Resenhas

Angra encerra atividades por tempo indeterminado: “Não é um adeus, é um até breve”
Após uma extensa maratona de shows que percorreu o mundo entre janeiro de 2024 e agosto de 2025, o Angra encerrou as atividades por tempo indeterminado. O último show aconteceu no domingo, 03, em São Paulo, com casa cheia. Em nota publicada nas redes sociais, a banda comunicou que esse é o momento de uma pausa necessária – ou como definiram poeticamente, um interlude. “Vamos sentir saudades dos palcos com certeza, já que estamos há 13 anos sem parar, e precisamos desse tempo de descanso. Mas já estamos imaginando quais podem ser as próximas aventuras para curtir com vocês”, escreveram Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli, Fabio Lione, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde A turnê internacional passou por mais de vinte países na América do Norte, América Latina, Europa e Ásia, com destaques como o cruzeiro 70.000 Tons of Metal, datas esgotadas no Japão e uma extensa agenda no Brasil. Ao todo, foram 98 shows que reafirmaram a força e relevância do Angra como um dos pilares do metal brasileiro no cenário mundial. O ciclo recente foi marcado por três momentos distintos: a turnê do novo álbum Cycles of Pain, apresentações dedicadas a Temple of Shadows e uma série de shows acústicos. Três faces diferentes de uma mesma essência, que agora se recolhe para respirar, mas deixa a certeza de que o reencontro acontecerá. Via: RockBizz

Paulo Ricardo vai celebrar 40 anos de carreira com show no Rio de Janeiro
O cantor Paulo Ricardo vai celebrar 40 anos de carreira com show no Rio de Janeiro! O espetáculo irá rolar nesta sexta-feira, dia 08 de agosto, no Qualistage, e promete grandes emoções. Com superprodução de palco e um repertório que atravessa décadas, estilos e gerações, o espetáculo é uma verdadeira viagem conduzida por um artista que ajudou a moldar a cena nacional com sua voz inconfundível, presença de palco arrebatadora e versatilidade criativa. O evento ainda contará com participação especial de Arnaldo Brandão, do Hanoi Hanoi. O setlist passa por diferentes fases da carreira: dos anos 1980 à frente do revolucionário RPM, com sucessos como Louras Geladas e Alvorada Voraz, até os hits mais recentes, como O Verso, parceria com Rogério Flausino, do Jota Quest. Também ganham destaque releituras sofisticadas como Chega de Saudade, além de faixas marcantes da televisão brasileira, como Sonho Lindo e a versão de Imagine, de John Lennon, autorizada por Yoko Ono. E, claro, o hino Vida Real, tema do Big Brother Brasil, que em 2025 completa 25 edições. Para os fãs das antigas, o show ainda reserva sons Quatro Coiotes e Só Me Fez Bem. Uma celebração da música brasileira feita por um artista que sempre soube se reinventar sem perder a essência, transitando com naturalidade entre pop, rock, MPB e a música romântica. Agenda de Paulo Ricardo ainda terão as seguintes datas: Agosto14 – Belém – PA | Mangueirão Outubro24 – São José dos Campos | Farma Conde Arena31 – Brasília – DF | Centro de Convenções Ulysses Guimarães Novembro01 – Curitiba – PR | Teatro Positivo07 – Porto Alegre – RS | Teatro Bourbon Country15 – Londrina – PR Dezembro05 – São Paulo – SP | Vibra São Paulo19 – Belo Horizonte – MG | Befly Minascentro Via: RockBizz

Paradise Inc. lança nova versão da música Time
O Paradise Inc. lançou a nova versão da música Time, faixa-título do álbum que marcou sua estreia em 2011. A regravação traz os vocais de Ivan Martins e o baixo de Renato, refletindo a identidade atual da banda e conectando duas eras distintas de sua trajetória. A escolha de revisitar Time não é casual. A música encapsula a filosofia da banda sobre consciência temporal e amadurecimento artístico, temas que ressoam com o atual momento do grupo. “Regravar Time neste momento é quase poético. A música fala sobre fazer escolhas conscientes e valorizar cada momento, e aqui estamos nós, treze anos depois, fazendo exatamente isso. É como se estivéssemos respondendo à nossa versão mais jovem com a sabedoria que o tempo nos trouxe”, comentou Ivan Martins. A nova versão teve produção de Rodrigo Oliveira no Dharma Studios, mesmo local das recentes criações da banda. Rodrigo, conhecido por trabalhar com Korzus e Dr. Sin, criou uma produção contemporânea que preserva o DNA original enquanto incorpora a sofisticação sonora atual da banda. “O desafio era manter a alma da música intacta enquanto permitíamos que ela respirasse com nossa nova identidade sonora. Não queríamos replicar o que fizemos em 2011, mas mostrar como nossa interpretação evoluiu”, explicou Marcos Peres. Curta o lyric video de Time no player abaixo: Via: RockBizz

Falta menos de um mês para a abertura dos portões da segunda edição do The Town
Falta menos de um mês para a abertura dos portões da segunda edição do The Town! Nos dias 06, 07, 12, 13 e 14 de setembro, a Cidade da Música voltará a ganhar vida no Autódromo de Interlagos. O evento já está sendo transformado para proporcionar dias inesquecíveis para os fãs que viverão a magia do maior festival de música, cultura e arte de São Paulo. Serão cinco dias de celebração intensa, com mais de 500 artistas espalhados por cinco palcos, mais de 100 shows confirmados e 14 horas diárias de festa. Tudo isso em uma estrutura grandiosa, preparada nos mínimos detalhes para proporcionar ao público experiências únicas. Em uma área total de 460 mil m², equivalente a 70 campos de futebol, que engloba público e operação, a Cidade da Música já começa a tomar forma. O The Town conta em sua estrutura com 16 mil m² de grama sintética, 771 containers, 2.261,50 m² de painéis de LED – mais que o dobro utilizado na primeira edição – e impressionantes 150 quilômetros de fios elétricos, o suficiente para cobrir a distância entre o Autódromo de Interlagos e o estado de Minas Gerais. Para garantir conforto, o festival contará com oito ilhas de banheiros, totalizando 288 mictórios e 774 cabines, além de cinco ilhas de hidratação, cada uma com dois containers e 28 pontos de água, somando 140 pontos em toda a Cidade da Música. Recebendo quatro shows por dia de grandes artistas nacionais e internacionais da música, o gigante Skyline, que mantém o lugar da edição anterior, já chama atenção por si só com sua cenografia inspirada nos arranha-céus de São Paulo, composta por 15 edifícios icônicos da cidade, feitos com chassis metálicos e acabamento em ACM aço escovado e policarbonato. Com 90m de largura por 40m de altura, o palco chega ainda mais robusto em 2025, com impressionantes 546m² de LED – 300 m² a mais do que a quantidade utilizada na primeira edição. A estrutura total soma 440 toneladas, sendo 21,7 toneladas apenas de cenografia. O Skyline será o ponto de encontro dos nomes mais esperados do festival, como Travis Scott, Green Day, Backstreet Boys, Mariah Carey e Katy Perry, que lideram a lista de headliners da segunda edição. Saiba mais aqui sobre o festival que já está fazendo história no roteiro cultural de São Paulo. Via: RockBizz

No primeiro capítulo de sua carreira, Ozzy era o satanista mordedor de morcegos; era o Diabo encarnado, reflete Phil Soussan
Em meados dos anos 1980, o baixista Phil Soussan entrou para a história do rock n’ roll ao firmar parceria com o Príncipe das Trevas, entretanto, a união durou apenas um disco, o The Ultimate Sin. Ele teve a coautoria do hit Shot in the Dark, primeiro single do quarto álbum do comedor de morcego, que saiu em 20 de janeiro de 1986. Portanto, em certa medida, Phil conheceu a carreira do Madman. Em entrevista ao podcast Talk Is Jericho, o músico pontuou que no primeiro capítulo da carreira de Ozzy, ele era o satanista mordedor de morcegos. Ele ainda ressaltou que ele era o Diabo encarnado para o povo norte-americano. “Vejo a carreira de Ozzy dividida em três capítulos! Primeiro, ele era o satanista mordedor de morcegos do movimento underground do heavy metal. Todo mundo estava convencido de que ele era o Diabo encarnado aqui nos EUA. Ele provavelmente não era tão famoso quanto você imaginaria na Reino Unido naquela época. Acho que ele era bem underground. O Black Sabbath sempre foi underground. Eles sempre estiveram lá, mas o metal tem essa tendência de ir para o underground e depois vir à tona e ir para o underground”. Soussan continuou: “Segundo, acho que rolou quando ele se tornou um nome conhecido. Acho que isso aconteceu com o The Ultimate Sin e o hit Shot In The Dark. Foi seu primeiro sucesso comercial. A gente ficou nas paradas da MTV. Estávamos em todas as rádios! Isso realmente transformou Ozzy Osbourne em um nome familiar, em um nome comercial e reconhecido”. “A terceira parte foi quando ele revisitou quem era no Black Sabbath e nos seus primeiros anos, mas com a artilharia adicional dos sucessos comerciais. Isso começou a influenciar todas essas bandas. Há muitas bandas que têm ligação com a música dele. É por isso que as pessoas vão se lembrar dele. Essas bandas vão continuar existindo por muito, muito tempo, então, vão proteger o legado dele por muito tempo no futuro. Mas em um sentido simples, a sua carreira foi uma verdadeira montanha-russa”, concluiu Phil. Assista o bate-papo na íntegra com Phil Soussan aqui: Via: RockBizz

Gibson The Grail caiu de caminhão e foi parar em loja de penhores, conta Zakk Wylde
O viking das seis cordas Zakk Wylde ganhou fama mundial com a fiel escudeira Gibson Les Paul The Grail. É aquela guitarra super famosa cujo acabamento em preto e branco lembra um alvo, por isso recebeu o apelido de bullseye. O instrumento serviu de ferramenta para Wylde criar sons do álbum No Rest For Thhe Wicked, quinto registro de estúdio de Ozzy Osbourne. Contudo, a guitarra, em um deslocamento malsucedido, caiu do caminhão e foi parar em loja de penhores. Em conversa com a revista Guitar World, Zakk contou o drama de ter perdido a guitarra. “Por volta do ano 2000, ela caiu do nosso caminhão de equipamentos. Ela estava em um daqueles cases resistentes, então sobreviveu a queda na estrada”. “Ela foi parar numa loja de penhores. Alguém a comprou e percebeu que era minha! Cerca de três anos depois de eu tê-la perdido, a pessoa entrou em contato comigo e a vendeu de volta para mim”, comemorou o músico. Veja a Gibson The Grail em ação nos vídeos de Miracle Man, Breaking All The Rules e Crazy Babies: Via: RockBizz

Metallica vai fazer show intimista para 250 fãs sortudos em Nova Iorque
O Metallica está acostumado a tocar em estádios todas as noites para mais de cinquenta mil pessoas! No entanto, a banda fará uma apresentação pequena no dia 29 de agosto! Isso mesmo, o Metallica vai fazer show para 250 fãs sortudos em Nova Iorque. A apresentação será em comemoração ao lançamento de seu novo canal na rádio SiriusXM. que levará o nome de Maximum Metallica. O baterista Lars Ulrich revelou a novidade durante uma entrevista a Howard Stern nesta quarta-feira, dia 6 de agosto. Ele disse que a banda tocará no Stephen Talkhouse em Amagansett, Nova Iorque, em 28 de agosto, para apenas 250 fãs. Após o show intimista na capital do planeta, o Metallica irá retomar os compromissos da M72 World Tour no dia primeiro de novembro com uma perna pela Austrália. A turnê também passará pela Nova Zelândia. Saiba o itinerário do quarteto aqui. Via: RockBizz

Helloween desmente boatos sobre a demissão de Roland Grapow
Há algum tempo circula nas redes sociais e fóruns o rumor de que Roland Grapow traiu a confiança dos ex-colegas de trabalho ao roubar dinheiro do Helloween. Muitas pessoas veem batendo na tecla de que isso foi o motivo principal que levou o guitarrista a ser expulso da banda. No entanto, a verdade, segundo o grupo, é outra. Nesta quarta-feira, dia 06 de agosto, em sua conta oficial no Instagram, o Helloween desmentiu os boatos sobre a demissão de Roland Grapow. A nota da banda informou: “Recentemente, Roland Grapow foi mencionado em algumas entrevistas em um contexto incorreto. Nós gostaríamos de esclarecer! O Helloween não tem nenhuma acusação contra Roland. Roland foi demitido da banda em 2001 por conta de diferenças musicais e pessoais. No entanto, a separação foi amistosa”. Grapow chegou no Helloween com a responsabilidade de ser o substituto do membro original Kai Hansen. Nos primeiros anos com as abóboras alemãs, o guitarrista assinou trabalhos como Pink Bubbles Go Ape (1991) e Chameleon (1993), que pouco movimentaram as bases de fãs. As coisas mudaram para melhor quando obras como Master of the Rings (1994), The Time of the Oath (1996) e Better Than Raw (1998) chegaram ao mercado, contudo, depois da tour de The Dark Ride(2000), a relação com os companheiros de banda azedou, o que o levou a deixar o Helloween, em 2001. Via: RockBizz

Battle Beast divulga videoclipe da nova música Here We Are
O Battle Beast divulgou o videoclipe da nova música Here We Are! Com este novo single, a banda anunciou oficialmente o lançamento de seu sétimo álbum de estúdio, Steelbound, que sairá no dia 17 de outubro de 2025 pela Nuclear Blast. De acordo com a banda, Here We Are é um hino audacioso e sem desculpas sobre resistência e união. É um som com riffs trovejantes, vocais poderosos e ganchos contagiantes, o qual captura o espírito de superar adversidades e permanecer forte em conjunto. O guitarrista Joona Björkroth explicou: “Here We Are captura aquele momento após a tempestade ter passado, no qual você enfrentou desafios, foi testado e, de alguma forma, saiu do outro lado um pouco mais forte, um pouco mais sábio e talvez um pouco mais centrado. As coisas podem não ter corrido perfeitamente, mas você resistiu. A canção é uma homenagem à resistência e perseverança em permanecer de pé exatamente como você é, nem mais, nem menos”. A cantora Noora Louhimo acrescentou: “Todos nós já estivemos nas profundezas! Cada um de nós e todos nós juntos. Ainda assim, sempre nos levantamos, mesmo que machucados e ensanguentados. E aqui estamos ainda mais fortes do que nunca. Não importa quão difícil seja a jornada, sempre somos mais fortes quando a enfrentamos juntos”. Curta o vídeo de Here We Are no player a seguir: Além de Noora Louhimo e Joona Björkroth, o Battle Beast conta em sua formação com Eero Sipilä (baixo), Juuso Soinio (guitarra), Janne Björkroth (teclado) e Pyry Vikki (bateria). Via: RockBizz

Terry Reid, vocalista convidado a se juntar ao Led Zeppelin e Deep Purple, morre aos 75 anos
Terry Reid, vocalista convidado a se juntar ao Led Zeppelin e Deep Purple, morreu aos 75 anos. A notícia foi confirmada por sua gravadora, Cleopatra Records, uma semana após o lançamento de uma campanha de financiamento coletivo para ajudar a pagar as despesas médicas de Reid enquanto ele lutava contra o câncer. O comunicado diz: “A Cleopatra Records lamenta a morte de Terry Reid, um dos maiores vocalistas da década de 1960 e também um grande amigo da gravadora”. E acrescenta: “Embora Terry seja provavelmente mais lembrado pelas coisas que não fez – se juntar ao Led Zeppelin e ao Deep Purple, por exemplo, apesar de ter sido convidado – a carreira que ele seguiu teve muitos destaques, e ficamos muito felizes quando Terry se juntou à família Cleopatra, participando de tributos ao Pink Floyd, Badfinger, The Beatles e The Who, e soando tão fenomenal em seus últimos anos quanto em sua juventude”. Terry Reid nasceu em 1949 na vila de Little Paxton, em Cambridgeshire. Ele ganhou destaque no início da década de 1960, quando, aos 17 anos, um prodígio vocal, sua primeira banda, Peter Jay and the Jaywalkers abriram para os Rolling Stones, Ike & Tina Turner e The Yardbirds em sua turnê de 1966 pelo Reino Unido. Contratado pelo produtor/empresário Mickie Most, ele lançou seu primeiro álbum solo, Bang Bang, You’re Terry Reid, em 1968. Apesar de excursionar com Cream, Fleetwood Mac, Jethro Tull e outros, a carreira solo de Reid não prosperou, e é possível que ele injustamente entre para a história como “o homem que recusou o Led Zeppelin”, uma descrição que não conta totalmente a verdade da história. “Eu era muito amigo de Keith Richards, dos Rolling Stones”, disse Reid à Classic Rock. “Keith me convidou para abrir para os Stones nos Estados Unidos, mas logo depois Jimmy [Page] quis que eu me juntasse à sua nova banda [New Yardbirds]. “Eu estava dividido. No fim, coloquei a bola na quadra do Jimmy. Eu disse: ‘É melhor você falar com o Keith e dizer a ele que eu não vou’. Mas o Jimmy engoliu a seco. Ele disse: ‘Não vou deixar ele me dar um tiro na perna’. Mesmo assim, Keith tinha uma reputação. Então acabei indo para os Estados Unidos com os Stones. Cheguei a tocar com eles em Altamont”. Reid, no entanto, recomendou Robert Plant e John Bonham para Page depois de dividirem o palco com a banda pré-Zeppelin, The Band Of Joy, em várias ocasiões. Embora a carreira solo de Reid nunca tenha alcançado o auge de nenhuma das bandas, ele permaneceu ativo e produziu dois álbuns clássicos: River, de 1973, e Seed Of Memory, de 1976. Via: RockBizz

Metallica: Black Album completa 800 semanas nas paradas de sucesso
O famoso Black Album, mega clássico do Metallica, completou 800 semanas nas paradas de sucesso – Billboard 200. Com o seu relançamento em 2021, o disco chegou a ficar em primeiro lugar por quatro semanas consecutivas. A obra musical até bateu os trabalhos das atuais divas do pop. Agora, de acordo com o Chart Data, o álbum, que é o quinto registro de estúdio do grupo, se tornou o quarto disco da história a permanecer tanto tempo na parada. Nas três primeiras colocações estão The Dark Side of the Moon (1973), do Pink Floyd; Legend (1984), de Bob Marley and The Wailers, e Greatest Hits (1988), do Journey. Metallica’s ‘Metallica’ has now spent 800 weeks on the Billboard 200. It’s the fourth album in history to reach this milestone. pic.twitter.com/JsPc3IcEan — chart data (@chartdata) August 4, 2025 Ao som de hits como Enter Sandman, The Unforgiven, Nothing Else Matters, Wherever I May Roam e Sad But True, Black Album, cujo o verdadeiro nome é Metallica, já bateu a marca de trinta milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Até os dias de hoje, as canções do trabalho são os principais momentos nos shows de James Hetfield (vocal e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo). Curta alguns dos clássicos nos players abaixo. Via: RockBizz

Candice Night cita os problemas de saúde que estão complicando a vida de Ritchie Blackmore
Ritchie Blackmore, 80, é um dos maiores nomes da guitarra elétrica e do rock n’ roll. Mesmo tendo o foco na música renascentista e no folk nas últimas décadas, o britânico criou alguns dos riffs mais famosos da música pesada, o que serviu de inspiração para muita gente pegar um instrumento musical e ir para a luta. Nos últimos tempos, Blackmore, entretanto, vem lidando com alguns problemas de saúde que estão deixando sua vida bastante complicada. Em nova entrevista ao podcast Iron City Rocks, Candice Night, que é a esposa do roqueiro, citou os problemas de saúde de Ritchie Blackmore. “Ele tem três problemas de saúde! Ele tem um problema cardíaco. Teve um infarto há alguns anos, então estamos monitorando isso. Ele tem gota, o que bastante difícil. Este problema está afetando muito os pés dele. Isso está começando a prejudicar sua mobilidade. As suas costas também sempre foram um problema. Ele não tomou nenhuma injeção nas costas desde que teve o problema cardíaco. Então, tudo meio que está funcionando em conjunto. As coisas estão bem difíceis para ele”. Ouça o bate-papo completo no tocador abaixo: Via: RockBizz

As brincadeiras de Ozzy faziam todas as crianças chorarem, segundo Kelly Osbourne
Ozzy Osbourne era uma pessoa muito extrovertida e adorava uma zoeira! O Madman era do tipo que perdia o amigo, mas não perdia a piada. E isso também valia para sua família e amigos, pois ele adorava pregar peças em seus filhos e esposa. Um dos episódios mais pitorescos aconteceu no aniversário de três anos de Kelly, quando o cantor resolveu assustar todas as crianças da festa com sua máscara de lobisomem usada em Bark At The Moon. A moça contou a história no documentário As 9 Vidas de Ozzy Osbourne, de 2020. “Os nossos aniversários sempre eram motivos de drama, porque tínhamos medo do papai fazer alguma cena”, começou Jack. “Uma das minhas primeiras lembranças é de meu aniversário de três anos”, lembrou Kelly. “A minha mãe até gravou ele fazendo o que ele considerava ser engraçado”, pontuou. “Meu pai trancou a gente na casinha de boneca e foi colocar a máscara de lobisomem que ele usou na capa e videoclipe de Bark At The Moon”. “A máscara era muito assustadora! Era uma máscara de lobo enorme, com presas afiadas e gigantes e luvas com garras”, destacou. “Ele ficava falando: ‘eu vou bufar, eu vou soprar e esta casa vou derrubar’. Todas as crianças choraram e tiveram que ser levadas para casa imediatamente. Jack, Aimee e eu achamos a coisa mais hilária que já vimos”, concluiu a filha caçula. Via: RockBizz

Filhos de Ozzy Osbourne, Jack e Aimee, não têm um bom relacionamento
Em seu segundo casamento, que foi com a empresária Sharon Arden, Ozzy Osbourne teve três filhos: Aimee (41 anos), Kelly (40 anos) e Jack (39 anos). Apesar dos esforços dos pais, a relação entre Aimee e Jack não é das melhores. O rapaz falou brevemente sobre o distanciamento que tem em relação à irmã em entrevista ao canal Disrespectfully. “Bem, quando o The Osbournes saiu, ela queria muito ser cantora como Fiona Apple e Mazzy Star”, contou Jack. “Quer ser um tipo meio obscuro, misterioso e melancólico! Mas como o nosso programa se tornou um grande sucesso, ela não queria ser vista como alguém que estava surfando a onda. Ela se manteve firme e passou a ter uma vida mais privada e obscura”. O filho caçula do Príncipe das Trevas acrescentou em tom direto “Nós não temos um bom relacionamento! E isso não é segredo”. Veja a longa entrevista na íntegra no player abaixo: Embora ficasse se estapeando com Kelly ao longo do reality show, Jack mantém atualmente uma relação bem amistosa com a irmã. Nas redes sociais, eles estão sempre compartilhando fotos juntos, com os pais e com os seus filhos. Via: RockBizz

Ron McGovney deseja feliz aniversário a James Hetfield e o cutuca afirmando que já pode aposentar
No último domingo, dia 03 de agosto, o frontman do Metallica, James Hetfield, completou 62 primaveras. O ex-baixista da banda, Ron McGovney, achou uma forma simples e bastante criativa de brincar com a idade do amigo. No X (antigo Twitter), Ron escreveu: “Feliz aniversário, James! Elegibilidade antecipada para a Previdência Social. Parabéns”. Nos Estados Unidos, o Social Security Administration (SSA) funciona de maneira bastante semelhante ao nosso INSS. Ou seja, os trabalhadores norte-americanos fazem contribuições mensais as quais são descontadas de seus salários. Isso lhes garantirão uma aposentadoria no futuro. Além do mais, lá na terra do Tio Sam a idade mínima para se aposentar é 62 anos, por isso a brincadeira e o post de McGovney se fez tão pertinente e rendeu muitas risadas dos internautas. Veja: Happy birthday James! Early Social Security eligibility. Congrats! — Ron McGovney (@RonMcGovney) August 3, 2025 Via: RockBizz

Black Sabbath colocou a mulherada para correr quando tocou sua canção homônima pela primeira vez
No final de 1969, o Black Sabbath, que ainda atendia pelo nome de Earth, estava prestes a mudar o curso da música contemporânea. Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) se juntaram e deram vida a sua primeira canção, Wicked World, que seguia uma linha mais jazz. A criação seguinte surgiu de uma “jam” entre Tony e Geezer, contudo, passava longe dos estilos em alta na época como rock, blues e jazz. Era uma música que soava de forma sombria e poderosa, mas, ao mesmo tempo, agradável e hipnotizante. Até aquele momento não havia título para o som. No dia 01 de agosto de 1969, o Earth se apresentou no The Old Pokey Hole Blues Club, que ficava na cidade de Lichfield, cerca de trinta de quilômetros de Birmingham. Nesse show, o quarteto resolveu apresentar a então canção novata. Em entrevista à revista Metal Hammer, Butler lembrou qual foi a reação do público quando ele e seus parças tocaram o petardo. “As pessoas estavam pedindo bebidas e outras coisas no bar, e nós pensamos: ‘Vamos tocar aquela música que acabamos de compor’. O lugar inteiro ficou tipo: ‘Que diabos é isso’? Foi uma loucura. A plateia pirou. Eu pensei: ‘Caramba, estamos no caminho certo’”. O saudoso Príncipe das Trevas, entretanto, contou uma história ligeiramente diferente em sua autobiografia, Eu Sou Ozzy, de 2009. “Não me lembro onde tocamos com o Black Sabbath pela primeira vez. Mas eu me lembro com certeza da reação da plateia: todas as garotas saíram correndo e gritando da casa de show. O objetivo de estar em uma banda é transar, e não fazer as garotas fugirem. Reclamei com os outros depois. Geezer falou que elas se acostumariam”. No bate-papo com a Metal Hammer, Geezer também lembrou de seu irmão mais velho contando sobre um filme de terror que ele tinha visto alguns anos antes, estrelado por Boris Karloff. O título? Black Sabbath. Não era perfeito apenas para uma música tão aterrorizante, era perfeito para a própria Earth. O resto, como dizem, é história. Via: RockBizz

Green Jellÿ demite integrante por debochar da morte de Ozzy Osbourne
A morte de Ozzy Osbourne foi como um golpe no coração de todas as pessoas que têm algum carinho pelo rock. Apesar disso, teve gente que fez piada com o falecimento do cantor como foi o caso de Michael “Fr33to F33t” Snyder, do Green Jellÿ. Logo após a morte de Ozzy, Michael publicou um meme em que continha uma imagem do cantor segurando uma placa com os dizeres “Um Dia Sóbrio”. O vocalista da banda, Bill Manspeaker, afirmou ter apagado a publicação assim que percebeu que ela estava online. Em uma postagem já apagada, segundo a Loudwire, a página oficial da banda no Facebook publicou uma longa declaração explicando a questão. “Eu permiti que um membro do Green Jellÿ controlasse minha página do grupo, no entanto, ele postou um vídeo extremamente grosseiro sobre a morte de Ozzy, que eu achei altamente ofensivo e imediatamente o removi. O cara perdeu a cabeça e imediatamente começou a me demonizar no Facebook. Isso passou do ponto de assédio incessante. Essa pessoa participa da minha banda há mais de 10 anos. Sendo meu melhor amigo, me pedindo para autografar uns vinte CDs para que ele pudesse vendê-los online. Ele talvez tenha feito 10 shows em 10 anos e nem conectava o baixo quando estava no palco. Ele só queria a selfie dele no palco. Tudo estava bem até o momento em que eu removi o meme de mau gosto dele sobre a morte do Ozzy”. Manspeaker acabou acusando Snyder de tentar “cancelá-lo”, o que resultou em comentários como “vergonha completa” e “nojento”. Via: RockBizz

Roger Daltrey acusa Zak Starkey de difamação de caráter após demiti-lo duas vezes do The Who
O clima está quente no rock n’ roll inglês! Roger Daltrey acusou Zak Starkey de difamação de caráter após demiti-lo duas vezes do The Who. É importante lembrar que em maio deste ano a banda anunciou que havia dado uma justa causa a Starkey pela segunda e última vez. O músico havia sido demitido algumas semanas antes, após um show do The Who no Royal Albert Hall, em Londres, no qual Daltrey reclamou no palco do volume da bateria de Starkey durante The Song Is Over. Desde então, os caras estão trocando farpas nas redes sociais e imprensa. O novo episódio da treta aconteceu durante entrevista de Roger ao jornal The Times. Na conversa, ele acusou Zak de difamação de caráter. “Foi uma espécie de difamação de caráter e foi incrivelmente perturbador”, alegou o cantor, que continuou explicando o começo da briga. “O som é controlado por um cara na lateral do palco! Tínhamos tanto subgrave no som da bateria que eu não conseguia me ouvir. Eu apontava para o bumbo e gritava com ele porque era como pilotar um avião sem ver o horizonte. Zak achou que eu estava brincando com ele, mas eu não estava. Foi só isso que aconteceu”. Roger completou: “Pete e eu mantemos o direito de ser o The Who. Todos os outros são apenas músicos de estúdio. Não se pode substituir Keith Moon. Queríamos diversificar e é tudo o que quero dizer sobre isso. Mas a resposta de Starkey foi devastadora para mim”. Atualmente, o The Who está em turnê com o baterista Scott Devours no lugar de Zak Starkey. Em meados deste mês, a banda fará um extenso giro pela América do Norte. Saiba o passo a passo da banda aqui. Via: RockBizz

Linkin Park mostra a versão ao vivo de The Emptiness Machine
O Linkin Park mostrou a versão ao vivo de The Emptiness Machine. O audiovisual, que teve a sua gravação no dia 28 de junho no Wembley Stadium, Londres, Inglaterra, contou com o coro de mais de cinquenta mil fãs que se acotovelaram para assistir a banda em sua nova forma. Veja: O Linkin Park, ícone do new metal, vai iniciar nesta semana a perna canadense da From Zero World Tour, que terá duas apresentações em Montreal e uma em Toronto. Depois disso, a banda irá para os Estados Unidos com shows até o final de setembro. E vale relembrar que o conjunto virá ao Brasil no mês de novembro para a realização de três concertos. A agenda brasileira é a seguinte: 05/11 em Curitiba, 08/11 em São Paulo e 11/11 em Brasília. From Zero Recentemente, o Linkin Park lançou a edição deluxe de From Zero. O trabalho traz três faixas inéditas, incluindo o novo single Let You Fade, um encerramento catártico marcado pelo dueto entre Mike Shinoda e Emily Armstrong, equilibrando peso e suavidade com a assinatura emocional da banda. Curta Let You Fade no tocador logo a seguir: Via: RockBizz

Limp Bizkit anuncia show único no Brasil em dezembro
“Welcome to the jungle, punk, take a look around. It’s Limp Bizkit…”, (Bem-vindo à selva, punk, dê uma olhada. É o Limp Bizkit…). O trecho de “My Generation” (2000) traduz a energia caótica e intensa das performances do grupo Limp Bizkit na LOSERVILLE TOUR 2025, projeto do frontman Fred Durst que passou pelos Estados Unidos e pela Europa nos últimos meses. Agora, a turnê, que tem participação de YUNGBLUD, 311, Ecca Vandal, Riff Raff e Slay Squad, finalmente ganha data única no Brasil no dia 20 de dezembro, no Allianz Parque, em São Paulo. Venda de ingressos a partir do dia 6 de agosto ao meio-dia no site da Eventim. Alçado à fama nos anos 2000 com bonés vermelhos, riffs pesados e refrões que uniam fúria e zoação, o Limp Bizkit se destacou como um dos nomes mais emblemáticos do nu metal ao mesclar rap, rock e uma atitude debochada que marcou gerações. A banda liderada por Fred Durst acumula mais de 40 milhões de discos vendidos e mantém a sua energia intacta na LOSERVILLE TOUR, que teve início em julho de 2024 e rapidamente se transformou em um fenômeno, reunindo multidões e esgotando ingressos nas apresentações que resgatam os maiores sucessos da banda, como “Break Stuff” (2000) e “Nookie” (1999), além de surpreenderem com covers do Nirvana e do Rage Against the Machine. Um dos fatores que explica o sucesso da tour é um movimento que muitos críticos e fãs já notaram: o renascimento do nu metal. A banda se apresentou em março deste ano na AO Arena, em Manchester, na Inglaterra, e arrancou ótimas avaliações da mídia especializada, incluindo observações sobre como o público do Limp Bizkit foi renovado. “A banda está vivendo um novo apogeu 30 anos depois. Cerca de 70% da plateia levanta a mão quando Fred pergunta se este é o primeiro show deles no Bizkit”, publicou a revista Kerrang!. Um dos convidados especiais que acompanhará a passagem da LOSERVILLE na América Latina é o YUNGBLUD, nome da nova geração do rock reconhecido por lendas da cena como Ozzy Osbourne e Mick Jagger. Com 27 de anos de idade, o cantor e compositor britânico acumula mais de 3,4B de streams somente no Spotify e possui sucessos como “parents” e “11 Minutes” em seu repertório, além de figurar no espaço do pop punk em parcerias com Avril Lavigne, WILLOW e Machine Gun Kelly. O artista atualmente promove Idols (2025), quarto álbum de estúdio da carreira. A banda 311 apresenta a potência de ser um nome veterano do meio no line-up do projeto de Durst. Formada em Omaha, Nebraska, há mais de 30 anos, a 311 ganhou popularidade ao misturar rock alternativo, reggae rock, rap rock, funk, metal e ska. O grupo é composto por Nick Hexum (vocal e guitarra), Doug “SA” Martinez (vocal e DJ), Tim Mahoney (guitarra), Aaron “P-Nut” Wills (baixo) e Chad Sexton (bateria), possui uma discografia com 14 álbuns, e segue realizando shows de promoção de Full Bloom (2024), projeto mais recente da banda. Representando a robustez e a força estética de mulheres que estão elevando o rock alternativo para outros patamares, Ecca Vandal entra no time de convidados especiais da tour. A artista produziu o álbum debut, Ecca Vandal (2017), em um estúdio totalmente improvisado em sua sala de estar, mas trilha uma carreira que chama a atenção de bandas populares da indústria – ela abriu uma das turnês do Incubus, consagrado grupo californiano. A LOSERVILLE TOUR ainda tem a presença da banda californiana Slay Squad, que diversifica a proposta de sonoridade dos convidados especiais ao explorar a euforia rítmica do gênero ghetto metal. Os membros do grupo Brahim Gousse (vocal), Keilo Kei (vocal), Gordo (guitarra), Stick (baixo), Tim Ryan (bateria) e Cheeze (DJ) já se apresentaram em festivais importantes da cena, como Welcome to Rockville e Inkcarceration, ambos nos Estados Unidos, e produziram dois álbuns de estúdio, Stick to the Plan e Souls for the Feast, lançados em 2016. O rapper texano Riff Raff completa o time de convidados da LOSERVILLE TOUR com um repertório pulsante que mistura hip hop com EDM, trap e pop. Com uma carreira que ganhou forma a partir de virais da internet por volta de 2010, hoje ele acumula parcerias com nomes mundialmente conhecidos, entre eles Snoop Dogg, Soulja Boy, Wiz Khalifa, blackbear, Drake e Childish Gambino. O disco Welcome To Shaolin (2025) é o seu projeto mais recente e reforça a versatilidade do artista como letrista e performer. SERVIÇO: Limp Bizkit @São PauloData: : 20 de dezembro de 2025 (sábado)Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo/SPHorário de Abertura da casa: 15hClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveisSetores e preços:Cadeira superior – R$ 182,50 (meia-entrada) | R$ 365,00 (inteira)Pista – R$ 247,50 (meia-entrada) | R$ 495,00 (inteira)Cadeira inferior – R$ 332,50 (meia-entrada) | R$ 665,00 (inteira)Pista Premium – R$ 447,50 (meia-entrada) | R$ 895,00 (inteira)Início das vendas:Venda geral: 6 de agosto, 12h (apenas on-line)Vendas online em:.eventim.com.br/limpbizkitBilheteria oficial:7 de agosto: Bilheteria B no Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SPA partir de 8 de agosto: Bilheteria A – Rua Palestra Itália, 200- Água Branca – São Paulo/SPFuncionamento: Terça a sábado das 10h às 17h* Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. Via: RockBizz

“Preciso que as pessoas saibam que a guitarra salvou a minha vida”, declara Yvette Young
A guitarrista Yvette Young é virtuosa e ganhou certa fama com vídeos publicado nas redes sociais. Contudo, a carreira é bastante produtiva com trabalhos solos e com a banda Covet. Além disso, o math rock da moça ganhou Hollywood, pois assinou a trilha sonora do novo filme do Superman, de James Gunn. Batendo um papo com o jornalista Josh Gardner, da revista Guitar, Yvette Young comentou que passou por algumas mudanças que afetaram a sua vida dentro e fora do palco. Ela também ressaltou que nesse processo a guitarra salvou a sua vida. “Eu tenho o que tenho porque as pessoas acreditaram em mim, mas quero que as pessoas respeitem a minha necessidade de crescer como artista. Além do mais, preciso que as pessoas saibam que a guitarra salvou a minha vida. Quando eu estava profundamente deprimida e com problemas de saúde mental, era a isso em que eu me agarrava. A guitarra era o meu colete salva-vidas durante aquele período”. “Então, preciso evoluir como musicista por mim mesma. Não consigo ouvir o que as pessoas querem que eu faça. Sou uma pessoa que busca agradar as pessoas em todos os aspectos da minha vida, mas a música é a única coisa que me faz pensar: ‘Desculpe. Não vou aceitar ordens’”, completou Young. E por falar em Yvette, ela estará em turnê pelos Estados Unidos, com datas até meados de outubro. Para saber mais detalhes sobre a carreira da musicista, acesse sua conta oficial no Instagram. Via: RockBizz

Ozzy sempre representou o melhor do rock e sempre precisou de guitarristas ambiciosos, segundo Joe Bonamassa
O blueseiro Joe Bonamassa participou do jornal CBS News e falou sobre a morte de Ozzy Osbourne, que aconteceu em 22 de julho, aos 76 anos. Segundo o guitarrista, Ozzy sempre representou o melhor do rock e sempre precisou de guitarristas inovadores e ambiciosos. “Bem, Ozzy era único! Ele representava o melhor do rock n’ roll porque era rebelde. Então, os seus pais não gostavam. E essa era a beleza do Black Sabbath e de seu trabalho solo. Ele estava sempre ultrapassando os limites”. “Além disso, a sua seleção de guitarristas era como a versão heavy metal do que John Mayall fazia no final dos anos 60 com sua banda. Ele encontrou ou contratou caras como Eric Clapton, Peter Green e Mick Taylor”, pontuou Joe. “Quando se fala dos grandes guitarristas que tocaram com Ozzy Osbourne, eu me refiro a Tony Iommi, obviamente, no Black Sabbath, e caras como Brad Gillis, Jake E. Lee, Zakk Wylde e Randy Rhoads. Ele sempre precisava de alguém na guitarra que fosse visionário e ambicioso”, concluiu. Veja a fala completa de Joe Bonamassa no tocador a seguir: Via: RockBizz

Wacken Open Air encheu o céu de drones para prestar homenagem a Ozzy Osbourne
A cena rock n’ roll como um todo se abalou com a morte de Ozzy Osbourne. O cantor foi um dos precursores da música pesada e um artista que sempre impulsionou a carreira de outros artistas e bandas. Além disso, ele foi uma pessoa de trato fácil e sem as vaidades de rock star. Apesar de saúde frágil, a sua morte em 22 de julho ainda está muito difícil de ser processada. Com isso, e pela sua importância artística, os tributos ainda estão acontecendo na cena metal e rock. O Wacken Open Air, por exemplo, encheu o céu de drones para prestar homenagem a Ozzy Osbourne. Dizeres como “Ozzy, we love you” – “Ozzy, nós te amamos” – e a imagem do diabo mascote do Black Sabbath estamparam no céu do Wacken. Os telões do festival alemão também mostraram alguns vídeos do nosso saudoso Príncipe das Trevas. Veja alguns registros amadores da homenagem do Wacken Open Air a Ozzy Osbourne: Via: RockBizz

Saiba quem são os dois filhos de Ozzy Osbourne que não foram ao funeral e enterro do pai
Os fãs de heavy metal conhecem muito bem a família de Ozzy Osbourne! No reality show The Osbourne, por exemplo, o público conheceu a fundo Sharon, esposa e empresária, e os filhos mais novos Kelly e Jack, que se estapeavam o tempo todo na atração. Além deles, existe a Aimee, que é a filha mais velha do Príncipe das Trevas e Sharon. Já do primeiro casamento do cantor, que foi com a britânica Thelma Riley, tem Louis Osbourne e mais dois que quase não aparecem em público – Jessica e o adotado Elliot. Os nomes dos dois não apareceram na nota oficial da família Osbourne sobre a morte do cantor. Além disso, Jessica e Elliott não apareceram no funeral e enterro do pai, segundo informações do jornal Daily Mail. No documentário God Bless Ozzy Osbourne, que saiu no ano de 2011, Jessica falou sobre mágoas que sentia do pai. Ela disse: “As minhas lembranças da infância com meu pai são de que ele ficava fora por longos períodos. Sempre havia um período de adaptação quando ele voltava para casa, e depois tudo voltava ao normal, e então ele voltava para a estrada. Foi uma infância muito irregular com meu pai”. Jessica Osbourne nasceu em 1972 e trilhou seu próprio caminho na indústria do entretenimento. Ela seguiu carreira de atriz em vez de música. De acordo com a Ultimate Classic Rock, ela participou da série Better Call Saul e filmes como The Messengers. Ela se consolidou como artista independente do nome de seu pai. Elliott Kingsley não é filho biológico de Ozzy, mas foi adotado durante o casamento do astro do rock com Thelma Riley, no início dos anos 1970. Ele vem mantendo uma vida privada, longe dos holofotes ao longo das décadas. Via: RockBizz