Resenhas

Maratona Emo: 13 horas de suor, lágrimas e gritos na I Wanna Be Tour, mas com suporte total do Camarote Backstage Mirante
O Allianz Parque, templo do futebol e da música em São Paulo, virou neste sábado (30) um verdadeiro altar do emocore e do pop-punk. Foram quase 13 horas de riffs, refrões cortantes e uma multidão vestida de preto, tênis gastos e olhos pintados de delineador. A I Wanna Be Tour desembarcou na capital paulista com um lineup que fez corações de fãs dos anos 2000 baterem mais forte: Good Charlotte, Fall Out Boy, Yellowcard, Fresno, For Fun, The Veronicas e Dead Fish, todos dividindo o mesmo palco, que já era divido em dois estágios, lado a lado, na mesma maratona. Mas encarar um festival desse tamanho não é tarefa simples. O sol não deu trégua, as filas testaram a paciência e a energia teve que ser calculada como em uma guerra de resistência. Quem “sobreviveu” até o último acorde, saiu com a certeza de ter vivido uma das jornadas mais intensas do calendário roqueiro de 2025. O preço da entrega total “Talvez eu tenha exagerado um pouco. Pulei em todas as músicas desde as 11h, agora meu pé está doendo. Me acabei. Não vai dar para ver o Fall Out Boy hoje”, confessou, entre risos cansados, a designer Gabrielle Matos, enquanto deixava o estádio na metade do show do Good Charlotte, penúltima atração da noite. O semblante era de derrota, mas o brilho nos olhos mostrava que a batalha tinha valido a pena. Ao lado dela, o namorado Thayan Val também carregava as marcas da maratona: rosto vermelho de sol, pernas bambas e um sorriso largo. “Quase dois soldados emos no fim da batalha, né? (risos). Nem pensei em protetor solar. Mas a gente curtiu muito tudo. O festival foi demais”, resumiu, como se estivesse levantando um troféu invisível. Estratégias de sobrevivência Enquanto alguns se entregavam até o limite físico, outros preferiram jogar com a tática. A funcionária pública Laiana Almeida, 30, garantiu logo de cara o pacote no Camarote Backstage Mirante. De lá, assistiu a tudo com direito a open bar, open food, maquiagem para retocar o visual e até after show. “Eu não queria ver todos os shows, então garanti um lugar para descansar e com acesso fácil aos banheiros. Valeu cada centavo”, disse, sem sinais de cansaço, enquanto boa parte da pista ainda tentava achar forças para mais um mosh. Já os irmãos Lucas e Leandro Santos improvisaram um revezamento de energia e bateria de celular. “Esquecemos o carregador. Aí o Lucas vai tirar umas fotos agora e eu garanto o fim do festival”, explicou Leandro, que manteve o celular no bolso como se fosse uma relíquia de guerra. “Fora isso, tá suave. Com cerveja e banheiro fácil eu aguento até o dia inteiro. Viva o emo!”, completou Lucas, brindando o refrão de “Ocean Avenue” do Yellowcard como se estivesse de volta a 2003. Entre perrengues e celebrações Os portões abriram cedo, às 10h, e quem não preparou uma “mochila de sobrevivência” sofreu com sol, sede e a maratona de filas. Ainda assim, cada acorde parecia compensar qualquer contratempo. O público cantou junto com Fresno, reviveu memórias com For Fun, abriu rodas com o hardcore do Dead Fish, e chorou de nostalgia com os hits radiofônicos do The Veronicas. Quando o Good Charlotte subiu ao palco, o Allianz já era uma explosão de vozes: um mar de braços levantados, celulares gravando e lágrimas se misturando ao suor. E ainda havia Fall Out Boy para fechar a noite, carregando o peso de encerrar um evento que foi mais do que um festival: foi um rito de passagem, uma celebração de uma geração que encontrou na música a sua identidade. Rock, resistência e Camarote Assim como os fãs que se dividiram entre pista, arquibancada e camarote, nós, do Sempre Um Rock, também encaramos essa maratona. Entre um refrão gritado e outro, nos reabastecemos no Camarote Backstage Mirante, aproveitando o conforto de open food e open bar, além da facilidade dos banheiros e de ir e voltar para a pista premium. A cada pausa, um respiro; a cada volta, mais energia para encarar a avalanche de hits. No fim, o saldo foi unânime: dores no corpo, mas alma leve. Porque o rock, e seu irmão mais sentimental, o emo, não é só música. É catarse, memória, reencontro. E a I Wanna Be Tour deixou claro que, pelo menos por um dia inteiro, São Paulo foi a capital mundial do emocore. POR: SEMPRE UM ROCK

“Cradle of Filth e seu empresário roubam os músicos; vamos provar isso pela via judicial”, afirma Zoë M. Federoff
O bicho está pegando bem feio para o Cradle of Filth, seu vocalista Dani Filth e o empresário Bradley “Dez” Fafara. Depois das demissões da vocalista e tecladista Zoë M. Federoff e do guitarrista Marek “Ashok” Šmerda, que aconteceram ao The Screaming of the Americas Tour, a banda e o seu setor empresarial estão recebendo acusações de roubo, extorsão e assédio moral. Após ponderações do conjunto inglês pelas redes sociais, Zoë também fez outra postagem em sua conta oficial no Instagram na qual afirmou que o Cradle of Filth e seu empresário roubam os músicos e que tudo será provado pela via judicial. “Gostaríamos de emitir uma declaração adicional. A definição de difamação é fazer declarações inverídicas com a intenção de causar danos. Todas as declarações que fizemos até agora são verdadeiras e comprováveis. O Cradle of Filth e seu empresário, Bradley “Dez” Fafara, roubam e exploram músicos, e continuaremos a demonstrar isso por meio da via judicial. Que nosso ex-vocalista tente usar questões triviais como supostas brigas conjugais é risível, mas o restante das acusações, incluindo alcoolismo e consumo de álcool durante a gravidez, são bastante sérias. Vamos a público protestar contra o roubo e a exploração que nós e outros sofremos nas mãos de Daniel Davey e Bradley “Dez” Fafara. Esse é o cerne da questão. Pedimos que não se deixem distrair por essas divagações e, em vez disso, conscientizem sobre os direitos dos músicos. Por enquanto, é só isso, e agradecemos o apoio”. Pelo o andar da carruagem, a briga entre Cradle of Filth e os seus ex-integrantes está muito longe de um fim e as consequências ainda não estão claras para os dois lados. Via: RockBizz

“Não tenho nenhum plano de voltar com o Shaman; não passa pela minha cabeça”, afirma Hugo Mariutti
Em 2006, o Shaman encerrou as atividades com a sua formação original, a qual consistia em Andre Matos (vocal), Luís Mariutti (baixo), Hugo Mariutti (guitarra) e Ricardo Confessori (bateria). Entre os anos de 2007 e 2013, o grupo ainda tentou vingar na cena musical com outra formação, no entanto, não conseguiu lograr êxito e fechou as portas. Em 2018, porém, o Shaman voltou aos palcos com a sua formação clássica para alguns shows que foram bem-sucedidos. Com o passar do tempo, as apresentações ganharam contornos especiais, pois foram os últimos espetáculos da carreira de Andre Matos, que morreu em 08 de junho de 2019, aos 47 anos. Pouco tempo depois da morte de Andre, o Shaman resolveu seguir carreira com o vocalista Alírio Netto. A união do cantor e o grupo rendeu o álbum Rescue (2021) e alguns shows para sua promoção. Entretanto, em janeiro de 2023, o conjunto emitiu uma nota comunicando que estava encerrando as atividades. Agora, em conversa com Manoel Santos, do canal Ibagenscast, o guitarrista Hugo Mariutti afirmou que não tem nenhum plano de voltar com o Shaman. Ele ressaltou que essa ideia de ressuscitar o grupo não passa por sua cabeça. “Eu não falo nunca, mas não tenho nenhum plano, zero plano de voltar”, disparou Hugo. Acho que para você voltar uma banda, você tem que ter sentido. Eu não tenho ideia nenhuma de voltar. Não passa pela minha cabeça. Eu tenho um trabalho de trilha sonora, que faço bastante para filme e série”. “Tenho a minha carreira solo que quero investir fazendo bastante shows. É nisso o que estou pensando no momento. Mas Shaman não tenho plano, não”, concluiu o guitarrista. Eis a fala completa de Hugo Mariutti aqui: Via: RockBizz

Lollapalooza Brasil 2026 virá recheado com shows do Deftones, Lorde, Skrillex e muito mais
Faltando um pouco mais de seis meses para a abertura dos portões, o público já pode comemorar! O line-up desta edição chegará potente com 71 artistas, sendo 17 estreantes no país e 33 atrações internacionais, trazendo nomes de peso que estão redefinindo a cena musical mundial e angariando multidões de fãs pelo mundo. A lista, repleta de sucessos, reunirá atrações que ditam tendências e são referências em seus gêneros musicais, entre os headliners estão nomes como Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Chappell Roan, Deftones, Lorde e Skrillex. Destaques do festival na edição de Chicago deste ano, Doechii, Katseye, Marina e Djo também estarão no line-up do Brasil. Com quatro palcos, a programação contará com atividades simultâneas que tomarão conta dos mais de 600 mil m² de extensão do Autódromo de Interlagos. O festival traz em seu DNA a diversidade de estilos, sendo um espaço que valoriza tanto a revelação de novos talentos quanto a celebração de grandes lendas da música. O pop contemporâneo virá bem representado na 13ª edição do LollaBR. Sabrina Carpenter desembarcará no Brasil com os sucessos de seus álbuns Emails I can’t send, Short n’ Sweet e Man’s Best Friend que será lançado nesta sexta-feira (29) e já chega com o hit Manchild. A obra promete letras ainda mais sinceras e representará uma nova fase de carreira da cantora, que optou por não prolongar mais a sua Short n’ Sweet era, responsável pela conquista de dois Grammys e um sucesso global. Atendendo aos tantos pedidos de Come to Brazil, estreando no país no palco do festival, a icônica Chappell Roan, dona de hits como Pink Pony Club e Hot To Go, a artista atraiu o público global com suas letras impactantes e performances de tirar o fôlego. Outro destaque será o show da Lorde, que chegará no Autódromo de Interlagos com sucessos de anos, como Ribs, Supercut e Royals, além de seu novo projeto de sucesso mundial, Virgin. Em nova fase na carreira, também com obra recém-lançada, chega pela primeira vez em show solo no país, Tyler, The Creator, que lançou recentemente seu álbum Don’t Tap The Glass. Entre os headliners, as músicas novas não param, confirmado para edição de 2026 do festival, Deftones, referência do metal alternativo, também virá ao evento com seu décimo álbum, Private Music, e vai movimentar o público. Completando a lista, Skrillex, soma nove estatuetas do Grammy. Seu quinto EP, lançado em 2011, Bangarang, conquistou a 14ª posição na Billboard 200, e, Recess, seu primeiro álbum, alcançou o 4º lugar no chart. Entre suas parcerias mais marcantes está a música Where Are Ü Now, com Justin Bieber e Diplo. Via: RockBizz

João Gordo afirma que não aguenta mais ouvir a voz de Jair Bolsonaro e o povo chorando pelo mito
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está cumprindo prisão domiciliar no condomínio Solar de Brasília desde o dia 04 de agosto, de acordo com determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Moraes tomou tal decisão por suspeita de coação a autoridades responsáveis pelo processo do golpe de Estado. Além disso, o político está sendo acusado de obstrução de Justiça e ataque à soberania nacional, previstos na legislação penal. Oposição declarada, o vocalista do Ratos de Porão, João Gordo, bateu um papo com Mafê, apresentadora do canal Instituto Cultiva, e afirmou que não aguenta mais ouvir a voz de Jair Bolsonaro e o povo chorando pelo mito, que é uma das formas que seus seguidores o chamam. “Eu não aguento mais ouvir a voz desse cara”, disparou João. “Eu não aguento mais ouvir o nome dele! Tem esse povo chorando e maior mimimi”, destacou. “Não aguento mais ver esse povo como Nikolas [Ferreira – Deputado Federal pelo Partido Liberal] e Bananinha [Eduardo Bolsonaro – Deputado Federal pelo Partido Liberal]. Ninguém aguenta mais. Isso tem que acabar para o Brasil seguir a vida tranquila”, observou. “É muita ‘patifaria’ aberta com Trump, suástica, sieg heils. É uma distopia maluca, cara! Nenhum enredo, nenhum filme e nenhum roteirista previu isso que está acontecendo. Mídias sociais, celular, inteligência artificial e a derrocada do império americano. Caiu Roma e caiu Babilônia”, finalizou Gordo em tom enfático. Eis o bate-papo na íntegra no tocador logo abaixo: Via: RockBizz

Barulheira distópica: Babylons P e João Gordo liberam lyric video da música False
Barulheira distópica está entre nós! Babylons P e João Gordo liberaram o lyric video da música False, com participação de Jão, guitarrista do Ratos de Porão. Se trata de mais um violento single, que explora o doom metal e o dubstep de forma caótica. Confira: False faz parte do álbum Shadows Loom, que possui nove faixas e traz um time de peso da música extrema brasileira, o qual conta com Andreas Kisser (Sepultura), Jão (Ratos de Porão), Moyses Kolesne (Krisiun), Edu Lane (NervoChaos) e Pietro Benedan (Naimaculada). As letras de Shadows Loom mergulham no abismo da natureza humana, no qual os instintos mais vis e destrutivos parecem sempre vencer. João Gordo vem definindo o disco como “um apocalipse sonoro para almas angustiadas”. Já Babylons P reflete dizendo que “a humanidade se perdeu, com isso, o som do inferno reflete neste projeto”. Os singles anteriores foram Serial Noise Murder, Apathy (com Moyses Kolesne), Hellish, além da faixa-título Shadows Loom (com Pietro Benedan), os quais dão o tom sombrio de um disco que não pega leve com ninguém. Via: RockBizz

Sebastian Bach parte para cima de quem critica as suas performances vocais: “Idiotas”
Nos últimos tempos, Sebastian Bach vem reconhecendo que muitas canções de sua época no Skid Row são bastante desafiadoras de performar ao vivo. O artista canadense tem 57 anos, portanto, não é nenhum garoto, com isso, o tecido vocal muda e tende a perder alcance, potência e brilho. É normal, faz parte da vida de todo cantor. Conquanto, o vocalista vem recebendo muitas críticas de parte do público, especialmente de supostos sabichões da internet. Em vídeo do canal Spotlight Report, Sebastian Bach partiu para cima de quem critica as suas performances vocais. “Vejo vídeos de caras que se dizem especialistas vocais, instrutores vocais ou sei lá o quê. Esses idiotas assistem a um vídeo meu no palco, tipo no Estádio de Wembley, correndo sem camisa num calor de 38 graus, e esses caras estão sentados em casa assistindo no YouTube e pensando que é a mesma coisa que eu correndo pelo palco no verão. E outra coisa, você não canta só uma nota da música. O desafio é cantar a música inteira. Então me poupe de ficar aí sentado pensando se eu consigo cantar. Vocês não têm ideia do que eu faço. Cante a porra da música inteira e depois grite no final com um calor de 38 graus sem dormir e com jet lag”. Bach acrescentou: “Isso me faz rir. É muito engraçado que as pessoas achem que sabem como subir num palco e arrasar por uma hora e meia ou duas horas. Isso é uma arte em extinção! Você não pode ficar sentado na sua sala, no seu ar-condicionado, assistindo no YouTube e achando que sabe o que é fazer isso todas as noites. Você não sabe”. Eia a fala completa de Sebastian Bach aqui: Via: RockBizz

Michael Weikath conta se Michael Kiske redescobriu seu amor pelo heavy metal em sua volta ao Helloween
Em 2017, o Helloween estreou a sua então nova formação, a qual conta Michael Kiske e o guitarrista/vocalista Kai Hansen ao lado do frontman Andi Deris, os guitarristas Michael Weikath e Sascha Gerstner, o baixista Markus Grosskopf e o baterista Daniel Löble. A união entre os músicos já rendeu várias turnês, inclusive várias datas pelo Brasil, um álbum de estúdio, que é o homônimo à banda, lançado em 2021. E tem trabalho novo saindo do forno, Giants & Monsters, que chegará ao mercado no dia 29 de agosto pelo selo alemão Reigning Phoenix Music (RPM). Em nova entrevista à revista Metal Hammer, o guitarrista Michael Weikath cedeu mais detalhes sobre o novo disco, além disso, ele contou se Michael Kiske redescobriu seu amor pelo heavy metal em sua volta ao Helloween. Weikath disse: “Tudo depende do tipo de metal. Michael sempre foi fã de Iron Maiden e Queensrÿche, mas não suporta coisas sombrias e demoníacas”. Kiske sempre deixou claro que não gosta de bandas que entram na seara religiosa, demoníaca, desumana e brutal. Ele já falou que considera estes temas imaturos e que prefere dedicar sua atenção para conteúdos mais positivos. Giants & Monsters O álbum estará disponível em diversos formatos como CD, CD digipak, 2CD earbook, vinil preto, vinil duplo colorido (azul, amarelo) e digital (download e streaming). A produção do disco ficou sob a responsabilidade de Charlie Bauerfeind e Dennis Ward. Já a arte da capa foi feita pelo artista germânico Eliran Kantor, profissional que fez a capa do álbum Helloween, de junho de 2021. Via: RockBizz
Avatar: novo álbum Don’t Go In The Forest vai sair no dia das bruxas
O sueco Avatar anunciou que o seu novo álbum Don’t Go In The Forest vai sair no dia das bruxas, ou seja, dia 31 de outubro. O disco, que será o décimo registro de estúdio da banda, será o sucessor de Dance Devil Dance, que saiu em 2023. Don’t Go In The Forest teve a criação de Johannes Eckerström (vocal), Jonas Jarlsby (guitarra), Tim Öhrström (guitarra), Henrik Sandelin (baixo) e John Alfredsson (bateria). Para dar uma prévia do álbum, o grupo liberou o clipe da faixa Tonight We Must Be Warriors. Assista: É importante destacar que o Avatar promete revelar o repertório e mais detalhes de Don’t Go In The Forest ao longo das próximas semanas. Portanto, para o público que adora o mundo fantasioso e caótico do grupo, tem coisa bacana vindo por aí. Via: RockBizz

Kelly Osbourne rebate a “canalha” Becky Lynch após piada insensível sobre Ozzy
Nessa segunda-feira, dia 25 de agosto, durante o programa WWE Raw, Becky Lynch, 38, foi desrespeitosa com o saudoso Ozzy Osbourne. Ela afirmou que o Príncipe das Trevas era a “única coisa boa que surgiu de Birmingham”, mas que já está morto. Na suposta piada, Becky ainda falou que Ozzy teve o bom senso de sair de Birmingham para morar em uma cidade de verdade, que é Los Angeles. A moça completou afirmando que morreria caso morasse na cidade natal do cantor. Embora Lynch seja conhecida como “heel” no mundo da luta livre, cuja a intenção é representar uma vilã, o público sentiu que seus comentários passaram dos limites e não economizaram nas vaias. Por meio de story nas redes sociais, Kelly Osbourne demonstrou apoio ao seu pai e à sua cidade natal. Ela escreveu: “[Becky Lynch] você é uma canalha desrespeitosa! Birmingham não mijaria em você nem se estivesse pegando fogo. Birmingham para sempre. Que vergonha WWE por permitir que tais coisas sejam ditas sobre meu pai e sua casa”. Infelizmente, no dia 22 de julho, a cultura mundial e as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, o eterno frontman do Black Sabbath. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Via: RockBizz

“Guns N’ Roses ia tocar para trezentos milionários, mas pisaram na bola com Axl Rose”, lembra Silvio “Bibika” Gomes
No ano de 2010, o Guns N’ Roses aportou no Brasil para promover o álbum Chinese Democracy, seu sexto registro de estúdio, cujo lançamento oficial foi em novembro de 2008. Na época, propuseram a Axl Rose um show secreto na Disco, boate de alto padrão de São Paulo, que tinha o apresentador Marcos Mion entre os sócios proprietários. Como a história nos conta, o evento não aconteceu, pois a informação vazou para a imprensa e juntou de gente na frente da casa de show. Pior que isso, rolou muita pancadaria entre a equipe técnica da banda e alguns brasileiros dentro do local. Em conversa com o pessoal do canal Heavy Metal On Line, Silvio “Bibika” Gomes contou o que aconteceu naquele tenso episódio. “Fiz uma turnê com o Guns N’ Roses, que o Axl Rose atrasava quatro os shows. O show estava marcado para oito e meia da noite, ele entrava no palco meia noite. Convidaram os caras para fazer um show fechado em uma boate de playboy na Faria Lima, em São Paulo. Axl concordou em fazer o show, mas com a condição de ser um show secreto. Ninguém podia falar que estava rolando show do Guns N’ Roses. Não podia entrar mídia e nem nada. E acabou saindo na Folha de São Paulo que o Guns N’ Roses ia fazer esse show. Axl Rose ficou sabendo que o show vazou. Ele não foi fazer. Mas já estava a equipe, os roadies, com tudo montado. Aí, chegou um monte de playboy do Jiu-Jitsu e o segurança da banda encarou os caras, e acabou apanhando. Era um cara contra dezenove caras do Jiu-Jitsu. Machucaram o cara”. “O Axl é doido, mas é um cara que, se ele fechar algo com você, ele vai fazer. Ele é doido de fato! Mas pisaram na bola com ele. Ia ter a festinha dos playboys. Guns N’ Roses ia tocar para trezentos milionários e ia ser tranquilo. Vazaram a informação, o cara ficou no hotel”, completou Silvio. Eis a entrevista na íntegra aqui: Via: RockBizz

Sepultura: “Arise é o Beneath the Remains parte dois; Chaos A.D. é pesado e energético”, analisa Max Cavalera
Chaos A.D. é o quinto trabalho de estúdio do Sepultura, o qual saiu em setembro de 1993. O disco foi a consagração do quarteto brasileiro no mercado internacional e estabeleceu a banda como uma força da cena heavy metal noventista. O vocalista e guitarrista Max Cavalera (Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura), que foi peça importante para a criação do álbum, concedeu uma entrevista ao podcast John The Metal Mailman e analisou o estilo sonoro de Chaos A.D. “Nós estávamos em uma encruzilhada, então precisávamos tomar uma decisão: vamos fazer o Arise parte dois – na verdade, Arise é o Beneath the Remains parte dois, o que é legal. Não tem nada de errado com isso – ou vamos fazer algo novo e chocar o mundo? Eu optei por chocar o mundo! Já havíamos feito o Arise. Ele é ótimo. Não íamos conseguir fazê-lo melhor do que aquilo. Atingimos o topo da montanha com aquele death/thrash metal. Como eu estava escutando Ministry, Godflesh e o hardcore de Nova Iorque, decidimos fazer riffs e grooves mais diretos como em Slave New World. Refuse/Resist é bem simples, mas é bastante pesada e energética. A gente diminuiu a velocidade, mas não ficamos menos pesados. Nós continuamos muito pesados. Na verdade, ficamos até mais pesados. O final de Territory é um daqueles momentos que dá vontade de pegar uma cadeira e jogar na parede”. Assista o bate-papo na íntegra no tocador a seguir: Chaos A.D. é um dos principais discos do heavy metal brasileiro. Ao redor do mundo, o álbum vendeu mais de dois milhões de cópias, além disso, no que tange a parte sonora, foi uma obra que serviu de base para o groove metal e como fonte de inspiração para grupos como Korn, Slipknot, Machine Head e Deftones. Via: RockBizz

Mastodon homenageia o falecido guitarrista Brent Hinds em seu primeiro show desde sua morte: “Irmãos até o fim”
Infelizmente, na última quarta-feira, dia 20 de agosto, Brent Hinds, ex-guitarrista do Mastodon, morreu em um gravíssimo acidente de moto aos 51 anos. O desastre aconteceu na cidade natal da banda, Atlanta, Estados Unidos. O músico estava pilotando sua Harley Davidson quando a motorista de uma SUV BMW não deu a preferência ao fazer uma curva, o que acabou causando o desastre, de acordo com a polícia local. Em seu primeiro show desde a morte de Brent Hinds, que aconteceu na Alaska State Fair, EUA, o Mastodon homenageou o falecido guitarrista e ressaltou a parceria que teve com o músico ao longo de vinte e cinco anos. O baterista Brann Dailor falou: “Tivemos os altos e baixos de um relacionamento de 25 anos. Nem sempre é perfeito, nem sempre é incrível, mas fomos irmãos até o fim. Nós realmente nos amávamos. Fizemos muitas músicas lindas juntos. Acho que isso vai resistir ao teste do tempo. Viajamos o mundo juntos, dormimos juntos em van, deitamos a cabeça em camas de areia de gato. Ficamos bêbados demais para lembrar de qualquer coisa no dia seguinte cerca de um bilhão de vezes repetidamente, então, ficamos triste demais por perdê-lo. Agradeço a força de vocês para continuarmos tocando”. Veja a homenagem a Brent Hinds na postagem a seguir: O guitarrista foi um dos criadores do Mastodon em 2000 em parceria com Troy Sanders (vocal e baixo), Bill Kelliher (guitarra) e Brann Dailor (bateria e vocal). A formação ficou junta até março deste ano, momento em que Hinds ganhou uma justa causa da banda. A parceria durou 25 anos e gerou álbuns como Leviathan, Blood Mountain e Crack the Skye. Via: RockBizz

Por que Robert Plant acredita que o vício em sucesso é uma armadilha mortal para as grandes bandas
Robert Plant conquistou o mega estrelato no rock n’ roll sendo a figura de centro do Led Zeppelin. Com seu alcance vocal de tenor, o britânico impôs muita personalidade e sensualidade na forma de desempenhar sua função na banda. A união destes atributos e muitos outros ao repertório singular do Led, o sucesso foi inevitável em seus oito trabalhos de estúdio da década de 1970. Da crueza de Led Zeppelin (1969), passando pela pegada folk de Led Zeppelin III (1970) e chegando até o opus magnum Physical Graffiti, a discografia dos caras é um baú cheio de tesouros. Portanto, o roqueiro tem uma ampla importância ao rock n’ roll, bem como competência artística, a qual o fez entrar para a história do estilo. Dito isso, Plant sabe o que funciona no mercado fonográfico e o que não tem aderência na cena musical. Em 2005, durante entrevista ao jornal The Guardian, Robert Plant disse que o vício em sucesso é uma armadilha mortal para as grandes bandas. “Não é essa a grande armadilha? Você se torna bem-sucedido e então tem que imitar seu sucesso para as pessoas que o colocaram lá, e a coisa vira a mesma coisa de sempre. Há tanta gente que se contenta com números, tanta gente que se compromete ou se acomoda”. “Parte disso é um vício em sucesso! Quero dizer, não há nada como ouvir uma multidão vibrar, no entanto, há também o problema de que, não importa o que você faça, há pessoas que ainda esperam o retorno dos quatro cavaleiros do apocalipse”, alfinetou o cantor em referência à formação clássica do Led Zeppelin. “Bem, basta ter um pouquinho de bom senso para perceber que isso já passou, que os tempos são outros”, concluiu Plant em tom enfático. O cantor inglês é tão seguro em suas convicções que sempre negou um retorno do Led, mesmo com ofertas milionárias batendo à sua porta regularmente. E uma prova que o músico está sempre seguindo em frente é o seu novo trabalho Saving Grace, que sairá no dia 26 de setembro pelo selo novaiorquino Nonesuch Records. Via: RockBizz

Bruce Dickinson toca Flash Of The Blade, do Iron Maiden, pela primeira vez em show solo
Nessa sexta-feira, 22 de agosto, no House Of Blues em Anaheim, Califórnia, Estados Unidos, Bruce Dickinson tocou Flash Of The Blade, do Iron Maiden, pela primeira vez em show solo. O show, que contou com dezesseis canções, foi o pontapé da The Mandrake Project Tour 2025. Antes de apresentar Flash Of The Blade, Dickinson disse: “Ninguém jamais tocou essa música, exceto no disco, é claro, mas ninguém jamais tocou essa música. E é uma música que eu compus. Então, não sei se algum de vocês tem alguma ideia de qual música seja. Mas, como sempre, é um enigma. Não vou contar. Vocês terão que descobrir. Provavelmente não vai demorar muito. Vocês vão morrer como viveram em um flash da lâmina”. Veja alguns registros amadores da performance de Flash Of The Blade Outras canções como Accident Of Birth, Abduction, Book Of Thel, Tears Of The Dragon e Gods Of War também fizeram parte do espetáculo. A página Eddie The Head Fan Club mostrou o repertório completo da apresentação. Veja: Via: RockBizz

Slipknot relança vídeo caseiro Welcome To Our Neighborhood em alta definição
O Slipknot relançou o vídeo caseiro Welcome To Our Neighborhood em alta definição. O material conta com uma mistura de cenas de apresentações ao vivo das músicas Surfacing, Wait And Bleed e Scissors, entrevistas e o videoclipe oficial de Spit It Out. Vale lembrar que o conteúdo foi lançado oficialmente no dia 9 de novembro de 1999 pelo selo Roadrunner Records. Todavia, posteriormente, a banda o relançou em DVD em 18 de novembro de 2003. Veja: E por falar em Slipknot, o noneto vai relançar álbum de estreia em celebração aos seus vinte e cinco anos. O trabalho chegará ao mercado no dia 5 de setembro de 2025 pela Roadrunner Records. Para agitar os fãs, o grupo liberou a versão demo de Prosthetics. Confira: Slipknot (25th Anniversary Edition) estará disponível em diferentes formatos como 6LP, 2LP, 2CD e digital (streaming e download). Com isso, dependendo do formato que o fã adquirir, o produto virá com o álbum original, cuja produção ficou nas mãos de Ross Robinson, e gravações caseiras que apenas a banda e seu círculo íntimo ouviram na época da produção. A versão original, takes inéditos, opções alternativas e mixagens da SR Audio e Indigo Ranch farão parte desta comemoração de um quarto de século do álbum. Via: RockBizz

David Ellefson choraminga para participar da turnê final do Megadeth: “Sou um dos membros fundadores”
No ano de 2021, o baixista David Ellefson ganhou uma justa causa do Megadeth, depois de vídeos íntimos seus terem vazados e o músico ser acusado de ter enviado esses registros a uma menor de idade. O CEO da banda, Dave Mustaine, também não pensou duas para cortar relações pessoais com o ex-parceiro de trabalho. Com a novidade de que o Megadeth vai encerrar as atividades após o ciclo de promoção de seu vindouro álbum, David Ellefson está choramingando para participar da turnê final do grupo. De acordo com o músico, ele foi um dos membros fundadores da banda, portanto, tem esse direito. “Essa turnê final traz à tona anos e anos de pensamentos, sentimentos, emoções, alguns ótimos, outros nem tanto. Eu sempre falo desses discos de ouro na parede, e a única razão pela qual os tenho é porque tenho um podcast. Eles só servem de pano de fundo! Mas eu olho para eles, Countdown To Extinction, Peace Sells e Rust In Peace, todos eles têm uma história”. O baixista continuou: “Dos anos 90 vieram as nossas melhores histórias! A banda era coesa, a gestão era consistente, a música era colaborativa. Alcançamos novos patamares, exploramos novos territórios com os quais você só poderia sonhar, indicações ao Grammy, festivais e o mundo das turnês estava realmente se abrindo em todos os lugares. No meio disso, havia vícios, reabilitações, turnês canceladas, perdas financeiras na casa dos milhões. Então, para as coisas se resolverem da maneira que aconteceram, agora que não estou mais participando da despedida de algo que comecei, como se pode imaginar, não é algo com que eu esteja muito feliz”. “Mas Dave quer parar ou se aposentar. Eu nem sei se ele vai se aposentar. Ele está basicamente dizendo que o Megadeth acabou. Eu gostaria de fazer parte disso? Sim, claro. Quem não gostaria? Sou um dos membros fundadores. Sou membro há mais de 30 anos. Isso vai acontecer? Quem sabe? É muito cedo para dizer. Não sei o que eles planejaram. Não tenho ideia do que vai acontecer. Eles acabaram de fazer um anúncio sobre isso. Acho que deveria haver algum tipo de despedida da qual todos pudessem participar. Veja o show Back To The Beginning, que contou com todos os quatro membros originais do Black Sabbath. Eles trouxeram o formação original, o núcleo dos quatro de volta, e se despediram. Eles não só se despediram, mas todo mundo pôde se despedir deles. Eu acho que isso é uma parte importante. Mas esse sou eu. Eu não estou mais na banda. Não tenho voz ativa. Sou apenas um cara com uma opinião”, concluiu Ellefson. A fala completa do baixista pode ser conferida no player abaixo: Via: RockBizz

Conheça Folk Bitch Trio, trio feminino que canta sobre tédio, exaustão social e amores instáveis
Folk Bitch Trio é um trio feminino que canta sobre tédio, exaustão social e amores instáveis. A banda, que possui em sua formação Gracie Sinclair, Jeanie Pilkington e Heide Peverelle, começou a fazer barulho na cena de indie folk de Melbourne. As garotas australianas fazem praticamente folk de raiz, com melodias suaves e arranjos minimalistas. O que dá uma personalidade um tanto rebelde ao trio são as letras, que transitam entre confissões íntimas e um sarcasmo afiado. A maneira como as três vozes se sobrepõem cria um efeito quase coral, que oscila entre doçura e tensão, o que é uma cartilha do bom folk. Jovens, elas têm um olhar agudo sobre sua geração, cantando sobre tédio, exaustão social, fantasias e pequenos dramas sentimentais. É um retrato de uma juventude com a vida mediada por telas. As moças têm uma explicação sobre a origem do nome do grupo: misturar vulnerabilidade e insolência. De acordo com elas, folk remete à tradição, ao violão e à raiz acústica. Já bitch subverte, inserindo ironia e insatisfação, como quem diz que nem toda melodia suave precisa ser dócil. O primeiro álbum da banda, Now Would Be a Good Time, já está no mercado. Canções como Hotel TV, Cathode Ray, The Actor e Moth Song ganharam clipes e se destacam na audição do disco. Via: RockBizz

Def Leppard: veja a performance de Pour Some Sugar On Me no America’s Got Talent
Na última quarta-feira, dia 20 de agosto, o Def Leppard fez uma performance de Pour Some Sugar On Me no America’s Got Talent, programa de auditório dos EUA. Cabe lembrar que a canção está no repertório do mega famoso álbum Hysteria, que saiu em agosto de 1987. Para o trabalho, Joe Elliott (vocal), Phil Collen (guitarra), Steve Clark (guitarra), Rick Savage (baixo) e Rick Allen (bateria) tiveram o apoio do produtor Robert John “Mutt” Lange, que fez questão de impor uma sonoridade mais polida em relação aos discos anteriores. O resultado foi canções nos primeiros lugares das paradas de sucesso e milhões de discos comercializados nos quatro cantos do globo. Veja a performance de Pour Some Sugar On Me no America’s Got Talent: O Def Leppard ainda tem alguns shows para fazer neste ano pelos Estados Unidos e Reino Unido. Depois disso, a banda só voltará aos palcos em fevereiro de 2026, fixando residência no The Colosseum at Caesars Palace, em Las Vegas, Estados Unidos. Via: RockBizz

Mastodon emite nota de pesar pelo falecimento de seu ex-guitarrista Brent Hinds
Pelas mídias sociais, o grupo Mastodon emitiu uma nota de pesar pelo falecimento de seu ex-guitarrista Brent Hinds. O músico morreu na última quarta-feira, dia 20 de agosto, vítima de um acidente de moto em Atlanta, Estados Unidos. O artista tinha 51 anos. “Estamos em um estado de tristeza e pesar insondáveis. Brent Hinds faleceu ontem à noite em consequência de um trágico acidente. Estamos com o coração partido, chocados e ainda tentando processar a perda desta força criativa com quem compartilhamos tantos triunfos, marcos e a criação de músicas que tocaram o coração de tantas pessoas. Nossos corações estão com a família, amigos e fãs de Brent. Neste momento, pedimos que respeitem”. O músico estava pilotando sua Harley Davidson quando o motorista de uma SUV BMW não deu a preferência ao fazer uma curva, o que acabou causando o desastre, de acordo com a polícia local. O Instituto Médico Legal do Condado de Fulton confirmou a morte de Brent. O guitarrista foi um dos criadores do Mastodon em 2000 em parceria com Troy Sanders (vocal e baixo), Bill Kelliher (guitarra) e Brann Dailor (bateria e vocal). A formação ficou junta até março deste ano, momento em que o Hinds foi dmitido da banda. A parceria durou 25 anos e gerou álbuns como Leviathan, Blood Mountain e Crack the Skye. Via: RockBizz

Série documental The Beatles Anthology será relançada em novembro
Três décadas atrás, a série documental The Beatles Anthology reinventou o documentário musical. Em vez de um tratamento padrão com um narrador externo e entrevistas, o trabalho apresentou John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr contando abertamente suas próprias histórias, com todas as suas complexidades e contradições. Agora, The Beatles Anthology vai retornar ao mercado em uma série de nove partes, ou seja, com um capítulo a mais do original. O lançamento está previsto para sair a partir de 26 de novembro. É importante ressaltar que todo o conteúdo foi restaurado e remasterizado. Os oito episódios originais da série traçam a jornada que começou em Liverpool e Hamburgo e logo cativou o mundo. Eles dão vida a histórias atemporais da Beatlemania, chegada da banda aos EUA, seu papel na vanguarda da contracultura dos anos 1960, sua exploração espiritual na Índia e sua separação. E, por trás de tudo isso, o fio condutor é a música. O episódio nove inclui cenas inéditas dos bastidores de Paul, George e Ringo se reunindo entre 1994 e 1995 para trabalhar em The Anthology e refletindo sobre suas vidas como The Beatles. A restauração teve supervisão da equipe de produção da Apple Corps, que trabalhou com as equipes da Wingnut Films e Park Road Post de Peter Jackson, juntamente com Giles Martin, que criou novas mixagens de áudio para a maioria das músicas. Para saber mais destalhes sobre o relançamento de The Beatles Anthology, basta acessar aqui. Via: RockBizz

Testament revela detalhes do novo álbum Para Bellum
Os fãs de thrash metal vão ficar felizes, pois o Testament revelou detalhes do novo álbum Para Bellum. O disco, que será o sucessor de Brotherhood of the Snake, tem previsão de sair no dia 10 de outubro pelo selo alemão Nuclear Blast. Sobre o novo trabalho, o vocalista Chuck Billy disse: “O novo álbum Para Bellum consiste em algumas músicas rápidas, pesadas e melódicas. Mais uma vez Eric Peterson (guitarra) encontrou uma maneira de manter a composição original e moderna. Vai ser difícil escolher quais músicas tocar ao vivo, porque há muitas opções”. Peterson completou: “Já se passaram cinco anos desde o lançamento do nosso último disco, Titans Of Creation. Agora, nosso novo disco, Para Bellum, está entre nós e será lançado em outubro. Estamos super animados e animados para lançar sangue novo e fúria para todos vocês”. Para dar um gostinho do disco, a banda liberou o clipe de Infanticide A.I. Veja: Track listing de Para Bellum: 01. For The Love Of Pain02. Infanticide A.I.03. Shadow People04. Meant To Be05. High Noon06. Witch Hunt07. Nature Of The Beast08. Room 11709. Havana Syndrome10. Para Bellum Via: RockBizz

Noel Gallagher está de boca aberta com o sucesso da turnê de reunião do Oasis
O guitarrista e vocalista Noel Gallagher está de boca aberta com o sucesso da turnê de reunião do Oasis, após dezesseis anos de separação. Vale lembrar que o retorno do grupo aos palcos aconteceu no dia 04 de julho, no Principality Stadium, em Cardiff, Inglaterra. Em recente conversa com o jornalista Andy Goldstein, do TalkSport, Noel disse estar “muito orgulhoso” de seu irmão mais novo, o vocalista Liam, acrescentando que “foi ótimo estar de volta” a uma banda com ele. O músico também admitiu que ainda é “difícil colocar em palavras a felicidade de fazer esses shows” e que suas pernas “ficaram bambas” no início do primeiro show em Cardiff, em julho. “Toda noite é a primeira noite do público”, observou Gallagher. “Então, todas as noites têm a mesma energia, mas tem sido realmente incrível. Normalmente não tenho falta de palavras, mas não consigo expressar isso no momento”. E por falar em Oasis, a banda fará duas apresentações no Brasil em novembro de 2025. Os concertos irão acontecer nos dias 22 e 23 no Estádio Do MorumBIS. Pelas redes sociais, a banda informou: “Povo do Brasil, o Carnaval chegou cedo. Se arrume e fique esperto. O Oasis vai te ver em breve”. Para mais informações sobre os espetáculos do Oasis em nosso país, basta acessar aqui. Via: RockBizz

Arch Enemy mostra seu lado melódico com a faixa Illuminate The Path; veja o clipe aqui
O Arch Enemy mostrou seu lado melódico com a faixa Illuminate The Path. A canção está presente em seu novo álbum de estúdio, o décimo segundo de sua carreira, que se chama Blood Dynasty. O disco chegou ao mercado no dia 28 de março pelo selo Century Media Records. Veja o clipe de Illuminate The Path aqui: Sobre o novo full length, o guitarrista e líder da banda, Michael Amott, falou: “Este novo álbum ultrapassa os limites do que fizemos antes. É tudo o que você esperava da banda e mais um pouco! Mal podemos esperar para que você ouça e sinta a energia que colocamos em cada faixa. Bem-vindos a Blood Dynasty”. Atualmente, o Arch Enemy possui os trabalhos de Alissa White-Gluz (vocal), Michael Amott (guitarra), Joey Concepcion (guitarra), Sharlee D’Angelo (baixo) e Daniel Erlandsson (bateria). Track listing de Blood Dynasty: 01. Dream Stealer02. Illuminate the Path03. March Of the Miscreants04. A Million Suns05. Don’t Look Down06. Presage07. Blood Dynasty08. Paper Tiger09. Vivre Libre10. The Pendulum11. Liars & Thieves Via: RockBizz