Resenhas

Tarja compartilha o vídeo oficial de The Trace Outlives
A cantora Tarja compartilhou o vídeo oficial de The Trace Outlives. A faixa estará presente no álbum Frisson Noir, cujo o lançamento está previsto para o dia 12 de junho via earMusic. Sobre o novo som, ela disse: “The Trace Outlives teve inspiração no fenômeno japonês dos Johatsu, pessoas que desaparecem deliberadamente de nossas vidas. Incorporei à música o shamisen, que é um instrumento tradicional japonês semelhante a uma guitarra, mas com um som mais percussivo. Além disso, convidei a jovem e talentosa Sayo Komada para unir sua arte à minha música”. Ao longo de 10 faixas, Tarja une forças com diversos pesos-pesados do rock e metal como Dani Filth (Cradle of Filth), Apocalyptica, Marko Hietala (ex-Nightwish) e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) para criar uma mistura de metal orquestral. Com a ajuda na mixagem do produtor vencedor do Grammy, Neal Avron (Linkin Park, Skillet, Disturbed), a identidade de Tarja se destaca, exibindo sua marca registrada no metal através de elementos dramáticos e emotivos. Track listing de Frisson Noir: 01. Frisson Noir02. The Eternal Return03. Leap of Faith (com Marko Hietala)04. At Sea (com Mervi Myllyoja & Niklas Pokki)05. Blaze Forever06. The Trace Outlives (com Sayo Komada)07. Tango (com Apocalyptica)08. Anemoia (com Julián Bedmar & Valter Freitas)09. I Dont Care (com Dani Filth)10. Against the Odds (com Chad Smith) Via: RockBizz

Rafael Bittencourt sobre as trocas de vocalistas no Angra: “Não busco fórmula; você tem que aceitar o prejuízo”
A história do Angra é repleta de idas e vindas, dramas, sucessos, brigas, shows apoteóticos, shows catastróficos, milhões de turnês comemorativas e trocas de integrantes. Só de vocalista a banda já oficializou quatro – Andre Matos (1991 – 1999), Edu Falaschi (2000 – 2012), Fabio Lione (2013 – 2025) e Alírio Netto (2025 – presente). Para uma banda de rock e metal, a mudança de integrante, principalmente no posto de cantor, pode ser um grande problema. O profissional pode não se adaptar, não dar conta do recado ou não ter o aval dos fãs, que é uma parte fiadora da empresa. Recentemente, em conversa com o pessoal do canal Produções Productions, o guitarrista Rafael Bittencourt falou sobre as trocas de vocalistas no Angra. “Eu não busco fórmula! Acho que você tem que aceitar o prejuízo”, disparou o líder da banda. “Tem gente que fala que o Angra tinha que ter acabado depois da demo. Tem sempre alguém que fala que o Angra tinha que ter acabado. Por que? Porque você vai ter um prejuízo de pessoas que vão falar assim: ‘Não quero mais’. Mas você tem que seguir acreditando no seu trabalho tem que se reciclar”. Rafael seguiu com a sua reflexão: “A notícia da mudança, a notícia da saída de um membro, ela vai ecoar. A banda pode estar no limbo, ninguém mais alguém ouviu falar, mas saiu um cara da banda, vai voltar a ser notícia essa banda. Você tem que pegar esse ‘hype’ da notícia, falar. aproveitar e surfar essa onda. Tem uma coisa que o Angra sempre teve, ela é provocativa e um pouco didática, ou seja, todos dão aula, têm sua visão sobre a coisa. Nós amadurecemos muito cedo como profissionais, e é muito diferente você ser um profissional de uma banda do que ser um fã”. “Kiko [Loureiro – ex-guitarrista do Angra] exemplifica assim: ‘A cabeça de quem entra pela porta do fundo do teatro é muito diferente de quem entra pela frente’. Quem entra pela frente está vendo só o show, a magia, a coisa meio pronta e a fantasia, e não está vendo a realidade”. Eis a fala completa de Rafael Bittencourt no player abaixo: Via: RockBizz

A Perfect Circle retoma as atividades e estreia a música Starless
O A Perfect Circle retomou as atividades e estreou a música Starless. A faixa teve sua gravação no Lankershim Ranch Studio, na Califórnia, EUA; já produção e mixagem ficou nas responsabilidades de Matty Green (U2, Florence + The Machine). Starless está disponível em uma edição limitada em vinil de sete polegadas pela Revolver. Com uma gravação personalizada do famoso logotipo da banda, a lua crescente, no lado B e um adaptador personalizado para vinil de sete polegadas, o lançamento chega em duas versões: prata/preto e branco com respingos em azul-marinho e preto. E para coroar o lançamento do novo som, o A Perfect Circle fará uma turnê massiva pela Europa e Reino Unido a partir de junho. O giro também contemplará alguns festivais como Rock Am Ring, Rock Im Park, Copenhell e Ferrara Summer Festival. Carreira O grupo teve sua formação em 1999 pelo guitarrista Billy Howerdel e pelo vocalista Maynard James Keenan. A banda rapidamente se estabeleceu como uma nova e poderosa voz do rock alternativo com o lançamento de Mer De Noms (2000), que estreou em 4º lugar na Billboard 200 e se tornou o álbum de estreia de rock mais bem-sucedido de sua época. Com sucessos como Judith, 3 Libras e The Hollow, o álbum, que conquistou platina, permanece como um lançamento marcante. Seu catálogo continuou a impactar o público, com Thirteenth Step (2003), eMOTIVe (2004) e Eat The Elephant (2018), que estreou em 3º lugar na Billboard 200. Via: RockBizz

Metallica libera performances ao vivo de Creeping Death e King Nothing em Atenas
O Metallica liberou as performances ao vivo de Creeping Death e King Nothing em Atenas, Grécia. O evento, que ainda faz parte da M72 World Tour, rolou em 09 de maio no Estádio Olímpico (OAKA), com o apoio das bandas Gojira e Knocked Loose. Veja: Como parte da etapa final da turnê europeia, o Metallica também tocará na Alemanha, Suíça, Itália e Hungria. Após esta etapa, os caras irão para o Reino Unido, com shows na Escócia, País de Gales, Irlanda e Inglaterra. Depois disso, o quarteto tirará um tempo de folga para recarregar as energias para a nova perna norte-americana da M72 World Tour, que começará em Las Vegas no dia primeiro de outubro. Vale ressaltar que o grupo fixará residência na Las Vegas Sphere. O evento, que levará o nome de Life Burns Faster, terá diferentes repertórios em cada apresentação, seguindo o conceito No Repeat Weekends, que vigorou na M72 World Tour. Via: RockBizz

Sepultura revela a data e o local do fim de sua longa jornada no heavy metal
O Sepultura revelou a data e o local de sua derradeira apresentação. O último show da banda acontecerá no dia 07 de novembro na Arena Mercado Livre do Pacaembu, São Paulo. A festa vai encerrar sua jornada de quatro décadas no metal. O anúncio saiu através das redes sociais oficiais do conjunto. Os caras informaram o seguinte: “No dia 07 de novembro, o Sepultura tomará conta da Arena Mercado Livre do Pacaembu para o show de encerramento da história da banda”. “Uma última noite. Uma celebração histórica. Mais que épica. Mais informações em breve”, encerrou o grupo. Vale lembrar que a Celebrating Life Through Death Tour começou oficialmente em 1º de março de 2024, com um show esgotado em Belo Horizonte. O show serviu de estreia do baterista Greyson Nekrutman, substituto de Eloy Casagrande, que foi para o Slipknot. Enquanto a turnê de despedida continua percorrendo palcos ao redor do mundo, a banda lançou tempos atrás o EP The Cloud Of Unknowing pela Nuclear Blast. Com mais de 40 anos de estrada, o Sepultura segue como a principal banda de heavy metal do nosso país. Via: RockBizz

Masterplan compartilha clipe da música The Call
O Masterplan compartilhou o clipe da música The Call. O som estará presente no repertório do novo álbum Metalmorphosis, que sairá no dia 26 de junho pelo selo italiano Frontiers Music Srl. “The Call é a música mais complexa e controversa do álbum, mas também, na nossa opinião, uma das mais poderosas. Parece uma oração — só que escrita de uma forma moderna. Trabalhamos nessa faixa por mais tempo do que em qualquer outra”, disse o guitarrista Roland Grapow. “Não queremos explicar exatamente o que a música significa, porque cada um vai interpretá-la de uma maneira diferente. Essa é a ideia. Mas ainda gostamos de pensar que ela tem uma mensagem positiva: não importa o quão caótica a vida se torne, todos nós retornamos à nossa origem. E em algum lugar, por baixo de todo o ruído, devemos tentar encontrar a harmonia com a qual nascemos – criar, não destruir”, completou. Metalmorphosis vai quebrar um jejum de mais de uma década sem um álbum completo novo! Até então o último registro inédito do grupo foi Novum Initium, que saiu em 2013. O disco estará disponível em muitos formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (branco, dourado e laranja), boxset, digital (download e streaming). Atualmente, o Masterplan conta com os trabalhos de Rick Altzi (vocal), Roland Grapow (guitarra), Jari Kainulainen (baixo – ex-Stratovarius), Axel Mackenrott (teclado) e Kevin Kott (bateria). Track listing de Metalmorphosis: 01. Chase The Light02. Electric Nights03. Shadow Man04. Bound To Fall05. Pain Of Yesterday06. Metalmorphosis07. Through The Storm08. Ghostlight09. The Call10. Rise Again (album version) Via: RockBizz

Iron Maiden desengaveta Infinite Dreams após de 38 anos na reserva; veja vídeos
A nova perna da Run For Your Lives Tour, que é o giro em celebração os cinquenta anos de estrada do Iron Maiden, retomou as atividades no último sábado, dia 23 de maio, no OAKA em Atenas, Grécia. O giro contempla as canções entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs. E teve novidade no repertório! O Iron Maiden desengavetou Infinite Dreams após de 38 anos na reserva. A canção está no repertório do sétimo álbum dos ingleses, Seventh Son of a Seventh Son, que saiu em 1988. De acordo com apuração do site Setlist.com, a última vez que o Iron Maiden tocou Infinite Dreams ao vivo foi em 12 de dezembro de 1988, no Hammersmith Odeon, Londres, Inglaterra., quando a tour do Seventh Son acabou. Assista nos players abaixo alguns registros amadores da performance da música: A Run For Your Lives Tour 2026 passará por vários países como Alemanha, Bulgária, Suécia, Estados Unidos, Canadá até chegar na América Latina. Por aqui, a banda tocará no Chile, Argentina, Peru, Equador, Colômbia e, claro, no Brasil. Ao longo do giro, o grupo terá o apoio de várias nomes do heavy metal mundial como Anthrax, Megadeth, Trivium e Evergrey. Via: RockBizz

Iron Maiden reencarna Infinite Dreams ao vivo após 38 anos de ausência em seu repertório
A nova perna da Run For Your Lives Tour, que é o giro em celebração os cinquenta anos de estrada do Iron Maiden, retomou as atividades neste sábado, dia 23 de maio, no OAKA em Atenas, Grécia. O giro contempla as canções entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs. Se na etapa 2025 da tour a banda veio munida de The Ides Of March, Murders In The Rue Morgue, The Trooper, Wrathchild, Killers, Phantom Of The Opera, Rime of the Ancient Mariner, Seventh Son of a Seventh Son, Wasted Years, entre outro sons, os fãs estavam esperando novidades para a etapa deste ano. E tem um ótima novidade! O Iron Maiden reencarnou Infinite Dreams ao vivo após 38 anos de ausência em seu repertório. A canção está no repertório do sétimo álbum dos ingleses, Seventh Son of a Seventh Son. De acordo com apuração do site Setlist.com, a última vez que o Iron Maiden tocou Infinite Dreams ao vivo foi em 12 de dezembro de 1988, no Hammersmith Odeon, Londres, Inglaterra., quando a tour do Seventh Son acabou. Como é turnê de celebração, os versos espiritualistas de Infinite Dreams são um prato cheio para que Bruce Dickinson ostente uma interpretação para lá de caprichada. E como a música trata de reencarnação, é bom ver que a Donzela de Ferro tratou de lhe dar vida, novamente. Via: RockBizz

Guitarrista sueco analisa a hipótese de plágio no novo som do Evanescence
O Evanescence lançou recentemente a faixa Who Will You Follow, que chegou como um poderoso cartão de visitas para o álbum Sanctuary, no qual Amy Lee e companhia examinam a busca pela autenticidade em meio ao ruído e à desinformação do mundo moderno. E a música já está dando o que falar! O guitarrista sueco Ola Englund (The Haunted) analisou a hipótese de plágio no novo som do Evanescence. O músico compartilhou o vídeo com seu veredito em seu canal oficial no YouTube. “Certo, este não será um vídeo fácil de fazer, mas hoje estou investigando um dos maiores roubos de riffs de metal na história do metal moderno. Não faz muito tempo, a banda Evanescence lançou uma nova música e single, Who Will You Follow. E desde o lançamento desse single, a minha caixa de entrada está literalmente cheia de milhares de mensagens. Na verdade, foram só quatro, mas é um detalhe. Eram só quatro mesmo. Aparentemente, o Evanescence roubou meu riff. Que pena! Eu não ouvi as músicas novas do Evanescence. Vou fazer isso neste vídeo. Então, uma das alegações dizia que esse é basicamente o riff da minha música, The Sun and the Moon”. Depois de ouvir e comparar as duas faixas, Ola reconheceu algumas semelhanças, mas logo as colocou em perspectiva. “Elas têm basicamente o mesmo andamento. Tentaram roubar meu riff? O meu riff está em uma afinação diferente, mas e se eu transpuser isso? Ok, vamos ouvir agora. Isso é um absurdo, pessoal. Isso me deixa extremamente irritado. Para falar a verdade, existem algumas semelhanças entre esses dois riffs, mas preciso dizer que esse riff já foi composto pelo menos 30 vezes por outras pessoas”. “É só um padrão rítmico repetitivo. E isso não é plágio”, pontuou. “Então, não, eu não acho que o Evanescence roubou meu riff, mas é bonitinho. Muito obrigado por se importarem comigo. Eu agradeço. É basicamente todo riff de metal ali. É isso aí. O pessoal da internet quer sangue. Eu só quero tomar meu café”. Via: RockBizz

Foo Fighters compartilha clipe do novo single Of All People
O Foo Fighters acaba de compartilhar o clipe oficial de Of All People, faixa do novo álbum da banda, Your Favorite Toy. O diretor Alex Acy recrutou os esquiadores radicais suíços da BPC (Buldoz Project Crew) – famosos por suas façanhas ousadas em pistas sem neve, em superfícies que variam de concreto e vidro a terrenos aleatórios fora da neve – para dar vida à incendiária segunda música do álbum. O resultado são dois minutos e meio com os esquiadores Flaco, Blasco Paterno Castello, Mael Bovey, Jordy e Andrea de Angelis levando o esqui extremo ao limite ao som de Foo Fighters. Dave Grohl, líder do grupo, comentou: “Justo quando eu achava que já tinha visto de tudo, descobri o BPC e o esqui sem neve. É o esporte radical mais insano que já vi, a coisa mais divertida que alguém pode fazer antes de uma visita garantida ao hospital, ou ambos. É uma honra ser a trilha sonora dessa loucura”. Your Favorite Toy foi lançado no dia 24 de abril pela Roswell Records/RCA Records. Confira o clipe abaixo: Via: RockBizz

Geddy Lee (Rush) lamenta que muitos bateristas foram desagradáveis ao tentarem ficar com o posto de Neil Peart
No dia 07 de janeiro de 2020 o rock n’ roll ficou mais triste, pois foi a data em que o drum hero Neil Peart faleceu, depois de uma batalha de três anos contra o glioblastoma, uma forma agressiva de câncer no cérebro. O baterista tinha 67 anos. Para os amigos de vida e carreira, o falecimento do baterista foi mais traumático pelo vínculo entre os caras, obviamente, e pela ação dos parasitas que logo se movimentaram para tentar ocupar o posto de Neil. Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) concedeu uma nova entrevista à Guitar World e comentou que muitos bateristas foram desagradáveis ao tentarem ficar com o posto de Neil Peart. “Pessoas próximas a nós – bons amigos que são bateristas de sucesso – jamais insinuariam algo assim, porque têm muito respeito, não só por Neil, mas também pela situação”, explicou Lee. “Eles também estavam de luto, então não seriam tão egoístas a ponto de dizer algo inapropriado assim”. “No entanto, muitos outros bateristas me procuraram depois da morte de Neil, se oferecendo para substituí-lo, e isso foi extremamente desagradável para mim. Foi um momento completamente inapropriado”, ressaltou. Na mesma entrevista Geddy falou sobre a substituta de Neil, que é a alemã Anika Nilles, musicista com passagem na banda Jeff Beck. “Não sabíamos bem por onde começar a procurar! Começamos com a Anika [Nilles] porque ela havia sido recomendada para mim e eu já tinha pesquisado sobre ela. Adorei a vibe e o estilo diversificado dela. Ela trouxe muita coisa para a mesa, contudo, mais do que sua habilidade, mais do que sua coragem e sua disposição para assumir o papel principal, ela trouxe inteligência e uma história”. Reunião A turnê de reunião do Rush passará pelo Canadá, Estados Unidos e México em 2026. O grupo começará o giro no dia 07 de junho de 2026 no The Kia Forum, em Los Angeles, Estados Unidos, e fará, ao longo do tempo, mais de trinta e cinco shows. Via: RockBizz

Nervosa compartilha lyric video do novo single You Are Not A Hero
A Nervosa compartilhou o lyric video do novo single You Are Not A Hero. A canção está presente no álbum Slave Machine, que chegou ao mercado em 03 de abril pela Napalm Records. A banda brasileira declarou: “Acabamos de lançar um lyric video da nossa música You Are Not A Hero porque queremos ouvir vocês cantando com a gente”. Confira: Já sobre o novo registro de estúdio, a Nervosa disse: “Slave Machine é o álbum mais brutal e melódico do Nervosa, e temos orgulho de dar esse passo adiante, mas mantendo nossas raízes”. O trabalho está disponível em diversos formatos como 2LP colorido, 1LP preto, 1LP colorido, 1CD Digipak + camiseta, 1CD Digipak e digital. A formação da Nervosa traz Prika Amaral (vocal e guitarras), Helena Kotina (guitarras), Hel Pyre (baixo), Emmelie Herwegh (baixo) e Michaela Naydenova (bateria). Track listing de Slave Machine: “Impending Doom”“Slave Machine”“Ghost Notes”“Beast Of Burden”“You Are Not A Hero”“Hate”“The New Empire”“30 Seconds”“Crawling For Your Pride”“Learn Or Repeat”“The Call”“Speak In Fire” Via: RockBizz

Carl Palmer leva Emerson, Lake & Palmer a São Paulo em apresentação única no dia 30 de maio
Emerson, Lake & Palmer volta aos palcos de forma inédita no Brasil. O baterista Carl Palmer, único sobrevivente do trio original, traz o show An Evening with Emerson, Lake & Palmer para o palco Teatro Bradesco, em São Paulo. Criado com o apoio das famílias de Emerson e Lake, mortos em 2016, Carl toca ao vivo com sua ELP Legacy band, enquanto telões exibem os dois em show histórico no Royal Albert Hall, de 1992. Tudo sincronizado para recriar a energia exata dos anos 1970. O espetáculo acontece no dia 30 de maio, às 21 horas. Restam poucos ingressos à venda em uhuu.com e pontos autorizados. Mais informações no serviço abaixo. Emerson, Lake & Palmer, formado em 1970, em Londres, vendeu cerca de 48 milhões de discos em todo o mundo. O grupo misturava música clássica, jazz e rock sinfônico, com destaque para o Hammond organ e o Moog de Emerson, além das composições acústicas de Lake. Álbuns como Tarkus (1971), Trilogy (1972) e Brain Salad Surgery (1973) alcançaram disco de ouro nos EUA e o topo das paradas no Reino Unido. Carl Palmer, único sobrevivente do trio original, comanda a bateria com precisão técnica e presença de palco. O show não é um tributo, mas uma recriação autêntica utilizando tecnologia para reviver grandes clássicos do rock progressivo. Além do impacto em estúdio, a banda construiu uma reputação sólida ao vivo, com apresentações grandiosas e tecnicamente exigentes. Essa dimensão é retomada no espetáculo atual, que resgata o repertório e a estética do grupo para uma nova geração. Sobre Carl Palmer Carl Palmer é reconhecido como um dos grandes bateristas da história do rock. Nascido em Birmingham, na Inglaterra, em 1950, iniciou sua trajetória profissional ainda adolescente e ganhou projeção internacional ao integrar bandas como Atomic Rooster e The Crazy World of Arthur Brown. Em 1970, formou o Emerson, Lake & Palmer ao lado de Keith Emerson e Greg Lake, consolidando-se como parte de um dos primeiros supergrupos do rock. Com o ELP, gravou álbuns que alcançaram status de platina e participou de turnês que se tornaram referência pela complexidade musical e pela escala das produções. Na década de 1980, integrou o Asia, grupo que também alcançou sucesso global, com milhões de discos vendidos e presença constante nas paradas internacionais. Ao longo da carreira, Palmer soma cerca de 50 milhões de álbuns comercializados. Além das gravações e turnês, desenvolve projetos paralelos como o Carl Palmer’s ELP Legacy, com o qual revisita o repertório do ELP em novas formações. Também atua como educador, realizando masterclasses e participando de iniciativas voltadas à formação musical. Atualmente, segue em atividade com turnês internacionais e projetos que mantêm vivo o legado do rock progressivo no cenário contemporâneo. SERVIÇO: EMERSON LAKE AND PALMER DATA: 30 de maio de 2026, às 21hLOCAL: Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 – 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo – Perdizes) – www.teatrobradesco.com.brDuração: 90 minutosClassificação: LivreAcessibilidadeAr-condicionadoCapacidade: 1.439 pessoas INGRESSOSA partir de R$ 127,50Obs.: Confira a legislação vigente para meia-entrada. Canais de venda oficiais:uhuu.com – com taxa de serviçohttps://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/emerson-lake-and-palmer-16140 Bilheteria do Teatro Bradesco • Sem incidência de taxa de serviço3º Piso do Bourbon Shopping São PauloRua Palestra Itália, nº 500 – Loja 263 – Perdizes – São Paulo/SPSegunda a sexta: 12h às 15h | 16h às 19hSábados, domingos e feriados: 14h às 20h *Em dias de evento, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o início do espetáculo. Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca • Sem incidência de taxa de serviço7º Piso do Shopping Frei CanecaRua Frei Caneca, nº 569 – Consolação – São Paulo/SPSegunda-feira: fechadaTerça a sexta: 12h às 15h | 16h às 19hSábados, domingos e feriados: 14h às 20h *Em dias de evento, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o início do espetáculo. Bilheteria Vibra São Paulo • Sem incidência de taxa de serviçoAvenida das Nações Unidas, 17.955 • Vila Almeida • São Paulo – SPHorário: segunda a sexta, das 12h às 15h e das 16h às 19h.Sábados, domingos e feriados: fechado (salvo em dias de show, com abertura às 14h). Formas de pagamento:Bilheteria do teatro: dinheiro, cartão de crédito e cartão de débito.Site da Uhuu.com e outros pontos oficiais: cartão de crédito.Cartões aceitos: Visa, Mastercard, Diners, Hipercard, American Express e Elo. Estacionamento Bourbon ShoppingConfira valores e horários em bourbonshopping.com.br Via: RockBizz

Rodolfo Abrantes (Raimundos) conta que passou 10 dias sem comer porque não tinha bagulho: “Não tinha fome natural, só larica”
A série documental Andar na Pedra – A História do Raimundos, que está disponível via Globoplay, tem cinco episódios nos quais aborda o efeito do sucesso e dinheiro e as brigas no Raimundos. O trabalho teve a direção de Daniel Ferro, profissional que criou obras como Do Underground ao Emo, Rock Estrada e Tudo pela Música: Os 20 Anos da Deck. Andar na Pedra – A História do Raimundos, cujo título teve origem na faixa de abertura do quarto álbum do grupo, Lapadas do Povo, de 1997, se aprofunda no universo da banda, em especial na repentina e traumática saída do vocalista Rodolfo Abrantes, em 2001. Em trecho do documentário, Rodolfo lembrou os problemas que enfrentou na época em que o Raimundos viajou para o Japão e após a turnê. “Eu lembro que comecei a adoecer; e lembro quando senti o primeiro sintoma disso, que foi na viagem que a gente fez para o Japão. Lembro que não podia levar bagulho, porque no Japão dá um B.O. violentíssimo se você entrar com alguma coisa lá. E se eu não tinha maconha para fumar, eu não conseguia comer. Tinha fumado tanto tempo, com tanta intensidade, que eu não tinha mais fome natural, só tinha larica. A gente passou uma semana ou dez dias no Japão, então, foram dez dias que eu não comi. Emagreci demais e meu corpo começou a manifestar! Apareceu uma íngua, apareceu no braço, na virilha, e eu perdendo peso. Eu sabia que eu não estava bem”. Ele continuou com seu relato: “Lembro que teve gente que veio falar para a Ale [Alexandra Horn – esposa do roqueiro]: ‘Cuidado com esse seu namorado, ele tá com AIDS’. Eu olhava para minha vida super promíscua, sem regra para nada. Achei que era muito difícil de não ter. Nessa época eu estava muito doente, já estava muito mal pelas coisas que eu tinha no corpo, e isso acabou com a minha alegria. O peso que eu perdi no Japão, eu não ganhei de volta”. “Eu sonhei com algo, vivi esse sonho e cheguei lá não era nada disso. Virou um pesadelo, e agora eu estava pagando a conta, estava pagando a minha conta. Essa conta ninguém tem nada com isso. Eu vivi zoado, fiz o que queria, fui irresponsável, abusei de tudo, então era justo”, completou o cantor. Confira a fala completa de Rodolfo Abrantes no player a seguir: Via: RockBizz

Chris Holmes reclama de direitos autorais não pagos pelo W.A.S.P. e descarta volta à banda: “Seria um idiota”
Em uma nova entrevista para o canal Rock Interview Series, o guitarrista Chris Holmes reclamou de direitos autorais não pagos pelo W.A.S.P. e descartou uma volta à banda. Ao ser questionado se consideraria voltar à banda caso o líder do W.A.S.P., Blackie Lawless, o convidasse, Holmes respondeu: “Não. Você sabe o que aconteceu com meus direitos autorais? Por que eu tocaria com o Blackie de novo? Seria uma grande estupidez, não é? Ele teria que me pagar os direitos autorais antes mesmo de eu considerar voltar, e ele não vai fazer isso. Eu seria um idiota. Seria um idiota se voltasse”. Refletindo sobre por que se sentiu injustiçado por Blackie, ele disse: “Olha, estávamos na estrada, e o [baterista na época] Frankie Banali não ia fazer turnê a menos que recebesse US$ 1.850 [por semana]. E eu estava recebendo US$ 500 por semana. Fui até o Blackie e disse: ‘Bem, isso não me parece justo. Eu sou um dos principais, as pessoas vêm me ver, e o Banali não. Mas ele está recebendo US$ 1.850. Eu recebo US$ 500? Isso é quase quatro vezes mais’. Blackie me abraçou e disse: ‘Você vai ganhar mais com seus direitos autorais. Com o que você está preocupado?’”. “E além disso – como posso dizer? Ele é um narcisista maligno, e eu não quero mais estar perto de pessoas assim”, ele continuou. “Não existe dinheiro no mundo que me faça querer estar perto de pessoas assim. Eu quero ser feliz. Quero estar perto de pessoas que eu goste, que me façam sorrir, que contem piadas. Eu não preciso estar perto de pessoas assim”. E finalizou: “Por que você acha que eu não gosto de assinar com o [W.A.S.P. Records]? Eu nunca recebi um centavo dos meus direitos autorais. Não suporto aquela banda. Não suporto o que ele fez. Então, é assim que é. E é por isso que eu quero tocar com pessoas de quem eu gosto”. Chris Holmes entrou para o W.A.S.P. em 1982 e permaneceu no grupo até 1990. Em 1996, o guitarrista retornou e ficou na banda até 2001. Chris não toca com o W.A.S.P. desde então. Via: RockBizz

The Rasmus confirma show único em São Paulo, após oito anos longe do Brasil
Uma das bandas mais emblemáticas do rock dos anos 2000 está de volta. Após oito anos longe dos palcos brasileiros, o aclamado The Rasmus finalmente retorna ao país para um aguardado reencontro com os fãs. O grupo finlandês se apresenta no dia 31 de outubro, no Carioca Club, em São Paulo, como parte da Weirdo Tour, que percorrerá a América Central e do Sul promovendo o celebrado novo álbum Weirdo. Mundialmente conhecido por sucessos como In The Shadows, First Day Of My Life, Guilty, Sail Away, No Fear e In My Life, o The Rasmus conquistou milhões de ouvintes ao redor do planeta, acumulando milhões de discos vendidos, além de oito álbuns de ouro e seis de platina, consolidando-se como um dos maiores nomes do rock alternativo europeu de sua geração. No palco, Lauri Ylönen (vocais), Emppu Suhonen (guitarra), Eero Heinonen (baixo) e Aki Hakala (bateria) conduzirão uma experiência eletrizante para os fãs brasileiros, celebrando uma carreira marcada pela autenticidade e conexão visceral com o público. A pré-venda exclusiva para membros do Clube Opus terá início no dia 18 de maio, às 10h. Já a venda em geral começa em 19 de maio, também às 10h, pela plataforma uhuu.com e pontos autorizados. As datas da Weirdo Tour na América Central e do Sul são as seguintes:16/10 – El Salvador, San Salvador18/10 – Honduras, Tegucigalpa20/10 – Costa Rica, San José22/10 – Colômbia, Bogotá24/10 – Equador, Quito25/10 – Panamá, Cidade do Panamá27/10 – Peru, Lima29/10 – Chile, Santiago31/10 – Brazil, São Paulo02/11 – Uruguai, Montevideo04/11 – Argentina, Buenos Aires SERVIÇO: SÃO PAULOData: 31 de outubro de 2026Local: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros (próximo ao Metrô Faria Lima)Horário: 17h (open doors)Ar-condicionadoAcessibilidadeClassificação etária: 18 anos. Setores:Pista 1º Lote: R$ 274,00 (meia-entrada)Mezanino – 1º lote: R$ 294,00 (meia-entrada) Ingresso online: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/the-rasmus-16309 Pontos de venda:A Uhuu é o canal oficial de vendas deste evento. Não nos responsabilizamos por ingressos adquiridos fora dos canais oficiais. Bilheteria do Teatro Bradesco • Sem incidência de Taxa de Serviço3º Piso do Bourbon Shopping São PauloRua Palestra Itália, nº 500 • Loja 263 • 3° Piso I Perdizes • São Paulo • SPHorário de funcionamento: segunda-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 20h. Em dias de evento o funcionamento será a partir das 12h até o final do evento. Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca • Sem incidência de Taxa de Serviço7º Piso do Shopping Frei CanecaRua Frei Caneca, nº 569 • 7° Piso I Consolação • São Paulo • SPHorário de funcionamento: terça-feira a domingo das 12h às 15h e das 16h às 19h e segunda-feira bilheteria fechada. Via: RockBizz

Raimundos: Digão conta que rompeu com Rodolfo Abrantes por discordância na partilha dos direitos autorais
O Raimundos uniu a crueza do punk e hardcore com a cultura nordestina, e a química musical deu origem ao forrócore. O deboche e a simplicidade das letras em perfeita união com a energia dos riffs e da cozinha robusta como um trem era o caldo sonoro que saía do quarteto. Apesar da química criativa e dos poderosos sons que saíam de mistura, os caras nos bastidores viviam alguns conflitos. Um dos problemas era em torno dos direitos autorais das canções, ou seja, a treta era sobre grana. Durante entrevista aos apresentadores Bola [Marcos Chiesa] e Carioca [Márvio Lúcio dos Santos Lourenço], do Ticaracaticast, Digão, único integrante original na atual formação do Raimundos, falou que rompeu com o vocalista Rodolfo Abrantes por discordância na partilha dos direitos autorais. “Eu rompi, de certa forma, com Rodolfo foi no segundo disco [Lavô Tá Novo – 1995] e quando formos falar dos direitos. O empresário chegou e falou o seguinte: ‘O primeiro disco tinha muitos covers do Zenilton e não sei o quê’. Então, ficou meio elas por elas nos direitos autorais, que era muita grana naquela época”. O guitarrista seguiu com seu relato: “Quando chegou no segundo disco, o empresário perguntou: ‘Como vocês vão fazer? Vocês vão dividir meio a meio’? E foi quando Roldolfo falou que queria tudo: ‘Não! Não vou dividir é a minha música’. O cara esqueceu que eu arrumei gravadora, Fred [Castro – bateria] arrumou gravadora. Todo mundo ralou por essa porra”. “E tinha outra coisa, tudo que era pago – empresário, equipe, depósito, advogado e não sei o quê – era dividido por quatro. Na hora de pagar era dividido por quatro. Aí, na hora de receber rolou o problema”, ressaltou. “Isso me atingiu! Fiquei puto com Rodolfo e briguei com ele. Eu não briguei, eu fiquei calado um ano remoendo isso […] Eu falei: Isso aqui é um casamento. A gente não fez contrato nupcial antes, então é concubinato. Tudo que entra e tudo que sai é dos quatro’”, completou. Eis a fala completa de Digão no player abaixo: Via: RockBizz

Simon Le Bon impõe condição para que o Duran Duran se apresente em Glastonbury
O vocalista britânico Simon Le Bon impôs a condição para que o Duran Duran se apresente em Glastonbury. O festival é um dos mais famosos do mundo e um dos principais do circuito inglês, que faz questão de colocar algumas pratas da casa como atração principal. “Bem, nós queremos [tocar no Glastonbury], mas não em uma tenda de discoteca às 15h, que foi o que nos ofereceram”, disparou o cantor em entrevista ao jornal The Times. “Queremos o horário certo”. Simon fez uma observação sobre a grandeza do Duran Duran: “Não deveríamos estar abaixo de ninguém na programação. Então, vamos manter nossa posição porque somos a atração principal – é só isso”. Simon Le Bon tem razão quanto à importância do Duran Duran, além disso, a banda se destaca pela longevidade e influência musical. O grupo tem mais de quarenta anos de carreira, dezesseis discos de estúdio e já vendeu mais de cem milhões de cópias ao redor do mundo. Músicas como Come Undone, Save a Prayer, A Matter of Feeling, The Wild Boys, Rio, Notorious, Hungry Like the Wolf e Ordinary World são alguns dos destaques da discografia da banda. Dito isso, um lugar destaque no Glastonbury ou qualquer outro festival é mais do que merecido. Via: RockBizz

The Rolling Stones lança clipe do novo single In The Stars
The Rolling Stones acaba de lançar o clipe do animado e contagiante single principal In The Stars, extraído de seu recém-anunciado álbum de estúdio Foreign Tongues. Dirigido por François Rousselet, cujos trabalhos incluem colaborações com a Nike, Diesel, Pharrell Williams e os clipes de Angry, do álbum Hackney Diamonds, e Ride ‘Em On Down, do álbum Blue & Lonesome, dos Stones, o novo vídeo conta com a participação da aclamada atriz Odessa A’zion (do filme Marty Supreme e da série I Love LA). Criado pela Deep Voodoo usando inovadora tecnologia deepfake, o clipe revive os Stones dos anos 70 tocando In The Stars a lado de músicos, cantores e dançarinos de diferentes épocas, culturas e subculturas. Assista abaixo: Sobre trabalhar com os Rolling Stones, Odessa A’zion disse: “Você está brincando? É o meu sonho. O primeiro disco que eu comprei e ouvi do começo ao fim foi o Tattoo You. Sou obcecada pelos Rolling Stones. Isso está na minha lista de coisas mais importantes da vida, com certeza”. Com lançamento previsto para 10 de julho, pela Polydor Records, Foreign Tongues é uma coleção incrivelmente vibrante de 14 faixas que chega menos de três anos após Hackney Diamonds, álbum aclamado mundialmente e vencedor do Grammy, que liderou as paradas em todo o mundo e alcançou o sucesso multiplatina. A faixa In The Stars, que foi lançada na semana passada juntamente com o anúncio do novo álbum, está disponível digitalmente junto com a faixa de abertura do projeto, Rough and Twisted. In The Stars terá lançamento físico em 15 de maio. Na preparação para o anúncio de Foreign Tongues, a banda vem criando expectativa para o novo projeto com algumas iniciativas. Uma delas é o lançamento limitado em vinil branco da faixa Rough and Twisted, exclusivamente sob o nome The Cockroaches. Circulando entre fãs e colecionadores, o lançamento já despertou entusiasmo e especulações sobre o som e a direção de Foreign Tongues, oferecendo um vislumbre antecipado da energia crua e exploratória do álbum. Gravado durante um período excepcionalmente criativo, Foreign Tongues ganhou vida em menos de um mês no Metropolis Studios, no oeste de Londres, com Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood se reunindo com o produtor Andrew Watt, que também comandou Hackney Diamonds. O resultado é um álbum dinâmico e voltado para o futuro que capta o som inconfundível da banda e aventura-se por novos territórios sonoros e líricos, consolidando ainda mais seu legado incomparável. Via: RockBizz

“Religião sempre me pareceu vazia, mas Ozzy sempre me pareceu verdadeiro”, diz Ville Valo
Na nova edição da Metal Hammer, o cantor finlandês Ville Valo refletiu sobre a sua jornada na indústria musical, fez a contabilidades dos altos e baixos, lembrou o período que ficou na reabilitação para tratar os seus vícios, dentre outros assuntos. Sobre o período que precisou de ajuda em suas capacidades emocionais, físicas e espirituais, Ville disse: “Venus Doom foi o nosso Vol. 4. Depois de Dark Light, percebi que estávamos ouvindo muita música doom no ônibus. Eu estava realmente exausto e tinha acabado de terminar com a minha namorada, com quem estava há muito tempo. Eu lembro de me sentir esgotado e miserável. Como você sabe, não há nada melhor quando se está deprimido do que ouvir doom. Foi assim que tudo começou. Voltei a ouvir My Dying Bride, e Gas [Mika “Gas Lipstick” Karppinen – bateria] é um grande fã de Candlemass”. Valo seguiu com o seu relato: “Depois que gravamos, fomos para Los Angeles para mixar, onde tentei me desintoxicar, mas acabei tendo uma recaída e precisei ir para a reabilitação. Melhorei por um tempo, depois saí com Kerry King e tudo piorou. Então, a culpa é do Slayer”. “Quando fui para a reabilitação, eles me obrigaram a fazer a oração da serenidade com um monte de gente. Eu não queria dizer: ‘Deus, conceda-me a serenidade’. Então eu disse a eles que diria: “Ozzy, conceda-me a serenidade’. Demorou um pouco, mas eles acabaram gostando. Religião sempre me pareceu vazia, mas Ozzy sempre me pareceu verdadeiro”, finalizou o artista. Com o fim das atividades do HIM, Ville Valo segue na música, contudo, sem a loucura dos tempos passados e sem a pressão de alcançar sucesso. Ele já criou os discos Ville Valo & Agents (2019) e Neon Noir (2023), que valem uma boa conferida. Via: RockBizz

Megadeth: “Dave é o cara que inventou o thrash metal; é o deus do rock”, afirma Dirk Verbeuren
O Megadeth passou pelo Brasil recentemente para promover seu novo álbum de estúdio que é autointitulado. Na esteira do show, os caras pararam para falar com a imprensa brasileira e contar como está a tour e detalhes da carreira. Conversando com o pessoal do canal TV Braba, o baterista Dirk Verbeuren lembrou como foi a sua reação quando recebeu o convite para entrar no grupo. Ele também aproveitou a oportunidade para rasgar elogios ao chefe, o vocalista e guitarrista Dave Mustaine, que lidera o Megadeth com unhas e dentes. “Eu não acreditei”, começou Dirk. “Minha primeira reação foi de incredulidade. Mas inicialmente eu estava apenas substituindo, então o plano inicial era que eu faria cerca de um mês de shows, e então… Eu já contei essa história algumas vezes, mas foi no típico estilo Dave Mustaine. Depois de uma semana ou mais de shows, Dave veio até mim no ônibus da turnê e disse: ‘Então, quando você vai contar para os caras do Soilwork que você é meu baterista agora’? Essa foi a maneira dele de me dizer: ‘Eu quero que você toque na banda’. Foi um momento muito emocionante e meio agridoce ao mesmo tempo, porque eu estava com o Soilwork há doze anos e eles eram bons amigos meus. Foi uma experiência muito especial”. O músico belga completou: “Tudo o que Dave fez é icônico, assim como o trabalho fantástico de bateria de Nick Menza, Gar Samuelson, Chuck Behler e todos os caras que estiveram na banda desde então, portanto, é uma verdadeira honra. No metal, não há como ir muito além desse legado. E para mim, Dave é o cara que inventou o thrash metal. Ele compôs muitas das músicas icônicas do início do gênero, que definiram o som, e você reconhece seus riffs em meio a milhões de outros. Ele tem um estilo único de tocar guitarra até hoje. Para mim, Dave é o deus do rock. Com certeza”. Via: RockBizz

“Eu não gosto do Angra; Holy Land é um disco que não gosto”, disse Penélope Nova na extinta MTV Brasil
Na primeira metade da década de 2000, antes de firmar compromisso com a comédia sem graça, a MTV ainda se mantinha como um canal de música e agente relevante para a cena cultural. Nomes como Fábio Massari, João Gordo e Cazé Peçanha até então estavam na emissora, o que garantiam uma boa programação. Como havia espaço para o metal, Massari, durante episódio do Jornal MTV em 2004, contou com a participação de Penélope Nova, apresentadora do Riff MTV – substituto do Fúria MTV – e Andre Matos. Na época, Penélope e Andre mantinham um relacionamento amoroso, vale lembrar. Ao longo do bate-papo, Fábio perguntou se Nova curtia Shaman. Ela respondeu: “Eu tinha um bode, na verdade, não do Shaman, eu não gosto do Angra. Disco que ouvi do Angra, [disco] que mais ouvi e para mim representava o Angra era o Holy Land. É um disco que não gosto pelo lance brasileiro e metal. Não gosto! E não gostava do Angra”. Nova acrescentou: “E eu tinha um bode! Nos dois primeiros shows do Shaman que fui, fui com dois pés atrás e tal. Mas não é uma banda que eu entendo por heavy metal melódico. Quando me lembra metal e algumas coisas legais de metal, tem coisas que gosto sim”. Com ou sem o apoio da Penélope Nova, o Angra está na ativa há mais de trinta anos, ostentando no currículo dez registros de estúdio. O mais recente é Cycles of Pain, que saiu em 2023 tendo apenas um integrante da formação considerada clássica. Atualmente a banda está na estrada comemorando os trinta anos de Holy Land, álbum que deve passar longe do player de Penélope. Via: RockBizz

Oli Sykes (Bring Me The Horizon) é atingido por celular durante show ao vivo
O público às vezes dá show de má educação jogando objetos nos artistas e xingando as pessoas que estão no palco trabalhando. E aconteceu mais um caso nesse perfil para engrossar as lista de nomes que já foram vítimas de trolls. O cantor Oli Sykes (Bring Me The Horizon) foi atingido por um celular durante show ao vivo. O triste episódio aconteceu na última segunda-feira, 11 de maio, no Enterprise Center em St. Louis, Missouri, EUA. Alguns registros amadores do incidente foram compartilhados no X (antigo Twitter). No vídeo, o vocalista apareceu claramente desapontado com o ato e, em seguida, jogou o objeto no pit entre o palco e o público. Veja: Like what the fuck WHO DOES THIS AT SHOWS??? Oli hasn’t come down catwalk since this :/ pic.twitter.com/oMoO39LGxY — alice (@heavenishiding) May 12, 2026 O giro norte-americano vai até o dia 16 de maio, com último show no Sonic Temple Festival, em Columbia, Ohio. Depois a banda irá para o Velho Continente com apresentações nos maiores e melhores festivais como Hellfest, Graspop, Tons Of Rock e Copenhell. Em 05 de setembro será a vez dos fãs brasileiros em curtir a festa dos britânicos. Os caras irão tocar no Rock in Rio ao lado do Avenged Sevenfold, Sepultura, Bad Omens e Poppy. Via: RockBizz

Ingressos para o show do Babymetal em São Paulo estão esgotados
Os fãs brasileiros responderam rápido: estão esgotados os ingressos para ver o trio japonês Babymetal no dia 28 de novembro no Espaço Unimed, São Paulo. O show é um retorno das garotas japonesas após uma estreia marcante por aqui em 2024, quando tocaram no Knotfest Brasil, e em uma noite também lotada na Audio (SP). Babymetal é um acontecimento. São mais de 3 bilhões de streams nas plataformas de áudio, milhares de ouvintes mensais que acompanham as constantes atualizações do trio japonês e um engajamento digital que reflete a devoção de uma base de fãs sem fronteiras geográficas. Essas atualizações também se consolidaram como um ritual: todo dia 1º de abril, no Japão, tornou-se um momento aguardado pelos admiradores. O chamado Fox Day (Dia da Raposa) funciona como um “ano novo” para o grupo, quando ele revela planos ambiciosos, novos álbuns e novas eras conceituais. Neste ciclo, o anúncio – feito nesta mesma data (31 de março ou 1º de abril no Japão), marca a chegada da banda ao Brasil. A simbologia da raposa (fox, em inglês) está no centro desta narrativa. No folclore japonês, essas figuras são vistas como mensageiras divinas capazes de atravessar dimensões e conectar mundos distantes. Essa mística fundamenta a trajetória musical do fenômeno Babymetal, já que o trio fundiu a agressividade do heavy metal com as melodias e o brilho do J-Pop, criando uma nova sonoridade – o chamado kawaii metal. No palco, o público encontra uma experiência única e catártica, impulsionada por vocais precisos e coreografias altamente sincronizadas. Faixas como “Pa Pa Ya!!”, “Headbangeeeeerrrrr!!!!!” e “Gimme Chocolate!!” são entoadas em coro pelos fãs, mesmo em japonês. O novo álbum apresentou músicas que são sucesso nas plataformas de áudio e devem embalar o coro nas apresentações ao vivo, como “RATATATA”, colaboração com os alemães do Electric Callboy, e “from me to u”, em parceria com Poppy – ambas somam mais de 150 milhões de streams no Spotify. Desde sua fundação, o Babymetal presenteou o público com cinco álbuns de estúdio que redefiniram o gênero. METAL GALAXY (2019) é um dos discos que chamaram a atenção do público, alcançando o topo da lista da Billboard de álbuns de rock e hard rock, com as inovações sonoras que marcam o repertório, no qual faixas como “PA PA YA!!” e “Oh! MAJINAI” se destacam. A energia e o sucesso do trio contrariam as vozes mais conservadoras do heavy metal, pois a banda já recebeu elogios públicos de lendas do gênero, como Lars Ulrich (Metallica), Robert Halford (Judas Priest) e Gary Holt (Slayer). Além disso, colaborações com ícones que vão de Tom Morello e Bring Me The Horizon a fenômenos pop como Electric Callboy e Lil Uzi Vert ilustram o prestígio global do grupo. As parcerias mais recentes, com o conterrâneo Tatsuya Kitani e com a vanguardista Poppy reafirmaram a capacidade única de transitar entre o metal extremo e o pop experimental. Diversos gêneros convergem na sonoridade do trio, atraindo o respeito tanto da velha guarda quanto das novas gerações da música pesada. Outro marco inesquecível da carreira do trio foi a performance como headliner na Wembley Arena, no Reino Unido, um feito inédito para um artista japonês. Atualmente, a banda segue expandindo seu domínio em grandes festivais como o Download Festival e o Pinkpop, reafirmando seu status como uma das forças mais influentes da música pesada contemporânea. SERVIÇO: BABYMETALData: 28 de novembro (sábado) – ESGOTADOLocal: Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SPHorário de Abertura dos portões: 18hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Via: RockBizz