Resenhas

Eloy Casagrande exibe técnica apurada em performance de Means To An End, do Sepultura
A Drumeo, que é uma das maiores plataformas online de ensino do instrumento percussivo, compartilhou um novo vídeo em que Eloy Casagrande (Slipknot) exibe técnica apurada em performance de Means To An End, do Sepultura. Means To An End saiu como o terceiro single do álbum Quadra, décimo quinto álbum de estúdio da banda brasileira, cujo lançamento original foi em fevereiro de 2020. Além de Casagrande, a música foi composta pelo guitarrista Andreas Kisser, que também é o líder do conjunto. Essa não foi a primeira vez que Eloy deu as caras na Drumeo, visto que em 2023 ele participou de um dos quadros da atração. A proposta era aprender a então nova música do Foo Fighters, Rescued, o mais rádio possível. O brasileiro aprendeu o som em menos de dois minutos. Veja: Via: RockBizz

Guns N’ Roses mostra arte dedicada a São Paulo e ressalta que está em casa hoje: “Bora fazer história juntos”
O Guns N’ Roses está no Brasil com a nova perna da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. Como já é uma tradição, a banda compartilha em suas redes sociais uma arte que tem a ver com a cidade em que vai tocar. Como o show deste sábado, 04 de abril, é em São Paulo, o Guns brindou os fãs com uma arte de um anjo segurando a bandeira do estado em meio a arame farpado e a bandeira do Brasil. Na legenda da postagem, o grupo foi enfático ao deixar claro que é de casa. “São Paulo, estamos em casa hoje. De volta ao Allianz Parque no Monsters of Rock pra mais uma noite pesada. Bora fazer história juntos”, escreveu a banda. A bela imagem logo ganhou elogios dos fãs na sessão de comentários da publicação. Teve gente que ainda comentou que a arte é tão bonita que merecia ser eternizada em uma camiseta. Além de Porto Alegre e São Paulo, a turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things ainda fará a alegria dos fãs em São José do Rio Preto, Campo Grande, Cariacica, Salvador, Fortaleza, São Luís e Belém. Via: RockBizz

Internautas caem em cima de Kiko Loureiro por reviravolta no suposto caso de plágio envolvendo o Arch Enemy
A cena heavy metal tem tantas confusões, falatórios, traições, roubos e casos de amor e reconciliação que não perdem nada para um folhetim em horário nobre na TV. O caso dramático mais fresco foi o suposto plágio do Arch Enemy em relação ao som Talking Dreams, de Kiko Loureiro. A canção do brasileiro está presente em seu mais novo registro de estúdio, que se chama Theory Of Mind e saiu em 2024, e a música do grupo sueco, To The Last Breath, que alegadamente é a cópia, saiu neste ano. Em seu canal oficial no YouTube, o Arch Enemy se defendeu da acusação, provou que To The Last Breath nasceu em 2022, ou seja, bem antes de Talking Dreams chegar ao mercado, portanto, seria impossível ser uma cópia. Além disso e de chamar o guitar hero brasileiro de YouTuber, o líder do Arch Enemy, Michael Amott, ironizou o suposto caso de plágio e disparou que vai seguir sem ouvir a música de Kiko Loureiro. O conjunto sueco compartilhou o mesmo conteúdo em suas mídias sociais, que acabou rendendo juros e correções, já que os internautas caíram em cima de Kiko Loureiro por reviravolta no suposto caso de plágio envolvendo o Arch Enemy. No campo de comentários a galera pediu retratação de Kiko e ainda teve gente que disparou com todas as letras que está de saco cheio do AngraVerso, ou seja, tudo que tem a ver com a banda Angra. Já o pessoal mais espirituoso brincou que o Arch Enemy já pode tocar Carry on em seus shows. Veja a postagem e todas as reações do público: Via: RockBizz

Eu quero é rock: Digão comemora os 32 anos do primeiro álbum do Raimundos nas redes sociais
O Raimundos uniu a crueza do punk e hardcore com a cultura nordestina, e a química musical deu origem ao forrócore. O deboche e a simplicidade das letras em perfeita união com a energia dos riffs e da cozinha robusta como um trem era o caldo sonoro que saía do quarteto. O debute autointitulado saiu em 02 de abril de 1994 pela Banguela Records/Warner Music Brasil. O repertório do disco veio repleto de canções que caíram no gosto do público e logo se tornaram obrigatórias nos shows dos caras. Faixas como Puteiro em João Pessoa, Palhas do Coqueiro, Selim, Nêga Jurema e Bê a Bá são alguns destaques do álbum, que ganhou disco de ouro por vender mais de duzentas mil unidades. Uma curiosidade bacana sobre Raimundos é que teve a participação de músicos do Titãs. Nando Reis tocou violão em Puteiro em João Pessoa. Além desta faixa, Paulo Miklos, Branco Mello e Sérgio Britto adicionaram vocal em Carro Forte, Bê a Bá e Bicharada. Recentemente, pelas redes sociais, o guitarrista e líder da banda, Digão, comemorou os trinta e dois anos do álbum. O músico compartilhou uma foto com uma cópia do disco em CD, vinil e fita cassete. Na legenda da postagem, ele escreveu: “Eu falei que isso é uma porra! E lá se foram 32 anos”. No campo de comentários os fãs elogiaram o álbum e até o chamaram de Kill ‘Em All brasileiro. Vale explicar que Kill ‘Em All é o primeiro full length do Metallica. Via: RockBizz

Donald Trump pede boicote a Bruce Springsteen, mas só consegue unir ainda mais os fãs do roqueiro
O veterano Bruce Springsteen iniciou sua turnê de 2026 no dia 31 de março em Minneapolis, Minnesota, com crítica ao governo Trump. A apresentação contou com a participação de Tom Morello, que recentemente remarcou sua própria turnê solo para participar da turnê de Springsteen. O político republicano não gostou das críticas e resolveu partir para cima do músico. Donald pediu boicote a Bruce Springsteen, mas só conseguiu unir ainda mais os fãs do roqueiro. Em uma rede social, Trump escreveu: “O cantor Bruce Springsteen, ruim e muito chato, que parece uma ameixa seca que sofreu muito com o trabalho de um cirurgião plástico péssimo, há muito tempo sofre de um caso horrível e incurável de Síndrome de Transtorno de Trump, às vezes chamada de TDS. O cara é um completo perdedor que destila ódio contra um presidente que venceu uma eleição esmagadora, incluindo o voto popular, todos os sete estados decisivos e 86% dos condados dos EUA. Sob o comando dos democratas, o nosso país estava morto, e agora temos o país mais quente do mundo”. O cidadão de bem concluiu: “Os apoiadores do MAGA deveriam boicotar seus shows caríssimos, que são uma droga. Economizem seu dinheiro suado. Os Estados Unidos está de volta”. Em suas redes sociais o The Boss vem recebendo apoio de sua imensa base de fãs! Muitas pessoas estão fazendo questão de dizer que já compraram ingresso para curtir seus shows. Palavras de incentivo e carinho o público está deixando em cada postagem do cantor. O The Boss levará a Land of Hope and Dreams Tour pela América do Norte, passando por cidades como Nova York, Filadélfia, Chicago e muitas outras. A última data será em 27 de maio em Washington, capital dos EUA. Via: RockBizz

Shinedown libera lyric video da nova música Outlaw
O norte-americano Shinedown liberou o lyric video da nova música Outlaw. A canção estará presente no novo álbum de estúdio, que chegará ao mercado no dia 29 de maio pelo selo Atlantic Records. Sobre o novo trabalho, o vocalista Brent Smith disse: “Este álbum levou mais de um ano para ser produzido. Sem dúvida, como banda, nos esforçamos como nunca antes. Principalmente no que diz respeito ao trabalho de Eric, nosso produtor. Estamos muito honrados em criar e trabalhar com um produtor, engenheiro, mixador, compositor, músico, intérprete e companheiro de banda tão extraordinário. Estamos muito felizes em anunciar nosso oitavo álbum de estúdio, Ei8ht, juntamente com nossa turnê mundial Dance, Kid, Dance Act II”. Além de Brent Smith, a banda conta com os trabalhos de Zach Myers (guitarra), Eric Bass (baixo, produção) e Barry Kerch (bateria). Track listing de Ei8ht: 01. At The Bottom02. Dance, Kid, Dance03. Burning Down The Disco04. Three Six Five05. Young Again06. Dizzy07. Imposter08. Machine Gun09. Outlaw10. Safe And Sound11. Searchlight12. Bear With Me13. Deep End14. Killing Fields15. Back To The Living16. Wide Open17. So Glad That You Asked18. The Pilot Via: RockBizz

Arch Enemy tem provas de que a alegação de plágio feita por Kiko Loureiro é falsa
Nos últimos dias o clima esquentou bastante na cena heavy metal! Como todo mundo sabe, o guitarrista Kiko Loureiro (ex-Megadeth, ex-Angra, ex-Dominó) levantou a hipótese de plágio em música do Arch Enemy. Ele compartilhou alguns trechos de Talking Dreams, faixa presente em seu mais novo registro de estúdio, Theory Of Mind, de 2024, com partes de To The Last Breath, novo som dos suecos. Agora, em vídeo em seu canal oficial no YouTube, o Arch Enemy rejeitou a alegação de plágio feita por Kiko Loureiro. De acordo com o grupo gringo, há provas cabais que o inocenta de qualquer acusação de infração a direitos autorais. Na legenda da postagem, o Arch Enemy escreveu: “À luz de uma recente acusação de infração de direitos autorais contra o Arch Enemy, feita pelo YouTuber e guitarrista brasileiro Kiko Loureiro e seu advogado, nós achamos melhor apresentar provas claras de que essa alegação é falsa. Neste vídeo, é possível ver e ouvir as demos iniciais de 2022 que acabaram dando origem a To The Last Breath”. “Qualquer pessoa familiarizada com nosso processo criativo sabe que documentamos tudo extensivamente. Demos, rascunhos e iterações fazem parte de como construímos nosso som e, neste caso, essa documentação estabelece inquestionavelmente a linha do tempo”, completou a banda. De acordo com informações da jornalista Fernanda Pontes, do jornal O Globo, Kiko enviou uma notificação extrajudicial ao Arch Enemy pelo suposto plágio. A jornalista não forneceu mais detalhes da medida formal, mas parece que o caso ainda vai bem longe. Via: RockBizz

“Te amo, italiano; mas a banda voltou a ser brasileira”, diz Alírio Netto sobre a nova formação do Angra
Durante entrevista à revista Rolling Stone Brasil, o vocalista Alírio Netto comentou sobre o momento atual do Angra. Ele fez questão de ressaltar que o clima está leve para a volta do grupo aos palcos, que vai rolar no festival Bangers Open Air, no final deste mês. Contudo, no desfecho do bate-papo, em suas considerações finais, o cantor florianopolitano fez um discurso cujo teor se assemelha bastante ao fim de ano na Globo, com direito a “futuro é logo ali” e citações de sons do Angra. Além disso, o que vem levantando discussões e comentários nas redes sociais, é o fato dele ter pontuado que o Angra voltou a ser uma banda brasileira, já que não conta mais com o expediente do italiano Fabio Lione, que ficou no conjunto por treze anos. “O Angra vai sempre Carry On, e mais uma Nova Era está vindo aí”, começou Netto. “Uma era que promete muito, porque está todo mundo empolgado. A gente está muito feliz com o que está acontecendo. Vamos celebrar o passado, que é um passado lindo e maravilhoso que a banda tem, e sempre olhando para o futuro”. “O futuro é logo ali, então, vem com a gente”, ressaltou. “Com todo respeito ao meu irmão Fabio! Te amo, italiano! Mas a banda voltou a ser brasileira. Isso é uma coisa especial pra gente. Vamos de novo levantar essa bandeira”. “O heavy metal nacional tem muito para doar para o mundo inteiro e a gente está pronto para fazer isso, cara. Seja através do passado, presente ou do futuro. Vem com a gente, cara. Vamos curtir todo mundo”, concluiu o cantor. Eis a fala completa de Alírio Netto no player abaixo: Via: RockBizz

Esquenta Monsters 2026: Jayler e Dirty Honey fazem da Audio um túnel do tempo de hard rock
Na última quinta-feira (2), São Paulo recebeu uma noite de hard rock em clima de aquecimento para o Monsters of Rock. JAYLER e Dirty Honey fizeram com que a Audio se parecesse um vinil esquecido dos anos 70 ou 80, com músicas que soam de Led Zeppelin a Guns’n Roses, mas, apesar disso, o público era bastante heterogêneo em idades e estilos. Jayler Abrindo a noite, o quarteto britânico JAYLER mostrou por que vem sendo apontado como um dos grandes nomes (e grandes promessas) do rock britânico. Formada no Reino Unido em 2022, a banda evidencia forte influência de Led Zeppelin tanto na sonoridade quanto no visual, com ênfase em riffs clássicos, grooves firmes e vocais agudos. O início do show reforçou essa conexão, com uma abertura de clima à la Led Zeppelin, apoiada em um jogo de luz e sombra que valorizava a figura do vocalista. A primeira música trouxe um hard rock de raiz, com James Bartholomew, vocalista e frontman, alternando entre usar a sua voz e tocar a sua gaita. Na sequência, “The Getaway” manteve o ritmo elevado e destacou um solo de guitarra de forte inspiração nos anos 70, tanto no timbre quanto na postura em palco – o que viria a se tornar constante. Em “No Woman”, música mais ouvida da banda nas plataformas de streaming, o vocalista assumiu uma guitarra de apoio e fez questão de evidenciar o trabalho do guitarrista solo, Tyler Arrowsmith, mais de uma vez (JAYLER é a junção do nome de ambos). A faixa seguinte, “Alectrona”, pode ser resumida entre James mostrando o que sabe fazer. Até aqui, as interações com o público incluíam chuvas de palhetas e brincadeiras em torno de elogios vindos da plateia aos integrantes sem camisa, mantendo o clima leve, mas a conexão maior entre público-artista veio nas duas músicas seguintes. “Riverboat Queen” e “Lovemaker” foram o ponto em que o público pareceu se conectar de forma mais evidente com o material autoral, com atenção nos seus refrões-chicletes, solos de guitarra e para o timbre do vocal. Dirty Honey Se a JAYLER resgatou o espírito do hard rock, Dirty Honey mostrou o corpo do rock clássico: musculoso, performático e preciso. A banda californiana entrou em cena com “Gypsy” e seguiu alternando entre faíscas de empolgação e momentos de pura fórmula. Por vezes, soou como um simulacro de Guns N’ Roses: competente, mas previsível. Com “Heartbreaker” e a conhecida “When I’m Gone”, que veio ao fim do show, conquistaram coro fácil do público, mas o grande momento pode ficar em “Don’t Put Out The Fire”, quando Marc LaBelle, vocalista e frontman, desceu ao meio da plateia. Literalmente ao meio. Levou uma cadeira, subiu pela grade (com um segurança) e andou algumas fileiras pela plateia, transformando sua cadeira em um palco improvisado. Foi o tipo de gesto que aproxima quem estava longe e chama para a próxima música. A partir daí, “Another Last Time” cumpriu o momento clássico das lanternas, enquanto “The Wire” e “Won’t Take Me Alive” cumpriram tabela, antes de “Lights Out” ser tocada ao vivo pela primeira vez e “Rolling 7s” fechar o bis sob o coro de “Olê, olê, olê, Honey, Honey!”. Ao longo de ambas as apresentações, a sensação era clara: se a pessoa gosta de guitarra e gosta de um hard rock puro, havia ali todos os elementos para aproveitar a noite (que parecia o caso de Leandro Caçoilo e Felipe Machado, da banda Viper, que acompanharam o show da plateia). Se JAYLER mostrou que o legado de bandas tradicionais segue viva na nova geração, Dirty Honey poderia até soar derivativo, abraçando o clichê, mas entregou um show honesto, bem tocado e de acordo com o que foi prometido. Prontos para o Monsters of Rock 2026? Por: Redator: Felipe Alencar-Gonçalves. (@feliperag1)

Guns N’ Roses pediu 50 lanches em hamburgueria de Porto Alegre após show
O veterano Guns N’ Roses iniciou a nova etapa da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things no Brasil no dia 01 de abril, no Estádio Beira-Rio, Porto Alegre. Esse foi o primeiro de nove concertos – saiba como foi o espetáculo aqui. Pelas mídias sociais o grupo compartilhou uma arte sobre o evento. Na legenda da publicação, a banda disse: “Porto Alegre, quatro anos foi tempo demais. Hoje a gente volta com tudo e pronto pra sentir essa energia de vocês”. Outra informação interessante sobre a apresentação em POA tem a ver com comida! O Guns N’ Roses pediu 50 lanches em hamburgueria de Porto Alegre após show. Durante entrevista ao jornal Zero Hora, Mark Bandeira, dono da Mark Hamburgueria, comentou que os caras pediram sanduíches bem no estilo americano, com pão, carne e queijo. Todas as carnes precisavam estar bem passadas. No entanto, tiveram pedidos com algumas peculiaridades. O pedido do cantor Axl Rose, por exemplo, exigia alface e tomate servidos em potes separados. Já os de Isaac Carpenter (bateria) e Duff McKagan (baixos) eram triplos, mas sem pão, com picles, abacate, bacon e mostarda. Pelo Instagram a empresa compartilhou uma foto do pedido com a seguinte legenda: “De tanto vocês pedirem, essa é a lista com os pedidos inusitados que o Guns quis”. Veja: Via: RockBizz

Kiko Loureiro envia notificação extrajudicial ao Arch Enemy por suposto plágio
Nos últimos dias o clima esquentou na cena metal! Como todo mundo sabe, o guitarrista Kiko Loureiro (ex-Megadeth, ex-Angra) levantou a hipótese de plágio em música do Arch Enemy. Ele compartilhou alguns trechos de Talking Dreams, faixa presente em seu mais novo registro de estúdio, Theory Of Mind, de 2024, com partes de To The Last Breath, novo som dos suecos. Na sua publicação, Kiko escreveu: “Só estou ajudando a divulgar a nova música do Arch Enemy… de nada”. E logo a postagem criou uma bafafá tremendo com os fãs batendo na tecla de plágio. E como surgiu esse ruído, a empresária dos gringos, Angela Gossow, entrou na conversa, sem bandeira branca e com ironia. Ela falou que eram três notas iguais e que o brasileiro deveria discutir o assunto profissionalmente, não pelas redes sociais. Agora, segundo informações de Fernanda Pontes, do jornal O Globo, o caso esquentou ainda mais, pois Kiko Loureiro enviou uma notificação extrajudicial ao Arch Enemy pelo suposto plágio. A jornalista não forneceu mais detalhes da medida formal. Kiko estará no Bangers Open Air no final deste mês, já que o Angra vai fazer o show de reunião de sua segunda formação. Além disso, o Arch Enemy será uma das principais bandas do evento, o que deixa o episódio ainda mais tenso. Via: RockBizz

Guns N’ Roses entrega hits do passado e novos sons em show lotado em Porto Alegre
Existem algumas bandas que dispensam apresentações. Sucesso estrondoso nos anos 80 e 90, o Guns N’ Roses é um daqueles grupos que todo mundo conhece pelo menos uma música. Todavia, do outro lado, há a galera que torce o nariz e isso vale para todo artista, principalmente desse tamanho. E tão grande quanto a banda é o ego de Axl Rose, vocalista e líder do conjunto! As suas histórias andam paralelas à carreira da banda. O comportamento destrutivo do cantor acarretou na separação da formação clássica – Slash e Duff McKagan – por anos, até o retorno em 2016. Com outras quatro passagens por Porto Alegre, o anúncio da tour atual pegou muitos fãs de surpresa, visto que o grupo passou pelo país em 2025 – sem visitar a capital gaúcha dessa vez – e poderia ser o pronúncio de um público menor, já que os fãs mais antigos tiveram oportunidades de ver o grupo em outros momentos, mas o grande movimento indicava que teríamos o espaço cheio, o que se confirmou. Às 19h, Lzzy Hale e sua trupe do Halestorm subiram ao palco. Pouco conhecida do grande público, o grupo com quase 30 anos de carreira tomou de assalto a atenção de todos. O poderoso vocal de Lzzy, os pesados riffs e as melodias grudentas agradaram em cheio. Em pouco mais de 45 minutos o quarteto apresentou onze faixas, com destaque para Rain Your Blood on Me, Love Bites (So Do I) e I Miss the Misery. O aquecimento em alto nível aumentou a expectativa para as grandes estrelas da noite. Axl Rose (vocal), Slash (guitarra), Duff McKagan (baixo e vocal) e Dizzy Reed (teclado), além de Richard Fortus (guitarra) e Isaac Carpenter (bateria), entraram em cena às 20h45. Nada de grandes atrasos para alívio de todos. A abertura mostrou o poder da formação logo de cara, com o hit Welcome to the Jungle. O som fez todos pularem e cantarem tão alto quando Rose. Para acalmar, logo veio outro clássico, Live and Let Die, com seu começo suave, mas refrão potente. Logo nessa já vimos que a banda ia seguir com setlist diferente do show anterior. Isso é um grande atrativo, já que tira a previsibilidade da noite e nos leva aos tempos analógicos no qual nunca sabíamos o que ia rolar nos shows. Mr. Brownstone completou a trinca de clássicos animando o público que via o esforço de Axl em entregar um bom show, soltando a voz e correndo no palco de um lado para o outro ou girando o microfone enquanto Slash fazia suas peripécias nas seis cordas. Da “segunda fase” do grupo, por assim dizer, os caras tiraram da cartola Chinese Democracy, faixa-título do sexto e polêmico álbum, que levou mais de dez anos e milhões de dólares para ser feito. O trabalho nunca alcançou grande popularidade, além disso, o seu repertório destoa do material antigo. E teve novidade na festa hard rock! O Guns apresentou as duas faixas mais novas, Nothin’ Atlas, e a excelente Perhaps. Nesse momento do espetáculo Axl conversou com o público e ressaltou a gentileza da galera em receber bem os sons mais novos. Ele ainda falou sobre o seu esforço em cantar essas músicas, pois o corpo ainda não tem memória muscula. Isso faz com que ele precise se entregar mais ainda em suas performances. O Guns também aproveitou a noite para apresentar alguns covers e homenagens, sendo a maior delas para o saudoso Ozzy Osbourne. Eles tocaram Sabbath Bloody Sabbath, do Black Sabbath, enquanto aparecia a imagem de Ozzy no palco. Já o outro “cover” foi a faixa Slither, da banda Velvet Revolver. O conjunto era formado pelos ex-membros do Guns N’ Roses na época com o vocalista Scott Weiland, também já falecido. Ainda na editoria de covers, Duff assumiu as vozes e veio uma versão de Attitude, do Misftis. Claro que tiveram pérolas noventistas vindas diretamente dos álbuns platinados Use Your Illusion I e Use Your Illusion II. A trinca Estranged, Yesterday e You Could be Mine, que não haviam sido tocadas na tour até então, se mostram grandes acertos para o saldo final da apresentação. Mas os maiores momentos foram com os hits que todos os fãs sabem decor. Apettite for Destruction, debute de 1987, foi bem representado com It’s So Easy. A dobradinha Nightrain e Paradise City encerraram a noite, mas, antes disso, Sweet Child O Mine, Civil War e November Rain ostentaram a grandeza artística do Guns. Com experiência de quase quarenta anos de carreira, o GN’R apresentou um repertório bem sortido, o qual passou por várias de suas fases. Isso agradou em cheio os presentes e valeu para o pessoal que já curtiu os caras outras vezes e para a galera que prestigiou pela primeira vez. O Guns N’ Roses entregou um bom show, com muita dedicação e energia. Slash manteve a mesma presença de palco à la guitar hero; Axl se esforçou, porém, em algumas vezes, a voz falhou, especialmente nos agudos, o que chegou a ser constrangedor se formos analisar tecnicamente. Mas o fã compreende, entende e respeita o que está sendo apresentado. Com o show realizado no Jockey Club da cidade, o Guns atingiu um patamar que, de acordo com a minha memória, nenhum outro artista realizou, quase um grand slam. Eles fizeram shows na Fiergs, Estádio Beira Rio do Internacional, Arena do Grêmio e agora no Jockey. Esses são os principais palcos de grandes shows no Rio Grande Sul, por onde passaram todos os principais nomes do rock mundial. Via: RockBizz
Guns N’ Roses entrega hits do passado e novos sons em show lotado em Porto Alegre
Existem algumas bandas que dispensam apresentações. Sucesso estrondoso nos anos 80 e 90, o Guns N’ Roses é um daqueles grupos que todo mundo conhece pelo menos uma música. Todavia, do outro lado, há a galera que torce o nariz e isso vale para todo artista, principalmente de

The Cranberries comemora 33 anos do álbum Everybody Else is Doing It So Why Can’t We? com edição de luxo
Em 1º de março de 1993, quando Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We?, o álbum de estreia inovador da banda irlandesa The Cranberries, foi lançado, ninguém imaginava que essa banda despretensiosa deixaria um legado que se estenderia por mais de três décadas. “Viemos de uma pequena cidade na Irlanda onde coisas assim não aconteciam. Foi como um conto de fadas”, conta o guitarrista Noel Hogan. Trinta e três anos depois, no entanto, o legado do grupo não apenas segue vivo, mas continua a crescer. Em 22 de maio de 2026, a Island/Ume vai lançar a 33rd Anniversary Deluxe Edition (edição especial de luxo do 33º aniversário) de seu álbum de estreia em sete configurações, com edições variadas oferecendo conteúdo extra, incluindo mixagens estéreo de 2026 totalmente novas feitas pelo produtor original do álbum, Stephen Street, textos comentando faixa a faixa da banda, notas da designer original Cally Callomon e do fotógrafo Andy Earl, remixes variados e emocionantes reinvenções em espanhol de Linger (com participação de Bratty) e Dreams (com participação de AnaSof). Saiba mais em https://www.umusicstore.com/the-cranberries. “Parece que não foi há muito tempo, porque todos nós temos lembranças vívidas daquela época maravilhosa”, diz o baterista Fergal Lawler. “Passamos por algumas tentativas frustradas antes de finalmente começarmos a gravar com [o produtor] Stephen Street em um pequeno e aconchegante estúdio, Windmill Lane 2, bem próximo ao parque St. Stephen’s Green, em Dublin. Sabíamos que o Steve faria um ótimo trabalho para captar ‘o som dos Cranberries’.” Tendo alcançado o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido e da Irlanda e vendido mais de seis milhões de cópias em todo o mundo, Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We? gerou dois hits no Top Ten – o single de estreia Dreams e seu sucessor Linger, que consolidou a posição da banda no mundo do rock. O álbum destacou os vocais únicos de Dolores O’Riordan (cuja morte prematura em 2018 abalou a indústria musical). Além das novas mixagens em estéreo de Street e do remix onírico de Linger feito por Iain Cook, do CHVRCHES, as edições expandidas do álbum incluem mixagens especiais em espanhol com dois dos artistas mais badalados da América Latina. O estilo bedroom pop da artista mexicana Bratty transforma Linger em uma linda balada em spanglish que soa como homenagem respeitosa à versão original. Anasof, também mexicana, de Oaxaca, abraça a exuberância etérea de Dreams e a remodela como um deslumbrante tributo latino. Marcado pela voz única de Dolores, Everybody Else Is Doing It So Why Can’t We? deixou uma marca indelével. O Pitchfork elogiou: “Cada música de ‘Everybody Else’ abre caminho para a catarse… O reconhecimento de O’Riordan de suas próprias profundezas emocionais é reconfortante. Cada questão afetiva é examinada como uma borboleta presa sob um vidro, uma entidade silenciosamente complexa que merece solidariedade simplesmente por ter conseguido existir neste mundo cruel”. A “Rolling Stone” observou: “Sobre ondas etéreas de som, o canto fascinante de O’Riordan transmite histórias inocentes e autobiográficas de amor, amor perdido e mais amor”. Amado pelos fãs e por colegas do mundo da música (Michael Stipe certa vez elogiou: “Não acreditei que ‘Linger’ foi a primeira música que Dolores escreveu com os Cranberries – que canção!”), o trabalho inicial da banda lhes rendeu shows de abertura para Duran Duran e R.E.M. Noel lembra: “Voar para Los Angeles para gravar um videoclipe e ter Michael Stipe visitando o set; shows com ingressos esgotados; limusines nos buscando no hotel… nós simplesmente absorvemos tudo isso. A gente ficava feliz em ficar nos bastidores, mas Dolores realmente abraçou o estrelato. Todo mundo falava sobre como, nos nossos primeiros shows, ela ficava olhando para o chão ou para o teto porque estava nervosa, mas ela aprendeu muito rápido a dominar o palco e a conquistar o público, não importava o tamanho do lugar. Dolores tinha uma ousadia e uma atitude – ‘É assim que eu sou, é pegar ou largar!’ – que as pessoas adoravam”. Via: RockBizz

“Korzus tem mais de 40 anos de estrada e está aberto ao novo”, comemora Jéssica Falchi
A cena metal brasileira sempre nos surpreende com alguma novidade – positiva ou negativa. A boa nova é bem legal, que é a entrada da guitarrista Jéssica Falchi (ex-Crypta) no Korzus, banda veterana do thrash metal do Brasil. E a novidade não ficou só no anúncio, pois o grupo já liberou a primeira criação com a musicista, que é o som No Light Within, que também ganhou um clipe. Em breve entrevista ao apresentador e ex-VJ da MTV Brasil, Gastão Moreira, Falchi ressaltou que está muito feliz com a parceria e pelo fato dos caras – Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria) – estarem abertos ao novo. “Estou muito feliz de estar nessa nova fase do Korzus”, afirmou a guitarrista. “E pensar que essa banda tem mais de 40 anos de estrada, mas está aberta ao novo. Eles estão super abertos a não só integrar a banda, mas a colaborar musicalmente”, acrescentou. Jéssica completou dizendo que está muito contente por poder colocar as suas influências de thrash metal em ação com essa cooperação com o Korzus. Via: RockBizz

Korzus inicia nova era com a chegada da virtuosa guitarrista Jessica Falchi
O veterano Korzus iniciou uma nova era com a chegada da virtuosa guitarrista Jessica Falchi (ex-Crypta) e Jean Patton (ex-Project 46). E para completar as boas novas, o grupo lançou o novo single No Light Within, que também ganhou um clipe. O baterista Rodrigo Oliveira falou sobre a parceria com os novos guitarristas: “A chegada do Jean e da Jéssica foi o combustível que precisávamos. Eles trouxeram uma energia absurda que contagiou todo mundo. É gratificante ver essa renovação. Eles chegaram com muito gás e técnica, respeitando nosso legado, mas sem medo de imprimir a própria identidade. Para manter a tradição, hoje temos as duas melhores ‘mãos direitas’ do Brasil. Estamos com força total”. Jean Patton também teceu alguns comentários sobre a parceria: “Ouço Korzus desde a adolescência, então essa linguagem já faz parte do meu DNA. Isso torna o processo natural, mas não menos desafiador. Foi incrível ver a banda aberta ao meu ‘tempero’ e às minhas influências. Com a chegada da Jéssica nessa missão, o resultado ficou ainda mais interessante”. “É muito especial contribuir nesta nova fase de uma banda tão crucial para o metal nacional. Tenho muita admiração por todos os guitarristas que passaram por aqui. Este single representa exatamente esse equilíbrio: o respeito ao legado, mas com um olhar para frente, abrindo caminho para uma nova era”, observou Falchi. O vocalista Marcello Pompeu definiu o sentimento que pulsa no quartel-general da banda: “A vibe é ótima desde que fechamos a formação em dezembro. No Light Within é um retorno às nossas raízes, que é rápida, agressiva e direta. O refrão é marcante, como o Korzus sempre fez. A espera acabou e o recado é claro: o novo álbum está chegando. É uma fase forjada a ferro e fogo, como o metal exige”. Via: RockBizz

Conheça a guitarrista que irá substituir Nina Strauss na banda Alice Cooper durante sua licença-maternidade
O veterano mestre do shock rock, Alice Cooper, apresentará sua nova guitarrista ao vivo em um show na noite desta quinta-feira, 02 de abril. Anna Cara substitui Nita Strauss, parceira de longa data de Cooper, que dará luz ao seu seu primeiro filho em meados do ano. Anna, de 22 anos, é de Newcastle, Inglaterra, mas, apesar da pouca idade, ela já tocou na liga profissional ao firmar parceria com Marc Storace, do Krokus, e Tommy Henriksen, que também toca guitarra na banda da Tia Alice. E a estreia de Cara será em alto estilo, pois acontecerá nos shows da tour Welcome to Our Nightmare em Las Vegas. As apresentações tem a participação do ilusionista Criss Angel, que une o fantasia com rock em seus espetáculos. “Nita encontrou uma guitarrista britânica brilhante para substituí-la durante sua licença-maternidade”, disse Cooper. “Anna Cara é uma guitarrista virtuosa, linda e dinâmica, no estilo da Nita, mas com um estilo próprio. Ela se encaixará perfeitamente na nossa banda enquanto a Nita estiver fora, e mal podemos esperar para que os fãs a conheçam. Bem-vinda ao show, Anna”. “Quando me perguntaram em uma entrevista quem eu considerava a melhor guitarrista em ascensão, não hesitei em responder Anna Cara”, acrescentou Strauss. “A precisão e a forma comovente e emotiva de tocar da Anna farão dela um reforço incrível para a turnê do Alice Cooper”. “Trabalhar com o Alice por 12 anos foi uma experiência única na vida, e estou ansiosa para ver todos vocês de volta à estrada. Até lá, sei que o show está em boas mãos e os fãs vão adorar”, completou Nita. Via: RockBizz

Cartunista Leandro Franco, da Asteroides Trio, “elogia” políticos no Dia da Mentira
Dia primeiro de abril é famoso por ser a data da mentira! Brincadeiras dos mais diferentes tipos são comuns neste dia, e é claro que a galera do rock n’ roll entra na dança e faz uma ou outra piada com o que está em destaque nos noticiários, na cena musical e, claro, na política. O talentoso cartunista Leandro Franco, que é o baterista e vocalista na banda Asteroides Trio – trio de punk rock cuja formação foi em Arujá, São Paulo, em 2006, foi um dos criativos da cena roqueira que resolveu usar a data para pegar no pé de algumas figuras bizarras. Na charge, Franco pintou Flávio como um indivíduo não corrupto, Nicolas sem conexão com banqueiro e gringo como uma pessoa decente, por assim dizer. Veja abaixo: Infelizmente é só no dia da mentira que certos indivíduos de nossa sociedade conseguem ganhar um traço decência e integridade. Via: RockBizz

Max Cavalera lembra da vida após o falecimento de seu pai: “Perdemos tudo; moramos num barraco”
Max Cavalera (Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) é um artista com mais de trinta anos de carreira no heavy metal. É uma vitória e tanto para qualquer artista, contudo, fica ainda mais especial para um brasileiro, pois o mercado nacional nunca foi benevolente com a música pesada. Além disso, a vida pessoal de Max não foi um mar de rosas, já que perdeu seu pai bem cedo, aos nove anos de idade. Isso trouxe muitos problemas e tristezas à sua família. Em nova conversa com a Metal Hammer, o mineiro lembrou a infância, o falecimento de seu pai, episódio que o impactou demais, e a vida após esse trauma. “Meu pai trabalhava no consulado italiano em São Paulo. Eu me lembro de, quando criança, ter que ir para jantares enormes com políticos e pessoas famosas, e meu pai estava sempre no meio de tudo. Tínhamos uma casa de praia em Praia Grande, no litoral de São Paulo, e íamos para lá nos fins de semana. Éramos de classe média. Meu pai ganhava muito bem e tínhamos um carro bom e um apartamento bom. Mas aí ele teve um ataque cardíaco e morreu”. Max continuou contando sobre o falecimento de seu pai: “Foi muito traumático porque fomos pescar neste lago – Interlagos – e ele começou a reclamar de dores no peito quando estávamos no barco. Levamos ele de volta para o carro e eu o segurei no banco de trás. Eu conseguia sentir o coração dele através do peito e ele faleceu ali mesmo, no carro. Eu me lembro de ter pensado: ‘É isso. Ele se foi’. Levaram-no para o hospital e, depois de uma hora, minha tia veio falar comigo e, antes que ela dissesse qualquer coisa, eu disse: ‘Eu sei. Ele se foi, não é’? E ela disse: ‘Sim. Ele faleceu’”. “Minha mãe não sabia o que fazer. Meu pai não tinha seguro nem dinheiro guardado, então, de repente, ficamos sem nada. Minha mãe nos levou de volta para Belo Horizonte e moramos num barraco atrás da casa da minha avó. Perdemos tudo, inclusive a casa de praia. Era tipo: ‘Você tem que ir para a escola e arrumar um emprego. Esquece essas besteiras de infância, você tem que ser homem agora, com nove anos de idade’. Isso me impulsionou para o metal. Eu abracei o metal com todas as minhas forças. Eu precisava dele como preciso de oxigênio. Eu precisava daquela rebeldia genuína”, completou o músico. Via: RockBizz

Bruce Springsteen inicia sua turnê de 2026 com crítica ao governo Trump: “Casa Branca corrupta”
O veterano Bruce Springsteen iniciou sua turnê de 2026 ontem, 31 de março, em Minneapolis, Minnesota, com crítica ao governo Trump. A apresentação contou com a participação de Tom Morello, que recentemente remarcou sua própria turnê solo para participar da turnê de Springsteen. Faixas politicamente engajadas como American Skin (41 Shots), Long Walk Home e Death to My Hometown fizeram parte do show. Na metade do espetáculo, Bruce, que participou da manifestação No Kings no fim de semana anterior na região de Minneapolis/St. Paul, dedicou alguns minutos para falar com o público sobre o atual clima político. Bruce disse (via Variety): “Estamos vivendo tempos muito sombrios. Os nossos valores americanos, que nos sustentaram por 250 anos, estão sendo desafiados como nunca antes. A vida de nossos jovens, homens e mulheres, está em risco em uma guerra inconstitucional e ilegal. Isso está acontecendo agora. Há imigrantes sendo mantidos em centros de detenção por todo o país e sendo deportados sem o devido processo legal para países estrangeiros. Isso está acontecendo agora”. O cantor completou: “Nosso Departamento de Justiça abdicou completamente de sua independência e nossa procuradora-geral, Pam Bondi, recebe ordens diretamente de uma Casa Branca corrupta. Ela processa os inimigos percebidos do nosso presidente, acoberta seus delitos e protege seus amigos poderosos. Isso está acontecendo agora”. Ao longo da concerto o roqueiro destacou os outros erros da atual administração dos Estados Unidos e o medo e caos que o país está causando ao redor do mundo. O The Boss levará a Land of Hope and Dreams Tour pela América do Norte, passando por cidades como Nova York, Filadélfia, Chicago e muitas outras. A última data será em 27 de maio em Washington, capital dos EUA. Via: RockBizz

Sharon Osbourne sai em apoio da filha após fim de relacionamento com membro do Slipknot
A empresária Sharon Osbourne saiu em apoio da filha, Kelly Osbourne, após o fim de relacionamento com membro do Slipknot, Sid Wilson. Em entrevista à revista Star Magazine, uma fonte informou que a viúva de Ozzy está em constante suporte à filha caçula neste momento desafiador. “Sharon detesta ver sua pequena família se desfazendo. Claro que ela está ao lado de Kelly e a apoia em tudo, e está feliz por poder estar presente para a filha, mas é muito triste”. A fonte também compartilhou os sentimentos de Sharon sobre o noivado de Kelly e Sid. Vale lembrar que o metaleiro pediu a mão da socialite na frente do Príncipe das Trevas e familiares em julho do ano passado. “Sharon ficou muito feliz quando ele pediu Kelly em casamento no último show do Ozzy! Foi pelo menos uma boa notícia para se agarrar. Ela adoraria vê-los juntos novamente, mas agora Kelly está irredutível quanto a isso, então Sharon está fazendo o possível para aceitar a situação e não insistir”. Desde o falecimento de Ozzy, a família do cantor, especialmente Kelly, apareceu publicamente bem abatida, o que gerou muitos comentários nas redes sociais. Portanto, a separação entre a caçula do clã Osbourne e o membro do Slipknot foi mais um episódio ruim para a conta. Via: RockBizz

Sepultura finalmente faz a sua primeira a balada e com o apoio dos Titãs; confira Beyond the Dream
O Sepultura finalmente fez a sua primeira a balada e com o apoio dos Titãs! A faixa Beyond the Dream surgiu como um dos momentos mais emblemáticos do capítulo final do grupo, servindo como um reflexo poético de uma trajetória marcada por décadas de álbuns, turnês e vivências na estrada. Esta composição inédita concretiza um desejo antigo da banda de explorar o formato de balada, unindo a identidade do grupo à sensibilidade melódica de grandes parceiros. Para realizar esse projeto, os caras tiveram a colaboração de Sérgio Britto e Tony Bellotto, dos Titãs. A música celebra a afinidade entre artistas que compartilham a rotina dos palcos e a paixão pela criação. O resultado é uma obra que traz grande satisfação aos envolvidos, consolidando-se como um registro afetivo e histórico presente no último EP do grupo, lançado justamente neste ano que marca a despedida oficial da carreira do Sepultura. “Beyond the Dream fala um pouco dessa despedida da nossa história, das turnês, álbuns e estrada, e foi uma parceria feita por mim, pelo Derek, Sérgio Britto e Tony Belotto, num desejo antigo da banda de fazer uma balada, e chamamos nossos amigos especialistas em baladas para ajudar”, explicou Andreas Kisser. “Os Titãs, que tem uma história com o Sepultura, compositores da Polícia e tem esse assunto em comum também, de fazer parte de banda, de estrada, de turnê etc. Então, foi uma parceria que deu muito certo, a gente está muito feliz com o resultado e feliz de ter essa oportunidade de fazer essa balada nesse último EP no último ano da carreia do Sepultura”, completou. Via: RockBizz

Blaze Bayley entra no line-up do Eddfest para tocar sons de sua fase no Iron Maiden
No mês de julho, no Knebworth Park, o Iron Maiden vai fazer seu único show no Reino Unido em 2026, mas o evento será de grandes proporções. Se trata do Eddfest, que será uma imersão no fantástico mundo do Iron Maiden, com direito a convidados especiais. O evento terá duração de 48 horas, com áreas temáticas, bares, experiências, música ao vivo e muito mais. A novidade agora é que Blaze Bayley entrou no line-up do Eddfest para tocar sons de sua fase no Iron Maiden. Com isso, os fãs podem esperar músicas dos álbuns The X Factor (1995) e Virtual XI (1998). “Estou muito feliz pelo convite para ser a atração principal na sexta-feira à noite no Eddfest, celebrando os 50 anos do Iron Maiden. Tenho muito orgulho dos meus dois álbuns com a banda e estou ansioso para tocar algumas das músicas que gravamos juntos. Mal posso esperar para ver todos vocês no sagrado terreno de Knebworth”. Além de Blaze Bayley, Steve Harris também convidou o Gypsy’s Kiss, banda que formou em 1974 com o vocalista e guitarrista David Smith, para se apresentar no palco do Maidenville na sexta-feira à noite. Como foi a primeira banda em que Steve tocou, eles foram fundamentais na jornada de Harris para formar o Maiden um ano depois e criar uma das bandas de rock mais icônicas de todos os tempos. Via: RockBizz

Dee Snider critica rock stars que ignoram os fãs: “Blackmore aperta sua mão como um peixe morto”
As cenas rock n’ roll e heavy metal têm muitos músicos legais e simples, que tratam os fãs e a imprensa com respeito e carinho. Contudo, tem uma galera, que é a minoria, e isso é muito importante destacar, que é pura antipatia e azedume, com episódios de grosserias e má educação. Pelo X (antigo Twitter), Dee Snider, que é um cara super legal, criticou os rock stars que ignoram os fãs. Ele até citou o virtuoso Ritchie Blackmore (ex-Rainbow, ex-Deep Purple) como um exemplo de músico rude que não liga para os fãs. “Já vi pessoas que se comunicam por sinais, não dizem uma palavra, não olham nos seus olhos, não apertam sua mão”, contou Snider. “Prometi a mim mesmo que não seria assim”. A conversa prosseguiu depois que um internauta citou o saudoso Ronnie James Dio como um bom exemplo de artista. Dee falou: “Eu sei como era o Ronnie! Mas conheci e passei um tempo com Blackmore em uma festa. Aperto de mão mole como um peixe morto e ele nunca olhou nos meus olhos. Na mesma noite, conheci Billy Joel, que era exatamente o oposto”. I know what Ronnie means. I met and hung with Blackmore for a short time at a party. Handshake like a dead fish and never looked me in the eye once. Same night I first met Billy Joel who was exactly the opposite! https://t.co/eVdqOBfKX5 — Dee Snider (@deesnider) March 28, 2026 Alguns artistas encaram o contato com os fãs como atribuição de seu trabalho, o que acaba passando um quê falso ao receber a galera. Outros músicos podem achar essas interações desafiadoras ou preferem manter limites profissionais em ambientes sociais, o que não há nenhum problema. O ruim é destratar o público, isso é indefensável. Via: RockBizz