Resenhas

Kiko Loureiro diz que não tem do que reclamar do período que trabalhou no Megadeth
Kiko Loureiro integrou a empresa de Dqve Mustaine entre os anos de 2015 e 2023 e deixou como legado os álbuns Dystopia (2016) e The Sick, the Dying… and the Dead! (2022). Ao lado do ruivo e Cia, o guitarrista conquistou o Grammy de Melhor Performance de Metal com a faixa Dystopia. Em setembro de 2023, o guitarrista brasileiro revelou que não participaria da então próxima etapa da turnê Crush The World para ficar em casa com seus filhos na Finlândia. Pouco tempo depois, o músico pediu demissão do negócio de Mustaine. Em conversa com o canal Sixty Scales And The Truth, Kiko Loureiro disse que não tem do que reclamar do período que trabalhou no Megadeth. “O período com o Megadeth foi ótimo, então não tenho do que reclamar. Mas foram oito anos, quase nove anos. Eu fazia turnês por cinco meses, talvez às vezes seis meses por ano, era muita coisa. É muito diferente de fazer 25 dias como fiz na minha turnê solo”. O guitarrista seguiu falando sobre os motivos que o fizeram a sair da banda: “Nunca há apenas um motivo quando você toma uma grande decisão na vida. Um dos motivos foi a família. Esse foi o motivo mais importante. Depois da turnê, houve outra turnê de três meses, e aí foi tipo, ‘Ah, talvez isso seja demais’. Mas eu vinha lutando com esses pensamentos desde que entrei no Megadeth. Minha filha tinha uns cinco anos quando entrei no Megadeth. No ano depois que eu entrei na banda, tive gêmeos. Então, todos aqueles anos no Megadeth foram difíceis, viajando e tendo gêmeos recém-nascidos em casa, e depois viajando de novo. Isso te faz pensar muito, porque era o que eu sempre quis, estar em turnê e tocar guitarra. Mas com filhos a sua mentalidade, sua perspectiva, muda muito. Veio a pandemia e o outro álbum, e eu achei que oito, nove anos já eram suficientes”. “Também senti que as crianças precisavam mais de mim do que antes. Havia alguns outros problemas acontecendo”, completou o músico. Via: RockBizz

Roger Waters chama David Draiman de pirralho e lembra que ele assina bomba
A lógica da vida é que vamos ficando mais sábios com o passar dos anos e, consequentemente, fazemos menos bobagens. No entanto, o frontman do Disturbed, David Draiman, 53 anos, desafia essa máxima. Ele vem perdendo o bom senso ao longo dos últimos tempos e ganhando mais holofote pelas polêmicas e brigas em que se mete do que pela música e show que faz. E ele ele se meteu em mais uma contenda. A nova vítima do cantor foi Roger Waters. Ele, durante entrevista ao podcast The Magnificent Others, que tem apresentação de Billy Corgan, do Smashing Pumpkins, ameaçou dar um soco no músico inglês e o chamou de hipócrita – confira o chilique completo de Draiman aqui. Agora, pelas redes sociais, Roger Waters rebateu suas falas, chamou David Draiman de pirralho e lembrou que ele assinou bomba que foi jogada em civis em Gaza. “Carta aberta a William Patrick Corgan. Caro, Billy! Como vai? Faz muito tempo. David Draiman. Alguém me encaminhou a participação desse sujeito no seu podcast. Eu nunca tinha ouvido falar dele. Enfim, parece que ele já ouviu falar de mim. Aparentemente, ele tem um problema com a minha defesa dos direitos humanos, em particular os direitos humanos dos meus irmãos e irmãs em Gaza, que estão sendo massacrados em um genocídio pelas forças armadas do Estado nazista, racista e pária de Israel. Você, sendo o cara legal que é, deu a esse pedacinho de merda a chance de esclarecer ou mesmo modificar sua posição. E ele o fez. Ele é um porco nazista racista e psicótico”. O ex-Pink Floyd acrescentou: “Me disseram, Billy, que ele escreve mensagens em bombas antes de as Forças de Defesa de Israel as lançarem sobre civis em Gaza. Chega. Continuarei trabalhando com todos os meus irmãos e irmãs ao redor do mundo no movimento para exigir igualdade de direitos humanos para todos os seres humanos, independentemente de sua religião, etnia ou nacionalidade”. Se você, meu amigo, está se perguntando se eu quero conversar com esse pirralho insuportável, a resposta é não. Obrigado, Billy. A vida é muito curta, ele pode ficar no seu pequeno canto do inferno sem o benefício do meu amor e da minha verdade”, encerrou Waters. Histórico David ainda precisa lidar com a reação negativa de ter “autografado” uma bomba que foi jogada em civis em Gaza. Esse lamentável episódio aconteceu em junho de 2024, quando suposto rock star visitou Israel e as Forças de Defesa de Israel (IDF). Ele assinou um projétil de artilharia com a frase: “Foda-se o Hamas”. A motivação para sua atitude foi o triste evento de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza. Via: RockBizz

Muita gente acha que pessoas trans é moda ou coisa do PT, mas é um assunto sério, diz Rafael Bittencourt (Angra)
O gênero e a identidade de gênero são temas que precisam receber atenção do poder público, sociedade civil e toda entidade séria que compõe nosso corpo social. O motivo? As pessoas trans seguem sujeitas à discriminação e à violência, enfrentando obstáculos para acessar serviços públicos básicos como a educação, a saúde e a justiça. Quebrar os grilhões do preconceito e abrir as portas para o respeito, aceitação e empatia é um ato urgente para criarmos juntos uma comunidade equitativa e benfazeja a todos. O guitarrista e líder do Angra, Rafael Bittencourt, foi muito feliz ao abordar o assunto em novo bate-papo com a revista Billboard. O roqueiro, que é pai de um jovem trans, foi categórico ao afirmar que o acolhimento é o melhor caminho a se tomar nesse caso. “Não tenta entender por que existe esse aumento tão grande de pessoas se identificando como trans [transgênero – são os indivíduos cuja identidade de gênero difere do sexo atribuído no nascimento], seja homens e mulheres. É uma explosão. Muitas pessoas acham que é moda ou o PT [Partido dos Trabalhadores]. A gente não sabe o porquê, mas é sério a parada. Mas o melhor jeito de acolher não é negando, não é tentando trazer o mundo antigo”. “É basicamente o mundo novo brigando com o antigo, mas quem vai vencer sempre vai ser o mundo novo, porque ele continua e o antigo morre. Você e eu morremos, mas o mundo novo sobrevive”, acrescentou Rafael em tom filosófico. Veja a fala completa e pertinente de Rafael Bittencourt no player a seguir: Via: RockBizz

David Draiman (Disturbed) ameaça dar um soco em Roger Waters: “Hipócrita e traiu os judeus”
O vocalista do Disturbed, David Draiman, não perde uma oportunidade de atacar Roger Waters e as suas posições políticas e sociais. Mesmo que o assunto não seja de sua alçada e não tenha nada a ver com ele, Draiman faz questão de se meter e, vez ou outra, passar uma vergonha. No novo episódio do podcast The Magnificent Others, que tem apresentação de Billy Corgan, do Smashing Pumpkins, os músicos discutiram bastante sobre o conflito Israel-Palestina e sobre o ex-membro do Pink Floyd. Billy comentou que a morte do pai de Waters na Segunda Guerra Mundial foi muito traumático e que ele relata sua dor em The Wall, décimo primeiro álbum de estúdio do conjunto, que saiu em novembro de 1979. Corgan prosseguiu falando que Roger fez declarações muito fortes contra Israel por causa disso. E foi a deixa para que David partisse para o ataque contra o artista britânico. “Concordo! Mas veja bem, Billy! Eu cresci ouvindo Pink Floyd. Eu amava Pink Floyd. Foi uma traição enorme, não só para mim, mas para todos os judeus, quando ele seguiu o caminho que seguiu”, afirmou Draiman. O músico do Disturbed prosseguiu com sua crítica: “E não foi só há dois anos! Ele vem fazendo isso há muito tempo. Roger tem uma queda por ditadores – as piores pessoas do planeta. Roger simplesmente se aproxima deles. Ele não tem problema nenhum com isso”. O vocalista norte-americano acrescentou que a pacificação seria impossível, visto que Waters é “um hipócrita”. Ele completou: “Ele não defende os direitos humanos. Ele apoia esse socialismo ditatorial bizarro. E eu nem entendo o que ele está tentando defender”. Billy então propôs a situação hipotética de uma conversa entre os dois desafetos. A reação de Draiman foi a seguinte: “Eu teria que dar um soco nele primeiro, mas toparia”. Via: RockBizz

Dee Snider defende Volbeat contra acusações de ser uma mera cópia do Metallica
Pelo X (antigo Twitter), o eterno vocalista do Twisted Sister, Dee Snider, defendeu o Volbeat contra acusações de ser uma mera cópia do Metallica. A defesa veio depois que um internauta criticou o grupo dinamarquês por falta de criatividade e por ser um Metallica rearranjado. “Esta é uma banda mais nova que os headbangers da velha guarda podem amar e amam. Sou um grande fã do Volbeat”, observou Dee. Sobre a acusação de plágio, Snider pontuou: “Absolutamente não é verdade. Eles definitivamente têm uma grande influência do Metallica, mas há muitas outras influências em suas músicas também”. Absolutely not true. They def have a big metallica influence, but there are so many other influences in their stuff as well. https://t.co/JZXqNqjjVv — Dee Snider (@deesnider) April 15, 2026 É evidente a influência do Metallica na música do Volbeat, assim como na forma em que Michael Poulsen canta e toca guitarra. Porém, o grupo europeu tem a sua própria identidade sonora, o que é facilmente percebida na audição do novo álbum God Of Angels Trust, que saiu no começo de junho de 2025 pelo selo Vertigo. O full length, que teve a produção de Jacob Hansen (Amorphis, Primal Fear e mais), está disponível em muitos formatos como CD, CD deluxe, vinil preto de 180g, vinil colorido (verde), cassete e digital (download e streaming). Via: RockBizz

Lzzy Hale (Halestorm) conta que a hipocrisia da religião a fez não ir mais à igreja
Conversando com o pessoal do Heavy Stories Podcast, Lzzy Hale (Halestorm) falou abertamente sobre sua jornada espiritual. Ela contou que a hipocrisia da religião a fez não ir mais à igreja. “Desde pequena, íamos à igreja; íamos à igreja presbiteriana. Nossos pais queriam que tivéssemos bons valores morais e tudo mais. E fizemos isso até, acho, pouco depois de a banda começar”, disse Lzzy. Vale lembrar que cantora e guitarrista montou o Halestorm com o irmão Arejay (bateria) em 1997, aos catorze anos. “Eu frequentava uma escola cristã na época, pouco depois de começarmos a banda”, continuou a artista. “Fui chamada à sala do diretor porque estava compartilhando nossas músicas e elas não mencionavam Jesus o suficiente. A molecada já era ruim o suficiente, mas os adultos estavam realmente nos perturbando ainda mais com isso”. Hale seguiu com seu relato pessoal: “E quando comecei a perceber a hipocrisia que existe na religião em contraste com o desejo de seguir os Dez Mandamentos, algo começou a fazer sentido para mim, como se houvesse algo mais além do que nós, como seres humanos, acreditamos ser religião ou essa visão abrangente. Aí, meio que paramos de ir”. “Não tenho vergonha disso, não nego isso. Adoro ter essas duas perspectivas [religiosa e não religiosa], porque acredito que muitas das coisas que aprendi eram ideias muito boas. O problema surge quando as mãos do homem se intrometem e começam a se voltar para a ganância ou o lucro, em vez de pensar que amar uns aos outros é uma ideia realmente boa”, concluiu a roqueira. E por falar em Halestorm, o grupo lançou em agosto de 2025 pela Atlantic Records o seu novo disco, o sexto de sua carreira, que se chama Everest. Além da vocalista e guitarrista Lzzy Hale, o Halestorm conta com os trabalhos de Arejay Hale (bateria), Joe Hottinger (guitarra) e Josh Smith (baixo). Foi este time, que ao lado do produtor Dave Cobb (Brandi Carlile, Chris Stapleton, Jason Isbell), que deu vida a Everest. Via: RockBizz

Phil Collins comenta entrada no Rock and Roll Hall of Fame: “Isso encerra o que tem sido uma vida maravilhosa na música”
É oficial: Phil Collins entrará para o Rock and Roll Hall of Fame pela segunda vez. Após ter sido homenageado em 2010 como membro do Genesis, Collins será consagrado como artista solo na turma de 2026 do evento. Tornar-se um artista com múltiplas homenagens o colocará em um patamar seleto no rock, ao lado de lendas como Eric Clapton, Stevie Nicks, todos os Beatles e seu ex-companheiro de banda, Peter Gabriel. Após o anúncio, o aclamado músico comentou sua entrada no Rock and Roll Hall of Fame nas redes sociais. “Obviamente, estou feliz e honrado por ser homenageado”, escreveu Collins em uma breve mensagem. “Isso encerra o que tem sido uma vida maravilhosa na música”. Phil Collins is a Rock & Roll Hall of Fame 2026 Inductee! @rockhall “Obviously I’m pleased and honored to be inducted. It wraps up what has been a wonderful life in music.” PC pic.twitter.com/nwIRYtR1o6 — Phil Collins (@PhilCollinsFeed) April 14, 2026 Collins foi um dos artistas de maior sucesso comercial dos anos 80 e início dos anos 90, mesmo conciliando sua carreira solo com seu trabalho no Genesis. Collins vendeu mais de 34 milhões de álbuns somente nos EUA, emplacou sete singles no topo das paradas e ganhou oito prêmios Grammy como artista solo. Sua impressionante lista de sucessos solo inclui clássicos atemporais como Against All Odds (Take a Look at Me Now), Another Day in Paradise, One More Night e In the Air Tonight. Devido às suas condições crônicas de saúde, incluindo danos severos nos nervos e diabetes tipo 2, é altamente improvável que Collins se apresente na cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame deste ano. Sua última apresentação aconteceu em 26 de março de 2022 na O2 Arena em Londres, como parte da turnê Genesis The Last Domino?. Via: RockBizz

Rafael Bittencourt assume que é o síndico e o chato do Angra: “Faço a coisa funcionar”
Uma banda de heavy metal é essencialmente uma empresa com receitas, despesas e toda sorte de responsabilidade que demanda uma organização. Para que o projeto caminhe de forma satisfatória é necessário pessoas com know-how em gestão financeira, comercial, produção e pessoal. Com atribuições bem definidas, o planejamento, organização, controle e aplicação dos recursos vão alcançar resultados positivos, eficientes e sustentáveis a curto, médio e longo prazo, e fará a empresa prosperar. O papel do líder é fundamental nesse processo, porque é ele que determinará por quais águas e como vai navegar nos mais diferentes mares. No Angra, por exemplo, Rafael Bittencourt assume esta função. Durante conversa com a revista Billboard, o músico analisou o seu papel na banda, dando ênfase também em sua tarefa artística. “Eu sou o síndico! Eu sou o chato, tenho que fazer a coisa funcionar. Eu tenho que dar corpo para o som. Eu me preocupo com a massa sonora, precisão e firmeza. Eu sou esse cara”. Rafael completou sua observação sobre sua atribuição no Angra usando uma analogia do mundo do futebol. “Eu seria o Garrincha [Manoel Francisco dos Santos], ou seja, um cara maluco que joga bem e deu sorte na vida. Acho que sou tipo o Garrincha! Não sou o Pelé [Edson Arantes do Nascimento], mas jogo bem”. Eis o bate-papo completo no tocador abaixo: Após uma extensa maratona de shows que percorreu o mundo entre janeiro de 2024 e agosto de 2025, o Angra entrou em um hiato com o pretexto de descansar. No entanto, em novembro de 2025, a banda declarou que estava voltando aos palcos. Além dos shows de reunião da era Rebirth, o grupo vai cair na estrada celebrando os trinta anos de seu segundo disco, Holy Land. A tour passará pela França, Japão, Grécia, entre outros países. Via: RockBizz

Som exótico e fora da curva foi o que abriu as portas para o Sepultura no estrangeiro
É fato que o Sepultura é um dos maiores exportadores da cultura brasileira. Ao lado do Krisiun e Angra, a banda leva para América do Norte, Europa e Ásia a nossa forma de fazer música pesada, a qual tem mais groove e diversidade rítmica, por exemplo. Conversando com o apresentador Igor “3K” Coelho, do canal Flow, o guitarrista Andreas Kisser contou que o som exótico e fora da curva do Sepultura foi o que abriu as portas para a banda no estrangeiro. “Não tinha nenhuma banda fazendo o que o Sepultura fazia, então foi muito exótico. Não tinha internet e redes sociais, era algo muito mais fechado. Então, quando os gringos ouviram a gente, eles quiseram nos conhecer. Tinha uma aura de mistério e fomos aprendendo a lidar com a surpresa de cada um. Kisser completou sua reflexão pontuando a importância do conjunto, mas deixando claro que ele ainda não tem o devido reconhecimento. “A gente fazia uma coisa pioneira! Depois de Carmem Miranda e dos Mutantes, o Sepultura foi a banda que levou a cultura brasileira para fora do país, mas até hoje não é considerado parte da cultura brasileira”. A grande mídia nunca olhou o metal e o rock nacional sem o véu do preconceito. Para que isso aconteça – se é que vá rolar algum dia – muitas pessoas poderosas, as quais comandam com mão de ferro os meios de comunicação, precisarão se despedir da discriminação e rejeição para ver os estilos como potências culturais e mercadológicas. Via: RockBizz

Taylor Momsen sofre erupção cutânea após picada de aranha: “Passei a noite no hospital”
No começo de abril a cantora e atriz Taylor Momsen tomou picada de uma aranha, durante sua tour pelo México. Pelas redes sociais, a artista brincou com o caso e compartilhou um vídeo do momento em que recebeu o soro antiaracnídico e curativo. No entanto, o veneno do animal causou erupção cutânea, que vem junto de manchas vermelhas, inflamações, descamação e bolhas. A artista se manifestou pelas redes sociais sobre o problema. Ela escreveu: “Hospital hoje, show amanhã, aranhas venenosas não são boas. Mas o show tem que continuar, vejo vocês amanhã, Cidade do México”. Na segunda postagem, Taylor compartilhou uma foto e um vídeo dentro do hospital, onde vem recebendo os devidos cuidados. A legenda dessa publicação foi: “Ou eu simplesmente passo a noite no hospital. Obrigada aos médicos incríveis”. Vale lembrar que em 2024 a líder do The Pretty Reckless foi mordida por um morcego no palco, durante show realizado no Estadio La Cartuja, em Sevilha, Espanha, em 29 de maio. Pelas redes sociais, Taylor escreveu: “Um morcego voou para cima de mim e se agarrou à minha perna. No momento em que eu estava me apresentando, eu nem me toquei, mas o público me alertou, pois ficaram gritando e apontando. Ele era fofo, mas me mordeu, então, vou ter que tomar vacinas contra a raiva pelas próximas duas semanas. Obrigada a todos os funcionários do hospital que me apelidaram de batgirl, depois de verem o que aconteceu no noticiário. Mais uma pra conta”. Via: RockBizz

Alice Cooper faz cover de clássico do Nirvana em show de abertura da turnê de 2026
Alice Cooper deu início à sua turnê de 2026, Alice’s Attic, na terça-feira (14 de abril) no Majestic Theatre, San Antonio, Estados Unidos. A apresentação foi vibrante, abrangendo toda a sua carreira, e como sempre com muita teatralidade. O cantor tocou vários clássicos, incluindo No More Mr. Nice Guy, Billion Dollar Babies, Muscle of Love e I’m Eighteen. Cooper também incluiu um cover de Smells Like Teen Spirit, do Nirvana, no setlist após uma prévia da música no Coopstock 2026 no início da semana. Confira um vídeo filmado por um fã e setlist abaixo: “Hello, Hooray” (intro only)1. Who Do You Think We Are” (shortened)2. “Spark in the Dark”3. “No More Mr. Nice Guy”4. “House of Fire”5. “Billion Dollar Babies”6. “I’m Eighteen”7. “Muscle of Love”8. “Feed My Frankenstein”9. “Dirty Diamonds”10. “Caught in a Dream”11. “Hey Stoopid”12. “Dangerous Tonight”13 “Poison”14. Anna Cara guitar solo15. “Brutal Planet”16. “Ballad of Dwight Fry”17. “Cold Ethyl”18. “Only Women Bleed”19. “Second Coming”20. “Going Home”21. “School’s Out / Another Brick in the Wall, Part 2”22. “Smells Like Teen Spirit”23. “Under My Wheels” Via: RockBizz

“A maioria dos guitarristas não são pessoas legais”, dispara o guitar hero Ritchie Blackmore
Artistas em geral têm o ego enorme e a vaidade batendo na estratosfera. Alguns indivíduos acham que o mundo gira em torno deles e as suas vontades devem ser atendidas imediatamente, como se fosse uma ordem de Deus ou divindade que o valha. Muitos guitarristas se encaixam neste perfil e acham que o resto humanidade lhe devem um agradecimento eterno por seus trabalhos em prol da música. Em uma live pelo Instagram, Ritchie Blackmore falou sobre o seu substituto no Deep Purple, Tommy Bolin, que é, segundo o britânico, um cara muito legal, o que o difere da maioria dos guitarristas. “Eu o conhecia mais como amigo. Ele era um cara tão legal que eu não conseguia acreditar que ele tocava guitarra, porque a maioria dos guitarristas não são pessoas legais. Ele era muito legal, e era indígena. Acho que era um indígena Sioux ou algo assim. Eu ia à casa dele e frequentemente nos divertíamos conversando. Nunca houve inveja, nenhuma competição”. Blackmore seguiu elogiando o amigo guitarrista e lembrando de sua dificuldade em trocar as cordas de seu instrumento. “Uma vez eu perguntei para o Tommy: ‘Quando foi a última vez que você trocou as cordas de sua guitarra’? Ele me olhou como quem diz: ‘Devo trocá-las’? E eu respondi: ‘Bem, sim’. E ele disse: ‘Bem, provavelmente uns cinco anos atrás’, porque elas estavam muito sujas e cheias de areia. Ele era um músico brilhante, um grande músico, mas nunca trocava as cordas da guitarra”. E não foi a primeira vez que Blackmore partiu para cima da classe musical. Tempos atrás, em conversa com a revista Guitar World, ele sugeriu que os músicos de rock são burros e não gostam de estudar. “O mundo da música renascentista pode ser um pouco acadêmico. É por isso que acho que as pessoas se envolvem com o rock n’ roll. Ele lhes proporciona uma fuga de toda a escolaridade, do que é correto e como as coisas deveriam ser” Via: RockBizz

Com mais de 40 shows no Brasil, Guns N’ Roses já pode pedir CPF porque é uma das bandas gringas que mais toca em nosso país
O Guns N’ Roses já pode pedir CPF porque é uma das bandas gringas que mais toca no Brasil! Isso é jamais e de forma alguma uma crítica, se trata apenas da constatação de um fato. Além do mais, a presença em nosso país é ótima, uma vez que traz felicidade aos fãs, movimenta a economia e esquenta a cena roqueira. Mas vamos lembrar rapidamente as vezes que Axl Rose e seus funcionários aportaram no Brasil com a sua empresa multimilionária. O caso de amor com os fãs brasileiros começou em 1991, na segunda edição do Rock In Rio. Os caras fizeram duas apresentações no festival em promoção a Use Your Illusion Tour. A banda curtiu tanto que retornou em 1992 com a então nova perna da Use Your Illusion Tour. Os shows rolaram no Rio de Janeiro e São Paulo. Demorou quase uma década para Axl retornar com sua trupe, e a visita foi no Rock In Rio 3, com uma apresentação explosiva em 14 de janeiro de 2001. O dia ainda teve a presença do Oasis, Papa Roach, Ira! & Ultraje a Rigor, Carlinhos Brown – tomando muitas latas na cabeça -, Pato Fu e um calor maldito capaz de derreter asfalto. Em 2007 chegou a ventilar a possibilidade de um espetáculo na praia de Copacabana, mas a ideia caiu por terra. No ano de 2010 eles voltaram para quatro apresentações – São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. O giro foi para promover a Chinese Democracy Tour. O show de 2011 foi o mais caótico, por assim dizer, pois Rose atrasou horas para entrar no palco do Rock In Rio. O Guns subiu no palco quase às 3h da madrugada de domingo para segunda, com direito a tempestade torrencial e capa de chuva amarela, bem parecida com a que aparece no desenho do pica-pau, no episódio das Cataratas do Niágara. A Appetite for Democracy Tour chegou em nossa casa com sete concertos entre março e abril de 2014. A primeira perna da Not in This Lifetime… Tour, que marcou a volta de Slash e Duff McKagan, passou por cinco cidades brasileiras em 2016. A segunda etapa da turnê também passou por aqui em 2017, com show no RIR e São Paulo. A We’re F’N’ Back! Tour foi bem além do que a Appetite for Democracy Tour, visto que deu as caras em dez cidades brasileiras. O primeiro capítulo da Because What You Want & What You Get Are Two Completely Different Things Tour foi em 2025 com cinco espetáculos. Já a segunda etapa do giro é na primeira metade de 2026 e contempla nove municípios de nosso Brasilzão. Mesmo se contabilizarmos superficialmente os números são superlativos! Se trata de onze visitas ao nosso país, as quais nos brindaram com mais de quarenta apresentações. Portanto, Axl Rose, Slash, Duff McKagan e companhia podem preencher a Ficha Cadastral de Pessoa Física (FCPF) no site da Receita Federal e dar entrada em todo processo burocrático e fazer parte da família brasileira. Via: RockBizz

A selvageria no palco vem de dentro e não do clichê do rock n’ roll, segundo Tommy Clufetos
Tommy Clufetos é um baterista que está na cena musical há algumas décadas e já passou por bandas importantes como Ozzy Osbourne, Black Sabbath, Alice Cooper e Rob Zombie. O músico equilibra sua abordagem no instrumento entre a técnica e a performance energética, o que torna as suas apresentações agradáveis aos olhos e ouvidos. Em conversa com o WGN News, Tommy falou brevemente sobre a forma que atua no palco. Ele disse que a selvageria no palco vem de dentro e não do clichê do rock n’ roll, ou seja, bebidas, drogas e festas. “Eu sei que pareço um maluco, mas sou o cara mais certinho que você já viu na vida”, afirmou o baterista. “Nunca usei drogas e não bebo, mas toco rock n’ roll como um cara que usa todas essas coisas. Toco de forma selvagem e insana”. Tommy concluiu: “Quando eu era criança, não me interessava por essas coisas. Sempre achei que a selvageria vinha de dentro de você. E, no meu caso, ela realmente vem de dentro, é uma energia interna”. O artista está na estrada com o Tommy’s Rocktrip, no qual apresenta sua visão sobre as influências do rock n’ roll que o tornaram um dos bateristas mais requisitados na atual cena do hard rock. A tour vai passar pelo Token Lounge em Westland, Michigan, no dia 23 de abril, e pelo Arcada Theatre em St. Charles, Illinois, no dia 24 de abril. Via: RockBizz

Rock & Roll Hall of Fame anuncia Iron Maiden como um dos artistas homenageados em 2026
Boa nova aos fãs de metal! O Rock & Roll Hall of Fame anunciou Iron Maiden como um dos artistas homenageados em 2026. Esta foi a terceira indicação da banda ao prêmio, ela seguiu a aclamação de 2021 e 2023. Pelas mídias sociais, o empresário Rod Smallwood se pronunciou sobre a conquista: “Gostaríamos de agradecer ao Rock & Roll Hall of Fame por nos incluir – e aos ex-membros que fizeram parte da nossa história – na lista de homenageados de 2026. Para o Iron Maiden, a relação com os fãs sempre foi a nossa prioridade, acima de tudo, incluindo prêmios e reconhecimentos da indústria. No entanto, é sempre bom sermos reconhecidos e homenageados por nossas conquistas na indústria musical”. “Nos parece apropriado que a banda seja incluída no Hall da Fama do Rock and Roll este ano, enquanto continuamos as comemorações do nosso 50º aniversário com a turnê mundial Run For Your Lives, que passará pelas Américas e outros continentes. Gostaríamos também de parabenizar os demais homenageados de 2026 e estender nossa gratidão, como sempre, aos nossos fãs pela lealdade, perseverança e apoio ao longo de mais de 50 anos! Nos vemos em algum lugar na estrada”, finalizou Rod. A lista de nomes que ganharão homenagem inclui Bruce Dickinson, Steve Harris, Nicko McBrain, Adrian Smith, Dave Murray e Janick Gers, bem como os ex-membros Blaze Bayley, Dennis Stratton, Paul Di’Anno e Clive Burr. Via: RockBizz

Kid Abelha anuncia a turnê Eu Tive Um Sonho
Vem amor que a hora é essa. Se o verso do Kid Abelha vale para 1984, vale também, e talvez mais ainda, para 2026, porque uma grande celebração se anuncia. A turnê Eu Tive Um Sonho começa dia 12 de junho, no Rio de Janeiro, onde tudo começou. Dali, para o Brasil inteiro! A venda de ingressos para o público estará disponível a partir do dia 13 de abril, começando às 10h online e às 11h nas bilheterias oficiais. Os ingressos, que podem ser adquiridos em até 6x sem juros, estarão disponíveis no site da Ticketmaster e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço). Desde o final do ano passado, quando a ideia começou a tomar forma, Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato se animaram com essa retomada dos palcos. Não, ninguém está falando em retorno – não ouvi isso da boca de nenhum deles. É uma continuidade do que um dia ficou no ar. O Kid Abelha não tem muito tempo para nostalgia não. A ideia é, como sempre foi, aproveitar o presente. Nenhum deles também disse que foi fácil resumir uma carreira como a da banda num setlist. Fechar as músicas que vão mexer com os fãs nessa turnê talvez tenha sido o maior desafio. Desafio que Paula, George e Bruno encararam como tudo que sempre fizeram: com alegria e tesão. O projeto é grandioso, com um time campeão, e o resultado é uma espécie de presente para os fãs do Kid – de várias gerações. Desde a última vez que tocaram juntos, os três integrantes da banda seguiram (e ainda seguem) por caminhos múltiplos. O show reúne a formação do Kid Abelha com Paula Toller nos vocais, Bruno Fortunato na guitarra e George Israel no sax, vocais, violão e bandolim. A direção musical é de Liminha, direção de arte de Gringo Cardia, iluminação de Samuel Betts e codireção artística de Paula Toller, A banda de apoio é formada por Gustavo Camardella na guitarra, violão e vocais, Adal Fonseca na bateria, Pedro Dias no baixo e vocais, e Gê Fonseca nos teclados e vocais, além de músicos de sopro. Datas da turnê Eu Tive Um Sonho: 12 de junho – Farmasi Arena – RJ27 de junho – Allianz Parque – SP04 de julho – Arena MRV – BH11 de julho – Casa de Apostas Arena Fonte Nova – Salvador25 de julho – Arena BRB Mané Garrincha – Brasília08 de agosto – Classic Hall – Recife22 de agosto – CFO – Fortaleza26 de setembro – Beira Rio – POA10 de outubro – Pedreira Paulo Leminski – Curitiba17 de outubro – Arena Opus – Florianópolis Via: RockBizz

Bill Ward (Black Sabbath) lembra com carinho o amigo Cozy Powell: “Era um anjo”
O baterista Bill Ward (Black Sabbath) concedeu uma entrevista ao LA Radio Sessions e, ao longo do bate-papo, lembrou com carinho o amigo Cozy Powell. O músico não economizou nos elogios, chegou a chamar Cozy de anjo e listou suas influências musicais. “Conheci Cozy Powell quando ainda éramos crianças. Ele foi um baterista incrível. Muito preciso! A personalidade dele foi o que me atraiu, primeiramente. Ele era um cara legal, muito legal mesmo. Minha última ligação para ele foi umas duas semanas antes dele falecer. E fico muito feliz por ter tido a oportunidade de conversar com ele sobre assuntos realmente significativos e termos tido uma conversa sincera. Eu não falava com ele há um tempo, e duas semanas depois ele faleceu, o que foi de partir o coração, obviamente. Mas quando nos conhecemos, quando ainda éramos bem jovens, eu gostei da base musical dele, que já era bem definida. Eu conseguia perceber onde ele tinha aprendido a tocar. Eu venho do jazz, então o Gene Krupa era o meu ídolo. Todo mundo diz que foi outra pessoa, mas na verdade foi o Krupa. Mas tudo bem, cada um diz o que quiser; podem dizer o que quiserem. Mas o Cozy tinha uma base sólida. Acho que a técnica dele vinha da Buddy Rich Big Band e do próprio Rich. Combinava muito bem. Combinava perfeitamente com o rock. É quase como se o corpo dele e o jeito de tocar tivessem sido feitos para aquela época. Ele tinha a técnica e os solos que se encaixavam perfeitamente nisso”. Bill prosseguiu com sua reflexão: “É muito triste agora que penso nisso. Eu vou fazer 78 anos daqui a dois meses, então, quando volto no tempo e penso na quantidade inacreditável de pessoas que conheci, com quem convivi e cresci, e todos passamos pelas mesmas coisas, é uma jornada incrível, mas também há um preço a pagar pelos arrependimentos”. “As lembranças em si são muitas vezes tristes, assim como as oportunidades brilhantes. É uma mistura de sentimentos. Mas Cozy era um anjo. Era isso que Cozy Powell era”, concluiu Ward. Vale lembrar que Cozy Powell foi um músico muito bem quisto na cena roqueira, tendo passagens por bandas como Rainbow, Whitesnake e Black Sabbath. Ele morreu no dia 05 de abril de 1998, aos 50 anos, devido um acidente automobilístico. Via: RockBizz

Mamãe orgulhosa: Nita Strauss mostra o barrigão de grávida ao lado do esposo
No dia primeiro de janeiro de 2026 a virtuosa guitarrista Nita Strauss (Alice Cooper) levou ao pé da letra a ideia de vida nova, já que revelou que está grávida de seu primeiro neném. A musicista e o marido, o baterista Josh Villalta, estão super felizes com a novidade. Atualmente, ela está de licença maternidade, portanto, não está mostrando seu talento nas seis cordas ao redor do globo. Mas, para não perder a conexão com os fãs, em publicação nas redes sociais, Nita Strauss mostrou o barrigão de grávida ao lado do esposo. Na legenda, a mamãe orgulhosa escreveu: “+1 loading” – “+1 carregando”, em tradução livre. A publicação ainda tem emoji de mamadeira e coração. Veja a fofura da família Strauss logo abaixo: Apesar de estarem há muitos anos juntos, Nita e Josh se casaram em maio de 2024 no hotel Hollywood Roosevelt em Los Angeles, Califórnia. Entre os convidados do casamento estavam os colegas de banda de Nita, Alice Cooper e Chuck Garric, o vocalista do Disturbed, David Draiman, a cantora pop rock Demi e outras celebridades. Via: RockBizz

Graça de Deus não falha: Digão é só felicidade pelas conquistas do Raimundos
O Raimundos uniu a crueza do punk e hardcore com a cultura nordestina, e a química musical deu origem ao forrócore. O deboche e a simplicidade das letras em perfeita união com a energia dos riffs e da cozinha robusta como um trem era o caldo sonoro que saía do quarteto. A banda chegou ao céu com o quarto registro de estúdio, Só no Forevis, de 1999. No entanto, no começo da década de 2000, a banda tomou um grande baque que foi a saída do vocalista Rodolfo Abrantes. Desde então, a banda vem lutando bravamente para se estabilizar na cena musical. Da formação considerada original, o conjunto só tem o guitarrista Digão – nascido Rodrigo Aguiar Madeira Campos – que atua como capitão da embarcação. E pelas redes sociais, Digão celebrou as recentes conquistas do Raimundos. Ele escreveu: “Quando que aquele Digão lá de 1986, 1987 iria imaginar que em 2026 o Suicidal Tendencies iria fazer um Feat com o Raimundos e postar em seu perfil pro mundo inteiro ver? Olhando pra tudo que eu e o Raimundos passamos e onde estamos hoje, a sensação de que valeu a pena é absurda e inabalável. Sem contar que a Beta Lebeis [empresária, assistente pessoal e figura materna de Axl Rose] me confidenciou que o Axl a viu com a camiseta do Raimundos e nos teceu um forte elogio”. “É isso irmãos, trabalhando honestamente com garra, o resultado vem melhor do que você jamais poderia imaginar! Agradeçam com fé a Deus em tudo que fizerem na vida que a Graça dele não falha. Obrigado, Senhor”, concluiu o músico. Atualmente, Digão e Raimundos estão em turnê pelo Brasil ao lado do Guns N’ Roses. Dos nove shows dos gringos em nosso país, o grupo brasileiro vai abrir sete. Via: RockBizz

Dave Mustaine reinvestiu o dinheiro que o Megadeth fez e garantiu o crescimento da banda, segundo ex-guitarrista
Toda banda é uma empresa, portanto, precisa no mínimo de uma gerência responsável, clareza de objetivos a curto, médio e longo prazo e ciência do que está acontecendo no mercado fonográfico em suas mais diferentes praças para vingar. Quem conseguiu ter esse lampejo logo no começo da carreira foi o dono do Megadeth, Dave Mustaine. O ruivo soube jogar o jogo reinvestindo a grana que entrava, o que fez o negócio alcançar patamares maiores a cada novo álbum. Trocando uma ideia com o pessoal do Beyond The Vibe Podcast, Chris Poland, ex-guitarrista do grupo, analisou o movimento correto de Mustaine. “Tenho que dizer que Dave tomou a decisão certa quando recebeu o primeiro disco de ouro [Peace Sells… but Who’s Buying?] e os cheques de 60 mil dólares começaram a entrar na conta do Megadeth. A gente tinha dito que ia dividir o dinheiro entre nós quatro, mas Dave foi esperto o suficiente para não fazer isso. Tenho certeza de que seu advogado na época disse: ‘Você não vai fazer isso’. Ele precisava daquele dinheiro para manter a banda progredindo e avançando. Eles ganharam dinheiro, sim, mas usaram o dinheiro para investir na carreira”. Dave Mustaine sempre defendeu com punho de ferro os interesses do Megadeth, o que o fez se manter entre os maiores nomes do metal. Ele vendeu mais de quarenta milhões de discos e conquistou o Grammy Award em 2017 na categoria Melhor Performance de Metal com a faixa-título do álbum Dystopia. Via: RockBizz

Robert Plant e Saving Grace dão nova vida a um clássico do Led Zeppelin em programa de TV norte-americano
Robert Plant foi o convidado do programa de TV norte-americano The Late Show com Stephen Colbert no dia 08 de abril. O ex-vocalista do Led Zeppelin conversou com o apresentador sobre seu amor pela música folk americana – e sua aversão a canções de marinheiros – e apresentou duas músicas com sua banda Saving Grace feat. Suzi Dian, após uma série de shows nos EUA na noite anterior, na Catedral de St. John the Divine, em Nova York. Plant e Saving Grace tocaram Higher Rock, do seu aclamado álbum de estreia, e também presentearam a plateia do estúdio com uma versão do clássico do Led Zeppelin, Ramble On, faixa do segundo álbum da lendária banda de rock. Confira abaixo: Plant e sua banda têm três shows marcados no Brasil no próximo mês: 19 de maio (Auditório Araujo Vianna, Porto Alegre), 21 de maio (Vivo Rio, Rio de Janeiro) e 24 de maio (São Paulo C6Fest). Via: RockBizz

Jay Weinberg ainda se sente confuso pela demissão do Slipknot: “Só me restam perguntas”
Em novembro de 2023 o grupo norte-americano Slipknot chocou os fãs ao redor do planeta ao anunciar, através de suas redes sociais, a demissão do baterista Jay Weinberg, devido divergências musicais. Vale relembrar que Weinberg se juntou à banda como substituto de Joey Jordison, em 2013. Durante nova entrevista à revista Rolling Stone, o baterista falou abertamente sobre sua demissão surpresa do ícone do new metal. Ele destacou que ainda se sente confuso pela demissão do Slipknot. “Acordei na manhã seguinte à nossa viagem de volta do nosso último show juntos e recebi um telefonema do empresário da banda, no qual ele me informou que a banda havia decidido não renovar meu contrato no final do ano. Fiquei chocado e cheio de perguntas. Eu pensava: ‘Por quê? O que aconteceu?’ Isso aconteceu no final de um ano muito difícil para a banda. Talvez tenha relação com algumas tensões pré-existentes, antes mesmo da minha chegada. Mas não recebi nenhuma explicação, apenas a de que era uma decisão criativa e que eu não era mais o baterista do Slipknot”. “O empresário ainda disse que gostaria de divulgar uma nota conjunto e que estaria à disposição pelo resto do dia, caso eu quisesse conversar”, acrescentou. Jay prosseguiu com a sua reflexão: “Meu mundo simplesmente desabou debaixo dos meus pés. Eu me dediquei com total foco, empenho, atenção e amor, mas só me restam perguntas. Aconteceu sem explicação, sem motivo. Foi confuso na época. Para ser completamente honesto, continua confuso”. “Me dediquei de todas as formas possíveis! Talvez eu tenha me tornado o bode expiatório para certas coisas”, completou Weinberg. Após a demissão de Jay Weinberg, Slipknot fechou parceria com o brasileiro Eloy Casagrande, que tocava no Sepultura. Via: RockBizz

Por que Noel Gallagher acha Definitely Maybe o último grande álbum punk e o que ele tem de especial
O debute do Oasis, Definitely Maybe, saiu em 29 de agosto de 1994, ou seja, no finalzinho da era grunge. Mesmo assim, os irmãos Liam e Noel Gallagher conseguiram encapsular um pouco da atitude visceral e direta de outrora, além disso, eles aplicaram tudo em um repertório assentado em melodias, o que faria o Fab Four se coçar de inveja. Com ajuda dos quatro singles – Supersonic, Shakermaker, Live Forever e Cigarettes & Alcohol – o disco vendeu mais de quinze milhões de cópias e alcançou o primeiro lugar das paradas inglesas. Durante nova entrevista à revista Mojo, Noel Gallagher contou por que acha Definitely Maybe o último grande álbum punk; ele também listou o que o trabalho tem de especial. “Definitely Maybe foi, em muitos aspectos, o último grande álbum punk. Éramos uma banda punk com melodias dos Beatles. Não tínhamos efeitos, quase nenhum equipamento, apenas muita atitude, 12 latas de Red Stripe e ambição”. “Se você ouvir esse álbum e Never Mind The Bollocks [Sex Pistols], você vai perceber que são bem parecidos”, pontuou o guitarrista. “Aquele álbum era sobre a angústia de ser adolescente em 1977. Avançando para 1994, Definitely Maybe fala sobre a glória de ser adolescente. É a essência de estar no parque com um rádio portátil. Não é coincidência que tenha durado tanto tempo”. O músico encerrou refletindo sobre os diferenciais do disco: “Talvez tenham surgido discos tecnicamente melhores ou maiores desde então, mas esse disco é verdadeiro. Não tem enrolação. É um retrato honesto de rapazes da classe trabalhadora tentando vencer na vida. É sobre transar com mulheres, usar drogas, beber e a glória de tudo isso”. Via: RockBizz

João Gordo mostra as realizações do governo Bolsonaro: “Fila do osso e passar a boiada”
Há muitos anos João Gordo, vocalista do Ratos de Porão, ícone do punk rock e crossover brasileiro, é um militante a favor de pautas progressistas que visam o bem social. O músico não fica apenas no discurso vazio ou na teoria, já que ele atua na linha de frente para mitigar a fome das pessoas em situação de rua. Com o importantíssimo projeto Solidariedade Vegan, João, que tem o apoio da esposa Vivi Torrico e outros voluntários, alcança diariamente entre cento e vinte a cento e cinquenta pessoas em situação de vulnerabilidade nas ruas do centro de São Paulo. O apoio às pessoas é de segunda-feira a sexta-feira, e vai muito além das marmitas. A equipe do Solidariedade Vegan supre também outras necessidades básicas como café da manhã, chinelos, água potável, cobertas e roupas. Além disso, e não menos indispensável, eles oferecem atenção, respeito e carinho aos assistidos. E mais, o artista, por intermédio de suas redes sociais, segue defendendo seus ideais e criticando severamente o que considera errado em nossa sociedade. Os bilionários, políticos e pessoas que se alinham com a extrema-direita estão em sua mira. Em nova postagem no Instagram João Gordo mostrou as realizações do governo Bolsonaro. O cantor, por intermédio de uma arte repleta de caveiras e noiva cadáver, listou a “fila do osso e o passar a boiada” como “vitórias”. No campo da educação, ele lembrou a lamentável fala de que “o livro tem muita letra”. A saúde foi representada pelas 700 mil mortes na Covid. E para embalar a publicação e dar um teor mais caótico à crítica, Gordo colocou Innocence and Wrath, do Celtic Frost, como trilha sonora. Via: RockBizz