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Caras do rock que viraram ícones da direita são um bando de otário, segundo radialista
O radialista Tatola Godas é uma base muito importante da cena roqueira brasileira, pois é uma das vozes mais marcantes da 89 FM – A Rádio Rock. Ele, inclusive, foi um dos fundadores da ótima rádio brasileira e um dos principais responsáveis por consolidar o rock no dial de São Paulo. Recentemente, o comunicador bateu um papo com os apresentadores Alexandre De Maio e Turco Loco, do canal 100segredopod, e falou com todas as letras que os caras do rock que viraram ícones da direita são um bando de otário. “Otários”, disparou Tatola. “O cara que vai para a direita… A direita é o empresário e a esquerda é o povo, podre, duro e arrebentado, que temos quase oitenta por cento nesse país”, observou o radialista. Ele continuou em tom crítico: “Você não vê nenhum pensador de direita. Você só vê um cara que conhece o que está acontecendo com a vida do povo o cara que sofreu. É óbvio que tem bandido dos dois lados. Tem bandidos em todos os lados”, pontuou. “Mas o lado direito nunca me comoveu para nada. Eu sempre fui de esquerda”, acrescentou. Veja a entrevista completa com todas as reflexões de Tatola no player logo abaixo: Tatola não cita nenhum nome do rock brasileiro que se posiciona no campo ideológico da direita. Contudo, não é segredo que nomes apagados e sem prestígio do rock nacional como Roger Moreira (Ultraje A Rigor) e Digão (Raimundos) se aninham no campo da direita. Via: Rockbizz

Limp Bizkit fecha 2025 em São Paulo com espetáculo histórico no Allianz Parque
No último 20 de dezembro de 2025, o Limp Bizkit levou ao Allianz Parque em São Paulo a sua tão aguardada LOSERVILLE TOUR, marcando o encerramento de uma temporada intensa dessa turnê global que passou pelos Estados Unidos, Europa e agora América Latina, com as bandas de abertura Slay Squad, Riff Raff, Ecca Vandal, 311 e Bullet For My Valentine A apresentação do grupo foi uma celebração ao nu metal, gênero que ajudaram a consolidar no fim dos anos 1990, em um momento de emoção, nostalgia e homenagem ao baixista Sam Rivers, membro fundador da banda, morto em 18 de outubro, aos 48 anos. Formado em 1994 em Jacksonville, Florida, o Limp Bizkit logo se tornou um dos nomes mais viscerais do movimento nu metal, mesclando rock pesado com elementos de rap, funk e groove metal sob a liderança do carismático Fred Durst. Com mais de 40 milhões de discos vendidos mundialmente, o grupo construiu uma carreira marcada por energia explosiva, letras provocativas e uma estética única. Ao longo das décadas, a banda inovou a cena ao unir diferentes públicos, criando uma sonoridade que influenciou inúmeras bandas posteriores. Álbuns como Three Dollar Bill, Y’all$ (1997), Significant Other (1999) e Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water (2000) estão entre os lançamentos mais icônicos da virada do século, com faixas que se tornaram hinos de uma geração – e que foram cantadas em plenos pulmões por cerca de 40 mil pessoas presentes no Allianz Parque. Nos últimos anos, após o lançamento do mais recente disco Still Sucks (2021), o Limp Bizkit continuou cultivando sua base de fãs global com turnês constantes e aparições em grandes festivais, com a última passagem pelo Brasil no Lollapalooza em 2024. Limp Bizkit entrega um dos melhores shows do ano Nessa noite, o Limp Bizkit entregou um espetáculo que atravessou diferentes fases da carreira, equilibrando clássicos consagrados com momentos de alta intensidade no palco. O setlist contou com os hits obrigatórios como “Break Stuff” (que inicia e encerra as apresentações), “Nookie”, “My Generation”, “Rollin’” e “Take a Look Around”, faixas que incentivam cantos, pulos e uma troca intensa de energia entre banda e fãs. Durante a faixa “Full Nelson”, Fred Durst chamou ao palco uma fã chamada Bia para cantar junto com a banda, momento que também chamou atenção, principalmente pelo talento e desenvoltura da fã que mostrou atitude. O vocalista também convidou o público para “celebrar como em 1999”, em meio a multidão de fãs que usavam o icônico boné vermelho de Fred Drust na época. Contando com 17 canções, mescladas com Mashups de canções do Metallixa, UB40, KC and the Sunshine Band e outros, criadas pelo DJ Lethal e provando a audácia do grupo. O show exalou uma energia única, nostálgica, e segundo alguns fãs presentes, “lavou a alma após um ano caótico”. Como reconhecimento, Fred Drust chamava ao palco, entre os intervalos das músicas, as bandas que participaram do festival, pedindo aplausos. Um dos momentos mais tocantes da apresentação foi a homenagem ao baixista e cofundador Sam Rivers, uma figura central desde a formação original da banda em 1994, contribuindo profundamente para o som e a identidade do Limp Bizkit ao longo de sua trajetória. Antes da banda subir ao palco, uma vídeo-homenagem emocionou o público, exibindo cenas de Rivers ao longo dos anos e finalizando com mensagens como “Sam Rivers, nosso irmão para sempre” e “nós te amamos para sempre”. Os integrantes então se abraçaram no centro do palco, transformando a abertura do show em um tributo ao legado do músico, onde Fred reforçou que o show era dedicado ao Sam. Com o baixista original ausente, Richie Buxton, produtor e baixista de Ecca Vandal, assumiu o baixo no palco, garantindo ao mesmo tempo respeito e continuidade ao som característico da banda. Limp Bizkit encerra a agenda de show de rock entrando para a lista de melhores do ano de 2025, provando sua relevância e a ascensão do estilo Nu metal. Ao final, durante a “Break Stuff”, todas as bandas subiram ao palco em uma grande celebração que vai além da música. Uma das melhores confraternizações de final de ano. Confira fotos exclusivas da nossa colaboradora Marcela Lorenzetti: LEIA TAMBÉM: LOSERVILLE TOUR entrega diversidade sonora e encerra o ano de shows em 2025 no Allianz Parque Via: WikiMetal

LOSERVILLE TOUR entrega diversidade sonora e encerra ano de shows em 2025
A LOSERVILLE TOUR, idealizada pelo Limp Bizkit, a atração principal, transformou o Allianz Parque, no último sábado, 20 de dezembro, em uma verdadeira experiência da música pesada, experimental e urbana no final de 2025. O formato de mini-festival reuniu nomes que cruzam gerações, indo do metal britânico ao reggae-rock americano, do alt-rock inovador ao trap-metal e hip-hop excêntrico, oferecendo ao público um panorama sonoro entre o oldschool e o contemporâneo em um mesmo line-up. Slay Squad começa apresentando seu estilo ghetto metal Abrindo o festival, a performance do Slay Squad trouxe energia para o público que chegava ou circulava pelo Allianz Parque nas primeiras horas. A banda californiana é conhecida por seu estilo agressivo, que funde elementos de um gênero chamado ghetto metal, uma mistura de metalcore, hardcore, trap, hip-hop e elementos industriais, criando uma sonoridade crua e implacável que instantaneamente provocou reações no público que logo iniciou um mosh. No palco, o Slay Squad enfatizou um som que é tanto visceral quanto brutal, com vocais agressivos, guitarras distorcidas e batidas que lembram a ferocidade do metal mas com a atitude do rap – nitidamente inspirados por Body Count. Como mostra a atitude hip hop, essa fusão do Slay Squad não é apenas estética, como também é representativa, com atitude e letras de protesto, onde fronteiras de gênero são constantemente desafiadas e remixadas para criar experiências ao vivo memoráveis. Embora sem a mesma longa trajetória de alguns de seus colegas de festival, a banda já tem presença em palcos importantes nos Estados Unidos, com dois álbuns lançados Stick to the Plan (2016) e Souls For The Feast (2016), que solidificaram sua identidade sonora agressiva. O grupo apresentou um show impactante e inesquecível, especialmente para fãs que buscavam intensidade máxima antes do headliner da noite. Riff Raff traz irreverência mas não cativa o público O segundo artista a subir no palco, foi o que menos agradou o público presente. Depois de uma energia pesada e atitude deixados por Slay Squad, o rapper texano Riff Raff trouxe ao LOSERVILLE um contraste vibrante e inesperado com sua estética extravagante e lirismo irreverente. O artista mistura hip-hop, trap, EDM e uma vibe synth, com um senso de humor curioso. Sua presença no palco é boa, marcada por momentos raros de alta energia e performances que incentivaram a participação do público, mas isso não foi o suficiente. Apesar da plateia ser receptiva, o show foi morno. Talvez pela sonoridade que está bem distante do rock ou metal – estilos dominantes nesse festival. Riff Raff representou o lado mais experimental do evento, com um som que até agradou quem gosta de sintetizadores e uma vibe de jogos dos anos 80, mas ainda assim, o artista fez o show menos agradável do festival. O festival é uma celebração da diversidade sonora, mas talvez pesaram a mão na escolha deste artista – que se encaixaria bem melhor em outros festivais para um público mais jovem do trap e hip hop. Ecca Vandal: A revelação do rock alternativo contemporâneo A apresentação de Ecca Vandal foi um dos momentos mais aguardados. A artista sul-africana (que começou sua carreira na Austrália, para onde se mudou quando criança) tem se destacado por sua abordagem do rock alternativo, mesclando a atitude punk, com sons de música eletrônica, hip-hop e soul para construir um som que é ao mesmo tempo bruto e original. Sua carreira começou a ganhar atenção com o álbum de estreia Ecca Vandal (2017), gravado de forma independente e elogiado por sua energia crua e originalidade. Pela primeira vez no Brasil, Ecca Vandal trouxe uma presença de palco contagiante, conquistando o público ao usar uma camiseta do Sepultura (estampando a icônica capa do Roots) e dizendo que adora as bandas brasileiras. A sua voz poderosa tem grooves inesperados, muitas vezes carregadas de atitude política e pessoal. A plateia já esperava sons mais pesados e agressivos, mas foi surpreendida com o visual e atitude da artista. A artista representa a renovação do gênero, incorporando elementos modernos sem deixar de lado as raízes do estilo e sua influência. Ecca entregou uma das melhores performances do festival, com seu som original e seu poder de conquistar o público. 311 prova o poder de ser veteranos em um festival jovem Quando 311 subiu ao palco, o clima mudou para um som mais nostálgico, principalmente para fãs de Sublime, Red Hot Chilli Peppers e Faith No More. Banda americana formada em Omaha em 1988, o 311 construiu uma carreira sólida misturando rock alternativo com reggae, rap rock, funk e outros elementos, algo que os diferencia no cenário alternativo há mais de 30 anos. Pela primeira vez em São Paulo e com uma discografia que inclui 14 álbuns, sendo o mais recente Full Bloom (2024), o grupo entrou um setlist de 10 músicas que explorou essa diversidade sonora, alternando novas músicas ao mesmo tempo em que revisitou clássicos do repertório, principalmente The Blue Album (1994), responsável pelos hits da banda. O ponto alto foi a famosa versão da canção “Love Song”, do The Cure. Com grooves relaxados com momentos de intensidade rítmica que convidaram o público a dançar e cantar em uníssono, a performance evidenciou a habilidade do 311 em “fazer o público se sentir parte do som”, graças à presença carismática do vocalista Nick Hexum e o DJ/vocalista SA Martinez. Além da relevância histórica como uma das bandas que expandiram os limites do rock alternativo para incluir influências jamaicanas e funk, o grupo trouxe ao Brasil o frescor único da da nostalgia dos tempos da MTV dos anos 80 e 90, unindo gerações de fãs. Bullet For My Valentine comemora 20 anos do álbum de estreia O show do Bullet For My Valentine na LOSERVILLE foi aguardado como um dos pontos altos da noite. Escolhidos para substituir YUNGBLUD, provaram que deveriam estar no lineup desde o início – e grande parte do público concordou com essa afirmação. Em entrevista ao Wikimetal, o guitarrista e membro fundador Michael “Padge” Paget confirmou: “Se a oportunidade aparece, temos que

Booze & Glory, ícone do street punk, anuncia show em São Paulo
A banda britânica Booze & Glory retorna ao Brasil em 2026 para um show único em São Paulo, no dia 28 de fevereiro, no Hangar 110. A apresentação integra a turnê de divulgação do novo álbum, Whiskey, Tango & Foxtrot. Formado em Londres, o Booze & Glory é um dos nomes mais reconhecidos do street punk/Oi! contemporâneo, com uma trajetória marcada por letras diretas, refrões fortes e uma estética profundamente conectada à cultura urbana e operária britânica. Liderada pelo vocalista Mark RSK, a banda se consolidou como uma referência do gênero ao longo de mais de uma década de atividade. Desde o álbum de estreia Always On The Wrong Side (2010), o grupo construiu uma discografia consistente, com lançamentos como As Bold As Brass, Mad World, Hurricane e Chapter IV, além de uma intensa agenda de turnês internacionais. O Booze & Glory já se apresentou em grandes festivais europeus, como o Rebellion Festival (Reino Unido), Punk Rock Holiday (Eslovênia) e Mighty Sounds (República Tcheca), e realizou turnês extensas pela Europa, América do Norte, América Latina e Japão. Um dos diferenciais da banda é sua forte relação com a cultura do futebol, elemento recorrente tanto nas letras quanto na identidade visual do grupo. O Booze & Glory é frequentemente associado ao universo das arquibancadas inglesas, aos cânticos de torcida e ao espírito coletivo que aproxima o punk Oi! da cultura futebolística. Gravado em três países (Itália, Polônia e México), o novo álbum Whiskey, Tango & Foxtrot reafirma o compromisso da banda com este som autêntico das ruas, com guitarras incisivas e batidas aceleradas. As primeiras singles lançadas, Boys Will Be Boys, Brace Up e Mad World, destacam-se como hinos fáceis de cantar em shows e clubes, alinhando o disco com a tradição do punk britânico de envolver o público na performance. SERVIÇO: Booze & Glory em São PauloData: 28 de fevereiro de 2026 (sábado)Local: Hangar 110Horário: 18h (abertura da casa)Endereço: rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro, São Paulo/SPIngressos: fastix.com.br/events/booze-glory-uk-em-sao-paulo Via: Rockbizz

Mansão da família de Gene Simmons é assaltada e tem os presentes de Natal levados
A esposa de Gene Simmons, a ex-playmate Shannon Tweed, compartilhou no Instagram imagens lamentáveis de uma câmera de segurança. No vídeo, um homem, cuja identidade não foi revelada, roubou presentes de Natal que foram entregues em sua mansão. A modelo canadense informou que os presentes eram para o seu filho, Nick Simmons. Pelas redes sociais, ela mostrou algumas cenas do roubo que foram flagradas pelas câmeras de segurança. Na legenda da postagem, Shannon escreveu: “Lá se foi o presente do meu filho”. Na imagem é possível ver um homem usando um agasalho de moletom, boné e bermuda. Ele pegou duas caixas e saiu tranquilamente da residência. Veja: Se uma família muito rica como a Simmons sofre com as consequências de uma falta de segurança pública, imagina os cidadãos sem os privilégios dos ricos. Este episódio engrossa a lista de roubos e furtos a encomendas durante a época de festas. Nos Estados Unidos, os entregadores deixam os pacotes na frente das residências, o que se torna um prato cheio para quem é bandido e quer obter vantagem em seus crimes. Via: Rockbizz

Blackberry Smoke retorna ao Brasil em 2026 para quatro shows
Banda que liderou o renascimento moderno do southern rock nas últimas duas décadas e conquistou plateias devotas ao redor do globo, Blackberry Smoke volta ao Brasil após sete anos de espera para uma série de quatro shows em abril de 2026. A turnê passará por Porto Alegre no dia 8/04 (Urb Stage), Belo Horizonte dia 10/04 (Mister Rock), São Paulo dia 11/04 (Audio) e Curitiba no dia 12/04 (Tork n’ Roll). Os ingressos já estão disponíveis no site 101tickets.com.br. Ao longo de sua carreira, o Blackberry Smoke tem incorporado a rica herança musical da Geórgia, homenageando as pessoas, os lugares e os sons de seu estado natal. A banda carrega de forma sólida a herança de Lynyrd Skynyrd, The Allman Brothers Band e Marshall Tucker Band. Grandes mídias dos EUA e da Europa costumam situar o Blackberry Smoke ao lado de nomes como Drive-By Truckers, Gov’t Mule e Chris Stapleton como parte de um novo ciclo de valorização do southern rock, iniciado após décadas em que o estilo ficou fora do mainstream. Seu álbum mais recente, Be Right Here, busca inspiração no southern rock, no blues, no classic rock com forte inclinação para essas raízes e no country vintage de caráter orgânico, reunindo personagens vívidos e identificáveis que fazem com que as canções frequentemente se assemelham a contos curtos densos e envolventes. Nas últimas duas décadas, o Blackberry Smoke construiu uma base de fãs extremamente fiel, o que levou seus seis álbuns de estúdio mais recentes a alcançarem expressivo sucesso nas paradas. Entre os destaques estão You Hear Georgia (2021), que chegou ao primeiro lugar da parada Americana/Folk Albums da Billboard, e o citado Be Right Here (2024), que alcançou o top 5 da Top Current Album Sales. Já Holding All the Roses (2015) foi relevante por representar, na época, um feito raro: um disco independente alcançando o primeiro lugar na parada country da Billboard na era moderna. Com uma agenda intensa de turnês, a banda conhece bem a estrada e a busca por um lugar ao qual pertencer. Amparados pela sólida comunidade de fãs conhecida como Brothers and Sisters, muitos dos quais viajam pelo mundo para apoiar o grupo, eles retribuem oferecendo aos admiradores um verdadeiro espaço de pertencimento. Ao longo dos anos, a banda se apresentou em palcos consagrados ao redor do mundo, como Austin City Limits, Bonnaroo, Summerfest, Glastonbury e Download UK, entre outros. A última e até então única passagem da banda pelo Brasil aconteceu em maio de 2019, quando lotou shows em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Via: Rockbizz

Yngwie Malmsteen critica ex-funcionários por lucrarem com seu nome
O guitarrista Yngwie Malmsteen sempre foi difícil de aturar e trabalhar! Quem já teve a infelicidade de encontrá-lo em bastidores sabe que o cara é intransigente, para dizer o mínimo. Mas, com a idade, o sueco de 62 anos vem ficando pior e arrumando confusão a troco de nada. Em sua conta oficial no X (antigo Twitter), Malmsteen criticou seus ex-funcionários por lucrarem com seu nome. O músico mirou as críticas aos vocalistas que passaram por sua banda ao longo dos anos. “Chegou ao meu conhecimento que alguns cantores contratados e pagos para meus discos solo estão tentando se aproveitar da minha marca”, começou Yngwie. “Sejamos claros: cantar em meus discos solo não significa propriedade, autoria ou legado. Escrever um verso aqui e ali não o torna alguém um compositor, e cantar meu material não o torna seu”. O guitar hero forneceu mais detalhes sobre os papéis de seus colaboradores e seus respectivos contratos. “Eles simplesmente recebiam um salário – trabalho por encomenda – para transcrever as minhas composições. Isso valia para o tecladista, baixista, baterista, etc. Se a única maneira de fazer turnê ou chamar a atenção é usando a minha marca, o meu nome, os títulos dos meus álbuns e meu catálogo solo, então você já respondeu à pergunta de quem realmente construiu algo. E o que eles gravaram e criaram nos últimos 30, 40 anos?” Yngwie Malmsteen não citou nominalmente quem está supostamente usando o seu nome para fazer shows e dinheiro. Contudo, como se trata do sueco, podem ser as vozes de sua cabeça que estão lhe atormentando. So it has come-to my attention that these hired and paid singers that I hired for my solo records are all trying to capitalize from my brand! Let’s be clear: performing on MY SOLO records does not equal ownership, authorship, or legacy. Writing a line here and there doesn’t make… — Yngwie Malmsteen (@OfficialYJM) December 18, 2025 Via: Rockbizz

Megadeth lança “Let There Be Shred”, terceiro single do álbum de despedida
Megadeth lançou nesta sexta-feira, 19, o novo single com videoclipe “Let There Be Shred”. Esta é a terceira faixa vindouro álbum de despedida, intitulado simplesmente Megadeth. O lançamento está previsto para para 23 de janeiro de 2026 pelo selo Tradecraft, do vocalista Dave Mustaine. Além das 10 faixas, Dave Mustaine informou que a banda gravou três músicas adicionais como bônus. Curiosamente, uma delas é a versão de “Ride The Lightning”, do Metallica. O guitarrista e vocalista também anunciou o lançamento do novo livro de memórias, cujos detalhes serão revelados nos próximos meses. A banda também anunciou recentemente o documentário Megadeth: Behind The Mask com exibição mundial nos cinemas em 22 de janeiro de 2026, pouco antes do lançamento de seu último álbum de estúdio. No Brasil, o fã já pode realizar a compra dos ingressos na pré-venda diretamente nos sites oficiais do Cinemark e do UCI Cinemas Megadeth confirmou única apresentação no Brasil no dia 2 de maio de 2026, no Espaço Unimed, em São Paulo, com sua Farewell Tour. Os ingressos já estão esgotados. LEIA TAMBÉM: Megadeth cobra R$5000 por evento de audição do novo álbum Via: WikiMetal

Liam Gallagher (Oasis) admite que não suporta heavy metal e o classifica como merda
Em uma nova sessão de perguntas e respostas pelo X (antigo Twitter), o frontman do Oasis, Liam Gallagher, fez comentários sinceros sobre o heavy metal. E pelo visto, o artista britânico não possui nenhum carinho pela música pesada. Quando um internauta o questionou se ele estava com vontade de ouvir metal, Liam disse: “Me desculpa, eu odeio heavy metal. É uma merda”. No campo de comentários, o público se dividiu em dar apoio ao músico e criticá-lo por não ter bons sentimentos em relação ao som pesado. Alguns internautas mais radicais escreveram que o heavy metal odeia Liam Gallagher. Apesar da Inglaterra ser o berço do metal, com o inigualável Black Sabbath, o vocalista do Oasis construiu sua carreira dentro da cena rock e britpop que dominou a década de 1990. Portanto, riffs pesados, vocais poderosos e sessão rítmica avassaladora como uma locomotiva nunca estiveram no radar do artista. Assuntos espirituais Na mesma sessão de perguntas e respostas, o roqueiro esclareceu que não está desempregado agora que a tour de reunião do Oasis acabou. Sem fornecer muitos detalhes sobre os próximos passos na carreira, ele disse: “Vocês acham que estou desempregado agora que o Oasis está em hiato. Longe disso! Eu tenho meus assuntos espirituais secretos para resolver”. Excuse me I hate heavy metal it’s dog shit — Liam Gallagher (@liamgallagher) December 17, 2025 Via: Rockbizz

Kiko Loureiro anuncia carreira de produtor-executivo com filme ‘Theory of Mind’
O guitarrista brasileiro Kiko Loureiro, conhecido por seu histórico nas bandas Megadeth e Angra, anunciou sua estreia na sétima arte com a divulgação do trailer do filme Theory of Mind. Loureiro não só assina como produtor-executivo, como também é responsável pela trilha sonora da produção que deve estrear em 2026. O longa, criado e dirigido pelo cineasta Leo Liberti, promete uma narrativa que mergulha no cruzamento entre inteligência artificial e psicologia humana. Segundo nota à imprensa, a trama gira em torno de sete influenciadores globais reunidos para testar o lançamento de um smartphone com IA avançada. O que parecia um experimento de tecnologia evoluída se transforma, porém, em um desafio psicológico perigoso quando uma falha crítica no sistema coloca os participantes em uma situação limite. No elenco, o público encontrará nomes consagrados do cinema de terror cult, como Kane Hodder, famoso por interpretar Jason Voorhees na franquia Friday the 13th. Além de Bill Moseley, conhecido por papéis marcantes em The Texas Chainsaw Massacre 2 e filmes de Rob Zombie. A escolha do título da produção não é aleatória. Theory of Mind também foi o nome do álbum solo lançado por Loureiro em 2024, cuja temática explora como seres humanos interpretam pensamentos alheios. Em declarações à imprensa na época do lançamento do disco, Loureiro descreveu o projeto como uma jornada entre música, emoção e tecnologia. Além de refletir sobre as conexões humanas em um mundo cada vez mais mediado por máquinas. Com distribuição prevista para o próximo ano e um trailer que já circula nas plataformas digitais, Theory of Mind representa uma fusão ambiciosa entre música, cinema e tecnologia, além de marcar um novo capítulo na carreira de Kiko Loureiro. LEIA TAMBÉM: Tarja Turunen toca “Ovelha Negra” com Kiko Loureiro durante show em São Paulo Via: WikiMetal

Amorphis divulga clipe do novo single Crowned In Crimson
O Amorphis divulgou o clipe do novo single Crowned In Crimson. A faixa estará presente na trilha sonora do longa-metragem de ação Son Of Revenge – The Story Of Kalevala, cuja estreia será no dia 16 de janeiro de 2026 na Finlândia. Sobre a canção, o guitarrista Esa Holopainen falou: “O diretor Antti Jokinen entrou em contato conosco e nos contou brevemente sobre seu ambicioso projeto cinematográfico. Marcamos uma reunião com ele, durante a qual pudemos ver o material visual do filme e analisar o roteiro. Antti queria que o Amorphis criasse a música tema do filme. Nós aceitamos imediatamente”. Neste outro player você pode curtir o trailer do filme Son Of Revenge – The Story Of Kalevala: Son Of Revenge – The Story Of Kalevala é uma obra fantasiosa cuja direção foi de Antti Jokinen e o roteiro de Jokinen e Jorma Tommila. A inspiração foi na poesia épica finlandesa Kalevala, o filme conta a história de Kullervo, um anti-herói trágico que respira vingança, tristeza e poder sobrenatural, com Elias Salonen no papel principal. O filme de passa na Carélia do Norte do século XII. Álbum Já o trabalho mais novo do grupo é Borderland, que saiu no dia 26 de setembro pelo selo alemão Reigning Phoenix Music. O trabalho musical do grupo finlandês, que será o seu décimo quinto registro de estúdio, teve a gravação no Hansen Studios em Ribe, Dinamarca, com a produção de Jacob Hansen, profissional que já assinou obras de bandas como Epica, Primal Fear e Evergrey. Além de Esa Holopainen, o Amorphis tem em sua formação Tomi Joutsen (vocal), Santeri Kallio (teclado), Tomi Koivusaari (guitarra), Jan Rechberger (bateria) e Olli-Pekka Laine (baixo). Track listing de Borderland: 01. The Circle02. Bones03. Dancing Shadow04. Fog To Fog05. The Strange06. Tempest07. Light And Shadow08. The Lantern09. Borderland10. Despair Bônus (somente em CD digipak CD e vinil) 11. War Band12. Rowan And The Cloud Via: Rockbizz

Guns N’ Roses amplia turnê pelo Brasil e anuncia show em Campo Grande
O Guns N’ Roses anuncia uma nova etapa da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things no Brasil. A banda adicionou a cidade de Campo Grande em seu circuito pelo país. Eles se apresentam dia 09 de abril de 2026 no Autódromo Orlando Moura. A pré-venda para o fã-clube se inicia neste domingo, 21, às 08h. Na segunda-feira, 22, estará aberta a venda de ingressos para a pré-venda Experience (entre 08h e 10h), para o Grupo Vip (entre 9h30 e 10h) e a venda geral, que se inicia às 10h no site da Bilheteria Digital e também nos pontos de venda oficiais. Confira mais informações no Serviço. SERVIÇOData: 09/04/2026 (quinta-feira)Local: Autódromo Orlando Moura – Campo GrandeEndereço do Local: Rodovia BR 262, KM 12Abertura dos portões: 16hShowtime: 20h30Ticketeira: Bilheteria Digital – Estacionamento no local? Sim. Estacionamento com pagamento na entrada *Horários sujeito a alteração Principais datas e vendas:21/12: 8h – pré-venda para fã clube (24h) – 8 ingressos por CPF22/12: 8h/10h – Pré-venda EXPERIENCE9h30/10h – Pré-venda GRUPO VIP (todos os setores)10h – Vendas Gerais (On line + Ponto de venda) *As vendas serão feitas por lote, a quantidade é determinada pela produção. SETORESARENA – a partir de R$ 285,00FRONT STAGE – a partir de R$ 595,00CAMAROTES – área reservada com serviços de banheiros e bares exclusivos – a partir de R$ 890,00EXPERIENCE (FRONTSTAGE+ SERVIÇO) – Setor premium do evento, com ingresso para frontstage +serviço de OPEN BAR E OPEN FOOD – a partir de R$ 1.500,00 EXCLUSIVO PARA MAIORES DE 18 ANOS. BANGALÔS – informações e valores através do telefone: Santo Show (67) 99240-5145 Ponto de Venda (presencial)Shopping Bosque dos IpêsEndereço: Av. Cônsul Assaf Trad, 4796 – Parque Novos Estados – ponto de referência próximo as Lojas Americanas.• Segunda a domingo: das 12h às 21hA partir de 22/12, enquanto durarem os estoques.*Isento de taxa de serviço. As vendas serão feitas por lote, a quantidade é determinada pela produção.Atenção! A venda de ingresso online acontece EXCLUSIVAMENTE no site ou App.Classificação recomendada: 16 anosDescrição da classificação:12 a 16 anos – acompanhado dos pais ou responsável legal;17 anos – acompanhado de qualquer adulto e munido de autorização com firma reconhecida. View this post on Instagram Via: WikiMetal
Entrevista: AVATAR fala sobre álbum mais recente e planos de retornar ao Brasil
Os visionários do heavy metal conhecidos coletivamente como AVATAR lançaram sua mais nova obra-prima, Don’t Go in the Forest, na simbólica data de 31 de outubro. O crescimento e o impulso do Avatar só aumentaram nos últimos anos desde que banda abriu os shows do Iron Maiden e com o lançamento do aclamado álbum Dance Devil Dance (2023). Após o novo disco, o grupo vai passar um bom tempo na estrada, com turnês planejadas para os próximos dois anos. Em uma conversa com o Wikimetal, o vocalista Johannes Eckerström e o baixista Henrik Sandelin falaram sobre o novo álbum, turnês com Iron Maiden e vinda ao Brasil. Wikimetal: Don’t Go in the Forest apresenta um conceito sombrio e quase folclórico. Houve algum ‘medo de infância’ ou lenda pessoal que mais influenciou a escrita desse disco? O que essa floresta metafórica representa para vocês? Johannes Eckerström: Eu não diria que houve um evento específico em si, mas provavelmente foram mil eventos, ou simplesmente isso, um certo sentimento em relação a medos ou ao enfrentamento de medos. Em vez disso, eu diria sobre usar a força como um tema recorrente, como este lugar mágico, sombrio, proibido e tudo mais. Acho que isso surgiu quando percebi que muitas letras deste álbum e de muitos álbuns anteriores têm muito a ver com água. Nós crescemos na costa oeste, então o oceano está bem ali, há lagos por toda parte e estamos cercados por árvores. Todo mundo cresceu com um alce entrando no quintal, comendo maçãs, ficando bêbado e preso no balanço. Nós vivemos basicamente na floresta, se você for sueco. Então, quando você cresce, quando volta para casa à noite ou algo assim, seja o que for, é um lugar para entrar. Você se perde nela. A floresta pode significar muitas coisas. Como eu disse, em relação a este álbum, há algo sobre medo, talvez até mais sobre tabus e a ideia de “não faça isso”, “não vá”, “não tenha o pensamento proibido” ou algo do tipo. Existem muitos tabus que devem ser quebrados para o nosso próprio bem, que nos impedem de avançar, ou tabus que impomos a nós mesmos por causa de quê? Pressão externa. Então, algo que é considerado proibido para você, algo que você deve confrontar, e essa linha de pensamento, essas imagens pintadas, vêm de múltiplas experiências, e não de uma só. E, falando superficialmente, a música “Magic Lantern” definitivamente tem essa camada onírica da infância, e há fragmentos de memórias nela. Mas isso é, novamente, mais o estado de ser do que um evento muito específico. É mais sobre a memória que se desvanece como uma ideia. E então, qual memória específica estava se desvanecendo e que eu estava tentando lembrar, se é que isso faz sentido. WM: O balão vermelho na capa e a temática do disco me fizeram pensar em “IT”, de Stephen King. A obra dele serviu de inspiração para vocês de alguma forma? Claramente, de certa forma. Mas, honestamente, eu… Pessoalmente, quando começamos a trabalhar com “O Balão”, esqueci completamente de Stephen King por algumas semanas. E aí, quando fizemos alguém disse: “Ah, Pennywise”, eu pensei: “Claro, por que não?”. Mas não sei, no que diz respeito a Stephen King… E minha versão favorita de qualquer coisa de Stephen King é aquela dirigida por Stanley Kubrick [ referindo-se ao filme O Iluminado]. Acho que Jonas [Jarlsby, guitarrista do AVATAR] leu vários livros de Stephen King, embora ele não tenha escrito nenhuma letra. Mas toda essa coisa de ser um palhaço… O que isso pode significar e por que é tão… Por que continua funcionando para nós, por que continuamos fazendo isso? Porque AVATAR é um circo de metal, e porque há tantas coisas que um palhaço pode ser. Quando criança, eu nunca tive medo de palhaços. Eu achava palhaços engraçados. Torta na cara. Esse é o meu palhaço, sabe? Mas aí tem o Pennywise e tudo o que há entre eles. Tem algo que as crianças adoram, e algo que as pessoas temem. E isso também tem esse mistério porque é alguém parcialmente mascarado. E parte disso… O circo itinerante, o carnaval, a sociedade secreta e tudo mais. E também o engraçado e o bobo. Então, o palhaço tem tantas camadas, ou como você quiser chamar, assim como AVATAR, que temos esse lado muito sério e sincero. E… Bem, é sempre sincero, mas às vezes também não se leva nada a sério. E todas essas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo conosco. WM: Se esse álbum virasse um filme, qual diretor vocês escolheriam para transformá-lo em cinema e por quê? HS: Bem, não vai virar um filme, então… Mas acho que escolho o Johan Carlén. Talvez porque ele seja barato. JE: Porque ele é barato. E porque David Lynch morreu. Não importa, honestamente. Acho que a resposta certa é que você quer o Johan Carlén, porque existe algo sobre relacionamentos de longo prazo em que, com o tempo, você desenvolve uma linguagem compartilhada, simplesmente pelo fato de termos crescido e aprendido tanto sobre música e sobre quem éramos como pessoas e tudo mais na banda. A maneira como falamos sobre música é a maneira como falamos sobre música na banda, e são pequenas sensibilidades que se desenvolveram ao longo dos anos. O que as diferentes coisas significam, o significado das referências e tudo mais. E como ouvimos as coisas, tudo isso se torna muito interligado ao longo dos anos. E como estamos com Carlén desde Black Waltz [EP de 2012], a mesma coisa aconteceu em relação à criação de coisas para videoclipes e todas as outras coisas malucas que criamos com ele. Então, eu sinto que se fôssemos fazer um filme com AVATAR, seria muito cruel não tê-lo envolvido. HS: Ele iria nos matar. Turnês com o Iron Maiden WM: Depois de abrir shows para o Iron Maiden, o Avatar passou a ser visto por um público muito maior e mais diverso. Vocês sentem que essa exposição acelerou o crescimento da banda e influenciou diretamente a recepção ou

A música de Natal do AC/DC inspirada no Presidente Donald Trump
Em meio à época de festas de final de ano, um fato curioso sobre um dos grupos mais influentes voltou a circular. A lendária banda australiana AC/DC escreveu uma música de Natal inspirada no atual presidente dos Estados Unidos Donald Trump, décadas antes de sua carreira política. A canção em questão é “Mistress for Christmas”, presente no álbum The Razor’s Edge, lançado em 1990. Naquele ano, Donald Trump era um magnata imobiliário de Nova York conhecido por sua intensa presença na mídia. Além de sua vida pessoal e o affair com Marla Maples, que dominava as colunas sociais e de fofocas. A música, com seus sinos natalinos e guitarras carregadas de energia, se destaca justamente por esse tom satírico e festivo. É como um contraste com o hard rock pesado pelo qual o grupo é conhecido. A canção funciona como um easter egg cultural que conecta o universo da música com flashes da cultura pop e da imprensa dos anos 90. Segundo o próprio guitarrista Angus Young, conforme relado pelo Utimate Classic Rock, a banda viu ali uma oportunidade de brincar com a imagem do playboy milionário. Em entrevistas posteriores, Young confirmou que a letra irreverente, com versos que evocam excessos, festas e relações superficiais, foi escrita com humor e inspirada livremente nas manchetes daquela época. Embora a faixa tenha sido lançada oficialmente no álbum, ela nunca fez parte do repertório dos shows ao vivo do AC/DC, tornando-se um dos poucos registros da banda que ficou à margem da história de suas apresentações, apesar da popularidade geral de The Razor’s Edge e de seus outros hits, como “Thunderstruck” e “Moneytalks”. AC/DC esgota 3 shows no Brasil Iniciada em 2024, a segunda fase da Power Up Tour celebra o disco e o legado da banda com shows de grande porte na Europa, América do Norte e América do Sul. O Brasil será um dos pontos altos dessa jornada, com o retorno do AC/DC ao país após mais de 15 anos para se apresentar no Estádio MorumBIS. A abertura ficará por conta do grupo The Pretty Reckless, liderado por Taylor Momsen. Cinco anos após o lançamento, finalmente a Power Up Tour chega à América Latina com 3 datas no Brasil. Anunciada inicialmente com uma data única em São Paulo no dia 22 de fevereiro de 2026, a turnê ganhou duas novas datas. Com shows em 28 de fevereiro e 03 de março, após os ingressos esgotarem em cerca de 95 minutos. LEIA TAMBÉM: AC/DC celebra 5 anos de ‘Power Up’ com turnê esgotada no Brasil Via: WikiMetal

Após esgotar ingressos, Iron Maiden anuncia show extra no Brasil
Iron Maiden retorna ao Brasil com a Run for Your Lives World Tour. Alter Bridge será a convidada especial para abertura. Após esgotar os ingressos para o show em São Paulo, no Allianz Parque, dia 25 de outubro, logo em seguida, a banda confirmou uma data extra: 27 de outubro, também no Allianz Parque. Haverá pré-venda Santander para clientes Private e Select a partir do dia 20 de dezembro de 2025, e pré-venda para os demais clientes Santander a partir do dia 21 de dezembro de 2025. A venda para o público geral terá início no dia 22 de dezembro de 2025, exclusivamente pelo site da LIVEPASS. A nova turnê, chamada Run for Your Lives World Tour, celebra os 50 anos da banda e já roda pela Europa e América do Norte desde maio de 2025, tornando o potencial retorno ao Brasil ainda mais significativo para os fãs locais. Recentemente, o Iron Maiden anunciou as datas norte-americanas de sua turnê Run For Your Lives. O grupo britânico fará shows nos Estados Unidos, Canadá e México. View this post on Instagram Serviço – Iron Maiden Data: 27/10/2026Local: Allianz ParqueEndereço: Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca – São Paulo – SPAlter Bridge: 19h10Iron Maiden: 20h50Classificação etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados de pais ou responsável legal. Sujeito a alteração conforme decisão judicial.Limitação: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais.Pré-venda (*)Pré-venda Santander – clientes Private e SelectInício: 20 de dezembro (sábado) de 2025, às 10hTérmino: 21 de dezembro (domingo) de 2025, às 09h59Pré-venda Santander – demais clientesInício: 21 de dezembro (domingo) de 2025, às 10hTérmino: 22 de dezembro (segunda-feira) de 2025, às 08h * Os ingressos disponíveis para a pré-venda são limitados. Venda para o público geral22 de dezembro (segunda-feira) de 2025, às 10h SETORES E PREÇOS (*)Pista Premium – R$ 1.200,00 (inteira) / R$ 600,00 (meia-entrada)Pista – R$ 585,00 (inteira) / R$ 292,50 (meia-entrada)Cadeira Nível 1 Lateral (assentos marcados) – R$ 690,00 (inteira) / R$ 345,00 (meia-entrada)Cadeira Nível 1 Central (assentos marcados) – R$ 650,00 (inteira) / R$ 325,00 (meia-entrada)Cadeira Superior – R$ 425,00 (inteira) / R$ 212,50 (meia-entrada) (*) Sujeito à disponibilidade. Nos setores Cadeira Nível 1 Lateral e Cadeira Nível 1 Central, os lugares são marcados, devendo o público ocupar o assento indicado no ingresso (fila e número). BILHETERIA OFICIAL (SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO)ALLIANZ PARQUENão haverá funcionamento nos dias 20/12/2025 e 21/12/2025.A bilheteria funcionará excepcionalmente na segunda-feira, 22/12/2025.Bilheteria A – Rua Palestra Itália, 200 – Água BrancaFuncionamento de terça a sábado, das 10h às 17h.Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. BILHETERIA OFICIAL – PRÉ-VENDA SANTANDERESPAÇO UNIMED – exclusivo para a pré-venda SantanderDias 20 e 21 de dezembro de 2025Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP LEIA TAMBEM: Nicko McBrain ficou “chateado” com anúncio rápido de substituto no Iron Maiden Via: WikiMetal

Documentário Epic: Elvis Presley in Concert ganha primeiro trailer; veja
A Universal Pictures divulgou hoje o trailer de Epic: Elvis Presley in Concert. O documentário é uma experiência cinematográfica única dirigida pelo visionário cineasta indicado ao Oscar, Baz Luhrmann, também responsável por Elvis, que levou mais de 1 milhão de brasileiros aos cinemas em 2022. Não apenas um filme musical, a produção mostra Elvis Presley em sua melhor forma e apresenta sua história como nunca se viu antes. Vencedor de cinco Grammy Awards, o artista considerado o “Rei do Rock & Roll” é um ícone cultural, sendo ainda hoje o músico solo mais vendido na história da música, com 1 bilhão de discos comercializados, segundo o Guinness World Records. Epic: Elvis Presley in Concert estará disponível nos cinemas a partir de 19 de fevereiro de 2026. Confira o trailer abaixo: Via: Rockbizz

Powerwolf libera vídeo ao vivo da faixa Alive Or Undead
O Powerwolf liberou o vídeo ao vivo da faixa Alive Or Undead. O material estará presente no álbum Wildlive (Live At Olympiahalle), que sairá no dia 27 de fevereiro de 2026 pelo selo Napalm Records. Assista no player a seguir: Anteriormente, a banda alemã compartilhou o clipe ao vivo de Stossgebet. Veja: Sobre o disco ao vivo, a banda se manifestou assim: “Sempre soubemos que nenhuma palavra ou vídeo curto de recapitulação poderia capturar verdadeiramente o que vivenciamos juntos durante a turnê Wolfsnächte 2024. Cada noite era mágica! Então, queríamos encontrar uma maneira de guardar essas memórias e compartilhá-las da maneira mais poderosa possível. É por isso que decidimos gravar o show completo no Olympiahalle em Munique para preservar apenas um momento do que todos nós sentimos nesta turnê. Wildlive (Live At Olympiahalle) é mais do que um lançamento ao vivo. É uma homenagem e uma manifestação aos momentos que criamos juntos”. Wildlive (Live At Olympiahalle) estará disponível em diversos formatos como Blu-Ray, DVD, CD, vinil, Deluxe Boxset, Earbook, Mediabook e digital. Via: Rockbizz

Ozzy foi visitar o Judas Priest em estúdio e aprontou a maior festa com a mulherada
Ozzy Osbourne foi o cara que viveu a vida no estilo sexo, drogas e rock n’ roll. O rock star foi um indivíduo que sempre dobrava a aposta quando o assunto era diversão. E ele também gostava de aprontar na companhia dos amigos. Na nova edição da revista Metal Hammer, Rob Halford contou que Ozzy foi visitar o Judas Priest em estúdio e aprontou a maior festa com a mulherada. Na época, o grupo estava gravando o disco Ram It Down, que saiu em maio de 1988. “Ozzy nos mandou uma mensagem: ‘Posso passar aí para dar uma olhada? Mas só vou se vocês construírem um heliponto. O dono do estúdio construiu”, lembrou o Metal God. “Ozzy chegou com uma cara bem séria. Mas a melancolia não durou muito! No fim, ele acabou em uma banheira de hidromassagem com umas garotas da região e com Glenn [Tipton]. Eles eram muito próximos”, destacou. “Os dois ficaram acordados a noite toda! Lembro de ter espiado pela porta por volta de uma da manhã, e lá estavam os dois, nus, com garrafas por todo lado. Foi uma cena e tanto”, acrescentou. Halford encerrou falando sobre a personalidade do Príncipe das Trevas: “Fizemos algumas turnês com ele ao longo dos anos, e algo simplesmente acontecia quando ele estava prestes a entrar no palco. Ele se tornava Ozzy Osbourne. Mas, de certa forma, Ozzy sempre foi Ozzy! Acredito que é isso que todos nós amamos nele. Não havia ninguém mais genuíno, amoroso e atencioso do que Ozzy Osbourne. As pessoas dizem para não conhecer os seus ídolos. Ozzy não era nada disso! Ele era um cara mágico que nunca se esqueceu de suas raízes em Birmingham. Ele daria a própria camisa para você”. O Madman nos deixou no dia 22 de julho, aos 76 anos. Ele enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Ozzy deixa uma lacuna no rock n’ roll que nunca será preenchida! Ele, dentro e fora dos palcos, foi a personificação da essência da música pesada. É um tipo de artista da grandeza dos nomes eruditos de nossa história. Via: Rockbizz

Yungblud chama seus críticos de porteiros de festa que não foram convidados
Pouco tempo atrás Justin Hawkins, frontman do The Darkness, falou que o rock está em apuros se depender do teatro musical no estilo Disney de Yungblud. Ele e outras pessoas como o seu irmão Dan Hawkins também criticaram a performance do jovem roqueiro no VMAs, quando prestou homenagem a Ozzy Osbourne. Isso foi bastante para que Dominic Richard Harrison ficasse bravo e respondesse os seus críticos em recente conversa com a revista Billboard. “As críticas no VMA vieram de pessoas que estavam tentando bancar os porteiros em uma festa para a qual não foram convidadas”, disparou o cantor. “Essa é a dura realidade. Se você não tem esse medo de precisar oferecer algo, você não está no caminho certo. Além disso, se as pessoas são indiferentes a você, então você não é nada de verdade”. Yungblud concluiu falando sobre a relação com o Príncipe das Trevas: “Sonhei em conhecer o Ozzy a vida toda. Eu o conheci, me aproximei dele, sua família me pediu para homenageá-lo, e então eu o perdi. O fato de Ozzy ter sido quem fez o mundo me notar, isso é simplesmente inacreditável”. No dia 07 de setembro, o saudoso Ozzy Osbourne (Black Sabbath) ganhou uma homenagem no MTV Video Music Awards 2025. O evento aconteceu com toda pompa no palco da UBS Arena, em Nova Iorque, Estados Unidos. O tributo ao Madman contou com a participação de nomes importantes do rock n’ roll como Steven Tyler e Joe Perry, do Aerosmith, Yungblud e Nuno Bettencourt, do Extreme. O ex-integrante da banda de Ozzy, Adam Wakeman, também participou da festa tocando teclado e piano. Apesar da bem-vinda e merecida celebração ao Madman, a performance afetada de Yungblud no evento não caiu bem e vem gerando muitas críticas. Justin vem alertando o público em relação a suposta fraude artística que é o cantor. Ele o acusa de se esconder atrás de Auto-tune, que é um software de produção musical que corrige e manipula a afinação de vozes e instrumentos. Via: Rockbizz

The Rolling Stones cancela os planos de uma turnê em 2026
The Rolling Stones cancelou os planos de uma turnê em 2026. De acordo com o tabloide The Sun, o motivo do cancelamento seria porque o guitarrista Keith Richards, que completa 82 anos esta semana, não consegue se comprometer com uma turnê extensa. Uma fonte disse à publicação: “Os Rolling Stones receberam várias propostas de grandes promotores para o próximo verão. Mas quando se reuniram para discutir a turnê, Keith disse que não achava que conseguiria se comprometer e que não estava interessado em uma grande turnê em estádios por mais de quatro meses”. O motivo da recusa de Richards em se comprometer não foi divulgado. No entanto, em 2023, ele falou abertamente ao programa Today da BBC Radio 4 sobre o impacto da artrite em sua maneira de tocar guitarra, explicando: “Curiosamente, não tenho dúvidas de que sim, mas não sinto dor: é uma versão benigna. Acho que se diminui um pouco o ritmo, provavelmente se deve mais à idade.” O guitarrista continuou: “E também, achei interessante que, quando penso ‘Não consigo mais fazer isso’, a guitarra me mostra que existe outra maneira de fazer. Um dedo se move em um espaço diferente e uma nova porta se abre. Então você está sempre aprendendo”. Anteriormente, foi noticiado que os Rolling Stones fariam uma turnê pela Europa em 2025. Em vez disso, o grupo optou por não fazer turnês para trabalhar em um álbum sucessor de Hackney Diamonds, lançado em 2023. O produtor Andrew Watt confirmou seu envolvimento no novo disco há alguns meses, dizendo enigmaticamente à Rolling Stone: “Quando a coisa fica no ar, você simplesmente… Posso dizer que gravamos algumas coisas juntos, mas é só isso que posso dizer.” Via: Rockbizz

Perry Farrell pede desculpas por partir pra cima de Dave Navarro durante show do Jane’s Addiction: “Sinto muito mesmo”
Para quem não lembra ou não sabe, em meados de setembro de 2024, o frontman do Jane’s Addiction, Perry Farrell, partiu para cima do guitarrista Dave Navarro no palco, durante show no Leader Bank Pavilion em Boston, Massachusetts, Estados Unidos. Agora, mais de um ano depois da confusão, Perry Farrell pediu desculpas por partir pra cima de Dave Navarro durante show do Jane’s Addiction. Nesta quarta-feira, 17, o cantor usou as redes sociais para se retratar. “A todos em Boston e ao redor do mundo. Gostaria de falar sobre o que aconteceu no palco no ano passado. Refleti sobre o ocorrido e sei que não me comportei da maneira correta. Peço desculpas ao nosso público e aos meus companheiros de banda por ter perdido a cabeça e por ter interrompido o show”. O vocalista continuou: “O Jane’s Addiction tem sido o centro da minha vida por décadas. A banda, as músicas e o impacto que tivemos na música e na cultura significam mais para mim do que qualquer palavra que eu possa escrever. O meu objetivo sempre foi dar ao nosso público o melhor show possível, algo real, honesto e positivo. Em Boston, não conseguimos isso, e peço sinceras desculpas a todos que foram afetados”. “Do fundo do meu coração, quero agradecer a cada um de vocês pelo amor e apoio contínuos”, finalizou o cantor. A briga dos caras estava na justiça, com ambos os lados lutando pela razão e pelo dinheiro, e como estava ficando caro para todo mundo, parece que a sensatez do bolso falou mais alto e a treta chegou ao fim. Via: Rockbizz

Marilyn Manson tem outro processo por agressão sexual arquivado pelo tribunal
Um juiz de Los Angeles anulou novamente, na última terça-feira, 16, o processo civil de agressão sexual movido contra o músico Marilyn Manson pela sua ex-assistente, Ashley Walters. A decisão ocorreu poucos dias antes de um julgamento que estava agendado para começar em janeiro de 2026. A ação, iniciada em 2021, alegava que Walters teria sido sujeita a abuso verbal, físico e sexual durante o período em que trabalhou para o artista em 2010 e 2011, mas o juiz decidiu que as alegações estavam fora do prazo legal e não puderam avançar ao tribunal. Conforme noticiado pela Rolling Stone, o juiz Steve Cochran afirmou que o processo foi apresentado quase dez anos após os eventos alegados, ultrapassando o prazo máximo para abertura de ação previsto na lei da Califórnia. Além disso, rejeitou a aplicação da chamada delayed discovery rule, que poderia permitir uma extensão do prazo caso a suposta vítima tivesse apresentado trauma que retardasse a revelação dos fatos. A advogada de Walters declarou que pretende recorrer da decisão, argumentando que o sistema legal precisa acompanhar o entendimento sobre como traumas podem afetar o momento em que vítimas se sentem capazes de buscar justiça. O arquivamento marca mais um capítulo controverso na longa série de disputas legais que acompanharam a carreira de Manson após diversas acusações públicas de abuso nos últimos anos. Em 2025, uma investigação do Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles concluiu que não havia evidências suficientes para apresentar acusações criminais contra o músico em outros casos. Ashley Walters era oferecida a amigos do cantor para que pudesse “agradá-los” Documentos judiciais apresentados em 2021 pela ex-assistente Ashley Walters afirmam que, durante o período em que trabalhou para o artista Marilyn Manson, ela teria sido sexualmente explorada e até “oferecida” a amigos e conhecidos do músico sem seu consentimento. De acordo com as alegações, Walters diz que Manson incentivava que terceiros a beijassem, tocassem ou a “tivessem” como bem entendessem. Comportamento que alega ter ocorrido repetidamente enquanto estava sob sua supervisão profissional e pessoal. Os relatórios também descrevem outros episódios graves. Como exigência de ficar acordada por longos períodos sob a influência de drogas, abuso físico e coerção psicológica, além de comentários inapropriados e comportamentos predatórios atribuídos ao cantor. Manson também chantageava a vítima por meio de uma série de fotos que ele a teria forçado a tirar usando artefatos nazistas. Esse comportamento ele repetiu durante seu relacionamento com a atriz Evan Rachel Wood, que teria testemunhado comportamentos racistas e nazistas do cantor, que gostava de chamá-la de “judia” de modo pejorativo. Essas acusações surgiram em meio a um conjunto mais amplo de relatos de várias mulheres que mencionaram situações de abuso envolvendo Manson ao longo dos últimos anos. Acusações de abuso sexual contra Marilyn Manson Nos últimos quatro anos, Manson se envolveu em uma série de batalhas judiciais e foi acusado por várias mulheres, incluindo a atriz Evan Rachel Woodd, de abuso sexual, emocional e físico. Com o depoimento da atriz, outras mulheres vieram à público para denunciar inúmeros atos de violência por parte de Manson; entre elas, a também atriz Esmé Bianco e a ex-assistente, Ashley Walters. Marilyn Manson realizou seu retorno aos palcos em agosto de 2024, sendo o primeiro show do cantor desde as acusações. Em novembro do mesmo ano, lançou o álbum Assassination Under God – Chapter 1 pela Nuclear Blast Records após ter sido dispensado por sua gravadora de longa data Loma Vista Recordings e pela agência CAA após as acusações. O cantor negou todas as acusações e processou diversas de suas supostas vítimas, sendo absolvido em janeiro de 2025 por falta de provas. LEIA TAMBÉM: Aparição de Marilyn Manson no último show do Black Sabbath gera revolta Via: WikiMetal

Tom Morello junta-se ao Beartooth no single “Everything Burns” de Final Fantasy XIV
O lendário guitarrista Tom Morello une-se à potência do metalcore Beartooth para lançar nesta quarta-feira, 17, o novo single “Everything Burns”. Produzido pelo duas vezes indicado ao GRAMMY, compositor, músico e produtor Tyler Smyth (Falling in Reverse, I Prevail, Blessthefall, Royal & the Serpent), esta colaboração feroz funde os riffs de guitarra característicos de Morello com os vocais de Caleb Shomo. Caleb Shomo, vocalista do Beartooth comentou: “Criar ‘Everything Burns’ foi a definição de um raio em uma garrafa. Pressão faz diamantes. Quando recebi uma ligação dizendo que Tom Morello quer que você cante em uma música para um grande projeto e ela é para daqui a poucas horas, eu não tinha ideia do que aconteceria, mas dei tudo de mim e se tornou algo verdadeiramente único na vida. Não poderia estar mais honrado em fazer parte disso com Tom e toda a família Final Fantasy que tornou isso possível. Objetivo de vida alcançado.” A música fez sua estreia no jogo na atualização mais recente do Final Fantasy XIV, onde os jogadores poderão experimentar a faixa em uma das partes mais cruciais do jogo – mais cedo hoje ela estreou no SiriusXM Octane e agora está disponível globalmente em todas as plataformas de streaming junto com um videoclipe dirigido pela AxiA. Sobre sua colaboração com o Beartooth, Morello acrescentou: “Everything Burns é uma canção pesada em riffs que parece estar surgindo das ruas. Colaborar com o Beartooth e o superprodutor Tyler Smyth para forjar este feroz próximo single do meu próximo álbum solo foi uma verdadeira emoção.” LEIA TAMBÉM: Tom Morello indica a banda Kneecap como “o novo Rage Against The Machine” Via: WikiMetal

Blackberry Smoke anuncia turnê no Brasil para 2026
Blackberry Smoke anunciou nesta quarta-feira, 17, uma turnê pelo Brasil para Abril de 2026, passando por quatro capitais no país. Os ingressos já estão à venda pela plataforma 101 Tickets. A banda americana, revelação do southern rock, retorna ao Brasil após sete anos passando por Porto Alegre/RS (Urb Stage) no dia 8 de abril, Belo Horizonte/MG (Mister Rock) dia 10 de abril, São Paulo/SP (Audio) dia 11 de abril e Curitiba/PR (Tork n’ Roll) no dia 12 de abril. O Blackberry Smoke construiu sua identidade musical a partir da forte herança cultural da Geórgia, incorporando influências diretas de nomes clássicos do southern rock como Lynyrd Skynyrd, The Allman Brothers Band e Marshall Tucker Band. A banda costuma ser citada ao lado de artistas como Drive-By Truckers, Gov’t Mule e Chris Stapleton, ajudando a recolocar o estilo em evidência após anos fora do mainstream. Com uma base de fãs extremamente fiel, o grupo alcançou resultados expressivos nas paradas nas últimas duas décadas. Álbuns como You Hear Georgia (2021) lideraram a parada Americana/Folk da Billboard, enquanto Be Right Here (2024) entrou no top 5 de vendas atuais. Além disso, Holding All the Roses (2015) marcou época ao levar um disco independente ao topo da parada country. Com turnês constantes e presença em festivais consagrados, o Blackberry Smoke consolidou uma comunidade global de fãs e reforçou sua reputação como um dos principais nomes do southern rock contemporâneo. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Brit Turner, baterista do Blackberry Smoke, morre de câncer aos 57 anos Via: WikiMetal