Resenhas

Scorpions compartilha vídeo do ensaio para os shows de sua residência em Las Vegas; assista
O Scorpions acaba de compartilhar um vídeo ensaiando a música I’m Leaving You no Peppermint Park Studios em Hannover, Alemanha, para os shows de sua residência em Las Vegas, Estados Unidos, em comemoração ao 40º aniversário do icônico álbum Love At First Sting. Promovido pela Live Nation e Caesars Entertainment, Scorpions – Love At First Sting Las Vegas começa no dia 11 de abril, no Planet Hollywood Resort & Casino. O novo show segue a popular residência da banda, Sin City Nights, que esgotou todas as nove apresentações no local em 2022. Veja o vídeo do ensaio abaixo: Via: RockBizz

Jon Bon Jovi afirma que novo álbum do Bon Jovi, Forever, exala alegria
O vocalista Jon Bon Jovi falou sobre o tom otimista e alegre do novo álbum do Bon Jovi, intitulado Forever, durante entrevista para o programa de rádio norte-americano Jim Kerr Rock & Roll Morning Show. Ele disse (via Blabbermouth): “Com nosso último álbum, ‘2020’, eu o lancei no que era, em essência, um buraco negro. Foi algo que o mundo inteiro viveu no mesmo momento, que foi a Covid e depois a crise econômica e o fato de todos nós estarmos em casa. Mas aquele disco era muito atual e poderia ser considerado sombrio por alguns, mas era narrativo e verdadeiro. Com aquele disco, eu era apenas o repórter relatando o que estava acontecendo”. “E eu tirei isso do meu sistema”, o cantor continuou. “Com o 40º [aniversário do Bon Jovi] se aproximando, com a cirurgia que passei recentemente nas minhas cordas vocais, com o documentário e o novo disco, o resultado da música do novo disco exala alegria. Não sei se isso exala necessariamente otimismo total, mas é verdadeiro. E o mais importante, encontrei a alegria novamente – apenas o simples prazer de escrever uma música”. Confira a entrevista abaixo: Forever, décimo sexto registro de estúdio do Bon Jovi, será lançado no dia 07 de junho pela gravadora EMI. O trabalho estará disponível nos seguintes formatos: vinil colorido, vinil preto, CD, cassete e edição limitada autografada. Via: RockBizz

Rock e metal na TV: 5 icônicos videoclipes dos anos 80
Depois que a MTV surgiu, no comecinho da década de 1980, a música passou a ser consumida também pelos olhos; a experiência ficou mais saborosa para alguns fãs, já que podiam ver na TV a imagem de seus heróis da música. Algumas pessoas iam além e já deixavam uma fita VHS no ponto para gravar os vídeos e a programas favoritos para poder curtir depois com os amigos. Para os padrões de hoje em dia, era uma época essencialmente analógica, mas, mesmo assim, muito prazerosa para quem tinha intimidade com a música. Em tal época, alguns videoclipes ganharam mais fama e atenção do que outros materiais audiovisuais; fosse pelo cunho humorístico, efeitos especiais ou pelo teor pesado dos clipes, a molecada curtia muito e investia muitas horas na frente da televisão. Com isso, queremos relembrar 5 icônicos videoclipes dos anos 80, época em que o rock e o metal eram unha e carne com a TV. 1 – Metallica – One A canção é inspirada no romance de Dalton Trumbo, Johnny Vai à Guerra, de 1939, e versa sobre a agruras de um soldado durante a Primeira Guerra Mundial. O clipe da música, produzido por Mike Salmon e Bill Pope, conseguiu captar o quê angustiante da letra e reveza entre imagens da banda e cenas de médicos, sala de cirurgia e hospital. Absolutamente arrepiante! 2 – Iron Maiden – Can I Play With Madness Filmado na Abadia de Tintern e nas Cavernas de Chislehurst no Reino Unido, o clipe tem mago, bola de cristal, Eddie, profeta, castelo e a participação de Graham Chapman, ator famoso por ter participado do programa Monty Python. Era impossível não rebobinar o VHS para assistir o clipe quantas vezes fosse possível – ou até a mãe reclamar que não aguentava mais ouvir a música e que era para colocar outra coisa para tocar. 3 – Twisted Sister – We’re Not Gonna Take It O vídeo é hilário e mostra um cidadão de bem, interpretado por Mark Metkalf que queria proibir um dos filhos de ouvir rock n’ roll. Na mesma pegada dos planos infalíveis do Cebolinha, o patriarca vê todos os seus intentos caírem por terra e ficando com cara de pateta – o que todo cidadão de bem já tem por natureza, diga-se de passagem. 4 – Twisted Sister – I Wanna Rock O material audiovisual de I Wanna Rock faz par com o de We’re Not Gonna Take It, visto que a pegada é a mesma e é estrelado também por Mark Metkalf. No lugar de papai autoritário, o ator agora ataca de professor linha dura que quer colocar a garotada numa espécie de regime militar. Lógico que tudo dá errado porque os moleques querem é rock, uai! 5 – KISS – Lick It Up O que o clipe de Lick It Up tem debrega, tem de sensacional! A vibe Mad Max de boutique paira no ar durante todo o vídeo; há garotas saindo bueiro, bota de oncinha, danças pseudo sensuais de Paul Stanley e banquete com a mulherada. Era a banda Beijo mergulhando com tudo no modus operandi oitentista. Via: RockBizz

Guns N’ Roses: Slash não levava fé em Sweet Child O’ Mine e queria se livrar da música
Sweet Child O’ Mine é uma das músicas mais adoradas do Guns N’ Roses e um dos maiores hits de todos os tempos do rock n’ roll. Para você ter uma ideia, o som já passou a marca de 1,6 bilhão de visualizações no YouTube e mais de 1,7 bilhão de streamings no Spotify. Durante uma entrevista ao podcast Songcraft, o baixista Duff McKagan revelou que Slash não levava fé em Sweet Child O’ Mine e queria se livrar da música. Duff também falou que Slash não gostou da solução harmônica apresentada por Izzy Stradlin para a música. “Izzy tinha os três acordes e nos mostrou para ver o que podíamos fazer com aquilo”, recordou o baixista. “Axl gostou e quis tentar fazer o material funcionar de alguma forma”, destacou. “Já a introdução de Sweet Child o’ Mine, Slash simplesmente não gostou da progressão de acordes, que eram ré, dó e sol”, garantiu. “Mas nós precisávamos nos livrar dessa música de alguma forma. Aí, Slash veio com aquela coisa meio distorcida e totalmente atonal, e acabou funcionando”. concluiu McKagan. Você pode curtir o mega hit Sweet Child O’ Mine no tocador abaixo: Via: RockBizz

Lemmy Kilmister se vingou dos caras do Hawkwind transando com suas esposas e namoradas
Se alguém merece verdadeiramente o título de músico lendário é o saudoso Lemmy Kilmister, mandachuva do imponente Motörhead. Dentro e fora dos palcos, o músico era a famosa tríade: sexo, drogas e rock n’ roll. Casos pitorescos e hilários rolaram ao montes na trajetória de Lemmy. Um dos mais curiosos episódios do ás de espada foi quando ele foi expulso do Hawkwind por quase perder um show para ficar com uma groupie em Chicago, Estados Unidos, já que ela era bonita e tinha metanfetamina. Neste pacote de travessuras, Kilmister viu o Sol nascer quadrado, visto que foi preso na fronteira com o Canadá por possuir speed (anfetamina). A apresentação da banda estava programada para rolar em Windsor, Ontário. Depois do perrengue, Lemmy se vingou dos caras do Hawkwind transando com suas esposas e namoradas. No livro Lemmy: The Definitive Biography, escrito pelo jornalista Mick Wall, Kilmister contou o caso: “Quando eu cheguei em casa, eu comi todas as velhinhas deles. Eu tomei o cuidado de comer primeiramente a mulher de Simon King e a de Alan Powell. Alan Powell nunca me perdoou por isso! Na verdade, eu espero que ele nunca me perdoe, já que houve muita malícia envolvida. Em cada maldito minuto com a mulher dele, tinha muita safadeza envolvida”. A parceria entre Lemmy Kilmister e o Hawkwind durou pouco, apenas quatro anos, de 1971 a 1975, mas rendeu singles como Silver Machine e Urban Guerrilla e os álbuns Space Ritual e Hall of the Mountain Grill. Via: RockBizz

Membros do Judas Priest não curtiram o enredo do filme Rock Star
Além dos filmes de super heróis, as cinebiografias de bandas e artistas de rock n’ roll e heavy metal têm garantido muitos milhões de dólares ao mercado cinematográfico. De Freddie Mercury (Queen) a Elvis Presley, de Elton John e Johnny Cash, de Ray Charles a Mötley Crüe, a indústria do cinema tratou de dar sua versão aos citados nomes da música. Em 2001, bem antes de se tornar um filão hollywoodiano, o longa Rock Star chegou nas telonas vagamente baseado na jornada de Tim “Ripper” Owens no Judas Priest. O filme foi dirigido por Stephen Herek e estrelado por Mark Wahlberg e Jennifer Aniston. Em 2022, Tim falou sobre o filme em entrevista à revista Rolling Stone: “Eles [os produtores] entraram em contato comigo com interesse em minha história de vida. Acabei concordando com a ideia. Os caras do Judas Priest viram o rascunho do filme e não curtiram. Falaram que eu não podia fazer o filme, porque eles iam parecer velhos e tinham medo do que fosse aparecer na história. Os produtores acabaram mudando algumas coisas no enredo para que não precisassem nos pagar direito autoral”. Owens continuou: “Eu vi o filme e havia semelhanças já que se tratava de um cantor tributo que forma uma banda. Acho que a maneira como eles retrataram os membros da banda foi bastante precisa, mesmo que parecessem diferentes. Mesmo assim, ficou com cara de um filme tipo Spinal Tap. Um filme sério teria sido muito melhor. Eles simplesmente colocaram todos os clichês: sexo, drogas e rock n’ roll. Isso não era o que existia na época. Não era isso que estava acontecendo”. O cantor sentiu que liberdades desnecessárias foram tomadas em sua história. “Minha mãe foi diagnosticada com esclerose múltipla naquele ano. Havia tantas coisas acontecendo. Eu também não era tão fã maluco, e eu não fazia parte de banda tributo ao Judas Priest naquela época. Eu estava no ensino médio, quando tinha pôsteres deles na parede. Na idade adulta, eu já estava trabalhando e não andava por aí fantasiado. Eles me fizeram parecer um fã que ficava perseguindo o ídolo”. Rock Star garante o entretenimento e vale mais ainda ser assistido pela presença ilustre do guitarrista Zakk Wylde; do baterista Jason Bonham e o baixista Jeff Pilson na fictícia banda Steel Dragon. Via: RockBizz

Mikkey Dee e John Norum prestam homenagem ao ABBA com cover de Thank You For The Music
Mikkey Dee (Motörhead, Scorpions) e John Norum (Europe) estavam entre os músicos famosos da Suécia que prestaram homenagem ao icônico grupo pop ABBA com um cover do clássico Thank You For The Music. O clipe que acompanha pode ser visto no site da emissora de televisão sueca SVT. Mikkey comentou sobre sua participação em uma publicação nas redes sociais, escrevendo: “Foi divertido e uma grande honra fazer parte da comemoração dos 50 anos do ABBA na televisão sueca (SVT). Muitos grandes cantores suecos envolvidos no vídeo. Tive um ótimo dia de gravação e foi muito bom ver meu velho amigo John Norum.” Norum adicionou: “Me diverti muito gravando as partes de guitarra para o vídeo tributo da SVT ao ABBA ‘Thank You For The Music’ (provavelmente o solo mais curto que já fiz, mas ele ainda é bom). Vi o ABBA ao vivo em 1973 no Folkets Park em Upplands Väsby e sou fã desde então. Foi divertido ver meu amigo Mikkey Dee e conhecer Siw Malmkvist, que é uma grande atriz e cantora sueca. E muito obrigado a Carl Falk, que fez um trabalho fabuloso produzindo a música.” O clipe de Thank You For The Music contou com a participação dos músicos: Miriam BryantBenny AnderssonSebastian MurphyTommy KörbergSarah KlangDarinFelicia TakmanVictor LeksellSeinabo SeyHoojaBjörn SkifsAnn-Louise HansonMalena ErnmanTitiyoDaniela RathanaKikki DanielssonStorOskar LinnrosLena PhilipssonMikkey DeeJohn NorumHowlin’ PelleMolly SandénJosé GonzálezSiw MalmkvistLilly LexforsStockholm Studio Orchestra conduzida por Erik Arvinder Via: RockBizz

Lzzy Hale dá o tom de como serão os shows com Skid Row: “Só vai sobrar sangue no palco”
A frontwoman do Halestorm, Lzzy Hale, 40 anos, vai fazer alguns shows com o Skid Row, já que o vocalista da banda, o sueco Erik Grönwall (ex-HEAT), pediu as contas para poder se concentrar em sua saúde. Lzzy mostrou todo seu entusiasmo em relação aos shows pelas sociais. Ela escreveu: “Isso é totalmente louco! Não acredito que minha fita VHS de audição finalmente chegou pelo correio – estou brincando. Comecei a ouvir Skid Row quando era adolescente, eles eram uma das únicas bandas da época que realmente preencheram a lacuna pelo o meu amor aos grandes refrãos e riffs dos anos 80, mas tinham também um pouco de sujeira e peso no som, que entrou na minha cabeça lá nos anos 90. No início dos anos 2000, o Halestorm estava se destacando, inspirado por essas músicas poderosas que me ajudaram a abrir uma porta dentro de mim como uma jovem musicista. Posso dizer sem pensar duas vezes que se não fosse pelo Skid Row, eu não seria a roqueira que sou hoje. Será muito importante dividir o palco com eles como vocalista e chamá-los de minha família. Eles sempre me apoiaram nos altos e baixos da vida. Portanto, sou muito grata pelo apoio que eles me deram em minha carreira e como ser humano. Amo vocês! Só vai sobrar sangue no palco”. Até o momento, a parceria entre Lzzy Hale e o Skid Row será nos seguintes shows: – 17 de maio – Walker’s Bluff Casino Resort – Carterville, IL– 18 de maio – Riverside Casino & Golf Resort – Riverside, IA– 31 de maio – Nugget Casino Resort – Sparks, NV– 01 de junho – Hard Rock Live Sacramento – Wheatland, CA Via: RockBizz

Dennis Stratton não descarta sair em turnê com Paul Di’Anno
O guitarrista Dennis Stratton (ex-Lionheart, ex-Iron Maiden) trocou uma ideia com o pessoal do The Metal Voice e falou que não descarta sair em turnê com Paul Di’Anno, que também é um ex-integrante da Donzela de Ferro. Stratton disse: “Stjepan Juras, que basicamente cuida de todos os assuntos relacionados a Paul Di’Anno, me contatou umas vinte vezes. Eu até o encontrei em Milão, em um show do Iron Maiden. Tivemos uma longa conversa; depois ele me contatou em 2023 e me perguntou abertamente se eu tocaria com Paul Di’Anno. Eu só respondi que nunca vou dizer nunca. E disse também que era o momento errado para nos juntarmos. Eu estava comprometido com uma turnê para a qual fui contratado em 2020, então, teria que cumprir essa agenda em 2023”. Dennis arrematou: “Mas eu disse a ele que nunca direi nunca, porque você sabe que muitos anos se passaram, e eu não carrego as pequenas discussões bobas que tivemos no passado; sigo em frente, pois há mais coisas com que me preocupar neste mundo do que antigas discussões mesquinhas. Seguimos em frente, todos nós crescemos”. A entrevista completa está liberada aqui: Dennis Stratton O guitarrista integrou o Iron Maiden entre dezembro de 1979 e outubro de 1980. O guitarrista tocou no álbum de estreia autointitulado e contribuiu em sons como Phantom Of The Opera, Running Free e Iron Maiden. Paul Di’Anno O cantor britânico participou de apenas dois álbuns de estúdio da Donzela de Ferro: Iron Maiden (1980) e Killers (1981). O cantor foi demitido e, posteriormente, substituído por Bruce Dickinson. Fora do Maiden, Paul teve projetos como Battlezone, Killers, Di’Anno e a carreira solo. Além disso, participou de trabalhos de bandas como Gogmagog, Praying Mantis, The Almighty Inbredz, Destruction, entre outras. Via: RockBizz

Rhapsody Of Fire libera o lyric video de A Brave New Hope
O Rhapsody Of Fire liberou o lyric video de A Brave New Hope; faixa presente no álbum Challenge The Wind, que será lançado em 31 de maio pela AFM Records. O disco é, pois, a terceira parte da saga Nephilim. Sobre a canção, o líder e tecladista do conjunto Alex Staropoli disse: “A Brave New Hope é provavelmente a música mais cativante do álbum, com muitas harmonias vocais e um solo de guitarra muito legal”. Você pode curtir a canção no player abaixo: Com o currículo repleto de gemas como Legendary Tales (1997), Symphony Of Enchanted Lands (1998) e Dawn Of Victory (2000), o Rhapsody Of Fire promete manter o alto nível das composições em sua nova aventura musical. Track listing de Challenge The Wind: “Challenge The Wind”“Whispers Of Doom”“The Bloody Pariah”“Vanquished By Shadows”“Kreel’s Magic Staff”“Diamond Claws”“Black Wizard”“A Brave New Hope”“Holy Downfall”“Mastered By The Dark” Via: RockBizz

System Of A Down quase encerrou as atividades por causa da palavra “ass”
O que não falta no System Of A Down são personalidades fortes, e isso quase custou a vida da banda. O vocalista Serj Tankian relembrou um episódio curioso em conversa com o produtor Rick Rubin. Segundo Tankian, o System Of A Down quase encerrou as atividades por causa da palavra “ass” na letra da canção Needles. É importante explicar que “ass” significa bunda ou cú. Como gíria e em uma linguagem informal, o vocábulo pode significar burro, tolo, chato, babaca, entre outros sentidos. Tankian recordou: “Originalmente, o refrão de Needles era: ‘Pull the tapeworm out of my ass [‘Tire a tênia da minha bunda’, em uma tradução livre]. Daron Malakian e Shavo Odadjian não gostaram da parte ‘minha bunda’. Eles falaram que não soava legal e que deixava a música vulnerável. Seja qual fosse o adjetivo, eu só queria falar de uma maneira filosófica e tirar aquele sentimento negativo de mim. Todo mundo cedeu um pouco e acabamos alterando levemente a letra; ela acabou ficando assim: ‘Pull the tapeworm out of your ass’, ou seja, o ‘my’ passou a ser ‘your’. Mas acho que é a atitude metal versus a atitude não-metal. Eu gosto de mostrar vulnerabilidade em nossa música. Eu não me importo em mostrar esse tipo de coisa, porque, como artista, você é vulnerável de qualquer maneira. Cabe a você mostrar isso ou não”. Needles está no repertório do segundo álbum de estúdio do System of a Down, Toxicity, lançado em setembro de 2001. O disco já passou a marca de doze milhões de cópias vendidas em todo planeta. Via: RockBizz

Daryl Hall (Hall & Oates) foi cogitado como vocalista do Van Halen
David Lee Roth, que era a personificação dos excessos dos anos 80 e um showman nato, deixou o Van Halen em meados da década em que as ombreias e madeixas armadas eram moda. Antes do rouxinol Sammy Hagar assumir a bronca, Eddie Van Halen chegou a convidar Daryl Hall, do Hall & Oates, para cantar em sua banda de hard rock. Durante uma entrevista ao podcast Out Of The Box With Jonathan Clarke, Hall relembrou o convite do saudoso guitar hero. “Eu conhecia os caras do Van Halen muito bem; na verdade, nós compartilhamos algumas pessoas da equipe e tal. Teve uma vez que Eddie e Valerie [Bertinelli – esposa do guitarrista] vieram nos assistir, e David tinha acabado de deixar a banda. Eddie chegou e disse: ‘Você quer se juntar ao Van Halen, cara’? Ele estava meio brincando e meio que falando sério. Mas eu realmente acredito que ele estava falando sério. Bem, eu levei isso muito a sério. Mas eu lembro que respondi: ‘Nossa, acho que não. Tenho minhas próprias coisas acontecendo’”. Ouça a entrevista completa no tocador abaixo: Como a história nos mostra, o Van Halen seguiu carreira com o vocalista Sammy Hagar e figurou nos postos mais altos das paradas com os álbuns 5150 (1986) e F.U.C.K. – For Unlawful Carnal Knowledge (1991). Já Hall & Oates seguiram firme com a fórmula pop rock e o sucesso se fez com sons como She’s Gone, Sara Smile, You Make My Dreams, Family Man, Say It Isn’t So e Method of Modern Love. Via: RockBizz

“Mötley Crüe deveria desistir; está difícil de assistir”, diz Chad Gray
Em uma nova entrevista ao podcast The Jesea Lee Show, o vocalista do Mudvayne e Hellyeah, Chad Gray, deu sua opinião sobre as atuais apresentações do Mötley Crüe. De acordo com Gray, o Mötley Crüe deveria desistir; porque está difícil de assistir. Gray falou: “Se fosse comigo, eu simplesmente desistiria. Não é a mesma coisa, cara. Eu não sou o cara que só quer sentar e falar merda, mas eu tenho que falar certas coisas, infelizmente. Isso me atinge de uma forma muito pura, pois ver a banda se transformar nisso é muito difícil, é difícil assistir”. O frontman foi além e comentou: “A banda deveria se esforçar mais, pelo menos. Eu sei que não são todos eles que estão estão rateando. Tommy Lee ainda é uma fera e consegue tocar bem. Geralmente é assim com os bateristas; eles conseguem resistir ao teste do tempo. Eu entendo que a coisas são bem diferente com os cantores, pois perdem um pouco de seu registro e frequência; o tom cai, também. Isso é da natureza. Eu sei porque isso aconteceu comigo: o meu tom ressonante caiu, mas eu ainda consigo chegar lá. Só temos que nos esforçar mais”. Eis a conversa na íntegra neste player: Via: RockBizz

Sai pra lá Sebastian Bach: 7 vocalistas que poderiam assumir o vocal do Skid Row
A praga, zica, mandinga, bruxaria, olho gordo, simpatia e cupidez de Sebastian Bach em cima da formação recente e mais bem-sucedida em décadas do Skid Row, surtiu um efeito danado, pois a banda viu, pouco tempo atrás, seu novo vocalista, Erik Grönwall, sair pela porta da frente. Erik, que tem um gogó privilegiado, esbanja carisma, presença e domínio de palco e público, precisou deixar o conjunto para cuidar melhor de sua saúde, visto que passou por um transplante de medula óssea cerca de seis meses antes de se juntar ao Skid Row. Dessa forma, a vida na estrada estava cobrando um preço caro ao músico, e a saúde vem sempre em primeiro lugar. Como diz o poema de Carlos Drummond de Andrade: “A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José”? Bem, agora só resta reunir as forças e sair em busca de um vocalista permanente, já que a frontwoman Lzzy Hale (Halestorm) vai assumir, até o momento, apenas os próximos compromissos do Skid Row. Pensando nesta questão, queremos oferecer algumas possíveis soluções a Scotti Hill (guitarra), Dave “The Snake” Sabo (guitarra) e Rachel Bolan (baixo); listamos 7 vocalistas que poderiam assumir o vocal do Skid Row e elevar ainda mais o padrão qualitativo da banda de hard rock. Pedro Campos É claro que vamos jogar luz na nossa prata da casa, logo, Pedro, que está no line-up do Hangar e Soulspell e tem poderio vocal acima dá média, seria um ativo e tanto aos norte-americanos. O cantor possui potência, versatilidade e identidade vocal, ou seja, não seria um Ctrl C e Ctrl V de outros nomes do mercado musical. Dino Jelusic O croata tem experiência em grupos de grande porte como Trans-Siberian Orchestra e Whitesnake, além disso, sua voz foi talhada para desfilar nas passarelas do hard rock, já que lança mão de um quê à la David Coverdale. Reunir Dino e o Skid Row seria o mesmo que juntar a fome com a vontade de comer. Pearl Aday A filha de Meat Loaf é veterana na cena rock n’ roll: discos solo e participações em bandas como Filter, Black Star Riders e Mötley Crüe estão em seu currículo. Ela é frontwoman da Motor Sister, contudo, é uma joia vocal mal aproveitada em tal conjunto, uma vez que as atividades do quinteto são inconstantes e ela ainda precisa dividir holofote com Jim Wilson. Pearl tem tudo para brilhar em uma banda como o Skid Row. Michele Luppi O cantor italiano, que também dá seus pitacos na guitarra e no teclado, está no mercado fonográfico há alguns anos; tem trabalhos solos lançados e passagens em bandas como Whitesnake, Vision Divine, Kee Marcello e Mr. Big. Experiência e dotes vocais Michele tem de sobra, só resta fazer o teste à vera, com a turma do Skid Row. Jørn Lande O norueguês é outro veterano da cena rock e metal, sendo que os seus principais discos saíram pelas bandas Masterplan, Avantasia e Allen/Lande. O teor vocal de Jørn é curtido em uma mistura de Ronnie James Dio e David Coverdale, o que já lhe credencia a assumir o vocal de qualquer grupo classic e hard rock. Nando Fernandes Nando é um das principais vozes do rock e metal nacional, possui passagem pela banda gaúcha Hangar e, atualmente, trabalha ao lado da Sinistra. Além de dominar as manhas da música pesada, o artista tem um tempero southern rock em sua voz, que pode ampliar os horizontes sonoros dos gringos. China Lee E dá-lhe Brasil! Lee é uma figura conhecidíssima na cena musical paulistana e o seu talento vocal pode ser saboreado em sons do Salário Mínimo como Noite de Rock, Doce Vingança e A Dama da Noite. Experiente e técnico, China seria a corda que tiraria o Skid Row do atoleiro e o fogo que queimaria as urucubacas de Sebastian Bach. Via: RockBizz

“Não é uma banda tributo”, diz Rex Brown sobre reunião do Pantera
Em uma nova entrevista para a Rolling Stone Austrália, o baixista do Pantera, Rex Brown, falou sobre a decisão de fazer uma turnê de reunião da banda, também contando com o membro da formação clássica Phil Anselmo (vocal), ao lado de Zakk Wylde (guitarra – Black Label Society, Ozzy Osbourne) e Charlie Benante (bateria – Anthrax), os dois últimos substituindo os saudosos irmãos Dimebag Darrell e Vinnie Paul. Rex disse: “Dois de nossos amados irmãos simplesmente não estão mais aqui cara, isso é a vida, sabe? Eles simplesmente não estão conosco cara. Isso é apenas destino; é o jeito que as coisas acontecem, cara”. E acrescentou: “Esta não é uma banda tributo – Philip e eu tocamos nossas músicas que não tocamos há 23 anos. E ser capaz de fazer isso e se conectar com a enormidade do que aconteceu é extraordinariamente insano, sabe?” Sobre a entrada de Zakk e Charlie no Pantera, Rex disse que sabia os obstáculos que iria encontrar e que teriam que ensaiar muito mas “hoje essa banda é tão unida e durona quanto eu quero. Você sabe o que quero dizer, é tudo que vou dizer sobre isso”. “Mas, cara, essa banda está pegando fogo, e eu não poderia estar mais feliz”, completou. “Simplesmente não consigo explicar isso tanto quanto preciso, não poderia estar mais feliz”. O Pantera segue com a turnê de reunião, com shows marcados pela Europa e Estados Unidos. O itinerário completo da tour pode ser consultado neste link. Via: RockBizz

AC/DC vende um milhão e meio de ingressos em um dia
A perna europeia da Power Up Tour, do AC/DC, vendeu um milhão e meio de ingressos em um dia, de acordo com o empresário da Creative Artists Agency, Chris Dalston, em conversa com o site Pollstar. Chris disse: “Acreditávamos que seria uma das maiores turnês de todos os tempos, mas nunca se sabe até colocar os ingressos à venda. É como se fosse véspera de natal: você não consegue dormir, você fica ansioso. Acordei às 2h30 ou 3h da manhã, e na Europa já tinha iniciado as vendas e alguns shows estavam esgotados. Eles venderam um milhão e meia de ingressos em um dia. É impressionante e dá muita fé porque eles são muito específicos na forma como conduzem os negócios. Eles não praticam VIP. Eles não praticam preços dinâmicos de ingressos. Eles nunca querem ouvir fãs reclamando sobre os preços dos ingressos serem muito altos. Há também um ponto em que temos que ressaltar, caso contrário não teria turnê. Eles tocam um dia e descansam três. Obviamente, o objetivo é fazer com que eles continuem a curtir os shows. E se isso funcionar bem, vamos mantê-los em turnê em 2025, 2026, 2027… Por quanto tempo quiserem, mas primeiro temos que fazer a tour pela Europa”. A entrevista completa pode ser lida neste link. O AC/DC vai iniciar a Power Up Tour no dia 17 de maio na Alemanha e terminará em 17 de agosto em Dublin, Irlanda. Via: RockBizz

Kurt Cobain (Nirvana) beijou Eddie Van Halen na boca
A relação entre os músicos e artistas pode ser bem curiosa, para dizer o mínimo! A conexão pode ser fria, daquele tipo protocolar e com apenas aperto de mãos; ou bastante efusiva, do jeitinho brasileiro, repleta de elogios e, até mesmo, beijocas. Em entrevista à revista Rolling Stone, o fundador do Sonic Youth, o vocalista e guitarrista Thurston Moore, lembrou um caso peculiar: o momento em que Kurt Cobain beijou Eddie Van Halen na boca. Thurston contou brevemente a história: “A última vez que vi Kurt Cobain foi em Los Angeles e San Diego. Fui lá ver os dois últimos shows da derradeira turnê do Nirvana. Na época, ele parecia muito contente. Ele estava se divertindo bastante no show, especialmente em Los Angeles, porque Eddie Van Halen estava lá na gig. Foi bem divertido. Kurt estava andando pelo corredor dos bastidores do show, e eu disse: ‘Cara, Eddie Van Halen está no seu camarim – corre lá’. Kurt ficou muito animado e foi correndo para o camarim, quando ele chegou lá, ele simplesmente deu um beijo na boca de Eddie. Ele tinha que fazer isso”. Infelizmente, nós perdemos os dois ícones do rock: Kurt Cobain se matou em 5 de abril de 1994, já o virtuoso guitarrista Eddie Van Halen faleceu no dia 6 de outubro de 2020, vítima de um câncer na garganta. Via: RockBizz

Anthrax: Dan Lilker irá substituir Frank Bello em turnê pela América Latina
O Anthrax anunciou, através de suas redes sociais, que o baixista Dan Lilker irá substituir Frank Bello nas próximas datas da sua turnê pela América Latina, além de duas apresentações nos Estados Unidos. De acordo com a banda, Bello ficará de fora dos shows “por motivos pessoais”. Lilker e o guitarrista Scott Ian fundaram o Anthrax em 1981. O baixista tocou no álbum de estreia da banda, Fistful Of Metal, de 1984, mas foi demitido no final daquele ano. Comentando seu retorno temporário à formação do Anthrax, Lilker disse: “Estou realmente ansioso para tocar com o Anthrax novamente. Quando nos separamos em 1984, eles me disseram para ficar por perto porque poderiam precisar de mim em 40 anos”. A banda acrescentou: “Estamos muito empolgados em tocar com Danny novamente e realmente apreciamos por substituir Frank. Já faz muito tempo que não tocamos na América do Sul, então você não vai querer perder esses shows, eles serão uma loucura”. Confira as datas da turnê do Anthrax com Dan Lilker abaixo: 13 de abril – MXMF The Metal Fest, Cidade do México, México15 de abril – Cancha Diamante, San Salvador, El Salvador17 de abril – Pepper’s, San José, Costa Rica19 de abril – The Metal Fest, Quito, Equador21 de abril – The Metal Fest, Santiago, Chile23 de abril – Sala de Museo, Montevidéu, Uruguai25 de abril – El Teatro Flores, Buenos Aires, Argentina28 de abril – Summer Breeze Brazil, São Paulo, Brasil09 de maio – Welcome to Rockville, Daytona Beach, Estados Unidos17 de maio – Sonic Temple Festival, Columbus, Estados Unidos Via: RockBizz

“Reunião do Pantera não ia rolar com Vinnie Paul; ele não precisava de dinheiro”, diz Chad Gray
O vocalista Chad Gray (Mudvayne) tocou por alguns anos com o saudoso baterista Vinnie Paul no Hellyeah e falou, durante entrevista ao podcast The Jesea Lee Show, que a reunião do Pantera não ia rolar com Vinnie Paul, pois ele não precisava de dinheiro. A reunião do Pantera, que conta com os dois integrantes da formação clássica, Phil Anselmo (vocal) e Rex Brown (baixo), com os amigos Zakk Wylde (guitarra – Black Label Society, Ozzy Osbourne) e Charlie Benante (bateria – Anthrax), que estão substituindo os saudosos irmãos Dimebag Darrell e Vinnie Paul, saiu do papel no final de 2022. Chad comentou: “Eu sei como as coisas são, sei que há intenções verdadeiras e puras, mas sei também que a reunião do Pantera não ia rolar com Vinnie Paul, eu vi ele falar sobre isso em milhares de entrevistas. Sempre tinha um entrevistador palhaço que perguntava sobre uma reunião do Pantera com Zakk, e Vinnie literalmente dizia: ‘Meu irmão está morto’. Isso era tudo o que ele dizia. Era assim que Vinnia pensava sobre isso. O Pantera tinha acabado porque seu irmão estava morto. Ele não se importava com isso; Vinnie não precisava da porra do dinheiro. Ele amava o Hellyeah, a banda era tudo para ele, e ele não se importava mais com o Pantera”. O cantor continuou: “Eu era o melhor amigo de um dos caras que criou o Pantera, e posso afirmar que ele simplesmente nunca esteve por trás disso. Essa situação da reunião é difícil para mim porque eu tenho muito respeito por Vinnie Paul. E eu tenho muito respeito por Dimebag Darrell, também. É legal que a reunião seja uma homenagem, mas eu realmente questiono quanto tempo isso vai durar e o que mais vai acontecer. Eu só gostaria de ter certeza de que estamos enviando amor e respeito aos dois irmãos. Parece uma trapaça eles não estarem aqui para fazer parte disso, algo que eles construíram com suas próprias mãos”. Eis a entrevista completa aqui: Pantera Ao longo de sua carreira, a banda colocou no mercado nove álbuns de estúdio, entre eles Cowboys from Hell (1990) e Vulgar Display of Power (1992), trabalhos que a colocaram na posição de vanguarda na cena metal. No entanto, o grupo encerrou as atividades em 2003, depois de um grande racha entre os músicos. Os irmãos foram para um lado, já Phil Anselmo (vocal) e Rex Brown (baixo) foram para o outro canto. Uma reunião sempre foi descartada por Vinnie, principalmente depois que seu brother foi morto em cima do palco no dia 8 de dezembro de 2004, aos 38 anos, em um show do Damageplan. O baterista morreu em 2018, vítima de um ataque cardíaco, negando uma reunião do Pantera. Via: RockBizz

Cem por cento treta: 7 casos de bandas que odiaram fazer turnês juntas
As cenas rock n’ roll e heavy metal têm a fama de serem pacíficas e repletas de companheirismo entre os grupos e, até mesmo, entre o público. Muita gente afirma, por exemplo, que aquele empurra-empurra e bate cabeça no mosh pit são apenas uma brincadeirinha para afastar as pressões do dia a dia e voltar para casa igual um querubim. Mesmo assim, a música pesada já nos “presenteou” com brigas homéricas e arranca rabo dignos de dramalhões à la novelas mexicanas. Na melhor/pior estilo cem por cento treta, queremos recordar 7 casos de bandas que odiaram fazer turnês juntas e sobraram xingamentos para deus e o mundo. 1 – Metallica Vs Guns N’ Roses No começo dos anos 90, Metallica e Guns N’ Roses eram as maiores bandas do planeta, logo, os egos e emoções estavam afloradas além da conta. Uma turnê conjunta iria gerar muita grana, mas muita dor de cabeça, também. Desde acidentes pirotécnicos, resultando em graves ferimentos, até tumultos em larga escala na plateia, a tour foi um deus nos acuda. O ex-baterista do Guns N’ Roses, Matt Sorum, chegou a resumir muito bem a turnê: “A intenção de Axl Rose era governar o mundo e não tinha medo de dizer isso. Lars Ulrich apareceu e queria governar o mundo, também. Eles eram muito competitivos conosco”. A tour terminou em outubro de 1992, contabilizando menos de trinta apresentações e um gosto amargo das brigas e olhares tortos entre os caras. 2 – Iron Maiden Vs Ozzy Osbourne A tensão entre o Iron Maiden e a família Osbourne chegou ao ponto de ebulição durante o Ozzfest 2005, quando Sharon Osbourne acusou Bruce Dickinson de desrespeitar o Madman e o público do festival. Num ato calculado de vingança, Sharon mandou seus capangas atirarem ovos e gelo nos músicos da Donzela de Ferro, principalmente em Bruce. O Iron também sofreu com boicote de energia e áudio vazado em seu PA, que gritava o nome de Ozzy. Após esse show, Sharon falou publicamente que Dickinson era um idiota. Mais tarde, o Maiden expressou sua decepção por meio de um comunicado. 3 – Motörhead Vs W.A.S.P. A turnê de 1997 com Motörhead e W.A.S.P. tinha tudo para ser um espetáculo de rock lendário, mas se transformou em um caos. A união entre as bandas desandou em pouco tempo, já que a teatralidade da banda de Blackie Lawless gerou tensões nos bastidores e disputas logísticas. A turnê contou até com confrontos nos camarins entre as bandas, com a turma do deixa disso separando os caras. 4 – Faith No More Vs Guns N’ Roses A contenda entre os grupos foi gerada pelo ego e pouco caso de Axl Rose pelo Faith No More, banda de abertura, o que foi o estopim para que Mike Patton revidasse de forma escatológica. Mike fez xixi no equipamento de Rose e chegou a colocar cocô em um bolo de chocolate que seria oferecido a Axl, entretanto, o projeto cocô foi frustrado por um membro da equipe. 5 – Godsmack Vs Mötley Crüe Godsmack foi o ‘open act’ do Mötley Crüe ao longo da turnê Crüefest 2, em 2009. As tensões surgiram depois que relatos de maus tratos aos familiares e amigos do vocalista Sully Erna vieram à tona. O baixista do Crüe, Nikki Sixx, e Sully se desentenderam nos bastidores por causa disso e trocam farpas até os dias de hoje. 6 – Megadeth Vs Aerosmith Quando Aerosmith saiu em turnê para promover seu álbum Get A Grip em 1993, uma das aberturas foi o Megadeth. No entanto, a permanência de Dave Mustaine e Cia na tour foi interrompida após três shows, por conta de mau comportamento, vício em drogas e briga entre as equipes. De acordo com o livro de David Ellefson, My Life with Deth, Mustaine sentiu que o Megadeth não estava tendo uma representação adequada nos shows. Além disso, supostamente, houve incidentes durante a turnê que aumentaram o atrito, como Dave assoando o nariz em uma camisa do Aerosmith no palco. Segundo Ellefson, o Megadeth descobriu que foi demitido da turnê por uma garçonete que mencionou que Jackyl abriria para o Aerosmith no show de tal dia. 7 – Rob Zombie Vs Marilyn Manson Em 2012, ao longo da turnê Twins Of Evil, Marilyn Manson reclamou incessantemente sobre o tempo de palco de Rob Zombie, que era a atração principal. Manson chegou a xingar e ameaçar Zombie em alguns de seus shows. Já Rob foi debochado ao falar que tinha gente falando demais e tocando pouco. O cantor ainda falou que não se concentrava nas lamentações e reclamações, mas sim no som. Via: RockBizz

Sepultura lança nova linha de merchandise em comemoração aos 40 anos de carreira
O Sepultura acaba de lançar uma nova linha de merchandise em comemoração aos seus 40 anos de carreira. Os produtos estão à venda no site oficial da banda porém, alguns itens, como a camiseta de manga longa do álbum Schizophrenia, só é possível adquirir nos sites internacionais IndieMerchstore e Impericon. Em meados de abril, o Sepultura vai levar sua derradeira turnê, Celebrating Life Through Death Tour, para países como Panamá, Argentina Chile, Costa Rica, Equador, Peru e Uruguai. Para saber mais detalhes sobre a turnê, basta clicar aqui. Veja os novos produtos abaixo: Via: RockBizz

Rock in Rio anuncia mapa da Cidade do Rock e novas atrações para o line-up da edição de 40 anos
Quarenta anos de história e cada vez mais impactante. Para elevar ainda mais a expectativa dos fãs para setembro, o Rock in Rio anuncia novas atrações inéditas, junto com o seu mapa e o tour virtual. Repleta de novidades, a Cidade do Rock ganha um Sunset ainda mais potente, novos espaços, como a Global Village e a Feira Hype, além de um musical inédito e um espaço com experiências imersivas que vão levar os visitantes para o futuro, onde a música, o entretenimento e a tecnologia se encontram. O público já pode começar a programar suas atividades, em uma Cidade do Rock com uma área de público ainda maior e mais democrática. OH QUEM CHEGOU! o mapa da Cidade do Rock tá pronto para a edição dos 40 anos, com novos espaços e novidades na localização dos palcos TÁ LINDÃO, NÉ?! #RockinRio40anos #RockinRio2024 pic.twitter.com/gfhQLvOW1y — Rock in Rio (@rockinrio) March 27, 2024 O Rock in Rio vai proporcionar uma noite inesquecível repleta de nostalgia com grandes astros dos anos 2000 no dia 22 de setembro. Akon se junta aos já anunciados NE-YO e Shawn Mendes no Palco Mundo, enquanto o Sunset receberá a diva Mariah Carey como headliner do espaço. Ainda no Palco Mundo, o dia 13 de setembro será histórico com muito rap, trap e música urbana. O astro 21 Savage se junta aos já anunciados Travis Scott e Matuê com participação de TETO e WIU, em uma apresentação repleta de grandes sucessos. No Palco Sunset, no dia 14 de setembro, a banda brasileira NX Zero, dona de diversos sucessos que marcaram toda uma geração, será a headliner da noite com um novo setlist cheio de surpresas e grandes hits. O Rock in Rio vai acontecer nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22 de setembro de 2024, com 700 mil pessoas na Cidade do Rock. Será a celebração de 40 anos do festival que colocou o Brasil na rota da cena musical do mundo, e que, em 2022, recebeu o título de Patrimônio Cultural Imaterial pela Cidade e Estado do Rio de Janeiro. Via: RockBizz

Nikki Sixx revela que tentou planejar uma turnê do Mötley Crüe com o Guns N’ Roses, mas não deu certo
Em uma nova postagem nas redes sociais, Nikki Sixx revelou que tentou planejar uma turnê do Mötley Crüe com o Guns N’ Roses, mas não deu certo, pelo menos por enquanto. As duas bandas já fizeram turnês juntas uma vez, o Guns N’ Roses chegou a abrir alguns shows do Crüe quando estavam divulgando de seu álbum de estreia, Appetite for Destruction, em 1987. Porém, nos anos que se seguiram àquela turnê, o relacionamento entre os grupos ficou um pouco difícil – principalmente devido a uma briga entre Izzy Stradlin e Vince Neil, que levou a uma rivalidade entre o vocalista do Crüe e Axl Rose. Agora, depois de mais de três décadas, parece que os desentendimentos já foram superados. Durante uma sessão de perguntas e respostas no X (antigo Twitter), um fã perguntou ao baixista se as bandas farão uma turnê juntas em 2025. E Sixx respondeu: “Nós tentamos. Simplesmente não deu certo por enquanto. Seria uma ótima turnê. Nunca se sabe”. We tried. It just didn’t work out for now. Would be a great tour. You never know. https://t.co/TJdIMmIyZn — (@NikkiSixx) March 27, 2024 Guns N’ Roses fará uma pausa em 2024 O Guns N’ Roses fez shows todos os anos desde que se reuniram em 2016. Então, desde que não marquem nenhum show em 2024, este será o primeiro ano desde o reencontro que eles não subirão ao palco. Slash estará ocupado em turnê este ano com Myles Kennedy and the Conspirators e para divulgar seu próximo álbum de blues, Orgy of the Damned, em um festival chamado S.E.R.P.E.N.T., então não está claro se o GN’R retornará em 2025 ou mais tarde. Via: RockBizz

Documentário sobre os Beach Boys chega ao Disney+ em maio
Um novo documentário sobre os Beach Boys chegará ao Disney+ no dia 24 de maio. Dirigido por Frank Marshall e Thom Zimny, The Beach Boys narra a ascensão da banda à fama através de imagens nunca antes vistas, além de novas entrevistas com Brian Wilson, Mike Love, Al Jardine, David Marks, Bruce Johnston e muito mais. O filme é “uma celebração da lendária banda que revolucionou a música pop e do som icônico e harmonioso que eles criaram, personificando o sonho da Califórnia e cativando os fãs por gerações e gerações futuras”, de acordo com um comunicado. Os espectadores também podem esperar entrevistas com outras personalidades do mundo da música, como Lindsey Buckingham, Janelle Monae, Ryan Tedder e Don Was, bem como ouvir depoimentos dos saudosos Carl e Dennis Wilson. A trilha sonora oficial de The Beach Boys também estará disponível para streaming e download a partir de 24 de maio via Capitol/UMe. Wouldn’t It Be Nice if there was a documentary about The Beach Boys? Darlin’, there is! “The Beach Boys,” an all-new documentary, streaming exclusively on #DisneyPlus beginning May 24, 2024. pic.twitter.com/iD0pNl58Tr — Disney+ (@DisneyPlus) March 26, 2024 Além do documentário, os Beach Boys lançarão seu único livro oficial, The Beach Boys by the Beach Boys, no dia 2 de abril. O livro inclui histórias da banda contadas pelos próprios membros e uma coleção de fotos raras. Também inclui contribuições de alguns dos maiores nomes da música, incluindo, entre outros, Eric Clapton, Elvis Costello, Ray Davies, Bob Dylan, Def Leppard, David Lee Roth, Roger McGuinn, Graham Nash, Jimmy Page, Carly Simon, Pete Townshend e Thom Yorke. Via: RockBizz