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Fãs apontam semelhanças entre Stranger Things e o clipe de In the End, do Linkin Park
Stranger Things, atração da Netflix, chegou ao seu fim no dia 31 de dezembro de 2025, com um episódio especial de duas horas. Pelas redes sociais, os fãs da série e de rock estão apontando semelhanças entre este capítulo e o clipe de In the End, do Linkin Park. É importante explicar que vilão horripilante da trama Vecna, que reside em uma dimensão alternativa, semelhante a um deserto, a qual leva o nome de Abismo, trava muitas batalhas nesse cenário hostil. E é exatamente nesse ambiente que o público está apontando as correspondências entre a série e o audiovisual da banda. Os internautas apontaram as paletas de cores amarelo-acastanhadas, paisagens áridas e surreais com montanhas e uma atmosfera apocalíptica geral como simetria entre as duas obras artísticas. Um dos fãs comentou: “Mike Shinoda, Você criou a dimensão X em 2000”. Outro indivíduo escreveu: “Quem diria que o Linkin Park gravou In The End no Abismo (Dimensão X) de Stranger Things”. Além disso, teve quem ficasse de boca aberta com as tais semelhanças: “Meu Deus, consegui ver perfeitamente! É hilário e muito preciso. Não consigo mais ignorar a vibe desértica”. @mikeshinoda you created the dimension X in 2000 lol — kike_rdz (@gabee_islas) January 3, 2026 Oh my god, I totally see it now! That’s hilarious and so accurate. Can’t unsee the desert vibes. — Neural Network (@NeuralNetwork_X) January 2, 2026 Para conseguir perceber todas as nuances e simetrias, a gente aconselha se aprofundar na série e curtir o vídeo de In the End, do Linkin Park. Ambos são boas diversões e vão te trazer prazer. Stranger Things A série de ficção científica e terror estreou em 2016 e mostra um grupo de jovens envolvidos em conspirações governamentais e fenômenos sobrenaturais na pequena cidade de Hawkins, no interior dos Estados Unidos, durante os anos 1980 A atração estrelada por nomes como Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Noah Schnapp, Winona Ryder, David Harbour, Gaten Matarazzo, Natalia Dyer e Joe Keery. Via: Rockbizz

Mark Tremonti conta que trabalhou como staff de Ozzy em 1993: “Ganhei 40 dólares”
Os mundos do rock n’ roll e heavy metal nos reservam algumas histórias bem interessantes como participação de Burton C. Bell (ex-Fear Factory) no clipe de Smells Like Teen Spirit, mega hit do Nirvana. Outra história bacana é do guitarrista Mark Tremonti, que trabalhou como staff de Ozzy em 1993, durante turnê do disco No More Tears. Mark detalhou a experiência em conversa com Neil Jones da TotalRock. Ele disse: “Trabalhei como membro da equipe local da turnê do Ozzy quando estava na faculdade. Isso foi em 1993. Eu era calouro na Universidade Clemson, na Carolina do Sul, e estava indo para o refeitório quando vi uma grande lista de inscrição: ‘Turnê de Ozzy Osbourne. Precisa-se de equipe local’. Devia ter umas 350 assinaturas. Era 40 dólares por dia. Todo mundo ganhou 40 dólares trabalhando o dia todo, mas valeu a pena todo o esforço. Fui assinar a lista e o momento foi perfeito! Era quase como se eles soubessem que meu futuro seria nesse ramo. Foi isso que me motivou ainda mais. Um cara veio tirar a placa e disse: ‘Só para você saber, uma das pessoas mais bem cotadas da lista disse que não podia fazer o trabalho, então se você quiser ocupar o lugar dela’. O cara viu o quanto eu estava animado. Topei e consegui o emprego”. O guitarrista continuou: “Eu me ofereci para tudo, porque tinha um grupo de umas 20, 30 pessoas lá dentro. Eles perguntavam: ‘Quem quer fazer isso? Quem quer fazer aquilo?’ E eu respondia: ‘Eu, eu, eu, eu para tudo’. Depois disso, me ofereci para trabalhar praticamente de graça na segunda metade do dia, porque tinha uma equipe de pré-show e outra de pós-show. Trabalhei nas duas equipes pelos mesmos 40 dólares. Fiquei por lá e consegui entrar no ônibus de turnê do Ozzy e ver imagens de um DVD que eles estavam gravando”. “Pude encostar nas guitarras do Zakk Wylde. Não conheci o Zakk. Mas eu ficava dizendo para os caras que adoraria conhecer o Zakk. Mas não aconteceu. Alice In Chains ia abrir o show do Ozzy, mas o Sepultura era a primeira banda do dia. Fiquei nos bastidores cuidando dos equipamentos, da iluminação e tudo mais, foi bem legal”, arrematou Tremonti. E por falar em Mark Tremonti, o Alter Bridge vai lançar seu novo álbum, que será autointitulado, em 09 de janeiro de 2026 pelo selo Napalm Records. A banda – Myles Kennedy (vocal e guitarra), Mark Tremonti (guitarra), Brian Marshall (baixo) e Scott Phillips (bateria) – uniu forças ao produtor Michael “Elvis” Baskette para dar vida ao seu oitavo full length. O trabalho aconteceu no famoso estúdio 5150 na Califórnia e no estúdio de Baskette na Flórida. Alter Bridge estará disponível em diversos formatos como CD, CD digisleeve, vinil preto, vinil colorido (verde translúcido, branco e creme) e digital (streaming e download). Track listing de Alter Bridge: “Silent Divide”“Rue The Day”“Power Down”“Trust In Me”“Disregarded”“Tested And Able”“What Lies Within”“Hang By A Thread”“Scales Are Falling”“Playing Aces”“What Are You Waiting For”“Slave To Master” Via: Rockbizz

Integrantes do Green Day não têm cérebro, segundo o rei da terra plana, Ted Nugent
Ted Nugent é uma metralhadora de polêmica e falas de pouco ou nenhum sentido, já que sua carreira musical está mais parada do que relógio estragado, sem material novo e pouquíssimos shows ao longo do ano. Com isso, para ganhar alguma visibilidade, ele ataca alguns colegas de profissão que estão de fato sendo ativos na cena musical. A nova presepada dele foi implicar com os caras do Green Day ao afirmar que eles não têm cérebro. “Os caras do Green Day, acho que não tem um cérebro sequer entre eles. Mas eles tocam coisas realmente incríveis, assim como Tom Morello, que tocou com o Springsteen e o Rage Against the Machine”. Ted completou sua fala com a seguinte reflexão: “Esses caras não acreditam que os Estados Unidos devam ter fronteiras seguras, o que significa que eles não acreditam nos Estados Unidos. Isso significa que eles querem ter um país grande e bem-sucedido como os Estados Unidos, mas não apresentam seus argumentos para defenderem as suas posições”. O veterano do rock nunca se furtou a expressar suas visões políticas conservadoras. Ele usa o seu canal oficial no YouTube para este expediente. Pessoas que divergem de suas posições políticas como o pessoal do Green Day, Jack White (White Stripes), Eminem e Tom Morello são os seus alvos favoritos. No entanto, como tem pouca credibilidade e visibilidade, os músicos não se dão ao trabalho de responder ou retrucar os disparates do roqueiro “terraplanista”. Via: Rockbizz

Myles Kennedy lembra que recusou audição para o Velvet Revolver por problemas no ouvido
Durante entrevista à revista Metal Hammer, o vocalista do Alter Bridge, Myles Kennedy, lembrou que se recusou a fazer teste para o Velvet Revolver por problemas no ouvido. O músico destacou que foi um período muito difícil de sua vida. “Foi muito difícil recusar aquela oportunidade”, lembrou Kennedy. “Embora meus amigos pudessem ter pensado que eu estava louco, eu sabia que não estava mentalmente preparado, pelo menos naquele momento, para me lançar em algo daquela magnitude e fazer jus a isso”. O cantor e guitarrista acrescentou que seu diagnóstico de zumbido, uma condição crônica que causa ruído constante nos ouvidos, foi “muito perturbador inicialmente, principalmente psicologicamente”. “A maior preocupação era manter a qualidade auditiva que eu ainda tinha”, continuou ele. “Felizmente, como sou muito cuidadoso com o volume da música que ouço, consegui manter isso sob controle”. O autoexílio de Kennedy da música, no entanto, não durou muito. No final de 2003, ele aceitou um convite do ex-guitarrista do Creed, Mark Tremonti, para se juntar ao que viria a ser o Alter Bridge. “Já havia passado tempo suficiente”, explicou Kennedy quando perguntado por que aceitou a vaga no Alter Bridge e não no Velvet Revolver. “Havia poucas músicas escritas naquela época, mas desde o início eu percebi que esse era um projeto que poderia ser adequado para a minha voz e abordagem de composição”. Kennedy lançou seu terceiro álbum solo, The Art Of Letting Go, em outubro de 2024, e o Alter Bridge está se preparando para lançar seu oitavo álbum, também homônimo, previsto para 09 de janeiro pela Napalm Records. Via: Rockbizz

João Gordo dá lição de moral nos apoiadores de Bolsonaro e tira onda com o soluço do mito
Há muito anos João Gordo, líder do Ratos de Porão, é um militante a favor de pautas progressistas que visam o bem social. O músico não fica apenas no discurso, já que ele atua na linha de frente para mitigar a fome das pessoas em situação de rua. Com o projeto Solidariedade Vegan, João, com o apoio da esposa Vivi Torrico e outros voluntários, alcança diariamente entre cento e vinte a cento e cinquenta pessoas em situação de vulnerabilidade nas ruas do centro de São Paulo. O apoio às pessoas é de segunda-feira a sexta-feira, e vai além das marmitas. A equipe do Solidariedade Vegan supre também outras necessidades básicas como café-da-manhã, chinelos, água potável, cobertas e roupas. Além disso, em datas especiais, como Natal e Ano Novo, eles se reúnem para levar mais cuidados e carinho a quem necessita. E é óbvio que o ícone do punk nacional não deixa por menos e usa os seus canais oficiais para se manifestar e apontar o que considera errado em nossa sociedade. Recentemente, ele compartilhou por meio de story um reel da página Dourado.mj, que reflete sobre fanatismo em torno de Jair Bolsonaro e o preconceito que se extrai desta doutrina. O trecho que João compartilhou informou o seguinte: “O Bolsonaro não criou essa legião de fanáticos, ele só deu coragem para quem já era intolerante, paranoico e descompensado. Mas essas figuras já estavam entre nós no churrasco e grupo da família, no banco e na igreja. A diferença é que agora eles se acham profetas da verdade absoluta. Foi só aparecer o mito do soluço, esse grande líder que fala como se estivesse engasgado com um pedaço de autoritarismo que tudo fez sentido para essa gente. Ele ensinou que preconceito podia ser chamado de opinião, que ódio podia virar fé e que ignorância podia ser liberdade de expressão. De repente era bonito dizer que era contra vacina, contra escola, contra artista, contra pobre e contra tudo que parecesse humano. Mas o pior foi quando essa insanidade ganhou púlpito, quando canalhas viraram pastores, deputados e influenciadores, que passaram a usar Deus como escudo para justificar barbaridades. É gente que grita Deus acima de tudo de todos, mas passa a semana querendo que todos morram, menos eles e os deles. E quando são cobrados não respondem com argumentos, choram perseguição, falam de censura e juram que Deus vai se vingar por eles, porque agora até a fé virou serviço de entregas expressas”. Veja a mensagem e a animação completa na postagem logo abaixo: Via: Rockbizz

Roger Waters repudia ataque dos Estados Unidos à Venezuela: “Saem fora, gringos”
O ano de 2026 nem bem começou e já está dando o que falar, com muitos conflitos e mortes. O episódio mais tenso aconteceu na última madrugada, quando os Estados Unidos invadiu a Venezuela com tropas por terra, ar e mar para capturar o ditador Nicolás Maduro e a sua esposa, Cilia Flores. O ação do governo norte-americano gerou revolta no ex-Pink Floyd, Roger Waters, que usou as redes sociais para se manifestar contra Donald Trump e sua administração, a qual ele chamou de gananciosa. “Estamos todos estarrecidos com os ataques selvagens e atos de agressão do império dos Estados Unidos contra os nossos irmãos, irmãs e camaradas da Venezuela”, começou Waters. “Nós estamos com vocês. Se eu fosse um cara de rezar, eu rezaria agora pelo presidente Maduro”. Roger acrescentou em tom firme: “Eu não sou um cara de rezar, mas sou uma pessoa ativa que vai fazer qualquer coisa em meu poder para apoiar a Venezuela, que está sofrendo pela ganância de políticos do norte”. Já na capa do vídeo, o músico pontuou que a Venezuela é uma nação soberana e ainda mandou os gringos saírem fora. Em pronunciamento oficial, Trump informou que os Estados Unidos vai “governar o país até que uma transição adequada possa ocorrer”. Em sua fala, o político do partido republicano voltou a chamar Maduro de ditador e ressaltou que país latino-americano agora é uma nação livre. Via: Rockbizz

Morrissey cancela shows na Califórnia devido a uma reação adversa a um medicamento
Morrissey cancelou dois shows na Califórnia que aconteceriam esta semana devido a uma “reação adversa a um medicamento”. O ex-vocalista do The Smiths deveria se apresentar no Agua Caliente Casinos em Rancho Mirage hoje à noite (03 de janeiro), mas o site oficial do local agora informa que o show foi adiado. Informando que o cantor teve uma reação a um medicamento, o site pediu aos fãs que guardem seus ingressos, pois “eles serão válidos para a nova data”. Outro show no Civic Theater de San Diego no dia 06 de janeiro também foi cancelado, embora o site da casa de shows não informe o motivo da mudança. Morrissey tem uma série de apresentações nos Estados Unidos agendadas para o final deste mês e essas datas permanecem confirmadas até o momento. Infelizmente, o artista não mostra muito compromisso com os fãs, já que esses não são os primeiros cancelamentos de shows de Morrissey recentemente. Em novembro do ano passado, ele cancelou uma turnê pela América do Sul alegando “exaustão extrema”, poucos dias depois de dois shows no México terem sido cancelados pelo mesmo motivo. Via: Rockbizz

Alex Van Halen revela que está trabalhando em novo álbum com guitarrista do Toto
Em entrevista ao baterista do Iron Maiden, Nicko McBrain, para o podcast Metal Sticks, Alex Van Halen revelou que começou a trabalhar em um novo álbum. O disco seria uma colaboração entre o baterista do Van Halen e o guitarrista do Toto, Steve Lukather. “Estou me preparando para gravar um disco com Lukather e outras pessoas. Vai ser muito legal.” Em março do ano passado, o guitarrista do Toto negou que poderia gravar um novo disco do Van Halen. Os rumores surgiram após o maior jornal da Holanda, De Telegraaf, reportar que o baterista estaria trabalhando em terminar uma coleção de músicas inacabadas do Van Halen e que Lukather o estaria ajudando. Em entrevista à Guitar World Alex disse que “Eddie [Van Halen] e Steve Lukather eram ótimos amigos e colaboravam juntos frequentemente. Não existe outra pessoa que possa fazer este trabalho comigo tão bem quanto ele.” Confira a entrevista completa no programa de Nicko McBrain: LEIA TAMBÉM: David Lee Roth zomba da música de Sammy Hagar inspirada em sonho com Eddie Van Halen Via: WikiMetal

Peter Gabriel vai lançar um novo single a cada lua cheia; O/I sai completo até o final de 2026
O cantor britânico Peter Gabriel (ex-Genesis) confirmou o lançamento de seu novo álbum O/I para até o final deste ano. Ele divulgará o novo single, Been Undone, no próximo sábado, dia 03 de janeiro. Gabriel pretende seguir o mesmo processo de lançamento do álbum anterior, I/O, de 2023, no qual lançou um novo single a cada lua cheia, com o álbum completo chegando às lojas antes do final do ano, como dito anteriormente. Em nota, ele informou: “Estou muito feliz em anunciar que hoje à noite, na lua cheia, daremos início a mais um ano de lançamentos sob o nome O\I. Venho pensando sobre o futuro e como podemos reagir a ele. Estamos entrando em um período de transição sem precedentes, provavelmente desencadeado por três ondas: inteligência artificial, computação quântica e a interface cérebro-computador. Os artistas têm o papel de olhar para o desconhecido e, quando vislumbrarem algo, de refletir essa realidade”. Peter acrescentou: “Não somos, e nunca fomos, seres exclusivamente autônomos e independentes que têm o mundo à nossa disposição. Somos algo mais, parte da natureza, parte de tudo, e sentir essa conexão, dançar e dar e receber amor pode nos ajudar a encontrar nosso lugar. Isso pode abrir um grande sorriso em nossos rostos”. “Algumas dessas músicas farão parte do projeto cerebral que venho explorando há alguns anos, e outras simplesmente me fazem feliz. Espero que vocês gostem”, concluiu gênio criativo. Look Up ! Back again The moon is almost full – cue picture Happy New Oi ! pic.twitter.com/YMIK65LO46 — Peter Gabriel (@itspetergabriel) December 31, 2025 Via: Rockbizz

Roger Waters detestou o sucesso de comercial do Pink Floyd: “Não foi para isso que entrei na música”
Os primeiros registros do inglês Pink Floyd – The Piper at the Gates of Dawn (1967), A Saucerful of Secrets (1968), More (1969), Ummagumma (1969), Atom Heart Mother (1970), Meddle (1971) e Obscured by Clouds (1972) – são para os bichos-grilos do rock progressivo. O foco está em sons bastante psicodélicos. Para o oitavo trabalho de estúdio, The Dark Side of the Moon, de 1973, a banda mudou bastante o direcionamento sonoro e conceitual. O psicodelismo se manteve, mas em níveis homeopáticos, e os refrãos mais acessíveis passaram a fazer parte da receita musical dos caras. O resultado disso foi um aumento considerável de público, o que deixou o então líder criativo, o baixista Roger Waters, bem bravo. Em conversa com a revista Mojo, Roger Waters disse que detestou o sucesso de comercial do Pink Floyd. Segundo o músico, esse não foi o motivo pelo qual entrou na música. “Nos velhos tempos, antes do Dark Side of the Moon, nós tocávamos para públicos relativamente pequenos. Depois disso, passamos a tocar em estádios enormes, e eu comecei a odiar isso. Não foi para isso que eu tinha entrado na música. Você se sentia muito distante do público”. Roger continuou com sua reflexão: “Uma noite, no final da turnê do Animals, no Canadá, havia um fã escalando a grade de proteção para tentar chegar até nós, e eu simplesmente perdi a cabeça e cuspi nele”. “Fiquei chocado e enojado comigo mesmo assim que fiz isso, mas, depois de pensar a respeito, a ideia de realmente construir um muro entre nós e o público tinha possibilidades teatrais maravilhosas, e foi isso que levou a The Wall”, completou. Isolamento Com a fama nas alturas, Waters foi se distanciando de seus colegas de trabalho, que não sabiam lidar com o isolamento do artista. Ele canalizou as suas queixas e seus próprios demônios em obras como Animals (1977), The Wall (1979) e The Final Cut (1983). Mas, infelizmente, a união entre Roger Waters e os outros integrantes da banda – David Gilmour (vocal e guitarra), Nick Mason (bateria) e Richard Wright (teclado) – se degringolou de vez e a ruptura foi em 1985. Último encontro no palco Em 2005, David Gilmour (vocal e guitarra), Roger Waters (baixo e vocal), Nick Mason (bateria) e Richard Wright (teclado) se reuniram para uma apresentação no Live 8, evento beneficente criado pelo músico e ativista político Bob Geldof, que rolou no Hyde Park, em Londres, Inglaterra. Apesar do momento histórico em ter a formação clássica do Pink Floyd no palco, os músicos, em especial Gilmour e Waters, logo entraram em atrito e qualquer chance de outro movimento com a banda foi por água abaixo. De lá para cá, a relação da dupla é a base de críticas e acusações. Via: Rockbizz

Nasi, vocalista do Ira, dá dica de começar o ano com o pé esquerdo
Comecinho de ano tem sempre as famosas superstições para ter saúde, fartura, sucesso e toda sorte de coisas boas ao longo dos próximos doze meses. Romã na carteira, semente de uva, pular sete ondas e peixe na ceia são algumas das “mandigas” mais comuns. Tem gente que atribui também um peso importante as cores das roupas. Branco para quem quer paz, amarelo para quem desejar bastante dinheiro na conta bancária e vermelho para àqueles que desejam muita paixão. Em vídeo nas redes sociais, Nasi, vocalista do Ira, por exemplo, deu a dica de começar o ano com o pé esquerdo e explicou o motivo para este procedimento inusitado no começo do ano. “Se quiser entrar [o novo ano] com o pé direito, descalço, com chinelo havaiana, tanto faz”, disse o cantor aos risos. “Nós do Orixá acreditamos que o lado esquerdo do homem, da pessoa, remete à ancestralidade feminina, ou seja, ao poder feminino, que é muito mais importante do que o masculino, porque todos nós, homens ou mulheres, saímos de um útero. Então, se você acredita nessas coisas, lembre-se de que o pé esquerdo é melhor”, esclareceu o artista. Nasi ainda comentou que sempre entra no palco para se apresentar pisando primeiramente com o pé esquerdo e batendo-o forte no chão. A razão é exatamente a mesma que ele explicou sobre a virada de ano. Nasi está com muitos projetos para 2026 como lançamento de livro político, filme e EP, além disso, o Ira vai fazer uma turnê pela Europa. O veterano grupo brasileiro promete muito mais novidades para este ano. Via: Rockbizz

Billy Corgan (Smashing Pumpkins) acusa estrelas pop de promoverem uma ilusão satânica em seus fãs
O vocalista do Smashing Pumpkins, Billy Corgan, não está muito feliz com a atuação das estrelas pop no mercado fonográfico. De acordo com o músico, elas promovem uma ilusão satânica em seus fãs, pois enganam as pessoas vendendo um produto falso. “Em muitos casos, a representação mais satânica na música nos últimos vinte anos tem sido a das estrelas pop, porque elas criam conscientemente uma imagem falsa”, analisou Corgan. “Elas são servis a essa imagem falsa a ponto de alterarem seus rostos e vozes, iludindo seu público de que são alguém que não são”. “E tudo isso acontece às claras”, pontuou. “E em algum momento, você verá o público chegar a um ponto de dissonância cognitiva, no qual eles percebem que a pessoa em quem querem acreditar de forma idolátrica não é essa pessoa”. “Eles forçam as pessoas a redobrar a idolatria porque é a única coisa que podem fazer. Por outro lado, como fã de música alternativa, a música alternativa é exatamente o oposto. É sobre tudo com todos os defeitos”, finalizou Billy. Com o avanço da tecnologia, a autenticidade artística ficou em segundo e terceiro plano. A meta é alcançar dinheiro o mais rápido possível apostando na ignorância do povo. Essa filosofia está bem disseminada no mercado musical, principalmente. Existem muitas saídas, já que tem gente séria criando música na cena rock e metal, que é o nosso foco. Os ouvintes, no entanto, precisam ter atenção redobrada para não serem vítimas desses embustes artísticos. Via: Rockbizz

Yungblud alerta que a negatividade está matando a próxima geração do rock
Yungblud – Dominic Richard Harrison – é um músico que vem recebendo muitas críticas dos fãs de rock. Algumas pessoas o consideram um artista falso, tipo uma boyband feita por empresários, só para gerar grana. E há quem o considere um aproveitador por ficar na cola de gente como Ozzy Osbourne e os caras do Aerosmith. O ponto é que o aspirante a rock star não está curtindo as críticas que está recebendo. Em novo bate-papo com a Loudwire, ele alertou que a negatividade está matando a próxima geração do rock. “Existem pessoas que gostam de mim e pessoas que não gostam, e isso nem sempre é fácil de lidar. Pode fazer você se sentir muito isolado e pode realmente te desanimar como um jovem músico. Mas, para ser honesto, no fim das contas, acho que é por isso que estou aqui. É para absorver um pouco dessa amargura, porque as pessoas não percebem que essa negatividade cega impede os jovens músicos de sequer tentarem”. Ele acrescentou: “Foi lindo conhecer Steven Tyler, Ozzy e Billy Corgan e saber que toda essas grandes estrela do rock sempre se sentiram assim. Não é irônico que toda grande estrela do rock sempre tenha sido odiada? Isso quase te incentiva a usar isso como combustível e revidar”. Apesar das críticas, o músico está concorrendo ao Grammy 2026 na categoria Melhor Performance de Rock por sua versão de Changes, do Black Sabbath, com Nuno Bettencourt, Frank Bello, Adam Wakeman e II, do Sleep Token. Via: Rockbizz

Gene Simmons sobre funeral de Ace Frehley: “O caixão aberto foi demais para mim”
A morte de Ace Frehley se tornou um dos momentos mais tristes e chocantes de 2025. O lendário ex-guitarrista do KISS, faleceu em outubro, aos 74 anos, após uma queda doméstica. Seu funeral. aconteceu em Nova York, e contou com a presença de figuras ilustres da banda, dentre elas, Gene Simmons, Paul Stanley e Peter Criss. Em entrevista ao podcast Mohr Stories, o baixista falou como descobriu a morte de seu ex-companheiro de banda. Gene ainda relembrou como foi participar da cerimônia fúnebre, realizada com o caixão aberto. “Eu estava aqui na Califórnia e recebi uma mensagem de Gigi, esposa de Peter Criss [baterista original do KISS], dizendo que Ace havia falecido”, relembrou [transcrição via Blabbermouth]. “Ele caiu da escada, aparentemente pela segunda vez. O hospital disse: ‘Ele precisa descansar’. A família lutou para mantê-lo vivo, mas ele não resistiu muito.” “Então, Peter Criss, Paul Stanley e eu fomos e voamos para o velório e depois para o funeral. Mas vou te dizer que, não importa o quão emocionante foi, o caixão aberto foi demais. Eu só tive que abaixar a cabeça porque ele estava bem na nossa frente. Nós estávamos bem ali. E Ace parecia que ia dizer: ‘Ah, brincadeira’, levantar e ser o cara divertido que ele sempre foi.” Causa da Morte de Ace Frehley De acordo com o portal TMZ, Ace morreu em decorrência de um traumatismo craniano causado por uma queda. Segundo o portal, a morte do guitarrista foi ocasionada por uma hemorragia cerebral decorrente de uma queda em seu estúdio no final de setembro. Frehley tinha 74 anos e faleceu na dia 16 de outubro. O legista do Condado de Morris, Nova Jersey, que emitiu o laudo oficial, afirmou que “Ace sofreu uma fratura na parte posterior do crânio, um hematoma subdural — um acúmulo de sangue formado entre a camada externa protetora do cérebro e o próprio cérebro — e um AVC. Sua morte foi considerada “acidental”. A confirmação está alinhada com uma informação divulgada anteriormente pelo site TMZ. Poucas horas antes da confirmação da morte do guitarrista, uma fonte teria dito ao portal que Ace Frehley tinha sofrido uma hemorragia cerebral quando caiu no estúdio e estaria sendo mantido vivo por meio de aparelhos. LEIA TAMBÉM: As 400 melhores músicas de rock e metal de 2025 em uma playlist; confira aqui Via: WikiMetal

“Até o terceiro álbum, tudo o que ganhávamos era reinvestido no Iron Maiden”, diz Steve Harris
O mercado fonográfico vem mudando drasticamente desde o começo dos anos 2000, quando começou a popularizar o MP3. O passo seguinte foi enfrentar o avanço das redes sociais e a nova forma de relação entre artista e público. O outro golpe veio, e um dos mais doloridos e que vem deixando um rastro de destruição, chegou com a criação das empresas de streaming de música, que acabam explorando as bandas e artistas com remunerações irrisórias. Contudo, o que nunca mudou é o fato de uma banda ser uma empresa. Se o músico tem a mínima pretensão de jogar no campo profissional, ele tem que estar ciente que o gerenciamento do grupo ou de sua carreira solo tem que ser rigoroso tal qual qualquer outra empresa. Isso implicará em uma entrega total, inclusive financeira, para fazer o empreendimento vingar. O baixista Steve Harris, por exemplo, é um case de sucesso, porque soube conduzir a carreira do Iron Maiden pelos caminhos mais corretos. Em conversa com a Metal Hammer, o músico lembrou brevemente como era o panorama financeiro da Donzela de Ferro no começo de carreira. “A gente não tinha certeza se o Iron Maiden teria uma carreira sustentável. Essas coisas você nunca tem muita certeza. Pode ir para qualquer lado. Mas eu me lembro de estar na EMI, quando fizemos o segundo álbum, e pensar: ‘Será que algum dia vamos realmente construir uma carreira com isso, a qual eu possa fazer disso um trabalho de verdade’? Até o terceiro álbum [The Number of the Beast, de 1982[, nós não ganhamos nada. Tudo o que ganhávamos, até mesmo direitos autorais e tudo mais, era reinvestido. Isso nos permitiu fazer turnês. Além disso, nós não estávamos pegando muito dinheiro emprestado da gravadora, o que significaria que estaríamos endividados para sempre”. Harris acrescentou: “É como tudo na vida: se você investe em algo para o futuro a longo prazo, então você simplesmente tem que se arriscar. Mas não havia garantias. Só nos restava torcer para que tudo desse certo”. Via: Rockbizz

Haja grana: os fãs brasileiros de rock e metal terão fartura de shows em 2026
Haja grana! O motivo? Bem, os fãs brasileiros de rock e metal terão fartura de shows em 2026. Em janeiro, aproveitando o calor do verão, o Avenged Sevenfold vai tocar em Curitiba e São Paulo. No mês de fevereiro e comecinho de março, o clima vai esquentar ainda mais com os três espetáculos do AC/DC em SP. O calendário de março ainda contempla Bryan Adams e Lollapalooza Brasil, com Deftones, Interpol e Turnstile. Abril a coisa pegará com dois festivais: Monsters Of Rock e Bangers Open Air, os quais trarão uma programação de tirar o fôlego. Em maio, o Brasil receberá os pesados Korn, Spiritbox e o Megadeth. Setembro terá o Rock In Rio e o Helloween, em São Paulo. No mês de outubro receberemos o Iron Maiden, com a sua tour de cinquenta anos – Run for Your Lives. Estes são os eventos de grandes proporções, da galera mais popular! O underground também terá muitos shows, portanto, vale ficar de olho aberto para não perder nenhuma banda. O difícil será arrumar grana para acompanhar a agenda de shows 2026. Via: Rockbizz

Stranger Things termina em alto e bom som com The Trooper do Iron Maiden
Stranger Things terminou ontem, dia 31 de dezembro de 2025, e contou com várias músicas clássicas como Landslide (Fleetwood Mac), Here Comes Your Man (Pixies), Heroes (David Bowie) e Purple Rain (Prince). No entanto, a emoção aumentou muito com The Trooper do Iron Maiden. O final da 5ª temporada da série trouxe um salto temporal de dezoito meses, revelando o grupo principal se formando no ensino médio. Em uma revelação surpreendente, Dustin Henderson, que ganhou o título orador da turma, escolheu homenagear seu amigo falecido, Eddie Munson, ao som do hit metal. Com The Trooper ecoando nos PA’s, Dustin tirou sua beca de formatura e estampou uma camiseta do Hellfire Club com a inscrição “Hellfire Lives”. Quando o diretor da escola tentou interrompê-lo, ele simplesmente pegou o microfone e gritou sobre rejeitar o conformismo e se recusar a ser “normal”. Henderson ainda bradou: “Este é o nosso ano”, além disso, mostrou o dedo do meio ao diretor Higgins e saiu furioso do palco. Portanto, para quem curte o universo geek, com as suas séries fantasiosas, e também tem uma paixão por música, especialmente pelo heavy metal, Stranger Things é a para maratonar do início ao fim e sem piscar para não perder nada. Stranger Things A série de ficção científica e terror estreou em 2016 e mostra um grupo de jovens envolvidos em conspirações governamentais e fenômenos sobrenaturais na pequena cidade de Hawkins, no interior dos Estados Unidos, durante os anos 1980 A atração estrelada por nomes como Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Noah Schnapp, Winona Ryder, David Harbour, Gaten Matarazzo, Natalia Dyer e Joe Keery. Via: Rockbizz

Lynyrd Skynyrd: quantas notas têm o solo de guitarra no clássico Free Bird?
Sabe aquele famoso ditado: “Toca Raul?” Bem, o equivalente nos Estados Unidos é o seguinte: “Toca Free Bird”. A faixa está no repertório do álbum de estreia do grupo sulista Lynyrd Skynyrd, o qual se chama Pronounced ‘Lĕh-‘nérd ‘Skin-‘nérd, de 1973. Ela é a canção que encerra o disco com chave de ouro, visto que os seus quase dez minutos de duração propõe uma viagem ao ouvinte, com melodias grudentas, refrão emocionante e muitos solos de guitarra. Mas, quantas notas têm o solo de guitarra no clássico Free Bird? Bem, não há uma resposta exata e definitiva sobre quantas notas existem no solo da canção, mas podemos fazer uma estimativa aproximada. O solo tem pouco mais de quatro minutos de duração e, nos primeiros 15 segundos, são tocadas 50 notas. A consistência das notas permanece relativamente similar ao longo do solo e, portanto, podemos calcular que há entre 800 e 900 notas no total. O teor da música se baseia na liberdade e na forma de encarar a vida de forma mais leve, sem os grilhões que cismamos em nos colocar diariamente. E é exatamente assim o solo de Free Bird, visto que em sua versão ao vivo fica ainda mais extenso, sendo assim, pode passar das mil notas. Pronounced ‘Lĕh-‘nérd ‘Skin-‘nérd vendeu mais de dois milhões milhão de cópias só nos Estados Unidos. Este número foi possível graças ao hit Free Bird, que desafiou todas as convenções lógicas do mercado fonográfico, uma vez que é uma faixa longa, mas ninguém se atreve pulá-la nas audições. Nos tocadores abaixo você pode curtir as duas versões – estúdio e ao vivo – e viajar junto com os licks de Allen Collins que beiram à perfeição. Confira: Via: Rockbizz

“Não foi por medo de substituir Zakk Wylde que recusei o convite de tocar com Ozzy Osbourne”, afirma Nuno Bettencourt
Em 1994, Nuno estava surfando no sucesso do Extreme, que era embalado pelos álbuns Extreme II: Pornograffitti (1990) e III Sides to Every Story (1992), quando pintou o convite do clã Osbourne, pois o cantor estava cansado da aposentadoria e queria voltar aos palcos. Ozzy queria um novo braço direito, e Nuno se encaixava bem no perfil, pois é um músico virtuoso e não aborda o instrumento de maneira matemática e sem vida. O guitarrista considerou melhor ficar no Extreme, mas, infelizmente, o grupo encerrou as atividades cerca de três semanas depois do convite de Ozzy. Em novo papo com a revista Guitar World, Bettencourt explicou por que recusou o convite do saudoso Príncipe das Trevas. Vale ressaltar que ele foi o único músico a dizer não ao cantor inglês. “Instintivamente, lá no fundo, eu sabia que provavelmente não pertencia à história do Ozzy”, disse Nuno. “Aqueles outros caras [Randy Rhoads, Jake E. Lee e Zakk Wylde] já tinham trilhado o seu próprio caminho – e isso é uma responsabilidade enorme”, pontuou. “Não fiz isso por medo de ocupar o lugar de outra pessoa, como substituir o Zakk Wylde. Teria sido uma honra fazer isso. Eu simplesmente sentia que sempre deveria ter trilhado meu próprio caminho”. Mesmo não tocando com o Madman, Nuno Bettencourt vem trilhando uma carreira de bastante sucesso. Ele retomou as atividades do Extreme, além disso, tem trabalhos solo e já assinou obras ao lado de vários artistas e bandas como Nickelback, Rihanna, Toni Braxton, Dweezil Zappa e mais. Via: Rockbizz

Nikki Sixx diz que turnê de reunião de várias bandas foram por água baixo devido o ego
As famosas turnês de reunião são praticamente um bilhete de ouro para os músicos, porque não precisam reinventar a roda, ou seja, criar novas músicas e discos. A ideia é só pegar o material antigo, tocar para os fãs saudosistas e encher a conta de grana. Não tem muito mistério. No entanto, mesmo com uma receita deste tipo, que é de fácil entendimento, tem gente que consegue meter os pés pelas mãos. O líder do Mötley Crüe, Nikki Sixx disse, em entrevista ao pessoal da 93XRadio, que turnê de reunião de várias bandas foram por água baixo devido o ego. Ele pegou como exemplo o vindouro giro The Return Of Carnival Of Sins, que vai acontecer no ano que vem e vai celebrar o 20º aniversário da famosa turnê de 2005-2006 do Mötley Crüe. “Tudo começa com a questão de disponibilidade, o que não é fácil. Também não é fácil ver quem ainda está na ativa. Conversamos com algumas bandas sobre a possibilidade de se reunirem para fazer essa turnê conosco. Com duas bandas simplesmente não conseguimos convencê-las de que seria melhor para os fãs do que para o ego delas. Mas, pelo menos, tentamos”. Nikki continuou: “Tesla e o Extreme estavam disponíveis, e nós não conseguíamos acreditar. Nós ficamos muito felizes porque, desde os acordes iniciais do Extreme até os acordes finais do Mötley Crüe, é tudo composição de alta qualidade. Eu simplesmente adoro boas músicas. Seja no estilo Metallica, Rammstein ou Norah Jones! Não importa! Pode ser no estilo Al Green, no estilo Mötley Crüe, uma ótima música é uma ótima música. E essas noites serão para cantarmos de tudo um pouco”, completou Sixx. The Return Of Carnival Of Sins tem previsão de começar em julho de 2026 pelos Estados Unidos. Via: Rockbizz

Michael Sweet conta qual é a motivação para jogar Bíblias aos fãs durante os shows do Stryper
Quem já foi em uma apresentação do Stryper sabe que pode receber uma Bíblia na cabeça a qualquer momento, já que os músicos jogam alguns exemplares do livro ao público. Se trata de uma prática bem antiga da banda, desde o começo de carreira. Em entrevista para o site espanhol Stairway To Rock, Michael Sweet contou qual é a motivação para jogar Bíblias aos fãs durante os shows do Stryper “Fazemos isso desde o início. Distribuir Bíblias é uma das partes mais importantes e essenciais do que fazemos. O motivo é que tudo o que cantamos está na Bíblia. A mensagem que transmitimos, a mensagem que escrevemos e cantamos, está tudo lá. Essa é a nossa base. Então, queremos que as pessoas saibam disso. Quando distribuímos Bíblias, nossa esperança é que as pessoas as levem para casa e as leiam. E muitas pessoas leem; algumas não. Nem sei quantas já distribuímos ao longo dos anos, mas estamos falando de quase 42 anos fazendo isso. É muito tempo”. Sweet também comentou sobre o sucesso do Stryper em um nicho como o rock cristão: “Se você realmente se aprofundar e pesquisar, verá que há muitas bandas cristãs. Talvez não haja tantas bandas cristãs populares, que alcançaram o sucesso. O Stryper é uma raridade no sentido de que conseguimos alcançar o sucesso e cantar sobre Jesus para um público mainstream, tocar na MTV e em rádios seculares e tudo mais. Isso é realmente incrível. E, para ser honesto, é uma situação única, sem igual”. Via: Rockbizz

As 400 melhores músicas de rock e metal de 2025 em uma playlist; confira aqui
Nos últimos anos, o Wikimetal sempre dedica boa parte de seu espaço para divulgar novas bandas, lançamentos de rock e metal e as melhores músicas do ano. Seja através da nossa playlist “Lançamentos” com as novidades da semana, atualizada toda sexta-feira, seja através da playlist “Descobertas”, uma coletânea com bandas iniciantes que constantemente atualizamos. Neste ano tivemos lançamentos incríveis, incluíndo os de bandas e artistas icônicos como Helloween, Megadeth, Testament e Sabaton. Aqui reunimos 27 horas com 400 faixas, as melhores músicas de 2025. Estão em ordem (aproximada) de lançamento. As mais recentes no topo. Uma ótima pedida para as festas de fim de ano! Siga a playlist ou confira aqui: LEIA TAMBÉM: Os 45 melhores álbuns de rock e metal de 2025 Via: WikiMetal

Jack White esculacha congressista que tentou curtir com sua cara: “Você esmaga a democracia com Bíblia na mão”
Na última segunda-feira, 29, o congressista Tim Burchett, do partido republicano, compartilhou um vídeo publicado pela conta MAGA Response, o qual mostra uma versão de Jack White feita por inteligência artificial e falando a frase: ‘Nem pensem em ouvir minha música, seus fascistas’. Na legenda de sua postagem, Tim escreveu: “A garotinha fofa da Família Addams ficou realmente feia e brava”, alfinetando a aparência de White e comparando-o à personagem fictícia Wednesday Addams. Jack não deixou por menos e esculachou o congressista que tentou curtir com a sua cara. Ele disse que Burchett esmaga a democracia com Bíblia na mão. Isso é o modus operandi de todos os cidadão de bem, vale ressaltar. “Todos eles apenas regurgitam argumentos baratos, infantis, típicos de bullying de escola primária e uma retórica cristã falsa. É realmente triste o quão vergonhosa nossa liderança se tornou”, disparou o músico. “O grande estado do Tennessee merece algo melhor, Sr. Burchett, mas você e seu culto estão tão entrincheirados e cegos que nem percebem”, destacou. “Segurando uma Bíblia em uma mão e a bandeira na outra, você esmaga a nossa democracia dia após dia a serviço do ego de um homem, para que ele possa usar o dinheiro do contribuinte para receber seu falso prêmio do Nobel da Paz e demolir a Casa Branca tijolo por tijolo”, acrescentou. That cute little girl from the Addams Family got really ugly and angry. https://t.co/94wbCWFu2w — Tim Burchett (@timburchett) December 29, 2025 E não foi a primeira vez que Jack White partiu para cima da administração de Donald Trump e do próprio político de extrema-direita. Ele já o chamou de corrupto, narcisista e nojento e debochou da atual decoração da Casa Branca, que está parecendo um cabaré de quinta categoria. Via: Rockbizz

Justin Hawkins conta que detestou cantar Back In Black ao lado de Brian Johnson no tributo a Taylor Hawkins
Durante entrevista ao Professor of Rock, o vocalista e guitarrista do The Darkness, Justin Hawkins, contou que detestou cantar Back In Black ao lado de Brian Johnson, no show em homenagem ao baterista Taylor Hawkins (Foo Fighters), que morreu em março de 2022. “Eu não fazia ideia do que ia acontecer. Eu odiei”, reclamou Hawkins. “Tenho que dizer que odiei, porque eu tinha me preparado para cantar outras coisas naquele dia. As coisas do Van Halen eram importantes para mim. Cantar com o Queen foi obviamente incrível. Eu estava pronto para tocar o que eles quisessem”. Justin continuou: “Acho que quando Dave Grohl estava organizando tudo, ele disse algo como: ‘Se houver alguma coisa difícil de cantar ou tocar, chamaremos o Justin para fazer’. E foi exatamente isso que ele disse ao nosso baterista, Rufus. Respondi que topava qualquer coisa. Eu estava meio apreensivo com a ligação, porque não sabia o quanto teria que tocar e cantar. Mas em nenhum momento o AC/DC foi mencionado. Em nenhum momento. Aí, pouco antes de eles começarem a cantar, o Brian [Johnson] veio até mim e disse que eu tinha que ajudá-lo a cantar. Eu nem sabia a letra. Eu não tinha a menor ideia do que estava fazendo. No entanto, acabou resultando numa foto incrível minha e do Brian cantando em Wembley”. “Quantas pessoas podem dizer isso? Se você conseguir resumir tudo numa fotografia, então é um momento incrível. Mas eu fiquei meio triste por não ter me escondido. Eu devia ter me escondido, porque me saí muito bem o resto do dia. Mas a foto ficou ótima”, concluiu em tom de alegria. Via: Rockbizz