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Ace Frehley, o eterno SpaceMan do KISS, morre aos 74 anos
Péssima notícia aos fãs de rock n’ roll! Ace Frehley, o eterno SpaceMan do KISS, morreu aos 74 anos. O guitarrista estava vivo por ajuda de aparelhos após sofrer uma hemorragia cerebral, segundo informações do site TMZ. De acordo com pessoas ligadas à família do músico, ele sofreu uma hemorragia cerebral ao cair em seu estúdio algumas semanas atrás, no entanto, a sua saúde não melhorou. Até então, a informação que se tinha era que o músico estava vivo por conta de ventilação, ou seja, por intermédio de aparelhos, além disso, ele não apresentava nenhum sinal de melhora. E a triste confirmação de seu falecimento saiu na noite desta quinta-feira, dia 16 de outubro. Acidente e shows cancelados Após uma queda de Frehley e os cancelamentos de shows subsequentes, a conta oficial do músico na redes sociais, informou: “Ele está bem, mas contra sua vontade, seu médico insiste que ele se abstenha de viajar neste momento”. Isso foi em 25 de setembro. Uma semana depois, uma segunda nota saiu, afirmando o seguinte: “Devido a alguns problemas médicos em andamento, Ace tomou a difícil decisão de cancelar o restante de suas datas de 2025”. Carreira O músico foi um dos membros fundadores do KISS ao lado de Gene Simmons, Paul Stanley e Peter Criss. Ele tocou guitarra com o grupo entre os anos de 1973 a 1982. Frehley deixou a banda mais quente do mundo por diferenças criativas e por problemas com álcool e drogas. Ao longo das décadas, Ace seguiu em carreira solo e também fundou a banda Frehley’s Comet. Ele voltou ao KISS por um breve período, que foi entre 1996 e 2002. Desde então, o SpaceMan se mantinha com o foco em seus próprios trabalhos. Via: Rockbizz

Duff McKagan rasga elogios a Isaac Carpenter, novo baterista do Guns N’ Roses: “O melhor que conheço”
Trocando uma breve ideia com a turma do Radioacktiva, o baixista Duff McKagan rasgou elogios a Isaac Carpenter, novo baterista do Guns N’ Roses. O músico é o substituto de Frank Ferrer, que emprestou seu talento ao grupo por 19 anos. “Adoro tocar com os caras com quem toco agora, com o Guns”, comemorou o rock star. “Temos um novo baterista, que é o Isaac. E, claro, temos Richard Fortus e Axl [Rose], Melissa [Reese] e Dizzy [Reed]. Aprendo muito com eles. Eu observo, aprendo e absorvo o talento deles. Tento aprender algo com esse processo”. Duff continuou: “Eu conheço o Isaac desde os 19 anos. Ele está com 45 agora. Eu o conheci quando ele estava na banda Loudermilk. Eles estavam prestes a fazer sucesso. Todo mundo achava que eles eram ótimos. Eles lançaram um disco pela Interscope, mas nada realmente aconteceu para eles”. “Então, Isaac e eu começamos a trabalhar junto no Loaded, além disso, nós chegamos a fazer uma turnê junto”, recordou. “Depois, ele começou a tocar com Adam Lambert e Awolnation e nos discos do Tool. Ele toca em muitas coisas. Isaac é simplesmente o melhor baterista que eu conheço. Quando nós estávamos testando bateristas, eu disse para colocar Isaac lá. Somos a banda favorita dele, então ele conhece todas as músicas melhor do que nós”, concluiu McKagan. Assista o bate-papo na íntegra no tocador a seguir: O Guns N’ Roses está na América Latina com a turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. O giro ainda vai passar pela Argentina, Peru, México e Brasil. Em nosso país, os shows vão rolar nas cidades de Florianópolis, São Paulo, Curitiba, Cuiabá e Brasília. Via: Rockbizz

Ace Frehley (KISS) está vivo por ajuda de aparelhos após sofrer uma hemorragia cerebral
Triste notícia aos fãs do KISS! O eterno SpaceMan, Ace Frehley, está vivo por ajuda de aparelhos após sofrer uma hemorragia cerebral, segundo informações do site TMZ. De acordo com pessoas ligadas à família do músico, ele sofreu uma hemorragia cerebral ao cair em seu estúdio algumas semanas atrás, no entanto, a sua saúde não melhorou. A informação que se tem é que sua ventilação é por intermédio de aparelhos e não há nenhum sinal de melhora. A família do guitarrista está considerando desligar o suporte nesta quinta-feira à noite. Após a queda de Frehley e os cancelamentos subsequentes, a conta oficial do músico, em 25 de setembro, informou: “Ele está bem, mas contra sua vontade, seu médico insiste que ele se abstenha de viajar neste momento”. Uma semana depois, uma segunda nota saiu, afirmando o seguinte: “Devido a alguns problemas médicos em andamento, Ace tomou a difícil decisão de cancelar o restante de suas datas de 2025”. O músico foi um dos membros fundadores do KISS ao lado de Gene Simmons, Paul Stanley e Peter Criss. Ele tocou guitarra com o grupo entre os anos de 1973 a 1982. Frehley deixou a banda mais quente do mundo por diferenças criativas e por problemas com álcool e drogas. Ao longo das décadas, Ace seguiu em carreira solo e também fundou a banda Frehley’s Comet. Ele voltou ao KISS por um breve período, que foi entre 1996 e 2002. Desde então, o SpaceMan se mantinha com o foco em seus próprios trabalhos. Via: Rockbizz

Eddie Van Halen era um ótimo guitarrista, mas um péssimo professor, segundo Wolfgang
Eddie Van Halen, assim como Jimi Hendrix, foi um divisor de águas no universo da guitarra. O nível criativo do holandês era algo que transcendia as limitações do próprio instrumento, pois ele fazia a sua Frankenstrat cantar, literalmente. Mas, mesmo com toda habilidade e criatividade, Eddie não era um bom professor. E quem disse tamanho absurdo? Bem, foi Wolfgang Van Halen, pimpolho de Eddie. Batendo um papo com o pessoal da Guitar.com, o rapaz falou sobre o assunto e lembrou que seu pai, inclusive, pediu para que Paul Gilbert (Mr. Big e Racer X) lhe desse algumas aulas. “Meu pai era um ótimo guitarrista, mas era um péssimo professor de guitarra – ele mesmo diria isso”, disparou Wolfgang. “Ele até ligou para Paul Gilbert uma vez e perguntou se ele me daria umas aulas. Paul riu muito! Isso só mostra como ele se sentia em relação a ser professor”. “Ele dizia: ‘Faça assim mesmo’. Bem, assim como? Você estava em um nível tão diferente, que nem pensava da mesma forma”, pontuou o herdeiro de Eddie. “Quando se trata do meu pai, as pessoas sempre falam sobre o tapping, a fritação e coisas assim, mas acho que o que ele me ensinou é que melodia é música”, observou. “Se você consegue cantarolar, se consegue pensar e cantar, esse é o melhor tipo de solo. E é por isso que eu amo o trabalho de Aaron [Marshall]”. “Mas, sim, acho que a habilidade dele de não só ser um guitarrista base incrível, mas também de mesclar melodia com a técnica, sem nunca deixar a melodia cair, é algo muito importante como músico. Embora desfiar escalas seja tecnicamente impressionante, é meio que um tédio artístico”, concluiu Wolfgang. O novo álbum de Mammoth, The End, sairá no dia 24 de outubro pela BMG. O trabalho estará disponível em CD, vinil preto, vinil colorido e digital (download e streaming). Para promover a trabalho, a banda liberou os clipes de The Spell e The End. Assista nos players logo abaixo: Via: Rockbizz

David Draiman ainda está enfrentando reação negativa por assinar uma bomba israelense: “Disturbed é união”
Toda reação gera uma reação, isso é um fato inalterável! Porém, algumas pessoas não querem e não conseguem lidar muito bem com os desdobramentos de suas ações. Pegamos como exemplo o caso de David Draiman, que “autografou” uma bomba que foi jogada em civis em Gaza. Esse lamentável episódio aconteceu em junho de 2024, quando o rock star visitou Israel e as Forças de Defesa de Israel (IDF). Ele assinou um projétil de artilharia com a frase: “Foda-se o Hamas”. A motivação para sua atitude foi o triste evento de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza. Desde então, o Disturbed vem lidando com problemas como cancelamento de show – vide o show da Bélgica – e muitas vaias ao vivo ao seu cantor, como aconteceu, inclusive, no Back to the Beginning, evento em tributo a Ozzy Osbourne e Black Sabbath. Como David Draiman ainda está enfrentando reação negativa por assinar uma bomba israelense, ele se manifestou durante show no Ziggo Dome em Amsterdã, Holanda, o qual rolou na última terça-feira, 14 de outubro. O vocalista disse: “Em vez de ouvir as pessoas que não param de falar sobre tudo o que as deixa bravas o tempo todo, vamos dizer a vocês, da nossa própria boca, como nos sentimos. Nós, do Disturbed, somos todos a favor da união, ok? Somos todos a favor, não importa quem você seja, não importa qual seja sua trajetória de vida, não importa de onde você venha, não importa quanto dinheiro tenha no seu bolso, você é bem-vindo a esses shows”. Ele acrescentou: “Os conflitos que estão acontecendo neste mundo não nos definem, porque neste lugar não há conflito algum. E não importa se você é chinês ou taiwanês. Não importa se você é indiano ou paquistanês. Não importa se você é israelense ou palestino. Todos são bem-vindos em nossa casa sempre que subimos ao palco”. O cantor norte-americano encerrou seu discurso pedindo que o público desse as mãos e as levantassem em sinal de solidariedade e união. Todavia, durante a sua fala, o vocalista não mencionou explicitamente a foto em que aparece assinando uma bomba das Forças de Defesa de Israel (IDF) que instigou a polêmica em torno dele e da banda. A turnê europeia do Disturbed, que é em comemoração aos 25 anos de seu álbum de estreia, The Sickness, segue adiante, com agenda até o final deste mês. Via: Rockbizz
Somente as baratas e os metaleiros vão sobreviver ao apocalipse nuclear, brinca Johannes Eckerström (Avatar)
O frontman do Avatar, Johannes Eckerström, concedeu uma breve entrevista ao programa de rádio espanhol RockFM e comentou sobre a popularidade do heavy metal. Na conversa, o cantor sueco ainda brincou que, após um apocalipse nuclear, somente as baratas e os metaleiros vão sobreviver, ou seja, o estilo jamais morrerá. “Eu não acredito que a popularidade do heavy metal venha diminuindo ao longo dos anos. Eu diria que é o oposto! Quando vejo o Gojira abrir os Jogos Olímpicos, quando vejo o quão grande uma banda como o Lorna Shore pode se tornar, sinto que está indo tão bem quanto sempre. Às vezes ele se torna um pouco mais moderno. Às vezes, uma banda captura o zeitgeist e recebemos um pouco mais de atenção”. Johannes continuou: “No entanto, no meio disso, temos um ao outro no mundo do metal e nunca realmente desaparecemos. A natureza rebelde e todas as qualidades do metal sempre farão um certo tipo de pessoa encontrar grande utilidade e prazer no estilo. Então, nesse sentido, não vejo isso indo a lugar nenhum. Aliás, um jornalista musical sueco escreveu um livro, acho que no início dos anos 2000, sobre a cultura dos fãs, e cada capítulo era sobre um estilo e tal. Teve um capítulo com o foco no heavy metal. Esse capítulo começa com a citação: ‘Depois que o grande apocalipse nuclear acontecer e tudo estiver morto, haverá duas espécies vivas ainda vivas: baratas e metaleiros’”. “Às vezes, o estilo explode e ganha um pouco mais de atenção, o que é ótimo. Mas, no fundo, nós mantemos isso vivo, não importa quanta atenção do grande público recebamos”, finalizou o cantor. O Avatar lançará seu décimo álbum de estúdio, Don’t Go In The Forest, em 31 de outubro pela Black Waltz Records. Via: Rockbizz

Samuel Rosa disponibiliza a faixa Tudo Agora com participação de Duda Beat
Dando continuidade ao lançamento do álbum Rosa Sessions, o Samuel Rosa disponibilizou a segunda faixa do projeto. Tudo Agora, que já está em todas as plataformas digitais, contou com a participação especial de Duda Beat. Veja o clipe da música, o qual teve cenas gravadas no Sonastério, em Minas Gerais: Sobre Tudo Agora, Samuel disse: “Eu queria que a música caminhasse para outro lado e a banda trouxe um lado mais hip hop. Tem um pouco também da soul music dos anos 70 e pegou também um tempero mais black music, com uma batida mais moderna”. “Gravar com a Duda é um sonho antigo, que ainda não tinha se concretizado somente por conta de agenda. Eu acho essa faixa mais dentro da praia dela porque é uma música com uma letra que remete ao flerte, à malícia. Achei a cara dela e fiquei muito feliz quando ela aceitou o convite”, completou. Samuel destacou também o fato de Duda ser de uma geração e uma região diferente da dele e que essa aproximação é muito saudável e produtiva. “Temos viés musicais diferentes e dialogar com artistas que não são do mesmo segmento é importante demais pra mim. Além disso, eu tenho uma admiração grande por ela, pela cantora e compositora que ela é”. O Rosa Sessions é um projeto especial que traz gravações audiovisuais das dez canções do Rosa, primeiro álbum solo de Samuel Rosa. As imagens foram gravadas no estúdio Sonastério, com as montanhas de Minas Gerais como cenário, e três das faixas chegam como uma participação especial. A primeira delas, Não Tenha Dó, saiu em agosto e contou com a participação de Seu Jorge. Via: Rockbizz

David Draiman (Disturbed) toma as dores de Bono em briga contra Roger Waters
O vocalista do Disturbed, David Draiman, não pode ver uma treta que logo se coça todinho com vontade de se meter. Mesmo que o assunto não seja de sua alçada e não tenha nada a ver com ele, o cantor faz questão de se meter e, vez ou outra, passar uma vergonha. Recentemente, David Draiman tomou as dores de Bono em briga contra Roger Waters. Para quem não lembra ou não sabe, o ex-Pink Floyd criticou o vocalista do U2 durante uma entrevista ao canal Al Jazeera em fevereiro de 2024. Roger o chamou de “um enorme merda”, além disso, descreveu a homenagem de Bono às vítimas israelenses como uma das coisas mais repugnantes que já viu em sua vida. A crítica foi direcionada às ações de Bono durante um show do U2 em Las Vegas em 2023. Na execução de Pride (In The Name of Love), o cantor alterou a letra para fazer referência ao triste evento de 07 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza. Dias atrás, via X (antigo Twitter), Draiman escreveu: “Ei, Roger Waters, Bono do U2 tem mais honra, integridade e decência em seu coração do que você jamais terá em todo esse seu corpo cheio de ódio. Mantenha o nome dele longe da sua boca imunda que odeia judeus”. Hey @rogerwaters #Bono of @U2 has more honor, integrity, and decency in his heart than you will ever have in that entire hate filled body of yours. Keep his name out of your filthy Jew hating mouth. 🖕🏻 — David Draiman 🟦🎗️🇺🇸🇮🇱✡️☮️ (@davidmdraiman) October 9, 2025 Waters não respondeu aos insultos e provocações David, que segue afundando o Disturbed em suas ideologias a ponto da banda ter show cancelado – saiba mais sobre este caso aqui. Via: Rockbizz

Back To The Beginning deve se tornar um evento anual em tributo ao Príncipe das Trevas
O Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira em 05 de julho, no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. Por si só o evento, que levou o nome de Back To The Beginning, foi um marco para a cena heavy metal. Contudo, ele ficou ainda mais especial porque foi último show da vida de Ozzy Osbourne. O cantor faleceu no dia 22 de julho, aos 76 anos. E o Back To The Beginning deve se tornar um evento anual em tributo ao Príncipe das Trevas, de acordo com informações do jornal inglês Mirror. O periódico apurou que foi feito um pedido de registro da marca Back To The Beginning para atuação nos Estados Unidos. O registro está sob a categoria “serviços de entretenimento na natureza de performance musical ao vivo”. Documentos legais protocolados pela holding Monowise Ltd também buscam proteção legal para produtos com a marca. Um pedido semelhante será feito no Reino Unido. É importante ressaltar que a criadora do evento, a empresária e viúva de Ozzy, Sharon Osbourne, ainda não se manifestou oficialmente sobre a possibilidade de Back To The Beginning se tornar um evento anual. Mas, como dizem os mais antigos, onde há fumaça há fogo, portanto, é possível que o festival venha a fazer parte do calendário anual dos grandes eventos musicais. Nos resta aguardar e torcer para que o tributo ao saudoso Madman se torne regular. Via: Rockbizz

Adrian Smith conta como foi o primeiro show do Iron Maiden no Rock In Rio: “Um pouco caótico”
A primeira vez que o Iron Maiden se apresentou no Brasil foi no dia 11 de janeiro de 1985, no Rock In Rio. A banda descobriu a força dos fãs sul-americanos naquele dia, no qual tocou para um público de 350 mil fãs fiéis, em promoção ao álbum Powerslave (1984). Os integrantes do banda também sentiram o calor dos fãs, pois muitas pessoas ficaram na porta do hotel esperando para algum contato com as estrelas do heavy metal. Trocando uma ideia com o pessoal da revista Metal Hammer, o guitarrista Adrian Smith contou como foi o primeiro show do Iron Maiden no Rock In Rio. “É muito difícil fazer qualquer coisa no Rio porque os fãs são muito apaixonados”, analisou o músico. “Até mesmo no primeiro Rock In Rio, eles ficavam do lado de fora do hotel, e nós não podíamos sair. Mesmo quando sentávamos na varanda do hotel para tomar café da manhã, havia pessoas nos prédios tirando fotos e olhando para você com binóculos”, lembrou. Smith pontuou: “O festival não foi tão bem organizado como é agora! Naquela época era um pouco caótico”. “Nós estávamos em turnê pelo estado de Nova York no inverno e havia 3 metros de neve por todo lado. Depois, fomos para o Rio, estava muito calor e estávamos curtindo a festa. Mas, quando voltamos, ficamos doentes imediatamente. Mas o Rock In Rio foi um acontecimento muito emocionante”, finalizou o guitarrista. A parte boa é que o Iron Maiden não ficou traumatizado com a reação dos fãs e, desde então, fez do Brasil uma rota frequente de suas turnês. Além da World Slavery Tour, a banda trouxe outras treze turnês ao nosso país. E tudo indica que a décima quarta será no ano que vem, com a Run for Your Lives Tour. Via: Rockbizz

Anika Nilles, nova baterista do Rush, reage à atenção do público: “Estou grata pelo apoio”
Anika Nilles, a baterista escolhida para substituir o falecido e saudoso Neil Peart no Rush, está vendo sua vida mudar da água para o vinho! Desde que saiu o seu nome como sucessora de Neil, a alemã está sentindo na pele as manifestações dos fãs da banda. Pelas redes sociais, Anika reagiu à atenção do público. Ela escreveu: “Os últimos dias foram bem intensos. Tenho certeza de que muitos de vocês sentem o mesmo. Eu quero aproveitar este momento para agradecer sinceramente Geddy [Lee] e Alex [Lifeson] pela confiança e por me receberem nesta nova e incrível jornada com o Rush. Também não quero perder a chance de dar as boas-vindas a todos os novos rostos aqui presentes e agradecer por suas palavras gentis e de mente aberta. Elas realmente significam muito! Ao mesmo tempo, sou profundamente grata a todos que acompanharam e apoiaram minha jornada ao longo dos anos. Estamos todos juntos nisso agora, e eu não poderia estar mais animada com o que está por vir”. A turnê de reunião do Rush passará pelo Canadá, Estados Unidos e México em 2026. O grupo, que já tem sete shows no radar, começará o giro no dia 07 de junho de 2026 no The Kia Forum, em Los Angeles, Estados Unidos. Via: Rockbizz

Roger Waters ri e debocha do Nobel da Paz de María Corina Machado: “Ela não tem nada a ver com a paz”
A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, 58, ganhou o Nobel da Paz, durante uma cerimônia no último domingo, 13 de outubro. É muito importante esclarecer que honraria é concedida a pessoas ou organizações que tenham realizado o maior ou o melhor trabalho em prol da fraternidade entre as nações, pela abolição ou redução de exércitos permanentes e pela realização e promoção de congressos de paz. Apesar de ser uma voz que denuncia constantemente a corrupção e as violações aos direitos humanos na Venezuela, o seu prêmio foi durante criticado por Roger Waters. O ex-Pink Floyd riu e debochou do Nobel da Paz de María Corina Machado e afirmou que ela não tem nada a ver com a paz. “María Corina Machado, o comitê norueguês do Nobel da Paz decidiu te dar o Nobel da Paz de 2025”, começou o britânico com ar irônico. “[Alfred] Nobel deve estar se revirando no túmulo! Eu sei que ele inventou a dinamite, então, devia ser um completo cuzão. Mas vocês deveriam dar esse prêmio a Donald Trump, o que não é menos absurdo. Coloquem-se em seus lugares! Parem de se comportarem como seres humanos. Comecem a se comportarem como pessoas de baixo QI [Quociente de Inteligência]. Corina Machado é uma cuzona. Ela não tem nada a ver com a paz”. Waters continuou com o tom inflamado: “Eu sei que vocês não ligam para a paz, também! Vocês deram o Nobel da Paz a Henry Kissinger [ex-Secretário de Estado e Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos]. Vocês estavam ventilando a ideia de dar o prêmio a Donald Trump, que é um cara que não tem nada a ver com a paz”. “Paz é sobre expressar a verdade e o amor para todos os nossos irmãos e irmãs de todo o mundo, e é sobre apoiar a ideia universal de direitos humanos igualitários a todos os nossos irmãos e irmãs de todo o mundo. Então, por que não começamos com os nossos irmãos e irmãs da Palestina? Sabemos que esse plano de paz com o envolvimento do merda do Tony Blair é uma loucura. Vocês estão loucos, mas tudo bem. Espero que em um admirável novo mundo vocês estejam presos em um confortável e limpo hospício”, finalizou Roger com mais deboche. Via: Rockbizz

Choques elétricos e sequestro estão entre os perrengues que o Cradle Of Filth passou na turnê pela América Latina e Central
Nos últimos tempos, o Cradle Of Filth está passando por um verdadeiro inferno astral. Durante turnê pela América do Sul, o grupo britânico perdeu dois integrantes – a vocalista e tecladista Zoë M. Federoff e o guitarrista Marek “Ashok” Šmerda. Além disso, o grupo inglês precisou cancelar duas apresentações por problemas técnicos nas casas de show. Recentemente, pelas mídias sociais, o vocalista e líder do Cradle Of Filth, Dani Filth, fez a lista de todos os perrengues que passou na turnê pela América Latina e Central. “Faz pouco mais de uma semana que o Cradle Of Filth retornou da turnê The Screaming of the Americas pela América do Sul e Central. O jet lag está finalmente passando. É ótimo estar de volta em casa para a temporada de outono com os entes queridos. E é bom relembrar com nostalgia as seis semanas que passamos navegando em nossa mais recente aventura. Houve alguns pontos baixos e obstáculos para contornarmos ao longo do caminho, mas a maior parte da turnê foi uma experiência incrível e, o melhor de tudo, conseguimos visitar alguns lugares realmente lindos e tocar para um grande número de fãs”. Dani continuou listando as coisas que aconteceram ao longo da tour, que vão de fotos com os fãs até sequestro. “Houve duas substituições, dois dentes quebrados, um passaporte perdido, muitos problemas de barriga causados por tacos, muitos hotéis, muitos aeroportos e voos, um dia de folga de verdade em seis semanas, algumas experiências de quase morte, um colapso, quatro tatuagens, um piercing no mamilo, muitas ligações de lobby de manhã cedo, seis choques elétricos, um sequestro, um pneu sabotado, dez mil cafés sul-americanos fortes, muitos autógrafos e vinte e três shows ao vivo”. “Muito obrigado aos milhares de fãs fervorosos que vieram nos ver por toda a América do Sul, América Central e México. Nós voltaremos! E estamos de volta – após uma semana tranquila de folga – para atiçar as chamas em nossa próxima excreção musical”, concluiu o cantor. Via: Rockbizz

Kelly Hansen faz seu último show com o Foreigner; assista
O vocalista Kelly Hansen fez seu último show com o Foreigner no sábado, 11 de outubro, no Hard Rock Live at Etess Arena em Nova Jersey, Estados Unidos. Hansen estava visivelmente emocionado durante seu discurso de despedida e agradeceu seus companheiros de banda, empresário, fãs e esposa antes do Foreigner tocar I Want to Know What Love Is. “Obrigado a todos por todo o apoio”, disse ele. “Estou neste ramo há, acho, 48, 49 anos. Dediquei meu tempo. Passei 20 anos com esta banda fantástica cantando um repertório de músicas que um cantor jamais poderia sonhar. E obrigado”. Hansen, que se juntou ao Foreigner em 2005, passará o microfone para Luis Maldonado, que atua como multi-instrumentista no grupo desde 2021. Maldonado assumiu os vocais principais durante a recente turnê do Foreigner pela América Latina, quando Hansen teve que ficar de fora devido a problemas de residência. Confira o show completo e setlist abaixo: Setlist: 1. “Double Vision”2. “Head Games”3. “Cold as Ice”4. “Waiting for a Girl Like You”5. “Dirty White Boy”6. “Feels Like the First Time”7. “Starrider”8. “Urgent” (Luis Maldonado no vocal)9. Keyboard solo10. Drum solo11. “Juke Box Hero” (Luis Maldonado no vocal) Bis:12. “I Want to Know What Love Is” (com Oakcrest High School Thespian Society)13. “Hot Blooded” Via: Rockbizz

Rage Against The Machine causou caos e fez a Bolsa de Valores dos EUA fechar com o clipe de Sleep Now in the Fire
Rage Against The Machine chegou na cena heavy metal causando alvoroço – para o bem e para o mal. Teve gente que curtiu o rap metal cheio de suingue do quarteto – Zack de la Rocha (vocal), Tom Morello (guitarra), Tim Commerford (baixo) e Brad Wilk (bateria) – e teve gente que odiou com todas as suas forças. O conteúdo lírico do grupo era uma pedra no sapato das autoridades e dos grandes nomes da política e mercado financeiro. Conscientizar os fãs e tentar promover mudanças sociais eram duas de suas bandeiras. Um dos episódios mais marcantes do conjunto foi no final dos anos 90, quando lançou o álbum The Battle of Los Angeles. Quando os músicos foram gravar o clipe de Sleep Now In The Fire, que teve a direção do ativista Michael Moore, o bicho pegou e feio. O cineasta teve a brilhante ideia colocar a banda tocando na escadaria da Bolsa de Valores de Nova York durante a semana de abertura da campanha presidencial dos EUA, em 26 de janeiro de 2000. “A música deles é sobre os males do nosso sistema econômico”, explicou Moore em conversa com a revista Interview. “Ela fala sobre a era de ganância em que vivemos. Então, eu tive algumas ideias”. O diretor obteve uma autorização para a banda se apresentar na escadaria federal, mas não na calçada em frente. Mesmo assim, Michael pediu para a banda subir na escadaria e tocar. Ele ainda disse para os caras não se importarem com o que viesse acontecer e que o importante era não parar de tocar. O diretor contou: “Uma multidão saiu das corretoras e bancos onde os negócios dos EUA são feitos diariamente. A polícia também apareceu. Eles ordenaram que o show improvisado parasse, mas antes que tivéssemos a chance de parar, quatro policiais me atacaram e me colocaram em uma daquelas celas que a gente vê em programas como Cops. Um tentou quebrar meu braço, o outro me estrangulou”. Tom Morello continuou narrando a história: “A polícia arrancou os cabos dos amplificadores e tirou as baquetas de Brad Wilk enquanto levava embora Michael. Mesmo assim, ele falou para a gente tomar a Bolsa de Valores. Então, enquanto Mike estava sendo arrastado e algemado, como vocês veem no vídeo, corremos para a Bolsa de Valores de Nova York”. Moore acrescentou: “A polícia estava tão distraída me levando preso, que não conseguiu alcançar a banda, que havia passado pelo primeiro conjunto de portas duplas. Naquele momento, alguém deve ter apertado o botão de protesto dentro da Bolsa de Valores, porque aqueles grandes portões de aço caíram em frente ao segundo conjunto de portas duplas. Pela primeira vez, pelo que se lembra, a Bolsa de Valores de Nova York entrou em lockdown uma hora antes do horário oficial de fechamento”. A ação da banda e do diretor do vídeo virou notícia em todos os jornais e ganhou a desaprovação de gente como George W. Bush. O fechamento do maior símbolo do capitalismo, que é a Bolsa de Valores dos EUA, foi como um murro na vaidade e bolso dos donos do dinheiro. “Em retrospecto, parecia uma vitória histórica contra o mal”, refletiu Tom. “Foi um ato rock n’ roll espetacular e histórico que fizemos. Não se fazem mais ações como essa”. Via: Rockbizz

“Rock In Rio é uma bosta; Rock In Rio é o túmulo do rock”, afirma Lobão
Na segunda edição do Rock In Rio, em 1991, Lobão ia começar os trabalhos no dia dedicado ao heavy metal, que tinha uma programação bem diversificada, com Sepultura, Megadeth, Judas Priest, Queensrÿche e Guns N’ Roses. O músico carioca, entretanto, durou pouquíssimo no palco – poucos minutos, na verdade – pois foi vaiado e xingado pelos metaleiros. Ele ainda foi vítima de várias garrafas e latas de xixi que foram atiradas em sua direção. Desde então, o músico não perde uma oportunidade para falar mal do evento. Dias atrás, batendo um papo com o jornalista e apresentador Benjamin Back, do canal Benja Me Mucho, João Luiz Woerdenbag Filho partiu para cima do RIR e não economizou nas críticas contra os festivais. “Eu detesto festival”, disparou Lobão. “Festival é uma bosta! Rock In Rio é uma bosta! Eu já toquei lá. E olha que toquei no Hollywood Rock e fui eleito a única banda brasileira melhor do festival. E tinha Bob Dylan e Tears For Fears, mas, em primeiro lugar, vinha Lobão. Em segundo ficou Bob Dylan e terceiro Bon Jovi. Fui a primeira e única atração nacional que ganhou como a melhor atração de todo o festival. Um ano depois, eu toquei esse mesmo consagrado show no Rock In Rio e levei um monte de lata. Eu não consegui fazer uma única música”. O vocalista continuou dando a sua opinião sobre o que o levou a ganhar vaias do público do Rock In Rio. “O empresariado brasileiro desrespeita o artista brasileiro! Você vai para a Argentina, isso não vai acontecer lá, não. Mas, aqui no Brasil, o empresariado nos acha a mosca que posou no cocô do cavalo do bandido. E o pior! O artista brasileiro aceita. Desde 1985, no primeiro Rock In Rio, eles fazem um festival, que é um espetáculo e é a coisa mais anti rock n’ roll. O Rock In Rio é o túmulo do rock! Lollapalooza e The Town são umas porcarias! É uma miscelânea”. João Filho acrescentou: “As pessoas que estão envolvidas não entendem porra nenhuma. Todo mundo dá a bunda para fazer esses festivais. Não conheço um brasileiro que ficou com a carreira mais notória tocando nesses festivais. Quando deixei de tocar no Lollapalooza, eu fiz uma convocação e falei que só colocavam a gente porque tem uma lei no Brasil que obriga a colocar artista brasileiro. Se os artistas brasileiros tivessem vergonha na cara, eles não iriam e pediriam para renegociar com o festival. Mas ninguém tem culhão para fazer isso”. “Não toquei no Lollapalooza porque queria subir no palco às 18h, com a luz já funcionando, mas falaram que eu só tocaria às 14h. Não aceitei! Então, eu acabei criando o meu mundo paralelo. Só toco em teatro para um público de duas mil pessoas. Eu quero ter o contato direto com o meu público. Não estou rifando a minha carreira”, finalizou. Via: Rockbizz

Zakk Wylde abre o coração sobre a morte de Ozzy Osbourne: “Ele era o meu herói”
No dia 22 de julho, as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, o eterno frontman do Black Sabbath. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Em conversa com o jornal Los Angeles Times, o guitarrista Zakk Wylde abriu o coração sobre a morte de Ozzy Osbourne. O guitar hero não se acanhou para afirmar que o eterno Príncipe das Trevas era o seu herói. “O que sempre me impressionou foi a força de vontade dele em seguir em frente. A questão do Black Sabbath, quando eles o mandaram embora, ele ficou sem saber o que fazer. Aí, ele teve uma segunda chance na vida com o Randy Rhoads. Mas Randy acabou morrendo. Ou seja, ele ficou de pé, mas, de repente, o tapete foi puxado novamente”. Wylde continuou: “Mas ele continuou seguindo em frente e foi inacreditável. Eu não sei quantas vezes no palco a voz dele ficou ruim. Eu até pensava que a gente ia precisar remarcar alguns shows, mas ele seguia em frente. Eu rezava o máximo que podia para que ele superasse aquilo. E quando a gente chegava em War Pigs, ele arrasava. Portanto, eu sempre senti que ele era meu herói também por sua resistência. Mesmo no último show, ele se forçou a fazê-lo”. “Mas ele conseguiu fazer o show. Ele tinha aquela coisa de não desistir. Depois desse show, eu mandei uma mensagem para ele, falei que ele nunca desistia. Ele foi ótimo nesse show”, finalizou o guitarrista. Back to the Beginning No começo de julho, o Black Sabbath, na configuração de sua formação original, a qual consiste em Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria), fez a sua derradeira apresentação da carreira no Villa Park em Birmingham, Inglaterra. O Príncipe das Trevas, que vinha travando uma grande luta para estabilizar sua saúde, também usou o evento para dar adeus aos fãs e fazer valer as palavras “No More Tours” – algo como “Sem Mais Turnês”. O festival teve a presença de nomes como Metallica, Tool, Slayer, Pantera, Lamb of God, Anthrax, Billy Corgan (The Smashing Pumpkins), Jake E. Lee (ex-Badlands, ex-Ozzy Osbourne), Tom Morello (Rage Against The Machine), Fred Durst (Limp Bizkit), Jonathan Davis (Korn) e muitos outros. Via: Rockbizz

Eloy Casagrande garante que o Slipknot está criando música nova: “Estamos cozinhando”
O baterista Eloy Casagrande (ex-Sepultura) é membro do Slipknot desde o começo de 2024. O fato é que o brasileiro elevou muito o nível técnico da banda e a brutalidade ao vivo do som dos caras. Em estúdio, no entanto, Long May You Die foi o único caldo dessa parceria até o momento. Mas, de acordo com Casagrande, eles estão em estúdio criando música. O músico falou de forma breve sobre o assunto em entrevista a Ollie Winiberg, do canal Drummer’s Review. “O que posso dizer agora é que estamos cozinhando, estamos fazendo músicas novas, com certeza. Desde que entrei na banda, estamos trabalhando em algumas ideias novas. Continuamos trocando riffs de guitarra, batidas de bateria, então estamos sempre fazendo alguma coisa”. “Também tivemos algumas jam sessions. Então, temos muito material agora. Só precisamos sentar e juntar tudo, começar a improvisar, e está acontecendo. E vai acontecer no futuro. Então, material novo está chegando, com certeza”, finalizou Eloy. Vale explicar que Long May You Die teve a sua gravação durante algumas das primeiras sessões com Casagrande. Isso rolou há cerca de um ano e meio atrás. A canção ainda não chegou ao mercado. Via: Rockbizz

Rob Zombie anuncia novo álbum The Great Satan e libera primeiro single Punks And Demons
A lenda do heavy metal, cineasta renomado e ícone da cultura pop Rob Zombie está de volta com seu oitavo álbum de estúdio, intitulado The Great Satan, que será lançado no dia 27 de fevereiro pela Nuclear Blast Records. Após o sucesso de seu álbum que alcançou o Top 10, The Lunar Injection Kool Aid Eclipse Conspiracy (2021), Zombie retorna às suas raízes iniciais de Hellbilly, trazendo um verdadeiro massacre de hinos que misturam punk com heavy rock/metal. Hoje, foi lançado o primeiro single do álbum, Punks And Demons, acompanhado de um videoclipe dirigido pelo próprio Zombie. Confira abaixo: The Great Satan já está disponível para pré-venda em uma variedade de formatos, incluindo uma edição limitada com box especial e itens de vestuário. Confira em robzombie.bfan.link. Tracklist de The Great Satan: 01. F.T.W. 8402. Tarantula03. (I’m a) Rock ‘N’ Roller04. Heathen Days05. Who Am I06. Black Rat Coffin07. Sir Lord Acid Wolfman08. Punks And Demons09. The Devilman10. Out of Sight11. Revolution Motherfuckers12. Welcome To The Electric Age13. The Black Scorpion14. Unclean Animals15. Grave Discontent Via: Rockbizz

Living Colour celebrará 40 anos com turnê pelo Brasil em 2026
Em 2026, a banda Living Colour desembarcará na América Latina para a aguardada turnê The Best of 40 Years Tour. No Brasil, as apresentações acontecerão nos dias 26/02 em Porto Alegre, 27/02 em São Paulo, 28/02 no Rio de Janeiro e 01/03 em Curitiba, além de shows em cidades da Argentina e Chile. A turnê celebra quatro décadas de inovação musical, letras de forte impacto social e sucessos que marcaram gerações. Formado em Nova Iorque em 1984 pelo guitarrista Vernon Reid, o Living Colour sempre foi reconhecido por romper barreiras sonoras, misturando rock, metal, funk, jazz, punk e hip-hop de forma única. A banda ganhou projeção mundial após ser descoberta por Mick Jagger, que não apenas apresentou o grupo ao grande público como também os convidou para abrir shows do Rolling Stones, uma parceria que ajudou a impulsionar a carreira do quarteto em escala global. Atualmente, o Living Colour é formado por Corey Glover (vocais), dono de uma interpretação poderosa e presença de palco marcante; Vernon Reid (guitarra), responsável por riffs intensos e solos inovadores; Will Calhoun (bateria), que alia técnica e criatividade rítmica; e Doug Wimbish (baixo), músico renomado que, além de sua longa trajetória com o Living Colour, construiu uma carreira respeitadíssima como baixista de estúdio e de turnês, colaborando com nomes como Rolling Stones, Madonna, Jeff Beck, Seal, Annie Lennox, Joe Satriani, entre muitos outros. O grupo conquistou reconhecimento mundial com o álbum de estreia Vivid (1988), que trouxe hinos como Cult of Personality – vencedor do Grammy de Melhor Performance Hard Rock e até hoje um dos maiores clássicos do rock moderno. Em seguida, lançaram Time’s Up (1990), também premiado com Grammy, ampliando a sonoridade e a crítica social que sempre caracterizaram a banda. Trabalhos posteriores, como Stain (1993), Collideøscope (2003), The Chair in the Doorway (2009) e Shade (2017), consolidaram o Living Colour como uma banda que vai muito além da nostalgia, mantendo-se relevante e em constante evolução. Na turnê de 40 anos, os fãs poderão reviver momentos históricos com um repertório que passeia por toda a carreira, incluindo clássicos como Cult of Personality, Love Rears Its Ugly Head, Glamour Boys e Type, além de surpresas que reafirmam a vitalidade artística da banda. A produção promete uma experiência intensa, com som de alta qualidade, iluminação impactante e a energia inconfundível de quatro músicos que continuam a inspirar e desafiar convenções. LIVING COLOUR – THE BEST OF 40 YEARS TOUR: 22/02/2026 – Mendoza (ARG) @ 23 Rios Craftbeer24/02/2026 – Buenos Aires (ARG) @ C Art Media26/02/2026 – Porto Alegre (BRA) @ Opinião27/02/2026 – São Paulo (BRA) @ Tokio Marine Hall28/02/2026 – Rio de Janeiro (BRA) @ Sacadura 15401/03/2026 – Curitiba (BRA) @ Live Curitiba03/03/2026 – Santiago (CHI) @ Teleton Via: Rockbizz

Axl Rose exibe bandeira da Palestina em show do Guns N’ Roses na Colômbia
Muitos artistas e bandas da cena pop e rock já mostraram seus apoios ao povo palestino, que está sofrendo um massacre pelas forças militares de Israel. Nomes como Patti Smith, Dua Lipa, Roger Waters (ex-Pink Floyd), Coldplay, Peter Gabriel, Dave Matthews Band, Tom Morello (Rage Against the Machine) se manifestaram em prol do povo palestino. E tem mais um rock star engrossando essa lista! O vocalista Axl Rose exibiu a bandeira da Palestina em show do Guns N’ Roses na Colômbia. A apresentação aconteceu na última terça-feira, dia 07 de outubro, no Viva Claro. Na bandeira em que Rose estampou contava com a frase: “I don’t need your civil war” – “Eu não preciso de sua guerra civil”, em tradução livre. A frase faz referência ao hit Civil War, de Use Your Illusion II, de 1991. Veja a manifestação de Axl Rose logo abaixo: A turnê, que leva o nome de Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things, ainda vai passar pelo Chile, Argentina, Peru, México e Brasil. Em nosso país, os shows vão rolar nas cidades de Florianópolis, São Paulo, Curitiba, Cuiabá e Brasília. Via: Rockbizz

Cena musical deveria ser sobre talento e paixão e não sobre bobagens superficiais, analisa Jen Majura
Meses atrás, Jen Majura, ex-guitarrista do Evanescence, desistiu da carreira musical! A artista, que informou a difícil decisão pelas redes sociais, destacou que o perfil atual do mercado fonográfico foi decisivo para que ela optasse por tal caminho. Recentemente, em conversa com o apresentador Manoel Santos, do Ibagenscast, Jen forneceu mais detalhes sobre a sua radical decisão. Ela destacou que a cena musical deveria ser sobre talento e paixão e não sobre bobagens superficiais. “A ideia de deixar a cena musical não me veio à mente da noite para o dia, de jeito nenhum. Eu já pensava nisso antes mesmo da pandemia do coronavírus. Comecei a tocar com dezessete anos, estou com quarenta e dois hoje. E a vida muda muito ao longo desse tempo. Fazer shows é uma grande recompensa, mas sacrifiquei minha vida privada por todo esse tempo. Eu nunca tive uma vida privada. Sempre coloquei meu trabalho em primeiro lugar”. Majura acrescentou: “Mas a minha decisão foi uma combinação de várias coisas! A cena musical mudou muito e eu disse não a brincar de circo na roda de hamster. A cena musical deveria ser sobre talento e paixão e não sobre bobagens superficiais. É tudo sobre maquiagem, menos roupa que você usa e sobre o quanto você parece mais sexy. Fiquei doente com isso ao longo dos anos. As pessoas olham só para o visual, elas não ligam para música, criação e o sentimento. Além disso, não quero fazer papel de idiota só por gerar curtidas para despertar o interesse das pessoas em ouvir minha criação”. No player abaixo, você pode conferir todas as considerações de Jen Majura sobre a decisão de deixar a cena musical. Veja: Via: Rockbizz

Carrie Nuttall e Olivia, viúva e filha de Neil Peart, deram a benção para o Rush voltar aos palcos
Geddy Lee (baixo, teclado e vocal e Alex Lifeson (guitarra) vão se juntar a Anika Nilles (ex-Jeff Beck) para trazer o Rush de volta à vida. O grupo ficou onze anos fora de circulação e, até então, uma volta era carta fora do baralho cogitação. A história, no entanto, tomou uma reviravolta e a turnê de reunião, que levará o nome de Fifty Something, vai acontecer em meados do ano que vem, com shows nos Estados Unidos, Canadá e México. E vale ressaltar Carrie Nuttall e Olivia, viúva e filha de Neil Peart, deram a benção para o Rush voltar aos palcos. Elas se manifestaram em nota oficial. “Estamos felizes em apoiar a turnê Fifty Something, celebrando uma banda cuja música ressoou e inspirou fãs por gerações, e em honrar o legado extraordinário de Neil como baterista e letrista. A musicalidade de Neil era singular. Composições complexas e poderosas que expandiam o que o próprio ritmo podia expressar. Como baterista e letrista, ele era insubstituível. Inimitável em sua arte e incomparável na profundidade e imaginação que trazia às letras que inspiraram e comoveram tantas pessoas. Ele moldou profundamente a forma como os fãs se conectavam com ele e com a banda, dando voz e significado às suas próprias vidas. A banda entra neste novo capítulo, que promete ser verdadeiramente inesquecível. Estamos ansiosos para ver como sua nova visão se desenrola e para ouvir esta música lendária tocada ao vivo mais uma vez”. Além disso, no vídeo abaixo, Geddy e Alex refletem sobre as razões que os levaram a trazer o Rush de volta à vida. Veja: Via: Rockbizz

Fãs brasileiros inundam as mídias sociais do Rush pedindo shows em nosso país: “Venham pelo amor de Deus”
Nesta segunda-feira, dia 06 de outubro, os fãs de rock n’ roll acordaram com a notícia de que o Rush vai sair de seu sono de onze anos para uma nova turnê. O retorno será com a baterista alemã Anika Nilles no lugar de Neil Peart, que morreu em janeiro de 2020. A turnê, que receberá o nome de Fifty Something, passará por sete cidades nos EUA, Canadá e México, em meados de 2026. “Em 2026, meu melhor amigo Lerxst (também conhecido como Alex Lifeson) e eu vamos pegar a estrada mais uma vez para homenagear nosso passado e Neil, apresentando uma vasta seleção de músicas do Rush em algumas cidades”, escreveu Lee em nota. “Será uma tarefa nada fácil, porque, como todos sabemos, Neil era insubstituível”. Como era de se esperar, os fãs brasileiros estão inundando as mídias sociais do Rush pedindo shows em nosso país. A frase mais popular é: “Como to Brazil”. Alguns internautas ainda apelam escrevendo: “Venham pelo amor de Deus”. E como era de se esperar, os fãs brasileiros estão dominando o campo de comentários no Instagram, o que vai chamar a atenção da banda – para o bem ou para o mal. Veja: Via: Rockbizz