Resenhas

Show de metal na Nova Zelândia se transforma em caos com fã soltando barrão no mosh pit
O mundo da música – principalmente o rock e o metal – é uma caixinha de surpresa, e isso não é uma figura de linguagem, é um fato repetidamente provado. E tem de tudo como processo entre irmãos, traição, corno bravo, corno manso, talarico, roubo, plágio, desvio de grana e por aí vai. E como tem tudo, o escatológico também se faz presente. No último sábado, dia 25 de julho, durante show da banda de metal Devilskin na Nova Zelândia, um fã chegou ao extremo de soltar um barrão no mosh pit. O grupo estava na divulgação do 10º aniversário do álbum Be Like The River. Segundo o jornal local Otago Daily Times, o incidente começou quando um espectador de meia-idade deixou cair “um ‘tolete’ de dentro das calças durante o show da banda. “Era enorme, tipo, gigantesco”, disse uma testemunha ocular, que preferiu permanecer anônima. “Nunca vi um daquele tamanho antes. Muita gente pulava. E aí, em algum momento, alguém deve ter olhado para baixo e percebido que havia uma imensa sujeira de merda, completamente espalhada pela roda de mosh, por todo o chão”. “Estava nos pés das pessoas! Algumas pessoas estavam usando saia, com isso a merda estava subindo pelas pernas e tudo mais. Teve uma garota que vomitou na merda, o que levou muitas outras pessoas a vomitarem, também. Havia uma mulher com vômito no cabelo, merda nas pernas e simplesmente chorando, chorando, chorando”, completou. De acordo com o jornal, as autoridades localizaram o cagão, que não foi autuado por nenhuma infração. A turnê do Devilskin continua – sem mosh pit de merda. Via: RockBizz

Rafael Bittencourt (Angra) sobre o estilo do guitarrista brasileiro: “Tem a síndrome do complexo de vira-lata”
Todo mundo que vive e respira nas atmosferas do rock n’ roll e do heavy metal sabe que os estilos são especializados em riffs e solos de guitarra! Na verdade, são duas das muitas características que os gêneros têm a oferecer ao público. Quando se trata dos músicos brasileiros, a profundidade rítmica e harmônica ganham tanto holofotes quanto os riffs e solos. Mesmo com estes diferenciais, alguns músicos cismam em se espelhar e emular músicos dos Estados Unidos e Europa. Em entrevista ao programa Roland Talks, que tem apresentação do baterista Charles Gavin (Titãs), o líder do Angra, Rafael Bittencourt, refletiu sobre o estilo do guitarrista brasileiro. Ele destacou que muita gente aqui no Brasil sofre do complexo de vira-lata “O guitarrista brasileiro é muito obcecado por quantidade de notas, coisa que você não vê nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos não existe uma cultura assim: se você tocar um montão de notas, você é melhor que o outro. Não! Existem identificações”. Rafael seguiu com sua reflexão: “Se você se identifica com isso, você vai tocar, mas você não é melhor do que o bluseiro, não. Porque o blues é tradição. Você veio do blues, e os caras sabem os diferentes contextos – ou os caras são muito valorizados. Os guitarristas de funk, que têm a mãozona solta e tal, é super valorizado. Mas aqui a gente tem a síndrome velha e boa – a síndrome de complexo de vira-lata, que faz a gente achar que mais é mais, que se eu botar um monte de notas não vou ser olhado como um sul-americano, que é, vamos dizer, inferior”. “E é o que faz alguns roqueiros subestimarem o samba, subestimarem a nossa própria cultura. Faz alguns roqueiros acharem assim: ‘Os caras botaram xaxadinho do Luiz Gonzaga, e não tem a nobreza’. Isso é xenofobia com a própria cultura. Os caras esquecem que a nossa maior riqueza, a maior riqueza do Brasil, não é nióbio e nem as terras raras, é a cultura. A nossa riqueza é a cultura, que a gente explora pouco”, completou. Via: RockBizz

Peter Baltes (ex-Accept) é hospitalizado após sofrer fraturas em três costelas devido queda grave no palco
O baixista Peter Baltes (ex-Accept) foi hospitalizado após sofrer fraturas em três costelas devido queda grave no palco. O incidente aconteceu no último sábado, 25 de julho, durante o show da banda Dirkschneider no festival Pyraser Classic Rock Night, na Pyraser Landbrauerei – uma cervejaria situada na cidade de Pyras, em Thalmässing, Alemanha. A banda emitiu uma nota nas redes sociais sobre o caso: “Durante nossa apresentação na Pyraser Classic Rock Night, Peter Baltes e Alen Brentini [guitarrista do U.D.O. e do Dirkschneider] sofreram quedas graves devido a condições de segurança inadequadas no palco. Alen sofreu várias contusões severas e outros ferimentos. Felizmente, apesar disso, ele tem condições de continuar se apresentando. Peter sofreu três fraturas nas costelas e está sendo tratado em um hospital em Nuremberg. É provável que ele não consiga se apresentar por um longo período. Nossos pensamentos estão com ele, e desejamos uma recuperação rápida e completa”. A nota ainda informou o seguinte: “Apesar destas circunstâncias difíceis, o Dirkschneider continuará a realizar os espetáculos agendados conforme planeado. Nós divulgaremos mais informações assim que estiverem disponíveis. Muito obrigado pelo apoio e por todas as mensagens de apoio enviadas a Peter e Alen”. Dirkschneider é o nome da banda do cantor Udo que toca exclusivamente material do Accept. Já o grupo U.D.O. cria material autoral, sendo o álbum mais recente Touchdown, cujo lançamento foi em agosto de 2023 pela Atomic Fire Records. Via: RockBizz

Bruce Dickinson (Iron Maiden) faz aparição surpresa em show de Billie Joe Armstrong (Green Day) na San Diego Comic-Con
Bruce Dickinson (Iron Maiden) fez uma aparição surpresa em show de Billie Joe Armstrong (Green Day) na San Diego Comic-Con. A participação do cantor rolou na noite passada (23 de julho), no show da The Coverups, banda de cover do ícone punk. O show do grupo, que teve 26 músicas, começou com um cover de Hello There, do Cheap Trick, e incluiu versões de canções de Tom Petty and the Heartbreakers, Ramones, Pretenders, Nirvana, Sweet, The Clash, Ozzy Osbourne, Mötley Crüe, Poison e outros. Dickinson, que estará hoje em um estande de autógrafos da Z2 na San Diego Comic-Con, subiu no palco para apresentar uma versão de All the Young Dudes, som do saudoso David Bowie, que saiu por intermédio do Mott the Hoople. É importante recordar que o vocalista do Iron Maiden gravou uma versão dessa música em seu álbum solo de estreia, Tattooed Millionaire, de 1990. Além de Billie Joe Armstrong, The Coverups tem em sua formação Jason White (guitarra – membro de apoio do Green Day), Bill Schneider (baixo e vocal – gerente de turnê do Green Day) e Chris Dugan (bateria – engenheiro de áudio do Green Day). Via: RockBizz

Avenged Sevenfold surpreende os fãs lançando o EP Statica com quatro músicas
O Avenged Sevenfold surpreendeu os fãs lançando o EP Statica com quatro músicas. O trabalho, que inclui as faixas Lights, Statica, Rejoice e Ashes, sucede o álbum da banda de 2023, Life Is But A Dream…, e o single avulso Magic, que saiu em dezembro de 2025 como parte da atualização da história de Call of Duty – Temporada 1 de Black Ops 6. O EP Statica tem duração de 18 minutos e 7 segundos e mostra a banda explorando novos territórios musicais ao utilizar vocais robóticos, sintetizadores com sonoridade de ficção científica e batidas de música eletrônica dançante. Statica é uma obra musical cujo lançamento foi totalmente independente, dando continuidade à ambição do atual da banda que é não depender de selo algum. E por falar no Avenged Sevenfold, o grupo marcará mais um capítulo memorável na trajetória do Rock In Rio. No dia 05 de setembro, o Palco Mundo terá os caras como headliner para marcar a presença do metal. Bring Me The Horizon, Bad Omens, Sepultura e Poppy também farão parte do festival. Via: RockBizz

Iron Maiden revela que alguns fãs roubaram produtos oficiais no Eddfest: “Nada legal, pessoal”
O Iron Maiden revelou que alguns fãs roubaram produtos oficiais no Eddfest. A banda compartilhou um vídeo de quase seis minutos com os bastidores do evento, que rolou nos dias 10 e 11 de julho, no Knebworth Park, Inglaterra. No conteúdo, o grupo agradeceu o carinho do público, os grupos que tocaram no evento, equipe técnica e todo mundo que colaborou para dar vida ao festival. Na legenda da postagem no YouTube, no entanto, o conjunto expressou a sua insatisfação pelo ocorrido no Dive Bar. “Obrigado a todos que tornaram este fim de semana inesquecível! Aos nossos parceiros de merchandising pelos prêmios do parque de diversões, à equipe que deu vida ao show e aos fãs que tornam tudo isso possível! Exceto o pessoal que roubou todos os guarda-sóis do Dive Bar na noite de sexta-feira… nada legal, gente. Literalmente”. Além da Donzela de Ferro, a festa teve a presença de nomes como The Hu, The Darkness, The Almighty, Blaze Bayley, Airbourne, entre outros. Via: RockBizz

Tommy Lee (Mötley Crüe) conta detalhes da treta com Kid Rock em 2007: “Houve um ou outro soco que não acertou”
O baterista do Mötley Crüe, Tommy Lee, contou detalhes da treta com Kid Rock em 2007, em aparição no programa Armchair Expert With Dax Shepard. O caso rolou na cerimônia do MTV VMAs [Video Music Awards] do citado ano. O ator Dax Shepard deixou claro que só tocou no assunto, pois também teve alguns desentendimentos com Rock a ponto de querer socá-lo. “Eu não soquei ele! Isso é muito louco. Ninguém chegou a se agredir de fato. Teve gente em cima da gente muito rápido para nos separar; houve um ou outro soco que não acertou e aí já estávamos separados”, disse Lee. “Então, não foi uma briga, de jeito nenhum”, garantiu o baterista. “As pessoas ficavam tipo: ‘Ah, o Kid Rock deu um soco no Tommy Lee’. Cara, ele nunca encostou em mim. Tipo, isso nunca aconteceu. Não sei que edição você viu, mas é isso”. Tommy explicou o que aconteceu: “Levantei para ir ao banheiro. Quando voltei, ele estava sentado no meu lugar. Sabe aquela coisa de gente que ocupa lugar vazio? Eles fazem isso quando entra o intervalo comercial, ou então ele simplesmente viu que eu tinha saído e pensou: ‘Vou sentar no lugar dele e arrumar confusão’, sei lá. Não sei qual era a intenção, mas voltei e ele estava no meu lugar, e eu fiquei tipo: ‘Cara, o que você está fazendo’? Ele soltou um ‘vai se ferrar’. Pareceu intencional. Não acho que foi só para preencher uma cadeira, mas começou assim a confusão”. Via: RockBizz

Oasis supera os Beatles com o álbum de estúdio mais vendido de todos os tempos no Reino Unido
O Oasis superou os Beatles com o álbum de estúdio mais vendido de todos os tempos no Reino Unido. O segundo registro do grupo de Manchester, What’s The Story) Morning Glory?, cujo lançamento original foi em 1995, está no terceiro lugar na lista dos mais vendidos de todos os tempos, de acordo com a Official Charts Company. A primeira posição está com a coletânea Greatest Hits, do Queen, de 1981. Já o segundo lugar está nas mãos do sueco ABBA, com a também coletânea Abba Gold, de 1992, em segundo lugar. A pop star Adele está em quarto lugar com seu álbum de 2011, 21, e os Beatles estão na quinta posição com o clássico psicodélico Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, de 1967. What’s The Story) Morning Glory? consolidou o Oasis como uma potência musical do britpop e rock dos anos 1990. Com singles como Some Might Say, Roll With It, Morning Glory, Wonderwall, Don’t Look Back in Anger e Champagne Supernova, o disco alcançou a quarta posição da Billboard 200 e vendeu mais de 22 milhões de cópias em todo mundo. Via: RockBizz

Ghost libera trailer oficial do trabalho ao vivo 2 Big To Rig
O Ghost liberou o trailer oficial do trabalho ao vivo 2 Big To Rig. O material foi registrado em película de 16 mm durante os dois shows ‘sold out’ no Palacio de los Deportes, na Cidade do México. Sendo o segundo longa-metragem do grupo, o filme transporta o espectador através do tempo e do espaço para o meio da multidão de quase 40 mil pessoas que testemunharam aquelas noites de magia sombria em setembro de 2025. O título 2 Big To Rig faz referência ao encerramento da Skeletour em fevereiro de 2026, depois de 70 shows na América do Norte, Europa e México. O filme foi produzido com o objetivo de compartilhar a experiência da Skeletour com os fãs em regiões onde a montagem do espetáculo não era logisticamente viável, bem como com os fãs que aparecem no filme e haviam comprado ingressos para a primeira das três datas planejadas na Cidade do México – o número de apresentações acabou sendo reduzido para duas, já que a primeira noite foi cancelada devido a problemas de saúde. O longa chegará aos cinemas e em IMAX em todo o mundo a partir de quarta-feira, 26 de agosto, por tempo limitado. Os ingressos já estão oficialmente à venda. Para saber detalhes das exibições e saber mais detalhes sobre a obra, basta acessar 2BigToRig.com. Via: RockBizz

“Eu disse que minha visão estava piorando; bem, não canto com os olhos”, diz Ian Gillan (Deep Purple)
Durante nova entrevista para a editora de música do The Independent, Roisin O’Connor, o vocalista do Deep Purple, Ian Gillan, esclareceu seu comentário de novembro de 2025 de que a aposentadoria não estava longe, devido aos seus crescentes problemas de visão. “Eu não disse isso [que estávamos perto da aposentadoria] de jeito nenhum; nunca disse isso. Eu jamais diria isto. O que eu disse foi que, quando sentisse que não tinha mais forças, aí sim eu me aposentaria”. “Também comentei que minha visão estava piorando, e todo mundo perguntou: Ah, você vai se aposentar’? Bem, eu não canto com os olhos”, pontuou em tom irônico. “Mas a gente já está ficando mais velho, só que, enquanto houver energia, disposição e o grupo, a coisa continua a todo vapor”. Gillan acrescentou: “Eu me sinto muito bem na estrada! É algo que depende muito da equipe. Costumo comparar com o circo. Você tem que lavar a louça e também fazer o número no trapézio. Falo muito sobre os animais do circo, porque eu adorava os circos com animais, e todo mundo faz cara feia para mim. Todavia, quando eu era criança, quando o domador enfiava a cabeça na boca do leão, eu só queria que o leão arrancasse a cabeça dele. E isso nunca aconteceu”. O novo álbum do Deep Purple, Splat!, saiu em 03 de julho pelo selo earMUSIC. Mais uma vez, a banda se uniu ao produtor Bob Ezrin (KISS, Pink Floyd, Lou Reed, Alice Cooper) para a confecção da obra. Splat! está disponível em diversos formatos como CD (Digisleeve), 2LP (preto, 180g, Gtf.), 2LP (180g, Gtf. roxo e amarelo), Boxset (2LP Gatefold (180g), livreto de doze páginas, CD Digisleeve, vinil de dez polegadas e single de sete polegadas) e digital. Com muito mais de 120 milhões de álbuns vendidos desde sua formação em 1968, o Deep Purple consolidou seu lugar na história do rock. E em vez de simplesmente se acomodar nos louros do passado, a banda continua a expandindo sua veia criativa. Isso acaba sendo um ato de muita coragem e digno de louvor. Via: RockBizz

Slaughter to Prevail estreia videoclipe do single Koschei
O Slaughter to Prevail estreou o videoclipe do single Koschei. A canção está presente no novo álbum Grizzly, que saiu no dia 18 de julho pelo selo Sumerian Records. O disco tem a participação de Ronnie Radke (Falling In Reverse) na música Imdead e Babymetal em Song 3. Sobre a música, o vocalista Alex Terrible disse. “Ele é um feiticeiro ancestral que não pode ser morto por meios comuns, pois sua morte está escondida fora de seu corpo. Segundo a lenda, sua morte está oculta dentro de uma agulha; a agulha está dentro de um ovo; o ovo dentro de um pato e assim por diante – escondida em um lugar quase impossível de encontrar. É por isso que Koschei representa algo muito maior do que a imortalidade física. Ele personifica a ideia de que a verdadeira essência de um ser existe além do próprio corpo”. Já sobre o novo trabalho, Terrible disse: “Acho que este é o melhor álbum que já escrevemos. Nos dedicamos muito a ele. Dedicamos muito tempo a cada detalhe e realmente colocamos nossa alma nas músicas. No passado, estávamos sempre correndo para terminar os álbuns e lançando o que tínhamos em mãos. Desta vez, dedicamos nosso tempo, trabalhamos cuidadosamente em cada faixa e garantimos que tudo estivesse exatamente como queríamos. Espero que tenha valido a pena”. Além de Alex Terrible, o Slaughter to Prevail conta com os trabalhos de Jack Simmons (guitarra), Dmitry Mamedov (guitarra), Mikhail Petrov (baixo) e Evgeny Novikov (bateria). Track listing de Grizzly: 01. Banditos02. Russian Grizzly In America03. Imdead (com Ronnie Radke)04. Babayka05. Viking06. Koschei07. Song 3 (com BABYMETAL)08. Lift That Shit09. Behelit10. Rodina11. Conflict12. Kid Of Darkness13. 1984 Via: RockBizz

Halestorm compartilha a performance de Perry Mason em homenagem a Ozzy Osbourne
A Halestorm compartilhou a performance de Perry Mason em homenagem a Ozzy Osbourne. Nesta quarta-feira, 22, completa um ano do falecimento do saudoso Príncipe das Trevas, por isso a banda norte-americana liberou o vídeo da canção em suas plataformas. Em nota, o conjunto informou: “No Dia do Ozzy Osbourne, nós gostaríamos de prestar uma homenagem ao Príncipe das Trevas da única maneira que sabemos. Esta é uma versão ao vivo do clássico Perry Mason, de Ozzy, do álbum Ozzmosis. Gravada no BP Pulse Live, na cidade natal de Ozzy, Birmingham, Inglaterra, em 23 de novembro de 2025”. Vale lembrar que a cantora Lzzy Hale, frontwoman do Halestorm, apareceu no evento Back To The Beginning em julho de 2025. O evento foi a derradeira apresentação de Ozzy e Black Sabbath. Ela cantou uma versão de Perry Mason. Perry Mason é o open track do sétimo álbum do Madman, Ozzmosis, de 1995. A gravação do material, que ocorreu em três estúdios: Guillaume Tell Studios, em Paris, França; Electric Lady Studios, em Nova Iorque, Estados Unidos, e Bearsville Studios, também em Nova Iorque, ficou na responsabilidade de Michael Beinhorn (Soundgarden, Aerosmith, Korn, The Cult, entre outros). Ozzmosis, com a ajuda de Perry Mason, vendeu mais de três milhões de cópias ao redor do planeta, além disso, o disco conquistou a quarta colocação da Billboard 200. Já nas paradas britânicas, o álbum ficou no segundo lugar. Via: RockBizz

Liam Gallagher é irônico quanto a um novo álbum do Oasis: “Não estou preparado para as críticas”
Liam e Noel Gallagher, ícones do Britpop, anunciaram a turnê Live ’25 – seus primeiros shows juntos em 16 anos – em agosto de 2024. Depois de começar pelo Reino Unido, o Oasis levou os shows para o resto do mundo e encerraram a enorme jornada em São Paulo, no dia 23 de novembro de 2025, após 41 shows. Recentemente, em responsa a um fã no X (antigo Twitter), Liam Gallagher foi irônico quanto a um novo álbum do Oasis e deixou claro que a banda não tem planos de lançar material inédito. “Não, eu simplesmente não estou preparado para as críticas caso o álbum não venda 100 milhões de cópias na primeira hora, cure o mau hálito e a prisão de ventre de toda a nação. Se não fizer a Cher voltar no tempo nem nada dessa merda, vamos só fazer uns shows e ser felizes, obrigado”. Uma turnê europeia do Oasis em 2027 parece que vai rolar, já que Liam Gallagher disse aos fãs italianos que a banda tocará em Roma no próximo ano. No final de abril, ao cumprimentar os fãs de Roma, um deles perguntou se ele estaria em “Roma no ano que vem”, ao que o vocalista respondeu: “Sem dúvida. 100%”. Até o momento não há mais informações sobre a suposta nova tour da banda inglesa. Via: RockBizz

Evan Rachel Wood diz que Marilyn Manson é um narcisista experiente em controle típico de seitas
Nos últimos anos, depois que várias denúncias de abusos sexuais surgiram, a vida do vocalista Marilyn Manson – cujo nome de batismo é Brian Hugh Warner – virou de perna para o ar e se transformou em um verdadeiro inferno. A modelo e atriz Evan Rachel Wood (Westworld, Frozen 2, True Blood) foi uma das mulheres que o acusou de abuso sexual e sofrimento emocional. Em conversa com o jornalista Andrew Gold, Evan Rachel Wood disse que Marilyn Manson é um narcisista experiente em controle típico de seitas. “Se você der uma volta pela biblioteca dele, você verá que ele tem muitos livros sobre seitas e muitos livros sobre controle mental e manipulação. Ele também estudou a Cientologia e coisas do gênero. Seitas têm nomes e estilos diferentes, mas, no fim das contas, as táticas são as mesmas. Acho que ele conhecia muito bem essas táticas”. Evan seguiu falando sobre a personalidade do roqueiro: “Ele também deixou bem claro que retaliaria contra qualquer pessoa que se voltasse contra ele ou – nas palavras dele – o ‘traísse’ de alguma forma. E uma traição consistiria em expô-lo. Acredito também que ele sabia muito bem o que fazer caso isso acontecesse e de que maneira retaliaria”. Ao ser questionada se considerava Manson um narcisista psicopata, ela respondeu: “Acho que sim! Acho que houve uma época em que eu queria acreditar que talvez ainda houvesse bons momentos e que tivéssemos passado apenas por alguns momentos ruins. Mas, à medida que comecei a ler as histórias que surgiam na internet e mais pessoas entravam em contato comigo para contar suas próprias histórias, não havia como pensar de outra forma”. Ela completou: “O que mais me assustou foi quando vi a máscara sendo colocada. Foi aí que eu realmente soube. Ele estava prestes a dar uma entrevista e começou a soltar o verbo. Era o que eu chamava de seus desabafos narcisistas, em que ele simplesmente destratava todo mundo. Sempre que precisava se preparar para algum evento ou entrevista, quando tinha que assumir o personagem, fazer a maquiagem e tudo o mais, era certo que a noite seria péssima para todo mundo”. Via: RockBizz

“Eu que comecei o Shaman; o nome era meu e eu comecei a banda”, afirma Ricardo Confessori
Em 2006, o Shaman encerrou as atividades com a sua formação original, a qual consistia em Andre Matos (vocal), Luís Mariutti (baixo), Hugo Mariutti (guitarra) e Ricardo Confessori (bateria). Entre os anos de 2007 e 2013, o grupo ainda tentou vingar na cena musical com outra formação, no entanto, não conseguiu lograr êxito e fechou as portas. Em 2018, porém, o Shaman voltou aos palcos com a sua formação clássica para alguns shows que foram bem-sucedidos. Com o passar do tempo, as apresentações ganharam contornos especiais, pois foram os últimos espetáculos da carreira de Andre Matos, que morreu em 08 de junho de 2019, aos 47 anos. Pouco tempo depois da morte de Andre, o Shaman resolveu seguir carreira com o vocalista Alírio Netto. A união do cantor e o grupo rendeu o álbum Rescue (2021) e alguns shows para sua promoção. Entretanto, em janeiro de 2023, o conjunto emitiu uma nota comunicando que estava encerrando as atividades. Recentemente, durante conversa com o pessoal do canal Lado A Podcast, Ricardo Confessori foi questionado sobre os motivos que levaram Andre Matos a sair do Shaman. “Saiu todo mundo, né? Eu não sei até hoje, porque não estava do lado de lá ouvindo os argumentos dos caras – o real motivo”. Na mesma tacada, o baterista seguiu falando sobre o finado grupo, a debandada que houve em meados dos anos 2000 e sobre a carreira solo de Andre Matos. “Eu fiquei com a banda e montei outro Shaman. Os caras saíram da banda! Depois de um ano eu lancei um outro trabalho com outra galera. Lancei dois trabalhos [a saber: Immortal (2007) e Origins (2010)]. Resumindo, o que eu fiquei sabendo depois que a gente se reuniu de novo, que comecei a falar de novo com os Mariuttis, os caras falaram que foi uma loucura do Andre em querer sair em carreira solo, fazer tudo sozinho. Os caras acharam melhor ficar do lado do Andre pelo nome dele. Mas eu que comecei o Shaman, na verdade! O nome era meu, eu comecei a banda, então, eu não quis abrir mão da banda. Eu não quis abrir mão porque foi a primeira banda que eu criei. Mas, hoje em dia, pensando bem, com a minha maturidade de hoje em dia, talvez eu saísse da banda e montasse a minha. Não teria o porquê de seguir”. Já sobre o atual detentor da marca Shaman, Ricardo disse: “Eu dei o nome para o Andre para gente fazer essa volta. Uns anos aí eu já tinha aberto a mão do nome. Andre ficou com o nome, a gente fez o ‘reunion’, mas não durou muito. Foram só oito meses de shows e Andre acabou falecendo. Acho que o nome ele deu para o Hugo antes de falecer”. Via: RockBizz

Nicko McBrain cita qual é o melhor e o pior álbum do Iron Maiden
Se enveredar pelo campo do melhor ou pior é bem difícil, porque cada indivíduo vai interpretar o objeto em análise segundo suas experiências, vivências, cultura, criação e etc. E quando entramos na área do melhor ou pior álbum, a equação ainda pode receber altas doses de paixão e desdém, o que influência diretamente no resultado final. Dando de ombros a isto, o eterno baterista do Iron Maiden, Nicko McBrain, durante um evento para fãs em sua churrascaria na Flórida, citou qual é o melhor e o pior álbum do Iron Maiden. Um fã registrou a fala do músico e compartilhou nas redes. McBrain colocou o álbum de estreia autointitulado da banda, de 1980, na última posição da lista, ao mesmo tempo em que apontou A Matter of Life and Death como o seu favorito de todos os tempos. Sobre as escolhas, ele falou: “Colocar o álbum homônimo, Iron Maiden, na última posição da lista… Olha, a produção dele não era das melhores, mas, ainda assim, é um bom álbum. A Matter of Life and Death é, sem dúvida, o meu álbum favorito. For the Greater Good of God, Lord of Light, The Legacy. É praticamente tudo perfeito”. O debute do Iron, que saiu em 11 de abril de 1980 pela EMI Records, tem uma produção mais crua, o que sempre foi motivo de desgosto ao líder do grupo, Steve Harris. O disco é embalado por sons como Phantom of the Opera, Prowler, Running Free, Transylvania e faixa-título. Ele fez bonito nas paradas britânica, alcançando a #4 posição da Official Albums Chart. O Iron Maiden nunca quis cair no perigoso esquema de aderir ao piloto automático, em que a preguiça e apatia são a ordem do dia. O grupo britânico sempre escolheu ousar e quebrar as próprias barreiras. E uma prova disto é o progressivo A Matter of Life and Death, de 2006. Via: RockBizz

Scorpions mostra performance ao vivo de Tease Me Please Me no Madison Square Garden
O Scorpions mostrou a performance ao vivo de Tease Me Please Me no Madison Square Garden. A gravação do material aconteceu no dia 06 de maio de 2022 durante o histórico concerto para celebrar os 50 anos do conjunto. Tease Me Please Me saiu originalmente no álbum Crazy World, décimo primeiro registro de estúdio da banda alemã de hard rock. O disco alcançou ótimas posições nas paradas de sucessos dos Estados Unidos, França, Alemanha, Áustria e Holanda, devido aos mega hits Wind of Change e Send Me an Angel. Em termos de vendas, Crazy World bateu a marca do platinado Love at First Sting, pois comercializou mais de sete milhões de cópias. Love at First Sting chegou ao patamar de platina tripla, ou seja, três milhões de cópias vendidas. E por falar no lendário grupo alemão, a Scorpions – Coming Home To Las Vegas vai acontecer entre os dias 17 de setembro e 03 de outubro, com a participação especial do Buckcherry. A nova residência sucede as três temporadas anteriores: Scorpions – Sin City Nights (2022), Love At First Sting Las Vegas (2024) e Scorpions – Coming Home To Las Vegas 60th Anniversary Las Vegas Residency (2025). Via: RockBizz

Paul Stanley e Gene Simmons são dois dos maiores frontmen da história do rock, segundo Billy Corgan
Os donos do KISS, Paul Stanley e Gene Simmons, são dois dos maiores frontmen da história do rock, segundo o líder do The Smashing Pumpkins, Billy Corgan. Ele destacou não apenas a ascensão icônica da banda nos anos 1970, mas também sua notável capacidade de evoluir sua sonoridade ao longo das décadas. “Paul Stanley e Gene Simmons são dois dos maiores frontmen da história do rock”, disse Corgan em conversa com a Consequence. “Obviamente, muitos fãs do KISS focam nos anos 70, porque foi quando eles estouraram e eram literalmente a maior banda do mundo; mas o que mais me impressiona em Gene e Paul é que eles conseguiram fazer a transição para os anos 80”. Billy seguiu com sua análise sobre a banda mais quente do mundo: “Parando para pensar, parte do material do KISS do final dos anos 70 basicamente antecipou a fase do hair metal que estava por vir. Eles adaptaram sua composição e emplacaram mais uma série de sucessos, como Heaven’s On Fire. “É preciso ter muita capacidade para mudar o som da sua banda para algo completamente diferente. Eles obviamente tiraram a maquiagem e tiveram uma outra grande fase de sucesso”, acrescentou Corgan. “Para mim, acho que essa é uma das maiores conquistas deles”. Com forte influência da Motown, revistas em quadrinhos e teatro japonês, Paul Stanley (vocal e guitarra), Gene Simmons (baixo e vocal), Ace Frehley (guitarra e vocal) e Peter Criss (bateria e vocal) iniciaram, em meados da década de 1970, uma banda que ajudaria a moldar os rumos do rock e metal, afinal, incontáveis grupos deram os primeiros passos inspirados nos quatro mascarados. Já nos anos 80 foi o tempo em que a purpurina e a lantejoula imperavam nos visuais dos artistas e estrelas do rock n’ roll! E a banda mais quente do mundo, claro, soube muito bem aproveitar a época colocando na praça conteúdos audiovisuais repletos destes e de outros adereços. Via: RockBizz

Mick Jagger (Rolling Stones) acha que qualquer tipo de pessoa criativa não usaria Inteligência Artificial
A inteligência artificial (IA) está mais do que presente em nosso cotidiano, indo da otimização de procedimentos nas empresas até às áreas de educação, ensino, segurança e saúde. E é óbvio que o universo musical e criativo também está coalhado desta tecnologia. Mas há muita gente da área musical como o vocalista do Rolling Stones, Mick Jagger, que não gosta nenhum pouco da ferramenta. Em uma nova entrevista para a Billboard, a estrela do rock falou abertamente sobre sua aversão à música gerada por IA. “Eu não quero ser imitado pela IA, vocal e instrumentalmente, e a banda não quer. Não quero que as pessoas divulguem coisas que possam soar exatamente como os Rolling Stones. Acho que isso é obviamente errado”. “Se alguém quiser criar música com IA, que vá em frente. Mas tem de ser original! Você precisa dar a sua própria contribuição e trazer as suas próprias ideias”, continuou o vocalista. “Há pessoas que usam a IA apenas para criar uma música do zero, no estilo dos Rolling Stones”, acrescentou Jagger em tom crítico. “Se você fosse uma pessoa criativa, não faria isso”. E por falar em Mick Jagger, o novo álbum do Rolling Stones, Foreign Tongues, o vigésimo quinto registro de estúdio de sua carreira, saiu no dia 10 de julho pela Polydor/Universal Music. Foreign Tongues ganhou vida em menos de um mês no Metropolis Studios, no oeste de Londres, com Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood se reunindo com o produtor Andrew Watt, que também comandou Hackney Diamonds. O resultado é um álbum bastante dinâmico e voltado para o futuro que capta o som inconfundível da banda e aventura-se por novos territórios sonoros e líricos, consolidando ainda mais seu legado artístico. Via: RockBizz

Cidade natal de Ozzy Osbourne anuncia oficialmente o primeiro Ozzy Day da história
A cidade natal de Ozzy Osbourne anunciou oficialmente o primeiro Ozzy Day da história. As celebrações em homenagem ao saudoso cantor ocorrerão exatamente um ano após a sua morte, ou seja, no dia 22 de julho de 2026. A Câmara Municipal de Birmingham, Inglaterra, divulgou uma nota anunciando que a primeira edição do Ozzy Day contará com música ao vivo, arte pública, homenagens, filmes e outras apresentações especiais em honra à lendária figura do rock. Além disso, as redes sociais do artista publicaram informações sobre a nova cerveja Patient Number 9, da Hobsons Brewery, mencionando o Ozzy Day na legenda. Haverá também instalações em diversos locais do centro de Birmingham, incluindo o icônico banco e a ponte do Black Sabbath, o Birmingham Museum & Art Gallery, a estação Birmingham New Street e outros pontos marcantes da trajetória de Ozzy. Vale mencionar que muitos destes locais foram atrações de destaque no evento de retorno à cidade natal o qual realizou em 2025 – o Back to the Beginning. Terá uma camiseta exclusiva do evento trazendo na frente uma foto do Príncipe das Trevas de sua apresentação final com o Black Sabbath. Nas costas, a camiseta trará a lista de todos os 52 shows que Ozzy realizou em Birmingham ao longo de sua carreira, tanto com o Sabbath quanto em sua trajetória solo. “Ozzy Day é um exemplo fantástico de como Birmingham se une para celebrar o lendário Ozzy Osbourne”, disse Sam Watson, presidente da Birmingham Central BID. “Ao reunir empresas, organizações culturais e espaços públicos, estamos criando uma experiência que abrange todo o centro da cidade e incentiva as pessoas a celebrarem o legado de um ícone verdadeiramente global, nascido em Birmingham”, completou. Via: RockBizz

Black Pantera lança o clipe de Start The Game com inspiração em jogos famosos
O Black Pantera lançou Start The Game, primeiro single do quinto álbum de estúdio da banda, Continental. Com sonoridade que transita entre o neo metal e o rock dos anos 90, a música inaugurou essa nova fase, que se materializa no álbum. A música chegou também com um clipe de animação, que leva o trio mineiro a cenas inspiradas em jogos de videogame já conhecidos e queridos pelo público como GTA, Tomb Raider, Homem-Aranha, Mortal Kombat, Jujutsu Kaisen (anime), The Sims, Sim City, The Legend of Zelda, Alex Kidd, Metal Slug, War, Guitar Hero, Need for Speed, FIFA, Pac-Man, entre outros. Algumas cenas inclusive são inspiradas por um jogo inédito, nacional, que ainda será lançado, chamado Saci Filho do Vento. “Todos esses jogos permeiam o imaginário da nossa infância, da nossa geração, tem algumas coisas mais novas também, como o Jujutsu Kaisen”, disse o baixista e vocalista Chaene da Gama. “A ideia de usar os jogos foi uma forma de falar sobre como viver tá sendo difícil, como a gente tá sempre pulando de fase e passando de fase, mas às vezes temos que voltar atrás, descobrir alguma outra camada e abrir uma outra porta”, completou. Na letra, a banda constrói uma analogia entre a vida contemporânea e um jogo de videogame, usando referências da cultura pop, gamer e nerd para tecer críticas sociais e refletir sobre os paradoxos do mundo atual. “Tem uma frase da música que eu gosto muito, que é ‘Fim do mundo é só uma fase, final boss é a humanidade’. No final desse jogo que a gente vive, a humanidade acaba sendo o grande vilão de si mesma”, contou Chaene. Start The Game marca o primeiro passo do Black Pantera rumo à nova era, do álbum Continental, e já está disponível em todas as plataformas digitais pela gravadora Deck. Via: RockBizz

Nickelback revela detalhes do novo álbum Everything Under The Sun
O Nickelback revelou detalhes do novo álbum Everything Under The Sun, que vai sair no dia 30 de outubro pela Virgin Music Group. O disco será o sucessor de Get Rollin, que saiu em 2022. “Este álbum mostra todas as facetas da banda”, disse o vocalista Chad Kroeger. “Há músicas que impactam tanto quanto qualquer coisa que já fizemos, músicas que arriscam e músicas que nos lembram por que estamos fazendo isso juntos há tanto tempo”. Como prévia ao trabalho, o grupo canadense liberou o single Rattle The Cage, faixa que tem a participação do guitarrista John 5 (Mötley Crüe, ex-Rob Zombie). Track listing de Everything Under The Sun: 01. Rattle The Cage (com John 5)02. Bones For The Crows03. I Already Know04. Leave Me Behind05. If I Don’t Go06. Make Me Love You07. Chasin’ Famous08. Simple Song09. Technicolor Steamboat10. Lift Somebody Up11. Bottled Dreams12. Last Night Was Fun Via: RockBizz

Dani Filth nega acusações de ex-membros do Cradle of Filth: “Não fizemos absolutamente nada de errado”
Em 2025, o inferno astral do Cradle of Filth em torno das demissões de Zoë M. Federoff e Marek “Ashok” Šmerda, que aconteceram na The Screaming of the Americas Tour, foi gigantesco. Para quem não lembra, o conjunto inglês e a sua administração sofreram acusações de roubo, extorsão e assédio moral por parte de Zoë e Marek. Aproveitando a carona dos lamentáveis acontecimentos outros ex-membros do Cradle of Filth se uniram no processo contra Dani Filth, empresas afiliadas à banda e a The Oracle Management. Agora, em entrevista para o Hot Metal, o vocalista Dani Filth negou as acusações de ex-membros do Cradle of Filth. O cantor afirmou que ele e sua banda não fizeram absolutamente nada de errado. “Nós simplesmente ignoramos. Na verdade, nós, como pessoas, como banda, como eu, não fizemos absolutamente nada de errado. Foi uma tempestade em copo d’água. Fizemos uma turnê americana, fizemos festivais de verão, estamos a todo vapor. Cradle está de volta”. “É realmente uma pena que esse tipo de coisa aconteça”, pontuou. “Mas a vida lança obstáculos o tempo todo”. Dani acrescentou: “As pessoas dizem: ‘É, vocês têm uma nova formação’. Bom, vocês querem um show ou não? As bandas evoluem. Ninguém reclama no ambiente de trabalho se alguém sai do escritório, da gravadora, do programa de rádio ou da revista. É só uma questão de se adaptar e sobreviver. Nós evoluímos. Evoluímos e seguimos em frente”. Processo O processo, aberto no estado do Arizona, EUA, em 30 de setembro de 2025 e emendado em 20 de novembro, tem como autores Federoff, Šmerda, o guitarrista Paul Allender, a ex-tecladista e vocalista Lindsay Matheson (Lindsay Schoolcraft), o ex-guitarrista Richard Shaw e Sasha Baxter, que apareceu em dois videoclipes da banda. O processo aponta crimes como uso comercial não autorizado da imagem dos demandantes, royalties não pagos por apresentações ao vivo e obras gravadas, uso indevido dos símbolos protegidos por direitos autorais de Matheson, declarações depreciativas sobre Federoff e Smerda, enriquecimento ilícito, etc. Além disso, os autores da ação buscam ampla reparação por conta de danos morais e materiais por perdas financeiras e sofrimento emocional, e o reembolso de todas as custas judiciais. Eles também solicitam um julgamento por júri. Os músicos, portanto, estão lutando pelos seus direitos na justiça. Já Dani Filth, que é o líder e o vocalista do grupo, jura que tem provas para se defender de todas incriminações. Via: RockBizz

Steve Harris reclama do trabalho de Will Malone em Iron Maiden: “Ele não fazia nada; ficava só sentado com os pés para cima”
O Iron Maiden lançou seu debute em 11 de abril de 1980 pela EMI. O disco tem em seu repertório sons potentes como Prowler, Running Free, Phantom of the Opera, Transylvania e a faixa-título – esta última ainda consta no setlist da banda até os dias de hoje. Apesar disso, a produção do álbum sempre incomodou o baixista e líder da banda, Steve Harris. O músico já afirmou inúmeras vezes que a produção deixou o repertório manso, aquém do poderio das canções. Durante conversa com a Guitar World, Steve Harris reclamou do trabalho de Will Malone em Iron Maiden. O The Boss comentou que ele não fazia nada; ficava só sentado com os pés para cima. “Éramos todos jovens e ingênuos e não sabíamos nada sobre produtores e o que eles faziam – ou melhor, não faziam”, disse Harris. “E [Malone] era uma perda de tempo. Ele não fazia nada. Ficava só sentado lá com os pés para cima lendo a revista Country Life. Então, no fim, simplesmente o ignoramos e lidamos diretamente com o engenheiro de som”. Sobre a sonoridade do álbum, Steve falou: “A verdade é que as guitarras ficaram com o volume muito baixo na mixagem. Acredito que os solos estão bons, mas as bases não tinham corpo suficiente. Soam um pouco fracas, na verdade”. “E suponho que por causa disso meu baixo se destacou ainda mais do que deveria. E de um ponto de vista egoísta, sim, isso é legal, mas se você considerar o som geral da banda, não é tão bom”, acrescentou. Via: RockBizz