Notícias

Ratos de Porão relança ‘Feijoada Acidente? – Brasil’ nas plataformas digitais
Notícias
19/01/2026

Ratos de Porão relança ‘Feijoada Acidente? – Brasil’ nas plataformas digitais

O Ratos de Porão relançou o álbum Feijoada Acidente? – Brasil nas plataformas digitais. Originalmente lançado em 1995, o disco retorna ao catálogo como parte de uma ação de preservação da obra da banda, hoje formada por João Gordo, Jão, Boka e Juninho, ampliando o acesso de novas gerações a um dos títulos mais simbólicos de sua trajetória. Criado em São Paulo no início dos anos 1980, o grupo construiu uma carreira marcada por crítica social e sonoridade agressiva, transitando entre punk, hardcore e metal. Nesse contexto, Feijoada Acidente? – Brasil ocupa papel decisivo ao revisitar músicas que moldaram a identidade do Ratos, em versões diretas e cruas, com produção mais robusta. O título faz referência bem-humorada a The Spaghetti Incident?, do Guns N’ Roses. “Esse disco retornou a gente às raízes punk. A gente estava meio perdido porque tentamos carreira internacional e não deu muito certo. A gente tinha lançado ‘Just Another Crime in Massacreland’, um disco em inglês, bem gravado, bem produzido, mas era meio esquisitão, muita mistura de estilo que as pessoas não entenderam muito. E aí, voltar a tocar punk rock e hardcore foi extremamente importante pra gente retomar a nossa caminhada. E foi o primeiro disco do Pica-Pau. Depois desse lançamento veio um disco porradão que se chama ‘Carniceria Tropical’, explicou João Gordo. O álbum também se destaca pela regravação de “Beber Até Morrer”, considerada definitiva e frequentemente citada como um marco da cena underground nacional. essa música eu fiz em um dia que estava bêbado, na casa de uma amiga. Quando eu acordei, a letra estava pronta em cima da mesa. Então ela representa, assim, um hino da banda. Na verdade, muita gente acha que beber até morrer é a solução, mas não é, cara. Acho que parar de beber depois de certo tempo é bem importante para a saúde, se quiser continuar vivendo uma vida mais legal aí, cara”, acrescentou o vocalista. Nos últimos anos, o Ratos de Porão tem celebrado mais de quatro décadas de carreira com shows comemorativos que percorreram diferentes fases do repertório, marcando o retorno intenso aos palcos após a pandemia e reafirmando sua relevância histórica no rock brasileiro. LEIA TAMBÉM: Bangers Open Air 2026: Conheça as bandas nacionais que tocarão no festival Via: WikiMetal

Clemente Nascimento celebra recuperação após cirurgia delicada: “10% de chance de sobreviver”
Notícias
19/01/2026

Clemente Nascimento celebra recuperação após cirurgia delicada: “10% de chance de sobreviver”

Clemente Nascimento, ícone do punk rock nacional e vocalista e guitarrista das bandas Inocentes e Plebe Rude, usou seu Instagram para celebrar sua recuperação completa e agradecer a equipe médica da Santa Casa de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O artista se sentiu mal antes de um show e passou por uma cirurgia cardíaca complexa de emergência no dia 12 de dezembro. Clemente ficou na UTI por cerca de 21 dias até receber alta. Segundo a nova postagem do cantor, a situação era grave, com apenas 10% de chance de sobrevivência. “Sem palavras para agradecer ao Dr. Raony e toda equipe da Santa Casa de Campo Grande por toda a dedicação e cuidado para que eu sobrevivesse e me recuperasse da melhor maneira da cirurgia delicadíssima ao qual fui submetido; 10% de chances de sobreviver se tornaram 100%, sem sequelas, graças a competência e carinho deles”, revelou Clemente. No dia seguinte, o artista publicou uma foto no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, com a legenda “Estou de volta”. View this post on Instagram Via: WikiMetal

“Estados Unidos não é uma democracia; você pode comprar a presidência como Trump fez”, afirma Roger Waters
Notícias
18/01/2026

“Estados Unidos não é uma democracia; você pode comprar a presidência como Trump fez”, afirma Roger Waters

Roger Waters é um ferrenho crítico ao governo de Donald Trump. O músico inglês acusa o político conservador dos mais tenebrosos crimes e está sempre disposto a manifestar o seu ponto de vista com bastante veemência. Como critica e acha Trump e seu governo de extrema-direita nocivos, o jornalista Piers Morgan o perguntou de forma bem direta por que ainda vive nos Estados Unidos. “Eu não acho que o povo americano seja mau”, afirmou Roger. “Nunca esqueço o que minha mãe me falou: ‘O povo americano é bom e verdadeiro’. Eles são pessoas que vão te ajudar no que você precisar. E eu acho que essas boas pessoas não têm voz”. “Estados Unidos não é uma democracia”, analisou o ex-membro do Pink Floyd. “Você pode comprar a presidência como Donald Trump fez, com o dinheiro dos oligarcas”, pontuou. “Então, o fato de poder colocar milhões e milhões na política a torna impossível ser democrática”. O entrevistador insistiu em saber o motivo que faz Waters ainda morar em um país que julga não ser democrático. Roger respondeu: “Eu já procurei algumas outras alternativas. Portugal é uma possibilidade, assim como as ilhas do Caribe. Talvez eu não viva o resto da minha vida nos Estados Unidos, pois Trump pode mandar me matar. Ele faz isso com as pessoas que discordam dele. Vivemos em um mundo bem ferrado, então, achar um lugar bom para viver é difícil”. Veja a entrevista completa no player logo a seguir: Via: Rockbizz

Priscilla Presley revela o que acha que Elvis estaria fazendo em 2026 e se ele usava peruca
Notícias
18/01/2026

Priscilla Presley revela o que acha que Elvis estaria fazendo em 2026 e se ele usava peruca

O Rei do rock, Elvis Presley, ia fazer 91 anos no dia 08 de janeiro! Infelizmente, o cantor nos deixou em 16 de agosto de 1977, aos 42 anos, devido uma parada cardíaca causada por uma mistura de analgésicos e sedativos. Durante entrevista a Hello! Magazine, a viúva do cantor, atriz e modelo Priscilla Presley, revelou o que acha que Elvis estaria fazendo aos 91 anos se estivesse vivo em 2026. “Acredito que ele estaria fazendo a mesma coisa na vida: cantando e em turnê. Ele adorava isso”, disse Priscilla. O casal ficou casado por seis anos, entre 1967 e 1973, mas namoraram por quase uma década. Ela também recordou que manteve uma relação amistosa com o roqueiro após a separação. “Sempre mantivemos uma relação amigável e continuávamos nos encontrando. Tínhamos a nossa filha [Lisa Marie Presley], e eu a levava para ver o pai se apresentar e fazia questão de que passassem bastante tempo juntos. Ela passou muito tempo com ele em Graceland”. “A gente ainda se importava um com o outro. Fomos muito amigos! Ele tinha um ótimo senso de humor e era divertido estar com ele”, acrescentou. Já sobre a lenda de que o Rei usava peruca, ela falou: “Não, isso não é verdade; aquele era o seu lindo cabelo”. Priscilla Presley está detalhando como foi sua vida após a morte o artista no livro de memórias Softly, As I Leave You: Life After Elvis. A obra saiu em outubro de 2025 e só está disponível no idioma inglês pela Grand Central Publishing. Via: Rockbizz

Bruce Springsteen emite mais uma crítica contundente a Donald Trump: “Acreditamos na democracia”
Notícias
18/01/2026

Bruce Springsteen emite mais uma crítica contundente a Donald Trump: “Acreditamos na democracia”

O veterano Bruce Springsteen vem se manifestando de maneira sistêmica contra Donald Trump e pedindo para que o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA) pare com seus abusos e agressões contra os cidadãos norte-americanos e imigrantes. Durante uma apresentação surpresa no festival Light of Day WinterFest, no Count Basie Center for the Arts, em Nova Jersey, Springsteen tocou ao lado de Joe Grushecky & the Houserockers e do convidado da banda, Gary U.S. Bonds. Antes de apresentar The Promised Land, o cantor emitiu mais uma crítica contundente a Donald Trump. Ele disse: “Escrevi esta canção como uma ode às possibilidades americanas. Ela fala sobre um país belo, porém imperfeito, que somos, e sobre o país que poderíamos ser”. Bruce continuou refletindo sobre o momento atual dos EUA: “Neste momento, estamos vivendo tempos extremamente críticos. Os Estados Unidos, os ideais e os valores que representaram nos últimos 250 anos, estão sendo testados como nunca antes na era moderna. Esses valores e esses ideais nunca estiveram tão ameaçados quanto agora. Portanto, enquanto nos reunimos esta noite nesta bela demonstração de amor, cuidado, consideração e união, se você acredita na democracia e na liberdade e acredita que a verdade ainda importa, você deve se manifestar e lutar por ela”. “Se você acredita no poder da lei e que ninguém está acima dela, se você se opõe à invasão de uma cidade americana por tropas federais fortemente armadas e mascaradas, usando táticas da Gestapo contra nossos concidadãos. Se você acredita que não merece ser assassinado por exercer seu direito americano de protestar, envie uma mensagem a este presidente, como disse o prefeito daquela cidade: ‘o ICE deveria sair de Minneapolis’, esta música é para você e para a memória de Renee Good, uma mãe de três filhos”, concluiu o artista. Renee Good foi morta a tiros por Jonathan Ross, agente do ICE, em 07 de janeiro, em Minnesota. Após sua trágica morte, protestos se espalharam pelos Estados Unidos contra as ações do grupo armado e contra as políticas de Trump. Esta não foi a primeira vez que Bruce Springsteen se manifestou contra o político de extrema-direita. Em shows no Reino Unido e na Europa, ele falou sobre a incompetência e a crueldade dos republicanos na administração do país. Via: Rockbizz

Taylor Momsen revela piada interna com integrantes do AC/DC
Notícias
18/01/2026

Taylor Momsen revela piada interna com integrantes do AC/DC

Em entrevista para a revista Metal Hammer, Taylor Momsen, do The Pretty Reckless, falou sobre as várias brincadeiras que o AC/DC fez com ela durante a turnê que juntou as duas bandas em 2024, incluindo apelidos e uma festa de aniversário curiosa. Tudo começou com o incidente onde Momsen foi mordida por um morcego em pleno show, enquanto sua banda abria para o AC/DC na Espanha: “Estávamos tocando na Espanha quando um morcego chegou voando e pousou em mim. Não percebi, mas ele me mordeu. Tive que tomar várias vacinas contra raiva, mas tudo virou uma grande piada durante a turnê. Era um morcego muito fofo, se isso servir de consolo”, disse Momsen. A partir dali, os veteranos batizaram-na de “batgirl” e usaram a criatividade para brincar com a vocalista. “Todos os dias, eu chegava no meu camarim e havia um patinho de borracha vestido de morcego. No show seguinte, nós entramos no palco e eles tinham coberto nossos amplificadores com adesivos que diziam ‘sem morcegos’. Fizeram uma festa de aniversário com tema de morcegos para mim, com um bolo caseiro gigante em forma de morcego e uma tiara. Foi doido. Quando o AC/DC te dá um apelido, você fica com ele!”, finalizou a cantora. O The Pretty Reckless também abrirá os shows do AC/DC na turnê brasileira, que passará por São Paulo nos dias 22 e 28 de fevereiro e 04 de março, no estádio MorumBIS. Ainda há ingressos para as apresentações de 24 de fevereiro e 04 de março, que estão à venda no site da Ticketmaster. LEIA TAMBÉM: Pearl Jam será atração do Rock in Rio 2026, segundo jornalista Via: WikiMetal

Max Cavalera se orgulha de ser “um jovem de 17 anos preso em um corpo de 56”
Notícias
18/01/2026

Max Cavalera se orgulha de ser “um jovem de 17 anos preso em um corpo de 56”

Idade fisiológica nem sempre está alinhada ao amadurecimento do indivíduo. Tem gente bastante nova que é regrada e cuidadosa como uma pessoa de setenta anos. E tem o inverso: gente com idade avançada que não largou a adolescência e vive na intensidade de um jovem. Em uma entrevista ao The Rockpit, Max Cavalera (Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) falou o que o inspira hoje em dia e destacou que se orgulha de ser “um jovem de 17 anos preso em um corpo de 56”. Portanto, Max se encaixa bem no segundo perfil que apontamos, anteriormente. “Sou um homem curioso por natureza! Assistir a documentários do Paul Simon e coisas do tipo sempre me inspira. No que diz respeito à música, estou sempre à procura de coisas novas, sons e discos que realmente despertem meu interesse. Você acaba sendo influenciado por eles, às vezes com mais intensidade, às vezes menos. Mas acho que, no geral, sempre fui o mesmo cara; não mudei muito”. O brasileiro continuou: “Então, literalmente, sou um jovem de 17 anos preso em um corpo de 56, por causa disso. Não deixo que outras coisas fora do metal, a política da música e tudo mais, destruam a pureza do motivo pelo qual me apaixonei por essa música em primeiro lugar. E isso é algo sagrado para mim. Eu luto com unhas e dentes para manter essa coisa sagrada viva: o Max Cavalera de 17 anos que simplesmente ama metal e é um nerd. Eu sou um nerd de verdade”. “Eu gosto de tudo relacionado ao metal. Gosto de estudá-lo e aprender. Acho que você está sempre aprendendo. Você nunca para de aprender. Sempre tem alguém que pode te dizer algo que te faz pensar. Então, é ótimo. É um mundo incrível e você só precisa manter seus ouvidos e seus olhos abertos para a inspiração que vier e então usá-la”, concluiu Max. E por falar em Max Cavalera, no finalzinho de outubro de 2025, o Soulfly lançou o seu novo álbum, que leva o interessante nome de Chama. Este é o décimo terceiro disco de estúdio do conjunto brasileiro e teve o lançamento pelo selo alemão Nuclear Blast Records. O trabalho teve sua gravação no Platinum Underground Studio, em Mesa, Arizona, por John Aquilino, engenheiro de som que já trabalhou com Max em diversas ocasiões. A produção ficou por conta de Zyon Cavalera e Arthur Rizk, com este último também responsável pela mixagem e masterização. Já a arte da capa ficou sob a tutela de Carletta Parrish. Chama está disponível em alguns formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (amarelo e vermelho), vinil picture disc e digital (download e streaming). Track listing de Chama: 01. Indigenous Inquisition02. Storm the Gates03. Nihilist04. No Pain = No Power05. Ghenna06. Black Hole Scum07. Favela / Dystopia08. Always Was, Always Will Be…09. Soulfly XIII10. Chama Via: Rockbizz

Rafael Bittencourt conta qual foi o melhor vocalista do Angra e o mais gente fina
Notícias
18/01/2026

Rafael Bittencourt conta qual foi o melhor vocalista do Angra e o mais gente fina

Entrar no campo do melhor ou pior é difícil, porque cada indivíduo vai interpretar o objeto em análise segundo suas experiências, vivências, cultura, criação e etc. E quando entramos na área do melhor ou pior músico, a equação ainda pode receber altas doses de paixão e desdém, o que influência diretamente no resultado final. Tem gente que não liga para as possíveis críticas e revela as suas preferência aos quatro ventos. O guitarrista Rafael Bittencourt, por exemplo, em um vídeo no canal Amplifica, respondeu a um fã sobre quem foi o melhor vocalista do Angra. Ele ainda foi além e revelou quem foi o mais gente fina. “O Angra teve muitos vocalistas e posso avaliar melhor de diferentes camadas porque a gente faz cem shows em um ano, sendo que cada show tem duas horas, então, são duzentas horas daquele ano que você está no palco com a aquela pessoa”. “Mas tem inúmeras horas que você passa convivendo com essas pessoas. Seja na proximidade ou só de fazer parte da mesma órbita de assuntos, problemas para resolver, dores de cabeça, etc”, pontuou. Rafael prosseguiu: “Acho que o Andre [Matos] foi o melhor vocalista no que tange talento musical, mas o melhor vocalista para conviver foi o Fabio Lione. Ele foi o cara mais fácil e mais gente fina. E eu tenho memórias muito legais desses anos com ele. Fabio, aliás, foi o vocalista que mais esteve no Angra”. “Então, no olhar artístico, foi Andre Matos, que foi um dos maiores talentos que já tivemos na música no Brasil. Ele realmente foi muito talentoso, um mentor e uma inspiração! E o Fabio que é um cara maravilhoso”, finalizou Bittencourt. Via: Rockbizz

Roger Waters explica por que agita bandeira a favor de Nicolás Maduro: “Admiro princípios socialistas”
Notícias
18/01/2026

Roger Waters explica por que agita bandeira a favor de Nicolás Maduro: “Admiro princípios socialistas”

Nicolás Maduro está comandando a Venezuela desde 2013, após a morte do militar e presidente Hugo Chávez. O seu governo resistiu a uma profunda crise humanitária e econômica, que obrigou milhões de cidadãos venezuelanos pedirem exílio em outros países como o Brasil. Além disso, as denúncias de autoritarismo e erosão democrática viraram sinônimos de sua administração. No entanto, recentemente, após ação militar norte-americana, Maduro e a sua esposa, Cilia Flores, foram presos. O governo de Donald Trump vem alegando que o ataque e o sequestro do político foi por sua ligação ao narcotráfico. E quem está agitando bandeira a favor de Nicolás Maduro é o ex-Pink Floyd, Roger Waters. Em uma longa entrevista ao programa Piers Morgan Uncensored, ele explicou por que defende o ditador sul-americano. “Tem muitas pessoas agitando a bandeira a favor de Nicolás Maduro! Eu o apoio por que ele é um líder devidamente eleito democraticamente de um país que representa princípios bolivarianos e Revolução Chavista. Ele representa as pessoas da Venezuela que vivem de uma forma totalmente diferente dos Estados Unidos e Inglaterra. E eu o admiro por causa de seus princípios socialistas e ideias de direitos humanos iguais”. Quando o entrevistador o questionou afirmando que sessenta por cento dos países do mundo acham que a eleição de Maduro foi uma farsa, Roger respondeu: “Não sei se você está certo sobre esses sessenta por cento, mas o que tendemos a ver é uma propaganda dos governos dos Estados Unidos e Inglaterra sobre a Revolução Bolivariana”. Não satisfeito com o rumo da resposta do roqueiro, o apresentador o interpelou sobre o êxodo de milhões venezuelanos para outros países. Waters respondeu assim: “Isso acontece por causa sanções dos Estados Unidos. Teve um golpe organizado pelos Estados Unidos para tirar Hugo Chávez do poder. Eles tentaram dar o golpe de novo com Juan Guaidó. Mas as pessoas estão saindo do país por que difícil viver em um lugar em que sofre muitas sanções de um império muito poderoso, que é os Estados Unidos”. “E a mídia quer que acreditemos que a Venezuela é um regime ditatorial. Falam do narcotráfico na Venezuela, mas em nenhum relatório da DEA [Administração de Repressão às Drogas dos EUA] ligam a Venezuela ou Maduro ao narcotráfico. É um história que inventaram para chancelar os ataques ao país”, completou o artista. Eis a entrevista completa no player logo abaixo: Via: Rockbizz

“Vamos começar a ver mais lendas do rock falecendo”, observa M. Shadows (Avenged Sevenfold)
Notícias
17/01/2026

“Vamos começar a ver mais lendas do rock falecendo”, observa M. Shadows (Avenged Sevenfold)

A morte é a única certeza que temos em nossas vidas, mas, mesmo assim, quando ela chega aos nossos familiares, amigos e ídolos nos deixa na lona. E as cenas rock e metal estão recebendo a visita da dona morte com mais frequência nos últimos tempos – vide as mortes de Ozzy Osbourne, Ace Frehley (KISS) e Brent Hinds (Mastodon). Batendo um papo com a Playboy México, o cantor M. Shadows (Avenged Sevenfold) observou que vamos começar a ver mais lendas do rock falecendo, infelizmente. “Cada álbum que escrevemos, especialmente Life Is But A Dream… e The Stage, tem inspiração na rapidez com que a vida passa. Parece que foi ontem que eu estava na garagem da minha mãe começando essa banda, e agora, num piscar de olhos, já estamos todos na casa dos quarenta anos”. “É uma loucura como o tempo passa rápido”, destacou. “Com isso, vamos começar a ver algumas das lendas que nos mostraram o caminho falecer. Elas vão partir, e isso faz parte da vida, faz parte de viver o momento e tentar estar realmente presente com tudo o que está acontecendo o tempo todo”, finalizou o cantor. E por falar em Avenged Sevenfold, a banda virá ao Brasil no finalzinho deste mês. Os shows irão rolar na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, e no Allianz Parque, em São Paulo – nos dias 28 e 31 de janeiro, respectivamente. A perna sul-americana Life is But A Dream Tour estava prevista para acontecer em outubro de 2025, no entanto, caiu por terra por problemas na voz de Shadows. A banda promete compensar o público com energia extra nas apresentações aqui em nosso país. Via: Rockbizz

Myles Kennedy diz que cantar Crazy Train na frente de Ozzy Osbourne foi intimidante
Notícias
17/01/2026

Myles Kennedy diz que cantar Crazy Train na frente de Ozzy Osbourne foi intimidante

Em uma nova entrevista com a iHeart Rocks Canada, o cantor Myles Kennedy (Alter Bridge, Slash feat Myles Kennedy & The Conspirators) foi questionado se guardava alguma lembrança carinhosa do saudoso Ozzy Osbourne. Ele respondeu: “Obviamente, [Ozzy] teve um profundo impacto em mim. A primeira vez que ouvi Diary Of A Madman, foi tipo, ‘O que está acontecendo? Isso é incrível’”. “Tenho ótimas lembranças da [turnê com ele e] Slash e The Conspirators. Fizemos turnê com o Ozzy – acho que foi há 15 anos. Abrimos os shows dele em um disco e fizemos uma série de shows em arenas, e foi muito legal poder assistir a tudo isso noite após noite”, acrescentou. “O superpoder dele era a capacidade de se conectar com o público e o quanto o público o adorava. E dava para perceber que ele se alimentava disso”. Myles também lembrou sua apresentação com Slash feat Myles Kennedy & The Conspirators no MTV Europe Music Awards de 2014, em Glasgow, quando cantou o clássico Crazy Train. A apresentação foi uma homenagem a Osbourne, que recebeu o prêmio Global Icon Award durante o evento. “Eu me lembro de ensaiar – mesmo conhecendo bem a música e já tendo ouvido um milhão de vezes, eu a praticava repetidamente, sabendo que [Ozzy] estaria na plateia”, disse Myles. “Às vezes, quando as pessoas fazem covers, elas ensaiam uma ou duas vezes. Eu pensava: ‘Ozzy vai estar lá. Eu quero fazer jus à música’. Então, me lembro de passar duas semanas, todos os dias, ensaiando sem parar. Foi muito divertido, mas também um pouco intimidante, sabendo que ele estava lá”, completou. Confira a entrevista e o cover de Crazy Train abaixo: Via: Rockbizz

Brian May afirma que o Queen não tocará no festival Glastonbury por motivos políticos
Notícias
17/01/2026

Brian May afirma que o Queen não tocará no festival Glastonbury por motivos políticos

O guitarrista do Queen, Brian May, afirmou que a banda não se apresentará no festival de Glastonbury por motivos políticos. Em uma nova entrevista ao Daily Mail, May expressou sua discordância com o apoio do fundador do festival britânico, Michael Eavis, ao abate de texugos ao longo dos anos. “Eu não tocaria no Glastonbury no ano que vem por causa da política das pessoas que organizam o festival. A menos que isso mude, eu não tocarei”, o guitarrista disse. “Eles gostam de matar texugos e acham que é por esporte”, afirmou ele, “e isso é algo que não posso apoiar, porque estamos tentando salvar esses texugos há anos, e eles continuam sendo mortos, por isso estamos perdendo essa oportunidade”. Eavis, que também é produtor de leite, já havia chamado May de “perigo para a agricultura” e criticou a oposição do guitarrista ao controverso abate de texugos, argumentando que o processo é uma luta contra o impacto que a tuberculose bovina pode causar quando o gado é infectado. May é cofundador da organização de bem-estar animal Save Me, que faz campanha contra a caça à raposa e o abate de texugos. Via: Rockbizz

Kreator lança clipe distópico para faixa-título do novo álbum Krushers Of The World
Notícias
16/01/2026

Kreator lança clipe distópico para faixa-título do novo álbum Krushers Of The World

O Kreator lançou nesta sexta-feira (16) seu aguardado 16º álbum de estúdio, Krushers Of The World. Com dez hinos avassaladores, o disco eleva o inconfundível som clássico do thrash metal da banda, incorporando elementos modernos com uma produção massiva e impecável assinada pelo aclamado produtor Jens Bogren. Krushers Of The World mostra o Kreator no auge de sua força criativa – furioso, preciso e mais relevante do que nunca. O álbum une décadas de legado do thrash metal a uma pegada contemporânea que impulsiona o gênero adiante. Para celebrar o lançamento, a banda estreou o videoclipe oficial da faixa-título. Ambientado em uma Berlim pós-apocalíptica, o vídeo apresenta uma visão sombria e impactante de um mundo à beira do colapso, abordando temas que ressoam com urgência nos dias de hoje. Com este trabalho, o Kreator prova mais uma vez por que continua sendo uma das forças mais influentes e vitais do metal mundial. Mille Petrozza comentou: “Hordas! Krushers Of The World agora é de vocês! Esperamos que gostem tanto quanto nós. Nos vemos na turnê!” Confira o clipe abaixo: Tracklist de Krushers Of the World: 01. Seven Serpents02. Satanic Anarchy03. Krushers Of The World04. Tränenpalast05. Barbarian06. Blood Of Our Blood07. Combatants08. Psychotic Imperator09. Deathscream10. Loyal To The Grave Via: Rockbizz

Graveyard confirma 4 shows no Brasil para maio
Notícias
16/01/2026

Graveyard confirma 4 shows no Brasil para maio

Graveyard retorna à América Latina para divulgar o álbum 6 em oito apresentações entre abril e maio. No Brasil, a banda sueca confirmou quatro shows. A abertura será da banda brasileira de rock psicodélico Bike. Os shows no Brasil acontecem todos em maio: dia 07/05 em Porto Alegre/RS (Espaço Marin), 08/05 em Curitiba/PR (Basement), 09/05 em São Paulo/SP (Hangar 110) e dia 10/05 em Belo Horizonte/MG (Mister Rock). Formada em 2006, em Gotemburgo, na Suécia, a banda se destacou desde o início pela paixão compartilhada por hard rock, psicodelia, stoner rock e pela base eterna do blues. No Brasil, o Graveyard logo ganhou fãs devotos, que acompanham a carreira dos suecos até hoje. A nova turnê pela América Latina será para divulgar o álbum 6, lançado em 2023, junto a diversos clássicos que nunca ficam de fora dos setlists. É um registro em que mostra mais uma evolução do Graveyard, tanto em termos de formação quanto de profundidade musical. A formação conta com o vocalista Joakim Nilsson, o guitarrista Jonatan Ramm, o baixista Truls Mörck e o baterista Oskar Bergenheim. É mais lento, mais soul, mais introspectivo e um pouco mais sombrio do que seus antecessores. 6 se apresenta como o álbum mais marcante e original da trajetória do Graveyard. Uma mistura suavemente lisérgica de guitarras desoladas, Hammond fervilhante e baixo e bateria ágeis, os suecos demonstram uma leveza que só haviam insinuado antes. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Graveyard e Goat lançam single em parceira “Ship Of Fools” Via: WikiMetal

Bangers Open Air 2026: Conheça as bandas nacionais que tocarão no festival
Notícias
16/01/2026

Bangers Open Air 2026: Conheça as bandas nacionais que tocarão no festival

Texto por: Jéssica Marinho e Vitor Melo O Bangers Open Air 2026 está chegando! O festival acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. Garanta seus ingressos no Clube do Ingresso.Além de atrações internacionais como Twisted Sister, In Flames, Within Temptation, dentre outras, o festival terá shows de grandes nomes do rock e metal nacional. Pensando nisso, o Wikimetal montou uma lista com todas as bandas que tocarão nos dois dias de evento. Sábado (25/04) Crypta Um dos maiores nomes do metal nacional, a banda de death metal formada em 2019, por Fernanda Lira (baixo e vocal) e Luana Dametto (bateria) após a saída de ambas da banda Nervosa já conquista grandes marcos na carreira. Desde o início, o grupo chamou atenção por apostar em um som extremo, técnico e direto, mas com identidade própria. O álbum de estreia, Echoes of the Soul (2021), foi bem recebido pela crítica especializada internacional e colocou a banda rapidamente no circuito global do metal pesado. Em 2023, a Crypta lançou o segundo disco, Shades of Sorrow, aprofundando a proposta sonora com composições mais sombrias e agressivas, além de letras que abordam temas como perda, dor e força emocional. A banda acumula turnês extensas pela Europa, Estados Unidos e América Latina, presença em grandes festivais e reconhecimento como um dos principais nomes do metal extremo surgidos no Brasil nos últimos anos. Desde o início, a banda se destacou pela consistência artística e pela forte presença de palco, conquistando público mesmo fora da cena tradicional do death metal. Violator Banda brasileira de thrash metal formada em 2002, em Brasília, ganhou destaque por resgatar a sonoridade crua e veloz do thrash dos anos 1980, com forte influência de nomes como Exodus, Slayer e Kreator. Cantando em inglês e adotando uma postura totalmente underground, o grupo começou a chamar atenção com o EP Chemical Assault (2004), que circulou amplamente na cena da música pesada e abriu portas fora do Brasil. O primeiro álbum completo, Violent Mosh (2008), consolidou a banda no cenário internacional, com críticas positivas em revistas especializadas e convites para shows fora do país. A banda construiu sua reputação quase exclusivamente no circuito underground, sem grandes campanhas comerciais, tornando-se referência para fãs do thrash mais tradicional e visceral. Em 2013, lançaram Scenarios of Brutality, aprofundando o som agressivo e direto, com letras de crítica social e política, mantendo a estética old school como marca registrada. A banda já carrega na bagagem turnês internacionais, participações em festivais de metal extremo e o reconhecimento como um dos principais representantes do thrash metal brasileiro no exterior. Korzus Os veteranos deste dia de festival, o Korzus carrega uma longevidade rara dentro do metal extremo, sobrevivendo a diversas mudanças de formação sem perder identidade sonora, mantendo-se ativa por mais de 40 anos como um dos nomes mais respeitados do metal brasileiro. Formada em 1983, em São Paulo, durante a efervescência da cena metal nacional dos anos 1980, e influenciada pelo thrash metal e hardcore, a banda se destacou desde cedo pela velocidade extrema, agressividade e letras críticas, tornando-se parte fundamental do chamado “metal paulistano”. O grupo ganhou projeção com os álbuns Sonho Maníaco (1987) e Mass Illusion (1991), este último considerado um marco do thrash nacional e frequentemente citado entre os discos mais influentes do gênero no Brasil. Ao longo das décadas, a Korzus manteve uma trajetória consistente, lançando trabalhos como Ties of Blood (2004), Discipline of Hate (2010) e Legion (2014), além de realizar turnês pelo Brasil, Europa e América Latina. Overdose Uma das pioneiras do heavy/thrash metal nacional, formada em 1985, em Belo Horizonte, a banda surgiu no mesmo contexto cultural que revelou a cena mineira de metal extremo nos anos 1980. Um marco decisivo de sua trajetória aconteceu ainda no início, quando a banda participou do split EP Bestial Devastation / Século XX (1985), lançado em parceria com o Sepultura. O disco se tornou um dos registros mais importantes do metal brasileiro. Com um som que transitava entre o heavy metal tradicional e o thrash metal em ascensão, Overdose ganhou destaque rapidamente no circuito underground e entrou para a história ao participar da coletânea Warfare Noise I (1986), registro fundamental do metal brasileiro que apresentou o grupo ao público nacional e internacional, sendo uma das primeiras bandas brasileiras de metal a se apresentar na Europa, abrindo caminhos para outras formações nacionais no exterior. O EP de estreia, Século XX (1985), seguidor do EP …Conscience… (1987), consolidou a identidade da Overdose com letras em português e uma abordagem agressiva e direta. Hangar Formada em 1997, em Porto Alegre, coordenada pelo baterista Aquiles Priester, tornou-se uma dos principais nomes do power/prog metal. Desde o início, o grupo se destacou por unir peso, técnica e forte senso melódico, com arranjos elaborados e influência tanto do metal europeu quanto da música erudita. O álbum de estreia, Inside Your Soul (2001), colocou a banda rapidamente no radar internacional, rendendo turnês pela Europa e Japão e consolidando o nome da Hangar fora do Brasil. Ao longo da carreira, a banda lançou trabalhos como The Reason of Your Conviction (2007), Infallible (2011) e Stronger Than Ever (2016). Em 2018 a banda realizou o último show no Manifesto Bar. Após várias mudanças na formação, o que ajudou a moldar a Hangar como uma banda aberta a diferentes fases e vocalistas ao longo dos anos, retornam após um hiato com uma turnê comemorativa e nova releitura. Marenna A banda mais novata desse line-up e a única representante do hard rock melódico/AOR, liderada pelo vocalista Rod Marenna, a banda ganhou notoriedade por resgatar a sonoridade clássica do rock dos anos 1980 com produção moderna e identidade própria. O projeto ganhou forma ao longo da década de 2010 e chamou atenção pela qualidade vocal, refrões marcantes e forte influência do hard rock europeu e norte-americano, dialogando com nomes como Journey, Foreigner e Whitesnake, sem perder personalidade. A discografia inclui álbuns como No Regrets (2017) e Voyager (2021), que ajudaram

“No meio metal tem muito racista; mas tem bastante gente que é de esquerda”, analisa João Gordo
Notícias
16/01/2026

“No meio metal tem muito racista; mas tem bastante gente que é de esquerda”, analisa João Gordo

A sociedade é um organismo vivo que muda diariamente! Essas mudanças podem variar para o campo positivo e negativo, dependendo do recorte ou para onde se lança os olhos. A cena metal, por exemplo, é um microcosmo dentro do todo da coletividade que possui as suas respectivas características e que tem os seus acertos e defeitos. Em entrevista ao canal Chuva TV, João Gordo, vocalista do Ratos de Porão, analisou o perfil da cena heavy metal. Ele destacou que tem o lado ruim, isto é, as pessoas racistas e pró políticas de extrema direita. Contudo, ele também pontuou que há uma galera consciente, que vai contra este aspecto. “No meio metal tem muito racista. E não só racista como ‘Trumpista’ e MAGA [Make America Great Again – Faça a América Grande Novamente – slogan de Donald Trump]. O metal é bastante… Mas tem bastante gente do metal que é de esquerda. Os caras são mais conscientes e tal. Não é pouca gente, não”. E antes de abordar o assunto de racismo, João falou sobre o vocalista do Pantera, Phil Anselmo, que já flertou com este preconceito e enalteceu Adolf Hitler. Vale lembrar que o político foi o líder do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, de extrema direita. Ele instituiu um regime totalitário na Alemanha, deu início à Segunda Guerra Mundial e foi responsável pelo Holocausto, que resultou no assassinato de milhões de judeus e outras minorias. “Eu tenho um amigo – o cara é quentíssimo – que foi na casa do Phil Anselmo. A piscina era em forma de guitarra. A sala tinha um puta som e cheia de disco, mas na parede tinha um quadro de Adolf Hitler”. “O cara é meio simpatizante a vida inteira. Eu fico bêbado e não fico falando ‘Heil Hitler’ [no fim do festival Dimebash 2016, Anselmo fez uma saudação nazista e gritou ‘white power’ (poder branco) para a plateia]. Tem que se ferrar”, completou. Via: Rockbizz

My Chemical Romance: O que esperar dos shows no Brasil
Notícias
16/01/2026

My Chemical Romance: O que esperar dos shows no Brasil

Texto por: Jéssica Marinho e Gabriela Marqueti My Chemical Romance retorna ao Brasil pela primeira vez em 18 anos com dois shows em São Paulo, no Allianz Parque, nos dias 05 e 06 de fevereiro. Os ingressos para o dia 06 ainda estão à venda através do site da Eventim. A capital paulista será palco de uma das apresentações mais aguardadas do ano, que deve reunir um setlist cheio de clássicos e performances eletrizantes. O show contará com a abertura da banda punk sueca The Hives. No Brasil, o My Chemical Romance não foi apenas uma banda de sucesso, mas um fenômeno cultural nos anos 2000. O retorno – após a única visita ao país, em 2008, durante a turnê The Black Parade – acontece em um cenário diferente, com fãs mais velhos, mas igualmente engajados, e uma nova geração curiosa para ver ao vivo um nome que ajudou a definir o rock alternativo do século 21. No exterior, a banda tem esgotado inúmeras datas com a turnê Long Live: The Black Parade. O grupo tem tocado o álbum The Black Parade (2006) na íntegra e dedicado a segunda metade dos shows para alguns de seus maiores sucessos, como “Helena”, “The Ghost of You” e “Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)”. A performance também tem um teor teatral e conceitual, mostrando os integrantes como personagens opositores a um regime autoritário. Ainda não está claro se o My Chemical Romance trará a turnê para o Brasil no mesmo formato apresentado nos Estados Unidos e na Europa. Fãs notaram que o anúncio do show da banda no Brasil não continha o nome da turnê Long Live: The Black Parade e sinalizaram o comentário da produtora que informa que este será “um show imperdível com seus maiores hits”. O primeiro show da turnê na América Latina acontece dia 25 de janeiro, em Lima, no Peru, onde essa dúvida deve ser sanada. Detalhes sobre a ‘Long Live: The Black Parade’ Nas apresentações mais recentes, a banda revive The Black Parade na íntegra, misturando dramatização, cenografia temática e pirotecnia, mostrando um My Chemical Romance coeso, intenso e visualmente impactante. O conceito original do álbum The Black Parade já explorava temas de identidade, vida e morte através de personagens e figurinos marcantes, contando a história de um personagem moribundo chamado O Paciente e sua reflexão sobre a vida enquanto enfrenta a morte iminente. A turnê Long Live: The Black Parade revisitou esse universo de forma ampliada. Nesta nova fase, o espetáculo expande o universo criado pelo álbum, marcando o retorno do alter ego The Black Parade, resgatado da turnê mundial de 2007, agora inserido como parte de uma encenação em que a banda se apresenta para satisfazer o governante do país fictício chamado Draag, que vive um regime ditatorial comandado pelo Grande Ditador Imortal, com estética e referências visuais que lembram regimes altamente organizados e autoritários. Ao longo do show, a história avança por meio das interações da banda com diferentes personagens, entre eles o Atendente e o Palhaço (ambos interpretados pelo ator Charlie Saxton) e Marianne (Lucy Joy Altus). Durante a turnê, vários ministérios do país Draag foram mencionados ou apareceram, incluindo o “Ministério das Tarefas Seriais”, o “Ministério do Recondicionamento Gratuito” e o “Ministério das Relações Operísticas”. My Chemical Romance também criou o hino nacional de Draag, intitulado “Over Fields (The National Anthem of Draag)”, publicado nas redes sociais. Para reforçar o aspecto narrativo, várias músicas de The Black Parade foram adaptadas especialmente para essa turnê, ganhando novas introduções, trechos inéditos e finais prolongados, criando versões exclusivas que ampliam a experiência dramática e conectam o repertório à história encenada no palco. Para criar um universo distinto, Gerard Way pediu ao designer de tipografia Nate Piekos, colaborador em projetos visuais da banda, para criar uma língua fictícia chamada Keposhka para elementos visuais da turnê. Nos shows, o frontman Gerard Way alterna momentos teatrais com discursos breves, enquanto a banda mantém uma performance sólida e emocionalmente carregada. A produção aposta em iluminação dramática e na já famosa estética sombria, com os clássicos figurinos marcantes da era The Black Parade. Alguns veículos relataram que essa narrativa distópica gerou debates públicos, incluindo interpretações sobre crítica social ou política implícita no espetáculo. Por exemplo, o jornal AS relatou que a apresentação incomodou setores da direita nos Estados Unidos por sua estética e potencial leitura crítica de regimes autoritários. Já o site americano Paste Magazine, fez uma observação sobre o vídeo postado pela banda em 2024 para anunciar a turnê, dizendo ser uma “coincidência sinistra”, já que Donald Trump havia acabado de ser nomeado presidente para seu segundo mandato dias antes do anúncio da turnê, além de “a possibilidade de nosso país se tornar um estado fascista era iminente”. Um show de hits e B-Sides Após a apresentação do The Black Parade completo, a banda retorna para a segunda parte do show focando em seus maiores sucessos e faixas menos conhecidas pelo mainstream. De acordo com o setlist.fm, podem ser esperadas performances de “I’m Not Okay (I Promise)”, “Thank You For The Venom”, “Boy Division”, e um cover de “Bullet With Butterfly Wings”, do The Smashing Pumpkins. Relembre abaixo alguns clássicos: LEIA TAMBÉM: My Chemical Romance lança nova versão do clássico “Helena” Via: WikiMetal

“Anos 90 e 2000 ainda estava todo mundo louco; eu estava do avesso e vivendo intensamente o rock”, conta João Gordo
Notícias
16/01/2026

“Anos 90 e 2000 ainda estava todo mundo louco; eu estava do avesso e vivendo intensamente o rock”, conta João Gordo

Sexo, drogas e rock n’ roll já foi o lema de vida de muitos músicos e artistas ao longo das décadas, e essa trinca foi o motivo da derrocada de muitas pessoas. A lista é longa e contempla grandes nomes como Keith Moon (The Who), John Bonham (Led Zeppelin), Bon Scott (AC/DC), Layne Staley (Alice In Chains) e muitos outros. Aqui no Brasil quem viveu bastante no limite e quase foi bater um papo presencial com a dona da foice foi o vocalista do Ratos de Porão, João Gordo. Trocando uma ideia com o Chuva, do canal Chuva TV, o cantor contou como está a cena punk atual e, claro, lembrou o período em que vivia a mil quilômetros por hora. “As bandas de hoje são diferentes! O negócio do punk está meio pasteurizado. O negócio de ter vivido a letra quase ninguém vive hoje em dia. Você pega essas bandas de heavy metal, você acha que eles viveram aquelas letras? Isso é difícil! Dentro do Ratos tem muita coisa que eu vivi muito. É por isso que tem a letra”. Gordo prosseguiu recordando o período em que atolava o pé na jaca e fazendo um contraponto ao momento atual da rock. “Nos anos 90 e 2000 ainda estava todo mundo louco e esperneado. Eu estava do avesso! Hoje em dia é diferente, as pessoas não ficam mais tão do avesso como a gente ficava antes. Na época tinha os ‘after hour’; você ficava louco três dias”. “Você novo, com vinte e cinco e trinta anos, fica doido e vivendo intensamente o rock. Eu só não morri porque fui um sortudo”, completou João. Via: Rockbizz

Lançamentos de rock e metal da semana: Black Label Society, Ghost, Claustrofobia e mais
Notícias
16/01/2026

Lançamentos de rock e metal da semana: Black Label Society, Ghost, Claustrofobia e mais

Mais uma sexta-feira chega com vários lançamentos de rock e metal para ouvir, seja das bandas e artistas que você já ama ou de novos projetos que ainda não estavam no seu radar. Para te deixar por dentro das principais novidades da semana, o Wikimetal reúne as principais em um só lugar: nossa playlist de lançamentos, que é atualizada toda sexta-feira com os melhores singles, EPs e álbuns do mundo do rock e metal. A playlist Lançamentos de rock e metal está disponível no Spotify com uma curadoria das músicas lançadas nos últimos dias. Nesta semana, temos álbum novo do Kreator, Vesseles e Soen, singles novos de Black Label Society, Ghost, Lamb of God e Claustrofobia, nossas descobertas do Groover e muito mais. Além disso, reunimos aqui todos os álbuns que saíram nesta sexta para você descobrir o que tem de mais novo no mundo do rock e do heavy metal, de acordo com seu estilo favorito! DISCOS Kreator – Krushers Of The WorldPara quem gosta de: Thrash Metal Soen – ReliancePara quem gosta de: Meta Progressivo Vesseles – HomePara quem gosta de: Black Metal Sinfônico LEIA TAMBÉM: 5 músicas que queremos ouvir nos shows do A Day To Remember no Brasil Via: WikiMetal

Bangers Open Air 2026 anuncia pré-party com atrações do festival
Notícias
16/01/2026

Bangers Open Air 2026 anuncia pré-party com atrações do festival

Bangers Open Air 2026 confirmou uma Pré-Party com 06 atrações do festival: Primal Fear, Tankard, Matanza Ritual, Seven Spires (feat. Roy Khan) e Trovão. O evento acontecerá um dia antes do festival, na sexta-feira, 24 de abril, na Audio, em São Paulo. Não há venda de ingressos para este evento. O acesso a este evento é exclusivo para os Bangers Lovers: os fãs que garantiram as modalidades Blind Ticket, Blind Ticket de Lounge e Early Bird. A partir do dia 09 de março, aqueles que possuem o ingresso que oferece direito à pré-party receberão um e-mail com instruções para resgatar o ticket digital. Além das atrações, o público poderá participar de sorteios, promoções e ativações, enquanto fazem um esquenta para o maior festival do Brasil. Também estarão presentes artistas nacionais e internacionais. O Bangers Open Air acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 25 e 26 de abril. A organização anunciou o line-up completo com Angra, Twisted Sister, Smith/Kotzen, Fear Factory, Jinjer, Killswitch Engage, In Flames, e outras. Além das anunciadas anteriorentes, Within Temptation, Feuerschwanz, Eluveite, Primal Fear, Tankard, Black Label Society, Nevermore, Onslaught e Crazy Lixx. Serviço Pré-Party Oficial do Bangers Open Air Cidade: São Paulo/SP Local: Audio Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda, CEP 05001-100 Horário: 19h (abertura) / 20h00 (início dos shows) Realização: Bangers Open Air Resgate do ticket digital: a partir do dia 09 de março através do site Clube do Ingresso View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Twisted Sister: O que esperar do setlist no Bangers Open Air? Via: WikiMetal

Lucifer fará oito apresentações no Brasil em abril
Notícias
16/01/2026

Lucifer fará oito apresentações no Brasil em abril

A banda de occult rock Lucifer retornará ao Brasil em abril para oito apresentações como parte de um novo giro pela América do Sul, que também inclui Argentina e Chile. A turnê volta a divulgar o quinto álbum de estúdio do grupo sueco, Lucifer V. A passagem pelo país tem como ponto alto a participação do Lucifer no Festival Bangers Open Air, em São Paulo, no dia 25 de abril, um dos principais eventos dedicados ao rock e ao heavy metal no Brasil. Além disso, o grupo confirmou um show extra e solo na capital paulista, no dia 29 de abril, no Hangar 110. A turnê também inclui shows em Brasília (16/04, Infinu), Curitiba (18/04, Basement Cultural), Florianópolis (19/04, Célula Showcase), Porto Alegre (20/04, Espaço Marin), Rio de Janeiro (26/04, Experience Music) e Belo Horizonte (28/04, Mister Rock). Formado em 2014, o Lucifer se estabeleceu como um dos principais nomes do hard rock e do occult rock contemporâneo ao retomar referências diretas do rock pesado dos anos 1970, com influência clara de bandas como Black Sabbath, Pentagram e Coven. A identidade do grupo é conduzida pela vocalista e compositora Johanna Sadonis, responsável pela direção estética, lírica e conceitual do projeto desde o início. A banda que a acompanhará nesta turnê pela América do Sul será revelada em breve. Ao longo da última década, a banda construiu uma discografia coesa e reconhecível, baseada em riffs clássicos, estruturas diretas e uma abordagem ritualística tanto em estúdio quanto no palco. Lançado em janeiro de 2024 pela Nuclear Blast Records, Lucifer V marca um ponto de síntese na trajetória do grupo. O disco aprofunda a linguagem desenvolvida nos trabalhos anteriores e apresenta canções mais concisas, com foco em dinâmica, melodia e peso equilibrado. As letras abordam temas recorrentes no universo da banda, como mortalidade, perda, desejo e espiritualidade, sempre ancoradas em narrativas pessoais e simbólicas. Faixas como Fallen Angel, At the Mortuary e Maculate Heart passaram a ocupar posição central nos shows recentes. A turnê de divulgação de Lucifer V incluiu apresentações em festivais de grande porte e casas tradicionais na Europa e na América do Norte. Shows no Hellfest, no Wacken Open Air e no Psycho Las Vegas se destacaram pela resposta do público e pela solidez da performance ao vivo. Ao longo da última década, o Lucifer acumulou reconhecimento institucional e editorial dentro do circuito do rock pesado. A banda recebeu duas indicações ao Swedish Grammy na categoria Melhor Álbum de Hardrock/Metal, além de uma indicação ao Swedish Radio Award P3, premiação ligada à principal emissora pública de rádio da Suécia. Também foi indicado ao GAFFA Awards, prêmio organizado pela revista homônima com foco em rock e música alternativa no norte da Europa. Ainda no início da carreira, o Lucifer estampou a capa da revista norte-americana Decibel antes do lançamento de seu primeiro álbum, um indicativo da atenção da imprensa especializada internacional desde os primeiros anos de atividade. Com uma década de atividade, cinco discos lançados e presença constante em turnês internacionais, o Lucifer volta à América do Sul no ápice da maturidade artística, com identidade bem definida e conquistando públicos de diversos subgêneros do rock e do heavy metal. SERVIÇO:Lucifer | South America 2026 16.04 • Brasilia, InfinuIngresso: shotgun.live 18.04 • Curitiba, BasementIngresso: 101tickets.com.br/events/details/Lucifer-em-Curitiba-18 19.04 • Florianópolis, Célula showcaseIngresso: https://101tickets.com.br/events/details/Lucifer-em-Florianopolis-19 20.04 • Porto Alegre, Espaço MarinIngresso: 101tickets.com.br/events/details/Lucifer-em-Porto-Alegre-20 25.04 | São Paulo, Festival Bangers open AirIngresso: clubedoingresso.com/evento/bangersopenairbrasil2026 26.04 | Rio de Janeiro, Experience MusicIngresso: 101tickets.com.br/events/details/Lucifer-no-Rio-de-Janeiro-26 28.04 | Belo Horizonte, Mister RockIngresso: 101tickets.com.br/events/details/Lucifer-em-Belo-Horizonte-28 29.04 | São Paulo, Hangar 110Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/LUCIFER-em-SAO-PAULO-SIDE-SHOW-BANGERS-OPEN-AIR-29 Via: Rockbizz

Lucifer anuncia 7 shows pelo Brasil além do Bangers Open Air
Notícias
16/01/2026

Lucifer anuncia 7 shows pelo Brasil além do Bangers Open Air

O Lucifer retorna ao Brasil em abril para oito apresentações como parte de uma nova turnê pela América do Sul, que também inclui Argentina e no Chile. A turnê volta a divulgar o quinto álbum de estúdio, Lucifer V. A passagem pelo país tem como ponto alto a participação do Lucifer no Festival Bangers Open Air 2026, em São Paulo, no dia 25 de abril, um dos principais eventos dedicados ao rock e ao heavy metal no Brasil. Além disso, o grupo confirmou um show extra e solo na capital paulista, no dia 29 de abril, no Hangar 110. A turnê também inclui shows em Brasília (16/04, Infinu), Curitiba (18/04, Basement Cultural), Florianópolis (19/04, Célula Showcase), Porto Alegre (20/04, Espaço Marin), Rio de Janeiro (26/04, Experience Music) e Belo Horizonte (28/04, Mister Rock). Formado em 2014, o Lucifer se estabeleceu como um dos principais nomes do hard rock e do occult rock contemporâneo ao retomar referências diretas do rock pesado dos anos 1970, com influência clara de bandas como Black Sabbath, Pentagram e Coven. Com uma década de atividade, cinco discos lançados e presença constante em turnês internacionais, o Lucifer volta à América do Sul no ápice da maturidade artística, com identidade bem definida e conquistando públicos de diversos subgêneros do rock e do heavy metal. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Lucifer lança cover de “Who By Fire”, de Leonard Cohen, com Bobby Liebling, do Pentagram Via: WikiMetal

Ghost lança “It’s a Sin”, cover de Pet Shop Boys, nas plataformas digitais
Notícias
16/01/2026

Ghost lança “It’s a Sin”, cover de Pet Shop Boys, nas plataformas digitais

O Ghost lançou oficialmente nesta sexta-feira, 16, sua versão de “It’s a Sin”, clássico de 1987 do Pet Shop Boys, em todos os serviços de streaming. A faixa inclui um videoclipe criativo e ao estilo retrô. A banda havia divulgado o lançamento em um novo capítulo da sua série de vídeos online. E também esclareceu que a versão liberada é a mesma originalmente incluída como faixa bônus na edição deluxe do álbum Prequelle, de 2018 – e que até agora estava restrita apenas à versão física do álbum. O Capítulo 24 continua a narrar os acontecimentos envolvendo o ex-vocalista da banda, Frater Imperator (também conhecido como Papa Emeritus IV e Cardinal Copia – conheça aqui todos os personagens do universo da banda). E, desta vez, explora o plano nefasto para lançar um cover de uma música de sua época – no caso, “It’s a Sin” -, após ser deixado de lado com a ascensão do mais recente vocalista do grupo, Papa V Perpetua. Por meio deste capítulo, Ghost também esclareceu que um novo EP de covers não está em produção, afirmando que esse tipo de projeto não está em desenvolvimento no momento. LEIA TAMBÉM: Ghost: conheça todos os papas e personagens do universo da banda Via: WikiMetal

Pamela Anderson quebra o silêncio sobre sua relação com Tommy Lee, baterista do Mötley Crüe
Notícias
16/01/2026

Pamela Anderson quebra o silêncio sobre sua relação com Tommy Lee, baterista do Mötley Crüe

A modelo e atriz Pamela Anderson, 58 anos, finalmente quebrou o silêncio sobre sua relação com a estrela do rock, Tommy Lee, 63, baterista do Mötley Crüe. Ela falou sobre o ex-companheiro em entrevista ao programa Andy Cohen Live, que vai ao ar pela rádio SiriusXM. “Meu filho Dylan vai se casar em breve, então os verei no casamento”, contou Pamela. Além de Dylan, que tem 26 anos, o casal teve outro filho, Brandon Thomas, de 27 anos. Anderson continuou: “Eles o veem. Eu sempre pergunto sobre ele. Tentei mandar picles para ele. Tento manter contato. Mas também tento ficar de fora disso! Na verdade, eu não deveria estar dizendo nada, mas desejo tudo de bom para eles. Espero que esteja tudo bem”. A atriz de S.O.S. Malibu e Desejo Fatal pontuou que queria ter uma melhor comunicação com o baterista do Mötley Crüe, mas não tem por conta da atual esposa do músico, a modelo Brittany Furlan. “Bem, eu simplesmente acho que ele é um verdadeiro romântico. Ele é muito dedicado à esposa, e acho que ele só não quer causar problemas ou talvez, não sei, mas eu não gosto disso. Não falo com ele há muito tempo. Sinto falta dele! Mas com os filhos se casando e tendo netos, sempre estaremos conectados de alguma forma”. Pamela Anderson e Tommy Lee se casaram após um romance relâmpago em 1995. Da mesma forma que começou rápido o relacionamento, ele também se encerrou. O casal se divorciou em 1998. Via: Rockbizz