Resenhas

M. Shadows (Avenged Sevenfold) rebate as críticas por apoio aos reféns israelenses libertados
O vocalista M. Shadows (Avenged Sevenfold) rebateu as críticas por apoio aos reféns israelenses libertados. Na semana passada, o artista enviou um vídeo em apoio a Evyatar David e Guy Gilboa-Dalal, que são fãs de sua banda. Evyatar e Guy passaram mais de dois anos em cativeiro em Gaza, após serem mantidos reféns em 07 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir da citada cidade. Na mensagem, Shadows, cujo nome real é Matthew Charles Sanders, disse: “Estou muito feliz em saber que vocês estão em casa. As coisas pelas quais vocês passaram são indizíveis, terríveis”. Por sua posição, o cantor recebeu muitas críticas nas redes sociais. Agora, em entrevista à revista Rolling Stone, ele falou sobre as críticas: “Não é algo com que eu vá me preocupar. Eu sei que é a coisa certa a fazer. Além disso, acho que você tem que se ater à sua bússola moral. Mas eu ouvi crítica de ambos os lados. Para mim, aquele vídeo é apenas um ser humano fazendo algo por outro ser humano”. “Não é uma posição política. Não é uma crítica direta. É realmente sobre dois seres humanos que passaram por um inferno. E se não conseguimos concordar nisso, é muito difícil concordar em qualquer outra coisa”, adicionou. “Fizemos coisas para muitas pessoas diferentes, de diferentes culturas e religiões. E, no final das contas, se eles são fãs, realmente queremos alcançá-los e apoiá-los de alguma forma. E essa ideia de que ‘se você não está do meu lado, então você é um inimigo’ é nojento. Isso é injusto”, concluiu Sanders. The lead singer of Avenged Sevenfold, also known as A7X, sent a video to former hostages Evyatar David and Guy Gilboa Dalal, welcoming them home. A7X is the duo’s favorite band of all time, and their reaction to hearing them play again — and receiving a heartfelt message — is… pic.twitter.com/SidKfdIMIL — Hen Mazzig (@HenMazzig) October 15, 2025 Via: RockBizz

O tempo voa e a saudade aperta: há um ano Paul Di’Anno (ex-Iron Maiden) morria por problemas no coração
Como diz os mais antigos: o tempo voa e a saudade aperta! Há um ano Paul Di’Anno (ex-Iron Maiden) morria em sua casa no município de Salisbury, na Inglaterra. O vocalista tinha 66 anos e estava lutando para reabilitar sua saúde. De acordo com as irmãs do artista, Cheryl e Michelle, a causa da morte foi um rasgo na membrana ao redor do coração, com isso, o sangue entrou dentro da artéria aorta principal, o que fez o coração parar instantaneamente. O cantor britânico, que foi peça central para o desenvolvimento da Donzela de Ferro, foi enterrado no Cemitério e Crematório da Cidade de Londres, que fica na área residencial de Manor Park. Em sua lápide há a seguinte mensagem: “Em memória amorosa de Paul Martin Andrews, também conhecido como Paul Di’Anno. Amado filho e irmão”. Veja: Junto do Iron Maiden, Paul Di’Anno registrou dois álbuns de estúdio, Iron Maiden (1980) e Killers (1981). Depois de sua demissão da banda, o vocalista deu vida a grupos como Killers e Battlezone e a sua carreira solo. Paul e Brasil Di’Anno era figura presente em nosso país, visto que sempre pintava por aqui com seus projetos musicais. A última turnê brasileira aconteceu entre janeiro e março de 2023. O giro teve mais de vinte shows e percorreu o Brasil de norte a sul. O britânico era tão brasileiro que até torcia para o Sport Club Corinthians Paulista, além disso, não dispensava os quitutes nacionais e curtia passar as férias em nossas praias. Último Álbum O derradeiro disco do artista foi o The Book Of The Beast, o qual saiu no dia 27 de setembro pela Conquest Music. O trabalho, que chegou ao mercado em vinil duplo colorido (vermelho sangue, branco e prata) e em 2CD/DVD, traz canções de projetos como Battlezone e Killers, além do Iron Maiden. Di’Anno também adicionou versões acústicas, demos e de ensaio para deixar The Book Of The Beast ainda mais atrativo para os fãs. Via: RockBizz

Lostprophets: polícia prende mais duas pessoas por envolvimento na morte de Ian Watkins
De acordo com a força policial do condado de West Yorkshire, que fica na Inglaterra, dois homens são suspeitos de esfaquear e matar o vocalista Ian Watkins, ex-Lostprophets. O músico, que tinha 48 anos, cumpria uma pena de trinta e cinco anos na Wakefield Prison por uma série de crimes sexuais contra crianças. Watkins teve a sua garganta cortada na prisão de segurança máxima HMP Wakefield, depois de os detentos serem liberados de suas respectivas celas na manhã do último sábado, dia 11 de outubro, para o banho de Sol. Na nova etapa da investigação, a polícia prendeu mais duas pessoas por envolvimento na morte de Ian Watkins. De acordo com as autoridades de West Yorkshire, os homens – identificados como um de 23 anos e outro de 39 – foram “presos sob suspeita de conspiração para o homicídio”. Em nota, o inspetor-chefe James Entwistle da Equipe de Homicídios informou que a “apuração dos fatos continua em andamento em relação ao assassinato de Ian Watkins, e essas prisões fazem parte disso”. O inspetor também declarou que a “família de Ian Watkins está recebendo atualizações conforme a investigação avança”. No entanto, não há nenhum sinal imediato para que o encerramento do caso seja breve. No dia 19 de dezembro de 2012, Watkins foi preso e acusado de crimes sexuais, os quais incluíam a tentativa de estupro de uma menina de um ano e aliciamento de uma fã do Lostprophets para abusar sexualmente de seu bebê. Ian foi condenado a trinta e cinco anos de prisão em 2013. Na música, ele atuou como frontman do Lostprophets ao longo de quinze anos. Com a banda, ele gravou cinco álbuns de estúdio. O derradeiro álbum do grupo é o Weapons, que saiu em abril de 2012. Via: RockBizz

Dave Grohl faz a primeira aparição no tapete vermelho com a esposa após traí-la e ter um bebê fora do casamento
O líder do Foo Fighters, Dave Grohl, fez a primeira aparição no tapete vermelho com a esposa, Jordyn Blum, após traí-la e ter um bebê fora do casamento. O evento de gala em que o casal foi visto aconteceu no último sábado, 18 de outubro, no Estádio BMO, em Los Angeles, EUA. Na festa, que levou o nome de Hope in the City of Angels, o ex-baterista do Nirvana ganhou uma homenagem por seu trabalho em prol de pessoas em situação de rua. Cabe lembrar que no ano de 2023 em Los Angeles, EUA, Dave, 56, preparou costelas, lombo de porco, peito bovino, salada de repolho e feijão para cerca de 450 pessoas em situação de rua e 50 funcionários de abrigos. O evento beneficente foi a primeira vez que o casal posou junto em uma cerimônia formal desde que saiu a notícia de que Grohl teve um filho fora do casamento em setembro de 2024. Dave e Jordyn têm três filhas: Violet Maye, 19, Harper Willow, 16, e Ophelia Saint, 11. A página Foo Fighters Live compartilhou algumas fotos da festa, as quais Grohl posou ao lado de amigos e da esposa – a oficial. Veja: Depois que o escândalo da traição veio a público, o roqueiro está com o foco total em sua família, admitindo que cometeu erros e não quer perdê-la. Isso também afetou a agenda de shows do Foo Fighters, que cancelou muitos shows, desde então. Via: RockBizz

Jonathan Cain defende sua decisão de sair do Journey: “Não quero morrer na estrada”
Jonathan Cain defendeu sua decisão de sair do Journey durante uma entrevista ao Cumulus News Talk. De acordo com o tecladista, ele não quer morrer na estrada. Cain abordou as informações em torno de seus planos de saída. “Bem, isso foi meio que desinformação”, ele disse. “O que realmente foi dito no artigo que escrevi para o Charisma foi que eu faria as próximas duas turnês e as encerraria. Porque eu sentia que não queria morrer na estrada, dormindo, aos 80 anos, como aconteceu com John Lodge, do The Moody Blues”. O músico explicou que a recente morte de Lodge afetou profundamente sua perspectiva sobre fazer turnês em idade avançada. “Fiquei muito, muito perturbado com isso”, continuou. “Mas parece um bom momento para aproveitar meus netos e minha família. Eu já me dediquei muito. Já me dediquei o suficiente”. E enfatizou seu compromisso com os fãs: “Eu nunca, jamais, abandonaria meus fãs sem me despedir, porque sou grato a eles e sempre planejei fazer uma última festa”. Cain confirmou que o cronograma abrange dois anos de turnê. Ele notou uma diferença de visão com o guitarrista fundador do Journey, Neal Schon. “Bem, serão dois anos… Então, serão duas turnês diferentes, sim. Não sei o que Neal está planejando. Acho que Neal disse que quer continuar. E esse não é o meu caso”. Na semana passada, Neal Schon revelou que Cain sairia do Journey com uma publicação nas redes sociais: “Jonathan Cain anunciou sua despedida do Journey hoje à noite. Estou longe de terminar! O Journey tem muito mais vida pela frente! Tenho certeza de que faremos uma ótima turnê!” Em resposta às alegações de Schon, o representante do tecladista disse: “Jonathan Cain continua sendo um membro ativo do Journey, e quaisquer relatos sugerindo o contrário são imprecisos. Ele está totalmente dedicado à turnê com a banda nos próximos anos e só manifestou planos de se aposentar posteriormente”. Via: RockBizz

Esposa de David Gilmour revela por que atacou Roger Waters publicamente
No comecinho de 2023, a jornalista e escritora Polly Samson, 63, esposa do vocalista e guitarrista do Pink Floyd, David Gilmour, usou sua conta no Twitter para criticar de forma severa o apoio de Waters à invasão russa na Ucrânia. Em uma mensagem de quatro linhas, Samson chamou o ex-baixista do Floyd de “antissemita podre”. E acrescentou: “Você faz apologia a Putin e é um mentiroso, ladrão, hipócrita, sonegador de impostos, cantor de playback, misógino, invejoso, megalomaníaco. Chega de suas bobagens”. Na época, Gilmour endossou a posição de sua esposa e destacou que tudo que fora dito por ela era verdade. Roger também usou as redes sociais para responder e refutar tudo o que foi dito por Polly e David. E pouco tempo atrás, batendo um papo com o jornal britânico The Telegraph, a esposa de David Gilmour revelou por que atacou Roger Waters publicamente. “A razão pela qual fiz isso foi porque o Pink Floyd é uma banda sem rosto”, afirmou Polly. “Onde quer que eu fosse, havia uma chance de as pessoas pensarem que eu era casada com a pessoa que dizia coisas assim. E não era uma sensação nada agradável”. “Além disso, muitas e muitas pessoas da minha idade não sabem a diferença entre Gilmour e Waters. Mas nós sabemos”, pontuou. Samson continuou relatando as situações desconfortáveis que encontrou devido à associação ao grupo progressivo. “Se soubessem que você é casada com alguém do Pink Floyd, metade das pessoas me lançavam olhares estranhos e era realmente desconfortável. Eu só queria traçar um limite e deixar claro que essas não eram opiniões minhas ou da pessoa com quem eu era casada”. “E a minha opinião sobre Roger Waters continua exatamente a mesma! Ela não mudou em nada”, completou Polly em tom firme e seco. Diante dos fatos, uma reconciliação entre os núcleos Gilmour e Waters é apenas um sonho para o público que gostaria de ver os músicos juntos em um palco, novamente. Via: RockBizz

Marcus Dotta será o baterista do Masterplan durante turnê pela América Latina
O brasileiro Marcus Dotta será o baterista da turnê que a banda alemã Masterplan realizará entre outubro e novembro pela América Latina. O giro terá quatro shows no Brasil – Curitiba, São Paulo, Brasília e Porto Alegre. Dotta é músico experiente, visto que já se apresentou na banda de Warrel Dane (ex-Nevermore), Leather Leone, entre outras,. Atualmente, ele faz parte do Metalium, banda alemã de power e prog metal. “Fui convidado pelo Roland Grapow para fazer essa tour com o Masterplan. Vinte dois anos atrás, ouvindo o primeiro disco da banda na época sem parar, por ser muito fã do Uli Kusch, eu jamais imaginaria isso possível! Uma honra substituir o Kevin Kott nesses shows”. Com uma trajetória marcada por técnica, melodias fortes por meio dos riffs inconfundíveis de Roland Grapow (ex-Helloween) e presença imponente de décadas no cenário do power metal, o Masterplan se prepara para a mais ambiciosa jornada pela América Latina, onde possui uma fanática legião de fãs. Serão dezessete shows em onze países, incluindo Brasil, Chile, Uruguai, El Salvador, Guatemala, Argentina, Peru, Colômbia, Honduras, Costa Rica e México. Quatro destes shows são no Brasil: Curitiba/PR (30/10), São Paulo/SP (31/10), Brasília/DF (1/11) e Porto Alegre/RS (2/11). A turnê trará um setlist que revisitará clássicos como Spirit Never Die, Heroes, Kind Hearted Light e Crimson Rider, além de antecipar novidades do aguardado próximo álbum de estúdio. Carreira Formada entre os anos de 2001 e 2002 pelos ex-integrantes de Helloween, Roland Grapow (guitarra) e Uli Kusch (bateria), o Masterplan surgiu com a proposta de trazer um power metal melódico moderno, misturando técnica virtuosa, grandes refrãos e uma pegada progressiva. O norueguês Jørn Lande foi o primeiro vocalista da banda, contribuindo com seu timbre poderoso, mas saiu após o disco Time to be King. O atual vocalista, Rick Altzi, na posição desde 2012, revigorou o Masterplan com seus vocais roucos e, ao mesmo tempo, capaz de atingir tons altos e potentes. Outros músicos experientes integram o Masterplan: o tecladista Axel Mackenrott, que já foi apoio do Gamma Ray ao vivo; e Jari Kainulainen, o baixista, que teve passagens pelo Stratovarius e Evergrey. Em duas décadas e meia de vida, o Masterplan lançou seis discos de estúdio! O mais recente se chama PumpKings, e traz versões para clássicos do Helloween da fase de Roland Grapow. Novo som O lançamento mais novo é Rise Again, single que chegou às plataformas digitais em 2024 após mais de uma década sem soltar material inédito. E como destacou Grapow, o som trouxe a vontade de colocar a banda de forma mais ativa à cena heavy metal. Confiras as datas e locais por onde o Masterplan se apresentará: Outubro– 30 – Curitiba/PR – Brasil – @ Stage Garden– 31 – São Paulo/SP – Brasil – @ Fabrique Club Novembro– 01- Brasília/DF – Brasil – @ Toinha– 02 – Porto Alegre/RS – Brasil – @ Opinião– 06 – Uruguai – Montevidéu – @ Live Era– 07 – Buenos Aires – Argentina – @ Aren Sur– 08 – Santiago – Chile – @ Teatro Cariola– 09 – Lima – Peru – @ Yeld Rock– 13 – Guatemala City – Guatemala – @ Rock ol Vuh– 14 – San Salvador – El Salvador – @ TBC– 15 – San José – Costa Rica – @ Pepper’s Club– 16 – Colômbia – Bogotá – @ Ace of Spades– 18 – Tegucigalpa – Honduras – @ Radio House Casa Campo– 19 – CDMX – México – @ Foro 28– 20 – Monterrey – México – @ Café Iguana– 22 – Guadalajara – México – @ Foro Independência– 23 – Tijuana – México – @ Black Box Via: RockBizz

Phil Rudd se sente traído e abandonado pelo AC/DC: “Nem atenderam o telefone”
Tempos atrás, por conta de problemas legais que culminaram em prisão domiciliar, Phil Rudd foi demitido do AC/DC, grupo em que comandou a sessão rítmica ao longo de muitos anos. Em nova entrevista para a revista Stuff, o baterista deu a entender que se sente traído e abandonado pelo AC/DC. “Houve um tempo em que pensei que era o fim do meu mundo”, disparou Phil. “Eu só conhecia a vida com o AC/DC. Aquelas pessoas que eu achava que me amavam como um irmão, nem sequer atenderam o telefone”. O músico pontuou que se sentia sozinho durante seu tempo com a banda, principalmente após a morte do vocalista original, Bon Scott. “Quando o Bon morreu, mesmo no AC/DC, eu me senti sozinho”, lamentou. “Mas nunca estive sozinho! As pessoas que gostam da música sempre me emocionam e me deixam feliz”. Rudd finalizou analisando se voltaria a tocar com o conjunto australiano. Ele disse: “As pessoas sempre me perguntam se eu voltarei a tocar com o AC/DC. As únicas pessoas por quem eu faria isso seriam os fãs e pelo Bon. Eu faria isso pelo Bon”. Já do lado de cá da cerca, o AC/DC parece nem se lembrar da existência de Phill Rudd, já que está gozando de muito sucesso com a Power Up Tour. O giro já passou pela Europa, Estados Unidos e Reino Unido. A próxima parada da turnê será na Austrália com nove shows entre os meses de novembro e dezembro. Via: RockBizz

Rush expande o território da Fifty Something Tour com mais 17 shows
Como todo mundo do rock sabe, o improvável vai rolar: vamos ver o Rush de volta aos palcos. Isso vai acontecer em meados do ano que vem. A dupla Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) e Alex Lifeson (guitarra) tomaram a decisão de reativar o Rush, depois de onze anos fora dos palcos. Para o difícil posto de substituto de Neal Peart, os caras resolveram chamar a Anika Nilles, artista que de certo nome no mercado musical, visto que tocou com Jeff Beck em mais de cinquenta shows. A boa nova, no entanto, é que o Rush expandiu o território da Fifty Something Tour com mais 17 shows. As novas também se concentrarão na América do Norte, com passagens em cidades como Atlanta, Tampa, Seattle, San Antonio, Boston, entre outras. É possível preencher um formulário para ter acesso a pré-venda dos novos ingressos. Já as vendas gerais de ingresso vão acontecer no dia 31 de outubro – dia do Halloween. O Rush pede aos fãs para ficarem de olho aberto a fim de não serem vítimas de golpes. As vendas dos bilhetes são feitas nos canais oficiais que o grupo divulga. A turnê de reunião do Rush passará pelo Canadá, Estados Unidos e México em 2026. O grupo começará o giro no dia 07 de junho de 2026 no The Kia Forum, em Los Angeles, Estados Unidos. Via: RockBizz

Roger Waters tem inveja porque não vai se despedir como Ozzy, segundo Jack Osbourne
Há algum tempo Jack Osbourne vem deixando bem claro a sua aversão ao ex-Pink Floyd, Roger Waters. O caldo entornou de vez quando o músico britânico reclamou de toda comoção em torno da morte do Príncipe das Trevas. Durante entrevista ao podcast The Independent Ink, Roger falou que toda a atenção que a mídia deu a morte de Ozzy foi algo desnecessário e desmedido, visto que assuntos mais importante como as atividades políticas do ex-primeiro-ministro britânico Jeremy Corbyn não tiveram o mesmo holofote. Agora, em conversa com a Rolling Stone UK, Jack falou que Roger Waters tem inveja porque não vai se despedir como Ozzy. “Uma das coisas que mais me irrita nessa merda toda do Roger Waters é que meu pai estava sempre ouvindo Pink Floyd. Mas esse cara é um babaca! Acho que é só inveja. Cara, quando você morrer, as pessoas até farão uma festa no pub local”. Da família Osbourne, Jack é o único representante que vem se posicionando contra a fala de Roger Waters e tem feito isso reiteradamente. O público, por sua vez, está tomando partido de Jack e Ozzy na treta. Volta e meia o ex-Pink Floyd recebe mensagens nada amistosas em suas redes sociais dos fãs do Madman. Via: RockBizz

Sharon apoia campanha para mudar o nome do Aeroporto de Birmingham para Ozzy Osbourne International: “Seria incrível”
A viúva do Príncipe das Trevas, Sharon, apoia a campanha para mudar o nome do Aeroporto de Birmingham para Ozzy Osbourne International. Essa seria mais uma homenagem ao ícone do rock, que nos deixou em meados deste ano. A campanha foi lançada na semana passada pelo comediante e apresentador Dan Hudson. De acordo com Dan, Ozzy representa o que John Lennon é para Liverpool e George Best é para Belfast. E os aeroportos de ambas as cidades foram renomeados em homenagem aos músicos. “O argumento comercial é forte. O argumento cultural é forte. Simplesmente não há razão para não fazê-lo”, disparou Hudson. A ação está ganhando corpo e teve, inclusive, o apoio de Sharon Osbourne. Em conversa com a BBC, ela disse: “Seria incrível. O mundo amava Ozzy. É apenas um sonho agora, mas às vezes os sonhos se tornam realidade”. Enquanto o número de assinatura cresce exponencialmente, as autoridades de Birmingham ainda não se pronunciaram sobre a ideia e a campanha. No dia 22 de julho, as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, o eterno frontman do Black Sabbath. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Back to the Beginning No começo de julho, o Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. O Príncipe das Trevas, que vinha travando uma grande luta para estabilizar sua saúde, também usou o evento para dar adeus aos fãs e fazer valer as palavras “No More Tours” – algo como “Sem Mais Turnês”. Via: RockBizz

“Sam Rivers foi uma pessoa muito talentosa, incrivelmente doce e maravilhosa”, reflete Fred Durst (Limp Bizkit)
O baixista do Limp Bizkit, Sam Rivers, morreu no último sábado, dia 18 de outubro, aos 48 anos. O músico, que nasceu em Jacksonville, Flórida, em 1977, foi um dos criadores da banda em 1994. Ao lado de Sam, Fred Durst (vocal) e John Otto (bateria) estavam presentes durante a gestação do grupo. Pelas redes sociais, Fred falou sobre o amigo que faleceu e lembrou o momento em que o viu ao vivo pela primeira vez. “Sam Rivers, a lenda. De verdade. Ele foi uma pessoa muito talentosa, incrivelmente doce e maravilhosa. Conheci Sam quando comecei a trabalhar em algumas ideias de banda que eu estava tentando fazer acontecer em Jacksonville, Flórida. Eu tinha essa ideia e visão para esse tipo específico de estilo e som, e simplesmente não conseguia dar certo. Então, decidi sair e encontrar os músicos certos para fazer isso dar forma. Então, fui a um pequeno bar onde uma banda estava tocando em Jax Beach, chamado Pier 7”. Durst continuou: “E lá estava o Sam no palco com a banda, arrasando no baixo. Eu achei o cara incrível. Na minha cabeça, você tinha que começar com a seção rítmica, o baixo e a bateria. E eu não sabia quem eu ia encontrar primeiro para colocar essa ideia em prática. Não sabia se seria o baterista ou o baixista, mas era o baixista. Eu vi Sam tocar e fiquei impressionado. Ele também estava tocando um baixo de cinco cordas. Eu nunca tinha visto alguém usando um baixo de cinco cordas. Ele soava tão suave e bem, que não conseguia ouvir nada além do Sam”. “Fui até o Sam depois do show e o elogiei. Falei que tinha a ideia de uma banda e tal. Expus a ele o que eu queria que fosse. Ele olhou para mim e disse que estava dentro. Foi assim que as coisas começaram a se encaixar”, acrescentou o cantor. Confira a fala completa de Fred Durst na postagem a seguir: Rivers deixou o Limp Bizkit em 2015 por problemas de saúde que, segundo ele, eram problemas no fígado devido ao abuso de álcool. Ele retornou à banda em 2018 e se manteve no posto de baixista do quinteto até a sua morte. Via: RockBizz

Esposa de Ted Nugent quer que os cristãos repensem o Halloween: “É a noite do Satanás”
Há muitos anos, quiçá décadas, o guitarrista Ted Nugent tem rendido mais notícia pelos disparates que profere aos quatro ventos do que pela música que cria e técnica nas seis cordas. O cidadão de bem é uma máquina de criar polêmicas. A nova controvérsia, no entanto, veio de sua esposa, Shemane Nugent, que quer que os cristãos repensem o Halloween. Em postagem nas redes sociais, a senhora de 63 anos argumentou que fez uma análise profunda sobre o significado espiritual deste feriado norte-americano e chegou à conclusão que é a noite do Satanás, por isso está nessa cruzada contra as potestades do mal. “Provavelmente não vou ganhar seguidores com este vídeo. Mas se você também não vai comemorar o Halloween, então vai gostar do que eu tenho a dizer. Quero compartilhar alguns dos motivos pelos quais não estou comemorando o Halloween. E eu costumava comemorar. Para ser sincera, eu costumava comemorar e levei meu filho para pedir doces. Mas meus olhos se abriram, por assim dizer. Eu entendo, especialmente nos últimos anos, pois meu discernimento está elevado. Eu tenho me aprofundado na guerra espiritual. E este é o dia da guerra espiritual, o dia 31 de outubro. Esta data, o mundo chama de diversão, vamos nos fantasiar e vestir nossos filhos de demônios e bruxas. E vejam o dinheiro que foi gasto em decorações. Vejam essas decorações com esqueletos, espíritos malignos, escuridão e coisas assim”. Shemane continuou: “Na bruxaria, o Halloween não é apenas uma fantasia. Ele é quando o inimigo está realmente tentando ceifar sua alma. É quando eles acreditam que têm autoridade para lançar feitiços e pegar você, seus entes queridos, seus ancestrais e fortalecer a conexão entre os vivos e os mortos. Você pode não achar que é grande coisa. Veja com o que você está decorando sua casa. Morte, certo? As pessoas acham que é inofensivo. Mas, enquanto isso, essas bruxas e bruxos estão dedicando esta noite inteira a Satanás”. “As bruxas chamam de ‘Noite Sagrada’. É quando seu poder é mais forte, especialmente entre os fiéis. E, novamente, eu já fiz isso no passado. Eu celebrei. Mas não faço mais! Meus olhos estão abertos”, finalizou a guerreira da luz. Caso tenha tempo e paciência, veja a fala completa de Shemane Nugent na postagem abaixo: Via: RockBizz

Mike Shinoda, dono do Linkin Park, está de saco cheio das críticas a Emily Armstrong
Depois do falecimento do cantor Chester Bennington em julho de 2017, o Linkin Park ficou de molho e sem nenhum sinal aparente de volta aos palcos. No entanto, tudo mudou em outubro de 2024, quando o grupo anunciou sua volta com o apoio da frontwoman Emily Armstrong. A parceria entre a cantora e o grupo já rendeu um álbum de estúdio, From Zero, o qual saiu no dia 15 de novembro do citado ano pela Warner Records. Além disso, a trupe está em turnê ao redor do planeta, desde então. Mesmo assim, muitas pessoas não suportam o fato da banda continuar a carreira com o apoio de uma mulher. Em pequena entrevista ao canal Radioacktiva Colombia, Mike Shinoda, dono do Linkin Park, mostrou que está de saco cheio das críticas a Emily Armstrong. “Chester era um cara e um cantor excepcional, e Emily é uma mulher e uma cantora excepcional, e o mais legal é que você pode ter os dois”, declarou Shinoda. “Essa divisão é uma coisa da internet, essa coisa de ter que escolher um ou outro. Não acho que você precise fazer isso. Você pode ter os dois”. “Além do mais, ela trabalhou muito duro e passou muito tempo para descobrir o jeito certo de cantar o nosso material antigo. Ela adora as músicas antigas e se cobra bastante para entregar uma performance boa. Portanto, ela merece todo o nosso respeito, porque é uma cantora muito talentosa e capaz”, acrescentou o músico em tom positivo. O Linkin Park, ícone do new metal, iniciou em agosto a perna canadense da From Zero World Tour, que teve duas apresentações em Montreal e uma em Toronto. Depois disso, a banda foi para os Estados Unidos com shows até o final de setembro. E como fica os fãs da América do Sul? Bem, a tour em nossa área começará no dia 25 de outubro em Bogotá, Colômbia. O conjunto virá ao Brasil no mês de novembro para a realização de três concertos. A agenda brasileira contará com três concertos: 05/11 em Curitiba, 08/11 em São Paulo e 11/11 em Brasília. Via: RockBizz

Ozzy Osbourne e Madonna fizeram dueto em versão Shake Your Head, do Was (Not Was)
É bastante difícil imaginar os mundos de Ozzy Osbourne e Madonna se encontrando e rendendo uma parceria musical. Todavia, a união dos dois rolou em uma versão Shake Your Head, do Was (Not Was). Conversando com a revista Rolling Stone, Don Was lembrou que, por volta de 1983, quando a sua banda Was (Not Was) estava gravando seu segundo álbum de estúdio, Born To Laugh At Tornadoes, eles contaram com a participação de alguns músicos para gravar os vocais na faixa Shake Your Head. O primeiro a participar foi o saudoso Ozzy Osbourne, que estava se preparava para o lançamento de seu terceiro álbum solo, Bark At The Moon. O segundo nome a aparecer no projeto foi uma jovem cantora de estúdio que atendia pelo nome de Madonna. Na conversa com o periódico, o artista comentou que o trabalho da cantora ficou bacana, mas não estava soando de fato como a sua banda. Com isso, o material foi parar direto na gaveta. Quase dez anos depois, em 1992, Was (Not Was) regravou Shake Your Head para a coletânea Hello Dad… I’m in Jail, e Ozzy regravou sua parte vocal. Infelizmente, Madonna se recusou a permitir que suas contribuições fossem usadas. Para o lugar da estrela pop, a atriz Kim Basinger fez a boa ação de cantar alguns versos da canção. “Nós percebemos cerca de oito anos depois que tínhamos Ozzy e Madonna em faixas paralelas”, contou Don. “Então, entregamos a música para um cara remixar e ele a transformou em um dueto Ozzy e Madonna”. Será que vamos ter a oportunidade de conferir a misteriosa versão de Shake Your Head com Ozzy e Madonna? Só o tempo tem esta resposta. Por enquanto, vamos curtir a versão com a bela Kim Bassinger. Via: RockBizz

Slipknot entra com ação judicial contra bandido cibernético que roubou o domínio slipknot.com
Antes tarde do que mais tarde ou nunca! Depois de 24 anos, o Slipknot entrou com ação judicial contra um bandido cibernético que roubou o domínio slipknot.com. De acordo com informações do advogado da banda, o falsário usou a URL para vender produtos falsificados e enganar os fãs. No dia 15 de outubro, o conjunto norte-americano entrou com uma ação federal apresentando queixas contra o host anônimo sob a Lei de Proteção ao Consumidor Anti-Cybersquatting. A lei federal de 1999 permite que indivíduos recuperem nomes de domínio por meio de litígio. A banda busca obter a propriedade do domínio slipknot.com, bem como receber uma indenização por danos financeiros por conta de perda de vendas para o falso dono da URL. Sobre o processo, o advogado do Slipknot, Craig Reilly, se manifestou da seguinte forma: “O nome de domínio foi registrado com o objetivo de lucrar com a boa vontade do autor e enganar os visitantes desavisados sob a impressão de que estão visitando um site de sua propriedade, operado ou afiliado ao autor e a clicar em pesquisas na web e outros links patrocinados”. Como esse problema se arrasta há mais de vinte anos, o Slipknot, para tentar contornar a situação, precisou registrar o domínio slipknot1.com. Mesmo assim, o dano à marca e ao caixa do grupo foi grande. Infelizmente, essa situação sempre foi motivo de muitas dores de cabeça aos caras do grupo e a sua gerência, já que muitas pessoas foram ludibriadas pelo falsário. Porém, desta vez, os músicos estão com a sede de recuperar o que é seu por direito. Via: RockBizz

Mais grana no caixa: Crypta fará turnê de 11 datas pela América Latina em novembro
E tem mais grana no caixa! A Crypta fará turnê de 11 datas pela América Latina em novembro e dezembro. A nova etapa da In the Other Side Tour, que passou recentemente pela América do Norte, visitará agora os nossos irmãos latinos, com shows em países como Uruguai, Argentina, Chile, Colômbia, México e, claro, Brasil. A banda francesa de deathcore Dvrk será suporte em todos os shows – exceto nas três datas no México. O itinerário da In The Ither Side Tour – Latin America será o seguinte: Novembro– 19 – Montevideo/URU @Live Era *– 20 – Cordoba/ARG @Sala Formosa *– 21 – Buenos Aires/ARG @Uniclub *– 22 – Santiago/CHI @RBX Club *– 26 – Bogotá/COL @Ace Of Spades Club *– 28 – Monterrey/MEX @Café Iguana– 29 – Guadalajara/MEX @Tattoo Music Fest– 30 – Mexico City/MEX @Circo Volador Dezembro– 05 – Belo Horizonte/BRA @Mister Rock *– 06 – Brasília/BRA @Toinha *– 0 – Belém/PA @Botequim * *com Dvrk Com uma trajetória marcada por intensidade e reconhecimento, a Crypta já realizou turnês como headliner e também ao lado de nomes como Morbid Angel, Carcass, Belphegor, Hatebreed, Aborted e Behemoth, passando por países da América Latina, EUA, Canadá e Europa. A banda também foi convidada para abrir shows de gigantes como Ghost e Arch Enemy, o que é um feito e tanto. Na etapa de 2025, a Crypta se mantém como um trio oficial, com guitarristas convidadas para as turnês. Além das tours, o grupo se prepara para a gravação de seu terceiro álbum de estúdio, com lançamento previsto para meados de 2026. A Formação atual consiste em Fernanda Lira (vocal e baixo), Luana Dametto (bateria) e Tainá Bergamaschi (guitarra). Via: RockBizz

Sabaton compartilha clipe do novo single I, Emperor
Após o anúncio de uma grande turnê mundial em 2025, a banda sueca Sabaton acaba de compartilhar o clipe do seu novo single I, Emperor, baseado no complexo e controverso Napoleão Bonaparte. A faixa estará presente no décimo primeiro álbum de estúdio do grupo, intitulado Legends, que será lançado no dia 17 de outubro pelo selo Better Noise Music. Ao longo do disco, Joakim Brodén (vocal), Pär Sundström (baixo), Chris Rörland (guitarra), Thobbe Englund (guitarra) e Hannes Van Dahl (bateria) mergulharam em alguns dos maiores e mais amados personagens da história, como Jeanne D’arc – também conhecida como Joana d’Arc -, Napoleão Bonaparte, Júlio César e o lendário mestre espadachim Miyamoto Musashi. Legends estará disponível em diferente formatos CD, 2CD digibook, 2CD earbook vinil preto, vinil colorido, box set (com vinil colorido, 2CD earbook, cassete e outros mimos) e digital (download e streaming). Confira o clipe de I, Emperor abaixo: Track listing de Legends: “Templars”“Hordes Of Khan”“A Tiger Among Dragons”“Crossing The Rubicon”“I, Emperor”“Maid Of Steel”“Impaler”“Lightning At The Gates”“The Duelist”“The Cycle Of Songs”“Till Seger” Via: RockBizz

Conheça os 11 álbuns do KISS que Ace Frehley, o Homem do Espaço, ajudou a criar
O fantástico mundo do rock n’ roll ficou menos brilhante na última quinta-feira, dia 16 de outubro, com o falecimento de Ace Frehley. O mascarado, que tinha fascínio pelas estrelas e cosmos, foi um dos criadores da banda mais quente – o KISS. Algumas semanas atrás, o eterno Homem do Espaço sofreu uma hemorragia cerebral ao cair em seu estúdio, no entanto, a sua saúde não melhorou e acabou sucumbindo à tragédia. Ele tinha 74 anos. E como bem disse o guitar hero Steve Vai, “Ace Frehley foi a personificação da atitude rock n’ roll – sem remorso, barulhento e irresistivelmente cativante. Os seus riffs eram arrogantes, seu timbre era mordaz e sua presença iluminava os palcos como uma supernova”. Dito isso! Queremos, como uma singela homenagem, recordar brevemente os 11 álbuns do KISS que Ace Frehley ajudou a criar. Esses discos serviram de base para o rock de arena curtido nos apelos teatrais que mudaram a vida de muitas pessoas ao redor do mundo. Sem delongas, vamos aos trabalho. KISS: Nas paradas de sucesso, o debute do quarteto mascarado não causou muita comoção, visto que ficou com a 87ª posição da Billboard 200. Todavia, o repertório estava repleto de joias sonoras como Strutter, Deuce, “Nothin’ to Lose, Cold Gin e Black Diamond. Hotter than Hell: A criação de discos de estúdio nos anos 1970 era quase em escala industrial. Os grupos e artistas não faziam corpo mole, não. Dessa forma, ainda em 1974, o KISS botou na praça seu segundo petardo. A obra musical só rendeu um single, Let Me Go, Rock ‘n’ Roll, entretanto, tinha em seu track listing hits como Got to Choose, Parasite e faixa-título. Parasite, inclusive, foi composta por Ace, mas conta com os vocais de Gene Simmons. Dressed to Kill: Em meados da década de 1970, a concorrência era imensa! De Black Sabbath lançando Sabotage até Led Zeppelin com a sua obra-prima Physical Graffiti, a vizinhança não estava para brincadeira. O KISS, por sua vez, não deixou por menos e lançou seu terceiro full length, o qual veio com o hino Rock and Roll All Nite. A faixa ultrapassa fronteiras, já que pessoas fora do campo rock n’ roll a conhecem. Poucas bandas conseguiram tal façanha. Destroyer: Com a pressão da gravadora para criar um álbum de sucesso, os quatro cavaleiros a serviço do Satã se uniram ao produtor Bob Ezrin para um passo decisivo na carreira. Em seu quarto disco, o KISS se mostrou mais sofisticado e seguro. O resultado veio em clássicos atemporais como Detroit Rock City, Beth, Shout It Out Loud e Do You Love Me. Destroyer já vendeu mais de dois milhões de cópias só nos Estados Unidos. Rock and Roll Over: Apesar de não ter a mesma pompa de seu antecessor, o quinto registro de estúdio dos caras se manteve bem nas paradas de sucesso. Na Billboard 200, por exemplo, ele ficou com a décima primeira posição. A vendagem foi bacana, também, visto que ficou na casa do milhão. Calling Dr. Love e Hard Luck Woman embalam o álbum. Love Gun: Em sua sexta aventura musical, o KISS manteve o pique do hard rock de arena. I Stole Your Love, Christine Sixteen e a faixa-título garantiram esse privilégio. O disco também conta com Shock Me, que foi escrita e cantada por Frehley. Um de seus destaques da carreira. Dynasty: Bem, os sinais de desgastes na relação já estavam evidentes. Infelizmente, as bebidas e as drogas começaram a corroer a relação entre os dois lados da banda: Gene e Paul em um canto e Ace e Peter do outro. Além disso, a banda se rendeu a disco music, com a faixa I Was Made for Lovin’ You. Para os fãs mais ortodoxos foi um golpe baixo para se manter em evidência. A dupla 2,000 Man, cover de The Rolling Stones, e Sure Know Something ainda tentou salvar a lavoura, mas sem muito sucesso. Unmasked: O cansaço criativo era notório e a tentativa de se manter com a cabeça fora d’água chegava a ser angustiante. Em seu oitavo trabalho, o KISS viu as vendas despencarem e o seu nome ficar nos últimos lugares das paradas. Os cinco singles Talk to Me, Shandi, Tomorrow, Is That You? e What Makes The World Go ‘Round não seguraram a onda e fez o navio começar a afundar de vez. Music from “The Elder”: A tentativa de criar uma obra conceitual foi uma cartada infeliz! A banda não estava dando conta do arroz com feijão, mas, mesmo assim, quis se meter nas estradas sinuosas e complexas do progressivo. Decisão errada, a qual adiantou o inevitável desfazimento da formação original. Creatures of the Night: Tentando se adequar aos anos 80, o KISS conseguiu, em certa medida, achar um cantinho para chamar de seu em tal época. O hit I Love It Loud foi decisivo para esse movimento, enquanto que a faixa-título comia pelas beiradas do primeiro single. Na Billboard 200, eles ficaram com o 45º lugar e as vendagens ficaram na casa de meio milhão. Esse foi o último disco de Ace Frehley com o KISS até o final dos anos 1990, quando eles voltaram com a formação original. Psycho Circus: Escorado pelo sucesso do MTV Unplugged e a turnê de reunião, o KISS resolveu voltar ao estúdio com sua formação original. Teve o bedelho de meio mundo na criação do álbum e a presença de muitos músicos de estúdio para a sua gravação, mas, ainda assim, lá estavam os quatro mascarados juntos. Nas paradas, o álbum foi muito bem, alcançando a terceira posição na Billboard 200 e o segundo lugar no chart inglês. Essa foi a última vez que Paul Stanley, Gene Simmons, Ace FrehLey e Peter Criss assinaram uma mesma obra de estúdio em parceria. Via: RockBizz

Roger Waters dispara contra Marco Rubio, Secretário de Estado dos Estados Unidos: “Ele é um babaca e um monstro”
Roger Waters está muito longe de ser uma pessoa que se curva a políticos, celebridades ou quem quer que seja. O ex-Pink Floyd não se intimida em colocar o dedo em feridas e em vespeiros que fazem outros artistas gelarem de medo. É claro que Waters paga um preço por esse comportamento ousado. Ele sofre centenas – talvez milhares – de ataques pelas redes sociais diariamente. O conteúdo de seus shows é alvo de escrutínio popular, cancelamento de espetáculos já aconteceram por conta de suas convicções e isolamento de seus colegas de profissão o acomete, também. Isso não parece causar nenhum dano em suas convicções e ações. E sobra para todo mundo! Na semana passada, por exemplo, a líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, 58, foi alvo de Roger. Corina ganhou o Nobel da Paz neste ano, mas o músico afirmou que ela não tem nada a ver com a paz. A nova “aventura” de Waters foi disparar contra Marco Rubio, Secretário de Estado dos Estados Unidos, braço de direito do presidente Donald Trump, do partido republicano. Roger disparou: “Eu estou cogitando a ideia de fazer alguns pequenos vídeos dedicados à algumas pessoas bem específicas. Vocês lembram da María Corina Machado? Ela foi a mulher a qual falei alguns dias atrás”. “Ela tem um amigo no governo dos Estados Unidos”, declarou o músico britânico em tom de deboche. “Acho que ele é Secretário de Estado dos Estados Unidos. Eu não tenho ideia! Enfim, ele é um completo babaca! O nome dele é Marco Rubio. Ele provavelmente cresceu na Flórida. É possível que ele tenha origem cubana. Eu não sei, mas ele é um absoluto monstro”, avaliou o criador de The Wall (1979) e Animals (1977). “Ele é um cara doente! Ele deveria estar em um hospício. Ele é um surtado muito doente! Mas ele não deveria se levar tanto a sério. Bem, eu falei que o vídeo seria curto. Termino por aqui”, concluiu Waters. Veja a fala completa do artista na postagem abaixo: Via: RockBizz

KISS: Paul Stanley lembra a primeira vez que viu Ace Frehley e mostra sua foto favorita com o Astronauta do rock
Tristemente, o rock n’ roll perdeu mais uma de suas bases e representantes com a morte de Ace Frehley nessa última quinta-feira, 16. No final de setembro, Frehley tomou um tombo grave em seu estúdio. A queda acarretou em uma hemorragia cerebral, o que o levou ao óbito. Ele tinha 74 anos. Através das redes sociais, Paul Stanley, um dos donos do KISS, lembrou a primeira vez que viu Ace Frehley e mostrou a sua foto favorita com o Astronauta do rock. Na legenda da postagem, o Starchild escreveu: “Eu me lembro de 1974, quando estava no meu quarto no Hyatt on Sunset, em Los Angeles, e ouvi alguém tocando guitarra forte e intensamente no quarto ao lado. Pensei: ‘Nossa, quem me dera que esse cara estivesse na banda’. Olhei pela sacada, e era ele. Era o Ace. Esta é a minha foto favorita nossa”. Como a história nos conta, o desejo de Stanley se realizou! Ace Frehley foi um dos membros fundadores do KISS ao lado de Gene, Paul e Peter Criss. Ele tocou guitarra no grupo até 1982. O Astronauta do rock n’ roll deixou a banda mais quente do mundo por diferenças criativas e por problemas com álcool e drogas. Ao longo das décadas, Ace seguiu em carreira solo e também fundou a banda Frehley’s Comet. Ele voltou ao KISS por um breve período, que foi entre 1996 e 2002. Desde então, o SpaceMan se mantinha com o foco em seus próprios trabalhos. Via: RockBizz

Família de Ace Frehley se pronuncia sobre o falecimento do guitarrista
Ace Frehley, membro fundador do KISS, faleceu nesta quinta-feira, dia 16 de outubro, após sofrer uma queda grave em setembro. O tombo acarretou em uma hemorragia cerebral, o que o levou ao óbito. Ele tinha 74 anos. Pelas redes sociais, a família de Frehley divulgou a seguinte nota: “Nós estamos completamente devastados e com o coração partido. Em seus últimos momentos, tivemos a sorte de poder cercá-lo de palavras, pensamentos, orações e intenções amorosas, atenciosas e pacíficas enquanto ele deixava esta Terra. Guardamos com carinho todas as suas melhores lembranças, suas risadas e celebramos a força e a bondade que ele dedicou aos outros. A magnitude de sua morte é de proporções épicas e incompreensíveis. Refletindo sobre todas as suas incríveis conquistas de vida, a memória de Ace continuará viva para sempre”. Já na postagem da família contava com esta legenda: “Ace Frehley, guitarrista de rock indicado ao Grammy, introduzido no Hall da Fama do Rock & Roll e membro fundador icônico do KISS, faleceu hoje aos 74 anos. Frehley faleceu em paz, cercado pela família em Morristown, Nova Jersey, após uma queda recente em sua casa. Frehley deixa a esposa Jeanette, a filha Monique, o irmão Charles, a irmã Nancy Salvner, as sobrinhas Suncere Frehley e Julie Salvner, os sobrinhos Sky Frehley e Andrew Salvner, a cunhada Michelanne e o cunhado Ron Salvner. Descanse em paz, Astronauta”. O músico foi um dos membros fundadores do KISS ao lado de Gene Simmons, Paul Stanley e Peter Criss. Ele tocou guitarra no conjunto entre os anos de 1973 a 1982. Frehley deixou a banda mais quente do mundo por diferenças criativas e por problemas com álcool e drogas. Ao longo das décadas, Ace seguiu em carreira solo e também fundou a banda Frehley’s Comet. Ele voltou ao KISS por um breve período, que foi entre 1996 e 2002. Desde então, o SpaceMan se mantinha com o foco em seus próprios trabalhos. Via: RockBizz

Rock stars lamentam a morte de Ace Frehley – O Homem do Espaço
O fantástico mundo do rock n’ roll ficou menos brilhante nesta quinta-feira, dia 16 de outubro, com o falecimento de Ace Frehley, um dos criadores da banda mais quente – o KISS. Algumas semanas atrás, o eterno Homem do Espaço sofreu uma hemorragia cerebral ao cair em seu estúdio algumas semanas atrás, no entanto, a sua saúde não melhorou e acabou sucumbindo à tragédia. Ele tinha 74 anos. Como era uma pessoa muito bem quista no métier musical, os seus colegas de profissão usaram as redes sociais para lamentar o seu falecimento e recordar em fotos alguns momentos com o guitarrista. John 5 (Mötley Crüe, ex-Rob Zombie): “Estou muito chocado e triste que isso tenha acontecido com meu herói e meu amigo. Conheço Ace desde 1988 e somos muito próximos desde então. Ace mudou o mundo. Ele influenciou milhões de pessoas e mudou a minha vida. Sentirei sua falta, meu amigo”. Vince Neil (Mötley Crüe): “Coração partido! Ace sempre estará em nossos corações! Descanse em paz, meu amigo”. Mike McCready (Pearl Jam): “Eu não teria pego em uma guitarra sem a influência do Ace e do KISS. Descanse em paz, Ace! Você mudou a minha vida. Obrigado”. Steve Vai (ex-Whitesnake, ex-Dave Lee Roth): “Ace Frehley foi a personificação da atitude rock n’ roll – sem remorso, barulhento e irresistivelmente cativante. Os seus riffs eram arrogantes, seu timbre era mordaz e sua presença iluminava os palcos como uma supernova. Durante minha adolescência, sua forma de tocar me inspirou não por ser refinada, mas por ser gloriosamente sem filtros e cheia de vida. Ace nos lembrou que o rock nunca deve se desculpar por ser divertido e que um pouco de caos pode soar absolutamente divino. As minhas sinceras condolências à sua família, amigos e fãs. O Astronauta deixou o palco, mas sua órbita brilhará para sempre”. Peter Criss (KISS): “Estou em choque! Meu amigo, eu te amo”. I’m shocked!!!My friend… I love you!#KissArmy #AceFrehley #Kiss#Spaceman pic.twitter.com/8CfPJKY5aQ — Peter Criss (@RealPeterCriss) October 16, 2025 Queensrÿche: “É com profunda tristeza que soubemos do falecimento do lendário Ace Frehley. Obrigado pelas décadas de música inspirando gerações com seu trabalho eletrizante de guitarra e presença de palco inesquecível. Seu som ajudou a definir o rock n’ roll. Nossos pensamentos estão com a família, os amigos e os fãs de Ace ao redor do mundo. Descanse em paz, Spaceman! O seu legado viverá para sempre”. Rush: “Absolutamente chocado e triste com a notícia do falecimento trágico de Ace Frehley. Em 1974, como banda de abertura do KISS, Alex, Neil e eu passávamos muitas noites juntos em seu quarto de hotel depois dos shows. Nós fazíamos qualquer bobagem que pudéssemos imaginar, apenas para fazê-lo soltar sua risada inimitável e contagiante. Ele era um personagem inegável e um autêntico astro do rock. Descanse em paz, Ace. Obrigado por nos receber no mundo do rock and roll”. Via: RockBizz

Após escândalo de roubo de músicas, Giacomo Turra retoma carreira e ganha nova acusação de plágio
Crimes como roubos de propriedade intelectual não são raros no mundo da música – e nem no jornalismo musical, diga-se de passagem. Sempre tem um filhinho da boa mãe disposto a pegar aquilo que não lhe pertence e vender como seu. No universo da guitarra, o caso mais recente é do italiano Giacomo Turra, que roubava solos de outros músicos menos famosos e os ostentava como suas obras criativas. No entanto, o larápio foi desmascarado, mas o estrago na cena musical já foi feito. Turra ficou um tempo quieto a fim da poeira abaixar, no entanto, ele voltou à cena musical com a canção Good Lovin’. E de acordo com informações do YouTuber Danny Sapko, Giacomo “está roubando de novo”. Danny falou: “Eu ouvi a nova música dele e achei que reconheci um pequeno trecho dela, e sabia de onde. Então, voltei para encontrar o clipe de Giacomo fazendo um cover de Love Never Felt So Good e descobri que ele havia sido deletado. Achei estranho porque ele não apagou nenhum dos outros clipes. Mas eu o encontrei porque a internet nunca esquece”. E só hoje percebi o quão astuto o Giacomo tinha sido, porque este vídeo [referindo-se ao clipe de Love Never Felt So Good] é composto inteiramente de licks de diferentes criadores”. Sapko acrescentou: “Cada frase roubada de outra pessoa, cada padrão, cada bend, cada nota. É a mesma tonalidade, mesmo andamento e nenhum segundo de originalidade. Você provavelmente está pensando que isso é algo terrível! Mas o que isso tem a ver com a nova música dele? Bem, tudo o que ele precisava fazer era voltar com uma música e vídeo, e não roubar nada de um criador de conteúdo menor, mas ele acabou fazendo isso”. Para finalizar, Danny compartilhou um vídeo de 2018 do guitarrista sul-coreano Lee Jeong Hoon fazendo um cover de Love Never Felt So Good e o compara ao que Giacomo está tocando em seu novo lançamento. Confira as duas postagens para fazer o comparativo entre as canções: Neste outro tocador, você pode ver todas as considerações de Danny Sapko: Via: RockBizz