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System Of A Down fecha parceria global com produtora brasileira 30e
O System Of A Down anunciou um acordo global, estabelecendo uma parceria estratégica de longo prazo com a empresa brasileira de entretenimento ao vivo 30e. O acordo posiciona a 30e como uma das parceiras globais da banda para projetos ao vivo, incluindo turnês, marketing, experiências e iniciativas especiais — preservando integralmente a independência artística e o controle criativo da banda. O acordo global segue o sucesso da Wake Up! South America Stadium Tour, realizada em 2025. Idealizada e promovida pela 30e, a turnê passou por cinco países e sete cidades. Além de alcançar mais de 500.000 fãs e tornando-se um dos maiores eventos de música ao vivo já realizados no continente. Essa parceria cria um modelo que combina expertise, escala operacional e alinhamento estratégico entre o grupo e a empresa, solidificando a posição da 30e como uma plataforma mundial de entretenimento ao vivo, com operações agora estendidas além da América do Sul. Pepeu Correa, CEO da 30e afirmou: “Essa parceria foi construída com base em valores, confiança e visão de longo prazo. O System Of A Down sempre usou sua música como voz cultural e artística, e isso conversa diretamente com a forma como a 30e acredita que grandes projetos devem ser construídos. É uma honra firmar uma parceria de longo prazo com uma das bandas mais importantes do mundo”, ele complementa. Beno, empresário do System Of A Down, acrescentou: “O Brasil é um lugar que amamos e onde o System vivenciou alguns dos melhores shows de sua carreira. Tanto pela energia incomparável dos fãs incríveis e fervorosos quanto pelo profissionalismo e atenção aos detalhes da 30e. Estamos ansiosos por essa parceria empolgante e por ajudar a consolidar a 30e mundialmente”. LEIA TAMBÉM: Guns N’ Roses e System of a Down foram os maiores públicos do Allianz Parque em 2025 Via: WikiMetal

Pete Townshend assume a paternidade do heavy metal: “Muitas bandas nos copiaram”
Para a maioria das pessoas, o heavy metal é um estilo musical barulhento e feito por músicos com cara de mal. No entanto, sabemos que isso é apenas um estereótipo perpetrado pelos grandes veículos de mídia. Mesmo com a torcida contra, o estilo é uma força no mercado e gera bastante grana, então, o que não falta é pai orgulhoso querendo levar a fama de criador do estilo. De artista como Gene Simmons (KISS) e Alice Cooper até bandas como Steppenwolf, Blue Cheer e Budgie, muitos já tentaram assumir a “criança”. Em 2019, durante entrevista ao jornal Toronto Sun, o guitarrista do The Who, Pete Townshend, tentou assumir a paternidade do heavy metal. “Nós meio que inventamos o heavy metal com o Live at Leeds [primeiro álbum ao vivo do grupo que saiu em 1970]. Fomos copiados por muitas bandas, principalmente pelo Led Zeppelin. A gente tinha bateria pesada, baixo pesado e guitarra solo pesada”. Apesar de Townshend querer a paternidade do metal, a cena assumiu como os legítimos pais o Black Sabbath, com o trabalho seminal de Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). O resto é história. Via: Rockbizz

Plastique Noir, maior banda de pós punk do Brasil, é atração convidada no Unto Others em São Paulo
Plastique Noir, banda cearense de pós-punk/darkwave na ativa há mais de 20 anos e considerada o principal nome do gênero no país, está confirmada como atração convidada para o inédito show dia 28 de março, em São Paulo, da banda norte-americana Unto Others e seu autêntico heavy metal gótico em destaque na mídia especializada internacional. O evento é no Burning House. Ingressos: ticket.com.vc/evento/unto-others-em-sao-paulo Com trajetória marcada por turnês nacionais e internacionais, a Plastique Noir já se apresentou em importantes festivais e países da América Latina e Europa, incluindo o Wave Gotik Treffen (Alemanha). Atualmente, o trio finaliza o álbum “Orla Brutal”, primeiro trabalho inteiramente em português, com lançamento previsto para este ano. A realização é da Matrix Entertainment e Kool Metal Fest. Unto Others, expoente do metal noir Se a melancolia do gótico oitentista e o peso do heavy metal tradicional tivessem um herdeiro legítimo em meados da década de 2020, ele atenderia pelo nome de Unto Others, que funde de forma autêntica o DNA do The Sisters of Mercy com a urgência das guitarras do Iron Maiden e a crueza do Danzig. Formada na cidade de Portland em 2017 (inicialmente sob o nome Idle Hands) por ex-integrantes da banda de heavy metal Spellcaster, o Unto Others é uma das revelações mais bem-quistas do rock com sua mistura de peso e melodia, cuja sonoridade também remete a nomes como Type O Negative e Paradise Lost. O som da banda é quase inteiramente a visão de Gabriel Franco. Ex-baixista da banda de heavy/speed metal Spellcaster, Franco assumiu os vocais e a composição principal. Seu barítono profundo é o diferencial técnico; ele evita os agudos histriônicos do metal tradicional em favor de uma entrega contida, quase “crooner”, que remete diretamente a Ian Curtis e Andrew Eldritch. “Nós não somos uma banda de metal tentando ser gótica, nem uma banda gótica tentando ser metal. Nós somos as duas coisas, o tempo todo”, disse Gabriel Franco em uma entrevista recente à mídia internacional. Rapidamente o Unto Others se tornou conhecido por suas apresentações impactantes e cheias de carisma. Ao longo de quase uma década de atividade, a banda já dividiu palco com grandes nomes do metal, como King Diamond, Arch Enemy, Carcass e Behemoth, além de ter excursionado pelos Estados Unidos e pela Europa. Strength, de 2021, o disco de estreia sob o nome Unto Others, traz uma fusão poderosa de heavy metal tradicional e goth rock, com produção marcante e elementos que crescem a cada audição. À época a revista Kerrang! escreveu que Strength “reafirma a reputação da banda como um dos melhores no goth-rock atual”, com gancho nas melodias, batidas pulsantes e atmosfera sombria que ressoa desde o início ao fim do álbum. Já Never, Neverland, de 2024, é ainda mais coeso e acessível, com melodias cativantes, performances vocais marcantes e diversidade de estilos. O experiente site francês Album Rock descreve o álbum como uma evolução que realça melodias cativantes e arranjos refinados, com momentos em que a estética gótica alcança um equilíbrio perfeito com influências metálicas e rock clássico. SERVIÇO Unto Others + Plastique Noir em São Paulo Data: 28 de março de 2026 (sábado) Local: Burning House – Av. Santa Marina, 247 – Água Branca, São Paulo (ao lado da estação Água Branca da CPTM – Linha 7 Rubi) Abertura da casa: 23h Ingressos: ticket.com.vc/evento/unto-others-em-sao-paulo Cartaz: @crucialxkool Via: Tedesco Midia

Nile retorna a São Paulo em março: egiptologia convertida em death metal técnico
O Nile, um dos nomes mais respeitados do death metal mundial, retorna a São Paulo no dia 22 de março de 2026 para um show no Burning House. A apresentação marca a nova fase da banda com Adam Roethlisberger assumindo o baixo e os vocais, além de divulgar o álbum mais recente, The Underworld Awaits Us All, décimo trabalho de estúdio do grupo. A produção é da Vênus Concerts em parceria com a Caveira Velha, e os ingressos já estão à venda pelo site da 101 Tickets. A passagem pelo Brasil inclui ainda shows em Brasília (20/03) e Fortaleza (21/03), como parte da turnê latino-americana organizada pela LBN Agency. Formado em 1993, nos Estados Unidos, o Nile construiu uma identidade única ao unir death metal técnico e extremo com referências históricas do Antigo Egito e de culturas do Oriente Médio e da África — conceito que a própria banda define como “Ithyphallic Metal”. A entrada de Roethlisberger trouxe novo fôlego às apresentações ao vivo, segundo o guitarrista e fundador Karl Sanders. A boa fase ficou evidente nas primeiras datas da nova formação, incluindo um registro completo no Rock Hard Festival 2025, na Alemanha. O setlist recente reúne clássicos como “Stelae Of Vultures”, “To Strike With Secret Fang”, “Sacrifice Unto Sebek” e “Defiling The Gates Of Ishtar”, além de faixas do novo álbum. Com uma discografia sólida e cultuada — incluindo títulos como Black Seeds of Vengeance, In Their Darkened Shrines e Annihilation of the Wicked —, o Nile segue reafirmando seu status como um dos pilares do death metal extremo. O novo disco foi amplamente elogiado pela crítica internacional, com a Loudersound destacando que “ninguém soa como o Nile”, enquanto a Kerrang! afirma que o trabalho “captura a banda no seu melhor”. Erebobos, banda de abertura A abertura da noite ficará por conta da Erebobos, banda formada em 2022 no Rio de Janeiro. O grupo aposta na fusão entre black metal atmosférico e death metal clássico e violento, resultando em um som denso e agressivo, que a própria banda define como blackened death metal. A proposta da Erebobos passa pela busca de uma arte obscura, combinando brutalidade sonora com atmosferas sufocantes e carregadas de tensão. O nome do grupo carrega forte simbolismo: une a figura de Erebos, da mitologia grega — personificação da escuridão primordial — ao conceito do Ouroboros, a serpente que devora a própria cauda, símbolo ancestral ligado a ciclos, morte, renovação e renascimento. Com essa identidade estética e sonora bem definida, a Erebobos promete preparar o terreno para uma noite extrema e intensa em São Paulo. Via: TedescoMidia

Dave Grohl confirma que novo álbum do Foo Fighters está finalizado
Dave Grohl confirmou que um novo álbum do Foo Fighters está a caminho. Durante a apresentação da banda em Launceston, Tasmânia, no último fim de semana, o cantor revelou que tem um “álbum completamente novo com músicas que acabamos de finalizar outro dia”. Grohl não divulgou uma data de lançamento, mas disse que chegará antes dos shows na Austrália – que, segundo ele, acontecerão antes de seu aniversário, em 14 de janeiro de 2027. O último trabalho do Foo Fighters, intitulado But Here We Are, foi lançado em 2023. No ano passado, a banda lançou duas novas faixas, Today’s Song e Asking for a Friend. Via: Rockbizz

Kanye West manda o “foi mal, tava doidão” e David Draiman corre para aplaudi-lo
O ano de 2026 não completou nem o primeiro mês e parece que já se passaram décadas, visto o número de problemas e reviravoltas que já aconteceram. E tem mais uma envolvendo o mundo da música e entretenimento. Nesta segunda-feira, 26 de janeiro, o rapper Kanye West publicou um anúncio de página inteira no Wall Street Journal pedindo desculpas formalmente por seu comportamento antissemita frequente nos últimos anos. No anúncio, West revelou que está em tratamento para um problema cerebral após ter sofrido o que chamou de “um episódio maníaco de quatro meses com comportamento psicótico, paranoico e impulsivo que destruiu minha vida” no ano passado. Kanye destacou que seu discurso de ódio foi resultado de um momento de perda de contato com a realidade. “Lamento profundamente e estou profundamente envergonhado pelas minhas ações naquele momento e estou comprometido com a responsabilização, tratamento e mudanças significativas. Isso não justifica o que fiz, no entanto. Não sou nazista nem antissemita. Amo o povo judeu”. Depois que Kanye West mandou o “foi mal, tava doidão”, David Draiman correu para aplaudi-lo nas redes sociais. Para quem não conhece Draiman, ele é o vocalista da banda de metal Disturbed, que tem mais de trinta anos de carreira. Além disso, o artista foi o cara que “autografou” uma bomba que foi jogada em civis em Gaza. Esse lamentável episódio aconteceu em junho de 2024, quando o rock star visitou Israel e as Forças de Defesa de Israel (IDF). Na ocasião, ele assinou um projétil de artilharia com a frase: “Foda-se o Hamas”. A motivação para sua atitude foi o triste evento de 7 de outubro de 2023, quando o Hamas fez um ataque de larga escala contra Israel a partir de Gaza. Voltando ao caso West, David usou as redes sociais para fornecer a sua opinião sobre o lampejo de consciência do rapper e lhe fornecer algumas dicas. “Caro, Kanye West! Obrigado por isso! Infelizmente, isso não desfaz o dano causado, e não tenho certeza se algo algum dia poderá… mas permita-me sugerir também: 1. Participar de eventos de união entre negros e judeus, eu vou com você? 2. Apagar Heil Hitler do seu catálogo?” Só o tempo dirá se o pedido de desculpas foi para valer ou apenas uma estratégia para não ficar tão mal falado no mercado musical. Via: Rockbizz

Death To All une precisão, técnica e melodia na ‘Symbolic Healing Tour’
Na noite de sábado, 24, o Death To All realizou o tão esperado show da Symbolic Healing Tour em São Paulo. O tributo ao Death novamente se apresentou para um Carioca Club lotado – mesmo local da performance de 2024. A espinha dorsal do projeto conta com os ex-integrantes da banda Gene Hoglan (bateria), Steve DiGiorgio (baixo) e Bobby Koelble (guitarra). Para os vocais e a segunda guitarra, o excelente Max Phelps (ex-Cynic) honra de maneira impecável o genial Chuck Schuldiner, falecido em 2001. Death To All tocou clássicos de diversas fases da banda Apesar de o foco da turnê estar concentrado na comemoração dos álbuns Spiritual Healing (1990) e Symbolic (1995), o setlist de 20 músicas fez um desfile completo por todas as fases do grupo de maneira arrasadora. O público presente enlouqueceu com a sequência inicial composta por “Infernal Death”, “Living Monstrosity”, “Defensive Personalities”, Lack of Comprehension”, “Altering the Future”, “Zombie Ritual”, “Within the Mind” e “The Philosopher”. A primeira parte do repertório se encerrou com “Spiritual Healing”. Em relação ao Symbolic, um ponto interessante foi levantado pelo baixista: o disco nunca havia sido reproduzido na íntegra em sua respectiva turnê. Quem esteve presente teve a oportunidade de ouvir as excelentes “Empty Words”, “Without Judgment”, “Misanthrope” e “Perennial Quest”. A clássica faixa-título e o hit “Crystal Mountain” também não devem ser esquecidos. É um daqueles discos que não se deve pular nenhuma música. A forte base jazzística de Koelble permitiu a criação de solos repletos de feeling, ao mesmo tempo que contam com uma grande complexidade técnica. Ele esbanjou muito carisma durante toda a apresentação. Apresentação teve interação com o público e muita técnica No quarteto, o responsável pela interação com o público é DiGiorgio. O também baixista do Testament arriscou palavras em português, brincou bastante, agradeceu o apoio dos fãs brasileiros e disse que vão retornar sempre que puderem. Com uma técnica invejável, ele impressiona ao tocar músicas extremamente complexas como “Spirit Crusher” com um imponente baixo fretless. Em relação a Gene Hoglan, uma simples palavra o resume: precisão. Ao vivo, o baterista é simplesmente destruidor e a sensação é de que estamos frente a um metrônomo. Não à toa, seu apelido é “Relógio Atômico”. Seria devaneio dizer que a reencarnação de Chuck está em Max, mas a sensação mostrada é exatamente essa. O vocalista desempenha a função tão bem que, se fecharmos os olhos, é como se Schuldiner estivesse lá e não ele. O bis contou com uma jam de “Deliverance” do Opeth. A banda sueca de metal progressivo nunca escondeu que possui o Death como uma de suas influências. O encerramento não poderia ser outro: “Pull The Plug”, um dos hits definitivos do grupo. Atualmente, não é exagero dizer que o Death To All é a forma mais próxima de testemunharmos como seria um show do Death. No caso desta turnê, o fã pode ver um dos melhores álbuns do estilo sendo reproduzido na íntegra com dois integrantes que o gravaram – Hoglan e Koelble – no palco. Destaca-se também que cada melodia era cantada a plenos pulmões. Uma coisa é fato: Chuck certamente estaria muito orgulhoso e feliz com a forma que celebram sua grande criação. O tributo honra uma das maiores bandas de metal da história de maneira honesta, sólida e simbólica. LEIA TAMBÉM: Death To All em Porto Alegre leva os clássicos do Death aos “gaúchos metaleiros” Via: WikiMetal

Michael Sweet entra para o clube de detratores de Roger Waters e deseja que ele encontre Jesus
Quando a notícia da morte de Ozzy Osbourne saiu em julho de 2025, músicos do mundo todo se reuniram para prestar suas homenagens. Mas isso contrastou fortemente com a posição de Roger Waters, que não poupou palavras duras ao falar sobre o vocalista do Black Sabbath. Agora, meses depois do episódio, o frontman do Stryper, Michael Sweet, se manifestou sobre o caso e entrou para o clube de detratores de Roger Waters. Ele teceu a sua opinião em sua conta oficial no Facebook. Sweet escreveu: “Algumas pessoas são brutalmente honestas, mas transmitem a mensagem com compaixão e integridade. Outras (como esse cara, Roger Waters) fazem isso sem empatia pelos outros e depois tentam justificar. Como se fosse certo e perfeitamente aceitável. Não é. Ouvir as duras palavras de Roger Waters sobre Ozzy me fez pensar que algumas pessoas não merecem o que têm. Elas abusam da responsabilidade e depois acham que todos os outros são irresponsáveis. Frio, duro e brutal”. O vocalista do Stryper encerrou expressando o seu desejo ao ex-Pink Floyd e ofertando palavras de consolo à família do Príncipe das Trevas. “Talvez Roger encontre Jesus! Que Deus abençoe a família Osbourne”. Via: Rockbizz

“Trocaria 150 álbuns do Def Leppard por um do R.E.M, simples assim”, diz Pete Townshend (The Who)
O hard rock dos anos 80 tem um público cativo, que ama as suas melodias açucaradas. Entretanto, o estilo tem uma cota grande de críticos que não suportam os cabelos volumosos à la poodle, as calças de spandex, maquiagem e o som característico do movimento. O veterano Pete Townshend (The Who), por exemplo, é um crítico do gênero, especialmente dos conterrâneos do Def Leppard, que amansou bastante o som após o segundo disco High ‘n’ Dry, de 1981. Anos atrás, em entrevista à revista Guitar Player, Townshend teceu alguns comentários sobre o hard rock meloso e sobrou para o Def Leppard. “Acho que é um estilo bem descontraído, né? Mas eu não curto homens de calça de spandex com cabelo assim [ele estende a mão a uns trinta centímetros da cabeça]. Fico meio confuso sobre por que esses caras se vestem assim e por que acham que são tão descolados. Bem, eles podem me achar antiquado, sei lá”. Ele continuou: “Muitos desses caras com calças de spandex e cabelos assim tocam guitarra de um jeito inacreditável, e não dá para discutir. Só que às vezes os meios deixam um pouco a desejar. E eu simplesmente não consigo entender como tantos músicos querem ser iguais a tantos outros”. “Eu trocaria 50 álbuns Def Leppards por um do R.E.M. É simples assim! Ouvi R.E.M. e meu coração se encheu de alegria. Para mim, é uma música divina! Eu gosto do som, acho as letras brilhantes, acho simplesmente perfeito! E o fato de nenhum deles não tocarem solos de guitarra mirabolantes me interessa. O que realmente importa é a música, o conteúdo, a essência”. Via: Rockbizz

My Chemical Romance: Confira setlist de primeiro show na América Latina
My Chemical Romance deu início à turnê pela América Latina no último domingo, 25, no Estádio Nacional de Lima, no Peru. Após 18 anos sem passar pela América do Sul, a banda fez sua estreia no Peru e segue pelo Chile, Brasil, Argentina, Colômbia e México. A turnê passará pelo Brasil com dois shows em São Paulo, no Allianz Parque, nos dias 05 e 06 de fevereiro. Os ingressos para o dia 06 ainda estão à venda através do site da Eventim. O show contará com a abertura da banda punk sueca The Hives. Seguindo o roteiro da turnê Long Live: The Black Parade, do ano passado, o My Chemical Romance executou na íntegra o álbum The Black Parade (2006), com o espetáculo que expande o universo criado pelo disco, agora inserido como parte de uma encenação em que a banda se apresenta para satisfazer o governante do país fictício chamado Draag – leia mais detalhes do conceito em nossa matéria especial. Completando o setlist de mais de 2 horas, a segunda etapa do show é composta pelos clássicos do My Chemical Romance, como “Helena”, “Na Na Na”, “I’m Not Okay (I Promise)”, “Give ‘Em Hell, Kid” e “The Ghost of You”. Já o The Hives entregou um setlist de 10 músicas, mesclando entre o último disco The Death of Randy Fitzsimmons (2023) e clássicos da carreira. Lista de faixas do My Chemical Romance, segundo o setlist fm “The End.” “Dead!” “This Is How I Disappear” “The Sharpest Lives” “Welcome to the Black Parade” “I Don’t Love You” “House of Wolves” “Cancer” “Mama” “Sleep” “Teenagers” “Disenchanted” “Famous Last Words” “The End.” (reprise) Segundo ato: “I’m Not Okay (I Promise)” “Our Lady of Sorrows” “The Ghost of You” “Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)” “Give ‘Em Hell, Kid” “Planetary (GO!)” “Heaven Help Us” “Bury Me in Black” “Vampires Will Never Hurt You” “Helena” Setlist do The Hives, segundo o setlist fm 1. “Enough Is Enough”2. “Walk Idiot Walk”3. “Rigor Mortis Radio”4. “Paint a Picture”5. “Bogus Operandi”6. “Hate to Say I Told You So”7. “Countdown to Shutdown”8. “Come On!”9. “Tick Tick Boom”10. “The Hives Forever Forever The Hives” LEIA TAMBÉM: My Chemical Romance lança nova versão do clássico “Helena” Via: WikiMetal

Alice Cooper diz que ainda se diverte tocando rock: “Tenho 77 anos e estou fazendo meus melhores shows”
A idade mental e fisiológica são duas coisas completamente diferentes! A primeira tem a ver com a forma que os indivíduos encaram e levam a vida. Já a segunda está intimamente ligada ao calendário. Portanto, tem gente de vinte anos se sentindo um velho de oitenta, e tem pessoas com oitenta anos vibrando com a vitalidade de alguém na mocidade. E isso está em conexão com o nosso rock n’ roll, pois os músicos também estão à disposição do mesmo esquema de idade. Alice Cooper, por exemplo, é um senhor de setenta e sete anos, mas com a energia de um garoto, portanto, ele não deixou a idade fisiológica limitar a sua atuação na cena. Em conversa com o canal Rock & Roll High School, Cooper refletiu sobre o assunto. “Fazer turnês é simplesmente parte da vida para mim. Estou em turnê desde os 16 anos. Agora tenho 77 e acho que estou fazendo meus melhores shows”. Ele continuou ressaltando que os músicos são músicos para a vida toda ou não são: “O mesmo acontece com Mick Jagger, dos Rolling Stones, Paul McCartney, dos Beatles, Ringo Starr e todos esses caras”. “Poderíamos ter nos aposentado financeiramente há 30 anos! Mas é o que eu amo fazer o que eu faço! Na verdade, isso é que me mantém saudável”, pontuou. “Levanto e faço noventa minutos por noite, duzentas vezes por ano. Me sinto ótimo. Se você não usa drogas, não bebe, não fuma, é um estilo de vida bem saudável. Jagger corre meia hora na esteira antes de fazer o show de três horas, o qual ele não para nunca”, completou. Via: Rockbizz

Yungblud pede desculpas por foto com Till Lindemann, vocalista do Rammstein
Till Lindemann, vocalista do Rammstein, compartilhou uma foto dele com Yungblud em Perth, na Austrália, no início desta semana. Na legenda da postagem, a lenda do metal industrial escreveu: “Foi um prazer enorme conhecer Yungblud em Perth. Divirta-se em Mumbai”. Na redes sociais, os internautas começaram a cobrar o cantor inglês por ter tirado a tal foto com Till. O vocalista do Rammstein, em meados do ano de 2023, esteve no centro de uma investigação da promotoria alemã depois que uma fã alegou que sua bebida foi adulterada antes de um show na Lituânia. Além da mulher lituana, que por razões óbvias não teve sua identidade revelada, outras mulheres também fizeram alegações semelhantes contra Lindemann. E como a foto com Till pegou mal, Yungblud quer se distanciar o máximo possível do grandalhão frontman do Rammstein. “Eu não fazia ideia disso! Eu conheço muitas pessoas todos os dias sem saber exatamente quem são ou o que representam. Posso garantir que, se eu soubesse de quaisquer acusações, seria uma história completamente diferente. Vocês todos sabem o que eu defendo, sempre. Estarei mais atento a isso no futuro”. Till Lindemann, que está com o foco na carreira solo, ainda não se manifestou sobre a resposta de Yungblud. Via: Rockbizz

Zakk Wylde agradece a Deus por ter criado o Black Sabbath: “Eles criaram uma forma de arte”
O documentário Tony Iommi: The Godfather of Heavy Metal, Volume One, que tem produção da Gibson TV, tem o objetivo de enaltecer a vida e obra do guitarrista britânico Tony Iommi. Ele, com sua técnica e criatividade musical, foi a base do heavy metal. Praticamente tudo o que veio depois como Metallica, Slayer, Iron Maiden, Soundgarden, Alice In Chains, System Of A Down, Korn, Black Label Society, entre outros, têm uma “dívida” com Iommi, porque foi a fonte de inspiração. Com isso, no Tony Iommi: The Godfather of Heavy Metal, Volume One, o virtuoso Zakk Wylde não economizou nos elogios ao Riff Master e até agradeceu a Deus por ter criado o Black Sabbath. “A primeira vez que ouviu Black Sabbath foi quando fui no shopping com minha mãe e ela me comprou o álbum We Sold Our For ‘N’ Roll. Quando ouvi, eu fiquei mais do que aterrorizado”, lembrou Wylde. “Eu sempre brinco que era católico quando coloquei o disco para tocar; então, no meio do disco virei satanista e, no final do álbum, eu voltei a ser católico porque agradeci a Deus por ter criado o Black Sabbath”, contou. Zakk acrescentou: “Eles criaram uma forma de arte! Portanto, todos nós temos um emprego por causa desse cara. Ele criou esse estilo de música, com Geezer, Bill e Ozzy. Mas a forma de Tony escrever os riffs de guitarra é algo impressionante. É uma maneira muito própria de compor! O seu legado é excepcional”. Via: Rockbizz

Black Sabbath: Geezer Butler considera a capa de Paranoid a pior de todos os tempos
O baixista do Black Sabbath, Geezer Butler, concedeu uma entrevista ao canal Steel City Con para fornecer detalhes sobre sua longa carreira no mercado musical. Ele aproveitou o espaço e disse que considera a capa de Paranoid a pior de todos os tempos. “Achamos que era uma capa terrível”, disse Geezer. “Veio do nosso empresário na época, de quem nos desvinculamos rapidamente. Ainda não sei o que a capa representa. Um cara vestido com uma espada. É a pior capa de todos os tempos”. O guitarrista Tony Iommi já explicou que a capa de Paranoid não tem nada a ver com a música homônima. Ele também destacou que o título original do disco seria War Pigs, o que tem mais a ver com um cara segurando um escudo e uma espada na capa. Mas como os Estados Unidos ainda estava em guerra com o Vietnã, o setor gerencial do grupo achou melhor trocar o título do álbum para Paranoid. Os caras queriam atuar no mercado norte-americano, então, um disco cujo o título seria War Pigs [Guerra dos Porcos – em tradução livre] pegaria mal. Paranoid é o segundo registro de estúdio do Sabbath, que saiu em setembro de 1970 na Inglaterra – nos Estados Unidos o trabalho saiu em fevereiro de 1971. Ele tem em seu repertório clássicos como Iron Man, War Pigs, Fairies Wear Boots e a faixa-título. Via: Rockbizz

Seleção do rock e metal toca hits de Ozzy, Sabbath e KISS na NAMM Jam 2026
A The NAMM Show, que é a maior feira de equipamentos para guitarra do mundo, iniciou a sua 124ª edição – sim, o evento começou em 1902 – na última quinta-feira, dia 22 de janeiro de 2026, e se estendeu até o sábado, dia 24. A feira tem o orgulho de ser um encontro anual da Associação Nacional de Comerciantes de Música (National Association of Music Merchants) para mostrar ao mundo e aos consumidores as novidades em guitarras, amplificadores, pedais e tudo mais. Além das partes comerciais e de marketing, o evento proporciona bastante divertimento aos fãs que querem ver as estrelas da música em ação. Neste ano uma verdadeira seleção de artistas do rock e metal tocaram hits de Ozzy, Sabbath e KISS na NAMM Jam 2026. Se trata do local em que as performances e encontros entre os músicos rolam. Nomes como Nuno Bettencourt (guitarra – Extreme), Billy Sheehan (baixo – Mr. Big e The Winery Dogs), Phil X (guitarra – Bon Jovi), Chris Jericho (vocal – Fozzy), Dino Jelusick (vocal – ex-Whitesnake), Doug Aldrich (guitarra – ex-Whitesnake, ex-Dio), Marco Mendoza (baixo – ex-Whitesnake), Alissa White-Gluz (vocal – ex-Arch Enemy), Alex Skolnick (guitarra – Testament), Phil Demmel (guitarra – ex-Machine Head) e Matt Starr (bateria – ex-Ace Frehley e ex-Mr. Big) deram as caras na festa. Nos players abaixo você pode conferir alguns registros amadores do encontro entre os rock stars na NAMM Jam 2026. Veja: Via: Rockbizz

Músicos do Angra sempre têm que diminuir o trabalho de alguém, segundo Fabio Lione
O vocalista italiano Fabio Lione (Angra, Rhapsody, Vision Divine) concedeu uma entrevista à revista Rolling Stone Brasil para fornecer a sua opinião sobre o hiato do Angra. Ele também aproveitou o espaço para apontar as decisões do grupo que considera equivocada. Além disso, no mesmo bate-papo, Lione refletiu sobre sua vivência e relação com os colegas de trabalho. Ele ressaltou que os músicos do Angra sempre têm que diminuir o trabalho de alguém. “A história dessa banda é engraçada, porque tenho a sensação de que os caras sempre têm que diminuir o trabalho de alguém”, disse Fabio de maneira direta e sem meias palavras. Ele continuou recordando o primeiro vocalista da banda e enfatizando o estado em que encontrou o grupo quando começaram a parceria. “Diminuir um pouco o trabalho de Andre Matos. Se não existisse Andre Matos… Aí diminui um pouco o trabalho do Fabio… A banda estava perdida. Estava fudida. O engraçado é isso”. “Eu tenho essa sensação estranha, porque ele [Rafael Bittencourt – líder, guitarrista e único integrante da formação original] fala em contribuição. Você comemorou praticamente os melhores álbuns da banda comigo”, pontuou se referindo às turnês de celebração dos álbuns Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Rebirth (2001). O italiano amenizou o clima de crítica ao afirmar que trabalhar para o Angra teve os seus pontos positivos. “Foi uma experiência incrível que mudou minha vida. Conheci o Brasil, aprendi a falar português escutando as pessoas falarem. Uma cultura diferente! Tenho mais amigos no Brasil agora do que na Itália, para ser sincero”. Via: Rockbizz

Jéssica Falchi lança EP Solace, primeiro registro da nova banda Falchi
Solace, EP de estreia da banda Falchi, concebida pela guitarrista brasileira de renome internacional Jéssica Falchi, nasce como um exercício de composição instrumental que recusa a lógica da exibição técnica isolada. O registro articula peso, experimentação e narrativa em quatro faixas já nas plataformas digitais. A música inédita é ‘Sweetchasm, Pt. 1’, que tem a participação do guitarrista canadense Aaron Marshall, do Intervals. Ouça Solace aqui: onerpm.link/Solace. O lançamento coincide com a presença de Jéssica na NANN 2026, nos Estados Unidos, a principal vitrine global da indústria musical, onde ela participa de sessões de autógrafos e ações oficiais do evento. Além do EP, 2026 também será o ano da Falchi nos palcos. No dia 21 de março, a banda será a atração de abertura para os suecos do Katatonia em São Paulo/SP, no Cine Joia. Garanta seu ingresso clicando aqui. EP de estreia e Falchi, a nova banda Formada por Jéssica Falchi (guitarra), João Pedro Castro (baixo) e Luigi Paraventi (bateria), a Falchi se apresenta como uma banda instrumental que privilegia a construção coletiva e identidade sonora própria. O produtor do EP é nome um conhecido e respeitado da música pesada nacional: Jean Patton (ex-Project46). Em Solace, o trio desenvolve um repertório que transita entre o rock e o metal contemporâneo, incorporando elementos progressivos, variações rítmicas e mudanças de atmosfera que afastam o EP da lógica de singles independentes. As quatro faixas do EP exploram abordagens distintas, mas compartilham uma mesma preocupação de Jéssica com forma, textura e narrativa. A composição da guitarrista funciona como eixo central do trabalho, equilibrando precisão técnica e dinâmica emocional, com espaço para experimentação de timbres, efeitos e arranjos que ampliam o vocabulário do metal instrumental sem perder coesão. A identidade visual do trabalho é assinada por Lauren Zatsvar, com artes que dialogam conceitualmente com a sonoridade de cada faixa. Participação de Aaron Marshall, do Intervals A inédita “Sweetchasm, Pt. 1”, a faixa de número 3 em Solace, concentra parte significativa desse conceito. A faixa é a mais técnica e progressiva do EP, explorando diferentes moods ao longo de sua estrutura, com tempos quebrados, mudanças de andamento, camadas de efeitos e inserções sutis de ritmos brasileiros. A música conta ainda com a participação de Aaron Marshall, guitarrista da banda canadense Intervals, em um solo que dialoga diretamente com a proposta da composição. Considerado uma das principais referências do gênero, Marshall incorpora sua identidade ao tema sem descaracterizar a linguagem da banda, ampliando a tensão e o caráter épico da faixa. “Sweetchasm, Pt. 1” se conecta diretamente a “Sweetchasm, Pt. 2”, lançada anteriormente, estabelecendo um diálogo estrutural entre as duas peças. O riff que abre a segunda parte foi concebido inicialmente como refrão da primeira, enquanto o início do solo da Pt. 2 reaparece na Pt. 1 sob uma nova roupagem. Juntas, as faixas funcionam como movimentos complementares, reforçando a ideia de continuidade e pensamento composicional que atravessa todo o EP. Outras faixas de Solance Jéssica Falchi comenta sobre as outras faixas do EP de estreia de sua nova banda: Moonlace é a mais moderna e mais direta ao ponto, ela flerta muito mais com um público que gosta de bandas mais atuais com refrão melódico e um break pesado. Sunflare é mais introspectiva, uma vibe mais reflexiva e contemplativa, flerta bem com músicas instrumentais de guitarristas clássicos. Praticamente, a música toda tem uma linha melódica solada, que conta uma história. Sweetchasm, Pt. 2 é o tipo de música que o público mais esperava de Jéssica já que até o momento todos os seus trabalhos envolviam metal mais pesado. É uma música thrash metal com uma estrutura semelhante a músicas com vocal, com bastante riff e apenas um solo em um momento específico. Falchi, a banda Fachi é uma banda instrumental e, além da Jéssica, conta com João Pedro Castro no baixo e Luigi Paraventi na bateria. A guitarrista comenta sobre suas escolhas: “João Pedro é uma das pessoas mais próximas e confiáveis que tenho por perto, fora que é extremamente competente. Temos um gosto musical muito parecido, o que encaixou perfeitamente no perfil do projeto. As linhas de baixo ficaram precisas, expressivas e com o protagonismo que eu gostaria que tivesse”. “Na bateria, chamei o Luigi Paraventi, que trouxe ideias impecáveis e uma dinâmica rítmica incrível, incorporando elementos brasileiros com muita naturalidade. Ele conseguiu mesclar diferentes técnicas e dar a textura exata que as músicas precisavam. Vale mencionar o papel de Jean na produção. “O Jean produziu o trabalho e foi a primeira vez dele nesse papel, dando um significado ainda mais especial pra mim. Ele foi quem me encorajou e validou cada passo e me ajudou a transformar ideias em algo concreto”. Jéssica Falchi: biografia Guitarrista e compositora, Jéssica Falchi começou a tocar ainda na infância, inspirada por nomes que moldaram a linguagem da guitarra instrumental, como Joe Satriani, Steve Morse, Frank Gambale e Steve Vai. Com o passar do tempo, o metal entrou em sua vida e transformou sua forma de tocar e sentir a música. Do thrash ao progressivo, ela encontrou no instrumento uma maneira de expressar o que as palavras não alcançam.Após anos atuando em bandas cover e construindo uma presença marcante nas redes, incluindo vídeos que chamaram a atenção do próprio Metallica, Falchi ampliou sua trajetória tocando com Aquiles Priester e gravando com Elana Dara. Com mais de 300 mil seguidores no Instagram, a guitarrista foi anunciada como integrante fixa da Crypta, banda brasileira de death metal com a qual excursionou pelo mundo: tocou nas Américas, Europa e Ásia, consolidando-se como uma das guitarristas mais reconhecidas do cenário metal contemporâneo. Agora, Jéssica inicia um novo capítulo: sua carreira solo, marcada pela liberdade criativa e pela busca por uma sonoridade pessoal. Suas composições exploram o diálogo entre técnica e emoção, transitando por universos que vão do rock e do metal ao instrumental moderno, com influências de nomes como Intervals e Kiko Loureiro, além de referências a Iron Maiden, Metallica, Pink Floyd, Leprous e Vola. Acompanhe Jéssica Falchi nas redes www.instagram.com/falchi.jessica www.youtube.com/@falchi.jessica https://linktr.ee/JessicaFalchi

Obituary celebra 35 anos do álbum clássico “Cause of Death em shows pelo Brasil
A banda norte-americana Obituary, um dos principais nomes do death metal clássico, retorna ao Brasil em fevereiro para uma série de shows em celebração aos 35 anos de ‘Cause of Death’, segundo álbum de estúdio e um dos registros mais influentes da história do death metal. A Xaninho Discos e a Caveira Velha produzem shows em três capitais brasileiras. O Obituary se apresenta em 20 de fevereiro, em Belo Horizonte (MG), no Mister Rock; em 22 de fevereiro, em Curitiba (PR), no Tork n Roll; e dia 24 de fevereiro, no Rio de Janeiro (RJ), no Agyto. Os ingressos estão à venda pela plataforma 101Tickets. Em São Paulo/SP, o Obituary se apresenta no dia 21 de fevereiro, no Carioca Club, como atração principal do Overload Beer Fest 2026, que também terá Vulcano (com participação especial do vocalista Angel), Surra, D.E.R. e Cemitério. Saiba mais aqui. Formado pelos irmãos John Tardy (vocal) e Donald Tardy (bateria) na Flórida, epicentro do death metal naquele período, o Obituary construiu sua reputação a partir de uma abordagem direta, baseada em riffs densos, andamento arrastado e na interpretação vocal inconfundível de John Tardy. Lançado em 1990, ‘Cause of Death’ consolidou a identidade sonora da banda e ajudou a definir os contornos do gênero no início da década. ‘Cause of Death’ marcou uma evolução em relação ao debut ‘Slowly We Rot’ (1989), ampliando o peso e a precisão das composições. Faixas como “Chopped in Half”, “Infected” e “Turned Inside Out” tornaram-se referências duradouras, frequentemente citadas como pilares do death metal clássico. Obituary, lenda do death metal Desde o fim dos anos 1980, o Obituary ocupa uma posição singular no death metal por ter ajudado a moldar o gênero sem recorrer à velocidade extrema ou ao tecnicismo excessivo que se tornariam comuns nos anos seguintes. Ao lado de grupos como Death, Morbid Angel e Deicide, a banda integrou o núcleo fundador da chamada cena da Flórida, mas seguiu um caminho próprio, baseado em grooves lentos, riffs circulares e uma noção quase física de peso. Cause of Death e The End Complete figuraram entre os primeiros álbuns de death metal a alcançar posições relevantes na Billboard 200, em um momento em que o estilo ainda era tratado como nicho marginal pela indústria. SERVIÇO: OBITUARY – BRASIL 2026 20.02.2026 Belo Horizonte/MG, Mister Rock Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Obituary-em-Belo-Horizonte 21.02.2026 São Paulo/SP, Carioca Club (Participando do Overload Beer Fest) Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/overload-beerfest2026 22.02.2026 Curitiba/PR, Tork n Roll Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Obituary-em-Curitiba 24.02.2026 Rio de Janeiro/RJ, Agyto Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Obituary-no-Rio-de-Janeiro Realização: @xaninhodiscos e @caveiravelhaproducoes

Donald Trump critica a presença do Green Day e Bad Bunny no Super Bowl: “Terríveis escolhas”
Em novas declarações ao New York Post, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou a presença do Green Day e Bad Bunny no Super Bowl. É importante explicar que o Super Bowl é a grande final da liga de futebol americano (NFL) e um dos eventos mais assistidos da televisão norte-americana. “Não estarei no Levi’s Stadium para o grande jogo porque é muito longe. No entanto, eu tenho ótimas lembranças do Super Bowl. Eles gostam de mim”, garantiu Trump. “Eu iria se, sabe, fosse um pouco mais perto”. Sobre a presença de Green Day e Bad Bunny no evento, Donald disse: “Sou contra eles! Acho uma escolha terrível. Só servem para semear ódio. Terríveis”. A banda de Billie Joe Armstrong (vocal e guitarra), Mike Dirnt (baixo,) e Tré Cool (bateria) vai se apresentar antes da partida. Já o rapper porto-riquenho Bad Bunny será atração principal do show do intervalo. Trump não gosta das duas atrações por se posicionarem contra o seu governo e por condenarem a sua agenda racista, xenófoba e discriminatória. Via: Rockbizz

Iron Maiden: “Eu não queria ser uma imitação barata de cantor punk”, declara Bruce Dickinson
Paul Bruce Dickinson nasceu em Worksop, Nottinghamshire, em 7 de agosto de 1958. Apesar do carinho por história e esgrima, o álbum In Rock, do Deep Purple, despertou uma epifania em sua vida, o trouxe para o rock n’ roll e o fez atender por Bruce Dickinson. Em trecho do livro Iron Maiden – Infinite Dreams: The Official Visual History, que foi compartilhado pela Metal Hammer, o Air-Raid Siren contou quais são as suas inspirações na música e o que não queria ser de jeito nenhum como artista. “Ian era um grande ídolo vocal para mim. Havia Ian Gillan, Arthur Brown e Ian Anderson [do Jethro Tull]. Todos eles tinham um tenor poderoso, um barítono extenso. Eu queria ser uma mistura de Ian Anderson e Ian Gillan, com notas malucas, letras incríveis e drama. Eu não queria ser uma imitação barata de cantor punk”. E foi exatamente isso que Dickinson conquistou em sua carreira, já que tem a potência e registro alto como Gillan e desenvolvimento melódico criativo como Ian Anderson. Tanto na Donzela de Ferro quanto em carreira solo, Bruce nunca se escorou em atalhos para deixar sua música mais palpável ao grande público, a fim de mais fama, sucesso e dinheiro. Na verdade, ele sempre fez questão de caminhar em direção contrária do popular e do que está na moda. É só ouvir trabalhos como The Number of the Beast (1982), Somewhere in Time (1986) e Seventh Son of a Seventh Son (1988), Accident of Birth (1997) e The Chemical Wedding (1998) para sacar isso. Via: Rockbizz

Geddy Lee não descarta a possibilidade de fazer som novo para o Rush com Anika Nilles
O Rush voltará aos palcos em meados deste ano – e a maioria dos ingressos se esgotaram, vale dizer. A dupla Geddy Lee (vocal, baixo e teclado) e Alex Lifeson (guitarra) tomaram a decisão de reativar o Rush, depois de onze anos fora dos palcos. Para o difícil posto de substituto de Neal Peart, a banda canadense resolveu chamar a Anika Nilles, artista de certo nome no mercado fonográfico, visto que tocou com o genial Jeff Beck em mais de cinquenta shows. E Geddy Lee não descarta a possibilidade de fazer som novo para o Rush com Anika Nilles. Ele falou sobre o assunto em recente bate-papo com o pessoal do Music Radar. “Minha intenção, antes de começarmos essa celebração da história do Rush, era compor algumas músicas. Eu imaginava que faria isso sozinho, sem a presença de Alex, mas quando começamos a improvisar, comecei a ver a possibilidade de fazer algo com ele. Tudo isso ficou em suspenso agora porque há muito trabalho com o Rush”. “Há muito trabalho a fazer nesta turnê para sequer pensar nisso. Mas se conseguirmos sobreviver à turnê, voltar ao Canadá e descansar, quem sabe o que acontecerá, mas suspeito que alguma música acabará sendo lançada”, observou. “Seria divertido ver o que [Anika Nilles] pode fazer em um contexto criativo”, pontuou. “Acho que seria divertido. Mas tudo é especulação até que deixe de ser”, finalizou Lee deixando o futuro do Rush em aberto. A turnê de reunião do Rush passará pelo Canadá, Estados Unidos e México em 2026. O grupo começará o giro no dia 07 de junho de 2026 no The Kia Forum, em Los Angeles, Estados Unidos, e fará, ao longo do tempo, mais de trinta e cinco shows. Via: Rockbizz

“Donald Trump era metido a machão e não tratava as mulheres bem”, conta Rod Stewart
Algum tempo atrás, durante uma entrevista a Radio Times, Rod Stewart contou que é vizinho de Donald Trump e recordou alguns momentos que passou ao lado do atual presidente dos Estados Unidos. “Eu não sou um grande fã de Trump. Eu o conhecia muito, muito bem. Costumava ir à casa dele”, disse Stewart. “Eu moro literalmente a meio quilômetro de distância dele. Nós dois moramos na praia. Eu costumava ir às festas de Natal dele”. “Ele sempre foi meio metido a machão. Eu gostava dele por isso. Mas, pelo que me consta, ele não tratava as mulheres muito bem”, pontuou. O roqueiro afirmou que Trump se tornou uma pessoa diferente desde que foi eleito para a Casa Branca em 2016. “Desde que se tornou presidente, ele se tornou outra pessoa. Alguém que eu não conhecia”. Rod explicou então como o apoio de Trump à guerra de Israel contra Gaza o fez se distanciar e não considerá-lo mais um amigo: “Não, não posso mais ser amigo dele. Enquanto ele estiver vendendo armas para os israelenses – e ele ainda está”. É importante lembrar que, além de Rod Stewart, outras pérolas da música mundial como Bruce Springsteen, Neil Young, Roger Waters, Joan Baez, Tom Petty, John Fogerty, Phil Collins, entre muitos outros, já se manifestaram contra Donald Trump. Via: Rockbizz

Mike Shinoda está feliz com o atual momento do Linkin Park: “É único e mágico”
Quase um ano e meio depois do lançamento de From Zero, que foi o primeiro registro de estúdio completo com Emily Armstrong, substituta de Chester Bennington, a expectativa em torno dos próximos passos do Linkin Park é grande. Batendo um papo com a revista Rolling Stone India, o líder da banda, Mike Shinoda, deixou bem claro que está feliz com o atual momento do Linkin Park e que está aberto a novas experiências. “Nós estamos explorando o potencial e a intensidade de uma banda totalmente nova”, disse o músico em tom de felicidade. Ele continuou: “Há muita empolgação com isso e com as possibilidades ainda inexploradas. E, por outro lado, também temos décadas de experiência. Portanto, para mim, esse momento em que estamos é o mais perfeito para estarmos”. “As coisas estão funcionando muito bem, o que nos leva a possibilidades únicas e mágicas. Emily é uma vocalista poderosa no palco e também está trazendo uma nova energia para os trabalhos em estúdio”, completou Shinoda. O Linkin Park iniciou a temporada de shows 2026 nesta semana com a passagens pelo Barém e Índia. Após esta perna, a banda só voltará aos palcos em março, com uma longa visita à Austrália e Nova Zelândia. A Europa também está no roteiro do conjunto. Via: Rockbizz

Nasi (Ira!) lança clipe da nova versão do single Corpo Fechado
Nasi, vocalista do Ira!, acaba de lançar Corpo Fechado, primeiro single e clipe do seu novo álbum solo nAsI Artificial Intelligence via Ditto Music. No trabalho, o cantor utiliza inteligência artificial para retrabalhar músicas de seu repertório. Lançada originalmente em 2006, no álbum Onde os Anjos Não Ousam Pisar, a faixa, que remetia aos clássicos da gravadora Stax, ganha uma nova roupagem e se transforma em um malemolente samba da Velha Guarda – no melhor estilo Noriel Vilela – inspirado em grandes bambas do Partido Alto. Confira o clipe de Corpo Fechado abaixo: Via: Rockbizz