados se costumam se encontrar para fazer um som juntos, Alex fez questão de destacar que toca com Geddy uma vez por semana. O músico revelou também que eles gravam essas reuniões musicais. Lifeson: “É bom tocar com os amigos conforme você envelhece. Eu preciso tocar! Uma vez por semana eu vou à casa de Geddy para tocarmos algumas coisas. Isto está no calendário! E eu preciso manter os meus dedos em movimento. Nós tocamos coisas do Rush e fazemos novas jams. Nós gravamos, mas eu não poderia nem começar a dizer para onde isso irá”. Lee completou: “Alex e eu somos amigos de longa data! É verdade que tocamos juntos de vez em quando. Bem, isso é tudo que quero dizer sobre isso agora”. O Rush realizou o seu derradeiro show em 01 de agosto de 2015. O concerto rolou na famosa casa The Forum em Inglewood, Califórnia, Estados Unidos. O espetáculo ganhou um sabor ainda mais especial, visto que fora a última vez que Neil Peart pisou em um palco. Sem alarde na imprensa, o músico lutou por três anos contra o glioblastoma, uma forma agressiva de câncer no cérebro. Infelizmente, o virtuoso baterista perdeu a batalha para a doença e acabou falecendo no dia 7 de janeiro de 2020, em Santa Mônica, Califórnia. O músico tinha apenas 67 anos. Via: RockBizz

Thundermother começa o ano com lançamento do single Bright Eyes
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03/01/2025

Thundermother começa o ano com lançamento do single Bright Eyes

A Thundermother começou o ano com o lançamento do single Bright Eyes, faixa que estará no álbum Dirty & Divine, que sairá no dia 07 de fevereiro pela AFM Records. Curta: Dirty & Divine marca a estreia da nova formação da banda, a qual consiste em Filippa Nässil (guitarra), Linnea Vikström Egg (vocalista), Joan Massing (bateria) e Majsan Lindberg (baixo). A Thundermother irá retomar as atividades ao vivo em fevereiro, com uma tour pela Europa e Reino Unido, que se estenderá até abril. Vejas as datas da turnê aqui. Track listing de Dirty & Divine: 01. So Close02. Can’t Put Out The Fire03. Speaking Of The Devil04. Feeling Alright05. Take The Power06. I Left My License In The Future07. Dead Or Alive08. Can You Feel It09. Bright Eyes10. American Adrenaline Via: RockBizz

Instabilidade emocional no Sepultura aumentou após a morte do filho de Gloria Cavalera, segundo Andreas Kisser
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02/01/2025

Instabilidade emocional no Sepultura aumentou após a morte do filho de Gloria Cavalera, segundo Andreas Kisser

O ano de 1996 foi um período sui generis para o Sepultura: o quarteto colocou no mercado o clássico Roots, no entanto, os problemas de convívio estavam tomando proporções devastadoras a ponto de colocar em risco a continuidade da banda. A relação entras as partes – a saber: Andreas Kisser, Paulo Júnior e Iggor Cavalera de um lado e Max e Gloria Cavalera do outro – estava implodindo, e só faltava um último evento para que tudo viesse abaixo. E aconteceu em agosto de 1996, quando o Sepultura chegou ao Reino Unido para tocar no festival Monsters Of Rock, abrindo para os veteranos KISS e Ozzy Osbourne. A banda recebeu a triste notícia de que Dana Wells, filho de Gloria, havia morrido em um acidente de carro nos Estados Unidos. Em 2018, durante entrevista à revista inglesa Metal Hammer, os músicos recordaram o trágico episódio. O guitarrista Andreas Kisser ainda comentou que a instabilidade emocional no Sepultura aumentou após a morte do filho de Gloria Cavalera. Andreas: “Assim que chegamos na Inglaterra para tocar em Castle Donington, nós recebemos a notícia. Fui eu quem deu a notícia para a Glória”. Max: “No minuto em que chegamos, houve uma batida na porta e era Andreas. Ele tinha uma expressão pálida e fantasmagórica que eu nunca tinha visto antes, e eu sabia que algo estava incrivelmente errado. Ele disse a Gloria: ‘Seu filho morreu’. Daquele momento em diante, o dia inteiro ficou fora de controle. Sharon e Ozzy Osbourne nos ajudaram muito, foram eles que nos ajudaram a voltar para casa [nos Estados Unidos]. Sem eles, não poderíamos ter chegado em casa tão rápido”. Andreas: “Tínhamos um grande show! Na nossa cabeça era um dos maiores shows da carreira do Sepultura, então, decidimos seguir em frente e fazer o show como um trio. Estou feliz por termos feito isso. Houve emoções confusas. Uma profunda tristeza por uma grande perda, no entanto, ao mesmo tempo, tocamos em Castle Donington. Foi muito estranho. Eu acho que nunca mais senti algo assim. Mas a partir desse ponto, toda a instabilidade emocional ficou ainda maior. Principalmente por parte da família de Gloria”. Apesar das tensões, o grupo conseguiu estender os trabalhos até o dia 16 de dezembro de 1996, quando aconteceu o show final da formação clássica do Sepultura. O espetáculo rolou no Brixton Academy, Inglaterra. A partir desse ponto cada parte foi cuidar de seus próprios interesses. O Sepultura fechou com o vocalista Derrick Green, com quem já lançou diversos álbuns. Max Cavalera criou o Soulfly e participa de outros projetos como Cavalera Conspiracy e Killer Be Killed. Via: RockBizz

Helloween deseja feliz ano novo ao som de Invitation
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02/01/2025

Helloween deseja feliz ano novo ao som de Invitation

O Helloween finalizou o ano de 2024 agradecendo os seus milhares de fãs pelo apoio e carinho recebido dos quatros cantos do planeta. Pelas redes sociais, o grupo informou que o novo álbum chegará neste ano, assim como a nova tour. E para deixar a mensagem ainda mais especial, o Helloween desejou feliz ano novo ao som de Invitation, faixa de abertura do clássico Keeper of the Seven Keys Part 2, de 1988. “Feliz ano novo! O 2025 chegou e mal podemos esperar para pegar a estrada, compartilhar nosso novo álbum e criar momentos inesquecíveis com vocês, nossos fãs incríveis! Vamos fazer deste um ano inesquecível”. Tour de 40 anos O septeto alemão fará turnê celebrando seus 40 anos de carreira e história no heavy metal mundial. O giro, que contará com a abertura do Beast in Black em sua primeira etapa, começará em meados de outubro de 2025 e se estenderá até o final de novembro. É importante destacar que, depois da etapa europeia, a turnê ganhará novas praças como Ásia, Estados Unidos e América Latina. Confira o itinerário da 40 Years Anniversary Tour: Outubro17 – LU Luxembourg – Rockhal18 – NL Tilburg – 01320 – UK London – Eventim Apollo22 – FR Paris – Zénith (Le Villette)24 – CZ Prague – O2 Arena25 – SK Zvolen – Tiposbet Arena26 – HU Budapest – Papp László Sportaréna28 – PL Katowice – Spodek31 – DE Bochum – RuhrCongress Novembro01 – DE Hamburg – Barclays Arena03 – NO Oslo – Sentrum Scene04 – NO Oslo – Sentrum Scene06 – FI Helsinki – Helsingin Jäähalli08 – SE Gothenburg – Partille Arena13 – PT Lisbon – Campo Pequeno15 – ES Madrid – La Cubierta de Leganés19 – IT Milan – Forum20 – CH Zurich – The Hall22 – DE Stuttgart – Hanns-Martin-Schleyer-Halle Veja o trailer oficial da 40 Years Anniversary Tour: Via: RockBizz

Van Williams rejeita a ideia de que a volta do Nevermore seja caça níquel
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01/01/2025

Van Williams rejeita a ideia de que a volta do Nevermore seja caça níquel

No final do ano passado, Jeff Loomis e Van Williams, guitarrista e baterista, respectivamente, anunciaram a volta do Nevermore. A declaração da volta da banda pegou os fãs e a imprensa de surpresa, além disso, gerou bastante falatório. Agora, em nota pelas mídias sociais, o citado Van Williams está rejeitando a ideia de que a volta do Nevermore seja caça níquel. De acordo com o baterista, o foco do retorno está na música e no prazer de tocar. “Para àqueles que chamam a nossa volta de caça níquel, tenho que discordar. A maioria dos músicos não toca por dinheiro. Passamos inúmeras horas ao longo dos anos suando, ensaiando, tocando e gravando simplesmente porque amamos isso. Isso é o que escolhemos fazer na vida porque sempre amamos. É isso que nos move, a paixão pela música, a conexão com os fãs e o processo criativo. Se o dinheiro vem disso, ótimo, mas nunca foi o foco. Além do mais, nós também temos contas para pagar assim como você”. Williams completou: “Jeff e eu queremos honrar o legado do Nevermore, encontrando músicos que possam respeitar o que Warrel Dane [vocal] e Jim Sheppard [baixo] trouxeram para a banda. E não se trata de substituir Warrel, ninguém pode. Trata-se de encontrar alguém que possa honrar seu trabalho e ao mesmo tempo contribuir com algo novo. Queremos dar aos fãs a chance de se reunirem, celebrarem a música e cantarem aquelas letras incríveis novamente. E, esperançosamente, podemos criar novas músicas que estejam ao lado dos clássicos”. Leia a nota completa de Van Williams logo abaixo: O comunicado do retorno do Nevermore chegou junto com um vídeo de cerca de um minuto contendo várias imagens relacionadas ao grupo. No final, o vídeo ainda possui a mensagem Resurrecting The Dream, algo como Ressuscitando o sonho, em uma tradução livre. Via: RockBizz

Edu Falaschi promete turnê comemorativa a Temple Of Shadows
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31/12/2024

Edu Falaschi promete turnê comemorativa a Temple Of Shadows

O cantor brasileiro Edu Falaschi (ex-Angra, ex-Almah) promete turnê comemorativa a Temple Of Shadows para 2025. No mês de junho, Falaschi iniciará a Temple Of Shadows In Concert 2025, que será a turnê comemorativa aos vinte anos do citado disco. De acordo com o vocalista, a tour incluirá apresentações épicas com orquestras e convidados especiais, além de um show singular em São Paulo com uma atração internacional ainda mantida em segredo. A saga continua Além disso, Edu começará as gravações do terceiro álbum de sua trilogia musical, que dá continuidade à saga do personagem Jorge. Com lançamento previsto para 2026, o disco promete trazer narrativas envolventes e arranjos complexos, mantendo o padrão de excelência característico do artista. Ao longo do ano, Edu Falaschi garante que informará seu público sobre todas as novidades em andamento, bem como a sua agenda de show completa. Via: RockBizz

Dee Snider subestimou a longevidade do Metallica: “Achei que eles nunca iriam a lugar nenhum”
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30/12/2024

Dee Snider subestimou a longevidade do Metallica: “Achei que eles nunca iriam a lugar nenhum”

Em 2009, a revista inglesa Classic Rock bateu um papo com o cantor Dee Snider (Twisted Sister), no qual ele expôs sua opinião, proximidade e relação com vários artistas e bandas. Sobre a banda de James Hetfield e Lars Ulrich, Snider lembrou que subestimou a longevidade do Metallica e comentou que achava que eles nunca iriam a lugar nenhum. “Um dos primeiros grandes shows do Metallica foi abrir para o Twisted Sister em um casa de show de três mil lugares em Nova Iorque. Isso foi quando eles tinham Dave Mustaine e Cliff Burton na formação. Na época, eles estavam morando no porão da casa de Johnny Z [chefe da Megaforce Records]. Tempos depois, o Metallica abriu para gente em nossa turnê do álbum Stay Hungry. Quando chegamos em uma pequena cidade da Holanda, ficamos surpresos ao ver um pôster do Metallica acima de nós. Eu disse ao meu gerente de turnê que o Metallica seria claramente a atração principal. Pedi para ele avisar aos caras que abriríamos para eles naquela noite. Meu gerente de turnê voltou e disse que eles não concordaram. Eles ficaram com o pé atrás, mas acabei os convencendo de que não era uma pegadinha. Mas lembro de vê-los ao vivo e pensar: ‘Esses caras têm muito coração, mas nunca vão a lugar nenhum’. Achei o som do Metallica muito pesado, com isso, a sociedade nunca conseguiria digerir isso”. A previsão de Dee foi por água abaixo em pouco tempo, pois o quarteto logo deixou o som mais urgente de Kill ‘Em All (1983) para trás, e passou a focar em canções mais profundas e dinâmicas, o que é facilmente perceptível em uma única audição de Ride the Lightning (1984) e Master of Puppets (1986), por exemplo. Além disso, o Metallica é um dos maiores nomes do heavy metal em termos de vendas. O quarteto já comercializou cerca de cento e vinte milhões de cópias ao redor do mundo. Somente nomes como Ozzy Osbourne e Iron Maiden conseguem fazer frente ao patamar do grupo. Via: RockBizz

Roger Waters volta a cutucar Thom Yorke sobre show em Israel
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30/12/2024

Roger Waters volta a cutucar Thom Yorke sobre show em Israel

Há alguns anos o ex-vocalista e baixista do Pink Floyd, Roger Waters, vem criticando de forma incisiva o frontman do Radiohead, Thom Yorke, por sua apresentação em Telavive, cidade de Israel, em 2017. Neste final de ano, Roger Waters voltou a cutucar Thom Yorke sobre o show em Israel. Em uma postagem em seu site, cujo o título é ‘Uma mensagem de Natal para Thom’, o ex-Pink Floyd abordou a questão. Waters escreveu: “Todas as manhãs, tardes e noites, eu tenho que excluir algumas notificações de novos assinantes de meu SubstackStack. Meus novos assinantes gostaram da recente publicação sobre a minha troca de e-mails com Thom Yorke em 2017. Parece que isso esclareceu algumas coisas para eles. Isso é bom. O estado de Israel está fazendo uma limpeza étnica na Palestina”. Leia na íntegra a contundente mensagem do músico aqui. Roger é um ferrenho crítico as ações de guerra que Israel vem perpetuando há anos contra o país vizinho, Palestina. Ele também mira as suas críticas para as ações de outros países como Estados Unidos e Inglaterra. O artista inglês se diz um apoiador dos direitos humanos e de uma maior responsabilidade global. Via: RockBizz

Brian Tichy mostra técnica apurada em cover de Tom Sawyer do Rush
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30/12/2024

Brian Tichy mostra técnica apurada em cover de Tom Sawyer do Rush

O virtuoso baterista Brian Tichy (ex-The Dead Daisies, ex-Whitesnake, ex-Ozzy Osbourne e muitos outros) alimenta regularmente seu canal oficial no YouTube com muitos conteúdos legais. De lições de bateria a registros de bastidores de shows, muita coisa é apresentada pelo músico norte-americano. Na nova postagem Brian Tichy está mostrando sua técnica apurada em cover de Tom Sawyer do Rush. Cabe recordar que a célebre canção é o ‘open track’ do platinado trabalho Moving Pictures, de 1981. Na legenda do post, Brian escreveu: “Catch the Spit… De novo! Aqui vai o cover de Tom Sawyer na bateria. Eu pratico essa música desde a 7ª série”. Confira a interpretação de Tichy para o clássico do Rush aqui: E não foi a primeira vez que Brian homenageou o Rush, visto que no mês passado ele liberou o cover de Subdivisions, faixa presente no álbum Signals, de 1982. Veja: Via: RockBizz

Heavy metal não foi feito para ser mainstream, segundo David Ellefson
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29/12/2024

Heavy metal não foi feito para ser mainstream, segundo David Ellefson

O heavy metal é um estilo musical bastante popular no mundo, possui fãs nos quatro cantos do globo. Todavia, não é um gênero musical de fácil digestão para a maioria da população, visto que as suas guitarras distorcidas e vocais poderosos assustam muita gente. Mesmo assim, o heavy metal teve os seus momentos de glória popular ao ultrapassar as suas jurisdições. Vale o exemplo do Metallica e o seu mega platinado Black Album. Muitas pessoas fora do circuito do metal conhecem Nothing Else Matters e The Unforgiven, por exemplo. Porém, para o ex-ajudante de ordem de Dave Mustaine no Megadeth, David Ellefson, o heavy metal não foi feito para ser mainstream. O músico explicou seu ponto de vista para a fotógrafa Alexandra Hernandez. “O metal não é uma música mainstream”, afirmou David. “O metal é uma subcultura que não foi feita para ser ou estar no mainstream”, reforçou. “Ele teve seus momentos mainstream, mas na maior parte do tempo é uma subcultura”, continuou. “As pessoas vêm porque gostam e conhecem as músicas, conhecem as pessoas envolvidas nela, sabem as letras das canções e conhecem os músicos. Isto é, há um pouco mais de uma conexão intrínseca entre nós”, pontuou. “Para mim, o metal sempre foi assim, desde os primeiros dias do Megadeth. A nossa relação com o público sempre foi de engajamento e envolvimento, o que é muito divertido e faz toda a cena ganhar forma”, concluiu Ellefson. Assista a explicação completa de David Ellefson sobre seu ponto de vista na postagem abaixo: Via: RockBizz

Michael Schenker explica por que não curte as novas bandas de rock e metal
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29/12/2024

Michael Schenker explica por que não curte as novas bandas de rock e metal

O virtuoso guitarrista alemão, Michael Schenker, é uma das principais figuras da cena rock. Seja fazendo música em carreira solo ou com o UFO, Michael Schenker Group ou Scorpions, o músico é uma peça fundamental para o som pesado, pois influenciou guitarristas como Kirk Hammett (Metallica) e Adrian Smith (Iron Maiden). Portanto, guitar hero germânico é um cara com muita propriedade para dar seus pitacos sobre o que está certo ou errado no rock e metal. Tempos atrás, em conversa com o apresentador Jorge Botas, do canal português Metal Global, Michael Schenker explicou por que não curte as novas bandas de rock e metal. Ele esclareceu: “Anos atrás, eu ouvia as novas bandas. No começo, quando comecei a minha carreira, fui inspirado por todos os guitarristas do final dos anos 60. Então, quando eu tinha 15 anos, eu já sabia inconscientemente que isso era algo que eu queria fazer. Quando eu tinha 18 anos, tomei a decisão de ficar longe de ouvir novas músicas para me expressar. Tomei essa decisão por que, quando ouvi os guitarristas no final dos anos 60, todos eles tinham o seu estilo, e era muito bom! Era ótimo, na verdade! Todos eles eram diferentes, soavam de forma única. No entanto, nos anos 80, tudo era igual. As coisas foram basicamente diluídas nos anos 70. As bandas simplificaram e comercializaram o som para ganhar dinheiro. Os guitarristas dos anos 70 e do final dos anos 60 focavam na arte. Eles eram artistas puros”. Veja a fala completa de Michael Schenker no tocador a seguir: Via: RockBizz

Dan Donegan (Disturbed) dá conselho aos novos artistas: “Tenham a mente aberta”
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28/12/2024

Dan Donegan (Disturbed) dá conselho aos novos artistas: “Tenham a mente aberta”

Tirar um projeto artístico do papel é muito difícil. A coisa fica ainda mais complicada conquistar sucesso comercial com tal empreendimento. É claro que não há receita de bolo, tampouco fórmula mágica para fazer a carreira vingar, porém, algumas orientações valem a pena serem seguidas para começar os trabalhos. O guitarrista do Disturbed, Dan Donegan, conversou com o canal GHS Strings e fez a boa ação de dar conselho aos novos artistas. “Não há limites. Não há fronteiras na música. Dessa forma, você deve sempre manter a mente aberta. Faça o que soe bom para você. Faça o que é bom para você. Para mim, a guitarra é uma extensão de quem sou e de como me sinto. E não se preocupe em ir atrás das tendências ou fazer coisas que você acha que as outras pessoas querem ouvir. Companha de forma natural. Continue sempre tentando escrever e se expressar. E isso é tudo que eu sempre quis fazer. Música era uma outra maneira de expressão para mim, porque eu era um garoto bastante quieto e fugia de tudo. A música me ajudou a colocar para fora o que eu estava sentindo, o que foi muito bom. Então eu diria para manter a mente aberta e fazer o que é bom para você”. Ao lado do Disturbed, Dan Donegan se tornou um dos principais guitarristas e compositores dos anos 1990 e 2000. O grupo já passou da marca de quinze milhões de discos vendidos em todo o mundo e já teve várias canções nas paradas de sucesso. Via: RockBizz

Sepultura: Andreas Kisser não sente falta de tocar com Max Cavalera
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28/12/2024

Sepultura: Andreas Kisser não sente falta de tocar com Max Cavalera

Faz mais de vinte e oito anos que as duas maiores forças criativas do Sepultura, Andreas Kisser (guitarra) e Max Cavalera (vocal e guitarra), não tocam juntos. Depois da cisão do grupo, Max seguiu com outros projetos como o Soulfly, já a banda brasileira prosseguiu os trabalhos com o gringo Derrick Green nos vocais. Tempos atrás, a formação clássica do Sepultura – a saber: Andreas, Max e a cozinha formada por Paulo Xisto Júnior (baixo) e Iggor Cavalera (bateria) – concedeu uma grande entrevista à revista inglesa Metal Hammer. O bate-papo possui algumas lavagens de roupa suja, como é de se esperar, e revelações que podem desanimar os fãs que sonham com uma reunião do quarteto. Em certo parte da conversa, Kisser disse: “Sinto falta de estar em uma banda com Max? Não! De jeito nenhum! Eu não o conheço hoje. Eu não conheço a pessoa que ele é hoje em dia”. O guitarrista completou afirmando que não tem arrependimento sobre como as coisas se desenrolaram ao longo dos anos. “Não há nenhum arrependimento. Não vejo por que deveríamos nos arrepender quando estamos em um lugar melhor agora”. Tour final Como o assunto é no campo do Sepultura, a banda, que é atualmente liderada por Andreas Kisser, está seguindo firme e forte com a sua derradeira turnê, que se chama Celebrating Life Through Death. Para o próximo ano, o quarteto tem shows marcados em territórios como América Central, América do Sul e Europa. Confira a agenda completa dos caras logo aqui. Via: RockBizz

HammerFall: Joacim Cans explica ritual de aquecimento pré-show
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27/12/2024

HammerFall: Joacim Cans explica ritual de aquecimento pré-show

Em uma nova entrevista para o canal Heavy Interviews, o vocalista do HammerFall, Joacim Cans, explicou seu ritual de aquecimento vocal antes de subir no palco. “Preciso estar pronto quando subo no palco, já que esse tipo de canto não é para homens às vezes, porque é muito agudo. Você precisa estar pronto”, ele explicou. “Eu tenho meu ritual”, continuou. “Eu faço as mesmas coisas há 30 anos, e funciona para mim. Então eu nunca mudaria nada. Exatamente uma hora antes da introdução começar, saio por 10 minutos para encontrar uma sala com uma boa reverberação, na pior das hipóteses, eu tenho que ir ao banheiro, e então começo meus aquecimentos. E quando termino isso, me visto, talvez tome meia lata de Coca-Cola e meia hora, 20 minutos antes do show, volto para a sala de aquecimento. E então começo a testar meu agudo e vejo se o acordei fazendo as partes mais baixas antes”. “Então você precisa estar pronto”, Cans acrescentou. “Se você não estiver pronto, provavelmente perderá sua voz em algumas músicas… O que quer que você faça no dia anterior, nos dias anteriores, na semana anterior, na noite anterior afetará sua voz. Então, basta adicionar líquidos, e com líquidos estou me referindo à água. Estou me referindo aos eletrólitos que você precisa, porque suamos muito no palco. Se você quiser beber cerveja, vinho, faça isso depois do show. Às vezes, tomo meia cerveja antes do show, se sinto que preciso apenas de um pequeno impulso. É meia cerveja, mas é isso”. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Geoff Tate fala sobre a aposentadoria de Nicko McBrain: “Deve ser um inferno tocar aquelas músicas todos os dias”
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27/12/2024

Geoff Tate fala sobre a aposentadoria de Nicko McBrain: “Deve ser um inferno tocar aquelas músicas todos os dias”

O ex-vocalista do Queensrÿche, Geoff Tate, conversou com os radialistas Ralph Sutton e Dov Davidoff, do programa The SDR Show, sobre o começo de sua carreira, sucesso dos álbuns Operation: Mindcrime (1988) e Empire (1990) e o seu trabalho na fabricação de vinho. No bate-papo, Tate também falou sobre a aposentadoria de Nicko McBrain. No começo deste mês o baterista do Iron Maiden tomou a difícil decisão de se afastar das turnês por conta dos problemas de saúde que vem enfrentando nos últimos tempos. “Estou ficando velho, então sei como é difícil manter o alto nível! Portanto, eu não me imponho grandes turnês, não faço loucuras e não vou para lugares barulhentos os quais preciso ficar gritando. Até em restaurantes em Nova Iorque, por exemplo, você precisa gritar para conversar com as pessoas. É uma loucura! Então, evito esse tipo de coisa. Mas eu uso a minha voz, mantenho um equilíbrio”. Geoff completou: “E eu vi que Nicko McBrain se aposentou! Não o culpo por isso! Deve ser um inferno tocar aquelas músicas todos os dias. Estar em turnê é difícil”. Assista a entrevista completa no tocador abaixo: Geoff Tate retomará as atividades ao vivo em março de 2025 tocando Operation: Mindcrime na íntegra pela última vez. Veja o itinerário da tour: Via: RockBizz

Paul McCartney é o melhor baixista de todos os tempos, segundo Billy Sheehan
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27/12/2024

Paul McCartney é o melhor baixista de todos os tempos, segundo Billy Sheehan

Durante conversa com o The Mistress Carrie Podcast, o hard rocker Billy Sheehan (Mr. Big, Talas) falou sobre seu carinho pelo eterno Beatle, Paul McCartney. Billy não parou por aí, ele foi além e declarou que McCartney é o melhor baixista de todos os tempos e que tudo o que ele faz é brilhante. Sheehan explicou sua opinião: “Eu ficaria feliz em explicar a qualquer um por que Paul McCartney é provavelmente o melhor baixista. Ele é um músico brilhante. O trabalho de James Jamerson é muito parecido nesse sentido, também. Mas o baixo de McCartney está em todos os lugares. É muito musical e muito bem entrelaçado com o que está acontecendo com todos os outros componentes da música. Ele é um músico incrível”. Ouça a entrevista completa aqui: Assim como Paul McCartney, Billy Sheehan e nomes como Geezer Butler (Black Sabbath), Geddy Lee (Rush) e Cliff Burton (Metallica) são considerados alguns dos melhores/maiores baixistas do rock n’ roll e heavy metal de todos os tempos. Trabalhos como Lean into It (1991), Paranoid (1970), Moving Pictures (1981) e Master of Puppets (1986) advogam em favor dos músicos citados anteriormente. Além disso, eles dão uma dimensão da grandeza criativa dos baixistas. Via: RockBizz