Resenhas

Jerry Cantrell (Alice in Chains) diz que jamais pagaria meio milhão de dólares em uma guitarra
Colecionar instrumentos musicais é um hobby que muitas pessoas possuem. Quem tem mais bala na agulha ostenta um estúdio com muitas relíquias como uma peça da Gibson Les Paul 1959. O líder do Alice In Chains, Jerry Cantrell, por exemplo, é um colecionador de guitarras. Em nova conversa com a revista inglesa Metal Hammer, o músico norte-americano falou sobre o caro passatempo de colecionar guitarras. “Acho que a última guitarra que adquiri foi uma Gibson. Eles me deram uma Flying V rosa champanhe brilhante. Eu ainda compro guitarras, mas não sou como Joe Bonamassa ou Kirk Hammett. Kirk gasta meio milhão de dólares em uma guitarra. Ele tem uma guitarra de Peter Green. Slash também tem algumas dessas guitarras. São Les Pauls 59 bem caras. Acho que doze ou quinze mil dólares pode ser o máximo que já gastei em uma guitarra”. Além de suas G&L Rampages, Jerry Cantrell gosta de fazer um som com modelos como G&L ASAT Classic, Gibson Les Paul e Music Man. No campo acústico, ele se satisfaz com o poder sonoro dos Takamines e Guilds. Nas redes sociais do músico é possível vê-lo ostentando alguns itens de sua coleção, tendo o destaque para as Gibsons Flying V. Via: RockBizz

Pamela Anderson admite que não tem um bom relacionamento com Tommy Lee
Durante entrevista no programa Andy Cohen Live, da SiriusXM, Pamela Anderson admitiu que atualmente não tem um bom relacionamento com seu ex-marido Tommy Lee (baterista do Mötley Crüe) com quem tem dois filhos – Brandon Thomas Lee, 28, e Dylan Jagger Lee, 27 anos. “Costumávamos conversar muito mais”, disse Pamela. “Não recentemente, infelizmente, mas eu queria que tivéssemos um relacionamento melhor agora”. A atriz de 57 anos, que foi casada com Tommy por três anos, expressou esperança de que sua amizade com o músico melhore pelo bem de Dylan, que ficou noivo de sua namorada de longa data Paula Bruss em julho de 2024. “Teremos netos juntos”, disse Pamela, antes de acrescentar: “Vai ficar tudo bem, eventualmente. É apenas um momento agora”. Anderson e Lee se casaram em uma praia no México em 1995, depois de namorar por apenas quatro dias, e se divorciaram em 1998. Via: RockBizz

Yasmin Amaral (Eskröta) fala sobre o machismo na cena heavy metal
Pouco tempo atrás, a frontwoman da banda Eskröta, Yasmin Amaral, concedeu uma pequena entrevista ao cantor e apresentador João Gordo, durante participação no podcast Panelaço. No bate-papo, a artista falou sobre o machismo na cena heavy metal, problema que já se arrasta há décadas e, infelizmente, parece longe de desaparecer. Yasmin disse: “A gente tinha mais crítica no começo! Eu acho que, depois de um certo momento em que você começa alcançar as coisas, não tem como você invalidar [o sucesso]. Certas coisas não colam mais”. Ela completou: “Eu acho que a galera começou a dar uma separada! Rola [machismo] com as bandas que estão começando. E é por isso que é muito difícil ver bandas de meninas que começam e vão até o fim! Geralmente, elas começam, ficam de saco cheio e param”. Veja a fala completa de Yasmin Amaral aqui: Eskröta é uma das bandas de thrash metal/rossover em ascensão no Brasil. O trio já colocou na praça alguns EPs e splits, contudo, o que vem chamando a atenção são os álbuns Cenas Brutais (2020) e Atenciosamente (2023). Via: RockBizz

Liam Gallagher reage ao setlist vazado da turnê de reunião do Oasis
Liam Gallagher reagiu ao setlist vazado nas redes sociais da turnê de reunião do Oasis. O tão aguardado retorno da banda, após um hiato de 15 anos, está marcado para começar em alguns meses no Reino Unido. “Não está muito longe”, escreveu o cantor no X (antigo Twitter) quando um fã perguntou “este setlist é oficial?” A lista incluía sucessos como Acquiesce, Some Might Say, Lyla, Shakermaker, The Hindu Times, Cast No Shadow, Slide Away, Supersonic, Morning Glory, Rock ‘n’ Roll Star, Cigarettes & Alcohol, Don’t Look Back in Anger, Live Forever e Champagne Supernova. No entanto, músicas como Wonderwall, D’You Know What I Mean, Roll With It e Go Let It Out não apareceram no suposto setlist. A turnê de reunião do Oasis começará em 4 de julho em Cardiff, País de Gales, e incluirá paradas na Inglaterra, Irlanda, Escócia, Brasil, Chile, Argentina, Austrália, Japão, Coreia do Sul, México, EUA e Canadá até novembro de 2025. It’s not far off — Liam Gallagher (@liamgallagher) January 7, 2025 Via: RockBizz

Metallica: Conheça quem James Hetfield considera o mestre artesão das letras
No novo episódio do The Metallica Report, que é um podcast semanal com as notícias e novidades do universo Metallica, o vocalista e guitarrista James Hetfield, 61 anos, contou quem considera o mestre artesão das letras. Alerta de spoiler: não é um artista da cena heavy metal. “Tom Waits é um mestre artesão das letras, pintando uma imagem em uma frase”, declarou Papa Het. “Isso é algo que me interessa, e dá trabalho”, enfatizou. “Eu vi Tom meio que viver isso. Era seu vocabulário também. Ele conseguia sentar e falar assim. Eu não consigo”, completou. “Gostaria de ser um letrista tão bom quanto Tom Waits. O trabalho dele é muito bom de ler e de ouvir”, finalizou Hetfield. Tom Waits é um músico de blues e folk que já colocou no mercado mais de quinze álbuns de estúdio. Ele se aventurou na sétima arte, visto que atuou em dezenas filmes, com destaque a Bram Stoker’s Dracula (1992) e Licorice Pizza (2021). Além disso, o multifacetado artista emprestou sua voz rouca ao desenho animado The Simpsons ao interpretar o personagem Lloyd. Tom também narrou a série Ultra City Smiths, que saiu pela AMC em 2021. Curta o videoclipe da Downtown Train para conhecer a voz de Tom Waits: Via: RockBizz

Robert Plant nunca curtiu a ideia do Led Zeppelin ser rotulado como uma banda de heavy metal
O super star Robert Plant nunca curtiu a ideia do Led Zeppelin ser rotulado como uma banda de heavy metal. Em 1994, quando conversou com o jornalista Mat Snow, da revista Mojo, Plant e Jimmy Page desprezaram tal rótulo musical em sua arte. “Olha, o heavy metal era apenas um dos elementos que estávamos usando em nossos sons. A nossa música sempre foi muito multifacetada, portanto, seria uma pena colocá-la em uma única caixa”, explicou Page. Mostrando pouca paciência com o jornalista, Robert tomou a palavra e disse: “Algumas de nossas melhores músicas, além de Black Dog e Rock And Roll, eram mais ou menos acústicas ou orientais”. “Então, deixe para o Deep Purple esse negócio de heavy metal. Eles são uma banda legal, criativa e original”, completou o vocalista. Embora Robert Plant e Jimmy Page não gostem do rótulo, a maioria do público considera o Black Sabbath, Led Zeppelin e Deep Purple como a santíssima trindade do rock pesado, sendo assim, a base do heavy metal mundial. Outro ponto interessante é que cada conjunto possui o seu próprio DNA sonoro, o que colaborou para que o estilo se tornasse mais amplo. E o resto, como dizem por aí, é história. Via: RockBizz

Pesta e Weedevil abrirão para o Pentagram em São Paulo
O Pesta e Weedevil abrirão para o Pentagram em São Paulo! O show irá acontecer no dia 30 de março no Fabrique Club. Além da capital paulista, o Pentagram também passará por Curitiba no dia 29 de março. Weedevil Fundada em 2019, em São Paulo, pelo baterista Flávio Cavichioli (Forgotten Boys/Pin Ups), a banda apresenta uma sonoridade que mescla a densidade do stoner/doom metal com toques de psicodelia e atmosferas ritualísticas. Sob a forte influência do Black Sabbath, o grupo cria um som repleto de peso, introspecção e misticismo. O álbum de estreia, The Return (2022), e o sucessor, The Profane Smoke Ritual (2024), consolidaram a Weedevil como um dos principais nomes do stoner/doom brasileiro, com lançamentos por selos respeitados como Abraxas Records e D.H.U Records (Holanda). Pesta Se trata de uma banda de stoner/doom formada há 10 anos em Belo Horizonte (MG), a princípio como um tributo a algumas bandas dos anos 70 e 80 como Pentagram, Cathedral, Trouble e Black Sabbath, em um som que transita entre o stoner rock, doom metal clássico e o hard rock setentista. Com uma identidade visual e sonora marcante, a Pesta leva aos seus shows o seu melhor momento e assim traz uma experiência sonora densa e muito pesada, o clima das composições e performance, músicos experimentados e uma performance ímpar do vocalista Thiago Cruz, somados a artefatos como standarts e velas. Pentagram Pioneiros do proto-doom, o Pentagram riscou de vez seu nome no hall das bandas lendárias com o álbum, Day of Reckoning (1987), com verdadeiros hinos heavy doom, amparados por timbres que remetem diretamente ao da guitarra soberana de Tony Iommi da época de ouro do Black Sabbath. Décadas depois, o culto ao Pentagram foi renovado e a sonoridade desafiadora e instigante da banda chegou a novas gerações, graças ao lançamento em 2011 do documentário ‘Last Days Here’. E vale destacar: a presença singular do vocalista Bobby Liebling tem sido o fator impulsionador consistente que mantém o Pentagram firme ao longo dos anos e contra todas as modas! Atualmente, a banda faz parte do cast da icônica gravadora de stoner/doom italiana Heavy Psych Sounds, pela qual lançarão Lightning in a Bottle, o 10º disco da carreira, que sairá dia 31 de janeiro de 2025. O último disco lançado pelo Pentagram é Curious Volume, de 2015. O álbum de estúdio saiu viu Peaceville Records e contém tanto material escrito na década de 1970 como outras músicas feitas especialmente para este álbum. Junto ao lendário Bobby Liebling estão o Tony Reed (Mos Generator, Big Scenic Nowhere) nas guitarras, Scooter Haslip (Mos Generator) no baixo e Henry Vasquez (Saint Vitus, Legions of Doom, Blood of the Sun) na bateria. SERVIÇOPentagram em CuritibaData: 29 de março de 2025Horário: 19h (abertura da casa)Local: Basement CulturalEndereço: Rua Des. Benvindo Valente, 260 – São Francisco, Curitiba – PRClassificação: 18 anosVenda on-line: https://fastix.com.br. Ingressos:1º lote – R$ 150,00 (pista – meia/promocional*); R$ 300,00 (inteira)2º lote – R$ 180,00 (pista – meia/promocional*); R$ 400,00 (inteira) Pentagram em São PauloData: 30 de março de 2025Horário: 17h (abertura da casa)Local: Fabrique ClubEndereço: Rua Barra Funda, 1071, Barra Funda – São Paulo/SPClassificação: 18 anosVenda on-line: https://fastix.com.br. Ingressos: 1º lote – R$ 180,00 (pista – meia/promocional*); R$ 360,00 (inteira)2º lote – R$ 200,00 (pista – meia/promocional*); R$ 400,00 (inteira) *Mediante à apresentação da carteira de estudante OU a doação de 1kg de alimento não perecível (menos sal e açúcar), a ser entregue no dia do show. Via: RockBizz

Sepultura fará sua primeira balada com Tony Bellotto e Sérgio Brito, diz Andreas Kisser
O guitarrista e compositor Andreas Kisser, 56 anos, concedeu uma entrevista aos apresentadores Zé Luiz e Bebé Salvego, do programa Toca UOL, e afirmou que está compondo a primeira balada do Sepultura com Tony Bellotto e Sérgio Brito, que são membros do Titãs. De acordo com o artista brasileiro, a ideia é incluir o som em uma caixa de vinil bem old school, que sairá ao final da derradeira tour da banda, a qual leva o nome de Celebrating Life Through Death. “Assim, balada tem que ter, assim, não é fácil, não é fácil. Tanto é que todas essas bandas que têm balada, Aerosmith, Def Leppard, têm parceiros de fora, né? Sim. Então, a gente tem que ter, assim, a gente foi buscar parceiros também”. Andreas continuou: “Quem são os nossos parceiros? Pronto. Tony Bellotto e Sérgio Brito. Titãs, é uma banda irmã, da família também. Os dois têm uma característica única”. “E eu e o Derek e o Sérgio e o Tony, a gente sentou e começou a fazer um negócio junto e tá bem interessante, meu. Com letra e música tudo junto”, concluiu. Tudo indica que o Sepultura está preparando muitas surpresas aos seus fãs antes de tocar seu acorde final. Aguardemos as novidades que ainda estão por vir. Via: RockBizz

Rock stars reagem aos graves incêndios florestais na Califórnia
Os últimos dias não estão sendo fáceis aos habitantes de Los Angeles e cidades vizinhas por conta dos incêndios florestais que acometem a Califórnia. O fogo/fumaça já vitimaram cinco pessoas e obrigaram mais de 137 mil deixarem as suas casas em LA. Pelas redes sociais, rock stars reagiram aos graves incêndios florestais na Califórnia e mandam apoio às pessoas que estão sofrendo com tamanho desastre. Scott Ian (Anthrax): “Estamos enviando todo o nosso amor aos homens e mulheres da brigada de Los Angeles. Repetidamente vocês arriscam suas vidas para salvar as nossas e eu não posso agradecer o suficiente. Fiquem seguros, meus amigos, isso é tudo o que importa. Obrigado a todos que têm nos ajudado. Estamos seguros”. Derrick Green (Sepultura): “Queria agradecer a todos que me ajudaram neste momento caótico. Agradeço o amor e a preocupação. Tive que sair de minha casa, mas estou seguro graças a Toby Morse e sua família. Agradeço a todos por me acolherem”. Bret Michaels (Poison): “Nossos pensamentos e orações vão para todos os afetados em todo o país neste momento”. Our thoughts and prayers go out to all those affected across the nation right now @weatherchannel @accuweather @kcalnews @KTLA @FOXLA pic.twitter.com/pMlt1u0aoM — Bret Michaels (@bretmichaels) January 7, 2025 Doug Aldrich (The Dead Daisies): “Essa coisa surgiu do nada e agora está explodindo. Sinto muito por todos os afetados”. pic.twitter.com/M53gZEYmGW This thing came outa nowhere… now it’s exploding. Very sorry for all those affected… — DOUG ALDRICH (@Douglas_Aldrich) January 8, 2025 Brad Wilk (Rage Against the Machine): “Obrigado a todos que nos ajudaram! Estamos bem, mas tivemos que evacuar ontem à noite. Todos, por favor, tenham cuidado e fiquem seguros”. Via: RockBizz

Nervosa subiu o nível do thrash metal e crossover, segundo Yasmin Amaral (Eskröta)
O thrash metal e crossover made in Brasil sempre foram bem quistos no território estrangeiro. A interpretação das bandas brasileiras para os dois estilos é única, o que coloca a nossa cena como uma das mais interessantes do planeta. Indo dos veteranos Ratos de Porão, Dorsal Atlântica e Claustrofobia aos novatos Black Pantera, Surra e Eskröta, o Brasil oferece um menu enorme de thrash metal e crossover. Batendo um breve papo com o apresentador e cantor João Gordo, a frontwoman da Eskröta, Yasmin Amaral, afirmou que a Nervosa, que é um quarteto feminino, subiu o nível do thrash metal e crossover. “Quando a Nervosa surgiu era 2012, eu tinha quinze anos! Para mim foi o destino, porque me mostrou que era possível fazer thrash metal e crossover sem ser “chatada” de banda de mina”, esclareceu Yasmin. “A Nervosa subiu muito o nível, subiu bastante a régua, as meninas têm que tocar muito bem”, complementou a artista. Eis a posição de Yasmin Amaral no tocador abaixo: A Nervosa iniciou as atividades em 2010, contudo, o primeiro full-length, Victim of Yourself, só saiu em 2014. Depois disso, as meninas já colocaram na praça mais quatros discos de estúdio: Agony (2016), Downfall of Mankind (2018), Perpetual Chaos (2021) e Jailbreak (2023). Apesar das constantes trocas de formações, o conjunto vem se estabilizando no mercado musical a ponto de ser um dos principais representantes do thrash metal brasileiro no exterior. Em 2024 foram dezenas de shows nos Estados Unidos e Europa. Para 2025, a banda já tem como certo uma tour pelo Brasil, América Latina e muitas datas na França. Via: RockBizz

Metallica: James Hetfield quer que as suas letras sejam poderosas
No novo episódio do The Metallica Report, que é um podcast semanal com as notícias e novidades do universo Metallica, o frontman James Hetfield, 61 anos, falou sobre o seu trabalho lírico. De acordo com o Papa Het, ele quer que as suas letras sejam as mais poderosas quanto possível. “Eu não estudo muito literatura; na verdade, eu nunca estudei literatura”, disparou James. “Todos os livros que você deveria ler quando criança, eu simplesmente não os li”, explicou. “Mas eu pego um livro e folheio. Geralmente vejo palavras que são interessantes. É algo que faço por curiosidade”, pontuou. “Ter acesso as fontes e dicionários é muito bom. Quando não sei uma palavra, vou procurar e ver o que significa”, acrescentou. “Folheio livros só para ver palavras legais e as coloco em uma pequena pilha e vou descobrir onde elas pertencem. Tento encaixar as palavras de forma que enviem uma mensagem, mas não sou um contador de histórias”. “Eu me sinto confortável em escrever as letras. Após escrevê-las, mostro para Lars [Ulrich – bateria] e para o nosso produtor. Eles dão as suas opiniões e analisamos o que podemos alterar. Tento rimar e deixar as letras mais poderosas quanto possível”, finalizou Hetfield. Ouça o novo episódio do The Metallica Report aqui: Via: RockBizz

Pink Floyd: conheça a música que possui a participação do físico Stephen Hawking
Depois do relativo sucesso de A Momentary Lapse of Reason (1987), o britânico Pink Floyd só foi soltar um novo trabalho de estúdio em 1994, quando The Division Bell vislumbrou a luz do Sol via EMI e Columbia. O disco, que foi o décimo quarto rebento do grupo, chegou desbancando nomes do pop como Mariah Carey e Toni Braxton e rock como Alice in Chains e Pantera. Os fãs adoraram a mistura progressiva com toques radiofônicos. The Division Bell alcançou a primeira posição nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, Suíça, Inglaterra, Suécia, entre outros países. Os números da obra musical são superlativos, visto que já vendeu mais de doze milhões de cópias ao redor do planeta. Liderado pelo guitarrista David Gilmour, o disco teve a presença da escritora e romancista Polly Samson fazendo o trabalho lírico. A produção também foi de alto padrão, pois contou com a presença do veterano Bob Ezrin (Alice Cooper, Deep Purple, KISS, etc). Outro fato interessante em torno de The Division Bell é a participação do físico e cosmologista Stephen Hawking na música Keep Talking. Trechos de uma fala do professor Hawking para um reclame do canal British Telecom fora inserido na canção. Veja a propaganda com a participação de Stephen Hawking: Inteligentemente, o Pink Floyd inseriu duas partes da fala do mestre Hawking: uma no começo da canção e outra no meio. O primeiro trecho é: “For millions of years mankind lived just like the animals. Then something happened which unleashed the power of our imagination we learned to talk”. Em uma tradução livre: “Por milhões de anos, a humanidade vivia como os animais. Então aconteceu algo que desencadeou o poder de nossa imaginação e aprendemos a falar”. Já o segundo excerto é: “It doesn’t have to be like this. All we need to do is make sure we keep talking”. A tradução é algo como: “Não precisa ser assim. Tudo o que precisamos fazer é garantir que continuemos falando”. Amparada por solos de guitarra gloriosos de David Gilmour, inclusive com o uso de efeitos como talk box, e a interessante participação do gênio Stephen Hawking, Keep Talking é um dos grandes momentos de The Division Bell. Saboreie as versões em estúdio e ao vivo de Keep Talking: Via: RockBizz

Iron Maiden: Adrian Smith está entre as pessoas resgatadas de incêndio na Califórnia
Infelizmente, a Califórnia, que é um dos estados norte-americanos, enfrenta regularmente focos de incêndio de proporções catastróficas. As chamas já vitimou dezenas de pessoas e deixou milhares desabrigadas, inclusive. O novo episódio de incêndio começou nesta terça-feira, dia 07 de janeiro, o qual obrigou mais de oitenta mil pessoas deixarem a região de Los Angeles. Entre as muitas pessoas resgatadas está o guitarrista do Iron Maiden, Adrian Smith. Pelas redes sociais, a esposa de Adrian, Nathalie Dufresne Smith, compartilhou um vídeo com imagens da imensa fumaça. Na legenda da postagem, ela escreveu: “Estamos seguros, nosso vizinho finalmente conseguiu sair e está seguro”. Veja o posta de Nathalie: Segundo o Departamento de Proteção a Incêndios da Califórnia, o fogo ainda está fora de controle, pois os ventos estão atrapalhando na contenção do mesmo. As autoridades estão empregando todos os esforços para evacuar as áreas de risco e resgatar todos os moradores. Via: RockBizz

“A primeira música que escrevi com Ozzy foi Miracle Man”, lembra Zakk Wylde
Na segunda metade dos anos 1980, Ozzy Osbourne viu a sua carreira alcançar um nível acima após fechar parceria com então molecote e prodígio das seis cordas Zakk Wylde, que tinha apenas dezenove anos quando começou a trabalhar com o Príncipe das Trevas. Levando um papo com o guitarrista do Foo Fighters, Chris Shiflett, para o programa Shred With Shifty, da Premier Guitar, Zakk Wylde lembrou que a primeira música que escreveu com Ozzy foi Miracle Man. “Antes de começar a tocar com Ozzy, eu não precisei aprender as coisas para entrar na banda. Eu já estava inserido na música do Ozzy. Eu já tocava as músicas do Ozzy quando fiz o teste”, contou Wylde. “Eu lembro que eu estava me preparando para ir para a Inglaterra porque Sharon queria que fosse para fazer um teste com a banda. Ela queria ver se eu conseguia compor e tal”, contou o barbudo. “Entretanto, naquele momento, eu ainda não fazia parte da banda, eu estava em teste. Fomos para a Inglaterra e começamos a trabalhar. A primeira música que escrevi com Ozzy foi Miracle Man”, concluiu. Eis a entrevista completa aqui: Miracle Man é o ‘open act’ de No Rest For The Wicked, disco que foi o debute de Wylde na banda do Madman. O trabalho vendeu bem, visto que já bateu a casa de dois milhões de cópias vendidas em todo o globo. Via: RockBizz

Michael Anthony canta Ain’t Talkin’ ‘bout Love melhor do que David Lee Roth, segundo Sammy Hagar
Se tem uma banda que curte viver em pé de guerra é a turma do Van Halen! Volta e meia há uma nova contenda, uma nova cutucada ou um novo processo correndo na justiça. O novo capítulo da novela rolou nas mídias sociais, em uma postagem de Sammy Hagar. O Red Rocker escreveu: “Set list do show Barrett-Jackson em Scottsdale, sexta-feira, dia 17 de janeiro. Alguém tem algum problema com esse set list”? A sessão de comentários do post foi uma festa com alguns fãs elogiando e outros duvidando da capacidade do cantor em dar conta do recado. Tal fato fez Hagar responder alguns comentários, um deles foi o trocadilho com a música Ain’t Talkin’ ‘bout Love e o primeiro cantor do Van Halen, David Lee Roth. O fã postou: “Surpreso em ver Ain’t Talkin’ Bout’ Dave. Quero dizer, Love”. A resposta de Hagar foi a seguinte: “Mikey [Michael Anthony] canta essa melhor do que Dave”. É lógico que esta posição de Sammy também gerou muito falatório por parte dos fãs. Confira a postagem do Red Rocker e a sessão de comentários neste outro capítulo da novela da família Van Halen: Caso queira curtir Ain’t Talkin’ ‘bout Love, basta acessar o player abaixo: Via: RockBizz

O Circo da Pizza: Uma Homenagem ao Legado Circense com Sabor e Estilo
Se o rock carrega em suas veias a rebeldia e a criatividade, o Circo da Pizza faz o mesmo com a história e a tradição, trazendo uma pizzaria que é puro espetáculo. Inspirada no lendário Circo Temperani, fundado em 1875, a nova casa da família Temperani mistura gastronomia, cultura circense e um toque de ousadia que ecoa no coração de São Paulo. Assim como o rock desafia as normas, o Circo da Pizza desafia o comum. A pizzaria transforma o simples ato de comer em uma experiência memorável, cercada por símbolos clássicos do circo, como o Globo da Morte e o icônico canhão do “Homem Bala”. Este último, criado pelo fundador Leopoldo Temperani, é uma metáfora perfeita para o espírito rock ‘n’ roll: arrojado, inovador e cheio de adrenalina. O espaço, projetado pelo arquiteto Otavio de Sanctis, é um tributo visual ao circo. Com 600 metros quadrados e capacidade para 250 pessoas, o ambiente é repleto de cores vibrantes, elementos nostálgicos e uma vibe tão envolvente quanto o riff de uma guitarra elétrica. Até o cardápio entra na onda com pizzas que chegam inteiras à mesa – quentinhas e cheias de atitude. A conexão entre o circo e o rock está na experiência visceral. Enquanto as apresentações circenses do passado traziam acrobacias e emoção, hoje o Circo da Pizza entrega isso com sabores intensos e um ambiente que faz você sentir como se estivesse em um palco, cercado pela magia do lúdico. E não é só nostalgia: a nova geração da família Temperani, junto ao parceiro Leonardo Gonçalves, está levando a tradição ao futuro. Assim como o rock evoluiu com o tempo, o Circo da Pizza reflete essa continuidade com um toque contemporâneo, oferecendo um menu recheado de opções, desde pizzas clássicas até as doces, e promovendo inclusão com descontos para bariátricos e pessoas com deficiência. Se você é fã de uma boa história, como a do “Homem Bala”, e de uma experiência única, o Circo da Pizza é o lugar para você. Assim como o rock transcende gêneros e épocas, essa pizzaria transcende refeições, entregando cultura, sabor e um pouco de adrenalina – tudo em um só lugar. Serviço – Circo da Pizza Endereço: Av. Otto Baumgart, 33, Vila Guilherme (em frente ao Shopping Center Norte) Horários: Segunda a quinta: 18h às 22h30 Sexta: 18h às 23h Sábado: 16h às 23h Domingo e feriados: 16h às 22h30 Estacionamento: Disponível 30 minutos antes da abertura, R$ 10,00/hora Instagram: @circodapizza Prepare-se para um espetáculo que mistura história, diversão e o melhor da gastronomia. Porque, afinal, a boa comida também pode ser rock ‘n’ roll! por: Fabio Crejoinas CEO e Fundador – SEMPRE UM ROCK

Alex Skolnick reflete sobre o único show que fez com Ozzy Osbourne
Em meados dos anos 90, Ozzy Osbourne se cansou da aposentadoria, retomou as atividades com o álbum Ozzmosis e, claro, deixou os fãs bastante felizes. Para a tour do disco, o Madman estava em busca de alguns músicos no mercado; ele chegou a testar, por exemplo, Alex Skolnick, mas a possível união entre os artistas não vingou. Falando com a revista inglesa Metal Hammer, Alex Skolnick refletiu sobre o único show que fez com Ozzy Osbourne. Cabe lembrar que a apresentação aconteceu no Rock City, que fica na cidade de Nottingham. “Fiquei honrado por estar concorrendo a vaga porque ouvi falar que alguns músicos bastante conhecidos jamais passaram da fase de audição. Na verdade, eu cheguei ao ponto de fazer um show. Ozzy me contratou e disse que queria que eu fizesse o show”. Ele acrescentou: “Foi uma grande motivação num momento em que eu realmente não sabia o que fazer. Foi quando me matriculei na universidade The New School, em Nova York, e estudei com grandes nomes do jazz como Cecil McBee e Reggie Workman”. Alex Skolnick encerrou falando que acredita que a parceria não foi para frente por conta de questões burocráticas e contratuais. Ouça alguns registros amadores do único show que Alex Skolnick fez com Ozzy Osbourne: Via: RockBizz

U2 lançará novas músicas em breve, segundo The Edge
The Edge deu a entender que novas músicas do U2 chegarão “muito em breve”, e que a banda está pensando em agendar alguns shows ao vivo. As notícias foram dadas pelo guitarrista durante uma entrevista recente no podcast Sodajerker on Songwriting. “Pode haver uma nova música saindo muito em breve, da qual vocês ouvirão falar. Não posso dizer mais do que isso. Estamos em um ótimo lugar criativamente”, disse ele. O músico também acrescentou que a banda adquiriu o hábito de apresentar gravações finalizadas uns aos outros durante o processo de composição, para que possam se concentrar em material que pode ser totalmente desenvolvido em vez de algo que “nunca vai funcionar”. “Eu meio que me enganei. Eu estava pensando, ‘OK, isso é para o álbum solo do The Edge, então [eu] não posso ficar, tipo, deixando essas coisas pela metade. Não precisa ter letras finalizadas, mas precisa realmente se encaixar. E essa disciplina extra, eu acho, tem sido muito útil”, explicou. “Eu tenho trabalhado em tanto material, e agora que estamos fazendo algumas sessões do U2 com esse material, parece que está valendo a pena”, The Edge continuou. “Ainda podemos acabar mudando muito, mas não vamos perder nosso tempo com uma ideia que nunca iria funcionar”. Ouça a entrevista abaixo: A última música nova que o U2 compartilhou foi em 2023 na forma do single independente Atomic City. No ano passado, no entanto, o grupo liberou um material inédito que foi gravado em 2004. Isso veio como uma música chamada Happiness que surgiu pela primeira vez durante as gravações do álbum How To Dismantle An Atomic Bomb. Via: RockBizz

“Possibilidades estão abertas de ter os Cavaleras, Eloy e Jean Dolabella no último show”, diz Andreas Kisser
Durante recente conversa com o apresentador Oran O’Beirne, do canal Overdrive – The Home Of Heavy, o líder e guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, falou mais uma vez sobre o derradeiro show do grupo, o qual deve acontecer em 2026. Para o último ato, Andreas disse que as possibilidades estão abertas de ter os Cavaleras (Max e Igor), Eloy Casagrande (Slipknot) e Jean Dolabella (Pity, Ego Kill Talent). Kisser falou: “A ideia é ter um show final com todo mundo envolvido, não somente os Cavaleras. A ideia é ter a presença de Jairo Guedez; Jean Dolabella; Eloy Casagrande; Roy Mayorga, que chegou a fazer uma turnê com a gente. Temos as pessoas que ajudaram o Sepultura a seguir em frente como o Jean Patton (Project46); ele ajudou a finalizar uma turnê europeia, quando precisei ficar com a minha esposa no Brasil. E outros músicos que foram importantes em fazer o Sepultura ser o que é hoje”. Ele arrematou: “É claro que Max e Igor são uma parte disso! Então, seria muito bom ter todo mundo lá para celebrar os fãs e fazer o show final da tour de quarenta anos. As possibilidades estão abertas! Nós estamos vivos e tocando. Mas, independente das participações, nós faremos o show final em São Paulo, com uma grande celebração e cheio de amigos. Espero que seja com todo mundo lá”. Veja o bate-papo na íntegra no tocador logo abaixo: Até lá, o Sepultura tem muito chão pela frente, pois está com a agenda cheia para este ano. A Celebrating Life Through Death Tour 2025 dará as caras em países como México, Argentina, Chile, Suécia, Finlândia e, claro, Brasil. Via: RockBizz

Freddie Lindgren, guitarrista do Unleashed, morre aos 53 anos
Notícia bastante triste aos fãs de death metal sueco! Freddie Lindgren, guitarrista do Unleashed, morreu aos 53 anos! A informação do falecimento do músico foi dada pela própria banda via redes sociais. Em nota, a banda informou: “Guerreiros! Infelizmente, chegou até nós a notícia de que Fredrik Lindgren, guitarrista do Unleashed entre 1989 e 1995, faleceu. Fredrik foi uma grande parte do início da história da banda. Por isso somos eternamente gratos. Vejo você em Valhalla. irmão”. Lindgren assinou trabalhos como Where No Life Dwells (1991), Shadows In The Deep (1992), Across The Open Sea (1993) e Victory (1995). Além disso, o guitarrista participou de dois álbuns ao vivo: Live In Vienna ’93 e Eastern Blood – Hail To Poland (1995). Após deixar o Unleashed, Freddie trabalhou com algumas bandas como Tlantic Tide, Celestial Pain, Born Of Fire e Harms Way. O RockBizz envia as mais profundas e sinceras condolências aos familiares, amigos e fãs de Freddie Lindgren. Via: RockBizz

Trent Reznor e Atticus Ross, do Nine Inch Nails, ganham Globo de Ouro pela trilha sonora de Rivais
Trent Reznor e Atticus Ross levaram para casa um Globo de Ouro por seu trabalho no filme de Luca Guadagnino, Rivais. Os membros do Nine Inch Nails compareceram na cerimônia de premiação, que aconteceu no último domingo (5 de janeiro) em Los Angeles, Estados Unidos, e ganharam o prêmio deste ano de Melhor Trilha Sonora Original. Embora esta tenha sido sua única vitória da noite, Ross e Reznor também foram indicados na categoria Melhor Canção Original por Compress/Repress. O troféu foi para Camille, Karla Sofía Gascón e Zoe Saldaña pela música El Mal, criada para Emilia Perez. A cerimônia deu início à temporada de premiações da indústria cinematográfica e televisiva de 2025, que culminará com o Oscar no dia 03 de março. Reznor e Ross também estão procurando aumentar sua coleção de prêmios neste último, já que o Oscar de 2024 os colocou na lista de finalistas para Melhor Trilha Sonora Original e Canção Original por seu trabalho em Rivais. Via: RockBizz

“Eu era uma viciada perigosa e altamente funcional”, afirma Nita Strauss
Vícios em drogas e bebidas não é nenhuma novidade nas cenas rock n’ roll e heavy metal. Muitos músicos sucumbiram à dependência química; outros ficaram no fio da navalha, ou seja, entre a vida e morte, e há quem ainda esteja travando batalhas contra a adição. Durante nova entrevista à revista inglesa Metal Hammer, a virtuosa guitarrista Nita Strauss (Alice Cooper, Demo Lovato) afirmou que era uma viciada perigosa e altamente funcional. “Eu não diria que cheguei ao fundo do poço. Não sou como Nikki Sixx [baixista do Mötley Crüe], mas era uma viciada perigosa, porque, quando estava usando drogas ou bebendo, eu era altamente funcional. Eu estava fazendo todas essas coisas que poderiam ter me colocado em grandes apuros, mas nunca fiz um show ruim, nunca fiz uma apresentação desleixada. Mas foi muito insidioso, pois estava afetando a minha vida pessoal. Alguns caras da banda perceberam isso, mas foi preciso que Josh Villalta, que é meu marido, me despertasse. Eu estava no ponto mais alto da minha carreira profissional até agora, então, achava injusto não festejar e ir para cama cedo”. Nita destacou que se mantém vigilante para não cair novamente no atoleiro do vício. “É difícil! As pessoas ao meu lado ainda bebem. Há garrafas de vinho, cerveja e uísque no camarim e no ônibus de turnê. Eu não ligo! Tenho todas as oportunidades de beber e ninguém saberia, mas sobriedade, para mim, é o que você faz quando ninguém está olhando”. Em dezembro de 2021, durante entrevista ao podcast Guitar Autopsy, que é apresentado pelo guitarrista Rusty Cooley, chegou a falar sobre a sobriedade. “Fiquei sóbria em 2015 e decidi aproveitar ao máximo disso. Deixei de ir ao bar depois dos shows e comecei a ir à academia de manhã. Eu me juntei a ótimos treinadores de fisiculturismo que me ajudam com minha dieta e meu treino enquanto estou na estrada. Eu uso os suplementos certos e como a comida certa. Tenho nutricionistas, tenho treinador, tomo suplementos, bebo bebidas verdes, tomo todas as minhas vitaminas e continuo no caminho certo”. Via: RockBizz

Não acho que preciso de ensaios para os shows de reunião do Oasis, diz Liam Gallagher
A tão aguardada turnê de reunião do Oasis está marcada para começar em alguns meses no Reino Unido, gerando muitas perguntas dos fãs sobre o retorno da banda após um hiato de 15 anos. No último sábado (04), um fã acessou o X (antigo Twitter) para perguntar se Liam Gallagher participaria dos ensaios imediatamente ou só apareceria depois que a banda já tivesse praticado, e o cantor respondeu: “Não acho que vou ensaiar. Talvez eu vá direto e deixe as coisas puras e celestiais”. Gallagher também demonstrou confiança no sucesso dos próximos shows, apesar dos preços dos ingressos altamente criticados. Quando um fã escreveu: “Estou decepcionado com os preços dos ingressos. Já fui em três shows de vocês no início da banda”, Liam escreveu: “Bem, do que você está reclamando, então? Agradeça a si mesmo por ter nos visto antes de esgotarmos os ingressos”. “Recebi ofertas de quantias extremas pelos meus ingressos para o Oasis, mas não os venderia nem se me oferecessem uma casa”, outra pessoa compartilhou, “vocês causaram o maior alvoroço do século, e estou tão animado que vou vê-los ao vivo”. Liam aprovou, comentando: “Essa é a atitude”. A turnê de reunião do Oasis começará em 4 de julho em Cardiff, País de Gales, e incluirá paradas na Inglaterra, Irlanda, Escócia, Brasil, Chile, Argentina, Austrália, Japão, Coreia do Sul, México, EUA e Canadá até novembro de 2025. I don’t think I’m gonna rehearse might just steam straight on and have it keep things fresh and celestial — Liam Gallagher (@liamgallagher) January 4, 2025 Via: RockBizz

Tony Levin recusou convite de fazer turnê com o Pink Floyd nos anos 1980
O currículo do baixista Tony Levin, 78 anos, impressiona porque conta com trabalhos ao lado de nomes como John Lennon, David Bowie, Pink Floyd, Tom Waits, Peter Gabriel, Lou Reed, Joe Bonamassa, entre muitos outros. Em conversa com a revista Vulture, Tony Levin lembrou que recusou convite de fazer turnê com o Pink Floyd nos anos 1980. O músico também recordou como foi trabalhar em estúdio com David Gilmour no álbum A Momentary Lapse of Reason, o primeiro registro de estúdio do PF sem o baixista e compositor Roger Waters. “David Gilmour me pediu para tocar baixo no álbum depois que Roger Waters deixou a banda, pensando que era o fim deles. Eu não fiz parte de nenhuma intriga da banda e fiquei animado de entrar no mundo do Pink Floyd e tentar ser um pouco eu mesmo. Achei David um cara fascinante e um verdadeiro cavalheiro. É uma pessoa maravilhosa para se conviver. As gravações não foram exatamente difíceis, todavia, o estilo do Pink Floyd é muito particular. Eu lembro de uma ocasião em que tive uma longa pausa e toquei algumas notas extras. Não estou falando de um riff de baixo rápido e tal; estou falando apenas de algumas notas. Após a gravação, quando nos reunimos para ouvir, David sorriu e disse que no Pink Floyd só se faz algumas notas extras bem mais tarde. Ele estava dizendo silenciosamente: ‘Você não sabe disso, mas o resto de nós sabemos’”. Tony prosseguiu: “As músicas ficaram boas! Mas surgiu a questão de saber se eu poderia fazer uma turnê com eles. A turnê ia começar um pouco antes do final de uma turnê de Peter Gabriel, com quem eu estava trabalhando. Então, fiquei preso em uma grande charada que poucas pessoas vivenciaram: fazer uma turnê com o Pink Floyd por um ano e talvez para sempre? Ou encerrar as últimas semanas de turnê com o Peter? Foi uma daquelas grandes decisões de carreira, talvez até a maior. Bem, eu escolhi ficar com o Peter. Nunca me arrependi, mas tenho certeza de que minha carreira teria sido diferente se eu tivesse passado o próximo ano e meio tocando com o Pink Floyd”. Com a ajuda de Tony Levin, o Pink Floyd fez o disco A Momentary Lapse of Reason parar nas primeiras posições das paradas de sucesso dos Estados Unidos e Inglaterra. Os singles Learning to Fly, On the Turning Away e One Slip fizeram o sentimento de desconfiança desaparecer no ar e os números de vendas já passaram a marca de seis milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Via: RockBizz