Resenhas

Raimundos quase acabou após tragédia fatal em Santos em 1997
No final de 1997, o Raimundos escolheu a cidade de Santos, o Clube de Regatas Santista, em específico, para iniciar a turnê de seu quarto álbum de estúdio, Lapadas do Povo. A performance do quarteto – Rodolfo Abrantes (vocal), Digão (guitarra), Canisso (baixo) e Fred Castro (bateria) – foi energética, como era de praxe, o que deixou os fãs super felizes. Todavia, a noite do dia 7 de novembro terminou em tragédia, que quase pôs fim na carreira do Raimundos. O local onde rolou a apresentação possuía quatro acessos para que o público entrasse e saísse. No entanto, no dia do show do Raimundos, havia apenas um acesso disponível para o grande fluxo de pessoas. A capacidade do ginásio comportava 2.600 pessoas, mas havia quase seis mil pagantes no evento, segundo apuração do Ministério Público. Com isso, havia mais do que o dobro de pessoas em relação a capacidade máxima do local. Depois do concerto, o público começou a deixar a casa de show pelo único acesso disponível, o que criou uma confusão. Para piorar a situação, nessa única saída havia fiação exposta, o que ocasionou choque em um jovem. Com a corrente elétrica no rapaz, as pessoas a sua volta também receberam a descarga elétrica. O pânico se instaurou, além disso, a pressão gerada pela multidão fez com que os corrimões da única passagem cedessem. Cerca de 300 jovens caíram de uma altura de cinco metros. Desses 300 fãs, oito perderam a vida asfixiados. Sete jovens faleceram na hora e um tempo depois no hospital. Na interessante série documental Andar na Pedra – A História do Raimundos, que está disponível via Globoplay, o saudoso baixista Canisso comentou que eles chegaram a cogitar parar de tocar, após a tragédia. Via: RockBizz

AC/DC reencontra o público argentino em noite insana no estádio do River Plate
Existem shows históricos que ficarão registrados em nossa memória para serem relembrados! E existem os espetáculos que ficam registrados em vídeos para nossa lembrança e ou para instigar a nossa vontade de prestigiá-los. Iron Maiden no Rock In Rio, Ozzy Osbourne em Budokan, Queen em Wembley, entre tantos outros. Um que certamente está nessa lista é o AC/DC – Live in River Plate. O show gravado em 2009 mostra um AC/DC enérgico em um estádio insano e com uma plateia incrível. Todo mundo que assistiu esse show ou algum trecho dele alguma vez certamente pensou: ‘Queria estar lá’. Bem, e em 2026, eu estive lá. Já contei aqui no RockBizz sobre a minha relação com o AC/DC, a banda da minha vida que tenho tatuada no braço e me acompanha desde que me conheço por gente. Realizei o sonho de ver a banda ao vivo em 2009, o que foi o auge até então. No entanto, com a Power Up Tour na América do Sul em 2026, eu não poderia deixar de realizar outro sonho: viver o AC/DC em River Plate. Como morador de Porto Alegre, o caminho para Buenos Aires é acessível e peguei meu carro para 15h de viagem rumo a capital argentina. Já tinha conhecido o norte argentino em uma viagem mais curta, mas a “capital portenha” foi uma visita inédita. Aproveitei o advento do show para uma final de semana conhecendo a cidade e seu povo. E o choque inicial é imediato. Poucas vezes vi uma cidade grande que fosse tão organizada e de fácil locomoção. As avenidas Libertador e 9 de Julho impressionam pela quantidade de pistas, assim como impressiona a dificuldade de estacionar pela cidade e isso se deve ao fato de quase não se ver motos pela capital. São muitos carros e muitas pessoas em um espaço limitado. A cidade é viva, não dorme, a sua população é encantadora e se vê um patriotismo cultural verdadeiro, não uma bandeira política disfarçada de nacionalismo. O show foi as vésperas do 24 de março, data histórica e lembrada pelo país no combate à ditadura militar e em todos os pontos da cidade se via referências a isso, assim como menções a sua seleção, atual campeã mundial, e prestes a iniciar outra copa do mundo. A comida é incrível, o “Dulce de leche” incomparável e a simpatia e receptividade dos argentinos vai contra todos os estereótipos que crescemos ouvindo, especialmente pela rivalidade no futebol. Conheci os principais pontos da cidade, o elitizado bairro de Puerto Madero; o Obelisco, ponto de encontro para comemorações e protestos, suas praças, museus e teatros. É uma cidade que respira – e respeita – a história. Fui nos estádios da cidade, os curiosos El Cilindro do Racing e Libertadores da América do Independiente, times rivais e que tem seus estádios lado a lado, a lendária e mística Bombonera e, claro, o Monumental de Nuñez, local do show do AC/DC. Passado o turismo, era chegada a hora de presenciar aquilo que me fez ir para o país! Era o dia de encontrar o AC/DC no mesmo local daquele histórico registro de 2009. De imediato, é impressionante o nível de organização da cidade como um todo. Os acessos ao estádio definidos, caminhos claros e tranquilos, policiamento e pessoas de apoio auxiliando no caminho. Meu acesso foi fácil de encontrar, chegando à fila do portão, outra surpresa: o público insano e maluco que vemos nos vídeos, são pessoas educadas e respeitosas, não havia nenhum “jeitinho brasileiro” tentando furar filas ou se aproveitar de alguma malandragem, mas um completo e total respeito a todos. Quando abertos os portões, não teve empurra-empurra ou ânimos acalorados! Foi uma completa tranquilidade até acessar os locais. Uma vez lá dentro, era hora de esperar até às 21h, quando o grupo subiria ao palco. Antes deles, a banda local Eruca Sativa fez um show curto mostrando um pouco do rock argentino e dando o primeiro aquecimento. O The Pretty Reckless repetiu aquilo que havíamos visto no Brasil, riffs pesados e um vocal forte e marcante. Mas foi na reta final desse show que tudo começou a mudar. A calma argentina terminava ali. Anos de energia acumulada esperando esse momento, horas de tranquilidade e descanso para libertar aquilo que estamos acostumados a ver e que me levou a estar nesse momento. Às 21h as luzes se apagaram e o telão se acendeu. A abertura começou com um carro em alta velocidade passando por estradas e cruza uma placa escrito Buenos Aires. Na sequência avistou o estádio do River Plate. O carro entrou e surgiu no telão a imagem dos fãs que tanto aguardaram esse encontro. Loucura e insanidade, o estádio tremeu e a plateia pulava e ia de um lado para o outro como um mar revolto em dia de ressaca. Com muitos gritos, cantos, a gente mal ouvia a banda. A Argentina deu o seu recado: os shows são diferentes neste país. A banda apresentou o setlist que vem tocando na atual tour, revisitando grandes clássicos da carreira e passando pelas fases de Bon Scott e de Brian Johnson. A dobradinha If You Want Blood (You Got it) e Back In Black fizeram o estádio tremer, a energia era tanta que as câmeras que captavam as imagens para o telão tremiam e a imagem ficava pulando junto com os fanáticos pela banda. Demon Fire foi a primeira de Power Up seguida de Shot Down In Flames, elas deram o respiro para vir uma das mais celebradas da noite e uma das mais famosas do grupo, Thunderstruck. Mais uma vez a reação é em alto nível. Cabe destacar que a banda estava tocando uma versão um pouco mais lenta, talvez pela limitação física de acompanhar os solos na velocidade original. Depois de Have A Drink On Me, o sino desceu ao palco e veio Hells Bells! Brian Johnson não se pendurou nele como antigamente, mas a sua presença e o ressoar do sino criaram o clima perfeito para a canção.
AC/DC reencontra o público argentino em noite insana no estádio do River Plate
Existem shows históricos que ficarão registrados em nossa memória para serem relembrados! E existem os espetáculos que ficam registrados em vídeos para nossa lembrança e ou para instigar a nossa vontade de prestigiá-los. Iron Maiden no Rock In Rio, Ozzy Osbourne em Budokan, Queen

Tocar com o Angra é como jogar com a camisa 10 da Seleção Brasileira, segundo Alírio Netto
O Angra demitiu o vocalista italiano Fabio Lione para contratar Alírio Netto, cantor que substituiu Andre Matos no Shaman. A estreia do catarinense no grupo será no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no domingo, dia 26 de abril de 2026. Em entrevista ao canal Porque! Metal, Netto falou sobre a expectativa de entrar em campo com o Angra. Ele, inclusive, ressaltou que tocar com o Angra é como jogar com a camisa 10 da Seleção Brasileira. “Claro que dá frio na barriga! É o Angra, né? É tipo você pegar a 9 ou a 10 da Seleção Brasileira! É como começar jogando na final da Copa do Mundo. Então, dá um frio na barriga, sim. Mas esse frio é importante, porque tem mantém alerta”. Alírio acrescentou: “Eu estou me preparando como sempre me preparo para qualquer trabalho, com muita seriedade. Sou um caro muito focado. Entendo que é um privilégio, mas também é uma grande responsabilidade. Eu prometo fazer o meu melhor, eu nunca vou pela metade”. “Estou disposto a viver essas músicas intensamente, porque o Angra merece isso. É uma banda que tem muita história para contar”, concluiu o novo funcionário do conjunto. Além do show no Bangers Open Air, o Angra tocará no Festival Porão do Rock e na cidade de São Paulo. Depois disso, os caras vão fazer uma turnê de celebração aos trinta anos de Holy Land, segundo registro de estúdio do grupo. Via: RockBizz

Dimmu Borgir anuncia novo álbum e libera o single Ulvgjeld & Blodsodel
Oito anos após o aclamado álbum Eonian, os titãs noruegueses do black metal sinfônico, Dimmu Borgir, retornam com uma nova e imponente obra: Grand Serpent Rising. Com lançamento previsto para 22 de maio pela Nuclear Blast Records, o álbum apresenta treze faixas punitivas e extraordinariamente diversas, que reafirmam o status da banda como uma das forças mais formidáveis da música extrema. Shagrath comenta: “Sinto verdadeiramente que nos superamos musicalmente neste álbum. Foi um processo longo e exigente, mas ver como tudo se encaixou torna o resultado incrivelmente gratificante. Grand Serpent Rising reflete cada era do Dimmu Borgir – este disco carrega ecos de cada capítulo do nosso legado. Acredito que nossos fãs reconhecerão isso e encontrarão algo que realmente ressoe com eles.” Até mesmo o peso do título do álbum carrega um significado profundo. “Ele se encaixa perfeitamente”, explica o guitarrista Silenoz. “O Dimmu Borgir é um leviatã em grande escala e estamos nos erguendo mais uma vez. Embora a serpente represente o mal para alguns, para nós ela simboliza algo diferente: renovação, crescimento, conhecimento e libertação. É o nosso ‘trocar de pele’. E não esqueçamos que fevereiro de 2026 marca o fim do Ano da Serpente, quase o mesmo momento em que este álbum foi finalizado.” Grand Serpent Rising foi gravado em Gotemburgo com o renomado produtor Fredrik Nordström, cujo histórico com a banda inclui marcos como Puritanical Euphoric Misanthropia e Death Cult Armageddon. A colaboração captura novamente a banda em sua forma mais expansiva e feroz, mesclando a grandiosidade orquestral com a intensidade implacável do black metal. Junto ao anúncio do álbum, a banda revela o vídeo cinematográfico da faixa Ulvgjeld & Blodsodel. Cantada em norueguês, a música é um épico avassalador enraizado em temas de herança e linhagem – a passagem de algo essencial de uma geração para a seguinte. Assista ao vídeo de Ulvgjeld & Blodsodel abaixo: Via: RockBizz

Bruce Springsteen admite que não liga de perder público por ser um artista político
Bruce Springsteen admitiu que as reações negativas fazem parte de ser um artista político. O The Boss sempre foi um compositor político, mas, com a presença de Donald Trump na presidência dos Estados Unidos, ele acentuou esta sua faceta artística. Em entrevista ao jornal Minnesota Star Tribune, ele refletiu sobre o assunto: “Eu não me preocupo com isso. Meu trabalho é muito simples: faço o que quero fazer, digo o que quero dizer e as pessoas podem dizer o que quiserem sobre isso. Essas são as regras do meu jogo. Para mim, está tudo bem”. O The Boss acrescentou: “Não me preocupo em perder essa parte do público. Eu sempre tive uma noção da posição que ocupamos culturalmente e continuo profundamente comprometido com essa ideia da banda. As reações negativas fazem parte do processo. Estou preparado para tudo isso”. Na mesma entrevista, ele também analisou o estado atual dos EUA sob o governo Trump: “Não me lembro de outro momento em que o país tenha sido tão criticamente desafiado e nossas ideias e valores fundamentais tão criticamente desafiados como agora”. “Bem, há muito em jogo em relação a quem somos, ao país que queremos ser e às pessoas que queremos ser. É um momento crítico, muito crítico”, concluiu o roqueiro em tom de preocupação. Bruce Springsteen iniciará uma longa turnê pelos Estados Unidos em 31 de março, na cidade de Minneapolis. O giro vai se estender até o final de maio, com o derradeiro show na capital do país, Washington. Via: RockBizz

AC/DC leva 200 mil fãs à loucura em três noites mágicas em São Paulo
O ano de 2026 trouxe de volta ao nosso país uma das maiores e mais importantes bandas de rock de todos os tempos. Passando pela quarta vez pelo Brasil, este ano a tour contou com mais shows. A última vez por aqui foi em 2009 em apresentação única, contudo, desta vez, o grupo veio para três espetáculos lotados com ingressos que evaporaram em poucas horas. A expectativa era grande e São Paulo foi tomada por fãs de todos os cantos no Brasil. Eu, sendo de Porto Alegre, cruzei o aeroporto de Congonhas em quatro dias diferentes para acompanhar os shows e pude constatar com meus próprios olhos a invasão que a cidade recebeu de fãs. Uma das bandas mais idolatradas da história do rock, o AC/DC enfrentou diversas situações desde 2009. A morte do guitarrista Malcolm Young, Brian Johnson ficando sem voz e mudanças no lineup da cozinha rolaram ao longo dos anos. Mas enquanto Angus Young e Brian Johnson estiverem no palco, sabemos o que esperar. Mesmo com idades avançadas e precisando de pausas a cada show para recuperação física, os caras prepararam um setlist bem ensaiado para a tour, mantendo um certo script no palco, o que pouco importa para quem está lá com a oportunidade de ver as verdadeiras lendas tocarem ao vivo os clássicos de mais de cinquenta anos de carreira. Já aos mais aficionados como eu, ver não era suficiente, precisava rever e rever. Como abertura, o The Pretty Reckless trouxe um rock com riffs pesados e algumas pontas de hardcore e metal. Com Taylor Momsen a sua frente, a ex-atriz surpreendeu bastante com uma voz afinadíssima e vocais rasgados que lembram o de Brody Dale do The Distillers. Com muita simpatia, ela interagiu com o público com falas em português, chamou as mulheres para acompanharem e deixou um gostinho de quero mais com faixas grudentas como Witches Burn, Make me Wanna Die e Take me Down. Às 21h finalmente o reencontro acontecia. O AC/DC pisava em um palco brasileiro pela quarta tour de sua história e para delírio do seu público. If You Want Blood (You Got It) abriu os trabalhos seguido do clássico Back In Black. Brian com seus 78 anos correndo e se esforçando para a plenos pulmões cantar cada linha. Angus com seus 70 anos parece que tem 30 novamente, correndo e pulando durante a festa rock. O tempo parece ter parado nesse momento. Stevie Young, o sobrinho de Angus e Malcolm, ocupa com muita responsabilidade o local deixado pelo tio, Malcolm. Com um repertório recheado de hits, o público não teve motivos para ficar parado. Canções como Thunderstruck, Highway to Hell, Dirty Deeds Done Dirt Cheap fizeram o Morumbis tremer. Seja na pista ou nas arquibancadas, a galera reagia mandando de volta para o palco a energia, retribuindo a dedicação dos músicos. Uma surpresa chegou com a presença de Jailbreak, eles não tocavam a canção ao vivo há décadas. Outro destaque foi o bom uso dos telões ao longo dos concertos, sendo temáticos a cada música e dando uma imersão maior ainda no show. Em Whole Lotta Rosie, lá estava a imparável Rosie. Em High Voltage, o telão estava carregado da energia e com seus choques. Para Thunderstruck eram trovões e para Highway to Hell muito fogo para esquentar ainda mais o clima de festa. Toda a produção foi pensada para que os fãs vivessem os shows da melhor forma. Em Let There Be Rock, Young deu o seu show particular. Quase 20 minutos de interação e de solo sem parar! Ele tem energia de causar inveja aos mais jovens que precisam encontrar disposição similar para não ficar para trás. O bis veio com a poderosa TNT, outra faixa que fez o estádio estremecer! O AC/DC finalizou as noites com a tradicional For Those About to Rock (We Salute You), com direito a muitos fogos de artificio. Foram três noites mágicas, históricas e que, muito provavelmente, marcaram a despedida oficial do grupo no Brasil. Com shows históricos no Rock In Rio de 85, turnês em 96 e em 2009, os shows de 2026 fecharam com chave de ouro a relação do AC/DC com os fãs brasileiros de todas as gerações. Via: RockBizz
AC/DC leva 200 mil fãs à loucura em três noites mágicas em São Paulo
O ano de 2026 trouxe de volta ao nosso país uma das maiores e mais importantes bandas de rock de todos os tempos. Passando pela quarta vez pelo Brasil, este ano a tour contou com mais shows. A última vez por aqui foi em 2009 em apresentação única, contudo, desta vez, o grupo veio

Roberto Barros se irrita e cobra crédito em fala sobre o álbum Vera Cruz, de Edu Falaschi
O guitarrista Roberto Barros usou as redes sociais para desabafar sobre algo que é recorrente na área criativa, que é a falta de crédito. O músico, em parceria com o cantor Edu Falaschi, criou os álbuns Vera Cruz (2021) e Eldorado (2023). É importante destacar que Roberto foi o braço-direito do vocalista ao longo de oito anos, o que é um tempo considerável. O estopim para a crítica de Barros foi uma entrevista do produtor Pablo Greg ao Starling Cast, que tem a apresentação do músico Mateus Starling. No bate-papo, Greg falou sobre o trabalho criativo de Edu em Vera Cruz e, em especial, na canção Land Ahoy, contudo, não citou o nome Roberto como coautor da obra. Em sua conta oficial no Instagram, o guitarrista fez uma espécie de react aos comentários de Pablo no podcast e ressaltou a falta de seu crédito. “Eu vejo as entrevistas e vejo que a galera não dá os créditos”, começou Roberto. “Tento entender o porquê disso! Você que está ouvindo este story, imagina como é difícil, pois fiquei um ano e meio compondo lá na casa do Edu. Eu pagava tudo do meu bolso para ir e para voltar e a minha comida”. Ele prosseguiu com seu desabafo: “Eu ficava lá trabalhando vinte dias por mês, dez horas por dia compondo as músicas para depois as pessoas não me citarem. Podia dizer que o Edu e o Roberto compuseram o Vera Cruz; Edu e Roberto compuseram Land Ahoy. Me dá os créditos, não custa. É muito feio. Eu fico muito chateado porque eu me dediquei demais para este disco”. O músico deixou bem claro que não se incomoda com o fato de outras pessoas falarem sobre os discos, desde que os créditos sejam dados corretamente. “Não tem problema nenhum falar do trabalho, mas tem que dar os créditos. Qualquer pessoa que for falar do disco, dá o crédito e fala que Roberto e o Edu compuseram o disco. Isso é a única coisa que ganhei deste disco e do outro [El Dorado], são os direitos intelectuais. Não é nem coisa de dinheiro”. “Eu só quero que fale quem compôs a música. Fale de quem deixou de ficar com a família durante um ano e meio se matando durante dez horas por dia. É justo citar a pessoa que fez, assim como eu cito todas pessoas que trabalharam no disco. Mas se vai falar sobre ele, dá a porra do crédito”, concluiu em tom firme Roberto Barros. Via: RockBizz

Max e Iggor Cavalera se recusaram a participar do derradeiro show do Sepultura, segundo Andreas Kisser
Infelizmente os irmãos Max e Iggor Cavalera se recusaram a participar do derradeiro show do Sepultura, segundo Andreas Kisser. Em nova entrevista à revista Metal Hammer o líder e guitarrista do grupo comentou que entrou em contato pessoalmente com Iggor e com os representantes da dupla. “Ainda estamos no meio dos preparativos, mas vai ser ótimo”, afirmou Kisser sobre o último show da banda, que ainda não tem sua data revelada. Andreas continuou: “Nós convidamos os irmãos Cavalera. Eu conversei pessoalmente com o Iggor por telefone alguns meses atrás e começamos a nos comunicar. Até nossos empresários foram falar com a equipe deles e tal. Mas eles não querem participar, e tudo bem. É uma escolha deles”. “Faria sentido ter uma comemoração no final para os fãs e para simplesmente nos divertirmos no palco. Poderia ser como foi no Roots, sabe? Apesar de toda a loucura que aconteceu, conseguimos fazer aquele álbum e terminar o que tínhamos que fazer”, acrescentou. Apesar da ausência de Max e Iggor, Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo), Derrick Green (vocal) e Greyson Nekrutman (bateria) vão subir no palco com alguns convidados para festejar os mais de quarenta anos da maior banda de metal do Brasil. A expectativa é que os caras apresentem os seus hits e pelo menos uma música de cada álbum da fase Derrick Green. Com o norte-americano, o grupo lançou os seguintes discos: Against (1998), Nation (2001), Roorback (2003), Dante XXI (2006), A-Lex (2009), Kairos (2011), The Mediator Between Head and Hands Must Be the Heart (2013), Machine Messiah (2017) e Quadra (2020). Green chegou para a difícil missão de substituir Max, um dos fundados da banda. Mesmo com as críticas dos fãs mais saudosistas, o quarteto vem se mantendo como uma das principais potências da música pesada mundial. Via: RockBizz

Integrantes do Raimundos explicam racha com os Titãs devido negócios e contrato
O Raimundos uniu a crueza do punk e hardcore com a cultura nordestina, e a química musical deu origem ao forrócore. O deboche e a simplicidade das letras em perfeita união com a energia dos riffs e da cozinha robusta como um trem era o caldo sonoro que saía do quarteto. Com isso, a Banguela Records, que foi um selo da Warner Music Brasil criado por integrantes da banda Titãs e pelo produtor Carlos Eduardo Miranda, logo teve interesse em assinar com os caras e lançar o debute. Raimundos, o álbum, saiu em abril de 1994 e rapidamente caiu no gosto do público, vendendo milhares de cópias. Mesmo assim, a grana que entrava pelas vendas de discos não ficava para a banda, ia para o selo independente cujo o objetivo era bancar novos nomes da cena musical. Na série documental Andar na Pedra – A História do Raimundos, o quarteto – Rodolfo Abrantes (vocal), Digão (guitarra), Canisso (baixo) e Fred Castro (bateria) – abordou o tema e explicou o mal-estar que rolou com os Titãs, quando a Warner incorporou o Raimundos ao seu cast principal e deixou a Banguela Records sem a sua galinha dos ovos de ouro. “A gente estourou com o primeiro disco”, lembrou Fred. “A gente vendeu igual ao principal artista da Warner na época, mas não havia previsão de gravar o segundo álbum”. Digão seguiu pontuando que o selo independente queria que a banda gravasse o segundo disco com um orçamento inferior do que o primeiro full length, mesmo vendendo muito bem no mercado e com os shows cada vez mais cheios. No longa, Paulo Junqueiro, ex-diretor artístico da Warner Music Brasil, comentou: “O Banguela trabalhava os artistas e a Warner dava o suporte. Mas tinha a cláusula de opção que a gravadora podia pegar a banda que quiser e na hora que quiser. O Titãs e o Miranda ficaram muito putos”. No entanto, não era uma retaliação, era apenas negócio e um ato previsto em contrato com os artistas da Warner na época. Com isso, a “gravadora mãe” ficou com o Raimundos e esvaziou o Banguela. Também no documentário, o vocalista ainda observou: “Foi natural porque a banda cresceu e o Banguela não comportava mais a banda”. Digão, atual líder da banda, acrescentou: “A gente sempre foi muito grato aos Titãs, mas a vida tem que seguir, a gente tem que olhar pra gente também. Não dá pra salvar todo mundo”. Via: RockBizz

Crashdïet anuncia shows no Brasil em janeiro de 2027
A produtora Dark Dimensions confirma o aguardado retorno dos suecos do Crashdïet ao Brasil para duas apresentações exclusivas em janeiro de 2027. Considerada uma das principais forças do hard/glam/sleaze rock contemporâneo, a banda desembarca no país para shows em São Paulo (30/01 – Vip Station) e Santo André (31/01 – Santo Rock Bar), prometendo noites carregadas de energia, nostalgia e atitude – marcas registradas de sua trajetória. Os ingressos já estão disponíveis e podem ser adquiridos pelo site da Ingresso Master. Formado em 2000, em Estocolmo, o Crashdïet rapidamente se destacou como um dos nomes mais relevantes da revitalização do estilo nos anos 2000, ao lado de Hardcore Superstar, Crazy Lixx, Reckless Love e Backyard Babies. Com uma sonoridade baseada em riffs diretos, refrões pegajosos e forte estética oitentista – inspirada por nomes como Guns N’ Roses, Kiss e Skid Row -, o grupo construiu uma base sólida de fãs ao redor do mundo. O álbum de estreia, Rest in Sleaze (2005), com o fundador e vocalista original Dave Lepard, permanece como um dos pilares do sleaze rock no século XXI, reunindo clássicos como Riot in Everyone e Breakin’ the Chainz. Após sua morte em 2006, a banda decidiu seguir em frente, mantendo vivo seu legado. Na sequência, The Unattractive Revolution (2007) apresentou H. Olliver Twisted, seguido por Simon Cruz em Generation Wild (2010) e The Savage Playground (2013), fase que ampliou significativamente o alcance comercial da banda. Já em Rust (2017) e Automaton (2019), com Gabriel Keyes, o grupo manteve consistência e reforçou sua identidade moderna sem abrir mão das raízes. Em 2026, a banda iniciou um novo ciclo criativo com os singles Satizfaction, Sick Enough For Me e o mais recente Loveblind, que antecipam o sétimo álbum de estúdio, Art of Chaos, com lançamento marcado para 08 de maio via Ninetone Records. O trabalho aposta em uma abordagem mais crua e direta, resgatando a essência sleaze que definiu os primeiros anos da banda. À frente dessa nova fase está John Elliot, anunciado em fevereiro de 2024 como o quinto vocalista da história do grupo. Art of Chaos marca seu primeiro álbum completo com a banda, consolidando uma nova identidade sonora e de palco. Segundo os integrantes, o disco reúne “as dez faixas mais sleaze que escrevemos em anos”. A relação com o Brasil segue como um dos pontos altos da trajetória do grupo. Esta será a quarta passagem do Crashdïet pelo país, reforçando a conexão com o público local. Atualmente, a formação conta com John Elliot (vocais), Martin Sweet (guitarra), Chris Young (baixo) e Michael Sweet (bateria), apresentando uma performance ao vivo intensa e renovada. Membro querido da banda, Peter London encontra-se atualmente afastado das atividades por motivos pessoais, tendo sido substituído por Chris Young durante o atual ciclo, incluindo as gravações do álbum Art of Chaos. Para fãs de hard rock, sleaze e glam, trata-se de uma rara oportunidade de conferir uma das bandas mais autênticas do gênero em plena forma. SERVIÇO: SÃO PAULOData: 30 de janeiro de 2027 (sábado)Local: Vip StationEndereço: R. Gibraltar, 346 – Santo Amaro, São Paulo – SP, 04755-070Realização: Dark DimensionsAssessoria: JZ PressAbertura das Portas: 17hInício do Evento: 20hIngressos em https://www.ingressomaster.com/setores/63/crashdiet-south-america-tour-2027 Classificação: 18 anosÉ obrigatório apresentação do documento de identidade SANTO ANDRÉData: 31 de janeiro de 2027 (domingo)Local: Santo Rock BarEndereço: Av. Firestone, 1340 – Casa Branca, Santo André – SP, 09115-390Realização: Dark DimensionsAssessoria: JZ PressAbertura das Portas: 17hInício do Evento: 20hIngressos em https://www.ingressomaster.com/setores/64/crashdiet-south-america-tour-2027 Classificação: 18 anosÉ obrigatório apresentação do documento de identidade Via: RockBizz

João Gordo responderá processo por porte de droga em tribunal de pequenas causas
Na semana passada, o vocalista do Ratos de Porão, João Gordo, foi preso Aeroporto Internacional Belo Horizonte/Confins antes de embarcar para São Paulo. O cantor estava portando uma grama de maconha. Apesar do perrengue e prejuízo financeiro, o artista não ficou detido e conseguiu embarcar para São Paulo, posteriormente. Mesmo assim, o artista, por meio de postagem em uma rede social, informou que responderá por um processo na justiça. “Vai rolar um tribunal de pequenas causas, uma pequena dor de cabeça e encheção de saco”, disse o cantor. Ele completou em tom seguro: “Quem está na chuva é para se molhar. É nois”. Cabe lembrar que em outra publicação Gordo debochou da detenção em aeroporto com uma arte provocativa de um rato sentado em pilha de dinheiro e em meio a crânios, armas e drogas. Na legenda do publicação, ele ainda escreveu: “Extra! João Gordo é detido com uma tonelada de nadaína no Aeroporto de Confins do Juda. Graças a bendita Lei Ruaneta foi liberado impune! Só Deus pode me julgar, disse o drogado esquerdalha portador de uma quantidade absurda de substâncias ilícitas, 1g de foda-se e 2g de pawnosewcu”. Via: RockBizz

João Gordinho conta como é a vida de roqueiro: “Você pode se ferrar e se dar bem”
Referência do punk, crossover e hardcore brasileiro, o Ratos de Porão está na ativa há mais de 40 anos colocando material novo no mercado e recordando a potência de álbuns como Crucificados pelo Sistema (1984), Descanse em Paz (1986) e Brasil (1989). Recentemente, o conjunto fez mais um giro pelo Brasil, que foi lado do D.R.I., e pela Argentina para celebrar as suas quatro décadas. Pelas redes sociais, o vocalista João Gordo falou brevemente como foi a turnê e ainda contou como é a vida de roqueiro. “Bom dia, rapaziada! João Gordinho está de volta depois de uma semana intensíssima e muito louca”, afirmou o cantor. “Vim do meu aniversário de 62 anos, fui para Argentina, fiz um show na Patagônia, fiz um show em Buenos Aires estrombado com o D.R.I., fiquei doente com febre e vomitando e ainda fui para o Rio, Curitiba, Belo Horizonte e São Paulo”, detalhou. Ele arrematou: “A aventura terminou com chave de bosta com eu quase me ferrando no Aeroporto de Confins. A vida do roqueiro é assim mesmo: você pode se ferrar e se dar bem. Mas eu estou inteiro, livre e lindo”. Na legenda da postagem, Gordo, com senso de humor peculiar, ainda escreveu: “Muito loco de disenteria”. Via: RockBizz

Gloria Cavalera conta que saiu de casa aos 16 anos para viver com os hippies
A empresária norte-americana Gloria Cavalera, esposa de Max Cavalera (Soulfly, Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura), é uma figura controversa para algumas pessoas na cena heavy metal, porque esteve no centro das polêmicas que desencadeou a saída do brasileiro do Sepultura. Mesmo assim, Gloria, que chegou a gerenciar o Sacred Reich e era uma figura presente no dia a dia e nos trabalhos da Roadrunner Records, colaborou em alguma medida para que o Sepultura entrasse nos trilhos profissionais do mercado fonográfico. Em nova postagem nas redes sociais, Gloria Cavalera contou que saiu de casa aos 16 anos para viver com os hippies, além disso, deixou no ar um quê de surpresa, afirmando que fará em breve um anúncio importante. “Eu saí de casa aos 16 anos para visitar o Colorado e encontrar os hippies. Levei comigo meus sonhos, visões e calças boca de sino! Nunca imaginei que minha jornada daria a volta ao mundo, mas eu tinha fé em mim mesma. Quarta-feira tenho um anúncio a fazer, pois mais um sonho está se tornando realidade”. Na sessão de comentários os internautas elogiaram a foto que compõe a publicação e ainda perguntaram se a surpresa se trata de um livro. Ela, no entanto, deixou o suspense no ar, já que não respondeu nenhum comentário. Caso seja realmente um livro sobre a sua vida no metal, o material será muito interessante de ler e curtir. Gloria tem mais de trinta anos de vivência na música pesada, então, o que não faltam são boas histórias para contar. Via: RockBizz

Eddie Trunk e Walcir Chalas serão hosts do Monsters of Rock 2026 em São Paulo
O Monsters of Rock confirma dois nomes de peso para comandar a sua nona edição: o renomado jornalista e apresentador norte-americano Eddie Trunk e o brasileiro Walcir Chalas serão os hosts do festival, que acontece no dia 04 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo. Reconhecido mundialmente como uma das maiores autoridades do rock e do heavy metal, Eddie Trunk é um dos mais respeitados nomes do jornalismo especializado em rock e heavy metal, com uma carreira consolidada no rádio e na televisão norte-americana. Trunk ficou amplamente conhecido como apresentador do programa That Metal Show, exibido pelo canal VH1 Classic, onde entrevistou alguns dos maiores artistas do gênero. No rádio, comandou atrações de grande alcance como o Trunk Nation, atualmente na SiriusXM, e o Friday Night Rocks, que se tornou referência entre os fãs. Ao longo de décadas, construiu uma reputação sólida por seu profundo conhecimento da cena, tornando-se uma voz influente e respeitada no universo do rock. Já Walcir Chalas é uma figura emblemática do rock nacional e fundador da lendária Woodstock Rock Store, loja fundada em 1978 no centro de São Paulo e ponto de encontro para gerações de fãs e músicos do heavy metal. Mais do que uma loja, a Woodstock se consolidou como um espaço fundamental para a difusão do rock e do metal no país, influenciando diretamente no surgimento de bandas e na formação de público ao longo de décadas. O Monsters of Rock 2026 contará com um dos lineups mais potentes da sua história, com diferentes gerações e alguns dos maiores nomes do rock mundial. As atrações confirmadas são Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme, Halestorm, Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler. Via: RockBizz

Francesca Tomasi diz que não quer arruinar a reputação de James Hetfield: “Ele faz isso muito bem sozinho”
A ex-mulher de James Hetfield, Francesca Tomasi, comentou recentemente as declarações dos fãs do Metallica sobre sua reação nada amistosa ao noivado do roqueiro com sua namorada, Adriana Gillett. Alguns internautas resolveram partir para cima de Francesca e um deles a chamou se ressentida e a acusou de querer arruinar a reputação de James. “Não estou aqui para arruinar a reputação dele”, respondeu Tomasi em sua defesa. “Ele faz isso muito bem sozinho”. Uma outra pessoa quis entrar no assunto afirmando que Hetfield teve um caso extraconjugal com a empregada que trabalhava na residência da família no Canadá. O internauta, que chegou a citar o suposto nome da funcionária da propriedade, Evelyn Shifflet, destacou que o tal caso amoroso rolou entre 2019 e 2023. A ex-esposa de James esclareceu o seguinte: “Nós nunca tivemos uma casa no Canadá, nem nunca tivemos uma empregada chamada Evelyn. Não quero mais comentar nessas publicações, mas isso me pareceu absurdo”. Desde que compartilhou a notícia do noivado com Adriana Gillett, a vida de James Hetfield vem se tornando um pesadelo com a quantidade imensa de comentários dos fãs e as postagens da ex-esposa. Como tudo passa na vida, o falatório eventualmente vai chegar ao fim e os internautas vão achar outro assunto para depositarem suas atenções e energias. Via: RockBizz

Stevie Young volta aos palcos com o AC/DC após hospitalização em Buenos Aires
O guitarrista Stevie Young voltou aos palcos com o AC/DC após hospitalização em Buenos Aires. O músico de 69 anos se apresentou no show de ontem, dia 23 de março, no Estádio Monumental, na capital argentina. A estadia do AC/DC na casa dos nossos hermanos, que é em promoção a Power Up Tour, vai continuar, pois os grupo australiano tem mais dois concertos adicionais por lá – dias 27 e 31 de março. Stevie Young substituiu seu tio Malcolm Young em 2014, três anos antes de sua morte, aos 64 anos, vítima de demência. Malcolm havia fundado a banda em 1973 em Sydney ao lado do seu irmão Angus. Depois das apresentações na Argentina, o AC/DC mostrará a força de seu rock n’ roll aos fãs do México. Após esses concertos, os caras vão tirar um tempo para recarregar as baterias e voltar ao batente em meados de julho com uma tour pelos Estados Unidos e Canadá. O giro vai se estender até o final de setembro, com o derradeiro show na cidade de Filadélfia, Pensilvânia, no dia 29. Via: RockBizz

João Gordo é preso em aeroporto com droga e fala para ninguém encher seu saco: “Vão cagar”
Ratos de Porão está em turnê pelo Brasil com o D.R.I. em celebração aos 40 anos de trajetória de ambas as bandas. Os grupos estão recebendo muitos elogios dos fãs por onde vem passando com a turnê. Mas rolou um episódio desagradável no Aeroporto Internacional Belo Horizonte/Confins. O cantor João Gordo foi preso com droga. Apesar do perrengue e prejuízo financeiro, o artista não ficou detido e conseguiu embarcar para São Paulo, posteriormente. O músico, por intermédio de story em sua conta oficial no Instagram, esclareceu o que rolou na capital mineira. “Galerinha, não aconteceu porra nenhuma! Fui preso com uma grama de maconha”, disparou o cantor. “Os gambés [policiais] foram até gente fina comigo. Mas é o maior prejuízo perder voo, cansado e com spray de merda – disenteria”. Gordo concluiu em tom firme: “Eu estou no bico do corvo, mas estou indo tocar com o D.R.I. e não encham o saco. Vão cagar”. É fato que a figura de João Gordo chama atenção e acaba sendo um alvo fácil para qualquer tipo de batida e ou repressão policial. E que fique a lição para não fazer turnê com nenhum tipo de substância proibida, porque a chance de atrair problemas e prejuízos é enorme. Via: RockBizz

Após segurança de Chappell Roan destratar filha de jogador do Flamengo, prefeito do Rio não quer saber da cantora no Todo Mundo no Rio
Mais um caso de truculência de segurança de artistas e celebridades ocorreu, e só aumentou a estatística de episódios lamentáveis deste perfil. Um segurança de Chappell Roan destratou a filha de 11 anos do jogador Jorginho Frello, do Flamengo, após a apresentação da diva no Lollapalooza Brasil. O atleta usou a sua conta no Instagram para falar sobre a situação desagradável que viveu com a sua família. “Minha filha acordou incrivelmente feliz. Ela até fez um cartaz porque estava muito feliz em ver a artista que ela admira, ou admirava. Ela só passou pela mesa da cantora, olhou para confirmar que era ela, sorriu e voltou para a mesa com a mãe. Não disse nada e nem pediu nada ao passar por Roan”. Porém, um membro grande da equipe de segurança de Roan se aproximou da mesa da família e se dirigiu de maneira extremamente agressiva para a esposa e filha do jogador. O brutamonte chamou a garotinha de desrespeitosa e ainda registrou queixa contra os brasileiros no hotel. “Minha filha ficou muito assustada e chorou bastante! Honestamente, eu não sei em que mundo passar por uma mesa e olhar pode ser considerado assédio”. Ele ainda pontuou que entende a importância de limites, mas que não era o caso, pois a menina não estava importunando ninguém. Como toda ação tem uma reação, o atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, que tomou posse em 20 de março de 2026 no lugar de Eduardo Paes, anunciou nas redes sociais que estava proibindo Chappel Roan de se apresentar na série de mega shows internacionais na cidade, que leva o nome de Todo Mundo no Rio. Via: RockBizz

Designer do logotipo do AC/DC lamenta que nunca conheceu a banda
Batendo um papo com o pessoal do Metal Mayhem ROC, Gerard Huerta, designer do logotipo do AC/DC, lamentou que nunca conheceu a banda. É importante mencionar que, além do mercado musical, o californiano atuou como criativo para marcas grandes como Pepsi e Nabisco. Além disso, ele prestou serviço para outros nomes da área de comunicação como Time, Money e People. “Eu nunca conheci nenhum dos grupos ou artistas”, lamentou Huerta. Além do AC/DC, Gerard fez trabalho para Boston, Blue Öyster Cult e Ted Nugent. “Na verdade, as bandas não se envolviam muito na capa porque eram artistas novos e o objetivo das gravadoras era vender o máximo de discos possível”, explicou. “Eu apenas recebia a ligação, conversava com o diretor de arte, voltava para a minha prancheta, fazia uns três esboços, um era escolhido e eu finalizava a arte”. O AC/DC lançou o álbum Let There Be Rock no dia 21 de março de 1977, mas foi a capa da versão internacional, que saiu em 25 de julho de 1977, que marcou a primeira aparição de seu icônico logotipo, cuja criação foi de Gerard Huerta. A foto ao vivo que estampa a capa foi tirada por Keith Morris no Kursaal Ballroom, em Southend, Essex, Reino Unido, em 19 de março de 1977. Via: RockBizz

Tommy Clufetos afirma que não começou a tocar bateria para se apresentar em boteco
Quando se inicia uma carreira em qualquer que seja o ramo de atividade, o ideal é ter domínio do assunto, foco, confiança, entre outros predicados para alcançar um bom resultado. E parece que foi assim que o baterista Tommy Clufetos encarou sua carreira. Em conversa com a rádio WRIF, Tommy Clufetos afirmou que não começou a tocar bateria para se apresentar em boteco. E vale lembrar que o cara tocou com grandes nomes do metal como Ozzy Osbourne, Black Sabbath e Alice Cooper. “Quando comecei a tocar, eu pensei que poderia tocar com Ozzy ou com outra pessoa e que tudo o que aconteceu na minha vida aconteceria. E imagino que ainda haverá mais. Eu não comecei a tocar bateria para tocar no bar da esquina. Mesmo tendo tocado em bares, e não tenho problema com isso, eu tinha grandes aspirações. Ainda tenho, e é daí que vem a minha motivação, essa vontade”. Tommy completou: “Dizem que a gente não pode tocar em todas as bandas. Por que não? Posso fazer o que eu quiser, e para onde meu talento me levar, eu irei. E é isso que sempre fiz. E isso me levou a tocar com Ozzy Osbourne, Black Sabbath, Rob Zombie e Alice Cooper”. “Mas eu sempre abordei a música da mesma forma quando tocava em casa, em Detroit. Sempre com a mesma firmeza nas baquetas e me entregando totalmente. Foi assim que desenvolvi minha técnica. Foi lá que tive a oportunidade de tocar para todos esses grandes nomes, foi tocando em Detroit como se fosse o fim, porque é sempre o fim. Ainda tenho a mesma paixão, e essa paixão se acende dentro de você, e você não consegue evitar expressá-la. Quando me sento atrás da minha bateria e faço o que faço”, concluiu Clufetos. Via: RockBizz

Angra: Fabio Lione chama a versão original de Cycles Of Pain de bosta e cobra crédito de Felipe Andreoli
Em recente conversa com o pessoal do Lado A Podcast, o baixista do Angra, Felipe Andreoli, teceu alguns comentários sobre a criação de Cycles Of Pain, faixa-título do álbum mais recente do grupo. Ao longo de sua explicação, o músico contou que a canção tomou um rumo diferente em relação à sua versão original. Felipe disse que ele e o baterista Bruno Valverde não estavam felizes com a ideia primária e resolveram refazê-la em estúdio. Andreoli também pontuou que o guitarrista e líder da banda, Rafael Bittencourt, trouxe um outro refrão para encaixar na nova versão do som. E parece que o ex-frontman do Angra, Fabio Lione, não gostou nem um pouco da explanação do baixista. Na postagem do Lado A Podcast no Instagram, o italiano chamou a versão original de Cycles Of Pain de bosta e cobrou crédito de Felipe Andreoli. Ele escreveu: “Sim, mas acho que seria legal também dizer quem fiz praticamente 75% dessa música! Como também boa parte das músicas do CD”. E é claro que a repercussão do público foi imediata e emocionada. Em resposta a um internauta sobre sua atuação na recriação do som, Lione disse: “Na verdade, a música original era uma bosta! Mudou muito mais que bastante porque eu queria uma música foda e fiz de tudo para ela mudar e os caras mudar partes. Cantei a linha de guitarra da ponte, fiz o especial no meio, sugeri como fazer a parte final, escrevi as várias linhas vocais na música, com exceção do refrão, e parte das letras também. Sabe, talvez acontece que você pode cantar uma ideia de riff ou linha e o cara tocar ela depois de escutar a ideia. Claro! Não precisa de um gênio para entender”. Via: RockBizz

Angine De Poitrine é a bizarrice futurística necessária para sacudir o rock em 2026
O discurso de que tudo já foi criado na música e que daqui para frente é tudo imitação do que foi feito no passado é algo preguiçoso que só reverbera em gente que atua e vive neste compasso. O duo canadense Angine De Poitrine, que vibra no oposto disto, aumentou o volume da criatividade no onze. O conjunto – ou a loucura musical – é composto por Khn de Poitrine, que comanda o baixo e a guitarra microtonal – instrumento que consegue emitir sons menores que um semitom – e Klek de Poitrine, que é o especialista nos ritmos quebrados. O estilo sonoro é um math rock que se esbalda nas polirritmias, intervalos nada convencionais, melodias dissonantes e acordes estendidos. Apesar de tudo isso, o som é agradável aos ouvidos e repleto de energia. O Angine De Poitrine refere-se assim: “Assimétrica e dissonante, a nossa música acelera os corações e move os corpos com êxtase. Através de grooves de bateria pulsantes e intrincados emaranhados de guitarra microtonal de braço duplo, evocamos vórtices giratórios de som e visão hipnóticos”. A cereja do bolo é o visual dos caras: máscaras de papel machê gigantes, roupas extravagantes com bolinhas brancas e pretas. Em uma referência ao clássico, o visual lembra a guitarra Flying V Polka Dot Randy Rhoads. Os canadenses possuem apenas um álbum de estúdio, que é o Angine De Poitrine Vol. 1. Mesmo assim, os caras estão causando um bom falatório na cena roqueira, o que é maravilhoso para esquentar a temperatura do estilo. Em poucas palavras, o Angine De Poitrine é a bizarrice futurística necessária para sacudir o rock em 2026. Via: RockBizz