Resenhas

Presidente Donald Trump vai homenagear o KISS no Kennedy Centre Honors 2025
Nesta quarta-feira, 13, o Presidente Donald Trump anunciou que vai homenagear o KISS no Kennedy Centre Honors 2025. Além da banda de rock mais quente do mundo, o político ainda indicou os atores Sylvester Stallone e Michael Crawford e os cantores George Strait e Gloria Gaynor. Pelas redes sociais, Trump informou: “Um trabalho tremendo está sendo feito e muito dinheiro está sendo investido para trazer [o Kennedy Center] de volta ao nível máximo de luxo, glamour e entretenimento. Ele passou por momentos difíceis, fisicamente, mas em breve voltará com tudo”. Aparentemente, Donald só escolheu artistas que se mostraram publicamente a favor de sua candidatura à presidência dos Estados Unidos. Gene Simmons, por exemplo, em 2016, considerou Trump “bom para o sistema político”. Apesar disso, ele quer desvencilhar a pecha política do evento. “Eu não deveria tornar isso político. Porque eles tornaram o Oscar político e ele foi por água abaixo. Então, eles vão dizer: ‘Trump tornou político’. Mas acho que se fizermos do nosso jeito político, vamos fazer dar certo, ok? Vamos ver se estou certo”. Trump apresentará o Kennedy Centre Honors 2025, cuja cerimônia anual tradicionalmente acontece em dezembro em Washington, capital dos Estados Unidos, e tem transmissão pela CBS. Via: RockBizz

Bruce Dickinson vai participar da convenção de filmes de terror Son Of Monsterpalooza
O vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, vai participar da convenção de filmes de terror Son Of Monsterpalooza. O evento irá acontecer no dia 11 de outubro no The Marriott Burbank Convention Center & Hotel em Burbank, Califórnia, Estados Unidos. É importante explicar que o Air-Raid Siren não estará disponível para selfies em seu estande, portanto, as fotos estarão disponíveis apenas com fotógrafo profissional. Além disso, na mesa de autógrafos, haverá venda de suas assinaturas. Bruce se juntará a mais de cento e cinquenta expositores e atrações da Son Of Monsterpalooza 2025, que será um oásis para quem gosta de filmes de terror, ficção científica, colecionáveis da cultura pop, efeitos especiais, maquiagem e, claro, monstros. O preço dos ingressos varia entre 38 dólares a 43 dólares. Para quem queira curtir os três dias de evento, o valor sairá por 86 dólares. Via: RockBizz

Napalm Death anuncia show único no Brasil em dezembro ao lado do Ratos de Porão
A banda inglesa de grindcore Napalm Death volta ao Brasil no dia 5 de dezembro de 2025 para uma única apresentação em meio à nova turnê pela América Latina. O show será no Hangar 110, em São Paulo, e terá o Ratos de Porão como banda convidada em uma noite histórica. O Napalm Death surgiu em 1981, no vilarejo de Meriden, próximo a Birmingham (Inglaterra), e atravessa décadas como uma das formações mais influentes do mundo com sua sonoridade pesada e contestadora. Guitarras distorcidas, blast beats frenéticos, vocais guturais e letras com forte viés sociopolítico são a verve da banda. Até o momento, já lançou 16 álbuns de estúdio. O lançamento mais recente do Napalm Death é o álbum colaborativo com os Melvins, intitulado Savage Imperial Death March, lançado em fevereiro de 2025. Já solo, lançaram o EP Resentment Is Always Seismic – A Final Throw of Throes, em 2022. Ao vivo, o Napalm Death é historicamente avassalador. Mark ‘Barney’ Greenway (vocais) John Cooke (guitarra), Shane Embury (baixo) e Danny Herrera (bateria) tomam conta do palco com força e peso, combinando clássicos como Prison Without Walls e You Suffer com faixas mais recentes, comprovando sua evolução sem perder a essência grindcore. Com razão, as apresentações da banda inglesa são descritas por fãs e crítica especializada como “um ataque sensorial” pesado, direto e intenso. Em uma recente entrevista ao site espanhol Rafa Basa, Barney falou do repertório do Napalm Death ao vivo, que busca trazer novidades aos fãs: “Sempre tentamos fazer um repertório diferente. Eu me canso de ver bandas tocando a mesma coisa ano após ano, então nos limitamos às músicas que as pessoas querem ouvir, os clássicos, se você quiser chamá-los assim, e também tentamos introduzir coisas diferentes. Basicamente é sempre um repertório diferente”. O Ratos de Porão é uma banda brasileira de punk crossover formada em novembro de 1981, durante a explosão do movimento punk paulista. Seu primeiro disco, Crucificados pelo Sistema, saiu em 1984 e tinha músicas que se tornaram hits instantâneos como a própria Crucificados, Agressão Repressão e Morrer. São conhecidos internacionalmente, tendo feito turnês pela América Latina, Europa e América do Norte. Atualmente estão se apresentando ao vivo com sua turnê de 40 anos, que marca também o lançamento do álbum Necropolítica, feito durante a pandemia. SERVIÇO: Napalm Death + Rato de Porão em São PauloData: 6 de dezembro de 2025Horário: 18h (abertura da casa)Local: Hangar 110 (rua Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro – São Paulo/SP)Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Napalm-Death-e-Ratos-de-Porao-em-Sao-Paulo Via: RockBizz

Robert Plant recusou convite de Tony Iommi para participar de show final do Black Sabbath
No começo de julho, o Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Além dos donos da festa, o festival teve presença de outras célebres bandas e artistas como Tool, Slayer, Metallica, Pantera, Alice in Chains, Jake E. Lee, Rudy Sarzo, Nuno Bettencourt, Lzzy Hale e muitos outros nomes do rock e metal. Em nova entrevista à revista Mojo, o vocalista do Led Zeppelin, Robert Plant, comentou que recusou convite de Tony Iommi para participar de show final do Black Sabbath. “Eu disse a Tony que adoraria ir, mas que não podia”, contou Plant. “Simplesmente não podia. Eu não estou dizendo que prefiro sair com Peter Gabriel ou Youssou N’Dour, mas não sei nada sobre o que está acontecendo naquele mundo agora”, pontuou. “Eu não o condeno, tampouco tenho alguma coisa contra. É que encontrei outros lugares que são tão ricos, os quais prefiro estar”, concluiu Robert. Mesmo sem a presença de Plant e de outros grandes nomes da cena rock e metal como Geddy Lee (Rush) e Rob Halford (Judas Priest), o evento foi muito especial porque foi de fato um adeus ao saudoso Ozzy Osbourne, que faleceu cerca de duas semanas após o festival, aos 76 anos. Via: RockBizz

Lzzy Hale (Halestorm) reflete sobre a decisão de parar de beber álcool: “Era uma fuga errada”
Durante entrevista à revista Metal Hammer, a cantora e guitarrista Lzzy Hale (Halestorm) refletiu sobre a decisão de parar de beber álcool. De acordo com a artista, se embrenhar na bebedeira era uma fuga errada para os seus problemas pessoais e profissionais. “Eu estava procurando uma fuga nos lugares errados”, contou Lzzy. “Eu me vi de uma forma que eu nunca quis ser. Eu quase vi minha nêmesis em mim mesma, uma mulher que eu não queria me tornar. Acho que se eu tivesse ido mais longe, eu não sei o que teria acontecido com meu relacionamento com meus colegas de banda e com meu relacionamento comigo mesmo. Esse foi o auge de tudo”. Hale também analisou como foi lidar com sentimentos de depressão que já vinha sentindo há algum tempo e os quais refletiam a carga emocional do que estava vivendo na época. “Eu me senti tão culpada por isso! Estou vivendo um sonho inimaginável que eu nunca imaginei que seria possível quando começamos a banda. Era uma batalha na minha cabeça, a qual me perguntava sobre as razões de estar tão deprimida, frustrada e com raiva”. Lzzy Hale, hoje com 41 anos, parou de consumir álcool em dezembro de 2023, após uma turnê pela Europa com o Halestorm. Conversando com o pessoal do podcast Harder To Breathe, a cantora falou que parou com a bebida depois que seu parceiro de trabalho, o guitarrista Joe Hottinger, a encontrou bêbada e chorando, depois de ter virado uma garrafa de Jägermeister. Via: RockBizz

Nancy Wilson afirma que as apresentações ao vivo do Heart são 100 por cento verdadeiras
O avanço tecnológico traz muitos benefícios e facilidades a nossa sociedade! Vantagens como a comodidade de acessar a conta bancária pelo celular, fazer comprar no supermercado via aplicativos e ter a possibilidade de criar a própria música sem gastar milhões de dólares estão a dispor de boa parte da população. Contudo, no campo artístico, o avanço tecnológico também acaba influenciando para o mal. Pessoas com pouco ou nenhum talento para as artes acabam dando um ar de excelência as suas criações com a ajuda dos milagrosos softwares. Em conversa com o pessoal do canal FOX 10 Phoenix, a guitarrista Nancy Wilson afirmou que as apresentações ao vivo do Heart são 100 por cento verdadeiras, isto é, não possui bases pré-gravadas ou playbacks, que são bem comuns hoje em dia. “Sempre fico nervosa antes de subir no palco! Tenho medo de não me sentir nervosa porque é uma troca importante que você tem. É uma experiência ao vivo, 100 por cento ao vivo, em um grande palco. Não há pré-gravação, então é ousado e acontece apenas uma vez naquela noite específica. Estamos 100 por cento arriscando a própria pele. Portanto, se você não estiver nem um pouco nervoso, você está falseando, e não é autêntico”. Nancy acrescentou: “Somos apaixonados e meio pelo o que fomos colocados na Terra para fazer o que fazemos. Somos músicos desde muito pequenos. Mesmo antes de termos qualquer tipo de identidade sexual associada a qualquer coisa, já éramos bons quando crianças. Então, entramos de cabeça para sermos proficientes e cumprir as 10 mil horas de dever de casa. E, de alguma forma, 50 anos depois, tudo realmente funcionou”. Assista a conversa na íntegra com Nancy Wilson aqui: Via: RockBizz

Guitarra Kramer de Eddie Van Halen pode ser arrematada em leilão por 3 milhões de dólares
A guitarra Kramer de Eddie Van Halen pode ser arrematada em leilão por 3 milhões de dólares. O icônico instrumento, que foi usado pelo guitar hero entre os anos de 1982 e 1983, estará à disposição para lances entre os dias 21 e 28 de outubro no Sotheby’s. Eddie presenteou seu guitar tech Robin “Rudy” Leiren com a guitarra. Depois, Rudy a vendeu para o então guitarrista do Mötley Crüe, Mick Mars, que a utilizou durante as gravações do álbum Dr. Feelgood. O atual dono da guitarra, todavia, é desconhecido. Ian Ferreyra de Bone, diretor administrativo da divisão de luxo da Sotheby’s, disse: “A guitarra foi tocada em algumas das apresentações mais icônicas de Eddie e posteriormente usada por Mick Mars. Este instrumento conecta dois gigantes do heavy metal. Com sua construção personalizada e uma história incrível, é um verdadeiro cálice sagrado! É exatamente o tipo de peça que tínhamos em mente para a Grails Week, a qual destaca os tesouros mais procurados da música, cinema, TV e quadrinhos, colocando a Sotheby’s no centro da cultura pop”. Conheça mais detalhes sobre a casa de leilão Sotheby’s e o famoso instrumento do virtuoso Eddie Van Halen aqui. Via: RockBizz

“Queen é uma das bandas mais superestimadas do mundo”, declara Alan Niven, ex-empresário do Guns N’ Roses
Ao longo dos últimos meses o ex-empresário do Guns N’ Roses, Alan Niven, vem soltando os cachorros para cima de muitos atores da cena rock n’ roll como Axl Rose. Agora, todavia, sobrou para a banda de Brian May e companhia. De acordo com Alan, Queen é uma das bandas mais superestimadas do mundo. Ele emitiu a polêmica opinião em recente entrevista à revista norte-americana Ghost Cult Magazine. “Vou deixar bem claro para vocês agora mesmo! Acho que o Queen é uma das bandas mais superestimadas de todos os tempos”, disparou Niven. “E eu vou te dizer, a primeira coisa do Queen que ouvi foi um single chamado Keep Yourself Alive”, pontuou o empresário. “Achei ótimo, e eu estava com dificuldades na época, e isso me tocou, e achei que era uma declaração. Achei que era um hino e que me fazia sentir melhor sobre o que estava passando”, explicou. “Mas, para mim, foi só ladeira abaixo a partir daí”, destacou. “Bohemian Rhapsody? Fala sério. Que diabos é isso”, finalizou Alan em tom crítico. Keep Yourself Alive foi o primeiro single do Queen, cujo lançamento foi em 1973 pela EMI. A faixa é o open track do álbum Queen, que chegou a entrar nas paradas britânicas e norte-americanas. O disco bateu a marca de quinhentas mil cópias comercializada em todo mundo. Via: RockBizz

Slipknot: Eloy Casagrande faz o planeta tremer com performance de Duality
A nossa prata da casa, o virtuoso baterista Eloy Casagrande (Slipknot, ex-Sepultura), abastece regularmente seu canal oficial no YouTube com conteúdos bem legais, que vão de dicas de produtos até vídeos em que expõe a sua perícia no instrumento. Recentemente, Eloy Casagrande fez o planeta tremer com performance de Duality. O conteúdo teve gravação no dia 20 de junho no festival Graspop Metal Meeting em Dessel, Bélgica. Assista: Neste ano, o Slipknot fez Here Comes The Pain Tour, que foi um giro em celebração aos seus vinte e cinco anos de carreira. O grupo levou a tour para vários lugares do globo como América do Sul, Europa, Oceania e Estados Unidos. O próximo passo da banda será relançar o debute homônimo no dia 5 de setembro de 2025 pela Roadrunner Records. O disco estará disponível em diferentes formatos como 6LP, 2LP, 2CD e digital (streaming e download). E para agitar os fãs, o grupo liberou a versão demo de Prosthetics. Confira: Via: RockBizz

Homem é preso por roubar flores e presentes em homenagem a Ozzy Osbourne
Um homem foi preso por roubar flores e presentes em homenagem a Ozzy Osbourne! De acordo com a polícia britânica, Parviz Jafari, 45, foi detido no dia 02 de agosto nos arredores da Broad Street, onde fica o banco dedicado ao Black Sabbath. As autoridades foram chamadas pelos populares no momento em que perceberam a ação do gatuno. Ele está em cárcere e passará por audiência no dia 03 de setembro. Nesta segunda-feira, 11, a Câmara Municipal de Birmingham iniciou a coleta das homenagens para entregá-las à família, assim não irá sofrer com mais nenhuma subtração. Tristemente, o Príncipe das Trevas, 76, morreu no dia 22 de julho por conta de um ataque cardíaco, segundo sua filha Aimee Osbourne. O seu falecimento aconteceu cerca de duas semanas após seu show de despedida no Villa Park, em Birmingham, Inglaterra. Via: RockBizz

Brent Hinds faz ataques ferozes aos ex-colegas de Mastodon: “Cantam com auto-tune”
Tudo acaba, como já diriam os mais antigos! Uma das provas disso foi o encerramento da parceria de vinte e cinco anos entre o guitarrista Brent Hinds e o Mastodon. A saída do músico foi anunciada no dia 07 de março, pelas redes sociais. Tempos depois, Brent Hinds usou o Instagram para detonar os ex-colegas de trabalho e os chamou de “seres humanos horríveis”. E tem treta nova! Recentemente o músico voltou atacar seus ex-parceiros com ofensas pessoais e sobre as suas performances ao vivo. Um fã postou um vídeo de uma apresentação ao vivo de 2012 na qual a banda está apresentando Crack The Skye, faixa-título de seu quarto álbum de estúdio. Brent acabou usando a postagem para investir contra os desafetos. Hinds escreveu: “Minha guitarra soa ótima! Mas Troy e Prawn [tudo indica que seja Brann Dailor] soam absolutamente horríveis. Eles estão completamente desafinados e constrangedores. Ele me expulsaram da banda por envergonhá-los por eu ser quem eu sou! Mas e quanto a quem eles são? São duas pessoas que não conseguem cantar ao vivo ou em qualquer outro lugar do mundo. Tudo o que tentam cantar no estúdio é manipulado pelo auto-tune porque são incapazes de cantar de forma afinada. Então, quero que esses caras se danem! Só eu sei quem eles realmente são. Eles são os maiores fãs deles mesmos”. Ele acrescentou: “Nunca vi ninguém na minha vida se olhar no espelho mais do que Troy Sanders. Ele se acha um presente de Deus para qualquer coisa. Nunca conheci três pessoas tão cheias de si. Isso é nojento”. Tudo leva a crer que a briga vai se estender por algum tempo, com cada parte defendendo-se dos ataques e farpas. Ninguém sai ganhando com esse tipo de comportamento! E a música, infelizmente, fica em segundo plano. Via: RockBizz

“Gosto da originalidade da minha voz; ela é original e única”, analisa Max Cavalera
Pouco tempos atrás Max Cavalera (Soulfly, Go Ahead And Die, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) sentou para bater um papo com o pessoal do canal Chaoszine. Na conversa, o brasileiro analisou o seu instrumento de trabalho, que é a sua voz. Ele, inclusive, destacou que ela é original e única. “Gosto da originalidade da minha voz”, começou Max. “Ela é original e única, quando você a ouve, você sabe que é o Max já nos primeiros segundos”, explicou o artista. “Para mim, isso é mais importante do que saber cantar como Robert Plant ou Luciano Pavarotti. Para mim, esta originalidade é mais importante”. “Agora, quanto aos gritos, eu gosto de brincar com eles. Às vezes, eu faço com notas altas ou com notas graves. Faço também com técnicas em que canto as palavras de forma bem rápida, então, há muita variação”, pontuou. “E como sou brasileiro, eu tenho sotaque, o que influi na minha forma de cantar em inglês. Mas não corrijo, sigo cantando com o inglês errado. É parte da minha originalidade”, acrescentou o Cavalera. Assista a entrevista completa no player logo abaixo: No começo de novembro de 2024, Max desenterrou o Nailbomb com um show no Arizona, Estados Unidos. A apresentação fez parte do evento Max Cavalera Dynasty Show, o qual contou bandas lideradas pelo artista mineiro. Na ocasião, além de Max, o Nailbomb subiu no palco com Igor Amadeus Cavalera (guitarra), Travis Stone (guitarra), Johny Chow (baixo), Alex Cha (sampler) e Adam Jarvis (bateria). Como o evento foi um sucesso, o Nailbomb está atualmente em turnê pelo Reino Unido e Velho Continente mostrando o peso de seu repertório. A tour já passou pela Alemanha, Polônia, Bélgica, Áustria e Eslovênia. Via: RockBizz

Morte de Ozzy Osbourne teve um impacto tão grande quanto a de John Lennon, segundo Mike Portnoy
Infelizmente, nós perdemos Ozzy Osbourne (Black Sabbath) no mês passado, aos 76 anos, vítima de um ataque cardíaco. A morte do Príncipe das Trevas foi como um golpe no coração de todas as pessoas que têm algum carinho pelo rock. O baterista do Dream Theater, Mike Portnoy, concedeu uma entrevista ao programa de rádio Trunk Nation With Eddie Trunk e refletiu sobre o falecimento de um dos criadores do heavy metal. Segundo Mike, morte de Ozzy Osbourne teve um impacto tão grande quanto a de John Lennon. “O impacto do falecimento dele foi enorme. Não sei se já senti uma perda como esta! Foi tão grande quanto a de John Lennon ou algo assim. Obviamente, no nosso mundo, no mundo do metal, você tem perdas como a de Ronnie James Dio ou Lemmy ou Eddie Van Halen, que foram enormes. Mas isto tem sido um nível totalmente diferente de mainstream. Ele transcende o metal, ele transcende até o rock, ele transcende a música. Ele é uma figura da cultura pop. Isso é um grande feito”. Portnoy completou: “Depois que ele morreu, eu ouvi a discografia completa dele no Black Sabbath. Depois ouvi todo o seu catálogo solo. Foi uma viagem musical e tanto. Maravilhoso! Sua morte foi uma grande perda para a música”. Nos últimos anos, o cantor britânico vinha travando uma batalha contra o Parkinson, doença que causa tremores, rigidez nas articulações, dores musculares, dificuldade de mobilidade, fala e escrita, entre outros obstáculos. Para piorar, o Madman sofreu uma queda em casa em 2019, o que deslocou as hastes de metal em seu pescoço e costas colocados após um grave acidente de quadriciclo em 2003. Com isso, passou por uma cirurgia para remediar os danos no eixo central do corpo, mas só piorou a sua situação. Via: RockBizz

Styx segue promovendo o novo álbum Circling From Above com o clipe de Forgive
O veterano do classic rock e AOR Styx segue promovendo o novo álbum Circling From Above com o clipe de Forgive. O disco, que é o décimo oitavo registro de estúdio do grupo, está disponível nas versões em CD e vinil. Veja: Circling From Above se trata de um trabalho colaborativo dos sete integrantes da banda – a saber: James “JY” Young (vocal e guitarra), Tommy Shaw (guitarra e vocal), Chuck Panozzo (baixo), Todd Sucherman (bateria), Lawrence Gowan (teclado e vocal), Will Evankovich (guitarra e vocal) e Terry Gowan (baixo). Track listing de Circling From Above: 01. Circling From Above02. Build And Destroy03. Michigan04. King Of Love05. It’s Clear06. Forgive07. Everyone Raise A Glass08. Blue Eyed Raven09. She Knows10. Ease Your Mind11. The Things That You Said12. We Lost The Wheel Again13. Only You Can Decide Turnê O Styx está em turnê para relembrar alguns dos maiores clássicos do AOR. A primeira etapa da tour foi no comecinho deste ano, mas, como foi um sucesso de público e crítica, os caras estão repetindo a dose até o começo de dezembro pelos Estados Unidos. Via: RockBizz

Black Sabbath copiou a cantora Vanusa em Sabbath Bloody Sabbath, segundo Guilherme Isnard (Zero)
Recentemente, o vocalista do Zero, Guilherme Isnard, concedeu uma entrevista ao canal Amplifica, que tem apresentação do guitarrista do Angra, Rafael Bittencourt. Em certo momento da conversa, Guilherme afirmou que o Black Sabbath copiou a cantora Vanusa em Sabbath Bloody Sabbath. É importante esclarecer que a ideia do suposto plágio se baseia na semelhança entre What To do? e Sabbath, Bloody Sabbath. Contudo, a própria Vanusa, durante entrevista ao site Plus55, em 2016, declarou que se tratava apenas de “uma coincidência musical”. “Eu ouvi pela primeira vez há uns dois anos e fiquei convencida de que eles não me copiaram, nem meus compositores os copiaram”, falou a cantora. Já Guilherme disse o seguinte: “Os caras chuparam a Vanusa em Sabbath Bloody Sabbath. É o mesmo riff, o disco dela é anterior [a Sabbath Bloody Sabbath] e a gravadora é a mesma. Era a única música em inglês do disco dela. O Tony [Iommi – guitarra] falou que eles estavam em uma puta crise criativa nesse disco”. “E como era da mesma gravadora e era a única música em inglês, o cara pode ter tentado ver se a música pegava e tal. O Deep Purple também tem umas trinta músicas chupadas da música clássica”, complementou o músico. Veja a fala completa de Guilherme Isnard aqui: Ouça What To do? e Sabbath, Bloody Sabbath para conferir as semelhanças entre as canções: Via: RockBizz

Bruce Dickinson promete tocar Revelations do Iron Maiden em seu show solo no The Town
O heavy metal estará muito bem representado na segunda edição do The Town, pois contará com a presença do eterno air-raid siren, Bruce Dickinson. O cantor britânico, ao lado de Capital Inicial, CPM 22, Supla & Inocentes, Green Day, Sex Pistols, Iggy Pop e Pitty, farão a festa no Dia do Rock nos palcos Skyline e The One. Em recente entrevista ao canal Charlie Kendall’s Metalshop, Bruce Dickinson prometeu tocar Revelations do Iron Maiden em seu show solo no The Town. É importante lembrar que a canção está no quarto álbum da Donzela de Ferro, Piece Of Mind, de 1983, e foi inteiramente composta pelo vocalista. “Estou indo para a América do Sul nesta turnê apenas para um show! É o 40º aniversário da minha estreia no Rock in Rio, e há um grande festival em São Paulo chamado The Town. É um festival enorme e vou fazer um show nele”. “Vou tocar uma das minhas músicas do Maiden, porque, obviamente, compus algumas delas completamente sozinho. As pessoas perguntam: ‘Quem compôs as partes de guitarra de Revelations’? Eu pergunto: ‘Sabe aquela parte que diz quem compôs a música? Viu o nome de mais alguém ali’? Eles respondem: ‘Eu não sabia que você tocava guitarra’. Enfim, eu costumava tocar guitarra com o Maiden por 10 segundos no palco, mas acho que os manés nunca a conectaram no amplificador”, arrematou Dickinson em tom de deboche e aos risos. Assista a entrevista na íntegra aqui: Curta Revelations neste outro tocador logo abaixo: Via: RockBizz

Saiba qual é a música que rendeu um problemão a Ozzy Osbourne nos anos 80 e como ele saiu da enrascada
Nos anos 1980, o rock n’ roll era o inimigo número dos cidadãos de bem, que não queriam que a música do Diabo corrompesse seus pimpolhos e a malha social de suas vidas pseudos ilibadas. Com isso, os problemas que estouravam na sociedade logo eram depositados na conta do rock. Em 1984, John McCollum, na época com 19 anos, estava supostamente ouvindo Suicide Solution, canção de Ozzy Osbourne, quando cometeu suicídio com uma pistola calibre .22. Em outubro de 1985, os pais do jovem entraram com uma ação contra o Madman e contra as gravadoras Jet e CBS Records. No processo, eles alegavam que as três partes agiram de forma irresponsável, pois lançaram uma canção com apologia ao suicídio. McCollum, no entanto, era alcoólatra e estava passando por problemas emocionais. Mas, de acordo com os pais de John, a música foi agente de incentivo a tal extrema ação de tirar a própria vida. A canção, porém, foi composta com um alerta aos perigos do álcool. Em 07 de agosto de 1986, o Juiz John Cole rejeitou uma ação judicial que alegava que Ozzy Osbourne e as gravadoras eram responsáveis pela tragédia. Cole afirmou em sua sentença que as “letras musicais e poesias não podem ser interpretadas como um chamado à ação pela razão elementar de que simplesmente não foram concebidas e não devem ser lidas literalmente”. O Juiz da Corte Superior ainda destacou que as “pessoas razoáveis entendem letras musicais e convenções poéticas como as expressões figurativas que são”. Ele ainda acrescentou: “Temos que analisar atentamente a Primeira Emenda norte-americana e o efeito intimidador que teria se essas palavras fossem responsabilizadas. E mesmo que Osbourne tivesse a intenção de expressar que o suicídio era preferível aos rigores da vida cotidiana, ele tinha o direito constitucional de fazer tal declaração”. O Príncipe das Trevas e os selos Jet e CBS Records foram absolvidos das acusações e o caso foi encerrado uma vez por todas. Via: RockBizz

Tommy Johansson faz homenagem a Ozzy Osbourne com versão de Mama, I’m Coming Home
Tommy Johansson, multi-instrumentista e ex-guitarrista do Sabaton, fez homenagem a Ozzy Osbourne com versão de Mama, I’m Coming Home. O conteúdo teve a participação da cantora Kristin Starkey (Temperence e Twilight Force). Infelizmente, o Príncipe das Trevas faleceu no dia 22 de julho, devido um ataque cardíaco. A morte do cantor foi cerca de duas semanas depois de fazer seu último show, que levou o nome Back to the Beginning e teve a presença da nata do rock e metal como Metallica, Guns N’ Roses, Pantera, Slayer e mais. Anteriormente, Tommy fez uma performance de Crazy Train, hit presente no primeiro álbum do Madman, Blizzard of Ozz, de 1980. Veja: Além de seu canal no YouTube, Tommy Johansson se empenha em criar material para sua banda, Majestica, que lançou seu novo disco, Power Train, no dia 07 de fevereiro de 2025 pela Nuclear Blast. Power Train, que está disponível em CD, vinil colorido e digital (download e streaming), teve a produção da própria banda, mixagem de Jonas Kjellgren e arte da capa de Jan Yrlund/Darkgrove. Via: RockBizz

Bad Omens entra no mundo da fantasia sombria e sobrenatural no clipe de Specter
O Bad Omens entrou no mundo da fantasia sombria com o clipe de Specter. O audiovisual, que contou com a produção de Noah Sebastian e Nico, também explorou temas de perda, traição e sobrenatural. O vídeo possui a participação do ator Ryan Hurst (Sons Of Anarchy e Remember The Titans). É importante destacar que Specter é o primeiro trabalho de estúdio do Bad Omens desde o lançamento do álbum The Death Of Peace Of Mind, de 2022. Assista o vídeo no tocador abaixo: O conjunto vem colhendo os bons frutos de seu trabalho duro, com participações em festivais importantes como Summerfest, Welcome To Rockville, Rock Fest, Louder Than Life e Aftershock. Conheça o passo a passo do grupo em suas redes sociais. Via: RockBizz

“Quando Andre Matos morreu, eu fiquei muito mal”, afirma Rafael Bittencourt (Angra)
Em recente roda de conversa no canal Amplifica com Bruno Sutter, Yohan Kisser e Elis Regina Cornejo, o guitarrista do Angra, Rafael Bittencourt, falou sobre o quanto a morte do cantor Andre Matos o afetou. Cabe lembrar que os músicos trabalharam juntos na década de 1990, quando colocaram juntos no mercado os álbuns Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Fireworks (1998). A relação entre eles, no entanto, não era das mais positivas. Havia uma grande tensão entre Andre e Rafael. Além disso, a comunicação para colocar todos os problemas em pratos limpos não era uma facilidade para os artistas, portanto, a relação entre eles foi bastante tensa. Apesar de tudo, Bittencourt ressaltou que lidar com o falecimento de Matos em 2019 foi bastante difícil por conta do que ele representou em sua vida. “Quando Andre Matos morreu, eu fiquei muito mal! A pessoa pode deixar de fazer parte de sua vida, mas ela está em uma parte estrutural na sua vida. O Andre foi uma inspiração desde o Viper; depois foi um parceiro e amigo. Depois as coisas mudaram, mas é um bloco muito grande de sua história, da sua existência”. Eis a fala completa de Rafael Bittencourt no player abaixo: Via: RockBizz

Chamam o Black Sabbath de heavy metal, mas é uma banda de blues, analisa Ted Nugent
Em vídeo compartilhado em seu canal no YouTube, Ted Nugent analisou o estilo do Black Sabbath e Ozzy Osbourne. De acordo com o músico, as pessoas chamam de heavy metal, mas se trata de um blues bem pesado e bem mais denso do que normalmente se toca. “Chamam o Black Sabbath de heavy metal, mas é basicamente blues! Ozzy Osbourne sempre falou que era louco pelo espírito, energia, autoridade e musicalidade do The Beatles. E o som do The Beatles vinha de caras como Howlin’ Wolf, Muddy Waters, Mose Allison, Lightnin’ Hopkins, Jimmy Reed, B.B. King, Albert King, Freddie King e muitos outros. Mas agradeço Ozzy por enriquecer a vida do mundo, a vida de todos nós, com sua música incrível, mesmo com o nome de heavy metal, mas que era basicamente um rhythm and blues mais pesado e denso. Ele tinha um senso incrível e peculiar de melodia, fraseado e cadência”. Nugent acrescentou: Ele criou seu próprio estilo e seu próprio gênero. Ele era o Deus do heavy metal. Nós devemos esse estilo a Ozzy. Foi traumático e de partir o coração saber de seu falecimento. Mas sua música é muto influente e muito profunda. Sua memória e sua música nunca desaparecerá”. Eis a fala completa de Ted Nugent aqui: Via: RockBizz

Halestorm presta homenagem à bissexualidade com a música Like A Woman Can
O Halestorm prestou uma homenagem à bissexualidade com a música Like A Woman Can. A canção estará no repertório do álbum Everest, que será o sexto registro de estúdio da banda norte-americana, o qual chegará às lojas no dia 08 de agosto pela Atlantic Records. Veja o clipe de Like A Woman Can aqui: Sobre o álbum, a frontwoman Lzzy Hale falou: “Nosso álbum Everest é uma história da nossa jornada como banda, repleta de belos finais e novos começos. Nós tecemos uma teia emaranhada de melancolia, frustração, raiva e o vasto purgatório do amor e do amor perdido. É uma montanha-russa de desvios musicais épicos, ótimas composições e reviravoltas completamente descontroladas. Everest é uma representação auditiva dos quatro pilares do Halestorm. Bem-vindos ao nosso mundo”. Além da vocalista e guitarrista Lzzy Hale, o Halestorm conta com os trabalhos de Arejay Hale (bateria), Joe Hottinger (guitarra) e Josh Smith (baixo). Foi este time, que ao lado do produtor Dave Cobb (Brandi Carlile, Chris Stapleton, Jason Isbell), que deu vida a Everest. Track listing de Everest: 01. Fallen Star02. Everest03. Shiver04. Like A Woman Can05. Rain Your Blood On Me06. Darkness Always Wins07. Gather The Lambs08. WATCH OUT!09. Broken Doll10. K-I-L-L-I-N-G11. I Gave You Everything12. How Will You Remember Me? Via: RockBizz

Sharon Osbourne ataca imprensa que distorce suas informações sobre arrecadação do Back To The Beginning: “É ridículo”
Sharon Osbourne atacou a imprensa que distorce suas informações sobre arrecadação do Back To The Beginning. De acordo com a empresária, é ridículo a informação de que o evento levantou 190 milhões de dólares. Vale lembrar que Tom Morello, diretor musical do festival, compartilhou uma publicação em sua conta oficial no Instagram afirmando que a festa metal faturou aproximadamente 190 milhões de dólares, os quais seriam doados para instituições de caridade. Contudo, em uma entrevista a Pollstar, cinco dias antes da morte de Ozzy, Sharon informou que esse valor de 190 milhões de dólares está altamente impreciso. “Uma das coisas que me assustam é toda essa imprensa falsa sobre como ganhamos 140 milhões de dólares e tudo mais. Meu Deus, quem me dera que a gente tivesse feito esse valor em apenas um show. Essas histórias são simplesmente ridículas. Entrei na internet na manhã seguinte e vi que estavam falando sobre todos esses valores”. Sharon acrescentou: “Leva muito tempo para chegar ao número final, porque cobrimos as despesas de todas as bandas que tivemos no show. Portanto, levará umas boas seis semanas para chegar ao número final”. “Mas foi um evento fenomenal. Foi a primeira vez que alguém se aposentou e fez isso, com o show sendo transmitido e doado para a caridade. Foi a primeira vez que alguém disse adeus assim. É a maneira perfeita de dar adeus, quando se tem uma carreira tão longa. Eu nunca quis que o Ozzy simplesmente desaparecesse sem um grande evento”, concluiu a viúva de Ozzy Osbourne. O Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira em 05 de julho, no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Por si só o evento, que se chamou Back To The Beginning, foi um marco para a cena heavy metal. Contudo, ele ficou ainda mais especial porque foi último show da vida de Ozzy Osbourne. O cantor faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. Via: RockBizz

Bruce Dickinson vai iniciar gravação de novo álbum solo em janeiro de 2026
O eterno frontman do Iron Maiden, Bruce Dickinson, vai iniciar gravação de seu novo álbum solo em janeiro de 2026. O disco, que será o oitavo registro solo do cantor, terá a responsabilidade de ser o sucessor The Mandrake Project, que saiu em março de 2024 pela BMG. “Entraremos em estúdio em janeiro do ano que vem para gravar o álbum com Brendan Duffey, que remixou Balls To Picasso e fez um trabalho incrível”, disse Bruce em entrevista ao Charlie Kendall’s Metalshop. “A ideia é entrar em estúdio com ele em janeiro e lançar o álbum em 2027”, contou o rock star em tom bem positivo. “A banda incrível que vai gravar o novo disco comigo será a mesma banda que fez turnê pela Europa comigo. Será a mesma banda que fará turnê comigo em 2027, quando lançarmos o novo disco. Ou pelo menos essa é a ideia, lançar um novo disco em 2027”, explicou Dickinson. Veja o bate-papo na íntegra no player a seguir: E por falar no Air-Raid Siren, ele lançou no final de julho o trabalho More Balls To Picasso. Como o nome já entrega, a obra é a nova versão do segundo full length solo do cantor britânico, o qual saiu originalmente no dia 03 de junho de 1994. More Balls To Picasso está disponível em formatos como CD, CD + adesivo, CD + vinil, vinil duplo e digital (download e streaming). Track listing de More Balls To Picasso: 01. Cyclops02. Hell No03. Gods Of War04. 1000 Points Of Light05. Laughing In The Hiding Bush06. Change Of Heart07. Shoot All The Clowns08. Fire09. Sacred Cowboys10. Tears Of The Dragon11. Gods Of War (live in the studio)*12. Shoot All The Clowns (live in the studio)* *Faixa inédita Via: RockBizz