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Jéssica Falchi divulga seu terceiro single Sweetchasm, Pt. 2
A guitarrista brasileira Jéssica Falchi, desde o nascimento da banda Falchi, já mostrou versatilidade e criatividade no instrumento com músicas que destacam do groove ao progressivo e, no terceiro single, Sweetchasm, Pt. 2, ela traz o peso do thrash metal, sempre com a pegada moderna de suas composições. O novo single também ganhou videoclipe, gravado no Sonastério. Assista abaixo: Sweetchasm, Pt. 2 é a terceira de uma série de quatro músicas que Jéssica lança até janeiro de 2026, quando enfim lança o EP de estreia com uma música que tem um convidado internacional na outra guitarra. O single atual é uma continuação natural da música inédita que será apresentada em janeiro/2026, conta a guitarrista. “Enquanto eu e o João Pedro (baixo) estávamos compondo a Sweetchasm, o refrão foi pra um lado muito pesado que depois achamos que ficou muito deslocado do restante da música, mas ao invés de ‘jogar fora’, acabamos guardando”, ela explicou. Assim como todas as faixas da Falchi, Sweetchasm, Pt. 2 foi gravada no estúdio do Jean Patton (ex-Project46). É a faixa mais pesada desta nova fase da guitarrista, cheia de riffs precisos e com a exata assinatura que consagrou Jéssica mundo afora como uma das mais vibrantes profissionais deste instrumento. Todas as artes são assinadas por Lauren Zatsvar. “Cada animal foi escolhido de acordo com a sonoridade que fazia mais sentido para a música na minha cabeça”, completa Jéssica. Além do EP, 2026 também será o ano da Falchi nos palcos. No dia 21 de março, a banda será a atração de abertura para os suecos do Katatonia em São Paulo, no Cine Joia. Ingressos em fastix.com.br. Via: Rockbizz

Ex-KISS, Vinnie Vincent se defende após lançar single que custa R$ 1250
O ex-guitarrista do KISS, Vinnie Vincent, se defendeu das criticas recebidas com o lançamento de seu novo single, “Ride The Serpent”. Para adquirir o CD contendo apenas uma faixa com duração de oito minutos, autografado e em edição limitada, o fã precisa desembolsar US$ 225 (cerca de R$ 1.250) e US$ 300 (cerca de R$ 1700) para pedidos internacionais. Em declarações publicadas pela Louder, o músico comentou sobre a reação negativa ao preço de seu novo trabalho, limitado a 1000 cópias. “Bem-vindos à nova era. Artistas podem e vão definir seus próprios padrões e regras para o preço de sua arte. É um terreno baldio estilo Mad Max, o Velho Oeste para artistas agora que não têm proteção contra fãs que baixam música de graça”, falou [transcrição via Louder]. Vinnie ainda disse que o valor se justifica pela qualidade do material. “Essa música vale mais do que a maioria dos álbuns inteiros. Considere-se sortudo por ser apenas isso. Se você não gosta do que eu faço, do que digo ou vendo, não venha aqui. Se gosta, apoie o artista. O meu preço me protege de pessoas que comprariam barato por meio de bootlegs.” Vinnie Vincent chamou críticos de “trolls emocionalmente perturbados” Em relação as pessoas que criticaram o valor, Vinnie Vincent afirmou que são “trolls emocionalmente perturbados” e tentam atrapalhar sua plataforma de vendas. O guitarrista ainda afirmou que as pessoas preferem comprar itens de outros artistas ao invés de pagar pela sua música. “São os mesmos chorões que não veem problema em pagar US$ 500 para um artista que faz playback por um tijolo de uma casa demolida por ele, ou US$ 1.000 por um par de meias usadas e suadas. Mas vocês choram e reclamam como bebês quando o VV [Vinnie Vincent] vende algo a um preço que não gostam? Cresçam!”, enfatizou. LEIA TAMBÉM: 7 Momentos chocantes do rock e metal que definiram 2025 Via: WikiMetal

Oasis supera a pop star Beyoncé e vende mais ingressos em 2025
De acordo com a Análise de Negócios de Fim de Ano da Pollstar, o Oasis superou a pop star Beyoncé e vendeu mais ingressos em 2025. A turnê da estrela pop, no entanto, gerou uma receita total maior em relação aos ganhos dos irmãos Gallagher. Beyoncé faturou 407 milhões de dólares – cerca de dois bilhões e duzentos e setenta milhões de reais na atual cotação da moeda estrangeira. Os roqueiros de Manchester abocanharam a quantia de 405 milhões de dólares – dois bilhões e duzentos e sessenta milhões de reais. Os dados da Pollstar informam que o Oasis se apresentou para 2.228.471 pessoas em 36 shows, superando os 1.596.165 espectadores de Beyoncé em 32 shows. A diferença de 630 mil ingressos prova que o rock dos anos 1990 caiu mais no gosto do público neste ano. A pesquisa também apontou que Coldplay, Lady Gaga, Imagine Dragons e Post Malone continuam no Top 10 das maiores bilheterias do mundo. Infelizmente, bandas de metal como Iron Maiden e Metallica e de rock n’ roll clássico como AC/DC não entraram no páreo. Via: Rockbizz

Caviar musical: Vinnie Vincent (ex-KISS) defende a venda de seu novo single por 225 dólares
É uma luta para a maioria das pessoas fechar o mês no azul, e isso se aplica para alguns músicos que estão fora do mercado há décadas. Portanto, eles precisam se virar do jeito que for possível para levantar uma grana. Vinnie Vincent, por exemplo, ex-guitarrista da banda mais quente do mundo, o KISS, defendeu a venda de seu novo single em CD de edição limitada pelo “módico valor” de US$ 225 (cerca de R$ 1.255). O músico, que tocou com o conjunto entre o breve período de 1982 a 1984, anunciou o single Ride The Serpent no início do mês. A canção está presente em seu mais novo álbum do Vinnie Vincent Invasion. No dia 01 de dezembro, Vincent escreveu em suas redes sociais que cada disco seria uma “peça de colecionador muito limitada”, com autógrafos “manuscritos” e numerados individualmente “à mão”, com toda a tiragem limitada a 500 cópias. Ele comparou o single a “caviar ou obras de arte”, afirmando que o “preço justo de mercado” é “coisa do passado”. Na época, o guitarrista acrescentou que cada single custaria US$ 300, em um esforço para combater “entidades piratas” que, segundo ele, estavam “observando e esperando como um falcão para se apoderar de tudo o que eu lançasse e piratear”. “Eu entendo as reclamações, os lamentos, as queixas sobre o preço, mas vocês também precisam entender que minha música é tão desejada que será alvo de pirataria imediatamente, o que eu não posso e não vou permitir”, acrescentou. “Eu gostaria que não fosse assim, mas me sinto honrado que seja. É uma faca de dois gumes para mim, mas espero sinceramente que, ao refletir sobre isso, vocês entendam o dilema que enfrento”, explicou. Agora, o single Ride The Serpent está à venda aqui e, apesar de seus comentários anteriores, está custando US$ 225. Respondendo às reclamações dos fãs sobre os preços altos, Vincent disse: “Bem-vindos à nova era”. O músico continuou: “Artistas podem e vão definir seus próprios padrões e regras para o preço de compra de suas obras, isso se ainda existirem artistas de valor além da lista padrão. Estamos nos aproximando de 2030. Inflação altíssima. Sem-teto… etc… a lista de horrores é interminável”. “É um verdadeiro deserto de Mad Max, o Velho Oeste para os artistas de hoje, que não têm nenhuma proteção contra fãs gananciosos que baixam suas músicas de graça. Eles são vítimas de roubos massivos, reduzidos a implorar por curtidas e inscritos de pirralhos mimados que querem seu trabalho de graça ou por quase nada. Artistas independentes são como cervos na floresta, que nunca veem um centavo pelo seu trabalho. Artistas com contrato são explorados, enganados em relação aos direitos autorais e geralmente acabam nos tribunais. As gravadoras são donas dos artistas e de suas obras”, reclamou o ex-KISS. Vincent concluiu dizendo que sua música “vale cada centavo”, acrescentando que é “a melhor droga sintética do mercado” e “uma onda infinita de pura energia correndo pelas veias”. Via: Rockbizz

Steve Morse afirma que “pessoas ficaram felizes” com sua saída do Deep Purple
Steve Morse integrou o Deep Purple entre 1994 e 2022. Mesmo tendo sua saída motivada para cuidar de sua esposa, Janine, que faleceu em 2024 devido a um câncer, o guitarrista crê que houve ‘pessoas felizes’ com isso. Para seu lugar, a banda escolheu Simon McBride. Em entrevista à Guitar Interactive, Morse afirmou que a notícia caiu como alívio no grupo, pois os integrantes buscavam uma nova direção musical. Questionado sobre a possibilidade de uma reunião ou um show único com o Purple, o artista respondeu de forma direta: “Acho que se a banda se sentisse de outra forma, eu me sentiria de outra forma. Mas acho que há alguns caras na banda que ficaram realmente contentes por eu ter ido embora”, comentou [transcrição via Blabbermouth]. Segundo Steve Morse, as razões não foram pessoais. O Deep Purple desejava retornar a uma sonoridade mais crua, e afastar-se da complexidade técnica trazida por ele na década de 90. “Eles estavam meio que voltando às suas raízes e queriam ser apenas uma banda de rock, e ‘não venha com essa porcaria sofisticada’. E quando você olha para mim como compositor, eu definitivamente trago essa ‘porcaria sofisticada’. Não consigo evitar”, brincou. LEIA TAMBÉM: Ian Gillan não sabia da música do Deep Purple em ‘Stranger Things 5’ Via: WikiMetal

Jane’s Addiction: Integrantes fazem acordo com Perry Farrell e banda acaba
A disputa judicial entre os integrantes do Jane’s Addiction e o vocalista Perry Farrell chegou ao fim. Em 13 de setembro de 2024, Farrell agrediu o guitarrista Dave Navarro durante um show. Segundo informações da People, o processo movido em julho deste ano por Navarro, Eric Avery e Stephen Perkins está oficialmente arquivado. A Corte Superior de Los Angeles encerrou o caso em 22 de dezembro, após a realização de um acordo extrajudicial entre as partes [via Blabbermouth]. Perry estava sendo acusado de: agressão, lesão corporal, imposição intencional de sofrimento emocional, negligência, quebra de dever fiduciário e violação de contrato. A ação alegava que o cancelamento da turnê da banda resultou em um prejuízo superior a 10 milhões de dólares (aproximadamente R$55,7 milhões). Os autores do processo exigiam que Farrell arcasse com todas as dívidas pendentes relacionadas ao cancelamento da turnê. Entretanto, o acordo não significa que a banda irá retornar. Em 17 de dezembro, um comunicado conjunto nas redes sociais confirmou o fim definitivo do Jane’s Addiction, que se reuniu pela “última vez” para “resolver as diferenças” e “preservar o legado” construído em quatro décadas de carreira. Os integrantes também deixaram claro que seguirão caminhos separados em novos “projetos musicais e criativos”. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Os 45 melhores álbuns de rock e metal de 2025 Via: WikiMetal

Lynyrd Skynyrd tem cerca de 30 músicas inéditas escritas com Gary Rossington
O Lynyrd Skynyrd tem cerca de 30 músicas inéditas escritas com o saudoso guitarrista Gary Rossington que a banda ainda espera gravar e lançar. Em uma conversa recente com o Riff X, o vocalista Johnny Van Zant e o guitarrista Rickey Medlocke deram detalhes sobre o material. “Temos músicas que escrevemos com o Gary e que nunca gravamos”, confirmou Van Zant. “Descobrimos [essas músicas] logo após a morte do Gary”, explicou Medlocke. “Nos trouxeram um monte de fitas e outras coisas – a esposa dele trouxe – e descobrimos que tínhamos cerca de 30 músicas em que o Gary havia participado com o Johnny, comigo e mais alguém. E dava para ouvi-lo falando nas fitas, comentando as letras e tudo mais”. Revisitar essas canções reacendeu a chama nos membros remanescentes do grupo norte-americano. “Johnny e eu começamos a conversar sobre fazer – possivelmente fazer – outro álbum do Lynyrd Skynyrd que incluísse as músicas do Gary”, observou Medlocke. “Veremos o que o futuro nos reserva mas gostaríamos de trazer isso à tona e apresentá-las aos nossos fãs”, comentou Van Zandt. Rossington, o último membro original ainda vivo do Lynyrd Skynyrd, faleceu em 2023 aos 71 anos. O grupo continuou em turnê desde então, algo que o guitarrista apoiava antes de sua morte. O Lynyrd Skynyrd já havia insinuado um novo álbum, que seria seu primeiro LP desde Last of a Dyin’ Breed, de 2012. Enquanto os fãs aguardam ansiosamente por novas músicas, as lendas do southern rock anunciaram recentemente uma turnê para 2026, incluindo shows no Brasil em abril. Via: Rockbizz

Perry Farrell e Jane’s Addiction chegam a um acordo e encerram batalha judicial
O vocalista Perry Farrell e Jane’s Addiction – Dave Navarro, Eric Avery, Stephen Perkins – chegaram a um acordo e encerraram a batalha judicial. Na semana passada, dia 22 de dezembro, o Tribunal Superior da Califórnia, do Condado de Los Angeles, rejeitou os processos de Perry Farrell e dos demais integrantes da banda. A decisão ocorreu uma semana após a banda anunciar sua separação e Farrell pedir desculpas aos seus companheiros de trabalho e aos fãs. A decisão se refere a um incidente que ocorreu durante um show do grupo na cidade de Boston, em setembro de 2024. Nesse show, Perry partiu para cima de Navarro em pleno palco. O episódio fez a banda cancelar shows, perder bastante grana e manchar sua imagem. A briga dos caras estava na justiça, com ambos os lados lutando pela razão e pelo dinheiro, e como estava ficando caro para todo mundo, parece que a sensatez do bolso falou mais alto e a treta chegou ao fim. Via: Rockbizz

Justiça arquiva denúncia contra Garotos Podres por falta de provas
A justiça arquivou denúncia contra Garotos Podres após constatar ausência de provas. A denúncia foi registrada na Justiça da Paraíba, na Delegacia de Repressão a Crimes Homofóbicos, Étnico-Raciais e de Intolerância Religiosa, após a apresentação do grupo na capital paraibana em 15 de fevereiro de 2025. O cidadão de bem denunciante alegava que algumas músicas compostas pelo grupo de punk rock na década de 1980 eram “controversas”. A denúncia apontava crimes em faixas como Fernandinho Viadinho, Führer e Voltem pro Nordeste, no entanto, estas canções não são tocadas ao vivo há décadas, ou seja, não fizeram parte do show em que o acusador quis usar como base em seu processo. Na última semana, o vocalista Mao afirmou que a banda foi alvo de um inquérito por causa da música Papai Noel, Velho Batuta, clássico do punk rock brasileiro presente no álbum de estreia da banda, Mais Podres do que Nunca, de 1985. O portal g1 tentou localizar a defesa dos Garotos Podres para confirmar se o cantor se referiu à denúncia da Paraíba, no entanto, não obteve resposta. Apesar de todo estresse e falatório, que serviu, no final das contas, como divulgação ao grupo, a Justiça encerrou oficialmente o caso e afastou qualquer responsabilização criminal relacionada ao show que ocorreu na cidade de João Pessoa. Via: Rockbizz

Mick Abrahams, membro fundador do Jethro Tull, morre aos 82 anos
Mick Abrahams, membro fundador do Jethro Tull, morreu aos 82 anos, após anos de saúde debilitada. Segundo comunicado, o músico faleceu no último domingo, 21 de dezembro. A causa oficial da morte não foi divulgada. Ian Anderson, membro fundador e vocalista principal, divulgou um comunicado no site oficial da banda, após rumores terem surgido em uma página de fãs no Facebook, informando a morte de Mick Abrahams em 19 de dezembro. Na declaração, Ian Anderson lamentou profundamente a perda de Abrahams. Além de, destar sua importância na formação inicial do grupo e seu papel como um guitarrista poderoso e vocalista expressivo. “É com grande tristeza que recebemos ontem a notícia do falecimento de Mick Abrahams, membro fundador do Jethro Tull. Mick vinha sofrendo com problemas de saúde que se agravaram nos últimos 15 anos, o que o deixou, por fim, impossibilitado de se apresentar ou interagir socialmente de qualquer forma. Conversei com Clive Bunker, do Coral da Catedral de Southwark, para confirmar se as notícias divulgadas mais cedo naquele dia estavam corretas. E, sim, Clive recebeu um telefonema da família de Mick para comunicar a triste notícia”. Anderson também relatou com pesar que, embora a parceria entre os dois tenha durado apenas cerca de um ano devido a diferenças criativas, o respeito mútuo permaneceu ao longo das décadas. A banda ofereceu sentidas condolências à família e amigos, reconhecendo o legado duradouro do músico na história do rock britânico. A causa oficial da morte não foi divulgada. O músico sofreu um ataque cardíaco em 2009. No ano seguinte, Abrahams recebeu o diagnosticado da doença de Ménière, uma condição do ouvido interno que causa crises de vertigem e perda auditiva. Formado em 1967, Jethro Tull contava com Glenn Cornick e Clive Bunker juntando-se a Abrahams e Anderson na gravação do primeiro álbum do grupo, This Was. Logo depois, Abrahams saiu do grupo e formou a banda de blues rock Blodwyn Pig em 1968. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Jethro Tull proíbe celulares em show imersivo em São Paulo Via: WikiMetal

Nome do mascote do Iron Maiden teve origem em uma piada de Natal soturna
No rock e metal, o uso de mascotes é mais do que comum e se mostrou uma estratégia acertada para criar um apelo visual às bandas e suas obras artísticas. Um dos mais conhecidos e celebrados mascotes é o Eddie, do Iron Maiden. Desde o primeiro disco, que é homônimo ao grupo e fora lançado em 1980, o morto-vivo cativou seu lugar nos anais da música pesada. Mas, por que o mascote da Donzela de Ferro se chama Eddie? Bem, no livro Iron Maiden: Infinite Dreams – The Official Visual History, o empresário da banda, Rod Smallwood, revelou a origem do personagem. “Na verdade, tudo começou porque os caras eram bem tímidos. Até o Paul Di’Anno, por trás de toda a sua bravata, era uma alma bastante sensível. Eu queria algo que pudéssemos desenvolver como uma espécie de continuidade conceitual. Eu estava na EMI para uma reunião, antes da assinatura do contrato, e notei uma obra de arte na parede. Era um pôster de jazz. Entrei em contato com o artista, Derek Riggs. Estávamos no estúdio trabalhando no álbum, então pedi para Derek vir até minha casa com algumas amostras do seu trabalho. Eram umas duas dúzias de desenhos. Vinte e três eram praticamente capas de livros de ficção científica. Tinha mais a ver com o ELO [Electric Light Orchestra] do que com o Maiden. Mas no meio delas estava uma que usamos para a arte da capa. Me chamou a atenção como o personagem era ideal. Nós só deixamos o cabelo mais comprido”. Rod acrescentou: “A única coisa que faltava era um nome. Steve Harris insistiu que o personagem se chamasse Eddie. É uma referência a uma piada de Dave ‘Lights’ Beazley sobre “Eddie, The Head, um personagem desencarnado que vive na lareira dos pais. Ao receber presente de Natal, ele reclama que é outro maldito chapéu”. Além disso, há o mito de que Eddie teve inspiração em uma foto de Ralph Morse, de 1942, que mostrava a cabeça de um soldado japonês em um tanque em Guadalcanal, mas o livro esclarece que “essa foi apenas a referência de Derek para criar a textura da pele de Eddie”. Via: Rockbizz

Perry Bamonte, guitarrista e tecladista do The Cure, morre em casa no dia de Natal
Mais uma notícia triste neste finalzinho de 2025! Perry Bamonte, guitarrista e tecladista do The Cure, morreu aos 65 anos. A banda confirmou seu falecimento nesta sexta-feira, dia 26 de dezembro, em seu site oficial. Segundo o grupo, o músico morreu em casa durante o Natal, após uma breve doença. “Quieto, intenso, intuitivo, constante e extremamente criativo, Teddy foi uma parte vital e de coração generoso da história do The Cure. Cuidando da banda de 1984 a 1989, ele se tornou membro efetivo do The Cure. Em 1990, ele tocou guitarra, baixo de seis cordas e teclado em The Wish, Wild Mood Swings, Bloodflowers, sucessos acústicos e nos álbuns do The Cure, além de realizar mais de 400 shows ao longo de 14 anos. Ele retornou ao The Cure em 2022, fazendo mais 90 shows, alguns dos melhores da história da banda, culminando com o concerto The Show of a Lost World em Londres, em 1º de novembro de 2024. Nossos pensamentos e condolências estão com todos vocês. Ele fará muita falta”. Em Wish, álbum de maior sucesso comercial da banda, ele contribuiu em faixas como Friday I’m in Love, A Letter to Elise e High. Já a sua última apresentação com o conjunto aconteceu no Troxy, em Londres, em novembro de 2024. Ele estava planejando se apresentar com o The Cure no ano que vem. Via: Rockbizz

Bono (U2) e Imelda May cantam Christmas (Baby Please Come Home) em evento beneficente em Dublin
Bono, vocalista do U2, juntou-se a cantora irlandesa Imelda May para uma versão de Christmas (Baby Please Come Home), de Darlene Love, em um evento beneficente em Dublin na véspera de Natal. O show na Grafton Street é uma tradição anual há 15 anos e, este ano, foi realizado para arrecadar fundos para a Dublin Simon Community, uma instituição de caridade que apoia pessoas em risco de ficar sem-teto na Irlanda. Entre os participantes desta edição estavam o cantor e compositor vencedor do Oscar e organizador do evento, Glen Hansard, e Danny O’Donoghue, da banda The Script, enquanto Bono e May apresentaram o clássico natalino de 1963 em dueto. Assista abaixo: Via: Rockbizz

Morre Perry Bamonte, guitarrista do The Cure, aos 65 anos
Perry Bamonte, guitarrista e tecladista do The Cure, morreu nesta sexta-feira, 26, aos 65 anos. Segundo comunicado, o músico faleceu em casa durante o natal, após uma breve doença. A banda divulgou a notícia por meio de um comunicado em seu site oficial: “É com enorme tristeza que confirmamos o falecimento de nosso grande amigo e companheiro de banda, Perry Bamonte, que faleceu após uma breve doença em casa durante o Natal. Calma, intenso, intuitivo, constante e extremamente criativo, ‘Teddy’ foi uma parte essencial e afetuosa da história do The Cure. Cuidando da banda de 1984 a 1989, ele se tornou membro efetivo em 1990, tocando guitarra, baixo de seis cordas e teclado nos álbuns Wish, Wild Mood Swings, Bloodflowers, Acoustic Hits e The Cure. Além de realizar mais de 400 shows ao longo de 14 anos. Ele voltou a integrar o The Cure em 2022, realizando mais 90 shows, alguns dos melhores da história da banda, culminando com o concerto Show Of A Lost World em Londres, no dia 12 de novembro de 2024. Nossos pensamentos e condolências estão com toda a sua família. Ele fará muita falta.” Nascido em Londres, Perry Bamonte se tornou membro da equipe de produção da banda em 1984, e posteriormente se tornou técnico de guitarra e assistente pessoal do vocalista Robert Smith. O músico entrou para o The Cure em 1990, inicialmente como tecladista, reforçando as camadas atmosféricas que marcaram a fase mais densa e experimental da banda. Em 1991, ele passou também a atuar como guitarrista, integrando-se definitivamente à formação ao vivo durante a turnê do álbum Wish. From The Cure’s official website. Perry Bamonte has passed away. https://t.co/STzJ8D1KPB pic.twitter.com/FbzqPtZlo4 — The Cure Forever (@TheCureForever_) December 26, 2025 LEIA TAMBÉM: Rumores apontam The Cure como possível headliner do Rock in Rio 2026 Via: WikiMetal

Helloween usou o fracasso da reunião do Van Halen como exemplo do que não fazer, segundo Andi Deris
Alguns anos atrás, o Helloween tomou uma decisão muito importante e que mudou os rumos de sua carreira. Se trata da reunião com os ex-integrantes Michael Kiske (vocal) e Kai Hansen (guitarra e vocal). Foi um passo complexo, mas que surtiu bons resultados. Em conversa com o Wanted Record, o vocalista Andi Deris comentou que o Helloween usou o fracasso da reunião do Van Halen como exemplo do que não fazer. Vale lembrar que egos e brigas por grana jogaram no lixo uma oportunidade única de festejar o legado de uma das maiores bandas de rock. “Sou um grande fã do Van Halen, e me lembro que antigamente houve uma reunião com David Lee Roth e Sammy Hagar. Eles fizeram um único show em Las Vegas. Mas foi o único show, porque no meio da apresentação, eles brigaram. Sério mesmo. Provavelmente Diamond Dave exagerou na cocaína e Sammy Hagar na vodca ou tequila. Mas eles brigaram no palco na frente de todo mundo. Meu sonho foi destruído ali, porque eu adoro os dois. Adoro o Diamond Dave e adoro o Sammy Hagar. Essa teria sido a melhor Pumpkins United para mim”. Deris prosseguiu com sua análise: “Lembro de quando tivemos as primeiras reuniões com Kai e Michael Kiske, nós também conversamos sobre isso. Foi um choque para todos, porque quase todos os caras da banda são fãs do Van Halen e teriam comemorado ter os dois vocalistas no palco. Então, isso nos deu o foco, por assim dizer, para não estragar tudo, se possível, porque eu percebi que não era o único cara completamente decepcionado. Havia milhões de pessoas decepcionadas porque o Van Halen não levou a ideia adiante. Eles não conseguiram. Idiotas! Mas a vida é assim”. “Mas foi algo para aprendermos. Você não pode forçar nada. Se as pessoas não se gostam, você não deve colocá-las juntas no palco. Acho que essa é a moral da história”, bateu o martelo. No caso do Helloween, a reunião deu muito certo, visto que já rendeu dois trabalhos de estúdio: Helloween (2021) e Giants & Monsters (2025). Além disto, o septeto está lotando as arenas onde se apresenta e está fazendo a alegrias dos fãs. Portanto, o fracasso do Van Halen serviu como um ótimo exemplo para o Helloween fazer tudo ao contrário. Via: Rockbizz

Após 50 anos, Pink Floyd lança videoclipe oficial de “Wish You Were Here”
Cinquenta anos após o lançamento da emblemática canção “Wish You Were Here”, o Pink Floyd lançou o videoclipe oficial. O lançamento integra as comemorações pelo 50º aniversário do álbum homônimo de 1975. O disco ganhou edição especial, intitulada Wish You Were Here 50, com relançamentos físicos e digitais, além de um box com materiais inéditos. O videoclipe combina imagens de arquivo da banda em estúdio e em movimento, cenas cotidianas como caminhadas por uma estação de metrô e animações psicodélicas. Essa mistura visual reflete bem o clima sonoro e emocional que tornou a música uma das mais reverenciadas da história do rock. Além das sequências inéditas, o vídeo resgata momentos raros da banda e remete à identidade experimental que sempre marcou o Pink Floyd, conectando passado e presente de forma simbólica. A produção audiovisual chega na mesma semana em que Wish You Were Here 50 alcançou novamente o topo das paradas no Reino Unido. Assista ao videoclipe oficial de “Wish You Were Here” abaixo: LEIA TAMBÉM: Pink Floyd lança painel temático de ‘Wish You Were Here’ no Rio de Janeiro Via: WikiMetal

Ian Gillan não sabia da música do Deep Purple em ‘Stranger Things 5’
Ian Gillan admitiu ficar completamente surpreso ao saber que um dos maiores sucessos do Deep Purple foi usado no trailer da quinta e última temporada da série Stranger Things na Netflix. A música em questão, “Child in Time”, gravada originalmente em 1970, aparece na trilha promocional da série, mas Gillan revelou que não fazia ideia de sua inclusão até ser questionado em entrevista à revista Classic Rock. O vocalista revelou que não possui televisão nem assinatura de serviços de streaming como a Netflix, o que o deixou alheio à utilização do clássico na produção. “Eu não sei do que você está falando… Não tenho Netflix. Eu não tenho televisão. Então, sim, nesse aspecto é uma surpresa.”, disse Gillan, hoje com 80 anos. A adaptação da música de quase 11 minutos para o trailer reforça a forma como Stranger Things tem usado clássicos do rock e metal ao longo de suas temporadas para acentuar atmosferas dramáticas e nostálgicas. A série já impulsionou a popularidade de outras faixas icônicas em anos anteriores com efeitos notáveis nas plataformas de streaming. ‘Stranger Things’ e o retorno dos clássicos do rock e metal A série é responsável por reviver grandes clássicos, como por exemplo “Master of Puppets”, do Metallica, que desempenhou um papel fundamental no final da 4ª temporada. Outro destaque foi o sucesso “Running Up That Hill”, de Kate Bush, usado no quarto episódio do Volume 1 dessa temporada. Ainda na mesma temporada, uma versão remixada de “Separate Ways (Worlds Apart)” do Journey liderou a trilha sonora. A trilha sonora completa está prevista para o dia 30 de janeiro de 2026. LEIA TAMBÉM: ‘Stranger Things 5’: Ator de Vecna teve banda de punk rock e é fã de black metal Via: WikiMetal

Queen lança “Not For Sale (Polar Bear)”, faixa natalina inédita guardada há 50 anos
O Queen presenteou o mundo com “Not For Sale (Polar Bear)”, uma canção de Natal inédita que até agora estava guardada nos arquivos do grupo britânico. Brian May divulgou a faixa oficialmente pela primeira vez durante um especial de Natal na rádio Planet Rock, apresentado pelo guitarrista. Gravada em 1974 durante as sessões do álbum clássico Queen II, a música traz vozes originais, incluindo a do falecido Freddie Mercury. A canção acabou sendo excluída do disco final e permaneceu inédita por mais de cinco décadas. Segundo May, esse registro remonta às origens da banda e pode ter versões bootleg circulando entre colecionadores, mas esta é a primeira vez que a gravação oficial chega ao público. O guitarrista explicou que a música surgiu originalmente na sua antiga banda Smile, predecessora do Queen, e foi reaproveitada com contribuições de todos os membros. A interpretação oficial, com trocas de vocais entre May e Mercury, trouxe nostálgica e emoção, adequada ao espírito do fim de ano. A música será incluída na reedição de 2026 do álbum Queen II. “Até onde eu sei, ninguém nunca ouviu esta versão. Ainda está em desenvolvimento e estará presente na nova versão do álbum Queen II, cm lançamento previsto para o ano que vem. Mas estou divulgando isso porque estou curioso para saber o que as pessoas acham. É uma música muito, muito antiga chamada Polar Bear”, disse Brian May durante a apresentação da música na rádio. Além de apresentar a música inédita, Brian tocou uma seleção de duas músicas natalinas favoritas e acrescentou: “Espero que todos tenham um Natal maravilhoso e um ótimo Ano Novo”. LEIA TAMBÉM: Queen anuncia fim de grandes turnês devido a saúde de Brian May Via: WikiMetal

Banda mais fria do mundo: conheça 5 rock stars que odeiam o som do KISS
Com forte influência da Motown, revistas em quadrinhos e teatro japonês, Paul Stanley (vocal e guitarra), Gene Simmons (baixo e vocal), Ace Frehley (guitarra e vocal) e Peter Criss (bateria e vocal) iniciaram, em meados da década de 1970, uma banda que ajudaria a moldar os rumos do rock e metal, afinal, incontáveis grupod deram os primeiros passos inspirados nos quatro mascarados. Com 50 anos de bons serviços prestados ao rock, o grupo, que tem em seu arsenal hits como Detroit Rock City, Love Gun, Black Diamond, Rock and Roll All Nite, já pendurou o chapéu, após o sucesso da End Of The Road Tour. Apesar disso, o KISS nunca foi uma unanimidade como os Bealtes! Nomes grandes do mercado fonográfico já declararam seu descontentamento em relação à banda mais quente do mundo. E por isso, para os músicos listados abaixo, o slogan do KISS pode mudar para algo como a banda mais fria do mundo. Carlos Santana O guitarrista mexicano nunca escondeu a sua crítica ao KISS. Para ele, Gene Simmons e o resto do grupo não passa de um circo mequetrefe que não sabe distinguir os diferentes tons no universo musical. “Gene Simmons não é músico, ele é artista de entretenimento. O KISS é entretenimento de Las Vegas, então ele não saberia o que é música de qualquer forma. É por isso que ele usa toda aquela roupa”. Carlos acrescentou: “Simmons esconde seu talento sob figurinos e maquiagem. Um músico não precisa de máscara e nem de rímel. Há uma diferença entre um artista de entretenimento e um músico”. Nikki Sixx – Mötley Crüe O líder e baixista do Mötley Crüe já afirmou em diversas entrevistas que o KISS exerceu grande influência em sua carreira e vida. A coisa mudou de figura quando o linguarudo Gene Simmons disse, de maneira bastante equivocada, que a morte de Prince foi devido ao abuso de drogas. Na época, Sixx falou: “Acho que Gene é um cara superestimado e sortudo que se veste como um palhaço. Ele escreveu algumas boas músicas, mas não faz isso há muito tempo e adora se gabar”. “Serei honesto, quando eu era mais novo, adorava o KISS. Eles me influenciaram como compositor e tal. O KISS deu ao Mötley Crüe uma de suas primeiras turnês. Eles fizeram muita coisa boa por mim na minha vida. Já dividi o palco com eles em turnês, os conheço desde sempre. Gene é um homem muito opinativo, assim como eu”, completou. Steven Tyler – Aerosmith Apesar de terem saído em turnês juntos, o frontman do Aerosmith não tece boas palavras sobre o KISS. De acordo com Tyler, Paul Stanley, Gene Simmons e o resto de trupe vomitam clichês do rock em suas canções. “Às vezes me sinto ofendido com a música deles. Eu ouço e penso: ‘Qual é o sentido disso? Eles realmente levam isso a sério’? É por isso que o Aerosmith existe há tanto tempo. Porque nos levamos a sério. É uma banda de rock de quadrinhos, com rostos pintados e alguns hits”. Steven adicionou: “Um dos nossos roadies se meteu numa briga de faca com os caras deles! Eu os odeio desde então”. Pete Townshend – The Who Apesar do KISS usar Won’t Get Fooled Again na introdução de alguns de seus shows, o compositor de tal som não tem muita apreciação pelos mascarados. Segundo o guitarrista, a arte do KISS não é sincera como deveria ser. “É uma mistura de revista Creem, Las Vegas e Mardi Gras, de New Orleans. Eles são um fenômeno muito americano, mas carece de um rock sincero que te liga ao mundo espiritual”. Bob Dylan Na década de 1980, a estrela do folk rock foi pego de surpresa por uma plateia que o vaiou e pediu por mais hits e rock de verdade em sua apresentação. Muito bravo com a situação, o cantor acabou botando para fora toda a sua insatisfação com o episódio e sobrou até para o KISS. “Se vocês querem rock n’ roll, podem ir ver o KISS e curtir rock n’ roll até cansar”. Além disso, Bob nunca engoliu o fato dos caras usaram pinturas faciais para se apresentarem ao vivo. Segundo ele, a coisa parece um circo. Via: Rockbizz

Zoë M. Federoff (ex-Cradle Of Filth) se reposiciona no mercado musical como professora de canto
Tempos atrás, a cantora Zoë M. Federoff e o guitarrista Marek “Ashok” Šmerda foram demitidos do Cradle Of Filth ao longo da The Screaming of the Americas Tour. O conjunto inglês está sofrendo acusações de roubo, extorsão e assédio moral por parte do casal Zoë e Marek. Os músicos afirmaram que vão lutar pelos seus direitos na justiça. Já Dani Filth, que é o líder e vocalista do grupo, jura que tem provas para se defender de todas incriminações. Agora, depois de toda essa confusão, Zoë M. Federoff está se reposicionando no mercado musical como professora de canto. Em sua conta oficial no Instagram, ela forneceu detalhes sobre os seus serviços. “Já faz vários anos que dou aulas de canto e estou feliz anunciar que agora estou pronta para retomar as aulas! Minha agenda acomoda cinco novos alunos, tanto para aulas online quanto presenciais – presumindo que você seja de Tucson, EUA. Me mande uma mensagem caso você queira melhorar seu ouvido, timbre, controle da respiração, articulação e saúde vocal em geral. Além disso, se você for um vocalista ao vivo, sinta-se à vontade para me perguntar sobre microfones, técnica de microfone e performance vocal ao vivo”. Federoff finalizou: “Todas as idades e níveis de habilidade são bem-vindos! Também tenho muita experiência ensinando jovens, então, se seu filho precisa de um currículo de canto, eu adoraria ajudá-lo a começar sua jornada vocal”. Via: Rockbizz

Black Pantera informa que está em processo de composição de seu quinto álbum
Por meio de story nas redes sociais, o grupo mineiro Black Pantera informou que está em processo de composição de seu quinto álbum. A mensagem é curta, mas é repleta de anseio e expectativa em torno dos novos sons. “Estamos compondo o 5º disco da banda”, comunicou o trio. Para quem não sabe, os caras têm na praça os trabalhos Project Black Pantera (2015), Agressão (2019), Ascensão (2022) e Perpétuo (2024). É um feito e tanto para uma banda de crossover à brasileira que levanta a bandeira do ativismo e pautas de progressistas, ou seja, não cai no gosto popular, tampouco no gosto dos cidadãos de bem. Mesmo assim, o grupo de Uberaba, cidade do Triângulo Mineiro, vem ganhando cada vez mais espaço, participando de mais festivais como Knotfest e The Town e sendo ouvido por pessoas que querem novos sons no player. Além da sonoridade crossover, a arte dos caras abarca outros estilos, as mensagens das letras falam sobre ancestralidade, pertencimento e são explicitamente antirracistas, fazendo desta uma das bandeiras levantadas pela banda. Portanto, para quem curte a música do trio mineiro, tem coisa boa vindo por aí. O duro é aguentar a ansiedade. Via: Rockbizz

Dee Snider reflete sobre sua relação de amor e ódio pelo KISS: “Astros do rock não são deuses”.
O frontman do Twisted Sister, Dee Snider, refletiu sobre sua relação de amor e ódio pelo KISS. Ele defendeu a sua liberdade de admirar e criticar a banda, depois que um fã o questionou sobre uma suposta hipocrisia. O assunto surgiu após felicitações de aniversário de Dee ao baterista do KISS, Peter Criss, músico que já sofreu muitas críticas do líder do TS. “Feliz aniversário para o original, único e inigualável Catman, a lenda, meu amigo, Peter Criss”, escreveu Snider nas redes sociais. “Que ótima maneira de começar a próxima década, com as homenagens do Kennedy Center e um novo álbum”. Um fã comentou: “Lembra quando o Dee odiava o KISS”? O vocalista logo tratou de esclarecer sua posição sobre o assunto. “Idiotas como você nunca me entenderam”, disparou a estrela do rock. “Você pode amar uma banda e criticar coisas que eles dizem ou fazem, como músicas de disco. Credo! Astros do rock não são deuses. Eu admiro meus ídolos, mas eles não têm passe livre”. Idiots like you never got me. You can love a band and be critical of things they say or do. (Like disco songs! Ugh!) Rockstars are not gods. Im in awe of my heroes…but they don’t get a free pass! https://t.co/8OW0xdYusG — Dee Snider🇺🇸🎤 (@deesnider) December 22, 2025 E por falar em Dee Snider, o Twisted Sister voltará aos palcos com três membros originais: Jay Jay French (guitarra) e Eddie Ojeda (guitarra) e o cantor. O baixista Mark “The Animal” Mendoza não participará da celebração, com isso, Russell Pzütto, que excursionou com os projetos solo de Snider, substituirá Mendoza no baixo. Joe Franco, que tocou brevemente com o grupo em meados da década de 1980, ficará na bateria, substituindo A.J. Pero, que faleceu em 2015 aos 55 anos. Os shows vão começar em meados de 2026 e concentrarão no território europeu, com presença em festivais importantes como Sweden Rock, na Suécia, Graspop Festival, na Bélgica, e Tons Of Rock Festival, na Noruega. Via: Rockbizz

Há 50 anos Steve Harris presenteava o mundo com a criação do Iron Maiden
Há 50 anos Steve Harris presenteava o mundo com a criação do Iron Maiden! Isso mesmo, em meio aos comes e bebes do Natal, o baixista deu os primeiros passos para o nascimento do menino Maiden. No começo foi um entre e sai grande de integrantes, o que provocou uma demora de cinco anos para que o debute autointitulado saísse. O EP The Soundhouse Tapes, contudo, chegou ao mercado em 09 de novembro de 1979, mas contava com apenas três canções: Iron Maiden, Invasion e Prowler, e o mascote Eddie também não era a estrela da capa. Antes de criar o Iron, Harris tocou baixo em outras duas bandas: Gypsy’s Kiss e Smiler, mas ficou pouco tempo por conta das famosas diferenças musicais e por considerar os conjuntos nada profissionais. O nome do grupo teve inspiração no filme The Man in the Iron Mask – O Homem da Máscara de Ferro – de 1939. No entanto, havia outra banda com o nome de Iron Maiden, mas Steve pouco ligou, registrou o nome e encerrou a possível disputa nos tribunais. A primeira formação contava com Dave Sullivan (guitarra), Terry Rance (guitarra), Ron “Rebel” Matthews (bateria), Paul Day (vocal) e o chefe Steve Harris. Essa formação não durou muito, pois o cantor ganhou uma justa causa por falta de presença de palco. Dennis Wilcock, ex-companheiro de Harris no Gypsy’s Kiss, substitui Day em 1976. O cantor, que tinha grande influência do KISS, usava pintura facial nos shows. Ele também foi responsável por trazer o guitarrista Dave Murray para a banda. As tensões entre os caras aumentaram, o que levou Steve a dissolver temporariamente a banda em 1976. Pouco tempos depois, no entanto, o The Boss voltou aos trabalhos com outros músicos até encontrar um núcleo relativamente sólido por volta de 1978, com Dave Murray e Paul Di’Anno, no vocal. A primeira formação de estúdio era composta por Steve Harris, Paul Di’Anno, Dave Murray e Doug Sampson. Eles gravaram a demo Soundhouse Tapes em 1979, a qual vendeu cinco mil cópias em poucas semanas. O material garantiu aos músicos um contrato com a EMI. Em 1980, o álbum de estreia saiu com outra formação: Clive Burr no lugar de Doug Sampson e a presença do segundo guitarrista, Dennis Stratton. O resto, como dizem, é história! São milhões de discos vendidos, turnês nos quatro cantos do globo e um lugar para lá de cativo no hall dos maiores nomes da música contemporânea. Via: Rockbizz

Ian Gillan reflete sobre o mito de rock n’ roll ser coisa de jovem: “Você envelhece a cada dia”
Se o indivíduo não morrer em tenra idade, o envelhecimento vai chegar para todo mundo, até mesmo para os nossos heróis da música. Isso é um fato, e tem gente que lida muito bem com essa realidade. O frontman do Deep Purple, Ian Gillan, por exemplo, que está com 80 anos e não pensa em largar os palcos por enquanto, refletiu sobre o processo de envelhecimento em conversa com a revista Classic Rock. “É interessante esse negócio de envelhecimento”, começou o artista. “Bem, ao longo da vida, você tem que lidar com isso: você envelhece a cada dia. É um processo lento, mas acontece. Quando você é jovem, escreve sobre carros velozes, mulheres fáceis e coisas do tipo, ou pelo menos era o que fazíamos naquela época. E isso é muito rock n’ roll, com muita garra e energia juvenil”. O cantor britânico continuou explicando como a sua perspectiva mudou ao longo dos anos e com a maturidade. “Comecei a pensar aos trinta e poucos anos: ‘Isso é ridículo, isso me deixa desconfortável’. Aí, você precisa encontrar outras coisas sobre as quais escrever. Coisas interessantes e inusitadas. Você precisa se adaptar, senão fica parecendo um tolo. Mas você pode escrever uma música sobre qualquer coisa, pelo menos na minha experiência”. Gillan acabou tecendo alguns comentários sobre o seu limite pessoal: “Acho que se eu perder a energia, vou parar. Não quero envergonhar ninguém. Não estamos longe disso. Acontece aos poucos e você nem percebe. Mas isso não é um trabalho normal. Tudo está na sua mente. A composição, com certeza, e a habilidade também. E esses caras com quem trabalho no Deep Purple parecem continuar melhorando. O difícil é mantê-los em nível baixo”. Via: Rockbizz