Resenhas

Andrew Watt joga a real se Ozzy Osbourne ainda consegue cantar
A formação original do Black Sabbath – Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward – vai se reunir pela primeira vez em 20 anos para um último ato no dia 5 de julho no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Os ingressos para o show, que terá a participação Metallica, Slayer, Pantera, Guns N’ Roses e outros nomes do rock e metal, estão esgotados. Os fãs liquidaram os mais de quarenta mil tíquetes em menos de vinte minutos. Contudo, o frontman Ozzy Osbourne, 76 anos, tem condições de cantar ao vivo? De acordo com o produtor Andrew Watt, o Príncipe das Trevas está em ótima forma vocal, apesar dos problemas de saúde que vem enfrentando. É importante lembrar que Osbourne está em uma constante batalha contra o Mal de Parkinson, além disso, precisou passar por uma cirurgia na coluna em 2023, o que o deixou em uma situação ainda mais crítica. O Madman também declarou que a medicação usada durante sua cirurgia o levou a ser tentado a usar drogas novamente. “Bem, Ozzy consegue cantar uma linha vocal com certa emoção, mas sem ser perfeito”, explicou Andrew em conversa com o radialista Howard Stern. “Depois, ele faz uma dobra em sua voz, canta exatamente igual ao que fez anteriormente, e é daí que ele soa como o Ozzy Osbourne que conhecemos”, garantiu. “É assim que ele vem gravando os seus vocais ao longo de sua carreira”. “Mas ele está cantando muito bem! No momento, a sua voz está na melhor forma que eu já vi”, destacou. “Mesmo com o seu estado de saúde e tudo mais, quando ele pega o microfone, ele soa de maneira excepcional, soa como Ozzy Osbourne”, finalizou. Veja a explicação de Andrew Watt no tocador a seguir: Via: RockBizz

“Tinha meu pé atrás com religião pelo lance da grana; mas minha mulher me levou na igreja e tive minha experiência com Deus”, diz Digão (Raimundos)
Para quem não está por dentro da cena da música pesada acaba ficando preso ao estereótipo de sexo, drogas e rock n’ roll. Muitas pessoas ainda acham que os músicos são brutamontes de pouco ou nenhum pensamento mais profundo e que temas sensíveis como religião não estão em suas pautas. Bem, gente como Steven Wilson (Porcupine Tree) e Mikael Åkerfeldt (Opeth) são mestres em impor uma sofisticação e sagacidade em suas letras e composições. Já rock stars como Dave Mustaine (Megadeth) e Nicko McBrain (Iron Maiden) provam que é possível fazer heavy metal e ter uma fé cristã. Quem falou recentemente sobre sua experiência com o divino foi o frontman do Raimundos, Digão, durante conversa com o pessoal do canal Produções Productions. O músico comentou que tinha o pé atrás com religião, devido as questões que envolvem dinheiro, mas, mesmo assim, conseguiu ter a sua experiência com Deus. “Quando comecei o meu relacionamento com a Viviane [Mascarenhas], que sempre foi devota a Nossa Senhora de Guadalupe e ia para igreja todo domingo, vi que teria que ir também. Eu tinha meu pé atrás com religião pelo lance da grana, que rola tanto na igreja católica quanto na evangélica. Eu achava isso escroto! Mas minha mulher me levou na igreja e tive a minha experiência com Deus, que eu nunca tinha tido na vida. Digão completou: “E digo uma coisa sem ser piegas: a minha missão não é a mesma do Rodolfo [Abrantes, ex-vocalista do Raimundos]. A missão do Rodolfo é evangelizar as pessoas, virar um missionário e fazer músicas para Deus. A minha missão não é essa! A minha é levar a alegria para o povo, é fazer os shows e deixar todo mundo feliz. Confira a fala na íntegra de Digão aqui: Via: RockBizz

Helloween: Pumpkin Joe fica com coração partido por causa de sua guitarra em nova charge
Na semana passada, o Helloween publicou uma charge cujo o protagonista da brincadeira é o Pumpkin Joe. A ideia é que a abobrinha se meta em algumas confusões e atrapalhadas para deixar o dia a dia dos fãs mais leve. E vale destacar que as aventuras de Pumpkin Joe também envolvem referências às músicas do Helloween. Na charge desta semana, o garotão ficou com o coração partido por causa de sua guitarra, que, por um descuido, acabou no chão e ficou aos pedados. Veja: Para entrar ainda mais no clima da charge, curta no player abaixo a balada In the Middle of a Heartbeat: Caso não tenha visto a primeira charge, a qual tem referências às bandas Iron Maiden e Judas Priest e aos discos Walls of Jericho (1985) e Better Than Raw (1998), confira logo a seguir. O novo álbum de estúdio do Helloween sairá até meados deste ano. As gravações do trabalho ocorreram em Tenerife, Espanha, onde mora o vocalista Andi Deris. E foi o próprio cantor que revelou o perfil sonoro do disco, que será, segundo o artista, mais feliz do que o trabalho anterior, Helloween, que saiu em 2021. Via: RockBizz

Bono: Stories of Surrender será transformada em documentário pela Apple Films
Stories of Surrender, turnê mundial em divulgação do livro de memórias de Bono, Surrender: 40 Songs, One Story, será transformada em um documentário pela Apple Films. Dirigido por Andrew Dominik, Bono: Stories of Surrender servirá como uma releitura vívida do show solo de Bono aclamado pela crítica e incluirá cenas inéditas da residência do frontman do U2 em abril de 2023 no Beacon Theatre de Nova York, Estados Unidos, em apoio ao livro de memórias contado por meio de 40 músicas da banda irlandesa. O documentário está programado para ser lançado em 30 de maio na Apple TV+. Um comunicado à imprensa acrescenta que o filme “abre a cortina de uma vida notável e da família, amigos e fé que o desafiaram e sustentaram, revelando histórias pessoais sobre sua jornada como filho, pai, marido, ativista e astro do rock”. Via: RockBizz

Steve Jones, guitarrista do Sex Pistols, não fala com John Lydon desde 2008
O guitarrista Steve Jones disse que não fala com o vocalista original do Sex Pistols, John Lydon, desde 2008. Conversando com a Rolling Stone AU/NZ, Jones disse que deseja tudo de bom a Lydon, também conhecido como Johnny Rotten, mas que não valeria a pena pedir ao cantor para retornar à banda para sua recente reunião, citando um processo de 2021 sobre o uso de sua música no programa de TV Pistol. “Nós não conversamos”, disse Jones sobre Lydon. “A última vez que falei com ele foi em 2008. Mas desejo tudo de bom a ele. Realmente desejo. Nós nos divertimos muito quando éramos jovens, e foi uma mudança de vida para todos nós. Mas depois do processo judicial com Pistol, nem valeu a pena perguntar a John [sobre a turnê de reunião]. Não acho que ele estava interessado”. Os comentários de Jones vêm uma semana depois de Lydon ter criticado o retorno do Sex Pistols com Frank Carter no vocal. “Quando ouvi pela primeira vez que o Sex Pistols estava em turnê este ano sem mim, fiquei puto. Isso me irritou”, ele disse ao The I. “Eu só pensei: ‘Eles vão acabar com tudo o que era bom no Pistols eliminando o ponto e o propósito de tudo isso’. Eu não escrevi essas palavras levianamente”. O Sex Pistols se reuniu com Carter em 2024, inicialmente para alguns shows no Bush Hall para arrecadar fundos para o local. No entanto, a demanda foi tão grande que agora o grupo tem datas marcadas em vários festivais, incluindo o The Town, em São Paulo, no dia 7 de setembro deste ano. Via: RockBizz

Coburn Pharr, ex-vocalista do Annihilator, morre aos 62 anos
Coburn Pharr, ex-vocalista do Annihilator, morreu aos 62 anos. A informação foi confirmada pelo líder da banda, Jeff Waters, em suas redes sociais. O músico enfatizou que não teceria detalhes sobre a morte do cantor, pois isso cabe à sua família. Ele escreveu: “Notícia triste no mundo do metal: o vocalista do Annihilator em Never, Neverland, Coburn Pharr, faleceu. Não direi nada sobre os detalhes, pois isso é assunto da família, mas queria postar isso antes que qualquer desinformação apareça na internet. Coburn foi o vocalista do nosso melhor e maior disco. Ele tinha a voz mais única de todos os nossos cantores, junto com Randy Rampage, que faleceu em 2018. Tive muito pouco contato com Coburn ao longo dos anos, mas consegui que ele tocasse algumas músicas conosco no cruzeiro 70.000 Tons Of Metal, por volta de 2014. Em 2018, recebi Coburn em minha casa no Reino Unido para uma visita muito incrível. Ele havia perdido a mãe e a irmã, portanto, estava ansioso para sair e falar sobre música, vida e se reconectar. Fiquei muito feliz por ter tido esse tempo com ele em 2018. Ele estava passando por um momento terrível e a ideia de fazer música novamente trouxe de volta alguma esperança real e vida em seus olhos e ser. Pensamentos para sua esposa e família. Obrigado pela música e pelas memórias, Coburn”. Never, Neverland saiu originalmente em setembro de 1990 pela Roadrunner Records. O disco, que recebeu uma ótima recepção dos fãs e imprensa, foi embalado pelos singles The Fun Palace, Stonewall e faixa-título. Via: RockBizz

Schmier (Destruction) tem esperança que o big four do thrash metal alemão se reúna novamente
Tempos atrás, batendo um breve papo com o apresentador Francisco Zamudio, do canal Knac, Schmier (Destruction) falou que tem esperança que o big four do thrash metal alemão se reúna novamente. Vale explicar que a ideia se equipara ao big four norte-americano, a qual, há mais de dez, reuniu no mesmo palco o Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax. No caso da versão germânica, a festa reuniu o Kreator, Sodom, Tankard e Destruction. Schmier explicou: “Não quero falar nada de ruim agora porque tenho trabalhado nos últimos 10 anos nisso. Tentei convencer todo mundo. Tentei construir pontes entre todos. Todo mundo se conhece, mas no meio de tudo também há empresários, gravadoras e diferentes conselheiros. Dois anos atrás, fiquei feliz quando tocamos no México juntos. Nós quatro tocamos em um grande festival. No ano passado, tocamos na Alemanha e na Romênia, e foi incrível. O show na Alemanha se esgotou em três dias. Tocamos para sete mil pessoas, foi matador. Mas nem tudo foi perfeito entre a organização e a coisa toda. Algumas pessoas ficaram infelizes. E eu acho que o Sodom não quer mais participar. Faremos um show neste ano na Alemanha, que terá o Kreator, Destruction e o Tankard; o Sodom ficará de fora”. O músico alemão completou: “Para mim, eu sempre digo que há uma solução para cada problema. Então, quando você tem um problema e não está feliz, você encontra uma solução para a coisa toda. Esta turnê é um presente! As pessoas querem vê-la em todos os lugares do mundo. Jogar fora essa ideia só por causa de alguns problemas que surgiram, não é legal. Acho que deveríamos sentar, pensar sobre isso, recarregar as baterias e fazer a tour. Contudo, não sou eu quem toma a decisão”. Veja a entrevista na íntegra aqui: Via: RockBizz

Nunca vou gostar do Donald Trump mas voto nele, diz John Lydon
O punk John Lydon, ex-frontman do Sex Pistols também conhecido como Johnny Rotten, disse em entrevista para a NME que nunca vai gostar do Donald Trump mas que vota nele. O cantor inglês, que se tornou cidadão norte-americano em 2013 e atualmente mora na Califórnia, desanimou alguns fãs do Sex Pistols e do Public Image Ltd com seu entusiasmo pelo recém-eleito presidente dos Estados Unidos, até mesmo usando um boné vermelho MAGA (Make America Great Again) durante entrevistas. Abordando seu apoio controverso, Lydon disse à NME que gostou da ideia de Trump como um disruptor em vez de um indivíduo. “É seis de um, meia dúzia do outro. Não sou escravo do sistema dele”, disse o cantor. “Eu nem gosto dele. Eu o conheci uma vez, muito tempo antes de ele concorrer à eleição, e o achei muito fraco”. “Mas como político – o que ele não é, o que é uma bênção – por causa do estado em que a América está, é tão ruim, que vai precisar de um sujeito desagradável para dizer não a muita coisa. E ele é o cara”, completou. Apesar do histórico de Trump de alegações falsas ou enganosas, Lydon acrescentou: “Ele não vai contar nenhuma das mentiras habituais. A América votou pela mudança. Queremos tentar algo diferente aqui. Estamos fartos da corrupção nas instituições, então viva”. E finalizou: “Mas não, eu nunca vou gostar dele. Eu vou votar nele, mas é só isso”. Via: RockBizz

The Darkness estreia videoclipe de Walking Through Fire
O quarteto britânico The Darkness estreou o videoclipe de Walking Through Fire em pré-promoção ao novo álbum Dreams On Toast, que chegará ao mercado no dia 28 de março pela Cooking Vinyl. Veja: Dreams On Toast, que contou com a produção de Dan Hawkins, será o oitavo registro de estúdio do The Darkness. De acordo com a banda, o repertório do disco será uma mescla do hard rock setentista com as baladas à la anos 1960. Track listing de Dreams On Toast: 01. Rock And Roll Party Cowboy02. I Hate Myself03. Hot On My Tail04. Mortal Dread05. Don’t Need Sunshine06. The Longest Kiss07. The Battle For Gadget Land08. Cold Hearted Woman09. Walking Through Fire10. Weekend In Rome Via: RockBizz

Digão explica como é a personalidade de Rodolfo Abrantes: “Sempre foi um cara de fases”
O líder e guitarrista do Raimundos, Rodrigo Aguiar Madeira Campos – também conhecido como Digão – bateu um papo com os apresentadores Rasta e Jopa, do canal Produções Productions, e explicou brevemente como é a personalidade de Rodolfo Abrantes, artista que comandou os vocais do Raimundos entre os anos de 1993 e 2001. Na conversa, Rodrigo também aproveitou a oportunidade e esclareceu superficialmente como se deu a saída de Rodolfo do grupo, a qual pegou todos os fãs e a imprensa de surpresa. “Fazendo uma analogia com Mulher de Fases, Rodolfo sempre foi um cara de fases. Tinha uma época em que ele pirava no futebol, ele marcava jogo e participava do Rockgol [programa da saudosa MTV Brasil], mas depois passava [essa fase]. Depois disso, ele ia para o surfe; depois ia para o skate. Ele ficou viciado no skate de dedo. Então, ele sempre foi assim. Quando eu vi que ele estava rezando, parou de fumar maconha e deu uma engordada, foi questão de seis meses para ele falar que estava fora do Raimundos. Mas eu achei que era mais uma coisa dele. Achei que fosse mais uma fase dele. Mas não foi, ele realmente saiu da banda. E a forma que ele saiu foi ruim para todo mundo. Eu não tive o direito de me preparar para o que estava por vir. Ele se preparou, mas não avisou ninguém. A hora que ele saiu da banda foi a hora que eu fiquei sabendo. Isso me deixou por muito tempo chateado”. Confira a fala na íntegra de Digão no tocador a seguir: Via: RockBizz

Jeff Baxter é curto e grosso na regra para se trabalhar em estúdio: “Toca direito ou será demitido”
Jeff “Skunk” Baxter, 76 anos, é um nome importantíssimo para o blues e classic rock, pois foi o cara que ajudou a levantar as carreiras do Steely Dan e The Doobie Brothers. Ele também emprestou seu talento musical a nomes como Dolly Parton, Rod Stewart, Elton John, Ringo Starr, Cher e muitos outros. Em entrevista à revista Vulture, Jeff foi curto e grosso na regra para se trabalhar em estúdio. De acordo com o bluseiro, o músico tem que tocar direito ou será demitido. Baxter também ressaltou que não há espaço para ego, caso a pessoa queira ser um bom profissional em estúdio. “Você tem que satisfazer o artista com quem está trabalhando, então, você deixa o seu ego na porta e faz o trabalho. Tivemos essa mesma forma de trabalho no Doobie Brothers. Acho que Livin’ on the Fault Line foi o melhor álbum do Doobie Brothers. Foi um disco exploratório. O disco estava se estendendo para todos os lados. Conseguimos fazer esse álbum porque não tinha ego no trabalho. Abordamos a obra da mesma forma que Steve Lukather estava fazendo com o Toto”. Ele concluiu: “Havia algo para mim sobre essa experiência que foi muito construtiva. Percebi que um produtor não se importa com qual banda você está tocando ou o quão bacana são os seus sapatos. Ele quer pontualidade e que você toque direito, caso contrário você será demitido. Essas foram as regras pelas quais vivemos no estúdio. Achei que impô-las aos caras do Doobie Brothers seria uma coisa boa, e eu estava certo em minha decisão”. Com o Steely Dan, Skunk assinou participação nos discos Can’t Buy a Thrill (1972), Countdown to Ecstasy (1973) e Pretzel Logic (1974). Já ao lado do The Doobie Brothers, o músico criou obras tais quais Stampede (1975), Takin’ It to the Streets (1976), Livin’ on the Fault Line (1977) e Minute by Minute (1978). Via: RockBizz

U2 compartilha mensagem em apoio à Ucrânia e ao presidente Zelensky
O U2 compartilhou uma mensagem em apoio à Ucrânia e ao presidente Volodymyr Zelensky para marcar o terceiro ano da guerra contra a Rússia. Líderes europeus estão atualmente em negociações com Zelensky sobre o fim do conflito, depois que o presidente disse que está disposto a renunciar em troca da entrada de seu país na OTAN. Seus comentários vêm na esteira do maior ataque de drones da guerra, já que autoridades ucranianas dizem que 267 foram lançados no país na noite de ontem (23). Agora, para marcar esta data, o U2 compartilhou uma leitura de My Friendly Epistle do poeta do século XIX Taras Shevchenko acompanhada por uma peça para piano. No Instagram, o líder da banda, Bono, disse que ele e The Edge enviaram inicialmente a gravação para Zelensky em 2022, logo após a invasão inicial. “Todos os que acreditam na liberdade e sentem o perigo em que nós, europeus, nos encontramos agora, não estão dormindo facilmente neste terceiro ano da invasão”, o cantor escreveu na legenda. “Mais a dizer sobre isso e outras perplexidades depois”. Veja a publicação abaixo: Via: RockBizz

A banda de rock dos anos 90 que a atriz Christina Ricci não acha legal
A terceira temporada de Yellowjackets começou no início deste mês e, como de costume, sua trilha sonora contém várias músicas de sucesso. Durante uma nova entrevista para divulgar a série, a atriz Christina Ricci confessou que acha que a banda de rock alternativo Live – usada na temporada anterior – “nunca foi legal” e que ela “realmente odeia” o que é indiscutivelmente seu maior hit, Lightning Crashes. Em um vídeo do canal Absolute Radio postado no TikTok, Ricci (que interpreta a versão adulta de Misty Quigley) foi questionada: “Existe uma música em particular que você gostaria na terceira temporada?” Ela respondeu: “Contanto que não seja outra música do Live. Eu realmente odeio essa música”, se referindo ao uso de Lightning Crashes durante uma cena particularmente intensa no sétimo episódio da segunda temporada de Yellowjackets (veja a cena aqui). Ricci continuou: “Eles tiveram que mentir para mim no meio das filmagens daquela cena porque eu ficava tirando sarro dela, na apresentação, e eles diziam, ‘Bem, não temos certeza se vamos usar essa música, então, por favor, pare de cantá-la com essa voz’. E eles estavam mentindo para mim, para me fazer parar de tirar sarro dela”. Enquanto Ricci respondia, a coestrela Melanie Lynskey (que interpreta a versão adulta de Shauna Sadecki) comentou: “Ah, sim, ela não gosta de Live”. Confira a entrevista abaixo: @absoluteradio Fan edits for the cast of Yellowjackets? Yellowjackets S3 premieres with 2 episodes on the 14th February on Paramount+ #yellowjackets #yellowjacketsedit #christinaricci #sophiethatcher #ellapurnell #melanielynskey #fanedit #fancam #foryoupage #fyp #viral ♬ original sound – Absolute Radio Via: RockBizz

Ricardo Confessori esclarece por que o som de guitarra do Angra é fino e sem drive
Em recente troca de ideia com o apresentador Manoel Santos, do Ibagenscast, o baterista Ricardo Confessori (ex-Shaman) esclareceu por que o som de guitarra do Angra é fino e sem drive. É importante recordar que o músico integrou a banda brasileira de power metal entre os anos de 1993 a 2000 e entre o período de 2009 a 2014. Sendo assim, Confessori participou de álbuns de estúdio como Holy Land (1996), Fireworks (1998) e Aqua (2010). O artista ainda assinou o EP Freedom Call (1996) e deu as caras no ao vivo Holy Live (1997). Ricardo disse: “O som de guitarra do Angra, desde Angels Cry [debute do grupo lançado em 1993], era fininho e sem drive, porque era a concepção do produtor Charlie Bauerfeind. Ele falava que a voz do Andre [Matos] não combinava com guitarras pesadas, e foi sempre assim”. É claro que cada pessoa tem a sua maneira pessoal de curtir e assimilar o som de uma banda e ou artista. Portanto, vale cada um ouvir as canções do conjunto e tirar as próprias conclusões quanto ao som e a timbragem dos instrumentos, por exemplo. E já pode começar pelos clipes das faixas Carry On e Time. Confira nos player abaixo: Via: RockBizz

Andreas Kisser lembra turnê ao lado do Sodom: “O Sepultura acabava de tocar ia todo mundo embora”
Recentemente, o líder e guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser, bateu um longo papo com o produtor musical e apresentador Clemente Magalhães, do canal Corredor 5, e lembrou como foi a turnê ao lado do Sodom. De acordo com o músico brasileiro, depois que o Sepultura acabava de tocar ia todo mundo embora, ou seja, os alemães tocavam para pouquíssimas pessoas mesmo sendo a banda principal da turnê. “Conseguimos uma turnê muito boa com o Sodom, que é uma banda alemã, e eles estavam no auge. Eles estavam nas paradas alemãs, e foi a primeira vez que aconteceu isso com eles, então, pegamos uma turnê importante. Viena foi o nosso primeiro show, onde vi dois caras da Hungria com camiseta do Sepultura e cantando letra do Beneath the Remains. Na época, não tinha caído do Muro [de Berlim], então, tinha aquele espectro comunista. Aquilo me deu uma resposta e me mostrou que estávamos fazendo alguma coisa que realmente valia a pena”. Andreas continuou: “A gente chegava no palco destruindo! A gente fazia para ser o melhor dentro de nossa própria capacidade. Lembro que tocamos no Marquee Club em Londres com o Sodom; o local estava lotado, mas, quando o Sepultura acabou de tocar, foi todo mundo embora. Oitenta por cento das pessoas foram embora”. “Fora da Alemanha, todo mundo queria ver o Sepultura! Na Dinamarca, França e outros lugares foi assim. A gente via aquilo e sentia que tínhamos algo de especial. Essa coisa de ser do Brasil, de ser exótico e de não tocar samba, chamou a atenção do público”, finalizou Kisser. Assista a entrevista na íntegra aqui: Via: RockBizz

Pink Floyd: John Lydon não considera The Dark Side Of The Moon um clássico pilar do rock n’ roll
O punk John Lydon, ex-frontman do Sex Pistols também conhecido como Johnny Rotten, nunca se importou em causar polêmica com as suas opiniões sobre os colegas de profissão. Do pop ao rock, muita gente já passou e foi alvo do crivo criterioso do britânico. A nova controvérsia do artista rolou em entrevista ao canal Classic Album Review. Na ocasião, John rebateu a opinião do músico e ativista político, Bob Geldof, que afirmou que The Dark Side Of The Moon, oitavo álbum de estúdio do Pink Floyd, é um clássico pilar do rock n’ roll. Ele disse: “Eu sempre me divirto com Bob. Ele faz coisas tão idiotas e sempre quer ser levado muito a sério. Isso é uma coisa bem idiota de se dizer. Não sei se realmente existe um pilar do rock and roll, muito menos o Pink Floyd”. “Meu Deus, você sabe, talvez apenas o período de Syd Barrett. Isso foi definitivamente mais próximo do rock and roll insano”, acrescentou. E completou: “Eu gosto de Dark Side Of The Moon, mas não chamaria de rock n’ roll. Não sei se tinha um título naquela época. Lembro que era apenas um senso de ritmo, pausa e equilíbrio absolutamente diferente – eram paisagens bem bonitas quando eu estava experimentando LSD”. Confira a entrevista completa abaixo: Via: RockBizz

David Lee Roth mostra a versão em alta definição do vídeo de Just Like Paradise
O bonachão do hard rock californiano, David Lee Roth, mostrou a versão em alta definição do vídeo de Just Like Paradise. A canção saiu originalmente no repertório do álbum Skyscraper, segundo full length do cantor, o qual vislumbrou a luz do Sol em janeiro de 1988. Assista: O relançamento do videoclipe é uma iniciativa da gravadora britânica Rhino, que tem oferecido uma atenção especial aos grupos e artistas de rock e metal de seu cast. O audiovisual é também uma maneira de promover o box David Lee Roth – The Warner Recordings 1985-1994, que saiu nesta sexta-feira, dia 21 de fevereiro. Track listing de The Warner Recordings 1985-1994: Crazy From The Heat Easy StreetJust A Gigolo/I Ain’t Got NobodyCalifornia GirlsCoconut Grove Eat ‘Em And Smile Yankee RoseShyboyI’m EasyLadies’ Nite in Buffalo?Goin’ Crazy!Tobacco RoadElephant GunBig TroubleBump and GrindThat’s Life Skyscraper KnucklebonesJust Like ParadiseThe Bottom LineSkyscraperDamn GoodHot Dog and a ShakeStand UpHinaPerfect TimingTwo Fools A Minute A Little Ain’t Enough A Lil’ Ain’t EnoughShoot ItLady LuckHammerhead SharkTell The TruthBaby’s On Fire40 BelowSensible ShoesLast CallThe Dogtown ShuffleIt’s Showtime!Drop in the Bucket Your Filthy Little Mouth She’s My MachineEverybody’s Got The MonkeyBig TrainExperienceA Little LuckCheatin’ Heart CaféHey, You Never KnowNo Big ‘TingYou’re Breathin’ ItYour Filthy Little MouthLand’s EndNight LifeSunburnYou’re Breathin’ It (Urban NYC Mix) Via: RockBizz

“Tico Santa Cruz não é amigo de ninguém; ele vai de acordo com o interesse dele”, diz Digão (Raimundos)
Rodrigo Aguiar Madeira Campos – também conhecido como Digão -, que é líder e guitarrista do Raimundos, bateu um papo com o pessoal do canal Produções Productions e comentou sobre a sua relação com o cantor Tico Santa Cruz [Luis Guilherme Brunetta Fontenelle de Araújo], frontman do Detonautas. De acordo com Rodrigo, 54 anos, Tico Santa Cruz não é amigo de ninguém, pois ele vai de acordo com o seu interesse. Digão disse: “Tico Santa Cruz não é amigo de ninguém; ele vai de acordo com o interesse dele. Ele tinha o interesse em ser o vocalista do Raimundos. Por volta de 2010, a gente estava bem, eu já tinha recolocado o Raimundos [no mercado]. O Raimundos já tinha ido no Big Brother, a gente já estava com equipe, a gente tinha reconstruído o Raimundos, e o Detonautas estava em uma fase de baixa. Aí, ele veio com essa ideia de fazer uns dez shows, um lance de começo, meio e fim, porque não queria tomar o meu lugar na banda. Topei testar o Raimundos com vocalista. Já no primeiro ensaio, ele não conseguia alcançar o tons altos das músicas. A gente já sabia ali que não ia dar certo”. O guitarrista continuou: “E quando ele estava aqui em casa, ele ficava falando mal da galera do Detonautas. Ele falava que era uns bunda-mole! Ele estava louco para virar o vocalista do Raimundos. Ele queria ascender como vocalista do Raimundos”. “Aí, quando começou aquele negócio da Dilma [ex-presidente do Brasil]. Vi ele beijando a mão da Dilma, eu falei que era bandido. Ele ficou louco! A partir daí só foi ladeira abaixo”, finalizou o músico. Eis a fala completa de Digão no player abaixo: Via: RockBizz

Mike Shinoda diz que as novas músicas do Linkin Park não foram feitas por marketing
O Linkin Park vem agitando o mundo da música pesada desde que retomou as atividades ao vivo e colocou no mercado o novo álbum de estúdio, From Zero. Muitas pessoas adoraram a volta do grupo, entretanto, tem uma galera que não curtiu nenhum um pouco, o que tem gerado bastante falatório nas redes sociais. Pouco tempo atrás, o líder da banda, Mike Shinoda, participou de uma sessão de Q&A – Questions and Answers (perguntas e respostas) com os fãs via Discord. Um internauta compartilhou uma captura de tela em que o músico faz a defesa das novas canções com a frontwoman Emily Armstrong. “Estamos em uma posição muito boa por ter muitas canções para tocar. Temos músicas antigas e músicas novas. As novas canções não foram feitas por marketing. A banda adora o novo material e a voz de Emily”. Shinoda também aproveitou a oportunidade e explicou que irá eventualmente adicionar sons do álbum One More Light (2017) nos shows do grupo. Veja as explicações de Mike Shinoda na postagem abaixo: about songs in the set and why they don’t play OML songs (spoiler alert: there’s no particular reason for it) pic.twitter.com/VZ3gUAZCgA — a.| fan accøunt (@BroodingAnanas) February 20, 2025 From Zero saiu no dia 15 de novembro de 2024 pela Warner Records e se destaca por ser o primeiro registro do grupo com a vocalista Emily Armstrong e o baterista Colin Brittain – completa a vigente encarnação do conjunto Mike Shinoda (vocal e guitarra), Brad Delson (guitarra), Dave Farrell (baixo) e Joe Hahn (DJ). A banda retomará a tour de promoção ao disco no final de maio, com uma apresentação em Austin, Estados Unidos. O giro norte-americano irá até meados de junho; depois disso, o Linkin Park irá para a Europa para fazer a alegria dos fãs. Via: RockBizz

“Eu montei o Shaman aos 30 anos; não vejo ninguém fazendo o que fiz com essa idade”, diz Ricardo Confessori
É inegável que a forma como se cria e comercializa música mudou drasticamente nos últimos anos por conta dos avanços da tecnologia. Seja na forma de mostrar ao público o produto ou nos muitos modelos de negócio, o mercado fonográfico impôs novas realidades aos artistas que ainda desejam se firmar na cena rock e metal, por exemplo. Durante nova conversa com o apresentador Manoel Santos, do Ibagenscast, o veterano baterista Ricardo Confessori enumerou alguns de seus feitos profissionais e salientou que não vê novos músicos tendo a sua mesma atuação e projeção na indústria musical. “Eu estava chegando aos trinta anos, quando saí do Angra e montei o Shaman. Eu nunca fui um cara de ficar falando essas coisas aos quatro ventos. Eu sempre dividi os créditos com todo mundo, mas a real é que eu comecei a banda Shaman. Eu escrevi três músicas, fui atrás de uma gravadora e chamei os caras. E dois anos depois eu estava lançando disco e lançando o melhor DVD do Brasil, e isso com trinta e um anos. Vejo muita gente falando que a molecada de hoje está foda. Eu quero que esteja foda, mas não vejo nenhuma molecada, não vejo nenhum cara com trinta anos fazendo o que eu fiz, sendo um batera líder, compositor, empurrando os negócios da banda, fechando com gravadora e contratando produtor”. Ricador arrematou: “Sei que os caras sabem tocar hoje em dia! Mas ser o cara que eu fui e ter o ímpeto de começar um negócio, virar um grande sucesso, não vejo acontecer. Não tem ninguém fazendo o que eu fiz com trinta anos. Vejo a galera querendo uma coisa já pronta”. Confira a fala de Confessori no tocador a seguir: Via: RockBizz

Helloween relança clipe de I Want Out em HD em celebração aos 40 anos
O Helloween relançou o clipe de I Want Out em HD em celebração aos 40 anos. A canção saiu como o segundo single do álbum Keeper of the Seven Keys: Part II e vislumbrou a luz da Lua no dia 31 de outubro de 1988, ou seja, no dia das bruxas. Veja o vídeo: As comemorações do Helloween as quatro décadas de carreira também contemplam a coletânea March Of Time, que chegará ao mercado em 28 de março recheada de 42 pérolas do power metal germânico. A proposta do grupo é uma imersão em toda sua discografia, isto é, de Walls of Jericho (1985) até Helloween (2021). March Of Time estará disponível em box set de vinil com 5LPs (com quebra-cabeça, lamina da arte da capa e livreto) e em 3CDs. A versão em vinil sairá por €149,99 (cerca de R$900,00); já a opção em CD ficará em €21,99 (aproximadamente R$132,00). Track listing de March Of Time: CD1“Walls Of Jericho/Ride The Sky”“Metal Invaders”“Victim Of Fate”“How Many Tears”“Eagle Fly Free”“Halloween”“A Tale That Wasn’t Right”“Future World”“March Of Time”“Dr. Stein”“Keeper Of The Seven Keys” CD2“I Want You”“Kids Of The Century”“Number One”“Windmill”“Sole Survivor”“Perfect Gentleman”“In The Middle Of A Heartbeat”“Why?”“Forever And One (Neverland)”“Power”“Steel Tormentor”“Hey Lord!”“I Can”“If I Could Fly”“Mr. Torture”“Hell Was Made In Heaven”“Light The Universe” CD3“The Invisible Man”“As Long As I Fall”“Kill It”“Where The Sinners Go”“Are You Metal?”“Nabataea”“Straight Out Of Hell”“Waiting For The Thunder”“Heroes”“My God-Given Right”“Pumpkins United”“Best Time”“Fear Of The Fallen”“Skyfall” Via: RockBizz

Red Hot Chili Peppers quer embolsar 2 bilhões de reais com venda de catálogo musical
O Red Hot Chili Peppers está querendo embolsar aproximadamente 350 milhões de dólares (quase 2 bilhões de reais) com a venda de seu catálogo musical, segundo a Billboard. O acordo seria um acréscimo aos cerca de 140 milhões de dólares que a Hipgnosis Songs já pagou à banda pelos direitos de publicação de suas músicas em 2021. Ainda de acordo com a Billboard, o Red Hot Chili Peppers detém os direitos de todos os 13 álbuns de estúdio e outros lançamentos emitidos pela Warner Music, embora não se saiba se eles possuem seus quatro primeiros álbuns, que foram lançados pela EMI. A estimativa é que o catálogo gere aproximadamente 26 milhões de dólares anualmente para a banda. Além do 140 milhões de dólares que a banda já garantiu da Hipgnosis, o Chili Peppers está buscando um total de quase 500 milhões de dólares por todos os seus ativos musicais. Em comparação, Bruce Springsteen vendeu seu catálogo para a Sony Music em 2021 por 500 milhões de dólares, enquanto o Pink Floyd recentemente levou para casa 400 milhões de dólares da Sony Music. Enquanto isso, a quantia mais alta paga por um catálogo musical parece ser o de 1,27 bilhão de dólares que a Sony pagou ao Queen em 2024. Via: RockBizz

Cristina Scabbia (Lacuna Coil) lista seus cinco álbuns favoritos na adolescência
Cristina Scabbia, vocalista do Lacuna Coil, foi convidada pela Loudwire a listar seus cinco álbuns favoritos na adolescência. De 1985 a 1991, sua adolescência se alinhou com algumas das revelações musicais mais emocionantes da época. Enquanto, em sua vida adulta, Scabbia se tornaria um ícone do gothic metal, os sons e estilos que dominaram seus anos de formação eram, na verdade, bem distantes da música pesada. Confira abaixo. Power (1988) – Ice-T Ice-T foi um dos primeiros rappers que me hipnotizou. Meu conhecimento da língua inglesa era extremamente pobre, então quando penso no fato de que eu estava tentando reproduzir letras profundas cantando inglês falso (descobrindo anos depois o que elas significavam) é estranho. Eu amava sua voz e a música parecia poderosa e nova para meus anos de juventude. Equinoxe (1978) – Jean Michel Jarre Um álbum instrumental que é tão evocativo e uma jornada totalmente alucinante. Passei horas deitada no chão do meu quarto quando era adolescente ouvindo esse disco. Eu ainda o ouço às vezes e ainda adoro criar imagens na mente sobre ele. Like a Virgin (1984) – Madonna Eu era uma adolescente ouvindo e observando uma mulher poderosa que não tinha medo de se mostrar de uma forma feroz e dominante. Lembro que minha amiga e eu tentávamos replicar seu estilo em coreografias caseiras, usando pedaços de renda como enfeites em nossas cabeças e pequenas chupetas em nossas orelhas como brincos – haha! Rio (1982) – Duran Duran A música nas principais paradas estava em seu momento de altíssima qualidade quando bandas como Duran Duran estavam tocando instrumentos de verdade e se apresentando incrivelmente ao vivo. O álbum Rio mudou o jogo. Meu quarto estava cheio de pôsteres do Duran Duran, eu estava loucamente apaixonada pela música deles. Eu estava especialmente obcecada por John Taylor tanto que decidi fazer o mesmo corte de cabelo com franja descolorida… Não ficou bom, haha! Eu amava tanto Save a Prayer e ainda amo! Zenyatta Mondatta (1980) – The Police Músicas como De Do Do Do, De Da Da Da e Don’t Stand so Close to Me abriram minha mente para a música muito mais quando adolescente e serei eternamente grata ao meu irmão Andrea por mostrá-las a mim. Eu nunca tinha ouvido nada parecido antes e fiquei hipnotizada. Novo álbum do Lacuna Coil E por falar em Lacuna Coil, a banda lançará seu novo disco Sleepless Empire no dia 14 de fevereiro de 2025 pela Century Media Records. O processo de composição e a gravação de Sleepless Empire ocorreram no norte da Itália, no SPVN Studios, com a produção sob os cuidados do baixista Marco “Maki” Coti Zelati. Já a capa ficou na responsabilidade do artista italiano Roberto Toderico. Outro fato interessante sobre Sleepless Empire é a lista de participantes especiais. O disco terá a presença de Randy Blythe (Lamb of God) na música Hosting The Shadow e Ash Costello (New Years Day) em In The Mean Time. Track listing de Sleepless Empire: 01. The Siege02. Oxygen03. Scarecrow04. Gravity05. I Wish You Were Dead06. Hosting The Shadow (com Randy Blythe)07. In Nomine Patris08. Sleepless Empire09. Sleep Paralysis10. In The Mean Time (com Ash Costello)11. Never Dawn Via: RockBizz

Glenn Hughes, a voz do Rock, anuncia turnê de despedida na América do Sul
Glenn Hughes, lendário baixista e vocalista inglês, anuncia sua última turnê pela América do Sul com 11 shows imperdíveis! A despedida dos palcos passará por cinco cidades no Brasil – incluindo Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba – além de quatro apresentações na Argentina, uma no Chile e uma na Colômbia. Conhecido como “A Voz do Rock”, Hughes é um artista que transcendeu gêneros e épocas, consolidando-se como uma figura indispensável na história da música. Desde seus primeiros passos com a banda Trapeze, nos anos 1970, até seu lendário período no Deep Purple, Hughes destacou-se por sua voz poderosa e seu talento no baixo, sendo parte da formação que criou os clássicos álbuns Burn, Stormbringer, ambos em 1974, e o funkeado Come Taste The Band, no ano seguinte, já com Tommy Bolin como companheiro na guitarra substituindo Ritchie Blackmore. Durante a turnê, Hughes revisitará todas as fases de sua carreira, trazendo ao palco músicas de sua passagem pelo Deep Purple, além de clássicos de projetos marcantes como Black Sabbath, Hughes/Thrall, Iommi/Hughes (com Tony Iommi), Black Country Communion (com Joe Bonamassa), The Dead Daisies, dentre muitos outros. O músico também apresentará faixas de sua carreira solo, repleta de álbuns que exploram desde o hard rock até o soul e o funk, mostrando sua versatilidade tanto na voz quanto nas composições. Induzido ao Rock and Roll Hall of Fame em 2016 como membro do Deep Purple, Hughes tem em seu currículo colaborações memoráveis com nomes como Tony Iommi, Gary Moore e David Coverdale, momentos frequentemente lembrados como alguns dos mais brilhantes da história do rock. Além de ser um músico extraordinário e ter uma das vozes mais lindas e potentes do Rock, Glenn Hughes, de 73 anos de idade, é reconhecido como uma inspiração de superação pessoal, vencendo batalhas contra vícios ao longo de sua vida e tornando-se um exemplo de resiliência para seus fãs. Essa turnê não será apenas uma despedida, mas também uma celebração de décadas de música que moldaram gerações e influenciaram artistas ao redor do mundo. Os shows prometem ser emocionantes tanto para os fãs quanto para o próprio músico, que frequentemente expressa seu amor pelo público sul-americano, famoso por sua energia e paixão inigualáveis. Confira as datas e locais dos shows abaixo: 11/11 – Opinião, Porto Alegre – https://bileto.sympla.com.br/event/103332/d/30419813/11 – Mister Rock, Belo Horizonte – https://ddtickets.com.br/comprar/28/glenn-hughes-em-belo-horizonte14/11 – Circo Voador, Rio de Janeiro – https://www.eventim.com.br/artist/glenn-hughes16/11 – Vip Station, São Paulo – https://ddtickets.com.br/comprar/25/glenn-hughes-em-sao-paulo18/11 – Tork N’ Roll, Curitiba – https://www.bilheto.com.br/comprar/3286/glenn-hughes Via: RockBizz