Notícias

10 anos sem David Bowie: Álbum ‘Blackstar’ encarou a morte sem melodrama
Neste 10 de janeiro, completam-se 10 anos da morte de David Bowie, e o impacto de Blackstar (2016) segue tão profundo quanto no dia de seu lançamento. Lançado em 08 de janeiro de 2016, data em que Bowie completou 69 anos, o álbum chegou ao público apenas dois dias antes de sua morte, causada após uma batalha de 18 meses contra o câncer de fígado, que o artista manteve em absoluto sigilo. Com isso, Blackstar deixou de ser apenas um disco inovador para se tornar um ato artístico de despedida, planejado com lucidez, intenção e coragem. Durante o processo de criação, Bowie já sabia que estava gravemente doente. Em conversas privadas e cartas trocadas com colaboradores próximos, ele deixou claro que queria transformar seus últimos meses em algo criativo. O produtor e colaborador de longa data Tony Visconti (parceiro desde o disco ‘Space Oddity’, de 1969), revelou após a morte do artista que Blackstar foi concebido como um “presente de despedida”, feito para que Bowie pudesse se despedir nos próprios termos. Por meio de uma mensagem publicada no Facebook, um dia após a morte de Bowie, Tony Visconti disse [via MNE]: “Ele sempre fez o que quis fazer. E queria fazer do seu jeito e da melhor maneira possível. Sua morte não foi diferente de sua vida – uma obra de arte. Ele fez ‘Blackstar’ para nós, seu presente de despedida. Eu sabia há um ano que seria assim. Mas não estava preparado. Ele era um homem extraordinário, cheio de amor e vida. Ele sempre estará conosco. Por ora, é apropriado chorar.” Na véspera das gravações de seu 26º álbum solo, em janeiro de 2015, David Bowie chamou o produtor Tony Visconti para uma conversa reservada nos estúdios Magic Shop, em Nova York, onde revelou pela primeira vez os efeitos do tratamento contra um câncer de fígado diagnosticado meses antes. Aos 68 anos, o artista contou que esperava vencer a doença, mas admitiu que só tinha forças para trabalhar algumas horas por dia no estúdio. Em entrevista ao The Guardian, em outubro de 2023, Tony Visconti relembrou o período com emoção: “Houve dias em que ele não conseguiu vir. Mas quando ele se sentava diante do microfone, cantava com toda a sua alma. Eu nunca o tinha visto mais feliz”. O produtor e amigo também relatou ter ficado “profundamente chocado” quando Bowie morreu apenas 48 horas após o lançamento do álbum. “Chorei muito. Foi como perder um melhor amigo”, admitiu. Letras e vídeos reforçam a ideia do adeus planejado Segundo Tony Visconti, Bowie descreveu o álbum como sua “obra final”, reforçando que cada detalhe fazia parte de um plano consciente. As músicas e os vídeos do disco reforçam essa leitura. Em “Lazarus”, Bowie canta sobre partir, observa o próprio corpo falhar e encara a morte sem melodrama. Há também uma referência bíblica: Lázaro foi um homem ressuscitado por Jesus Cristo depois de quatro dias. A faixa se tornaria um lamento sobre a mortalidade e o legado, mas foram as imagens de seu videoclipe, dirigido por Johan Renck, que enfatizaram a mensagem que o artista queria passar. No videoclipe, David Bowie se mostra acamado em um quarto de hospital frio e revestido de azulejos, usando a mesma máscara de “olhos de botão” vista anteriormente na faixa-título “Blackstar”, elemento amplamente interpretado como uma referência ao ritual mitológico de colocar moedas sobre os olhos dos mortos para pagar a travessia ao além. Ao longo do vídeo, Bowie recita os versos da canção enquanto se agarra aos lençóis em um gesto de medo e fragilidade, antes de levitar sobre a cama, imagem simbólica que sugere uma ascensão espiritual e reforça a leitura do clipe como uma representação visual de despedida e transcendência. O vídeo foi gravado em novembro de 2015, apenas dois meses antes da morte de Bowie. Em entrevista ao The Guardian, o diretor Johan Renck relembrou sua conversão com Bowie: “Pelo Skype, ele disse: ‘Sinto que preciso te contar isso. Estou muito doente e talvez não consiga […] ‘Nem sei se, quando formos gravar o vídeo, você vai precisar de alguém para me substituir”. Já a faixa-título “Blackstar” funciona como um ritual de despedida consciente, no qual David Bowie cria uma narrativa fragmentada sobre morte, transformação e transcendência. A letra sugere que a morte não representa um fim, mas uma passagem. Versos como “Algo aconteceu no dia que ele morreu” indicam a separação entre corpo e espírito. O trecho “Não sou uma estrela pop. Eu sou uma estrela negra” consolida uma identidade final, além de personagens e mitos construídos ao longo da carreira. No videoclipe, também dirigido por Johan Renck, essa ideia se materializa em símbolos fortes. Por exemplo, o astronauta morto pode remeter ao encerramento do Major Tom, e Bowie surge como um profeta cego, conduzindo um ritual fúnebre. A transição musical e visual ao longo dos 10 minutos de duração da música reforça o adeus planejado. Fazendo uma alusão onde Bowie enterra suas próprias personas e transforma a finitude em arte e que mesmo diante da morte, sua obra continuaria a existir além do corpo. Dez anos depois, Blackstar se consolida como um dos poucos exemplos de um álbum que funciona como epitáfio artístico. David Bowie se despediu do público deixando um legado que transcende o rock. David Bowie estava escrevendo projeto secreto David Bowie estava trabalhando em um projeto secreto nos meses antes de sua morte. O musical ambientado no século XVIII, intitulado The Spectator, cujas anotações foram encontradas trancadas em seu escritório em Nova York e agora fazem parte do acervo do Victoria and Albert Museum, em Londres. O material, nunca finalizado e até então desconhecido até por pessoas próximas a ele, inclui ideias de trama, histórias de gangues e personagens históricos, além de post-its e um caderno dedicado ao periódico londrino The Spectator, que inspirou o título e os temas do trabalho. As notas, compartilhadas em primeira mão com a BBC, mostram o interesse de Bowie pela movimentação cultural da cidade e do jornalismo cômico da

Patti Smith confessa que foi assombrada pelo fantasma de Robert Mapplethorpe
A questão 459 do Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, o qual teve a primeira edição lançada em 1857, diz assim: “Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?” A resposta do pessoal do lado de lá foi a seguinte: “Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem”. Se for um fantasminha no estilo Gasparzinho a coisa é leve e amigável. Mas, se for na pegada do obsessor Alexandre, da novela A Viagem, da TV Globo, a coisa é braba e exige uma força-tarefa para não cairmos em suas garras diabólicas. E parece que a veterana Patti Smith teve uma experiência mais próxima ao segundo perfil. Em conversa com o podcast da CNN, All There Is with Anderson Cooper, a cantora, poetisa e escritora confessou que foi assombrada pelo fantasma de Robert Mapplethorpe, fotógrafo que morreu em 1989, aos 42 anos. “Robert fazia parte da minha consciência”, disse Smith. “Eu o via em todos os lugares. Sonhava com ele constantemente. Cheguei a vê-lo como um holograma sentado em uma cadeira enquanto eu dobrava roupa”. Patti continuou: “Ele estava sempre por perto. Eu nem sabia o que era. Quer dizer, é uma forma de luto, mas eu também me sentia assombrada, de verdade. Eu não conseguia tirá-lo do meu campo de visão. Não conseguia tirá-lo da minha cabeça”. “Robert foi minha primeira grande perda. Na série de perdas que eu estava prestes a sofrer, Robert foi a primeira. Ele tinha apenas 42 anos”, lamentou Patti. Sobre sua própria vida, Smith falou: “Quando penso em mim mesma, no que conquistei desde os 42 anos, minhas maiores realizações foram realmente no final dos meus 50 e 60 anos, pelo menos como escritora. Robert tinha tanto trabalho, tantas visões, tanto para fazer, tanta capacidade”. “E o que eu lamento é que eu sei o que ele queria fazer. Sinto a dor da incompletude. Consigo imaginar o que ele teria feito”, completou a artista. Via: Rockbizz

Glenn Hughes cancela parte de sua agenda de 2026 por problemas de saúde
O baixista e vocalista Glenn Hughes (ex-Deep Purple, ex-Black Sabbath) cancelou parte de sua agenda de 2026 por problemas de saúde. A turnê estava programada para começar no dia 27 de março no The Coach House em San Juan Capistrano, Califórnia, e terminar em 10 de maio no The Marquee em Tempe, Arizona. O músico se manifestou sobre difícil decisão pelas redes sociais. Ele escreveu: “Estou seguindo as orientações da minha equipe médica, com quem estou trabalhando em estreita colaboração. Eu espero vê-los em um caminho de destino feliz”. Glenn Hughes tem no currículo álbuns como Burn (1974), Stormbringer (1974) e Come Taste the Band (1975). Ele também já trabalhou com o riff master Tony Iommi, chefe do Black Sabbath, e os virtuosos Gary Moore, John Norum e Joe Bonamassa. Além de ser um músico extraordinário e ter uma das vozes mais potentes do rock, Glenn Hughes, de 73 anos de idade, é reconhecido como uma inspiração de superação pessoal, vencendo batalhas contra vícios ao longo de sua vida e se tornando um exemplo de resiliência para seus fãs. Via: Rockbizz

Ronnie Wood (Rolling Stones) relembra os anos 60 e compartilha memórias de The Yardbirds, Jeff Beck, Jimi Hendrix e Jon Lord
O guitarrista do Rolling Stones, Ronnie Wood, relembrou os anos 60 e compartilhou memórias de The Yardbirds, Jeff Beck, Jimi Hendrix e Jon Lord, do Deep Purple. Como ex-membro do The Faces e do Jeff Beck Group, e peça fundamental do Rolling Stones nas últimas cinco décadas, Wood já viu de tudo. Em uma nova publicação em suas redes sociais, o guitarrista de 78 anos relembrou algumas das experiências marcantes de sua carreira. “The Yardbirds era uma banda que eu acompanhava bastante, e eu costumava ir vê-los no Richmond Athletic Grounds, no Crawdaddy Club”, disse Wood. “Muito importante. E as pessoas estavam lá, penduradas nas vigas, com suor escorrendo do teto, era incrível, a atmosfera, com os crescendos que eles faziam”. “Eles tocavam uma música do Muddy Waters chamada I’m A Man. Eles faziam uma versão rápida. Todo mundo ficava louco. Bons tempos aqueles. Era fantástico”, completou. Wood lembrou de ter dito ao guitarrista Jeff Beck que, se um dia ele decidisse sair do The Yardbirds, eles deveriam se reunir, e acrescentou: “E, com certeza, ele saiu e me ligou.” O Jeff Beck Group começou com Beck e Wood tocando guitarra, Dave Ambrose no baixo e uma sucessão de bateristas, incluindo Mickey Waller, Aynsley Dunbar e Roy Cook. Em pouco tempo, porém, Wood passou a tocar baixo, o que ele encarou como “um desafio”. “Um dia, depois de tocarmos no 100 Club, nos saímos muito bem e Jon Lord – que morava comigo… e que depois formou o Deep Purple (na época, ele estava na banda do meu irmão, The Artwoods) – disse: ‘Soou muito bem com dois guitarristas’. E Jeff disse: ‘Ronnie, se você não se importar, consideraria tocar baixo?’ Eu disse: ‘Adoro um desafio, não me importo com isso’, então foi aí que comecei a tocar baixo”, ele continuou. “Quando fomos para os Estados Unidos, Jimi Hendrix costumava vir tocar com a gente”, acrescentou Wood. “Ele dizia para o Jeff: ‘Ei, Jeff, deixa o baixista fazer um solo!’ Ele adorava meu jeito de tocar baixo, então isso foi uma grande conquista para mim. E acabei dividindo um apartamento com ele em Holland Park por algumas semanas quando estávamos no início da turnê… foi muito divertido”. Assista ao vídeo abaixo: Via: Rockbizz

Death to All no Brasil: Faixas essenciais de ‘Spiritual Healing’ e ‘Symbolic’
Texto por: Alessandra Felizari No dia 20 de janeiro, o Death to All (formado por Gene Hoglan, Steve DiGiorgio, Bobby Koeble, e Max Phelps) trará ao Brasil a tour Symbolic Healing, executando na íntegra os icônicos álbums Spiritual Healing e Symbolic, dois títulos essenciais da discografia do Death. Para esta matéria, fizemos um panorama dos discos e destacamos 3 faixas essenciais em cada um. Os álbuns Spiritual Healing (1990) e Symbolic (1995) representam dois momentos fundamentais na trajetória do Death, revelando a transição de uma banda ainda ligada ao death metal clássico para um projeto cada vez mais consciente, crítico e autoral sob a liderança de Chuck Schuldiner. “Spiritual Healing” Em Spiritual Healing, o Death começa a abandonar definitivamente o imaginário gore que marcou seus primeiros discos e passa a direcionar sua agressividade para críticas sociais, éticas e psicológicas. A faixa-título, “Spiritual Healing”, é essencial porque funciona como um manifesto dessa mudança: a música ataca a hipocrisia de líderes religiosos e a exploração da fé como mercadoria, ao mesmo tempo em que mantém a brutalidade característica da banda. “Living Monstrosity” “Living Monstrosity” aprofunda esse viés crítico ao abordar o tema do abuso infantil e da negligência institucional, mostrando um Schuldiner disposto a usar o death metal como ferramenta de denúncia — algo ainda pouco comum no gênero à época. “Within the Mind” Já “Within the Mind” se destaca por trazer uma reflexão mais introspectiva, tratando da perda de autonomia mental e do colapso psicológico, antecipando a virada mais filosófica que se consolidaria nos discos seguintes. “Symbolic” Se Spiritual Healing marca o despertar temático do Death, Symbolic representa sua plena maturidade artística. Em “Symbolic”, faixa que dá nome ao álbum, a banda atinge um ponto de equilíbrio raro entre técnica, melodia e agressividade. A música é essencial porque condensa a identidade final do Death: riffs complexos, estruturas elaboradas e uma carga emocional que transcende a simples violência sonora. “Crystal Mountain” “Crystal Mountain” surge como uma das composições mais emblemáticas da carreira de Schuldiner, atacando o fanatismo religioso e a manipulação ideológica com clareza, ironia e um senso melódico memorável. “Empty Words” Por fim, “Empty Words” amplia o escopo crítico ao denunciar a superficialidade do discurso político e midiático, reforçando a preocupação do Death com verdade, linguagem e responsabilidade moral. Essas seis músicas, vistas em conjunto, revelam a evolução do Death de uma banda brutal para um projeto artístico profundamente reflexivo. Spiritual Healing inaugura a consciência ética e social; Symbolic consolida essa consciência em uma linguagem musical sofisticada e emocionalmente densa. É justamente essa combinação de crítica, técnica e sensibilidade que torna essas faixas essenciais — não apenas dentro da discografia do Death, mas na história do metal extremo como um todo. LEIA TAMBÉM: Saiba o provável setlist para os shows do Death To All no Brasil Via: WikiMetal

Yungblud e The Smashing Pumpkins lançam nova versão de Zombie
Yungblud faz história ao lado da icônica banda de rock The Smashing Pumpkins em uma versão inovadora e reimaginada de sua canção Zombie, indicada ao Grammy de Melhor Canção de Rock. A faixa, que foi produzida por Matt Schwartz e Billy Corgan, marca a primeira vez na longa carreira da banda que o grupo participa de uma gravação de outro artista. Lançada originalmente com grande aclamação, Zombie é o single solo mais rapidamente consumido da carreira de Yungblud, com mais de 100 milhões de streams até hoje. O cantor britânico cruzou caminhos pela primeira vez com Billy Corgan em Birmingham, em julho do ano passado, durante o show de despedida do Black Sabbath, Back To The Beginning, no qual ambos participaram de tributos em homenagem a Ozzy Osbourne. A conexão entre eles, no entanto, vem de antes – Corgan descobriu Yungblud ao assistir a um vídeo de uma performance ao vivo e imediatamente reconheceu seu potencial bruto e sua voz poderosa. Em uma entrevista de 2023 com Allison Hagendorf, Corgan falou abertamente sobre a trajetória de Yungblud, dizendo: “Consigo ver para onde ele está indo e, se eu estiver certo, estaremos falando dele pelos próximos 50 anos.” Essa crença – reforçada mais recentemente no podcast de Corgan, The Magnificent Ones, onde ele comparou a evolução de Yungblud à de Elton John – ressoou profundamente no artista e o ajudou a criar o álbum de rock que ele sempre idealizou. Fechando esse ciclo, o encontro em Birmingham levou Yungblud a convidar Corgan para colaborar, dando origem a esta nova versão de Zombie, agora com The Smashing Pumpkins participando de uma música que Corgan havia inspirado indiretamente anos antes. Falando sobre a colaboração, Yungblud comenta: “Siamese Dream foi um álbum que esteve comigo de uma forma que eu jamais conseguiria explicar enquanto crescia, então fazer música com a banda que o criou é algo difícil de compreender. Billy sempre foi uma enorme inspiração para mim, mas mais recentemente se tornou um grande mentor. A visão dele sobre a importância da verdade na arte é algo que sempre carreguei comigo. Zombie é a música mais importante de Idols para mim. Ela é profundamente pessoal e foi fortemente influenciada pela capacidade do The Smashing Pumpkins de misturar emoção, cinema e guitarras pesadas. Enviei um e-mail para o Billy perguntando se ele reimaginaria essa música comigo e, quando ele aceitou, foi um sonho realizado. Ver um dos meus ídolos trabalhar em algo que eu escrevi foi uma das maiores honras da minha vida. Eu amo que esta nova versão de Zombie seja mais pesada, tenha o som icônico de guitarra do Billy, mais urgência – ela arranca meu coração. Estou muito orgulhoso.” Billy Corgan, fundador e vocalista do The Smashing Pumpkins, acrescenta: “A estrela do Yungblud brilha intensamente, então foi muito divertido emprestar nossa voz sinuosa ao Zombie, que ele disse ter sido inspirado por uma música nossa. Por isso, o incentivamos a tornar essa versão o mais pessoal possível, e tenho orgulho de dizer que conseguimos – nem que seja para honrá-lo em troca.” Confira o clipe abaixo: Via: Rockbizz

Black Veil Brides lança novo single “Certainty”, inspirado no filme ‘Conclave’
Black Veil Brides dão as boas-vindas ao novo ano com o lançamento de seu hino dinâmico e emocionalmente intenso, “Certainty”, acompanhado de um poderoso videoclipe. Formada pelo vocalista Andy Biersack, os guitarristas Jake Pitts e Jinxx, o baixista Lonny Eagleton e o baterista Christian Coma, a banda apresenta o single que fará parte de seu próximo álbum de estúdio. “O conceito de ‘Certainty’ é central para este disco e aparece ao longo de todo o álbum”, explica Biersack. “A música foi inspirada no filme Conclave, especialmente em suas reflexões sobre a certeza religiosa e como sistemas de crença rígidos podem se tornar prisões criadas por nós mesmos. Quando a certeza se cristaliza, curiosidade, crescimento e disposição para mudar se tornam impossíveis. Grande parte do discurso político e social atual existe dentro dessas câmaras de eco de crenças absolutas, e essa tensão impulsiona a narrativa deste álbum.” Para acompanhar o lançamento, o Black Veil Brides revelou um impactante novo videoclipe de “Certainty”, dirigido por George Gallardo Kattah (Chelsea Wolfe, Maneskin) e filmado durante a turnê da banda pela Colômbia. Com cinematografia impressionante e uma intensidade que remete a um filme da produtora A24 (responsável por Conclave), o vídeo reflete os temas da canção e reforça a identidade visual ousada que a banda construiu ao longo da carreira. Andy Biersack acrescentou: “Essa foi a última música escrita e gravada para o álbum. Tudo começou com uma ideia que o Jake enviou, e a canção tomou forma rapidamente, ao longo de poucos dias. Ela parecia essencial tanto narrativa quanto musicalmente, capturando o tom geral do que queremos transmitir. O videoclipe, dirigido por George Gallardo Kattah e sua equipe em Bogotá, na Colômbia, é um dos nossos favoritos que já fizemos. A interpretação dele do medo e do orgulho como gêmeos bíblicos é impressionante, e os visuais são incríveis.” LEIA TAMBÉM: Black Veil Brides empolga mesmo com show curto em São Paulo Via: WikiMetal

Yungblud vai seguir se pendurando na fama e prestígio de outros roqueiros; Eddie Vedder pode ser a próxima vítima
Yungblud é um artista que nada mostrou de relevante na cena rock n’ roll. Os destaques que teve em sua pequena carreira foi por intermédio de outros nomes relevantes no mercado musical como Aerosmith e Ozzy Osbourne. Dentro e fora do palco, as ações do aspirante a rock star são claramente forçadas e sem nenhum resquício de genialidade. E ele vai seguir se pendurando na fama e prestígio de outros roqueiros, e a próxima vítima pode ser Eddie Vedder, frontman do Pearl Jam. Em recente entrevista à revista norte-americana Rolling Stone, o artista britânico expressou seu profundo respeito pela arte de Eddie e revelou a possibilidade de futuros trabalhos musicais em conjunto. “Eddie [Vedder] é uma grande inspiração para mim, principalmente no quesito vocal. Acho que podemos compor juntos no futuro”. O jovem roqueiro também comentou sobre as críticas que recebe da mídia e do público. Ele deu a entender que não se abala com o julgamento das pessoas. “Muita gente tem muito a dizer sobre mim. Mas acho que é para isso que estou aqui. Isso não me abala. Na verdade, eu acho divertido. Adoro ler os comentários sobre mim. É só combustível”. Vale registrar que a mais nova vítima de Yungblud foi o The Smashing Pumpkins. A banda de Billy Corgan e o roqueiro juvenil fizeram uma nova versão de Zombie. A faixa saiu originalmente no álbum Idols, quarto registro de estúdio do cantor, que chegou ao mercado em 20 de junho de 2025. Via: Rockbizz

Wacken Metal Battle confirma retorno da seletiva no Brasil
O Wacken Metal Battle, competição internacional de bandas de metal organizada pelo festival Wacken Open Air, anunciou o retorno da seletiva oficial no Brasil para a edição de 2027 do festival. Segundo comunicado divulgado [via Whiplash], o Brasil volta a integrar o circuito mundial de seletivas após uma ausência desde 2012, quando o processo foi interrompido por falta de recursos e organização local, segundo relatado pela organizadora Roadie Crew. O festival também anunciou os países Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia, Marrocos, Malásia, Singapura, Tailândia e Mongólia. O Wacken Metal Battle é uma das competições musicais mais respeitadas para novos talentos do metal, dando a chance de bandas sem contrato com gravadoras executarem apresentações autorais diante de jurados e público, com etapas regionais e uma final nacional. O vencedor brasileiro segue para as fases internacionais ao lado de representantes de outros países. Segundo o anúncio oficial, as inscrições estarão abertas após a edição do Wacken Open Air 2026, que acontece entre 29 de julho e 01 de agosto. O retorno da seletiva no Brasil revigora uma tradição que já marcou momentos históricos para bandas nacionais. Em 2007, o grupo brasileiro Torture Squad venceu o Metal Battle Brasil e se tornou o único representante nacional a tocar no Wacken Open Air através da seleção, resultando inclusive em contrato com a gravadora do próprio festival. Em seguida, em 2008, com a turnê Hellbound Tour, e em 2011, durante a Aequilibrium Tour, e em 2025 com a Devilish Tour. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Wacken Open Air presta homenagem a Ozzy Osbourne Via: WikiMetal

Profanação contra o sagrado: estações de rádio tentaram cortar solo de Eddie Van Halen para deixar som mais palatável
O ex-baterista do Iron Maiden, Nicko McBrain, comanda o programa Metal Sticks, que vai ar pelo canal da Modern Drummer Official. Na atração, ele bate-papo com colegas de profissão, conta histórias de sua carreira e dá dicas sobre o universo da bateria. Recentemente, Nicko entrevistou o holandês Alex Van Halen, que revelou alguns detalhes sobre a carreira do Van Halen. Ele lembrou, por exemplo, que as estações de rádio frequentemente tentavam cortar os solos de guitarra de seu irmão, Eddie Van Halen, para deixar as músicas menores e mais palatáveis ao grande público. “Em meados dos anos 80, para que nossas músicas tocassem, nós tínhamos que tirar o solo de guitarra”, contou Alex. “A versão original de Jump que enviamos para as rádios era, na verdade, um minuto mais longa do que a versão final”. O baterista continuou enaltecendo o trabalho do irmão caçula: “Quando o Ed tocava guitarra, eu pensava: ‘Por que estou tocando guitarra? Talvez eu devesse tocar outra coisa’. Foi uma decisão óbvia. Acho que o Ed minimizava isso porque não gostava da pressão. Mas, cara, ele era um fenômeno desde o momento em que pegou aquela guitarra. Ela nunca mais saiu das mãos dele”. O Van Halen lançou doze álbuns ao longo de seus quase 50 anos de carreira. A banda encerrou oficialmente suas atividades em 2020 após a morte de Eddie Van Halen. Os maiores sucessos em estúdio foram os álbuns Van Halen (1978), 1984 (1984) e 5150 (1986), que venderam juntos mais de trinta milhões de cópias. Via: Rockbizz

Morrissey anuncia novo álbum ‘Make-Up Is A Lie’ e lança faixa-título
Morrissey anunciou oficialmente nesta sexta-feira, 09, seu novo álbum solo, Make-Up Is a Lie, com lançamento previsto para 27 de fevereiro. O ex-vocalista do The Smiths também lançou a faixa título como primeiro single. Make-Up Is a Lie marca a primeira colaboração de Morrissey com a gravadora Sire Records, selo ligado à Warner Music, sendo um dos projetos mais aguardados desde sua última obra de estúdio I Am Not a Dog on a Chain, de 2020, lançado pela BMG em 2020. Em 2021, o cantor anunciou Bonfire of Teenagers, mas deixou a Capitol Records e o álbum nunca foi lançado. Morrissey demorou, e em alguns momentos simplesmente não conseguiu, lançar um novo disco principalmente por problemas com gravadoras, somados a polêmicas públicas e entraves de mercado. Em um comunicado postado em seu site, o artista escreveu: “A espera às vezes pareceu uma tragédia. Mas o lançamento de Make-up is a Lie hoje é como um reencontro de amantes. E depois de várias audições, parece que sempre existiu. Agora podemos depositar nossa fé no que é visível.” Ele também instruiu seus fãs: “Por favor, sentem-se em sua poltrona favorita em sua cabine escura com as luzes apagadas. Ou, se preferirem, relaxem e desfrutem de um pouco de auto-humilhação impulsiva – como eu costumo fazer. Espero que você considere Make-Up Is a Lie digno da atenção que lhe dedica. Muitos de nós, aqui, e na França, Turquia, Polônia, Holanda, Dinamarca, Grécia, Estados Unidos, Inglaterra… esperamos porque nossa crença é inquestionável: que os queixosos falem.” Por fim, concluiu: “O que sobrevive além do alcance deles é o amor. Insisto em ser eu mesmo, apesar de muito desencorajamento. E esta nova música é um retrato válido de muito mais que está por vir em 2026. Nascido e renascido. Sou seu futuro amante, MORRISSEY.” As dificuldades para lançar novos álbuns Depois de Low in High School (2017), Morrissey gravou ao menos dois álbuns completos, Bonfire of Teenagers e Without Music the World Dies. O primeiro ficou pronto por volta de 2020, mas foi engavetado pela Capitol Records, que rompeu contrato com o cantor em meio a controvérsias envolvendo suas declarações políticas, culturais e identitárias. Em entrevista ao The Telegraph em 2024, Morrissey revelou que estava sendo “amordaçado” e que o que ele chama de “Cultura Idiota” está impedindo o lançamento de seu álbum. Apesar de Morrissey afirmar que o disco estava finalizado e tinha participações importantes, a gravadora optou por não lançá-lo, e os direitos ficaram presos por um período. Em 2024, o músico afirmou ter recomprado os direitos de seus álbuns, após uma longa disputa com a Capitol Records. “Morrissey pagou a taxa de rescisão à Capitol Records para reaver os álbuns. Foi uma guerra longa, difícil e sangrenta. Poucos sairiam vivos dela, e… eu não sou exceção. Morrissey continua sem contrato”, dizia o comunicado no site oficial [via Morrissey Central]. Sem contrato ativo, o cantor passou a procurar uma nova gravadora disposta a bancar o lançamento, algo que se mostrou difícil devido à sua imagem pública “tóxica” para o mercado atual, segundo executivos da indústria. Ele mesmo declarou que recebeu elogios artísticos pelo material, mas negativas comerciais. “Todas as grandes gravadoras de Londres recusaram Bonfire of Teenagers, embora admitam que é uma obra-prima”, disse Morrissey ao The Telegraph em 2024. Além disso, houve cancelamentos frequentes de turnês, problemas de saúde e frustração com o streaming, o que também atrasou cronogramas. Os discos Without Music the World Dies e Bonfire of Teenagers seguem sem previsão de lançamento. Este último supostamente conta com participações de Iggy Pop, Flea e Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers, e Miley Cyrus, que posteriormente pediu para que sua participação fosse retirada. LEIA TAMBÉM: Após cancelar turnê na América Latina, Morrissey anuncia shows pela Europa Via: WikiMetal

The Black Crowes fornece detalhes do novo álbum A Pound Of Feathers
O The Black Crowes revelou que seu novo álbum de estúdio, A Pound Of Feathers, vai sair no dia 13 de março pela Silver Arrow Records. Com produção de Jay Joyce, o disco trará o icônico mix de blues, soul e rock, mas em um novo patamar eletrizante. Com uma carreira que abrange quatro décadas, o próximo lançamento da banda se apresentará como um testemunho imponente de sua chama artística duradoura e sua importância na história do rock n’ roll. “Gravamos este disco em oito a dez dias”, contou o vocalista Chris Robinson. “Trazer a energia e a inspiração de Happiness Bastards para este álbum foi uma progressão natural. Experimentamos mais, compusemos por instinto e de acordo com o que estávamos sentindo no momento. Rich [Robinson – guitarra] trouxe uma espontaneidade ao disco que não consigo descrever, mas é o melhor trabalho que ele já fez”. Rich completou: “Este álbum é transformador para nós. Ao retornarmos às nossas raízes, sentimos aquela faísca no estúdio e na forma como trabalhamos juntos. Acendemos uma chama mais forte, mais intensa, mas que permanece fiel à nossa essência musical”. Curta os dois primeiros singles do álbum, Profane Prophecy e Pharmacy Chronicles, nos players a seguir: Track listing de A Pound Of Feathers: 01. Profane Prophecy02. Cruel Streak03. Pharmacy Chronicles04. Do The Parasite!05. High And Lonesome06. Queen Of The B-Sides07. It’s Like That08. Blood Red Regrets09. You Call This A Good Time10. Eros Blues11. Doomsday Doggerel Via: Rockbizz

Marty Friedman conta por que perdeu vaga na banda de Ozzy Osbourne
O guitarrista Marty Friedman, conhecido especialmente por sua passagem pelo Megadeth entre 1990 e 2000, concedeu uma entrevista à TCDG Guitar Lessons, onde contou sobre suas experiências envolvendo audições que participou ou que quase se concretizaram. Entre elas, para a banda de Ozzy Osbourne e uma situação bastante inusitada com o KISS. O convite para realizar o teste para a banda de Ozzy veio diretamente de Sharon Osbourne, em um momento em que Friedman tocava na banda Cacophony e passava por grandes dificuldades financeiras: “Estava totalmente quebrado, quase sem teto, mas Sharon me ligou e perguntou se eu gostaria de voar para Los Angeles para fazer a audição. Eu disse: ‘uau, isso é bacana’.” “Participei da audição, toquei, pensei que tinha feito um bom trabalho. Porém, eu não combinava muito com a energia da banda. Eles faziam o tipo metaleiro de Los Angeles, com algemas em seus cintos e camisetas de Jack Daniel’s. Estavam todos completamente enfeitados para os ensaios, algo que entendo em shows, mas não nessas ocasiões.” Apesar de seu bom desempenho musical, Friedman contou que destoava muito do grupo: “Cheguei com uma camiseta e jeans, parecia um cara qualquer esperando por um ônibus ou coisa do tipo.” “Nunca mais ouvi deles. Aí, finalmente, Zakk Wylde conseguiu a vaga. Ele era simplesmente perfeito, muito melhor do que eu seria para aquela posição. Se encaixou no grupo e tocava realmente bem”, completou. O guitarrista logo chegou à conclusão de que talvez não fosse a melhor escolha para a banda: “Fiz um bom trabalho, mas não acho que daria certo. Aqueles caras provavelmente iriam beber e festejar depois do ensaio, e eu era apenas um ‘bom menino’, bem entediante.” A quase audição de Marty Friedman para o KISS Durante a conversa, Friedman também relatou uma situação curiosa que passou ao ser convidado para fazer uma audição para o KISS. “Alguém da gerência me telefonou, me convidando para participar. ‘Tem interesse em tocar na audição para o KISS?’, e eu concordei, já que o KISS foi o motivo para eu começar a tocar guitarra.” Depois disso, Friedman foi bombardeado por perguntas, respondendo afirmativamente a todas: “Pensei, ‘ótimo, já estou dentro’. A última pergunta feita foi ‘Qual sua altura? Tem 1,80m sem sapatos?’. Respondi que não tenho 1,80m nem com sapatos, tenho 1,71m. Logo me disseram ‘Oh não, precisamos de alguém que seja tão alto como Gene (Simmons) e Paul (Stanley)’.” Mesmo disposto a fazer qualquer coisa para entrar no grupo, o guitarrista acredita que a diferença visual não teria funcionado no palco: “Entendo, os caras são altos, estão na primeira fila do palco. Viriam Gene, Paul e Marty, bem menor que eles, não daria certo. Mas, naquele momento, fiquei muito chateado. Pensava que aquela era minha chance.” “Teria feito até de graça! Eles provavelmente concordariam com isso, conhecendo Gene e Paul. Ainda ficaria feliz por tocar.” Para Friedman, tocar com o KISS seria o sonho: “As primeiras coisas que nos inspiram ficam conosco para sempre. Não me importaria em tocar de graça, pois viveria um sonho. Mas, era impossível me tornar alto o suficiente (risos).” LEIA TAMBÉM: Peter Criss revela arrependimento por nunca ter gravado um álbum com Ace Frehley Via: WikiMetal

Gibson TV lança primeira parte da série de vídeos Tony Iommi: The Godfather Of Heavy Metal
A Gibson TV acaba de lançar a primeira parte da nova série de vídeos, Tony Iommi: The Godfather Of Heavy Metal, um mergulho profundo na vida, legado e som inovador do lendário guitarrista do Black Sabbath. Do nascimento do Black Sabbath à criação do próprio heavy metal, tudo começou com Tony Iommi. Os pais odiavam. Seus filhos adoravam. Depois que o “Summer Of Love” começou a perder força, um novo som ameaçador emergiu das chaminés de Birmingham, Inglaterra. Tony Iommi foi o arquiteto desse som – o homem responsável pelos riffs que definiram o gênero do Black Sabbath e por um som que dominaria o mundo. Mais do que apenas um novo estilo musical, o heavy metal se tornou um estilo de vida – conectando milhões através de um espírito de rebeldia, paixão e um som implacável que se recusa a desaparecer. Assista abaixo: No final do mês passado, Iommi revelou em uma mensagem de vídeo de ano novo que lançará seu novo álbum solo em 2026. “Estou muito ansioso por isso”, disse ele. “Estou gostando de fazer isso, tem sido muito divertido e espero que vocês também gostem”. Via: Rockbizz

Dave Mustaine tem planos ambiciosos para os shows finais do Megadeth: “Seria o clímax perfeito”
Trocando ideia com a galera da Metal Hammer, o vocalista e guitarrista Dave Mustaine comentou que tem planos ambiciosos para os shows finais do Megadeth. É importante lembrar que a banda anunciou a sua aposentadoria para depois da divulgação de seu novo álbum. “Eu espero que a gente toque no espaço”, declarou Dave em tom animado. “Acredito que seria o clímax perfeito. Uma experiência sem gravidade no espaço, um show completo na Lua, seria algo demais”. “Já mandaram um monte de celebridades para o espaço e eu pensei: ‘Se eles podem ir ao espaço, por que não eu?’ Estou acompanhando o desenvolvimento disso tudo. Acho que as pessoas vão viajar para o espaço muito antes do que vocês imaginam”, analisou o músico. O próximo full length do Megadeth, que será homônimo à banda, sairá no dia 13 de janeiro de 2026 pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. Além disso, o trabalho contará com a produção de Chris Rakestraw, profissional que assinou os discos Dystopia e The Sick, the Dying… and the Dead. Track listing de Megadeth: 01. Tipping Point02. I Don’t Care03. Hey, God?!04. Let There Be Shred05. Puppet Parade06. Another Bad Day07. Made To Kill08. Obey The Call09. I Am War10. The Last Note11. Ride The Lightning (bônus) Via: Rockbizz

Gene Simmons volta a colocar Peter Criss abaixo de zero: “Não compõe e não toca nenhum instrumento musical”
O baixista e vocalista do KISS, Gene Simmons, 76, é o cara com o maior metro quadrado de língua do rock. Ao longo dos anos o grandalhão parece não conseguir manter o membro dentro da boca, já que vem frequentemente falando barbaridades contra os seus colegas de trabalho – Ace Frehley e Peter Criss. Durante entrevista ao Professor of Rock, Gene Simmons voltou a colocar Peter Criss abaixo de zero. De acordo com ele, o eterno Catman da banda mais quente do mundo não compõe e não toca nenhum instrumento musical. “Muito bem, crianças, agora que vocês cresceram, é hora da verdade. Eu amo Peter. Todos nós o amamos. Famílias são complexas. Não conheço nenhuma família que não discuta ou fique com raiva um do outro, e que às vezes não se fale por décadas e depois volte a se reunir. Porque família é família. O Peter sempre será da família. E, infelizmente, vimos Peter no funeral do Ace em outubro do ano passado. E relembramos o passado em meio à tristeza e a dor. Mas é hora da verdade”. Gene continuou: “Peter não compõe músicas! Ele não toca nenhum instrumento musical. Bateria não é um instrumento musical, por definição. É um instrumento de percussão. Muito importante – às vezes extremamente importante em uma banda. Era para nós. Mas você não pode tocar uma virada de bateria que possa ser protegida por direitos autorais, mas você pode criar um riff que seja seu, uma melodia e uma letra. Esses podem ser protegidos por direitos autorais, mas nada que você faça na bateria impedirá que outra pessoa copie diretamente o que você fez e aplique em outra música. Ok, esse é o primeiro ponto”. “Em segundo lugar, pelo que sei, Peter não toca nenhum outro instrumento que eu já tenha visto. Nem teclado ele sabe tocar. Peter, no entanto, tinha uma voz rouca incrível no início da carreira”, completou o linguarudo. Com influência do baterista de jazz Gene Krupa, Peter Criss, 80, criou a sua própria interpretação do estilo aplicando no hard rock. O fato de ter um timbre vocal diferente em relação aos seus colegas, o KISS engrandeceu a sua abrangência harmônica ao vivo e em estúdio devido a isso. Via: Rockbizz

Quem é a mulher da capa de ‘Around the Fur’, do Deftones?
Uma das capas de álbum mais icônicas dos anos 90 voltou ao centro das conversas. Trata-se do álbum Around the Fur, do Deftones. Quase 30 anos depois do lançamento do disco, a revista Jenkem Magazine conseguiu localizar Lisa Hughes, a modelo da foto, em Seattle, onde ela ainda reside. A imagem, clicada pelo fotógrafo Rick Kosick mostra uma mulher na borda de uma banheira de hidromassagem em um momento espontâneo. Lisa Hughes contou que ela não era uma “groupie” ou alguém ligada diretamente à banda, mas simplesmente estava curtindo uma noite de diversão quando a foto foi tirada por Kosick e não fazia ideia de que a imagem iria parar na capa [transcrição via MNE]. “Eu era meio que alheia a quem eles eram. Eu sempre conheci muita gente na região, então sempre ia às festas depois que o bar fechava”, revelou. “Encontrei aqueles artigos, sabe, sobre eu supostamente ser uma groupie e blá blá blá. Eu pensei, talvez eu devesse criar uma página só sobre mim para que as pessoas saibam que eu sou a Lisa. Sou apenas uma garota incrível de Auburn e gosto de me divertir. E não tem nada a ver com groupies aqui. Só eu me divertindo muito, sabe? O que realmente está acontecendo [nesta foto] é alguém vivendo a melhor fase da vida, se divertindo muito aos 20 e poucos anos”, explicou Lisa Hughes. Ao rever a foto, ela comentou: “É uma foto bem legal, né? Tipo, com a lente olho de peixe olhando de cima. Sabe, é meio ousada, mostrando meus seios. E as pessoas perguntam: ‘Olha, você tem uma espinha ali.’ Eu penso: ‘Quem liga? Que diferença faz?’ Sou um ser humano. Não sou modelo e, sinceramente, não me importo. Essa sou eu. É simplesmente legal. E se você olhar a foto toda, com as pernas entrando na banheira de hidromassagem, fica incrível.” A artista hoje vive uma vida reservada e concedeu sua primeira grande entrevista sobre o episódio para a Jenkem. View this post on Instagram O que diz o fotógrafo que fez o clique espontâneo Kosick, que na época trabalhava para a revista Big Brother Magazine e depois ficou conhecido por seu trabalho com a trupe de Jackass, contou que não tinha a intenção original de fazer a imagem virar capa de álbum. Ele apenas registrou momentos descontraídos com a banda durante o período de gravação em Seattle. Depois, a gravadora e o diretor de arte Kevin Reagan escolheram a imagem precisamente pela espontaneidade e estética única. “Fui instruído simplesmente a ir lá, me divertir, passar um tempo com eles e tirar fotos – sem saber que eles queriam uma foto para a capa do álbum. Eles estavam meio que na fase festeira da banda, então fomos até o apartamento que eles alugaram durante a gravação do disco, e tinha uma garota relaxando na jacuzzi. E eu simplesmente fui lá e tirei umas duas fotos. Só isso. Fui embora”, contou Kevin Reagan. Chino Moreno, vocalista do Deftones, comentou sobre a arte da capa do álbum no ano passado, em uma entrevista para o podcast Broken Record, explicando que Lisa era simplesmente “uma amiga que conhecemos em Seattle”. Lançado em 1997, Around the Fur rapidamente se tornou um marco da cena musical, impulsionado por singles como “My Own Summer (Shove It)” e “Be Quiet and Drive (Far Away)”, e também pela capa que capturou a atenção de fãs e críticos. LEIA TAMBÉM: Deftones bate recorde com o novo álbum ‘private music’ Via: WikiMetal

Ozzy está visitando membros da família em sonhos idênticos e pedindo para eles pararem de chorar
Recentemente, Jack Osbourne participou do programa de Billy Morrison na rádio Sirius XM. Na conversa, o filho caçula do Madman contou que o roqueiro está visitando membros da família em sonhos idênticos. “Todos nós continuamos tendo sonhos com ele. Nos sonhos, ele está rindo”, disse Jack. E ele diz: ‘Parem de chorar, porra’. Ele está rindo todas as vezes. Eu, minha esposa, minhas filhas, a mesma coisa. Continuamos o vendo em nossos sonhos e rindo”. Morrison, que foi amigo e companheiro do cantor no podcast he Madhouse Chronicles, também confirmou que Ozzy o visitou em seus sonhos, compartilhando: “Eu o vi. Ele está bem, Jack. Ele não está sofrendo”. Dos filhos, Jack foi quem teve a relação mais próxima com o músico. A dupla chegou até ter um programa em conjunto, o Ozzy & Jack’s World Detour, no qual eles visitavam alguns lugares curiosos e históricos dos Estados Unidos. Em setembro de 2025, pouco tempos após o falecimento do Príncipe das Trevas, Jack escreveu nas redes sociais: “Meu coração está doendo demais. Vou ser breve porque ele certamente detestava discursos longos e confusos. Ele foi tantas coisas para tantas pessoas, mas eu tive a sorte e a bênção de fazer parte de um grupo muito pequeno que pôde chamá-lo de pai”. Infelizmente, no dia 22 de julho de 2025, as cenas rock n’ roll e heavy metal ficaram tristes por conta da morte de Ozzy Osbourne, o eterno frontman do Black Sabbath. O cantor britânico de 76 anos enfrentava muitos problemas de saúde como Mal de Parkinson, mas acabou falecendo de ataque cardíaco. Via: Rockbizz

Black Swan estreia videoclipe da faixa Paralyzed
O Black Swan estreou o videoclipe da faixa Paralyzed. O grupo, que tem em sua formação nomes como Robin McAuley (vocal – McAuley Schenker Group), Reb Beach (guitarra – Winger, ex-Whitesnake), Jeff Pilson (baixo – Foreigner, ex-Dokken) e Matt Starr (bateria – Ace Frehley, ex-Mr. Big), vai lançar o álbum de estúdio Paralyzed em 13 de fevereiro pela Frontiers Music Srl. Sobre a canção, o vocalista comentou: “Hoje em dia, é difícil não se deixar absorver pelas notícias e comentários negativos que nos são apresentados por todas as mídias. Aquela sensação de entorpecimento e insegurança, com uma ansiedade avassaladora. Desesperado por mudanças, querendo voltar aos bons tempos em que as coisas pareciam mais simples. Ansiando por ouvir algo positivo, mas impotente e repetidamente sobrecarregado por tanta negatividade, o que nos deixa paralisados”. Jeff acrescentou: “Paralyzed é mais uma história de Robin que fala sobre a ansiedade que a maioria de nós está sentindo em relação ao estado do mundo agora. É assustador, opressor e parece não ter fim! Precisamos encontrar o lado positivo em meio a toda essa negatividade, e precisamos disso logo”. Matt completou: “Paralyzed é sensacional! Rock n’ roll energético e vibrante, com ótimas melodias, refrãos grudentos e letras instigantes e oportunas são algumas das coisas que o Black Swan tem de melhor. Estou muito orgulhoso dessa música”. O disco estará disponível em diferentes formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (azul claro, azul escuro e azul splatter) e digital. Track listing de Paralyzed : “When The Cold Wind Blows”“Death Of Me”“Different Kind Of Woman”“If I Was King”“Shakedown”“The Fire And The Flame”“I’m Ready”“Paralyzed”“Carry On”“Battered And Bruised”“What The Future Holds” Via: Rockbizz

Dave Mustaine explica por que não alterou solo de guitarra em nova versão de “Ride The Lightning”
Dave Mustaine falou sobre um dos momentos mais comentados do novo e último álbum do Megadeth: a versão inédita de “Ride the Lightning”, clássica faixa do Metallica de 1984 que ele co-escreveu antes de sua saída da banda. Em entrevista ao canal MariskalRockTV, o guitarrista explicou por que optou por não fazer grandes mudanças no solo de guitarra da versão de “Ride The Lightning” gravada pelo Megadeth e o registro original de 1984 do Metallica, feita por Kirk Hammett [trascrição via Blabbermouth]. “Eu acho que Kirk… Se você ouvir a demo de No Life ‘Til Leather [do Metallica, de 1982] e depois ouvir o álbum Kill ‘Em All, fica bem claro que Kirk recebeu algumas instruções [sobre como abordar os solos de guitarra naquele álbum]. Foi nota por nota? Não. Mas foi bem próximo. Então, quando surgiu a oportunidade de fazer ‘Ride The Lightning’ [com o Megadeth], eu não sentia que conhecia muito bem a música, e não me lembro do que toquei naquela música, para Ride The Lightning [o álbum]. Tive dificuldade em encontrar alguma coisa em que eu tivesse tocado. Então pensamos: ‘Que se dane. Teemu [Mäntysaari, atual guitarrista do Megadeth] e eu vamos dividir o solo, metade para ele e metade para mim, e acabou que Teemu fez um pouco mais da metade.” O novo álbum do Megadeth tem lançamento previsto para 23 de janeiro de 2026. e a turnê de despedida terá início já em 2026. No Brasil, a banda confirmou única apresentação no dia 02 de maio, no Espaço Unimed, em São Paulo. Os ingressos já estão esgotados. A ideia do Megadeth lançar um cover do Metallica Dave Mustaine também falou sobre a falou sobre sua decisão de incluir sua versão de “Ride The Lightning” no álbum. “Provavelmente porque era a música que melhor representava minha influência na guitarra. O acorde spider… Você sabe como eu faço o acorde spider. E aí tem uma coisa chamada grunhido, onde eu toco o acorde meio tom abaixo da nota que eu quero alcançar. Eu pressiono a corda e deslizo para dentro dela… É bem mais pesado. Então, para mim, eu chamo isso de grunhido. Acordes spider e grunhido estão em ‘Ride The Lightning”, explicou ele. Dave continuou: “Tendo escrito tantas músicas com o… [Metallica] As pessoas acham que eu escrevi muito, mas naquele disco [Ride The Lightning], foram ‘The Call Of Ktulu’, que antes se chamava ‘When Hell Freezes Over’, e [a faixa-título] ‘Ride The Lightning’. E o álbum anterior [o álbum de estreia do Metallica, de 1983, Kill ‘Em All] tinha quatro músicas que eu co-escrevi”. Em entrevista exclusiva à Kerrang! em novembro passado, Dave Mustaine enfatizou que a faixa não é um cover: “Eu também escrevi a música, não acho que seja um cover. Depois de gravarmos, tocamos para algumas pessoas, e muitos dos nossos conhecidos são fãs daquela banda [Metallica] e daquela música, então eles sabiam exatamente o que estavam ouvindo, a versão A versus a B, e o consenso foi praticamente o mesmo: fizemos uma homenagem à altura. Acho que fomos pelo menos tão bons quanto eles, talvez um pouco mais rápidos. LEIA TAMBÉM: Dave Mustaine rejeita ex-membros do Megadeth na turnê final: “Não é um show de fantoches” Via: WikiMetal

Twisted Sister: O que esperar do setlist no Bangers Open Air?
Twisted Sister confirmou uma reunião comemorando seu 50º aniversário, marcando o retorno aos palcos após o hiato desde 2016. Com shows marcados em grandes festivais ao redor do mundo, a banda escolheu o Brasil como ponto de partida e fará seu histórico show de retorno no Bangers Open Air, como headliner do sábado, 25 de abril. Garanta seus ingressos no Clube do Ingresso. Batizada de Twisted Forever, Forever Twisted, a turnê marca 50 anos de carreira do grupo que ajudou a moldar o heavy metal dos anos 1980. Apesar de contar com a formação central com o guitarrista e empresário fundador Jay Jay French, o vocalista Dee Snider e o guitarrista Eddie Ojeda, a banda terá algumas mudanças no elenco, como a ausência de Mark “The Animal” Mendoza no baixo e o retorno de Joe “Seven” Franco na bateria em vez do A.J. Pero, morto em 2015 aos 55 anos. Em entrevista ao podcast Talking The Talk With Don, Jay Jay French comentou sobre o que os fãs podem esperar, já que a ideia é um uma turnê com 15 shows em média [transcrição via Blabbermouth]. “Provavelmente será algo bem controlado, porque nunca foi nossa intenção fazer isso de novo. Nunca. Tive que ser convencido. E você realmente quer fazer isso? De certa forma, é uma turnê de comemoração. Chama-se Twisted Forever, Forever Twisted. São 50 anos meus, do Eddie e do Dee , com quem estou lado a lado desde fevereiro de 1976.” “A maioria das pessoas que não conhece a história da banda não se dá conta — já tocamos com 10 baixistas e bateristas diferentes. Elas nem entendem isso. Não captam a essência. Nós sabemos disso… Então, chama-se Twisted Forever, Forever Twisted, ou eu chamo de Sex, Prescription Drugs And Rock And Roll. Esse é o meu nome alternativo para a turnê”, brincou o guitarrista. Surpresas no setlist do Twisted Sister Jay Jay French afirmou que a aguardada turnê de reunião do grupo provavelmente não terá grandes surpresas no repertório, optando por atender ao que o público mais quer ouvir ao vivo. Ao comentar a expectativa em torno do setlist, French explicou que bandas com décadas de carreira enfrentam um dilema clássico: incluir faixas “obscuras” ou manter os sucessos consagrados. “O problema é que, quando você está fazendo um show de 60 ou 75 minutos, porque é para isso que você está contratado, você se encontra no mesmo dilema que qualquer outra banda que está junta há 50 anos e lançou milhões de álbuns. E esse dilema é o seguinte: você toca as 17 músicas que todo mundo quer ouvir ou substitui algumas delas por outras mais obscuras? Essa é sempre a grande questão. E minha resposta para essa pergunta é: se você está tocando para os fãs, você dá a eles exatamente o que eles querem. Essa é a minha teoria. Se você está tocando para si mesmo, é diferente. Mas se você está realmente tocando para os fãs e entende que a maioria deles quer ouvir essas 17 [músicas]”, explicou. O guitarrista garantiu que os fãs irão ver todos os clássicos da banda. “Mas vamos tirar duas delas para colocar duas novas. Qual devemos tirar? Ninguém vai querer que nenhuma música seja removida. Esse é o problema. Esse é o problema. “Vamos tirar ‘Destroyer’ ou tirar ‘You Can’t Stop Up Rock ‘N’ Roll’. Vamos tirar ‘Tear It Loose’ ou vamos tirar ‘The Kids Are Back’. Não. Então, o problema é que vamos nos reunir, ensaiar e tocar várias músicas. E temos em mente algumas músicas que não tocamos muito, e vamos tentar ver como soa.” Festival Bangers Open Air O Bangers Open Air acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. A organização anunciou o line-up completo com Angra, Twisted Sister, Smith/Kotzen, Fear Factory, Jinjer, Killswitch Engage, In Flames, e outras. Além das anunciadas anteriorentes, Within Temptation, Feuerschwanz, Eluveite, Primal Fear, Tankard, Black Label Society, Nevermore, Onslaught e Crazy Lixx. A edição de 2025 movimentou a comunidade headbanger em São Paulo entre os dias 02 e 04 de maio e entregou um festival memorável com atrações como Doro, Sabaton, Avantasia, e mais 50 bandas. Confira a cobertura exclusiva da Wikimetal: sábado, dia 03 e domingo, dia 04. LEIA TAMBÉM: Dee Snider explica por que aceitou reunião do Twisted Sister Via: WikiMetal

Bruce Dickinson revela convite que poderia mudar a história do heavy metal mundial
Em conversa com a revista Metal Hammer, Bruce Dickinson revelou que recebeu um convite que poderia mudar a história do heavy metal mundial. Há muitos anos rolava rumores de que Ritchie Blackmore o convidou para cantar no Rainbow. Isso foi antes de fechar parceria com a empresa de Steve Harris. “Havia rumores de que eu entraria para o Rainbow”, lembrou Dickinson. “Isso era parcialmente verdade. O roadie de Ritchie Blackmore me ligou no meio da noite, perguntando: ‘Você quer a vaga?’ Mas nunca ouvi isso vindo dele”. Na mesma conversa, Bruce também recordou a audição que fez para o Maiden: “Foi estranho. Eles ensaiaram comigo em Hackney, com todo mundo aparecendo de surpresa. Não que alguém em Hackney ligasse pra isso! Cheguei lá e o Steve não estava, ele ainda não tinha chegado, mas todo mundo estava. Olhei em volta e todo mundo estava desanimado. Todo mundo estava meio pra baixo. E eu pensei: ‘Isso vai ser difícil’. Mas começamos a tocar algumas músicas que a gente conhecia, e descobrimos que todos nós sabíamos metade de todas as músicas de rock do planeta. Nós tentamos um pouco de AC/DC, um pouco de Deep Purple – Woman From Tokyo, Black Night e por aí vai. De repente estávamos todos sorrindo e nos divertindo. Steve apareceu e tocamos algumas músicas do Iron Maiden”. “Tocamos três ou quatro músicas do Iron Maiden, mas eu já tinha aprendido todas. O Clive Burr tinha sido o baterista do Samson, então foi muito natural. Mas tive que esperar duas semanas para que eles pudessem tratar com o Paul [Di’Anno] depois dos últimos shows na Escandinávia”, completou o cantor. Via: Rockbizz

Quiz: Teste seus conhecimentos sobre A Day To Remember
A Day To Remember retorna ao Brasil com três shows solo neste mês de janeiro. A banda se apresenta em Belo Horizonte no dia 27, Curitiba no dia 29 e Porto Alegre no dia 03 de fevereiro – ingressos à venda Eles também participam da Life is But a Dream… Tour, do Avenged Sevenfold, que acontece dia 31 de janeiro no Allianz Parque, em São Paulo. Formado na Flórida, o A Day To Remember fez de guitarras pesadas e letras confessionais um ímã para o público local, que se expandiu rapidamente e acompanhou o amadurecimento musical da banda. Em março de 2025, eles lançaram o oitavo álbum da carreira, Big Ole Album Vol. 1. O novo projeto rendeu apresentações em diversos países, incluindo a turnê mais recente, Maximum Fun Tour, na qual foram co-headliners com a banda Yellowcard. Enquanto os shows não chegam, preparamos um quiz para você testar seus conhecimentos sobre a banda. Divirta-se! Começar LEIA TAMBÉM: A Day To Remember: Saiba provável setlist dos shows no Brasil Via: WikiMetal

Tommy Lee sai em defesa da esposa contra Ronnie Radke e o chama de idiota
O dono do Falling In Reverse, Ronnie Radke, ganha mais notoriedade pelos problemas em que se mete do que pela música que produz. Briga com Sebastian Bach e com o radialista Eddie Trunk estão em seu currículo, para citarmos apenas duas tretas. No ano passado 2025, o roqueirinho brigou com o baterista do Mötley Crüe, Tommy Lee, e a sua esposa, Brittany Furlan, que o acusou de tentar seduzi-la. Ronnie, no entanto, afirmou que alguém usou as suas imagens para se passar por ele e enganar o casal, o que causou problemas no relacionamento de Lee e Furlan. Como Brittany vem insistindo em afirmar que teve um movimento de sedução por parte de Radke, ele decidiu entrar com uma medida protetiva contra a modelo. Ronnie alegou que a esposa de Lee o assediou diversas vezes nas redes sociais. Agora, Tommy Lee saiu em defesa da esposa contra Ronnie Radke e o chamou idiota. A resposta do baterista veio depois que um fã o questionou sobre a situação envolvendo sua esposa e a medida protetiva. O internauta escreveu: “Ouvi dizer que sua esposa está criando confusão com o Ronnie de novo. Talvez seja hora de deixar isso para lá?” Tommy Lee respondeu diretamente e defendendo sua esposa: “Talvez aquele idiota precise deixar isso para lá e parar de ficar stalkeando as respostas da minha esposa nos vídeos”. Os fãs de Ronnie, no entanto, estão se cansando de tantas polêmicas e problemas, com isso, estão lhe criticando bastante pelas redes sociais. Pelo visto, o autointitulado salvador do rock n’ roll e heavy metal só arranja tanta confusão porque é o que tem a oferecer à sociedade. Via: Rockbizz