Resenhas

Scott Travis explica por que o Judas Priest não toca nenhuma música da era Tim “Ripper” Owens nos shows
Em uma nova entrevista para o canal El Expreso Del Rock, o baterista Scott Travis foi questionado sobre o motivo pelo qual o Judas Priest não toca nenhuma música dos álbuns com o vocalista Tim “Ripper” Owens – Jugulator (1997) e Demolition (2001) – nos shows. Travis respondeu: “Eu só acho que não é algo que o Rob [Halford] realmente queira fazer, e eu entendo perfeitamente isso”. “E a outra coisa é que, com o Judas Priest, temos tantas músicas ótimas para tocar que é impossível conseguir tocar todas porque, como você sabe, em shows, sempre teremos que tocar [You’ve Got] Another Thing Comin’ e Living After Midnight, Breaking The Law, [The] Green Manalishi [With the Two Pronged Crown], Victim Of Changes – você sempre terá que tocar esses clássicos”, continuou. “Porque assim que você para de tocá-los, as pessoas começam a gritar: ‘Por que você não tocou esta ou aquela música?’ Então você tem que fazer isso, e aí você só tem um tempo limitado para encaixar as outras músicas durante um set ao vivo. Então, para ser sincero, simplesmente não há tempo. Decidimos não mexer nisso”, finalizou. Confira a entrevista completa abaixo: E por falar em Judas Priest, a banda está no Brasil para uma série de apresentações em divulgação ao seu novo disco Invincible Shield. Nesta quarta-feira, dia 16 de abril, o grupo vai se apresentar em Brasília, no Arena Of Rock. Depois disso, os caras vão fechar a noite do Monsters of Rock, que vai rolar no sábado, dia 19 de abril, em São Paulo. No domingo, dia 20, a banda vai se apresentar novamente em São Paulo. Os ingressos para os concertos ainda estão à venda. Via: RockBizz

Nervosa mostra agitação, bateção de cabeça e mosh dos fãs chineses
Há muitos anos, o metal brasileiro vem fazendo muito bonito no território estrangeiro. A Crypta, por exemplo, está defendendo bem o seu black/death metal com várias turnês pela Europa e abrindo para gente das antigas como Hatebreed e Carcass em passeios pelos Estados Unidos. A Nervosa é outra representante da nossa música pesada que está rompendo barreiras com o seu thrash metal no melhor estilo pé na porta. Com vários giros pelo Velho Continente, o quarteto tem uma segurança e energia de palco muito acima da média. E estes atributos foram sentidos e curtidos pelos fãs chineses, visto que a banda tocou no país asiático pouco dias atrás. Pelas redes sociais, a Nervosa mostrou a agitação, bateção de cabeça e mosh dos fãs chineses. Veja: Prika Amaral (vocal e guitarra), Helena Kotina (guitarra), Gabriela Abud (bateria) e Emmelie Herwegh (baixo) também postaram para foto com a multidão de fãs compondo o cenário. Confira: Nos próximos dias, a Nervosa fará apresentações nas Filipinas e Austrália. Depois disso, o quarteto seguirá para a Europa para uma sequência grande de shows. Ninguém segura essas mulheres. Via: RockBizz

“Axl quer controlar tudo; ele fica com 50 por cento de toda renda do Guns N’ Roses”, reclama Alan Niven
Todo mundo que tem um pouquinho de conhecimento da cena rock n’ roll sabe que Axl Rose é quem dá as cartas no Guns N’ Roses. Com isso, o grupo não é uma democracia; na verdade, ele se assemelha a uma autocracia, a qual o frontman detém o poder absoluto, ou seja, é quem manda prender e soltar. Quem não curtiu muito essa forma de trabalho é o ex-empresário da banda, Alan Niven. Em bate-papo com o pessoal do canal Appetite For Distortion, ele reclamou que Axl quer controlar tudo e que fica com 50 por cento de toda renda do Guns N’ Roses. “É uma questão de controle com o Axl”, começou Niven. “Axl agora fica com 50 por cento de toda renda do Guns N’ Roses. 50 por cento, ok? Isso, para mim, é uma anátema. Ele não é o Guns N’ Roses”, esbravejou. “Eles eram cinco indivíduos que formavam uma química única. Mas o Axl quer estar no controle de tudo o tempo todo”, pontuou. “E olha só no que isso já deu: um disco solo chato e uma porcaria de covers punk”, concluiu Alan se referindo aos álbuns Chinese Democracy (2008) e The Spaghetti Incident? (1993), respectivamente. Assista a longa entrevista no player abaixo: Alan Niven vai lançar o livro Sound N’ Fury: Rock N’ Roll Stories em 24 de junho pela ECW Press. A obra promete trazer pormenores de tudo que Alan viu e viveu na cena rock, o que vai deixar muitas pessoas de boca aberta. Via: RockBizz

Richie Kotzen lembra primeiro encontro com Stevie Nicks: “Acabou no quarto”
O virtuoso guitarrista Richie Kotzen (ex-Mr. Big, ex-Poison) bateu um papo com o pessoal da revista Hot Metal e lembrou o seu primeiro encontro com Stevie Nicks, frontwoman da famosa banda Fleetwood Mac. “Eu me lembro de ir a uma festa na casa da Stevie Nicks com algumas pessoas. Ela abriu a porta e logo me viu. Nós tínhamos o mesmo empresário na época, que era o Howard Kaufman. Quando ela me viu, ela quis me mostrar a sua casa. Conheci a casa toda, mas a tour terminou no quarto dela. Eu tinha 20 ou 21 anos, era muito jovem”. Kotzen continuou: “Na minha cabeça, eu sabia quem ela era. Mas ela não estava no meu radar no que diz respeito à música que eu ouvia. Eu lembro que elogiei a sua casa e disse que precisava encontrar meus amigos”. “Nossa, eu tenho muitas histórias assim de meus primeiros anos em Los Angeles. Me mudei para cá e imediatamente me envolvi nesse tipo de coisa”, finalizou. Veja a fala de Kotzen no player a seguir: E por falar em Richie Kotzen, ele e Adrian Smith (Iron Maiden) lançaram recentemente o álbum Black Light / White Noise. A gravação do discou rolou no The House, Los Angeles, Estados Unidos; a produção ficou nas mãos de Richie e Adrian e a mixagem sob os comandos de Jay Ruston. Track listing de Black Light / White Noise: 01. Muddy Water02. White Noise03. Black Light04. Darkside05. Life Unchained06. Blindsided07. Wraith08. Heavy Weather09. Outlaw10. Beyond The Pale Via: RockBizz

Vader desenterra o thrash metal old school com o single Unbending
O Vader desenterrou o thrash metal old school com o single Unbending. A faixa estará no track listing do EP Humanihility, que sairá no dia 30 de maio pela Nuclear Blast. Confira o videoclipe da canção no player logo abaixo. Humanihility teve a produção de Scott Atkins, cujo trabalho rolou no Grindstone Studio, no Reino Unido. Já a arte da capa ficou na responsabilidade do brasileiro Marcelo Vasco (Slayer, Testament e mais). O EP se sobressai por ser o primeiro registro de estúdio do grupo como um quinteto, o qual conta com o Piotr “Peter” Wiwczarek (guitarra), Marek “Spider” Pająk (guitarra), Tomasz “Hal” Halicki (baixo), Michał Andrzejczyk (bateria) e Maurycy “Mauser” Stefanowicz (guitarra). Track listing de Humanihility: 01. Genocide Designed02. Rampage03. Unbending (Mystic Festival Anthem 2025) Via: RockBizz

Alex Terrible (Slaughter To Prevail) pede dinheiro aos fãs para cuidar de dois filhotes de urso
Ter um cachorro ou gato como animal de estimação faz parte de nosso cotidiano! Quem deseja ser mais audacioso acaba se rendendo aos encantos de aves como calopsita ou papagaio. Tem uma galera que também topa conviver com a lentidão e a tranquilidade das tartarugas ou a fofura infinita dos furões. Mas para o vocalista do Slaughter To Prevail, Alex Terrible, o nível da “brincadeira” vai além do que podemos imaginar, pois o russo simplesmente adotou dois filhotes de urso. Pelo Instagram e TikTok, Alex informou que se trata de um casal de ursos, que se chamam Kodi e Harley. Na postagem, ele explicou como se deu o processo de adoção; além disso, o cantor pediu dinheiro aos fãs para cuidar das duas “crianças”. “Resumindo a história. Meu vizinho salvou dois ursinhos, Kodi e Harley. Ele ajuda animais há muito tempo e eu quero ajudá-lo. A partir de agora, visitarei esses bebês sempre que estiver em casa, na Rússia, e os ajudarei financeiramente. E eu quero pedir ajuda a vocês também. Não vou só pedir dinheiro e essas coisas, mas vou lançar alguns produtos dessas fofuras. Gostaria que vocês comprassem. Todo o dinheiro vai para eles”. Veja a fofura de Kodi e Harley nas postagens abaixo: Via: RockBizz

“Não tenho condições financeiras para ir no show do Black Sabbath; mas vai ser fantástico”, diz Burton C. Bell
Após alguns anos na geladeira, o Black Sabbath voltará a se reunir com a sua formação original – Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) – para um último ato em 05 de julho no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. O preço dos ingressos, que já estão esgotados, estavam pela hora da morte, chegando a custar cerca de vinte e três mil reais. Portanto, não se trata de um evento para qualquer bolso. Tem que ter bala na agulha para poder curtir. O ex-vocalista do Fear Factory, Burton C. Bell, é uma das pessoas que não pôde comprar o bilhete por falta de grana. No entanto, ele, em entrevista ao podcast Everblack, ressaltou que o show será fantástico. “Não tenho condições financeiras para ir. Mas queria poder estar lá. Vai ser fantástico”, afirmou Burton. “Lembro que apareci em capa de revista duas vezes com o Ozzy. Tenho as duas aqui na minha casa”. “Uma delas é assinada pelo Ozzy, o que é incrível. Mas eu me lembro da primeira vez, da primeira reunião do Black Sabbath. O Fear Factory foi a única banda de abertura. Isso aconteceu em 1999, em Birmingham”, acrescentou. Bell completou: “Nós já abrimos para o Ozzy, também! Lembro que na turnê europeia, o público só queria ver Ozzy, então, ficavam nos jogando moedas. Consegui pegar moedas suficientes para comprar cerveja. Então meio que valeu a pena”. Assista o bate-papo completo aqui: Via: RockBizz

Corrosion Of Conformity adia turnê pela América Latina
A banda norte-americana Corrosion Of Conformity adiou sua turnê pela América Latina que aconteceria em setembro deste ano. O motivo principal é um conflito de datas em razão de uma proposta irrecusável para realizar mais de 20 apresentações como banda de suporte nas turnês de Judas Priest e Alice Cooper pelos Estados Unidos. Novas datas serão anunciadas até o final desta semana e deverão ocorrer entre a última semana de novembro e a primeira semana de dezembro de 2025, segundo a produtora Dark Dimensions. Os ingressos já adquiridos continuarão válidos para as novas datas, sem necessidade de troca. Via: RockBizz

Amy Lee (Evanescence) revela qual jogo teve um impacto profundo em sua vida
Nós, meros mortais, adoramos o nossos jogos eletrônicos para passar o tempo, dar uma uma aliviada no estresse e elevar o nível dos hormônios da felicidade. E os rock stars também usam o mesmo artifício para levar a vida no campo da leveza e prazer. A cantora e líder do Evanescence. Amy Lee, por exemplo, publicou um vídeo em sua conta oficial no X (antigo Twitter) em que fala sobre seu grande amor pela série Legend Of Zelda. “Sou uma grande fã de Legend of Zelda para a vida toda! Ocarina of Time [jogo de 1998] foi a minha primeira experiência com RPG. Ainda jogo de vez em quando para acalmar meu coração e me fazer dormir. Ao longo da minha vida, desde que eles se dedicaram aos títulos mais recentes como Breath of the Wild e Tears of the Kingdom, houve uma jornada de vida contínua comigo, minha família e The Legend of Zelda”. No mesmo vídeo, Lee também revelou que sua única tatuagem, que está em seu pulso, é dos corações que aparecem nos jogos da série Zelda. Veja a fala completa de Amy Lee logo abaixo: Amy talks about her favorite videogames https://t.co/LOxAJBT2Fq pic.twitter.com/aJz3yRbe0Z — Evanescence (@evanescence) April 13, 2025 Via: RockBizz

“Consigo compor o que eu quiser, de death metal a reggae”, afirma Yngwie Malmsteen
Yngwie Malmsteen ganhou fama mundial como um guitarrista super virtuoso e como um ator proficiente da cena heavy metal. No entanto, o sueco afirmou, durante entrevista ao site Music Radar, que consegue compor canções em qualquer estilo, isto é, não precisa ficar preso só no metal. “Estou no estúdio agora e compondo. Não vou me gabar, mas posso compor o que eu quiser. É só me dizer o que você quer. Quer death metal em dó? Ok, aqui está. Um pouco de country e western? Reggae ou blues? Eu consigo escrever. Compor é como montar blocos, é tipo um Lego”. Yngwie acrescentou: “Vai sair algo criativo? Provavelmente não! Mas quando você senta e improvisa, ou fica só brincando com as escalas, a mágica está aí. É uma tela em branco. Essa é a magia e o desafio, e é por isso que ainda estou tocando e compondo”. Recentemente, Malmsteen lançou o vídeo ao vivo de No Rest For The Wicked para promover o álbum ao vivo Tokyo Live, que sairá no dia 25 de abril via Music Theories Recordings. Assista: Track listing de Tokyo Live: CD1“Rising Force” (Live)“Top Down Foot Down” (Live)“No Rest For The Wicked” (Live)“Soldier” (Live)“Into Valhalla” (Live)“Baroque & Roll” (Live)“Like An Angel” (Live)“Relentless Fury” (Live)“Now Your Ships Are Burned” (Live)“Wolves At The Door” (Live)“Hiroshima Mon Amour” (Live)“(Si Vis Pacem) Parabellum” (Live)“Badinere” (Live)“Paganini’s 4th” (Live)“Adagio” (Live)“Far Beyond The Sun” (Live)“Arpeggios From Hell” (Live) CD2“Seventh Sign” (Live)“Toccata” (Live)“Evil Eye” (Live)“Smoke On The Water” (Live)“Trilogy-Vengeance” (Live)“Cadenza 1” (Live)“Brothers” (Live)“Fugue” (Live)“Cadenza 2 – Grand Finale” (Live)“You Don’t Remember I’ll Never Forget” (Live)“Acoustic Cadenza” (Live)“Black Star” (Live)“I’ll See The Light Tonight” (Live) Via: RockBizz

“O meu desprezo total é pela direita e pela igreja; a direita é mesquinha”, analisou Cazuza
Agenor de Miranda Araújo Neto – ou simplesmente Cazuza – foi um dos maiores poetas e rock stars da música brasileira. O carioca foi frontman do Barão Vermelho, banda com a qual lançou três discos – Barão Vermelho (1982), Barão Vermelho 2 (1983) e Maior Abandonado (1984). Em carreira solo, o cantor alcançou ainda mais sucesso comercial com os álbuns Ideologia (1988), O Tempo Não Para (1989) e Burguesia (1989), os quais venderam mais de quatro milhões de cópias juntos. Canções como Exagerado, Faz Parte do Meu Show e Vida Louca Vida deixaram a sua marca na década de 1980. E como recordar é viver, vamos lembrar uma importante entrevista de Cazuza ao programa Cara a Cara, que ia ao pela TV Bandeirantes e tinha a apresentação de Marília Gabriela. No quadro bate-bola, a entrevistadora perguntou ao cantor se fazer rock era chique. Cazuza respondeu: “Hoje em dia, uma vó pode dar de presente de natal para o neto uma guitarra para ele ser que nem o Herbert Vianna [Os Paralamas do Sucesso]. Para ser que nem eu e o Lobão não, mas para ser que nem o Paulo Ricardo [RPM]. Ser roqueiro é ser bacana. Antigamente não era assim, era uma porcaria”. Já sobre o que despreza totalmente, Agenor Neto disse: “O meu desprezo total é pela direita e pela igreja. A direita é uma coisa tão mesquinha. É o poder individual! Eu gosto de viver no coletivo. Eu sou de esquerda porque tenho amigos e gosto de dividir as minhas coisas. E a igreja no prega a divisão! A igreja quer só dinheiro”. Veja a entrevista completa no player a seguir. Via: RockBizz

Tobias Forge (Ghost) examina o perfil da cena heavy metal: “Não é etarista”
O sueco Tobias Forge (Ghost) concedeu uma longa entrevista à revista Rolling Stone UK e usou a oportunidade para divulgar seu trabalho, é claro, e para examinar o perfil da cena heavy metal. O cantor destacou que a cena metal não é etarista, ou seja, não tem preconceito baseado na idade. “A comunidade metal em si passou por uma expansão muito legal! O hard rock começou com o Black Sabbath, Deep Purple e Led Zeppelin, mas diariamente novas bandas são formadas. Toda sexta-feira há novos discos sendo lançados, o que é ótimo. O heavy metal não é um gênero preconceituoso; na verdade, você encontra de tudo nele. Idosos e crianças gostam de heavy metal, então é uma comunidade muito amigável. Nos anos 80, acho que era um pouco mais voltado para os jovens, mas isso mudou. Hoje em dia é bem mais amplo e recebe gente de todas as idades”. Eis o bate-papo na íntegra aqui: O novo álbum do Ghost, Skeletá, tem previsão de sair no dia 25 de abril pelo selo Loma Vista Recordings. O trabalho estará disponível em vários formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (vermelho e prata), cassete e digital (download e streaming). Track listing de Skeletá: PeacefieldLachrymaSatanizedGuiding LightsDe Profundis BorealisCenotaphMissilia AmoriMarks of the Evil OneUmbraExcelsis Via: RockBizz

Liv Kristine mostra a beleza dos bosques e flores no clipe de 12th February
A norueguesa Liv Kristine mostrou a beleza dos bosques e flores no clipe de 12th February. O vídeo chegou como uma pré-promoção ao seu novo disco de estúdio, o sétimo de sua carreira, chamado Amor Vincit Omnia, que sairá no dia 25 de abril pela Metalville. De acordo com a artista, a canção discute a vida sob uma perspectiva tanto fragmentada quanto bela e amorosa. Além disso, ela destacou que o teor lírico do disco como um todo é uma ode à vida. Veja o videoclipe de 12th February no tocador abaixo: O trabalho, que terá onze canções, contou com a produção de Sascha Dannenberger e a masterização de Andy Classen. O trabalho estará disponível no mercado em diferentes formatos como CD, CD digipack, vinil preto e digital (download e streaming). Amor Vincit Omnia contou com os trabalhos de Liv Kristine (vocal), Sascha Dannenberger (guitarra), Tobias Glier (baixo), Roland Bliesener (teclado), Björn Etzel (bateria) e Michael Espenæs (vocal). Track list de Amor Vincit Omnia: “Prelude”“Amor Vincit Omnia”“Ode to Life Pristine”“12th February”“Hold it with Your Life”“Angel in Disguise”“Sapphire Heaven”“Unzip My Love”“Melange (Whenaddictioncalls)”“Tangerines”“When Stillness Speaks” Via: RockBizz

Edu Falaschi reflete sobre seu tempo no Angra: “Não tenho muito rancor”
O vocalista brasileiro Edu Falaschi bateu um papo com a jornalista Jéssica Marinho, do site Wikimetal, e aproveitou o espaço para refletir sobre o seu tempo no Angra. Vale lembrar que o artista ficou no posto de frontman da banda entre os anos de 2001 e 2012, com isso gravou discos como Rebirth (2001) e Temple of Shadows (2004). Edu disse: “Tenho saudade dos caras, dos momentos bons que a gente viveu. Porque a gente não viveu só coisas ruins. A gente viveu muita coisa boa e faz tempo que eu não encontro a maioria deles. Apesar que a gente voltou a se falar, eu e o Felipe, o Rafa também, nos comunicamos por telefone e WhatsApp, mas o Kiko faz tempo que eu não falo. Eu não tenho muito rancor. A gente fica bravo, tem um momento de fúria, momento de tristeza, mas a vida é muito curta, o tempo passa muito rápido e eu tenho muito carinho por eles, tem muitas boas lembranças e seria muito legal se a gente pudesse fazer algo no meu show, alguma coisa junto. Não tenho nada concreto. Mas eu super topo, acho que ia ser super legal a gente fazer essa celebração juntos de alguma forma”. Falaschi completou: “Se não for com todos, com alguns deles. Mas eu acho que esse momento vai ir. Vai amadurecer e alguma hora vai rolar alguma coisa. Eu não me oponho a nada não. Acho que a gente construiu uma parada histórica e todo mundo acaba se utilizando disso até hoje. A gente conversou muito no passado e tem uma coisa que eu falava que é a música, ela sempre vai ser maior que o músico. Sempre! O músico, ele cria, é importante, mas o músico passa, e um dia morre, é esquecido ou não, ou só é lembrado de vez em quando, mas a música está lá. Tem gente que conhece a música e não sabe nem quem é o cantor, nem quem é o compositor, nem quem é a banda. E você vê a força da música. Então, é o que fica. Então, eu acho que em determinado momento a música vai nos unir novamente aí e vai ser muito legal”. E por falar no cantor, ele começará uma extensa turnê pelo Brasil no mês de junho em celebração aos vinte anos do Temple of Shadows. Cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Campinas e Salvador vão receber o espetáculo de Edu Falaschi. Veja o itinerário completo da turnê logo abaixo: Via: RockBizz

Gilberto Gil em noite histórica no Allianz: convidados de peso e vibe premium no Camarote Backstage Mirante!
A lenda viva da música brasileira, Gilberto Gil, fez tremer as estruturas do Allianz Parque na noite de sábado (12), com mais um show insano da turnê Tempo Rei, que está rodando o país como uma verdadeira despedida em grande estilo. E, claro, nós do Sempre Um Rock marcamos presença com exclusividade no Camarote Backstage Mirante — o rolê premium definitivo, com open bar, open food e acesso à pista premium, tudo com aquela vista privilegiada e conforto que só os bons de verdade conhecem. 🤘🔥 No palco, o mestre Gil não decepcionou: chamou Arnaldo Antunes pra um dueto carregado de atitude em “Rock do Segurança”, e emocionou geral ao cantar “Estrela” com a doce e poderosa Sandy. Uma mistura de gerações, estilos e pura arte, daquele jeito que só o Gil sabe fazer. Gil ainda falou que mesmo não sendo rockeiro de nascença, respeita muito nossa tribo e ainda cantou mais alguns rocks! Essa turnê de despedida vem sendo uma verdadeira celebração da música brasileira, com participações de peso como Caetano Veloso e Lulu Santos! Depois de uma maratona no Rio e uma estreia quente em Salvador, Gil chegou em São Paulo pra uma série de shows que ainda vai longe: ele volta ao Allianz nos dias 25 e 26 de abril, e segue rodando o Brasil com paradas em Brasília, BH, Belém, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza e Recife. Se você ainda não viu, corre! Porque esse é daqueles shows que fazem história! Por: Fabio Crejoinas CEO e Editor – SEMPRE UM ROCK

Shirley Manson (Garbage) detona o etarismo no show business: “Vou continuar a envelhecer e enrugar”
A cantora escocesa Shirley Manson, 58 anos, detonou o etarismo no show business. O estopim para as críticas da artista foi uma matéria do jornal Daily Mail, que veio com a seguinte manchete no review da canção There’s No Future in Optimism: “Icônica banda de rock parece irreconhecível em fotos promocionais de novo álbum enquanto promovem seu primeiro single”. Em uma publicação no Instagram, Shirley escreveu: “Ora, ora, ora! Uma bela manchete do Daily Mail de ontem. O que isso quer dizer? Os Druids (referindo-se aos seus companheiros de banda) são quase os mesmos de sempre há trinta anos, então não consigo deixar de pensar que isso tem o foco em mim. Olha, eu tenho quase sessenta anos. É claro que não vou ficar parecida com a minha versão de quando tinha quase trinta anos. Sinceramente, acho que seria um pouco assustador se eu ficasse, mas eu sou eu. De qualquer forma, esse tipo de linguagem é usada como arma para colocar uma mulher como eu em seu devido lugar. Mas decidi rejeitar este presente. Este presente é ruim. Vou continuar a envelhecer. Vou continuar a enrugar e a descabelar. Vou perder um centímetro da minha altura aqui e vou ganhar um ou dois centímetros ali, mas ainda vou estar bonita de pijama, com o cabelo bagunçado e sem maquiagem. Não importa a minha aparência. Não importa o que digam sobre mim. Eu sempre vou arrasar mais do que a maioria”. O novo álbum do Garbage, Let All That We Imagine Be The Light, sairá no dia 30 de maio. O trabalho foi gravado no Red Razor Sounds, em Los Angeles, no estúdio Grunge Is Dead, do baterista Butch Vig, e no quarto de Shirley Manson; e conta com produção dos integrantes e de Billy Bush, engenheiro de som de longa data. Tracklist de Let All That We Imagine Be The Light: There’s No Future In OptimismChinese Fire HorseHoldHave We Met (The Void)SisyphusRadicalLove To GiveGet Out My Face AKA Bad KittyR U Happy NowThe Day That I Met God Via: RockBizz

Roger Moreira volta a criticar atitudes de Nasi: “Ameaçar quebrar a minha cara só prova que lhe falta cérebro”
Nos últimos tempo, o relacionamento entre os cantores Roger Moreira (Ultraje a Rigor) e Nasi (Ira!) está mais azedo do que limão. Alfinetadas pelas redes sociais e até ameaças de agressão física já rolou deste dramalhão. O capítulo mais recente da contenda rolou na semana passada, quando Nasi expulsou alguns apoiadores de Jair Bolsonaro de seu show e tirou uma onda ao mandá-los ouvir o som da banda de Roger, pois está mais em sintonia com suas ideias e atitudes, segundo ele. Também pelas redes sociais, Moreira tem dado luz ao que está saindo na imprensa sobre a treta e aproveita, é claro, para fazer alguns comentários. Em uma das postagens, Roger escreveu: “Ameaçar quebrar a minha cara só prova que lhe falta cérebro para argumentar. Aliás, faltam até fatos. Falta conhecimento de história. Falta humanidade e empatia”. Cabe lembrar que o episódio de quebrar a cara aconteceu quando Nasi, em entrevista ao podcast Futeboteco, saiu em defesa de Edgar Scandurra, pois recebeu críticas de Roger. O frontman do Ira! disse que não era tão educado quanto Edgar e que quebraria a cara do líder do Ultraje a Rigor. Infelizmente, pelo visto, a estica e puxa entre os músicos vai perdurar por bastante tempo, o que é uma pena para o rock brasileiro. Via: RockBizz

“Não escreveríamos uma música de hip-hop ou death metal”, reflete Todd La Torre sobre a direção do novo disco do Queensrÿche
O veterano do prog metal Queensrÿche está prestes a desembarcar no Brasil para se apresentar no festival Monsters of Rock em São Paulo. Dessa forma, o vocalista Todd La Torre concedeu uma entrevista ao canal oficial do festival no YouTube e refletiu sobre o direcionamento musical do novo álbum da banda. “Estamos meio que fazendo a mesma coisa que sempre fizemos! Não começamos a compor um disco com uma ideia preconcebida. Simplesmente entramos em estúdio e vamos tocando as ideias que temos na cabeça. Criamos as músicas em tempo real, por assim dizer”. Todd continuou: “Quanto a direções musicais inexploradas, eu adoraria ouvir mais guitarras limpas no próximo disco; uma pegada mais espacial e com linhas de guitarra limpa. É sempre divertido trabalhar com orquestração. Ela soa muito ampla e cinematográfica. Essas coisas são divertidas de se tocar. Além disso, ter alguns elementos diferentes de percussão são coisas interessantes para se experimentar”. “No entanto, depois de mais de 40 anos de carreira, eu acho que não existem muitas direções musicais inexploradas. O grupo já fez muita coisa dentro do amplo espaço em que habita. Mas é legal experimentar, contudo, nós não escreveríamos uma música de hip-hop ou death metal. Então, dentro dos limites do que é o Queensrÿche e por mais diverso que seja, não sei que tipo de direções musicais inexploradas haveria. No próximo disco, eu adoraria, como eu disse, brincar com sons de guitarra limpos e com alguns elementos de percussão mais interessantes, como a música I Am I, que tinha alguns elementos de percussão realmente interessantes”, concluiu o cantor. Assista a entrevista na íntegra aqui: Para curtir o videoclipe de I Am I, basta acessar este outro tocador: Via: RockBizz

Pega ladrão: Mick Box (Uriah Heep) tem colar roubado e oferece recompensa para quem devolver
Pega ladrão! O guitarrista Mick Box (Uriah Heep) teve um colar roubado por um ciclista enquanto almoçava em Curitiba. O músico está oferecendo uma recompensa para quem devolver a peça, a qual, segundo o músico, tem um grande valor sentimental. As informações são do jornalista José Norberto Flesch. Até o momento não há mais informações sobre o caso ou se existe algum tipo de investigação em andamento por parte das autoridades locais. O último espetáculo do Uriah Heep no Brasil, que é em promoção a famosa The Magician’s Farewell Tour e em celebração aos seus cinquenta anos de carreira, vai acontecer neste domingo, dia 13 de abril, na cidade de Belo Horizonte, no Mister Rock. Com isso, tudo indica que Mick Box irá para casa sem o seu colar. O Uriah Heep voltará aos palcos no final de julho com uma longa turnê pela Europa, a qual vai contemplar países como Alemanha, Suécia, Áustria e Suíça. Fique por dentro de todo passo a passo da The Magician’s Farewell Tour aqui. Via: RockBizz

Dee Snider se sentiu abandonado pela comunidade metal na luta contra o PMRC
Em meados dos anos 1980, Mary ‘Tipper’ Gore, ex-esposa do ex-senador e ex-vice-presidente do Estados Unidos, Al Gore, fundou, junto com outras três ociosas esposas de políticos – Susan Baker, Pam Howar e Sally Nevius – o Parents Music Resource Center. Basicamente, o PMRC foi um comitê para que os pais pudessem ter mais controle sobre o tipo de música consumido pelos jovens. Pressionando a RIAA (Associação Americana da Indústria de Gravação), a comissão conseguiu impor seus ideais, logo, álbuns e canções que estavam em desacordo e desalinho com suas regras foram taxadas como impróprias e receberam um selo de alerta, o famoso Parental Advisory Explicit Content, indicando que o conteúdo era de extremo perigo ao público. Em setembro de 1985, o congresso norte-americano, munido de representantes do PMRC, recebeu John Denver, Frank Zappa e Dee Snider (Twisted Sister) para uma possível tentativa de humilhá-los publicamente e estereotipá-los como ignorantes. O plot twist da história foi que o trio conseguiu se posicionar de forma clara, inteligente e brilhante em seu discurso, o que deixou muita gente boquiaberta e sem o rumo de casa. Em recente postagem no X (antigo Twitter), Dee Snider refletiu sobre o episódio e comentou que se sentiu abandonado pela comunidade metal na luta contra o PMRC. “Eu não tinha ideia que aquele dia seria tão significativo para a história da música! Na época, eu me senti muito sozinho e abandonado pela minha própria comunidade. Com o passar do tempo, foi ótimo descobrir que as pessoas estavam observando e apreciando o que eu fiz naquela época”. I had no idea. At the time I felt very alone and abandoned by my own community. As time passed it’s been great to find out people were watching and appreciating what I did. https://t.co/C3pVlnOdir — Dee Snider (@deesnider) April 11, 2025 No player abaixo, você pode assistir o discurso de Dee Snider no congresso norte-americano, o qual deixou muitos cidadãos de bem de bico calado: Via: RockBizz

Scorpions mostra o poder de seu hard rock com a performance de Blackout no Hellfest 2022
O Scorpions mostrou o poder de seu hard rock com a performance de Blackout no Hellfest 2022. Na época do show, o quinteto alemão estava fazendo a promoção de seu mais novo trabalho de estúdio, Rock Believer, mas, mesmo assim, não esqueceu os seus hits do passado. Veja o vídeo no player abaixo: E da mesma apresentação no famoso festival francês, os caras já liberaram as performances de Coast to Coast, Send Me An Angel e The Zoo. Curta: E como o assunto é o Scorpions, a banda tocará em São Paulo no dia 19 de abril de 2025, quando rolará a celebração dos trinta anos do Monsters Of Rock Brasil. Além do grupo, o festival terá a presença do Judas Priest, Savatage, Europe, Queensrÿche, Opeth e Stratovarius. Esta será a oitava edição do festival no Brasil. Aqui na nossa terrinha, o evento começou a sua história nos idos de 1994, com shows do KISS, Slayer, Black Sabbath e outros. Ou seja, a relação com os brasileiros é antiga. Via: RockBizz

Billy Idol ri das críticas de John Lydon ao seu trabalho no Generation Sex e diz que o ama
O veterano roqueiro Billy Idol (ex-Chelsea) riu das críticas de John Lydon ao seu trabalho no Generation Sex, que é uma banda de punk rock/pop punk cuja formação conta também com Steve Jones (baixo) e Paul Cook (bateria). É importante explicar que o ex-frontman do Sex Pistols e atual Public Image Ltd, em conversa com o PA News, falou que os shows do grupo nos festivais Glastonbury e Dog Day Afternoon foram um circo com vários palhaços em ação. Agora, em entrevista ao Consequence, Billy rebateu as críticas. Ele disse: “John sempre foi super teimoso, e com razão, provavelmente. Ele nunca escondeu o que realmente pensa. Mas isso não me incomoda. Eu o amo e até rio das coisas que ele fala. Além do mais, eu sei onde quero chegar com a minha música e estou feliz com o que estou fazendo”. Idol acrescentou: “É claro que John ia ficar puto com os nossos shows. Ele está assim há algum tempo. Ao mesmo tempo, acho que estamos todos numa boa, de verdade. Estou feliz com o que eu estou fazendo, estou feliz com a minha música”. E por falar em Billy Idol, o ícone oitentista lançará Dream Into It, seu primeiro álbum de inéditas em mais de uma década, em 25 de abril pela Dark Horse Records. O álbum terá participações especiais de Avril Lavigne na canção 77, Joan Jett em Wildside e Alison Mosshart no som John Wayne. Via: RockBizz

Roy Khan reflete sobre sua saída do Kamelot: “Eu estava doente e cansado do business”
O norueguês Roy Khan foi um personagem importante para o desenvolvimento e o sucesso do power metal nas décadas de 1990 e 2000. Com o Kamelot, o cantor deu vida a trabalhos importantes como Siége Perilous (1998), The Fourth Legacy (1999), Karma (2001), Epica (2003), The Black Halo (2005) e Ghost Opera (2007). No entanto, mesmo com o sucesso na cena metal, Khan decidiu abandonar o barco no dia 14 agosto de 2010, alegando fadiga física, problemas de saúde e certo grau de descontentamento com as questões comerciais do mercado fonográfico. Trocando uma ideia com o apresentador Manoel Santos, do canal Ibagenscast, Roy refletiu sobre sua saída do Kamelot e pontuou brevemente sobre os motivos que o fez sair de cena musical por alguns anos. “Eu saí de forma repentina e abrupta, mas, naquela época, eu estava bastante doente, muito exausto e muito cansado de todo o business. Então, logo quando saí da banda, as coisas foram bem fáceis. Eu me senti bem aliviado por não ter mais aquele fardo de compor música, tocar, viajar, fazer shows e todas essas coisas. O cantor arrematou: “Eu fiz isso por vinte anos sem parar e em um nível bastante alto! E todo ano tinha um projeto novo. Então, meu corpo pediu uma pausa, pediu para eu descansar por alguns anos. Mas estou de volta”. Veja o bate-papo completo no tocador abaixo: Atualmente, Roy Khan destina seu foco e atenção ao Conception, grupo que mistura o power metal com o rock progressivo. O trabalho de estúdio mais recente dos caras é State of Deception, o qual saiu em 2020. Via: RockBizz

Helloween revela data de lançamento e repertório do novo álbum Giants & Monsters
Boa nova aos fãs de power metal alemão! O Helloween revelou a data de lançamento e repertório do novo álbum Giants & Monsters. O décimo sétimo disco do grupo verá a luz do Sol no dia 29 de agosto pela Reigning Phoenix Music (RPM). Em nota, o septeto informou: “Nos trancamos em um estúdio, invocamos alguns gigantes, lutamos contra alguns monstros e, de alguma forma, criamos um álbum novinho em folha, que se chama Giants & Monsters, e ele também tem cheiro de vitória e possivelmente hálito de dragão. Nós somos péssimos em guardar segredos e piores ainda em esperar, mas vocês estão prontos para entrar no reino dos riffs, rugidos e solos mirabolantes? Então, preparem-se, pois estamos chegando”. Track listing de Giants & Monsters: 01. Giants On The Run02. Savior Of The World03. A Little Is A Little Too Much04. We Can Be Gods05. Into The Sun06. This Is Tokyo07. Universe (Gravity For Hearts)08. Hand Of God09. Under The Moonlight10. Majestic Até o momento, o produto mais novo do grupo no mercado é o álbum ao vivo Live At Budokan, que saiu no dia 13 dezembro de 2024 pela Reigning Phoenix Music (RPM). Live At Budokan está disponível em vários formatos como 2CD-digipak, vinil triplo com a primeira tiragem de ambos incluindo arte de capa em relevo, Blu-ray, DVD e digital (download e streaming). Via: RockBizz