Resenhas

Rush: documentário Neil Peart – No One’s Disciple terá estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto
Notícia legal aos fãs de Rush! O documentário Neil Peart – No One’s Disciple terá estreia mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto. Com direção de Scot McFadyen e Sam Dunn, que anteriormente dirigiram o documentário Beyond The Lighted Stage, o filme de 96 minutos terá sua estreia em 16 de setembro, com uma exibição pública em 19 de setembro. O longa também terá exibição na rede canadense CBC em 23 de setembro como parte da série The Passionate Eye. O filme, que promete narrar o início difícil da carreira de Peart como jovem artista, bem como a sua ascensão meteórica, contará com a participação de seus companheiros de banda, Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) e Alex Lifeson (guitarra), em conversas íntimas e sinceras em memória do amigo falecido. Haverá também contribuições de outros nomes famosos da bateria como Stewart Copeland, do The Police, Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers, e Danny Carey, do Tool. Em trecho do documentário, Neil cravou: “Acho importante tocar cada vez melhor, dar o meu melhor o tempo todo, manter a coisa sempre fresca e em constante mudança. Vejo isso como uma responsabilidade minha, como baterista”. A derradeira apresentação ao vivo de Neil aconteceu em 01 de agosto de 2015, na famosa casa The Forum, em Los Angeles, Estados Unidos. O show teve pérolas musicais como Red Barchetta, The Spirit of Radio, Xanadu, Subdivisions e Working Man. No entanto, o rock n’ roll ficou mais triste no dia 07 de janeiro de 2020, pois foi a data em que o drum hero Neil Peart faleceu, depois de uma batalha de três anos contra o glioblastoma, uma forma agressiva de câncer no cérebro. O baterista tinha 67 anos. Via: RockBizz

Black Pantera anuncia participações de Duquesa, Sandra Sá e Derrick Green no novo álbum Continental
Continental, aguardado quinto disco do Black Pantera, chega no dia 21 de agosto e traz algumas participações especiais, entre elas, três vozes emblemáticas de diferentes gerações, Duquesa, Sandra Sá e Derrick Green, do Sepultura. O novo álbum celebra a diversidade da música, passando pelo soul, rap e rock. Inspirado em tudo o que tem raiz na música africana, o trabalho também homenageia as mulheres que vêm fazendo história nesse universo. “É um álbum que fala desses vários gêneros, de vários Brasis”, comentou o baixista e vocalista Chaene da Gama. “É especial que as duas convidadas representem gerações distintas, porém complementares, da música brasileira.” Fãs declarados da nova geração de rappers, os integrantes do Black Pantera não escondem a admiração por Duquesa. A conexão com a artista já aparecia na letra de Serotonina antes mesmo da parceria nascer. A faixa, que também menciona Negra Li, fala sobre não perder tempo com quem não agrega e chega ao álbum com um improviso de Duquesa que, segundo o grupo, “ficou incrível”. Enquanto Duquesa representa a força da nova cena do rap, Sandra Sá, conhecida como a “rainha do soul brasileiro”, participa de Quando Canto. “A Sandra é uma artista icônica, que a gente cresceu ouvindo, e quando gravamos a música sentimos que caberia uma voz ancestral, uma voz poderosa”, contou Chaene. “Meus pais ouviam Sandra Sá, eu ouço, já fui a shows e até hoje não acredito que ela gravou no disco”. Derrick Green, do Sepultura, é um feat internacional que mostra a grandiosidade do projeto. Homem preto, à frente de uma das maiores bandas de metal do planeta, Derrick é uma grande inspiração para o Black Pantera, e está presente na faixa Obsoleto. “É uma honra imensa ter artistas desse calibre no nosso álbum” concluiu Chaene. Como prévia de Continental, já foram lançados os singles Start The Game e Hórus. Confira abaixo: Via: RockBizz

Andre Matos ironizou sobre uma possível reunião com o Angra: “Quem sabe nos quarenta anos de Angels Cry”
O saudoso vocalista Andre Matos foi a base para a formação do Angra, que chegou a ser a mais importante banda de power metal do Brasil. Depois de três álbuns completos de estúdio – Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Fireworks (1998) – o cantor resolveu sair e se aventurar em outros terrenos. Depois do Angra, ele liderou o Shaman, teve sua carreira solo e também emprestou o seu talento a outros projetos e grupos como Ópera Tommy, Avantasia, Aina e Epica. No ano de 2013, já em carreira solo, Andre fez uma turnê em celebração aos vinte anos do Angels Cry. Neste mesmo ano, em entrevista ao canal Invasão Rocker, Matos falou se era possível uma reunião ou um show comemorativo com o Angra. “Nós estamos fazendo um show comemorativo em relação ao Angels Cry. Não estamos deixando de fazer. Não estamos deixando a data passar em branco com a banda solo, que, inclusive, tem ex-integrantes do Angra na banda – originais, do início da formação do Angra [se referindo ao guitarrista André Hernandes]. “Então, quem sabe um show comemorativo dos quarenta anos de Angels Cry seja possível com os membros originais”, pontuou aos risos. “Vamos esperar mais vinte [anos] para ver”. Infelizmente, Andre Matos morreu no dia 08 de junho de 2019, aos 47 anos, devido a um infarto agudo do miocárdio. Mesmo com a esta triste realidade, a arte de Andre segue viva fazendo a alegria dos fãs ao redor do mundo. Via: RockBizz

Phil Collins conta que quase morreu em 2024 devido ao abuso de álcool: “As pessoas estavam vindo se despedir”
O cantor e multi-instrumentista Phil Collins revelou recentemente ao jornal The Times de Londres que quase morreu em 2024 devido a complicações de saúde decorrentes do abuso de álcool. O vocalista do Genesis explicou que foi internado inicialmente em um hospital suíço por dependência alcoólica no final de 2023. Ele, no entanto, chegou a ter alta, mas precisou ser internado novamente pouco tempo depois e levado para a UTI. “Meus rins estavam falhando, meus órgãos estavam simplesmente paralisando”, contou Phil. “As pessoas vinham se despedir. Mas eu não me lembro delas terem vindo. Eu não fazia ideia do que estava acontecendo. Todos estavam preocupados que não me veriam novamente. Tudo poderia ter dado muito errado”. “Havia algumas decisões a serem tomadas, como ‘Devemos manter Phil em suporte de vida’?, coisas desse tipo. Tive muita sorte de sair dessa! Nem preciso dizer que não bebi mais desde então”, acrescentou. O eterno baterista e vocalista do Genesis está com 75 anos, e quase 50 primaveras de sua vida foi dedicada à música e arte. Portanto, todo cuidado com a saúde é mais do que bem-vindo para que ele siga sua vida bem. Via: RockBizz

Rush lançará 2112 (50º Aniversário) e The Spirit Of Radio: Greatest Hits 1974-1987 em outubro
Boa notícia aos fãs de rock progressivo e classic rock! O Rush lançará 2112 (50º Aniversário) e The Spirit Of Radio: Greatest Hits 1974-1987 em 02 de outubro pelos selos UMe/Mercury e Anthem Records. O álbum 2112, que recentemente recebeu quatro certificações de platina, chegará ao mercado em vinil líquido com capa em um recorte especial para que os fãs possam manuseá-lo facilmente e curti-lo sem moderação. O LP em vinil líquido 2112 (50th Anniversary) já está disponível como uma exclusividade da Sound Of Vinyl. Mais uma vez, o Rush contou com o produtor Terry Brown para explorar o som característico de estúdio da banda em 2112. A faixa-título, dividida em sete partes e com mais de 20 minutos de duração, consolidou o grupo como uma das bandas mais inovadoras da era do rock. Ocupando todo o primeiro lado do álbum, 2112 narra a luta criativa de um homem contra a autoridade e a opressão, um tema que permanece tão relevante quanto sempre, 50 anos depois. A segunda novidade é o primeiro lançamento em vinil da coletânea de 2003, The Spirit Of Radio: Greatest Hits 1974-1987, que apresenta uma arte exclusiva de Hugh Syme, diretor criativo de longa data da banda. Esta coleção, que reúne diversas faixas importantes que destacam a primeira fase da carreira do Rush, estará disponível em duas versões: coletânea original com 16 faixas distribuídas em 2 LPs de vinil preto de 180 gramas e em uma edição reduzida, exclusiva para lojas, com 10 faixas em 1 LP de vinil preto. Embora a edição em 1 LP compartilhe nove faixas com a edição em 2 LPs, Finding My Way – a faixa de abertura do álbum de estreia homônimo da banda, de 1974 – aparece só na edição exclusiva para lojas. Via: RockBizz

Kai Hansen mostra Welcome To Life em promoção ao trabalho solo Born With A Hammer
O vocalista e guitarrista Kai Hansen mostrou Welcome To Life em promoção ao trabalho solo Born With A Hammer. Com guitarras potentes, mudanças de ritmo e melodias marcantes se unem em uma mistura direta de heavy metal, punk e rock n’ roll. Liricamente, a música fala sobre aceitar a vida como ela é, sem se apegar ao que falta e aproveitando ao máximo o que se tem. Hansen combina essa perspectiva com seu inconfundível jeito de tocar guitarra, um senso contagiante de espontaneidade e o espírito de uma viagem pela vida. Born With A Hammer teve produção de Eike Freese e contou com o apoio de Alexander Dietz (Heaven Shall Burn – guitarra) e Dan Wilding (Carcass – bateria). Eles trabalharam com Kai XXX – Three Decades In Metal. Track listing de Feeding The Beast: 01. Feeding The Beast02. Welcome To Life03. Don’t Care04. Wait And See05. Born With A Hammer06. I.D.G.A.F.07. End Of The Road08. Triple Trouble09. Invaders10. Wonderland Via: RockBizz

Foo Fighters dá o pontapé inicial a Take Cover Tour com um show de 26 músicas
O Foo Fighters deu o pontapé inicial a Take Cover Tour com um show de 26 músicas. O concerto, que aconteceu na última terça-feira, dia 04 de agosto, no Rogers Stadium, em Toronto, Canadá, começou com All My Life, do álbum One by One, de 2002. Hits como Times Like These, My Hero, Learn to Fly, Breakout, Best of You e Everlong fizeram parte do espetáculo. Do novo álbum, Your Favorite Toy, que chegou ao mercado no dia 24 de abril pela Roswell Records/RCA Records, a banda só tocou Caught in the Echo. E teve tempo para homenagear as lendas do rock! Durante execução de No Son of Mine, os caras tocaram um trecho de Ace of Spades, clássico do Motörhead, de 1980. Veja vídeos amadores: Foo Fighters no Brasil O segundo Dia do Rock do Rock in Rio 2026 contará com um headliner de peso. Responsáveis por sucessos mundiais como o novo lançamento explosivo Your Favorite Toy, Everlong, All My Life, Times Like These e Best of You, o Foo Fighters retornará ao festival no dia 4 de setembro, sete anos depois de apresentar o que muitos consideraram uma das performances mais eletrizantes da história do evento. Via: RockBizz

Inferno astral de Sid Wilson aumenta com Kelly Osbourne exigindo pensão para o filho
O conceito de Inferno Astral sugere que os trinta dias antes do aniversário seriam de muitos desafios e problemas. No entanto, no meio popular, as pessoas adotam a ideia quando estão em períodos de provação, caos, adversidades e sofrimento. E este é o caso do DJ e tecladista Sid Wilson, que está vivendo um verdadeiro inferno depois que a informação de sua demissão do Slipknot ganhou os noticiários de música e fofoca. Agora, para piorar, a ex-noiva do músico, Kelly Osbourne, filha de Ozzy, está exigindo pensão para o filho e os cachorros de volta. Pelo Instagram, ela escreveu: “É estranho como a defesa mais veemente dos culpados raramente é a inocência. Quando a máscara cai, eles não se encaram no espelho – jogam-na em outra pessoa. Também ouvi dizer que quem quebra um espelho traz sete anos de azar! Ou será que é só karma? É por isso que sempre assumo a responsabilidade! Como dizem, alguns são mais doentes que outros”. “Acorda pra vida, assuma a responsabilidade”, ressaltou Kelly. “Não vou mais aguentar suas merdas! Chega! Quero ser feliz e tenho um filho lindo para criar. Me deixa em paz. Deixa eu me curar. Não posso mais te proteger de você mesmo”. “Já que estamos falando nisso, posso ter meus cachorros de volta e todos os meus pertences? Ah, sim, e talvez alguma pensão alimentícia?” A separação do casal aconteceu apenas sete meses depois de Sid, de 49 anos, ter pedido Kelly em casamento durante o último show do Black Sabbath e de Ozzy no ano passado. Eles tiveram um filho, Sidney, atualmente com três anos. Via: RockBizz

Machine Gun Kelly (mgk) e Yuki Chiba lançam clipe do novo single JJK
Atração confirmada do Rock in Rio 2026, mgk e o aclamado rapper japonês Yuki Chiba unem forças no novo single colaborativo JJK, já disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado de seu videoclipe oficial, dirigido por Sam Cahill. Construída a partir da forte química entre os dois artistas, JJK destaca o indicado ao Grammy, mgk, alternando versos com Yuki Chiba, em uma produção intensa que conecta os estilos distintos de ambos. No videoclipe, também dirigido por Sam Cahill, a dupla percorre um templo inspirado na arquitetura japonesa, enquanto cenas de performance com estética cinematográfica reforçam a atmosfera da faixa. A arte oficial animada do single foi criada por Maggiolina, cujo design visual dinâmico amplia a identidade estética da colaboração. Assista abaixo: Via: RockBizz

Phil Anselmo é o melhor frontman do metal, melhor que Ozzy Osbourne, segundo Dez Fafara
Dez Fafara, vocalista e guitarrista do DevilDriver e Coal Chamber, declarou, em recente entrevista ao Garza Podcast, que Phil Anselmo (Down, Pantera) é o melhor frontman da história do heavy metal. Ele colocou o cantor acima de Ozzy Osbourne, que foi o primeiro do estilo. “Para mim, Phillip é o melhor vocalista do mundo, ponto final”, disparou Fafara. “Eu adoro o Ozzy, mas o coloco acima dele. É porque… sei lá, cara. Além disso, ele vai te detonar. Ele é autêntico. Ele é um cara foda de verdade”. Dez seguiu elogiando o amigo: “Ele é um vocalista incrível, um compositor incrível e, obviamente, canta em uma das maiores bandas do mundo. Influenciou todo mundo. Acho que não existe ninguém que não tenha sido influenciado pelo Pantera. Gostaria de tê-lo descoberto antes, teria sido influenciado vocalmente por ele. Mas isso simplesmente nunca aconteceu”. A amizade entre Dez Fafara e Phil Anselmo começou na época em que o Coal Chamber estava assinando o primeiro contrato para lançar seu debute. Ao longo dos anos, os caras excursionaram juntos, dividiram os palcos e até dormiram no mesmo tour bus. Atualmente, Anselmo está na estrada se apresentando com o Pantera, que tem em sua formação Rex Brown (baixo), ao lado de Zakk Wylde (guitarra – Black Label Society, Ozzy Osbourne) e Charlie Benante (bateria – Anthrax). Já Dez divide seu tempo com os compromissos do Coal Chamber e DevilDriver – este último com disco novo, Strike And Kill, que saiu em julho pela Napalm Records. Via: RockBizz

“Adoro os Rolling Stones, mas os Beatles eram melhores”, afirma Paul McCartney
Se enveredar pelo campo do melhor ou pior é bem difícil, porque cada indivíduo vai interpretar o objeto em análise segundo suas experiências, vivências, cultura, criação e etc. E quando entramos na área do melhor ou pior álbum, a equação ainda pode receber altas doses de paixão e desdém, o que influência diretamente no resultado final. Dando de ombros a estas questões, Paul McCartney causou alvoroço em 2021 ao comparar os Fab Four com os Rolling Stones, criticando, de forma nada sutil, o trabalho deles. “Não sei se deveria dizer isso, mas os Rolling Stones é uma banda cover de blues, é mais ou menos isso que os Stones são. Acho que nosso alcance era um pouco maior que o deles”. E não foi a primeira vez que Paul partiu para cima dos colegas de profissão, em 2020, durante participação no programa Howard Stern Show, Paul elogiou o trabalho de Mick Jagger, Keith Richards e companhia, mas encerrou puxando a brasa para a sua sardinha. “Os Stones é um grupo fantástico. Eles têm raízes no blues. Quando compõem, têm a ver com o blues. Enquanto nós tínhamos um pouco mais de influências. Há muitas diferenças, e eu adoro os Stones, mas os Beatles eram melhores”. Os caras do Stones, no entanto, nunca se incomodaram com os comentários de McCartney. Mick, por exemplo, até o convidou para participar de uma faixa do álbum Hackney Diamonds, de 2023, o que mostra que não há briga ou mágoas entre os músicos. Via: RockBizz

Oli Sykes explica por que o Bring Me The Horizon deixou o deathcore para apostar no cyber metal
O vocalista britânico Oli Sykes bateu um breve papo com a apresentadora Esther Wang, do canal Estherini, e explicou por que o Bring Me The Horizon deixou o deathcore para apostar no cyber metal. “Acho que foi uma progressão natural. Quando compusemos nosso primeiro álbum, Count Your Blessings [2006], ele era mais derivado das bandas que amávamos, que nos inspiravam muito. Só queríamos soar como X, Y e Z. Não era como se estivéssemos felizes copiando bandas e pensando ‘Só queremos soar assim’. Depois daquele álbum, pensamos: ‘Ok, isso realmente funcionou. Qual é o nosso som? Como queremos soar? O que nos torna especiais e únicos e nos diferencia de todos os outros?’” Oli continuou: “No final daquele álbum, havia muitas bandas que soavam como nós, e nós soávamos como muitas bandas, e pensamos: ‘Ok, queremos sair desse mundo agora e queremos fazer um som que nos faça sentir diferentes de todos os outros’. Escrevemos um álbum chamado Suicide Season [2008]. E eu me lembro de quando lançamos o álbum, na primeira semana, as pessoas odiaram. Elas diziam coisas como: ‘Que diabos é isso? Eles soam como nu metal. Parece Slipknot’. Na época não era nada legal para a cena”. “E perguntavam coisas como: ‘O que há de errado com a voz dele? Por que ele não está gritando tanto mais’? E eu me lembro de pensar: ‘Meu Deus, acabamos com a nossa carreira’. Mas aí, nos meses seguintes, as pessoas começaram a entender. E se tornou algo enorme. Nos impulsionou para o auge, de verdade. Acho que corremos um grande risco ao fazer isso, mas valeu muito a pena. Foi como uma mensagem interna para nós mesmos. Pensamos: ‘Vamos sempre fazer isso’”, concluiu o cantor. Em 10 de julho, o Bring Me The Horizon lançou uma regravação do seu álbum de estreia, Count Your Blessings, em comemoração ao seu 20º aniversário. Count Your Blessings | Repented foi descrito pela banda como uma “reativação” e “recontextualização” do LP de 2006, que incluía singles como Pray For Plagues, Slow Dance e A Lot Like Vegas. Via: RockBizz

Bruce Dickinson vai se apresentar com a Beethoven Academy Orchestra na Polônia em janeiro de 2027
O vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, vai se apresentar com a Beethoven Academy Orchestra na Polônia em 30 janeiro de 2027. A orquestra será regida por Stanisław Słowiński e a produção será complementada por vocalistas convidados e um cenário visual moderno. Os músicos apresentarão obras solo de Bruce Dickinson e sucessos do Iron Maiden. Além disso, a trupe fará arranjos sinfônicos de clássicos do Metallica, Queen, Deep Purple e AC/DC. Beethoven Academy Orchestra é uma das principais orquestras sinfónicas da geração jovem da Polónia. Ele é composta pelos mais destacados estudantes e graduados de instituições europeias de ensino superior musical, incluindo a Academia de Música de Cracóvia, Hochschule für Musik und Darstellende Kunst em Stuttgart, Hochschule für Musik em Karlsruhe, Royal Music Conservatoire em Bruxelas, Conservatoire International de Musique em Paris e Universität für Musik und darstellende Kunst em Graz. O conjunto iniciou a sua atividade em 2003, na sequência do sucesso no 53º Festival Junger Künstler Bayreuth. Atualmente, Dickinson está na estrada com o Iron Maiden em promoção da Run For Your Lives Tour. A turnê contempla as canções entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs. A Run For Your Lives Tour passará pela América Latina. A banda tocará no Chile, Argentina, Peru, Equador, Colômbia e, claro, no Brasil. Via: RockBizz

Crypta, banda popular do death metal brasileiro, será uma das atrações do Wacken Open Air 2027
A Crypta, banda popular do death metal brasileiro, será uma das atrações do Wacken Open Air 2027, que é um dos festivais de música pesada mais importantes e prestigiados do planeta. O anúncio foi feito durante a edição deste ano do evento e por meio das redes sociais da banda. O vindouro concerto será o segundo no festival alemão – a estreia da banda aconteceu na edição de 2022, que ainda teve Judas Priest, Slipknot, Arch Enemy e mais. A apresentação marcará uma nova fase da trajetória do quarteto brasileiro. Até o Wacken 2027, a Crypta já terá lançado seu aguardado terceiro álbum de estúdio, e a promessa é de um show completamente renovado, com repertório inédito e a estreia ao vivo das novas composições. A líder, vocalista e baixista Fernanda Lira comemorou a confirmação e destacou a importância do festival para qualquer banda de metal. “Pra gente é uma honra confirmar nossa participação neste que é um dos maiores festivais do mundo, que é sempre um sonho para qualquer banda. Nós já tocamos em 2022 e agora não vemos a hora de voltar no ano que vem, porém com um setlist totalmente reformulado e inédito, já que até lá teremos lançado nosso terceiro álbum. Tocar nossas novas músicas nesse festival tão importante para a cena metal nos enche de orgulho. Será incrível”. Via: RockBizz

“Odeio tocar violão, não sou muito bom nisso”, declara Tony Iommi (Black Sabbath)
Tony Iommi anunciou nesta semana o lançamento de seu primeiro álbum solo em mais de 20 anos. From The Dark tem lançamento previsto para 23 de outubro de 2026 pela BMG e conta com a participação do vocalista norueguês Jørn Lande, da baixista do Mercyful Fate, Becky Baldwin, e do ex-baterista de Robbie Williams, Karl Brazil. O Riff Master atuou como coprodutor do álbum ao lado de Mike Exeter. Em nova entrevista à revista Rolling Stone, Iommi explicou por que decidiu sair de sua zona de conforto no disco inserindo passagens acústicas. “Eu fiz algumas coisas acústicas, mas não as utilizei. Achei melhor manter o álbum como está. E não só isso: ele já está bem longo. Não conseguiríamos incluí-las”, começou Tony. “Mas gosto de fazer algo que as pessoas realmente não esperam. E, para ser sincero, odeio tocar violão. Não sou muito bom nisso”. Apesar de não curtir tanto tocar violão, Iommi incluiu no álbum a faixa acústica Legacy. Sobre o som, ele disse: “Nessa parte, eu simplesmente achei que seria legal e diferente”. No próximo álbum, o pai do heavy metal retornará com oito faixas poderosas e grandiosas que exibem o seu inconfundível trabalho de guitarra, bem como a atmosfera sombria de suas composições. Com From The Dark, Tony e seu produtor de longa data, Mike Exeter, criaram um repertório pesado e rico em texturas sonoras, os quais aparecem nos lançamentos de sua carreira. Track listing de From The Dark: 01. Over The Violent Sun02. Black Times03. World Alone04. Beyond The Dead05. Stormwatcher06. Death Wake07. Return Of The Arbalist08. Legacy Bônus:09. Scent Of Dark10. Deified (Extended Version) Via: RockBizz

Rock in Rio 2026 anuncia venda extraordinária de ingressos no dia 6 de agosto
O público pode comemorar! O Rock in Rio acaba de anunciar que os fãs terão uma última chance de garantir presença em todos os dias do festival. Quem não conseguiu a data desejada já pode se preparar: a venda extraordinária acontece no dia 6 de agosto, próxima quinta-feira, às 12h, no site oficial da Ticketmaster Brasil. A venda é composta por ingressos remanescentes da venda geral realizada em junho, de compras que não foram concluídas ou de transações canceladas. Ao longo dos sete dias de festival, o público poderá desfrutar de experiências que vão muito além da música. O ingresso de gramado custa R$ 870 a inteira, R$ 435 a meia-entrada e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço. Já os ingressos para o Comfort Zone – nova modalidade de ingresso de gramado do Rock in Rio que permite que o público que adquirir acesse uma área exclusiva na lateral do Palco Mundo e que conta com bares e banheiros exclusivos – tem o valor de R$ 1.950 (inteira), R$ 975 (meia-entrada) e R$ 1.657,50 para clientes Itaú, com 15% de desconto. O consumo nos bares não está incluído no ingresso. O pagamento pode ser efetuado com cartões de crédito ou PIX. Clientes que efetuarem o pagamento com os cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A. têm 15% de desconto na compra de ingressos (não cumulativos com a meia-entrada) e poderão parcelar sua compra em até 8x sem juros. Nos demais cartões aceitos, o pagamento pode ser feito em até 6x sem juros. Exceção para cartões internacionais que não possuem parcelamento. Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra são 10 minutos após a geração do código para pagamento. Os ingressos estarão garantidos e disponíveis apenas após a confirmação do pagamento. Na venda de ingressos do Rock in Rio para o público em geral, os clientes podem comprar até 4 (quatro) ingressos por dia, podendo combinar ingressos de Gramado e Comfort Zone, com limite de até 1 meia-entrada por setor. Exclusivamente, pessoas com deficiência poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado. Respeitando o limite de no máximo 04 ingressos por dia de festival em seu CPF. Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, e com quatro dias já esgotados até o momento, o Rock in Rio acontece nos dias 4, 5, 6 (esgotado), 7 (esgotado), 11 (esgotado), 12 (esgotado) e 13 de setembro de 2026. Via: RockBizz

Rhapsody Of Fire e Masterplan anunciam turnê conjunta pela América Latina em 2027
Os fãs de power metal têm um encontro marcado com a história em 2027. Com realização da Dark Dimensions, Rhapsody Of Fire e Masterplan unem forças para uma aguardada turnê pela América Latina entre os meses de abril e maio de 2027. A excursão percorrerá oito cidades em sete países, reunindo duas bandas que ajudaram a moldar o power metal moderno em uma celebração repleta de clássicos, virtuosismo e performances memoráveis. No Brasil, a turnê passará por Curitiba (PR), no Stage Garden, em 30 de abril, e por São Paulo (SP), na Vip Station, em 1º de maio. Os ingressos já estão à venda pela Articket e Ingresso Master, respectivamente. Liderado pelo fundador e tecladista Alex Staropoli, o Rhapsody Of Fire permanece como um dos maiores expoentes do metal sinfônico. Desde a segunda metade da década de 1990, a banda italiana redefiniu os limites do power metal ao incorporar orquestrações cinematográficas, trilhas épicas e narrativas fantásticas, tornando-se influência para artistas em todo o mundo. A turnê promove o mais recente álbum de estúdio, “Challenge The Wind”, lançado em 2024 pela AFM Records e no Brasil pela Valhall Music. Muito bem recebido pela crítica especializada e pelos fãs, o trabalho reafirma a criatividade da banda e a força de sua atual formação, composta por Giacomo Voli (vocal), Roberto De Micheli (guitarra), Alex Staropoli (teclados), Alessandro Sala (baixo) e Paolo Marchesich (bateria). Nos palcos, o público poderá acompanhar uma verdadeira celebração da carreira do grupo, com clássicos como “Emerald Sword”, “Dawn Of Victory”, “Holy Thunderforce”, “Wisdom Of The Kings”, “Rain Of A Thousand Flames” e outras músicas que ajudaram a consolidar o Rhapsody Of Fire entre os maiores nomes do heavy metal mundial. Ao lado dos italianos estará o Masterplan, um dos mais respeitados representantes do power metal alemão. Formada em 2002 pelo guitarrista Roland Grapow e pelo baterista Uli Kusch, ambos ex-integrantes do Helloween, a banda rapidamente conquistou reconhecimento internacional graças à combinação entre técnica refinada, peso, melodias marcantes e grandes refrões. Em 2026, o grupo iniciou um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento de “Metalmorphosis”, seu mais recente álbum de estúdio e o primeiro trabalho de inéditas em 13 anos, lançado pela Frontiers Music e no Brasil pela Shinigami Records. O disco marca o retorno criativo da banda com dez faixas inéditas, mantendo a identidade melódica que a consagrou enquanto incorpora uma sonoridade ainda mais pesada e contemporânea. O trabalho reafirma o excelente momento vivido pelo Masterplan e destaca a sólida formação atual, composta por Rick Altzi (vocal), Roland Grapow (guitarra), Axel Mackenrott (teclados), Jari Kainulainen (baixo) e Kevin Kott (bateria). Com uma discografia que inclui álbuns marcantes como “Masterplan” (2003), “Aeronautics” (2005), “MK II” (2007), “Time To Be King” (2010), “Novum Initium” (2013), o tributo à fase de Roland Grapow no Helloween em “PumpKings” (2017) e o recém-lançado “Metalmorphosis” (2026), o Masterplan retorna à América Latina vivendo uma de suas fases mais inspiradas, apresentando um repertório que une as novas composições aos clássicos que marcaram sua trajetória. A união entre Rhapsody Of Fire e Masterplan representa um encontro histórico entre duas escolas fundamentais do power metal europeu. De um lado, a grandiosidade sinfônica, os arranjos cinematográficos e a fantasia épica que fizeram do Rhapsody Of Fire uma referência mundial. Do outro, a tradição alemã, os riffs marcantes e as melodias inesquecíveis que consolidaram o Masterplan como um dos principais nomes do gênero. Datas da turnê: 30 de abril – Curitiba (Brasil) – Stage Garden – Ingressos: https://articket.com.br/e/6643/rhapsody-of-fire-masterplan1 de maio – São Paulo (Brasil) – Vip Station – Ingressos: https://ingressomaster.com/comprar/181/rhapsody-of-fire-and-masterplan2 de maio – Buenos Aires (Argentina) – Uniclub4 de maio – Montevidéu (Uruguai) – Live Era5 de maio – Santiago (Chile) – Blondie7 de maio – Lima (Peru) – Teatro Leguía8 de maio – San Salvador (El Salvador) – Plaza Presidente Park9 de maio – Manágua (Nicarágua) – Estacionamiento Mirador Tiscapa Via: RockBizz

Jørn Lande celebra parceria com Tony Iommi no trabalho From The Dark
O guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, anunciou o lançamento de seu novo álbum solo, From The Dark. O disco é o seu primeiro material solo em 21 anos e seu primeiro álbum completo desde o último trabalho do Black Sabbath, 13. O álbum chegará ao mercado em 23 de outubro de 2026. Além de Tony Iommi, a obra musical reúne um elenco estelar de músicos, incluindo o vocalista Jørn Lande, o baterista Karl Brazil e a baixista Becky Baldwin. Em publicação nas redes sociais, Jørn Lande celebrou a parceria com Tony Iommi no trabalho From The Dark, escrevendo: “Finalmente o segredo foi revelado! Após quase dois anos de produção, estou extremamente feliz em ver o álbum solo do meu amigo Tony, From The Dark, chegando às lojas. Estou extremamente orgulhoso de ter coescrito e cantado neste álbum! Obrigado, meu amigo, pelo desafio e pela experiência. É uma honra trabalhar com você. Um grande agradecimento ao produtor Mike Exeter, por ter paciência com minhas exigências e por extrair o melhor de mim, e a Ben e Ralph Baker por conduzirem tudo brilhantemente”. Lande completou: “Também quero elogiar nossos colegas músicos no álbum, Becky Baldwin (Mercyful Fate) e Karl Brazil (Robbie Williams). Vocês arrasaram e não há músicos melhores. Todas as músicas foram escritas e compostas pelo Viking Marcante e pelo Brummie mais poderoso e lendário que existe. Sinto-me honrado e muito grato por ter a oportunidade de deixar minha marca neste grande álbum. Para um cantor de rock, não há nada mais significativo do que isso. O primeiro single e videoclipe, World Alone, já está disponível. Espero que todos gostem tanto quanto nós. Preparem-se para o rock”. Via: RockBizz

Dave Mustaine (Megadeth) explica por que a reconciliação com os caras do Metallica foi difícil
Há mais de quarenta anos, o vocalista e guitarrista Dave Mustaine ganhou um cartão vermelho de James Hetfield (vocal e guitarra), Lars Ulrich (bateria) e Cliff Burton (baixo) e foi expulso do Metallica, ficando com uma mão na frente e outra atrás. Depois desse dramático episódio, o roqueiro resolveu colar os cacos, sacudir a poeira e criar uma nova banda, que é o Megadeth. Apesar disso, Mustaine, em todas oportunidades que vem tendo ao longo dos anos, retoma o assunto Metallica e adiciona alguma informação e ou chorumela à história. Durante passagem pelo Tuska Festival, Dave Mustaine, em conversa com a Radio City Suomi, explicou por que a reconciliação com os caras do Metallica foi difícil. “Bem, em Kill ‘Em All, eu compus a música e a letra de Jump in the Fire, e o James [Hetfield] mudou isso um pouco”, começou Mustaine. “Depois eu compus Mechanix, cuja letra James mudou para The Four Horsemen”. “Eu compus a música Phantom Lord”, continuou ele. “Compus a música Metal Militia. Compus a música Ride the Lightning. Compus a música Call of Ktulu, que se chamava When Hell Freezes Over. E há partes da minha música em Leper Messiah”. O roqueiro seguiu falando sobre o que dificultou a reconciliação com o Metallica: “Parte da razão pela qual não conseguimos realmente fazer as pazes é que eu tinha músicas que não queria que eles gravassem quando saí. Eles foram lá e as gravaram, mas não me pagaram a minha parte referente a elas. James e eu compusemos Metal Militia e Phantom Lord – cada nota. E, de alguma forma, no disco [Kill ‘Em All], consta que Lars [Ulrich – bateria] fica com dez por cento. E, em Metal Militia, consta que Kirk [Hammett – guitarra] recebe uma parte, sendo que ele nem estava na banda”. O Metallica creditou formalmente Dave como compositor em quatro faixas de Kill ‘Em All e duas de Ride the Lightning. No entanto, ele sempre argumentou que esses créditos não refletem a real extensão de suas contribuições artísticas. Além disso, o ruivo sempre afirmou que a grana que recebeu estão aquém de seus direitos. Via: RockBizz

Bret Michaels (Poison) conta que fez três shows com um cálculo renal intenso antes de passar por cirurgia: “A dor ficou insuportável”
O cantor Bret Michaels (Poison) contou que fez três shows com um cálculo renal intenso antes de passar por cirurgia. No início desta semana, em uma publicação feita no Facebook, o roqueiro de 63 anos forneceu mais detalhes sobre o perrengue que passou recentemente. Ele explicou que o cálculo renal “não foi expelido” por quase sete dias e que “a dor ficou intensa” durante três shows na América do Norte, incluindo um para “veteranos, militares da ativa e seus familiares”. “Mas imediatamente, no dia seguinte ao show, fui internado no hospital, pois a dor ficou insuportável com a pedra que não era expelida”, escreveu Michaels. “A cirurgia foi realizada e está concluída. Já saí da recuperação pós-operatória e estou fazendo tudo ao meu alcance para me sentir melhor e continuar fazendo shows incríveis para meus fãs incríveis quando estiver completamente recuperado”, afirmou o cantor. “Só quero dizer, nesta #QuartaDaSabedoria, que tenho sabedoria suficiente para reconhecer o papel vital que a família, os amigos, os fãs, os médicos e os enfermeiros desempenham na nossa saúde cotidiana. E saibam também que acabaram me obrigando a tirar a roupa e vestir um avental de hospital, já que eu tinha ido direto do show para o hospital”, finalizou em tom ameno. Bret Michaels tem uma série de shows para fazer nos Estados Unidos até setembro, contudo, devido o grave problema, os concertos serão remarcados para outra janela de tempo. Via: RockBizz

Devin Townsend está irritado com o hype em torno de Angine de Poitrine
O multi-instrumentista Devin Townsend está irritado com o hype em torno de Angine de Poitrine. O duo usa máscaras de papel machê e aposta em um som microtonal com harmonias exóticas, caminhos rítmicos quebrados e soluções melódicas pouco usuais. Em entrevista ao podcast Metal Global, Townsend disse que embora não tenha ouvido a dupla canadense o suficiente para dar uma avaliação musical precisa, ele admitiu que tem um pequeno problema com a imagem da banda e o hype que os rodeia. “Isso me deixa maluco, porque é a questão da máscara”, reclamou Townsend. “É como se ele tivesse um nariz grande de bolinhas, e é por isso que todo mundo gosta tanto”. “Mas, antes de mais nada, eu não ouvi o suficiente para fazer uma avaliação musical precisa”, alegou. “Não estou dizendo que eles não sejam legais, mas será que teriam a mesma atenção se não estivessem usando narizes de palhaço enormes?” “Eu simplesmente me recusei a ouvir”, destacou Devin. “Minha opinião a respeito é apenas que isso tem me irritado até agora. Mas há pessoas próximas a mim que dizem que é muito bom. Então, por favor, encarem minha avaliação com ressalvas”. O conjunto – ou a loucura musical – é composto por Khn de Poitrine, que comanda o baixo e a guitarra microtonal – instrumento que consegue emitir sons menores que um semitom – e Klek de Poitrine, que é o especialista nos ritmos quebrados. Via: RockBizz

“Andre é como o nosso Freddie Mercury; se ele não tivesse nascido no Brasil, ele teria mais reconhecimento”, diz Alírio Netto (Angra)
O saudoso vocalista Andre Matos foi a base para a formação do Angra, que chegou a ser a mais importante banda de power metal do Brasil. Depois de três álbuns completos de estúdio – Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Fireworks (1998) – o cantor resolveu sair e se aventurar em outros terrenos. Depois do Angra, ele liderou o Shaman, teve sua carreira solo e também emprestou o seu talento a outros projetos e grupos como Avantasia, Aina e Epica Infelizmente, Andre Matos morreu no dia 08 de junho de 2019, aos 47 anos, devido a um infarto agudo do miocárdio. Mesmo com a esta triste realidade, a arte de Andre segue viva fazendo a alegria dos fãs ao redor do mundo. Durante entrevista ao canal Chaoszine, Alírio Netto, que é o novo e quarto vocalista do Angra, teceu alguns comentários sobre a grandeza artística de Matos. Alírio foi além e comentou que o cantor teria mais reconhecimento se tivesse nascido em outro país. “Você não tem como substituir um cara como Andre; ele é, na minha opinião, como o nosso Freddie Mercury”, disparou Netto. “E se ele não tivesse nascido no Brasil, ele teria mais reconhecimento. Eu sei que ele tinha muito orgulho pelo o que conquistou para os brasileiros. [Mas] ele merecia mais”. Alírio prosseguiu com sua reflexão: “Eu acho que ele alcançou algo muito especial para cada um de nós. E eu aprendo muito quando preciso aprender as suas músicas, porque ele era um cantor incrível, pianista incrível. Eu não consigo tocar piano do jeito que ele tocava. Ele era um pianista muito bom”. “Até onde eu sei, Andre queria ser concertista, o que demanda um trabalho intenso. Mas, do jeito que ele tocava, ele poderia tocar em qualquer banda como pianista ou tecladista, e ele ainda estaria em um nível alto”, completou Netto. Via: RockBizz

Peter Gabriel, Tony Banks e Mike Rutherford se reúnem para uma reedição de luxo de From Genesis to Revelation
Peter Gabriel (vocal), Tony Banks (teclado) e Mike Rutherford (baixo e guitarra) se reuniram para uma reedição de luxo de From Genesis to Revelation. Os trabalhos aconteceram no Air Studios, em Londres, Inglaterra, no início deste ano, para gravar depoimentos sobre o álbum de estreia do Genesis, que sairá via Cherry Red em 09 de outubro. Juntamente com o guitarrista original Anthony Phillips, o trio supervisionou o novo relançamento, que estará disponível em um box de luxo com cinco discos (CD/Blu-ray), uma edição em vinil duplo e uma edição com dois CDs remixados e remasterizados. O relançamento trará uma nova mixagem estéreo feita por Stephen W. Tayler, que privilegia as performances da banda e dá menos ênfase aos elementos orquestrais presentes na versão original. O conjunto de cinco discos – quatro CDs e um Blu-ray – apresenta o álbum em diversos formatos. Além da nova mixagem estéreo, o box incluirá versões remasterizadas das mixagens originais em mono e estéreo do LP, singles relacionados, gravações raras e um disco inteiro de demos de 1967 e 1968 – quatro das quais são inéditas e foram recém-mixadas por Tayler. O Blu-ray que acompanhará o trabalho trará mixagens em Dolby Atmos (96 kHz/24 bits), som surround 5.1 e estéreo, oferecendo aos ouvintes a oportunidade de vivenciar o álbum com um áudio de alta resolução impressionante. O box set também incluirá conteúdo em vídeo exclusivo com Tony Banks, Peter Gabriel e Mike Rutherford conversando no AIR Studios, em Londres, refletindo sobre o álbum e analisando as novas mixagens, além de um livro ilustrado de 68 páginas contendo um extenso ensaio com contribuições de Banks, Gabriel, Phillips e Rutherford. A edição em vinil duplo também trará um EP bônus de 12 polegadas com novas mixagens de A Winter’s Tale, One Eyed Hound, Image Blown Out e Visions Of Angels – sendo esta última inédita. Via: RockBizz

Assista o Black Sabbath tocando N.I.B. no programa de TV Beat-Club em 1970
O canal do YouTube do Beat-Club, programa musical alemão, liberou um vídeo do Black Sabbath tocando N.I.B. em 1970. Vale destacar que o Beat-Club teve 83 episódios exibidos entre 1965 e dezembro de 1972, era transmitido de Bremen, na Alemanha Ocidental, e recebeu o Black Sabbath duas vezes em 1970. Na primeira ocasião, que aconteceu em junho de 1970, a banda tocou uma versão de Blue Suede Shoes, de Carl Perkins, enquanto o áudio e a câmera do estúdio estavam sendo ajustados, além da própria música Black Sabbath. Eles também tocaram N.I.B., mas as imagens dessa última apresentação não haviam sido lançadas oficialmente até agora. O Black Sabbath retornou ao programa em setembro de 1970 para apresentar duas faixas de seu segundo álbum, Paranoid: a faixa-título e Iron Man. Ao longo de seus sete anos de transmissão, o Beat-Club recebeu outras importantes bandas de rock e metal como Led Zeppelin, Rolling Stones, Alice Cooper, The Who, The Kinks, Grateful Dead, Fleetwood Mac, King Crimson, MC5, Mountain, Status Quo, Yes e Santana. É importante informar que, no final de 1972, o programa recebeu outro nome, Musikladen, e permaneceu no ar até 1978. Via: RockBizz