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Dimmu Borgir revela detalhes do novo álbum Grand Serpent Rising e libera o single Ascent
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23/04/2026

Dimmu Borgir revela detalhes do novo álbum Grand Serpent Rising e libera o single Ascent

O Dimmu Borgir revelou detalhes do novo álbum Grand Serpent Rising e liberou o single Ascent para matar a curiosidade dos fãs. O trabalho sairá no dia 22 de maio pelo selo alemão Nuclear Blast Records. O vocalista Stian “Shagrath” Thoresen comentou sobre a faixa: “Musicalmente, Ascent é mais feroz e direta do que o primeiro single, Ulvgjeld & Blodsødel. Juntas, as duas faixas mostram a amplitude musical do álbum de uma forma excelente. Desde o início, dissemos que Grand Serpent Rising é um dos nossos discos mais diversos até hoje, e essas músicas comprovam exatamente isso”. A gravação de Grand Serpent Rising aconteceu mais uma vez em Gotemburgo, Suécia, ao lado do produtor de confiança Fredrik Nordström. O profissional trabalhou nos famosos discos Puritanical Euphoric Misanthropia e Death Cult Armageddon. Track listing de Grand Serpent Rising: 01. Tridentium02. Ascent03. As Seen In The Unseen04. The Qryptfarer05. Ulvgjeld & Blodsodel06. Repository Of Divine Transmutation07. Slik Minnes En Alkymist08. Phantom Of The Nemesis09. The Exonerated10. Recognizant11. At The Precipice Of Convergence12. Shadows Of A Thousand Perceptions13. Gjǫll Via: RockBizz

Edu Falaschi (ex-Angra) mostra reencontro da formação Rebirth: “Momentos que vão além da música, viram parte da nossa história”
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23/04/2026

Edu Falaschi (ex-Angra) mostra reencontro da formação Rebirth: “Momentos que vão além da música, viram parte da nossa história”

Como todo o planeta – quiçá o universo – sabe, o Angra vai se reunir com a formação de Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. Para quem não conhece ou não lembra, a formação da época se trata de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria). A volta triunfal da segunda encarnação da banda será no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no domingo, dia 26 de abril de 2026. Os caras já estão nos preparativos para a festa, com ensaios e tudo mais. Nas redes sociais, Edu Falaschi mostrou o reencontro da formação Rebirth. Na legenda da postagem, ele escreveu: “Tem momentos que vão além da música, viram parte da nossa história. Reencontrar o Angra para celebrar os 25 anos de Rebirth é algo profundamente especial pra todos nós. É impossível não lembrar de tudo que vivemos naquela época como os desafios, a reconstrução, a energia de um novo começo. E o mais forte de tudo isso é perceber que não foi importante só pra gente, foi importante pra vocês também”. “Essas músicas atravessaram o tempo, ganharam novos significados e continuam conectando todos nós até hoje. Esse momento não é só um reencontro da banda. É um reencontro de todos nós com uma fase que marcou nossas vidas pra sempre”, encerrou o cantor. Além do Bangers Open Air, o Angra fará um show em celebração aos 25 anos do Rebirth no dia 29 de abril no Espaço Unimed. Os ingressos estão à venda via Clube do Ingresso. Via: RockBizz

Tarja Turunen lança o single I Don’t Care com participação de Dani Filth (Cradle Of Filth)
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22/04/2026

Tarja Turunen lança o single I Don’t Care com participação de Dani Filth (Cradle Of Filth)

Tarja Turunen acaba de lançar o single I Don’t Care com participação de Dani Filth, vocalista do Cradle Of Filth. A faixa fará parte do próximo álbum de estúdio da cantora, intitulado Frisson Noir, que será lançado no dia 12 de junho. I Don’t Care une duas das vozes mais expressivas e reconhecíveis do metal. O soprano arrebatador de Tarja colide com os gritos cortantes de Dani Filth, criando uma interação marcante entre beleza e brutalidade, elegância e caos. Tarja comentou: “Sempre acreditei nos meus sonhos e nunca deixei ninguém ditar as minhas escolhas de vida. Não me encaixo necessariamente em padrões, mas não me importo. Sempre admirei como Dani criou uma marca e uma imagem para a sua banda, Cradle Of Filth, e para si próprio, que se destacam das demais. Acredito verdadeiramente que ele é perfeito para esta música, onde celebro o individualismo e simplesmente não dou a mínima para o que os outros têm a dizer.” Confira o clipe de I Don’t Care abaixo: Via: RockBizz

Slayer fará dois shows especiais nos EUA para comemorar os 40 anos de Reign In Blood
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22/04/2026

Slayer fará dois shows especiais nos EUA para comemorar os 40 anos de Reign In Blood

O Slayer fará dois shows especiais nos EUA para comemorar os 40 anos de Reign In Blood. A banda tocará no Mystic Lake Amphitheater em Shakopee, Minnesota, no dia 04 de setembro, com Down, Suicidal Tendencies e Hatebreed como bandas de abertura. Depois disso, eles se apresentarão no Kia Forum em Los Angeles, no dia 13 de novembro, com Cannibal Corpse, Cavalera (tocando o álbum Chaos A.D., de 1993, na íntegra) e Crowbar como bandas de abertura. O grupo tocará Reign In Blood na íntegra em ambos os shows. O disco saiu originalmente em 20 de outubro de 1986. O álbum, que é o terceiro registro de estúdio do Slayer, entrou na Billboard 200 e nas paradas inglesas. O trabalho foi tão bem aceito pelos que fãs a ponto de garantir disco de ouro nos EUA e prata no Reino Unido. Além do peso musical devido os riffs e solos infernais de Jeff Hanneman e Kerry King, a bateria avassaladora de Dave Lombardo e o vocal demoníaco de Tom Araya, o disco se destaca pelo teor lírico que é um petardo atrás do outro. A música Angel Of Death, por exemplo, é sobre o oficial e cirurgião nazista Josef Mengele. Isso dá uma noção do conteúdo presente no material. Via: RockBizz

Empresário joga a real como as coisas funcionam no Iron Maiden: “Os fãs vêm sempre em primeiro lugar”
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22/04/2026

Empresário joga a real como as coisas funcionam no Iron Maiden: “Os fãs vêm sempre em primeiro lugar”

Pouco tempo atrás o Rock & Roll Hall of Fame anunciou o Iron Maiden como um dos conjuntos e artistas homenageados em 2026. Esta foi a terceira indicação da banda ao prêmio, ela seguiu a aclamação de 2021 e 2023. No entanto, o grupo não participará do evento de gala, que acontecerá no dia 14 de novembro no Peacock Theatre, em Los Angeles. Na mesma época a banda estará em turnê pela Austrália, com shows marcados para 13 de novembro em Melbourne e 15 de novembro em Sydney. Sobre a ausência na cerimônia do Rock & Roll Hall of Fame, Rod Smallwood, empresário dos caras, jogou a real como as coisas funcionam no Iron Maiden. Segundo Rod, “os fãs vêm sempre em primeiro lugar”. “Como os mais observadores já devem ter notado, a banda estará em turnê pela Austrália por volta da data da cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame em Los Angeles, em novembro”, explicou Smallwood em esclarecimento à revista Billboard. “Ao aceitar o convite, o Iron Maiden deixou bem claro para o Rock & Roll Hall of Fame que os fãs sempre vêm em primeiro lugar e que os shows, é claro, continuarão acontecendo”, destacou. “Gostaríamos de assegurar a todos os nossos fãs na Austrália que as datas da turnê permanecerão de pé. Estamos ansiosos para levar a turnê Run For Your Lives até eles na penúltima parada das comemorações do nosso 50º aniversário”. Além do Iron Maiden, o evento também celebrará as carreiras do Oasis, Billy Idol, Phil Collins (que ganhou homenagem em 2010 como membro do Genesis), Wu-Tang Clan, Joy Division/New Order, Sade e Luther Vandross. Via: RockBizz

Geoff Tate lembra tensão nos últimos anos de Queensrÿche: “Havia pessoas amarguradas”
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22/04/2026

Geoff Tate lembra tensão nos últimos anos de Queensrÿche: “Havia pessoas amarguradas”

Há mais de uma década a relação entre os caras do Queensrÿche implodiu, com o vocalista Geoff Tate ficando de um lado e os outros membros – a saber: Michael Wilton (guitarra), Eddie Jackson (baixo) e Scott Rockenfield (bateria) – no outro canto. Vale recordar que a briga que determinou o rompimento entre os músicos ocorreu em nossa terra, na cidade de São Paulo, em 2012. O show que aconteceu na capital paulista teve xingamentos, discussões e cusparadas entre os caras – e parte disso rolou na frente do público. Em nova entrevista ao podcast Cassius Morris Official, Geoff Tate lembrou tensão nos últimos anos de Queensrÿche. Ele ressaltou que “havia pessoas amarguradas” na banda. “Tenho uma banda maravilhosa, um grupo de pessoas que toca minha música comigo todas as noites. Estou cercado por pessoas que amam o que fazem e são felizes fazendo isso. E essa é uma mudança incrível na minha vida, porque no Queensrÿche, quando estávamos juntos, havia algumas pessoas amarguradas, que não estavam muito felizes com a posição em que estavam”. O vocalista norte-americano prosseguiu com sua reflexão sobre o que o fez suportar as supostas pessoas amarguradas. “Você fica meio que preso, de certa forma, porque você começou isso e está fazendo dar certo. E você tende a simplesmente aceitar essas situações difíceis e problemáticas e lidar com elas porque você tem essa coisa muito especial que a maioria das pessoas não tem e não experimenta, que é uma banda incrivelmente bem-sucedida que toca no mundo todo”. “Isso é algo que você nunca pode dar como garantido, porque é algo único e especial, sabe? E aqui estamos nós, quinze anos depois [de sair do Queensrÿche], e as coisas estão ótimas”, finalizou o cantor. Tate brigou na justiça pela marca Queensrÿche, mas quem levou a melhor foi Eddie Jackson, Scott Rockenfield e Michael Wilton. Apesar disso, Geoff tem autorização de tocar o material da banda em sua carreira solo. Via: RockBizz

Masterplan libera visualizer da nova música Electric Nights
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22/04/2026

Masterplan libera visualizer da nova música Electric Nights

O Masterplan liberou o visualizer da nova música Electric Nights. O som estará no repertório do novo álbum Metalmorphosis, que sairá no dia 26 de junho pelo selo italiano Frontiers Music Srl. Sobre a faixa, o líder da banda, Roland Grapow, comentou: “Electric Nights é o nosso hino de estrada. A alto, rápido e feito para a vida na estrada. Ele será lançado bem no meio da nossa turnê europeia, e não poderia ser mais perfeito. É heavy metal clássico, com riffs poderosos, energia forte, sem frescura. Só pura diversão e potência. Este lançamento é dedicado aos nossos fãs leais: aqueles que estão conosco em todos os shows, cantam cada palavra e mantêm a chama do heavy metal acesa”. Metalmorphosis vai quebrar um jejum de mais de uma década sem um álbum completo novo! Até então o último registro inédito do grupo foi Novum Initium, que saiu em 2013. O disco estará disponível em muitos formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (branco, dourado e laranja), boxset, digital (download e streaming). Atualmente, o Masterplan conta com os trabalhos de Rick Altzi (vocal), Roland Grapow (guitarra), Jari Kainulainen (baixo – ex-Stratovarius), Axel Mackenrott (teclado) e Kevin Kott (bateria). Track listing de Metalmorphosis: 01. Chase The Light02. Electric Nights03. Shadow Man04. Bound To Fall05. Pain Of Yesterday06. Metalmorphosis07. Through The Storm08. Ghostlight09. The Call10. Rise Again (album version) Via: RockBizz

Men At Work enfrentou processo judicial após um programa de perguntas e respostas
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22/04/2026

Men At Work enfrentou processo judicial após um programa de perguntas e respostas

O mundo da música é uma caixinha de surpresa, e isso não uma figura de linguagem, é um fato. E tem de tudo como processo entre irmãos, traição, corno bravo, corno manso, talarico, roubo, plágio, desvio de grana e por aí vai. Quem viveu um episódio bem curioso e surpreso foi o Men At Work, que enfrentou um processo judicial após programa de perguntas e respostas. O sucesso comercial da banda começou na Austrália, graças aos hits Who Can It Be Now? e Down Under, presentes no debute Business As Usual, de 1981. Com o sucesso na terra natal, as canções do conjunto começaram a aparecer em muitos lugares. E para se ter uma ideia, o programa de perguntas e respostas, Spicks and Specks, usou Down Under como pano de fundo para uma questão. Os participantes tinham a tarefa de descobrir qual canção infantil australiana estava presente na famosa música do Men At Work. Ninguém conseguiu responder, mas a canção continha trechos de Kookaburra Sits in the Old Gum Tree, de 1934. Down Under tinha dois compassos da música infantil, o que trouxe um problemão aos músicos. A empresa detentora dos direitos autorais da faixa de ninar entrou com um processo para receber os royalties e levou a melhor na justiça. Colin Hay (vocal e guitarra) e Greg Ham (flauta) precisaram mexer na estrutura de Down Under a fim de não ter mais problemas na justiça. A banda acelerou o ritmo e adaptou o riff de guitarra para uma linha de flauta. O som saiu como o segundo single de Business As Usual e o ajudou a conquistar os primeiros lugares nas paradas de sucesso. O disco vendeu mais de dez milhões de cópias e garantiu aos caras turnês ao lado do famoso Fleetwood Mac. Via: RockBizz

Guns N’ Roses toca Black Leather, do Sex Pistols, pela primeira vez em Fortaleza
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21/04/2026

Guns N’ Roses toca Black Leather, do Sex Pistols, pela primeira vez em Fortaleza

O Guns N’ Roses tocou Black Leather, do Sex Pistols, pela primeira vez em Fortaleza. O show rolou no dia 18 de abril na Arena Castelão e fez parte da extensa perna brasileira da Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things Tour. A gravação de Black Leather aconteceu depois que Johnny Lydon deixou o Sex Pistols. A primeira versão da faixa saiu no quarto álbum da The Runaways, And Now… The Runaways, de 1978. A interpretação do Sex Pistols chegou ao mercado posteriormente, em uma coletânea japonesa. Já a versão do Guns saiu no disco de 1993, The Spaghetti Incident?, que é de covers. A gravação do grupo norte-americano foi com Axl Rose nos vocais, no entanto, no show em Fortaleza, o baixista Duff McKagan foi quem assumiu o microfone. Dos nove espetáculos da Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things Tour no Brasil, só restam dois para fechar a etapa: terça-feira, 21, em São Luís, e sábado, 25, em Belém, Pará. Após duas apresentações na Flórida, o Guns N’ Roses seguirá para a Europa para onze concertos antes de iniciar sua nova turnê norte-americana. O giro na América do Norte iniciará em 23 de julho em Raleigh, Carolina do Norte, e acabará no dia 19 de setembro em Atlanta. Via: RockBizz

Conheça a indígena que estampa a capa de Roots, mais famoso álbum do Sepultura
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21/04/2026

Conheça a indígena que estampa a capa de Roots, mais famoso álbum do Sepultura

Lançado em março de 1996, Roots, sexto álbum de estúdio do Sepultura, rapidamente se tornou o álbum mais vendido do grupo e levou o quarteto – Max Cavalera (vocal e guitarra), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto Jr. (baixo) e Igor Cavalera (bateria) – a um nível de popularidade e aclamação que superou as expectativas de todos os envolvidos com a banda. Além do DNA sonoro próprio, com direito a presença de uma tribo indígena Xavante na faixa Itsári, a arte da capa de Roots é um outro destaque, porque encapsulou de forma cirúrgica todo o teor do álbum em uma imagem. A ilustração conta com a presença da indígena Koixaru Karajá. Antes de fazer parte do mundo metal, ela, ao lado da Jijukè, apareceu na cédula de 1.000 cruzeiros de 1990. É importante explicar que a foto que deu origem ao desenho da cédula foi tirada pelo indigenista e escritor José Américo Peret. José, que faleceu em 17 de março de 2011, aos 85 anos, dedicou sua vida para documentar a cultura Karajá. O ilustrador Michael Whelan, que fez as capas de Beneath the Remains (1989) e Arise (1991), usou a imagem de Koixaru Karajá como base para seu trabalho em Roots. Michael adicionou raízes a foto da indígena, a fim de conectar com o título do disco. Além disto, o logotipo do grupo marcou presença no colar de Koixaru. A arte final recaiu como uma luva ao teor lírico e musical do álbum. O objetivo de mostrar a nossa cultura aos povos estrangeiros foi conquistado a contento, pois o full length vendeu mais de dois milhões de cópias. Via: RockBizz

Richie Faulkner (Judas Priest) defende bandas que fazem turnês sem suas formações clássicas
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20/04/2026

Richie Faulkner (Judas Priest) defende bandas que fazem turnês sem suas formações clássicas

Em uma nova entrevista para o podcast Metal Forever Music Defenders Of Metal, o guitarrista do Judas Priest, Richie Faulkner, defendeu bandas como o Rush que fazem turnês sem suas formações clássicas. Questionado sobre o que achava de várias bandas veteranas saírem em turnê sem todos os integrantes originais, Richie disse: “Acho que enquanto os caras quiserem, eles devem fazer. Se as pessoas não quiserem ir, então não vão”. E acrescentou: “Se o Rush subisse ao palco e tivesse 20.000 pessoas em um auditório e os caras quisessem tocar, que tocassem. Mas se o Rush aparecesse e só tivesse cinco pessoas lá, aí sim haveria um problema. Talvez as pessoas não quisessem ver”. “Posso citar outras bandas também. Se os caras querem tocar e milhares de pessoas comparecem para ver, então por que não? Se as pessoas não quiserem ir, então não vão. Simples assim”, finalizou. No caso do Judas Priest, o vocalista Rob Halford e o baixista Ian Hill são os únicos membros remanescentes da formação clássica na banda atualmente, que também inclui os guitarristas Faulkner e Andy Sneap e o baterista Scott Travis. Via: RockBizz

Supertramp Experience se apresenta neste sábado (25 de abril) no Qualistage
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20/04/2026

Supertramp Experience se apresenta neste sábado (25 de abril) no Qualistage

O Supertramp Experience anuncia uma homenagem especial a Rick Davies, fundador, vocalista e tecladista da lendária Supertramp, que faleceu em setembro de 2025, aos 81 anos. As apresentações da turnê serão dedicadas à memória do artista, transformando cada show em um dos momentos mais emocionantes do ano para os fãs de rock. O espetáculo ganha ainda mais força em abril, mês que marca os 49 anos do lançamento de Even in the Quietest Moments!, um dos trabalhos mais emblemáticos da banda. O disco consolidou o estilo sofisticado do grupo e revelou canções que atravessaram gerações, como Give a Little Bit e Fool’s Overture. Antes dele, álbuns como Crime of the Century e Crisis? What Crisis? já haviam estabelecido a identidade sonora que transformaria o grupo em referência mundial. Fundado por Rick Davies ao lado de Roger Hodgson, o Supertramp construiu uma trajetória marcada por melodias sofisticadas, letras irônicas e uma sonoridade única que transita entre o rock progressivo, o pop, o blues e o jazz. Davies, único integrante presente em toda a história da banda, deixou composições icônicas como Goodbye Stranger e Bloody Well Right. No palco, o público pode esperar quase duas horas de espetáculo com sucessos que marcaram gerações, como The Logical Song, Dreamer e School. A turnê brasileira ganha um momento especial no palco do Qualistage, consolidando-se como um dos pontos altos dessa celebração. Com uma proposta fiel à sonoridade e à atmosfera do Supertramp, o espetáculo revisita clássicos com arranjos elaborados e forte apelo emocional, transformando cada apresentação em uma verdadeira viagem sonora. Reconhecida pelo próprio Roger Hodgson, a Supertramp Experience é considerada por muitos como a mais impressionante apresentação ao vivo em tributo à obra da banda em atividade. A formação reúne músicos que sustentam, com precisão e sensibilidade, a força desse repertório: Antoine Oheix (teclados e vocais), Alice Valle (guitarra, teclados e backing vocals), David Martin (saxofone, teclados e coros), Lucas Fleurance (baixo e coros) e Stéphane Glory (bateria). Juntos, eles criam uma ponte entre gerações e reafirmam o poder atemporal dessas canções. A passagem pelo Brasil inclui ainda cidades como Belo Horizonte, São Paulo, Fortaleza e Porto Alegre. Mais do que um tributo, o projeto se consolida como um mergulho no universo do rock progressivo e pop sofisticado dos anos 1970 e 80, recriando a essência de álbuns históricos e performances memoráveis.No fim, não se trata apenas de um show, mas de um reencontro com uma era, embalado por melodias que resistem ao tempo e encontram, no palco, um novo fôlego diante do público brasileiro. SERVIÇO: Supertramp ExperienceData: 25 de abril – sábadoHorário: 21h30Abertura dos portões: 19h30Local: QualistageEndereço: Avenida Ayrton Senna, 3000, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJIngressos: A partir de R$ 80,00Venda: https://qualistage.com.br/supertrampVendas também na Bilheteria Oficial: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca – RJ /De Segunda a Sábado das 11h às 20h / Domingo e Feriados das 13h às 20hEm dias de shows o horário de atendimento sofre alterações. Confira a programação do local.Capacidade: 9 mil pessoas em pé ou 3.500 sentadasO espaço possui acessibilidadeFaixa etária: a partir de 18 anos Via: RockBizz

David Draiman (Disturbed) não mostra arrependimento de assinar item de artilharia
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20/04/2026

David Draiman (Disturbed) não mostra arrependimento de assinar item de artilharia

David Draiman, vocalista do Disturbed, ainda precisa lidar com a reação negativa de ter “autografado” uma bomba que foi jogada em civis em Gaza. Esse lamentável episódio aconteceu em junho de 2024, quando suposto rock star visitou Israel e as Forças de Defesa de Israel (IDF). Ele assinou um projétil de artilharia com a frase: “Foda-se o Hamas”. A motivação para sua atitude foi o triste evento de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza. Durante entrevista ao podcast The Magnificent Others, que tem apresentação de Billy Corgan, do Smashing Pumpkins, Draiman foi questionado se assinaria novamente um item de artilharia, e a resposta foi positiva. “Eu assinaria cada peça de equipamento militar existente se isso significasse que o Hamas fosse finalmente erradicado e que o povo palestino tivesse uma chance real de um futuro de verdade. O extremismo é um câncer para qualquer pessoa, para qualquer parte da sociedade ou civilização. E eles foram criados para odiar, massacrar e desejar o assassinato de judeus desde o dia em que nasceram. Isso é lamentável”. Draiman completou em tom ofensivo: “Há pessoas que vivem, respiram e morrem por uma única coisa: massacrar judeus. E para quem se opõe a isso, sempre há um problema quando você reage. Todo mundo ama judeus mortos. Todo mundo ama judeus perseguidos. Todo mundo gosta de se sentir mal. Mas Deus nos livre de levantar o punho para nos defender, aí somos os vilões. A insinuação de que cada peça de equipamento militar usada naquele conflito matou inocentes é absolutamente absurda”. Via: RockBizz

Dave Grohl admite que o Nirvana não estava preparado para a fama: “Nos assustou”
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20/04/2026

Dave Grohl admite que o Nirvana não estava preparado para a fama: “Nos assustou”

Dave Grohl se juntou ao Nirvana como baterista quando a banda estava trabalhando no sucessor do álbum de estreia de 1989, Bleach, e dividia um pequeno apartamento com o saudoso vocalista Kurt Cobain. De acordo com o músico, eles viviam praticamente na miséria, mas tudo mudou quando lançaram Nevermind, disco de 1991 que levou o grupo à fama. Apesar da vontade e foco em fazer a banda decolar, Dave Grohl admitiu que o Nirvana não estava preparado para a fama. O conjunto saiu do anonimato para o posto de maior destaque na cena musical dos anos 1990. “Não imaginávamos que faria tanto sucesso”, afirmou o músico em entrevista ao Logan Sounds Off. “Mas eu sabia que as músicas eram muito boas. Kurt compunha músicas incríveis. A voz dele era fantástica e, como banda, fazíamos um barulho ensurdecedor, então eu sabia que era algo especial, mas não achava que mais ninguém fosse entender da mesma forma que nós”. “Então, quando se tornou extremamente popular, meio que nos assustou”, observou. “A gente não esperava que isso fosse acontecer. Foi muita coisa para lidar. Éramos jovens também. Acho que eu tinha 22 anos e não tinha muita experiência de vida naquela época. Então, sim, meio que nos assustou”. Dave seguiu lembrando como a fama afetou sua saúde mental e como as apresentações se tornaram motivos de preocupação. “Chegou a um ponto em que eu ficava ansioso. Os shows estavam ficando maiores e eu estava nervoso com isso. Coisas malucas estavam acontecendo. Os shows estavam se transformando em tumultos. Sempre que eu sentia ansiedade ou desconforto, eu simplesmente voltava para a Virgínia, para a casa da minha mãe, dormia no meu quarto de infância e ficava com meus amigos do ensino médio. Acho que todo mundo precisa disso. Acho que o Kurt talvez não tivesse isso, e sendo o vocalista da banda, ele realmente carregava o peso e a responsabilidade de tudo. Isso pode ser difícil para qualquer um, especialmente para um jovem”. Via: RockBizz

Pista Premium é uma farsa ou um produto exclusivo que vale cada centavo gasto?
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19/04/2026

Pista Premium é uma farsa ou um produto exclusivo que vale cada centavo gasto?

O Brasil, incluindo suas questões históricas, sempre foi – erroneamente – condicionado a alguma forma de exploração e, até mesmo, boicote. E isso se resvala, pois, no setor cultural e artístico – em especial no musical, que é nosso objeto de interesse. Com o desenvolvimento do mercado brasileiro nos últimos anos, as produções musicais mudaram o formato e as dinâmicas de ofertar apresentações ao vivo para o público consumidor. E uma das transformações que o público brasileiro logo pôde presenciar foi a presença da Pista VIP ou Premium. A prática de ter um lugar “especial” nos espetáculos veio da Europa e América do Norte. Se trata de um lugar mais perto do palco na casa de show, arena ou qualquer que seja o local em que se realizem os concertos. Mas para ter acesso a essa exclusiva área se faz a necessidade de desembolso maior de dinheiro em relação ao preço praticado nos ingressos regulares. Com isso, uma parcela reduzida do público pode ter acesso a tal área – seja por limitação física do local ou financeira do público. É bem claro que os empresários e produtores são vorazes por um grande volume de cifras, afinal, isso é uma exigência e atribuição básica de seu trabalho. Contudo, essa forma de negócio vem gerando bastante estrago para o bolso do público brasileiro, posto que pagar a quantia de mil reais ou números ainda superiores em um ingresso é fora da realidade econômica de grande parte da sociedade brasileira. Jeitinho brasileiro O brasileiro sempre levou a merecida fama de ser um dos mais apaixonados e entusiasmados públicos do mundo, o que é uma verdade provada nos inúmeros shows gravados por artistas internacionais, para, posteriormente, mostrarem ao mundo sua popularidade no país, e de quebra mostrar a paixão dos brasileiros pela música e o seu poderio sonoro. E com todo esse sentimento, é fácil deduzir que o público deseja assistir todos ou, pelo menos, a grande maioria de shows que rolam pelo país, seja de artistas nacionais ou estrangeiros. No entanto, a galera esbarra nos interesses financeiros das produtoras e nos preços dos tíquetes que chegam arrasando a conta bancária sem dó e piedade. Consequentemente, a galera saca da cartola o jeitinho brasileiro, que é a forma de se contornar uma situação imposta ou uma dificuldade, todavia, a tal estratégia pode não se valer de métodos éticos e honestos. E com o tal jeitinho brasileiro, o público consegue, por exemplo, driblar a legislação e se apossar de um objeto de grande importância para os estudantes, a carteira estudantil. Em posse do documento, a pessoa pode adquirir o ingresso por um valor menor ao praticado integralmente. As produtoras tentam administrar e amenizar os efeitos da falsificação da carteira estudantil, o que acaba onerando todo processo na produção dos concertos, repassando o prejuízo para o próprio preço dos ingressos e nos valores das bebidas e comidas nas casas de shows. É um embate em que ninguém cede – ou está propenso a ceder – empresários cobram quantias extraordinárias nos preços dos ingressos, com o agravante de uma Pista Premium, que às vezes se inicia na metade da casa de show e não tem nada VIP. E é importante ressaltar que VIP e Premium estão apenas na modalidade da compra, visto que não há nem um esboço do que o termo representa na prestação do serviço. Ficar poucos metros mais perto do artista, mas enfrentando dificuldades e limitações como banheiros precários; ausências de postos de saúde; bares com insuficiente capacidade de atendimento e uma segurança despreparada que usa a truculência a forma de trabalho são pontos que se distanciam substancialmente do ideal de ter um produto e serviço VIP e premium. Resumo da opera A intenção aqui é tentar despertar o senso crítico e o debate sobre o assunto. A ideia é mostrar que, em certo ponto, o público está com razão e é vítima de abuso, mas, pelo outro lado, os fãs podem ser um dos causadores do tal abuso que os assombra. Além disso, os consumidores devem ficar atentos para não comprar gato por lebre, isto é, pagar caro por um serviço e não recebê-lo a contento. Via: RockBizz

David Draiman (Disturbed) diz ter compaixão pelo povo palestino e que os judeus têm direito de defesa
Resenhas
19/04/2026

David Draiman (Disturbed) diz ter compaixão pelo povo palestino e que os judeus têm direito de defesa

David Draiman, vocalista do Disturbed, participou do podcast de Billy Corgan, do The Smashing Pumpkins, The Magnificent Others. Corgan não hesitou em questioná-lo sobre seu apoio total a Israel em meio ao genocídio em curso na Palestina. A estrela de rock comentou que tem compaixão pelo povo palestino, mas que os judeus têm direito de defesa. E para quem não sabe ou não lembra, David Draiman “autografou” uma bomba que foi jogada em civis em Gaza. Esse lamentável episódio aconteceu em junho de 2024, quando o rock star visitou Israel e as Forças de Defesa de Israel (IDF). Na ocasião, ele assinou um projétil de artilharia com a frase: “Foda-se o Hamas”. A motivação para sua atitude foi o triste evento de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza. Sobre o delicado assunto, Draiman se manifestou assim: “Para ser honesto, não estou tentando ser tribalista. Estou tentando ser humanista. Eu realmente tenho compaixão pelo povo palestino. De verdade. Nos últimos dois anos, desde que visitei Israel depois de 07 de outubro para prestar minhas homenagens e apoio da maneira que pude, e para me encontrar com as famílias dos reféns, tive a sorte de me tornar amigo de alguns dos ex-reféns ao longo desses dois anos. Tem sido uma experiência surreal”. David seguiu lembrando da foto em que aparece aparece ao lado da artilharia de guerra: “Mas o que todo mundo adora destacar é aquela foto minha assinando um projétil de artilharia perto de uma unidade de artilharia na fronteira com Gaza que visitei durante aquela estadia. E eles dizem: ‘Ah, você assinou uma bomba. A bomba com certeza matou crianças e tudo mais’”. Ele insistiu, porém, que Israel está se defendendo: “É sobre isso que todos vão me atacar. Acredite ou não, ao contrário da opinião pública, os judeus têm o direito de se defender. E se houver uma organização genocida na sua fronteira que está constantemente lançando foguetes dia após dia, cometendo o pior massacre de judeus desde o Holocausto”. “As pessoas não entendem que existem seres humanos por trás de toda essa destruição. Existem vidas. Existem consequências reais. Isso não é um filme. Isso não é um roteiro de filme”, completou o cantor. Via: RockBizz

Violet, filha de Dave Grohl, explica por que não suporta músicos homens: “Fica quieto e toca”
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19/04/2026

Violet, filha de Dave Grohl, explica por que não suporta músicos homens: “Fica quieto e toca”

Violet Grohl, filha do vocalista e dono do Foo Fighters, Dave Grohl, também está se aventurando na cena musical. No entanto, ela explicou recentemente por que não gosta de músicos homens da sua idade. Em entrevista ao The Forty Five, a artista pontuou que não curte trabalhar com músicos de sua idade, ou seja, na casa dos vinte anos. “Não gosto de músicos homens da minha idade. Não me ligo para eles. Eles têm problemas de comportamento. E eles vêm dizendo isso sobre nós [mulheres] há tanto tempo. Mas já passou da hora de se sentarem, ficarem quietos e tocarem a música deles”. Violet prosseguiu com sua honesta opinião: “O melhor conselho que já recebi é que está tudo bem dizer não ou que você não quer fazer algo. Para muitas mulheres, levou muito tempo para aceitar e incorporar isso em suas vidas”. “É muito inspirador estar perto de pessoas que não se importam com a opinião alheia e dizem o que pensam”, concluiu a jovem artista. O novo álbum da cantora, Be Sweet to Me, vai sair no dia 29 de maio via Republic Records. O disco terá onze faixas, incluindo os singles THUM e 595. Via: RockBizz

“O Sepultura não vai morrer; só não temos energia para fazer 8 turnês de despedida”, diz Andreas Kisser
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19/04/2026

“O Sepultura não vai morrer; só não temos energia para fazer 8 turnês de despedida”, diz Andreas Kisser

O Sepultura tem mais de quatro décadas de história na música, catorze discos de ouro e turnês em mais de 80 países e diversas culturas. A banda é sem dúvida o case de maior sucesso do metal nacional e é a maior representante da cultura brasileira em território estrangeiro. Mesmo assim, a banda vai encerrar as atividades em 2026 no final do ciclo da Celebrating Life Through Death Tour. Ainda é um mistério o que os músicos – Andreas Kisser (guitarra), Derrick Green (vocal), Paulo Xisto Jr. (baixo) e Greyson Nekrutman (bateria) – irão fazer após os compromissos do conjunto. Mas Andreas, durante entrevista ao canal Jaimunji Metal on Tap, pontuou que o Sepultura não vai morrer, apesar do afastamento dos palcos. Ele também ressaltou que não tem energia para fazer 8 turnês de despedida como já aconteceu com outros grupos de rock e metal. “O Sepultura não vai morrer”, disparou Kisser. “O Motörhead está mais vivo do que… Infelizmente, não temos turnês, mas o Motörhead estará conosco para sempre. Portanto, nós vamos explorar diferentes territórios e tal. E o futuro, vamos lidar com ele quando chegar”. “Quero dizer que as possibilidades estão sempre em aberto”, pontuou. “Não acho que tenhamos energia para fazer oito turnês de despedida, mas quem sabe? [Risos] Você vê outras bandas que anunciaram turnês de despedida antes e depois voltaram ou continuaram em turnê, como Ozzy Osbourne, Scorpions, KISS, Mötley Crüe, Slayer e coisas assim”. “É muito bom descansar e sair um pouco. É muito saudável, porque mostra que a arte não está realmente ligada a nenhum estereótipo do que você deveria ser aos olhos dos outros”, completou o músico. Via: RockBizz

Wheels Of Fire, clássico álbum do Cream, ganhará uma edição comemorativa
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18/04/2026

Wheels Of Fire, clássico álbum do Cream, ganhará uma edição comemorativa

Em 14 de junho de 1968, o Cream lançou seu terceiro álbum, Wheels Of Fire, que capturou o auge criativo de uma das bandas mais impactantes da história da música em um disco de estúdio e outro com um incendiário registro ao vivo. Vinte e seis dias depois, os músicos anunciaram o fim da banda. Naquele momento, o álbum nem havia sido lançado no Reino Unido. Mais duas semanas se passaram até isso acontecer, deixando fãs dos dois lados do Atlântico – e do mundo inteiro – ao mesmo tempo atônitos, empolgados e confusos. Quase 60 anos depois, o álbum está sendo relançado em uma edição luxuosa, incluindo, pela primeira vez, as fitas mono originais (consideradas perdidas por décadas), takes alternativos, mixagens diferentes, gravações ao vivo e uma nova versão estéreo restaurada que remove o processo Haeco-CSG aplicado em 1968, que distorcia a imagem estéreo original. O Cream foi um influente power trio britânico formado em Londres, em 1966, amplamente considerado o primeiro “supergrupo” do mundo. A banda era composta por três virtuoses considerados a “nata” dos músicos londrinos: Jack Bruce (baixo e vocal principal), Eric Clapton (guitarra e vocal) e Ginger Baker (bateria e vocal). Os três já haviam alcançado sucesso em grupos como The Yardbirds, John Mayall’s Bluesbreakers, Manfred Mann e The Graham Bond Organisation. Os dois primeiros álbuns da banda, Fresh Cream (1966) e Disraeli Gears (1967), foram sucessos imediatos, sendo que o segundo entrou no Top 5 nos EUA e no Reino Unido, criando grande expectativa para Wheels Of Fire. O álbum foi lançado nos EUA em 14 de junho de 1968, pela Atco, e no Reino Unido em 9 de agosto, pela Polydor. Foi um enorme sucesso, chegando ao 3º lugar no Reino Unido e ao 1º lugar nos EUA, Canadá e Austrália, tornando-se o primeiro álbum duplo a vender platina no mundo. Porém, em 10 de julho, a banda anunciou que se separaria até o fim do ano, alegando perda de direção. A nova edição super deluxe inclui fitas de referência do produtor e multi-instrumentista Felix Pappalardi, consideradas perdidas por muito tempo, oferecendo uma visão única da evolução das faixas de estúdio. Nos anos 60, Pappalardi e sua esposa, Gail, moravam em Nova Iorque e deixaram para trás centenas de fitas, que foram preservadas por acaso. Décadas depois, essas gravações chegaram às mãos de especialistas e foram restauradas para este projeto, que levou anos para ser concluído. As sessões de estúdio começaram em 1967, em Londres, e continuaram nos EUA até 1968. O segundo disco do álbum incluía gravações ao vivo no Winterland Ballroom e no Fillmore. O solo de Clapton em Crossroads é considerado um dos melhores da história. Mesmo com mais um álbum lançado depois (Goodbye, 1969), Wheels Of Fire permanece como o auge criativo da banda e continua influenciando gerações. Ouça a versão inédita de White Room (Early Version Mono Mix / Remastered 2026) abaixo: Via: RockBizz

Nine Inch Nails e Boys Noize lançam o álbum colaborativo Nine Inch Noize
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17/04/2026

Nine Inch Nails e Boys Noize lançam o álbum colaborativo Nine Inch Noize

Chega hoje às plataformas de streaming Nine Inch Noize, álbum colaborativo entre a banda norte-americana Nine Inch Nails e o produtor musical alemão Boys Noize, que é lançado pela Interscope Records. Sobre o trabalho com Boys Noize e este álbum, Trent Reznor, fundador do Nine Inch Nails, disse: “A realização criativa de trabalhar nas trilhas de Challengers e TRON com Boys Noize me levou a pensar que incluí-lo na turnê Peel It Back poderia ser uma forma interessante de expressar o Nine Inch Nails em termos mais puramente eletrônicos ao vivo – um conceito que venho querendo explorar há algum tempo. O resultado foi tão divertido para nós que sentimos que valia a pena expandir e formalizar isso de alguma forma. Por impulso, mencionei que seria legal tocar um set inteiro como Nine Inch Noize na tenda Sahara, do Coachella. Cuidado com o que você deseja… quando percebi, já estávamos criando um show completamente novo para apresentá-lo da forma que ele merecia. Não há anúncio surpresa de turnê – este sábado é o momento. Vou tirar o domingo de folga e estou animado para trabalhar em novas músicas do Nine Inch Nails na segunda-feira – vejo vocês quando eu voltar à superfície. Gravamos este álbum em vários lugares – parte ao vivo, parte em estúdios, hotéis, aviões etc. Nos divertimos muito revisitando essas músicas e esperamos que vocês gostem. Ouçam ALTO”. Nine Inch Noize inclui releituras de nove músicas do Nine Inch Nails – incluindo Closer e AS ALIVE AS YOU NEED ME TO BE, sucesso vencedor do Grammy da trilha sonora de TRON: Ares – além de Parasite, de How To Destroy Angels. Fundado em 1988 por Reznor, o Nine Inch Nails é amplamente considerado um dos artistas mais inovadores e influentes da música moderna. Conhecido por fundir sons industriais, eletrônicos, rock e ambientes em composições emocionalmente intensas e sonoramente agressivas, o grupo vencedor do Grammy e integrante do Rock & Roll Hall of Fame redefiniu os limites do que a música mainstream poderia ser, vendendo mais de 20 milhões de discos no mundo todo, incluindo mais de 11 milhões apenas nos Estados Unidos. Reznor e Ross compuseram 20 trilhas sonoras, conquistando dois Oscars, três Globos de Ouro, dois Grammy e um Emmy ao longo do processo. Via: RockBizz

For Those About to Rock We Salute You: AC/DC mostra agitação dos fãs latino-americanos na Power Up Tour
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17/04/2026

For Those About to Rock We Salute You: AC/DC mostra agitação dos fãs latino-americanos na Power Up Tour

For Those About to Rock We Salute You! Pelas redes sociais o AC/DC mostrou agitação dos fãs latino-americanos na Power Up Tour. O giro passou pela nossa área entre os meses de fevereiro e março. A perna mexicana da tour foi neste mês de abril. E vale mencionar que no pacote rock n’ roll ainda teve o espetáculo do The Pretty Reckless, banda da atriz e modelo Taylor Momsen. Na legenda da publicação, o grupo escreveu: “We Salute You Latin America” – “Saudamos a América Latina”, em uma tradução livre. Veja o emocionante vídeo com os fãs mais apaixonados do mundo. A última visita do AC/DC ao Brasil aconteceu no ano de 2009, ou seja, há mais de quinze anos, e também foi em solo paulistano. Na época o grupo estava fazendo a promoção da Black Ice World Tour e fez um show apoteótico em nosso país. Atualmente, o AC/DC conta com Angus Young (guitarra), Brian Johnson (vocal), Stevie Young (guitarra), Chris Chaney (baixo) e Matt Laug (bateria). Isto é, a banda conta apenas com dois integrantes clássicos em formação. Via: RockBizz

“Eu saí do Angra com um monte de desavenças; saí triste”, conta Edu Falaschi
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17/04/2026

“Eu saí do Angra com um monte de desavenças; saí triste”, conta Edu Falaschi

O vocalista paulistano Edu Falaschi (ex-Angra, ex-Almah) foi um dos poucos brasileiros que conseguiu jogar na liga profissional do heavy metal mundial, mas, mesmo assim, o artista passou sua cota de perrengue. O ponto mais crítico foi o final de sua relação profissional com o Angra. Na época, o clima interno na banda não era nada positivo e, para piorar sua situação, ele começou a ter problemas na voz por conta de refluxo. Durante entrevista ao canal Lado A Podcast, Edu Falaschi lembrou brevemente os problemas que enfrentou e contou que saiu do Angra com um monte de desavenças. “Eu saí do Angra com um monte de desavenças, saí do Angra com um monte de situações. E quando veio o começo da minha carreira solo, por estar tocando Angra na época, teve toda uma situação”. Ele prosseguiu recordando que os desentendimentos com os integrantes do Angra já vinham da época do álbum Temple of Shadows, quinto registro de estúdio do grupo, que saiu em 2004. “E desde o Temple of Shadows já vinha com uma estranheza. Havia coisas internas bem complexas acontecendo e um monte de descontentamento. Eu saí triste, é claro! Não saí legal. Eu saí porque estava mal pra caramba. Estava com problema na voz, psicológico super abalado, super inseguro e triste”. “Hoje eu consigo enxergar de forma menos passional. Na época, quando você está dentro do furacão, ficava chateado. Fiquei triste pra caramba quando saí. Todo mundo sabe a história da minha carreira, e o importante que isso foi superado”, completou o cantor. Via: RockBizz

Amorphis compartilha videoclipe da música The Lantern
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17/04/2026

Amorphis compartilha videoclipe da música The Lantern

O Amorphis compartilhou o videoclipe da música The Lantern para seguir com a promoção de seu novo álbum Borderland. O disco saiu no dia 26 de setembro de 2025 pelo selo alemão Reigning Phoenix Music. “A atmosfera em The Lantern é dramática e evocativa”, explicou o guitarrista Esa Holopainen. “Da profundidade sonora à energia ao vivo, você consegue ouvir os arcos emocionais e vê-los no palco em cada fotograma. As imagens ao vivo reforçam esse pulso cinematográfico, transformando a performance crua em uma odisseia visual”. O trabalho musical do grupo finlandês, que é o seu décimo quinto registro de estúdio, teve a gravação no Hansen Studios em Ribe, Dinamarca, com a produção de Jacob Hansen, profissional que já assinou obras de bandas como Epica, Primal Fear e Evergrey. Além de Esa Holopainen, o Amorphis tem em sua formação Tomi Joutsen (vocal), Santeri Kallio (teclado), Tomi Koivusaari (guitarra), Jan Rechberger (bateria) e Olli-Pekka Laine (baixo). Track listing de Borderland: 01. The Circle02. Bones03. Dancing Shadow04. Fog To Fog05. The Strange06. Tempest07. Light And Shadow08. The Lantern09. Borderland10. Despair Bônus (somente em CD digipak CD e vinil) 11. War Band12. Rowan And The Cloud Via: RockBizz

Iron Maiden não comparecerá à cerimônia de indução do Rock and Roll Hall of Fame
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17/04/2026

Iron Maiden não comparecerá à cerimônia de indução do Rock and Roll Hall of Fame

O Iron Maiden informou que não comparecerá à cerimônia de indução do Rock and Roll Hall of Fame este ano. O evento, que acontecerá no dia 14 de novembro no Peacock Theatre, em Los Angeles, será na mesma época em que o grupo britânico estará em turnê pela Austrália, com shows marcados para 13 de novembro em Melbourne e 15 de novembro em Sydney. O empresário do Iron Maiden, Rod Smallwood, disse à Billboard em um comunicado: “Como os mais observadores já devem ter notado, a banda estará em turnê pela Austrália por volta da data da cerimônia de indução do Rock and Roll Hall of Fame em Los Angeles, em novembro”. “Ao aceitar o convite, o Iron Maiden deixou bem claro para o Rock and Roll Hall of Fame que os fãs sempre vêm em primeiro lugar e que os shows, é claro, acontecerão”, ele continuou. “Gostaríamos de assegurar a todos os nossos fãs na Australásia que as datas na Austrália e Nova Zelândia permanecerão inalteradas e estamos ansiosos para levar a turnê Run For Your Lives para eles na penúltima parada das nossas comemorações de 50 anos”, completou. O Iron Maiden está entre os artistas que serão homenageados no Rock and Roll Hall of Fame de 2026, ao lado de Phil Collins, Billy Idol, Joy Division/New Order, Oasis, Sade, Luther Vandross e Wu-Tang Clan. Via: RockBizz