Notícias

Fãs brasileiros inundam as mídias sociais do Rush pedindo shows em nosso país: “Venham pelo amor de Deus”
Nesta segunda-feira, dia 06 de outubro, os fãs de rock n’ roll acordaram com a notícia de que o Rush vai sair de seu sono de onze anos para uma nova turnê. O retorno será com a baterista alemã Anika Nilles no lugar de Neil Peart, que morreu em janeiro de 2020. A turnê, que receberá o nome de Fifty Something, passará por sete cidades nos EUA, Canadá e México, em meados de 2026. “Em 2026, meu melhor amigo Lerxst (também conhecido como Alex Lifeson) e eu vamos pegar a estrada mais uma vez para homenagear nosso passado e Neil, apresentando uma vasta seleção de músicas do Rush em algumas cidades”, escreveu Lee em nota. “Será uma tarefa nada fácil, porque, como todos sabemos, Neil era insubstituível”. Como era de se esperar, os fãs brasileiros estão inundando as mídias sociais do Rush pedindo shows em nosso país. A frase mais popular é: “Como to Brazil”. Alguns internautas ainda apelam escrevendo: “Venham pelo amor de Deus”. E como era de se esperar, os fãs brasileiros estão dominando o campo de comentários no Instagram, o que vai chamar a atenção da banda – para o bem ou para o mal. Veja: Via: Rockbizz

Saiba detalhes da carreira de Anika Nilles, substituta de Neil Peart no Rush
Para quem perambula somente pelo mainstream da música, ouvindo Foo Fighters, Oasis e afins, dificilmente já ouviu falar sobre Anika Nilles. Entretanto, para quem tem a rotina de mergulhar fundo no universo musical, sabe que a musicista alemã tem um currículo de primeira classe. Além de ter firmado parceria com o saudoso Jeff Beck, em uma turnê de mais de sessenta apresentações, ela já lançou dois álbuns completos – Pikalar (2017) e For a Colorful Soul (2020), um EP – Opuntia (2022) e vários singles. Quebrar padrões e estigmas é uma das atribuições da música, bem como dos artistas. E a alemã partilha desse pressuposto, visto que detém recursos técnicos de sobra para percorrer a seara do jazz e fusion, com muita desenvoltura. Já os pesados rock n’roll e heavy metal também estão em sua área de domínio, pois consegue atacar seu kit com brutalidade, criatividade e segurança. Equipamento Outra prova cabal que Anika está no caminho certo é a lista de seus parceiro de negócio. A alemã fechou contrato com as marcas Tama (bateria), Meinl (pratos) – com direito a peça personalizada com seu nome – e Promark (baquetas). Influências Nilles bebeu nas mais puras fontes da música contemporânea! Suas influências veem de nomes como Jeff Porcaro (Toto), Prince e Dave Matthews Band, portanto, groove em perfeita sintonia com técnica são as suas bases musicais. Sons como Alter Ego, Pikalar e Synergy retratam muito bem as qualidades artísticas de Anika Nilles. Veja as performances das canções nos players abaixo: Dito isso, Anika Nilles é um grande ativo para o Rush, contudo, resta saber se o grupo canadense – vide Geddy Lee e Alex Lifeson – saberá usá-lo de maneira satisfatória. Via: Rockbizz

Orações atendidas: Rush vai retomar as atividades com a baterista Anika Nilles
As orações dos fãs foram atendidas! O Rush vai retomar as atividades com a baterista Anika Nilles! Geddy Lee (baixo, teclado, vocal) e Alex Lifeson (guitarra) anunciaram seu retorno aos palcos para uma turnê muito especial em 2026, que levará o nome de Fifty Something. De acordo com o grupo canadense, a tour será uma celebração à música, ao legado e à vida do falecido baterista e letrista Neil Peart. Vale ressaltar que esta será a primeira vez que Lee e Lifeson subirão em um palco junto, depois de onze anos desde o encerramento da turnê R40, em primeiro de agosto de 2015 no Forum em Los Angeles, Califórnia, EUA. “Geddy Lee disse: “Já se passaram mais de 10 anos desde que Alex e eu tocamos as músicas do Rush ao lado do nosso falecido colega de banda e amigo Neil. Uma vida inteira de músicas nas quais colocamos nossos corações e almas acumulados para compor, gravar e tocar juntos no palco. Depois de tudo o que aconteceu desde o último show, Alex e eu fizemos uma séria busca interior e chegamos à conclusão de que sentimos muita falta disso, e que é hora de celebrar os 50 e poucos anos da música do Rush. Então, em 2026, meu melhor amigo Lerxst (também conhecido como Alex Lifeson) e eu vamos cair na estrada mais uma vez para homenagear o nosso passado e o Neil, apresentando uma vasta seleção de músicas do Rush em algumas cidades”. Lee acrescentou: “Não é uma tarefa fácil, porque, como todos sabemos, Neil era insubstituível. No entanto, a vida é cheia de surpresas. Fomos apresentados a outra pessoa extraordinária, que é uma baterista e musicista incrível que está acrescentando mais um capítulo à nossa história enquanto continua sua fascinante jornada musical. Seu nome é Anika Nilles, e não poderíamos estar mais animados para apresentá-la à nossa leal e dedicada base de fãs do Rush, que lhe dará todas as chances de estar à altura desse papel quase impossível. Antes de subirmos ao palco, também esperamos adicionar mais um ou dois músicos para expandir um pouco o nosso som e dar mais liberdade a mim e ao Alex, para mostrarmos alguns dos nossos novos e sofisticados passos de dança”. “Lerxst, Anika e eu, junto com muitos dos nossos membros de longa data da equipe, temos trabalhado duro ensaiando e criando o tipo de show do Rush que vocês se acostumaram a esperar de nós. Esperamos muito que vocês venham e nos ajudem a celebrar nossa história juntos”, concluiu o músico. Via: Rockbizz

Bruce Dickinson enaltece a personalidade de Blaze Bayley: “É um ótimo cara e sem um pingo de maldade”
A parceria entre Blaze Bayley e o Iron Maiden foi entre os anos de 1994 e 1999, rendendo apenas dois álbuns de estúdio: The X Factor (1995) e Virtual XI (1998) – além da coletânea Best of the Beast, que saiu em 1996 e contou com o single inédito Virus. O vocalista foi demitido da banda inglesa no ano de 1999 para que Bruce Dickinson pudesse fazer seu retorno triunfal ao posto que ocupou boa parte dos anos 80 e a primeira metade da década de 1990. O resto, como dizem, é história, visto que a parceria, desde então, já deu vida a seis discos inéditos. Em conversa com Chris Jericho, do podcast Talk Is Jericho, Bruce Dickinson enalteceu a personalidade de Blaze Bayley e explicou que não parou para ouvir os discos da banda com o seu substituto. “Não é que eu não tivesse interesse em ouvir os álbuns da era Blaze do Iron Maiden. Eu estava muito ocupado fazendo as minhas próprias coisas. Então, eu tinha meio que uma percepção periférica, no entanto, de certa forma, eu pensava que aquilo não era da minha conta porque não estava mais na banda. Mas eu desejei tudo de bom para Blaze, porque, quando ele entrou na banda, achei a voz dele bem diferente da minha. Eu adorava o que ele estava fazendo no Wolfsbane. Eu torcia para que desse certo. Infelizmente não deu. Mas eu amo o Blaze. Acho que ele é um ótimo cara. Não há um pingo de maldade nele. Ele é um cara legal”. Eis o bate-papo completo no tocador abaixo: Via: Rockbizz

Ozzy estava loucão quando encontrou Dio pela primeira vez e tentou furá-lo com um garfo, segundo Sharon Osbourne
O novo documentário Ozzy: No Escape From Now, que vai estrear pela plataforma Paramount+ no dia 07 de outubro, lançará um pouco de luz sobre o primeiro encontro entre as lendas do rock n’ roll Ozzy Osbourne e Ronnie James Dio. E cabe lembrar que Ozzy ganhou uma justa causa do Black Sabbath em abril de 1979, devido ao seu abuso de drogas e bebidas e desinteresse pela banda. Ronnie foi o substituto de Osbourne no grupo, gravando em sua primeira participação os álbuns Heaven And Hell (1980) e The Mob Rules (1981). Com isso, os dois nunca se bicaram muito. Em No Escape From Now, Sharon, viúva e empresária de Ozzy, relembrou o momento em que o Madman encontrou seu substituto no Sabbath pela primeira vez. “Ele nunca ouviu nenhum daqueles discos [da era Dio no Black Sabbath]. Ele nunca conheceu Ronnie. A primeira vez que o encontrou, ele tentou furá-lo com um garfo. Não era uma faca, era um garfo. Isso aconteceu no The Rainbow, em Los Angeles”. Apesar desse ímpeto violento contra Dio, Ozzy Osbourne não era uma pessoa agressiva. No entanto, as suas loucuras como bebedeira e abusas de drogas foram constantes em boa parte de sua vida e carreira. Além desta interessante história, Ozzy: No Escape From Now revelará os contratempos devastadores que o icônico roqueiro enfrentou desde sua queda fatídica em 2019. Com a direção de Tania Alexander (Gogglebox), o documentário começou a ser filmado em 2022 durante as sessões de gravação de Patient Number 9, décimo terceiro disco solo de Ozzy, e seguiu até a apresentação final do músico com o Black Sabbath em sua cidade natal, Birmingham, Inglaterra, em 05 de julho. O longa contará com entrevistas com Sharon e os filhos do casal, bem como de Tony Iommi (Black Sabbath), Duff McKagan (Guns N’ Roses), Robert Trujillo (Metallica), Billy Idol, Maynard James Keenan (Tool), Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), Zakk Wylde e mais. “Os últimos seis anos foram repletos de alguns dos piores momentos pelos quais passei. Houve momentos em que pensei que minha hora tinha chegado”, disse Ozzy Osbourne em nota sobre o filme. “Mas fazer música e gravar dois álbuns me salvou. Eu ia enlouquecer sem música”. Veja trailer oficial do documentário Ozzy – No Escape From Now: Via: Rockbizz

O Monstro: Dead Skin Mask, do Slayer, teve sua inspiração no serial killer Ed Gein
O Slayer sempre foi uma pedra no sapato dos cidadãos de bem, já que nunca aliviou ou pisou no freio no conteúdo lírico de suas canções. Canções como Angel of Death, Dead Skin Mask, Jesus Saves, Altar of Sacrifice, entre outras, têm o teor lírico bastante incisivo e forte, o que demanda do ouvinte uma atenção maior para que a interpretação seja feita de forma condizente com a ideia da banda. A pedrada sonora Dead Skin Mask, do álbum Seasons In The Abyss, por exemplo, teve a sua inspiração no livro Deviant: The Shocking True Story Of Ed Gein, The Original Psycho, que se debruça na vida e nos horrores feitos pelo assassino Ed Gein. Além do riff cortante e o peso claustrofóbico na cozinha, o quê agonizante da canção aumenta ainda mais aos 4:13, quando podemos ouvir a voz de uma criança que dá a entender ser uma próxima vítima de Gein. Tom Araya (vocal e baixo), Kerry King (guitarra), Jeff Hanneman (guitarra) e Dave Lombardo (bateria) não traumatizaram nenhuma criança para conseguir a voz. Matt Polish, amigo dos caras, gravou os vocais, que foram posteriormente alterados em estúdio para que soassem como uma criança. Versos como “I don’t want to play anymore, Mr. Gein” e “Let me Out” – “Eu não quero mais brincar Senhor Gein” e “Me deixa ir embora”, em tradução livre – completam o terror que a música impõe ao ouvinte. Desde de seu lançamento em 1990, Dead Skin Mask não saiu dos repertórios da banda. Como um adendo, as ações de Ed Gein – saque de túmulo, uso de pele de defunto como máscara e adorno de mobília – serviram de inspiração para filmes como Psicose e Leatherface – Massacre da Serra Elétrica e o personagem Buffalo Bill, de O Silêncio dos Inocentes. Via: Rockbizz

Matt Heafy vibra com a presença de Greyson Nekrutman no Trivium e celebra o Sepultura com performance de Slave New World
A estreia de Greyson Nekrutman, do Sepultura, no Trivium, aconteceu no último sábado, dia 04 de outubro, no Aftershock. O baterista está cobrindo o posto de Alex Bent, que deixou recentemente a banda, após nove anos de parceria de trabalho. Em certo momento da apresentação no mega festival, o vocalista e guitarrista Matt Heafy vibrou com a presença de Greyson Nekrutman no Trivium, além disso, os caras celebraram o Sepultura com performance de Slave New World. “Nós amamos cada minuto que passamos com ele (Alex Bent). Desejamos o melhor para ele! E agradecemos cada disco que fizemos com ele e todos os sorvetes que tomamos juntos. Foi incrível! Dito isso, tem um cara que salvou o show e vai substituí-lo nessa turnê, que é Greyson Nekrutman, do Sepultura. Ligamos para o Sepultura e dissemos: ‘Vocês podem nos emprestar o seu baterista’? Greyson aprendeu todas as músicas e ensaiou por apenas dois dias com a gente. Mas o Sepultura disse que tinha só uma condição para emprestar Greyson, que é tocar uma música deles no show. Então, do Chaos A.D., essa é Slave New World”. É importante destacar que o baterista ainda é integrante cativo do Sepultura! Como a banda brasileira só voltará aos palcos no ano que vem, Nekrutman ficou com agenda livre e pôde fechar uma parceria com o Trivium. Via: Rockbizz

Lamb Of God faz a primeira performance ao vivo de Sepsis
O Lamb Of God fez a primeira performance ao vivo de Sepsis. O som, que saiu nesta última quinta-feira, dia 02 de outubro, via Epic, é o primeiro registro de estúdio do quinteto desde o lançamento do álbum Omens, de 2022. Confira: Para curtir o vídeo oficial de Sepsis basta acessar este outro player: “Sepsis é uma celebração das bandas locais bem underground aqui de Richmond, que admirávamos muito quando estávamos formando o Burn The Priest, embrião do LOG”, explicou o guitarrista Mark Morton. “Bandas como Breadwinner, Sliang Laos e Ladyfinger, embora nunca tenham recebido grande atenção fora de Richmond, eram as bandas que ouvíamos o tempo todo. A música faz referência a essas coisas de uma forma que é uma linha direta de onde viemos quando estávamos no porão compondo nosso primeiro material”, completou. Atualmente, o conjunto conta com os trabalhos de Randy Blythe (vocal), John Campbell (baixo), Mark Morton (guitarra), Willie Adler (guitarra) e Art Cruz (bateria). Via: Rockbizz

Yungblud se manifesta sobre a sua homenagem a Ozzy Osbourne no VMA’s
No dia 07 de setembro, o saudoso Ozzy Osbourne (Black Sabbath) ganhou uma homenagem no MTV Video Music Awards 2025. O evento aconteceu com toda pompa no palco da UBS Arena, em Nova Iorque, Estados Unidos. O tributo ao Príncipe das Trevas contou com a participação de nomes importantes do rock n’ roll como Steven Tyler e Joe Perry, do Aerosmith, Yungblud e Nuno Bettencourt, do Extreme. O ex-integrante da banda de Ozzy, Adam Wakeman, também participou da festa tocando teclado e piano. Apesar da bem-vinda e merecida celebração ao Madman, a performance afetada de Yungblud no evento foi alvo de muitas críticas dos fãs do Madman e de outros músicos como Dan Hawkins e Justin Hawkins, do The Darkness. Durante entrevista ao programa The Magnificent Others with Billy Corgan, Yungblud se manifestou sobre a sua homenagem a Ozzy Osbourne no VMA’s. “Com o VMA obviamente homenageando ele [Ozzy Osbourne], e acho que provavelmente fomos um dos únicos artistas cantando ao vivo lá”, disparou o cantor. “Dá para perceber, mesmo no meio de todo aquele glamour e premiação, que a nossa apresentação ao vivo foi o vídeo mais visto da internet no dia seguinte”. “Dá para sentir que o rock tem tudo a ver com verdade, paixão e humanidade”, acrescentou Dominic Richard Harrison sem citar a avalanche de crítica que chegou a sua porta. Veja a performance de Yungblud no VMA’s em homenagem ao eterno comedor de morcego: Via: Rockbizz

Ozzy Osbourne curtiu a versão de War Pigs do Judas Priest, segundo Rob Halford
O saudoso Ozzy Osbourne curtiu a versão de War Pigs do Judas Priest, segundo Rob Halford. O Metal God falou sobre o assunto em recente conversa com à revista Billboard. “A emoção absoluta para todos nós é que ele e Sharon [viúva e empresária do Príncipe das Trevas] ouviram a versão final. Assim que terminou a mixagem, ele estava sorrindo e muito feliz”, contou Halford. “Tudo isso nos foi revelado em uma mensagem de Sharon, dizendo que estava absolutamente emocionada e encantada por fazermos algo musicalmente juntos dessa maneira específica”, explicou. “Foi muito bonito, mas muito comovente para nós nos unirmos pela primeira vez na história de ambas as bandas em uma música que é amada por milhões de metaleiros ao redor do mundo. Juntar o Judas Priest e o Black Sabbath foi simplesmente sensacional”, acrescentou Rob. No começo de julho, o Judas Priest homenageou o Black Sabbath com cover de War Pigs. A honraria se deu por conta do derradeiro concerto dos criadores do heavy metal. O quarteto inglês deu um ponto final em sua carreira no dia 05 de julho. Depois disso, no finalzinho de setembro, saiu o cover de War Pigs com os vocais de Rob Halford e Ozzy Osbourne. Cabe destacar que todos os lucros da gravadoras Sony Music Entertainment UK Ltd e Epic Records Reino Unido provenientes de transmissões de áudio, downloads e vendas físicas da gravação serão doados a The Glenn Tipton Parkinson’s Foundation e a Cure Parkinson’s. Via: Rockbizz

Megadeth: Tipping Point aposta em solo de guitarra estrondoso e na voz icônica de Dave Mustaine
Esta sexta-feira, 03 de outubro, acabou de ficar mais quente e animada! O Megadeth lançou a nova música Tipping Point, que aposta em solo de guitarra estrondoso e na voz icônica de Dave Mustaine. A faixa estará presente no track listing do vindouro registro de estúdio do grupo, que será o seu derradeiro álbum, de acordo com o líder, vocalista e guitarrista da banda, Dave Mustaine. Sobre a canção, o músico disse: “Todos nós temos diferentes ‘pontos de inflexão’, que podem variar de um dia para o outro. Acho que estamos todos sendo levados ao limite agora, e é fácil nos deixar levar por esse sentimento. Mas é importante não deixar que as coisas nos desanimem”. Em meados de agosto, o Megadeth anunciou que vai encerrar as atividades após o ciclo de promoção de novo álbum. Mustaine também anunciou que lançará um novo livro de memórias, cujos detalhes serão revelados nos próximos meses. Até o momento, o que se sabe sobre o próximo full length da banda é que ele sairá pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. Além disso, o trabalho contará com a produção de Chris Rakestraw, profissional que assinou os discos Dystopia e The Sick, the Dying… and the Dead. Via: Rockbizz

Conheça o álbum mais revolucionário da década de 1960, segundo Roger Waters
Independentemente das inclinações sociais, políticas e econômicas, Roger Waters é um artista que criou obras musicais que já se provaram ao teste do tempo. Discos como The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979) ajudaram moldar o rock n’ roll da década de 1970 e serviram de fonte criativa para muitos outros grupos ao longo dos anos. Mas, mesmo com um currículo singular, Waters também tem as suas preferências musicais. Na década de 1960, quando o Pink Floyd ainda trilhava um caminho enigmático e psicodélico, o artista se espelhou na obra- prima dos Beatles, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, para implementar as suas criações. “Eu me lembro de quando o disco saiu! Eu estacionei o meu Ford Zephyr 4 em um acostamento e ouvi o álbum todo. Fiquei de boca aberta”, contou Waters em entrevista a Classic Rock. “Eles instigaram sua própria revolução”, continuou Roger. “Obviamente, quando começaram, era só Please, Please Me, e sei lá o quê. Eles transcenderam tudo isso. E transcenderam toda aquela bobagem do Shea Stadium, com garotas gritando e ninguém conseguindo ouvir nada”. “Ele começaram fazer músicas que as pessoas realmente queriam ouvir porque são músicas muito, muito inteligentes, espertas, bonitas e sonoras”, pontuou. “Aprendi muito com a música de protesto quando era adolescente. Mas aprendi com John Lennon, Paul McCartney e George Harrison que não havia problema em escrever sobre nossas vidas, o que sentíamos, e nos expressar”, concluiu o ex-Pink Floyd. No final dos anos 1960, os Beatles iniciaram uma mudança drástica até ser impossível voltar para o ponto de partida. Os Garotos de Liverpool cresceram e, se antes apresentavam canções de amor em programas de auditório, nesse momento eles deixaram o cabelo crescer, se inspiraram no movimento hippie e buscaram a espiritualidade em outras culturas; não fizeram mais shows e entraram em estúdio. Esse processo culminou em uma referência para o rock n’ roll até os dias de hoje! O disco Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, que foi o oitavo álbum de estúdio da banda britânica, a consolidou definitivamente no panteão da música internacional. Via: Rockbizz

Zoë Marie Federoff e Marek Šmerda iniciam processo legal contra o Cradle Of Filth
O drama do Cradle of Filth em torno das demissões de Zoë M. Federoff e Marek “Ashok” Šmerda, que aconteceram na The Screaming of the Americas Tour, vem ganhando novos capítulos a cada semana. O novo capítulo da treta é que o casal iniciou um processo legal contra o Cradle Of Filth. Pelas redes sociais, Zoe e Marek informaram: “Apresentamos uma queixa para dar início a um processo judicial formal. Acreditamos, apoiamos e defendemos tudo o que consta nesta queixa. Recomendamos que você leia a queixa para entender completamente nossa posição, e não temos nenhuma outra declaração sobre ela neste momento”. Acesse aqui para ler todo o processo e conferir as provas apresentadores pelos músicos contra o antigo empregador, o Cradle Of Filth. O conjunto inglês está sofrendo acusações de roubo, extorsão e assédio moral por parte de Zoë e Marek. Os músicos, portanto, estão lutando pelos seus direitos na justiça. Já Dani Filth, que é o líder do grupo, jura que tem provas para se defender de todas incriminações. E pelo o andar da carruagem, a briga entre Cradle of Filth e os seus ex-integrantes está muito longe de um fim e as consequências ainda não estão claras para os dois lados. O desejo, contudo, é que a música volte a ser a protagonista de tudo. Via: Rockbizz

Terceira fase do Angra é a de maior rejeição e a mais lucrativa, segundo Rafael Bittencourt
No programa Drive N’ Roll, que tem a apresentação de Mauricio Alabama, no qual o objetivo é levar até o expectador conversas profundas sobre o universo do rock, o líder e guitarrista do Angra declarou que a atual fase do grupo, que é com o vocalista italiano Fabio Lione, é a mais lucrativa. “Estamos na terceira geração da banda! Para nós que estamos dentro e os fãs que estão acompanhando os shows, nós estamos em um momento excelente de sucesso em que os shows lotam, sold out. Apesar desse grande sucesso, a nossa terceira fase é a fase com a maior rejeição”. Rafael continuou: “Andre Matos se tornou uma unanimidade! Essa primeira fase se tornou muito abençoada, muito cheia de mito. Aí, veio a fase do Edu Falaschi, que foi uma grande virada e um grande renascimento. Rebirth (2001) foi disco de ouro no Japão. Temple of Shadows (2004) foi eleito o melhor disco em vários lugares. Até hoje falam que é um maiores discos de metal progressivo da história”. “Então, é muito difícil atingir essas marcas uma terceira vez, depois de tanto tempo, com o público cheio de expectativas e difícil de surpreender. Mas [esta terceira fase] é a que tem maior rejeição e é a fase em que eu mais ganhei dinheiro com o Angra. É a fase em que o Angra se tornou mais lucrativo”, completou o músico. Eis a fala completa de Rafael Bittencourt no player a seguir: Via: Rockbizz

Aos beijos e abraços, Steven Tyler (Aerosmith) passa a tocha do rock n’ roll a Yungblud
Yungblud e Aerosmith uniram forças no EP One More Time, que sairá no dia 21 de novembro pela Capitol Records. Com produção de Matt Schwartz, o EP traz quatro faixas originais coescritas pela banda e Yungblud, além de uma versão explosiva de Back In The Saddle. No dia 07 de setembro, Steven Tyler, Joe Perry e Yungblud também se reuniram para uma apresentação em homenagem ao lendário Ozzy Osbourne com um medley de seus maiores sucessos no MTV Video Music Awards 2025. Portanto, os caras estão em uma espécie de lua de mel com direito a muitos beijos e abraços em postagem nas redes sociais. O frontman do Aerosmith, inclusive, passou simbolicamente a tocha do rock n’ roll a Yungblud. “Obrigado, Dom [Dominic Richard Harrison, nome real do rock star], por fazer as coisas do jeito que tem ser, do bom e velho jeito que tem que ser feito! Um por todos e todos por um”, escreveu Tyler na legenda do post. “Você começou”, disse Yungblud a Steven no vídeo. Tyler respondeu: “E você termina”. No vídeo, o jovem completou com juras de amor ao veterano bad boy de Boston. Veja: Via: Rockbizz

Symphony X anuncia turnê pela América Latina em março de 2026
O grupo de metal progressivo Symphony X comemora três décadas de carreira com uma turnê especial pela América Latina, que promete ser inesquecível para os fãs. A banda, reconhecida mundialmente por sua técnica apurada e composições épicas, fará seis apresentações exclusivas em março de 2026. Os shows passam por Cidade do México, Santiago, Buenos Aires, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, levando o peso e a sofisticação de seu som para diferentes públicos da região. Desde sua formação em 1994, o Symphony X construiu uma discografia sólida e aclamada pela crítica. O álbum The Divine Wings of Tragedy (1997) é considerado um marco do gênero, combinando elementos sinfônicos com riffs poderosos e letras inspiradas em mitologia. Outro destaque é V: The New Mythology Suite (2000), que trouxe uma narrativa conceitual inovadora, consolidando a banda como uma das mais criativas do cenário progressivo mundial. Ao longo dos anos, álbuns como Paradise Lost (2007) e Iconoclast (2011) mostraram o peso e a modernidade do grupo, conquistando novos públicos sem perder a essência. Já o mais recente trabalho de estúdio, Underworld (2015), reforça a habilidade do Symphony X em equilibrar agressividade, melodia e complexidade musical. A turnê de 30 anos é uma celebração da trajetória da banda e um presente para os fãs latino-americanos. No Brasil, o grupo se apresenta em três cidades: Curitiba (19/03 no Tork n’ Roll), São Paulo (20/03 no Tokio Marine Hall) e Rio de Janeiro (21/03 no Sacadura 154). Liderado pelo guitarrista Michael Romeo e pelo cantor Russell Allen, o Symphony X se consolidou como uma máquina que combina a excelência dos seus intérpretes com a capacidade de surpreender que caracteriza este estilo musical. No repertório, a banda repassa grandes momentos de sua vitoriosa carreira.Esta é a chance de testemunhar um espetáculo que celebra a música, a técnica e a paixão que marcaram gerações. Confira todas as datas da turnê pela América Latina abaixo: 13/03/2026 – Cidade do México (MEXICO CITY) – Carpa Velódromo15/03/2026 – Santiago (CHILE) – Teleton17/03/2026 – Buenos Aires (ARGENTINA) – Teatro Flores19/03/2026 – Curitiba (BRASIL) – Tork n’ Roll20/03/2026 – São Paulo (BRASIL) – Tokio Marine Hall21/03/2026 – Rio de Janeiro (BRASIL) – Sacadura 154 Via: Rockbizz

Quem é o pioneiro da música pesada? Na opinião de Ian Paice não é o Black Sabbath
A formação original do Black Sabbath – Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria) – foi a responsável pela criação do heavy metal. O quarteto criou a tempestade perfeita ao misturar temas sombrios, trítonos, linhas de guitarra cortantes, letras que mais pareciam contos de terror e muito peso na cozinha. Mesmo assim, para o baterista do Deep Purple, Ian Paice, o Black Sabbath não foi o criador da música pesada, mas o The Who. Trocando uma ideia com Nicko McBrain e David Frangioni, do programa Metal Sticks, o líder do Purple refletiu sobre o assunto. “Ajudamos a criar o que chamo de ‘a segunda onda’ da música pesada”, analisou Paice. “A banda que fez isso primeiro foi o The Who. Eles fizeram isso antes de todo mundo”, assegurou o músico inglês. O baterista continuou: “Eles foram os primeiros a usar um amplificador potente. Eles foram os primeiros a levar o rock n’ roll além das pequenas canções pop bonitas”, pontuou. “Não podemos esquecer a importância do The Who. Eles simplesmente mudaram tudo para os jovens que queriam fazer algo um pouco mais violento”. Ian concluiu destacando a química incomum entre os membros do The Who. Ele disse: “A noção de palco de Pete Townshend, o canto agressivo de Roger Daltrey, o controle de John Entwistle e a loucura de Keith Moon. A coisa toda nunca deveria ter dado certo, no entanto, deu”. Assista a entrevista na íntegra aqui: Via: Rockbizz

Rage debuta clipe de Fire In Your Eyes para promover o novo álbum A New World Rising
O Rage debutou o clipe de Fire In Your Eyes para promover o novo álbum A New World Rising. O disco saiu na última sexta-feira, dia 26 de setembro, pela SPV/Steamhammer. De acordo com o grupo, o trabalho é bem diverso, com toques de thrash metal e muita melodias e solos de guitarra. A New World Rising está disponível em vários formatos diferentes como CD, CD digipak, vinil preto, vinil gatefold, vinil colorido (azul), vinil + camiseta, CD + camiseta, boxset e digital (download e streaming). O conjunto alemão conta com os trabalhos de Peavy Wagner (vocal e baixo), Jean Bormann (guitarra) e Vassilios “Lucky” Maniatopoulos (bateria). Track listing de A New World Rising: 01. A New World Rising02. Innovation03. Against The Machine04. Freedom05. We’ll Find A Way06. Cross The Line07. Next Generation08. Fire In Your Eyes09. Leave Behind10. Paradigm Change11. Fear Out Of Time12. Behind The Shield Of Misery13. Straight To Hell ’25 Via: Rockbizz

João Gordo (Ratos de Porão) mostra detalhes de seu trabalho filantrópico Solidariedade Vegan
Pelas redes sociais, o cantor e apresentador João Gordo (Ratos de Porão) mostrou detalhes de seu trabalho filantrópico Solidariedade Vegan. A ação do músico, que é ao lado da esposa Vivi Torrico e outros voluntários, alcança diariamente entre cento e vinte a cento e cinquenta pessoas em situação de vulnerabilidade nas ruas do centro de São Paulo. O apoio às pessoas é de segunda-feira a sexta-feira, e vai além das marmitas. A equipe do Solidariedade Vegan supre também outras necessidades básicas como café-da-manhã, chinelos, água potável, cobertas e roupas. Além disso, em datas especiais, o grupo se reúne para levar mais cuidados e carinho a quem necessita. O trabalho do Solidariedade Vegan é independente, sem ajuda de estado e empresas privadas, portanto, só conta com o apoio de quem quer fazer diferença na comunidade. Em nova postagem, a fundação pediu ajuda para a manutenção dos trabalhos sociais. Veja na postagem abaixo detalhes do trabalho da Solidariedade Vegan e a forma de ajudar a manter o apoio às pessoas em situação de vulnerabilidade. Juntos, nós podemos fazer diferença para melhor. Via: Rockbizz

Uwe Lulis não é mais guitarrista do Accept por conta de problemas logísticos
Breaking news! Uwe Lulis não é mais guitarrista do Accept por conta de problemas logísticos. A banda anunciou a saída do músico nesta quinta-feira, 25, pelas redes sociais. Na nota, o grupo alemão afirmou que o fim da parceria foi em bons termos. “Após profunda deliberação, o Accept retornará à formação tradicional de dois guitarristas e se separou do guitarrista alemão Uwe Lulis. Esta decisão foi baseada unicamente em desafios logísticos, sem quaisquer desentendimentos pessoais ou musicais. Uwe e Accept se dão muito bem e continuam bons amigos, e continuarão sendo. Nós tivemos uma década fantástica juntos, criamos músicas incríveis e levamos o metal aos maiores palcos do mundo. Desejamos a ele tudo de bom e celebramos nosso tempo juntos com honra e o máximo respeito. Uwe é um produtor de metal de muito sucesso e tem seu próprio projeto, que convidamos todos a conferir e acompanhar! Avante e para o alto, irmão! Nós o saudamos e a cada momento que você esteve conosco”. O Accept vai seguir carreira com os trabalhos de Wolf Hoffmann (guitarra), Mark Tornillo (vocal), Philip Shouse (guitarra), Martin Motnik (baixo) e Christopher Williams (bateria). Uwe Lulis O guitarrista foi o substituto do veterano Herman Frank. Ele foi braço direito de Wolf desde 2014. No Accept, Uwe registrou seu nome em álbuns como The Rise of Chaos (2017), Too Mean to Die (2021) e Humanoid (2024). Conforme informou a nota, o músico vai continuar na cena metal com o Uwe Lulis Project. Via: Rockbizz

Megadeth compartilha teaser do novo single Tipping Point
O big four Megadeth compartilhou o teaser do novo single Tipping Point. A faixa estará presente no vindouro registro de estúdio do grupo, que será o seu derradeiro álbum, de acordo com o líder, vocalista e guitarrista da banda, Dave Mustaine. Confira: Em meados de agosto, o Megadeth anunciou que vai encerrar as atividades após o ciclo de promoção de novo álbum. Mustaine também anunciou que lançará um novo livro de memórias, cujos detalhes serão revelados nos próximos meses. Até o momento, o que se sabe sobre o próximo full length da banda é que ele sairá pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. Além disso, o trabalho contará com a produção de Chris Rakestraw, profissional que assinou os discos Dystopia e The Sick, the Dying… and the Dead. Outra informação sobre o disco é que será o primeiro registro com o guitarrista Teemu Mäntysaari, substituto do brasileiro Kiko Loureiro. A nossa prata da casa resolveu deixar o emprego para se concentrar na família e nos próprios projetos musicais. Via: Rockbizz

Saiba como era a rotina matinal insana de Lemmy Kilmister (Motörhead)
Nenhuma discussão sobre heavy metal e rock n’ roll pode ser realmente completa sem mencionar o vocalista do Motörhead e filósofo da música pesada, Lemmy Kilmister. Poucas figuras conseguiram personificar de forma tão exemplar o espírito da música pesada. O ímpeto anárquico e o comportamento selvagem do músico extrapolavam a santidade do palco e firmavam residência em sua versão pessoa física. Em entrevista à revista Classic Rock, Nick “Topper” Headon (The Clash) destacou isso recordar da época em que morou na casa de Lemmy. Ele, inclusive, relatou a insana rotina matinal do saudoso líder do Motörhead. “Eu e Lemmy moramos juntos por um tempo. Ele tinha uma casa em Coleville Terrace, perto da Portobello Road”, relembrou o baterista. “Lemmy era… bem, ele dormia com os olhos abertos. Era um lugar horrível, tipo um muquifo. Eu simplesmente me entregava ao Lemmy, usando anfetaminas e outras coisas”. Headon continuou descrevendo o líder do Motörhead: “Lemmy era uma criatura de hábitos! Ele sempre fazia a mesma coisa ao acordar: uma fila enorme de speed e depois uma grande batata frita no café da manhã. Ele era uma daquelas pessoas que usavam drogas para se manterem normais”. Nick completou: “Teve um dia que pedi uma carreira e ele me mostrou a faca com um monte de sulfato na ponta. Eu me inclinei para cheirar e quase cortei meu nariz ao meio. Havia sangue por toda parte. Duvido que Lemmy limpou aquela faca”. Via: Rockbizz

Oasis compartilha a nova versão acústica de Morning Glory
O Oasis compartilhou a nova versão acústica de Morning Glory. A canção é uma das cinco faixas acústicas que estão programadas para aparecer em (What’s The Story) Morning Glory? (30th Anniversary Deluxe Edition), cujo lançamento está previsto para o dia 03 de outubro. Confira: A reedição, que chegará em CD duplo e vários formatos de vinil, teve produção e mixagem de Noel Gallagher e seu engenheiro de som Callum Marinho. Além de Morning Glory, a obra incluirá sons como Wonderwall, Champagne Supernova, Cast No Shadow e o lado B de Some Might Say. Lançado 14 meses após seu disco estreia, Definitely Maybe, o mais vendido da música britânica na época, (What’s The Story) Morning Glory? lançou o Oasis à estratosfera, vendendo 345 mil cópias na primeira semana antes de passar 10 semanas em primeiro lugar na parada de álbuns do Reino Unido. Track listing de (What’s The Story) Morning Glory? 30th anniversary: 1. ‘Hello’2. ‘Roll With It’3. ‘Wonderwall’4. ‘Don’t Look Back In Anger’5. ‘Hey Now!’6. ‘[Untitled]’7. ‘Some Might Say’8. ‘Cast No Shadow’9. ‘She’s Electric’10. ‘Morning Glory’11. ‘[Untitled]’12. ‘Champagne Supernova’ Faixas adicionais – acústico: 1. ‘Cast No Shadow’2. ‘Morning Glory’3. ‘Wonderwall’4. ‘Acquiesce’5. ‘Champagne Supernova’ Via: Rockbizz

Metallica une força a Cruz Vermelha Australiana para incentivar a doação de sangue
O Metallica uniu força a Cruz Vermelha Australiana para incentivar a doação de sangue. A campanha permitirá que os doadores visitem um número seleto de centros de doação para doar na semana anterior a cada parada da turnê. Assim, os fãs receberão uma camiseta do Metallica de edição limitada, criada pela Squindo. A camiseta contará os dizeres A Sea Of Hearts Beat As One, o que promete ser uma referência visual aos fãs australianos do grupo. E vale destacar que a camiseta estará disponível para as pessoas que se inscreverem ou já se inscreveram no programa de fidelidade Lifeblood Gifts da Lifeblood e que doarem em certos postos de doações. Cath Stone, Diretora Executiva de Experiência do Doador da Red Cross Lifeblood, comentou: “É incrível o compromisso do Metallica e de sua fundação [All Within My Hands] em tornar cada parada da turnê em um lugar melhor, mobilizando os fãs para doarem sangue e plasma. Isso é um ato altruísta que terá um impacto vital para muitas pessoas e suas famílias. Com a demanda por sangue atingindo o nível mais alto em doze anos e a demanda por plasma em níveis recordes, esperamos que esta parceria impulsione um fluxo de doadores fãs do Metallica que possamos acolher em nossos centros de doação. Não deixe que a doação de sangue seja o dia que nunca chega, porque quando você está salvando vidas”. Saiba mais sobre o trabalho da Cruz Vermelha Australiana aqui. E para conhecer o trabalho filantrópico do Metallica, basta acessar este link. Via: Rockbizz