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Dee Snider sai em defesa de Lzzy Hale após internauta dizer que ela só grita e não canta
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13/01/2026

Dee Snider sai em defesa de Lzzy Hale após internauta dizer que ela só grita e não canta

O vocalista do Twisted Sister, Dee Snider, saiu em defesa de Lzzy Hale, frontwoman do Halestorm, após internauta dizer que ela só grita e não canta. O “advogado pro bono” da cantora se manifestou nas redes sociais depois que um usuário do X escreveu sobre a performance de Hale em I Will Always Love You, de Whitney Houston, durante o show de despedida do Black Sabbath. Snider corrigiu a informação do internauta e pontuou que a música era originalmente de Dolly Parton. Isso levou outra pessoa a comentar negativamente sobre o estilo vocal de Lzzy. Em defesa à colega de profissão, Dee escreveu: “Ela é uma cantora de rock. Não é de country. Não é de pop. E Lzzy Hale está cantando essa música com toda a força, acertando cada nota! Ela é simplesmente incrível”. No campo de comentários da postagem, a história pegou fogo, com várias pessoas mostrando apoio à cantora, inclusive compartilhando vídeos de outras performances, e outros indivíduos batendo na tecla de que ela só grita. Veja: She’s a rock singer. Not country. Not pop. And @LZZYHALE is singing the hell out of that damn thing hitting every note! She is flat out amazing! https://t.co/ON27fA0uav — Dee Snider🇺🇸🎤 (@deesnider) January 10, 2026 Via: Rockbizz

Tom Morello acusa governo Trump de usar slogan nazista
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13/01/2026

Tom Morello acusa governo Trump de usar slogan nazista

Tom Morello acusou a administração Trump de usar um suposto slogan nazista no púlpito da Secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, durante uma coletiva de imprensa. A reunião, realizada em 08 de janeiro em Nova York, tratou de ações de imigração do governo após um agente do Immigration and Customs Enforcement (ICE) ter atirado e matado Renee Nicole Good em Minneapolis, um evento que gerou ampla repercussão nacional. Em fotos e vídeos circulando nas redes sociais, a frase “One of ours, all of yours” [em tradução livre, “Um dos nossos, todos os de vocês“] aparecia estampada no púlpito de Kristi Noem, secretária do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Na última segunda-feira, 12, o guitarrista postou em seu Instagram uma crítica direcionada ao governo dos Estados Unidos através de uma sequência de imagens, incluindo uma dele próprio segurando uma guitarra com a inscrição “Fuck Trump”, e afirmou que a expressão era um “slogan de assassinato em massa nazista”. “Hoje a administradora de Trump citou o slogan de assassinato em massa nazista: ‘One of ours, all of yours’, usada quando um oficial das SS era morto e os nazis assassinavam todos os homens residentes da aldeia em resposta. Se sobrar algum MAGA depois disto, você fez uma escolha irrevogável”, dizia a postagem. Eembora Morello tenha se referido à citação como um slogan nazista literal, não há evidência histórica confiável de que “One of ours, all of yours” tenha sido um slogan formal do regime nazista em documentos ou propaganda oficiais. No entanto, de acordo com a Loudwire, a citação reflete a política nazista de punição coletiva, que é considerada um crime de guerra segundo o direito internacional. “Nenhuma pessoa protegida pode ser punida por uma ofensa que não tenha cometido pessoalmente. Penalidades coletivas e, da mesma forma, todas as medidas de intimidação ou terrorismo são proibidas”, afirma o Banco de Dados de Direito Humanitário Internacional. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Tom Morello, Iggor Cavalera e Roger Waters condenam ataque dos EUA à Venezuela Via: WikiMetal

Nazareth é uma banda subestimada e relegada a nota de rodapé na história do rock
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13/01/2026

Nazareth é uma banda subestimada e relegada a nota de rodapé na história do rock

Os engomadinhos dos Beatles, a turma beberrona dos Rolling Stones, os loucos do The Who e o pessoal da praia e surfe dos Beach Boys simbolizaram as rápidas e profundas mudanças sociais e culturais que definiram os anos 1960. Os direitos civis, protestos contra a Guerra do Vietnã, a libertação sexual, a ascensão da identidade juvenil e o movimento da contracultura representaram mudanças significativa nos valores culturais da época. Grande parte da sociedade, principalmente a parcela jovem, estava farta daquela imagem falsa de perfeição que pairou sobre os anos 1950. Dessa forma, as bandas dos anos 60, conscientemente ou não, ofereceram a trilha sonora perfeita para os tempos de mudança. Os gêneros musicais se misturaram e emergiram. O rock se misturou com o folk, erudito, jazz, entre outros diversos gêneros. No final da década de 1960, o mercado fonográfico estava dando boas-vindas a novos rebentos como Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabbath e Jethro Tull, no Reino Unido. Do outro lado do Atlântico, nomes como Alice Cooper Group, Blue Öyster Cult e ZZ Top tratavam de fazer as suas respectivas misturas sonoras para ganhar os palcos. Mas quem corria por fora destes dois principais polos musicais era o Nazareth. Vindo da cidade de Dunfermline, Escócia, o grupo, que começou os trabalhos tendo em sua formação Dan McCafferty (vocal), Manny Charlton (guitarra), Pete Agnew (baixo) e Darrell Sweet (bateria), propunha um rock visceral, cru e poderoso, mas, ao mesmo tempo, cedia espaço para o quê melódico e sensível, o que é um contraste interessante na primeira arte. Nos dois primeiros registros de estúdio, Nazareth (1971) e Exercises (1972), o conjunto não causou tanta comoção na cena musical. Porém, quando o baixista do Deep Purple, Roger Glover, pegou a banda pelas mãos, álbuns como Razamanaz (1973), Loud ‘n’ Proud (1973), Rampant (1974) e Hair of the Dog (1975) vislumbraram a luz do Sol e o público pôde engrossar a coleção de vinil com peças poderosas. Ao longo dos anos, o saudoso Dan McCafferty e seus compadres soltaram outros discos bacanas e alguns títulos que bateram na trave em termos de produção, repertório e trabalho visual. Mas isso é do jogo e faz parte de quem tem uma carreira longa e repleta de troca-troca de integrantes. A constância do alto padrão criativo fica prejudicada, em certa medida. Mas na fase mais audaciosa, os caras desobstruíram as artérias entupidas do rock de meados dos anos 70! Eles, em suma, reanimaram a música. A genialidade estava em recapturar a estética curta e simples da qual o rock se afastou com a propagação e destaque do progressivo. Eles, inclusive, adicionaram um senso cáustico de humor em suas capas, cabe ressaltar. Contudo, o Nazareth, mesmo em seus momentos de auge mercadológico, os quais contavam com produções bem azeitadas, trabalho vocal criativo com influências de folk, pop, soul e até motow ​​e performances afiadas, nunca gozou de um triunfo nos moldes de seus colegas de classe como Zeppelin, Sabbath e Purple. Os motivos para isso a gente pode especular, já que é deveras audacioso bater o martelo nisso ou naquilo. As razões podem passar por falhas de planejamento empresarial e marketing, número reduzido de turnês, visual brega de tiozão, carência de singles radiofônicos, acomodação dos músicos e por aí vai. O fato é que a música do Nazareth, ao longo das décadas, atraiu muitas bandas e artistas para sua órbita, vide o cover do Guns N’ Roses para o clássico Hair Of The Dog. Apesar disso, a arte dos caras continua relegada a quase uma nota de rodapé nos anais do rock n’ roll. O Nazareth é muito mais do que o cover de Love Hurts, de Boudleaux Bryant. As paletas sonoras que o grupo oferece ao ouvinte são praticamente infinitas. A cada audição algo novo surpreende e faz o ouvinte mergulhar ainda mais fundo nos álbuns. O conjunto escocês tem, pois, uma discografia riquíssima, porém, muito pouco glorificada entre os fãs de rock, infelizmente. A coisa piora entre o público mais jovem, o qual não faz a menor ideia de quem foi e o que criou Dan McCafferty e companhia. Lamentável. Via: Rockbizz

Eloy Casagrande revela que ensaiou com Greyson Nekrutman antes de sair do Sepultura
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13/01/2026

Eloy Casagrande revela que ensaiou com Greyson Nekrutman antes de sair do Sepultura

Antes de encerrar oficialmente sua longa e marcante passagem pelo Sepultura, o baterista Eloy Casagrande confessou ter ajudado Greyson Nekrutman, que assumiria seu posto, a ensaiar algumas faixas do repertório da banda. A revelação veio à tona recentemente, em entrevista concedida à Modern Drummer, e expõe um lado nunca antes comentado da transição que encerrou um dos ciclos mais importantes da história recente do metal brasileiro. O encontro aconteceu em meio a um cenário delicado. O Sepultura, prestes a iniciar uma série de turnês, já havia anunciado a saída do Eloy, e o novo baterista Greyson Nekrutman teve um prazo extremamente curto para absorver um repertório complexo, construído ao longo de décadas. Diante disso, Eloy deu conselhos a Greyson sobre a execução das músicas clássicas do grupo. Eloy conta [transcrição via Music Radar]: “Greyson veio ao meu estúdio em São Paulo quando entrou para a banda para fazer alguns ensaios e tivemos uma ótima conversa. Ele tinha apenas duas ou três semanas para aprender todas as músicas, então dei alguns conselhos, como: ‘Costumávamos tocar essa música mais rápido. Tenha cuidado com esta, porque costumávamos tocá-la mais devagar’”. Essa reunião entre os bateristas foi um momento reservado, focado em transmitir técnicas e manter uma amizade. Por fim, Eloy elogiou Greyson. “Eu não estava ensinando a ele como tocar as músicas porque ele consegue tocar o que quiser. Ele é um baterista incrível.” Casagrande ainda mencionou que sente uma afinidade com Greyson e que já acompanhava o trabalho do jovem através das redes sociais. “Quando o vejo tocar, me lembro de mim mesmo no mesmo lugar. Quando entrei para o Sepultura, eu tinha a idade dele… Ele é um baterista muito bom. Eu costumava assistir aos vídeos que ele postava nas redes sociais quando tocava mais jazz e solos de bateria.” LEIA TAMBÉM: Eloy Casagrande participa do último show do Black Sabbath e se emociona ao encontrar Bill Ward Via: WikiMetal

Como Roddy Bottum, do Faith No More, virou milionário com ações da Apple
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13/01/2026

Como Roddy Bottum, do Faith No More, virou milionário com ações da Apple

Roddy Bottum, veterano tecladista do Faith No More revelou se tornou multimilionário graças a um investimento em ações da Apple feito nos anos 1990 — muito antes da gigante marca de tecnologia virar sinônimo de riqueza mundial. A história foi contada pelo músico durante participação no podcast The Hustle: Music & Money, mas também é relatada com maiores detalhes em sua recém-lançada biografia The Royal We. Bottum contou que naquele período, ele e sua turma viviam em San Francisco, imersos na cena punk e artística local, onde seguir o mercado financeiro era considerado “incomum e provocativo”. A atenção ao mercado de ações surgiu quase como uma brincadeira entre amigos, uma contracultura dentro de uma contracultura, ensinada a ele por um namorado que entendia do tema Ele disse [transcrição via Blabbermouth]: “Nós, eu e minha turma, gostávamos de provocar e fazer coisas consideradas extravagantes ou que incomodavam as pessoas. E uma dessas coisas, acredite ou não, era, tipo, sim, a gente acompanhava o mercado de ações, simplesmente porque era tão cafona e tão ridículo. Tipo, que garoto punk rock, entregador de bicicleta, com dreadlocks e fumante de maconha acompanharia o mercado de ações? Mas esse era o tipo de garoto provocativo que éramos, principalmente esse meu namorado da época, meu primeiro namorado… Ele era superinteligente, me mostrou os macetes e me ensinou a ler o mercado de ações”. O namorado de Roddy Bottum o incentivou a comprar ações O momento decisivo veio quando Bottum recebeu seu primeiro grande pagamento como músico após uma longa turnê com o Faith No More, uma quantia de cerca de US$12 mil (em média R$ 65 mil na cotação atual), então mais dinheiro do que ele jamais havia visto. Sem despesas essenciais e prestes a voltar à estrada, ele foi convencido a investir esse valor inteiro em ações da Apple, numa época em que a empresa estava em baixa, antes do retorno de Steve Jobs e muito antes de produtos icônicos como o iPhone mudarem o mercado. “A gente não tinha dinheiro. Eu não tinha dinheiro. Eu não ia comprar ações, Deus sabe, mas a gente acompanhava o mercado de ações de um jeito meio irritante e depois se gabava disso só para causar polêmica. […] E eu estava em casa, em Los Angeles, visitando minha família para as festas de fim de ano, e alguém me entregou aquele cheque da… Nossa empresa de gerenciamento. E meu pai ficou super orgulhoso”, contou. Então, Roddy Bottum disse: “Ele não conseguia acreditar que eu ia receber um cheque de US$ 12.000. E na época eu morava com meu namorado em São Francisco. Morávamos em um apartamento estúdio. Eu não pagava aluguel e ainda trabalhava como entregador de bicicleta. Então eu não precisava daqueles US$ 12.000. E o meu namorado bipolar maluco me convenceu a pegar o cheque de US$ 12.000 e comprar ações da Apple. Estávamos a anos e anos do lançamento do iPhone. E eu simplesmente comprei essas ações e as deixei lá”. “Sempre há uma recompensa pelos riscos que assumo” O investimento cresceu exponencialmente ao longo das décadas, transformando-o em um multimilionário mesmo fora dos palcos, algo que Bottum compara humildemente a “ganhar na loteria” e que ele diz não ter planejado como estratégia financeira, mas sim como um ato impulsivo e quase irreverente de curiosidade. “Não estou me gabando. Honestamente, foi como ganhar na loteria. Foi a coisa mais louca. Tipo, quem faria isso, para começar? E foi uma coincidência maluca de sorte eu ter tomado essa decisão. Eu me conectei e fui amigo de pessoas absolutamente malucas a vida toda. E fui criticado por isso, as pessoas odiavam meus amigos e me julgavam por isso. Eu tenho esse talento de enxergar a luz na escuridão em todos os tipos de pessoas. E eu digo no livro, eu digo, bem, muitas vezes isso se volta contra mim, mas sempre há uma recompensa. Sempre há uma recompensa pelos riscos que assumo.”, explicou Bottum. Ele concluiu: “E esse é um exemplo de recompensa, considerando que meu namorado era insuportável. Eu o amava. Ele era incrível e muito inteligente. E eu conseguia ver a luz no fim do túnel. E em termos de algo concreto, sim, ele me tornou milionário. Então, é isso.” Mesmo com esse conforto financeiro, Bottum ressaltou que seu compromisso com a música permanece intacto. O músico continua produzindo novos trabalhos com bandas como Imperial Teen e outros projetos. “Não há urgência em ganhar dinheiro. Eu tenho essa segurança. É um luxo. Mas eu faço música todos os dias”, concluiu. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Mr. Bungle anuncia show solo em São Paulo Via: WikiMetal

Jay Weinberg anuncia saída do Suicidal Tendencies
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13/01/2026

Jay Weinberg anuncia saída do Suicidal Tendencies

O ex-baterista do Slipknot, Jay Weinberg, anunciou sua saída do Suicidal Tendencies após quase dois anos com a banda. Weinberg compartilhou uma declaração nas suas redes sociais explicando a decisão de se afastar da banda enquanto se prepara para a paternidade e se concentra em projetos pessoais. “Com um 2026 emocionante e cheio de compromissos se desenhando, gostaria de agradecer ao Suicidal Tendencies por me acolher durante um ano e meio incrível de shows! Foi uma experiência fantástica”, disse Weinberg. “Com o primeiro filho meu e da Chloe a caminho, tenho dedicado tempo a projetos pessoais como Portraits of an Apparition, uma série crescente de colaborações, finalmente construindo um espaço criativo adequado em casa e alguns novos projetos em desenvolvimento que ainda não posso anunciar”, continuou. O baterista também agradeceu pessoalmente aos seus companheiros de banda pelo apoio durante um período difícil de sua vida. “Mike, Dean, Ben Weinman e Tyetru: vocês acolheram um amigo quando ele estava em baixa e lhe deram a oportunidade de realmente sentir a mensagem de ‘You Can’t Bring Me Down’ em um momento em que ele mais precisava”, disse ele. “Não tenho palavras para agradecer, e mal posso esperar para ver o que vocês farão a seguir. Literalmente, não consigo imaginar minha vida como baterista sem a profunda influência do Suicidal Tendencies. Muitos dos meus ídolos da bateria contribuíram para o legado histórico desta banda, e é uma honra imensa poder contribuir de alguma forma”, finalizou. Weinberg se juntou ao Suicidal Tendencies em 2024 substituindo Greyson Nekrutman que saiu do grupo para integrar o Sepultura. Via: Rockbizz

Black Label Society prestará homenagem a Ozzy Osbourne em novo álbum
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12/01/2026

Black Label Society prestará homenagem a Ozzy Osbourne em novo álbum

O Black Label Society divulgou o tracklist de seu novo álbum, que inclui uma música em homenagem ao saudoso Ozzy Osbourne. A banda é liderada por Zakk Wylde, guitarrista de longa data e amigo próximo de Osbourne. Assim, enquanto se preparam para lançar seu novo álbum de estúdio, Engines of Demolition, parece mais do que apropriado que o vocalista preste tributo ao seu antigo líder. A faixa Ozzy’s Song parece ser uma simples homenagem ao Príncipe das Trevas, que faleceu em 22 de julho do ano passado, apenas três semanas após sua última apresentação no evento Back to the Beginning. Engines of Demolition será o primeiro disco de inéditas do Black Label Society desde 2021, quando lançaram o álbum Doom Crew Inc, e está marcado para chegar no dia 27 de março. Para aqueles que aguardam ansiosamente o lançamento, três singles já foram lançados: Broken and Blind, Lord Humungus e The Gallows. Confira abaixo: Tracklist de Engines Of Demolition: 01. Name In Blood02. Gatherer Of Souls03. The Hand Of Tomorrows Grave04. Better Days & Wiser Times05. Broken And Blind06. The Gallows07. Above & Below08. Back To Me09. Lord Humungus10. Pedal To The Floor11. Broken Pieces12. The Stranger13. Ozzy’s Song Via: Rockbizz

Foo Fighters faz primeiro show de 2026 com substituto de Pat Smear; assista
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12/01/2026

Foo Fighters faz primeiro show de 2026 com substituto de Pat Smear; assista

O Foo Fighters fez seu primeiro show de 2026 no sábado (10) na Feria de León, México, com o guitarrista Jason Falkner substituindo Pat Smear, que está se recuperando de uma fratura no pé. A apresentação contou com muitos sucessos e clássicos do grupo, incluindo a música de abertura All My Life, Times Like These, The Pretender, My Hero (dedicada a Smear), Monkey Wrench e a música de encerramento Everlong. Dave Grohl e companhia também tocaram algumas músicas menos conhecidas como Hey, Johnny Park!, do álbum The Colour and the Shapes, pela quarta vez desde 2021, e Exhausted, do álbum de estreia homônimo, música que tocaram 10 vezes em 2025, mas que não era tocada há mais de uma década. O Foo Fighters anunciou na semana passada que o guitarrista de longa data, Pat Smear, teria que ficar de fora de alguns shows devido a uma fratura no pé, que eles atribuíram a um “acidente bizarro de jardinagem” – uma referência bem-humorada à sátira de 1984, This Is Spinal Tap, no qual o baterista John “Stumpy” Pepys morreu de forma semelhante. “Na clássica tradição de astros do rock que sofrem acidentes bizarros de jardinagem, Pat Smear aparentemente começou o ano novo quebrando o pé esquerdo”, disse a banda em um comunicado nas redes sociais. “Isso significa que, infelizmente, ele perderá alguns shows enquanto os múltiplos ossos quebrados em seu pé se recuperam. Sentiremos muita falta do nosso querido Pat, assim como vocês, mas queremos que ele se recupere totalmente e volte a andar o mais rápido possível”. O próximo show do Foo Fighters será na quarta-feira (14), no Kia Forum, em Los Angeles. Veja vídeos filmados por fãs e setlist abaixo: Foo Fighters – 10/01/2026 – Leon, México: 1. “All My Life”2. “Times Like These”3. “The Pretender”4. “La Dee Da”5. “These Days”6. “My Hero” (dedicated to Pat Smear)7. “Learn to Fly”8. “Run”9. “This Is a Call”10. “No Son of Mine”11. “Aurora”12. “White Limo”13. “Arlandria”14. “Monkey Wrench”15. “Hey, Johnny Park!”16. “Best of You”Encore17. “Exhausted”18. “Everlong” Via: Rockbizz

Black Label Society: Novo álbum terá homenagem a Ozzy Osbourne
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12/01/2026

Black Label Society: Novo álbum terá homenagem a Ozzy Osbourne

Black Label Society anunciou o lançamento de seu próximo álbum de estúdio, Engines of Demolition, previsto para 27 de março. Um dos principais destaques é a presença de “Ozzy’s Song”, última faixa do disco, que traz uma emocionante homenagem ao lendário Ozzy Osbourne, mentor e parceiro musical de Wylde por muitos anos. A escolha da banda reflete a forte conexão entre os músicos, marcada por décadas de colaboração e pela recente despedida de Osbourne, que faleceu em 22 julho de 2025 após sua última apresentação no Back to the Beginning. O grupo, liderado pelo guitarrista e vocalista Zakk Wylde, promete um trabalho pesado e visceral que marca o retorno de inéditas desde Doom Crew Inc. (2021). Além de trazer uma lista de 15 faixas que transitam entre riffs pesados e temas introspectivos, Engines of Demolition também servirá como ponto de partida para uma turnê pelo Canadá e Estados Unidos. A banda já lançou os singles “Lord Humungus”, “The Gallows” e “Broken and Blind”. O Black Label Society está confirmado como uma das atrações do Bangers Open Air 2026, que acontece no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. Black Label Society – Engines of Demolition 1. “Name in Blood”2. “Gatherer of Souls”3. “The Hand of Tomorrows Grave”4. “Better Days & Wiser Times”5. “Broken and Blind”6. “The Gallows”7. “Above & Below”8. “Back to Me”9. “Lord Humungus”10. “Pedal to the Floor”11. “Broken Pieces”12. “The Stranger”13. “Ozzy’s Song”14. “Name in Blood (Unblackened)”15. “Lord Humungus (Unblackened)” LEIA TAMBÉM: Zakk Wylde relembra seus últimos momentos com Ozzy Osbourne Via: WikiMetal

Tatiana Shmayluk (Jinjer) fica irritada com as comparações a outras cantoras de metal: “Me deixem em paz”
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12/01/2026

Tatiana Shmayluk (Jinjer) fica irritada com as comparações a outras cantoras de metal: “Me deixem em paz”

Em entrevista à nova edição da revista Metal Hammer, Tatiana Shmayluk (Jinjer) criticou duramente o público que fica a comparando com outras artistas da cena metal. A cantora ucraniana deixou claro que se sente bastante mal com este tipo de comparação e pediu para os críticos deixá-la em paz. “Ainda somos comparadas a artistas que não têm nada a ver conosco. E nem sempre são artistas bons ou talentosos, e eu me sinto muito, muito ofendida com isso. Porque algumas pessoas não sabem cantar, não alcançam as notas! Aí tem gente dizendo: ‘Ah, ela está se saindo melhor que você, ela faz isso melhor que você, ela tem essa personalidade e tal’. Meu Deus! Me deixem em paz! Esse tipo de coisa me irrita demais”. Tatiana prosseguiu com sua crítica: “Recebo muitas comparações e comentários me comparando com [a ex-vocalista do Arch Enemy] Angela Gossow. Nunca quis soar como ela. Algumas pessoas me disseram: ‘Por que você não pinta o cabelo? Por que você não pinta o cabelo de azul como a Alissa’? Mas por que eu faria isso? Não entendo”. “Quando eu era uma garota de 18 anos sem internet, eu sabia que existia uma banda chamada Holy Moses [banda alemã de thrash metal] com uma vocalista que fazia coisas incríveis. Talvez impressionemos a geração mais jovem, mas a geração mais velha já sabia. Às vezes isso me incomoda, mas depois penso: ‘Tudo bem, eu só vi um beija-flor aos 35 anos’. Sempre é um bom momento para descobrir coisas novas. É ótimo que mulheres gritando sejam um fenômeno”. E por falar em Tatiana Shmayluk, o Jinjer lançou seu novo álbum Duél no dia 07 de fevereiro de 2025 pelo selo austríaco Napalm Records. É o sucessor de Wallflowers, que vislumbrou a luz do Sol em agosto de 2021. Via: Rockbizz

“Donald Trump está destruindo os Estados Unidos pouco a pouco”, lamenta Neil Young
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12/01/2026

“Donald Trump está destruindo os Estados Unidos pouco a pouco”, lamenta Neil Young

O veterano Neil Young é um crítico voraz de Donald Trump e não pensa pisar no freio em sua postura contra o político republicano. O canadense publicou um novo artigo em seu site, no qual ele pede aos leitores para “acordarem”. O artigo de Young foi uma reação ao episódio em que um agente do ICE [Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos] matou Renee Nicole Good, uma mãe de três filhos de 37 anos, que não oferecia risco algum à autoridade. O caso gerou muita indignação e revolta na população do país, principalmente após Trump considerar Good “muito desordeira” e dizer que ela estava “obstruindo e resistindo”. No manifesto, Neil escreveu: “Hoje, os EUA está um desastre. Donald Trump está destruindo os Estados Unidos pouco a pouco com sua equipe de aspirantes, pessoas sem experiência ou talento, alcoólatras que batem em suas esposas, líderes inexperientes que só sabem mentir para manter as falsidades de Trump e, assim, permanecerem em seus cargos imerecidos em seu governo inepto, um Congresso cheio de republicanos agindo como idiotas sem consciência”. Ele continuou: “Ele nos dividiu. Como foi que elegemos esses cretinos que não têm estratégia, não têm valores, não têm consciência, não têm como salvar os EUA? Trump tenta transformar as nossas cidades em campos de batalha para poder cancelar nossas eleições com a lei marcial e escapar de toda a responsabilização”. “Algo precisa mudar isso. Sabemos o que fazer”, pontuou. “Vamos nos levantar pacificamente, mas aos milhões. Muitas pessoas inocentes estão morrendo. É um frio congelante aqui nos Estados Unidos. Não havia ICE antes de Trump. Não havia soldados nas ruas antes de Trump. Cada movimento que ele faz visa criar instabilidade para que ele possa se manter no poder”. “Ele não sabe nada sobre amor. Ele não sabe quem vocês são. Usem o amor que vocês têm pela vida, o amor que vocês têm uns pelos outros, o amor que vocês têm pelas crianças e o amor que temos uns pelos outros”, finalizou o artista. É importante lembrar que, além de Neil Young, outras pérolas da música mundial como Bruce Springsteen, Roger Waters, Joan Baez, Tom Petty, John Fogerty, Phil Collins, entre muitos outros, já se manifestaram contra Donald Trump. Via: Rockbizz

Como Jonathan Davis, do Korn, criou a trilha de ‘A Rainha dos Condenados’ 
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12/01/2026

Como Jonathan Davis, do Korn, criou a trilha de ‘A Rainha dos Condenados’ 

Um dos shows mais aguardados de 2026 no Brasil é o do Korn, que fará uma apresentação única na cidade de São Paulo dia 16 de maio, com abertura de Spiritbox e Seven Hours After Violet. Os ingressos já estão à venda por meio da plataforma Eventim e na bilheteria oficial do Allianz Parque, onde acontece o evento. Enquanto os fãs se preparam para ver Jonathan Davis novamente em ação no país, vale relembrar um dos projetos mais emblemáticos de sua carreira paralela: a trilha sonora do filme A Rainha dos Condenados (2002). No início dos anos 2000, o vocalista do Korn se viu diante de um desafio criativo inédito ao ser convidado a escrever a trilha sonora do filme inspirado na série de vampiros As Crônicas Vampirescas (1976) e sequência indireta do filme Entrevista com o Vampiro (1994). Essa oportunidade não apenas alavancou sua carreira solo, mas também transformou a forma como músicos de nu metal poderiam colaborar com Hollywood. Como Jonathan Davis inovou ao compor uma trilha sonora O convite para trabalhar no filme surgiu quando a Warner Bros. procurou Davis e o compositor Richard Gibbs para compor tanto a trilha de fundo quanto as músicas tocadas pelo personagem Lestat, protagonista vampiro que se torna uma estrela do rock. Antes disso, Davis já havia demonstrado interesse em trilhas e composição cinematográfica, e a proposta de A Rainha dos Condenados encaixou-se no seu desejo de explorar além do universo do Korn. Para entrar no clima, Davis leu os romances de Anne Rice e disse que precisou se tornar Lestat, escrevendo letras e melodias como se fosse um vampiro de 400 anos; uma abordagem que ajudou a dar coesão às composições do filme. “Eu tive que me tornar Lestat, então li os livros e escrevi letras sobre ser um vampiro de 400 anos e foi muito divertido”, disse Jonathan Davis à Metal Hammer. Ao lado de Gibbs, Davis escreveu mais de oito músicas para a trilha, que misturavam elementos de nu metal com texturas sombrias e orquestrais para refletir a atmosfera gótica e intensa da história. O método de trabalho foi bastante intenso. Os dois compunham e refinavam músicas durante as turnês do Korn, após cada show, e trabalhavam até o amanhecer. Uma vez que as faixas estavam prontas, artistas convidados foram chamados para dar vida às letras de Davis e Gibbs, já que a intenção era montar um álbum coeso com vozes distintas que se encaixassem no estilo eclético da trilha. Foram recrutados Sam Rivers, do Limp Bizkit, no baixo, Head e Munky , do Korn, para algumas partes de guitarra, Terry Bozzio (Missing Persons) e Vinnie Colaiuta (Sting, Frank Zappa) na bateria e Shankar no violino. Das oito músicas, o diretor do filme, Michael Rymer, escolheu cinco para a produção. Jonathan Davis não pôde gravar a trilha sonora oficial Apesar de ter escrito e cantado todas as músicas durante o processo de produção e ter suas gravações usadas nas filmagens, Davis enfrentou um grande obstáculo. Seu contrato com a gravadora Sony impedia que sua voz aparecesse no álbum oficial do filme, que foi lançado pela Warner Music Group – embora a gravadora tenha permitido que sua voz fosse usada no filme. Por isso, as músicas que ele compôs tiveram que ser regravadas com vocalistas convidados no lugar dele para o álbum de trilha oficial – e a ideia foi contratar artistas da gravadora Warner Music. Essa solução, embora eficaz para o lançamento comercial, deixou Davis frustrado. Ele chegou a manifestar publicamente sua decepção pelo fato de não poder aparecer nos créditos vocais da obra que ajudou a criar. “Ah, isso me deixou puto da vida! Eu fiquei muito puto, tipo, ‘Você tá brincando comigo? Você sabe o quanto eu trabalhei nisso, né?. Eu disse a eles: ‘OK, façam o que quiserem, não tentem me imitar’. Eu estava lá quando eles fizeram as gravações, produzi junto com eles, e ficou bom. Quer dizer, eles são bons, mas a minha voz soava melhor, porque era a verdadeira”, contou Davis à Metal Hammer. Entretanto, os artistas escolhidos representaram uma verdadeira galeria do nu metal da época – não haveria escolha melhor. Wayne Static (Static-X) em “Not Meant For Me”, David Draiman (Disturbed) em “Forsaken”, Chester Bennington (Linkin Park) em “System”, Marilyn Manson em “Redeemer” e Jay Gordon (Orgy) em “Slept So Long”. Para compor a trilha sonora, a Warner selecionou músicas atemporais do nu metal. Na edição impressa de novembro de 2017 da Kerrang! [transcrição publicada em fórum do Google], Davis falou sobre a participação de Chester Bennington no projeto: “Colaborei com ele algumas vezes. Quando escrevi aquelas músicas para o filme ‘A Rainha dos Condenados’, minha gravadora não me deixou cantá-las e disse que tínhamos que usar artistas da Warner Bros., então escolhi todos que eu queria. Chester ficou com a minha música favorita [“System”]. Ele realmente fez a faixa ser dele. Ele simplesmente chegou e arrasou”. A saudosa Aaliyah era fã de Korn Durante a confraternização que marcou o fim das filmagens, um encontro inesperado chamou a atenção da equipe. Aaliyah, que protagonizou a lendária vampira Rainha Akasha, se aproximou de Richard Gibbs e elogiou as músicas que ele e Jonathan haviam composto para o filme, revelando, para surpresa dele, que era fã do Korn. A cantora foi além e manifestou o desejo de gravar uma canção escrita pela dupla, deixando o convite em aberto naquele momento. Em entrevista à Metal Hammer Richard Gibbs contou: “Eu fiquei boquiaberto. Sério? Essa linda cantora de R&B e pop? Ela viu a minha surpresa e disse: ‘Ah, eu adoro Korn.’ E então me surpreendeu novamente. Então, ela disse: ‘Eu adoraria se você e o Jonathan escrevessem uma música para mim”. Mais tarde, já na fase de pós-produção, Aaliyah seguiu para as Bahamas para filmar um videoclipe e planejava voltar a Los Angeles para gravar uma música destinada aos créditos finais do longa. No entanto, a artista morreu tragicamente em um acidente aéreo em agosto de 2001, interrompendo os planos. Segundo a

O dia em que Daron Malakian se tornou guitarrista temporário do Metallica
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12/01/2026

O dia em que Daron Malakian se tornou guitarrista temporário do Metallica

Daron Malakian, guitarrista, vocalista e membro fundador do System of a Down, fez uma longa participação no podcast do produtor musical Rick Rubin, Tetragrammaton (parte um e parte dois). Nela, falou sobre sua relação com o metal e seus diversos subgêneros, além de contar sobre o momento em que tocou com o Metallica, bem cedo em sua carreira. Em julho de 2000, o Metallica se apresentava com a turnê Summer Sanitarium, onde também tocavam as bandas System of a Down, Powerman 5000, Kid Rock e Korn. Nesse período, James Hetfield se machucou durante um passeio de jet ski, mas isso não impediu sua banda de se apresentar. “Todas as bandas de abertura já tinham tocado, então o Metallica subiu ao palco. Jason Newsted cantava, e os caras do Korn apareceram para tocar um cover de uma música do Cheech & Chong. Eles não sabiam o que fazer porque James não estava lá”, contou. Nesse momento, Malakian teve uma atitude ousada: “Virei para meu técnico e disse: ‘Ouça, cara. Diga ao técnico deles que eu conheço muitas músicas deles porque aprendi tudo tocando em uma garagem com outros caras. Sei muito do …And Justice For All para trás’. Logo depois, ele voltou e me chamou para acompanhá-lo. Nunca tinha conhecido o Metallica.” “Em seguida, eu já estava no outro lado do palco. Me entregaram uma Les Paul, acredito que era do Kirk Hammet. E todos eles disseram: ‘Certo, vá’. Eram 60.000 pessoas diante de mim (risos).” Para o guitarrista do System of a Down, a situação era surreal, especialmente por sua banda não ser muito conhecida na época: “Nossa banda ainda não era grande, eu era um moleque de 22 anos. Não acreditava nem que podíamos abrir para o Metallica, tudo era novo nesse ponto da minha vida.” “Me perguntaram que música eu sabia, respondi ‘Master of Puppets’. E lá estou eu, tocando ‘Master of Puppets’ diante de 60.000 pessoas. Pensei ‘Quem vai cantar? Dane-se, vou cantar’ e cantei.” Malakian conta que, após esse show, a banda quis que ele continuasse no posto de guitarrista, já que Hetfield ainda não poderia tocar: “De repente, Kirk Hammet está na minha frente com uma guitarra, e digo ‘Ei, conheço todo o seu material antigo, mas não sei nada de Load ou Reload’. Kirk passou a tentar me ensinar coisas do Load. Logo depois, me disseram: ‘Tire suas coisas do ônibus, você vem conosco no jato particular”. Daron Malakian “salvou o dia” do Metallica Apesar do preparo de Malakian para tocar um setlist inteiro, o Metallica decidiu dividir o espaço de Hetfield com os outros músicos presentes na turnê. Porém, o guitarrista pôde continuar participando dos shows da banda, tocando “One” com Kid Rock nos vocais na noite seguinte. “Foi insano, jamais me esquecerei disso. Mesmo mais tarde, os técnicos vinham até mim em outras turnês e diziam: ‘Não pense que esquecemos o que você fez. Você arrasou naquele dia. Eles estavam com dificuldades. Você foi lá e tocou ‘Master of Puppets’. É, cara, isso aconteceu. Apesar da minha banda ter chegado onde está atualmente, essa história ainda me dá arrepios. Tive a chance de experimentar isso naquele ponto da minha carreira”, encerrou. LEIA TAMBÉM: Dave Mustaine rejeita ex-membros do Megadeth na turnê final: “Não é um show de fantoches” Via: WikiMetal

Jay Weinberg anuncia saída do Suicidal Tendencies após quase dois anos
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12/01/2026

Jay Weinberg anuncia saída do Suicidal Tendencies após quase dois anos

O baterista Jay Weinberg anunciou oficialmente sua saída da banda Suicidal Tendencies no último domingo, 11. Por meio de uma publicação no Instagram, o baterista publicou fotos e uma declaração explicando a decisão. Weinberg destacou que o foco será a família e novos projetos criativos, citando a chegada do primeiro filho e trabalhos artísticos em desenvolvimento. Ele agradeceu à banda, à equipe e aos fãs pelo período de apresentações e turnês ao redor do mundo. Leia a nota na íntegra: “Com um 2026 emocionante e cheio de compromissos se desenhando, gostaria de agradecer ao Suicidal Tendencies por me acolher durante um ano e meio incrível de shows! Foi uma experiência absolutamente fantástica. Com a chegada do meu primeiro filho com a Chloe Weinberg, tenho me dedicado a projetos pessoais como o @portraitsofanapparition. Uma série crescente de colaborações, a construção de um espaço criativo adequado em casa e alguns novos projetos em desenvolvimento que ainda não posso anunciar. Embora ainda haja muito trabalho a ser feito nos próximos cinco meses, tem sido uma alegria me comprometer a finalmente concluir esses projetos artisticamente antes que meu foco se volte naturalmente para a paternidade pela primeira vez. Embora eu não vá tocar com os caras, não consigo expressar o suficiente o amor e o respeito que tenho por eles, pela família e Exército SUICIDAL, e por todos os fãs malucos que conheci em seis continentes tocando com uma das minhas bandas favoritas! Mike [Muir], Dean [Pleasants], Ben [Weinman] e Tye [Trujillo]… Vocês apoiaram um amigo quando ele estava em baixa e deram a ele a oportunidade de realmente sentir a mensagem de ‘You Can’t Bring Me Down’ em um momento em que ele mais precisava. Não tenho palavras para agradecer e mal posso esperar para ver o que vocês farão a seguir. Literalmente, não consigo conceber minha vida como baterista sem a profunda influência do Suicidal Tendencies. Muitos dos meus ídolos na bateria contribuíram para o legado histórico dessa banda, e é uma honra imensa poder contribuir de alguma forma.” Suicidal Tendencies não anunciou um substituto para as apresentações futuras. View this post on Instagram Jay Weinberg integrou Suicidal Tendencies após ser demitido do Slipknot O músico integrou a formação de Suicidal Tendencies por quase dois anos, desde sua estreia ao vivo em março de 2024, em Osaka, no Japão. Sua passagem pela banda ocorreu após ser demitido do Slipknot em 2023, onde atuou como baterista por cerca de dez anos e participou de álbuns importantes da carreira do grupo. Durante o período no Suicidal Tendencies, Weinberg também lançou material solo e desenvolveu colaborações com outros artistas. Recentemente, lançou seu primeiro single, “Sandstone”, com participação de George Clarke, vocalista do Deafheaven. LEIA TAMBÉM: Jay Weinberg, ex-baterista do Slipknot, será pai pela primeira vez Via: WikiMetal

Pearl Jam será atração do Rock in Rio 2026, segundo jornalista
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12/01/2026

Pearl Jam será atração do Rock in Rio 2026, segundo jornalista

Pearl Jam pode ser uma das atrações principais do Rock in Rio 2026, segundo o jornalista Ancelmo Gois, do O Globo. De acordo com Gois, a banda norte-americana formada no início dos anos 1990 e referência do movimento grunge fará sua estreia como headliner do festival no Dia do Rock. Nenhuma confirmação oficial foi divulgada até o momento. O Rock in Rio 2026 acontece nos dias 04, 05, 06, 07, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico. A organização já divulgou alguns nomes do line-up como Elton John, Stray Kids, Maroon 5, Demi Lovato, Gilberto Gil, Jamiroquai, Mumford & Sons e João Gomes e Orquestra Brasileira. Mais nomes serão anunciados em breve. Notícias de uma suposta passagem do Pearl Jam pelo Brasil circularam em agosto deste 2024, mas não se concretizaram. Na época, o jornalista José Norberto Flesch afirmou que o Pearl Jam viria ao Brasil em 2025. LEIA TAMBÉM: Matt Cameron explica motivo de sua saída do Pearl Jam Via: WikiMetal

Morre Bob Weir, cofundador do Grateful Dead, ao 78 anos
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12/01/2026

Morre Bob Weir, cofundador do Grateful Dead, ao 78 anos

Bobby Weir, membro fundador do Grateful Dead, morreu no último sábado, 10, aos 78 anos, após uma batalha contra o câncer. A família do músico emitiu um comunicado por meio das redes sociais. Leia abaixo: “É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Bobby Weir. Ele faleceu em paz, cercado por seus entes queridos, após vencer corajosamente o câncer como só Bobby sabia fazer. Infelizmente, ele não resistiu a problemas pulmonares preexistentes. Por mais de sessenta anos, Bobby esteve na estrada. Guitarrista, vocalista, contador de histórias e membro fundador do Grateful Dead, Bobby será para sempre uma força orientadora cuja arte singular remodelou a música americana. Seu trabalho fez mais do que preencher salas com música; era como um caloroso raio de sol que preenchia a alma, construindo uma comunidade, uma linguagem e um sentimento de família que gerações de fãs carregam consigo. Cada acorde que ele tocava, cada palavra que ele cantava era parte integrante das histórias que ele tecia. Havia um convite: para sentir, para questionar, para vagar e para pertencer” A família de Bobby ainda informou que, mesmo após ser diagnosticado em julho, ele manteve a postura que marcou toda a sua trajetória. O artista iniciou o tratamento poucas semanas antes de retornar aos palcos de sua cidade natal, onde realizou três apresentações comemorativas no Golden Gate Park, celebrando 60 anos de carreira. Segundo o comunicado, os shows não tiveram caráter de despedida, mas representaram uma escolha consciente de seguir atuando e compartilhando música. O texto também destaca o compromisso de Bobby com a continuidade de seu repertório e de seu legado artístico, pensado para atravessar gerações. A família afirma que não encara sua partida como um encerramento definitivo, mas como parte de um percurso marcado por resiliência e dedicação à música. Por fim, Natascha, Monet e Chloe pediram privacidade neste momento e agradeceram as manifestações de apoio, ressaltando a importância de honrar sua memória por meio da música e do espírito que ele deixou como herança. Bobby Weir foi um dos membros fundadores da lendária banda Grateful Dead. Desde a formação da banda em 1965, ele se tornou um dos guitarristas rítmicos mais marcantes do rock, moldando não apenas o som da banda, mas também a própria cultura da música americana. LEIA TAMBÉM: Morre Phil Lesh, cofundador e baixista do Grateful Dead Via: WikiMetal

Raimundos: Turco Loco questiona viúva de Canisso se Digão é má índole, dissimulado e psicopata
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11/01/2026

Raimundos: Turco Loco questiona viúva de Canisso se Digão é má índole, dissimulado e psicopata

Adriana Vilhena, também conhecida como Drica Vilhena, trocou uma ideia com os apresentadores Alexandre De Maio e Turco Loco, do canal 100segredopod. Em certo momento da entrevista, após Drica contar que Digão estava priorizando a sua carreira solo e não a agenda do Raimundos, Loco questionou a viúva de Canisso se Digão é má índole, dissimulado e psicopata. Antes disso, Turco deixou claro que foi no velório do Canisso, que faleceu em 13 de março de 2023, e viu Digão chorando muito. O entrevistador também ressaltou que o guitarrista falava que tinha morrido o seu irmão e que tinha acontecido uma tragédia. Portanto, devido a suposta priorização da carreira solo entrar em colisão com o comportamento bastante emocional no velório de Canisso, Loco levantou a indagação. Sobre o contundente questionamento, Drica respondeu: “Olha, eu não desacredito do amor dele por todos nós. Mas ele não agia sozinho! Tudo o que ele faz hoje em dia, inclusive, ele tem um parceiro, que é o Denis [Porto Lomba]. Mas não estou aqui para julgar o amor do Digão. Com certeza ele tem amor, mas alguma coisa fala mais alto como o poder. Eu preferiria não fazer um laudo. Eu não posso fazer isso porque a gente tem um envolvimento, como se fosse uma família”. Vilhena acrescentou em tom assertivo: “Era nisso o que o Canisso acreditava. Ele sempre defendeu o Digão na internet, inclusive o último vídeo dele no YouTube foi defendendo o Digão. Por quê? Por que o Digão era da banda dele, era uma família. Bem, eu não estou aqui para apontar os erros, mas falo o que eu vi acontecer”. Eis a fala completa de Adriana Vilhena no player abaixo: Via: Rockbizz

Kiko Loureiro dá dica para não ficar nervoso e com vergonha na hora de tocar solo ao vivo
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11/01/2026

Kiko Loureiro dá dica para não ficar nervoso e com vergonha na hora de tocar solo ao vivo

O guitarrista brasileiro Kiko Loureiro (ex-Megadeth, ex-Angra, ex-Dominó) é um cara que sabe jogar o jogo atual do mercado fonográfico. Ele é uma pessoa ativa nas redes sociais e está sempre em contato com os fãs em suas plataformas. Neste domingo, dia 11 de janeiro, por meio de story, o músico deu dica para não ficar nervoso e com vergonha na hora de tocar solo ao vivo. “Olha, a primeira coisa para isso é tentar buscar sempre se apresentar, se colocar nessa situação, porque é diferente você tocar em casa e tocar em cima de um palco, com as pessoas te olhando”, disse o guitarrista. “O som é diferente, tudo é diferente. Então você tem que se acostumar um pouco com esse novo habitat, vamos dizer assim”. Loureiro pontuou: “Além disso, tem que treinar bastante o que você vai tocar, porque, se você treinar bastante, treinar de pé e treinar caminhando na tua sala, isso vai te ajudar. Na hora que você estiver nervoso antes de entrar no palco, você vai se lembrar que treinou e não vai passar vergonha. Você vai saber muito bem o que vai tocar”. “Outra coisa, você é a pessoa que mais sabe daquela música naquela sala, naquele bar e naquela casa de show. Então, você se acalma e vai pra cima”, finalizou o guitar hero brasileiro. Na semana que vem Kiko Loureiro tocará no Japão para promover o álbum Theory Of Mind. Os shows irão rolar em Osaka, Nagoya e Tóquio e terão a participação especial de Marty Friedman (ex-Megadeth). Via: Rockbizz

Phil Soussan presta homenagem a Ozzy Osbourne com cover de Shot In The Dark
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11/01/2026

Phil Soussan presta homenagem a Ozzy Osbourne com cover de Shot In The Dark

O baixista e vocalista inglês Phil Soussan prestou uma homenagem a Ozzy Osbourne com cover de Shot In The Dark. O show aconteceu no dia 06 de dezembro de 2025 no Tuscany Hotel And Casino em Las Vegas, EUA, e contou com a presença de Zachary Throne (Sin City Sinners) na guitarra, Christian Brady (Hellyeah) na guitarra e Brent Fitz (Slash) na bateria. O canal Ian Harrison’s Views of Las Vegas compartilhou a performance da canção. Veja: Shot In The Dark está presente no quarto registro de estúdio do Madman, The Ultimate Sin, que alcançou o sexto lugar na parada Billboard 200 e recebeu certificação de platina nos Estados Unidos em 14 de maio de 1986 pela RIAA, e de platina dupla em outubro de 1994. O full length foi o sucessor de Bark At The Moon, que saiu em 15 de novembro de 1983. Ele foi o primeiro álbum de Ozzy a contar com Jake E. Lee na guitarra após a trágica morte do saudoso Randy Rhoads. Vale lembrar que as sessões de composição de The Ultimate Sin tiveram desentendimentos entre os músicos e a administração da banda – vide Sharon Osbourne. Jake, que nunca recebeu os créditos em Bark At The Moon, declarou posteriormente ao Ultimate Classic Rock que exigiu um novo contrato antes de iniciar o processo de composição. O baixista, letrista e arranjador Bob Daisley ganhou uma demissão durante a produção do álbum. Soussan foi contratado para substituí-lo. No entanto, pouco tempo depois, o Príncipe das Trevas recontratou Daisley para ajudar na composição das letras. Essa tarefa Bob vinha assumindo desde o primeiro álbum, Blizzard Of Ozz, de 1980. Via: Rockbizz

Bobby Weir, cofundador do Grateful Dead, morre aos 78 anos por problemas pulmonares
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11/01/2026

Bobby Weir, cofundador do Grateful Dead, morre aos 78 anos por problemas pulmonares

Mais uma baixa no rock n’ roll! Bobby Weir, cofundador do Grateful Dead, morreu aos 78 anos por problemas pulmonares, segundo a sua família. A informação do falecimento do artista saiu em suas redes sociais oficiais. A nota informou: “É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Bobby Weir. Ele partiu em paz, cercado por seus entes queridos, após vencer corajosamente o câncer como só ele sabia fazer. Infelizmente, sucumbiu a problemas pulmonares preexistentes. Por mais de sessenta anos, Bobby esteve na estrada. Guitarrista, vocalista, contador de histórias e membro fundador do Grateful Dead, Bobby será para sempre uma inspiração cuja arte singular remodelou a música americana. Seu trabalho fez mais do que preencher salas com música; foi como um calor reconfortante que preenchia a alma, construindo uma comunidade, uma linguagem e um sentimento de família que gerações de fãs carregam consigo. Cada acorde que ele tocava, cada palavra que cantava era parte integrante das histórias que ele tecia. Havia um convite: para sentir, questionar, vagar e pertencer. Os últimos meses de Bobby refletiram o mesmo espírito que definiu sua vida. Diagnosticado em julho, ele iniciou o tratamento apenas algumas semanas antes de retornar ao palco de sua cidade natal para uma celebração de três noites em comemoração aos seus 60 anos de música no Golden Gate Park. Aquelas apresentações, emocionantes, comoventes e cheias de luz, não foram despedidas, mas presentes. Mais um ato de resiliência. Um artista que escolheu, mesmo naquela época, seguir em frente por sua própria vontade. Ao nos lembrarmos de Bobby, é difícil não sentir o eco da maneira como ele viveu. Um homem à deriva, sonhando, sem nunca se preocupar se a estrada o levaria para casa. Um filho de incontáveis ​​árvores. Um filho de mares infinitos. Não há um fim definitivo aqui, na verdade. Apenas a sensação de alguém partindo novamente. Ele frequentemente falava de um legado de trezentos anos, determinado a garantir que o repertório perdurasse muito depois dele. Que esse sonho continue vivo através das futuras gerações de Grateful Dead. Nos despedimos dele da mesma forma que ele se despediu de tantos de nós: com uma despedida que não é um fim, mas uma bênção. Uma recompensa por uma vida que valeu a pena ser vivida”. “A família, Natascha, Monet e Chloe, pede privacidade neste momento difícil e agradece a todos pelas demonstrações de amor, apoio e lembranças. Vamos honrá-lo não apenas na tristeza, mas também na coragem com que seguimos em frente, com corações abertos, passos firmes e a música nos guiando para casa. Deixemos isso para trás e vejamos o que o amanhã nos reserva”. Via: Rockbizz

Beyond The Black lança o novo álbum Break The Silence; confira
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10/01/2026

Beyond The Black lança o novo álbum Break The Silence; confira

A banda de metal sinfônico Beyond The Black está celebrando o lançamento de seu aguardado sexto álbum de estúdio Break The Silence. Break The Silence é um álbum conceitual enraizado no metal melódico com influências étnicas, explorando temas de comunicação, força interior, resistência e a necessidade urgente de reconexão em um mundo dividido. Faixas como Let There Be Rain, (La Vie Est Un) Cinéma, Ravens e The Flood examinam como as palavras – e sua ausência – moldam nossa realidade. É uma experiência emocional e multicamadas que reflete o mundo complexo de hoje e convida os fãs a fazerem parte deste novo capítulo. Coincidindo com o lançamento do álbum, Beyond The Black estreou um videoclipe para a música Let There Be Rain, que conta com Gergana Dimitrova, solista do conjunto vencedor do Grammy The Mystery Of The Bulgarian Voices, como vocalista convidada. A cantora Jennifer Haben comentou: “Let There Be Rain fala sobre abraçar a tempestade ao invés de lutar contra ela, porque às vezes a chuva é o que precisamos para deixar ir, encontrar clareza e seguir em frente. Com esta música, nosso capítulo está completo e estamos animados para que a história completa seja agora sua para vivenciar.” Confira o clipe abaixo: Ouça o novo álbum Break The Silence: Via: Rockbizz

Esposa de Josh Freese alfineta Dave Grohl pela demissão sem justificativa do marido
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10/01/2026

Esposa de Josh Freese alfineta Dave Grohl pela demissão sem justificativa do marido

A esposa de Josh Freese, Nicole Freese, compartilhou recentemente suas reflexões sobre 2025, abordando a demissão do marido do Foo Fighters em um depoimento sincero publicado no Instagram. “Nossa, 2025… você foi, de longe, um ano interessante! Se alguém tivesse me contado metade do que aconteceria, eu jamais acreditaria!”, ela escreveu. “Algumas coisas não foram tão divertidas, outras foram realmente ótimas e outras ficaram naquele estranho meio-termo, onde não me senti bem – mas também não foi exatamente ruim, se é que me entende?” Nicole então detalhou os aspectos mais desafiadores do ano, incluindo a saída inesperada do marido da banda liderada por Dave Grohl. “Pontos negativos: a perimenopausa oficialmente passando o bastão para a menopausa… e tudo o que vem com isso”, continuou ela. “Passei a maior parte do ano me sentindo como se estivesse pendurada na beira de um precipício com uma mão só. Vi meu melhor amigo ser pego de surpresa por uma demissão pública de um emprego pelo qual ele era muito elogiado.” Ela também compartilhou notícias positivas, destacando as oportunidades musicais que Josh teve posteriormente: “Meu melhor amigo sendo convidado para tocar novamente com uma das melhores bandas da atualidade. Meu melhor amigo também tendo a oportunidade de tocar com alguns dos meus outros artistas favoritos.” Freese assumiu a bateria do Foo Fighters em 2023, dois anos após a morte de Taylor Hawkins e tocou no álbum But Here We Are, lançado também em 2023. Sua entrada aconteceu em um momento crucial para a banda, que buscava se reerguer após a trágica perda de seu baterista de longa data. O músico revelou em maio do ano passado que o Foo Fighters o contatou para dizer que estavam “seguindo uma direção diferente com seu baterista”. A banda não ofereceu nenhuma explicação para a decisão. A natureza abrupta da demissão deixou Josh e seus familiares sem entender o motivo da escolha da banda. Apesar do choque com sua demissão, Freese enfatizou que “adorou” seu tempo com o Foo Fighters e valorizou os dois anos que passou com a banda, tanto dentro quanto fora dos palcos. Logo após sua saída do Foo Fighters, Freese partiu imediatamente para um novo projeto e se juntou ao Nine Inch Nails, enquanto o baterista da banda, Ilan Rubin, entrou para o Foo Fighters. Via: Rockbizz

Sharon den Adel (Within Temptation) se sentia o patinho feio na cena metal porque era o clube do bolinha
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10/01/2026

Sharon den Adel (Within Temptation) se sentia o patinho feio na cena metal porque era o clube do bolinha

Apesar do metal ter Doro Pesch e Sabina Classen (Holy Moses) fazendo som desde os anos 80, a cena recebeu mais mulheres na década seguinte com a ascensão de nomes como The Gathering, Nightwish, Leave’s Eyes, Lacuna Coil e Within Temptation. Como quase todo começo de carreira, o início das atividades do holandês Within Temptation foi bastante desafiador. O estilo de som e a presença de Sharon den Adel no posto de vocalista foram objetos de muito falatório entre o público e a mídia. Em conversa com a revista Metal Hammer, Sharon lembrou os primórdios da trajetória da banda e as barreiras que enfrentou. “Nós não tínhamos a mínima ideia do que era ou se tratava esse symphonic metal até que um jornalista começou a nos rotular assim”, contou a cantora. “Mas nos sentíamos os patinhos feios nos festivais, porque éramos a única banda com uma cantora. Os outros grupos eram de homens cantando”. “Além do mais, quando começamos, eu não era de fato da cena metal. Eu era uma garota da cena grunge. Adorava as bandas grunge. Apesar de um ou outro comentário mal-educado e sexista, a gente conseguiu se firmar na cena”, completou Adel. A banda não só vingou, mas como serviu de fonte de inspiração a outros grupos e artistas, lançou vários trabalhos de estúdio e vendeu mais de quatro milhões de álbuns. E mais, a banda possui um dos shows mais bem produzidos da cena metal, atualmente. Nada mal para quem era o patinho feio do pedaço. Via: Rockbizz

Glenn Hughes cancela turnê nos EUA devido a problemas de saúde
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10/01/2026

Glenn Hughes cancela turnê nos EUA devido a problemas de saúde

Glenn Hughes anunciou nesta sexta-feira, 09, o cancelamento de sua tão aguardada turnê pelos Estados Unidos, citando um “problema de saúde menor” que exige atenção nos próximos meses. Em um comunicado publicado em suas redes oficiais, Hughes reforçou que a decisão foi tomada seguindo recomendações médicas e visando sua saúde a longo prazo, deixando claro que está trabalhando com sua equipe médica para se recuperar e voltar aos palcos quando possível. “Estou seguindo as orientações da minha equipe médica, com quem estou trabalhando em estreita colaboração. Espero vê-los no caminho de um destino feliz”, disse o ex-baixista e vocalista do Deep Purple. A turnê intitulada The Chosen Years estava programada para começar em 27 de março, an Califórnia, e terminar em 10 de maio no Arizona. Os shows que prometiam revisitar clássicos da carreira do artista e apresentar material novo do álbum Chosen. O músico tem 74 anos de idade esteve no Brasil em 2024, com uma série de shows da mesma turnê. Na ocasião, Hughes passou mal e não conseguiu finalizar sua apresentação marcada em Belo Horizonte, alegado ter sofrido uma desidratação. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Para Glenn Hughes e Kerry King, os talentos do rock e metal estão se esgotando Via: WikiMetal