Resenhas

Guitarrista cego não conseguia afinar seu instrumento sem ajuda, agora tem o apoio de um afinador que vibra
Anthony Ferraro é um deficiente visual que se aventura no mundo da guitarra. Além dos problemas de seu dia a dia, o músico enfrentava o desafio de não conseguir afinar seu instrumento com equipamentos já presentes no mercado. Algum espírito de porco pode falar: “Ué, ele é cego e não surdo”. Bem, para uma afinação precisa e rápida, o auxílio de um equipamento é imprescindível, principalmente em shows ao vivo que há muito barulho dos fãs e dos colegas de banda. Para resolver o problema, Ferraro pediu ajuda em suas redes sociais, e não demorou para que uma resposta positiva surgisse no horizonte. “Muita gente comentou e eu participei de várias ligações, mas nada aconteceu”, disse Anthony em conversa com a Guitar World. No entanto, um gênio da programação digital do Canadá, Kieran Eglin, lhe enviou uma resposta para ajudá-lo em uma solução. Eglin criou o afinador cromático Donner DT-1, que é tátil e vibra quando a corda está afinada. “Kieran foi a única pessoa que realmente se dedicou a isso. Ele fez acontecer e criou um produto que mudou minha vida”, comemorou o guitarrista. “É incrível como vibra sob meu pé e consigo saber exatamente quando a minha guitarra está afinada sem precisar de ajuda. É literalmente um sonho realizado”, completou Ferraro. Via: RockBizz

Billy Corgan aponta ação da CIA como fator determinante para o declínio do rock nos anos 90
É impossível passar pelos universos do rock n’ roll e do heavy metal e não se deparar com muitas histórias interessantes e peculiares. O próprio sucesso do rock é em torno de uma fábula, que é o acordo com o Diabo em uma encruzilhada. Este tipo de lenda só faz aumentar as conspirações sobre a música pesada. E tem mais uma maquinação sobre o rock no radar. Billy Corgan, líder, vocalista e guitarrista do Smashing Pumpkins, apontou, durante episódio do podcast The Magnificent Others, ação da CIA como fator determinante para o declínio do rock nos anos 90. Em conversa com o apresentador Conrad Flynn, Billy disse: “O rock foi propositalmente relegado a segundo plano na cultura. E isso nos leva à questão do ‘mágico por trás da cortina’. Alguém vai dizer: ‘Bem, como você sabe quem era o mágico por trás da cortina’? Tudo o que sei é que vi a gravidade da situação mudar”. Corgan continuou: “Se você estava na MTV ou perto dela em 1997 ou 1998, eles decidiram, de repente, que o rock estava fora de moda, quando o rock ainda era muito, muito popular. Ele foi substituído pelo rap. Os seus padrões e práticas mudaram imediatamente, de modo que coisas que não eram permitidas passaram a ser permitidas”. “Havia pessoas brandindo e exibindo armas. Algumas pessoas afirmam que a CIA estava envolvida em tudo isso. Novamente, isso está além da minha alçada, mas eu vi acontecer. Eu testemunhei o ocorrido”, completou o músico. Apesar de não apresentar nenhuma prova sobre a tal ação da CIA contra o rock, sabemos que o nosso estilo musical favorito sempre foi uma pedra no sapato de muitas pessoas. Os motivos são muitos, mas passam por apontar os problemas sociais, empoderar os ouvintes e levantar o sarrafo artístico no mercado fonográfico. Via: RockBizz

Ringo Starr anuncia o novo álbum Long Long Road e libera a faixa It’s Been Too Long
Ringo Starr acaba de lançar a faixa It’s Been Too Long, apresentando os vocais sofisticados de Molly Tuttle e Sarah Jarosz. É o primeiro single de seu álbum Long Long Road, coescrito e produzido por T-Bone Burnett. O novo trabalho, aguardadíssima sequência de Look Up, vai trazer dez canções, incluindo colaborações com Billy Strings, Sheryl Crow e St Vincent. A versão física do álbum também está disponível em pré-venda na UMusic Store. “Sou abençoado por ter agora o T-Bone na minha vida, trabalhando comigo nestes discos”, contou Ringo. “Depois que fizemos o último álbum, que eu adoro ouvir, este simplesmente aconteceu. Gosto de dizer que, às vezes, faço as escolhas certas. Em qualquer momento você pode ir para a esquerda ou para a direita, e uma das escolhas certas foi me juntar ao T-Bone para Look Up, e agora para este aqui, que estou chamando de Long Long Road, porque tenho estado em uma longa, longa estrada”. Como o título e a própria trajetória de Ringo sugerem, Long Long Road tem raízes firmes no country e no conjunto de gêneros classificado como Americana. Mas evolui para algo mais amplo, criando um mosaico sonoro que reflete o legado musical e as influências de Starr, incluindo Carl Perkins. “Gravei duas músicas de Carl Perkins com os Beatles, e tanto o T-Bone quanto eu queríamos incluir uma neste álbum”, explicou Ringo. “E ele encontrou essa faixa linda que eu nunca tinha ouvido antes, I Don’t See Me In Your Eyes Anymore”. Gravado em Nashville e Los Angeles, o disco marca o retorno de muitos dos músicos de Look Up, incluindo a banda base (que T-Bone carinhosamente apelidou de The Texans, em referência ao grupo de 1959 com o qual Ringo tocava em Liverpool), formada por Paul Franklin, David Mansfield, Dennis Crouch, Daniel Tashian, Rory Hoffman, Patrick Warren e Colin Linden. “Sempre amei a minha vida inteira a forma como Ringo toca e canta,”, disse T-Bone. “Então, certa noite, estávamos juntos em um recital de poesia e ele me disse: ‘Por que você não escreve uma música para mim?’ Eu escrevi uma canção no estilo de Gene Autry, porque sempre enxerguei o Ringo como um artista texano – o jeito que ele toca sempre soou como música do Texas para mim. Ringo Starr é um artista de gravação do mais alto nível, e eu quis cercá-lo destes jovens mestres, trazendo essa energia extraordinária que vem emergindo em Nashville para estes dois álbuns”. A primeira colaboração da dupla, Look Up, lançada em 10 de janeiro de 2025, foi um sucesso estrondoso de público e crítica. Foi o primeiro álbum de country de Ringo em 50 anos e lhe rendeu sua estreia no Top 10 da parada Top Album Sales da Billboard (que reúne todos os gêneros), além de colocá-lo em diversas outras paradas da revista. No Reino Unido, o disco marcou um momento histórico em sua carreira ao conquistar seu primeiro álbum solo #1 no Official Country Chart. Em fevereiro de 2025, Starr fez sua estreia no Grand Ole Opry, após ser convidado por Emmylou Harris durante a primeira de suas duas apresentações no legendário Ryman Auditorium, em Nashville. O show foi gravado para um especial de duas horas, que está disponível na CBS/Paramount Plus. O álbum reúne 10 faixas – seis escritas ou coescritas por T-Bone Burnett, duas em parceria entre Ringo e Bruce Sugar, uma composta por Ringo Starr, Mark Hudson e Gary Burr, e uma de Bernie Benjamin e George David Weiss, originalmente gravada por Carl Perkins. REPERTÓRIO DE LONG LONG ROAD: LADO UM: 1. RETURNING WITHOUT TEARS2. BABY DON’T GO3. I DON’T SEE ME IN YOUR EYES ANYMORE4. IT’S BEEN TOO LONG5. WHY LADO DOIS: 1. YOU AND I (WAVE OF LOVE)2. MY BABY DON’T WANT NOTHING3. CHOOSE LOVE4. SHE’S GONE5. LONG LONG ROAD Via: RockBizz

Tragédia em escola serviu como fonte de inspiração para o maior hit do Pearl Jam
O ritmo contagiante, o refrão animado e a melodia chiclete meio que mascaram o teor lírico profundo e, de certa forma, triste, de Jeremy. Como bem lembrado pela revista Metal Hammer, na manhã de 08 de janeiro de 1991, Jeremy Wade Delle chegou atrasado à escola, perdendo a primeira aula do dia. Quando o jovem de 15 anos apareceu para a segunda aula de inglês na Richardson High School, em Dallas, Texas, a professora Fay Barnett pediu que ele fosse à secretaria da escola para pegar um comprovante de entrada. Em vez disso, Delle voltou para a sala de aula com uma arma, um revólver Magnum calibre .357. “Professora, consegui o que queria”, disse Delle a Barnett, caminhando até a frente da sala de aula. De frente para os colegas, o adolescente colocou o cano da arma na boca e puxou o gatilho. Apesar da imensa tragédia, o caso apareceu na mídia local como uma pequena nota, o que tocou o cantor do Pearl Jam, Eddie Vedder. Esse episódio também serviu como estopim para que Eddie lembrasse de um colega de escola que levou uma arma para o colégio e disparou em um aquário. Esses dois casos, especialmente o de Jeremy Wade Delle, se tornaram as bases para Jeremy, terceiro single do álbum Ten, debute do Pearl Jam, que saiu em agosto de 1991 pela Epic. A faixa versa sobre um jovem completamente negligenciado pela família, amigos e escola, ou seja, por todo o seu ciclo social. O bullying, que é algo lamentável e presente até os dias de hoje no ambiente escolar, é um dos fatores preponderantes para a atitude fatal do garoto. O vídeo da canção, que tem como protagonista Trevor Wilson, na época com doze anos, mostra a triste vida e história de Delle, bem como seu final trágico. Quando saiu pela primeira vez, o clipe sofreu censura da MTV, a sua versão sem cortes foi lançado somente em 2020, para marcar o Dia Nacional de Conscientização sobre a Violência Armada. Se você, algum familiar ou amigo precisar de ajuda, saiba que o CVV – Centro de Valorização da Vida é um serviço gratuito e disponível a toda população brasileira. Os horários de atendimento por telefone é 24 horas por dia e todos os dias. O telefone para a ajuda é 188. Via: RockBizz

Por que Sharon Osbourne está sendo processada por fotógrafo e qual prejuízo pode rolar à família de Ozzy
Durante o novo episódio do podcast The Osbournes, a viúva e o filho caçula de Ozzy Osbourne, Sharon e Jack, respectivamente, criticaram duramente o fotógrafo Neil Zlozower por um processo que ele moveu por causa de algumas fotos do roqueiro. É importante esclarecer que o processo foi aberto em fevereiro de 2025, portanto, época em que o Madman ainda estava vivo. De acordo com a Billboard, várias fotos de Neil foram compartilhadas nas redes sociais sem a sua autorização e o devido pagamento pelo uso. Na ação, Zlozower argumenta que o Príncipe das Trevas se beneficiou desse vazamento, pois lucrou com as tais imagens. “O réu tem mais de 12 milhões de seguidores no [Facebook], mais de 6 milhões no [Instagram] e mais de 5 milhões no [X – antigo Twitter], sendo todas as redes monetizadas e que proporcionam benefícios financeiros significativos ao réu”. No podcast, Sharon disse: “Alguém da equipe do Ozzy postou uma foto dele no site dele por uns dois dias. E agora ele [Neil Zlozower] está nos processando em 50 mil dólares por termos usado a foto. Aparentemente, ele já fez isso com vários outros artistas também. Quero que Neil se foda! Foda-se você e seus 50 mil dólares”. Jack corrigiu a mãe pontuando que as fotos saíram nas redes sociais. Sharon não aliviou e completou: “Nem me lembro, mas esse filho da puta está nos processando por 50 mil dólares. Neil ganha a vida processando pessoas. Ele está mais velho agora, acho que não tira muitas fotos. Acho que ele não trabalha mais, mas está ganhando a vida”. Via: RockBizz

Evergrey lança o vídeo animado da nova música Architects Of A New Weave
O Evergrey lançou o vídeo animado da nova música Architects Of A New Weave. O som é a faixa-título do vindouro álbum, o décimo quinto registro de estúdio da carreira da banda sueca, que chegará ao mercado no dia 5 de junho pela Napalm Records. O frontman Tom Englund falou sobre a música: “Architects Of The New Weave é o primeiro single arrasador do nosso décimo quinto álbum de estúdio, Architects Of A New Weave. Bem, ele é o segundo ataque feroz, se você considerar nosso poderoso Oxygen como um sucesso à parte. Não tenho receio de afirmar que esta é uma música de metal excelente, fácil de cantar junto e simplesmente fantástica! Ela surgiu do riff matador de teclado do Rikard Zander, que transformamos em um hino curto, porém poderoso, som para bater cabeça”. Architects Of A New Weave teve produção de Tom S. Englund e Vikram Shankar, com a mixagem estelar de Adam “Nolly” Getgood. Track listing de Architects Of A New Weave: 01. Welcome To The Pattern02. The Shadow Self03. Architects Of The New Weave04. The World Is On Fire05. Heaven06. The Script07. Leaving The Emptiness08. Longing09. A Burning Flame10. Call Off Your Lions11. Chains Of Shame12. The Prophecy Via: RockBizz

Taylor Momsen (The Pretty Reckless) esbanja fofura ao agitar e pedir foto com o público em português
O público brasileiro tem muito respeito dos artistas e bandas estrangeiros que veem ao nosso país. É nítido o brilho nos olhos dos gringos ao sentir o nosso entusiasmo, animação e energia. Alguns desses músicos ficam só no protocolar “obrigado” ou “muito obrigado”. Porém, há uma galera que vai muito além ao tentar se comunicar com os fãs brasileiros! Eles se arriscam no português, que é um dos idiomas mais difíceis de falar de todo globo. A líder e vocalista do The Pretty Reckless, Taylor Momsen, por exemplo, que está no Brasil como banda de abertura do AC/DC, esbanjou fofura ao agitar e pedir foto com o público em português. “Obrigada, muito obrigada! Amamos todos vocês”, começou a simpática loira. “Tenho mais um favor para pedir a todos vocês. Podem levantar as mãos mais uma vez para uma foto? Na contagem de três, quero que vocês gritem o mais alto que puderem. Um, dois, três, gritem! Vamos, todo mundo”. “Muito obrigada, São Paulo! Nós somos The Pretty Reckless”, completou Taylor, antes de apresentar o último som da noite, Take Me Down. Confira: Depois do Brasil, AC/DC e The Pretty Reckless vão para o Chile, Argentina e México, completando a perna latino-americana da Power Up Tour. Via: RockBizz

Courtney Love dá a entender que haverá uma reunião do Hole com Melissa Auf der Maur
Em vídeo via sua conta oficial no Instagram, a cantora e guitarrista Courtney Love deu a entender que haverá uma reunião do Hole com Melissa Auf der Maur. No material audiovisual, que é ao som de Malibu, faixa de 1998, Melissa aparece com um vestido azul e dança em câmera lenta ao som do sucesso do Hole. Na legenda da publicação, Love escreveu: “Então, contamos para as crianças sobre a turnê”? A baixista entrou no clima de mistério e respondeu: “Tudo começa com o amor eterno”. A dupla retornou ao estúdio em 2024 e uniu forças ainda naquele ano, participando do cover de Song To The Siren, de Tim Buckley, feito pelo 070 Shake. A viúva de Kurt Coban disse aos fãs em Londres que voltaria com a banda “mais tarde”, embora ainda não tenha fornecido mais detalhes na época. A formação clássica do Hole – Courtney Love (vocal e guitarra), Eric Erlandson (guitarra), Melissa Auf der Maur (baixo) e Patty Schemel (bateria) – não toca junto desde 2002, quando fizeram sua última turnê, Beautiful Monsters Tour, com Marilyn Manson como co-headliner. A banda chegou a retomar a carreira entre 2009 e 2012, no entanto, foi com uma formação diferente, o que não causou tanta comoção nos fãs. Via: RockBizz

Paul McCartney reclama do lobby e revisionismo a favor de John Lennon após sua morte
Durante conversa com a revista Vanity Fair, Paul McCartney reclamou do lobby e revisionismo a favor de John Lennon após sua morte. O músico britânico citou Jan Wenner, fundador da Rolling Stone, e a viúva do Lennon, Yoko Ono, como agentes desse movimento. “Jan e eu tivemos um desentendimento que não me tornou amigo dele depois”, lembrou Paul. “Ele me perguntou: ‘Você apresentaria John Lennon no Rock & Roll Hall of Fame. Eu disse que sim, mas, depois de desligar o telefone, pensei: ‘E eu? Não fui homenageado e John será’”. McCartney continuou: “A questão sobre John Lennon e McCartney era que sempre fomos iguais. Mas, depois que John foi assassinado, ele simplesmente se tornou o mártir. Começou um revisionismo. E Yoko Ono ajudou nisso. Jan também teve um papel importante nisso”. Em tom bastante irônico, Paul completou: “John era tudo. Ele era tudo nos Beatles. Ele era a força motriz dos Beatles. Ele fez e criou tudo. Bem, eu era o cara que apenas reservava os estúdios”. Manter uma relação de trabalho no nível gigante como Paul McCartney e John Lennon, Mick Jagger e Keith Richards, Roger Daltrey e Pete Townshend, Ozzy Osbourne e Tony Iommi e tantos outros, é muito difícil. É como se equilibrar no fio da navalha, pois questões como ego, vaidade, dinheiro e fama entram na conta, e tudo pode ruir com a presença destas chagas morais. Via: RockBizz

Jacoby Shaddix (Papa Roach) fala como foi entregar sua vida a Deus: “Sou um crente de verdade”
Alguns músicos e artistas, quando a fama e o dinheiro chegam com tudo, atolam o pé nas festas, farras e abusos de toda sorte. Depois que esse modo de vida começa a cobrar a sua altíssima conta, algumas dessas pessoas resolvem mudar de caminho e, geralmente, se agarram em alguma doutrina e ou dogma religioso. E quem seguiu esse roteiro foi o cantor Jacoby Shaddix (Papa Roach). Em bate-papo com a apresentadora Alisa DeFord, do podcast Dumb Blonde, Jacoby falou como foi entregar sua vida a Deus. Ele enfatizou que é um crente de verdade. “A minha jornada de fé vem sendo uma luta”, disparou o roqueiro. “Tudo começou com a minha sobriedade. Comecei a frequentar reuniões e casas de recuperação e coisas do tipo. E eles diziam para eu encontrar Deus, ou um Deus que me compreendesse. Isso foi uma jornada que durou anos”. “E as duas coisas que eu nunca quis ser na minha vida eram sóbrio e cristão”, destacou. “Mas aqui estou eu agora, um seguidor e um cara sóbrio. Mas foi um caminho árduo para chegar até aqui, com muitas falhas e muitos questionamentos”. Shaddix continuou com seu relato: “Entregar minha vontade e vida a Deus, segui-Lo, depois voltar atrás e viver do meu jeito, e repetidamente me encontrar naquele buraco escuro e profundo, foi difícil. Quando finalmente larguei a bebida, foi como aquela oração de trincheira, em que eu só dizia: ‘Deus, você me ouve? Você consegue me ouvir? Eu preciso de uma mudança milagrosa. Preciso de algo além do que eu posso fazer’. Eu tentava controlar a mudança na minha vida, mas as paredes caíam. Eu era muito cético, mas quando vi a fé se manifestar diante de mim, alguém pregando e vivendo de acordo com o que pregava, e vi a transformação, tudo ganhou vida para mim. Fiquei menos receoso e me tornei um crente de verdade”. “Estou fazendo um estudo bíblico com um amigo, e isso está me surpreendendo porque estou começando a experimentar diferentes níveis de liberdade, de libertação do ego. E coisas que talvez eu antes considerasse aceitáveis na minha vida, agora não servem mais. Elas atrapalham o crescimento e relacionamentos. E quanto mais me livro dessas coisas, mais sinto que esse é o caminho, a senda. Eu já tentei o outro caminho, todo aquele estilo de vida rock n’ roll, e não deu certo”, concluiu o músico. Via: RockBizz

Músicos do Angra não precisam de uma reunião para ter dinheiro; todo mundo está bem de vida, segundo Edu Falaschi
O Angra vai se reunir com a formação de Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. Para quem não sabe ou não lembra, a formação da época se trata de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). A volta triunfal da segunda encarnação da banda será no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no domingo, dia 26 de abril de 2026. Em conversa com a revista Rolling Stone Brasil, Edu Falaschi comentou que a motivação para fazer a reunião com os antigos colegas de trabalho não é dinheiro. Ele, inclusive, ressaltou que todos os músicos do Angra estão bem, financeiramente. “O ser humano é complexo”, disse o cantor. “Costumo dizer que as pessoas não sabem o que querem. Vejo comentários de reportagens. Tinha uma reportagem de uma foto que tirei com o Rafa [Rafael Bittencourt]. Foi um momento legal e importante, mas tinha alguns comentários como: ‘O que o dinheiro não faz’ e ‘o que o cachê não faz’”. O artista prosseguiu defendendo a remuneração do grupo e destacando que o encontro não é com o foco na grana. “É óbvio que tem que ter cachê! A gente é headliner e ninguém aqui é ONG [Organização não Governamental], a gente trabalha como profissional da música, então vai ter obviamente dinheiro. Mas o bom é que ninguém do Angra precisa de uma reunião para ter dinheiro. Está todo mundo bem de vida! Todo mundo já está consolidado. Todo mundo já fez o pé-de-meia. Isso eu posso garantir. Não tem essa preocupação de dinheiro”. “Mas o que eu ia comentar é que o ser humano é engraçado! Muita gente falou que o Angra é só briga, que é a maior novela. Aí, depois que se reconcilia, falam que é por dinheiro. Escolhe o que você quer”, completou. Via: RockBizz

Deus do rock: Hellfest vai homenagear Ozzy Osbourne com uma estátua gigantesca
A empresária Sharon Osbourne e Andy Copping, promotor da Live Nation UK, estiveram presentes no MIDEM 2026, que aconteceu no Palais des Festivals, em Cannes, França. Se trata de um encontro dos principais nomes e players da indústria fonográfica. Durante o evento, Sharon confirmou que o Hellfest, que é atualmente um dos maiores festivais de metal do mundo, vai homenagear Ozzy Osbourne com uma estátua gigantesca. O Hellfest 2026 acontecerá entre os dias 18 a 21 de junho, na cidade de Clisson, França. Depois de mostrar a primeira imagem da estátua durante a entrevista, Sharon disse: “Lá está ele! Olhem para ele, um deus do rock. A estátua vai estrear no Hellfest, em 18 de junho. Toda a família estará lá para ver. É uma homenagem incrível. É maravilhoso! Só posso agradecer a Ben Barbaud [diretor do Hellfest]. Que Deus o abençoe. É uma obra de arte incrível”. Ozzy Vs problemas de saúde Nos últimos anos, Ozzy vinha travando uma batalha contra o Parkinson, doença que causa tremores, rigidez nas articulações, dores musculares, dificuldade de mobilidade, fala e escrita, entre outros obstáculos. Com o diagnóstico de Parkinson, o cantor chegou a afirmar que a doença o levou a um quadro de depressão, e os efeitos colaterais de seus vários medicamentos causaram perda de memória de curto prazo e constipação. Para piorar, o Madman sofreu uma queda em casa em 2019, o que deslocou as hastes de metal em seu pescoço e costas colocados após um grave acidente de quadriciclo em 2003. Com isso, passou por uma cirurgia para remediar os danos no eixo central do corpo. Tristemente, Ozzy Osbourne faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. A causa de sua morte foi um ataque cardíaco. Via: RockBizz

Sebastian Bach assumirá o vocal do Twisted Sister no lugar de Dee Snider
O Twisted Sister ia começar a sua turnê de reunião no final de abril em São Paulo, com um show no Bangers Open Air 2026. Depois desse show, os caras iriam marcar presença nos principais festivais de verão europeus como Graspop Festival, Tons Of Rock Festival, Copenhell e Sweden Rock. No entanto, a turnê de reunião do Twisted Sister, que seria em celebração aos seu cinquenta anos de carreira, caiu por terra devido problemas de saúde de Dee Snider. Mas não é só o futebol que é uma caixinha de surpresa, pois o rock n’ roll trabalha na mesma sintonia. A boa nova é que o ex-frontman do Skid Row, Sebastian Bach, assumirá o vocal do Twisted Sister no lugar de Dee Snider. A banda divulgou a novidade em suas redes sociais: “Os membros do Twisted Sister, Jay Jay French e Eddie Ojeda, têm o prazer de anunciar que o icônico vocalista e frontman Sebastian Bach estará à frente da banda em algumas datas selecionadas neste outono. Essas apresentações não afetam nem conflitam com a agenda de shows solo atual ou futura de Sebastian, que permanece totalmente intacta”. O futuro do Twisted Sister ainda está em aberto e terá a sua definição nas próximas semanas, mas há uma luz no final do túnel. O último show do grupo foi em 2023, apresentando três músicas durante a cerimônia de indução ao Metal Hall of Fame. Via: RockBizz

Todo mundo é gente fina e não existe inveja e briga no rock n’ roll, segundo Zakk Wylde
As relações humanas são complexas pois estão sujeitas a sentimentos como ego, vaidade, empatia, antipatia, medo, raiva, inveja, carinho, amor e por aí vai. Todo nós, em certa medida, temos estes e outros sentimentos. É um fato. As emoções nocivas, no entanto, temos que trabalhar para que sejam domadas e extintas. Isso é algo muito difícil, o que vai requerer muitas idas e vindas ao cosmo. E é claro que os artistas estão inseridos neste pacote de sensações. Alguns indivíduos conseguem lidar com relativa facilidade com os ímpetos ruins; outras pessoas, todavia, colocam tudo a perder com a vaidade, ego e afins. Mas, de acordo com Zakk Wylde (Pantera, Black Label Society, ex-Ozzy Osbourne), não existe inveja e briga no rock n’ roll. “Já toquei com todas as outras bandas. Todo mundo é gente boa”, afirmou Wylde em entrevista ao podcast Loudwire Nights. “Ninguém esquenta, entende o que eu quero dizer? Seria como uma pizza ficar com ciúmes de outra pizza. Algumas pessoas gostam de margherita, outras preferem pepperoni, outras gostam da pizza branca com ricota”, refletiu. Zakk completou sua reflexão usando a analogia de pizza: “Eu gosto da pizza da vovó, sou muito, muito fã da pizza da vovó. Aí tem a de alho e cogumelos. Então, qual é a melhor pizza? Todas são boas. É uma situação em que todos saem ganhando”. E por falar no Viking das seis cordas, o Black Label Society lançará seu novo álbum Engines Of Demolition no dia 27 de março pela MNRK Heavy. O sucessor de Doom Crew Inc., de 2021, terá quinze faixas, incluindo os singles Broken And Blind, The Gallows e Lord Humungus, e a música Ozzy’s Song, em homenagem ao saudoso Príncipe das Trevas, que faleceu em julho de 2025. Via: RockBizz

Life Burns Faster: Metallica adiciona mais seis shows à sua residência em Las Vegas
O Metallica aderiu à moda e anunciou residência na Las Vegas Sphere em 2026! O evento, que levará o nome de Life Burns Faster, terá diferentes repertórios em cada apresentação, seguindo o conceito No Repeat Weekends, que vigorou na M72 World Tour. A novidade é que o Metallica adicionou mais seis shows à sua residência em Las Vegas, devido à procura por ingressos. A pré-venda de ingressos para membros do fã-clube do Metallica para esses seis shows começará na quarta-feira, dia 04 de março, às 13h (horário do leste dos EUA) / 10h (horário do Pacífico). Para quem tem interesse em prestigiar o evento, é bom ficar esperto porque os tíquetes estão acabando rapidamente. A Las Vegas Sphere é uma arena esférica de música e entretenimento cujo objetivo é dar uma grande imersão ao público e nova experiência nas apresentações ao vivo. Várias bandas como U2, The Eagles, Phish e Dead & Company já participaram da festa. Via: RockBizz

David Draiman celebra ataque ao Irã, reza para Israel e esquece de ser solidário com as crianças mortas em escola
No último sábado, 28 de fevereiro, os Estados Unidos e o Israel fizeram um ataque em Minab, na parte sul do Irã, que acabou vitimando mais de 150 crianças em uma escola. Todas as crianças eram meninas. Ali Farhadi, porta-voz do Ministério da Educação iraniano, em entrevista ao jornal Irna, falou que foi um “ataque sionista desumano”. E que vem falando de forma incansável sobre o assunto é o vocalista do Disturbed, David Draiman. Em suas redes sociais, o rock star está celebrando o ataque ao Irã, rezando para Israel, mas esquecendo – de forma deliberada ou não – de ser solidário com as crianças mortas na escola. Em uma das postagens, David escreveu: “Rezando pela segurança de minha família em Israel. Rezando para o sucesso da missão e o retorno de nossas tropas em segurança. Rezando para o futuro do Oriente Médio e a liberdade do povo iraniano”. Em outras publicações o músico segue procurando discussões com quem é crítico às ações dos Estados Unidos e Israel como Jack White, ex-frontman do White Stripes. Além disso, Draiman faz o enaltecimento das forças militares dos EUA, no entanto, em nenhum momento, ele mostrou empatia às crianças mortas na escola, tampouco se mostrou solidários aos pais que ficaram sem as suas filhas. Tristemente, isso escancara, mais uma vez, a posição hipócrita, extremista e desumana de David Draiman. Ele dá a entender que a dor só existe quando é contra o seu povo e àqueles que lhe são caros. Quando a dor é contra àquele que considera inimigo, os ataques e bombardeios recebem o seu pronto e completo apoio. Via: RockBizz

Dave Mustaine volta a falar que o Metallica impediu seu crescimento artístico e que lutou contra tudo e todos
O vocalista, guitarrista e líder do Megadeth, Dave Mustaine, ainda se ressente com o pé na bunda que recebeu do Metallica. Isso aconteceu há mais de quarenta anos, no entanto, o músico até hoje não perde uma oportunidade de lamentar o episódio. Em uma nova entrevista ao LA Times, Dave Mustaine voltou a falar que o Metallica impediu seu crescimento artístico e que lutou contra tudo e todos. “Pense bem”, começou o ruivo. “Onde eu estaria agora se não tivesse uma das maiores bandas do mundo tentando me impedir de crescer? Eles não fazem mais isso, mas na maioria das vezes em que faziam, eu só conseguia balançar a cabeça em descrença”. Ele completou o tom choroso: “E não era só o Metallica, era todo mundo! Por muito tempo, era eu contra o mundo. Para mim era assim: ‘Se você não está comigo, está contra mim’”. Mustaine foi o guitarrista do Metallica entre 1982 e 1983, contribuindo com riffs e sons que saíram no debute Kill ‘Em All. No entanto, Dave ganhou uma justa devido ao alcoolismo, abuso de drogas e comportamento agressivo. Com o pé na bunda e o orgulho ferido, ele teve o ímpeto para criar o Megadeth. Porém, como sempre gosta de revisitar o assunto, parece que nunca se contentou com o sucesso de sua banda. Via: RockBizz

David Draiman (Disturbed) segue infernizando a vida das pessoas ao querer discutir sobre política
O frontman do Disturbed, David Draiman, 52 anos, vem perdendo o bom senso ao longo dos últimos tempos e ganhando mais holofote pelas polêmicas e brigas em que se mete do que pela música e show que faz. E ele ele se meteu em mais uma polêmica. A nova vítima do cantor foi Jack White, ex-vocalista do White Stripes. No último sábado, (28 de fevereiro), Donald Trump confirmou que o EUA fez grandes operações de combate no Irã. Isso acabou levando à morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei. Mas surgiram dúvidas sobre se o político republicano agiu em conformidade com a Constituição ao tomar medidas contra o Irã. Com isso, Jack White criticou as ações de Trump, o que deixou David Draiman bravo. Em sua conta oficial no X (antigo Twitter), ele disse que o povo iraniano merece sua liberdade e pediu para discutir sobre o assunto com o artista de Detroit. “Caro, Jack White! Independentemente da sua opinião sobre outras ações deste governo, a campanha para libertar o Irã não é algo com que você, ou qualquer outra pessoa, deva discordar. O povo iraniano merece sua liberdade. Digo isso com o maior respeito. Acho você um artista absolutamente brilhante. Eu adoraria ter a oportunidade de conversar com você, mas não debater, sobre isso, onde você preferir, em particular ou em público, como preferir. Convite aberto”. Dear #JackWhite , No matter what you may think of other things done by this administration, the campaign to #FreeIran isn’t something you, or anyone for that matter, should be taking issue with. The Iranian people deserve their freedom. I say this with the UTMOST respect. I… https://t.co/AkIpTXMUbo — David Draiman (@davidmdraiman) February 28, 2026 Em suas redes sociais, David Draiman, infelizmente, segue infernizando a vida das pessoas ao querer discutir sobre política. Por conta disso, ele vem se tornando persona non grata entre os músicos. Além disso, essa atitude também está respingando na carreira do Disturbed, o qual já teve show cancelado devido suas falas e posicionamentos políticos. Via: RockBizz

Don Dokken lembra que o Metallica massacrou o Dokken em turnê de 1988
O vocalista de hard rock Don Dokken concedeu uma entrevista ao canal Can You Get Me In e lembrou que o Metallica massacrou o Dokken em turnê de 1988. A tour, que aconteceu entre os dias 27 de maio daquele ano e 30 de julho, ainda teve a participação do Van Halen, Scorpions, Metallica e Kingdom Come. “O Metallica nos detonou. É difícil tocar com o Metallica. Eles são a maior banda do mundo agora. E eu me lembro que no Monsters Of Rock, eles iam tocar logo antes de nós, e eu pensei: ‘Nós não somos tão pesados quanto eles’. Nós tínhamos os mesmos empresários – Cliff Burnstein e Peter Mensch da Q Prime, eu disse: ‘Cliff, você pode colocá-los para tocar depois de nós? É meio difícil subir no palco e cantar In My Dreams depois do show do Metallica’. Eles nos massacraram”. Como a história nos conta, o Metallica, que já era uma banda grande em 1988, ficou gigantesca no começo dos anos 1990, com o lançamento do mega famoso Black Album. Em termos de vendas de discos, o Metallica se tornou a maior banda de metal do planeta a partir daquele ponto, vendendo mais de cento e cinquenta milhões de álbuns. Já o Dokken, que fincou bandeira no hard rock bem melódico, se tornou um nome importante para o estilo, no entanto, apesar de álbuns importantes como Breaking the Chains (1983), Tooth and Nail (1984), Under Lock and Key (1985) e Back for the Attack (1987), nunca alcançou o patamar de seus pares como Guns N’ Roses, Aerosmith, Whitesnake e Skid Row. Via: RockBizz

“Minhas raízes estão no metal e punk, na energia bruta e na urgência”, conta Iggor Cavalera
Iggor Cavalera possui mais de trinta anos de carreira, a qual rendeu dez discos de estúdio com o Sepultura e quatro álbuns com o Cavalera Conspiracy, que é um projeto ao lado do irmão, Max. Ele também assinou o nome em obras da Rita Lee, Titãs, Nailbomb e outros. Com isso, o músico brasileiro tem muita experiência no mercado musical e muita história para contar. Em conversa com o canal Polyend, Iggor falou sobre sua relação com a bateria e a sua evolução no instrumento. “Minha relação com a bateria continua evoluindo”, disse o mineiro. “Estou constantemente explorando novas ideias e perspectivas, o que mantém o instrumento empolgante e vivo para mim. Tudo começa com o ritmo. Antes da melodia, antes da harmonia, existe a pulsação. Tocar bateria vem de dentro. É físico, mas também emocional. Vem da alma. É algo profundamente instintivo e humano. É isso que me manteve conectado a ela todos esses anos”. Iggor encerrou tecendo alguns comentários sobre as suas bases na bateria: “As minhas raízes estão no metal e no punk, naquela energia bruta, naquela urgência, naquela honestidade quase confrontadora. Essa é a base que moldou tudo. Mas, com o tempo, passei a me interessar mais por espaço, textura, repetição e transe. A agressividade ainda está lá, mas se transformou. É menos sobre velocidade ou potência e mais sobre profundidade e intenção”. Via: RockBizz

Guitar Hero está de volta com Stage Tour e com foco no rock dos anos 90
Boa notícia para quem curte som pesado e vídeo game! O Guitar Hero está de volta com Stage Tour e com foco no rock dos anos 90. A RedOctane – o estúdio por trás do primeiro Guitar Hero – é quem está liderando e criando o projeto, que capturar todo o caos, a alegria e a diversão da era dos instrumentos de plástico. Stage Tour promete uma mistura de nostalgia e estilo moderno dos jogos: configurações de banda completa e recursos de serviço ao vivo que mantêm o jogo em constante evolução. Simon Ebejer, chefe da RedOctane, comentou: “Stage Tour é a nossa declaração de amor aos jogos de ritmo. Queremos que Stage Tour pareça familiar e autêntico, mas também inovador. Com novos instrumentos e sistemas de mapeamento complexos, estamos elevando o padrão do que acreditamos que um jogo de ritmo pode ser, ao mesmo tempo que atendemos àqueles que desejam simplesmente desfrutar de uma experiência casual e se divertir”. O jogo trará experiências na guitarra, baixo, bateria, vocal – além de teclado, mouse e controles padrão. O game terá um controle de guitarra com inspiração na Kramer, para uma experiência completa de jogo de ritmo. Também haverá guitarras da marca Gibson no jogo, uma referência à série original Guitar Hero. Via: RockBizz

Músico é um vendedor que precisa encarar sua carreira como uma empresa, segundo Felipe Andreoli (Angra)
Muitas pessoas, principalmente no Brasil, que estão se aventurando no mercado fonográfico ainda não se deram conta que a parte dos negócios é tão importante quanto o lado artístico. Infelizmente, por este e outros motivos, nós vemos bandas não galgando espaço na cena e até encerrando as atividades. Em conversa com o pessoal do Lado A Podcast, o baixista do Angra, Felipe Andreoli, teceu alguns comentários sobre o tema. Ele ainda pontuou que o músico é um vendedor que precisa encarar sua carreira como uma empresa. “É importante a paixão pela música, é fundamental, é o primeiro lugar”, começou Felipe. “Mas se você quer vender, porque essa é a palavra. Quando você grava um disco, quando você faz um show, você está vendendo disco, streaming e ingresso. Você virou um vendedor”. Ele continuou: “Se você virou um vendedor, você tem um produto. E se você tem um produto, você tem que encarar aquilo como uma empresa que vende esse produto, que faz o marketing, que faz a estratégia da empresa. E para fazer tudo isso é como qualquer mercado, você precisa entender o mercado e como ele é feito”. “E nada melhor do que conversar com quem chegou lá, ou entender de quem está nesse mercado”, chamou a atenção o artista brasileiro. “Infelizmente, o Brasil não é como outros países que tem aula de music business ou tem mentalidade de business. Aí, o cara fica muito focado na arte, mas não tem ideia do que tem por trás”. “Começa pela arte, mas, como tudo nesse mundo, existe uma linha de produção, marketing, venda, entrega e etc. A galera precisa ter essa noção. Mas a motivação inicial é a arte, é o prazer de tocar”, finalizou Andreoli. Via: RockBizz

“Música serve para dar esperança à garotada; o metal pode oferecer isso”, reflete Gloria Cavalera
As artes, especialmente a música, são catalisadores dos sentimentos em suas formas mais variadas como raiva, alegria, medo, angustia, exaltação e por aí vai. O heavy metal e o rock n’ roll são dois gêneros que estão no radar de quem gosta, precisa e se nutre de uma combustão maior das harmonias, melodias e ritmos. Com isso, o dia a dia dos fãs desses dois estilos tendem a ficar menos desafiadores – ou pelo menos com uma válvula de escape poderosa para liberar todo a energia densa dos problemas, por exemplo. Em conversa com a revista Metal Hammer, Gloria Cavalera, esposa do brasileiro Max Cavalera (Soulfly, Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura), falou brevemente sobre o poder da música, em especial do metal, para os jovens. “A música serve para dar esperança à garotada”, afirmou Gloria. “Alguns jovens não têm o entendimento de seus pais, então elas precisam de alguém, e eu acho que o metal pode oferecer isso”. Ela acrescentou exemplificando seu ponto de vista: “O Sepultura foi uma das primeiras bandas a fazer turnê na Rússia após a queda da União Soviética, logo depois do Moscow Peace Festival[1989]. O objetivo era dar aos jovens de lá a chance de se sentirem como a garotada dos Estados Unidos, ou seja, livres, em vez de apenas presenciarem a opressão”. Com mais de cinquenta anos nas costas o metal e o rock continuam dando muita alegria aos seus fãs que não pensam duas vezes em prestigiar os seus artistas. Seja no mainstream com o Metallica, Foo Fighters e Iron Maiden ou no underground com bandas como Gangrena Gasosa e Torture Squad, a música segue sendo um grande estimulante e aliada às nossas vidas. Via: RockBizz

Sebastian Bach conta como ainda consegue alcançar as notas altas aos 57 anos
Rock n’ roll é um estilo musical que demanda muito do corpo! O gênero musical meio que se assemelha aos esportes de alto rendimento, pois os músicos precisam estar com técnica, corpo e mente em dia para render o que precisar render no palco. Em entrevista à musicista e apresentadora Elizabeth Zharoff, do programa The Charismatic Voice, Sebastian Bach contou como ainda consegue alcançar as notas altas aos 57 anos. “Quando entrei para o Skid Row em 1987, Jon Bon Jovi estava ajudando a banda. Ele me indicou seu professor de canto particular, um homem chamado Don Lawrence”, lembrou Bach. “Ele nos fazia gravar nossas aulas em fita cassete”, observou o cantor. “Então, quando a digitalização surgiu em meados dos anos 90, a primeira coisa que fiz foi digitalizar todas as minhas aulas de canto, eu cantando com Don quando tinha 19, 20 anos”. “Depois, fiz uma compilação das melhores aulas de canto que realmente me ajudam a desenvolver a voz, os exercícios certos, e gravei uma fita de meia hora em 1994 que ainda uso para cantar todos os dias. E, na prática, estou mantendo minha voz como estava aos 19 anos. Estou fazendo exatamente a mesma aula”, comemorou o canadense. Sebastian ainda falou sobre os colegas de profissão como Axl Rose (Guns N’ Roses) que usam as mesmas técnicas vocais. “As pessoas me ouvem fazendo meu aquecimento vocal em shows e pedem uma cópia. O primeiro que me pediu foi o Axl Rose, do Guns N’ Roses. Ele faz aquecimento vocal comigo. Já faz uns 15 anos. A equipe dele me contou que ele faz isso às vezes duas ou três vezes por dia e eles conseguem me ouvir porque eu falo entre as escalas. Eles conseguem me ouvir falando e tudo mais”. Via: RockBizz