Resenhas

“Médicos me falaram que eu estaria em cadeira de rodas aos 25 anos”, recorda Mick Mars
Mick Mars, 72 anos, ex-guitarrista do Mötley Crüe, trava uma dolorosa luta contra a espondilite anquilosante desde o começo da adolescência. É importante explicar que a espondilite anquilosante é uma doença inflamatória crônica autoimune de origem ainda desconhecida que afeta as articulações do esqueleto axial – crânio, caixa torácica e coluna vertebral. No caso de Mars, o problema está centralizado na coluna vertebral, o que causou a curvatura do eixo central do corpo, dificuldade de mobilidade e muitas dores. Em uma breve conversa com o podcast Rock Talk With Jacqui Neal, Mick recordou que os médicos lhe deram o prognóstico de estar em cadeira de rodas aos 25 anos, devido os avanços da espondilite anquilosante. Mars relembrou: “Como eu tenho a espondilite anquilosante, os médicos me disseram que eu estaria em uma cadeira de rodas aos 25 anos ou algo assim. E eu retruquei: ‘Não vou, não’! Como os médicos ganham dinheiro? Mantendo você doente, dizendo isso ou fazendo aquilo. Eu não quero ser mau com os médicos porque eles também ajudam, mas eles não ganham nenhum dinheiro sem pacientes”. Mick continuou: “Então, esse é o meu sentimento sobre isso. Eu sei que há pessoas que ficam muito fisicamente debilitadas como Stephen Hawking [físico teórico que sofria de Esclerose Lateral Amiotrófica] e tal. Mesmo assim, a espondilite anquilosante é uma doença contra a qual você precisa lutar”. A conversa completa está disponível logo abaixo: Em fevereiro deste ano, o músico lançou o seu primeiro álbum solo, intitulado The Other Side Of Mars, pelo seu próprio selo 1313, LLC, em parceria com a MRI. O trabalho está disponível em vários formatos incluindo CD e LP 180g, autografados ou não. Track listing de The Other Side of Mars: 01. Loyal To The Lie02. Broken On The Inside03. Alone04. Killing Breed05. Memories06. Right Side Of Wrong07. Ready To Roll08. Undone09. Ain’t Going Back10. LA Noir Via: RockBizz

Robert Trujillo tem profunda estima por Ozzy: “Não estaria aqui sem ele”
Quem vê o baixista Robert Trujillo rodando o planeta com o Metallica, pode achar que a gig caiu do céu ou foi um golpe de sorte. Mas não foi nada disso! O Roberto Agustín Miguel Santiago Samuel Trujillo Veracruz ralou muito para chegar em tal ponto e, uma das pessoas que o ajudou, foi o nosso querido madman, Ozzy Osbourne. O Príncipe das Trevas trouxe Trujillo para sua banda em 1996, o que lhe abriu muitas portas no mercado musical, inclusive ser visto e convidado para integrar o Metallica. O músico deixou a banda de Ozzy no começo de 2003 para trabalhar com James Hetfield (vocal e guitarra) e Cia. Batendo um papo com a revista Metal Hammer, o baixista falou que tem profunda estima por Ozzy e ressaltou que não estaria na cena musical sem ele. “Olha, eu sempre estarei à disposição para ajudar Ozzy”, garantiu Robert. “Tudo o que ele precisar de mim, sempre farei o meu melhor”, reiterou. “Eu sempre valorizarei muito os meus anos com Ozzy e tive muita sorte de poder trabalhar com ele novamente em Patient Number 9”, continuou. “O disco até ganhou alguns Grammys”, destacou. “Essa foi outra aventura especial em minha vida, e eu não estaria aqui sem ele”, concluiu. Atualmente, Trujillo e o Metallica seguem divulgando o álbum 72 Seasons, trabalho lançado em abril de 2023. Já Ozzy Osbourne segue cuidado de sua saúde para tentar voltar aos palcos o mais breve possível. Via: RockBizz

Bruce Dickinson afirma que o Spotify está roubando os artistas
Desde que o compartilhamento de arquivos começou em larga escala, no final da década de 1990, há uma briga entre os artista/bandas e os provedores deste serviço. Com o avanço da tecnologia nos últimos, as plataformas de streaming ganharam mais força e a contenda com o setor artístico ficou ainda mais acirrada. Em conversa com a ATMósferas Magazine, o frontman do Iron Maiden, Bruce Dickinson, por exemplo, afirmou que o Spotify está roubando os artistas e traz muitas dificuldades para que novas bandas possam entrar no mercado. Cabe explicar que o Spotify é um dos maiores serviços de streaming de música do mundo, com milhões de usuários ao redor do globo. “É uma situação em que todos perdem! Quando você tem empresas como Spotify, que estão basicamente roubando os músicos, pois os pagam quase nada para tocarem seus trabalhos. E, ainda assim, o Spotify não consegue ganhar dinheiro. Eles não estão ganhando dinheiro e os músicos não estão sendo pagos”. Dickinson arrematou: “Além disso, novas bandas dificilmente podem se dar ao luxo de começar uma carreira, mas tem gente que tenta. Por quê? Porque eles amam o que fazem. É isso que os motiva. Portanto, se os serviços de streaming pagassem as pessoas adequadamente por quando as pessoas ouvissem sua música, eu não me oporia a isso”. Como o assunto é Bruce Dickinson, o cantor lançou no dia 1 de março pela BMG seu novo álbum de estúdio solo, The Mandrake Project. O full length é o sucessor de Tyranny of Souls, lançado em maio de 2005. O trabalho está disponível em vários formatos como CD, CD deluxe, CD digisleeve, vinil duplo e digital (download e streaming). Track listing de The Mandrake Project: “Afterglow Of Ragnarok”“Many Doors To Hell”“Rain On The Graves”“Resurrection Men”“Fingers In The Wounds”“Eternity Has Failed”“Mistress Of Mercy”“Face In The Mirror”“Shadow Of The Gods”“Sonata (Immortal Beloved)” Turnê Com o novo disco na praça, Bruce vai cair na estrada para divulgá-lo, evidentemente. O giro percorrerá boa parte do globo e sete cidades brasileiras: Curitiba (24/04), Porto Alegre (25/04), Brasília (27/04), Belo Horizonte (28/04), Rio de Janeiro (30/04), Ribeirão Preto (02/05) e São Paulo (04/05). Via: RockBizz

Creed anuncia lançamento da coletânea Greatest Hits em vinil
O Creed anunciou o lançamento da coletânea Greatest Hits pela primeira vez em vinil no dia 24 de maio pela Craft Recordings. Originalmente lançada em 2004 como uma edição limitada, a compilação de 13 faixas abrange os três primeiros álbuns da banda – My Own Prison (1997), Human Clay (1999) e Weathered (2001) – e apresenta singles de sucesso como Higher, One Last Breath, With Arms Wide Open e My Sacrifice. Como bônus especial, o conjunto de 2LPs apresenta uma gravura no Lado D que reflete a arte da capa. Greatest Hits também poderá ser encontrado em uma variedade de exclusividades limitadas, incluindo vinil Green Smoke, Orange Smoke, Red Smoke, Grey Smoke e Blue Smoke. A coletânea também estará disponível em streaming/download. Pré-venda aqui. Our GREATEST HITS collection is returning to vinyl on May 24th! This new 2-LP reissue marks the album’s first wide vinyl release. Also available in exclusive color pressings: Green Smoke, Orange Smoke, Red Smoke, Gray Smoke, and Blue Smoke. Preorder here: https://t.co/WS1XaP2UhO pic.twitter.com/zkACjnK4xJ — Creed (@Creed) March 26, 2024 Em julho de 2023, após um hiato de 11 anos, o Creed anunciou sua tão esperada reunião. Nos próximos meses, os fãs terão a oportunidade de ver a banda ao vivo, começando em abril com uma apresentação no Summer of ’99 Cruise nos Estados Unidos. Confira todo o itinerário do grupo aqui. Via: RockBizz

Yngwie Malmsteen é o seu pior inimigo, segundo Joe Lynn Turner
Em conversa com o canal Backstage Pass Rock News, o cantor Joe Lynn Turner (ex-Rainbow) falou sobre como foi trabalhar com o guitarrista Yngwie Malmsteen no final dos anos 80, no álbum Odyssey. “Eu não tenho problemas com Yngwie. Yngwie é o Yngwie. Ele é o que é”, disparou Joe. “No final da nossa parceria, ele estava bem difícil. Eu lembro de andar por Estocolmo, na Suécia, debaixo de chuva, xingando-o porque ele estava autoritário”, lembrou. “Em momentos como esse, você não quer fazer outro disco; você precisa de distância para se acalmar”, refletiu. “Olhando para trás, acho que poderíamos ter feito outro álbum, se ele fosse um pouco mais razoável na época”, pontuou. “Às vezes, você é seu pior inimigo e, aparentemente, Yngwie é o seu pior inimigo. Mas não tenho nenhum problema com Yngwie. O que foi feito foi feito. O que foi dito foi dito”, concluiu. Para conferir a entrevista completa com Joe Lynn Turner e muitas outras, basta acessar o canal Backstage Pass Rock News aqui. Via: RockBizz

“Não tenho interesse em pagar 1.200 dólares para ver o U2”, declara Bruce Dickinson
O vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, deu sua opinião sobre os preços dos ingressos para shows, bem como sobre outras facetas da indústria musical. Em uma nova entrevista à revista mexicana ATMósferas, Dickinson não hesitou quando foi questionado sobre o potencial impacto negativo dos preços estimados dos ingressos. O cantor citou a residência do U2 no The Sphere em Las Vegas, Estados Unidos, como exemplo extremo. “Se você quisesse ver o show do U2, acho que era 1.200 dólares por assento no The Sphere”, disse Dickinson (via Blabbermouth). “Não tenho interesse em pagar 1.200 dólares para ver o U2 no The Sphere – não. Cem dólares, talvez. Mas para mim o que é importante é tentar manter, por um lado, o tipo certo de ingresso pelo preço certo”. Curiosamente, Dickinson sugere que os assentos em frente ao palco – “que todos dizem que deveriam ser os ingressos mais caros” – deveriam na verdade ser “os ingressos com preços mais razoáveis, porque as pessoas que vão lá para a frente do palco serão pessoas que são fãs de verdade, crianças, pessoas que não podem pagar o dinheiro absurdo, mas são as pessoas que precisam estar na frente; são elas que vão manter esta música viva”. “E então você percebe que as pessoas podem ser fãs, mas eles querem trazer a esposa e não querem ficar com muito calor, suar e todo o resto”, continuou o vocalista do Iron Maiden. “Então, há alguns assentos no topo ou algo parecido, o que eles vão escolher e esses têm preços diferentes”. Vale ressaltar que os ingressos para a próxima turnê solo de Bruce Dickinson e para os shows do Iron Maiden em 2024 variam de 50 a 200 dólares (aproximadamente 250 a 1000 reais) e quanto mais próximo do palco, mais caro. “Os promotores precisam de alguma forma recuperar o dinheiro”, concluiu Dickinson. “Portanto, é um equilíbrio delicado, mas em geral os preços dos ingressos dispararam. E alguns dos preços dos ingressos que as pessoas pagam, bem, para mim, é uma loucura. Eu nunca pagaria esse preço, mas provavelmente não sou fã desse artista em particular. Pessoas que são, talvez achem que vale a pena. Quero dizer, certamente com meus shows, sempre tentamos manter os preços dos ingressos dentro dos limites normais. E o mesmo com o Maiden”. Confira a entrevista nos players abaixo: Via: RockBizz

Dr. Sin lança disco acústico e anuncia gravação de clipe no Summer Breeze Brasil
O Dr. Sin acaba de lançar a primeira parte do CD/DVD Acústico Dr. Sin em todas as principais plataformas de streaming através da ONErpm. O trabalho será disponibilizado e dividido em quatro EPs ao longo das próximas semanas. Adicionalmente, a banda anuncia sua intenção de apresentar uma música inédita durante o Summer Breeze Brasil, acompanhada da gravação de um videoclipe, ressaltando assim a importância da participação dos fãs neste evento. Durante a apresentação, o Dr. Sin também dedicará um momento especial para celebrar o lançamento do seu álbum de estreia, que leva o próprio nome, no palco do festival. Formado por Andria Busic (vocal e baixo), Ivan Busic (bateria e vocal) e Thiago Melo (guitarra), o grupo é conhecido pela sua energia contagiante e habilidades musicais. Os clássicos ganharam uma roupagem acústica de tirar o fôlego e Andria, Ivan e Thiago fizeram um show emocionante e histórico. Ouça abaixo: Ivan Busic, baterista do Dr. Sin, comentou sobre o lançamento do álbum acústico, a gravação de um videoclipe de música inédita e a celebração do primeiro álbum da banda: “Estamos extremamente animados em compartilhar nossa música de uma forma totalmente nova com nossos fãs, através deste álbum acústico. É uma história emocionante revisitando nossos sucessos de uma maneira mais íntima e pessoal. E celebrar o nosso álbum de estreia no Summer Breeze Brasil, além de apresentar uma música inédita, será uma experiência incrível. Mal podemos esperar para nos conectar com nossos fãs e compartilhar essa celebração memorável juntos.” O álbum acústico oferece uma perspectiva única sobre o legado da banda, reimaginando alguns de seus maiores sucessos de uma forma mais íntima e introspectiva. Os fãs podem esperar uma releitura autêntica, destacando a habilidade excepcional dos membros da banda em criar músicas que transcendem gêneros e gerações. A banda teve a honra de ter o artista e amigo Marco Bavini (voz, violão, violão barítono, dobro e viola) protagonizando um quarto elemento, engrandecendo ainda mais os arranjos nas versões acústicas. O show foi gravado no Teatro J.Safra, em São Paulo, com uma produção extremamente elaborada. A banda contou com as participações mais que especiais de Eduardo Ardanuy, a lenda da guitarra e membro da formação original, o incrível Rafael Bittencourt do Angra, a pianista Juliana D’Agostini embelezando o espetácu lo com seu inconfundível piano clássico e ainda a magnífica orquestra de cordas do maestro Bartolomeu Vaz. Tracklist de Acústico Dr. Sin: EP 1:1. Wake Me Up2. Miracles3. Time After Time4. See Me Now EP 2: lançamento no dia 11/41. Zero2. Soul Survivor3. Fire4. Lost In Space EP 3: lançamento no dia 01/051. You Are My Love2. Eternity3. Fly Away4. 27 EP 4: lançamento no dia 21/51. You Stole My Heart2. Emotional Catastrophe3. Down In The Trenches4. Revolution Via: RockBizz

Alchemia vai fazer shows no Summer Breeze Alemanha e Brasil
A banda de horror metal Alchemia, que mescla elementos da música sinfônica, trilhas sonoras de horror com heavy metal, metal sinfônico, gothic, industrial, black e death metal confirmou sua presença no festival Summer Breeze do Brasil e da Alemanha. Formado por Victor Hugo Piiroja (vocal), Rodrigo Maciel (guitarra), G.Morazza (baixo), Alex Cristopher (bateria) e Wally D’Alessandro (teclado), o grupo atualmente está produzindo seu segundo álbum, Become Human, que será lançado ainda em 2024. A música da Alchemia é uma mistura envolvente de escuridão e paisagens sonoras cinematográficas, explorando temas de autorreflexão, consciência, aprisionamento mental, fobias e transtornos psicológicos. O álbum de estreia, Inception, foi lançado em 2021 pela gravadora italiana WormholeDeath Records. O álbum, mixado e masterizado pelo dinamarquês Tue Madsen, foi aclamado tanto pela crítica quanto pelo público, e levou a banda a uma turnê internacional que passou pela Europa e pela América Latina. O Alchemia se apresentará no dia 26 de abril (sexta-feira) no Summer Breeze Open Air Brasil, que ocorre no Memorial da América Latina, em São Paulo. Já a apresentação no Summer Breeze Open Air em Dinkelsbühl (ALE) ocorrerá no dia 16 de agosto. “Primeiro recebemos o convite para tocarmos na segunda edição do Summer Breeze Brasil, o que nos deixou extremamente entusiasmados, pois este é o maior festival de metal da América Latina e é uma honra muito grande poder participar com a Alchemia”, declarou Victor Hugo Piiroja. “Mas como 2024 está sendo muito especial para nós, além de produzir o novo álbum, tocaremos nas duas edições do Summer Breeze! Estamos honrados com o convite do Summer Breeze Alemanha, especialmente porque será a edição comemorativa de 25 anos do festival, que é um dos maiores de metal do mundo. A Alemanha é a nossa segunda casa, temos nossa base europeia no país e é onde estamos produzindo o sucessor do Inception, o Become Human. Para o Alchemia, será uma oportunidade única de apresentar nossa música para milhares de pessoas”, concluiu o vocalista. Confira a performance do Alchemia executando Mind Prison na Horror Expo 2023: Informações:http://alchemiaband.com/https://summerbreezebrasil.comhttps://www.summer-breeze.de/en/ Via: RockBizz

Wolf Hoffmann achava tosco o Accept ser rotulado como uma banda de heavy metal
O líder e guitarrista do Accept, Wolf Hoffmann, concedeu uma entrevista à apresentadora Janne Innanfors, da rádio sueca Rockklassiker, e falou, dentre inúmeros assuntos, sobre o pioneirismo de sua banda na Alemanha e sobre o rótulo heavy metal. “As pessoas sempre disseram que fomos a primeira banda puramente de heavy metal da Alemanha. No início dos anos 80, as pessoas começaram a inventar o termo heavy metal. E eu me lembro de pensar: ‘Isso é bom ou ruim’? Soava meio tosco! Lá no começo, eu não queria ser chamado de heavy metal, no entanto, conforme o tempo foi passando, a coisa pegou. Hoje em dia, todo mundo chama tudo de metal. Mas quando surgiu, eu não sabia bem o que pensar”. Humanoid E por falar em Accept, o novo álbum da banda alemã, chamado Humanoid, será lançado no dia 26 de abril pela Napalm Records. O trabalho foi mais uma vez produzido, gravado, mixado e masterizado pelo aclamado produtor de heavy metal Andy Sneap (Judas Priest, Megadeth, Arch Enemy, Nevermore, Saxon, Kreator, entre muitos outros). Humanoid será o sexto álbum com o vocalista Mark Tornillo, que substituiu o frontman original Udo Dirkscheider. A parceria entre Accept e Tornillo rendeu trabalhos de peso como Blood Of The Nations (2010), Stalingrad (2012), Blind Rage (2014), The Rise Of Chaos (2017) e Too Mean To Die. Via: RockBizz

Parceria punk: The Offspring e Blink-182 mostram amizade nos bastidores do Lolla
As bandas de punk rock The Offspring e Blink-182 se apresentaram no palco Budweiser do Lollapalooza Brasil 2024 na última sexta-feira, dia 22 de março, em São Paulo. E nesta segunda-feira (25), Dexter Holland e cia acessaram as redes sociais do grupo para compartilhar fotos dos bastidores do festival e mostrar sua amizade com Mark Hoppus, Travis Barker e Tom DeLonge. “Foi ótimo ver nossos amigos do Blink-182 e dividir o palco com eles na América do Sul!”, disse a legenda da publicação. Veja abaixo: Os próximos compromissos de Dexter Holland (vocal e guitarra), Kevin “Noodles” John Wasserman (guitarra) e banda são na Colômbia, Estados Unidos, Reino Unido, República Tcheca, Suécia, Dinamarca, França, Espanha, Canadá, entre outros países. Quer ficar sabendo de tudo sobre o The Offspring? Então, acesse seu site oficial. Via: RockBizz

Hatefulmurder divulga o novo single Set Fire
O Hatefulmurder divulgou o novo single Set Fire nesta sexta-feira (22) em todas as plataformas digitais através da Canil Records. A faixa faz parte do novo álbum, ainda sem título, que será lançado no segundo semestre deste ano, e chega acompanhada de um lyric video mostrando o poder e técnica da vocalista Angélica Burns. A música mantém a proposta da banda, trazendo elementos do death metal, com um contraste entre o old school e o contemporâneo, além de possuir uma atmosfera mais moderna e a identidade única do metal extremo nacional. Set Fire é uma das músicas mais energéticas que a banda escreveu nos últimos tempos. “A letra retrata exatamente sobre não perder a energia em tempos difíceis onde aparentemente não há esperança. Angélica Burns escreveu a letra e a ideia de voz. A parte instrumental é fruto de umas jam sessions que fiz com o baterista Thomás. Certamente é uma música de show”, conta o guitarrista Renan Campos. Sobre o novo álbum, Renan comenta: “Estamos soltando aos poucos os singles do disco novo. A ideia é que antes do disco sair completo, as pessoas possam conhecer as músicas para que depois possam ouvir o disco como um todo”. A banda também anunciou o primeiro show da nova tour, que começa no Rio de Janeiro dia 13 de abril no palco do Vento Solar, ao lado das bandas Sangue de Bode, Inraza e Lumnia. Ouça Set Fire abaixo: Formada na cidade do Rio de Janeiro, a HatefulMurder possui uma grande bagagem, onde são mais de 10 anos de estrada, que conta com o lançamento de três álbuns de estúdio e dois EP’s, além de duas turnês sul-americanas e quatro turnês brasileiras. A banda é composta por Angélica Burns (vocal), Renan Campos (guitarra), Felipe Modesto (baixo) e Thomás Martin (bateria). Via: RockBizz

The Offspring mostra os bastidores de showzaço feito no Lollapalooza Brasil
Na última sexta-feira, dia 22 de março, o famosa banda de punk rock, The Offspring, subiu no palco Budweiser do Lollapalooza Brasil para conquistar mais uma vez os fãs brasileiros com os seus hits do quilate de Come Out and Play, Pretty Fly (for a White Guy), Self Esteem, The Kids Aren’t Alright, Why Don’t You Get a Job? e Want You Bad. Neste domingo, 24, pelas redes sociais, o The Offspring mostrou os bastidores do showzaço feito no Lollapalooza Brasil. Os próximos compromissos de Dexter Holland (vocal e guitarra), Kevin “Noodles” John Wasserman (guitarra) e banda são na Colômbia, Estados Unidos, Reino Unido, República Tcheca, Suécia, Dinamarca, França, Espanha, Canadá, entre outros países. Quer ficar sabendo de tudo sobre o The Offspring? Então, acesse seu site oficial neste link. Via: RockBizz

Os primeiros fãs do Pearl Jam foram babacas com Eddie Vedder, segundo Mike McCready
O Pearl Jam é uma das bandas de rock mais celebradas dos últimos 40 anos, mas o vocalista Eddie Vedder não foi imediatamente aceito quando chegou a Seattle em 1990. Vedder foi o último integrante a se juntar ao grupo, graças a um amigo em comum, o ex-baterista do Red Hot Chili Peppers, Jack Irons. Em 1990, o cantor foi de San Diego a Seattle para fazer um teste e finalmente fazer parte do Pearl Jam. “Quando Ed veio de San Diego, a primeira vez que todos entramos em uma sala, fiquei muito animado”, admitiu o guitarrista Mike McCready em uma entrevista recente à revista Mojo (via Loudwire). Porém, McCready ficou chocado quando as pessoas de fora da banda não foram tão receptivas. Os amigos do músico foram algumas das primeiras pessoas a ouvir o Pearl Jam (então chamado de Mookie Blaylock) tocar com seu novo vocalista, e ele ficou desapontado com a mente fechada deles. “A percepção de Ed era: ‘Ele é um estranho’”, ele explicou, acrescentando que Seattle em 1990 ainda era “muito pequena, muito provinciana”. E completou: “Meus supostos amigos eram meio babacas com ele”. “Fiquei chateado”, continuou McCready, lembrando como queria que Vedder fosse julgado por seu talento, e não por sua origem. “Eu estava tipo, ‘Ed é um cara legal. Apenas ouça ele’”. Claro, a história mostra que Vedder logo foi abraçado pelos fãs de música da cidade norte-americana. Uma pessoa que ajudou o cantor a ganhar aceitação foi o saudoso Chris Cornell, do Soundgarden. “Ele ajudou Ed a se integrar à cena, o levou para tomar cerveja, conversou com ele”, observou McCready. E por falar em Pearl Jam, a banda divulgou recentemente o segundo single do seu novo álbum de estúdio, intitulado Dark Matter, que será lançado no dia 19 de abril. Ouça Running abaixo: Via: RockBizz

Serj Tankian e Bear McCreary se unem na nova música Incinerator
O compositor de trilha de cinema e televisão, Bear McCreary, se uniu a Serj Tankian, vocalista do System of a Down, para uma nova música chamada Incinerator. A faixa faz parte do novo álbum de McCreary, intitulado The Singularity, que será lançado em 10 de maio. “Quando recebi a música, quando recebi essa música especificamente, fiquei impressionado”, afirmou Tankian (via Consequence). “É explosiva”. A música é explosiva, de fato, começando com um riff de guitarra emocionante antes que os vocais crescentes, marca registrada de Tankian, ganhem destaque. Cerca de dois minutos de música, Tankian muda para uma entrega caótica e rápida que lembra Chop Suey!, do SOAD. Incinerator serve como faixa de abertura do álbum e McCreary comentou: “Assim que ouvi os vocais abrasadores de Serj, soube imediatamente que ‘Incinerator’ seria a primeira música do álbum, agindo como um aviso de que uma jornada massiva, agressiva e emocional estava à frente”. Ouça abaixo: Via: RockBizz

Iron Maiden: Virtual XI é um álbum superior a Killers e muitos outros da Donzela
Os fãs mais ortodoxos do Iron Maiden são mais cansativos e irritantes do que tietes de divas pop, que ficam esperando em porta de hotel e se desesperam ao ver o artista alvo de seu deslumbramento pueril e fútil. Estes tietes do metal sempre irão, pois, torcer o nariz ao belo trabalho que o boa-praça Blaze Bayley fez no grupo britânico. Cabe recordar que a parceria entre Blaze Bayley e o Iron Maiden foi entre os anos de 1994 e 1999, rendendo dois álbuns de estúdio: The X Factor (1995) e Virtual XI (1998) – além da coletânea Best of the Beast, lançada em 1996. Virtual XI, ao contrário do que muitos apregoam, é um trabalho caprichado, com profundidade lírica, melodias vibrantes e solos de guitarras bem elaborados. Apesar da incessante repetição do refrão de The Angel And The Gambler e Don’t Look To The Eyes Of a Stranger, o disco garante uma audição fluída, sem as inúmeras sonolentas camadas progressivas e as cansativas introduções impostas garganta abaixo em sons de álbuns como A Matter of Life and Death (2006), The Final Frontier (2010) e The Book of Souls (2015). A produção de Steve Harris e Nigel Green em Virtual XI não chega aos pés do trabalho de Martin Birch, contudo, soa balanceada, quente e viva, passando longe do sabor artificial e sintético determinado por Kevin Shirley, que o Big Boss tenta colar a reputação de Martin Birch dos anos 2000. E a história de Virtual XI ser um álbum superior a Killers? Bem, o pecado capital do segundo registro de estúdio da Donzela é dispor de um insuportável quê punk. Em Virtual não há nenhum resquício de tal sotaque musical, o que já é um grande acerto e ponto a favor ao disco. Apesar de Killers não ficar encastelado na trip punk rock, com produção meia boca, arte de capa feita no improviso e de forma desleixada, performances beirando o amadorismo e com canções que não duram um reclame de margarina na TV, o repertório de Virtual XI é mais melódico, o timbre da voz de Blaze exerce mais peso e intensidade nas canções, além disso, lança mão de linhas de guitarra que são o puro convite para que o público cante junto. Sendo assim, Killers e sua irritante veia punk, aliado ao soterramento progressivo dos registros mais recentes, já deixa Virtual XI em vantagem – largando na frente, na verdade -, pois sua audição não é atolada em tais características. O décimo primeiro álbum do Iron Maiden tem mérito de ser um álbum dinâmico, visto que equilibra brilhantemente seu teor dramático e sombrio, sem contar que presenteia nossos ouvidos com solos e riffs bem sacados de Dave Murray e Janick Gers e refrãos grudentos oferecidos por Blaze. É claro que os tietes do Iron Maiden, aqueles que batem o pé, fazem biquinho e falam “Iron Maiden is my religion”, vão continuar odiando Virtual XI e toda a fase Blaze Bayley. Azar o deles! Via: RockBizz

Static-X: Veja trailer do documentário Evil Disco – The Rise, Fall, And Regeneration Of Static-X
Em comemoração aos vinte e cinco anos do álbum de estreia Wisconsin Death Trip, o Static-X vai lançar um documentário mostrando todos os pormenores da obra musical que alcançou disco de platina por ter vendido mais de um milhão de cópias. A banda se manifestou em nota sobre o documentário: “Há 25 anos, a Static-X lançou Wisconsin Death Trip para o mundo. Neste aniversário muito especial, gostaríamos de compartilhar um teaser do primeiro documentário oficial do álbum. Agradecemos a todos vocês pelas incríveis memórias, e tem muito mais coisa boa para rolar”. Veja o trailer do documentário Evil Disco – The Rise, Fall, And Regeneration Of Static-X: Wisconsin Death Trip, que foi composto por Wayne Static (vocal e guitarra), Ken Jay (bateria), Koichi Fukuda (guitarra) e Tony Campos (baixo), saiu no dia 23 de março de 1999 e chegou embalado pelos singles Push It, I’m with Stupid e Bled for Days. Via: RockBizz

Limp Bizkit promete abalar o Lollapalooza Brasil ao som de Break Stuff e Rollin’
O segundo dia de Lollapalooza Brasil 2024, que está rolando no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, contará com apresentações de Kings of Leion, Titãs Encontro, Thirty Seconds to Mars, Supla, Limp Bizkit, entre muitos outros. O Limp Bizkit, que está divulgando a Loserville Tour, vai subir no palco Samsung Galaxy às 19h55 e promete abalar o Lollapalooza Brasil ao som de Break Stuff e Rollin’. Break Stuff está no repertório do multiplatinado álbum Significant Other, segundo registro de estúdio do grupo, lançado em junho de 1999. Já o mega hit Rollin’ (Air Raid Vehicle) consta no track listing do terceiro disco, o badalado e premiado Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water, que chegou ao mercado em outubro de 2000. O full length ultrapassou a marca de dez milhões de cópias comercializadas no planeta. Além das duas faixas citadas, o Limp Bizkit pode tirar da cartola sons como Nookie, Behind Blue Eyes (cover do The Who), My Generation e Take a Look Around – esta última foi canção tema do filme Missão Impossível 2, de 2000. Relembre e curta os sons nos players a seguir: Via: RockBizz

Lollapalooza Brasil 2024 começa com tudo ao som de Blink-182 e The Offspring
O Lollapalooza Brasil 2024 começou nesta sexta-feira (22) no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, com um encontro muito aguardado e inédito no país: o primeiro show do blink-182 em terras brasileiras. O indie do Arcade Fire e o pop de Fletcher também foram destaque neste primeiro dia da 11ª edição do festival. Até o domingo, 79 artistas vão se apresentar, sendo 46 deles nacionais – o maior número de brasileiros em uma edição do Lolla. Rancore abriu o palco Budweiser ditando como seria o principal cenário do Lollapalooza Brasil 2024 neste dia de abertura do evento: um som mais pesado, com rodinhas punk entre os fãs e muito descarrego de energia ao som de uma das mais consagradas bandas do hardcore nacional. Fletcher, que havia feito um sideshow antes do Lolla, entrou dizendo que era a primeira vez dela no Brasil e na América Latina, e que sonhou a vida inteira em se apresentar no Lollapalooza. Conhecida pelas músicas em que fala de ex-relacionamentos, a cantora conquistou o público com o carisma, e recebeu até um “olê, olê, olê, olê, Fletcher, Fletcher” em coro. Dexter Holland, vocalista do The Offspring, abriu o show com um bom português: “E aí, São Paulo”! A atração foi a dobradinha perfeita para a banda headliner do primeiro dia, Blink-182, ambas californianas. O pop-punk do The Offspring fez os fãs pularem e cantarem do começo ao fim hits como Come Out and Play, Pretty Fly (for a White Guy), Self Esteem, The Kids Aren’t Alright, Why Don’t You Get a Job? e Want You Bad e aqueceu a plateia para a chegada do Blink-182. No palco Samsung Galaxy, quem abriu foi o brasileiro Dexter 8º Anjo, representando o rap nacional e preparando terreno para uma grande noite, seguida de Luísa Sonza, referência do pop atual brasileiro. A apresentação de Luísa, sempre um espetáculo com muita dança, coreografias em conjunto com dançarinos afiados e muito gingado, não foi diferente no Lollapalooza Brasil 2024 e contou até com dedicatória à Marília Mendonça com “melhor sozinha”, a famosa Chico e sucessos como BRABA e Dona Aranha. Os londrinos do Jungle trouxeram a mescla de soul, funk, pop e indie ao Autódromo e transformam o palco Samsung Galaxy em uma balada a céu aberto para tocar os sucessos do novo disco, Volcano. Casio e Keep Moving movimentaram cada um dos fãs junto com o hit Back on 74, antecipando o que seria mais uma festa e que encerraria o dia ali. Direto do Canadá, o Arcade Fire voltou ao Lollapalooza Brasil depois de 10 anos com a turnê do disco WE, mas sem deixar para trás canções consagradas das mais de duas décadas de uma premiada carreira, como The Suburbs e Reflektor. O palco Perry’s By Johnnie Walker é sempre a melhor alternativa para os fãs da música eletrônica, que entram no clima do “dançar sem parar”, com um total de 10 atrações. Fãs mais empolgados chegaram ao Lollapalooza nesta sexta-feira (22) e já aproveitaram para acompanhar o primeiro show do dia ao invés de explorar mais o espaço. Ella Whatt deu o pontapé a um line-up especial com From House to Disco, Mary Mesk, Ratier, Mila Journée e Classmatic, Kittin, MK, Dom Dolla e Diplo. Com destaque para Kittin, DJ francesa que ganhou destaque nos anos 2000 com faixas como “Frank Sinatra” e Diplo, que é um velho conhecido do Lollapalooza Brasil, e já veio anteriormente com Jack Ü e Major Lazer. Os brasileiros foram protagonistas no palco Alternativo. A abertura ficou a cargo da banda de rock de Florianópolis, Nouvella. Logo em seguida, o reggae do Maneva e o rap clássico de Marcelo D2 esquentaram a tarde fria em São Paulo. Além das músicas famosas de seu repertório, como Qual é? e Desabafo, D2 surpreendeu com Maneiras, de Zeca Pagodinho. O BaianaSystem trouxe energia e experiência punk e uma mistura sonora que vai da Bahia à Jamaica e muita atitude no palco. O evento ainda teve bate-cabeça e um apelo do vocalista Russo Passapusso à valorização da cultura nacional. O rock do The Blaze fechou o palco. Via: RockBizz

Black Sabbath lança clipe de Headless Cross em versão HD
O Black Sabbath lançará o box Anno Domini 1989-1995, revisitando a fase do grupo com o vocalista Tony Martin, no dia 31 de maio via BMG. A pré-venda do material já está disponível neste endereço. Para esquentar os motores até o lançamento da caixa, o Black Sabbath lançou o clipe de Headless Cross em versão HD. Assista: O novo lançamento contará com versões remasterizadas de Headless Cross (1989), Tyr (1990) e Cross Purposes (1994), além de uma nova versão de Forbidden (1995) que o guitarrista Tony Iommi remixou especialmente para a coleção. No entanto, não trará The Eternal Idol (1987), álbum em que Martin fez sua estreia no Sabbath após substituir o cantor Ray Gillen no final da fase de gravação. Anno Domini 1989-1995 estará disponível nos formatos 4CDs e 4LPs, e contará com três faixas bônus exclusivas: Cloak & Dagger, What’s The Use e Loser Gets It All, as duas últimas lançadas exclusivamente no Japão. O box inclui também um livreto com fotos, artwork e notas de capa de Hugh Gilmour, um pôster de Headless Cross e uma réplica do livro de concertos da Headless Cross Tour. Tracklist de Black Sabbath Anno Domini 1989-1995: Headless Cross (1989)“The Gates Of Hell”“Headless Cross”“Devil & Daughter”“Kill In The Spirit World”“Call Of The Wild”“Black Moon”“Nightwing” Bonus Track:“Cloak And Dagger” Tyr (1990)“Anno Mundi”“The Law Maker”“Jerusalem”“The Sabbath Stones”“The Battle Of Tyr”“Odin’s Court”“Valhalla”“Feels Good To Me”“Heaven In Black” Cross Purposes (1994)“I Witness”“Cross Of Thorns”“Psychophobia”“Virtual Death”“Immaculate Deception”“Dying For Love”“Back To Eden”“The Hand That Rocks The Cradle”“Cardinal Sin”“Evil Eye” Bonus Track:“What’s The Use” Forbidden (1995)“The Illusion Of Power” – featuring Ice-T“Get A Grip”“Can’t Get Close Enough”“Shaking Off The Chains”“I Won’t Cry For You”“Guilty As Hell”“Sick And Tired”“Rusty Angels”“Forbidden”“Kiss Of Death” Bonus Track:“Loser Gets It All” Via: RockBizz

Judas Priest está muito longe do fim, segundo Rob Halford
Em recente conversa com o podcast alemão Rock Antenne, o vocalista Rob Halford, 72 anos, foi questionado se haverá um fim para o Judas Priest. O Metal God respondeu: “Não, não! Acho que quando você começa a pensar no fim, você começa a descomprimir e a luz começa a ficar um pouco fraca. Acho que todos nós nesta banda estamos muito gratos por estar onde estamos com este 19º álbum de estúdio, Invincible Shield. Acho que se você disser: ‘Mais uma turnê e então vamos encerrar’ ou ‘mais um álbum e vamos encerrar as atividades’. Olha, a vida é a vida. Todos nós temos emoções e é normal querer ficar em casa deitado vendo televisão. Mas você tem que equilibrar isso com todas as grandes coisas que o Judas Priest conseguiu alcançar”. Halford continuou: “Além disso, é uma responsabilidade, também. Você deve tudo aos seus fãs, então, nós temos que voltar para a Alemanha, Áustria, Itália, França, Espanha, Japão, Nova Zelândia e Austrália para ver todos os nossos fãs, que estão nos esperando para celebrar a música do Judas Priest”. Eis o bate-papo completo neste player: O Judas Priest já está na estrada divulgando seu novo trabalho de estúdio, intitulado Invincible Shield, lançado no começo deste mês pela Epic Records. O grupo vai mostrar o poderio de sua nova tour aos fãs da Alemanha, Polônia, Áustria, Suíça, França, Itália, Estados Unidos, entre muitos países. O itinerário da tour pode ser consultado aqui. Via: RockBizz

P.O.D. libera o videoclipe da faixa Lies We Tell Ourselves
O P.O.D. liberou o videoclipe da faixa Lies We Tell Ourselves; quarto single do vindouro álbum, o décimo primeiro registro de estúdio do grupo, chamado Veritas, que será lançado no dia 3 de maio pela Mascot Records. Track listing de Veritas: 01. Drop (com Randy Blythe)02. I Got That03. Afraid To Die (com Tatiana Shmayluk)04. Dead Right05. Breaking06. Lay Me Down (Roo’s Song)07. I Won’t Bow Down08. This Is My Life (com Cove Reber)09. Lies We Tell Ourselves10. We Are One (Our Struggle)11. Feeling Strange O P.O.D. tem no currículo mais de dez álbum de estúdio, entre eles Snuff the Punk (1994), Brown (1996), The Fundamental Elements of Southtown (1999), Satellite (2001) e Payable on Death (2003). O grupo, que foi formado em 1992 na Califórnia, Estados Unidos, segue uma orientação cristã em suas letras e mistura o peso do heavy metal e as rimas e versos de rap em seu instrumental. Via: RockBizz

Rex Brown está aberto a escrever novas músicas para o Pantera
A reunião do Pantera, que conta com os dois integrantes da formação clássica, Phil Anselmo (vocal) e Rex Brown (baixo), com os amigos Zakk Wylde (guitarra – Black Label Society, Ozzy Osbourne) e Charlie Benante (bateria – Anthrax), que estão substituindo os saudosos irmãos Dimebag Darrell e Vinnie Paul, saiu do papel em 2022. Desde então, o grupo tem feito a alegria dos fãs por onde tem passado: América do Sul, Europa e Estados Unidos. A boa nova é que o Pantera está aberto em escrever novas música, segundo Rex. O baixista concedeu uma entrevista ao canal AndrewHaug e falou brevemente sobre o assunto. Brown comentou: “Com certeza! Eu até poderia falar mais sobre isso, mas não vou”. O bate-papo completo está disponível aqui: O Pantera segue com a turnê de reunião, com shows marcados pela Austrália, Reino Unido e Estados Unidos. O itinerário completo da tour pode ser consultado neste link. Via: RockBizz

Sepultura se despede dos fãs gaúchos em clima de velório
Calma lá, pois o fato da Celebrating Life Through Death Tour ser uma turnê em clima velório não quer dizer que precise ser silenciosa ou calma. Pelo contrário, e para nossa sorte, o Sepultura tocou alto como sempre em um palco digno dessa celebração. Quarenta anos de Sepultura! Quando eu nasci, o Sepultura já existia, mas levei pouco mais de uma década para encontrar o grupo brasileiro, que já fazia um baita sucesso no mundo todo cantando em inglês. A primeira metade dos anos 90 fez da banda uma potência mundial, que, junto dela, desenvolveu o heavy metal no brasil como nunca se poderia imaginar, até então. Mas, como já é tradição por aqui, crises internas destruíram o crescimento da banda no seu auge, quando o poderoso, inovador e aclamado Roots chegou nas prateleiras, em 1996. De lá pra cá, passaram-se quase 30 anos, período que o Sepultura foi sobrevivendo, criando ótimos materiais, entretanto, nunca mais teve a atenção que recebeu na fase anterior. Em 2024 veio então a notícia: o Sepultura iria justificar o seu nome e encerrar a carreira, mas não sem antes fazer uma tour se despedindo dos fãs. Como em todo “bom” velório, as pessoas dão um jeito de ir dar o seu último adeus, de relembrar os grandes momentos vividos e celebrar, de certa forma, a vida que ali se finda, e não foi diferente nesta última quinta, dia 21 de março de 2024, no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre. Casa lotada, nada de show de abertura e apenas uma noite para celebrar os reis do metal brasileiro. Com uma trinca arrasadora, a banda subiu ao palco já em clima de nostalgia e levando todos os presentes ao delírio. Refuse/Resist, Territory e Slave New World são faixas que dispensam apresentações e todo mundo que conhece minimamente a banda sabe o impacto que elas causam. Após essa introdução, o público passou a admirar a interpretação de músicas da era mais recente como Phanton Self, Kairos, Guardians of Earth e Mind War, além da mais atual e significativa como em Means to and End. Apesar da boa recepção aos sons, foram, pois, nos clássicos que o público voltou a bater cabeça e celebrar. Attitude e Cut Throat animaram bastante e uma longa viagem ao passado com Escape to the Void surpreendeu os mais jovens que talvez nunca tenham escutado o álbum Schizophrenia (1987). O telão mostrava trechos daqueles vídeos que cansamos de assistir: o Sepultura misturado com a tribo Xavante, com isso tocaram Kaiowas, que foi seguida por Sepulnation, Biotech is Godzilla e desaguou na pesadíssima e intensa Agony of Defeat. A partir daí, foi pura porrada sonora, foi quando o caixão começou a ser fechado e os sentimentos ficaram a flor da pele. Troops of Doom, Inner Self e Arise. Consegue imaginar o pandemônio no meio do pit? O bis veio com Ratamahatta e com o telão exibindo a bandeira do Brasil com o S do grupo estilizado no meio flâmula. Imagem clássica que vai deixar saudades. Porém, o velório chegou ao seu momento de maior emoção; o enterro precisou ser finalizado e era hora de ir para baixo da terra, lá onde ficam as raízes. Roots Bloody Roots, o grande hino do metal brasileiro, foi o ato final. Com a mais pura honestidade, foi uma honra viver no mesmo período histórico que o Sepultura! E mais, foi muito bom por ter tido a oportunidade de assistir a banda inúmeras vezes ao longo de sua vitoriosa carreira. Obrigado, Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto Jr. (baixo) e Derrick Green (vocal) que mantiveram o grupo por tanto tempo; obrigado aos irmãos Cavaleira por essa maravilhosa criação e os demais músicos que passaram pelo grupo. Como diz o trecho de Born Stuborn: “Sepultura in our hearts, Can’t take it away, These Roots will always remain”. Via: RockBizz

The Offspring faz postagem nas redes sociais em celebração ao show no Lollapalooza
The Offspring é uma das bandas de punk rock que pode ser considerada de casa para o público brasileiro, visto que, volta e meia, os caras se apresentam em nosso país, o que é ótimo, para falar a verdade. E como bom filho a casa torna, nesta quinta, 21, o grupo fez uma postagem nas redes sociais em celebração ao show que será realizado no Lollapalooza nesta sexta-feira, dia 22 de março. Na legenda do post, o grupo escreveu: “Estamos chegando Brasil”. A mensagem veio acompanhada de uma imagem da bandeira do nosso país customizada com o logotipo do conjunto. Veja: O The Offspring vai subir no palco Budweiser às 19h. O evento ainda terá shows de Arcade Fire, Blink 182, entre outras atrações. Via: RockBizz