Resenhas

Sophie Lloyd faz versão shred do clássico The Trooper, do Iron Maiden
A virtuosa Sophie Lloyd fez uma versão shred do clássico The Trooper, do Iron Maiden. A faixa está presente no quarto registro de estúdio do grupo, Piece Of Mind, que saiu em maio de 1983 pela EMI. Na legenda da postagem, Sophie escreveu: “O Iron Maiden sempre foi uma das minhas bandas favoritas! Espero que curtam esta versão shred”. Veja: Em seu canal oficial no YouTube, Sophie Lloyd já homenageou inúmeros nomes importantes do rock n’ roll e heavy metal. Em sons de Metallica a Bon Jovi, de Alice Cooper a Guns N’ Roses, a moça mostrou seu talento nas seis coisas. Para conferir os seus vídeos, basta acessar seu canal oficial aqui. Carreira solo O primeiro álbum de Sophie Lloyd, Imposter Syndrome, saiu em 10 de novembro de 2023. O trabalho possui participações especiais de Michael Starr (Steel Panther), Matt Heafy (Trivium), Chris Robertson (Black Stone Cherry), entre muitos outros músicos. Via: RockBizz

Iggy Pop ovaciona Keith Richards como seu herói e ídolo de todos os tempos
Em certa medida é difícil conceber que os nossos ídolos da música ou cinema também têm os seus ídolos e se espelham em outras personalidades. O selvagem Iggy Pop, por exemplo, ovaciona Keith Richards, célebre guitarrista do The Rolling Stones, como seu ídolo de todos os tempos. No ano de 2002, durante entrevista ao veterano jornalista Jon Bennett, Pop falou brevemente sobre a influência do guitar hero em sua vida e formação musical. “Keith Richards é meu herói porque se manteve consistente como os músicos de verdade, quando a música não era tão influenciada pelo dinheiro”, afirmou Iggy. “Simplesmente não encontramos mais muitas pessoas que se mantenham firme nesse ponto”. Quando o entrevistador exaltou a suposta imortalidade Keith e quis submetê-la também de Pop, o padrinho do punk rock disparou: “Ele é muito mais indestrutível do que eu! Não consigo mais acompanhar aquele cara”. Keith Richards já comemorou 81 primaveras, sendo que mais de sessenta foram dedicadas ao rock n’ roll. Iggy Pop não fica atrás, pois está com 78 anos e ainda se mantém como uma potência do rock visceral. Portanto, os dois indivíduos são lendas vivas da música e cultura contemporâneas. Via: RockBizz

Saiba qual foi a performance mais perigosa de toda carreira de Iggy Pop
O nome Iggy Pop traz de arrasto uma reputação de um roqueiro selvagem pronto para explodir como em uma mistura de fogo e gasolina. Como poucos, ele personificou o rock n’ roll em sua mais pura essência com performances incendiárias, o que lhe causou alguns contratempos como cortes, hematomas e até ferimentos graves. No começo de carreira, a sua performance era tão insana que chegou correr a “fake news” de que ele tinha recebido um milhão de dólares para se matar durante show no Madison Square Garden, em Nova Iorque. As suas loucuras no palco iam de se chicotear até vomitar no palco, passando por stage diving e mosh em meio ao público. Mas, qual foi a performance mais perigosa de toda carreira de Iggy Pop? Bem, em 1973, a ideia do empresário Jeff Wald era fazer o The Stooges tocar mais nas rádios. Mas o fator imprevisível era justamente a estrela da festa, principalmente quando se adicionava bebidas e drogas. A banda fixou residência no Max’s Kansas City, famosa casa de show de NY, para agitar a cena local e alavancar seu nome. Para os shows, a plateia estava ansiosa por algo perigoso por parte de Pop. E é claro que ele entregou. Em uma das apresentações, Iggy começou a subir nas mesas e, inevitavelmente, tomou um tombo em cima de uma pilha de copos, que se estilhaçaram e o atingiram. Os cortes eram profundos e o sangue fez parte do show. A banda queria parar de tocar para que o astro do rock fosse socorrido. Iggy, claro, não permitiu e seguiu performando todo ensanguentado. É claro que o músico sobreviveu, tanto que está se apresentando aos 78 anos, mas chegou bem perto de trocar uma ideia com a dona morte ao vivo e a cores. Via: RockBizz

Cabelo de poodle e spandex: Nikki Sixx acha injusto colocar o Mötley Crüe na cesta do glam metal
Cabelo de poodle, spandex, maquiagem e brilho labial! Estamos falando sobre uma adolescente dos anos 1980? Claro que não! Estamos lembrando o “código de vestimenta” das bandas de glam metal de tal época. Muitos músicos usaram e abusaram desse recursos visuais, porém, como a moda passou, tentam se desassociar da cena pomposa. O baixista Nikki Sixx, por exemplo, acha injusto colocar o Mötley Crüe na cesta do glam metal. Em recente bate-papo com o pessoal da revista Bass Player, Sixx expressou a sua frustração com a inserção da banda neste balaio. “Eu acho isso errado! Nós lutamos contra isso. Até hoje não dou valor a isso, porque éramos, e somos, diferentes, e sempre seremos. A questão é que éramos reais. Era a coisa real. Era desgraça, melancolia, destruição, garotas 24 horas por dia, carros rápidos, guitarras mais barulhentas e tudo o que torna o Spinal Tap maravilhoso. Isso tudo era muito assustador para as pessoas de fora e frustrante porque não fazíamos o que nos mandavam. E, para ser sincero, não vi isso nas outras bandas. Eu as vejo como uma versão fabricada. Algumas daquelas bandas compuseram boas músicas, mas simplesmente não eram reais. Elas perderam completamente o foco, então eu realmente não prestei atenção. Dessa época vieram Guns N’ Roses, Mötley Crüe e Metallica. Essas são as bandas que se destacam”. Os comentários de Sixx tentam dar uma roupagem de originalidade e autenticidade ao Mötley Crüe, no entanto, a banda, apesar do sucesso comercial, era apenas mais um nome do glam metal norte-americano dos anos 80. É melhor aceitar o título do que ficar tentando tampar o Sol com peneira. Via: RockBizz

Saiba qual banda o Green Day odiou dividir o palco nos anos 2000
Desde o início de carreira, apesar do sucesso comercial e os clipes rolando a torto e a direito na programação da MTV, o Green Day se mantém como uma banda punk old school, antagônica e subversiva, ou seja, em profunda conexão com os fundadores do estilo nos idos dos anos 1970. Esta postura ia de encontro com a pegada mais festiva de nomes como Good Charlotte, Sum 41, The Offspring e Blink-182. Este último grupo, no ano de 2002, ainda estava gozando de bastante popularidade por conta do álbum Enema of the State, de 1999. Em uma tentativa de unir a nova e a velha safra californiana do punk, Blink-182 e Green Day saíram em turnê juntos. Mas parece que Billie Joe Armstrong e companhia não gostaram muito da experiência. “Achamos que estávamos arrasando quando entramos. Mas o Green Day entrou pronto para brigar com a música deles, é claro. Nas primeiras noites, eles nos derrubaram do palco e pensamos: ‘Puta merda, precisamos melhorar’”, lembrou Mark Hoppus, do Blink, em papo com a NME. “Eu era um grande fã, depois estávamos em turnê com eles, mas era estranho que o Green Day estivesse em declínio na época e o Blink estivesse em ascensão”, pontuou Mark. “Nós éramos anunciados como co-headliners, mas o Blink fechava todas as noites. Isso foi uma sensação estranha para nós. Ser a atração principal em vez dos seus ídolos é um pouco estranho”, acrescentou o baixista. Hoppus concluiu: “Tive a sensação de que o Green Day odiou a abrir para nós. Então, não foi exatamente a história de nunca conhecer seus heróis, mas a Pop Disaster Tour foi mais parecida com nunca ouse ofuscá-los”. Via: RockBizz

Whitesnake mostra a versão remasterizada de Easier Said Than Done
O britânico Whitesnake mostrou a versão remasterizada de Easier Said Than Done para promover o vindouro relançamento Forevermore, que chegará ao mercado no dia 26 de setembro pela Rhino Records. Confira: O box deluxe de Forevermore: Revisited, Remixed And Remastered com cinco discos incluirá uma versão remixada do álbum com faixas bônus, demos, ao vivo e alternativas. Já o Blu-ray adicionará clipes promocionais, apresentações ao vivo exclusivas e cenas dos bastidores. Quer mais? Sem problemas porque a caixa também virá recheada com um livreto de 60 páginas, uma réplica do livro da turnê de 2011 e um pôster. A edição com dois LPs trará versões “descompactadas” de Easier Said Than Done e Forevermore, com participação do The Hook City Strings e produzidas pelo fundador, cantor e compositor do Whitesnake, David Coverdale. Forevermore é o décimo primeiro álbum de estúdio do Whitesnake, cujo debute original foi em 2011. O trabalho vendeu cerca de 12 mil cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento, estreando na 49ª posição na parada Billboard 200. O álbum, o qual saiu na América do Norte em 29 de março de 2011 pela Frontiers Records, foi disponibilizado em quatro formatos diferentes. Via: RockBizz

Battle Beast está se aventurando pelo hard rock em Angel Of Midnight
A banda finlandesa Battle Beast está se aventura pelo hard rock em Angel Of Midnight. A faixa estará presente no álbum Steelbound, cujo lançamento será em 17 de outubro pela Nuclear Blast Records. Eero Sipilä, baixista da banda, falou sobre a canção: “Foi uma verdadeira batalha interna escrever essa canção. Nós somos uma banda de heavy metal. Será que seremos crucificados por criar uma música de hard rock com toques românticos? Então me veio à mente: somos o Battle Beast, podemos fazer o que quisermos. Angel Of Midnight é uma homenagem explícita a Bon Jovi, Def Leppard e Whitesnake, os grandes nomes do hard rock. Então deixe o sentimento te levar e aumente o volume como se fosse 1987”. Steelbound sairá em diversos formatos como CD, 2CD digipak, vinil preto, vinil colorido (azul transparente, splatter laranja e azul-claro e marmorizado em tons de azul, branco e verde-escuro) e digital. O Battle Beast conta em sua formação com Noora Louhimo (vocal), Joona Björkroth (guitarra), Eero Sipilä (baixo), Juuso Soinio (guitarra), Janne Björkroth (teclado) e Pyry Vikki (bateria). Via: RockBizz

Dream Theater compartilha o clipe da música Bend The Clock
O Dream Theater compartilhou o clipe da música Bend The Clock, faixa presente no novo álbum Parasomnia. O disco, que saiu no dia 07 de fevereiro, pelo selo InsideOut Music, é o décimo sexto registro de estúdio do veterano quinteto do prog metal. Veja: Parasomnia é o primeiro álbum do grupo com a formação clássica – a saber James LaBrie (vocal), John Petrucci (guitarra), John Myung (baixo), Jordan Rudess (teclado) e Mike Portnoy (bateria) – desde Black Clouds & Silver Linings, de 2009. O trabalho teve a produção do guitarrista John Petrucci, engenharia de som de James “Jimmy T” Meslin e a mixagem de Andy Sneap. Hugh Syme ficou responsável pela a arte da capa. Segundo o Dream Theater, Parasomnia é um termo para distúrbios relacionados ao sono, incluindo sonambulismo, paralisia do sono e terrores noturnos. Sons como A Broken Man, Dead Asleep, Midnight Messiah e Bend The Clock são em torno do título do álbum. Track listing de Parasomnia: 01. In The Arms Of Morpheus (5:22)02. Night Terror (9:55)03. A Broken Man (8:30)04. Dead Asleep (11:06)05. Midnight Messiah (7:58)06. Are We Dreaming? (1:28)07. Bend The Clock (7:24)08. The Shadow Man Incident (19:32) Via: RockBizz

Jack Osbourne conta qual foi a sua reação ao saber da morte de seu papai, Ozzy
Infelizmente, o dia 22 de julho ficará marcado nos anais do rock n’ roll e heavy metal como um dos dias mais tristes que os estilos já tiveram, porque foi a data em que nos despedimos de Ozzy Osbourne. O eterno vocalista do Black Sabbath morreu aos 76 anos, duas semanas depois de se despedir para valer dos palcos, por conta de um ataque cardíaco. Em um vídeo compartilhado nas mídias sociais, Jack Osbourne contou qual foi a sua reação ao saber da morte de seu papai, Ozzy. “Eu imediatamente senti dor, tristeza e sofrimento. Você passa por isso de se sentir triste, frustrado e com raiva. Em certa medida, a gente pensa que ele não está mais sofrendo. Mas eu queria que ele ainda estivesse aqui. Queria que ele ainda estivesse conosco. Mas ele estava passando por um momento difícil. As pessoas viram isso no show Back To The Beginning. Mas ninguém esperava que ele morresse tão rápido. Quando aconteceu, não foi algo que estivesse no nosso radar. Eu sei que, antes disso, havia todo tipo de coisa circulando sobre meu pai indo para a Suíça para eutanásia. Isso é categoricamente falso e ridículo”. Jack acrescentou: “Meu pai ficou muito feliz por ter feito o show e por estar entrando nessa próxima fase da vida. Ele queria passar mais tempo na Inglaterra. Queria passar mais tempo com meus filhos. Queria passar mais tempo explorando coisas diferentes o máximo que pudesse”. “Por mais triste que eu estivesse, foi muito gratificante ver que meu pai era um cara especial e significava muito para muitas pessoas. Ele significava algo muito diferente para mim do que para 99,999% do mundo. Mas o ponto em comum é que ele era muito amado e muitas pessoas vão sentir falta dele”. Via: RockBizz

Run to Guanabara: Iron Maiden fecha parceria exclusiva com a rede supermercados carioca
O refrão conhecido dos fãs do Iron Maiden é Run to the Hills, Run for your Lives. Agora, para os fãs cariocas, pelo menos, a coisa mudou para Run to Guanabara. Achou estranho? Calma lá que a gente explica! O Iron Maiden fechou uma parceria exclusiva com a rede supermercados carioca para vender o seu Eddie’s Blend Darkest Red. O vinho é tinto português intenso e cativante, elaborado com um blend clássico do Douro: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Tinto Cão. Vinificado em cubas de inox com temperatura controlada, com 10% do lote estagiado em barricas usadas de vinho do Porto, revela uma cor rubi brilhante, aromas de frutas vermelhas maduras e carvalho. Além disso, ele tem um paladar marcado por notas de amoras e groselhas, sustentadas por taninos estruturados e um final persistente. É uma bebida com alma rebelde e execução precisa! Eddie’s Blend Darkest Red une o universo do vinho à energia da lendária banda Iron Maiden. Via: RockBizz

Roger Waters está enfrentando a ira dos fãs de Ozzy após fazer pouco caso de sua morte
Roger Waters é um indivíduo que tem um certo magnetismo para confusões. O artista inglês está sempre se metendo em alguma treta por falas ofensivas a políticos e colegas de profissão. A mais nova briga foi com a família Osbourne. Durante entrevista ao podcast The Independent Ink, Waters falou que toda a atenção que a mídia deu a morte de Ozzy foi algo desnecessário e desmedido, visto que assuntos mais importante como as atividades políticas do ex-primeiro-ministro britânico Jeremy Corbyn não tiveram o mesmo holofote. É claro que essa atitude desrespeitosa não ficaria em brancas nuvens! Pelas redes sociais, Roger Waters está enfrentando a ira dos fãs de Ozzy após fazer pouco caso de sua morte. Na sessão de comentários, os internautas estão pedindo respeito ao Madman e afirmando que Roger não tem a mesma importância artística do comedor de morcego. Outras pessoas apenas escreveram Ozzy Forever e manifestaram seu carinho e respeito ao músico que nos deixou recentemente. Veja as postagens de Roger Waters em que a galera fez questão de tomar as dores do saudoso Príncipe das Trevas: Via: RockBizz

Do hard rock ao blues: conheça 5 guitarristas que receberam elogios de Tony Iommi (Black Sabbath)
Tony Iommi é um dos guitarristas mais talentosos de sua geração. Com sua fiel escudeira, uma imponente Gibson SG com marcação de casa em formato de cruz, ele foi o escultor dos riffs mais pesados do heavy metal. Mesmo sendo uma das bases da música pesada e referência nas seis cordas, Iommi também tem a sua lista de favoritos. Ao longo de sua carreira, Tony foi revelando aqui e ali alguns nomes que lhe serviram de inspiração e o fizeram abrir o sorriso no rosto em graça pelo o que estava vendo e ouvindo. “The Shadows foi a única banda que realmente me atraiu no início dos anos 60”, disse Iommi, em entrevista à revista Total Guitar. “Havia rock n’ roll, mas eu gostava da ideia de uma banda instrumental. Eles tinham um som meio demoníaco em alguns aspectos. Eles tinham uma atmosfera sinistra. Eu realmente gostava do que eles faziam. O som de guitarra de Hank Marvin era bacana”. Em 2020, em conversa com a Guitarist Magazine, o britânico citou outros nomes das seis cordas que admira. “Depois de Hank, veio Chuck Berry e Buddy Holly. Eu gostava muito do som de Eric Clapton, também. Quando ele foi tocar com o Cream, eu não fiquei tão entusiasmado, mas depois me acostumei com o Cream. Eu adorava o estilo e o som dele”. Ainda no bate-papo com a Guitarist Magazine, Tony elogiou o trabalho de Eddie Van Halen. Ele disse: “O Black Sabbath levou o Van Halen para sua primeira grande turnê. Eles ficaram conosco por oito meses. Eddie tocava coisas que eu nunca tinha visto antes. Nos tornamos amigos naquela época. É claro que ele lançou uma nova leva de músicos tocando daquele jeito. Não consigo acompanhar. Eu certamente não conseguiria fazer o que ele fez”. Via: RockBizz

Zakk Wylde conta qual o conselho de vida recebeu de Ozzy Osbourne
Na segunda metade dos anos 1980, Ozzy Osbourne viu a sua carreira solo alcançar um nível acima após fechar parceria com então molecote e prodígio das seis cordas Zakk Wylde. Ele tinha apenas dezenove anos quando começou a trabalhar com o Madman. A parceria entre Ozzy e Zakk se dava além dos palcos. Os dois artistas se tornaram grandes amigos a ponto do cantor ser o padrinho de Jesse Wylde, filho mais velho do guitarrista. Batendo um novo papo com a revista Guitar World, Zakk Wylde contou qual o conselho de vida recebeu de Ozzy Osbourne. “Você sempre vai aprender ao longo do caminho. Você confia em alguém e aí se dá mal em um negócio ou sei lá o quê. Quando alguma coisa assim acontecia, Oz dizia: ‘Zakk, eu me lembro do Sabbath com isso ou aquilo’. Ele contava histórias sobre achar que alguém era um cara legal, e essa pessoa acabava o prejudicando. Obviamente, todos nós vivemos e aprendemos por conta própria também. Mas o Oz sempre estava lá para me dar conselhos. Ele me cutucava no olhar, e eu perguntava qual era o motivo para aquilo. Ele respondia: ‘A vida é difícil. É por isso’. Oz ainda me mandava fazer um sanduíche de presunto para ele, com um pouco de Colman’s [mostarda]”. Wylde completou: “Funcionar e ser fácil, é assim que deve ser com bandas e relacionamentos. Seja com sua esposa, com seus amigos ou qualquer pessoa, se não te traz paz, não há motivo de ficar perto dessa pessoa”. O pontapé da parceria entre Wylde e o Príncipe das Trevas foi com o álbum No Rest For The Wicked, de 1988. A consagração, no entanto, foi em 1991, com o lançamento de No More Tears, disco que levou para casa o Grammy de Melhor Performance de Metal com a música I Don’t Want to Change the World. Via: RockBizz

João Gordo (Ratos de Porão) lembra seu trabalho no programa Legendários: “Quatro anos de vergonha”
Durante anos, a MTV Brasil estava na vanguarda do que aconteceria na cena cultural nacional, no entanto, quando decidiu se adequar à moda do mercado com programas de humor de supostos comediantes como Tatá Werneck, Dani Calabresa e Bento Ribeiro, o canal sucumbiu. A galera da velha guarda e talentosa como João Gordo precisou encontrar trabalho em outra vizinhança. Infelizmente, o frontman do Ratos de Porão foi parar na TV Record, canal de forte inclinação religiosa, para se manter empregado. Trocando uma ideia com Mafê, apresentadora do canal Instituto Cultiva, Gordo lembrou seu trabalho no programa Legendários, atração popularesca cuja apresentação era de Marcos Mion. “Geninho Simonetti era o meu diretor na época da MTV. Ele queria fazer um programa em que eu era um psicanalista e tal, mas ele estava indo embora para a Record com o Marcos Mion. Depois de uma semana, ele conversou com o Mion, que acabou me fazendo uma proposta para participar do Legendários. Ele falou que o programa seria melhor do que o CQC e o Pânico. Falou que seria um programa inteligente e com estrutura. Como a MTV estava uma merda, e eu já estava com o filme queimado mesmo, eu fui. Quatro anos de vergonha”. João complementou: “Eu tinha um salário lindo! Consegui construir uma casa. É lógico que fui colocado na geladeira de tudo que era jeito. Eu tinha vergonha de participar do programa ao vivo de sábado. Mas eu ficava provocando! Eu ia para lá com a camisa do Venom, com pentagrama e cruz de cabeça para baixo. Usava anel de pentagrama, bem satânico. Foi uma fase meio estranha da minha vida, mas passou”. Eis o bate-papo completo aqui: Via: RockBizz

Alter Bridge libera videoclipe da nova faixa Silent Divide
O Alter Bridge liberou o videoclipe da nova faixa Silent Divide. A canção estará no repertório do oitavo álbum de estúdio do grupo, que receberá um título homônimo à banda. Curta o vídeo de Silent Divide no player abaixo: De acordo com Myles Kennedy (vocal e guitarra), Mark Tremonti (guitarra), Brian Marshall (baixo) e Scott Phillips (bateria), o disco sairá no dia 09 de janeiro de 2026 pelo selo Napalm Records. A banda uniu forças ao produtor Michael “Elvis” Baskette para dar vida ao seu oitavo full length. O trabalho aconteceu no famoso estúdio 5150 na Califórnia e no estúdio de Baskette na Flórida. Alter Bridge estará disponível em diversos formatos como CD, CD digisleeve, vinil preto, vinil colorido (verde translúcido, branco e creme) e digital (streaming e download). Track listing de Alter Bridge: “Silent Divide”“Rue The Day”“Power Down”“Trust In Me”“Disregarded”“Tested And Able”“What Lies Within”“Hang By A Thread”“Scales Are Falling”“Playing Aces”“What Are You Waiting For”“Slave To Master” Via: RockBizz

Jack Osbourne solta os cachorros para cima de Roger Waters após detratar Ozzy: “Patético e babaca”
Roger Waters é um indivíduo que tem um certo magnetismo para briga. O artista inglês volta e meia se mete em confusão por falas ofensivas a políticos e colegas de profissão. A mais nova contenda foi com a família Osbourne. Durante entrevista ao podcast The Independent Ink, Roger falou que toda a atenção que a mídia deu a morte de Ozzy foi algo desnecessário e desmedido, visto que assuntos mais importante como as atividades políticas do ex-primeiro-ministro britânico Jeremy Corbyn não tiveram o mesmo holofote. Waters ainda completou sua fala em tom bem jocoso, afirmando que o Príncipe das Trevas ficou aparecendo na TV durante anos com as suas idiotices e bobagens. Como era de se esperar, pelas redes sociais, Jack Osbourne soltou os cachorros para cima de Roger Waters após detratar Ozzy. “Ei, Roger Waters! Vai se foder! Como você se tornou patético e desinformado. A única maneira de você chamar atenção hoje em dia é vomitando besteiras na imprensa. Meu pai sempre achou você um babaca. Obrigado por provar que ele estava certo”. Via: RockBizz

“The X Factor é muito bom, mas é um álbum sombrio”, analisa Steve Harris (Iron Maiden)
Na primeira metade dos anos 90, o Iron Maiden encontrou o seu maior desafio, que foi a saída do cantor Bruce Dickinson. O grupo, na figura de seu líder e baixista, Steve Harris, precisou colocar a bola no chão para reorganizar a casa e ver qual caminho a seguir. Além dos problemas na empresa, Steve estava com a vida pessoal coalhada em problemas, visto que estava se divorciando da esposa e mãe de seus filhos, Lorraine. Ou seja, o momento era bem complexo, mas, mesmo assim, Steve conseguiu botar ordem em tudo e continuar com a banda, que chegou a ficar com a sobrevivência em risco. Este período tenso acabou encontrando eco no então novo álbum do Maiden, The X Factor, que foi o primeiro com o substituto de Dickinson, Blaze Bayley. Em recente conversa com a revista inglesa Metal Hammer, Harris analisou brevemente o debute de Blaze em sua banda. “The X Factor é muito bom, mas é um álbum sombrio”, observou Steve. “Provavelmente porque eu estava em um momento meio sombrio com a saída do Bruce, além disso, eu estava passando por um divórcio na época. Então, tinha tudo isso acontecendo”, explicou. “Entretanto, o resultado foi um álbum poderoso. Você pega coisas negativas e as transforma em positivas”, ponderou. “Essas emoções vêm à tona, e é isso que você pode fazer com a música. A música é uma coisa tão poderosa”. “Na época, cogitei em acabar com o Maiden! Mas isso durou poucas horas. No final das contas, acabei me recompondo seguindo em frente. É a única maneira de funcionar”, finalizou o líder do Iron Maiden. Via: RockBizz

Tony Iommi (Black Sabbath) explica por que nunca usou guitarras do modelo Les Paul
Em uma sessão de Q&A – Questions and Answers (perguntas e respostas) da Gibson Garage, o riff master do heavy metal Tony Iommi (Black Sabbath) explicou por que nunca usou guitarras do modelo Les Paul. E para quem não sabe, o músico britânico ganhou fama mundial usando instrumentos do modelo SG, que têm uma aparência mais diabólica, por assim dizer. “Eu sempre quis uma Les Paul, mas eu não conseguia tocar a Les Paul por causa do meu acidente”, contou Tony. Na juventude, em Birmingham, Inglaterra, Iommi sofreu um acidente com uma máquina de corte em uma fábrica de chapas metálicas. Ele teve as pontas dos dedos médio e anular da mão esquerda cortadas. Com a inspiração em Django Reinhardt, o músico começou a usar dedeiras para tocar guitarra. “Com a Les Paul, eu não conseguia chegar aos trastes, às casas superiores, mas a SG me serviu perfeitamente”, explicou. “A SG para mim era confortável. Gostei do formato, do peso e, com o tempo, muita gente começou a usá-la. Todo mundo queria uma Les Paul no começo. Sempre foi a melhor opção”. “Como eu disse, eu não podia ter uma Les Paul. Não me sentia confortável, era muito pesada e eu não conseguia chegar aos trastes superiores. Então, a SG tem sido perfeita para mim, e é por isso que sempre a usei”, completou. Para quem queira tirar uma onda no estilo Tony Iommi, a Gibson já lançou o modelo SG Special Signature baseada na icônica Vintage Cherry original do guitarrista. É uma arma perfeita para tocar os riffs de Iron Man, War Pigs e afins. Via: RockBizz

Cradle of Filth: Ashok critica Dani Filth por usar câncer de sua mãe para obter simpatia dos fãs
O drama do Cradle of Filth em torno das demissões de Zoë M. Federoff e Marek “Ashok” Šmerda, que aconteceram na The Screaming of the Americas Tour, ganha novos capítulos a cada postagem de Dani Filth e dos músicos desligados da banda. Em sua mais recente publicação, Ashok criticou Dani Filth por usar câncer de sua mãe para obter simpatia dos fãs. O guitarrista também colocou a culpa de todo imbróglio na conta de Filth, pois ele estava ciente de todos os problemas contratuais e gerenciais do grupo e não fez nada. “Acredito que este será o fim das declarações públicas da minha parte e da minha esposa, desde que também seja o fim da parte dele. Sei que isso está irritando a todos, mas conversas privadas não resolveram nada por meses. Entenda que vir a público foi o último recurso. Sua mãe sempre foi uma ótima pessoa para mim e desejo que ela se recupere. O coração dela é enorme. No entanto, me parece mesquinho usá-la agora como desculpa, quando todos sabemos que ela está doente desde o ano passado. Todos o apoiaram, Dan. Todos nós demos muito amor e apoio a ela assim que você nos contou. Perdi minha própria mãe em uma tragédia médica repentina e nunca me despedi dela. Não houve tempo. Ela nunca me viu no palco com o Cradle. Mas a memória dela me diz para ser um homem melhor e tratar os outros melhor. Eu nunca a usaria como desculpa para machucar os outros”. Marek acrescentou: “Você já teve meu respeito e lealdade total! Parei de te respeitar quando ficou óbvio que você não se importava conosco. Tivemos que conviver com aquele contrato sórdido, que você enviou com instruções para assinar o mais rápido possível. Você não assume responsabilidade de nada. Eu queria poder ver um homem quando olho para você, Dan, mas não vejo. Eu só vejo desculpas. Com o tempo, tudo virá à tona, pois não acredito que seremos os últimos a dizer algo, embora seja óbvio por que outros 40 ex-membros nunca disseram muita coisa. Tem sido um inferno para nós nos manifestarmos. Mas não me arrependo”. Pelo o andar da carruagem, a briga entre Cradle of Filth e os seus ex-integrantes está muito longe de um fim e as consequências ainda não estão claras para os dois lados. O desejo é que a música volte a ser a protagonista de tudo. Via: RockBizz

Quebra de pulso de Steve Jones é o que realmente tirou o Sex Pistols do The Town
O Sex Pistols seria uma das atrações do The Town na noite que tem como headliner o Green Day, no entanto, nesta terça-feira, 02, a banda informou que não participará do evento. A informação preliminar dava conta de que Frank Carter estava com problemas de saúde. Contudo, pelas redes sociais, Steve Jones informou que a quebra de seu pulso foi o verdadeiro motivo para que o show caísse por terra. A turnê de verão pela América do Norte também foi para o ralo. Jones escreveu: “Tenho uma boa e uma má notícia. O que vocês querem primeiro? Ok, a má notícia: quebrei meu pulso, então, infelizmente, não faremos shows por um tempo. A boa notícia é que o cirurgião disse que voltarei a tocar guitarra em um futuro não muito distante. A outra boa notícia é que farei 70 anos amanhã! Deus abençoe e proteja o pulso”. Na mesma postagem, o grupo acrescentou: “As apresentações serão adiadas e remarcadas quando Steve estiver totalmente recuperado. Consulte os sites e nossas redes sociais para mais informações. Agradecemos sua compreensão e apoio”. No caso do The Town, o festival vai continuar sem grande avaria, pois o Bad Religion irá suprir a lacuna deixada pelo veterano Sex Pistols. Via: RockBizz

System Of A Down: “Escrevi todo o álbum Toxicity enquanto morava com meus pais”, conta Daron Malakian
Em meados de 2001, System Of A Down colocou no mercado seu maior sucesso comercial, que é o álbum Toxicity. Munido de sons como Shop Suey!, Aerials e a faixa-título, o trabalho vendeu mais de doze milhões de cópias ao redor do mundo e figurou na primeira posição da Billboard 200. Recentemente, conversando com a revista Metal Hammer, o guitarrista do System Of A Down, Daron Malakian, contou que escreveu todo o álbum Toxicity enquanto morava com seus pais. “Eu compus todo o álbum Toxicity enquanto morava com meus pais! Eles me ouviam tocando guitarra no meu quarto. Então, quando o Toxicity saiu, eles ouviam Aerials ou Chop Suey! no rádio ou na MTV, e falavam: ‘São aquelas músicas que a gente ouvia você tocando no seu quarto o tempo todo’. Acho que eles conheciam mais as músicas do que eu”. Daron acrescentou: “Escrevi Chop Suey! em turnê, no fundo do ônibus. Eu tinha um violão e escrevi aquele arranjo. Eu não componho riffs, eu componho músicas. Cerca 85% a 90% das vezes era eu quem trazia o material para a banda”. Toxicity passou no teste do tempo e as suas canções se mantêm como os momentos de total êxtase do público nos shows da banda. Via: RockBizz

Conheça a música que o cineasta John Carpenter compôs após receber um não do Metallica
Música está presente em nosso dia a dia mais do que nos realmente imaginamos! A primeira arte é tão importante que vem atravessando fronteiras para as artes cênica, cinema e vídeo game. É quase impossível imaginar o genial Pulp Fiction, por exemplo, sem a faixa Misirlou. As artes se entrelaçaram tão bem a ponto de uma depender da outra. Quem é genial em fazer essa união ganhar vida é o cineasta, músico e roteirista norte-americano John Carpenter. Ele foi um dos criadores do longa Halloween, de 1978. O filme foi o primeiro do gênero slasher, cujo o protagonista é o serial killer Michael Myers. Mesmo assim, em 1994, John quis usar uma faixa do Metallica em seu filme In the Mouth of Madness, mas um não retumbante da banda o levou a uma interpretação própria das lendas do metal. Em entrevista à revista Louder Sound, Carpenter falou: “Bem, In the Mouth of Madness foi inspirada no Metallica e no The Black Album. Nós queríamos usar Enter Sandman no filme, mas não conseguimos. Então, eu simplesmente criei uma música e o pai de Daniel [Davies, seu afilhado] tocou guitarra solo para mim e ficou ótimo. Meus filhos me apresentaram ao Metallica. Eu não era fã antes, nem prestava atenção neles e, de repente, eles estavam ouvindo. Eu adorei o peso de tudo. Adorei o drama”. In the Mouth of Madness não fez muito sucesso, no entanto, para os fãs de heavy metal que também navegam pelos mares da sétima arte, o trabalho é bastante cortejado. Curta o trailer de In The Mouth Of Madness e a canção inspirada em Enter Sandman: Via: RockBizz

Cradle of Filth: “Minha mãe está lutando contra um câncer em estágio 4; os ataques online contra mim aumentaram sua angústia”, diz Dani Filth
Como toda comunidade heavy metal sabe, o bicho está pegando bem feio para o Cradle of Filth, seu vocalista Dani Filth e o empresário Bradley “Dez” Fafara (Coal Chamber). Depois das demissões da vocalista e tecladista Zoë M. Federoff e do guitarrista Marek “Ashok” Šmerda, que aconteceram ao The Screaming of the Americas Tour, o conjunto e o seu setor empresarial estão recebendo acusações de roubo, extorsão e assédio moral. Nesta segunda-feira, dia 01 de setembro, Dani emitiu mais uma nota pelas redes sociais e informou que sua mãe está lutando contra um câncer em estágio 4 e que os ataques online contra ele aumentaram a angústia de sua genitora. “Após um longo dia de reflexão, quero fazer uma declaração final sobre os eventos recentes. Primeiramente, reconheço que, na minha última mensagem, deixei que o cansaço e a frustração me levassem a compartilhar mais detalhes pessoais do que provavelmente eram necessários. Por isso, peço desculpas. A veracidade do meu relato permanece, mas, por respeito a todos os envolvidos, não comentarei mais sobre assuntos pessoais em público. O que preciso abordar, no entanto, são as alegações de roubo e exploração feitas contra mim, banda e nossa equipe. Essas alegações são falsas e prejudiciais. Mantemos registros claros que demonstram o contrário. Qualquer disputa será tratada adequadamente, sem julgamento nas redes sociais”. Filth continuou: “Também quero falar sobre algo mais pessoal. Como Zoe e Ashok sabem, minha mãe está atualmente lutando contra um câncer em estágio 4. É uma luta que exige todas as suas forças. Ela viu a onda de ataques online direcionados a mim. Isso só aumentou sua angústia. Independentemente do que se diga, espero que todos concordemos que arrastar famílias para esta tempestade é uma crueldade que nenhum de nós deveria desejar a ninguém. Para Zoe e Ashok, apesar de tudo, desejo-lhes o melhor. Compartilhamos ótimos momentos juntos e serei sempre grato por essas memórias. Mas não permitirei que calúnias infundadas definam esta banda ou diminuam o trabalho que dedicamos a ela”. “O show precisa continuar! Não é uma pantomima de Natal. Nosso foco continua em entregar shows com a paixão que os nossos fãs merecem e em construir uma base mais forte e clara para todos os nossos músicos daqui para frente”, finalizou o cantor. Pelo o andar da carruagem, a briga entre Cradle of Filth e os seus ex-integrantes está muito longe de um fim e as consequências ainda não estão claras para os dois lados. O desejo é que a música volte a ser a protagonista de tudo. Via: RockBizz

The Gathering vai celebrar 30 anos de Mandylion com formação clássica em São Paulo
O grupo holandês The Gathering vai celebrar 30 anos de Mandylion com formação clássica em São Paulo. O concerto irá acontecer no dia 15 de outubro, na Audio. Lançado originalmente em 1995, Mandylion foi um marco na carreira do The Gathering e na história da música alternativa, mesclando elementos de rock progressivo, metal atmosférico e o vocal inconfundível de Anneke Van Giersbergen, que elevou o álbum ao status de clássico cult. A turnê promete não apenas recriar a atmosfera única de Mandylion, mas também incluir outros sucessos da era Anneke, revisitados com a energia e a química que só a formação original pode oferecer. No repertório, os fãs podem esperar todas as faixas como Strange Machines, Eléanor, Leaves, In Motion #1, além de outras músicas memoráveis da era Anneke que marcaram para sempre a trajetória da banda. SERVIÇOThe Gathering – 30 Anos de MandylionData: 15 de outubro de 2026 – Quinta-feiraCidade: São Paulo/SPLocal: AudioEndereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São PauloVendas online: https://www.ticket360.com.br.Início das vendas: 31 de agosto de 2025 Via: RockBizz