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Max Cavalera pesa a mão em relação a Inteligência Artificial: “Espero que possamos coexistir com isso”
Max Cavalera (Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) nunca escondeu a sua aversão aos avanços tecnológicos. O músico brasileiro, inclusive, já afirmou que não tem aparelho de celular e não se rende aos gadgets que estão tão presentes em nosso dia a dia. Em conversa com o canal RRBG Inc., Max pesou a mão em relação a Inteligência Artificial. Ele chegou a declarar que espera poder coexistir com essa tecnologia de forma harmoniosa. “Com a IA, você não consegue juntar pessoas como eu, Dino [Cazares – Fear Factory[, Chino [Moreno – Deftones] e Tom Araya [Slayer] para tirar um som legal disso. A IA nunca vai conseguir fazer isso. Nunca vai conseguir. Vão fazer uma cópia falsa, o que não é a mesma coisa. Eu não ligo para o que as pessoas dizem. Não é a mesma coisa, cara, e nunca vai ser”. O roqueiro completou: “A minha esperança é que possamos coexistir com isso! Esse é o meu desejo. Acho que algumas coisas nisso podem ser boas, se forem feitas da maneira correta. Acho que vamos aprender a coexistir com essa tecnologia de IA e ver aonde isso nos leva. Mas a alma da pessoa, isso é algo único. Seu coração, sua paixão, isso é algo humano, cara”. E por falar em Max Cavalera, no finalzinho de outubro, o Soulfly lançou o seu novo álbum, que leva o interessante nome de Chama. Este é o décimo terceiro disco de estúdio do grupo brasileiro e teve o lançamento pelo selo alemão Nuclear Blast Records. O trabalho teve sua gravação no Platinum Underground Studio, em Mesa, Arizona, por John Aquilino, engenheiro de som que já trabalhou com Max em diversas ocasiões. A produção ficou por conta de Zyon Cavalera e Arthur Rizk, com este último também responsável pela mixagem e masterização. Já a arte da capa ficou sob a tutela de Carletta Parrish. Chama está disponível em alguns formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (amarelo e vermelho), vinil picture disc e digital (download e streaming). Track listing de Chama: 01. Indigenous Inquisition02. Storm the Gates03. Nihilist04. No Pain = No Power05. Ghenna06. Black Hole Scum07. Favela / Dystopia08. Always Was, Always Will Be…09. Soulfly XIII10. Chama Via: Rockbizz

Ozzy Osbourne e Noel Gallagher: Os maiores “anti-Natal” do rock
Nem toda celebração de fim de ano é motivo de alegria para ícones do rock. Ozzy Osbourne, eterno Príncipe das Trevas, e Noel Gallagher, do Oasis, já expressaram publicamente seu desgosto pelo Natal, transformando-se em dois dos críticos mais contundentes da temporada festiva. A aversão de Ozzy Osbourne ao Natal é bem conhecida entre fãs e apareceu em destaque em uma montagem de momentos do especial de televisão Natal da família Osbourne, de 2003, em que ele reage de forma hilária e grosseira à decoração e às tradições natalinas, desde se debater com luzes de Natal até declarar sem rodeios: “Eu odeio o Natal”. O cantor afirmou repetidamente que prefere trabalhar nessa época do que participar das festividades, criticando o foco em compras e crianças que, a seu ver, domina o período. Uma das passagens mais emblemáticas do especial é a fala de Ozzy [transcrição via UCR]: “Sharon , acabei de ter um pesadelo horrível. Sonhei que era Natal”, diz ele à esposa no início do especial. Ela confirma que é, de fato, Natal. “Ah, droga”, responde ele. Até o Natal de 2024, o último em que Osbourne estava vivo, o vocalista do Black Sabbath seguiu com sua ideologia anti-Natal. “Eu odeio o Natal. Me irrita profundamente. Quando eu bebia e ficava bêbado, comprei um barril com 106 litros de bebida para mim. Bebi tudo antes da véspera de Natal”, disse em uma entrevista ao The Sun, na época. Noel Gallagher, cujo nome é a palavra Natal em francês Por outro lado, Noel Gallagher, cujo nome, por coincidência, lembra diretamente a palavra “Natal” em francês, foi ainda mais severo ao descrever a temporada como uma “mancha na sociedade”. Em entrevistas passadas, ele afirmou que tentou dar uma segunda chance à data depois de ver sua música “Half the World Away” ser usada em uma campanha natalina, mas concluiu que a festa era tediosa e exagerada, e criticou desde as músicas e anúncios até a obsessão pelo consumismo que circunda o feriado. “Eu odeio isso com todas as minhas forças. Os jingles… deixa eu fazer uma pausa aqui para dizer que adorei quando a John Lewis usou minha música em um comercial no Natal passado”, disse ele, em 2017. Gallagher também ressalta a ironia de sua situação: apesar de odiar o Natal, ele acabou associado a ele por causa da trilha sonora do anúncio de fim de ano — algo que, segundo ele, perpetua uma ligação indesejada entre sua música e a celebração que despreza. “Naquele momento, pensei: ‘Natal, sabe de uma coisa? Vou dar uma segunda chance ao Natal’. Sabe o que quero dizer? Dei uma segunda chance. Foi uma merda. Comida demais, suéteres ‘nós somos o mundo’ demais, apresentadores de TV, comerciais horríveis, o tempo horrível. Natal é uma merda. É tão chato que é inacreditável… Nós não somos o mundo, nós não somos as crianças. Natal é para idiotas.” [via UCR]. Enquanto muitos artistas exploram o espírito festivo em suas obras, Ozzy Osbourne e Noel Gallagher representam o lado crítico das datas comemorativas, provocando risos, polêmica e talvez incentivando o público a refletir sobre o que realmente significa essa época do ano. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne tinha aversão ao Natal: “Eu odeio o Natal, me irrita profundamente” Via: WikiMetal

Alex Skolnick afirma que Sharon queria um Zakk Wylde 2.0 e implodiu sua chance de tocar com Ozzy
Em meados dos anos 90, Ozzy Osbourne se cansou da aposentadoria, retomou as atividades com o álbum Ozzmosis e, claro, deixou os fãs bastante felizes. Para a tour do disco, o Madman estava em busca de alguns músicos no mercado; ele chegou a testar, por exemplo, Alex Skolnick, mas a possível união entre os artistas não vingou. Durante entrevista ao Talk Louder Podcast, Alex Skolnick afirmou que Sharon queria um Zakk Wylde 2.0 e implodiu sua chance de tocar com Ozzy. “Foi definitivamente um período de transição para o Ozzy. Zakk tinha saído, e acho que ele foi o guitarrista que ficou mais tempo na banda até então. Acho que eles também estavam meio que lidando com… Bem, os guitarristas do Ozzy sempre fizeram tão parte do show quanto o próprio Ozzy”. Alex continuou comentando sobre Joe Holmes, guitarrista que acabou ficando com a vaga de braço direito do Madman. “Só vou dizer que o cara que acabou saindo em turnê foi Joe Holmes. Eu nunca o conheci, mas se você assistir a vídeos daquela turnê, ele está meio que de lado e com pouca luz. Dá para perceber que eles estavam tentando tirar o foco do guitarrista. Quando o próximo álbum saiu, ele nem estava no disco”. Skolnick também refletiu em relação ao teste na banda de Ozzy e sobre as pretensões de Sharon, esposa e empresário do saudoso rock star. “Significou muito e de muitas maneiras. Me disseram que eles estavam mais felizes do que os testes com outros músicos, incluindo alguns nomes bem conhecidos. Ozzy me disse que eu estava contratado depois de um show. Mas, por fim, lembro que a única pessoa que não pareceu muito feliz foi Sharon Osbourne. Pelo que sei agora sobre a indústria do entretenimento, percebi que ela realmente queria substituir Zakk. Acho que ela gostava muito da imagem dele, aquele tipo de lenhador corpulento com a guitarra pendurada nos joelhos. E era com isso que ela estava acostumada naquela época. Eu adoro o Zakk, claro, mas o meu cara era o Randy Rhoads. Então, o cara que conseguiu a vaga não durou muito tempo. Ele voltou a tocar com Zakk tempos depois”. Ouça alguns registros amadores do único show que Alex Skolnick fez com Ozzy Osbourne. O espetáculo aconteceu no dia 06 de junho de 1995 no Rock City, que fica na cidade de Nottingham, Inglaterra. Via: Rockbizz

Oswaldo Vecchione (Made In Brazil) acha que o Iron Maiden faz música para criança
A oferta de bandas de rock n’ roll e heavy metal sempre foi vasta, portanto, som para todos os gostos! Além disso, existem grupos surgindo em vários países fora dos tradicionais Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha e contemplando as mais diferentes vertentes da música pesada. Seja do death metal ao blues rock, do thrash metal ao prog metal, do power metal ao black metal, do hard rock ao stoner, há produtos para todos os gostos, o que é ótimo para o ecossistema da cena como um todo. No entanto, o que é interessante aos ouvidos de um indivíduo pode não agradar o paladar de outra pessoa. É algo normal e não precisa causar estresse em ninguém. O baixista Oswaldo Vecchione, um dos fundadores do Made in Brazil, por exemplo, não curte o Iron Maiden. Em conversa com o jornalista e apresentador Benjamin Back, do canal Benja Me Mucho, ele falou que gosta dos lendários Led Zeppelin e ACDC, mas não consegue digerir a música do Iron Maiden. Sobre a banda de Steve Harris, Oswaldo disse: “Eu acho que eles fazem música para criança. Eu estou falando sério. Eu gosto de rock n’ roll. Eu respeito, lógico, tem que respeitar, porque é uma puta carreira linda, mas não me pega, musicalmente”. Benjamin o questionou se o quê circense é o empecilho para não curtir o trabalho dos caras. Ele respondeu o seguinte: “Não é pelo circo! Eu gosto de Alice Cooper. Alice Cooper mudou o meu jeito de encarar o rock profissionalmente”. Eis o trecho da entrevista em que Oswaldo Vecchione fala sobre as citadas bandas de rock e metal: Via: Rockbizz

Narnia lança versão de “Living Water” como presente de Natal aos fãs brasileiros
Narnia surpreende seus fãs da América Latina com um presente de Natal. A banda sueca de metal lançou nesta sexta-feira, 19, uma versão em português do single “Living Water”, do álbum Long Live The King, de 1998. Intitulada “Água Viva”, a nova versão conta com a participação do ex-vocalista Germán Pascual, que traduziu a canção, ao lado do atual frontman Christian Liljegren. Pascual foi o vocalista da banda no álbum Course ofa Generation (2009), e esta colaboração marca um reencontro sincero entre velhos amigos. Sobre a nova versão, o o tecladista Martin Härenstam comentou: “O Brasil tem um lugar especial em nossos corações. Depois de quatro turnês pela América Latina, nós do Narnia queríamos retribuir – uma canção noidioma dos nossos fãs incríveis”. LEIA TAMBÉM: Michael Sweet, do Stryper, dispara: “O ódio por essa banda vem do ódio a Deus” Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne tinha aversão ao Natal: “Eu odeio o Natal, me irrita profundamente”
Em uma entrevista ao The Sun, data em janeiro de 2025, o falecido Ozzy Osbourne lembrou como a época de Natal não lhe agrada. O vocalista do Black Sabbath, morto meses depois, em 22 de julho de 2025, aos 76 anos, disse que lutava para se manter sóbrio. Ele contou que costumava beber “28 Galões” de álcool para suportar esse período. O ícone do metal falou abertamente sobre seus vícios e como lidava com eles na época. Ele contou que começava a beber antes da véspera de natal para suportar as festividades. Chegava a tomar o equivalente a 224 copos, já que odiava o período. Na época, ele enxergava que esse comportamento era uma maneira de escapar, e minimizar a aversão pelo Natal. “Eu odeio o Natal. Me irrita profundamente. Quando eu bebia e ficava bêbado, comprei um barril com 106 litros de bebida para mim. Bebi tudo antes da véspera de Natal”, disse. O músico, também conhecido como príncipe das trevas, ainda contou que lutava todo dia pela sobriedade. Nos últimos anos, enfrentou diversos problemas de saúde, o que tornou essa batalha mais árdua ainda. Ele disse que apesar de não estar completamente sóbrio, por enfrentar problemas de saúde, se sentia tentado a usar drogas mais fortes. Ozzy terminou autobiografia poucos dias antes de morrer A autobiografia de Ozzy Osbourne, Last Rites, é a segunda e última do cantor. Lançada dia 7 de outubro, foi concluída poucos dias antes de sua morte, em 22 de julho, aos 76 anos. O livro narra praticamente toda sua vida, não só seu casamento de décadas com Sharon Osbourne como também as batalhas de saúde. Além de seu retorno aos holofotes para o show Back To The Beginning. Em entrevista ao Blabbermouth, Jack Osbourne, filho de Ozzy, falou sobre o livro, revelando que poucos membros da família leram o livro. “Tem sido um momento difícil para todos. Para mim, o último capítulo é o que mais me fez refletir. Ele terminou de ler poucos dias antes de falecer”. Ozzy Osbourne morreu menos de três semanas após sua aposentadoria dos palcos, quando participou do show de despedida do Black Sabbath, que aconteceu dia 5 de julho, no Villa Park em Birmingham, no Reino Unido. Cerca de 40 mil pessoas compareceram ao evento, com 5,8 milhões de pessoas assistindo ao show online. LEIA TAMBÉM: Ozzy Osbourne: por que o ícone do heavy metal rejeita o rótulo do gênero Via: WikiMetal

Conheça os 25 melhores álbuns de metal de 2025 para curtir com vovó no Natal
O ano de 2025 ficará guardado na memória dos fãs de metal pela despedida, dos palcos e da vida, de um dos pais do estilo. Mas, para honrar o legado do eterno mestre Ozzy Osbourne, nada melhor do que celebrar o fruto da sua criação e quão rica ela se tornou. Assim, é com uma declaração de orgulho e amor infindável ao heavy metal que apresentamos os 25 melhores álbuns de 2025. E se 2024 foi o ano dos clássicos (veja nossa lista aqui), 2025 foi o ano do som mais moderno e das bandas lideradas por mulheres, que dominam a lista. O ano também foi marcado pela quantidade e pelo equilíbrio entre os lançamentos, quase um empate técnico entre várias posições da lista. Sem mais delongas, vamos aos 25 discos que você vai mostrar para a vovó na mesa de Natal. Ozzy pode descansar em paz, pois seus filhos vão continuar mantendo a chama acesa. MENÇÃO HONROSA Com tantos lançamentos de peso em 2025, a menção honrosa vai para algumas bandas que também fizeram bonito e por pouco não entraram na lista: Messa (The Spin), Coroner (Dissonance Theory), Arion (The Light That Burns The Sky), Till Lindemann (Zunge 2025), Eluveitie (Ànv), The Haunted (Songs of Last Resort), Avantasia (Here Be Dragons), Marko Hietala (Roses From the Deep), Soulfly (Chama), Deftones (Private Music) e a brasileiríssima Impavid (Resilio). E ainda ficou muita coisa boa de fora. 25. CASTLE RAT – THE BESTIARY Revelação bem recente do underground, a banda norte-americana traz um cativante heavy/doom metal tradicional, com ambiente de fantasia medieval e vocal feminino. 24. CRADLE OF FILTH – THE SCREAMING OF THE VALKYRIES Todo mundo conhece Cradle of Filth, mas poucos imaginam os britânicos tocando riffs de thrash metal e galopadas à lá Iron Maiden sem perder a mão. 23. RIVERS OF NIHIL – RIVERS OF NIHIL Os norte-americanos ganham cada vez mais moral no campo do death metal progressivo e técnico, com grande riqueza de detalhes, mas sem deixar a peteca cair no quesito agressivo. 22. THE HALO EFFECT – MARCH OF THE UNHEARD Apesar de não causar mais surpresas, o supergrupo sueco entrega uma audição essencial, especialmente para quem aprecia o melodic death metal mais clássico de Gotemburgo. 21. SLAUGHTER TO PREVAIL – GRIZZLY A banda se tornou famosa graças à figura brutal do vocalista Alex Terrible, mas alguma hora teria que produzir música. E Grizzly é um álbum caoticamente interessante, que soa como Slipknot banhado na opulência russa. 20. ALIEN WEAPONRY – TE RÃ Uma pedrada de thrash metal da Nova Zelândia com infusão tribal maori, ao melhor estilo Roots do Sepultura, não pode passar despercebida. 19. DEAFHEAVEN – LONELY PEOPLE WITH POWER Os norte-americanos apostam em intervenções melódicas e progressivas, para quem acredita que o metal extremo não deve servir de desculpa para se fazer música desleixada. 18. AVATAR – DON’T GO IN THE FOREST Uma das principais bandas da atualidade, os suecos reduzem a pancadaria e aumentam a pegada folclórica do seu groove metal moderno, mas sua identidade singular permanece intocável. 17. BATTLE BEAST – STEELBOUND Noora Louhimo solta o vozeirão rasgado em seu derradeiro disco com a banda finlandesa de heavy/power metal moderno, e o ouvinte é naturalmente impelido a fazer o mesmo. 16. MACHINE HEAD – UNATONED O groove/thrash metal moderno dos norte-americanos mais parece uma avalanche massiva, do tipo que consegue evocar certa beleza em meio à devastação. 15. HELLOWEEN – GIANTS & MONSTERS Os alemães redefiniram os caminhos do power metal com sua reunião e, agora, trilham esses caminhos com mais um disco que já nasce clássico, mantendo a banda no auge. 14. TESTAMENT – PARA BELLUM Artilharia pesada para somar à boa fase que os norte-americanos vivem há duas décadas, mostrando um thrash que chega a flertar com o death metal sem abrir mão da aptidão melódica. 13. PARADISE LOST – ASCENSION Os veteranos britânicos costumam realçar sabores diferentes a cada álbum. Pesado e obscuro, o prato do dia não foge do doom/gothic, mas leva um tempero de thrash metal deliciosamente acessível. 12. HALESTORM – EVEREST Em um capítulo surpreendente da sua constante trajetória de evolução, a banda norte-americana vê o hard rock divertido ceder lugar a um tom sóbrio e melancólico, que flerta com o metal e com o blues. Um show à parte da estrelada Lzzy Hale nos vocais. 11. GHOST – SKELETÁ Presença garantida em qualquer lista de melhores, é mais fácil explicar por que os suecos não ficaram no topo: embora a liturgia teatral e os arranjos requintados façam parte do glamour de Skeletá, talvez tenha faltado aquele mega hit dos últimos álbuns. Estamos muito mal acostumados. 10. ARCH ENEMY – BLOOD DYNASTY Com riffs cabulosos e a performance vocal mais versátil da superstar Alissa White-Gluz na banda de melodic death metal até hoje (e também sua última), Blood Dynasty é para ser repetido sem moderação. Como brada o lema dos suecos: pure fuckin’ metal! 9. SABATON – LEGENDS O tanque está de volta! Se os suecos vinham explorando um toque de melancolia fria no seu heavy/power metal, agora entregam um álbum caloroso, com um refrão mais épico do que o outro, digno de uma das maiores bandas do planeta. 8. JINJER – DUÉL Visceral, furioso e mergulhado na desordem. Os ucranianos foram capazes de interiorizar a guerra em seu país natal e expelir uma bile escura, na forma de um prog/groove/death metal moderno, com uma entrega intensa por parte da vocalista Tatiana Shmailyuk. 7. ARCHITECTS – THE SKY, THE EARTH & ALL BETWEEN Uma obra revigorante do metalcore contemporâneo, que pode ficar muito melodiosa ou extremamente hostil em questão de segundos, salientando a capacidade da banda britânica de se distinguir da multidão. Bater cabeça e cantar com o estômago nunca fora tarefa tão fácil. 6. VOLBEAT – GOD OF ANGELS TRUST Imagine se Elvis tomasse anfetaminas e fizesse um pacto com o capiroto, para saírem juntos pilotando suas Harleys pelo delta do Mississippi. O melhor e mais pesado lançamento dos dinamarqueses em bastante

Edu Falaschi vai comemorar 35 anos de carreira em 2026 e prevê um ano de muitas realizações
O vocalista Edu Falaschi vai comemorar 35 anos de carreira em 2026 e prevê um ano de muitas realizações. A celebração começará com a comemoração dos 25 anos do álbum Rebirth, em uma reunião especial do Angra original da Nova Era, marcada para abril, no Bangers Open Air, em um dos momentos mais aguardados pelos fãs do heavy metal mundial. Ainda em 2026, Edu lançará o álbum final de sua trilogia solo, encerrando o ciclo iniciado com Vera Cruz e Eldorado e concluindo um capítulo fundamental de seu legado autoral com o novo disco, que será seu vigésimo lançamento discográfico em três décadas e meia. O novo trabalho será seguido por uma turnê comemorativa chamada The Legacy Tour, que reunirá clássicos de toda a sua carreira, passando por Mitrium, Symbols, Vênus, Almah, Angra, focando mais nos discos Aurora Consurgens e Aqua, e Edu Falaschi Solo, promovendo as músicas inéditas do disco novo que fecham essa trilogia. Outros projetos, ações especiais e novidades deverão ser anunciados ao longo do ano, consolidando 2026 como um período de celebração, legado e reinvenção artística. Esse novo ciclo se apoia em um 2025 extremamente bem-sucedido, marcado pela turnê Temple of Shadows – 20 Anos, que percorreu o Brasil e outros países em cerca de 30 apresentações, reunindo mais de 20 mil pessoas e resgatando um dos álbuns mais emblemáticos da história do Angra com produções grandiosas, orquestras convidadas e participações especiais. O ponto alto foi o espetáculo realizado no Tokio Marine Hall, em São Paulo, com uma superprodução e um público de cerca de quatro mil pessoas. O ano também contou com o lançamento do Blu-ray e CD Vera Cruz Live in São Paulo, um registro definitivo da fase solo de Edu Falaschi, que chegará às plataformas digitais dia 25 de dezembro, no Natal, ampliando o alcance desse momento especial. O Blu-Ray também já está disponível na plataforma Thunderflix. Com gratidão ao público, à banda, à equipe e a todos os profissionais envolvidos, Edu Falaschi encerra 2025 com a certeza de que cada passo construiu o caminho para um 2026 ainda maior, celebrando o passado, vivendo o presente e apontando para o futuro. Via: Rockbizz

Fã brasileira detalha experiência ao cantar com Limp Bizkit: “Tô aqui, me chama”
Um dos momentos mais comentados durante o show histórico do Limp Bizkit no Allianz Parque, em São Paulo, no último sábado, 20, foi protagonizado pela fã brasileira Bia Marcato, que subiu ao palco para cantar junto com a banda. Em entrevista ao site TMDQA!, Bia Marcato contou em detalhes como foi ser convidada por Fred Durst para cantar “Full Nelson” diante de milhares de pessoas. “Cheguei aproximadamente às 15 horas no estádio e eu não fiquei na grade, mas eu fiquei bem perto. Dava pra ver bem o Wes [Borland], o Fred [Durst] ali. Não foi combinado eu subir. Eu fui com uma placa e muita insistência. A placa tá aqui ó, perguntando se eu posso cantar ‘Full Nelson’ com eles. Eu fiz essa placa uma semana antes do show, totalmente sem pretensão de dar certo, e eu fui insistente. Quando o Wes chegava perto, e o Fred também, eu mostrava assim: ‘ah, tô aqui, me chama’.” “honestamente eu nem lembro de muita coisa, porque foi tanta emoção”, revela Bia Bia relatou que sua ascensão ao palco foi resultado de criatividade, coragem e persistência: ela entrou no estádio segurando uma placa pedindo para cantar a faixa com a banda e não desistiu de mostrar o recado ao vocalista e guitarrista sempre que podia. “Quando ele foi perguntar se alguém queria subir, eu acabei me enfiando, fui na grade e eu falei: ‘eu, eu’. Ele perguntou se eu sabia a letra, se eu tinha certeza, eu falei, ‘opa, com certeza, tô preparadíssima’”. Ao chegar ao palco, Fred Durst perguntou de onde ela era. “Aí eu subi, honestamente eu nem lembro de muita coisa, porque foi tanta emoção. Não sei de onde veio aquele Brasil”, contou. “Eu esqueci meu nome, eu esqueci de onde eu vim, a minha cidade, quem eu era, eu só tava lá. Eu acabei me soltando no meio da música. Quando a música começou eu não conseguia ouvir nada, então eu tava meio perdida no começo. Só que aí o Fred me mostrou que tinha um negócio na frente, que dava pra você ler a letra. Então me ajudou um pouco, mas foi mais pro final.” Sua experiência ressoou nas redes sociais, tornando-se uma dos assuntos mais comentados sobre o show. “Foi muito legal. Sei lá, só quis me divertir, não estava preocupada se eu estava cantando bem ou não. Eu estava na euforia”, confessou Bia. View this post on Instagram Limp Bizkit entrega um dos melhores shows do ano A apresentação do grupo foi uma celebração ao nu metal, gênero que ajudaram a consolidar no fim dos anos 1990, em um momento de emoção, nostalgia e homenagem ao baixista Sam Rivers, membro fundador da banda, morto em 18 de outubro, aos 48 anos. Nessa noite, o Limp Bizkit entregou um espetáculo que atravessou diferentes fases da carreira, equilibrando clássicos consagrados com momentos de alta intensidade no palco. O setlist contou com os hits obrigatórios como “Break Stuff” (que inicia e encerra as apresentações), “Nookie”, “My Generation”, “Rollin’” e “Take a Look Around”, faixas que incentivam cantos, pulos e uma troca intensa de energia entre banda e fãs. Limp Bizkit encerra a agenda de show de rock entrando para a lista de melhores do ano de 2025, provando sua relevância e a ascensão do estilo Nu metal. LEIA TAMBÉM: Funcionários do Allianz Parque elogiam fãs no show do Limp Bizkit Via: WikiMetal

10 bandas de rock e heavy metal que você precisa conhecer: Liverum, Diva Destruction, Scaregod e mais
Acompanhar novas bandas e artistas de rock e metal nem sempre é tarefa fácil, principalmente com bandas que ainda não foram descobertas pelo grande público. Como parte da missão do Wikimetal de fortalecer nossa comunidade e apresentar novidades, reunimos nessa lista as melhores descobertas que fizemos recentemente no Groover, uma plataforma de curadoria de músicas. Acompanhe nossa playlist Descobertas de rock e metal para receber atualizações semanais com novas bandas e artistas, disponível no Spotify e também no Deezer! Para quem gosta de: Death Metal Progressivo “Arctic Dreams” – LiverumPaís: Noruega Para quem gosta de: Rock Gótico “Enslaved” – Diva DestructionPaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Southern Rock “All I Ever Wanted” – Johnny BPaís: Grécia Para quem gosta de: Hardcore You Don’t Wanna Know” – ArandaPaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Rock Nacional “Metamorfose” – RessignificancePaís: Brasil Para quem gosta de: Deathcore “Grave Of All Great Things” – Cats SeasonPaís: Turquia Para quem gosta de: Metalcore “The Scars You Made” – WIDOW ANCHORPaís: Estados Unidos Para quem gosta de: Hard Rock “Demons in My Head” – ZombeePaís: Alemanha “Stolen Dreams” – ReelPaís: Itália Para quem gosta de: Death Metal “Oblivious Ascendancy” – ScaregodPaís: Polônia LEIA TAMBÉM: Guns N’ Roses amplia turnê pelo Brasil e anuncia show em Campo Grande Via: WikiMetal

Eskröta alcança maturidade e é destaque da música pesada brasileira em 2025
O power trio Eskröta encarou 2025 com maturidade e profissionalismo. Com um álbum que foi destaque na grande mídia, shows expressivos e uma turnê europeia, a banda chegará em 2026 como um dos nomes centrais da música pesada brasileira, uma daquelas raras formações que começam a furar bolha e chegar a públicos distintos. Neste mês de dezembro, Yasmin Amaral (vocal e guitarra), Tamyris Leopoldo (baixo e backing vocals) e Jhon França (bateria) celebram a eleição do álbum Blasfêmea como Melhor Disco de Metal do Ano no concurso do Tenho Mais Discos Que Amigos. Dias depois, mais uma conquista: Blasfêmea, que saiu em abril deste ano pela Deckdisc, entrou no Top 20 Melhores Discos Brasileiros de 2025 no ranking da UOL. Os resultados evidenciam a expansão do alcance da banda para além do circuito tradicional do metal. A presença da Eskröta na lista da UOL chama atenção por um motivo específico. Entre artistas como BaianaSystem, Don L, Marina Sena, Arnaldo Antunes, BK’, Gabi Amarantos e Mateus Aleluia, a banda aparece como a única representante de um som extremo, com raízes no metal, no hardcore e em vocais guturais. O reconhecimento aponta para um momento em que a Eskröta rompe a bolha da música pesada e passa a ser assimilada por um público mais amplo e diverso. Segundo a vocalista Yasmin, esse movimento começou a se desenhar após a participação da banda em grandes festivais. “Desde que tocamos no Rock in Rio e, principalmente, no Knotfest, mais pessoas começaram a nos acompanhar. Parte da mídia, das gravadoras e de gente do mercado também passou a prestar mais atenção.” Com esse novo nível de visibilidade, o álbum foi desenvolvido sob maior expectativa. Blasfêmea é um disco feroz que traz novas mensagens poderosas e urgentes. Explorando a interseção entre o místico e o contemporâneo, o álbum é um manifesto sonoro, transformando críticas afiadas e sentimentos intensos em música pesada. “Quando tocamos nesses festivais, a gente já tinha o próximo disco em mente, mas a pressão de entregar algo surpreendente foi maior, porque as pessoas estavam esperando alguma coisa de nós”, explicou a vocalista. A resposta veio por meio de decisões estratégicas que impactaram diretamente o alcance do trabalho. Entre elas estão o contrato com a Deck Disc, colaborações que ampliaram o diálogo estético do disco, como o feat com MC Taya e a participação da percussão do Cordel do Fogo Encantado, além de uma sequência consistente de lançamentos audiovisuais. Outro marco do ano foi a primeira turnê europeia da banda, realizada durante a divulgação do novo álbum. A circulação internacional reforçou o momento de expansão da Eskröta e contribuiu para ampliar sua base de público fora do Brasil. A Eskröta realizou sua primeira turnê na Europa entre junho e julho de 2025. Durante esse período, o trio tocou em oito países diferentes, totalizando 14 apresentações em 18 dias, com shows na Alemanha, Bélgica, Inglaterra, Escócia, Irlanda, País de Gales, Irlanda do Norte e Sérvia. Nos palcos, a banda também apresentou uma evolução clara, fala Yasmin. “Houve um investimento maior no show, em elementos visuais e na construção de uma experiência mais completa nessa turnê”, afirmou Yasmin. “Foi uma soma de fatores que fez com que a mídia fosse obrigada a falar da gente”, completou. Via: Rockbizz

Nazareth manda embora o vocalista Carl Sentance e contrata Gianni Pontillo para o trabalho
O veterano Nazareth mandou embora o vocalista Carl Sentance e contratou Gianni Pontillo para o trabalho. A decisão da banda saiu oficialmente neste domingo, dia 21 de dezembro, nas redes sociais. O grupo, todavia, não forneceu detalhes sobre o que levou tal mudança drástica. A nota informou o seguinte: “Carl Sentance e o Nazareth vão seguir caminhos diferentes! Ele não faz mais parte da banda. Gostaríamos de apresentar a vocês nosso novo vocalista, Gianni Pontillo. Aqueles que já viram e ouviram Gianni sabem que ele tem uma voz incrível. Aqueles que ainda não o viram terão uma surpresa maravilhosa quando vierem nos ver em 2026”. “O próximo ano será um dos mais movimentados da história do Nazareth, portanto, há uma boa chance de verem a nova formação. Além disso, nós mal podemos esperar para apresentar a vocês o incrível talento deste homem”, finalizou o conjunto. Pontillo já tocou em grupos de pequeno porte como Pure Inc., The Order e Souls Revival. Desde 2019, ele também é o vocalista da banda alemã de hard rock Victory. Em 2015, Carl se tornou o novo vocalista do Nazareth após o membro fundador Dan McCafferty ter que se aposentar por motivos de saúde. Carreira O grupo iniciou os trabalhos em Dunfermline, Escócia, em 1968, lançando seu álbum de estreia homônimo em 1971. A banda alcançou grande sucesso quando, após abrir shows para o Deep Purple, lançou o álbum Razamanaz, cuja produção foi do baixista Roger Glover. Em seguida, os caras lançaram uma sequência impecável de sucessos, incluindo Loud ‘N’ Proud, Rampant e o grande hit Hair Of The Dog, que chegou ao mercado em abril de 1975. O álbum incluía canções memoráveis como a faixa-título e a balada dramática Love Hurts. Mesmo não figurando no primeira escalão do mercado fonográfico, a banda segue firme e forte lançando álbuns e fazendo turnês pelo mundo. Para quem curte um rock puro malte, o som da banda é a pedida certa. Via: Rockbizz

Apoteose do punk: Ratos de Porão vai começar 2026 chutando a porta com show no Circo Voador
O Ratos de Porão vai começar 2026 chutando a porta com show no Circo Voador, apoteose do punk, no Rio de Janeiro. A apresentação, que vai acontecer no dia 20 de março, terá a companhia do D.R.I. e das bandas nacionais Pavio e Minissaia. Pelas redes sociais, João Gordo convidou os fãs para o show na capital fluminense: “Atenção, Rio de Janeiro! Dia 20 de março de 2026 vai ter D.R.I. e Ratos de Porão no Circo Voador! O bicho vai pegar terrivelmente! O negócio vai ser imperdível e vamos começar o ano chutando a porta! Não percam! A abertura será do Pavio e Minissaia”. E vale destacar que os ingressos já estão à venda pelo Eventim e custam a partir de R$130. Portanto, não perca tempo e garanta o seu bilhete para fazer parte da festa punk rock. SERVIÇOData: 20/03/2026Abertura dos portões: 20hLocal: Circo VoadorEndereço: R. dos Arcos, s/n – Lapa, Rio de Janeiro/RJClassificação etária: 18 anos. Maiores de 14 anos entram acompanhados de pais/responsáveis.A Eventim não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais. BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇOLocal: Bilheteria do Circo VoadorEndereço: R. dos Arcos, s/n – Lapa, Rio de Janeiro – RJFuncionamento: A bilheteria do Circo Voador abre 2 horas antes da abertura dos portões. Ingressos disponíveis para toda a programação. MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAISConfira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios. Via: Rockbizz

A maior exposição sobre Cazuza estreia hoje em São Paulo
A exposição Cazuza Exagerado, considerada a maior já realizada sobre o cantor e compositor brasileiro Cazuza, estreou hoje, 22, em São Paulo. Ocupando cerca de 1.800 m² no Shopping Eldorado, no bairro de Pinheiros, a mostra já havia conquistado o público no Rio de Janeiro e agora chega à capital paulista em versão ampliada e ainda mais imersiva. Os ingressos estão disponíveis no site cazuzaexposicao.com.br. Organizada para comemorar os 40 anos do clássico álbum Exagerado, de 1985, a exposição reúne mais de 700 itens originais, entre roupas, documentos, manuscritos, desenhos e registros históricos que pertenciam ao artista, muitos preservados pela mãe de Cazuza, Lucinha Araújo, presidente da Sociedade Viva Cazuza. Os visitantes poderão percorrer 11 salas temáticas que combinam tecnologia de ponta, hologramas e experiências interativas, oferecendo um mergulho sensorial e emocional na trajetória do músico, desde a infância até os dias de fama, passando por momentos emblemáticos como sua passagem pelo Barão Vermelho e sua carreira solo. Confira o que cada sala apresenta: Sala 1 – Agenor CajuO visitante conhece a infância de Agenor de Miranda Araújo Neto por meio de objetos pessoais, registros escolares e lembranças familiares. A sala revela as primeiras influências artísticas, como o teatro e o circo. Diários, desenhos e brinquedos ajudam a traçar o início da formação criativa de Cazuza. Sala 2 – Maior AbandonadoEste espaço acompanha os primeiros passos de Cazuza na música e sua ascensão como vocalista do Barão Vermelho. Registros raros de shows, bastidores e imprensa contextualizam o impacto da banda nos anos 1980. Materiais originais dos três primeiros discos ilustram essa fase decisiva. Sala 3 – Eu Sou Manchete Popular / Carreira SoloA sala mergulha na transição para a carreira solo, destacando a exposição midiática e a maturidade artística do cantor. Objetos íntimos, como manuscritos, roupas, óculos e a máquina de escrever, revelam seu processo criativo. A cenografia interativa simula manchetes, críticas e arquivos históricos. Sala 4 – Viva o Chacrinha, Viva o PalhaçoO ambiente recria a atmosfera caótica e popular dos programas de auditório dos anos 1980. Luzes, projeções e trilhas remetem às passagens marcantes de Cazuza pelo programa de Chacrinha. A sala destaca a relação do artista com a cultura de massa e a TV aberta. Sala 5 – Cazuza por Toda ParteA presença de Cazuza na mídia é apresentada em uma experiência audiovisual imersiva. Imagens animadas com apoio de inteligência artificial dialogam com trilhas sincronizadas. Painéis fotográficos exibem momentos públicos e íntimos ao longo de sua trajetória. Sala 6 – Caravana do DelírioA icônica Veraneio preta é reconstruída como símbolo da liberdade e do deslocamento urbano do artista. Projeções, fotos pessoais, troféus e textos acompanham o período em que Cazuza já enfrentava a doença. O público pode folhear um álbum com registros inéditos. Salas 7 e 8 – Camarim e Canecão / O Tempo Não ParaOs espaços recriam o camarim e o palco do último show no Canecão, em 1989. Estão em destaque o terno branco, discos de ouro e objetos simbólicos da carreira. Um holograma de Cazuza no palco reforça a emoção do momento histórico. Sala 9 – PoesiaA palavra falada ganha protagonismo com o poema Cineac Trianon. O texto é interpretado por atores que viveram Cazuza no teatro e no cinema. A sala valoriza o lado literário e sensível do artista, além da música. Sala 10 – Na Mídia, na Novidade MédiaO espaço recria ambientes culturais frequentados por Cazuza, como a Galeria Alaska e a Pizzaria Guanabara. Telas exibem trechos de filmes, novelas, entrevistas e videoclipes. A sala mostra como o cantor atravessou diferentes linguagens artísticas. Sala 11 – Eu Ando Muito Bem AcompanhadoInspirada na Pizzaria Guanabara, a sala propõe encontros virtuais com amigos e parceiros de Cazuza. Depoimentos em vídeo permitem “conversas” com nomes como Ney Matogrosso, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Frejat e Fernanda Montenegro. O espaço reforça o legado afetivo do artista. A mostra promete ser um dos grandes eventos culturais do fim de 2025, reunindo fãs antigos e novos públicos em uma celebração da obra de um dos nomes mais icônicos da música brasileira. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Barão Vermelho anuncia turnê ‘Encontro’ com formação original Via: WikiMetal

Clemente Nascimento: Boletim revela diagnóstico e estado de saúde do músico
Após ser submetido a uma cirurgia complexa de emergência no coração na semana passada, o músico Clemente Tadeu Nascimento, ícone do punk rock brasileiro, segue internado. Segundo boletim médico divulgado nesta segunda-feira, 22, por meio das redes sociais do artista, Clemente, de 62 anos, sofreu uma dissecção da aorta — tipos A e B, que é um rasgo na principal artéria do corpo humano, exigindo cirurgia de emergência e cuidados intensivos. O boletim esclarece que a condição é mais grave do que um infarto, que havia sido mencionado por alguns veículos em publicações iniciais. Clemente passou pelos primeiros dias de recuperação na UTI da Santa Casa de Campo Grande, onde permanece internado sob observação. Relatórios médicos e publicações nas redes sociais apontam que ele está acordado, consciente e desentubado, chegando a conversar com familiares, e seu quadro é descrito como estável enquanto a recuperação progride gradualmente. Boletim revela o real problema de saúde de Clemente Nascimento Por meio das redes sociais do músico, a família emitiu o comunicado abaixo: “Informamos que Clemente segue internado no CTI da Santa Casa de Campo Grande, recuperando-se da cirurgia realizada no dia 12/12/2025. Apesar de alguns veículos terem noticiado que Clemente teve um infarto, na verdade seu quadro foi muito mais delicado. Ele sofreu uma dissecção da aorta (tipos A e B). Uma espécie de rasgo que pode levar rapidamente à ruptura da artéria e, consequentemente, ao óbito. Uma das principais causas da dissecção aórtica é a hipertensão, doença que Clemente havia começado a investigar recentemente, já que há histórico familiar. Segundo a equipe médica, grande parte dos pacientes que sofrem esse tipo de enfermidade sequer consegue chegar ao hospital a tempo, e muitos não sobrevivem à cirurgia. Não é exagero afirmar que Clemente renasceu! Ele segue se recuperando bem e, devido à gravidade do quadro, permanece internado até que possa ser liberado com segurança. Clemente sabe de todo o carinho que está recebendo e agradece muito por todas as vibrações positivas e votos de recuperação!” Considerado um dos pioneiros do movimento punk no Brasil desde o final dos anos 1970, Clemente iniciou carreira com a banda Restos do Nada. Mais tarde fundou o Inocentes, em 1981, além de integrar a Plebe Rude desde 2004. Além de músico, ele também atua como produtor, DJ e apresentador. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Barão Vermelho anuncia turnê ‘Encontro’ com formação original Via: WikiMetal

Funcionários do Allianz Parque elogiam fãs no show do Limp Bizkit
Os funcionários do estádio Allianz Parque, em São Paulo, repercutiram de forma entusiasmada a presença dos fãs que marcaram o show do Limp Bizkit, no último sábado, 20. Segundo relatos publicados nas redes sociais, apurados pelo TMDQA!, os trabalhadores destacaram a educação, o respeito e a boa convivência do público durante todo o evento. Fato que transformou a experiência de trabalhar no local em um dos momentos mais memoráveis do ano. O show da banda americana, parte da LOSERVILLE TOUR, reuniu milhares de fãs no Allianz Parque, e os comentários dos funcionários chamaram atenção por refletirem a harmonia entre público e equipe de apoio, um contraste com a ideia estereotipada de shows de rock caóticos. Um ambulante que trabalha em eventos e já passou por apresentações como do System of a Down afirmou que o público do Limp Bizkit foi sensacional. “Posso falar com propriedade, galera do rock é sensacional, galera educada, trata bem, não fica querendo pedir mais barato, então nós adoramos. Muitos de nós não temos como comprar ingressos e aproveitamos para valer um extra e curtir e adoramos vocês, clientes”, disse o ambulante. Outro funcionário qualificou o evento como “surreal” e o melhor show que já trabalhou em sua carreira, ressaltando a diversidade de fantasias presentes. “Eu achei muito foda. Fui trabalhar só pra ver esse show. E outra coisa, todos foram super tranquilos e entenderam tudo o que podia e não podia fazer lá dentro”. O show no Allianz Parque marcou o encerramento de uma temporada intensa dessa turnê global da LOSERVILLE TOUR, com as bandas de abertura Slay Squad, Riff Raff, Ecca Vandal, 311 e Bullet For My Valentine. Limp Bizkit entrega um dos melhores shows do ano A apresentação do grupo foi uma celebração ao nu metal, gênero que ajudaram a consolidar no fim dos anos 1990, em um momento de emoção, nostalgia e homenagem ao baixista Sam Rivers, membro fundador da banda, morto em 18 de outubro, aos 48 anos. Nessa noite, o Limp Bizkit entregou um espetáculo que atravessou diferentes fases da carreira, equilibrando clássicos consagrados com momentos de alta intensidade no palco. O setlist contou com os hits obrigatórios como “Break Stuff” (que inicia e encerra as apresentações), “Nookie”, “My Generation”, “Rollin’” e “Take a Look Around”, faixas que incentivam cantos, pulos e uma troca intensa de energia entre banda e fãs. Limp Bizkit encerra a agenda de show de rock entrando para a lista de melhores do ano de 2025, provando sua relevância e a ascensão do estilo Nu metal. LEIA TAMBÉM: ‘LOSERVILLE TOUR’ entrega diversidade sonora e encerra ano de shows em 2025 Via: WikiMetal

Ghost promove ação social e distribui alimentos em Los Angeles
O Ghost, em parceria com a organização FeedLA e a empresa de tecnologia Serve Robotics, utilizou um robô de entrega apelidado de Skele-Bot para distribuir alimentos à comunidade de Inglewood, na Califórnia. A acção faz parte de um evento batizado de Day of Deliverance (Dia da Entrega), realizado em 19 de dezembro de 2025. A iniciativa, organizada em conjunto com o YMCA of Metropolitan Los Angeles, tem foco em combater a insegurança alimentar em bairros carentes por meio do programa FeedLA, que já distribuiu mais de nove milhões de libras de alimentos na região em 2024. O envolvimento de Ghost chamou atenção não apenas pelo caráter beneficente, mas também pela integração entre música, tecnologia e comunidade, ao empregar um robô autônomo para apoiar a logística das entregas. O Skele-Bot, veículo inteligente adaptado para a ação e personalizado com a estética da banda, percorreu ruas de Inglewood levando alimentos frescos e refeições para famílias que enfrentam dificuldades de acesso a itens básicos, especialmente no período de festas de fim de ano. A própria banda incentivou seus fãs a apoiarem FeedLA ou organizações semelhantes em suas áreas, reforçando a visão de solidariedade coletiva. Essa ação solidária ocorre em um momento estratégico. O Ghost está prestes a encerrar a Skeletour, em 23 de fevereiro de 2026, justamente em Inglewood, no Intuit Dome. A data marca o fim de um ciclo de shows em promoção ao seu mais recente trabalho, Skeletá, álbum que alcançou grande destaque nas paradas. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Ghost está produzindo novo filme-concerto Via: WikiMetal

Noora Louhimo explica saída do Battle Beast: “Preciso fazer coisas diferentes”
A vocalista finlandesa Noora Louhimo, conhecida por ser seu trabalho no Battle Beast por mais de uma década, anunciou sua saída na última segunda-feira, 15 de dezembro. Em declaração recente, ela explicou que decidiu se afastar da banda para buscar novos caminhos criativos e realizar seu potencial artístico fora das exigências da rotina do grupo. Por meio de uma entrevista ao site Chaoszine, Louhimo, que integrou o Battle Beast por 13 anos e ajudou a banda a conquistar fãs ao redor do mundo com sua voz poderosa, disse que o intenso calendário de álbuns, turnês e compromissos acabou limitando sua capacidade de explorar projetos paralelos, em especial sua carreira solo. “Bem, para mim tem sido um processo longo. Nada acontece num instante, nem nada do tipo. Mas tantas coisas aconteceram na minha vida. Situações como problemas de saúde, as pessoas ouviram falar dos meus problemas de saúde com a artéria [rompida]. E um ano antes disso eu sofri um acidente de carro — e coisas assim que realmente me fizeram priorizar o que eu quero na vida. Talvez por causa desses eventos também eu tenha começado a pensar sobre o que eu quero fazer na vida e o que eu quero alcançar”, contou. “E como no Battle Beast os horários são muito exigentes, é sempre ou você está gravando um álbum com eles, ou preparando um álbum, ou está em turnê. Não há tempo para uma carreira solo ou qualquer outra coisa que você queira fazer, tipo, algo extra. E isso se tornou um problema muito grande para mim. Porque eu sou uma artista e preciso fazer coisas diferentes para me expressar, para me sentir bem.” cumprido”. Novos projetos e carreira solo A cantora já havia lançado, em 2021, seu primeiro álbum solo, Noora Louhimo Experience. Mas, desde então, teve pouco tempo para desenvolver novos trabalhos musicais fora do Battle Beast. Segundo ela, essa necessidade criativa se tornou “grande demais para ser ignorada” e foi decisiva para sua saída. Louhimo também disse que comunicou sua decisão de forma respeitosa e honesta tanto para seus companheiros de banda quanto para os fãs, com quem sempre cultivou uma forte conexão. Revelou ainda que enfrentar a possibilidade de desapontar parte do público foi um dos momentos mais difíceis dessa transição. Agora livre das obrigações com a banda, Noora confirmou que está totalmente focada em sua carreira solo. Ela já trabalha em novas composições e projetos variados, com planos de lançar singles antes do álbum completo. A artista afirmou que pretende explorar diferentes gêneros e colaborações, mantendo aberta a possibilidade de voltar ao heavy metal no futuro. “Estou definitivamente cem por cento [focada na] minha carreira solo. E estou muito animada com o futuro e com as coisas que acontecerão. Já tenho muita música na cabeça e em produção que será lançada em breve. E, sim, muitos projetos diferentes nos quais quero me envolver”, completou. O Battle Beast, por sua vez, anunciou a brasileira Marina La Torraca como nova vocalista. O feito marca o início de uma nova fase para a banda e para Louhimo separadamente. LEIA TAMBÉM: Battle Beast anuncia brasileira Marina La Torraca como nova vocalista Via: WikiMetal

A Day To Remember: Saiba provável setlist dos shows no Brasil
A Day To Remember retorna ao Brasil com três shows solo no início de 2026. A banda se apresenta em Belo Horizonte (27/01), Curitiba (29/01) e Porto Alegre (03/02). Eles também participam da Life is But a Dream… Tour, do Avenged Sevenfold, que acontece dia 31 de janeiro no Allianz Parque, em São Paulo. Formado em 2003, na Flórida, o A Day To Remember fez de guitarras pesadas e letras confessionais um ímã para o público local, que se expandiu rapidamente e acompanhou o amadurecimento musical da banda. Em março deste ano, eles lançaram o oitavo álbum da carreira, Big Ole Album Vol. 1. O novo projeto rendeu apresentações em diversos países, incluindo a turnê mais recente, Maximum Fun Tour, na qual foram co-headliners com a banda Yellowcard. Para que você se prepare para os shows de janeiro, trazemos a provável setlist dos shows do A Day To Remember no Brasil, de acordo com as performances mais recentes da banda. Confira: A Day To Remember: Maximum Fun Tour Setlist1. The Downfall of Us All2. I’m Made of Wax, Larry, What Are You Made Of?3. Right Back at It Again4. Bad Blood5. Paranoia6. Miracle7. Mr. Highway’s Thinking About the End8. All My Friends9. Have Faith in Me10. Flowers11. LeBron12. NJ Legion Iced Tea13. The Plot to Bomb the Panhandle14. Closer Than You Think15. If It Means a Lot to You16. All I Want17. All Signs Point to Lauderdale LEIA TAMBÉM: Avenged Sevenfold no Brasil: Saiba datas, preços e possível setlist dos shows Via: WikiMetal

Cidadão de bem da extrema-direita processa o Garotos Podres por crítica ao Papai Noel em clássico punk
A banda brasileira de punk rock Garotos Podres informou pelas redes sociais que está sendo processada por um cidadão de bem da extrema-direita por crítica ao Papai Noel em clássico punk. O indivíduo da direita não curtiu os versos presentes em Papai Noel, Velho Batuta, faixa presente no debute de 1985, Mais Podres do que Nunca. A canção, que teve criação de Mao (vocal), Mauro (guitarra) e Sukata (baixo), é uma crítica contundente ao perfil capitalista da festa cristã. O refrão da composição, maior sucesso da banda, é o seguinte: “Papai Noel, velho batuta/ Rejeita os miseráveis/ Eu quero matá-lo/ Aquele porco capitalista/ Presenteia os ricos/ (Cospem nos pobres)/ Presenteia os ricos/ (Cospem nos pobres)”. Em postagem no Instagram, o conjunto alegou estar sendo vítima de censura e ressaltou que essa situação é grave, pois é uma intimidação em pleno 2025. Veja: Como a repercussão está enorme, o grupo está recebendo muito apoio de pessoas que conseguem ler e interpretar uma crítica firme ao capitalismo. Contudo, para quem não passa de um ser ignorante, a faixa é uma ofensa de proporções catastróficas. Sendo assim, para o Natal ficar ainda mais encantador, vamos reunir a família, como é de praxe, para as trocas de presentes e para a comilança, mas “bora” adicionar Papai Noel, Velho Batuta na trilha sonora da festa. Via: Rockbizz

Guns N’ Roses: Josh Freese joga a real sobre como é realmente trabalhar com Axl Rose
O baterista norte-americano Josh Freese, 52 anos, é um músico bastante talentoso e com muita experiência no mercado musical. Ele já trabalhou para grandes nomes da cena como Nine Inch Nails, Foo Fighters, A Perfect Circle, Devo, Paramore, Seether, Guns N’ Roses e mais. Na empresa de Axl Rose, Josh ficou entre os anos de 1997 e 1999, mas, mesmo nesse pequeno tempo, pôde sentir como era o dia a dia ao lado da estrela de rock. E por incrível que pareça, ele guarda boas recordações de Rose. “A experiência de trabalhar com Axl foi ótima”, afirmou Freese em conversa com o MusicRadar. “Acredito que muitas vezes as pessoas querem ouvir histórias de terror sobre o Axl, e eu realmente não tenho nenhuma. Ele sempre foi muito generoso comigo e fácil de conviver”. “Eu realmente não tenho nada de ruim para dizer sobre ele! Gostei de trabalhar com ele! Gostei do fato de ele estar aberto a outras pessoas para compor e a mim como o novo baterista”, elogiou. “Se eu tivesse uma boa ideia, ele queria usá-la, e usou. Eu tinha outras músicas que estavam na disputa, por assim dizer, mas que não entraram na lista principal, mas tudo bem. Mas foi muito legal trabalhar com ele”, concluiu o baterista. É fato que o Axl Rose do velho testamento, que se estourava a troco de nada está sumido há anos. O cantor, com o avanço da idade, ganhou bastante maturidade e deixou para trás os ímpetos de fúria que o fazia passar por cima de tudo e todos. Via: Rockbizz

Iron Maiden: morte da vidente Doris Stokes em 1987 foi o ponto de partida para criação de Seventh Son Of A Seventh Son
Steve Harris nunca escondeu seu apreço pelo rock progressivo! Na verdade, o líder e baixista do Iron Maiden sempre fez questão de mostrar o carinho e admiração que tem por bandas como Jethro Tull, Emerson, Lake & Palmer, Genesis, King Crimson e Yes. Logo, incorporar elementos destes grupos, e de tantos outros, seria algo mais do que provável e normal na arte criada por Steve. Em 1988, por exemplo, a Donzela de Ferro deu vida ao álbum Seventh Son Of A Seventh Son; obra que a maioria dos fãs assumem como progressiva. No entanto, a inspiração primária para a criação de uma obra conceitual surgiu em maio de 1987, quando a vidente inglesa Doris Stokes faleceu. No documentário Maiden England ’88, de 2013, Steve falou: “Eu simplesmente tive um pensamento: ‘Será que ela conseguiu prever a própria morte’? Então, comecei o disco a partir dessa ideia. Escrevi The Clairvoyant e mostrei para o Bruce, que basicamente disse: ‘É uma ótima ideia’! Harris continuou com a sua explicação: “Depois disso, comecei a ter uma ideia para a música Seventh Son Of A Seventh Son, porque supostamente, se você nascesse o sétimo filho de um sétimo filho, teria poderes de clarividência. Então, eu tinha essas duas ideias e o Bruce disse que isso daria para fazer um álbum conceitual”. Com um material lírico e instrumental de primeira qualidade nas mãos, o Iron Maiden foi gravar as canções no Musicland Studios em Munique, Alemanha, em fevereiro e março de 1988, com o produtor de longa data Martin Birch. Apesar do teor lírico profundo, a banda conseguiu a façanha de embrulhar tudo em metal progressivo de fácil digestão. O primeiro single, Can I Play With Madness, por exemplo, saiu em março de 1988 e foi parar direto no terceiro lugar das paradas inglesas. Seventh Son Of A Seventh Son chegou ao mercado no dia 11 de abril de 1988. Mesmo falando sobre vida após morte, reencarnação e videntes, o material caiu no gosto dos fãs. O disco já vendeu mais de um milhão de cópias ao redor do mundo. Via: Rockbizz

Caras do rock que viraram ícones da direita são um bando de otário, segundo radialista
O radialista Tatola Godas é uma base muito importante da cena roqueira brasileira, pois é uma das vozes mais marcantes da 89 FM – A Rádio Rock. Ele, inclusive, foi um dos fundadores da ótima rádio brasileira e um dos principais responsáveis por consolidar o rock no dial de São Paulo. Recentemente, o comunicador bateu um papo com os apresentadores Alexandre De Maio e Turco Loco, do canal 100segredopod, e falou com todas as letras que os caras do rock que viraram ícones da direita são um bando de otário. “Otários”, disparou Tatola. “O cara que vai para a direita… A direita é o empresário e a esquerda é o povo, podre, duro e arrebentado, que temos quase oitenta por cento nesse país”, observou o radialista. Ele continuou em tom crítico: “Você não vê nenhum pensador de direita. Você só vê um cara que conhece o que está acontecendo com a vida do povo o cara que sofreu. É óbvio que tem bandido dos dois lados. Tem bandidos em todos os lados”, pontuou. “Mas o lado direito nunca me comoveu para nada. Eu sempre fui de esquerda”, acrescentou. Veja a entrevista completa com todas as reflexões de Tatola no player logo abaixo: Tatola não cita nenhum nome do rock brasileiro que se posiciona no campo ideológico da direita. Contudo, não é segredo que nomes apagados e sem prestígio do rock nacional como Roger Moreira (Ultraje A Rigor) e Digão (Raimundos) se aninham no campo da direita. Via: Rockbizz

Limp Bizkit fecha 2025 em São Paulo com espetáculo histórico no Allianz Parque
No último 20 de dezembro de 2025, o Limp Bizkit levou ao Allianz Parque em São Paulo a sua tão aguardada LOSERVILLE TOUR, marcando o encerramento de uma temporada intensa dessa turnê global que passou pelos Estados Unidos, Europa e agora América Latina, com as bandas de abertura Slay Squad, Riff Raff, Ecca Vandal, 311 e Bullet For My Valentine A apresentação do grupo foi uma celebração ao nu metal, gênero que ajudaram a consolidar no fim dos anos 1990, em um momento de emoção, nostalgia e homenagem ao baixista Sam Rivers, membro fundador da banda, morto em 18 de outubro, aos 48 anos. Formado em 1994 em Jacksonville, Florida, o Limp Bizkit logo se tornou um dos nomes mais viscerais do movimento nu metal, mesclando rock pesado com elementos de rap, funk e groove metal sob a liderança do carismático Fred Durst. Com mais de 40 milhões de discos vendidos mundialmente, o grupo construiu uma carreira marcada por energia explosiva, letras provocativas e uma estética única. Ao longo das décadas, a banda inovou a cena ao unir diferentes públicos, criando uma sonoridade que influenciou inúmeras bandas posteriores. Álbuns como Three Dollar Bill, Y’all$ (1997), Significant Other (1999) e Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water (2000) estão entre os lançamentos mais icônicos da virada do século, com faixas que se tornaram hinos de uma geração – e que foram cantadas em plenos pulmões por cerca de 40 mil pessoas presentes no Allianz Parque. Nos últimos anos, após o lançamento do mais recente disco Still Sucks (2021), o Limp Bizkit continuou cultivando sua base de fãs global com turnês constantes e aparições em grandes festivais, com a última passagem pelo Brasil no Lollapalooza em 2024. Limp Bizkit entrega um dos melhores shows do ano Nessa noite, o Limp Bizkit entregou um espetáculo que atravessou diferentes fases da carreira, equilibrando clássicos consagrados com momentos de alta intensidade no palco. O setlist contou com os hits obrigatórios como “Break Stuff” (que inicia e encerra as apresentações), “Nookie”, “My Generation”, “Rollin’” e “Take a Look Around”, faixas que incentivam cantos, pulos e uma troca intensa de energia entre banda e fãs. Durante a faixa “Full Nelson”, Fred Durst chamou ao palco uma fã chamada Bia para cantar junto com a banda, momento que também chamou atenção, principalmente pelo talento e desenvoltura da fã que mostrou atitude. O vocalista também convidou o público para “celebrar como em 1999”, em meio a multidão de fãs que usavam o icônico boné vermelho de Fred Drust na época. Contando com 17 canções, mescladas com Mashups de canções do Metallixa, UB40, KC and the Sunshine Band e outros, criadas pelo DJ Lethal e provando a audácia do grupo. O show exalou uma energia única, nostálgica, e segundo alguns fãs presentes, “lavou a alma após um ano caótico”. Como reconhecimento, Fred Drust chamava ao palco, entre os intervalos das músicas, as bandas que participaram do festival, pedindo aplausos. Um dos momentos mais tocantes da apresentação foi a homenagem ao baixista e cofundador Sam Rivers, uma figura central desde a formação original da banda em 1994, contribuindo profundamente para o som e a identidade do Limp Bizkit ao longo de sua trajetória. Antes da banda subir ao palco, uma vídeo-homenagem emocionou o público, exibindo cenas de Rivers ao longo dos anos e finalizando com mensagens como “Sam Rivers, nosso irmão para sempre” e “nós te amamos para sempre”. Os integrantes então se abraçaram no centro do palco, transformando a abertura do show em um tributo ao legado do músico, onde Fred reforçou que o show era dedicado ao Sam. Com o baixista original ausente, Richie Buxton, produtor e baixista de Ecca Vandal, assumiu o baixo no palco, garantindo ao mesmo tempo respeito e continuidade ao som característico da banda. Limp Bizkit encerra a agenda de show de rock entrando para a lista de melhores do ano de 2025, provando sua relevância e a ascensão do estilo Nu metal. Ao final, durante a “Break Stuff”, todas as bandas subiram ao palco em uma grande celebração que vai além da música. Uma das melhores confraternizações de final de ano. Confira fotos exclusivas da nossa colaboradora Marcela Lorenzetti: LEIA TAMBÉM: LOSERVILLE TOUR entrega diversidade sonora e encerra o ano de shows em 2025 no Allianz Parque Via: WikiMetal