Resenhas

A parte empresarial do Nightwish deveria ser desmantelada, segundo Marko Hietala
O multi-instrumentista Marko Hietala, que está no Brasil excursionando com a vocalista Tarja Turunen, concedeu uma entrevista ao canal Ibagenscast e explicou as razões que o fizeram deixar o NIghtwish em 2021. De acordo com o músico finlandês, os problemas empresariais, organizacionais e atitudes de algumas pessoas colaboraram para sua decisão de sair da banda. O artista ainda ressaltou que a parte empresarial do Nightwish deveria ser desmantelada. Marko disse: “Eu consideraria uma turnê de reunião e tal, mas acho que a organização teria que ser analisada com muito cuidado e parte dela teria que ser desmantelada. O lado comercial e como as pessoas trabalham lá, são algumas das grandes razões pelas quais eu saí. Em todas as bandas em que estive, descobri que sou provavelmente a pessoa mais corajosa que existe, portanto, tenho a força interior para ser o mais honesto e justo, e isso estava faltando no grupo nos últimos anos. Então, esse tipo de coisa teria que ser resolvido”. Hietala completou: “Nightwish foi uma grande parte de minha vida e eu sempre, sempre apoiei a música que fizemos porque adoro fazer música que seja versátil e ambiciosa, com muitos tipos de atmosferas. Então, musicalmente, eu não me arrependo. Estou feliz e orgulhoso de ter feito parte disso. Mas, sim, a situação organizacional e as atitudes e quem fala com quem e sobre o quê, essas são coisas eu desmontaria totalmente e transformaria em uma situação transparente”. Eis o bate-papo completo neste player: Via: RockBizz

Mob Rules faz cover bacana de Run To The Hills do Iron Maiden
O grupo alemão, Mob Rules, fez cover de Run To The Hills, clássico do Iron Maiden, lançado em 1982. A homenagem aos britânicos estará presente na coletânea Celebration Day – 30 Years Of Mob Rules, que será lançada em 3 de maio pela Steamhammer/SPV. O vocalista Klaus Dirks faslou sobre a releitura de Run To The Hills: “Iron Maiden foi a banda da minha juventude e The Number Of The Beast foi o álbum que ascendeu o meu interesse pelo heavy metal. Iron Maiden ainda me fascina, porque sinto essa necessidade de homenagear o grupo com essa interpretação”. Além de Run To The Hills, Celebration Day – 30 Years Of Mob Rules contará com versões de Fame (Irene Cara), Square Hammer (Ghost), Sacred Heart (Dio) e Raven’s Flight (Amon Amarth). Track listing de Celebration Day – 30 Years Of Mob Rules: CD1“Way Of The World”“Run To The Hills” (Iron Maiden cover)“Fame” (Irene Cara cover)“Square Hammer” (Ghost cover)“Ghost Town” (re-recorded)“Sacred Heart” (Dio cover)“Ghost Of A Chance”“Hollowed Be Thy Name”“Sinister Light”“Black Rain”“Ice & Fire”“Somerled”“Flag Of Life”“Unholy War”“Fuel To The Fire” CD2“Raven’s Flight” (Amon Amarth cover)“Hymn Of The Damned”“Lord Of Madness” (re-recorded)“Evolution’s Falling”“Shores Ahead”“Hydrophobia”“Hold Back The Light”“Tele Box Fool”“Desperate Son”“The Sirens”“Better Morning”“Trial By Fire”“On The Edge”“Rain Song”“Dykemaster’s Tale” Via: RockBizz

Josh Homme deseja que Them Crooked Vultures, projeto com Dave Grohl e John Paul Jones, retome as atividades
Josh Homme, líder do Queens of the Stone Age, abordou a possibilidade de um retorno do Them Crooked Vultures durante sessão de perguntas e respostas no reddit, dizendo que adoraria reunir a banda novamente mas não depende dele. Em resposta a um fã, que perguntou se o Vultures iria gravar um novo álbum, Homme explicou: “Não é meu trabalho reunir o Vultures novamente, esse é o trabalho de Dave [Grohl]. Meu trabalho é dançar, compor e tentar escrever alguma música”. E continuou: “Eu realmente quero – Dave sabe disso. Eu realmente quero que o Vultures volte para mais uma rodada”. “Porque a banda é tão estranha, a música é tão estranha e perversa”, acrescentou. “Eu me diverti muito nessas turnês e por estar naquela banda, porque os outros caras são Dave Grohl e John Paul Jones e eles são realmente bons. É tão simples tocar com eles porque você pode ter ideias imediatamente e elas simplesmente acontecem. E esse ambiente é um pouco viciante”. Concluindo seus comentários, Homme disse: “Existe alguma chance? Sim, mas gosto que não dependa de mim. É uma boa chance? Não.” Them Crooked Vultures, que contou com Homme, Grohl, John Paul Jones (Led Zeppelin) e Alain Johannes, lançou seu primeiro e único álbum até o momento em novembro de 2009. O grupo fez uma extensa turnê após o lançamento, mas seguiram caminhos diferentes em 2010. Em 2022, o Vultures se reuniu brevemente para apresentações nos shows em homenagem ao saudoso baterista Taylor Hawkins em Los Angeles, Estados Unidos, e Londres, Inglaterra. Via: RockBizz

“Iggy Pop me ajudou em uma bad trip com cogumelos”, revela Duff McKagan
Duff McKagan, baixista do Guns N’ Roses, revelou como o cantor Iggy Pop o ajudou em uma “bad trip com cogumelos” quando era adolescente. Em entrevista ao podcast Rockonteurs, McKagan se abriu sobre o evento que ocorreu quando ele tinha 14 anos e como foi salvo pelo o ex-vocalista dos Stooges. “Iggy Pop me ajudou em uma bad trip com cogumelos. Fui a um show do Iggy muito drogado com cogumelos, pensando que teria que ir para o hospital, enlouquecendo”, disse o músico (via NME). E continuou: “Eu assisti Iggy o tempo todo, apenas viajando demais com psicodélicos. Mas ele me derrubou. E eu já era um grande fã do Iggy, mas depois pensei, ele significa ainda mais para mim. Ele é um ponto de referência na minha vida”. Confira a entrevista abaixo: O baixista já falou abertamente sobre seus problemas anteriores com abuso de substâncias e está sóbrio há 30 anos, depois de ser hospitalizado com pancreatite aguda induzida por álcool em 1994. Recentemente, McKagan lançou seu terceiro álbum solo, intitulado Lighthouse, que conta com a participação de Iggy Pop, Slash (Guns N’ Roses) e Jerry Cantrell (Alice In Chains). Via: RockBizz

Sebastian Bach anuncia novo álbum e libera o single Everybody Bleeds
Sebastian Bach, ex-vocalista do Skid Row, anunciou nesta sexta-feira (15) seu novo álbum solo, intitulado Child Within The Man, que será lançado no dia 10 de maio pela Reigning Phoenix Music. O álbum foi gravado em Orlando, Flórida; produzido e mixado por Michael “Elvis” Baskette; projetado por Jef Moll e pelo assistente de engenharia por Josh Saldate e masterizado por Robert Ludwig da Gateway Mastering. Bach escreveu ou co-escreveu todas as faixas do trabalho. Child Within The Man conta com participações especiais de John 5 (Mötley Crüe, ex-Rob Zombie), Steve Stevens (Billy Idol) e Orianthi (ex-Alice Cooper), além de duas faixas co-escritas com Myles Kennedy (Alter Bridge): What Do I Got to Lose? e To Live Again. Completam a formação da banda de Bach, Devin Bronson (guitarra), Todd Kerns (baixo) e Jeremy Colson (bateria). “Um álbum com mais de 10 anos de produção”, o cantor descreveu Child Within The Man. “Se você gosta dos discos que lancei no passado, posso garantir que você vai gostar do novo álbum”, afirmou. O novo single, Everybody Bleeds, pode ser conferido abaixo: Tracklist de Child Within The Man: 01. Everybody Bleeds02. Freedom (featuring John 5)03. (Hold On) To The Dream04. What Do I Got To Lose?05. Hard Darkness06. Future Of Youth (featuring Orianthi)07. Vendetta08. F.U. (featuring Steve Stevens)09. Crucify Me10. About To Break11. To Live Again Via: RockBizz

Rock in Rio traz detalhes de sua nova produção original, o musical Sonhos, Lama e Rock and Roll
No ano em que comemora 40 anos de história, o Rock in Rio vai lançar uma produção original que vai emocionar o público que passar pela Cidade do Rock nesta edição especial. Após o sucesso do espetáculo Uirapuru, em 2022, e do The Town – O Musical, no The Town, o festival anuncia o musical Sonhos, Lama e Rock and Roll. A obra vai fazer um mergulho profundo na trajetória de 40 anos do maior festival de música e entretenimento do mundo, levando o público para uma viagem mágica pelos bastidores da criação do Rock in Rio, destacando a importância de perseguir e acreditar nos sonhos que desejam realizar. Sob a criação de Roberto Medina, produção musical de Zé Ricardo e concepção de Charles Möeller (também responsável pela direção geral do espetáculo) e Claudio Botelho, esta nova produção terá uma combinação única de música ao vivo – acompanhada por uma orquestra, que ficará na lateral do palco -, performances emocionantes com bailarinos coreografados por Mariana Barros e uma cenografia deslumbrante. Entre os elementos do grande palco que carrega um cenário inspirado no conceito de Fábrica dos Sonhos, estará o icônico tênis de 1985 e uma larga escada em formato de máquina de escrever. No primeiro ensaio, a obra contou com Bel Kutner, Malu Rodrigues, Beto Sargentelli e Gottsha no elenco. Com duração de 35 minutos e previsão de quatro exibições por dia no festival, o espetáculo ocupará uma das arenas que fazem parte da Cidade do Rock. “Sonhos, Lama e Rock and Roll é mais do que um musical, é uma celebração da coragem de perseguir sonhos aparentemente impossíveis. Elaboramos uma emocionante narrativa que transportará a plateia para um Rio de Janeiro repleto de desafios e possibilidades. O espetáculo mergulha no passado, rememorando o ano de 1984, quando a ideia de realizar um gigante festival de música internacional na cidade era vista como um sonho inalcançável. Estou ansioso para ver o espetáculo na Cidade do Rock. Estamos trabalhando incansavelmente, pensando em cada detalhe, para que tudo seja perfeito. As pessoas ficarão encantadas com cada cena que será apresentada”, celebra Roberto Medina, presidente da Rock World, empresa que criou, organiza e produz o Rock in Rio e o The Town. Na trilha sonora, o público vai reconhecer alguns dos maiores hits mundiais. Além de uma composição inédita, estarão presentes no repertório canções emblemáticas de grandes artistas que passaram pelo festival. “A trilha sonora do espetáculo é uma verdadeira viagem musical, repleta de sucessos icônicos que transcendem gerações e que marcaram o Rock in Rio em edições no Rio e em Lisboa. É uma experiência que une o poder da música à magia do teatro, transportando o público para esta jornada que será emocionante e inesquecível. A orquestra será a cereja do bolo da obra, com cada nota ressoando com energia e emoção, complementando perfeitamente a história envolvente que ganha vida no palco”, destaca Zé Ricardo, vice-presidente artístico da Rock World. Narrativa vai transportar a plateia para 1984, ano em que o Rock in Rio começou a deixar de ser um sonho e virar realidade A nova produção, Sonhos, Lama e Rock and Roll, acompanha a história da autora Maria Antônia Lobo – interpretada pela atriz Bel Kutner quando há a passagem no ano de 2024 e, depois, quando a peça está em 1984, pela atriz Malu Rodrigues -, mulher determinada e apaixonada pelo mundo da publicidade e do entretenimento, na noite de autógrafos de seu livro autobiográfico Fábrica de Sonhos, em 2024. Durante o evento, Maria reflete sobre sua jornada de vida, especialmente em 1984, quando participou da ideia de realizar um festival de rock internacional no Rio era vista como um delírio quixotesco. O musical levará os espectadores a uma viagem no tempo, voltando para 1984, onde a jovem Maria Antônia chega a uma agência de publicidade carregando uma mala cheia de sonhos e aspirações. Contratada como estagiária, ela é recepcionada por Dora – papel feito por Gottsha – e disputa uma vaga no departamento de criação com João Coelho – interpretado pelo talentoso Beto Sargentelli -, um jovem carismático que se recusa a adotar um comportamento competitivo. Enquanto isso, em meio a uma crise política e econômica no Brasil, o dono da agência revela a intenção de criar o maior festival de música e entretenimento do mundo, refletindo a audácia necessária para transformar sonhos em realidade. À medida que a história avança, os espectadores são levados em uma montanha-russa de emoções, culminando em um final poderoso que celebra a resiliência, a criatividade e o espírito do Rock in Rio. Uma das passagens mais marcantes da narrativa é a aparição de Dom Quixote, também interpretado por Beto Sargentelli. Dom Quixote, o icônico cavaleiro errante, surge montado em seu cavalo no meio do público e dirige-se ao palco central, simbolizando a luta contra os céticos e a busca incansável por realizar os sonhos mais impossíveis. Sonhos, Lama e Rock and Roll é um testemunho poderoso da capacidade humana de sonhar grande e do impacto duradouro que esses sonhos podem ter. O musical exemplifica como a visão e a persistência podem moldar não apenas o destino de uma pessoa, mas também o curso da história cultural de uma cidade, de um país e, por extensão, do mundo. É um lembrete luminoso de que, mesmo diante do impossível, persistir em sonhar é o mais humano de todos os nossos dons. A nova produção também servirá de inspiração para um outro espetáculo, que ocorrerá fora da cidade do Rock. A obra vai apresentar a história do Rock in Rio no teatro, alcançando novos públicos e compartilhando a magia do festival com toda a cidade do Rio de Janeiro. Será uma oportunidade única para que ainda mais pessoas vivenciem a energia e a emoção que é o Rock in Rio. O Rock in Rio vai acontecer nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, com 700 mil pessoas na Cidade do Rock. Será a celebração de 40 anos

Slipknot: Petição idiota pede que Eloy Casagrande use máscara do Fofão
O disse me disse sobre uma suposta entrada do baterista Eloy Casagrande no Slipknot está correndo solto e ganhando contornos ainda mais descabidos e tolos. A “boa nova” é uma petição online que pede ao músico brasileiro usar uma máscara do personagem infantil, Fofão, criado pelo ator Orival Pessini. A petição e homenagem, que leva mais jeito de deboche, felizmente, não vem ganhando adeptos e está encalhada com poucos apoiadores. O rumor de uma possível entrada de Casagrande no Slipknot tomou mais força após sua saída repentina do Sepultura, às vésperas da Celebrating Life Through Death Tour. Além disso, a coisa ganhou mais lenha na fogueira depois que uma foto de uma baqueta quebrada da marca usada por Eloy foi compartilhada nas redes sociais pelo grupo norte-americano. Se trata de uma baqueta da marca ProMark e bastante semelhante ao modelo TX5BW Padrão 5B Clássica, que é a usada pelo músico brasileiro há muitos anos. Veja: Entrando ou não no Slipknot, Eloy Casagrande é um dos maiores músicos brasileiros, leva a marca e a arte nacional para o mercado internacional com extrema qualidade, portanto, merece respeito, ainda mais prestígio e apoio, e não uma petição em formato debochado. Via: RockBizz

Napalm Death retorna a Curitiba em outubro ao lado do Krisiun e Ratos de Porão
Uma das mais importantes bandas do metal extremo, responsável pela consolidação de todo um gênero musical, o Napalm Death retorna à América Latina em outubro. Uma das datas no Brasil será realizada em Curitiba, no dia 25 de outubro, no palco do CWB Hall. A banda retorna após um show que quebrou recorde de público na capital paranaense em 2023. Dois gigantes da música extrema nacional, o Krisiun e o Ratos de Porão, se juntam ao grupo na apresentação, que também terá abertura do expoente Manger Cadavre? e da banda local Ethel Hunter. Mesmo tendo sido anunciado recentemente, os ingressos já estão no segundo lote devido a grande procura dos fãs. Os convites podem ser adquiridos pela plataforma Bilheto, a partir de R$ 200, mais taxa administrativa. O Napalm Death é conhecido por suas performances brutais e rápidas, que angariaram uma grande base de fãs pelo mundo. O Krisiun, de origem gaúcha, ascendeu nos anos 1990 e conquistou o mundo executando um brutal death metal bastante veloz e técnico; atualmente, estão na estrada divulgando o disco Mortem Solis. O Ratos de Porão é outro nome que surgiu no Brasil e dominou o mundo, sendo uma referência e influência para todas as bandas de punk/hardcore e metal de todos os cantos do planeta. Com mais de 40 anos de estrada, o grupo tem em Necropolítica seu mais recente disco. Os paulistas do Manger Cadavre? apostam em uma mescla de metal, hardcore e crust com muito peso e agressividade, sempre apresentando uma evolução feroz em seus trabalhos de estúdio e muita força ao vivo. A banda curitibana Ethel Hunter – com dez anos de estrada – abre a noite, apostando no death metal clássico. A banda, que já dividiu palco com importantes grupos internacionais, divulga o mais recente EP, Chasm of the Soul. Napalm Death Uma das mais importantes bandas do metal extremo, o Napalm Death surgiu nos anos 1980 como uma banda punk, que evoluiu sua música em níveis ultrassônicos, apostando na velocidade desenfreada da bateria e gritos ininteligíveis. Com uma receita musical ousada, o grupo se tornou a mais importante referência do estilo que se consolidou desde então: o grindcore. Álbuns como Scum e From Enslavement to Obliteration alicerçaram toda uma cena. Todavia, a banda jamais deixou de ousar e testar novas sonoridades. Na entrada dos anos 1990, flertaram com o death metal cascudo, com o groove metal e até mesmo com o rap, e entraram no atual milênio com uma sonoridade revigorada, com clássicos como Enemy of the Music Business (2002) e The Code is Red… Long Live the Code (2005). O Napalm Death, nos últimos 35 anos, lançou 17 álbuns de estúdio, sendo o mais recente, Throes of Joy in the Jaws of Defeatism (2020), além do EP Resentment Is Always Seismic – A Final Throw of Throes (2022), que surpreendem ao evidenciar ainda mais sonoridades amplas que elevam o som do grupo para outro patamar. SERVIÇONapalm Death em CuritibaAbertura: Krisiun, Ratos de Porão, Manger Cadavre? e Ethel HunterData: 25 de outubro de 2024 (sexta-feira)Local: CWB HallEnd.: Av. Mal. Floriano Peixoto, 4142 – Prado VelhoHorário: a partir das 16hIngressos: a partir de R$ 200, mais taxasVenda online/Informações: https://www.bilheto.com.br/ Via: RockBizz

Guitarra signature de Machine Gun Kelly é no formato de gilete, custa caro e o público odiou
O universo “guitarrístico” gera fortunas anuais colocando no mercado os mais variados modelos e configurações de instrumento. Contudo, não são todos os exemplares que caem no gosto popular e geram receitas aos fabricantes. A guitarra signature do rapper e pop rocker Machine Gun Kelly, a título de exemplo, que é uma parceria com a marca Schecter Guitars, possui o formato de uma gilete e está oferecida ao consumidor final pelo montante de $1,499 – aproximadamente R$7.500,00 -, ou seja, é um valor bastante salgado se comparar com modelos de outras marcas que são top de linha, também. Muita gente odiou o formato do instrumento e correu para as redes sociais para mostrar a indignação contra a guitarra e o músico. As críticas foram tantas que Machine Gun Kelly precisou emitir um comunicado: “Eu sei que há muitas pessoas que odiando isso. Elas afirmam que a guitarra está passando uma mensagem errada. Mas, se você faz uma guitarra normal, as pessoas reclamam que não vale à pena e que vão comprar algo mais barato”. O músico completou: “Eu nunca explicarei a minha arte, porque a verdadeira arte é conversacional e sempre passível de muitas interpretação, porém, direi que a maioria de vocês constantemente a interpreta de maneira errada, além disso, me culpam pela versão do que vocês acham que é a minha arte. No final das contas, eu fico triste com a forma como as pessoas me veem em geral”. Via: RockBizz

Discharge revela nova data e local de show em São Paulo
A lenda viva do punk mundial Discharge retornará à América Latina em junho deste ano – são datas remarcadas da turnê que aconteceria em novembro de 2023. No Brasil, o único show acontecerá em São Paulo no dia 21, agora no Carioca Club, e com mais três bandas convidadas: Havok (thrash metal), Midnight (black/speed metal) e a paulistana Manger Cadavre? A realização é da Gig Music e Carioca Club em parceria com a Dreamers Entertainment e Route One Booking. Os ingressos estão à venda no site do Clube do Ingresso (clique aqui) e os ingressos antes adquiridos em outra ticketeira ainda estão valendo. Nesta terceira passagem pelo Brasil, o Discharge mais uma vez trará suas guitarras cruas, pesadas e distorcidas, junto aos vocais gritados e a atmosfera sombria que impactaram primeiro o punk hardcore da Inglaterra, mas logo eclodiu no mundo – uma sonoridade ríspida que ficaria marcada para sempre. Início de carreira Fundada no condado britânico Staffordshire, em 1977, o Discharge é uma daquelas bandas icônicas do hardcore punk, que a partir do início da década de 1980 inspirou nomes como Death Angel, Anthrax, Sepultura e Ratos de Porão. Além disso, o grupo criou o d-beat, a nomenclatura de uma batida/ritmo rápido na bateria genuinamente com a chancela da banda inglesa. Formações ao longo de décadas do crust, thrashcore e derivados reverenciam o Discharge. O último álbum de estúdio é End of Days, lançado mundo afora em 2016 pela Nuclear Blast e que alcançou o 10º lugar no The Official UK Rock Charts e levou o conjunto a tocar para multidões esgotadas na América do Norte e na Europa. Bandas convidadas A Havok, de Denver, Colorado, EUA, surgiu em 2004 com um estilo agressivo e de estalar o pescoço que evocou lendas do thrash metal da Bay Area como Exodus, Metallica e Testament. O álbum mais recente é V, de 2020. O Midnight, de Cleveland, Estados Unidos, tem destruído o metal/punk underground desde 2002 com seu som ríspido. Construindo uma forte reputação e seguidores fanáticos, a obra mais recente do Midnight, Rebirth By Blasphemy, soa mais completa e estridente do que nunca. A Manger Cadavre? é uma banda de death crust de São José dos Campos, interior de São Paulo. Tendo se apresentado em grandes festivais nacionais como Setembro Negro,Oxigênio Festival, Abril Pro Rock, Virada Cultural Paulista entre outros, a banda atualmente está em tour de lançamento do disco Imperialismo. SERVIÇODischarge em São PauloData: 21 de junho de 2024 (sexta-feira)Horário: 19h (portas) | Início: 20hLocal: Carioca ClubEndereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – São Paulo/SPVendas: https://www.clubedoingresso.com/evento/discharge-saopaulo Ingresso Pista: R$ 150,00 (1º lote, meia-entrada e meia-entrada solidária); R$ 300 (inteira, 1º lote)Camarote: R$ 200,00 (1º lote) Ingressos meia ou promocional: mediante à apresentação da carteira de estudante ou a doação de 1kg de alimento não perecível (exceto sal e açúcar) ou um pacote de absorvente feminino, a ser entregue no dia do show. Classificação: 16 anos Informações:www.instagram.com/discharge.officialhttps://www.instagram.com/gigmusicoficialhttps://www.instagram.com/tedesco.com.midia/ Via: RockBizz

“Toco as músicas do Pantera do meu jeito”, afirma Zakk Wylde
A reunião do Pantera, que conta com os dois integrantes da formação clássica, Phil Anselmo (vocal) e Rex Brown (baixo), com os amigos Zakk Wylde (guitarra – Black Label Society, Ozzy Osbourne) e Charlie Benante (bateria – Anthrax), que estão substituindo os saudosos irmãos Dimebag Darrell e Vinnie Paul, saiu do papel em 2022. Desde então, a banda vem tocando pelos Estados Unidos, Europa e América Latina e fazendo a alegria dos fãs por onde tem passado. Trocando uma ideia com o site Heavy, Zakk comentou que toca as música do Pantera de seu jeito, de acordo com seu playing, ou seja, não mudou as características de seu som para executar as obras do Pantera. “Eu toco as músicas do meu jeito, mas me mantenho fiel aos sons”, explicou Wylde. “Se Dime fosse me substituir na banda de Ozzy, ele tocaria o solo de No More Tears da maneira dele, mesmo tocando nota por nota, porque teria o toque e o timbre de Dime”, pontuou. “As coisas não são diferentes quando estou tocando Mr. Crowley, por exemplo, eu me mantenho fiel ao que Randy Rhoads compôs; assim como me mantenho fiel ao solo de Jake E. Lee em Bark At The Moon, mas aplicando meu toque”, acrescentou. O Pantera segue com a turnê de reunião, com shows marcados pela Austrália, Reino Unido e Estados Unidos. O itinerário completo da tour pode ser consultado neste link. Via: RockBizz

Rodrigo Oliveira e Amilcar Christófaro participam do podcast do Summer Breeze Brasil
Nesta semana, o podcast do Summer Breeze Brasil tem o prazer de anunciar o episódio Bateristas do Brasil, com músicos importantes para a cena do metal brasileiro: Rodrigo Oliveira (Korzus) e Amilcar Christófaro (Torture Squad). Este quarto episódio mergulha ainda mais fundo na cultura metal e aborda a trajetória desses bateristas, suas bandas e o impacto de suas obras no cenário nacional. Rodrigo Oliveira, um veterano com 26 anos de dedicação ao Korzus, compartilha suas experiências e reflexões sobre a evolução da banda, que comemora 40 anos com um show especial no Summer Breeze Brasil. Sua participação no tributo a Andre Matos na primeira edição do festival é um dos muitos destaques de sua carreira, evidenciando a profundidade de sua conexão com a música e a comunidade dos headbangers. Amilcar Christófaro traz ao episódio a empolgação com o lançamento do novo álbum do Torture Squad, Devilish, destacando a faixa Uatumã que contará com convidados especiais. Com 30 anos de existência, o Torture Squad é uma das bandas mais respeitadas do metal brasileiro, e Amilcar reflete sobre a importância singular do evento no Brasil e na América Latina como um todo. Ele relembra a sensação de estar no Memorial da América Latina, um espaço que ele descreve como único para respirar e vivenciar a música. Os bateristas também expressam sua admiração por Charlie Benante (Anthrax) e Tom Hunting (Exodus), citando-os como grandes inspirações e compartilhando a empolgação em vê-los ao vivo nesta segunda edição do festival Summer Breeze com suas respectivas bandas. Confira hoje o episódio #4 aqui a partir das 19h:https://youtu.be/dNcK9tZSW0E?si=W1geqDpRb0QUdRVs Além das performances eletrizantes, o Summer Breeze Open Air Brasil oferece uma experiência completa com Feira Geek, Feira de Tattoo, uma diversidade gastronômica, lounges premium, Espaço Kids, lojas com uma variedade de produtos do universo rock, e merchandising variado do festival e das bandas participantes. Este evento não apenas promete ser um divisor de águas no mercado de shows no Brasil, mas também um ponto de encontro para a nova geração do metal brasileiro, demonstrando a força e a diversidade do gênero no país. Informações:https://summerbreezebrasil.com/ Via: RockBizz

Lenny Kravitz recebe estrela na Calçada da Fama
Lenny Kravitz, 59 anos, tem mais uma grande conquista em sua longa e vitoriosa carreira para celebrar: o cantor e multi-instrumentista ganhou nesta terça-feira (12) uma estrela na Calçada da Fama, em Hollywood. O nova-iorquino, que vai lançar seu próximo álbum de estúdio, Blue Electric Light, em maio deste ano, estava acompanhado de sua filha, a atriz Zoë Kravitz, e de seu genro, o também ator Channing Tatum. Assista à cerimônia completa: Para Ana Martinez, produtora da Walk Of Fame, a estrela de Kravitz “serve como um testemunho de seu talento excepcional, dedicação e impacto significativo na cultura popular”. Martinez pontuou também a influência que o músico tem sobre a arte de novos artistas, e que o reconhecimento é “verdadeiramente merecido”. Novo álbum A boa fase de Lenny Kravitz também se estende ao âmbito musical. O cantor está prestes a lançar seu décimo-segundo álbum de estúdio, o Blue Electric Light, que chega às plataformas digitais em 24 de maio, apenas dois dias antes de seu aniversário de 60 anos. A era teve início em outubro de 2023, com o carro-chefe do projeto, TK421. A faixa, que atualmente conta com mais de 3,5 milhões de reproduções somente no Spotify, mostra o talento do artista como vocalista, compositor e multi-instrumentista, fundindo funk, sintetizadores e um solo de saxofone sem deixar o rock n’ roll de lado. Via: RockBizz

Rob Halford fala sobre sua homossexualidade: “Me sentia extremamente solitário por ter que viver uma vida dupla”
Em uma nova entrevista para a Global News, Rob Halford falou sobre a aceitação de sua sexualidade pelos fãs de metal e como isso evidência a capacidade do gênero musical de ser um lugar onde todos são bem-vindos. “É uma base ampla”, disse o vocalista do Judas Priest. “Não é apenas na música. Está em todo lugar. Está em todas as esferas da vida. Quando eu era mais jovem, particularmente, durante os primeiros anos do metal, sim, havia muita homofobia, resistência e intolerância, tanto que eu tive que me esconder mesmo, tive que esconder minha identidade dentro da banda”. “Me sentia extremamente solitário por ter que viver uma vida dupla”, continuou ele. “Então toda essa questão de ser abraçado, não se sentir sozinho e se sentir parte de um grupo de pessoas que estão todas sentindo o mesmo é realmente especial e único no mundo do metal”. Halford declarou publicamente sua homossexualidade em 1998, durante uma aparição na MTV News. Confira a entrevista completa abaixo: E por falar em Judas Priest, a banda lançou no dia 08 de março seu 19º álbum de estúdio, intitulado Invincible Shield. O disco foi mais uma vez produzido por Andy Sneap, o guitarrista da banda em turnê, já que os problemas de saúde de Glenn Tipton fizeram com que ele ficasse de fora das apresentações. Via: RockBizz

João Gordo é uma peça mais do que essencial na cena musical e social brasileira
Poucos artistas têm a capacidade e a graça de passar incólume pelo teste do tempo, mantendo relevância dentro e fora dos palcos. O mais comum é vermos nomes da música realizando apresentações patéticas, sem uma centelha de capricho, sendo um cover de si mesmo e se arrastando, no pior estilo aos trancos e barrancos, na cena, com performances risíveis e ordinárias. A coisa piora ainda mais quando os “estimados” músicos, que chegaram a tremular as bandeiras da anarquia e igualdades sociais, se tornam militantes do grotesco e nojento lema fascista: Deus, pátria e família. Tais figuras se transformaram, com o passar dos anos, no suprassumo da cólera e mágoa e roteadores de desinformação, patetice e imbecilidade. Contudo, há luz no fundo do túnel, há nomes da música como o frontman do Ratos de Porão, João Gordo, sujeito que usou as oportunidades que a vida lhe ofereceu para trilhar um caminho assertivo. Por conta de seu caráter punk, talvez, Gordo passou longe das efemeridades e banalidades do universo musical que alguns artistas cismam em chafurdar. E mais, João tomou um dos caminhos mais excruciantes de nossa existência: a reforma íntima. Em 2022, durante uma entrevista ao jornal O Globo, o músico disse: “Estou tentando sempre me tornar uma pessoa melhor. Há uns 20 anos, eu era um bolsominion! Eu era escroto, homofóbico”, pontuou. “Hoje sou um ser humano em construção e um filho da puta em desconstrução”, completou. Para tal percepção, o indivíduo necessita de uma humildade, despojamento e caráter que a maioria dos artistas e, até mesmo, pessoas anônimas não dispõem e, quiçá, dão de ombros. Bem, para não ficarmos apenas no discurso, vamos a dois exemplos práticos de o porquê considerarmos João Francisco Benedan uma peça mais do que essencial na cena musical e social brasileira. No campo musical é fácil, fácil sacar a importância do cara, basta repousar os ouvidos em obras sonoras como Crucificados pelo Sistema (1984), Descanse em Paz (1986), Brasil (1989) e Necropolítica (2022). Conteúdo lírico mais do que pertinente e bem versado, e performances primorosas que combinam com o teor implacável das canções. Já na seara social, o músico, com o apoio de sua esposa e filhos, deu vida, durante o terrível e mais crítico período da pandemia de Covid, ao projeto Solidariedade Vegan, iniciativa que distribui mais de três mil refeições aos moradores de rua e às comunidades carentes de São Paulo. Além de ajudar a mitigar a fome de nossos irmãos mais necessitados, a intenção do Solidariedade Vegan é colaborar para a erradicação da pobreza, reduzir as desigualdades e fomentar a agricultura sustentável. É evidente que o Gordo não põe de pé o projeto de forma individual, o que é maravilhoso, na verdade, pois possibilita a chance de outras pessoas embarcarem na necessária e benfazeja ação. A gente poderia ficar por mais um bocado de tempo pontuando os atributos e projetos do vocalista do Ratos, mas, em suma, João Gordo é uma peça mais do que essencial na cena musical e social brasileira, visto que é um grande ser humano em construção e um filho da puta em desconstrução. Via: RockBizz

Tarja Turunen e Marko Hietala lançam o single Left On Mars
Tarja Turunen e Marko Hietala lançaram o single Left On Mars. A faixa é a primeira colaboração em estúdio da dupla desde a demissão da cantora do Nightwish em 2005. Curta o som logo abaixo: Tarja e Marko estão no Brasil divulgando a Living The Dream – The Hits Tour 2024. Todavia, os shows de Belo Horizonte e Curitiba foram remarcados para o ano que vem, pois a cantora apresentou problemas em sua voz. Em Curitiba, a dupla subirá no palco no dia 18 de maio de 2025. Já em Belo Horizonte, Tarja e Marko retornarão no dia 20 de maio de 2025. Os ingressos já adquiridos para ambas as cidades seguem válidos para as novas datas, sem necessidade de troca. A partir desta quinta-feira, dia 14 de março, quem optar pela devolução dos valores dos ingressos adquiridos, podem entrar em contato com a plataforma na qual a compra foi realizada. Via: RockBizz

Slash quer que sua próxima turnê solo deixe uma mensagem e seja inclusiva
Slash, guitarrista do Guns N’ Roses, foi entrevistado recentemente pela Loudwire Nights e falou sobre o que os fãs podem esperar da sua nova turnê em apoio ao seu próximo disco solo, Orgy of the Damned. A turnê se chamará S.E.R.P.E.N.T., um acrônimo que significa Solidarity, Engagement, Restore, Equality N’ Tolerance (Solidariedade, Engajamento, Restauração, Igualdade e Tolerância), e contará com uma série de artistas de rock e blues. “Vamos doar parte dos lucros para diferentes organizações que apoiam a inclusão”, disse Slash ao apresentador Chuck Armstrong. “Solidariedade é uma ótima palavra para isso, apenas para tentar apagar algumas das divisões que estão acontecendo com as pessoas”. Slash também revelou que se sente atraído por organizações e instituições de caridade que fazem muitas coisas diferentes e que se destacam da norma. “Eu realmente queria que essa turnê tivesse uma pequena mensagem e fosse inclusiva, esse tipo de coisa”, explicou o guitarrista. Orgy Of The Damned será lançado no dia 17 de maio. O clipe do primeiro single do novo trabalho, um cover de Killing Floor, do Howlin’ Wolf, com participação de Brian Johnson (AC/DC) nos vocais e Steven Tyler (Aerosmith) na gaita, pode ser visto abaixo. Via: RockBizz

Bon Jovi agradece os fãs por ter ultrapassado 1 bilhão de views em Always
O conjunto de hard rock Bon Jovi agradeceu os fãs por ter ultrapassado 1 bilhão de views em Always no YouTube. Esta é a terceira canção da banda a bater tal marca – as outras duas são: It’s My Life e Livin’ On A Prayer. Pelas redes sociais, o vocalista Jon Bon Jovi, o tecladista David Bryan e o baterista Tico Torres retribuíram todo o apoio e carinho recebido pelo público. Jon disse: “Este é um humilde agradecimento a todos que assistiram ao vídeo da música Always um bilhão de vezes”. Always foi uma faixa inédita incluída na coletânea Cross Road, de 1994. A canção foi um sucesso imediato nas paradas, ficando seis meses no Top 10 da Billboard Hot 100, além disso, se tornou o single mais vendido dos Estados Unidos. Vem curtir e ou relembrar a balada no player a seguir: Via: RockBizz

Kiko Loureiro pede sugestões de músicas para os shows da carreira solo
Em julho e agosto, o virtuoso guitarrista Kiko Loureiro (ex-Megadeth, ex-Angra, ex-Dominó) vai mostrar o poderio sonoro de sua carreira solo, com shows já confirmados em Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Goiânia, Brasília, Santos, Florianópolis, Curitiba, São Paulo e Porto Alegre. “O repertório vai revisitar toda a minha carreira. Não tem como não tocar Angra e Megadeth, das fases que eu participei, além do meu trabalho solo e algumas surpresas”, disse o guitarrista. “Estou preparando com bastante cuidado o setlist, para que agrade todas as pessoas que tem acompanhado minha carreira ao longo de todos esses anos todos. Será um show completo, como deve ser feito em relação a produção, com luz, com som, equipe e tudo isso que é tão importante e que eu sempre fiz com as bandas, e agora farei nos shows solo”, completou. Dito isso, Kiko Loureiro pediu sugestões de músicas para os shows de sua carreira solo. Então, os fãs que quiserem dar uma dica ou outra de som ao guitar hero, é só interagir com o músico em suas redes sociais. Para ficar por dentro da carreira e projetos do músico, basta clicar neste link. Via: RockBizz

Accept mostra os bastidores do videoclipe de Humanoid
O titã do metal alemão, Accept, mostrou os bastidores do videoclipe de Humanoid, faixa-título de seu novo álbum de estúdio, que será lançado no dia 26 de abril pela Napalm Records. Veja: Já o clipe da canção pode ser curtido neste outro player: O trabalho foi mais uma vez produzido, gravado, mixado e masterizado pelo aclamado produtor de heavy metal Andy Sneap (Judas Priest, Megadeth, Arch Enemy, Nevermore, Saxon, Kreator, entre muitos outros). Sobre o novo disco, o líder e guitarrista do grupo, Wolf Hoffmann, comentou: “Estou extremamente satisfeito com Humanoid. O álbum tem uma grande energia! Trabalhar com o melhor produtor de metal, Andy Sneap, foi mais uma vez muito divertido! Somos uma grande equipe. Todos nós amamos o novo álbum e estamos ansiosos para tocá-lo ao vivo! Esperamos que nossos fãs gostem tanto quanto nós”. Humanoid será o sexto álbum com o vocalista Mark Tornillo, que substituiu o frontman original Udo Dirkscheider. A parceria entre Accept e Tornillo rendeu trabalhos de peso como Blood Of The Nations (2010), Stalingrad (2012), Blind Rage (2014), The Rise Of Chaos (2017) e Too Mean To Die. Via: RockBizz

Iron Maiden: 5 deslizes da carreira do big boss Steve Harris
Unanimidade é algo que simplesmente não faz parte de um planeta como o nosso, que é essencialmente composto pelo duo de provas e expiações! Seja em opiniões, julgamentos, ideias, criações, produtos, serviços, etc, tudo está em constante processo de desenvolvimento, inclusive nós como indivíduos, portanto, estamos sujeitos a enganos, erros, omissões e toda sorte de falhas e tropeços ao longo de tal doloroso e necessário curso. Nem mesmo os músicos que mais admiramos, aqueles que nos acompanham por boa parte da vida, detêm o poder da universalidade, do absoluto. São falíveis e, às vezes, escorregam feio nas cascas de bananas que se prostram em seus caminhos, e os resultados podem ser notados, por exemplo, em álbuns, músicas, turnês e shows desastrosos. E está tudo bem, é parte do jogo, a nossa proposta não é promover uma inquisição aos moldes contemporâneos e condenar perpetuamente os nossos heróis da música por conta de seus deslizes, tampouco conduzi-los a uma via-crúcis, cujo o desenrolar da história é o arrebatamento da carreira. Longe disso! Queremos mostrar que até um cara de alto padrão criativo e produtivo como o big boss do Iron Maiden, Steve Harris, tem suas cotas de erros e já meteu os pés pelas mãos um bocado de vezes. Dessa forma, propomos ao leitor uma breve repassada na carreira de Stevão com uma lista de 5 deslizes de sua longa carreira. 1 – Capa de Dance of Death A Donzela de Ferro viu sua sorte mudar com o retorno da dupla: Bruce Dickinson (vocal) e Adrian Smith (guitarra), em 1999. A volta da dupla foi coroada com o lançamento de Brave New World, décimo segundo registro de estúdio do grupo britânico, em 2000. O passo seguinte para reconquista mundial aconteceu no ano de 2003, com o lançamento de Dance Of Death. O disco reserva ao ouvinte momentos sublimes como em Paschendale, Rainmaker, Journeyman, No More Lies e a faixa-título. Porém, a capa é no mínimo bisonha! Então, a culpa é do artista, do cara que fez a arte da capa, certo? Calma lá, porque David Patchett apresentou ao boss um protótipo inacabado, contudo, Steve bateu o pé que aquele esboço mal renderizado seria a arte final do álbum. Como Harris é o patrão, assina os cheques, ninguém bateu de frente e o resultado é a lástima que conhecemos. 2 – Repetição De meados dos anos 90 para cá, o chefe tomou um gosto tremendo para fazer longas e cansativas introduções para suas composições. Há momentos que ficam da hora como em Sign of the Cross, The Clansman e Dream of Mirrors, no entanto, há momentos que dão nos nervos tais como For the Greater Good of God, Isle of Avalon e The Red And The Black. Ser mais econômico e direto ao ponto traria mais fôlego ao som da banda e deixaria a faceta progressiva das canções menos cansativa. 3 – Produção Kevin Shirley pode ser o cara que assina a produção do Iron há algumas décadas, mas, a bem da verdade, quem dá as cartas é Steve. E ele tem empobrecido o som da banda ao colocar camadas e mais camadas de overdubs. Aqui vai um breve exemplo! Para quem foi no Rock in Rio 3, em 2001, pôde ver o Maiden fazer aquele show que beirou à excelência, entretanto, tomou um susto, um balde de água fria, ao conferir o DVD do show, tempos depois. O material estava, a título de exemplo, repleto de edição e com a participação do público demasiadamente diminuída. Ué, mas é impossível você se lembrar cem por cento do show, né? Sim! Todavia, antigamente existia um aparelho chamado videocassete, que servia para gravarmos o que passava na TV. Dessa forma, deixamos tudo preparado para a gravação na íntegra e ao vivo de tal apresentação, com isso, posteriormente, pudemos reunir os amigos para várias sessões do show, e o que foi exibido ao vivo foi bem diferente do que foi parar no DVD, infelizmente. “Culpa” do Senhor Harris! 4 – The Angel and the Gambler Muitos fãs tacham a repetição do refrão como o vilão de The Angel and the Gambler, que poderia ser enxugado, digamos assim. Ainda assim, o que mais dói na canção é a inserção de linhas de teclado no pior estilo Casio linha infantil. Alguém deveria ter tomado este brinquedo do chefe ou ter falado que as pilhas acabaram. Nos livraria deste infortúnio. 5 – British Lion É bacana que Steve tenha outro grupo para dar vazão à sua criatividade e curtir com os parças de copo, mas poderia caprichar mais nas composições. A pegada despojada e alternativa do conjunto não é o problema, o que desanima é o repertório que vibra entre o apático e o sonífero. Se você procura grandes refrãos, solos caprichados e performances individuais matadoras, British Lion corre no caminho inverso. Neste jogo, Stevão tinha tudo para marcar um golaço, entretanto, mandou a bola para fora do estádio e deixou todo mundo no campo e arquibancada com cara bocó. Via: RockBizz

Tarja Turunen e Marko Hietala confirmam novas datas dos shows em Belo Horizonte e Curitiba
A apresentação de Tarja Turunen e Marko Hietala em Belo Horizonte, marcada para esta terça-feira (12 de março), no Mister Rock, foi adiada devido problemas de saúde dos músicos, os mesmos que ocasionaram o adiamento do show em Curitiba no último domingo (10). Ambas as cidades já tem novas datas confirmadas para a realização dos shows. Em Curitiba, a dupla sobe ao palco no dia 18 de maio de 2025. Já em Belo Horizonte, Tarja e Marko retornam no dia 20 de maio de 2025. Os ingressos já adquiridos para ambas as cidades seguem válidos para as novas datas, sem necessidade de troca. A partir das 14h de quinta-feira (14 de março), quem optar pela devolução dos valores dos ingressos adquiridos, podem entrar em contato com a plataforma na qual a compra foi realizada. Os artistas estão apresentando melhoras em seus quadros de saúde. Tanto Marko quanto Tarja estavam com muita vontade de fazer o show de hoje em Belo Horizonte, porém, os médicos solicitaram repouso total, também para preservar os próximos shows da turnê. A dupla foi atendida por médicos infectologistas e otorrinolaringologistas em Curitiba, e seguem sendo acompanhados por uma equipe de profissionais fonoaudiólogos. O restante da turnê segue confirmada:13/03 – Brasília @ Toinha Brasil Show14/03 – Rio de Janeiro @ Sacadura 15416/03 – Fortaleza @ Complexo Armazém17/03 – Belém @ Espaço Náutico Marine Club19/03 Recife @ Armazém 14 A turnê Livin’ The Dream – The Hits Tour 2024 reúne, após vinte anos, Tarja e Marko Hietala, que escreveram importantes capítulos da história do metal sinfônico ao lançarem clássicos absolutos do estilo como Once e Century Child. Na atual turnê, Marko abre a noite com o setlist acústico, e posteriormente, sobe ao palco de Tarja para cantar diversas músicas, incluindo sucessos do Nightwish. Via: RockBizz

Judas Priest inicia turnê Invincible Shield; veja vídeos e setlist
O Judas Priest iniciou sua turnê mundial Invincible Shield em Glasgow, Reino Unido, na noite de ontem (11 de março). A banda abriu com a estreia ao vivo de Panic Attack, faixa do seu novo álbum de estúdio Invincible Shield, e posteriormente apresentou mais duas músicas novas, Trial by Fire e a faixa-título. Entre os clássicos, o Priest revisitou Love Bites e Saints in Hell, que não tocavam ao vivo desde 2015 e 2019, respectivamente. O show terminou com um bis duplo de Hell Bent for Leather e Living After Midnight. Lançado em 08 de março, Invincible Shield é o 19º álbum de estúdio do Judas Priest. Foi mais uma vez produzido por Andy Sneap, o guitarrista da banda em turnê, já que os problemas de saúde de Glenn Tipton fizeram com que ele ficasse de fora das apresentações. Confira o setlist e vídeos filmados por fãs abaixo: 01. Panic Attack02. Rapid Fire03. You’ve Got Another Thing Comin’04. Metal Gods05. Lightning Strike06. Love Bites07. Breaking the Law08. Saints In Hell09. Trial by Fire10. Turbo Lover11. Invincible Shield12. Beyond the Realms of Death13. Victim of Changes14. Screaming for Vengeance15. The Green Manalishi (With the Two Prong Crown)16. Painkiller Bis17. Hell Bent For Leather18. Living After Midnight Via: RockBizz

The Troops of Doom: A Mass To The Grotesque tem capa assinada por Dan Seagrave
O The Troops of Doom revelou que o artista gráfico britânico Dan Seagrave, responsável por artes icônicas da era de ouro do death metal, é o autor da capa do segundo full da banda, A Mass To The Grotesque, que será lançado no dia 31 de maio pelo selo português Alma Mater Records. “Não haveria um artista mais perfeito para pintar a capa do disco senão o ilustre Dan Seagrave, que tem seus traços firmados no gênero e é autor de inúmeras capas de álbuns do death metal que foram escola e servem de inspiração direta na música do The Troops of Doom, como Morbid Angel, Dismember e Entombed”, afirmou Marcelo Vasco. “Somos fãs inveterados do trabalho dele e é uma enorme honra ter uma arte dele como capa desse novo disco. É um sonho sendo realizado”, acrescentou o guitarrista, que também é artista gráfico. O título A Mass To The Grotesque traz o simbolismo de uma verdadeira ode ao feio, ao mal e ao temido. “Um culto ao grotesco, sobre tudo e todos que não se encaixam nos moldes de uma dita sociedade “evoluída”, optando então por viver nas sombras. Uma liturgia obscura ao renegado e seus adeptos, que encontram abrigo e conforto na ausência de luz e de uma suposta ditadura da palavra divina, seja ela qual for. O grotesco é a resistência em que nada é sagrado”, descreveu o guitarrista Jairo “Tormentor” Guedz. A Mass To The Grotesque foi gravado no Audio Porto em Porto Alegre (RS), e contou com produção de André Moraes, músico, autor de trilhas sonoras para cinema, teatro e televisão, além de diretor de filmes e videoclipes. O álbum foi mixado e masterizado por Jim Morris no estúdio Morrisound, na Flórida, que originou verdadeiros clássicos do death metal no final dos anos 80 e início dos anos 90. “Ter o nosso álbum mixado e masterizado nesse patrimônio do death metal da velha guarda, de onde saíram discos como Leprosy (Death), Altars of Madness (Morbid Angel), Deicide (Deicide) e Arise (Sepultura), apenas para mencionar alguns, é fantástico”, concluiu o vocalista e baixista Alex Kafer. Track listing de A Mass To The Grotesque: 01. Solve Et Coagula – Introduction02. Chapels Of The Unholy03. Dawn of Mephisto04. Denied Divinity05. The Impostor King06. Faithless Requiem07. Psalm 7:8 – God of Bizarre08. Terror Inheritance09. The Grotesque10. Blood Upon The Throne11. Venomous Creed Tour O The Troops of Doom será uma das atrações do festival Summer Breeze Open Air Brasil, tocando no dia 28 de abril (domingo), ao lado de bandas como Mercyful Fate, Anthrax, Amorphis, Death Angel, entre outras. Em agosto, a banda fará a sua primeira turnê europeia, a qual será uma das atrações do festival Milagre Metaleiro 2024, que acontece em Pindelo dos Milagres, em Portugal. Em breve novas datas da primeira passagem pelo Velho Continente serão anunciadas. Informações:www.thetroopsofdoom.com Via: RockBizz