Resenhas

Rock In Rio abrirá as portas para o K-pop pela primeira vez com Stray Kids
Desde a sua primeira edição, em janeiro de 1985, o Rock In Rio recebe em seu palcos bandas e artistas de vários estilos diferentes. Rock n’ roll, heavy metal, hard rock, pop, blues, jazz, R&B, funk, entre muitos outros ritmos já embalaram as muitas edições do festival em nosso país. Mas em 2026 terá coisa nova debutando no evento! O Rock In Rio abrirá as portas para o K-pop pela primeira vez com Stray Kids. A festa rolará na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro. Quer fazer parte da festa? Bem, a venda do Rock in Rio Card está marcada para o dia 9 de dezembro, às 19h, enquanto membros do Rock in Rio Club acessam a pré-venda do dia 04, a partir das 19h, até 08 de dezembro, às 19h – ambas realizadas exclusivamente pelo site da Ticketmaster Brasil. Cada Rock in Rio Card é válido para um único dia do festival (que deverá ser escolhido posteriormente) e permite uma única entrada, no setor de Gramado, permitindo livre circulação e acesso a todos os shows e atrações. Para a edição do Rock in Rio Brasil 2026, o valor do Rock in Rio Card será R$ 795 (inteira), R$ 397,50 (meia-entrada) e R$ 675,75 (Ingresso Itaú para pagamentos efetuados com cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A) e não há cobrança de taxa de serviço. Via: RockBizz

“Toda criança merece uma noite segura; mas 473 milhões de crianças estão crescendo com guerra e violência”, lamenta Floor Jansen
A cantora holandesa Floor Jansen (Nightwish, ex-After Forever) não se esquiva de assuntos polêmicos e dá o seu parecer doa a quem doer. Tempos atrás, por exemplo, ela contou que cresceu em um lar bem religioso, mas não pegou leve ao expor sua opinião sobre as religiões. Desta vez, em suas redes sociais, Floor trouxe holofote a um outro tema bem sério, que é a quantidade de crianças e jovens crescendo em ambiente de violência e guerra. Na postagem, Jansen escreveu: “Toda criança merece uma noite segura. Mas para 473 milhões de crianças crescendo com guerra e violência, isso é um longo caminho. Eles dormem com medo, ou não dormem. Os seus sonhos são escuros, reflexo da miséria da sua realidade diária. Como mãe, como ser humano, não consigo ficar sem tomar medidas”. A cantora completou a publicação assim: “Comprando pijamas tão bonitos como os que comprei, você está ajudando a War Child a ajudar as crianças a sonhar melhor e a dormir em segurança novamente. Vinte e cinco por cento de cada pijama vendido irá para War Child. Quer se juntar a nós nessa campanha? Você pode compartilhar suas fotos nas redes sociais, que talvez mais pessoas alguma medida. Você pode comprar pijamas na Hema na loja física e ou online. Há muitas formas de ajudar”. A War Child Nederland é uma instituição que visa amparar crianças e jovens vítimas do terror da guerra. Ela atua em locais como Gaza, Sudão e Ucrânia, onde tem conflitos acontecendo neste exato momento. A entidade acredita e trabalha para que as crianças destes e outros lugares reencontrem o sorriso, voltem a brincar e a sonhar. Via: RockBizz

Mick Jagger presta homenagem a Jimmy Cliff: “A bela voz da Jamaica”
O frontman do The Rolling Stones, Mick Jagger, prestou homenagem a Jimmy Cliff, que infelizmente faleceu na última segunda-feira, dia 24 de novembro, aos 81 anos, depois de sofrer uma convulsão seguida de pneumonia. Em uma publicação no X (antigo Twitter), Jagger escreveu: “Muito triste perder a bela voz da Jamaica, Jimmy Cliff”. A postagem do músico inglês ainda veio acompanhada de uma foto em preto e branco dos dois rindo juntos. Veja: So sad to lose the beautiful voice of Jamaica, Jimmy Cliff. pic.twitter.com/npUJ5KBSb2 — Mick Jagger (@MickJagger) November 25, 2025 Ronnie Wood, companheiro de banda de Mick, também se manifestou nas rede sociais sobre a morte do ícone do reggae. Ele pontuou o seguinte: “Gravei um álbum com ele, Jimmy, em Kingston, Jamaica – uma música chamada Peace Officer, entre outras”. A postagem também conta com uma foto em preto e branco com Wood, Cliff e Keith Richards. Very sad news, bless @jimmycliff I made an album with him Jimmy in Kingston, Jamaica – a song called ‘Peace Officer’ among others xx pic.twitter.com/k5Yq118p9a — Ronnie Wood (@ronniewood) November 24, 2025 Jimmy Cliff iniciou sua carreira no final dos anos 1960, gravou mais de vinte registros de estúdio e vendeu mais de dois milhões de álbuns ao longo da carreira. Entre os sucessos, há canções como I Can See Clearly Now, de 1994, e Reggae Night, de 1983. Via: RockBizz

Fred Durst (Limp Bizkit) faz proposta bizarra de 65 milhões de dólares a Elon Musk para mudar de nome
Alguns dias atrás, por meio de sua conta oficial no X (antigo Twitter), o vocalista Fred Durst (Limp Bizkit) fez uma proposta bizarra de 65 milhões de dólares a Elon Musk para mudar de nome. É óbvio o tom jocoso da oferta do cantor, vale destacar. Na postagem, Fred escreveu: “Olá, Elon Musk. Você não faz ideia de quem eu sou, mas eu ficaria mais do que feliz em mudar meu nome para ‘bom coelhinho’ ou ‘estúpido’ por 65 milhões de dólares. Poderia ser algo aleatório e divertido”. @elonmusk hey there, elon. you’ve no idea who I am, but I’d be more than happy to change my name to “good bunny” or “dingle berry” for $65M – could be random and fun — Fred Durst (@freddurst) November 23, 2025 Embora Durst se mostra alegre nas redes sociais, ele e seus colegas de trabalho passaram por um momento bastante difícil semanas atrás, que foi a morte do baixista Sam Rivers, aos 48 anos. Rivers deixou o Limp Bizkit em 2015 por problemas de saúde que, segundo ele, eram problemas no fígado devido ao abuso de álcool. Ele retornou à banda em 2018 e se manteve no posto de baixista do quinteto até a sua morte. Além deste triste problema, o Limp Bizkit, recentemente, precisou lidar com um cancelamento de show na Estônia por conta de comentários pró-Rússia de Fred Durst. Portanto, apesar das brincadeiras do cantor, a carreira dele e da banda não estão correndo as mil maravilhas, não. Via: RockBizz

Sepultura fará o último show na Europa com a presença da Crypta, Sacred Reich e mais
No dia 09 de agosto de 2026, o Sepultura fará o último show na Europa com a presença da Crypta, Sacred Reich, Biohazard e Malevolence. O evento vai acontecer na 3Arena, Dublin, Irlanda, e será mais um capítulo da Celebrating Life Through Death Tour. O Sepultura comentou: “Dublin! Nós não conseguimos imaginar lugar melhor para o nosso último show na Europa do que a sua linda cidade. Ter a companhia dos nossos amigos da Crypta, Sacred Reich, Biohazard e Malevolence fará deste um evento imperdível. Nos vemos em agosto”. Além de shows na Europa, o grupo brasileiro fará um giro pelas costas leste e oeste dos Estados Unidos para dar o último adeus aos fãs da terra do Tio Sam. O Sepultura deu início à sua turnê de despedida em primeiro de março de 2024 na Arena Hall, em Belo Horizonte. O show com ingressos esgotados marcou a estreia da banda com o baterista Greyson Nekrutman, substituto de Eloy Casagrande, que atualmente trabalha no Slipknot. Via: RockBizz

Airbourne entra no clima natalino cheio de energia ao som de Christmas Bonus
O Airbourne entrou no clima natalino cheio de energia ao som de Christmas Bonus! O clipe animado teve a direção e produção de Ryan Ortgiesen. O audiovisual mostra que o espírito natalino pode ter muita animação e doses certeira de deboche. Joel O’Keeffe, vocalista do grupo, falou: “Natal é época de rock n’ roll! Lembro de quando era criança e não gostava nada de canções natalinas, achava-as irritantes. Só queria ouvir AC/DC e Black Sabbath. Mas aí ganhei um novo disco do AC/DC, The Razor’s Edge, e tinha uma música chamada Mistress For Christmas. Eu não fazia ideia do que significava, mas foi o que eu ouvi no natal daquele ano. Curtir rock no natal é uma das melhores épocas do ano para curtir rock. Vamos todos bater cabeça em volta da árvore de Natal”. Christmas Bonus, juntamente com o novo single Gutsy, teve produção de Brian Howes, que trabalhou com a banda no álbum Black Dog Barking, de 2013. A engenharia de som, por sua vez, ficou a cargo da lenda canadense do estúdio, Mike Fraser (AC/DC, Aerosmith, Rush, Metallica), com Zakk Cervini (Dayseeker, Bring Me The Horizon, Architects, Machine Gun Kelly) responsável pela mixagem. Além de Joel O’Keeffe, o Airbourne tem em sua formação Ryan O’Keeffe (bateria), Justin Street (baixo) e Brett Tyrrell (guitarra). Via: RockBizz

Capítulo novo da novela: Alírio Netto será o vocalista do Angra no festival Bangers Open Air
Como informamos dias atrás, o Angra vai se reunir com a formação do álbum Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. Para quem não sabe ou não lembra, a formação da época se trata de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). A volta triunfal da segunda encarnação da banda será no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no domingo, dia 26 de abril de 2026. A novidade agora fica por conta da confirmação de Alírio Netto como vocalista do Angra no festival Bangers Open Air. Pelas redes sociais, a banda informou: “O Angra tem o prazer de anunciar que contará com Alírio Netto nos vocais para o show histórico de reunião no Bangers Open Air, onde será headliner no domingo dia 26 de abril de 2026. Alírio é um cantor de reconhecimento internacional, destaque por sua atuação no Queen Extravaganza, projeto oficial do Queen, e por sua sólida carreira no teatro musical, em que protagonizou produções de grande porte como We Will Rock You e Jesus Christ Superstar, entre outros. Sua versatilidade, potência vocal e presença de palco fazem dele a escolha perfeita para este momento tão especial. Meu muito obrigado ao Rafael, ao Felipe, ao Marcelo meu irmão de alma, ao Bruno, e ao Kiko pela confiança neste novo capítulo. Obrigado aos fãs do Angra por me receberem nesta caminhada que também é de vocês.Eu chego com humildade, respeito e amor profundo por essa banda”. Este espetáculo será apresentado em três atos que celebram diferentes fases da história do Angra. No primeiro ato teremos a formação atual, com Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa, Bruno Valverde e Alírio Netto, com a participação de Fábio Lione. No segundo ato contaremos com a formação Rebirth, com por Kiko Loureiro, Edu Falaschi e Aquiles Priester. No terceiro ato todos estarão juntos no palco em uma grande celebração do legado da banda, que em 2026 completa 35 anos. Será uma noite única, preparada com respeito e o compromisso de honrar a trajetória da banda. Um momento especial de novos e antigos encontros. Estamos ansiosos para viver este momento histórico ao lado de todos vocês. Nos vemos no Bangers Open Air”. Via: RockBizz

Lenny Kravitz conta que fã arrancou 4 dreadlocks de sua cabeça durante show: “Caramba, querida”
Encontros inusitados, atrapalhados e até mesmo agressivos com o público não é uma coisa rara no universo musical. E isso independe do estilo, pois fãs de rock, metal e pop já mostraram muita astúcia para conhecer e encontrar os seus ídolos. E quem sentiu isso na pele – ou melhor, na cabeça – foi Lenny Kravitz, 61, durante show na cidade de Brisbane, Austrália, na última sexta-feira, dia 21 de novembro, como parte de sua turnê Blue Electric Light. Em um vídeo compartilhado em seus stories do Instagram após o espetáculo, o rock star contou que uma fã arrancou 4 dreadlocks de sua cabeça enquanto ele se apresentava. “Brisbane, isso foi loucura. Foi loucura! Quando eu comecei a cantar Let Love Rule, uma jovem muito animada arrancou quatro dreadlocks da minha cabeça. Você sabe a força que teve que fazer para arrancar isso da minha cabeça? Caramba, querida”. “De qualquer forma, não vou parar de subir ao palco para cantar Let Love Rule, porque é isso que fazemos. E esse é o nosso momento juntos. Brisbane, você é incrível. Eu te amo”, completou o artista. Lenny Kravitz tem mais três datas para fazer na turnê australiana. O concerto final deste ano será na corrida ADL Grand Finale em Adelaide, no dia 29 de novembro. Depois disso, ele só retornará aos palcos em meados de março de 2026. Via: RockBizz

Rick Wakeman passa por cirurgia cerebral para tratar hidrocefalia de pressão normal
O lendário tecladista Rick Wakeman (Yes) passou por uma cirurgia cerebral para tratar hidrocefalia de pressão normal. Se trata de uma condição neurológica decorrente do acúmulo de líquido cefalorraquidiano (LCR) no cérebro e aumento dos ventrículos cerebrais que acomete principalmente os idosos, segundo informações da Rede D’Or. O ícone do rock progressivo foi hospitalizado em setembro e passou por uma cirurgia cerebral corretiva na semana passada. Wakeman atualizou o seu estado de saúde e falou sobre a sua recuperação com uma mensagem em seu site oficial. “Como muitos de vocês devem saber, há alguns meses precisei remarcar minha turnê americana devido a problemas de saúde. Tenho o prazer de dizer que [a cirurgia] foi um sucesso e agora estou me recuperando em casa, sendo cuidado pela minha adorável esposa e pelos nossos maravilhosos animais de estimação que me ajudaram na recuperação”. Olhando para o futuro, ele acrescentou: “Preciso pegar leve por um tempo, mas meu cirurgião me garantiu que estarei perfeitamente bem para viajar para os Estados Unidos em turnê com meu filho Oliver em março e para todos os meus compromissos futuros depois disso. Além disso, eu estarei bem para os dois shows beneficentes do Saving Strays em Norwich e Ipswich, nos dias 19 e 20 de dezembro”. “Fico feliz em dizer que isso não parece ter afetado minha forma de tocar piano, pois ainda consigo errar uma nota ou outra quando perco a concentração! Mais uma vez, gostaria de agradecer a todos que me desejaram uma rápida recuperação nos últimos meses, pois isso realmente significou muito para mim”, finalizou o músico. Via: RockBizz

Angra demite o vocalista italiano Fabio Lione depois de 13 anos de serviços prestados
O AngraVerso está cheio de novidades neste final de semana! Depois de anunciar o show no Bangers Open Air, com a formação do álbum Rebirth – Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria) -, o grupo tem mais uma novidade de grandes proporções. O Angra demitiu o vocalista italiano Fabio Lione depois de 13 anos de serviços prestados. A novidade saiu neste domingo, dia 23 de novembro, por intermédio das mídias sociais da banda. A nota informou o seguinte: “É com profunda gratidão e admiração que o Angra comunica oficialmente a saída do vocalista Fabio Lione. Fábio é um cantor extraordinário e um ser humano ímpar, que marcou nossa história com sua entrega, sua sensibilidade artística e uma voz capaz de emocionar e impressionar plateias no mundo inteiro. Ao longo de 13 anos, Fabio dedicou uma parte enorme da sua vida ao Angra, muitas vezes longe de sua casa na Itália, da sua família e da sua rotina. Esse esforço constante, sempre realizado com profissionalismo, paixão e generosidade, é algo pelo qual teremos eterna admiração. Foram incontáveis viagens, turnês exaustivas, horas e horas nos estúdios e momentos que ficarão para sempre na memória da banda e dos fãs. Com o tempo, Fabio acabou ficando um pouco brasileiro também. Incorporou nossa cultura, nosso idioma, nosso humor e nossa maneira de ver a vida. Tornou-se parte da nossa família musical e conquistou um lugar especial no coração dos fãs que sempre o receberam com um carinho imenso”. O grupo encerrou pontuando o seguinte: “Ele é muito querido por todos nós e sua presença marcou profundamente todos que tiveram a chance de trabalhar ou conviver com ele. Seu legado dentro do Angra será lembrado pra sempre através da música que fizemos juntos e do nosso tempo compartilhando a estrada e a vida. Desejamos a ele todo o sucesso e felicidade nos próximos capítulos de sua jornada. Agradecemos sinceramente por cada ano de dedicação e pelas memórias que construímos juntos. Nossa admiração permanece intacta e as portas estarão sempre abertas para ele. O Fabio fará sua despedida do Angra no show do Bangers Open Air. Obrigado, Fabio”. Com o Angra, Lione registrou três discos de estúdio: Secret Garden (2014), Ømni (2018) e Cycles of Pain (2023), que dividiram os fãs. Parte do público curte bastante a trinca, mas tem a turma que não pode nem chegar perto, visto tamanha ojeriza. Via: RockBizz

Alissa White-Gluz desiste do cargo de vocalista do Arch Enemy
A canadense Alissa White-Gluz desistiu do cargo de vocalista do Arch Enemy, após doze anos de parceria. A cantora informou a novidade neste domingo, dia 23 de novembro, em sua conta oficial no Facebook Ela escreveu: “Depois de 12 anos no Arch Enemy, nos separamos. Serei eternamente grata aos milhares de fãs incríveis que conheci ao longo do caminho. Obrigado, Beastlings! Mal posso esperar para compartilhar com vocês o que tenho preparado – com algumas grandes surpresas reservadas. Fiquem ligados para as grandes novidades em 2026 e nos vemos em breve”. O grupo sueco também se manifestou pelas redes sociais e escreveu: “O Arch Enemy se separou da vocalista Alissa White-Gluz. Somos gratos pelo tempo e pela música que compartilhamos e desejamos a ela tudo de bom. Onde há um fim, há também um começo. Nos vemos em 2026”. Ao longo dos doze anos, Alissa ajudou o Arch Enemy a criar quatro álbuns de estúdio: War Eternal (2014), Will To Power (2017), Deceivers (2022) e Blood Dynasty (2025). O Arch Enemy realizou o show de encerramento da perna 2025 da Blood Dynasty Tour 2025 no dia 15 de novembro em Düsseldorf, Alemanha. O show teve a presença das bandas Amorphis, Eluveitie e Gatecreeper. Via: RockBizz

Aquiles Priester e Edu Falaschi comentam o retorno ao Angra: “Vamos voltar no tempo”, escreveu o baterista
Os fãs brasileiros de metal acordaram neste sábado, 22, com a notícia da reunião da segunda encarnação do Angra, a qual consiste em Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). O grupo será o headliner do segundo dia do festival Bangers Open Air, dia 26 de abril de 2026. Nesta data, o evento ainda terá a presença do Winger, Within Temptation, Primal Fear, entre outros nomes do metal e rock mundial. Voltando ao grupo brasileiro! É importante lembrar que o time citado anteriormente deu vida a trabalhos bem importantes da música pesada nacional como Rebirth (2001) e Temple of Shadows (2004). Já o anúncio da reunião saiu oficialmente nas redes sociais do conjunto, e foi por lá que Aquiles Priester e Edu Falaschi comentaram a volta ao Angra. Na sessão de comentários da postagem, o baterista escreveu: “Agora vamos voltar no tempo! Com certeza o Bangers Open Air vai estar chapado”. Já Edu se manifestou apenas com um “simbora”. Rafael e Felipe também marcaram presença com emojis de fogo e com “vamos”. Confira as manifestações dos músicos – e dos fãs – na sessão de comentários na publicação oficial do Angra: Até o momento a banda não se pronunciou se vai fazer uma turnê completa com esta formação. No entanto, a depender do feedback da maioria do público, o quinteto tem tudo para rodar o mundo com essa reunião e fazer bastante grana. Via: RockBizz

Bob Geldof não estava animado para fazer o filme The Wall e conhecer Roger Waters: “Ele era meio babaca”
Roger Waters (baixo e voz) foi uma das principais mentes criativas no Pink Floyd. O músico, ao lado de David Gilmour (voz e guitarra), Nick Mason (bateria) e Richard Wright (teclado e voz), criou algumas das maiores obras musicais do rock progressivo como The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979). Waters queria que o disco também virasse filme, então entregou ao cineasta Alan Parker (O Expresso da Meia-Noite (1978), Mississippi em Chamas (1988), The Commitments: Loucos pela Fama (1991), Fama (1980) Evita (1996), A Vida de David Gale (2003), entre outros) um roteiro como base para a criação da obra que viria misturar animação e sequências com atores reais. Segundo informações da Classic Rock, Parker fez testes com vários atores britânicos e norte-americanos, sem sucesso. Mas se lembrou de ter visto Bob Geldof, do The Boomtown Rats, no clipe de I Don’t Like Mondays, de 1979. Ele considerou que o carisma e a atitude de Geldof combinaria perfeitamente para o trabalho. “Alan me ligou do nada e disse: ‘Você topa participar de The Wall’? Meu empresário disse para eu aceitar a proposta. Mas respondi que não ia fazer porque era o Pink Floyd. Mandei se danar”, falou Bob em conversa com o jornalista James McNair. Geldof sentia que ele e o Pink Floyd eram como água e óleo. O músico era um dos pioneiros da cena punk da Irlanda e grupo era veterano do rock progressivo, que já estava em decadência naquela época. Apesar disso, a insistência de Parker convenceu Bob a fazer o teste para o longa. Em entrevista à revista CR, o ator e cantor contou: “Eu não estava animado em conhecer Roger Waters. Eu ouvia dizer que ele era meio babaca. Mas não me importava. Quando cheguei lá, eu acabei gostando muito de Waters. Ele era muito amargurado e interessante”. Bob Geldof e Roger Waters acabaram se dando bem e se tornaram parceiros de trabalho para a criação do personagem Pink. O resto, como dizem, é história. Via: RockBizz

Homem toca November Rain (Guns N’ Roses) para leões em zoológico e reação dos “bichanos” é fofa
No início desta semana, um homem, que atende pelo pseudônimo de Plumes, tocou November Rain (Guns N’ Roses) para leões em zoológico e reação dos “bichanos” foi fofa. Nas imagens que o rapaz compartilhou nas redes sociais é possível ver um pequeno grupo de leões se aproximando da cerca enquanto ele toca violão e canta. Após a aproximação, os animais se deitaram no chão e se acariciaram. Slash, que é o guitarrista do Guns, curtiu a performance e a reação dos felinos. Ele, inclusive, compartilhou o vídeo em sua conta oficial no Instagram. Veja: Vale lembrar que November Rain está no repertório de Use Your Illusion I e é uma epopeia dramática de mais de nove minutos e tem o luxo de ser uma das mais celebradas baladas do hard rock. O videoclipe da canção, por exemplo, já passou a marca de dois bilhões de views no YouTube. Use Your Illusion I & II são dois dos trabalhos mais importantes da história do rock. Embalados por sons como You Could Be Mine, Civil War, November Rain, Knocking On Heaven’s Door (cover de Bob Dylan), Live And Let Die (cover de Paul McCartney) e Don’t Cry, os discos alcançaram a primeira e segunda posição da Billboard 200. Os números de venda também comprovam o sucesso dos álbuns, pois supera a marca de trinta milhões de cópias vendidas em todo mundo. Curta o clipe da canção no player a seguir: Via: RockBizz

Max Cavalera parou no tempo e não tem evolução musical e técnica, segundo Andreas Kisser (Sepultura)
A relação entre o guitarrista Andreas Kisser e os irmãos Cavalera – Max e Iggor – não é amistosa há décadas. Farpas e críticas voam para os dois lados da cerca desde meados dos anos 1990 e salve-se quem puder. Portanto, se trata de uma briga antiga, mas com capítulos novos, de tempos em tempos. E tem novo episódio na trama digna dos melhores enredos “novelisticos”. Batendo um papo com o pessoal do canal 100segredo, Andreas não pegou leve com o ex-colega de trabalho e, sem papas na língua, declarou que a habilidade musical de Max está defasada, sem nenhum progresso nos últimos anos. “[Max] parou no tempo. Não tem evolução musical, técnica”, disparou Kisser. “Tanto é que está fazendo coisas que a gente escreveu 30 anos atrás”, ressaltou. “Tem gente que curte ainda, acha que é relevante você ficar brincando de ser banda ao invés de ser você mesmo, de fazer suas coisas hoje e largar o passado onde ele merece, no passado. E aprender com ele. Nós estamos sempre aprendendo alguma coisa”, acrescentou o líder do Sepultura. Assista a entrevista completa no player logo abaixo: Via: RockBizz

Ronnie Radke (Falling In Reverse) chama de retardados os internautas que tentaram cancelá-lo por passado criminoso
Por meio de story no Instagram, Ronnie Radke (Falling In Reverse) chamou de retardados os internautas que tentaram cancelá-lo por passado criminoso. Ele deu a entender que é uma atitude hipócrita das pessoas, já que elas consomem a arte de outros indivíduos com passagens pela polícia e não recebem o mesmo tipo de crítica e tratamento. “Acho insano que esses idiotas e estúpidos na internet queiram me cancelar ou me desgostar por eu ter ido para a cadeia ou por falsas acusações, e depois paguem para ver filmes e ouvir todas essas outras pessoas com antecedentes criminais. Vocês parecem retardados”. Ronnie finalizou dando um exemplo de um ator que teve passagem pela polícia: “Al Pacino: Porte ilegal de arma”. Ronnie é bastante conhecido como o vocalista que cancelou apresentação por conta de laptop roubado. Ele também tem fama de agredir e xingar fãs e mulheres. Além disso, o músico gosta de arrumar confusão com outros artistas como Sebastian Bach (ex-Skid Row) e Courtney LaPlante (Spiritbox) e personalidades da cena heavy metal como o radialista Eddie Trunk. E a coisa piora! Em 2006, Radke se envolveu em uma briga que resultou na morte de uma pessoa, embora não tenha sido ele quem a causou. O cantor conseguiu liberdade condicional, todavia, não andou na linha e voltou a ser preso em 2008. Ele ficou atrás das grades por mais de um ano. Via: RockBizz

Pink Floyd apresenta Shine On You Crazy Diamond (Pts. 1-9) pela primeira vez em uma única peça contínua
Pink Floyd acaba de apresentar Shine On You Crazy Diamond (Pts. 1-9, New Stereo Mix). Reconhecida mundialmente como a obra épica em duas partes que marcou o álbum histórico Wish You Were Here, a nova versão reúne a música completa pela primeira vez. Com nova mixagem estéreo assinada por James Guthrie, o resultado é uma peça única de 25 minutos, que estará incluída na edição comemorativa de 50 anos do álbum, com lançamento em 12 de dezembro pela Sony Music. Shine On You Crazy Diamond e sua criação tornaram-se lenda no rock. A homenagem do Pink Floyd ao amigo de infância e ex-integrante Syd Barrett é uma obra-prima comovente, carregada de sentimentos de culpa, frustração e tristeza – não apenas pelo declínio da saúde de Syd, mas também pelas falhas da sociedade e da vida moderna. Em um dos episódios mais marcantes da carreira da banda, Syd apareceu inesperadamente nos estúdios Abbey Road no dia em que o grupo iniciava a mixagem final da faixa, sem que ninguém o reconhecesse à primeira vista. Para celebrar o lançamento e o legado de Syd Barrett, o comediante, ator e artista Noel Fielding criou uma série de pinturas originais inspiradas na imagem icônica de Syd, destacando sua influência única. Assista ao novo vídeo de Shine On You Crazy Diamond (Pts. 1-9, New Stereo Mix), com as obras de Noel, abaixo: A colaboração com Noel Fielding segue Dear Pink Floyd, poema escrito e interpretado pelo Poeta Laureado Simon Armitage, revelado no mês passado para celebrar os 50 anos de Wish You Were Here. O poema é uma das preciosidades que estarão na edição Deluxe Box Set. Assista à primeira leitura de Dear Pink Floyd aqui. Wish You Were Here 50 será lançado em múltiplos formatos: 3LP, 2CD, Blu-ray, digital e Deluxe Box Set. A versão digital inclui o álbum original de 1975 com nova mixagem em Dolby Atmos por James Guthrie, colaborador do Pink Floyd desde The Wall (1979). Inclui também 25 faixas bônus, sendo nove raridades de estúdio e 16 gravações ao vivo registradas pelo lendário Mike Millard no show do Pink Floyd em Los Angeles, em 26 de abril de 1975, agora lançadas oficialmente pela primeira vez. O áudio ao vivo foi restaurado e remasterizado por Steven Wilson. A edição Blu-ray traz três filmes exibidos nos telões da turnê de 1975 e um curta de Storm Thorgerson. Os formatos 3LP e 2CD incluem o álbum original e as nove faixas bônus. O Deluxe Box Set reúne todo o conteúdo dos formatos 2CD, 3LP (em vinil transparente exclusivo) e Blu-ray, além de um quarto LP transparente com Live At Wembley 1974, um single japonês réplica de Have A Cigar b/w Welcome To The Machine, um livro capa dura com fotos inéditas, o poema Dear Pink Floyd, um programa de turnê em quadrinhos e pôster do show em Knebworth. Produtos exclusivos e merchandising comemorativo também estarão disponíveis em PinkFloyd.com. Wish You Were Here figura há décadas entre os maiores álbuns de todos os tempos. O disco multi-Platina, que chegou ao topo das paradas nos EUA e Reino Unido, foi o mais vendido da banda até então. Em 1973, The Dark Side of the Moon levou o Pink Floyd ao estrelato mundial. Wish You Were Here foi a resposta poderosa à fama global recém-conquistada. Em 2025, o fascínio e a devoção à música do Pink Floyd permanecem inabaláveis. Via: RockBizz

Onde estão os metaleiros? Produtor musical aponta o declínio dos ouvintes de heavy metal
Em novo vídeo em seu canal oficial, o multi-instrumentista e produtor Rick Beato refletiu sobre a cena heavy metal da atualidade. De acordo com o player do mercado fonográfico, os jovens não estão conectando tanto com a música pesada a ponto de pegar um instrumento para fazer um som com os amigos e, consequentemente, esquentar mais a cena. “Venho notando um declínio nos ouvintes de metal”, começou Rick. “Spotify é a única plataforma que revela os seus números, então, é a única que podemos usar para a nossa reflexão. Só Bring Me the Horizon tem mais de dez milhões de ouvintes por mês”. “Vamos fazer uma comparação com as bandas antigas, que alcançaram mais de vinte milhões de ouvintes. Em primeiro lugar está Linkin Park com cinquenta e três milhões de ouvintes por mês. O Metallica tem trinta e um milhões e System Of A Down vinte e quatro milhões”, observou. Beato continuou pontuando que apenas dezesseis canções de metal ultrapassaram a marca de um bilhão de streams na plataforma. “Começamos com In the End, do Linkin Park, com dois bilhões e oitocentos milhões streams. O segundo lugar está Numb, também do LP, com dois bilhões e meio. Em terceiro vem Metallica, com Enter Sandman e a marca de um bilhão e oitocentos milhões”. O produtor seguiu analisando o que está acontecendo com o heavy metal nos dias de hoje para não alcançar patamares maiores. “As bandas que citei no começo do vídeo como Ghost e Bring Me The Horizon não chegam nem perto do tamanho do Metallica, Megadeth, Anthrax, Slipknot, System Of A Down. Mesmo o BMTH, que tem milhões de streams, elas não se conectam tanto com a faixa etária de quinze e vinte e cinco anos, como as bandas clássicas fizeram décadas atrás. Uma das razões para isso acontecer é que os jovens não tocam mais instrumentos musicais como antigamente. A conexão de muitas pessoas com a música pesada era tocando – a minha conexão foi assim. Com as mídias sociais, a juventude parece não se importar com a música como a garotada das gerações. Querem ficar em seus quartos com fones de ouvido, mexendo no celular”. Confira na íntegra a reflexão de Rick Beato no tocador abaixo: Via: RockBizz

Rock in Rio 2026: venda de ingressos começará no dia 9 de dezembro
Faltam 290 dias para o começo da grande festa que será a edição de 2026 do Rock in Rio. Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro, o festival anunciou a data da venda do Rock in Rio Card – ingresso que garante presença no evento antes mesmo do anúncio completo das atrações e dá a vantagem única de permitir escolher posteriormente o dia de ida, independentemente da velocidade da venda geral de ingressos que acontecerá no próximo ano. A venda do Rock in Rio Card está marcada para o dia 9 de dezembro, às 19h, enquanto membros do Rock in Rio Club acessam a pré-venda do dia 04, a partir das 19h, até 08 de dezembro, às 19h – ambas realizadas exclusivamente pelo site da Ticketmaster Brasil. Cada Rock in Rio Card é válido para um único dia do festival (que deverá ser escolhido posteriormente) e permite uma única entrada, no setor de Gramado, permitindo livre circulação e acesso a todos os shows e atrações. A organização recomenda que os fãs realizem o cadastro antecipado na plataforma para agilizar o processo de compra no momento da abertura das vendas. O Rock in Rio Card é uma edição limitada e a venda estará sujeita à disponibilidade. E quem quiser garantir um lugar na Cidade do Rock em 2026 precisa se planejar. Na edição de 2024, quando o festival celebrou seus 40 anos de história, a venda do Card foi encerrada em 2h04, quando os 180 mil ingressos disponíveis se esgotaram. Na época, pessoas de todos os estados do Brasil e de 28 países garantiram presença na Cidade do Rock. Na ocasião, 460 mil pessoas ainda estavam na fila de espera ao encerrar e, caso o Rock in Rio tivesse aberto naquele dia a venda oficial de ingressos, teria público para encher 1,5 edições inteiras, considerando que a média de vendas por pessoa é de 1,8 ingressos. Para a edição do Rock in Rio Brasil 2026, o valor do Rock in Rio Card será R$ 795 (inteira), R$ 397,50 (meia-entrada) e R$ 675,75 (Ingresso Itaú para pagamentos efetuados com cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A) e não há cobrança de taxa de serviço. O pagamento poderá ser realizado com cartão de crédito ou PIX. Clientes que efetuarem o pagamento com os cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A. têm 15% de desconto na compra de ingressos (não cumulativos com a meia-entrada) e poderão parcelar sua compra em até 8x sem juros. Nos demais cartões aceitos, o pagamento poderá ser feito em até 6x sem juros. Exceção para cartões internacionais que não possuem parcelamento. Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra são 10 minutos após a geração do código para pagamento. Os ingressos estarão garantidos e disponíveis apenas após a confirmação do pagamento. As condições são válidas para a aquisição de até 4 (quatro) Rock in Rio Cards por CPF, sendo permitido até 1 (uma) meia-entrada dentro do total de 4 (quatro) Cards. Exclusivamente, Pessoas com Deficiência poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante, respeitando o limite de no máximo 04 Cards em seu CPF. Os clientes que adquirirem ingressos nesta modalidade terão que informar no próprio site todas as informações referentes ao documento que comprove tal condição, para posterior validação, assim como será necessário apresentá-lo no acesso à Cidade do Rock, no dia do evento. O ingresso de meia-entrada é garantido por lei para estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, deficientes e seu acompanhante, profissionais e professores da rede de ensino do Rio de Janeiro, jovens de baixa renda e garis da Companhia Municipal de Limpeza Urbana. A classificação etária do evento é de 16 (dezesseis) anos. A entrada de menores de 16 (dezesseis) anos será permitida desde que estejam acompanhados dos pais ou representantes legais. Via: RockBizz

“O espírito do Sepultura é de inspirar novas gerações e ser criativo”, declara Andreas Kisser
Goste ou não do som, o Sepultura é a maior banda de heavy metal do Brasil e está em um de seus momentos mais bem-sucedidos. Chegar nesta conclusão é fácil, basta botar no player os dois discos mais recentes, Quadra e Machine Messiah, de 2020 e 2017, respectivamente, ou prestigiar um show atual do quarteto. A banda está voando alto dentro e fora dos palcos! E para falar sobre o atual momento da carreira do grupo e fornecer detalhes sobre a Celebrating Life Through Death Tour, o líder e guitarrista Andreas Kisser concedeu uma entrevista ao apresentador e ex-VJ da MTV Brasil, Gastão Moreira, que foi ao ar pelo canal KazaGastão no YouTube. Sobre a verve e sopro vital da banda, Kisser declarou: “O espírito do Sepultura é de reconectar, inspirar novas gerações, buscar soluções e ser criativo. É ser criativo não só em relação a arte e à música em si, mas em todo processo de como ser Sepultura”. Andreas completou sua reflexão fornecendo um exemplo prático do que fora dito anteriormente e de como precisou ser criativo pouco tempo atrás, na época da pandemia de Covid. “Na pandemia a gente teve que reinventar a banda! Nunca imaginei o Sepultura sendo uma banda sem o palco. A gente não podia se encontrar, ensaiar, fazer reunião, sair pra jantar, não podia fazer nada. A gente inventou o SepulQuarta, baseado no conceito do Quadra, em que todas as quartas-feiras, as quatro da tarde, a gente fazia eventos, sessão de perguntas e respostas e recebia convidados para falar de música. Fizemos um disco com convidados maravilhosos! É um disco único, não vi ninguém fazer igual. Não é de estúdio e nem ao vivo. É um disco muito artístico. É arte pura. O SepulQuarta manteve a banda trabalhando e ativa”. E por falar em Sepultura, os próximos compromissos ao vivo do grupo serão apenas em 2026, até o momento. A banda já tem datas marcadas na Europa, com direito a show no Wacken Open Air e em outros grandes festivais de verão. Saiba o itinerário da banda aqui. Via: RockBizz

Ozzy nunca foi fã do Iron Maiden e ouvia Metallica às vezes, segundo Jack Osbourne
Jack Osbourne recebeu seu meio-irmão Louis Osbourne para um bate-papo em seu canal oficial no YouTube. A dupla falou, dentre inúmeros assuntos, sobre o gosto musical do saudoso Príncipe das Trevas. “Ele não ouvia rock de jeito nenhum”, disparou Louis. “Pouco antes de falecer, eu estava passando um tempo com ele e ele tinha um pequeno aparelho de som, acho que era um Bose ou um JBL, conectado ao celular. Ele ficava ouvindo o tempo todo enquanto desenhava ou malhava. Ele ouvia coisas como Tears for Fears e muita música dos anos 80″. “Vou te dizer quem realmente o impressionou quando surgiu, Adele”, continuou Louis. “Ele ficou extremamente admirado com a extensão vocal dela, a voz e o canto. E Amy Winehouse também. Ele tinha muita estima pela Amy Winehouse. Nos últimos 20 anos, elas foram provavelmente as duas das maiores vozes que surgiram no Reino Unido. Mas ele ouvia todo tipo de coisa”. Jack finalizou pontuando sobre quais bandas o Madman gostava e odiava na cena pesada: “Ele preferia coisas mais melódicas. Ele ouvia AC/DC. Na verdade, ele ouvia muito, provavelmente só AC/DC. Ele não ouvia Iron Maiden. De jeito nenhum. Nunca foi fã do Maiden. Nunca! Eu o ouvia curtir Metallica de vez em quando. Ele também gostava de Guns N’ Roses”. Ozzy sempre se mostrou aberto às novas bandas e facetas sonoras. No começo dos anos 1980, ele deu muito apoio a nomes como Mötley Crüe. Já na década de 1990, o cantor deu muita ajuda ao pessoal do new metal como Korn, Coal Chamber, Slipknot e Disturbed. Dessa forma, o Príncipe das Trevas sempre estava com os ouvidos atentos aos novos sons que pintavam no mercado. E muitos grupos, que hoje em dia gozam de bastante sucesso, devem as suas carreiras ao apoio do eterno comedor de morcego. Via: RockBizz

KISS: Gene Simmons chora pelo leite derramado e diz que deveria ter ajudado Ace Frehley
Parece que o arrependimento bateu à porta de Gene Simmons! No último domingo, dia 16 de novembro, durante o KISS Kruise em Las Vegas, o linguarudo do KISS de 76 anos chorou pelo leite derramado e disse que deveria ter ajudado Ace Frehley e Peter Criss. “Se tenho algum arrependimento, juro por Deus, é que às vezes, e acho que todos nós passamos por isso às vezes, gostaria de ter sido mais esperto e melhor ajudado Ace e Peter a terem vidas melhores”. Gene continuou: “Todos os membros da banda eram culpados por não abordarem os problemas para evitar discussões. A gente continuava fazendo as turnês por motivos egoístas, porque estava dando certo, pelas garotas, pelo dinheiro e porque não queríamos estragar nada. Enquanto isso, alguém, que pode ser seu irmão, está arruinando a própria vida com más decisões. Na minha opinião, ser firme é uma boa ideia com seus filhos, com as pessoas que você ama, com as pessoas de quem você gosta e com as pessoas com quem você trabalha. Não vai ser popular, nem vai gerar discussões, mas, a longo prazo, você estará ajudando essa pessoa a mudar de vida”. “Para ajudar a minha mãe a parar de fumar, eu costumava colocar alguns explosivos no cigarro dela. Ela me deu um tapa na bunda, mas minha mãe parou de fumar. E é disso que se trata”, concluiu Simmons. Ace Frehley, que faleceu em outubro deste ano aos 74 anos, foi um fundadores do KISS. Ele tocou na banda entre os anos de 1973 e 1982. O Homem do Espaço retornou ao grupo em 1996 e ficou até 2002, quando saiu de forma definitiva. Já o baterista Peter Criss integrou o KISS desde sua fundação até 1980. O Catman retornou à banda no período de 1995 a 2000. Em 2003, ele voltou brevemente, mas abandonou o barco de vez no ano de 2004. Via: RockBizz

Liam Gallagher diz que o Oasis “precisa se sentar e discutir” seu futuro
O Oasis retornou aos palcos no comecinho de julho, com um show no Principality Stadium, em Cardiff, Reino Unido. A apresentação marcou a primeira vez que Liam Gallagher e Noel Gallagher dividiram o palco desde a separação conturbada em 2009. Desde então, os irmãos já passaram pela Inglaterra, Irlanda, Estados Unidos, Canadá, México, Coreia do Sul, Japão, Austrália e Argentina. A turnê está um sucesso tremendo de crítica e venda de ingresso, visto que a maioria dos shows estão sold out. Mas quais serão os próximos passos do Oasis? Liam respondeu esta questão em sua conta oficial no X (antigo Twitter). “Vocês me verão no ano que vem e no ano seguinte, e assim por diante. Ainda não tenho certeza se será com o Oasis. Nós precisamos sentar e discutir essas coisas. Se dependesse só de mim, estaríamos em turnê até o dia da nossa morte, porque é a melhor coisa do mundo, mas infelizmente não é assim”. A outro internauta, o cantor falou: “Nós ainda nem chegamos ao intervalo! É uma turnê de dois tempos. Vejo vocês no ano que vem”. Quando um fã o perguntou se teve represálias por fazer afirmações como a anterior, o artista disse que “houve alguns resmungos e sobrancelhas arqueadas”. Dito isso, é fácil chegar a conclusão que o futuro o Oasis está em aberto, apesar do sucesso da turnê Live ’25. You will see me next year and the year after and so on just not sure yet if it’ll be with oasis we need to sit down and discuss these things if it was all up to me then you know we’d be touring till the day we die as it’s the best thing in the world but UNFORTUNATELY it’s not — Liam Gallagher (@liamgallagher) November 19, 2025 Via: RockBizz

I wanna dinheiro: a volta do Twisted Sister escancara a hipocrisia na cena rock n’ roll
I Wanna Rock e I Wanna Dindim! Talvez sejam os dois maiores motivos para as bandas de rock saírem de seus esquifes e retomarem os trabalhos. Seja como for, o Twisted Sister vai celebrar os seus 50 anos com uma turnê mundial em 2026. Twisted Sister voltará com três membros originais: Dee Snider (vocal), Jay Jay French (guitarra) e Eddie Ojeda (guitarra). O baixista Mark “The Animal” Mendoza não participará da celebração, com isso, Russell Pzütto, que excursionou com os projetos solo de Snider, substituirá Mendoza no baixo. Joe Franco, que tocou brevemente com o grupo em meados da década de 1980, ficará na bateria, substituindo A.J. Pero, que faleceu em 2015 aos 55 anos. Contudo, a hipocrisia dessa volta aos palcos reside nas posições contundentes de Snider sobre as bandas que anunciam a aposentadoria, mas que, pouco tempo depois de pendurar o chapéu, voltam aos palcos para turnês milionárias de reunião. E vale rememorarmos algumas falas da estrela do rock! Cerca de dois anos atrás, em entrevista a The Rock City Music Company, Dee deu, pois, uma declaração sobre as bandas que não largam o osso e, cedo ou tarde, voltam do mundo dos mortos. Na ocasião, ele disse: “Eu fiz cirurgia no meu ombro, joelho e pescoço. Dói para levantar o braço e até fazer o chifre do metal. Não quero sentir dor na frente de 70 mil pessoas. Então, eu prefiro sair fora com dignidade e deixar uma lembrança positiva para os fãs”. “Não vou citar nomes, mas tem gente que se aposentou, fez camisetas de No More Tour – Ozzy – e voltou alguns anos depois. Isso é uma palhaçada! Não! Fiquem no palco para sempre e não façam três anos de turnê de despedida como o Scorpions”, completou o cantor. Já em 2020, conversando a equipe do site Ultimate Guitar, o vocalista voltou a tocar no assunto e citar a suposta turnê final do Madman, no começo dos anos 1990. “Quando você faz uma turnê de despedida, faz camisetas com os dizeres No More Tours, e volta aos palcos, isso é uma palhaçada. Quando você diz que vai se aposentar, as pessoas não te levam a sério. Isso é uma piada”. Posto isto, é evidente a posição contundente de Dee contra as bandas e artistas que saíram de cena e voltaram tempos depois. Portanto, ele, ao aceitar as propostas dos produtores e players do mercado fonográfico, se desmoraliza diante do público. Alguns fãs certamente vão considerar a volta do Twisted Sister algo legal e divertido. Porém, para pessoas que têm o mínimo de senso crítico, o negócio cheira muito mal e com contornos de uma pantomima deslavada. E o senhor Dee Snider, que era excessivamente crítico, intransigente e ácido sobre aceitar as ofertas para turnês de reunião, é triste vê-lo normalizando e tratando a hipocrisia e o oportunismo como seus mantras de vida. Via: RockBizz