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Alissa White-Gluz reclama de misoginia no metal: “Enfrentei muita reação negativa por ser mulher”
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23/01/2026

Alissa White-Gluz reclama de misoginia no metal: “Enfrentei muita reação negativa por ser mulher”

A cena heavy metal é, na maioria das vezes, um ambiente positivo, no qual preconceitos de toda sorte não encontram espaço para vingar, visto que o próprio estilo é alvo de olhos maldosos de pessoas fora do circuito. Contudo, em alguns momentos, há pessoas que estragam o rolê metal destilando veneno contra os artistas e contra o próprio público. Quem sofre mais com isso é a parcela feminina, que recebe ataques dos trolls nas redes sociais e nas apresentações ao vivo. A ex-vocalista do Arch Enemy, Alissa White-Gluz, foi vítima dessa parcela podre do metal. Ela falou recentemente sobre os desafios de ser uma vocalista feminina na indústria musical em entrevista ao podcast Behind The Screams. “Enfrentei muita reação negativa por ser mulher. E também por ser uma mulher que não tinha medo de ser mulher. Eu não tentei… Passei a simplesmente aceitar que eles não me viam como um deles. Eles estavam deixando bem claro que me viam como uma mulher, então eu ia aceitar isso”. Alissa continuou: “Adoraria dizer que melhorou, mas na verdade não acho que tenha melhorado. Acho que há muito mais de nós na cena agora, o que é ótimo. Nós somos todas amigas e nos apoiamos mutuamente. Eu converso com todas as cantoras. Conversamos o dia todo! Mas as dificuldades ainda existem. Ainda há muita coisa que enfrentamos que nossos colegas homens não enfrentam. E não é só na música, claro, é assim em todas as áreas”. “Eu consegui vingar na cena, mas foi muito difícil. Ainda é difícil e será difícil para qualquer jovem mulher que esteja começando agora também. É por isso que acho que meu melhor conselho é: não tenha medo de ser você mesma. Não tenha medo de ser mulher’”, finalizou a cantora. Via: Rockbizz

Megadeth finalmente lança cover de Ride The Lightning e recebe aprovação dos fãs
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23/01/2026

Megadeth finalmente lança cover de Ride The Lightning e recebe aprovação dos fãs

O Megadeth finalmente lançou o cover de Ride The Lightning e recebeu aprovação dos fãs. A faixa está no novo, autointitulado e derradeiro registro de estúdio do grupo, que saiu nesta sexta-feira, dia 23 de janeiro de 2026 pelo selo BLKIIBLK, o qual pertence a Dave Mustaine em parceria com o pessoal da Frontiers Label Group. A banda compartilhou o disco na íntegra no YouTube, e os fãs logo correram para ouvir e dar as suas opiniões sobre a obra musical. Em específico sobre Ride The Lightning, que é um cover do Metallica, os internautas deixaram palavras positivas no campo de comentários. “Fiel demais ao original, mas soa ótimo”, escreveu uma das pessoas. Outros indivíduos ficaram ainda mais animados e pontuaram que a banda honrou a versão original e que o som está foda. No player abaixo você pode conferir a versão do Megadeth para Ride The Lightning, ver as reações da galera na sessão de comentários e tirar as suas próprias conclusões. Dave Mustaine escreveu Ride The Lightning em parceria com James Hetfield, Cliff Burton (baixo) e Lars Ulrich (bateria). A canção é a faixa-título do segundo trabalho do Metallica. Via: Rockbizz

Mike Shinoda tem más notícias sobre o novo álbum do Linkin Park com Emily Armstrong
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23/01/2026

Mike Shinoda tem más notícias sobre o novo álbum do Linkin Park com Emily Armstrong

O Linkin Park retornou aos palcos em outubro de 2024 com a frontwoman Emily Armstrong, 39. A volta do grupo já rendeu também um álbum completo de canções inéditas, o qual se chama From Zero e saiu em 15 de novembro do citado ano pela Warner Records. No entanto, o vocalista Mike Shinoda tem más notícias sobre o novo álbum do Linkin Park com Emily Armstrong. Ele compartilhou detalhes sobre o processo criativo da banda em novo bate-papo com revista Rolling Stone India. Sobre um novo disco, ele disse: “Ainda não temos nada definido, nenhuma ideia concreta, datas, cronogramas ou algo do tipo. Eu diria apenas que estamos todos muito animados para começar”. O líder do Linkin Park também destacou a abordagem criativa de Emily e o prazer que tem em trabalhar com a cantora. “Descobri durante o processo do último álbum que a Emily tem uma ótima maneira de desligar o filtro mental. Se você conseguir colocá-la nesse modo, ela simplesmente solta coisas malucas no microfone ou, quando estamos compondo letras, ela canta algo totalmente estranho”. “Quando ela se solta o suficiente, começa a experimentar dessa forma. Não há mais ninguém na nossa banda que tenha essa capacidade”, acrescentou Shinoda. O Linkin Park iniciou a temporada de shows 2026 nesta semana com a passagens pelo Barém e Índia. Após esta perna, a banda só voltará aos palcos em março, com uma longa visita à Austrália e Nova Zelândia. A Europa também está no roteiro do conjunto. Via: Rockbizz

Francis Buchholz, ex-membro do Scorpions, morre aos 71 anos
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23/01/2026

Francis Buchholz, ex-membro do Scorpions, morre aos 71 anos

Mais uma baixa no rock n’ roll! Francis Buchholz, ex-membro do Scorpions, morreu aos 71 anos. O baixista fez parte da banda alemã em seu pico de popularidade entre meados da década de 1970 até começo dos anos 90. Francis ajudou na criação de álbuns como Lovedrive (1979), Animal Magnetism (1980), Blackout (1982), Love at First Sting (1984), Savage Amusement (1988) e Crazy World (1990). Pelas mídias sociais a banda se manifestou sobre a morte do músico: “Nós acabamos de receber a triste notícia do falecimento de nosso amigo de longa data e baixista, Francis Buchholz. Seu legado na banda viverá para sempre, e sempre nos lembraremos dos muitos bons momentos que compartilhamos juntos”. Após deixar o Scorpions, Buchholz ainda continuou no mundo da música. Ele participou da banda Dreamtide, que contava com ex-integrantes do Scorpions e outros nomes da cena hard rock da Alemanha. Francis também foi atuante como músico de estúdio, participando de várias produções em país natal. Via: Rockbizz

Rob Zombie aposta no groove e refrão chiclete no novo som (I’m A) Rock ‘N’ Roller
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23/01/2026

Rob Zombie aposta no groove e refrão chiclete no novo som (I’m A) Rock ‘N’ Roller

Rob Zombie está apostando no groove e refrão chiclete no novo som (I’m A) Rock ‘N’ Roller, que é o terceiro single de seu vindouro registro de estúdio, o oitavo de sua carreira, que levará o nome de The Great Satan e sairá em 27 de fevereiro pela Nuclear Blast Records. O disco, que é o sucessor de The Lunar Injection Kool Aid Eclipse Conspiracy (2021), é uma volta às raízes, com traços de seu primeiro álbum Hellbilly Deluxe, que misturou punk, heavy metal, sons eletrônicos e estética de terror. O trabalho será o primeiro desde a volta do guitarrista Mike Riggs que ajudou a criar os famosos Hellbilly Deluxe (1998) e The Sinister Urge (2001). The Great Satan já está disponível para pré-venda em uma variedade de formatos, incluindo uma edição limitada com box especial e itens de vestuário. Confira em robzombie.bfan.link. Track listing de The Great Satan: Música e áudio01. F.T.W. 8402. Tarantula03. (I’m a) Rock ‘N’ Roller04. Heathen Days05. Who Am I06. Black Rat Coffin07. Sir Lord Acid Wolfman08. Punks And Demons09. The Devilman10. Out of Sight11. Revolution Motherfuckers12. Welcome To The Electric Age13. The Black Scorpion14. Unclean Animals15. Grave Discontent Via: Rockbizz

Death To All em Porto Alegre leva os clássicos do Death aos “gaúchos metaleiros” 
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23/01/2026

Death To All em Porto Alegre leva os clássicos do Death aos “gaúchos metaleiros” 

Texto por: Rust Machado “Vocês devem gostar muito de death metal, meus amigos”, disse Steve DiGiorgio ainda nas primeiras músicas, “para virem celebrar essas músicas numa terça-feira à noite”. A euforia do público dizia tudo: em 20 de janeiro, a capital gaúcha lotou o Opinião para ver o Death to All. Programado para as 21h, as lendas Gene Hoglan (baixo), Steve DiGiorgio (bateria), Bobby Koeble (guitarra) e Max Phelps (voz e guitarra) subiram no palco para reviver as glórias da exemplar discografia do Death. Se um dia os “gaúchos metaleiros” (palavras invocadas por DiGiorgio, e em português!) lamentaram a impossibilidade de ver o grande Chuck Schuldiner, pelo menos nossa geração foi agraciada pelo tempo, que refinou os olhares, reorganizou afetos, e quebrou tabus. O Death To All já vem ao Brasil pela segunda vez, e dessa vez trazendo o álbum Symbolic (1995) na íntegra, em celebração de suas 3 décadas. A tour Symbolic Healing aproveita também pra comemorar os 35 anos de de Spirtual Healing (1990), mas o que entrega na prática é uma fileira de clássicos para fazer marmanjo fazer careta e se acabar. O quarteto surge para o público ao som de “Infernal Death” rugindo nos PAs, remetendo ao lendário Scream Bloody Gore (1985), e então a banda inicia com “Living Monstrosity” e “Defensive Personalities”, músicas absurdas, mas que honestamente, serviram de prelúdio pro que viria logo mais. A banda impressiona muito, traz toda a crueza dos primórdios do grupo e mostra muito entrosamento. DiGiorgio nos adianta: “Essa é uma tour para celebrarmos Spiritual Healing e, principalmente Symbolic…”, e aqui recebe um ótimo retorno da plateia. “Mas nós tocaremos músicas de todas as eras do Death!”, complementa, fazendo as devidas honrarias ao nome de Chuck, interagindo com um fã que carregava um letreiro com as palavras “Chuck Lives” (Chuck vive), enquanto o set seguia com a aguardada “Lack of Comprehension”. Steve DiGiorgio assume a comunicação com o público, dominando a ação como ninguém. Sua presença é física e metafisicamente gigante, e sua persona, quase irreverente no universo do Death – adota há muito um estilo hippie, com direito a tocar pedradas como “Altering the Future” e “Zombie Ritual” de sandália no Opinião, portando um imenso baixo de apenas três cordas estranhamente imponente, onde caminha pelas notas em técnica extrema, mostrando fluência e intimidade com os sons que co-criou. A banda seguiu com “Within The Mind”, a aguardada “The Philosopher” que inspirou o moshpit do Opinião, e encerrou o primeiro ato com “Spiritual Healing”. Aqui, a satisfação do público, que já era imensa, alcançou níveis históricos. DiGiorgio anunciou que iniciariam ali a execução completa de Symbolic, e que algumas daquelas canções não haviam visto os palcos nem na época das tours do disco. O riff hipnótico do imenso clássico “Symbolic” mexeu com os presentes, e naquele momento todo mundo viu que estava vivendo algo que transcendia as expectativas. Banda tocou ‘Symbolic’ na íntegra Max Phelps conduz as partes de frontman com uma modéstia estoica e curiosa. Vindo do underground, à frente de bandas como Cynic e Exist, qual fã do Death não se realizaria na vida tocando “Empty Words”, “Sacred Serenity” e “1000 Eyes” ao lado de seus ídolos? A coisa ia ganhando mais e mais proporção, violência, volume de massa sonora, conforme o disco ia seguindo a diante. É necessário dizer que Gene Hoglan, em sua técnica imbatível, brilha como ninguém na execução dos trabalhos, trazendo na memória suas combinações memoráveis e viradas furiosas do disco em meio a um caos maravilhoso. Desse repertório, a dobradinha “Without Judgement” e “Crystal Mountain” teve uma resposta rápida do público, que foi se apossando cada vez mais da violência transmitida pelas canções, seja pelas pausas e quebras brutais ou por seus vocais extremamente convidativos: “Without judgement what would we do”? / “In the Crystal mountain, evil take its form”. Todos sentiam que caminhávamos para o fim do disco e no moshpit os menos violentos começavam a ceder espaço para rodas que não paravam de crescer. “Misanthrope” com suas longas suspensões, e “Perennial Quest” encerraram a íntegra do álbum e a banda se despediu temporariamente. Os 4 músicos apresentam uma performance de destaque no universo metálico, inclusive Bobby Koeble. Menos famoso que os colegas, o guitarrista gravou o Symbolic e nessa tour via-se sua satisfação em trazê-lo à vida após 3 décadas. Bobby tem o visual, o estilo e a paixão que são definidores do estilo. A banda retornou para a excepcional execução de “Spirit Crusher”, a mais cadenciada do set, e também uma (outra!) das queridinhas do público, enquanto o grand finale ficou a cargo de “Pull the Plug”, um dos grandes clássicos da primeira fase do Death. O fato de nenhum dos 3 ter gravado os álbuns “Sound of Perseverance” (1998) e “Leprosy” (1988) selou com força o espírito de tributo a Chuck dessa esmerada apresentação. Fizeram falta canções do Individual Thought Pattern (1993) – afinal não é todo dia que temos 2 das lendas que o gravaram juntas no palco. Quem sabe não estão economizando para um retorno no futuro, trazendo o convidado original Andy LaRocque (do King Diamond) na caravana? É apenas um sonho distante, mas se tem uma coisa que o Death to All está nos proporcionando, é a alegria de ver no palco um antigo sonho compartilhado por gerações de metaleiros do planeta inteiro. Confira as fotos por Alessandra Felizardi: Via: WikiMetal

Dave Mustaine fala sobre relação com James Hetfield e Lars Ulrich: “Amo esses caras”
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23/01/2026

Dave Mustaine fala sobre relação com James Hetfield e Lars Ulrich: “Amo esses caras”

Em uma série de entrevistas recentes a veículos como SPIN.com e Rolling Stone, Dave Mustaine abriu o coração sobre seu atual momento com os membros do Metallica. Mais do que apenas respeitar o passado, o líder do Megadeth afirmou categoricamente que nutre um sentimento profundo pelos ex-companheiros de banda. “Estamos constantemente trabalhando para melhorar nossa relação, eu, o James Hetfield e o Lars Ulrich. Eu realmente amo esses caras”, revelou Dave. Segundo o músico, as intensas brigas que marcaram as últimas quatro décadas tiveram um motivo inesperado: “A razão pela qual brigamos tanto foi porque eu sentia falta deles. A ideia de ter que sair da banda foi algo difícil de processar na época”. Homenagem no novo álbum do Megadeth Essa nova fase de paz está registrada no próximo lançamento do grupo, o álbum intitulado apenas Megadeth, que chega ao público nesta sexta-feira, 23. O disco conta com uma versão de “Ride The Lightning”, faixa-título do álbum de 1984 do Metallica, na qual Mustaine possui créditos de composição. Para Dave, gravar essa música não foi um cover comum, mas uma forma de honrar a criação que ele dividiu com James. “Quis fechar o círculo e mostrar meu respeito. O James é um guitarrista excepcional e o Lars é um arranjador e compositor fantástico”, declarou à Guitar World. Na nova versão, o Megadeth acelerou o andamento e trouxe uma sonoridade mais moderna, com solos divididos entre Mustaine e o guitarrista Teemu Mäntysaari. Dave Mustaine e a busca pela verdade histórica Apesar do tom afetuoso, Mustaine não fugiu de temas polêmicos. Ele relembrou que a reconciliação passa por alinhar as memórias do passado. Em conversas com Hetfield, Dave sugeriu que, entre a versão de cada um, existe “a verdade”. Esse diálogo busca resolver impasses antigos, como o lançamento da demo “No Life ‘Til Leather”, que segue engavetado por disputas de créditos de publicação envolvendo Lars Ulrich. Dave detalhou que, embora o consumo excessivo de álcool tenha rendido o apelido de “Alcoholica” à banda nos anos 80, sua demissão em 1983 foi motivada por episódios de violência. Ele relembrou o famoso soco em James após o vocalista chutar sua cadela durante um ensaio, além de brigas em bares onde ele agia como o “campeão da justiça”. Destino e legado no Metal Relembrando o início, Dave contou como entrou para o grupo após ver um anúncio no jornal The Recycler. Ele recordou com admiração o momento em que viu James Hetfield deixar de ser apenas um cantor para se tornar um “monstro” na guitarra. “Quando começamos a tocar, James [Hetfield] só cantava. Mas um dia decidimos contratar um segundo guitarrista e fizemos um show no Whisky a Go Go [em Los Angeles] — [depois de] termos feito vários shows só eu, James, Ron e Lars [Ulrich na bateria]”, conta. “Fizemos um show com esse cara [novo], e ele estava com um brinco de pena enorme. Olhei para ele e pensei: ‘Opa, alguém não vai ficar aqui por muito tempo’. Então, no próximo ensaio, ele não estava lá e James estava tocando guitarra, e estava tocando tão bem quanto toca agora. E eu pensei: de onde veio isso? Fiquei muito feliz pela banda, porque ele era ótimo.” Mesmo afirmando que escreveu partes de clássicos como “Metal Militia”, “Phantom Lord” e riffs de “Leper Messiah” (do disco Master Of Puppets) sem receber todos os créditos, Mustaine prefere focar no impacto que causaram. “A forma como tocamos guitarra no Metallica mudou o mundo. Quero que meus dias agora sejam marcados por atos respeitáveis”, concluiu. LEIA TAMBÉM: Megadeth lança “Puppet Parade”, novo single do álbum de despedida Via: WikiMetal

Andre Matos tinha planos de reunião com Angra, diz Fabio Lione
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23/01/2026

Andre Matos tinha planos de reunião com Angra, diz Fabio Lione

Em entrevista exclusiva à Rolling Stone, Fabio Lione revelou detalhes sobre a vontade de Andre Matos de fazer um show de reunião com o Angra. O vocalista também falou das saudades do grande amigo e do desejo de ter realizado um show especial com Andre. “Eu esperava que o Andre pudesse cantar comigo em algum show especial [como o do Bangers Open Air 2026]. Fui o último cara do Angra a falar com ele, dois meses antes de ele falecer, durante uma participação com o Soulspell”, confessou. “Andre me contou que aceitaria fazer no máximo quatro shows com o Angra, se reunindo, e o Kiko [Loureiro, guitarrista] precisaria estar. Só que o Kiko ainda estava no Megadeth e não era tão fácil. A ideia dele era: Andre, Fabio, Kiko e demais membros. Falei para o Rafael [Bittencourt, guitarrista] e para Felipe [Andreoli, baixista] dessa possibilidade. Existia essa chance. Infelizmente, aconteceu o que aconteceu. Agora, vamos fazer esse show no Bangers, que é muito legal, mas claro que não é o que poderia ser”, disse Leoni. Show no Bangers Open Air 2026 Fabio Leoni também revelou que a ideia do formato do show do Bangers Open Air foi sua. Vocalista pensou em homenagem às três fases da banda com as eras Andre Matos, Edu Falaschi e Fabio Lione. “Teremos o Alírio Netto, meu querido amigo, fazendo a parte do Andre Matos. Fui eu quem deu a ideia de fazer três fases do Angra com três vocalistas”, confessou ele. “Nas conversas, trouxe essa hipótese, então a galera achou que funcionaria, e se são três eras, precisaria de três vocalistas. Sei que o show será dividido em três etapas. A primeira será a fase Nova Era [com Edu Falaschi e o baterista Aquiles Priester] durando mais ou menos 50 minutos a uma hora. A segunda etapa, mesmo tempo, com eu e Alírio cantando as músicas de outras fases. E, no final, 20 minutos, mais ou menos, todo mundo estará no palco para cantar algo junto. Espero que a galera goste”. O histórico show do Angra como headliner do Bangers Open Air 2026, acontece no domingo, 26 de abril. Os ingressos estão à venda no Clube do Ingresso. LEIA TAMBÉM: Fabio Lione rebate versão de Rafael Bittencourt sobre sua saída do Angra Via: WikiMetal

Morre Francis Buchholz, ex-baixista do Scorpions, aos 71 anos
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23/01/2026

Morre Francis Buchholz, ex-baixista do Scorpions, aos 71 anos

Francis Buchholz, baixista da formação clássica do Scorpions, morreu na última quinta-feira, 22, aos 71 anos, após uma batalha privada contra o câncer. A família do músico deu a noticia por meio de um post no Facebook de Francis. “É com imensa tristeza e o coração pesado que compartilhamos a notícia de que nosso amado Francis faleceu ontem, após uma batalha privada contra o câncer. Ele partiu deste mundo em paz, cercado de amor. Nossos corações estão despedaçados. Durante toda a sua luta contra o câncer, permanecemos ao seu lado, enfrentando cada desafio como uma família – exatamente como ele nos ensinou.Aos seus fãs ao redor do mundo, queremos agradecer por sua lealdade inabalável, seu amor e a crença que depositaram nele ao longo de sua incrível jornada. Vocês lhe deram o mundo, e ele lhes deu sua música em troca. Embora as cordas tenham silenciado, sua alma permanece em cada nota que ele tocou e em cada vida que ele tocou. Com amor e gratidão, Hella, Sebastian, Louisa e Marietta“. Francis Buchholz deu os primeiros passos no rock à frente do baixo na banda Dawn Road. Mais tarde, deixou o grupo ao lado do guitarrista Ulrich Roth para integrar o Scorpions, onde permaneceu por quase duas décadas, até sua saída em 1992. Francis gravou os clássicos discos Virgin Killer (1976), Animal Magnetism (1980), Blackout (1982), Love at First Sting (1984) e Crazy World (1990), seu último na banda. Durante esse período, participou do lançamento de dez álbuns de estúdio e ajudou a consolidar o sucesso global da banda, com milhões de discos vendidos. Mesmo após deixar o grupo, o músico seguiu ativo na estrada, reunindo-se novamente com Roth nos anos 2000. Posteriormente, integrou o projeto Temple of Rock, liderado por Michael Schenker, com o qual realizou turnês internacionais. LEIA TAMBÉM: Scorpions esperam “momento certo” para lançar novo álbum Via: WikiMetal

Iron Maiden: gravação de The Number Of The Beast envolveu episódios sobrenaturais e acidente de carro
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23/01/2026

Iron Maiden: gravação de The Number Of The Beast envolveu episódios sobrenaturais e acidente de carro

Se você tem uma obra musical, a qual os primeiros versos são as dizeres bíblicos de Apocalipse 12:12 e 13:18, a situação pode se complicar ao longo do processo. O motivo? Bem, acredite ou não, há vida após a vida. E nem sempre essa outra vida é composta de indivíduos benfazejos, por assim dizer; então, abrir as portas, dar espaço e ensejo para esse pessoal se manifestar pode ser uma cilada. Mas, mesmo assim, o Iron Maiden bancou ter um álbum cujo o título é The Number Of The Beast e uma canção que brada o número 666 e tem a assustadora passagem bíblica: “Woe to you, oh earth and sea, for the Devil sends the beast with wrath because he knows the time is short. Let him who hath understanding reckon the number of the beast, for it is a human number… Its number is six hundred and sixty-six”. Em tradução livre: “Ai de vós, terra e mar, pois o Diabo envia a besta com fúria, porque sabe que o tempo é curto. Que aquele que tem entendimento calcule o número da besta, pois é um número de homem… Seu número é seiscentos e sessenta e seis”. E o Maiden despertou as bestas do “lado de lá”! Em conversa com a Metal Hammer, os músicos afirmaram que acidentes assustadores ocorreram no estúdio enquanto a banda gravava. Os equipamentos paravam de funcionar aleatoriamente e o amplificador de Steve Harris chegou a explodir. Mas o mais estranho aconteceu com o produtor Martin Birch, que afirmou estar dirigindo para casa do estúdio numa noite chuvosa de domingo, depois de trabalhar na faixa-título, quando bateu o carro. “Era uma noite chuvosa e eu bati numa van”, explicou Birch no documentário Classic Albums – The Number Of The Beast. “Olhei para trás e havia meia dúzia de freiras. Pensei: ‘Que estranho, mas é domingo’. Um homem saiu e começou a rezar comigo. Alguns dias depois, levei meu Range Rover para consertar e, quando me deram a conta, era de 666 libras. Eu disse: ‘Pago 667 ou 668 libras”. No documentário Metal: A Headbanger’s Journey, de 2005, o empresário da Donzela de Ferro, Rod Smallwood, falou sobre o efeito que o álbum causou na sociedade. “Chegamos nos EUA e, de repente, havia toda essa história de que o Iron Maiden era adorador do diabo. Foi a coisa mais estranha, gente lá fora com cartazes. Não éramos só nós, mas acho que fomos os que mais sofreram com isso. Muita coisa começou – ou recomeçou – por conta do álbum The Number Of The Beast. Passava em canais de TV locais religiosos falando para queimarem o álbum. E teve uma vez que pegaram um monte de álbuns do Iron Maiden e do Ozzy Osbourne e queimaram. Eles saíram correndo, porque ficaram com medo da fumaça”. Mais de 45 anos após sua gravação, The Number Of The Beast continua sendo uma das faixas mais icônicas do Iron Maiden. O álbum é o mais bem-sucedido do grupo, pois rompeu a barreira dos milhões de cópias vendidas em todo mundo. É um marco na história do heavy metal mundial. Via: Rockbizz

“Tenho uma enfermeira morando comigo 24 horas por dia”, revela Phil Collins
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22/01/2026

“Tenho uma enfermeira morando comigo 24 horas por dia”, revela Phil Collins

Phil Collins, lendário membro do Genesis e artista solo, discutiu sua vida e carreira em uma conversa com a jornalista britânica Zoe Ball no podcast de cinco episódios, Eras: Phil Collins. Na extensa entrevista, Collins falou sobre sua saúde: “Tenho uma enfermeira morando comigo 24 horas por dia para garantir que eu tome meus remédios corretamente”. “Tive problemas com o joelho”, acrescentou. “Tudo o que podia dar errado, deu errado. Peguei Covid no hospital – meus rins começaram a falhar, sabe, tudo que podia dar errado, tudo pareceu convergir ao mesmo tempo”. O músico também revelou que já fez cinco cirurgias no joelho. “Agora tenho um joelho que funciona e consigo andar, embora com ajuda de muletas ou algo assim. Provavelmente eu estava bebendo demais, e meus rins estavam comprometidos”, ele disse. Apesar de suas limitações físicas, que ficaram evidentes na turnê de reunião do Genesis em 2021-2022, Collins afirmou que não pretende parar de fazer música, com a esperança de que sua saúde melhore em breve. “Não poderia ter desejado uma carreira musical mais variada e repleta de acontecimentos”, comentou Collins. “Além de estar totalmente recuperado e com boa saúde, meus planos para o futuro incluem explorar novas possibilidades musicais, porque, sabe, a gente tende a pensar: ‘Pronto, já fiz isso’. Mas é preciso começar a fazer para ver se dá certo. Senão, não dá. Então, isso está nos meus planos”. Os quatro primeiros episódios do podcast Eras: Phil Collins estão disponíveis em bbc.com/audio/brand/m002qfkk. Via: Rockbizz

Dogma anuncia turnê após denúncias e saída de integrantes
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22/01/2026

Dogma anuncia turnê após denúncias e saída de integrantes

A banda Dogma anunciou, em postagem no Instagram, a turnê Time to Rise Pt. 1, que passará pelos Estados Unidos ao longo de 2026, começando em 15 de março. Os shows de abertura serão do Frayle. O grupo passou por uma imensa crise em 2025, quando algumas integrantes optaram por revelar suas identidades e denunciar a gestão da banda por maus-tratos, manipulação e falta de pagamentos. Isso acarretou na suspensão de turnês e na formação de outra banda, Vindicta, criada pelas ex-membros e um dos fundadores originais do Dogma. Em comunicado à imprensa, a vocalista Lilith disse: “Em outubro e novembro passados, durante nossas últimas datas nos EUA, nós carregamos uma mensagem que ainda estava tomando forma. Alguns caminhos foram partidos antes de poderem ser terminados, e algumas cidades foram deixadas no aguardo. Aquela tensão não desapareceu. Ela ficou conosco, nos afiou, e pediu por um retorno adequado.” “A turnê Time to Rise Pt. 1 2026 vem dessa demanda. O que vem a seguir traz intenção, consequência, e elementos que não se anunciarão antes da hora. Haverá momentos para os quais vocês não estão preparados, escolhas que não planejam fazer, impulsos que não esperam sentir, e ainda assim, vão sentir. Anaheim e Reno são parte desse acerto de contas.” “Aos pecadores que permaneceram presentes apesar da incerteza: esse capítulo é escrito com vocês em mente. O que surge agora vem com propósito, peso, memória… e tentações que vão testar o quão longe estão dispostos a ir”, finalizou. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Tribulation terá baterista da Crypta em turnê latino-americana Via: WikiMetal

Crypta na The NAMM Show: Fernanda Lira será atração na maior feira de música do mundo
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22/01/2026

Crypta na The NAMM Show: Fernanda Lira será atração na maior feira de música do mundo

Crypta na The NAMM Show! A vocalista e baixista Fernanda Lira será atração na maior feira de música do mundo. O evento está acontecendo no famoso Anaheim Convention Center, que fica na Califórnia, Estados Unidos. Esta será a primeira participação da artista brasileira na exposição gringa, que reúne os maiores fabricantes de instrumentos e equipamentos musicais do mercado. Fernanda estará na feira nesta quinta, sexta e sábado, ou seja, nos dias 22, 23 e 24 de janeiro. Na sexta-feira, ela participará de uma sessão de autógrafo no estande da ENKI USA. Então, não perca a oportunidade de conhecê-la de perto e levar um card autografado para casa. Pelas redes sociais, Lira também informou que está trabalhando intensamente no processo de composição do novo álbum da Crypta. Ela destacou os trabalhos estão indo muito bem e que já tem um plano bem definido para as letras. Em relação ao direcionamento instrumental, a metaleira pontuou que está compondo vários riffs e algumas músicas estão praticamente prontas. Via: Rockbizz

Lucifer: banda sueca retorna ao Brasil em abril para oito shows
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22/01/2026

Lucifer: banda sueca retorna ao Brasil em abril para oito shows

A banda sueca de occult rock Lucifer retorna ao Brasil em abril para uma série de oito shows, como parte de uma nova etapa da turnê pela América do Sul, que também passa por Argentina e Chile. As apresentações seguem divulgando Lucifer V, quinto álbum de estúdio do grupo, com realização da Xaninho Discos. O destaque da passagem pelo país é a participação no Bangers Open Air, em São Paulo, no dia 25 de abril. A capital paulista ainda recebe um show solo no dia 29/04, no Hangar 110. A turnê inclui ainda apresentações em Brasília (16/04, Infinu), Curitiba (18/04, Basement Cultural), Florianópolis (19/04, Célula Showcase), Porto Alegre (20/04, Espaço Marin), Rio de Janeiro (26/04, Experience Music) e Belo Horizonte (28/04, Mister Rock). Formado em 2014, o Lucifer se firmou como um dos principais nomes do hard rock e do occult rock contemporâneo ao revisitar a sonoridade pesada dos anos 1970, com influências de bandas como Black Sabbath, Pentagram e Coven. A identidade do projeto é conduzida pela vocalista e compositora Johanna Sadonis, responsável pela direção artística e conceitual do grupo desde o início. Lançado em janeiro de 2024 pelo selo Nuclear Blast Records, Lucifer V marca um momento de síntese na discografia da banda, apostando em canções mais diretas, com equilíbrio entre peso, melodia e atmosfera. Com uma década de atividade e cinco discos lançados, o Lucifer chega à América do Sul em plena maturidade artística. Datas: Lucifer | South America 2026 16.04 • Brasilia, Infinu Ingresso: shotgun.live 18.04 • Curitiba, Basement Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Lucifer-em-Curitiba-18 19.04 • Florianópolis, Célula showcase Ingresso: https://101tickets.com.br/events/details/Lucifer-em-Florianopolis-19 20.04 • Porto Alegre, Espaço Marin Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Lucifer-em-Porto-Alegre-20 22.04 |Buenos Aires, Argentina, Uniclub Ingresso: alpogo.com 23.04 | Santiago, Chile, Rbx Club Ingresso: em breve 25.04 | São Paulo, Festival Bangers open Air Ingresso: clubedoingresso.com/evento/bangersopenairbrasil2026 26.04 | Rio de Janeiro, Experience Music Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Lucifer-no-Rio-de-Janeiro-26 28.04 | Belo Horizonte, Mister Rock Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/Lucifer-em-Belo-Horizonte-28 29.04 | São Paulo, Hangar 110 Ingresso: 101tickets.com.br/events/details/LUCIFER-em-SAO-PAULO-SIDE-SHOW-BANGERS-OPEN-AIR-29

Bret Michaels responde às alegações de que sua fome por grana impediu a reunião do Poison
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22/01/2026

Bret Michaels responde às alegações de que sua fome por grana impediu a reunião do Poison

A estrela do hair metal Bret Michaels respondeu às alegações de que sua fome por grana impediu a reunião do Poison. O grupo se apresentou pela última vez em 2022 e a ideia era retornar à estrada neste ano para comemorar o 40º aniversário de seu álbum de estreia, Look What the Cat Dragged In, de 1986. Mas, recentemente, o baterista Rikki Rockett concedeu uma entrevista ao Page Six e contou o motivo da tour não sair do papel. “Nós tínhamos uma ótima proposta, eu achei. No entanto, recusamos. Não deu certo. Ele [Bret Michaels] queria a maior parte do dinheiro, a ponto de tornar o negócio inviável”. Rockett completou em tom ameno: “Não estou brigando com o Bret. Nós simplesmente não chegamos a um acordo. Não gosto disso, e vou dizer isso, mas não é como se fosse ‘Vamos partir para a briga’. Não acho que exista um vocalista melhor para o Poison”. O vocalista não gostou da fala de Rikki e usou as redes sociais para se defender: “Como sempre, considero Poison como Bobby, C.C., Rikki e eu. Também não escondo o quanto amo a BMB [Bret Michaels Band] e sempre terei ambas em minha vida. Resumindo, eu amo música, amo os fãs e serei eternamente grato. Avante e para cima, e vamos todos nos concentrar no positivo em 2026 e na possibilidade de uma futura reunião”. Via: Rockbizz

Ícone da música progressiva, Dream Theater anuncia a turnê Parasomnia 2026 pelo Brasil
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22/01/2026

Ícone da música progressiva, Dream Theater anuncia a turnê Parasomnia 2026 pelo Brasil

Shows terão aproximadamente 3 horas (“An Evening with Dream Theater”); Parasomnia e A Change of Seasons serão tocados na íntegra, além de clássicos da carreira! Após sua bem-sucedida turnê de 40º Aniversário na América Latina, os titãs da música progressiva e vencedores do Grammy®, Dream Theater, anunciam outra série de datas no Brasil para maio de 2026. Todas as noites da próxima turnê seguirão o formato “Uma Noite Com o Dream Theater” (An Evening With Dream Theater), um espetáculo de aproximadamente 3 horas que celebrará o recente 16º álbum de estúdio da banda, Parasomnia, que alcançou o topo das paradas. A realização é da Liberation Music Company. A turnê está programada para 6 capitais brasileiras e começará em 3 de maio, em Porto Alegre/RS, passando por Curitiba/PR (5/05), Brasília/DF (7/05), São Paulo/SP (9/05), Rio de Janeiro/RJ (10/05) até o encerramento em 12 de maio, em Belo Horizonte. O início das vendas será a partir das 10h (horário de Brasília) desta sexta-feira, 12/12. No Rio de Janeiro, haverá uma pré-venda para clientes Vivo com início às 10h no dia 09/12. Na nova turnê, o Dream Theater apresentará o seu álbum mais recente na íntegra, celebrará o 30º aniversário de A Change Of Seasons e também apresentará outros clássicos do DT e faixas favoritas dos fãs, no que prometem ser noites inesquecíveis. Após quinze anos de trabalho em sua composição, o Dream Theater lançou o seu décimo sexto álbum de estúdio, Parasomnia, em 7 de fevereiro de 2025, através de sua gravadora de longa data, Inside Out Music/Sony Music. Desde a faixa de abertura, “In The Arms Of Morpheus”, até o encerramento com “The Shadow Man Incident”, o Dream Theater retornou com uma série de músicas que demonstra o que lhes rendeu uma base de fãs leais por quatro décadas. Com uma duração de 71 minutos, Parasomnia estreou em primeiro lugar nas paradas Billboard Top Hard Rock Albums, Hard Music Albums e Current Rock Albums, vendendo mais de 18.000 unidades na primeira semana. Ele também estreou em 41º lugar na Billboard 200, um feito notável para uma banda de metal progressivo, o que demonstra a dedicação de sua base de fãs. Parasomnia é um termo para distúrbios do sono perturbadores, incluindo sonambulismo, paralisia do sono e pesadelos. O álbum foi produzido por Petrucci, tendo James ‘Jimmy T’ Meslin como engenheiro de som, e foi mixado por Andy Sneap. Hugh Syme retorna mais uma vez para contribuir com sua visão criativa para a arte da capa. SERVIÇO 03/05 em Porto Alegre/RS no Auditório Araújo Vianna Início das vendas: 12/12 às 10h Site de vendas: www.fastix.com.br 05/05 em Curitiba/PR no Live Curitiba Início das vendas: 12/12 às 10h Site de vendas: www.fastix.com.br 07/05 em Brasília/DF no Dois Ipês (antigo Opera Hall) Início das vendas: 12/12 às 10h Site de vendas: www.clubedoingresso.com.br 09/05 em São Paulo/SP no Vibra São Paulo Início das vendas: 12/12 às 10h Site de vendas: www.clubedoingresso.com.br 10/05 no Rio de Janeiro/RJ no Vivo Rio Pré-venda Clientes Vivo: de 09/12 (terça-feira) às 10h a 11/12 às 22h Venda Geral: 12/12 às 10h Site de vendas: www.clubedoingresso.com.br 12/05 em Belo Horizonte/MG no BeFly Hall Início das vendas: 12/12 às 10h Site de vendas: www.fastix.com.br Informações sobre todos os ingressos e Pacotes VIP podem ser encontradas em https://dreamtheater.net/tour/ Encontre o Dream Theater online www.dreamtheater.net https://www.facebook.com/dreamtheater http://x.com/dreamtheaternet https://www.instagram.com/dreamtheaterofficial/

Colin Hay (Men at Work) condena a extrema-direita australiana por usar Down Under sem autorização
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22/01/2026

Colin Hay (Men at Work) condena a extrema-direita australiana por usar Down Under sem autorização

O multi-instrumentista Colin Hay (Men at Work) condenou a extrema-direita australiana por usar Down Under sem autorização. A faixa está presente no debute da banda, Business As Usual, que saiu em novembro de 1981. Grupos extremistas estão usando a canção durante a March for Australia e eventos que têm o foco no nacionalismo branco. Pelas redes sociais, Colin mandou o seu recado aos extremistas: “Eu gostaria de deixar claro que desaprovo veementemente qualquer uso não autorizado e sem licença de Down Under em eventos da Marcha pela Austrália. Down Under, uma canção que coescrevi, não pertence àqueles que tentam semear xenofobia no tecido da nossa grande nação, do nosso grande povo. Down Under é, em última análise, uma canção de celebração. É pela pluralidade e inclusão; pela união, não pela divisão. Vão escrever suas próprias canções e deixem a minha em paz”. O músico encerrou a sua nota deixando claro que é um imigrante na Austrália. Hay nasceu na Escócia, mas escolheu o país da Oceania como casa há muitas décadas. Curta o hit oitentista Down Under no player abaixo: Via: Rockbizz

Dave Mustaine expressa desejo de turnê do Metallica com Megadeth
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22/01/2026

Dave Mustaine expressa desejo de turnê do Metallica com Megadeth

Em entrevista para a revista Revolver, Dave Mustaine falou sobre o último álbum do Megadeth, onde incluiu uma versão de “Ride the Lightning”, do Metallica, e também discorreu sobre a relação com os antigos colegas de banda. Demitido do grupo em 1983, Mustaine e seus ex-companheiros passaram quase trinta anos sob um clima de tensão, mas aparentemente, tudo isso ficou no passado. A faixa “Ride the Lightning”, do álbum homônimo do Metallica de 1984, teve participação de Mustaine na composição, creditada mesmo após sua saída conturbada. Quando questionado pela revista se a inserção de sua própria versão foi uma maneira de reclamar a música de volta, Mustaine disse: “Não estava tentando fazer nada desrespeitoso. Sabe, respeito muito James (Hetfield) na guitarra. E acho que Lars (Ulrich) é um tremendo compositor. Realmente aproveitei meu tempo com eles, acredito que foi por isso que foi tão difícil quando acabou. Isso aqui sou eu encerrando o ciclo, prestando uma homenagem.” Perguntado se já conversou com o Metallica desde que sua versão da faixa foi anunciada, o fundador do Megadeth respondeu: “Não, e não espero que isso aconteça. Mas tenho certeza que ouviremos o que pensam em algum momento.” Dave Mustaine gostaria de fazer uma turnê conjunta com o Metallica Durante a entrevista, o relacionamento com o Metallica também foi abordado. Apesar do guitarrista ter participado do último show da turnê de 30 anos do Metallica em 2011, não houve mais colaborações entre eles desde então. Na conversa, Mustaine expressou vontade de retomar contato com os ex-colegas. “Sabe, eu gostava deles. Se a amizade recomeçasse, não me incomodaria. Eu aceitaria, e acho que seria legal revisitar aquela época. Mas acho que, como houve muitas feridas e mal-entendidos quando estávamos juntos, seria difícil não ficar falando do passado.” “Acho que o que precisa acontecer é uma turnê Metallica/Megadeth. Ponto final. Tenho certeza que isso deixaria tudo bem. Poderíamos ficar à toa. Passar tempo juntos. Mas sei que eles fazem turnês de um jeito diferente do nosso. Quero dizer, quando saímos em turnê, tocamos muitos, muitos shows”, completou. Finalizando o tópico, Mustaine compartilhou uma lembrança bonita de uma interação que teve com Hetfield, depois de ter formado o Megadeth: “Lembro quando tocamos em São Francisco no Cow Palace, e James me disse que queria que eu tocasse “My Last Words”, pois era sua música favorita. Achei aquilo muito legal. Obrigado, James. Dizer que você tinha uma música predileta minha, foi muito bacana.” O último disco do Megadeth será lançado nesta sexta-feira, 23, e a banda passa pelo Brasil com a turnê This Was Our Life em 02 de maio. Os ingressos estão esgotados. LEIA TAMBÉM: [RESENHA] Em álbum final, Megadeth faz viagem por todas as eras de sua história Via: WikiMetal

Red Hot Chili Peppers: produtor afirma que o vocalista Anthony Kiedis é desafinado
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21/01/2026

Red Hot Chili Peppers: produtor afirma que o vocalista Anthony Kiedis é desafinado

O produtor do Red Hot Chili Peppers, Michael Beinhorn, afirmou que o vocalista Anthony Kiedis é desafinado. Beinhorn trabalhou com a banda no primeiro disco, The Uplift Mofo Party Plan, de 1987, e depois em Mother’s Milk, de 1989. Em uma recente sessão de perguntas e respostas no Reddit, o produtor respondeu uma pergunta relacionada a Knock Me Down, do álbum Mother’s Milk. A faixa é uma homenagem ao guitarrista da banda, Hillel Slovak, que morreu tragicamente de overdose de heroína em 1988. A versão single da música conta com o guitarrista John Frusciante e Kiedis nos vocais. Um fã, que classificou a música como “uma das minhas favoritas” do RHCP, perguntou: “Por que o John cantou nessa música? Eu sei que originalmente eram ele e o Anthony cantando os vocais principais, mas Knock Me Down sendo um réquiem para Hillel, por que não só o Anthony, o melhor amigo do falecido?” Em resposta, Beinhorn revelou: “Fico feliz que você goste tanto de Knock Me Down – foi uma grande mudança em relação ao som do RHCP até então. John cantou a música (ou melhor, a voz dele estava mais alta na mixagem) porque a música era melódica e o Anthony era/é desafinado”. E acrescentou: “De qualquer forma, John essencialmente escreveu a música, incluindo a melodia, então não era totalmente inapropriado que ele a cantasse (além disso, ele meio que idolatrava o Hillel)”. O produtor então disse que “nunca descobriu o que eles acharam da mixagem final”, mas lembrou que Kiedis “surtou – e não de uma forma boa” quando tocou para ele “as faixas com as guitarras finalizadas pela primeira vez”. Ele completou: “Acho que a banda meio que renegou o disco por causa disso”. Commentbyu/Ok_Display9410 from discussioningrunge Via: Rockbizz

Tom Morello anuncia turnê pela América Latina, mas não inclui Brasil
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21/01/2026

Tom Morello anuncia turnê pela América Latina, mas não inclui Brasil

Tom Morello anunciou nesta quarta-feira, 21, uma turnê pela América Latina. Porém, o Brasil está fora da rota, que conta com seis shows. Por meio de um post nas redes sociais, o guitarrista do Rage Against The Machine anunciou: “Estão prontos para a turnê Anti-Imperialista de Rock N Roll do Tom Morello pela América Latina?!? EU ESTOU!! Em março! Costa Rica já esgotou! Mal posso esperar”. Logo em seguida ao anúncio, os fãs brasileiros começaram a questionar a ausência do Brasil na turnê, enchendo o post de comentários com a bandeira do país. Uma internauta comentou: “Somos latinos também, tá?”, outro disse “Cadê o Brasil, companheiro?”, além de vários comentários dizendo “Come to Brazil”. O retorno de Morello à América do Sul faz parte de sua turnê de 2026, que começa com shows na Argentina, dia 11 de março, e inclui diversas apresentações em festivais nos EUA e na Europa. A última vez que Tom Morello esteve no Brasil para shows solo foi em 2023, no festival Best of Blues and Rock, em São Paulo. View this post on Instagram LEIA TAMBÉM: Tom Morello acusa governo Trump de usar slogan nazista Via: WikiMetal

Rob Hirst, baterista fundador do Midnight Oil, morre aos 70 anos
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21/01/2026

Rob Hirst, baterista fundador do Midnight Oil, morre aos 70 anos

Rob Hirst, baterista fundador da banda australiana Midnight Oil, morreu aos 70 anos após uma batalha contra o câncer de pâncreas. O grupo confirmou a notícia em um comunicado nas redes sociais: “Após lutar heroicamente por quase três anos, Rob agora está livre da dor – ‘um vislumbre de luz no deserto’”. “Ele faleceu em paz, cercado por seus entes queridos. A família pede que aqueles que desejam homenagear Rob façam doações para a Pankind, Pancreatic Cancer Australia ou Support Act”, acrescentou. Hirst começou a tocar com seus colegas de escola Jim Moginie e Andrew “Bear” James sob o nome de Schwampy Moose. Mais tarde, eles mudaram o nome para Farm e finalmente se estabeleceram como Midnight Oil. O Midnight Oil lançou seu álbum de estreia homônimo em 1978. Seu sucesso internacional veio com Diesel and Dust, de 1987, um álbum conceitual sobre os povos indígenas australianos e questões ambientais. O álbum alcançou o status de platina nos Estados Unidos, gerou o hit Beds Are Burning, que chegou ao Top 20, e foi eleito o melhor álbum de 1988 pelos críticos da Rolling Stone. A banda se separou em 2002, quando o vocalista Peter Garrett anunciou sua saída para se dedicar à carreira política. Eles realizaram uma turnê de reunião em 2017 e lançaram mais dois álbuns, The Makarrata Project (2020) e Resist (2022), ambos com a participação de Hirst. O Midnight Oil fez seu último show em outubro de 2022. Via: Rockbizz

3 motivos para não perder os shows do A Day To Remember no Brasil
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21/01/2026

3 motivos para não perder os shows do A Day To Remember no Brasil

A Day To Remember retorna ao Brasil com 3 shows solo no final de janeiro. A banda se apresenta em Belo Horizonte no dia 27, Curitiba no dia 29 e Porto Alegre em 03 de fevereiro. Os ingressos seguem à venda no site da Eventim. Eles também participam da Life is But a Dream… Tour, do Avenged Sevenfold, que acontece dia 31 de janeiro no Allianz Parque, em São Paulo. Formado em 2003, na Flórida, o A Day To Remember fez de guitarras pesadas e letras confessionais um ímã para o público local, que se expandiu rapidamente e acompanhou o amadurecimento musical da banda. Em março de 2025, eles lançaram o oitavo álbum da carreira, Big Ole Album Vol. 1. O novo projeto rendeu apresentações em diversos países, incluindo a turnê mais recente, Maximum Fun Tour, na qual foram co-headliners com a banda Yellowcard. Separamos 3 motivos para não perder os shows do A Day To Remember no Brasil. Os shows no Brasil são os únicos na América Latina Os fãs brasileiros de A Day To Remember terão um privilégio exclusivo. A passagem da banda pelo Brasil serão os únicos shows dessa turnê em toda a América Latina, reforçando ainda mais a importância do público brasileiro. A banda encerra essa parte da tour depois do show em Porto Alegre, em 03 de fevereiro, e retorna à estrada novamente só em abril, com show em Perth, na Austrália. Músicas do novo álbum tocadas pela primeira vez A turnê atual do A Day To Remember está divulgando o disco mais recente do grupo, Big Ole Album Vol. 1 (2025). De acordo com setlists recentes da banda, os shows no Brasil devem conter pelo menos seis faixas do álbum que serão tocadas ao vivo pela primeira vez em solo brasileiro. São elas: “Bad Blood”, “Miracle”, “All My Friends”, “Flowers”, “LeBron” e “Closer Than You Think”. Confira a provável setlist completa clicando aqui. Shows solo serão mais intimistas O A Day To Remember se apresenta no Allianz Parque em São Paulo como banda convidada do Avenged Sevenfold, mas os outros 3 shows da banda serão em espaços mais intimistas, no BeFly Hall (Belo Horizonte), Live Curitiba (Curitiba) e KTO Arena (Porto Alegre). Esses shows solo garantem uma experiência exclusiva para os fãs da banda e podem ter espaço para mudanças na setlist e surpresas. LEIA TAMBÉM: A Day To Remember: Saiba provável setlist dos shows no Brasil Via: WikiMetal

Ozzy Osbourne conquista o 3º lugar da Official Vinyl Singles com Gods Of Rock N Roll
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21/01/2026

Ozzy Osbourne conquista o 3º lugar da Official Vinyl Singles com Gods Of Rock N Roll

A Forbes informou que o saudoso Ozzy Osbourne conquistou o 3º lugar da Official Vinyl Singles, com a faixa Gods Of Rock N Roll. A canção é de autoria de Billy Morrison e é uma releitura de Gods, que apareceu no álbum de 2015 do guitarrista, God Shaped Hole. O destaque do som fica por conta dos vocais do Madman. Duas músicas impediram Osbourne e Morrison de conquistarem o primeiro lugar na parada Official Vinyl Singles, e ambas são da mesma artista. Se trata de Ariana Grande com a canções 34+35 e Positions em 1º e 2º lugares, respectivamente. A superestrela conquistou seu quarto número 1 com a primeira faixa e aumentou o seu total de músicas no Top 10 de 15 para 17. Quando saiu a faixa, Ozzy disse: “Billy e eu escrevemos Gods Of Rock N Roll juntos em um quarto de hotel enquanto eu estava em turnê pela América do Sul há cerca de 10 anos. Esta versão regravada da música finalmente tem todos os recursos. Eu disse a Billy então que precisava de uma orquestra e um coral, mas levou 10 anos para ele me ouvir”. Morrison acrescentou: “Ozzy e eu demos uma nova vida ao que sempre sentimos ser uma grande música. Gods Of Rock N Roll foi escrita há 10 anos em um quarto de hotel sul-americano, mas com esta regravação nós dois sentimos que finalmente fizemos da música o que ela sempre quis ser – uma grande balada emotiva”. A música apareceu na edição deluxe do álbum de 2024 de Morrison, The Morrison Project. Curta o som no player a seguir: Via: Rockbizz

Claustrofobia fala sobre trabalho da banda nos EUA: “Fazemos tudo na raça”
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21/01/2026

Claustrofobia fala sobre trabalho da banda nos EUA: “Fazemos tudo na raça”

Claustrofobia lançou recentemente o novo single “AQUI NÃO” com participação de João Gordo, do Ratos de Porão. Esse é o primeiro trabalho inédito da banda após o álbum Unleeched, lançado pelo selo americano M- Theory Audio e disponível no Brasil pelo selo Wikimetal Music. Fundada e liderada pelos irmãos Marcus e Caio D’Angelo, a banda vive nos Estados Unidos desde 2018, conquistando o público internacional por meio de shows com grandes nomes da música. Em uma conversa com o Wikimetal, o vocalista e guitarrista Marcus D’Angelo falou sobre o novo single, a turnê americana com Sepultura e Crypta, planos do novo álbum, e vinda ao Brasil. Wikimetal: Em “AQUI NÃO” existe um diálogo entre o hardcore, o metal extremo e a cena alternativa nessa música. Isso reflete um caminho que a banda pretende explorar mais? Marcus D’Angelo: A gente sempre fez isso. Desde as primeiras demo-tapes já existia esse diálogo, algumas músicas mais explícitas, outras mais discretas, talvez com menos experiência, mas sempre rolou. Temos muitas influências e somos afetados por tudo: o ambiente, o dia a dia, o rádio, as notícias, estilos diferentes como rap, eletrônico e samba. A raíz no metal é forte, isso não muda. Mas nada é tão planejado. A ideia nunca termina do jeito que começa. Em algum ponto, a música assume o controle e passa a revelar o instinto e a intuição. A gente só acompanha o caminho que ela vai abrindo. Com esse leque de influências, as coisas surgem naturalmente. Vai ter mais músicas assim, como também vai ter metal mais direto e tradicional. WK: O novo single com João Gordo chamou atenção pela força simbólica e sonora. Como surgiu essa parceria? MD: Já tínhamos essa ideia de fazer uma parceria com o João desde a época do Peste [álbum de 2011] e nunca deu certo, sempre acontecia alguma coisa que não dava certo. Mas finalmente aconteceu em uma boa hora. E o Gordo, ele tem uma energia, ele carrega uma energia que muda o ambiente. Quem já viu o show do Ratos de Porão sabe do que eu estou falando. Ele sempre foi uma voz que provoca, que incomoda as pessoas, sem pedir licença, ignora. A gente já tinha a música, já tinha feito a letra, é uma música de confronto mesmo, de resistência, identidade forte, meio polêmico. Eu mandei a música para ele e o convidei. Ele falou, ‘Me manda para eu ouvir’, eu mandei a música, mandei a letra, ele curtiu muito e falou, ‘Tô dentro’. A presença dele, a voz dele meio que ampliou essa mensagem, a força da música. O nome dele por si só também já traz essa tensão imediata de reações opostas. Então isso se fortaleceu. Os Ratos de Porão lançaram clássicos absolutos do crossover brasileiro, são discos extremamente importantes para a cena, não só brasileira, do mundo mesmo. Influenciou demais o Claustrofobia no começo da carreira, os discos Brasil, RDP Ao Vivo, Descanso em Paz e todos os recentes também. Sempre foi uma banda verdadeira e a gente se influenciou demais pelas bandas dessa época, nos apegamos nesse estilo, porque não era parecido com o americano ou europeu, realmente, tinha um lance próprio. E a gente se apegou nisso e manteve isso até hoje, mas claro, com algumas mudanças. Correndo de acordo com como as coisas vão mudando no mundo, mas a gente mantém essa raiz. Então foi uma honra ter o Gordo, é uma coisa bem simbólica ter esse gancho daquela época com agora. Também o Gordo é um grande amigo, coração gigante… A gente ficou feliz demais com a presença dele. Finalmente rolou. As conquistas com o último disco Unleeched WK: O último disco Unleeched dialoga muito com temas como libertação, sobrevivência e identidade. Essas ideias vieram da experiência de ter se mudado para os Estados Unidos? Marcus D’Angelo: Não exatamente a mudança para os Estados Unidos em si. Na verdade, já fazia alguns anos que a gente vinha mudando muitas coisas nas nossas vidas e também na banda. Existiam várias questões que estavam nos acorrentando: maus hábitos, escolhas erradas, companhias, pensamentos, etc. A mudança para os Estados Unidos acabou sendo uma oportunidade alinhada com esse desejo de transformação. Estávamos muito estagnados, presos numa situação difícil de sair. Quando conseguimos nos estabilizar, as coisas começaram a dar resultado quase de imediato. Foi então que entrou a pandemia, que acabou sendo o estopim para uma reflexão mais profunda sobre valores e sobre o que realmente importa na vida. Tudo isso influenciou diretamente o momento de finalizar o álbum. Foi um período muito importante, que se refletiu na nossa música e na nossa arte, assim como em todos os outros discos, que sempre foram um paralelo da nossa própria vida. Unleeched é um disco muito forte na nossa carreira, do qual tenho um orgulho enorme. E o mais legal é que hoje a maior parte do nosso set ao vivo vem desse álbum. WK: Existe algum show nos Estados Unidos que vocês consideram um divisor de águas nessa nova fase da banda? Marcus D’Angelo: Acho que não teve um show específico que possa ser considerado um divisor de águas aqui nos Estados Unidos. Na verdade, cada passo que a gente dá por aqui acaba sendo um divisor. É um mercado muito fechado, e cada degrau conquistado é uma vitória. Já fizemos turnês memoráveis nos Estados Unidos, com bandas como Exciter, Generation Kill, Exmortus, Hatriot, Sepultura, Obituary, Agnostic Front e, mais recentemente, com a Crypta. Todo esse trabalho tem um peso enorme para nós, e cada passo dado aqui tem um valor muito grande. A vida nos Estados Unidos e shows com Sepultura e Crypta WK: Como é viver e trabalhar em um mercado musical tão competitivo influenciou a postura profissional e artística do Claustrofobia? Marcus D’Angelo: Viver e trabalhar aqui nos obrigou a nos profissionalizar de vez. Nos Estados Unidos, uma banda só funciona se tiver mínima estrutura: gravadora, management e booking. Esse é o jogo. Como sempre quisemos manter uma base oficial aqui, tivemos que encontrar as pessoas adequadas para caminhar conosco. Isso levou muito tempo e