Resenhas

Michale Graves inicia turnê pelo Brasil tocando clássicos do Misfits
O ex-vocalista do Misfits, Michale Graves, já está no Brasil para uma série de nove shows. A turnê Something Wicked Tour 2025 começou no dia 22/10, em show no rooftop da Galera do Rock, em São Paulo, e agora segue para outros sete estados nacionais, mas volta à capital paulista no dia 1º de novembro. Nesta nova turnê pela América do Sul, que inclui shows em mais países como Uruguai, Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Equador, para uma série de shows em que apresenta, na íntegra, Michale Graves canta músicas de dois álbuns fundamentais de sua ex-banda, o Misfits: American Psycho (1997) e Famous Monsters (1999). Na capital São Paulo, após sold out, o show foi transferido para o Hangar 110 e um último lote de ingressos ainda está disponível no site www.101tickets.com.br. As outras datas da turnê são Brasília (23/10 – UK Music Hall), Goiânia (24/10 – De Leon Music Club), Belo Horizonte (25/10 – Caverna Rock Club), Rio de Janeiro (26/10 – Experience Music), Porto Alegre (29/10 – Espaço Marin – novo local), Florianópolis (30/10 – John Bull Floripa) e Curitiba (31/10 – Basement Cultural). Durante o período em que foi frontman do Misfits, Graves ajudou a renovar o som e a estética da banda, unindo a energia do punk clássico a uma abordagem mais melódica e cinematográfica. Músicas como Dig Up Her Bones, Scream!, American Psycho e Saturday Night tornaram-se hinos de uma geração que descobriu o horror punk nos anos 1990. Lançado em 1997, American Psycho marcou o renascimento do Misfits após mais de uma década de hiato. Com Michale Graves assumindo os vocais, a banda apresentou uma sonoridade mais polida, sem perder a essência agressiva e sombria do horror punk. Dois anos depois, o Misfits consolidaria essa nova fase com Famous Monsters (1999), álbum que expandiu ainda mais a identidade do grupo. Via: RockBizz

Helloween trará seu power metal puro sangue ao Brasil em setembro de 2026
O ano que vem promete ser um ano bastante agitado para os fãs de rock e metal do nosso país! A nona edição do Monsters Of Rock vai rolar em 04 de abril e o Megadeth virá em maio com a This Was Our Life Tour. E tem mais boa nova! O Helloween trará seu power metal puro sangue ao Brasil em setembro de 2026 para agitar ainda mais a nossa cena cultural. A anúncio da vinda surgiu nos telões do Allianz Parque nesse último sábado, 25 de outubro, pouco antes do Guns N’ Roses fazer o seu show para milhares de fãs. Veja: E o que se sabe dessa vindoura passagem pelo nosso país é que será em promoção a 40 Years Anniversary Tour e, ao mesmo tempo, uma forma de divulgação de Giants & Monsters, décimo sétimo registro de estúdio dos caras, que saiu no dia 29 de agosto pelo selo alemão Reigning Phoenix Music (RPM). Portanto, sons antigos como March Of Time, Future World, Ride The Sky, I Want Out, Dr. Stein e Eagle Fly Free marcarão presença nos shows ao lado das novatas This Is Tokyo e Universe (Gravity For Hearts). Via: RockBizz

Produtor de show passa a perna nos fãs do Helloween e os deixam no frio e na chuva
O Helloween está na estrada com a 40 Years Anniversary Tour, que é, como o nome já entrega, a celebração às suas quatro décadas de vida. A primeira apresentação desta tour aconteceu no dia 17 de outubro, no Rockhal em Esch-sur-Alzette, Luxemburgo. Até então, a turnê estava indo bem, contudo, na noite de ontem, 25, em Zvolen, Eslováquia, os fãs foram desrespeitados pelo produtor local. De acordo com o grupo alemão, as portas da casa de show demoraram para serem abertas e os fãs ficaram na chuva e no vento. Além disso, não teve a área especial para quem pagou mais pelo ingresso. Pelas redes sociais, Helloween lamentou o pouco caso do produtor da Eslováquia para com os fãs e enfatizou que o público merece mais respeito. “Recebemos informações sobre os problemas ocorridos no show de ontem em Zvolen: atraso na abertura dos portões, fãs esperando do lado de fora no frio e na chuva, e a ausência da área Golden Circle [área especial mais próxima do palco], apesar de os ingressos terem sido vendidos. Nós lamentamos muito por esses acontecimentos. Infelizmente, esses problemas eram de responsabilidade do promotor local, mas vamos acompanhar o caso e garantir que a situação seja investigada. Vocês merecem mais respeito. Obrigado pela paciência, lealdade e paixão, mesmo nessas condições difíceis”. O septeto – Michael Kiske (vocal), Andi Deris (vocal), Kai Hansen (guitarra, vocal), Michael Weikath (guitarra), Sascha Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Daniel Löble (bateria) – vai continuar com a primeira perna europeia da 40 Years Anniversary Tour até o final de novembro. O último show desta etapa vai ser na cidade de Stuttgart, Alemanha. E vale destacar que esta apresentação já está com todos os ingressos vendidos. Aliás, vários espetáculos desta turnê já estão com os bilhetes esgotados. Via: RockBizz

Megadeth: This Was Our Life Tour aportará em São Paulo no dia 02 de maio de 2026
Os brasileiros, fãs de thrash metal old school, já podem economizar um pouco a grana, porque o big four Megadeth aportará em São Paulo no dia 02 de maio de 2026, com a This Was Our Life Tour. De acordo com informações da página Megadeth Brasil – Rust In Page, a banda tocará no Espaço Unimed. As vendas de ingressos começarão oficialmente no dia 05 de novembro através do site Eventim. A turnê será em promoção ao próximo full length da banda, que sairá pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. Além disso, o trabalho contará com a produção de Chris Rakestraw, profissional que assinou os discos Dystopia e The Sick, the Dying… and the Dead. Do novo disco, nós conhecemos o primeiro single Tipping Point, que saiu no comecinho deste mês para dar uma palhinha do que está por vir. A canção aposta em solo de guitarra estrondoso e na voz icônica de Dave Mustaine. Sobre a canção, o líder do Megadeth disse: “Todos nós temos diferentes ‘pontos de inflexão’, que podem variar de um dia para o outro. Acho que estamos todos sendo levados ao limite agora, e é fácil nos deixar levar por esse sentimento. Mas é importante não deixar que as coisas nos desanimem”. Curta o clipe da faixa no player logo abaixo: Via: RockBizz

Novo guitarrista do Linkin Park fala sobre a reação negativa dos fãs por substituir Brad Delson
Alex Feder, novo guitarrista de turnê do Linkin Park, falou recentemente sobre os desafios de assumir o papel de Brad Delson em uma nova entrevista para o canal Andertons Music Co. De acordo com Feder, sua estratégia envolve estudar as performances originais de Delson e adaptá-las cuidadosamente. “Então, eu tento pegar o que o Brad estava fazendo. Assisto a vídeos ao vivo e tento pegar e fazer o que acho que é a minha versão, sem me desviar do espírito dela”, explicou ele. “Então não é só como se eu estivesse tocando uma frase diferente, e também a minha frase fosse uma lick insana, tipo Holdsworth ou algo assim. É tipo: ‘O que seria uma continuação desse tema?’”, acrescentou. Apesar de todo o cuidado, o guitarrista reconheceu que alguns fãs desaprovaram suas interpretações. “Mas mesmo assim, tem muita gente nos fóruns que não gosta que eu não toque exatamente igual”, disse ele. Um exemplo envolveu sua tendência natural de silenciar certas passagens com a palma da mão. “Eles têm uma música chamada A Place for My Head. Minha inclinação natural é silenciar essa parte com a palma da mão. Não é o que está no disco, e não é a maneira como ele tocou ao vivo. E eu fiz isso algumas vezes, e as pessoas ficaram super [irritadas]… pessoas, quero dizer, alguns superfãs”. E completou: “Mas, basicamente, o que acontece é que eu converso com Brad [Delson] e Mike [Shinoda]. Eu digo: ‘É assim que estou tocando. O que vocês acham?’ E eles dizem: ‘Tente tocar aberto’. Então, agora eu toco aberto, mas com um pouco mais de abafamento com a palma da mão, ou, como na música que fiz antes, Papercut, eu faço aquele super abafamento com a palma da mão, e as pessoas ficam chateadas.” A nomeação de Feder como guitarrista de turnê ocorre em um momento significativo para o Linkin Park. A banda lançou recentemente seu primeiro álbum em sete anos, From Zero, com a nova vocalista Emily Armstrong e embarcaram em uma turnê mundial marcando seu retorno aos palcos após um longo hiato. Brad Delson, o guitarrista original, continua profundamente envolvido no processo criativo e nas novas músicas da banda mas optou por se concentrar no trabalho de estúdio em vez de fazer turnês. Delson pessoalmente endossou Feder como seu substituto para apresentações ao vivo, descrevendo-o como seu “belo substituto”. Via: RockBizz

Bruce Dickinson analisa sua saída do Iron Maiden nos anos 90: “Não fazia ideia de que seria um evento catastrófico na vida das pessoas”
No final de 1981, Bruce Dickinson assumiu o posto de frontman do Iron Maiden e colaborou de maneira ativa para a consolidação do grupo como uma das maiores potências do heavy metal em todo o mundo. Seja com o vocal super potente, o que lhe rendeu o apelido de Air-Raid Siren, e com a sua ímpar capacidade de interpretação e criação, o cantor cativou um lugar especial no coração dos fãs, os quais o têm como uma espécie de divindade. Portanto, quando ele resolveu sair do Iron Maiden, na primeira metade da década de 1990, para seguir em carreia solo, alguns fãs ficaram sem norte, sentindo, de fato, um grande desconforto em suas vidas. Em conversa com a Metal Hammer, Bruce Dickinson analisou a sua saída do Iron Maiden nos anos 90. “Acho que fui um pouco ingênuo, porque eu não fazia ideia de que seria um evento catastrófico na vida das pessoas. Eu pensava: ‘Eu sou apenas um cantor! Existem outros cantores’. A minha esposa disse o seguinte: ‘Quando você saiu, não importava se você tivesse feito o melhor disco do mundo. Ninguém conseguiria ouvi-lo porque era simplesmente avassalador o fato de você não estar mais no Maiden’”. “Se eu tivesse simplesmente ficado onde estava, eu não tenho certeza se o Iron Maiden seria o que é hoje”, admitiu Bruce. “Eu quase acabei com a minha carreira solo ao voltar para o Maiden, porque era óbvio que eu não teria tempo para fazer mais nada com todas as turnês, shows e composições que estávamos fazendo”. “No entanto, neste momento, eu estou confortável com a situação do Maiden porque temos essa incrível teatralidade acontecendo. Além disso, as músicas se tornaram mais progressivas. Isso pode não agradar a algumas pessoas, mas agrada à banda”, completou a estrela do rock. Via: RockBizz

Ghost recomenda playlist da pesada para animar a festa de Halloween
Há muito tempo o feriado de Halloween – Dia das Bruxas – nos Estados Unidos deixou de ser uma festividade só dos gringos. No Brasil, por exemplo, a data é bastante celebrada e ajuda a aquecer o comércio com a venda de acessórios e comes e bebes. Mas não existe farra sem música! Com isso, o Ghost recomendou uma playlist da pesada para animar a festa de Halloween. A lista da banda sueca tem nomes como Ozzy Osbourne, Alice In Chains, Black Sabbath, Venom e mais. Pelas redes sociais, o clero informou: “Nós gostaríamos de informar que os hinos de Halloween do Ghost foram revelados. Que esses hinos profanos guiem a sua celebração durante a noite mais sombria do ano”. Curta nos players abaixo algumas das sugestões de som do Ghost: E como o assunto é Ghost, o conjunto relançou em 17 de outubro o seu terceiro álbum de estúdio, Meliora, em versão vinil colorido (amarelo e verde). O produto chegou ao mercado no valor de 32,98 dólares – aproximadamente 178,00 reais. A banda informou: “Gostaríamos de informar que, há dez anos, Meliora inaugurou uma nova e bem-aventurada era. Do seu primeiro Grammy ao seu primeiro primeiro lugar nas rádios de rock, passando pelos hinos assombrosos como Cirice que ecoaram em televisões e corações por toda parte, o evangelho se espalhou por todos os cantos. Agora, em seu décimo aniversário, o sermão continua. Alegrem-se”. Track listing de Meliora: LP11. Spirit (5:15)2. From The Pinnacle To The Pit (4:03)3. Cirice (6:02)4. Spöksonat (0:56)5. He Is (4:13)6. Mummy Dust (4:07)7. Majesty (5:24)8. Devil Church (1:06)9. Absolution (4:51)10 Deus In Absentia (5:38) LP21. Square Hammer (3:59)2. Nocturnal Me (5:13)3. I Believe (4:06)4. Missionary Man (3:42)5. Bible (6:34) Via: RockBizz

Joan Baez sugere em poema que um verme corroeu o cérebro de Donald Trump
Em 2024, a cantora Joan Baez publicou uma coletânea de poemas que levou o nome de When You See My Mother, Ask Her to Dance. Como tomou gosto pelos poemas, a artista resolveu escrever mais um e o muso inspirador desta vez foi o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O novo poema da cantora se chama Little Green Worm: A Note to the President e sugere que um verme corroeu o cérebro de Trump. Tudo leva a crer que Baez também se inspirou no caso de Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde de Trump. Em 2024, ele disse que um verme havia devorado parte de seu cérebro e, posteriormente, morrido dentro de sua cabeça. Em alguns dos versos, Joan escreveu – via Rolling Stone: “Já que você se sente tão à vontade / contratando pessoas cujas mentes foram corroídas por vermes / você próprio tenha sido afetado por um pequeno verme verde / ele abriu caminho até o seu córtex insular anterior, a parte do cérebro onde a empatia se origina”. No final do poema, a artista concluiu que não há nada na cabeça de Trump, ou seja, o verme, de fato, corroeu todo o seu cérebro do cidadão de bem. E a Casa Branca, por intermédio de seu diretor de comunicação, Steven Cheung, respondeu às críticas da cantora. A nota de Steven saiu pelo jornal The Independent e disse apenas o seguinte: “Quem é Joan Baez”? Cabe lembrar que, além da veterana cantora, outras pérolas da música mundial como Bruce Springsteen, Roger Waters, Neil Young, Tom Petty, John Fogerty, Phil Collins, entre muitos outros, já se manifestaram contra Donald Trump, do partido republicano. Via: RockBizz

All Metal Stars BR vai homenagear Andre Matos com shows pelo Brasil
O All Metal Stars BR, que é um grupo composto por Aquiles Priester (bateria), Thiago Bianchi (vocal) e Edu Ardanuy (guitarra), vai homenagear Andre Matos com shows pelo Brasil. O projeto, que terá a participação de Dani Matos, irmão de Andre, chegará ao mercado em março de 2026. Os caras estão prometendo uma turnê emocionante, que cruzará o país com muita alma, técnica e, principalmente, gratidão a um dos maiores nomes da história do heavy metal mundial. A tour tem quinze shows confirmados. Serão noites cheias de hits, clássicos, surpresas e raridades como Wuthering Heights, cover de Kate Bush, que saiu no primeiro álbum do Angra, Angels Cry, de 1993. Além de Aquiles, Thiago e Edu, o time ainda contará com a participação de Saulo Xakol, Guilherme Torres e Fábio Laguna. E tem mais! A turnê terá a presença de três bandas da cena metal nacional: Phornax, Krakkenspit e Tierramystica. Segundo Bianchi, Priester e Ardanuy, a iniciativa é “mais do que um show, é uma celebração da vida e obra do Andre”. Confira o itinerário do All Metal Stars BR aqui: Via: RockBizz

Zakk Wylde defende o retorno do Rush sem Neil Peart: “A música é maior do que as pessoas”
Em nova entrevista a Loudwire, o guitarrista Zakk Wylde (Pantera, Black Label Society, ex-Ozzy Osbourne) defendeu o retorno do Rush sem Neil Peart. De acordo com o viking das seis cordas, a música é maior do que as pessoas que a criaram. “É isso que o Neil [Peart] gostaria que acontecesse”, disse Wylde. “Acho que todas as bandas que amamos, ou todos os artistas, a música é maior do que as pessoas que a criaram, entende o que quero dizer? A música que eles criaram é atemporal! Ela realmente eleva o espírito de muitas pessoas e traz alegria para suas vidas. E isso é ótimo”. A decisão do Rush de voltar a fazer turnês marca um momento histórico para a lendária banda de rock canadense. Geddy Lee e Alex Lifeson, donos da marca, estão se preparando para subir ao palco pela primeira vez em mais de uma década. E para suprir a ausência de Neil Peart, Geddy e Alex fecharam acordo com a baterista alemã Anika Nilles. Ela é uma artista de certo nome no mercado musical, visto que tocou com Jeff Beck em mais de cinquenta shows. O trio já confirmou mais de trina e cinco apresentações, as quais vão rolar pelos Estados Unidos, Canadá e México, a partir de meados de 2026. Muitos desses shows já estão com os ingressos esgotados, o que mostra a grande adesão ao retorno do grupo. Via: RockBizz

Kiko Loureiro conta qual a ordem boa para ouvir os discos do Angra e se vai retornar à banda
O guitarrista carioca Kiko Loureiro (ex-Megadeth, ex-Angra) é um artista que sempre soube jogar o jogo do mercado fonográfico. As provas disso estão aí para todo mundo ver e se espelhar, e vão do contrato com a gigante Ibanez até parceria com o Megadeth, o que lhe rendeu o Grammy de Melhor Performance de Metal com Dystopia – faixa homônima ao décimo quinto trabalho de estúdio do grupo, que saiu em janeiro de 2016. Além disso, Kiko possui os seus cursos de guitarra, faz palestra sobre music business e está sempre em contato com os fãs pelas redes sociais. Ele simplesmente usa a praticidade dos meios de comunicação a seu dispor. Com isso, volta e meia, Loureiro pede para o público lhe fazer qualquer pergunta. E ele, por meio de stories, de fato as responde. Recentemente, um fã o questionou sobre uma ordem boa para ouvir os álbuns do Angra. Ele respondeu o seguinte: “Não sei se tem uma ordem boa! Pode ser a cronológica! Mas eu acredito que o Holy Land (1996) e o Temple of Shadows (2004) representam bem o conceito do Angra. Eles representam bem o que o Angra quis ser musicalmente e conceitualmente. Então, eu ouviria o Holy Land, que é mais antigo, e o Temple of Shadows, que um pouco mais moderno. Ele é antigo também, mas é um pouco mais moderno na sonoridade e até nas ideias”. Na mesma sessão de perguntas e respostas, outro seguidor o perguntou se tem planos de voltar a trabalhar ao lado do Angra. Kiko, tocando a introdução de Rebirth, faixa-título do quarto disco da banda, respondeu na lata que não. Via: RockBizz

Três álbuns de Ozzy Osbourne voltam às paradas britânicas, segundo site
No dia 22 de julho, as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, o eterno frontman do Black Sabbath. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Agora, pouco mais de três meses desde o seu falecimento, três álbuns de Ozzy Osbourne voltaram às paradas britânicas, segundo a Forbes. Em tributo ao cantor, as pessoas estão curtindo os sons de Blizzard Of Ozz, seu debute solo de 1980, e os seus dois últimos discos Patient Number 9 (2022) e Ordinary Man (2020). Patient Number 9 reapareceu na 27ª posição dos Rock & Metal Albums. Ordinary Man ficou com o décimo sexto lugar do ranking anterior. Blizzard Of Ozz, quem tem os hits Crazy Train, Mr. Crowley e Suicide Solution, ficou com a trigésima colocação do Rock & Metal Albums. Ao longo de sua carreira solo, que durou mais de quarenta anos, Ozzy Osbourne bateu a marca de cem milhões de discos vendidos. Os campeões de venda foram os álbuns Blizzard Of Ozz e No More Tears, de 1991. O mercado que mais consumiu a música do Madman foi o norte-americano, que garantiu ao artista mais de trinta milhões de cópias comercializadas. O segundo lugar ficou com a Inglaterra, terra natal do Príncipe das Trevas. Via: RockBizz

Trivium dá boas-vindas a Alex Rudinger e continua com a saga de trocar baterista
Semanas atrás, o Trivium se despediu do baterista Alex Bent, músico que comandou as baquetas na banda nos últimos nove anos. Para apagar o incêndio a curto prazo, a banda de metal fechou com o jovem Greyson Nekrutman. No entanto, Greyson não pôde assumir oficialmente o posto de batera do Trivium, visto que tem compromissos com o Sepultura. Com isso, nesta sexta-feira, dia 24 de outubro, o grupo informou que Alex Rudinger é o seu novo baterista. O músico, que chegou a integrar o Whitechapel, começará no novo trabalho na semana que vem, quando o conjunto estará na estrada com o Jinjer e Heriot pelos Estados Unidos. Em nota, a banda informou: “Olá a todos! Enquanto nos preparamos para pegar a estrada na próxima semana para nossa turnê norte-americana, gostaríamos de explicar a situação com nosso baterista. Queremos agradecer sinceramente a Greyson Nekrutman pela ajuda no Aftershock. Foi uma honra compartilhar o palco com um talento tão incrível. Somos gratos a Greyson e ao Sepultura por tornarem isso possível. Ao olharmos para a nossa turnê norte-americana com Jinjer e Heriot e para o ciclo do nosso novo álbum, a realidade dos compromissos de agenda deixou claro que Greyson não poderia continuar conosco na turnê. Há apenas respeito entre nós! Greyson é um músico humilde, confiante e apaixonado, e sempre seremos fãs dele. Dito isso, estamos felizes em anunciar que nos reconectamos com um baterista que conhecemos há mais de uma década, Alex Rudinger (ex-Whitechapel). Curiosidade, nós convidamos Alex para se juntar ao Trivium há nove anos, mas a oportunidade não se concretizou na época. Alex Rudinger se juntará a nós na turnê a partir da próxima semana e participará das composições do próximo álbum. Estamos muito felizes em finalmente compartilhar o palco com ele e explorar o que o futuro nos reserva. Nos vemos na estrada”. Via: RockBizz

Influenciadores não têm currículo e são professores fuleiros, segundo Samuel Rosa
Nos últimos anos, com a inclusão das mídias sociais em nosso cotidiano e a possibilidade de fazer grana nessas plataformas, mudou o que se vende e o que se consome. Indivíduos sem um pingo de conhecimento, por exemplo, disparam aos quatro ventos falas vazias e, muitas das vezes, sem nexo. Como todo mundo sabe, esse tipo de gente leva o nome de influenciador! E tem gente que não curte nenhum pouco essa nova dinâmica de vida e entretenimento, como é o caso de Samuel Rosa, ex-vocalista do Skank. Batendo um papo com o pessoal do Tenho Mais Discos Que Amigos, o músico partiu para cima dos influenciadores que tem fama à toa. Ele afirmou que esses indivíduos não têm currículo e são professores fuleiros. “O meio musical está perigoso”, começou Samuel. “Estou vendo muita gente comentando as coisas em tom professoral! Tem muito professor fuleiro na internet e nas redes, falando o que não sabe”. “Eu, às vezes, dou risada porque eu tenho uma carreira de quase quarenta anos na música com o Skank, que já vendeu milhões [de álbuns], fiz vários hits, vários discos e não tenho a certeza que esse cara tem”, refletiu. “E ele tem a metade da minha idade, não tem nenhum hit na vida, nunca fez um álbum, não tem uma banda. Acho isso estranho! A gente tem que tomar cuidado, porque estamos vivendo na era do oral”, pontuou. “É tudo na base da persuasão. É na base do convencimento. As pessoas, às vezes, não têm currículo e estão falando em tom de autoridade. Eu dou risada disso”. O artista mineiro continuou: “O Skank dependeu tanto do acaso, da sorte, como que esse cara fala isso e com essa certeza toda. É por isso que estamos na época dos influencers. Na época em que o Skank apareceu e outras bandas apareceram, você era influencer a partir de alguma excelência que você tinha na vida. Se você luta boxe bem, joga bola, canta, compõe e tem alguma excelência. Daí você começa a influenciar as pessoas. Hoje em dia essa parte cortou! O que você faz não interessa. Só interessa o que você fala”. “E eu digo para algumas pessoas aquele velho jargão do futebol: ‘Esse sujeito jogou aonde, gente’? Jogou aonde para falar com essa certeza toda? Então, tem que tomar muito cuidado com isso. Eu fico com muito medo dessa geração nova, que está acatando este tipo de regime que não atende ao artista, atende ao mercado”, concluiu Rosa. Veja a fala completa de Samuel Rose na postagem logo abaixo: Via: RockBizz

Avenged Sevenfold mergulha no punk rock com o cover de Some Kinda Hate, do Misfits
O Avenged Sevenfold mergulhou no punk rock com o cover de Some Kinda Hate, do Misfits. A versão original da faixa apareceu na coletânea Legacy Of Brutality, que saiu em setembro de 1985 pelo selo Plan 9. “Em sintonia com o espírito da época, a nossa versão de Some Kinda Hate está disponível para todos. Aproveitem”, informou o Avenged Sevenfold em nota. Curta a interpretação de Some Kinda Hate no tocador abaixo: No final de setembro, a banda adiou a turnê brasileira por problemas na voz de M. Shadows. Pelas redes sociais, o próprio cantor informou a triste notícia, que acabou afetando todo o resto dos compromissos da banda deste ano. Shadows disse: “Tenho notícias bem desanimadoras! Vamos ter que adiar a turnê pela América Latina. Minha voz está com algum problema. Depois do show no Louder Than Life, fiquei um pouco doente. Achei que minha garganta estava mal por estar doente. Depois fomos para Argentina, e parecia que o problema era com a viagem e o itinerário. Descansei um pouco, mas não senti nenhuma diferença. Eu até fui em um médico na Argentina. Eu tenho um hematoma na minha prega vocal esquerda, que foi a mesma lesão que tive em 2017. Então, parando a tour agora, vou ter algumas semanas para descanso da voz e para reabilitação. Vamos remarcar essas datas para janeiro de 2026. Parte o meu coração fazer isso! Peço desculpas, porque sei que vocês fazem planos e gastam dinheiro. Me desculpo com a banda e a equipe, mas tive que tomar essa decisão responsável. Não tem como eu cantar desse jeito. Além disso, não quero passar por outra cirurgia. Vou ficar de repouso por alguns meses. Mal posso esperar para vê-los em janeiro”. Via: RockBizz

Ace Frehley é sepultado em Nova York na presença de familiares e integrantes do KISS
Na última quarta-feira, dia 22 de outubro, o guitarrista Ace Frehley foi sepultado em Nova York na presença de familiares e integrantes do KISS. De acordo com informações do radialista Eddie Trunk, que era amigo bem próximo de Ace, Gene Simmons (baixo e vocal), Paul Stanley (vocal e guitarra) e Peter Criss (bateria e vocal) prestaram as últimas homenagens ao amigo de trabalho. Em sua conta oficial no Instagram, Trunk escreveu: “Ace Frehley foi sepultado no Bronx, em Nova York. Foram dias muito emocionantes, para dizer o mínimo, de despedida a um ícone do rock e amigo de longa data. Todas as cerimônias ocorreram da melhor maneira possível e contaram com a presença de um pequeno grupo de familiares e amigos próximos, incluindo os três membros originais remanescentes do KISS”. O radialista adicionou: “Foi uma honra ser convidado para comparecer e participar da cerimônia. E eu pude reencontrar alguns velhos amigos e fazer novas amizades,. E tudo isso foi celebrando Ace”. Eddie também comentou que teve o aval da família de Frehley para realizar um show de tributo e uma celebração para os fãs em algum momento. Ele assegurou que isto vai acontecer, no entanto, não forneceu mais detalhes sobre o vindouro evento. Ace Frehley faleceu no dia 16 de outubro por conta de uma hemorragia cerebral após sofrer duas quedas em seu estúdio, segundo a família. O músico, que tinha 74 anos, deixou a esposa Jeanette, a filha Monique, o irmão Charles, a irmã Nancy Salvner, as sobrinhas Suncere Frehley e Julie Salvner e os sobrinhos Sky Frehley e Andrew Salvner. Via: RockBizz

Bruce Springsteen diz que o inferno está à solta nos Estados Unidos com o governo de Donald Trump
No último fim de semana, mais de sete milhões de norte-americanos descontentes foram às ruas em todos os 50 estados do país para manifestar sua oposição e desgosto ao governo de Donald Trump, do partido republicano. Ontem, dia 22 de outubro, Bruce Springsteen participou do American Film Institute Opening Night Gala para celebrar seu filme biográfico, Deliver Me From Nowhere, que estreará nos cinemas em 24 de outubro. Depois da exibição do longa, Bruce subiu ao palco do TCL Chinese Theater em Los Angeles para apresentar duas músicas acústicas e emitir as suas ponderações sobre o que está acontecendo nos Estados Unidos, ultimamente. “Lá fora, o caos está se instalando nos Estados Unidos. O inferno está à solta nos Estados Unidos”, disse Springsteen no evento, segundo o jornal USA Today. O The Boss acrescentou: “Por 250 anos em todo o mundo, apesar de todas as nossas falhas, os Estados Unidos têm servido como um farol de democracia, esperança e liberdade. Apesar de estar terrivelmente prejudicado, vale a pena lutar por este país e por estes ideais”. Antes de apresentar a faixa Land of Hope and Dreams, o compositor de Born in the U.S.A. destacou os protestos do movimento No Kings contra Trump. Ele ainda afirmou que esta música é “uma prece pela América, por nossa comunidade e pelo movimento No Kings”. Via: RockBizz

Ator John Cusack chama David Draiman (Disturbed) de psicopata por assinar bomba
Aqui se faz, aqui se paga! É um ditado popular, que vem imerso em uma outra verdade imutável: a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Nós todos somos visitados por estes princípios dia a dia. Algumas pessoas, no entanto, acabam sofrendo mais do que outros indivíduos por conta de suas ações. Veja o caso de David Draiman, do Disturbed, que é bem-sucedido na cena heavy metal. Ele tem uma banda de médio porte, que o possibilita bastante prestígio artístico. Todavia, ele foi se meter com assuntos políticos e sociais, e está pagando um preço caríssimo por isso. Para quem não sabe ou não lembra, David Draiman “autografou” uma bomba que foi jogada em civis em Gaza. Esse lamentável episódio aconteceu em junho de 2024, quando o rock star visitou Israel e as Forças de Defesa de Israel (IDF). Na ocasião, ele assinou um projétil de artilharia com a frase: “Foda-se o Hamas”. A motivação para sua atitude foi o triste evento de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza. Desde então, ele vem recebendo muitas críticas de fãs, colegas de profissão e políticos. A sua banda teve, inclusive, apresentação cancelada devido suas ações. O cancelamento do show rolou na Bélgica. A novidade agora é que o ator John Cusack entrou na briga e até chamou David Draiman de psicopata por assinar bomba. Na terça-feira, dia 21 de outubro, Cusack tuitou uma foto de Draiman escrevendo “Foda-se o Hamas” em um projétil. Na publicação, John escreveu: “Qualquer um que assina uma bomba é psicopata”. No mesmo dia, o cantor respondeu o ator pelas redes sociais. Ele escreveu: “Olá John Cusack, meu velho amigo. Não é psicopata se defender de um culto à morte genocida, determinado a te massacrar. O que é psicopata? É você defender esse culto à morte genocida e que odeia judeus, como você faz há anos. Quer psicopata? Olhe no espelho”. Portanto, em virtude de seu posicionamento, David Draiman está recebendo o “carinho” da galera e está vendo o seu negócio pagar um caro por suas ações. E aqui se faz, aqui se paga. Anyone who signs a bomb is pyycotic https://t.co/WGtoWgm9ik — John Cusack (@johncusack) October 21, 2025 Via: RockBizz

Adrian Smith compara trabalho de Di’Anno e Dickinson no Iron Maiden: “Bruce é mais profissional”
Com o Iron Maiden, Paul Di’Anno registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Depois de sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo. No Maiden, o vocalista não deu conta do job, além disso, tentou medir força com o chefe da empresa, o baixista Steve Harris, o que azedou muito a relação entre o patrão e o empregado. Para o posto de Paul, a banda fechou contrato com Bruce Dickinson, ex-frontman do Samson. Em conversa com a Metal Hammer Alemanha, o guitarrista Adrian Smith comparou o trabalho de Di’Anno e Dickinson no Iron Maiden. Para Adrian, Bruce é mais profissional. “Assim que Bruce entrou, a gente percebeu que ele era um cara muito diferente de Paul”, começou Smith. “Ele era uma pessoa muito focada em sua arte. Ele era um cantor que cuidava de sua voz. Bruce é Bruce, e provavelmente era um pouco mais profissional”. O guitarrista deixou a comparação de lado e preferiu seguir destacando as capacidades e atributos de Dickinson. “Ele sempre foi uma potência! Bruce conseguia cantar por seis noites seguidas! É um cara que simplesmente continua cantando, cantando e cantando. Isso permitiu que a banda progredisse, fizesse turnês e continuasse crescendo”. Às viúvas de Paul! Não há motivo para demonizar a posição de Adrian Smith por preferir trabalhar com um indivíduo do que o outro. Ter preferência por isto ou aquilo ou por este ou aquele é algo bastante comum e se aplica aos músicos também. O guitarrista apenas foi seguro o suficiente para tomar partido do amigo de trabalho. Via: RockBizz

KISS relança clipe de C’mon And Love Me em alta definição
O KISS relançou o clipe de C’mon And Love Me em alta definição para promover a edição de 50 de anos do álbum Dressed To Kill. O trabalho, que sairá no dia 24 de outubro, chegará ao mercado em diversos formatos como CD, 5CD, 8LP, vinil colorido, vinil preto, boxset e digital (download e streaming). Em meados da década de 1970, a concorrência era imensa! De Black Sabbath lançando Sabotage até Led Zeppelin com a sua obra-prima Physical Graffiti, a vizinhança não estava para brincadeira. O KISS, por sua vez, não deixou por menos e lançou seu terceiro full length, o qual veio com o hino Rock and Roll All Nite. A faixa ultrapassa fronteiras, já que pessoas fora do campo rock n’ roll a conhecem. Poucas bandas conseguiram tal façanha. Lançado em 19 de março de 1975, Dressed To Kill conta com faixas de sucessos como She, C’mon And Love Me e o citado hit Rock And Roll All Nite – além da capa mais lendária da história do rock. Via: RockBizz

The Cult: Ian Astbury e Billy Duffy se afastarão das turnês por tempo indeterminado
Ian Astbury e Billy Duffy anunciaram que “se afastarão das turnês por tempo indeterminado” após a conclusão da Death Cult/The Cult Tour. Nesta quarta-feira (22), os músicos divulgaram a seguinte declaração: “A Mãe Natureza tem um ciclo de mudança e evolução que é inevitável. As fases da lua mudam, as marés sobem e descem. A mudança é necessária para a criação e o renascimento. É com isso em mente que, após as datas restantes da nossa atual turnê norte-americana The Cult/Death Cult 8525, decidimos nos ausentar das turnês por tempo indeterminado”. E acrescentaram: “Fizemos muitas turnês nos últimos anos e agora mudaremos nosso foco para compor, gravar novas músicas e explorar outros projetos que serão revelados ao longo do tempo. É um momento para voltarmos para dentro e recarregarmos nossas baterias espirituais. Quando retornarmos aos palcos, será com um fogo e uma energia ainda mais fortes, que compartilharemos com todos vocês”. O Death Cult foi a base para a banda que hoje conhecemos como The Cult e, em 2023, para marcar seu 40º aniversário, Astbury e Duffy – juntamente com John Tempesta no baixo e Charlie Jones na bateria – reviveram o grupo para uma série especial de shows. A banda ainda tem cinco shows marcados nos Estados Unidos, encerrando em 30 de outubro no The Shrine em Los Angeles. Via: RockBizz

Bad Omens entrega aos fãs o novo single Dying To Love
O Bad Omens entregou aos fãs o novo single Dying To Love. A faixa, que saiu nesta quarta-feira, dia 22 de outubro, pelo selo Sumerian Records, conta com vocais apaixonados e arrebatadores de Noah Sebastian, cujo falsete angelical percorre a faixa antes de dar lugar a gritos guturais, o que eleva o seu tom emocional. O single chegou junto de um vídeo sombrio e taciturno, cuja direção ficou nas mãos de Noah Sebastian e do cineasta Nico Poalillo. O visual cinematográfico e narrativo, que se mostra uma marca registrada da identidade criativa da banda, coloca o grupo se apresentando em um cenário umbroso, enquanto uma narrativa paralela acompanha um homem vagando por um labirinto infinito de escuridão. Em pouco mais de uma hora desde o lançamento, o audiovisual conquistou a façanha de passar das cinquenta mil visualizações. Isso mostra o poder de engajamento dos fãs do conjunto. Assista o clipe de Dying To Love no player a seguir: E o Bad Omens não para! Os caras farão uma turnê pelo Reino Unido em novembro. Pelo mês de dezembro, eles estarão no território europeu fincando a bandeira de seu metal moderno. Vale ressaltar que a maioria das apresentações já estão com os ingressos esgotados. Via: RockBizz

Documentário Di’Anno: Iron Maiden’s Lost Singer irá finalmente sair do ninho
O documentário sobre o cantor Paul Di’Anno (ex-Iron Maiden), que levará o nome de Di’Anno: Iron Maiden’s Lost Singer, sairá em 2026. A primeira previsão era para este ano, no entanto, não foi possível chegar ao mercado nesse período. O longa teve a produção de Wes Orshoski, responsável por obras como Lemmy (2010) e The Damned: Don’t You Wish That We Were Dead (2015). E foi exatamente Wes quem forneceu mais detalhes sobre o trabalho. Em sua conta no Instagram, ele escreveu: “Como hoje é o primeiro aniversário da morte de Paul Di’Anno, parece ser o momento certo para avisar que, a partir da próxima semana, meu documentário sobre Paul finalmente vai sair do ninho. Começando com uma exibição para amigos e familiares na terça-feira em Londres. Depois disso, o filme começará a estrear em festivais de cinema europeus este mês, com um lançamento mais amplo previsto para o ano que vem”. Orshoski acrescentou: “Comecei a filmar este filme em 2017! E, durante anos, não havia muito o que capturar. Paul estava em uma cadeira de rodas, esperando desesperadamente por cirurgias que os médicos do Reino Unido se recusavam a autorizar. Quando a pandemia chegou, a saúde de Paul já estava em declínio. E foi aí que tudo mudou para ele e para o meu filme. Kastro Pergjoni, que administra o pub Cart & Horses em Londres lançou uma campanha de financiamento coletivo para ajudar Paul a assumir o controle do seu próprio destino. Fãs do Maiden ao redor do mundo contribuíram. E o super fã e escritor croata do Maiden, Stjepan Juras, pressionou Paul para que buscasse tratamento em Zagreb, onde receberia tratamento a preços acessíveis. Paul concordou! Kastro e Stjepan não apenas mudaram a vida de Paul, como a prolongaram. Meu filme documenta em grande parte os esforços deles, que foram, sem dúvida, responsáveis por quase todos os bons momentos no final da vida de Paul”. Acesse aqui a conta oficial de Wes Orshoski no Instagram para conferir algumas imagens dos bastidores do documentário. Via: RockBizz

Sanae Takaichi, primeira-ministra do Japão, é fã de heavy metal e tem perfil conservador
Sanae Takaichi, primeira-ministra do Japão, é fã de heavy metal e tem perfil conservador! Sanae, 64, é uma política experiente e atuante na ala direitista do país asiático. A personalidade austera lhe rendeu o apelido de dama de ferro do Japão, em clara e direta referência à ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher. Apesar da fala calma e do visual à la CEO de multinacional, Takaichi se diz fã de bandas clássicas como Iron Maiden, Deep Purple e Black Sabbath, além disso, ela gosta de se aventurar atrás de um kit de bateria, e já até levou um som com seus amigos. Embora os compromissos com a vida pública ocupe grande parte de sua agenda, ela faz questão de aliviar a tensão em uma bateria eletrônica. Em entrevista à imprensa japonesa, Sanae falou que curte tocar o instrumento após alguma discussão com o maridão, o também político conservador Taku Yamamoto. Sanae Takaichi literally rocks.When she was younger, she played the drums. https://t.co/OqzSBdlp2v pic.twitter.com/Rg60wUm7hv — NavyBrat (@_NavyBrat) October 5, 2025 Além do heavy metal, a jovem senhora adora andar de moto e tem paixão pelas motocicletas Kawasaki. A despeito de sua convicções políticas, econômicas e sociais, Sanae Takaichi tem bom gosto para música e motos – isso a gente não pode negar. Via: RockBizz