Resenhas

Billy Idol lista os motivos para ser imortalizado pelo Rock & Roll Hall Of Fame: “Sou incrível”
Enquanto nomes como Iron Maiden não se importam com o Rock & Roll Hall of Fame, artistas como Billy Idol querem ser imortalizados pela instituição a todo custo. Em conversa com o jornal britânico The Independent, o punk rocker listou os motivos que o fazem merecedor da homenagem. “Mereço porque sou simplesmente incrível”, disparou Idol em tom debochado. “É incrível que eu tenha passado do punk rock na Inglaterra para o sucesso mainstream nos Estados Unidos”, celebrou. “Eu não estava apenas envolvido com a cena punk rock, eu me tornei uma parte importante da new wave dos anos 80. Então, eu continuei fazendo música e vivendo a vida do rock n’ roll”, ressaltou. “Eu também fui além do que as pessoas esperam, com coisas como o cyberpunk”, pontuou. “Não fiquei na minha, eu arrisquei”, acrescentou. “Mesmo vindo para os Estados Unidos, eu não tinha ideia de que me daria tão bem. E os riscos que corri deram certo. Tudo isso demonstra um espírito empreendedor, um espírito do rock n’ roll”. O artista inglês apostou bem em sua carreira ao lançar álbuns como Rebel Yell (1983) e Vital Idol (1985), pois conseguiu encabeçar a lista dos principais artistas dos anos 1980. Com mais de dez milhões de discos vendidos, Billy Idol segue fiel ao punk rock com pitadas góticas. Via: RockBizz

MONSTERS OF ROCK 2025: OS REIS DO METAL CELEBRAM 30 ANOS DE FESTA COM SOM NA VEIA E CHUVA DE CLÁSSICOS, E CLARO, ACOMPANHAMOS DO CAMAROTE BACKSTAGE MIRANTE
Trinta anos não se celebram com meia dúzia de acordes. E o Monsters of Rock 2025 entendeu o recado. No último sábado (20), o Allianz Parque virou um templo de riffs, solos insanos e milhares de vozes entoando hinos eternos do hard rock e do heavy metal. Sete bandas. Mais de 12 horas de música. E nós, do SEMPRE UM ROCK, estávamos lá. Não só na grade. Estávamos no Camarote Backstage Mirante — um espaço privilegiado, onde o conforto encontra a intensidade do rock, e onde cada momento vira memória. 🎟️ UMA EXPERIÊNCIA PREMIUM, COMO O ROCK MERECE Antes de falar das bandas, precisamos abrir esse texto com um detalhe que fez toda a diferença: o Camarote Backstage Mirante não é só um lugar pra ver show — é um lugar pra viver o show. Vista panorâmica privilegiada, acesso à pista premium (sim, a gente ia e voltava da grade com liberdade total), open bar completo com bebidas geladas o tempo todo, open food com variedade e qualidade, banheiros limpos (e sem fila!) e atendimento de primeira. Era o refúgio perfeito entre um mosh e outro, entre um solo de guitarra e o próximo rugido da multidão. A vibe ali era de respeito, de galera que ama o som, mas também valoriza uma estrutura de verdade. Um verdadeiro oásis metálico no meio da tempestade sonora. Agora, respira fundo… porque o som foi animal. ⚔️ STRATOVARIUS: ABRINDO OS PORTÕES DO INFERNO COM MELODIA E FÚRIAPontualmente às 11h30, com o sol rachando, o palco abriu com uma das bandas mais técnicas e rápidas do power metal europeu. O Stratovarius mostrou por que ainda é referência no estilo. “Black Diamond”, “Paradise” e “Hunting High and Low” foram cantadas a plenos pulmões por um público que, mesmo cedo, já estava ligado no 220. Energia lá em cima, execução cirúrgica — e a certeza de que o dia ia ser longo e inesquecível. 🌑 OPETH: O PESO QUE FLUTUA ENTRE O SONHO E O CAOSO som do Opeth é uma viagem. A banda sueca conseguiu levar o Allianz a uma jornada densa, obscura e, ao mesmo tempo, melódica e hipnotizante. “In My Time of Need” e “Deliverance” deixaram marcas profundas. Mikael Åkerfeldt, entre um gutural e outro, arrancou risadas com sua ironia. E a galera respeitou: ninguém ousou falar mais alto que a música. Foi um set pra sentir com o corpo inteiro. 👁️ QUEENSRŸCHE: SEM COMPROMISSO COM O MAINSTREAM, SÓ COM A FÚRIANada de baladinhas fáceis ou hits óbvios. O Queensrÿche veio afiado, mirando no público raiz. “Take Hold of the Flame” fez o chão tremer. “Eyes of a Stranger” fechou o set com dignidade. A banda mostrou que ainda tem muita lenha pra queimar e não precisa viver de passado. 🔥 SAVATAGE: O RETORNO QUE A GENTE NEM SONHAVA MAISSilêncio absoluto. A plateia sabia o que estava por vir. Quando o Savatage pisou no palco, uma onda de emoção percorreu o estádio. A ausência de Jon Oliva foi sentida, claro. Mas Zak Stevens segurou a bronca com garra. A homenagem a Criss Oliva em “Believe” foi de arrepiar até a alma. A banda tocou como se nunca tivesse saído de cena. Uma lenda que voltou à vida — e a gente tava lá pra ver. 🎹 EUROPE: A BANDA QUE SURPREENDE QUEM ACHA QUE ELA É SÓ UM HITMuita gente veio esperando “Final Countdown” — e ela veio, claro. Mas antes disso, o Europe mostrou um repertório moderno, denso e bem tocado. Joey Tempest domina o palco como poucos. “Superstitious” ganhou uma vibe reggae no meio (com um trecho de Bob Marley!), e o público pirou. Foi uma aula de como envelhecer no rock com dignidade e ousadia. ⚡ JUDAS PRIEST: O VERDADEIRO DEUS DO METAL ESTÁ ENTRE NÓSRob Halford, aos 73 anos, mostrou por que é uma entidade viva do metal. O Judas Priest desfilou uma sequência de clássicos capaz de deixar qualquer festival no chinelo. “Painkiller” foi uma porrada. “Breaking the Law” virou coro de estádio. E a performance de “Victim of Changes” foi simplesmente épica. Richie Faulkner fez chover palhetadas. Um show perfeito, direto, sem enrolação. Só a essência mais pura do heavy metal. 🦂 SCORPIONS: ENCERRANDO COM ESTRONDO E EMOÇÃOSe alguém tinha dúvidas se o Scorpions ainda segurava um headline, elas foram esmagadas já na primeira música. A banda alemã provou que, com 60 anos de estrada, ainda entrega com alma. “Wind of Change” sob chuva virou momento histórico. “Still Loving You” emocionou. E “Rock You Like a Hurricane” encerrou a noite em um vendaval de guitarras, gritos e luzes. Com direito a escorpião inflável gigante, fogo no palco e um Allianz em êxtase. 🤘 E DEPOIS DE TUDO ISSO, A GENTE VOLTOU PRO CAMAROTE……com um copo cheio, o corpo exausto e o coração explodindo de felicidade. Porque viver um festival desses é mais do que ouvir música — é se jogar nela. E com o Camarote Backstage Mirante, essa entrega foi completa. Uma experiência que a gente recomenda com convicção: vá pelo som, fique pelo serviço. Viva tudo. Sinta tudo. E pra quem ficou de fora, não vacila na próxima. Porque o rock não espera. Ele acontece. E a gente vai estar lá pra contar — com emoção, com presença e com respeito à música que move o mundo. Segue o @SEMPREUMROCK pra mais experiências, reviews e aquele conteúdo honesto, suado e apaixonado. Rock na veia, sempre. 🔥

Teemu Mäntysaari recorda sua entrada no Megadeth: “Tudo aconteceu muito rápido”
Como todo mundo sabe, o guitarrista Kiko Loureiro integrou o Megadeth entre os anos de 2015 e 2023 e deixou como legado os álbuns Dystopia (2016) e The Sick, the Dying… and the Dead! (2022). O brasileiro, no entanto, decidiu sair do Megadeth para se dedicar a algumas demandas familiares e aos seus próprios projetos profissionais. O jovem finlandês Teemu Mäntysaari foi escolhido para substituir Loureiro na empresa de Dave Mustaine. Em nova entrevista ao canal da D’Addario and Co. no YouTube, Teemu recordou que todo processo de entrada na banda foi muito rápido. “Fui contratado em cima da hora em 2023. Tudo aconteceu muito rápido. No começo, não estava claro se eu seria necessário ou se ficaria mais tempo de prontidão. Aprendi o repertório, mas não tinha cem por cento de certeza se tocaria com a banda ou não. Faltava apenas uma semana para a primeira turnê quando recebi o visto e tive cem por cento de certeza de que eu estaria lá”. Mäntysaari arrematou: “Foi inacreditável, foi surreal. Naquela época, quando o primeiro show aconteceu, tudo estava acontecendo tão rápido que eu não tive tempo para parar e pensar no que estava acontecendo em minha vida. Eu só tentei me concentrar em aprender as músicas da melhor maneira que pude”. Veja a fala completa de Teemu Mäntysaari aqui: Via: RockBizz

Indícios mostram que Helena Nagagata será a nova guitarrista da Crypta
Na primeira metade de março, a guitarrista Jéssica di Falchi comunicou via redes sociais que não fazia mais parte da Crypta! O anúncio da saída da musicista pegou os fãs de surpresa, visto que a relação entre as integrantes da banda era amistosa. Como a banda tem compromissos para o final deste mês, com uma longa turnê pela Europa, não há tempo para ficar pelos cantos remoendo a saída da musicista. O jeito é arregaçar as mangas e ir à luta para achar uma nova integrante. A novidade é que a substituta de Jéssica já está ensaiando com o conjunto, mas quem é a nova guitarrista da Crypta? Alguns indícios mostram que é a Helena Nagagata. A líder da Crypta, Fernanda Lira, compartilhou um vídeo nas redes sociais dos ensaios da vindoura tour com a nova guitarrista. No material audiovisual, que não revela o rosto da moça, há pistas como o modelo de guitarra, que é uma Sterling branca, igual a de Helena. Além disso, o vídeo revela que a nova guitarrista da Crypta tem a mesma tatuagem na mão esquerda que Nagagata possui. Em várias postagens de Helena no Instagram também possui interação de Lira, o que reforça a proximidade entre as musicistas. Veja o vídeo misterioso que Fernanda Lira compartilhou em sua conta oficial no Instagram: Via: RockBizz

Queensrÿche: “Todd La Torre tem uma voz matadora; ele é um cara muito melódico”, diz Michael Wilton
Aproveitando a passagem pelo Brasil, o líder do Queensrÿche, o guitarrista Michael Wilton, concedeu uma entrevista ao canal Sonoridades Inc. e teceu alguns comentários sobre o colega de trabalho, o vocalista Todd La Torre, substituto de Geoff Tate. De acordo com guitar hero do prog metal, Todd La Torre tem uma voz matadora, além disso, ele é um cara muito melódico, o que são qualidades essenciais para se firmar na cena heavy metal. “Todd nos ajudou a manter-nos relevantes”, disparou Wilton. “Ele é um ótimo compositor, ou seja, ele não é apenas um vocalista e letrista. Além disso, ele é baterista e toca guitarra”, enumerou. “Ele consegue falar com você e se comunicar como músico, não apenas como cantor”. “Ele cresceu na Flórida na era do metal, portanto, tem muita dessa influência. Ele é um cara muito melódico, também. Todd tem uma voz arrasadora”, continuou. “Acho que é por isso que, na evolução do Queensrÿche, continuamos arrasando. E espero que tenhamos algo novo no futuro”, completou em tom positivo. Michael ainda aproveitou o tempo para elogiar o baterista Casey Grillo, que entrou no grupo em 2017, substituindo o membro original Scott Rockenfield. “Casey é um músico incrível e traz muito para o Queensrÿche. Ele respeita as músicas, mas é um músico muito dinâmico. Ele é muito talentoso e também ajuda no processo de composição. Ele está na banda há mais de cinco anos, seis anos, ou sei lá quantos, e é um cara ótimo”. Assista o ótimo bate-papo na íntegra aqui: Via: RockBizz

“Sou só um cara que ama tocar guitarra; não se trata de ter uma carreira de sucesso”, diz Alex Lifeson (Rush)
Apesar de ser um dos guitarristas mais celebrados do rock, Alex Lifeson, do Rush, insiste que é “só um cara que ama tocar guitarra”. Em entrevista ao podcast The Rockman Power Hour, a lenda do Rush compartilhou sua visão sobre a fama, observando que o que conquistou é apenas um subproduto de seu amor pela guitarra. “Você recebe muita fama e tudo mais. É normal neste mundo de fãs”, disse Lifeson. “Mas, honestamente, sou só um cara que ama tocar guitarra, e sempre amei, desde os 11 anos. Me sinto muito sortudo por ter isso, e não se trata de ter uma carreira de sucesso nem nada disso”. Descrevendo sua relação com a guitarra, o músico falou: “Toco todos os dias. Geralmente toco por – sei lá – três ou quatro horas por dia. Toco por uma hora antes de dormir todas as noites”. E acrescentou: “Toco guitarra porque é incrível poder fazer isso. E vou fazer até o meu último suspiro. Eu sei disso. E não atribuo nenhum tipo de particularidade a isso. É simplesmente uma bênção para mim poder fazer isso. E se eu puder aplicar isso à música de outras pessoas e usar minhas habilidades que aprendi ao longo dos anos para fazer algo que melhore a música delas, será uma experiência realmente gratificante para mim”. Confira a entrevista abaixo: Atualmente, Lifeson se mantém ocupado com uma série de projetos colaborativos. Um deles é o Envy of None, grupo formado por Lifeson, Andy Curran, Alfio Annibalini e Maiah Wynne, que lançou recentemente seu segundo álbum, Stygian Wavz. Via: RockBizz

Metallica faz seu primeiro show de 2025; confira
O Metallica fez seu primeiro show de 2025 na noite de ontem (19 de abril) no JMA Wireless Dome em Syracuse, Nova York, Estados Unidos. A apresentação contou com o apoio das bandas Pantera e Suicidal Tendencies. Nas redes sociais, o grupo escreveu: “Obrigado, Syracuse!!! Nos divertimos muito dando início à M72 Tour deste ano no JMA Wireless Dome, onde vocês estabeleceram um novo recorde de público, com mais de 47.500 pessoas nos recebendo em nosso primeiro show!” Confira o setlist e vídeos filmados por fãs abaixo: 01. Creeping Death02. For Whom The Bell Tolls03. Hit The Lights04. King Nothing05. Lux Æterna06. Screaming Suicide07. Kirk And Rob Doodle08. The Day That Never Comes09. Fuel10. Orion11. Nothing Else Matters12. Sad But True13. One14. Seek & Destroy15. Master Of Puppets16. Enter Sandman Via: RockBizz

Dave Grohl (Foo Fighters) toca Everlong e The Sky Is A Neighborhood com orquestra no Coachella 2025
Dave Grohl fez uma aparição surpresa no segundo final de semana do Coachella 2025 e tocou os clássicos do Foo Fighters, Everlong e The Sky Is A Neighbourhood, ao lado da Orquestra Filarmônica de Los Angeles. O momento aconteceu durante a apresentação de Gustavo Dudamel e da Filarmônica de Los Angeles no sábado (19), marcando os 17 anos de Dudamel como regente da orquestra, antes de sua saída para reger a Filarmônica de Nova York no ano que vem. Para comemorar, o show contou com diversas participações surpresas, como Cynthia Erivo no cover de Purple Rain, do Prince, além de Laufey, Natasha Bedingfield e Ca7riel & Paco Amoroso. Quanto a Grohl, sua participação no festival marcou a primeira vez que ele tocou músicas do Foo Fighters desde agosto de 2024. Assista abaixo: Dave’s Full Set at Coachella 2025byu/fftamahawk009 inFoofighters Via: RockBizz

Frank Zappa foi um fracasso, segundo Gene Simmons (KISS)
O baixista/vocalista do KISS, Gene Simmons, compartilhou suas opiniões sobre Frank Zappa no podcast The Way I Heard It, de Mike Rowe. “Bob Dylan e eu compusemos uma música lá”, disse Simmons, se referindo ao seu álbum solo A**hole. “Ele veio até aqui e compusemos algumas músicas. A última música que Frank Zappa compôs ele foi coautor comigo”. “Ele era qualquer um”, continuou. “Mas, a propósito, Zappa foi um fracasso. Ele não teve sucesso. Ele nunca teve discos de ouro ou platina. Sua música não se conectava com as pessoas. Ele era, na verdade, um homem bom e muito inteligente”. Simmons fez essa declaração durante uma discussão sobre suas colaborações com vários artistas ao longo de sua carreira. Registros históricos contradizem as afirmações de Simmons sobre o sucesso comercial de Zappa, já que os álbuns Apostrophe (‘) e Over-Nite Sensation receberam certificação de ouro em 1976. Dados de vendas do BestSellingAlbums.org mostraram que os discos de Frank Zappa alcançaram vendas globais de 3,2 milhões de cópias. Um milhão de unidades foram vendidas nos Estados Unidos e outras 60.000 cópias no Reino Unido. A influência artística de Zappa transcendeu as métricas comerciais. O músico foi reconhecido por sua abordagem inovadora à música. Sua mistura única de jazz, música clássica e rock o estabeleceram como um pioneiro na música experimental e progressiva. Via: RockBizz

Qohelet anuncia o novo single Children Of Cain
A banda de metal progressivo Qohelet anuncia o lançamento de seu terceiro single, Children Of Cain, que estará disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 1º de maio. Após os bem-recebidos Ecdysis e Hard to Believe, o grupo retorna com sua composição mais ambiciosa até o momento. Children Of Cain se destaca por sua estrutura complexa e duração de mais de oito minutos, oferecendo uma experiência sonora que transita entre momentos de delicadeza e explosões de fúria. A faixa apresenta uma notável amplitude dinâmica, partindo de passagens intimistas executadas em violão clássico até seções de black metal de alta intensidade. A produção, assinada por Rafael Rosito (guitarra/backing vocal), incorpora elementos orquestrais gravados acusticamente, incluindo um impressionante coro lírico de mais de 60 vozes e arranjos de cordas que adicionam profundidade e dramaticidade à composição. A evolução sonora da banda reflete sua disposição em expandir as fronteiras do metal progressivo contemporâneo. O single marca a estreia oficial de Bruno Colisse como integrante da Qohelet, assumindo as guitarras e os vocais guturais. Sua presença complementa a formação atual composta por Lucas Hornos (lead vocal), Rafael Rosito (guitarra/backing vocal), Leonardo Córdoba (piano/backing vocal) e Dandy Fraiha (teclados). Children of Cain foi composta pela dupla Lucas Hornos e Leonardo Córdoba, que conseguiram criar uma narrativa musical coesa diante da complexidade do tema abordado na letra e das drásticas mudanças de atmosfera ao longo da faixa. Confira o teaser abaixo: Via: RockBizz

Chris Barron (Spin Doctors) revela rivalidade na gravadora nos anos 90: “Ainda não consigo ouvir Pearl Jam”
Mais de três décadas depois do sucesso do Spin Doctors com seu alegre e divertido hit Two Princes, o vocalista Chris Barron ainda tem algumas questões não resolvidas com os antigos companheiros de gravadora, Pearl Jam. Em entrevista no último episódio do podcast Rolling Stone Music Now, Barron admitiu que ainda não consegue ouvir as músicas de Eddie Vedder e cia por causa dos primeiros anos na gravadora Epic Records. De acordo com o cantor, a Epic tinha preferência pelo Pearl Jam antes mesmo do álbum de estreia do Spin Doctors, Pocket Full of Kryptonite, começar a vender. “Ainda não consigo ouvir Pearl Jam”, ele disse. “Sem ofensa a quem gosta de Pearl Jam, mas eu simplesmente não consigo… Você ia à loja de discos, tinha uma grande vitrine do Pearl Jam e só uma cópia do nosso disco. Era enlouquecedor”. Confira a entrevista abaixo: No dia 11 de abril, o Spin Doctors lançou seu primeiro álbum em 12 anos, Face Full of Cake, pela Capitol Records. O aguardado novo disco dos precursores do rock alternativo dos anos 90 é o seu sétimo álbum completo até o momento, e o primeiro desde If the River was Whiskey, de 2013. Via: RockBizz

Jeff Plate analisa a volta do Savatage: “Show no Brasil será o mais importante”
O Savatage fará a sua grande reestreia, a sua esperada volta aos palcos, neste sábado, dia 19 de abril, quando ocorrerá a oitava edição do Monsters of Rock Brasil. O evento será a celebração dos trinta anos do festival em nosso país. Todavia, o Savatage não terá a presença do membro fundador Jon Oliva. A banda contará com os serviços de Zak Stevens (vocal), Chris Caffery (guitarra), Al Pitrelli (guitarra), Johnny Lee Middleton (baixo) e Jeff Plate (bateria). Em conversa com o jornalista Clay Marshall, do site Blabbermouth, Jeff Plate falou sobre a volta do Savatage após 23 anos na geladeira. O norte-americano destacou que o show no Brasil será o mais importante, pois encerrará as críticas sobre o retorno do grupo. “Estamos diante de uma oportunidade interessante. Somos uma banda tradicional que não toca há 23 anos, então é como se estivéssemos novinhos em folha outra vez. Tem gente de 20 anos que vai se interessar por nós pela primeira vez porque seus pais ouvem a nossa música. É incrível como essa coisa é passada de geração em geração. E tudo se resume à música! Ótima música, ótimas letras e ótimas histórias. Há uma verdadeira honestidade, sinceridade e originalidade em tudo isso. Quando toco essas coisas, sinto emoção, sinto essa energia incrível que emana delas, e também sei que isso não é algo padronizado de forma alguma. É algo natural e que se sustenta por si só”. O baterista continuou: “Há tanta música por aí e é muito difícil competir, mas temos algo que ninguém mais tem, que é a nossa música. Obrigado a todos os envolvidos ao longo dos anos por manterem isso vivo. Se os fãs nunca tivessem aparecido, não estaríamos aqui falando sobre este assunto”. “O primeiro show no Brasil será o mais importante. Quando subirmos no palco, precisamos estar impecáveis. Nós estamos em uma época diferente de quando encerramos as nossas turnês em 2002. Celulares e todo mundo com sua própria câmera de vídeo não eram uma realidade; agora, são. Cada nota que tocarmos no palco viralizará em segundos e será criticada. Faremos todo o possível para garantir que estejamos no caminho certo e não dar mais motivos para os céticos duvidarem de nós”, finalizou. Via: RockBizz

Epica divulga o lyric video de Darkness Dies In Light
O Epica divulgou o lyric video de Darkness Dies In Light, canção de seu novo álbum Aspiral, o qual saiu no dia 11 de abril pela gravadora alemã Nuclear Blast. Confira: Aspiral contou com a produção e mixagem do holandês Joost Van Den Broek, profissional que já assinou obras de outras bandas europeias como After Forever, Blind Guardian e Powerwolf. O título do álbum tem a inspiração em uma escultura de bronze criada pelo escultor e pintor polonês Stanisław Szukalski, um dos grandes nomes da arte no século vinte e fundador do classicismo retorcido. No trabalho de Szukalski, cada detalhe traz mais do que se imagina à primeira vista. o quinteto enxergou essa ideia como a analogia perfeita para a criação do disco, pois cada música se sustenta individualmente com uma vibração e significado distintos, enquanto juntas ganham uma força diferente. Track listing de Aspiral: 01. Cross The Divide02. Arcana03. Darkness Dies In Light – A New Age Dawns Part VII04. Obsidian Heart05. Fight to Survive – The Overview Effect06. Metanoia – A New Age Dawns Part VIII07. T.I.M.E.08. Apparition09. Eye Of The Storm10. The Grand Saga Of Existence – A New Age Dawns Part IX11. Aspiral Via: RockBizz

Sepultura: Shows de Manaus e São Luís foram cancelados por quebra de contrato por parte dos organizadores
Como todos os fãs sabem, o Sepultura está na estrada fazendo a promoção de sua derradeira turnê mundial, que se chama Celebrating Life through Death. O grupo está fazendo shows lotados por onde tem passado, ou seja, Brasil, Argentina, Chile e Estados Unidos, além de países da Europa e Ásia. Infelizmente, os shows de Manaus e São Luís foram cancelados por quebra de contrato por parte dos organizadores. As apresentações iriam rolar nos dias 16 de maio e 18 de maio. Pelas redes sociais, a banda emitiu uma nota explicando o caso. “O Sepultura informa ao público e aos fãs que, infelizmente, os shows marcados para os dias 16 de maio em Manaus/AM e 18 de maio em São Luís/MA estão cancelados. A decisão foi tomada após descumprimentos contratuais por parte das produtoras D Music e M2F, responsáveis pela realização dos eventos. Desde o início, a banda agiu com total profissionalismo, respeito ao público e comprometimento, inclusive concedendo prazos extras e buscando soluções para que os compromissos fossem mantidos. Reforçamos que o cancelamento não foi uma escolha da banda, mas sim uma consequência da falta de cumprimento das obrigações contratuais por parte dos organizadores. Orientamos a todos que já adquiriram ingressos que entrem em contato diretamente com as produtoras para solicitar o reembolso. Agradecemos pela compreensão e pelo apoio de sempre”. As outras datas da atual perna brasileira da turnê seguem de pé! Confira o itinerário do grupo: Maio23 – Porão do Rock – Brasília/DF29 – Ópera de Arame – Curitiba/PR30 – Arena Opus – Florianópolis/SC31 – Auditório Araújo Vianna – Porto Alegre/RS Via: RockBizz

Anvil mostra o poder do heavy metal canadense no vídeo de Truth Is Dying
O Anvil mostrou o poder do heavy metal canadense no vídeo de Truth Is Dying. A faixa está no repertório do mais novo álbum dos caras, o vigésimo do conjunto, intitulado One And Only, que saiu em junho de 2024 via AFM Records. Sobre o videoclipe, o frontman Steve “Lips” Kudlow disse: “Finalmente encontramos o momento certo e o lugar certo para gravar o vídeo de Truth Is Dying, que é minha faixa favorita do álbum mais recente. Esperávamos que essa faixa fosse o primeiro single, mas não deu certo. Mesmo assim, estamos muito felizes com este clipe”. Assista o audiovisual de Truth Is Dying no player abaixo: One And Only contou com a produção da dupla Martin ‘Mattes’ Pfeiffer e Jörg Uken. Os trabalhos da banda, que é composta por Steve “Lips” Kudlow (vocal e guitarra), Robb Reiner (bateria) e Chris Robertson (baixo), e dos produtores rolaram no estúdio Soundlodge, que fica na Alemanha. O álbum está disponível no mercado em diferentes formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (vermelho) e digital (download e streaming), ou seja, tem opção para todos os gostos e para todos os bolsos. Track listing de One And Only: “One And Only”“Feed Your Fantasy”“Fight For Your Rights”“Heartbroken”“Gold And Diamonds”“Dead Man Shoes”“Truth Is Dying”“Rocking The World”“Run Away”“World Of Fools”“Condemned Liberty”“Blind Rage” Via: RockBizz

Marilyn Manson faz cover de In The Air Tonight, hit de Phil Collins
O spookyman do metal, Marilyn Manson, fez um cover de In The Air Tonight, hit de Phil Collins. É importante explicar que a versão da canção saiu como b-side do single As Sick As The Secrets Of (Sleep). Confira: Curta também o som As Sick As The Secrets Of (Sleep) neste outro player: O trabalho de estúdio mais recente de Marilyn Manson é One Assassination Under God, que é o décimo segundo de sua carreira, o qual saiu no dia 22 de novembro de 2025 pela Nuclear Blast. Na nova empreitada da carreira, Manson conta com os trabalhos de Tyler Bates (guitarra), Gil Sharone (bateria), Reba Meyers (guitarra) e Matt Montgomery (baixo). Track listing de One Assassination Under God – Chapter 1: 01. One Assassination Under God02. No Funeral Without Applause03. Nod If You Understand04. As Sick As The Secrets Within05. Sacrilegious06. Death Is Not A Costume07. Meet Me In Purgatory08. Raise The Red Flag09. Sacrifice Of The Mass Via: RockBizz

Megadeth: “Heavy metal foi o que inspirou a tocar guitarra”, diz Teemu Mäntysaari
O finlandês Teemu Mäntysaari, substituto de Kiko Loureiro no Megadeth, bateu um papo com o galera da D’Addario, que é uma das maiores empresas de acessórios e periféricos musicais, e falou sobre as suas inspirações artísticas. “O heavy metal foi o que me inspirou a tocar a guitarra”, disse Teemu. “Bandas clássicas como Iron Maiden, Dio e Megadeth, também”, destacou. “O Megadeth foi uma das primeiras bandas que ouvi quando estava começando no metal”. “Mas eu meio que tentei seguir influências diversas. Cheguei a tocar um pouco de punk rock em uma banda. Os guitarristas de fusion são alguns dos meus favoritos como Greg Howe, Guthrie Govan e Brett Garsed”, contou. Mäntysaari continuou: “Acho que tenho uma base bem forte de blues. Ouço muito Eric Clapton, B.B. King, Joe Bonamassa, Eric Gales. Adoro essas coisas. Foi muito divertido começar a tocar esse som lá no meu começo de carreira. Eu tentava tocar essas coisas de ouvido, porque é um pouco mais fácil. Quando você aprende o blues de 12 compassos, você consegue tocar junto com um monte de coisas”. “Nos meus vinte e poucos anos, comecei a me interessar mais por jazz. Eu estava cumprindo o serviço militar obrigatório na Finlândia e tocava no exército. Tocava numa banda de jazz. Isso me forçou a aprender mais sobre esse mundo também, o que foi muito divertido. Curto música clássica também. Ouço muitas trilhas sonoras de filmes, especialmente músicas mais exóticas, como trilhas sonoras de filmes chineses e japoneses. Tento manter meus ouvidos e olhos abertos e aprender com todos”, concluiu. Veja a entrevista completa aqui: Via: RockBizz

“Mídias sociais deram a muitas pessoas a falsa esperança de que suas vozes importam”, reflete Tobias Forge (Ghost)
Em entrevista à revista Rolling Stone Reino Unido, o chefe do Ghost, Tobias Forge, refletiu sobre o papel das mídias sociais em nossa sociedade, atualmente. O sueco ainda aproveitou o tema para dar um chega para lá na pessoas que ficam enchendo o saco na sessão de comentários das redes – supostamente – sociais. “As mídias sociais levaram muitas pessoas a acreditar que podem mudar o mundo magicamente”, disparou Forge em tom de desacordo. “Embora as mídias sociais tenham feito um bem enorme para muitas pessoas, especialmente no que diz respeito à mudança estrutural, também deram a muitas pessoas a falsa esperança de que suas vozes realmente importam”, refletiu. Tobias acrescentou: “Se essas pessoas não conseguem usar essa voz, ou ela simplesmente não é ouvida, elas sentem como se um direito lhes tivesse sido tirado”. Eis o bate-papo completo aqui: O novo álbum do Ghost, Skeletá, tem previsão de sair no dia 25 de abril pelo selo Loma Vista Recordings. O trabalho estará disponível em vários formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (vermelho e prata), cassete e digital (download e streaming). Track listing de Skeletá: PeacefieldLachrymaSatanizedGuiding LightsDe Profundis BorealisCenotaphMissilia AmoriMarks of the Evil OneUmbraExcelsis Via: RockBizz

Judas Priest: “Tento fazer o melhor que posso com a minha voz; mas há coisas que não consigo mais fazer”, analisa Rob Halford
Ter uma carreira musical de mais de meio século é um feito digno de louvor, independentemente do estilo sonoro. É lógico que tal marca fica ainda mais especial quando se trata de nossos heróis do rock n’ roll e heavy metal. Para os vocalistas, especificamente, alcançar os cinquenta anos de carreira é algo bastante penoso, pois seu instrumento de trabalho é o próprio corpo, o qual, invariavelmente, passa por mudanças drásticas ao longo do tempo como perda de potência e energia. O veterano Rob Halford, frontman do Judas Priest, concedeu uma entrevista a Radio Futuro e analisou o estado de sua voz nos dias de hoje. “Eu ainda estou tentando fazer o melhor que posso com a minha voz. Há algumas coisas que não consigo mais fazer porque tenho gritado a plenos pulmões por mais de 50 anos. Mas ainda acho que, com o incentivo que recebo, apoio e o amor que recebo da banda e principalmente dos fãs, consigo entregar o que quero”. O Metal God completou: “As bandas falam o tempo todo sobre sua música, e é importante fazer isso, mas a verdadeira prova de sua habilidade acontece quando você está no palco. É por isso que precisamos voltar e mostrar a vocês que o Priest está de volta e que o Priest continua arrasando”. Assista a breve entrevista no tocador a seguir: Via: RockBizz

Kirk Hammett (Metallica) nomeia o riff de guitarra que mudou o heavy metal
Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, nomeou o riff de guitarra que, segundo ele, mudou o heavy metal. Em entrevista para a Consequence, Hammet escolheu 11 álbuns que todo guitarrista deveria ter, devido à grande influência que tiveram sobre ele. Physical Graffiti, do Led Zeppelin, o álbum de estreia homônimo do Van Halen, Taken by Force, do Scorpions, e Back in Black, do AC/DC, estavam entre suas escolhas. O músico também citou um álbum específico do Black Sabbath e explicou como um certo riff desse disco impactou o heavy metal. “Os três primeiros álbuns do Black Sabbath todo mundo concorda universalmente. Eles criaram o gênero nesses três primeiros álbuns, e depois veio o Vol. 4, que foi como uma nova mudança no som deles. E então saiu o Sabotage, que é outra mudança no som deles”, disse Hammett. O guitarrista elaborou sobre a performance da banda em Sabotage, descrevendo-a como mais progressiva, avançada e sofisticada. Ele então apontou especificamente para o riff da música Symptom of the Universe, que, na opinião dele, resume tanto a New Wave of British Heavy Metal quanto o thrash metal. “Aquela música em termos de atitude, a escolha das notas, como foi tocada e o fato de ser apenas a parte principal da música e seus ganchos”, continuou ele. “Depois de ouvir esse riff, você sempre o ouvirá de novo e de novo. É simplesmente um riff incrível. Esse riff por si só mudou o heavy metal e eu tenho que dar muito crédito a esse álbum e a essa música em particular”. Ouça Symptom of the Universe abaixo: Via: RockBizz

Steve Harris mirou no futebol e acertou no metal: Líder do Iron Maiden lembra começo de carreira
O nome de Steve Harris é uma referência para quase todos os fãs de heavy metal. O britânico foi quem criou o Iron Maiden, que é uma das maiores e mais bem-sucedidas bandas do estilo. O sexteto tem cerca de cem milhões de discos comercializados em todo mundo, o que é um feito e tanto. No entanto, em sua juventude, Steve Harris estava mirando no futebol, que é a sua paixão. E por falar em futebol, ele é um grande torcedor do West Ham, centenário time londrino. Mas como a vida gosta de nos pregar peças, Steve acabou acertando no metal, mercado no qual vem se destacando como um dos principais nomes. Em recente entrevista à revista Bass Player, o líder do Iron Maiden lembrou seu começo de carreira nas terras frias da Inglaterra. “Depois que deixei o futebol de lado, eu nutri certa ambição como baterista, mas não tinha onde praticar. Então, achei que a melhor coisa seria tocar baixo e acompanhar a bateria. Comprei um baixo barato, mas consegui um mais ou menos decente. Era uma cópia de um Fender. Acho que era um Shaftsbury”. Harris continuou: “Comecei a tentar aprender músicas do Free, Wishbone Ash e outras bandas desse tipo. Comprei alguns songbooks também, mas a maioria deles não tinha partes de baixo e os que tinham estavam todos errados! Fui tocando de ouvido”. “Testei muitos modelos diferentes de baixo: Fender Jazz, Fender Telecaster, Gibson Thunderbird e alguns outras marcas e modeles. Mas acabei escolhendo o Fender Precision. Ele é o instrumento ideal para o meu som”, concluiu Steve. Via: RockBizz

Bush revela detalhes do novo álbum I Beat Loneliness
O inglês Bush revelou detalhes do novo álbum I Beat Loneliness, que sairá no dia 18 de julho pelo selo earMUSIC. De acordo com a banda, o disco, que será seu décimo registro de estúdio, vai explorar as complexidades da decepção amorosa, transformação pessoal e o doloroso processo de desapego. A produção de I Beat Loneliness ficou sob a responsabilidade do vocalista e guitarrista Gavin Rossdale e Erik Ron, profissional que já trabalhou com nomes grandes do mercado musical como Bad Omen e Panic At The Disco. Como prévia ao trabalho, o grupo compartilhou o lyric video de 60 Ways To Forget People. Curta: Track listing de I Beat Loneliness: 01. Scars02. I Beat Loneliness03. The Land Of Milk And Honey04. We’re All The Same On The Inside05. I Am Here To Save Your Life06. 60 Ways To Forget People07. Love Me Till The Pain Fades08. We Are Of This Earth09. Everyone Is Broken10. Don’t Be Afraid11. Footsteps In The Sand12. Rebel With A Cause Via: RockBizz

Dinheiro não é o problema: Conheça as 5 bandas de metal mais ricas do mundo
O rotineiro é vermos nos noticiários matérias sobre a fortuna das estrelas de TV, que passam das centenas de milhões com facilidade. Em alguns casos especiais, há atores e atrizes que ostentam contas bancárias na casa dos bilhões. Mas o rock n’ roll e o heavy metal também têm os seus representantes no campo milionário e, até mesmo, na seara bilionária. Ou seja, para algumas bandas, dinheiro não é o problema. Dito isso, nas linhas abaixo, você vai conhecer as 5 bandas de metal mais ricas do mundo. 05. Black Sabbath O criador do heavy metal ostenta um patrimônio líquido de cerca de 140 milhões de dólares. A banda já comercializou mais de setenta e cinco milhões de discos ao redor do mundo, o que colabora para o montante milionário. Com o derradeiro show, que vai rolar em 05 de julho no Villa Park em Birmingham, Inglaterra, há estimativa de que este valor de mercado aumente ainda mais. 04. Iron Maiden A empresa de Steve Harris vem logo atrás do Sabbath, valendo aproximadamente 150 milhões de dólares, o que é um grande feito para uma banda que nunca teve um hit pipocando nas rádios comerciais. Os mais de cem milhões de álbuns vendidos e as turnês bem-sucedidas garantiram a fortuna do grupo. 03. Tool Para o público brasileiro, a banda de Maynard James Keenan (vocal) e Adam Jones (guitarra) soa meio cult e sem muito alarde. Contudo, para a plateia norte-americana, os caras são rock stars de muito prestígio. Com isso, o Tool acumula uma pilha de grana que passa dos 200 milhões de dólares. Nada mal para quem tem na discografia apenas cinco trabalhos de estúdio. 02. Ozzy Osbourne Além do Sabbath, o comedor de morcego se deu super bem em sua carreira solo. Na verdade, o sucesso comercial foi ainda maior do que ao lado de Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Shows ao redor do globo, milhões de discos vendidos, participação em filmes e o sucesso comercial no próprio reality show fazem o cantor gozar de um patrimônio liquido de mais de 250 milhões de dólares. 01. Metallica O frontman James Hetfield e companhia tinham nada a perder e tudo a ganhar quando formaram o Metallica! Álbuns como Ride the Lightning (1984) e Master of Puppets (1986) fizeram sucesso na cena metal, porém, a conquista de território fora da cena pesada foi com o Metallica, também conhecido como Black Album, de 1991. Com o disco, a banda vendeu mais de trinta milhões de cópias no planeta, o que garantiu shows em estádios em todos os cantos do globo. Com a grana dos discos e das turnês, o valor de mercado do Metallica é de um bilhão de dólares. Via: RockBizz

Zak Starkey fala sobre sua demissão do The Who: “Estou surpreso e triste”
O baterista Zak Starkey falou sobre sua demissão do The Who com a Rolling Stone dizendo que está “surpreso e triste”. De acordo com uma declaração ao The Mirror no dia 15 de abril, um porta-voz da banda disse que a “decisão coletiva de se separar de Zak Starkey” ocorreu após a recente “série de shows no Royal Albert Hall. Eles têm apenas admiração por ele e lhe desejam o melhor para o futuro”. No entanto, uma fonte adicional disse ao jornal que a separação foi amarga e cheia de brigas. Segunda a publicação inglesa, Daltrey, 81, estava bravo com Starkey, 59, por conta de seus exageros em suas performances ao vivo, visto que lhe dificultava cantar as canções. Agora, Starkey enviou uma resposta por escrito à Rolling Stone, dizendo: “Tenho muito orgulho dos meus quase trinta anos com o The Who. Substituir meu padrinho, ‘tio Keith’, foi uma grande honra, e continuo sendo o maior fã deles. Eles são como uma família para mim. Em janeiro, sofri uma emergência médica grave com coágulos sanguíneos na panturrilha direita. Agora, estou completamente curado e não afeta minha bateria nem minha performance”. Ele acrescentou: “Depois de tocar essas músicas com a banda por tantas décadas, estou surpreso e triste que alguém tenha se incomodado com a minha apresentação naquela noite, mas o que posso fazer? Pretendo tirar um tempo muito necessário com a minha família e me concentrar no lançamento do [single] Domino Bones, do Mantra Of The Cosmos, com Noel Gallagher, em maio, e na conclusão da minha autobiografia, escrita exclusivamente por mim. Vinte e nove anos em qualquer emprego é uma boa jornada, e desejo-lhes o melhor”. Starkey, que é filho de Ringo Starr, estava tocando com o The Who desde 1996, quando o conjunto retomou as atividades ao vivo após um período na geladeira. O músico deu as caras em dois trabalhos de estúdio da banda, Endless Wire (2006) e Who (2019). Via: RockBizz