Resenhas

Sebastian Bach conta por que não integrou o Mötley Crüe apesar da oferta de Nikki Sixx
O ex-vocalista do Skid Row, Sebastian Bach, concedeu uma entrevista ao canal The Metal Voice e contou algumas passagens curiosas de sua carreira musical, que já passou dos trinta anos. O rock star canadense comentou brevemente sobre o suposto convite para ocupar o posto de frontman do Mötley Crüe. “Bem, eu nunca estive na banda [Mötley Crüe], mas ensaiei com eles”, lembrou Bach. “Eu ensaiei com eles, e Nikki [Sixx] me convidou para entrar na banda durante o ensaio, na frente de todos. E depois disso, tivemos conversas por telefone nas semanas seguintes com Doug Thaler, o empresário [do Mötley Crüe na época]”. Sebastian completou esclarecendo o motivo de ter ficado com o trabalho: “E aí chegou ao ponto de a Atlantic Records não permitir que isso acontecesse. No entanto, nada aconteceu. Mas eu definitivamente ensaiei com eles, e há uma entrevista deles na MTV, na qual eles dizem a mesma coisa”. Como a história nos conta, o Mötley Crüe, ao longo de sua carreira, só teve dois cantores oficiais: Vince Neil, que gravou oito álbuns com a banda, e John Corabi que registrou vocal apenas em um full length. Via: RockBizz

Tom Morello parte para cima do governo de Donald Trump por usar slogan polêmico
O guitarrista do Rage Against The Machine, Tom Morello, é um indivíduo que sempre deixou claro a sua luta a favor do campo progressista. É só conferir o conteúdo lírico de suas obras para ter a certeza disso. E é óbvio que ele é um crítico ferrenho dos políticos conservadores e de direita. Recentemente, o músico partiu para cima do governo de Donald Trump por usar slogan polêmico. O slogan em questão estava em um pódio atrás do local onde a Secretária de Segurança Interna dos EUA, Kristi Noem, estava fazendo uma coletiva de imprensa. Tom escreveu nas redes sociais: “O governo Trump citou o slogan nazista de genocídio: ‘Um dos nossos, todos os vossos’”. A frase tem a ver com o massacre de Lidice. O termo surgiu quando um oficial da SS [polícia alemã nazista] foi morto e os seus colegas de farda assassinaram todos os moradores da vila em represália. Morello completou expondo mais dados sobre o episódio de Lidice: “Homens, mais de 170 foram fuzilados no local; outros foram executados posteriormente em Praga. Mulheres, cerca 200 foram deportadas para o campo de concentração de Ravensbrück, onde muitas morreram. Crianças, a maioria foi separada de suas mães; 82 foram gaseadas no campo de extermínio de Chełmno. Algumas consideradas “racialmente puras” foram levadas para “germanização” por famílias da SS. Obliteracão, a vila foi incendiada, os edifícios foram dinamitados e a área foi arrasada por tratores e replantada para literalmente apagá-la do mapa”. O Departamento de Segurança Interna (DHS) refutou as afirmações de Tom Morello e pontuou que vai continuar usando todas as ferramentas disponíveis para se comunicar com o povo dos EUA e mantê-lo a par dos esforços para tornar a América segura novamente. Kristi Noam, Nazi slogan on podium today. “One of ours, all of yours.” WW2 SS officer killed, Nazis retaliated—One of ours, all of yours. The Victims:◦Men: Over 170 shot on the spot; others later executed in Prague.◦Women: Roughly 200 were deported to Ravensbrück… — Tom Morello (@tmorello) January 13, 2026 Via: RockBizz

Gene Simmons conta que Ace Frehley deu bolo no KISS para jogar cartas
Gene Simmons, o eterno The Demon do KISS, sempre foi bastante ácido ao falar de Ace Frehley e Peter Criss. Em conversa com o Professor of Rock, o linguarudo não foi diferente e ainda contou que Ace Frehley deu bolo no KISS para jogar cartas. Isso foi na época das gravações do álbum Destroyer, quarto registro de estúdio do grupo, que saiu em março de 1976 pela Casablanca Records e vendeu mais de dois milhões de cópias só nos Estados Unidos. “Então, Ace, nós o amamos muito e sua memória sempre estará conosco. Mas foi nessa época que Ace parou de vir ao estúdio enquanto estávamos gravando. E isso não é difamação. É só que vocês já são adultos. Todos nós amamos a banda, mas é hora de saber a verdade. Ace estava passando pelos estágios iniciais de um comportamento autodestrutivo, independentemente do que ele tenha ingerido ou não”. Simmons, em tom sério, destacou que as prioridades do guitarrista na época estavam longe de abarcar o KISS. “Em certo momento, lembro que liguei para ele e disse: ‘Ei, estamos gravando. É hora de você fazer os solos’. Ele respondeu: ‘Não posso ir. Tenho um jogo de cartas’. Eu não estava imitando a voz do Ace, nem tirando sarro nem nada. Essa foi uma citação”. Gene completou: “Então, substituímos o Ace por Dick Wagner, que participou dos discos do Alice Cooper e do Aerosmith. Algumas daquelas primeiras músicas do Aerosmith que você acha que são do Joe Perry, não são. São do Dick Wagner. Bem, cada banda tem seu estilo. E, aliás, eu não ligo muito para isso. No fim das contas, ou você gosta de uma música ou não, não importa como você chegue a essa conclusão. Então não existem regras”. Via: RockBizz

Neil Young, Dave Matthews e Duran Duran criticam o governo Trump após agente do ICE ter matado Renee Good
Neil Young, Dave Matthews e Duran Duran estão entre os artistas que criticaram o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após um agente do ICE ter matado uma cidadã americana a tiros em Minneapolis. Renee Nicole Good foi morta em 7 de janeiro por um agente do ICE, o que desencadeou protestos generalizados em todo o país. Good, poetisa, esposa e mãe de três filhos, foi morta durante uma grande operação de fiscalização de imigração. Ela era voluntária em uma rede de “patrulhas de bairro” que monitorava as operações do ICE em Minneapolis e foi baleada dentro de seu carro por um agente federal. Em uma longa mensagem em vídeo publicada nas redes sociais, o vocalista da Dave Matthews Band disse: “Não quero que meus impostos paguem pelo ICE, por bandidos mascarados que vagam pelas nossas ruas aterrorizando nossas comunidades e destruindo famílias”. O cantor então falou sobre Good e a resposta do governo Trump ao assassinato. “O que me leva a Renee Nicole Good. Assassinada na frente de seus concidadãos em Minneapolis, assassinada nas ruas. E não importa qual narrativa este governo esteja tentando nos vender, podemos ver os vídeos”, ele disse. Matthews também citou membros da administração Trump e os chamou de “pessoas profundamente desonestas. Covardes, vergonhosas. Que se danem. São repugnantes”. E encerrou sua mensagem em vídeo dizendo: “Estes são tempos sombrios. Que se dane o ICE”. O Duran Duran também prestou homenagem a Good durante um show em Sacramento, Califórnia, na sexta-feira (9 de janeiro), dedicando a ela a música Ordinary World, segundo a Billboard. “Acreditamos que as pessoas neste mundo têm o direito de viver suas vidas em paz, liberdade e felicidade em seus próprios países”, disse o vocalista Simon Le Bon. “Para todas as pessoas comuns neste mundo, desejamos um mundo normal”. Já Neil Young publicou um texto em seu site oficial incentivando os americanos a se “levantarem” contra o ICE. Após a morte de Good, moradores de Minneapolis se mobilizaram para lamentar sua perda e protestar contra a presença do ICE na cidade. O prefeito Jacob Frey pediu a saída dos agentes federais de Minneapolis, afirmando em uma coletiva de imprensa: “Este foi um agente usando o poder de forma imprudente, o que resultou na morte de alguém”. Via: RockBizz

Com as voltas do Triumph e Rush, Sebastian Bach não larga o osso e quer uma volta do Skid Row: “Qual é o nosso problema?”
O vocalista canadense Sebastian Bach comandou o microfone do Skid Row entre os anos de 1987 e 1996, que foi o período de maior sucesso comercial da banda. Por muito tempo, o grandalhão desdenhou a possibilidade de um retorno ao grupo, contudo, de uns tempos para cá, ele vem batendo nesta tecla de reconciliação e regresso ao conjunto, mas só recebe porta na cara. E ele voltou a tocar no assunto! Em conversa com Jimmy Kay e Alan Dixon, do canal The Metal Voice, Bach usou as voltas do Triumph e Rush como ponto de partida para o novo pedido de volta ao conjunto. “Estou feliz pelo Triumph. Acho incrível. Sempre adorei o Triumph”, celebrou Sebastian. “Comprei um ingresso quando tinha uns 10 anos para o show no Peterborough Memorial Center. Vi o pôster do Triumph na parede da loja de discos e fitas A&A, na praça de Peterborough, e era o pôster do Gil Moore na bateria com a mão levantada. Tinha fogos de artifício e o Rik Emmett estava tocando sua guitarra de dois braços. Pensei: ‘preciso ir a esse show’”. Ele continuou: “E quando vejo o Triumph se reunindo, penso: ‘Ei, [Dave] Snake e Rachel [Bolan], o que vocês acham da turnê do Triumph? O que vocês acham? Qual a opinião de vocês sobre isso? Se o Triumph está voltando à estrada e o Rush também, qual é o nosso problema? Que diabos há de errado conosco’? É ridículo”. “Mas ao mesmo tempo, eu também não estou parado esperando. Tenho minha própria banda e tenho meus próprios álbuns e faço muitos shows. Estou extremamente ocupado”, finalizou o cantor. Sebastian Bach Enquanto não acerta o passo com os seus antigos parceiros, Sebastian Bach vem colocando na praça álbuns solo. Child Within The Man é o mais recente, pois saiu em maio de 2024. O disco teve a produção e mixagem de Michael “Elvis” Baskette e masterização de Robert Ludwig. Triumph Mike Levine (baixo e tecladO0, vocal), Gil Moore (bateria e vocal) e Rik Emmett (guitarra e vocal) vão se reunir para recordar o seu hard rock visceral. A turnê vai começar em abril no Canadá e vai se estender até junho, com uma apresentação em Boston, EUA. Rush O icônico grupo voltará aos palcos em meados deste ano. A dupla Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) e Alex Lifeson (guitarra) tomaram a decisão de reativar o Rush, depois de onze anos fora dos palcos. Para o difícil posto de substituto de Neal Peart, os caras resolveram chamar a alemã Anika Nilles, artista que de certo nome no mercado musical, visto que tocou com Jeff Beck em mais de cinquenta shows. Via: RockBizz

Viúva de Canisso conta que as brigas no Raimundos se intensificaram com o sucesso
Adriana Vilhena, também conhecida como Drica Vilhena, é a viúva de Canisso, baixista da banda Raimundos. Recentemente, ela, que acompanhou boa parte da carreira da banda, bateu um papo com os apresentadores Alexandre De Maio e Turco Loco, do canal 100segredopod, e contou como era a relação entre os músicos. “O problema de relacionamento dentro de bandas a gente ouve falar em todos lugares, e não foi diferente com o Raimundos”, disparou Drica. “Como psicóloga eu até gostaria de estar interagindo mais. Mas com o sucesso, as coisas ficam mais corridas, a agenda da semana às vezes não conseguia se resolver, e a estrada intensifica isso e aparecem os problemas”. “Dentro do Raimundos não foi diferente”, afirmou. “Fui em muitos shows, mas não fui em todos, e ouvi coisas que me surpreendia. O próprio Rodolfo [Abrantes – vocal] falou que teve problemas de relacionamento com o Digão, e ele mesmo já falou isso em podcasts”. Adriana ao ser questionada se houve algum episódio de agressão física, ela respondeu: “Houve um caso isolado. Isso aconteceu em 2019, em Santa Catarina, com outra formação da banda. Ele [Digão] me deu um soco? Não! Eu me meti na briga, mas ele entrou no camarim com tudo. Durante o show, Digão começou a tocar Faroeste Caboclo [da Legião Urbana], que é uma música longa. Canisso fez uma cara de [desânimo]. E como eles se conheciam há muito tempo, um olhar falava muita coisa. Digão saiu do palco e, depois de um tempo, o Canisso também. A gente estava no camarim e, de repente, ele entra e vem dar um soco no Canisso”. “Aquilo foi bizarro! Canisso me falou depois que nunca esperaria isso do Digão! Eles tiveram outras brigas, mas que até acabavam em risadas. Só que essa foi diferente”, finalizou Vilhena. Via: RockBizz

Dave Mustaine (Megadeth) reflete sobre a morte de lendas do metal como Ozzy, Dio e Lemmy
Em nova entrevista à revista Metal Hammer, Dave Mustaine (Megadeth) refletiu sobre a perda de lendas do metal como Ozzy Osbourne (Black Sabbath), Ronnie James Dio (Black Sabbath, Rainbow e mais) e Lemmy Kilmister (Motörhead). O artista, que é um ícone do thrash metal, ressaltou que eles fizeram o trabalho de guia na cena roqueira. Além disso, Mustaine declarou que ainda é difícil entender a vida sem a presença física deles. “Todos os nossos veteranos cumpriram os seus papeis como modelos”, afirmou Dave. “Algumas das pessoas que perdemos me afetaram muito. Lemmy, Dio Ozzy. Você ouve falar deles e meio que não acredita que eles estejam mortos. Mas é assim que o mundo está agora”. Conversando com a Guitar World, Dave falou sobre a morte de Ace Fehley, um dos criadores do KISS. “Você vê que Ace Frehley faleceu e como isso é triste. Sempre que coisas assim acontecem, me sinto um privilegiado por ainda estar vivo. Mas, por outro lado, penso: ‘Droga! Poderia ter sido eu’, mas, pela graça de Deus, não foi”. O próximo full length do Megadeth, que será homônimo à banda, sairá no dia 13 de janeiro de 2026 pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. Além disso, o trabalho contará com a produção de Chris Rakestraw, profissional que assinou os discos Dystopia e The Sick, the Dying… and the Dead. Track listing de Megadeth: 01. Tipping Point02. I Don’t Care03. Hey, God?!04. Let There Be Shred05. Puppet Parade06. Another Bad Day07. Made To Kill08. Obey The Call09. I Am War10. The Last Note11. Ride The Lightning (bônus) Via: RockBizz

Metallica lança versão remixada de Freeze ‘Em All – Live In Antarctica e documentário sobre o show
Já se passaram mais de 12 anos desde que o Metallica fez história ao tocar na Antarctica. Os caras tocaram para cerca de cem fãs com fones de ouvido, pinguins e muito gelo na estação científica Carlini. Sem som saindo das caixas de som para não perturbar o ambiente, o Metallica incendiou o heliponto com o repertório silencioso mais pesado do planeta. Caso você tenha perdido a estreia no Maximum Metallica no mês passado, agora você pode ouvir ou baixar Freeze ‘Em All – Live in Antarctica, remixado pela equipe de áudio da banda no aplicativo Nugs ou em nugs.net e LiveMetallica.com. Além disso, o cineasta Adam Dubin compartilhou os bastidores dessa experiência única em um curta-metragem de 20 minutos. Assista: Neste outro tocador você pode curtir um pouco de como foi espetáculo do Metallica na terra congelada com a performance de Creeping Death. Track listing de Freeze ‘Em All – Live in Antarctica: Creeping Death”“For Whom The Bell Tolls”“Sad But True”“(Welcome Home) Sanitarium”“Master Of Puppets”“One”“Blackened”– Guitar Doodle –“Nothing Else Matters”“Enter Sandman”“Seek & Destroy” Via: RockBizz

Ricardo Confessori usou as redes sociais do Shaman para agredir e xingar fã, segundo irmãos Mariutti
Em 2006, o Shaman encerrou as atividades com a sua formação original, a qual consistia em Andre Matos (vocal), Luís Mariutti (baixo), Hugo Mariutti (guitarra) e Ricardo Confessori (bateria). Entre os anos de 2007 e 2013, o grupo ainda tentou vingar na cena musical com outra formação, no entanto, não conseguiu lograr êxito e fechou as portas. Em 2018, porém, o Shaman voltou aos palcos com a sua formação clássica para alguns shows que foram bem-sucedidos. Com o passar do tempo, as apresentações ganharam contornos especiais, pois foram os últimos espetáculos da carreira de Andre Matos, que morreu em 08 de junho de 2019, aos 47 anos. Pouco tempo depois da morte de Andre, o Shaman resolveu seguir carreira com o vocalista Alírio Netto. A união do cantor e o grupo rendeu o álbum Rescue (2021) e alguns shows para sua promoção. Entretanto, em janeiro de 2023, o conjunto emitiu uma nota comunicando que estava encerrando as atividades. No corte do Tomando Uma, do canal Futeboteco, Luis e Hugo Mariutti falaram brevemente sobre o fim das atividades da banda. “O jeito que o Shaman acabou foi uma coisa inesperada”, começou o guitarrista. “As pessoas falam que foi por divergência política. A gente sempre soube da posição de cada um e a gente sempre respeitou. Eu e o Luis nunca discutimos, apesar de sermos totalmente oposto do que ele [Ricardo Confessori] pensa. A gente sempre respeitou! Só que rolou agressão contra fã”, lamentou Hugo. Luis continuou: “Eu já estava me sentindo cansado, e eu sempre deu uma moral para o Ricardo. E ele não ter avisado que fez merda, que usou o Instagram da banda para xingar… Ele bloqueou fã no Instagram”. “Aí, nesse dia, achei melhor deixar o Shaman descansar, porque estava uma pressão muito grande em cima”, acrescentou o baixista. Confira a explicação completa de Luis e Hugo Mariutti no tocador abaixo: Via: RockBizz

Eu quero minha MTV: fã cria aplicativo para reviver os tempos de glória do canal
Em agosto de 1981, quando iniciou os seus trabalhos, a MTV chegou no mercado com os dois pés na porta com uma programação recheada de música, autenticidade, energia e vontade de mostrar conteúdos diferentes em relação aos concorrentes. O slogan “Eu quero minha MTV” mostrava a proximidade e a relação que os telespectadores, que logo se tornaram fãs, tinham com o canal. Infelizmente, a emissora não soube ler e conviver com a nova dinâmica de mercado, o que a fez perder espaço e relevância. O fim chegou em 2025, mas para um programador, que atende pelo pseudônimo de Flexasaurus Rex, o canal jamais morrerá. Ele criou o aplicativo MTV Rewind que permite que os fãs possam reviver os tempos de glória da emissora. MTV Rewind Atualmente hospedado em https://wantmymtv.xyz, o aplicativo oferece aos usuários um enorme acervo com diversos canais de vídeo que abrangem décadas de música. No momento, existem nove canais: MTV 1st Day, MTV 70s, MTV 80s, MTV 90s, MTV 2000s, MTV 2010s, MTV 2020s, Yo! MTV Raps e Headbangers Ball. Há também a opção de reprodução aleatória, ou seja, mistura as atrações para que os fãs sejam surpreendidos com os clipes. O site, que tem um acervo de mais de vinte e sete mil vídeos, não tem conexão alguma com a oficial MTV e as empresas Viacom ou Paramount Global. Todos os videoclipes tiveram origem do YouTube. No entanto, os logotipos são marcas registradas de seus respectivos proprietários. Com isso, há uma grande chance do site sofrer algum tipo de sanção e processo pelos detentores das firmas e marcas. Enquanto isso não acontece, o MTV Rewind está de pé recordando a era de ouro do videoclipe e da cultura pop. Via: RockBizz

Ozzy Osbourne: exposição Working Class Hero vai se estender até setembro devido à grande procura do público
Há alguns meses está rolando no Museu e Galeria de Arte de Birmingham a exposição Working Class Hero, que é um mergulho na vida pessoal, profissional e artística do primeiro frontman do heavy metal, o saudoso Ozzy Osbourne. A boa nova é que a exposição Working Class Hero vai se estender até setembro devido à grande procura do público. Portanto, quem ainda não conferiu o evento poderá se organizar para curtir a homenagem ao Madman. Prêmios como Grammy Awards, Rock And Roll Hall Of Fame, MTV Awards, Hollywood Walk Of Fame e Birmingham Walk Of Stars estão expostos na galeria. Sobre Working Class Hero, a empresária Sharon Osbourne disse: “Ozzy é a prova de que não importa de onde você começa na vida. Com paixão, garra e um pouco de loucura, você pode alcançar o extraordinário. Esta exposição é um agradecimento aos fãs e à cidade de Birmingham, que é o lugar onde tudo começou. Estamos muito orgulhosos de trazê-la para casa”. O canal Metal Pilgrim fez um passeio completo na exibição e compartilhou alguns momentos em seu canal oficial no YouTube. No tocador abaixo, conheça a exposição Working Class Hero que é em homenagem a Ozzy Osbourne: No dia 22 de julho, as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, o eterno frontman do Black Sabbath. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Via: RockBizz

David Gilmour rasga elogios a Eddie Van Halen: “Gostaria de tocar como ele”
O saudoso Eddie Van Halen surgiu na cena musical no finalzinho dos anos 70, combinando atitude com técnica apurada e revitalizando a guitarra para a era moderna. O músico foi divisor de águas ao popularizar recursos como tapping. Quem viu a entrada e a presença de Eddie com bons olhos foi o veterano David Gilmour, do Pink Floyd. Mesmo com uma voz musical própria, ele não escondeu a sua admiração pelo guitarrista holandês. Em 1985, durante entrevista à revista Guitar Classics, Gilmour elogiou o trabalho de Eddie e disse que gostaria de tocar como o astro de Eruption. “Não consigo tocar como Eddie Van Halen, mas gostaria muito. Tentei reproduzir algumas dessas ideias, mas não consegui. Não sei se algum dia conseguirei dominar tudo isso”. Décadas depois, em 2009, David voltou a elogiar o trabalho de Van Halen, durante bate-papo com a revista Guitar Player. “Eu o encontrei algumas vezes. Ele sempre pareceu ser um cara muito legal. Devo confessar que não ouço muito Van Halen, mas Eddie é fantástico. Seus momentos de pura alegria, desenfreada e pura execução, como na música do Michael Jackson, dão vontade de pular e dançar. Ele foi uma grande influência para muita gente, não foi? Ele mudou a música rock. Eddie fez com que muitos guitarristas medianos pensassem que eram muito melhores do que realmente eram”. Via: RockBizz

Guitarrista do Marilyn Manson, Tyler Bates, deixa a banda e divulga comunicado
O guitarrista do Marilyn Manson, Tyler Bates, deixou a banda e divulgou um comunicado explicando sua decisão. No texto, Bates disse que está se afastando para se concentrar em seus outros projetos profissionais e deseja a Manson e ao resto da banda tudo de bom daqui para frente. O músico também confirmou o lançamento do próximo álbum de Manson, Chapter 2, que será a continuação de One Assassination Under God – Chapter 1, de 2024. “Olá, pessoal. Todo Ano Novo nos leva a refletir sobre tudo o que aconteceu e o que está por vir. Diante disso, decidi encerrar minha participação nas turnês do Marilyn Manson para me concentrar em meus projetos artísticos, cinematográficos e televisivos”, ele escreveu em suas redes sociais. “Aproveitei cada minuto trabalhando e me apresentando com meus companheiros de banda, Gil Sharone, Reba Meyers e Matt (Piggy D) Montgomery. Eles são pessoas incríveis dentro e fora do palco. Sentirei falta de me apresentar com eles para o público incrível que encontramos ao redor do planeta em apoio a One Assassination Under God: Chapter One. Estou me afastando, mas continuarei apoiando ativamente o lançamento de Chapter Two, meu quarto álbum com Manson, que acredito ser nosso melhor trabalho juntos. Desejo a M, à banda e à equipe muito sucesso e bons momentos daqui para frente”, completou. Bates, que também é conhecido por seu trabalho como compositor para cinema, TV e videogames, começou a trabalhar com Manson em 2014 e tocou em sua banda ao vivo desde então. Ele trabalhou em quatro álbuns do vocalista: The Pale Emperor (2015), Heaven Upside Down (2017), One Assassination Under God – Chapter 1 (2024) e o próximo álbum, Chapter 2. O único álbum de Manson em que Bates não contribuiu desde que entrou na banda é We Are Chaos, de 2020. Via: RockBizz

Clemente Nascimento (Inocentes) recebe alta médica após passar por cirurgia cardíaca de emergência
Notícia boa para animar o começo do ano! Clemente Nascimento (Inocentes) recebeu alta médica após passar por cirurgia cardíaca de emergência. A informação foi confirmada pelas redes sociais do artista. A nota comunicou o seguinte: “Informamos que dia 05 de janeiro Clemente recebeu alta da Santa Casa da Campo Grande. Ele ainda se encontra na cidade para acompanhamento nos próximos dias, mas já está fora de risco e se sentindo bem para completar sua recuperação. Aproveitamos para agradecer a equipe médica do hospital, que não mediu esforços para que a cirurgia e pós operatório fossem bem sucedidos, a produtora e sua equipe pelo suporte e apoio em todas as etapas desse processo e a todos que mandaram boas energias e torceram pela recuperação, foram fundamentais”. No dia 12 de dezembro de 2025, o artista, que tem 62 anos, passou por uma cirurgia cardíaca de emergência na Santa Casa de Campo Grande (MS), depois de passar mal na quinta-feira, 11, antes de uma apresentação. O músico é uma figura importante para a cena musical e cultural de nosso país. Além de frontman do Inocentes e tocar na Plebe Rude, ele trabalhou como diretor artístico no programa Musikaos, na TV Cultura, e apresentou programas na extinta MTV. O RockBizz estima a pronta e completa recuperação do músico para que ele volte aos palcos com a sua arte. Via: RockBizz

Repertório dos shows de reunião do Twisted Sister não terá surpresas, segundo Jay Jay French
Twisted Sister voltará aos palcos com três membros originais: Dee Snider (vocal), Jay Jay French (guitarra) e Eddie Ojeda (guitarra). O baixista Mark “The Animal” Mendoza não participará da celebração, com isso, Russell Pzütto, que excursionou com os projetos solo de Snider, substituirá Mendoza no baixo. Joe Franco, que tocou brevemente com o grupo em meados da década de 1980, ficará na bateria, substituindo A.J. Pero, que faleceu em 2015 aos 55 anos. Para os shows, o Twisted Sister não trará nenhuma novidade ao repertório, segundo informações de Jay Jay, em entrevista ao podcast Talking The Talk With Don. “Existem algumas músicas que gostaríamos de adicionar ao setlist, mas o problema é que quando você está fazendo um show de 60 ou 75 minutos, porque é para isso que você está contratado, você se encontra no mesmo dilema que qualquer outra banda que está junta há 50 anos e lançou milhões de álbuns. Esse dilema é o seguinte: você toca as 17 músicas que todo mundo quer ouvir ou substitui algumas delas por outras mais obscuras? Essa é sempre a grande questão. A minha resposta para essa pergunta é: se você está tocando para os fãs, você dá a eles exatamente o que eles querem”. French acrescentou: “Essa é a minha teoria. Se você está tocando para si mesmo, é diferente. Mas se você está realmente tocando para os fãs e entende que a maioria deles quer ouvir essas 17 músicas, você não vai mudar o repertório. Não tem como tirar músicas como Destroyer, You Can’t Stop Up Rock ‘N’ Roll, Tear It Loose e The Kids Are Back. Não dá! Mas temos em mente algumas músicas que não tocamos muito, vamos tentar e ver como soa”. O Twisted Sister vai começar a sua turnê de reunião no final de abril em São Paulo. Depois deste show, os caras irão marcar presença nos principais festivais de verão europeus como Graspop Festival, Tons Of Rock Festival, Copenhell e Sweden Rock. Via: RockBizz

Peter Criss (ex-KISS) diz que vencer o câncer foi um milagre
Peter Criss disse que sua vitória contra o câncer foi um milagre. O ex-baterista do KISS, de 80 anos, foi diagnosticado com câncer de mama em 2008, passou por tratamento e se recuperou completamente. Criss refletiu sobre esse período difícil de sua vida durante uma participação no podcast KissFAQ. “Eu tive câncer de mama há um tempo e orei. Sou uma pessoa muito religiosa, então orei muito, muito mesmo”, ele lembrou. “Eu ia à igreja provavelmente mais do que o pastor, e orei muito mesmo. E Deus me deu meu milagre. E eu senti, e não estou brincando, que realmente podia andar sobre as águas”, continuou. O músico, que lançou seu primeiro álbum solo em 18 anos no mês passado, revelou que escreveu sua nova música Walking On Water sobre sua jornada contra o câncer. “Vocês já assistiram ao filme Um Estranho no Ninho com Chauncey Gardiner?”, perguntou ele. “E no final ele anda sobre a água, e você percebe que ele é um anjo. Eu amo esse filme. E me senti assim”. “Senti como se pudesse andar sobre o oceano, e foi uma sensação incrível. Fiquei tão feliz por estar curado. Então, quis escrever uma música religiosa e quis escrever sobre a experiência que estava sentindo, porque sempre canto com o coração”, ele disse. E acrescentou: “Tudo vem do meu coração. E essa é uma das minhas músicas favoritas. Fico feliz que você tenha mencionado, porque Walking On Water é especial”. O baterista contou também que é muito engajado na luta contra o câncer. “Todo ano, em outubro [mês de conscientização sobre o câncer de mama], participo de uma campanha para arrecadar dinheiro para homens que lutam contra o câncer de mama”, finalizou. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

História e Iron Maiden: você sabe qual é a fonte de inspiração de The Trooper?
The Trooper está presente no quarto álbum do Iron Maiden, Piece of Mind, de 1983. O ritmo veloz, melodia para todo mundo cantar de maneira uníssona e a pleno pulmões e solos de guitarra virtuosos são algumas das características do som. A letra, em seus primeiros versos, deixa bem claro que aborda um conflito de guerra. Mas qual é a inspiração para o teor lírico da canção? Bem, o Maiden gosta de incorporar fatos históricos em sua arte, portanto, são das paginas do passado a fonte das ideias presentes na música. Steve Harris, líder e baixista do Iron, recorreu ao combate militar que levou o nome de Carga da Brigada Ligeira, que ocorreu durante a Batalha de Balaclava em 1854 como parte da Guerra da Crimeia, que aconteceu entre os anos de 1853 e 1856. O evento foi uma manobra desastrosa por parte dos britânicos, que lançaram um ataque frontal contra as forças russas. O erro, que levou ao abatimento de muitos soldados, tornou-se especialmente infame após inspirar o poema de Lord Tennyson, também intitulado A Carga da Brigada Ligeira, ainda naquele ano. Em 2019, falando com a Rolling Stone, Steve disse: “Eu cresci amando história! Era uma das minhas matérias favoritas na escola, então muito disso vem daí. E é simplesmente um fascínio pelas coisas horríveis que as pessoas são capazes de fazer umas às outras e pelas situações em que pessoas comuns se veem, situações que normalmente não teriam que enfrentar. Eu tenho muito respeito por qualquer pessoa que tenha que ir e fazer o que for preciso para proteger seu país”. O músico inglês, no entanto, teve a sensibilidade de relatar em sua letra o fato histórico com um personagem de ficção e sem tomar partido a favor ou contra o episódio. O videoclipe de The Trooper possui imagens do filme A Carga da Brigada Ligeira, de 1936, o qual relatou superficialmente os acontecimento de tal guerra. Veja: Pouco depois de Bruce Dickinson retornar à Donzela de Ferro em 1999, ele adicionou um toque teatral à performance ao vivo da canção, empunhando uma enorme bandeira do Reino Unido e vestindo um uniforme da Guerra da Crimeia. Em apresentações mais recentes até o mascote Eddie entrou na dança e passou aparecer no palco com o uniforme militar e manejando uma espada. Veja: Via: RockBizz

Dave Mustaine não convidará ex-membros para a turnê de despedida do Megadeth: “Já tocamos com muitas pessoas”
Dave Mustaine confirmou que não convidará ex-membros para se apresentarem com o Megadeth em sua turnê de despedida, dizendo que eles já tocaram com muitas pessoas. Os ícones do thrash metal anunciaram no ano passado que iriam encerrar as atividades, lançando seu último álbum em 2026 e partindo para sua última turnê. Ao explicar a decisão de acabar com a banda, Mustaine disse na época que percebeu como a maioria dos artistas “não consegue se aposentar no auge” e como ele sente que chegou a esse ponto, achou certo encerrar. Agora, Mustaine relembrou a rica história dos músicos que fizeram parte da formação da banda desde sua criação em 1983 e descartou as esperanças de que ex-membros subam ao palco na próxima turnê. Quando questionado na última edição da Guitar World sobre a possibilidade de convidar alguns ex-membros para o evento, o músico respondeu: “Já fizemos isso com o Marty [Friedman, ex-guitarrista que retornou para uma participação surpresa em 2023]… E, quer dizer, vamos olhar para as outras pessoas com quem tocamos, são muitas. Seria uma tarefa gigantesca”. E finalizou: “Não acho que eu queira fazer isso. Prefiro continuar fazendo o que estamos fazendo e deixar os fãs curtirem a música do Megadeth e se divertirem com isso. Não é um ‘show de marionetes do Megadeth’”. Via: RockBizz

Gene Simmons diz que Eddie Van Halen queria sair do Van Halen e entrar para o KISS
O baixista e cofundador do KISS, Gene Simmons, revelou um momento surpreendente da história do rock: Eddie Van Halen chegou a considerar deixar o Van Halen para se juntar ao KISS durante um período de tensão com o vocalista David Lee Roth. Segundo Simmons, a decisão nunca se concretizou porque ele convenceu o lendário guitarrista a permanecer em sua própria banda. Na época, o KISS estava gravando Creatures of the Night após a saída do guitarrista Ace Frehley. Eddie Van Halen, frustrado com Roth durante a era Diver Down, entrou em contato com Simmons sobre a possibilidade de se juntar à banda. Simmons relembrou o momento em uma entrevista recente ao MusicRadar: “Eddie me disse: ‘Roth está me enlouquecendo. Não aguento mais. Preciso sair. Sei que você está procurando um guitarrista solo. Você me quer na banda?’”. Apesar da tentadora proposta, Simmons aconselhou Eddie a permanecer no Van Halen. Ele argumentou que a banda foi construída em torno da guitarra de Eddie e que sua influência seria muito dominante no KISS. “Eu disse: ‘Eddie, uma banda é pior que um casamento’”, explicou Simmons. “‘Mas com o Van Halen, tudo começa e termina com você – tudo gira em torno da guitarra.’” Simmons comparou ainda o papel de Eddie ao de outros guitarristas lendários, enfatizando o quão central ele era para a identidade do Van Halen: “Não haveria espaço para Eddie no KISS”, disse Simmons. “Seria como colocar Jeff Beck ou Hendrix no AC/DC. Eddie teria dominado tudo.” Olhando para trás, Simmons acredita que fez a escolha certa. O Van Halen gravou 1984, seu último álbum com Roth, antes de iniciar a era Sammy Hagar, que trouxe ainda mais sucesso comercial. Via: RockBizz

Estudo aponta que homens tocam guitarra em bandas de metal extremo para impressionar outros homens
Quando a gente pensa que já viu e ouviu de tudo, a vida trata de nos surpreende com alguma novidade ou fato inusitado. A boa nova veio de um estudo de outubro de 2022, o qual teve divulgação pelo programa britânico QI – Quite Interesting. O estudo apontou que homens que tocam guitarra em bandas de metal extremo o fazem para impressionar outros homens. Nas redes sociais, a QI publicou: “Pesquisas mostram que homens heterossexuais que aprendem a tocar guitarra em estilos de metal extremo são motivados principalmente a impressionar outros homens heterossexuais”. Research shows that heterosexual men who learn to play extreme metal guitar are mostly motivated to do so in order to impress other heterosexual men. — Quite Interesting (@qikipedia) October 2, 2022 O estudo, que foi feito por Tara DeLecce, Farid Pazhoohi, Anna Szala e Todd K. Shackelford, saiu pela Psychnet. Embora todos os detalhes da pesquisa estejam restritos por paywall, o resumo do material revelou que 44 guitarristas heterossexuais participaram do estudo. O conteúdo informou: “Existem duas hipóteses principais concorrentes para a função da música: seleção sexual ou subproduto da complexidade do cérebro humano. Embora haja evidências de que tocar música aumenta a atratividade masculina, a explicação da seleção sexual pode não ser mutuamente exclusiva para todos os tipos de música. O metal extremo é um gênero fortemente influenciado pelo público masculino, não apenas entre os músicos que o tocam, mas também entre os fãs. Portanto, é improvável que os músicos de metal extremo estejam buscando, principalmente, aumentar suas chances de sucesso amoroso através da música. Contudo, os músicos desse gênero investem muito tempo no desenvolvimento de habilidades técnicas como destreza, coordenação e ritmo, o que levanta a questão do propósito por trás desse investimento considerável. Pode ser que os homens se dediquem a esse gênero principalmente para obter status: intimidar outros homens com suas habilidades técnicas e velocidade, conquistando assim prestígio social”. O estudo completou indicando o seu método de pesquisa: “Para explorar o raciocínio por trás do investimento em habilidades técnicas de guitarra, uma amostra de 44 guitarristas heterossexuais de metal foi recrutada e entrevistada sobre seus hábitos de prática, comportamento sexual e sentimentos de competitividade em relação ao mesmo sexo”. As descobertas do estudo foram as seguintes: “Os resultados da pesquisa indicaram que o tempo gasto tocando acordes previa o desejo por sexo casual com mulheres, enquanto a percepção da velocidade ao tocar previa positivamente a competitividade intrassexual, ou seja, o desejo de impressionar outros homens”. Portanto, de acordo com a pesquisa, o cara que curte tocar os arpejos, solos e riffs na velocidade da luz é para impressionar os parças. Mas ninguém precisa ficar bravo com as informações da pesquisa. Se você gosta de reunir os amigos para mostrar as suas técnicas mirabolantes nas seis cordas, vai com tudo. Via: RockBizz

“Heavy metal e hard rock unem as pessoas”, afirma Tobias Sammet (Avantasia)
Em uma entrevista recente ao canal Bate Cabeça, Tobias Sammet, líder do Avantasia, foi questionado se sempre foi sua intenção usar o projeto para unir músicos de diferentes nações, tendo anteriormente contado com vocalistas renomados como Jørn Lande, Michael Kiske, Bob Catley, Dee Snider, Klaus Meine e Sharon Den Adel, além de muitos outros da cena global do metal/rock. Ele respondeu: “Bem, certamente uniu pessoas da Finlândia, do Brasil, dos Estados Unidos, da Inglaterra e todas as pessoas que estão no palco comigo, na Noruega, na Dinamarca, na Itália e no Canadá. Agora, Tommy [Karevik, vocalista do Kamelot e atual vocalista de turnê do Avantasia], mora no Canadá”. “Não era para ser algo político”, explicou Tobias. “Em geral, o que eu quero dizer é que o heavy metal e o hard rock unem as pessoas, porque onde quer que você vá, você encontra pessoas como você, pessoas que compartilham os mesmos valores, pessoas que compartilham o mesmo amor pela música”. “Não importa se você cresceu na Austrália ou no Canadá, no Brasil, na Argentina, na Itália ou – sei lá onde – na África do Sul, todos nós concordamos que o álbum Turbo do Judas Priest é um ótimo álbum [risos] – e coisas assim”, continuou. Sammet acrescentou: “Além disso, minha abordagem não é dividir as pessoas nem espalhar negatividade. Quero espalhar positividade. Minha música é muito pessoal. Sempre foi uma música que fala do meu coração, como o azarão que sempre me senti quando criança, o garoto que sofria bullying ou o que quer que seja. E acho que falei em nome, sem querer, de outras pessoas que se sentem da mesma forma, que não se sentem muito à vontade no mundo convencional”. Confira a entrevista abaixo: Via: RockBizz

Alex Van Halen confirma novo álbum com Steve Lukather (Toto)
Alex Van Halen anunciou que começará a trabalhar em um novo álbum com o guitarrista do Toto, Steve Lukather. Em entrevista ao podcast Metal Sticks de Nicko McBrain, do Iron Maiden, o baterista e cofundador do Van Halen revelou: “Estou me preparando para gravar este disco com Lukather e mais algumas pessoas. Vai ser emocionante”. O Van Halen já colaborou com Steve Lukather em diversos projetos, incluindo Beat It, do Michael Jackson, no qual Lukather tocou o riff principal e o saudoso Eddie Van Halen tocou o solo. Essa notícia surpreendeu a todos, já que em março do ano passado, Lukather negou os rumores de que tocaria guitarra em um novo álbum do Van Halen. Na época, o jornal holandês De Telegraaf noticiou que Alex estava trabalhando em uma coletânea de gravações inacabadas do Van Halen, com a participação de Lukather no projeto. “Ed [Eddie Van Halen] e Steve Lukather eram bons amigos e frequentemente trabalhavam juntos. Não há ninguém que possa fazer esse processo comigo tão bem quanto ele”, disse o baterista. Lukather respondeu surpreso, dizendo: “Para registro: desde que Alex Van Halen disse que íamos trabalhar juntos, acho que há um grande mal-entendido. Eu nunca tocarei uma nota de guitarra em uma música do VH!” E acrescentou: “Al me pediu para ajudá-lo a passar por uma tonelada de gravações inacabadas que nunca viram a luz do dia. Até agora, é tudo o que tenho”. Detalhes sobre o novo projeto da dupla ainda não foram divulgados. Via: RockBizz

Dani Filth cutuca ex-membros do Cradle of Filth que estão lhe processando por roubo e extorsão
Em 2025, o inferno astral do Cradle of Filth em torno das demissões de Zoë M. Federoff e Marek “Ashok” Šmerda, que aconteceram na The Screaming of the Americas Tour, foi gigantesco. Para quem não lembra, o conjunto inglês e a sua administração sofreram acusações de roubo, extorsão e assédio moral por parte de Zoë e Marek. Aproveitando a carona dos lamentáveis acontecimentos outros ex-membros do Cradle of Filth se uniram no processo contra Dani Filth, empresas afiliadas à banda e a The Oracle Management. Em sua primeira mensagem de 2026, Dani Filth cutucou ex-membros do Cradle of Filth que estão lhe processando por roubo e extorsão. “Feliz Ano Novo! Hoje completo três anos sem álcool! Eu diria três anos sóbrio, mas isso implicaria que antes desses 1096 dias eu estava completamente bêbado o tempo todo, o que não era o caso. Mas, mesmo assim, três anos, por mais insignificantes que sejam no contexto geral, é uma grande conquista para mim. O ano de 2025 foi um ano de pura montanha-russa! Ele foi cheio de viagens internacionais, amor, criatividade, amigos, música e aventuras esplêndidas, ligeiramente prejudicadas por aqueles que tentaram, sem sucesso, descarrilar esse trem louco”. Dani completou: “Quanto ao que o Ano Novo reserva, há muita coisa boa pela frente, incluindo um novo álbum esplêndido e muitas turnês, mas não vou aborrecê-los com todos os detalhes aqui, já que é um dia de celebração. Desejo a todos um 2026 incrivelmente fantástico, pacífico e alegre”. O processo, aberto no estado do Arizona, EUA, em 30 de setembro de 2025 e emendado em 20 de novembro, tem como autores Federoff, Šmerda, o guitarrista Paul Allender, a ex-tecladista e vocalista Lindsay Matheson (Lindsay Schoolcraft), o ex-guitarrista Richard Shaw e Sasha Baxter, que apareceu em dois videoclipes da banda. O processo aponta crimes como uso comercial não autorizado da imagem dos demandantes, royalties não pagos por apresentações ao vivo e obras gravadas, uso indevido dos símbolos protegidos por direitos autorais de Matheson, declarações depreciativas sobre Federoff e Smerda, enriquecimento ilícito, etc. Além disso, os autores da ação buscam ampla reparação por conta de danos morais e materiais por perdas financeiras e sofrimento emocional, e o reembolso de todas as custas judiciais. Eles também solicitam um julgamento por júri. Os músicos, portanto, estão lutando pelos seus direitos na justiça. Já Dani Filth, que é o líder e o vocalista do grupo, jura que tem provas para se defender de todas incriminações. Via: RockBizz

Nasi deseja muito axé aos fãs e conta quais os planos para 2026
Virada do ano é o momento em que muitas pessoas usam para definir novas metas e dar um “reset” nas energia para conquistar tais objetivos. Para alguns se trata apenas de uma virada de data no calendário, no entanto, tem uma galera que já começa o novo período com muitos planos, o que é ótimo. O vocalista do Ira!, Nasi, está com muitos projetos para este ano. Pelas redes sociais, ele falou brevemente sobre o que está vindo por aí. O artista também enviou mensagem de boas entradas a todos os seus fãs e amigos. “O ano de 2026 tende a ser muito tenso, mas estou passando para desejar muita luz e sabedoria a todos nós”, começou o cantor. “Desejo caminhos bons na vida particular, na vida social, na vida cultural e na vida política”. Ele continuou: “Esse ano que está vindo vai finalmente sair o documentário Exu Universo, no qual trabalhei como produtor e roteirista e na trilha musical. Era para ter saído no final de 2025, mas resolvemos incluir novas cenas. Depois do carnaval ele deve sair em algumas salas de cinema e, provavelmente, no YouTube”. Nasi concluiu assim: “Eu tenho vários planos para 2026! Vai ter um livro escrito por mim. É um ensaio sobre política. O nome provavelmente vai ser “Eu Não Sou Uma Vitrine Linda”. Vou lançar também um EP com seis músicas. E o Ira! vai tocar na Europa e vamos tocar no Somos Rock o lado do Echo & the Bunnymen”. Já na legenda da postagem, o roqueiro escreveu: “HOJE É 2026! Pessoal, fiz um resumo neste vídeo, contando a vocês um pouco do que farei neste novo ano, que começou hoje. Muito axé, saúde, amor e paz a todos! Feliz Ano Novo”. Veja: Via: RockBizz