Resenhas

Tony Iommi compartilha mensagem de Ano Novo e reflete sobre os acontecimentos de 2025
A lenda do Black Sabbath, Tony Iommi, compartilhou uma mensagem de Ano Novo com os fãs. No vídeo de quatro minutos, o guitarrista relembra 2025 e reflete sobre um ano que, segundo ele, “começou muito bem” com o relançamento dos álbuns da era Tony Martin e sua inusitada colaboração com o cantor pop Robbie Williams. “O baterista do Robbie Williams, Karl Brazil, me convidou para tocar em uma música com ele, e é claro que eu disse ‘Sim, seria ótimo’. Para mim, seria uma faixa do álbum, mas aí o Robbie lançou como single, o que é ainda melhor. E gravamos um videoclipe. A música se chama Rocket, e eu gostei muito. Foi uma experiência bem diferente para mim”, ele disse. Iommi também relembrou o chamado “Summer of Sabbath”, uma iniciativa que celebrou as raízes do Black Sabbath em Birmingham com uma série de eventos, incluindo o histórico show Back To The Beginning, quando Iommi e os membros originais do Sabbath, Ozzy Osbourne, Geezer Butler e Bill Ward, tocaram juntos pela última vez. “Recebemos o título de Cidadão Honorário de Birmingham, o que foi absolutamente incrível. Quer dizer, eu nunca pensei que receberíamos isso, o que é uma grande honra”, lembrou Iommi. “Havia muitas pinturas do Sabbath nas paredes, e foi muito legal. E Birmingham inteira se tornou uma espécie de cidade do Sabbath”. “Foi ótimo ver Ozzy, Bill e Geezer recebendo o título de Cidadão Honorário. E naquela época, claro, estávamos ensaiando para o show Back To The Beginning no Villa em Birmingham. E a quantidade de bandas que apareceram para abrir o show do Sabbath foi simplesmente fantástica. Que evento incrível. E, claro, arrecadou muito dinheiro para caridade”. “É uma pena e uma tristeza que Ozzy tenha falecido algumas semanas depois disso, que ele descanse em paz”, completou. Iommi também revelou que continua trabalhando em seu terceiro álbum solo, a tão aguardada sequência de Fused, de 2005, que finalmente será lançado em 2026. “Estou gostando de fazê-lo, tem sido muito divertido, e espero que vocês gostem”, ele contou. Confira o vídeo abaixo: Via: RockBizz

Tom Morello toca clássicos do Rage Against The Machine, John Lennon e KISS com seu filho Roman; confira
Tom Morello tocou clássicos do Rage Against The Machine, John Lennon, KISS e mais com seu filho Roman durante um show na Índia na semana passada. O guitarrista fez o último de três shows no país na semana passada (21 de dezembro), quando subiu ao palco do Phoenix Marketcity em Bangalore. Em um setlist que contou com músicas de toda a sua carreira, incluindo grandes sucessos do RATM e Audioslave, Morello também contou com a participação de seu filho de 14 anos, Roman, em uma versão do single colaborativo de 2024, Soldier In The Army Of Love. Roman também se juntou ao pai para covers de Mr. Crowley (Ozzy Osbourne) e For The Love Of God (Steve Vai), e retornou mais uma vez para encerrar o show com Killing In The Name (RATM), Power To The People (John Lennon) e Rock And Roll All Nite (KISS). Confira alguns vídeos abaixo: Tom Morello sharing the stage with his son pic.twitter.com/jOgGG5XNMO — Rock History (@historyrock_) December 29, 2025 Via: RockBizz

Robert Fripp está chateado porque o King Crimson não é reconhecido como um pioneiro do metal
É fato que o Black Sabbath deu o pontapé inicial no nosso amado heavy metal! Outros conjuntos como Deep Purple, Led Zeppelin e até mesmo o Blue Cheer ganharam certa a fama de pioneiros na música pesada, no entanto, o Sabbath é unanimidade, pois reuniu o som, visual e arte de capa em acordo com a tal música do Satã. Apesar disso, o guitarrista Robert Fripp está chateado porque o King Crimson não é reconhecido como um pioneiro do metal. O artista britânico refletiu sobre o assunto em nova entrevista à revista Guitar World. “Vi um vídeo recente no YouTube sobre os 10 precursores do heavy metal, 21st Century Schizoid Man não estava entre eles. Isso é um absurdo! Ozzy Osbourne não só a gravou em um álbum solo [Under Cover, de 2005], como sempre foi generoso o suficiente para mencionar o King Crimson”. Fripp acrescentou: “O elemento poderoso e metálico sempre esteve presente no Crimson. Para mim, ele se tornou cada vez mais articulado na simples pergunta: como seria o som de Jimi Hendrix tocando um quarteto de cordas de Béla Bartók?” O álbum de estreia do King Crimson, In the Court of the Crimson King, de 1969, o qual conta com a faixa 21st Century Schizoid Man, até oferece um som visceral e sessão instrumental agressiva aos ouvintes, no entanto, o repertório se enquadra melhor no rock progressivo, com os seus padrões rítmicos intensos e inversões de acordes capazes de darem nó na cabeça de qualquer estudante de música. Via: RockBizz

Dave Mustaine rasga elogios aos ex-colegas de trabalho, James Hetfield e Lars Ulrich
A forma como Dave Mustaine, líder do Megadeth, fala sobre os ex-colegas de trabalho, James Hetfield e Lars Ulrich, do Metallica, depende de seu humor. Se estiver com o ovo virado, ele vai desenterrar todo o rancor da justa causa que tomou da dupla há mais de quarenta anos. Agora, se estiver em um momento zen, ele vai resgar elogios ao duo. Em entrevista à revista Guitar World, Mustaine estava no modo zen e teceu elogios aos colegas de profissão e explicou por que fez a sua própria versão de Ride The Lightning, faixa-título do segundo álbum do Metallica. “O principal motivo pelo qual decidi regravar a faixa foi para fechar o ciclo e prestar as minhas homenagens aos meus parceiros. Achei que essa era uma ótima maneira de fazer isso”, esclareceu Dave. “Sempre que selecionamos músicas de outras bandas para incluir em nossos álbuns, às vezes pensamos muito sobre isso, outras vezes não. Esta foi uma daquelas em que pensamos bastante, porque tudo o que eu queria era tocar a música que escrevi com os caras do Metallica”, pontuou. “Eu queria prestar a minha homenagem a James Hetfield, que eu acho um guitarrista incrível, e a Lars Ulrich, que era um excelente compositor. Eu me lembro de quando eu estava lá e estávamos compondo essas músicas. Lars não ficou apenas sentado; ele foi fundamental na criação delas”, observou. Mustaine concluiu: “Quando começamos a fazer demos dessas músicas, foi divertido gravar, mas nunca conseguimos fazer uma versão totalmente produzida de Ride The Lightning, enquanto eu estava no Metallica, e eu adoraria ter isso. Tenho que te dizer! Ouvir a gravação original da voz do James, foi realmente incrível. Enfim, não tem nenhuma estratégia mirabolante. Eu respeito os caras e só queria demonstrar isso. É uma música sensacional”. Ride The Lightning estará presente no próximo full length do Megadeth, que será homônimo à banda e sairá no dia 13 de janeiro de 2026 pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. Track listing de Megadeth: 01. Tipping Point02. I Don’t Care03. Hey, God?!04. Let There Be Shred05. Puppet Parade06. Another Bad Day07. Made To Kill08. Obey The Call09. I Am War10. The Last Note11. Ride The Lightning (bônus) Via: RockBizz

Corey Feldman sugere que Roger Waters tem problemas de saúde mental: “Acho que é bipolar”
O baixista e vocalista Roger Waters está muito longe de ser uma pessoa que se curva a políticos, celebridades ou quem quer que seja. O ex-membro do Pink Floyd não se intimida em colocar o dedo em feridas e em vespeiros que fazem outros artistas gelarem de medo. É claro que Waters paga um preço por esse comportamento ousado. Ele sofre centenas – talvez milhares – de ataques pelas redes sociais diariamente. O conteúdo de seus shows é alvo de escrutínio popular, cancelamento de espetáculos já aconteceram por conta de suas convicções e isolamento de seus colegas de profissão o acomete, também. O novo ataque veio do ator Corey Feldman (Conta Comigo e Os Goonies), que sugeriu que Roger Waters tem problemas de saúde mental. A celebridade expôs sua teoria em entrevista ao Get on the Bus. “Para ser honesto, não sei o que está acontecendo com ele [Roger Waters]. É muito preocupante. Eu achava que éramos amigos, mas aí ele meio que surtou comigo uma vez, e não foi legal. Não vou entrar em detalhes, mas acho que ele é um pouco bipolar”. O ator continuou sua especulação sobre a saúde de Waters: “Eu não sou terapeuta. Não sou psiquiatra. Não posso afirmar. Mas tem algo acontecendo ali, porque às vezes ele é muito legal e às vezes nem tanto. Acho que isso também pode ser só o fato de ele ser um artista genial. Não sei”. “Acho que ele talvez seja um pouco incompreendido, mas definitivamente não gosto do fato de que ele diz ser a favor dos direitos humanos, mas só faz distinção para o lado palestino e não demonstra nenhuma simpatia pelo lado israelense. Não entendo como você pode ser tão antinazista e tão contra a Segunda Guerra Mundial porque seu pai foi morto na Segunda Guerra Mundial e, em seguida, faz uma declaração antissemita dizendo: ‘São os israelenses contra os palestinos’. Não! Há dor para todos! Vamos tentar acabar com isso. Vamos tentar amar a todos igualmente”, concluiu Feldman. Via: RockBizz

U2 compartilha apresentação completa de Bono e The Edge no Woody Guthrie Prize
O U2 compartilhou a apresentação acústica completa de Bono e The Edge no Woody Guthrie Prize. O prêmio anual é concedido pelo Centro Woody Guthrie a um artista que reflete o espírito do falecido ícone do folk, provando ser “um defensor dos que não têm voz, com uma compreensão de como uma plataforma pode ser usada para iluminar o nosso mundo, mostrando-nos o que precisa ser consertado e como consertá-lo”. O U2 foi homenageado com o prêmio em outubro, em uma cerimônia em Tulsa, Oklahoma, onde Bono e The Edge tocaram os clássicos da banda One, Sunday Bloody Sunday, Running To Stand Still, Mothers Of The Disappeared e Pride (In the Name of Love), além de um cover da música de Woody Guthrie, Jesus Christ. Ouça abaixo: Via: RockBizz

Eloy Casagrande explica como incorpora maracatu, frevo e baião no heavy metal
O brasileiro Eloy Casagrande (Slipknot, ex-Sepultura), 34 anos, é um dos maiores instrumentistas do planeta. O baterista se destaca por ter o playing técnico, virtuoso, energético e, principalmente, fluído, sem a pegada robótica de quem só aborda o instrumento de forma cartesiana. Em conversa com o pessoal da Drumeo, que é uma das maiores plataformas online de ensino de instrumentos percussivos, Eloy Casagrande explicou como incorpora maracatu, frevo e baião no heavy metal. “Eu comecei na bateria tocando músicas brasileiras. Durante os meus primeiros sete anos de estudo, eu só aprendi ritmos brasileiros. Eu só fui descobrir o metal aos treze anos de idade, com o Black Sabbath. É minha banda do coração”. Casagrande prosseguiu com a sua explicação: “Eu aprendi muitos tipos de ritmos brasileiros. O Brasil é um país enorme, então, dependendo do estado em que você estiver, você tem um tipo bem específico de música. Mas eu toquei todos os tipo de ritmos brasileiros. As partes norte e nordeste do país são bem conhecidas por específicos ritmos, como maracatu e frevo, que são bastante interessantes. Eu gosto de adicioná-los no metal”. “É importante dizer que é importante se aprofundar nesses ritmos, e não aprender um pouco e tentar incorporá-los em outras coisas. Quando incorporo esses ritmos na minha forma de tocar metal, não é algo que eu fico pensando. Eles aparecem naturalmente, porque eu os estudei e entendi a cultura do meu país. Você precisa ir fundo para entender a música, a energia e o flow, assim você vai conseguir usá-los em diferentes estilos”, finalizou Eloy. Veja a explicação completa de Eloy Casagrande com alguns exemplos de ritmos brasileiros: Via: RockBizz

Robben Ford explica por que a guitarra é o instrumento mais difícil de tocar
Para não ficar naquele “blen blen blen” irritante que ninguém suporta e que é capaz de arruinar um casamento, a guitarra é um instrumento que exige muitos anos de prática e estudo para ser uma aliada a arte e aos ouvidos. O astro do blues e rock, Robben Ford, 73, tem décadas de dedicação as seis cordas, mas, mesmo assim, considera a guitarra o instrumento mais difícil de tocar. Em conversa com a revista Guitar World, ele explicou o seu ponto de vista. “Palhetada alternada é algo em que nunca trabalhei muito, e é por isso que nos últimos dois anos comecei a me dedicar mais a isso do que a qualquer outra coisa”, contou Ford. “Há muito tempo decidi adotar uma abordagem e a segui em frente. A guitarra é um instrumento realmente difícil, o mais difícil de tocar. Os trompetistas podem discordar, mas a questão é que você pode tocar a mesma nota em quatro posições diferentes com a guitarra”, pontuou. “E como a guitarra é afinada em quartas, exceto entre as cordas Sol e Si, já há algo bem diferente acontecendo ali. Então, suas técnicas de palhetada precisam ser todas aprimoradas. Sonoramente, as guitarras elétricas são um pesadelo. Há todo tipo de dificuldade com o volume muito alto e amplificadores ruins. Há muitos problemas com a guitarra elétrica”, acrescentou. Robben concluiu em tom positivo: “Mas estou satisfeito com minha formação e com as escolhas que fiz por causa do meu amor pelo blues. É uma base fantástica para aprender guitarra e acordes. Eu queria aprender acordes e entender harmonia, então essa foi realmente uma ótima base. Mas a palhetada e a digitação? Eu simplesmente não me concentrei o suficiente nisso”. Via: RockBizz

João Gordo alerta para os estragos que a falta de leitura faz na mente das pessoas
O apresentador e ex-VJ da MTV Brasil, Gastão Moreira, geralmente termina os seus vídeos com a ótima mensagem: “Leia bastante para não ser enganado”. É praticamente um mantra que todos nós devemos levar ao pé da letra e fazer o uso de seus ensinamentos sem moderação, afinal, pessoas esclarecidas e instruídas formam sociedades melhores. E quem entrou no coro como uma voz pró leitura foi João Gordo, líder do Ratos de Porão! Pelas redes sociais, o artista brasileiro alertou para os estragos que a falta de leitura faz na mente das pessoas. A imagem que João compartilhou trouxe a seguinte reflexão: “O perigo de não ler. O que a falta de leitura realmente faz com a sua mente. Manipulação: Quem não lê, acredita no que ouve. Sem filtro e sem crítica. Prisão mental: Sem repertório, você reforça as mesmas crenças, sempre. Pensamento raso: Sem leitura, tudo vira certo ou errado, e você cai em narrativas prontas. Vocabulário fraco: Poucas palavras, poucas ideias e poucas escolhas. Opiniões terceirizadas: Você não pensa, você repete. Dependência: Informação mastigada controla, e a leitura liberta”. Vale lembrar que, nos anos 2000, A MTV Brasil fez uma interessante campanha a qual paralisava sua programação por cerca de meia hora e estampava a seguinte mensagem na tela: “Desligue a TV e vá ler um livro”. Portanto, usando a ação da MTV como gancho, sugerimos esta ideia: desligue a celular e vá ler um livro. Via: RockBizz

Iron Maiden diversificou seu conteúdo lírico porque estava farto das acusações de adoração ao Diabo
Para os cidadãos de bem que vão ao culto todos os domingos – ou todos os dias, o Iron Maiden é um agente das trevas. Nem tanto pela música, mas pelo aspecto artístico das capas, com Eddie estampando diferentes formas como nas capas de The Number Of The Beast, Purgatory, Killers e Piece of Mind. A faixa The Number Of The Beast também exerceu forte influência nessa repulsa! A introdução da canção com uma passagem bíblica do livro de Apocalipse (12:12 e 13:18), com o vozeirão do ator Barry Clayton, e o refrão bradando o número 666, a imagem do grupo ganhou um verniz satânico. Steve Harris, dono da bola, quis diversificar o conteúdo lírico do Iron Maiden porque estava farto das acusações de adoração ao Diabo. Em 1984, durante uma entrevista à revista francesa Enfer, o vocalista Bruce Dickinson refletiu sobre o assunto. “Steve disse que se ele ouvisse novamente que estávamos presos a histórias de Satanás e coisas do tipo, isso significaria que as pessoas nunca iriam entender o Iron Maiden. Então, diversificamos o conteúdo de nossas letras”. É fato que o conteúdo lírico do Maiden é profundo, indo de espiritualidade e reencarnação até as guerras. Mesmo assim, The Number Of The Beast e outras canções de pegada “satânica” envelheceram bem, pois soam como bons contos de terror em forma de heavy metal. Via: RockBizz

Chocaram e encantaram: 12 fatos que abalaram o mundo do rock no ano de 2025
O período de um ano é um intervalo de tempo que, para algumas pessoas, passa em um piscar de olhos. Porém, do outro lado da mesa, há o pessoal que considera uma verdadeira odisseia o passar dos meses e torce para que o calendário ande o mais rápido possível para findar o ano. Todavia, uma coisa é certa e ninguém pode negar: o período de um ano dá para fazer muitas, muitas coisas! Há quem casa e descasa, vira papai e mamãe, bate as botas, lança disco, briga com os companheiros de banda, ganha grana, declara falência, arruína um grupo, inicia carreira solo, começa e termina a dieta e por aí vai. Posto isto, o ano de 2025 nos reservou muitas boas surpresas, tristezas e momentos sui generis, por assim dizer, no seio do rock n’ roll e heavy metal. Para quem vê a vida sob a perspectiva do copo meio vazio, os últimos doze meses não foram lá grandes coisas, visto que demos adeus ao mestre Ozzy Osbourne e ao Homem do Espaço, Ace Frehley, por exemplo. Indo contra a ótica esvaziada da exaltação cega, queremos enumerar 12 fatos que chocaram e encantaram o rock e o metal em 2025. Convidamos você a se juntar a nós para uma breve viagem aos últimos doze meses. Mama, I’m Coming Home Talvez o mais triste acontecimento no seio do rock nos últimos anos foi o falecimento de Ozzy Osbourne, em 22 de julho. Todo mundo sabia de sua frágil condição de saúde, entretanto, vê-lo partir aos 76 anos, por conta de um ataque cardíaco, foi um golpe muito duro. Já se passaram alguns meses desde seu retorno à pátria espiritual, mas, mesmo assim, ainda é bastante difícil conceber um mundo sem o Príncipe das Trevas. Homem do Espaço Quem nos deixou também foi o spaceman do KISS, Ace Frehley, em 16 de outubro, aos 74 anos, após levar um grave tombo e sofrer uma hemorragia cerebral. Ele foi um dos fundadores da banda mais quente do mundo e integrou o conjunto entre os anos de 1973 e 1982. O famoso Homem do Espaço retornou ao grupo em 1996 e ficou até 2002, quando saiu de forma definitiva. Trovador do rock Nunca foi segredo que David Coverdale vinha apresentando problemas na voz! E foi isso que o levou a tomar a drástica decisão de pendurar o chapéu e ir pescar. Ele foi além e comunicou sua saída das redes sociais para focar sua atenção na família e curtir a vida real. O anúncio do cantor de 74 anos pegou alguns fãs de supressa, pois não imaginavam um movimento tão intenso por parte do trovador do rock. I’ll be back Enquanto um está se despedindo, outro está todo feliz que voltará aos palcos! Em 2022, o galã Jon Bon Jovi passou por uma cirurgia chamada medialização das cordas vocais para ajudar sua voz a recuperar o funcionamento adequado. O vocalista precisou de um longo período de recuperação após a operação, mas ele estará de volta aos palcos em meados de 2026, com shows pelos Estados Unidos e Reino Unido. Irmandade milionária Outro que voltou aos palcos foi o Oasis! Os irmãos Liam e Noel Gallagher juram que superaram as diferenças. Com isso, eles mergulharam fundo em uma turnê de reunião que passou por vários países, inclusive pelo Brasil. Se a conciliação vai durar é outra história, o fato é que eles encheram as contas bancárias com as apresentações deste ano. Adeus ao Angra Em meados deste ano, o grupo brasileiro tomou a decisão de dar um tempo nas atividades, o que foi a deliberação mais certa dos caras em décadas. Mas, como se trata de Angra, as coisas logo mudaram de panorama. Vide o plot twist da trama logo abaixo. A volta dos que não foram O Angra não deu tempo para o público sentir sua falta e já tratou de anunciar um show de retorno. Digno de quem finca raízes nas glórias do passado, o carnaval fora de época vai reunir pessoas da segunda encarnação do grupo, da época do álbum Rebirth. O evento, meio sem pé e cabeça, ainda terá participações de outros membros do AngraVerso. Bem, tudo será no padrão de excelência Angra. Os fãs vão amar! A volta dos mortos vivos Continuando na editoria morto que volta à vida, o ShamAngra, que é aquele projeto que cisma viver das obras musicais de Andre Matos, chegou a nos assombrar com um retorno aos palcos em novembro. Rezemos para que tenha sido apenas um breve pesadelo e jamais um fantasma que venha puxar os nossos pés durante o sono. Deus nos livre! Amém! Meio século de vida The Run For Your Lives Tour, giro em celebração aos cinquenta anos do Iron Maiden, saiu do papel e ganhou forma e cores ao vivo em maio. O repertório trouxe sons como The Ides Of March, Murders In The Rue Morgue, Wrathchild, Killers, Phantom Of The Opera, Rime Of The Ancient Mariner e Seventh Son Of A Seventh Son. A turnê também marcou a estreia do baterista Simon Dawson, substituto de Nicko McBrain, que saiu por conta de problemas de saúde que o acometeu nos últimos anos como AVC (Acidente Vascular Cerebral) e câncer na laringe. Sonífero O Dream Theater e o baterista fizeram as pazes após de catorze anos de separação. Para marcar a união, o grupo lançou o álbum Parasomnia, que trata em seu teor lírico distúrbios do sono, como pesadelos e insônia. E como era de se esperar, o disco é um ótimo aliado no tratamento contra a insônia, visto que seu repertório é estafante do primeiro ao último acorde. Crypta & Nervosa Em 2025, as meninas continuaram fazendo bonito e conquistando cada vez mais espaço na cena metal mundial. Turnês pela Europa e Estados Unidos ao lado de nomes grandes como Testament, Obituary, Aborted e Destruction estiveram no radar das bandas. Black Sabbath – vida longa ao Rei No começo de julho, o Black Sabbath, na configuração de sua

Eleições 2026: João Gordo dá dica para não votar em evangélicos, militares e políticos de direita
No dia 04 de outubro de 2026, os brasileiros irão às urnas para escolher o próximo presidente da República, além de governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais, no primeiro turno das eleições. Portanto, será um ano muito importante para o nosso país, pois ditará as bases para o nosso futuro. Tem músico que não liga para se manifestar politicamente, o que está tudo certo, visto que não existe essa obrigação. Contudo, tem o lado oposto, tem o pessoal que faz questão de ser uma voz política e declarar aos quatro ventos o que considera correto. O frontman do Ratos de Porão, João Gordo, se encaixa no segundo perfil, já que não perde tempo em protestar pelo o que considera certo. Recentemente, por meio de story, em sua conta oficial no Instagram, o punk rocker brasileiro deu dica para não votar em evangélicos, militares e políticos de direita nas eleições 2026. A imagem que João Gordo compartilhou vem com os seguintes dizeres: “Em 2026 não votem em: pastores evangélicos, militares, políticos de extrema-direita, influenciadores e coachs – palhaços, ex-BBB’s, ex-jogadores de futebol, apresentadores de TV ou cantores sertanejos”. A mensagem final ainda trouxe o alerta: “Se mencionar Deus, pátria, família, corra”. Se trata de um guia bem básico e prático para não cair em armadilhas políticas. Veja: Via: RockBizz

Ritchie Blackmore sugere que os músicos de rock são burros e não gostam de estudar
Ritchie Blackmore é um guitarrista e compositor genial! Ele mostrou seus dotes nas seis cordas nos grupos Deep Purple e Rainbow, além disso, a sua proficiência acústica, o artista vem mostrando na banda Blackmore’s Night. Mas o que o artista britânico tem de genial nos instrumentos musicais, ele tem de personalidade forte e de rabugento. O guitar hero é o tipo de pessoa adora reclamar e criticar, e não se intimida em expor as suas opiniões controvérsias. Tempos atrás, durante uma entrevista à revista Guitar World, Ritchie Blackmore sugeriu que os músicos de rock são burros e não gostam de estudar. “O mundo da música renascentista pode ser um pouco acadêmico”, disse Blackmore. “É por isso que acho que as pessoas se envolvem com o rock n’ roll. Ele lhes proporciona uma fuga de toda a escolaridade, do que é correto e como as coisas deveriam ser”. Ele prosseguiu dando um exemplo de músico que não curtiu trabalhar com pessoas do campo musical erudito. “Eu me lembro de ver Jimmy Page se metendo em encrenca quando fazia muitas gravações em estúdio. Ele dizia que os ‘músicos clássicos odeiam música’. Acho que foi aí que ele decidiu deixar as gravações em estúdio e se juntar aos Yardbirds. Todos os músicos clássicos nas gravações em que ele tocou não gostaram do que ele disse sobre eles”. “Sempre que trabalhei com uma orquestra, me deparei com muita resistência”, lamentou. “Você sempre toca alto demais para eles, não importa o quão baixo você toque”, completou a estrela da guitarra elétrica. Via: RockBizz

Filho de John Lennon teme que a Geração Z esqueça os Beatles
Sean Ono Lennon, filho do saudoso John Lennon, teme que a Geração Z esqueça os Beatles. Em uma entrevista recente ao programa CBS Sunday Morning, Sean explicou como está trabalhando para garantir que isso não aconteça. “Obviamente, o mundo também é o guardião do legado dele”, disse Lennon se referindo ao seu pai. “Estou fazendo o meu melhor para garantir que a geração mais jovem não se esqueça dos Beatles, de John e de Yoko. É assim que eu vejo”. Quando o apresentador perguntou se era “possível” que eles fossem esquecidos, Lennon respondeu: “Eu realmente acho que sim. E nunca pensei isso antes”. “Meus pais me deram tanto que acho que é o mínimo que posso fazer para tentar honrar o legado deles durante a minha vida”, acrescentou Lennon. “Sinto que devo isso a eles. É algo pessoal”. Uma das maneiras pelas quais Lennon preservou essa história foi através de seu curta-metragem de animação vencedor do Oscar de 2023, WAR IS OVER! Inspired by the Music of John & Yoko, que ele coescreveu com o ex-roteirista, diretor e animador da Pixar, Dave Mullins. O filme de 11 minutos foi publicado no YouTube no início deste mês. “Eu queria ver se conseguia transmitir aquela sensação de que talvez você estivesse ouvindo [Happy Xmas (War Is Over), da Plastic Ono Band] novamente pela primeira vez, ou pelo menos em um novo contexto, de uma forma que chamasse sua atenção, em vez de simplesmente pensar: ‘Ah, lá está tocando no rádio de novo’”, disse Lennon sobre o curta. Em outro momento da entrevista, Lennon compartilhou uma rara atualização sobre sua mãe, Yoko Ono, que inspirou sua abordagem para manter o legado dos Beatles. “Ela é ótima. Quer dizer, sabe, ela tem 92 anos, então diminuiu bastante o ritmo e está aposentada”, ele disse. “É por isso que estou tentando fazer o trabalho que ela fazia. É por isso que sinto muita pressão, na verdade, para dar o meu melhor, porque ela estabeleceu um alto padrão na forma como lidava com a música do meu pai e com as coisas dos Beatles”. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Kurt Cobain morreu achando que era corno de Courtney Love, lamenta Evan Dando
A relação entre Kurt Cobain (Nirvana) e Courtney Love (Hole) era para lá de complicada! O casal vivia em constante troca de farpas e abusos de drogas e bebidas, mas, ao mesmo tempo, não se desgrudava para dar um respiro à relação. O negócio piorava muito porque a personalidade de Love era abusiva, com isso, ela tirava muito proveito da fama de Cobain e não tinha a menor cerimônia de explorar o músico que se afundava em um sufocante exílio emocional. Apesar de não ter nenhum talento artístico, Courtney vivia como uma estrela do rock, com o lema sexo, drogas e rock n’ roll no volume máximo. Assim, Kurt recebeu traições como presentes de casamento. E quem sempre levou a fama de ter dormido com Love foi o frontman do The Lemonheads, Evan Dando. Em entrevista para a NME, ele afirmou que não dormiu com Courtney, mas que Cobain faleceu pensando que eles tiveram um caso. “A minha primeira experiência espiritual foi quando Kurt morreu em 1994, porque senti que ele sabia a verdade. Mas ele morreu sem saber. Pat Smear me disse que Kurt realmente achava que eu estava tendo um caso com Courtney. Eu sentia que Kurt sabia a verdade em muitos aspectos depois que morreu. Eu e ele tínhamos essa barreira estranha. Éramos sósias, de certa forma! Pessoas que trabalharam com nós dois disseram que não conseguiam distinguir quem estava no palco. Ouvíamos muitas das mesmas músicas e até o jeito dele cantar era parecido. Isso soa como um podcast! É muito chato e não tem a menor importância, mas poderíamos ter sido amigos. É uma pena. Acho que somos amigos agora porque ele sabe a verdade. Uma coisa que Courtney sempre dizia era que ele rezava todas as noites”. Em seu livro de memórias Rumors of My Demise, o qual saiu no dia 07 de outubro pela editora Gallery Books, o frontman do The Lemonheads negou que teve um caso amoroso com Courtney Love enquanto ela era casada com Kurt Cobain. No livro, Evan declarou que Love era uma “companhia divertida”, entretanto, ela era uma “agente do caos de primeira ordem”. Via: RockBizz

Marty Friedman lembra a vibe Sunset Strip em audição para banda de Ozzy Osbourne
Tocar na banda solo do saudoso Ozzy Osbourne sempre foi sinônimo de grande exposição ao público e mídia, excursões nos quatro cantos do globo, oportunidade de bons contratos com marcas renomadas, grana no bolso e diversão, ou seja, é cem por cento a vida de uma estrela do rock n’ roll. O lado ruim da coisa era ter que aturar a problemática e desvairada Sharon Osbourne, esposa e empresária do Madman, mas nada que um ‘fala com a minha mão’ não resolvesse. Portanto, o que não faltaram, ao longo dos anos, foram candidatos ao cargo de braço direito do Príncipe das Trevas, ou seja, à vaga de guitarrista. E quem chegou a pleitear o trabalho foi o norte-americano Marty Friedman, durante segunda metade dos anos 1980. Em conversa com o canal TCDG Guitar Lessons, Marty Friedman contou como foi a sua audição para banda de Ozzy Osbourne. Ele ressaltou a vibe Sunset Strip entre os candidatos ao cargo de guitar hero. “Eles me ligaram quando eu morava em São Francisco. Eu estava no Cacophony na época e completamente sem dinheiro, quase morando na rua. Mas a Sharon Osbourne me ligou e disse que se eu quisesse ir para Los Angeles, eles me levariam de avião para fazer um teste. Achei legal e fui fazer o teste. Achei que me saí bem. Mas eu não combinava muito com a vibe da banda. Eles eram caras totalmente metaleiros de Los Angeles, com algemas no cinto e camisetas da Jack Daniel’s. Eles estavam todos arrumados para o ensaio. Eu entendia que isso era importante para os shows, mas no ensaio eles usavam chapéus de cowboy e todo tipo de colar e joias. Eles estavam totalmente no clima do rock da Sunset Strip. E eu cheguei de camiseta e jeans. Parecia um cara normal esperando o ônibus ou algo assim”. Marty continuou: “Eu toquei e achei que fui bem. Soou bem para mim, sem problemas. Aprendi umas quatro músicas, e tocamos elas rapidinho, e foi ótimo. Havia vários envelopes com fitas cassete e currículos, então eles provavelmente estavam testando centenas de caras. Eu nunca tive notícias deles”. “Aí, finalmente, Zakk Wylde foi quem ficou com a vaga. E ele era perfeito. Ele era muito melhor do que eu teria sido para aquele trabalho. Ele era ideal e toca muito bem. Na época, eu pensei: ‘Bom, eu me saí bem, mas acho que esses caras não vão me escolher’. Eles provavelmente saíram para beber e festejar logo depois do ensaio. Eu era um cara certinho. Bem chato”, completou o guitarrista. Via: RockBizz

Steve Harris analisa o que falta conquistar em sua carreira de meio século com o Iron Maiden
Ter cinquenta anos de carreira e ainda ser bem-sucedida é algo raro, independente da área em que o indivíduo atua. A coisa fica ainda mais difícil se o ramo de atividade é o heavy metal. Neste caso, as chances diminuem drasticamente. No entanto, contrariando as chances, o britânico Iron Maiden completou nesta quinta-feira, dia 25 de dezembro, cinquenta anos de estrada. Em conversa com a revista Kerrang, o baixista Steve Harris analisou o que falta conquistar em sua carreira de meio século com o Iron Maiden. “Há algo que eu ainda gostaria de realizar? Na verdade, nada! Embora haja alguns países aqui e ali que ainda gostaríamos de visitar. Por exemplo, tínhamos um show marcado em Bangkok, mas três semanas antes houve um golpe militar e tivemos que cancelar. Talvez um dia a gente volte a usar o avião do Iron Maiden para fazer esses shows, porque isso facilita muito a viagem”. O The Boss completou refletindo sobre o tema de aposentadoria. Ele disse: “Não estou pensando em aposentadoria, mas todos sabemos que ela chega em algum momento, quando seremos forçados a isso por uma coisa ou outra. Continuo em forma, jogando futebol, tênis e outras coisas, mas nunca se sabe o que o futuro reserva. É por isso que temos que aproveitar ao máximo enquanto podemos, curtindo cada show pelo simples prazer de tocar. Venho dizendo isso nos últimos 10 anos, mas agora é mais verdade do que nunca”. O Iron Maiden voltará aos palcos no ano que vem com a segunda perna da Run For Your Lives Tour. O giro será em celebração ao meio século de vida da banda e acontecerá entre os meses de agosto e setembro de 2026. A Run For Your Lives Tour contempla as canções entre os álbuns Iron Maiden (1980) e Fear of the Dark (1992), isto é, sons de seus nove primeiros trabalhos de estúdio, que é o período mais querido pela maioria de seus fãs. Via: RockBizz

Em memória: os artistas do rock e heavy metal que perdemos em 2025
Todos sabemos que a morte é um processo natural e que chegará a todos cedo ou tarde. Como dizem, essa é a única certeza que temos em nossa existência. Mesmo assim, dar adeus a um ente querido é algo muito triste e desgastante, emocionalmente. Em muitas das vezes o equilíbrio emotivo só vem com a ajuda de profissionais como psicólogos, psiquiatras e terapeutas. Essas ajudas são de importância capital, é importante destacar. E, mesmo não sendo nossos amigos próximos e familiares, os músicos quando partem desta para uma melhor, nos deixam tristes e deprimidos e, às vezes, até sem rumo. Tristemente, o ano de 2025 a dona da foice pegou pesado com a gente e levou embora alguns dos maiores ídolos da música pesada como o saudoso Ozzy Osbourne. Dito isso, como uma singela e respeitosa homenagem, queremos, nas linhas abaixo, rememorar os artistas do rock e heavy metal que perdemos em 2025. Marianne Faithfull – cantora e atriz(29 de dezembro de 1946 – 30 de janeiro de 2025) Foto: Marc Sharratt / Rex Features David Johansen – fundador do New York Dolls(09 de janeiro de 1950 – 28 de fevereiro de 2025) Joey Molland – guitarrista do Badfinger(21 de junho de 1947 – 01 de março de 2025) Les Binks – ex-baterista do Judas Priest(05 de abril de 1948 – 15 de abril de 2025) Luiz Antônio Mello – diretor da rádio Fluminense FM (Maldita)(18 de fevereiro de 1955 – 30 de abril de 2025) Brian Wilson – vocalista e fundador do Beach Boys(20 de junho de 1942 – 11 de junho de 2025) Foto: Robin Little/Redferns Mick Ralphs – guitarrista do Mott the Hoople e Bad Company(31 de março de 1944 – 23 de junho de 2025) Ozzy Osbourne – vocalista original do Black Sabbath(03 de dezembro de 1948 – 22 de julho de 2025) Paul Mario Day – vocalista original do Iron Maiden(19 de abril de 1956 – 29 de julho de 2025) Brent Hinds – ex-guitarrista/vocalista do Mastodon(16 de janeiro de 1974 – 20 de agosto de 2025) Rick Davies – vocalista e fundador do Supertramp(22 de julho de 1944 – 06 de setembro de 2025) Tomas Lindberg – vocalista do At the Gates(16 de outubro de 1972 – 16 de setembro de 2025) Ace Frehley – guitarrista original do KISS(27 de abril de 1951 – 16 de outubro de 2025) Sam Rivers – baixista do Limp Bizkit(02 de setembro de 1977 – 18 de outubro de 2025) Lô Borges – cantor e compositor(10 de janeiro de 1952 – 02 de novembro de 2025) Mick Abrahams – ex-guitarrista do Jethro Tull(07 de abril de 1943 – 19 de dezembro de 2025) Via: RockBizz

Baterista dos Garotos Podres curte com a cara da delegada em resposta ao processo: “Papai Noel não existe”
A banda brasileira de punk rock Garotos Podres está sendo processada por um cidadão de bem da extrema-direita por criticar ao Papai Noel em clássico punk. O indivíduo da direita não curtiu os versos presentes em Papai Noel, Velho Batuta, faixa presente no debute de 1985, Mais Podres do que Nunca. A canção, que teve criação de Mao (vocal), Mauro (guitarra) e Sukata (baixo), é uma crítica direta e contundente ao perfil capitalista da festa cristã. No entanto, há pessoas que se sentiram ofendidas pela posição do grupo. Em conversa com o portal G1, o vocalista Mao revelou que o caso envolve análise de gravações de apresentações do grupo e das letras das canções, com destaque, claro, para a faixa Papai Noel Velho Batuta. Durante oitiva realizada por carta precatória, o baterista dos Garotos Podres curtiu com a cara da delegada em resposta ao processo. Quando a autoridade o questionou sobre o suposto motivo de ofensa a Papai Noel. A resposta do artista foi certeira: “Papai Noel não existe”. Segundo o cantor, o processo configura uma clara tentativa de censura. Ele compara a situação às práticas da ditadura militar, quando artistas sofriam repressão de órgãos públicos. “É um processo político no sentido de polícia política. Analisar letra de música, questionar canções, é algo absurdo”, lamentou o artista. Dando de ombros à censura, o conjunto decidiu lançar um vídeo da faixa em tom de deboche. No clipe, figuras como nocivas Donald Trump e Olavo de Carvalho aparecem na crítica dos caras. Como a repercussão está enorme, os Garotos Podres estão recebendo muito apoio de pessoas que conseguem ler e interpretar uma crítica firme ao capitalismo. Contudo, para quem não passa de um ser ignorante, a faixa é uma ofensa de proporções catastróficas. Sendo assim, para o Natal ficar ainda mais encantador, vamos reunir a família, como é de praxe, para as trocas de presentes e para a comilança, mas “bora” adicionar Papai Noel, Velho Batuta na trilha sonora da festa. Via: RockBizz

Jeff Scott Soto explica as indiretas de Yngwie Malmsteen sobre sem-vergonhice
O guitarrista Yngwie Malmsteen sempre foi difícil de aturar e trabalhar! Quem já teve a infelicidade de encontrá-lo em bastidores sabe que o cara é intransigente, para dizer o mínimo. Mas, com a idade, o sueco de 62 anos vem ficando pior e arrumando confusão a troco de nada. Recentemente, em sua conta oficial no X (antigo Twitter), Malmsteen criticou seus ex-funcionários por lucrarem com seu nome. O músico mirou as críticas aos vocalistas que passaram por sua banda ao longo dos anos. Agora, durante bate-papo com o pessoal do canal Artists on Record with Stefan Adika, Jeff Scott Soto explicou as indiretas de Yngwie Malmsteen sobre a tal sem-vergonhice. E vale lembrar que Soto cantou nos álbuns Rising Force (1984), Marching Out (1985) e Inspiration (1996). “Meu telefone não parou de tocar por dois dias”, disse Scott. “Todo mundo achou que ele estava falando de mim de novo, mas não estava. Ele estava falando de dois outros ex-cantores que estão fazendo shows em homenagem ao Yngwie ou ao tempo que passaram com ele”. Soto seguiu explicando: “Eles estavam promovendo esses shows e ele ficou sabendo, e foi daí que surgiu a crítica nas redes sociais. Não tem nada a ver comigo. Eu não estou fazendo nada que envolva shows em homenagem a ele ou tentando me aproveitar do seu nome ou legado. De jeito nenhum”. “Tudo o que faço é postar coisas online para celebrar minha participação nos discos. Celebrar as coisas que fiz com eles porque também tenho um legado no meu próprio mundo, seja lá como você queira chamar. Isso também faz parte da minha história. Então, eu celebro isso. Não estou tentando fazer nada e nem tirar proveito dele”. Via: RockBizz

Missão comunista e humanitária: João Gordo vai às ruas com Solidariedade Vegan para alimentar os necessitados neste Natal
O vocalista do Ratos de Porão, João Gordo, não fala, ele faz! Nesta quarta-feira, dia 24 de dezembro, o músico foi às ruas com Solidariedade Vegan para alimentar os necessitados neste Natal. Para os cidadãos de bem é uma ação comunista, mas para quem tem empatia e respeito pelo próximo se trata de um ato humanitário. O trabalho filantrópico é uma ação do roqueiro ao lado da esposa Vivi Torrico e outros voluntários, a qual alcança diariamente entre cento e vinte a cento e cinquenta pessoas em situação de vulnerabilidade nas ruas do centro de São Paulo. O apoio às pessoas é de segunda-feira a sexta-feira, e vai além das marmitas. A equipe do Solidariedade Vegan supre também outras necessidades básicas como café-da-manhã, chinelos, água potável, cobertas e roupas. Além disso, em datas especiais, o grupo se reúne para levar mais cuidados e carinho a quem necessita. Pelas redes sociais, ele escreveu: “Indo pra minha missão solidária não cristã comunista, almoço de Natal e diversão pra quem sofre o ano todo. Bem-vindos todos os manos”. Na postagem, João marcou os parceiros de trabalho como Dinho Ouro Preto (Capital Inicial), Matilha Cultural, Asteroides Trio e outros. Veja: Em outra publicação ele desejou Feliz Natal e informou que vai ter show para os moradores de rua para que tenham alguns momentos de descontração. Confira: Via: RockBizz

Justin Hawkins chama Yungblud de vaca sagrada e o desafia a escrever uma música boa
Justin Hawkins, vocalista e guitarrista do The Darkness, reiterou suas críticas a Yungblud. Em conversa com a revista Kerrang, ele não recuou na briga com Yungblud e o desafiou a escrever uma música boa. Para quem não sabe, os dois músicos estão em pé de guerra depois que Hawkins afirmou que o mancebo se esconde atrás de Auto-tune, tenta imitar Ozzy Osbourne em todos os sentidos e que sua apresentação no Video Music Awards, da MTV, foi péssima. Isso foi bastante para que Dominic Richard Harrison ficasse bravo e respondesse o seu crítico declarando que ele tentou desacreditá-lo por não fazer parte do primeiro escalão do rock, atualmente. Voltando ao novo capítulo da briga. Justin disse em tom de deboche: “Parece que existem vacas sagradas que você não pode criticar. Se alguém é mais jovem ou está começando agora, você não pode criticá-lo. Mas isso é besteira”. Ele continuou: “Quando eu estava começando, Deus sabe o quanto as pessoas tentaram me dar uma surra. E no final das contas, você precisa ter pele de rinoceronte para se virar nesse mundo, porque tudo o que você faz está sujeito a escrutínio. Você está apresentando sua música para pessoas que vão gostar ou não gostar. Nesse caso, eu não gostei. Não me arrependo disso. Acho uma merda”. “Você vem da Disney ou de teatro musical e espera ser apresentado como o futuro do rock, depois de já ter tentado ser o futuro do punk. Isso simplesmente não cola para mim”, ressaltou. “O problema fundamental é que, a menos que você tenha boas músicas que você mesmo escreveu, eu não vou te levar a sério. Não me diga que você é o futuro do rock. Escreva uma música boa e me mostre”, finalizou o frontman do The Darkness. Via: RockBizz

Rush: mãe do baterista Neil Peart, Betty, morre aos 90 anos
Notícia triste aos fãs do Rush e a todos que têm empatia! A mãe do baterista Neil Peart, Betty, morreu aos 90 anos. A banda informou o falecimento da matriarca da família Peart em uma breve postagem em suas redes sociais oficiais. A nota diz o seguinte: “Enviamos todo o nosso carinho à família Peart, pois a mãe de Neil, Betty, faleceu aos 90 anos em 19 de dezembro de 2025. Aqui está uma foto de todos nós com nossas mães dos nossos primeiros tempos”. Quem assinou o comunicado foi a dupla remanescente do grupo canadense: Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) e Alex Lifeson (guitarra). Veja: Vale lembrar que no dia 07 de janeiro de 2020 o rock n’ roll ficou mais triste, pois foi a data em que o drum hero Neil Peart faleceu, depois de uma batalha de três anos contra o glioblastoma, uma forma agressiva de câncer no cérebro. O baterista tinha 67 anos. Via: RockBizz

Carl Sentance deseja feliz Natal aos fãs e explica por que não faz mais parte do Nazareth
O veterano Nazareth mandou embora o vocalista Carl Sentance e contratou Gianni Pontillo para o trabalho. A decisão da banda saiu oficialmente neste domingo, dia 21 de dezembro, nas redes sociais. O grupo, todavia, não forneceu detalhes sobre o que levou tal mudança drástica. Nesta terça-feira, dia 23 de dezembro, pelas redes sociais, Sentence divulgou uma mensagem em vídeo na qual desejou feliz Natal aos fãs e explicou por que não faz mais parte do Nazareth. “E aí, pessoal. Feliz Natal para todos vocês! Vocês provavelmente já sabem da minha saída do Nazareth. Quero agradecer a cada um de vocês pelo apoio durante quase onze anos. Onze anos! Vocês acreditam? É uma loucura. O tempo voa, mas agora é hora de seguir em frente. O ano de 2026 vai ser incrível, para mim. Vai ser maravilhoso. Estarei em turnê solo. Foi um sucesso no ano passado, então venham nos ver, novamente. Confiram as datas no meu site, carlsentance.com. Vai ser incrível, pessoal. Venham curtir com a gente. Feliz anos novo! Nos vemos no ano que vem”. Em 2015, Carl se tornou o novo vocalista do Nazareth após o membro fundador Dan McCafferty ter que se aposentar por motivos de saúde. Com a banda, o cantor gravou dois registros de estúdio: Tattooed on My Brain (2018) e Surviving the Law (2022). Via: RockBizz